10.238 – Psicologia – Pessoas desconfiadas têm risco maior de apresentar demência


Desconfiados vivem mais? Não é o que diz um último estudo sobre o assunto. Veja a seguir:

Pessoas que pensam que as demais agem somente por interesses egoístas são mais propensas a desenvolver demência. Essa conclusão foi publicada em um estudo da revista Neurology.
Outras pesquisas já haviam associado essa desconfiança a problemas de saúde, tais como doenças cardíacas, mas essa é a primeira vez que cientistas relacionam o comportamento e a demência. “Nossos resultados se somam às evidências de que a visão que se tem sobre a vida e a personalidade podem impactar a saúde”, afirma Anna-Maija Tolppanen, pesquisadora da Universidade do Leste da Finlândia e principal autora do estudo. “Entender como um traço de personalidade tal como a descrença está relacionado ao risco de demência pode nos dar um conhecimento importante para reduzir os riscos dessa doença.”
Os cientistas submeteram 1 449 pessoas, com idade média de 71 anos, a testes para o diagnóstico de demência e a um questionário que media o nível de desconfiança. Eles perguntaram, por exemplo, se os participantes estavam de acordo com declarações como “acho que a maioria das pessoas mente para tirar vantagens”, ou “é mais seguro não confiar em ninguém”. Com base na pontuação de cada teste, os voluntários foram classificados em três grupos com nível baixo, moderado e alto de desconfiança. Oito anos mais tarde, os pesquisadores aplicaram o teste de demência novamente, desta vez em 622 participantes. Nesse período, 46 pessoas foram diagnosticadas com demência.
Uma vez que os pesquisadores fizeram os ajustes estatísticos por outros fatores que podem afetar o risco de demência, a exemplo de tabagismo e pressão sanguínea e colesterol elevados, as pessoas com alto nível de desconfiança eram três vezes mais propensas a manifestar a doença do que aquelas com nível baixo. Do total de 164 pessoas com pontuação alta de desconfiança, catorze desenvolveram demência, comparadas a nove entre as 212 pessoas que tiveram baixo nível.

10.237 – Dinossauros das Pick-ups – Larry Levan, mais que um DJ, uma lenda


Larry no Paradise
Larry no Paradise

20 de julho 1954 – 08 de novembro de 1992
Um DJ americano que fazia residência no Paradise Garage de NYC, realmente um monstro nas pick-ups. O que se viu ou se vê hoje por aí é fichinha!
Ele desenvolveu um culto de seguidores que se referiu a seus sets como “Saturday Mass “.
O influente DJ americano François Kevorkian credita Levan com a introdução do dub estética em música de dança.
Eles fizeram as primeiras experiências com baterias eletrônicas e sintetizadores em suas produções e sets ao vivo, dando início, um eletrônico pós-discoteca som que pressagiava a ascendência de house music na segunda metade dos anos 80.
Levan começou sua carreira ao lado de DJ Frankie Knuckles nas Termas Continental , como um substituto para o DJ da galeria, Nicky Siano .
Drogas e Aids destruíram a vida e a carreira dele.
Como a popularidade do Garage disparou em meados dos anos 1980, assim como muitos de seus amigos de longa data perderam suas batalhas para a AIDS, Levan se tornou cada vez mais dependente de PCP e heroína . Ele começou a abrigar-se dentro de uma comitiva de proteção de drag queens e acoolicos mais jovens. No Paradise Garage, Levan foi descrito como sendo “adorado, quase como um deus”.
Seu estilo variava de Evelyn “Champagne” King e Chaka Khan ao Kraftwerk , Manuel Göttsching. Apesar das críticas, se manteve-se na vanguarda.The Garage terminou seu funcionamento com uma festa de 48 hora de duração em setembro de 1987, semanas antes Brody morreu de complicações relacionadas com a AIDs.
Em 1991, ele foi trazido para o fim de semana para Londres por DJ Justin Berkmann a Londres para a Ministry of Sound boate, onde ele acabou ficando por 3 meses na remixagem, produzindo e ajudando a afinar o sistema de som do clube. Embora ele ainda fosse dependente de heroína, em 1992 a turnê de Levan do Japão rendeu elogios da imprensa local. Incentivado por Cheren, ele entrou na reabilitação e fez um retorno provisório para o estúdio. Ele informou sua mãe em junho de 1992 que ele tinha “vivido uma boa vida” e estava “pronto para morrer”.
Pouco depois de voltar para casa do Japão, Levan entrou voluntariamente o hospital. Ele morreu quatro dias depois, em 8 de novembro de insuficiência cardíaca causada por endocardite . Em setembro de 2004, Levan foi introduzido no Dance Music Hall of Fame por seu excelente desempenho como um DJ .

10.236 – Assim na Lua como na Terra – Nasa põe Wi-Fi de 622 Mbps na Lua


wi fi na lua

Se na sua cidade ou bairro a internet é lenta, que tal se mudar pra Lua?
Cientistas conseguiram transmitir sinal de internet Wi-Fi entre a Terra e a Lua. E a conexão provavelmente é melhor do que a que você tem em casa.
A Nasa e o MIT se uniram para a missão de estabelecer uma conexão em 384,4 km de distância e, segundo a Wired, apresentarão os resultados em uma conferência no mês que vem.
Eles usaram quatro telescópios de 6 polegadas no Novo México para enviar sinais a um receptor montado num satélite que está na órbita da Lua. É preciso mais de uma fonte porque não há garantia que um único sinal chegue ao receptor; quatro deles aumentam as chances.
Os pesquisadores conseguiram enviar dados a uma taxa de 19,44 Mbps, e quem estiver na Lua pode fazer download a incríveis 622 Mbps.

10.235 – Música Eletrônica surgiu com a Explosão dos Transístores


No início dos anos 70
O dispositivo eletrônico inventado no final da década de 50 por cientistas da Bell trouxe muitas inovações. O radinho de pilha transistorizado foi o campeão de vendas do final da década 60 e início dos anos 70, assim como são os aparelhos celulares hoje. Foi nessa época, com a chegada de novos equipamentos eletrônicos nos estúdios que surgiu um grande pioneiro:

Os pioneiros
Os pioneiros

Kraftwerk (pronúncia em alemão: [ˈkʀaftvɛɐk], usina de energia) é um influente grupo musical alemão de música eletrônica. O grupo foi formado por Ralf Hütter e Florian Schneider em 1970, em Düsseldorf e liderado por ambos até a saída de Schneider, em 2008. A formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos.
Considerado por alguns como tão influentes quanto os Beatles por sua participação na música popular da segunda metade do século XX , as técnicas introduzidas e os equipamentos desenvolvidos pelo Kraftwerk são lugar-comum na músical atual e o grupo é geralmente tido como precursor de toda a dance music moderna de modo geral. Suas letras, por vezes cantadas através de um vocoder ou geradas sinteticamente, ainda que minimalistas, geralmente lidam com temas relacionados à vida urbana e à tecnologia pós-guerra.
As primeiras formações da banda, entre 1970 e 1974, eram bastante rotativas, com Hütter e Schneider trabalhando com vários outros músicos para gravar quatro álbuns e se apresentar algumas vezes. Entre os participantes destacam-se o guitarrista Michael Rother e o baterista Klaus Dinger, que deixaram a banda para formar o Neu!.
Após vários álbuns experimentais, o sucesso da banda veio em 1974 com o álbum Autobahn, e a sua faixa homônima de 22 minutos. A canção foi um hit mundial, demonstrando a grande relação da banda com sintetizadores e outros instrumentos electrónicos. Este álbum foi seguido por uma trilogia de álbuns que influenciou bastante a música popular posterior: Radio-Activity (1975), Trans-Europe Express (1977) e The Man Machine (1978).
Depois de anos sem apresentações ao vivo, os Kraftwerk iniciaram digressões novamente no final dos anos 90. Ralf queria tocar cada vez mais, mas a dificuldade em transportar os equipamentos analógicos limitou as viagens para fora da Europa. Após a saída de Flür e Bartos, vários outros músicos, como Fritz Hilpert e Henning Schmitz apareceram na formação dos Kraftwerk.

10.234 – Brasileiros criam o “ZapZap” para concorrer com WhatsApp


zappzapp

Desde que o WhatsApp foi vendido para o Facebook,vários outros aplicativos vieram na cola tentando pegar o público desconfiado. Agora, brasileiros criaram o “ZapZap”, um cliente em português do Telegram, app que passou a ganhar popularidade pelo foco em privacidade e criptografia.
A maioria da população sabe de onde vem o nome “ZapZap”: da abreviação do nome “WhatsApp” muito usada na linguagem popular. O aplicativo é uma tentativa óbvia de atrair o público rival e até mesmo sua interface é visivelmente inspirada no concorrente.
Como cliente do Telegram, ele também conta com as funções que diferenciam o aplicativo do WhatsApp, como o envio de mensagens secretas que se autodestroem (ao estilo Snapchat), envio de arquivos sem limite de tamanho, entre outros. O maior diferencial, no entanto, é a possibilidade de usar o serviço pelo PC.
Há, porém, uma desvantagem muito grande do ZapZap em relação ao seu “pai” Telegram. Enquanto o último se vangloria de ser gratuito eternamente e sem publicidade, o primeiro as utiliza livremente na versão web do aplicativo.
Por enquanto, o ZapZap está disponível apenas para Android, mas o site diz que a versão para iOS chega “em breve”.

10.233 – Cinema – Gestação Indigesta em Um parto de Viagem


um parto

Dirigido por Todd Phillips
Com Robert Downey Jr., Zach Galifianakis, Michelle Monaghan
Peter Highman (Robert Downey Jr.) está longe de casa e vai ser pai pela primeira vez. Assim, tudo o que ele queria era acompanhar o parto de seu filho e para isso ele tem exatos cinco dias para chegar a Atlanta, algo que um simples vôo faria em algumas horas. Mas ele não contava em conhecer, no meio do caminho, o aspirante a ator Ethan Tremblay (Zach Galifianakis), alguém que irá transformar sua viagem de volta numa verdadeira loucura.
É um filme engraçado, mas os críticos não acharam tanta graça assim, vejamos a opinião do site Adoro Cinema:

um parto original

Tentativa frustada
O diretor Todd Phillips há tempos batalha para alçar ao primeiro time de Hollywood. Sempre no ramo das comédias, ele fez relativo sucesso com Dias Incríveis e estourou de vez com Se Beber, Não Case. A comédia que reunia quatro amigos em uma louca despedida de solteiro lhe deu carta branca para o trabalho seguinte, Um Parto de Viagem. O que inclui ter em mãos um ator no auge da carreira, Robert Downey Jr., e a chance de reprisar como protagonista uma das revelações de seu filme anterior, Zach Galifianakis. A fórmula a ser aplicada era o batido road movie pelas estradas dos Estados Unidos, envolvendo dois personagens completamente diferentes um do outro. Ao menos na teoria, seria um prato cheio para muitas risadas. Só que, na prática, não é bem isto que acontece.
A história começa com Peter Highman (Downey Jr.), que está prestes a ser pai pela primeira vez. Ele deseja pegar o avião para enfim reencontrar a esposa (Michelle Monaghan, apagada) mas, no meio do caminho, cruza com Ethan Tremblay (Galifianakis). Logo surge uma antipatia natural de Peter em relação a Ethan. Afinal de contas, ele é desleixado, expansivo, abusado e, ainda por cima, usa drogas. Já Peter é o oposto de tudo isso. Arquiteto bem sucedido, sério, de ar altivo. Conviver com Ethan é um sacrifício necessário, já que devido a um mal entendido está proibido de viajar de avião e sem sua carteira. E Ethan, bem ou mal, tem um carro alugado e lhe oferece carona. Resultado: pé na estrada.
A partir de então segue-se uma sucessão de brigas e confusões envolvendo a dupla, desde o tradicional acidente causado por ter dormido ao volante até as discussões devido à maneira distinta como vêem o mundo. Até aí, nenhuma novidade. Só que Phillips tenta fazer graça usando o politicamente incorreto, o que significa bater em crianças, provocar briga com um deficiente físico, cuspir em cachorro e, é claro, usar drogas. O que deveria fazer rir apenas surpreende pelo inusitado e, em certos casos, constrange pelo exibido.
Diante desta opção, pouco há o que fazer para Downey Jr. e Galifianakis. Eles são apenas estereótipos, personagens de características engessadas que entram sempre em conflito e, aos poucos, têm o coração amaciado em relação ao perfil do outro. Tudo dentro do clichê das comédias do tipo. Mesmo as participações especiais de Jamie Foxx e Juliette Lewis pouco acrescentam à trama.
Um Parto de Viagem é um filme que até provoca algumas risadas, aqui e ali, mas apenas isto. Uma comédia que repete situações – a lata com as cinzas, referência a Entrando Numa Fria – em uma trama que não é nem um pouco inovadora. Se ao menos a dupla protagonista tivesse química poderia dar certo, mas nem isto acontece. Apesar de desempenharem de forma correta seus papéis, não há a necessária sinergia entre os protagonistas. Ou seja, trata-se de um filme que até teve boas intenções, mas fracassou em seu objetivo. Todd Phillips ainda não entrou para o primeiro time de Hollywood.
Gestação Indigesta:
O longa Se Beber, Não Case! não foi o primeiro trabalho nem do diretor Todd Phillips, nem do ator Zach Galifianakis, mas é impossível negar que a carreira da dupla se resume à antes e depois da louca despedida de solteiro em Las Vegas.
Com sequência já encaminhada, Se Beber, Não Case! arrebatou o Globo de Ouro de melhor filme comédia/musical e faturou quase US$ 280 milhões nos cinemas dos Estados Unidos.
Com tudo isso, Phillips e Galifianakis – um dos destaques da produção – tiveram seus nomes alçados à ícones da comédia. O ator inclusive conquistou espaço na televisão, com a série “Bored to Death”, e na internet, através da série de entrevistas “Between Two Ferns” no site Funny or Die.
Era de se esperar, com toda esta badalação, que a dupla repetisse o êxito em sua nova parceira nas telonas, ainda mais contando com a ajuda do ótimo Robert Downey Jr. (Homem de Ferro 2), mas não foi isso que aconteceu.
Ao contrário de The Hangover (no original), o novo filme não vai lhe deixar gargalhando, podendo no máximo lhe deixar com um sorriso no rosto, e só não chega a ser um fracasso total graças às presenças de Downey Jr. e Galifianakis.
A química entre a dupla de protagonistas é uma das poucas coisas que salvam o filme de ser uma bomba completa. A fotografia também se destaca, explorando bem a intenção de se rodar um road movie, assim como a homenagem/referência à série “Two and a Half Men”. A trilha sonora, no entanto, marca importante dos “filmes de estrada”, aqui está em segundo plano.
O único momento em que a trilha está à serviço da trama é quando personagem de Galifianakis canta “Hey You”, clássico da banda Pink Floyd, durante uma viagem a base de drogas.
Michelle Monaghan (Missão Impossível 3), Jamie Foxx (Código de Conduta) e Juliette Lewis (Coincidências do Amor) integram o núcleo coadjuvante da produção e em momento algum merecem destaque.
Um Parto de Viagem parece um filme que não foi de fato bem pensado. Ao que parece, os realizadores acreditaram que o talento do diretor e o carisma dos protagonistas eram suficientes para encobrir todas as falhas do roteiro. Isso pode acabar se tornando verdade nas bilheterias, mas uma dupla que levou um Globo de Ouro pelo último trabalho não deveria se contentar apenas em criar um blockbuster.

Cena do filme
Cena do filme

10.232 – É um celular ou um tablet? Sony lança o Xperia T2 Ultra Dual com tela de 6 polegadas


celular sony

Um dia depois de lançar seu novo smartphone top de linha no Brasil, o Xperia Z2, a Sony apresenta hoje um outro modelo. Com tela de 6 polegadas (resolução de 720 p), o T2 Ultra Dual chega ao país por R$ 1.300, com suporte para dois chips e Android 4.3 Jelly Bean de fábrica.
Com sensor Exmor RS, a câmera traseira do aparelho tem 13 megapixels, e a frontal é de 1,1 MP. O processador é o Snapdragon 400 (o mesmo utilizado no Moto G) de 1,4 GHz, com quatro núcleos, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento, com slot para cartão de memória de até 32 GB.
A bateria, de 3.000 mAh, vem com o modo Stamina, que desliga automaticamente algumas funções para economia de energia, reiniciando-as assim que o usuário ativar o funcionamento do smartphone. A espessura do celular é de 7,6mm e seu peso, 173 gramas.

10.231 – Mega Byte – O Windows 8


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É um sistema operativo / operacional da Microsoft para computadores pessoais, portáteis, netbooks e tablets. É o sucessor do Windows 7. Foi anunciado oficialmente por Steve Ballmer, diretor executivo da Microsoft, durante a conferência de pré-lançamento do sistema operacional. Segundo a empresa, este sistema operacional será um sistema para qualquer dispositivo, com uma interface totalmente nova, adaptada para dispositivos sensíveis ao toque.
No 2011 Consumer Electronics Show, em Las Vegas, a Microsoft anunciou que o suporte a system-on-a-chip (sistema em um chip) e a processadores ARM estarão inclusos no Windows 8.
A Microsoft lançou o Windows 8 Developer Preview, primeiro a beta para o público, no dia 13 de setembro de 2011, sendo seguida pela versão Consumer Preview no dia 29 de fevereiro de 2012. No dia 31 de maio de 2012, foi liberada para download a versão Windows 8 Release Preview. A versão final foi lançada mundialmente em 26 de outubro de 2012.
A interface totalmente renovada e os novos aplicativos chamaram atenção do público. Apesar da nova interface, também é possível utilizar a interface de Desktop assim como nos sistemas anteriores.
O Windows 8 possui um boot (inicialização) cerca de 30% a 70% mais rápido do que nas versões anteriores, podendo chegar a iniciar em apenas dois segundos.
Em agosto de 2011, a Microsoft solicitou à United States Patent & Trademark Office, o serviço de patentes dos Estados Unidos, o registo de um sistema chamado “Fast Machine Booting Through Streaming Storage” (máquina de rápida inicialização através de armazenamento streaming).
O Windows 8 inclui o Internet Explorer 10 na sua nova interface e na interface Desktop. O visual do Internet Explorer é mais simples e o navegador é mais rápido. Foi totalmente redesenhado, mas a sua versão Desktop teve poucas mudanças, quando comparada com a versão 9. Já a inclusa na Interface renovada do Windows 8 é mais simples, com menos botões e foi feita uma grande reorganização.
Esta versão é a sucessora do Internet Explorer 9 e a antecessora do Internet Explorer 11, que acompanha o Windows 8.1.
Segundo o CEO da Nvidia, em entrevista ao CNET, que alguns dos apps feitos para Windows Phone serão compatíveis com o Windows 8 (na nova interface). Referiu também que esta compatibilidade “É uma maneira também de estimular os desenvolvedores a criarem novos aplicativos para o Windows Phone”.
A Microsoft está planeando adicionar a tecnologia Tellme no Windows 8, capaz de realizar comandos por voz. Esta tecnologia já está presente outros aparelhos da marca como Kinect, Xbox 360, Windows Phone, Azure entre outros.
Depois da Microsoft afirmar que o Windows 8 não teria de forma alguma a compatibilidade ao Adobe Flash Player, a empresa voltou atrás e colocou o suporte ao plugin. Além disso, uma parceria feita pela Microsoft e Adobe fará que o Flash tenha atualizações automáticas pelo Windows Update. O Flash agora é um dos únicos plugins que deve funcionar no novo sistema e no Internet Explorer 10. É provável que em versões futuras o Adobe Flash Player não seja mais suportado pelo sistema operacional.
Foi confirmado o suporte para USB 3.0 no Windows 8, garantindo mais velocidade nas cópias e transferências de arquivos do computador para dispositivos móveis. Além disso, algumas partes da cópia e transferência de arquivos foram melhoradas.
Com um recurso chamado de Windows To Go, é possível executar o Windows 8 inteiramente a partir de um pen drive ou de um disco rígido externo. Tem como foco os usuários corporativos, que podem inicializar seu próprio sistema onde forem. A “desvantagem” fica por conta do fato que os discos internos do computador “host” não são acessíveis através do Windows to Go; o mesmo vale para a partição do Windows to Go quando o dispositivo estiver em um computador com sistema operacional em execução. Esta função está disponível somente no Windows 8 Enterprise.
Além da remoção do menu Iniciar, várias características notáveis ​​foram removidos do Windows 8. O suporte para reprodução de DVDs foi removido do Windows Media Player, devido ao custo de licenciar os decodificadores necessários (especialmente para dispositivos que não incluem unidades de disco óptico em tudo) e a prevalência de serviços de streaming como o Netflix. Pelas mesmas razões, o Windows Media Center não está mais incluído por padrão no Windows 8 também, mas o software (que também inclui suporte para reprodução de DVD) pode ser adicionado de volta através do add-on pago “Pro Pack” (para a versão base de Windows 8, que também atualiza o sistema para o Windows 8 Pro) ou “Media Center Pack” (para o Windows 8 Pro). O Windows 8 ainda vai apoiar softwares de terceiros que incluem reprodução de DVD.
A Microsoft anunciou que não existirão mais versões Starter Edition do Windows porque a Microsoft não quer mais limitar tanto os usuários.
Devido ao fato do sistema ter perdido o Menu Iniciar, que estava na plataforma desde o Windows 95, o Windows 8.x (8 e 8.1) foi muito criticado; embora esteja disponível uma Área de Trabalho – chamada Metro, ela não possui Menu Iniciar, e a maioria dos usuários não se adaptou à Tela Inicial, gerando taxas de satisfação menores que as do Windows 7, o que fez a Microsoft disponibilizar downgrade do Windows 8 Pro para o Windows 7.
Em 26 de Junho de 2013, a Microsoft lançou o Windows 8.1 Preview, que é a principal versão de testes do Windows 8.1.
Novidades:
O recurso de fazer login diretamente na Área de Trabalho sem entrar na tela inicial.[carece de fontes]
O Botão Iniciar, que além de levar para a Tela Inicial, com um clique no botão direito do mouse, permite acessar um menu com recursos semelhantes aos do antigo Menu Iniciar.[carece de fontes]
A opção de manter o mesmo plano de fundo na área de trabalho na tela inicial tornando a transição mais leve.[carece de fontes]
A adição de novos tamanhos de blocos na Tela Inicial.[carece de fontes]
Na tela de bloqueio do sistema, uso de webcam e outros aplicativos.[carece de fontes]
melhor gerenciamento de disco
Foi cogitado para abril de 2014 o lançamento do Windows 8.1 Update 1, que é uma grande atualização do Windows 8.1. Ele trará algumas mudanças, com foco nos computadores com mouse e teclado.
Uma placa de vídeo compatível com DirectX 9 é necessária apenas para uso do Aero e aceleração de hardware. Para dispositivos sensíveis ao toque, é exigida uma resolução de 1024×768 ou superior, a fim de usar a funcionalidade de encaixe para os aplicativos.
A Microsoft anunciou os requisitos mínimos de hardware para o novo tablet e dispositivos conversíveis projetados para o Windows 8, e definido um fator de forma conversível como um dispositivo autônomo que combina o PC, monitor e fonte de energia recarregável com um teclado mecânico em anexo e dispositivo apontador em um único chassi. Um conversível pode ser transformado num comprimido, onde os dispositivos de entrada estão conectados escondidos ou removidos, deixando o monitor como o mecanismo de entrada única.

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10.230 – Mega Techs – O Microprocessador


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É formado por um circuito eletrônico e atua, num computador, como uma unidade central de processamento, ou CPU, do inglês Central Processing Unit. Esta peça possibilita todas as operações de cálculo num circuito integrado, portanto é equivalente ao cérebro de qualquer organismo vivo, organizando a informação que entra através de seu sistema.
Apesar do microprocessador ser amplamente vinculado aos computadores, seu uso é bastante destacado em diversos sistemas informáticos, tais como aviões, automóveis, maquinaria pesada e muito mais. No princípio, o tamanho de um processador para computadores chegava ao tamanho de um armário grande e, a medida em que a tecnologia avançou, seu tamanho foi diminuindo até chegar ao padrão de tamanho mínimo, o microprocessador.
Os avanços na técnica de circuito eletrônico possibilitaram o progresso na tecnologia dos componentes de estado sólido, fundamentais para a miniaturização do transistor, inventado pelos laboratórios Bell em 1948, e que constitui o coração do microprocessador atual.
A partir de 1950 surgiram os primeiros computadores digitais destinados a utilização científica civil e, a partir de 1971, incorporaram o primeiro microprocessador desenvolvido pela Intel: o revolucionário modelo 4004, projetado inicialmente para uma calculadore e composto por 2.300 transistores capazes de realizar 60.000 operações por segundo. A partir de então, a evolução do microprocessador não parou: depois do êxito do 4004, em 1974, é lançado o modelo 8080, que duplicava a utilização de seu antecessor e preparava o terreno para o grande êxito que teriam os modelos 8088 e 8086, incorporados pela IBM para seu primeiro computador pessoal, com extremo sucesso de vendas, a ponto de estabelecer um padrão no mercado, baseado no PC da IBM e do microchip da Intel. Desde então, todos os microprocessadores foram compatíveis e os diferentes fabricantes que surgiram posteriormente incorporaram as características impostas por estes modelos. Todos os anos, a indústria de microprocessadores consegue duplicar a capacidade de seus produtos. Em 1965, Gordon Moore, o co-fundador da Intel, havia formulado o que hoje é conhecido como a Lei de Moore: o microprocessador duplica seu número de transistores a cada ano e meio. Isto implica na renovação constante das fábricas de computadores, fazendo com que o usuário final invista constantemente capital para manter-se atualizado, gerando ao mesmo tempo uma quantidade de material eletrônico obsoleto.

10.229 – A Calculadora Eletrônica – A raíz quadrada de 1.084.545.485 em menos de 1 segundo


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Invento de mais de meio século.
O primeiro instrumento que permitiu ao homem fazer operações matemáticas de adição e diminuição foi o ábaco, utilizado simultaneamente por diversas civilizações ao longo da história da humanidade.
Com a adoção dos sistema escrito numérico árabe e a invenção das regras de cálculo, a partir de 1622, apareceram as primeiras calculadoras. A mais conhecida na época foi a Pascalina, inventada pelo francês Pascal em 1642, empregada no cálculo de impostos ao longo da França até 1799, quando o alemão Gottfried Leibniz conseguiu superá-la com um aparelho que além de somar e diminuir era também capaz de multiplicar e dividir.
Já no século XIX, Charles Babbage, conhecido como o pai da informática, introduziu a noção de programação, ao estudar uma máquina analítica com a possibilidade de executar automaticamente uma sequência de cálculos. No fim daquele século foram registrados avanços tanto nos Estados Unidos como na Europa e a comercialização das calculadoras mecânicas foi um sucesso.
As alavancas para operação das calculadoras foi substituída por teclas e as máquinas tornaram-se capazes de imprimir. Em 1902, a calculadora de Dalton, a primeira calculadora de seu tipo a incorporar um teclado de dez teclas, estabelecendo um padrão que incorporariam com o passar do tempo, o resto das calculadoras.
Com o descobrimento da válvula à vácuo e em seguida do transistor, foi possível a partir de 1950 o surgimento das primeiras calculadoras digitais compactas. A medida que foram evoluindo as tecnologias de LCD e de circuito integrado, houve lugar para o desenvolvimento de calculadoras de bolso de baixo consumo energético que podiam ser alimentadas por pequenas baterias.
Durante a década de 70 surgiram as primeiras calculadoras baseadas em apenas um chip, de baixo custo e alto rendimento. Mais tarde, foram incorporadas funções programáveis para cálculos complexos a ponto de serem comparadas amplamente aos primeiros computadores.

10.227 – Empresa revela baterias que carregam 20x mais rápido


bateria eficiente

Uma empresa chamada Power Japan Plus anunciou uma nova bateria com uma tecnologia chamada “Ryden dual carbon”, que promete ter maior duração e também carregar mais rápido do que as alternativas de lítio. Outro lado positivo é que as novas baterias poderiam ser produzidas nas mesmas fábricas onde são feitas as antigas.
A fabricante diz que ela se recarrega até 20 vezes mais rápido do que as baterias de lítio, com uma série de vantagens, que incluem segurança, confiabilidade e sustentabilidade.
A Power Japan Plus diz que seu modelo de bateria elimina o uso de material instável, reduzindo riscos de explosões ou incêndios. Além disso, por depender de carbono e não de metais raros ou pesados, ela danifica menos o meio ambiente, sendo, inclusive, 100% reciclável.
De acordo com os dados fornecidos pela empresa a tecnologia “Ryden dual carbon” seria capaz de resistir a 3 mil ciclos de carga/descarga e teria um bom custo, pelo fato de não haver a necessidade de os fabricantes trocarem suas linhas de produção.
A empresa diz que começará a produzir 18.650 baterias para benchmark ainda neste ano em sua fábrica em Okinawa, no Japão. Ainda não se sabe quando começará a fabricação em massa e quando será possível observar a chegada da tecnologia no cotidiano do usuário comum. A Power Japan Plus deve licenciar sua tecnologia para que outras empresas também possam utilizá-la.

10.226 – Mega Almanaque – Thiago Silva


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(Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1984), é um futebolista brasileiro, que atua como zagueiro. Atualmente, joga pelo Paris Saint-Germain.
Thiago Silva começou sua história numa escolinha de futebol da zona oeste do Rio de Janeiro, que era na verdade um núcleo do Fluminense e foi lá que o pequeno Thiago deu seus primeiros passes e chutes. O caminho até chegar de fato às divisões de base do Tricolor levou quase seis anos e aconteceu quando Thiago disputou amistoso contra o mirim do Fluminense, em Xerém, e chamou a atenção do técnico Maurinho, que o convidou para um teste. Incorporado ao time no Centro de Treinamento Vale das Laranjeiras, em Xerém, ele atuou como volante, mas teve poucas oportunidades e decidiu sair dali para um outro núcleo do clube em Campo Grande.
Em 1999, na condição de Infantil (Sub-15), Thiago decidiu buscar novamente uma chance numa equipe de competição, já que os núcleos geralmente trabalham apenas a formação dos atletas para entregá-los aos clubes. Fez testes no Madureira, Olaria e Flamengo, este último o mais traumático, pois o jovem foi reprovado com a certeza de que sequer foi observado pelos treinadores.
No ano seguinte, Thiago se destacou jogando pelo Barcelona-RJ. Foi assim que um amigo de Paulo César Carpegiani o viu e convidou o ainda volante para o RS Futebol, clube recém-fundado por Carpegiani na cidade gaúcha de Alvorada. Em 2001, antes mesmo de chegar aos 18 anos de idade, Thiago foi profissionalizado e disputou a Terceira Divisão do Gaúcho e outros torneios com a equipe principal. Uma experiência que valeu ouro e convocações para as divisões de base da Seleção Brasileira.
Após virar profissional, foi transferido para o Juventude, onde teve um grande desempenho no Brasileirão de 2004, o que o credenciou a uma transferência para o exterior, para o Porto, de Portugal, onde firmou contrato de cinco anos.
Após diversos problemas respiratórios devido ao frio e de contusão, teve poucas oportunidades, e foi então emprestado para o Dínamo Moscou, da Rússia, em janeiro de 2005. Porém em Moscou, devido ao frio intenso, os problemas de saúde se agravaram e Thiago Silva teve tuberculose, ficando quatro meses internado.
A volta para o Brasil aconteceu em 2006, por empréstimo, para o time de seu coração, o Fluminense. Mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo time naquele ano, o zagueiro se destacou e virou ídolo da torcida.
Em 2007, consolidou seu bom momento e novamente se destacou por todo o ano, com o título da Copa do Brasil de 2007 e a boa colocação no Brasileirão, e foi nessa temporada que suas principais características começaram a aparecer: o chute fortíssimo de perna direita, seus dribles, os desarmes precisos e a velocidade pouco usual para zagueiros. Mostrando que a boa fase é realmente realidade na sua carreira, ajudou o Fluminense a chegar ao vice-campeonato da Copa Libertadores da América de 2008.
Em dezembro de 2008, Thiago Silva foi negociado com o Milan, da Itália, por €10 milhões. Sua estreia pelo clube Rossonero aconteceu em 21 de janeiro de 2009, em um amistoso contra o alemão Hannover 96, em que o Milan empatou por 2 a 2, com boa performance do zagueiro, que jogou os 90 minutos da partida.7
Porém, Thiago foi integrado ao elenco para partidas oficiais apenas em julho de 2009, sete meses após sua contratação, isso porque o clube milanês já havia atingido o limite de jogadores sem passaporte da União Europeia durante a temporada 2008-09. Desde que passou a atuar como titular, Thiago Silva tem sido muito eficaz em seus desarmes e vem sendo bastante elogiado também por suas ocasionais arrancadas até o ataque, devido à sua velocidade. Marcou seu primeiro gol pela Serie A em 8 de novembro de 2009, aos 21 minutos da vitória por 2 a 1 sobre a Lazio. Na primeira temporada, se destacou, e substituiu muito bem o ídolo do clube, Paolo Maldini.
Em 2011 consolidou-se, foi considerado na Itália como um dos melhores zagueiros do ano no mundo, considerado o melhor zagueiro rossoneri, desbancando outro ídolo, Alessandro Nesta.8
No dia 13 de setembro de 2011, na estreia do Milan na Liga dos Campeões da UEFA de 2011–12, contra o Barcelona, no Camp Nou, o zagueiro brasileiro marcou o gol de empate Rossonero na partida, aos 47 minutos do segundo tempo. O jogo acabou em 2 a 2, os outros gols foram marcados por Alexandre Pato, Pedro e David Villa.
Apesar de ter recusado a primeira investida dos franceses do PSG, Silvio Berlusconi confirmou, em 13 de julho de 2012, a venda do zagueiro, junto com o atacante Zlatan Ibrahimović, à equipe parisiense. Estreou no dia 18 de setembro, marcando um dos gols da vitória por 4 a 1 sobre o Dínamo de Kiev, em jogo realizado no Parc des Princes. Fez seu segundo gol pelo PSG contra o Porto, em vitória por 2 a 1 dentro de casa. Fez sua estreia no Campeonato Francês no fim de semana seguinte, jogando os 90 minutos em uma vitória sobre o CA Bastia por 4 a 0, em 22 de setembro.13 Marcou seu terceiro gol pelo PSG em um pênalti contra o Olympique de Marseille, em 31 de outubro. Thiago Silva ganhou o prêmio de melhor jogador do Campeonato Francês do mês de março, recebendo 71% dos votos. Foi expulso no jogo contra o Valenciennes, no empate por 1 a 1 em casa, perdendo a chance de ficar próximo do título francês. Conquistou o título do campeonato francês contra o Lyon em 12 de maio, na vitória por 1 a 0.
Em junho de 2008, foi convocado pelo treinador Dunga para dois jogos pelas Eliminatórias da Seleção Brasileira.
Dois meses depois, foi convocado para participar das Olimpíadas de 2008, como um dos atletas acima de vinte e três anos. O jogador se contundiu na preparação e acabou atuando em apenas dois jogos, sendo um como titular.
Pouco depois, passou a ser constantemente convocado para os amistosos da seleção ao longo de 2008, tendo chamado atenção internacional ao aplicar um chapéu sobre o português Cristiano Ronaldo.
Após alguns meses sem ter sido chamado, voltou a ser convocado por Dunga em novembro de 2009, para os amistosos contra a Inglaterra, em 14 de novembro, e contra Omã, em 17 de novembro. Thiago Silva foi chamado para o lugar de Luisão, cortado por lesão. No dia 9 de fevereiro de 2010, ele foi chamado novamente à seleção para o último amistoso antes da Copa do Mundo FIFA de 2010, em que o Brasil venceu por 2 a 0. No dia 11 de maio de 2010, Thiago Silva foi convocado pelo técnico Dunga para disputar a Copa do Mundo de 2010 pela Seleção Brasileira.
No dia 10 de agosto de 2010, foi chamado pelo técnico Mano Menezes para jogar o amistoso contra os Estados Unidos e, desde então, vem formando a zaga titular brasileira ao lado de David Luiz.
No primeiro ano da seleção de Mano Menezes, Thiago Silva foi convocado para todos os jogos, e foi também convocado para todos os jogos do ano de 2011.
No dia 30 de maio de 2012, marcou seu primeiro gol com a camisa da Seleção Brasileira na vitória por 4 a 1 sobre os Estados Unidos, em jogo realizado na capital norte-americana.
Em 14 de maio de 2013, foi convocado para a Copa das Confederações, no Brasil.
No dia 10 de setembro de 2013, fez um belo gol de cabeça contra Portugal em Boston, saltando mais de 2 metros para fazer o gol, que foi o primeiro na vitória brasileira por 3 a 1 sobre Portugal.

10.225 – Mega Invenções – O Celular


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Telefone celular, ou simplesmente celular. Quem poderia prever há umas poucas décadas esse invento revolucionário e barato, ao alcance de todos? E ainda mais, a sua fusão com a Internet, outra tecnologia revolucionária do século 20?
Martin Coopel, engenheiro eletrônico da Motorola e pai do telefone celular, fez a primeira chamada de um protótipo de telefone celular em 3 de Abril de 1973. De todas as maneiras, foram necessários outros dez anos até que fosse possível comprar o primeiro aparelho no mercado.
Em 13 de Outubro de 1983, o dono de uma companhia de seguros em Chicago, Estados Unidos, transformou-se no primeiro dono de um telefone celular. Tratava-se de um Dyna TAC8000X, da Motorola, que pesava 800 gramas e media 33 centímetros de comprimento, 9 de largura e quase 5 centímetros de espessura, tamanho maior do que um tijolo. A Motorola investiu no desenvolvimento e aperfeiçoamento desta tecnologia 15 anos e cerca de 100 milhões de dólares.
O modelo tinha a capacidade de armazenar até dez contatos na agenta e possuía uma bateria com uma autonomia bastante escassa, que permitia apenas uma hora de conversa. O aparelho foi comercializado pela Ameritech Mobile Communications e seu preço era em torno de 4.000 dólares; vinha acompanhado poor um complicado sistema que era instalado no baú do carro dos usuários, detalhe que não impediu um êxito imenso contra todos os prognósticos: em um ano de comercialização, foram vendidas mais de 300.000 unidades.
Juntamente com o desenvolvimento da infraestrutura de redes e sua capacidade de transmissão para dados, a evolução do celular passou por diversas etapas: em 1996 nasceu o Motorola Startac, o primeiro celular flip fone e também o primeiro a ter a função de vibrar; em 1999 a Nokia lançou o modelo 7110, o primeiro telefone celular que incluiu a tecnologia WAP, permitindo acessar a Internet do aparelho.
Já em 2000, a Nokia lançu o 3210, que foi o primeiro celular a incorporar uma antena interna e uma função de texto assistido. Em 2003, a Sharp lançou no mercado o modelo J-SH04, que por primeira vez traz uma câmara fotográfica e em 2007 o Iphone, da Apple, revoluciona o mercado ao incorporar um dispositivo com tela sensível, capaz de absorver múltiplos toques ao mesmo tempo.
Os telefones modernos estão longe do Dyna TAC de 1983: pesam pouquíssimo, possuem memórias imensas capazes de armazenar uma infinidade de dados, são equipados com video-games e programas, possuem câmara colorida em alta definição para fotografia ou gravação de vídeo, reproduzem diferentes formatos de música e permitem navegar na Internet ou participar em inúmeros sites sociais.

10.224 – Psiquiatria – Doenças mentais reduzem expectativa de vida mais do que tabagismo


Doenças mentais sérias podem encurtar a vida em até vinte anos. Esse número é equivalente ou até pior do que a queda na expectativa de vida decorrente do tabagismo, revelou um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, publicado nesta quinta-feira no periódico World Psychiatry.
Pesquisadores revisaram vinte estudos que mediram o risco de mortalidade de doenças mentais, dependência em álcool e drogas (cocaína, ópio e anfetamina), demência, autismo, dificuldades de aprendizagem e distúrbios de comportamento na infância. As pesquisas incluíam mais de 1,7 milhões de pessoas e relatavam 250 000 mortes.
Os estudiosos, então, compararam a expectativa de vida e a incidência de suicídio entre esses indivíduos com os dados da população em geral, assim como com os de tabagistas que fumam mais de um maço de cigarros diariamente.
“Nós descobrimos que muitos problemas mentais causavam uma queda na expectativa de vida tão grande quanto fumar vinte ou mais cigarros por dia”, diz Seena Fazel, coautor do estudo e membro do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford.
A redução média da expectativa de vida foi de nove a vinte anos para bipolares, dez a vinte anos para esquizofrênicos, sete a onze para depressivos e nove a 24 anos para dependentes de álcool e drogas. Já entre os que fumavam intensamente, a diminuição foi de oito a dez anos.
Segundo Fazel, há muitas razões para as doenças mentais encurtarem a vida. “Comportamentos de alto risco são comuns em pacientes psiquiátricos, sobretudo decorrentes do abuso de drogas e álcool. Esses doentes também são mais propensos a morrer por suicídio. O estigma em torno da saúde mental pode fazer com que eles não sejam tão bem tratados pelos médicos quanto os pacientes com problemas físicos”, explica.
Além disso, doenças psiquiátricas podem agravar enfermidades físicas, especialmente cardiopatias, diabetes e câncer.
Pesquisadores, profissionais da saúde e governo precisam encarar as doenças mentais como prioritárias, diz Fazel. “O tabagismo é considerado um grande problema de saúde pública. Com vontade política e financiamento, as taxas de mortalidade relacionadas ao vício declinaram. Precisamos de um esforço semelhante quando o assunto é saúde mental.”

10.223 – Governo indiano quer iluminação solar em todos os lares até 2019


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Quase 400 milhões de pessoas no país não têm acesso à eletricidade
O novo governo indiano, liderado por Narendra Modi, planeja usar energia solar para que cada lar possa ter pelo menos uma lâmpada até 2019.
Cerca de 400 milhões de pessoas na Índia não têm acesso à eletricidade, praticamente o dobro da população brasileira. O governo do primeiro-ministro Manmohan Singh, que acaba de sair do poder, não conseguiu atingir uma meta prometida de fornecer eletricidade a todos os lares.
O plano de cinco anos vai exigir a cooperação de governos estaduais, que com o governo central controlam a indústria de energia. Caso tenha sucesso, os painéis solares permitirão que cada casa possa ter o suficiente para alimentar duas lâmpadas, um fogão solar e uma televisão.
Até o momento, estudantes são obrigados a fazer suas tarefas com a luz de lamparinas, prejudicando seu desenvolvimento, e os fogões são alimentados com biomassa, o que contribui com diversos males para a saúde e com o aquecimento global.
A expansão do setor de energia limpa será a maior prioridade energética do novo governo, especialmente a solar, porque têm o potencial de criar empregos e atender a milhões de casas espalhadas em zonas rurais e não ligadas à grade elétrica.
Com as metas do novo plano, será atendida toda a população do país, de 1.2 bilhão de habitantes, informa o e360.

10.222 – O Biodiesel


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É um tipo de combustível de origem vegetal ou animal, com a capacidade de degradar-se naturalmente, devido à ação de distintas bactérias.
Embora a origem do petróleo possa estar associada a uma demanda moderna devido à busca de energias sustentáveis, limpas e alternativas ao petróleo, ela se apresenta em meados do século XIX, quando pela primeira vez foi realizado um processo de transesterificação (em que há a troca do grupo alcoxi de um éster por outro álcool), no ano de 1853, durante uma experiência realizada pelos cientistas E. Duffy e J. Patrick.
Cinquenta anos depois, durante a Exposição Mundial de Paris, em 1900, Rudolph Diesel ganhou o primeiro prêmio ao apresentar um inovador motor que funcionava a base de óleo de amendoim, considerado mais eficiente do que qualquer outro; ele foi um dos precursores no caminho dos combustíveis obtidos a partir da biomassa.
No entanto, mesmo com o impulso de grandes visionários da indústria automobilística, como Henry Ford, o biodiesel nunca conseguiu alcançar um padrão industrial. Em compensação, correu com a sorte de ser um combustível alternativo, destacando-se em tempos de crise e escassez, devido a fácil produção e a grande oferta de matéria prima.
Ressurgiu na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, e em 1973, durante uma das maiores crises históricas do petróleo. Porém, logo que a contingência era superada, os recursos petrolíferos voltavam a contar com grandes subsídios, e o biodiesel fracassava novamente.

Finalmente, no ano de 1985, o mercado passou a investir em escala industrial para construir a primeira fábrica produtora de biodiesel, a Rapeseed Methyl Ester, em Silberger, Austria. Cinco anos depois, a França se uniu à produção massiva e, desde então países como Canadá, Itália, Estados Unidos, Malasia, Suécia e Alemanha se converteram nos primeiros produtores de biodiesel para o parque automotor mundial.

10.221 – Mega Almanaque – O Prof. Júlio Mazzei


O professor e o gênio
O professor e o gênio

O professor de educação física Júlio Herculano Pedroso Mazzei, morreu aos 78 anos numa noite de domingo, em 2009, por complicações do mal de Alzheimer. Mazzei tem familiares em Araçatuba. Ele morou dez anos na cidade, onde foi, inclusive, jogador de futebol: zagueiro, vestiu camisa do São Paulo, o time profissional local que teve atividades nas décadas de 1940 e 50.
Sobrinho por parte de pai do monsenhor Vítor Ribeiro Mazzei, o padre com a mais destacada atuação na comunidade à mesma época, Júlio Mazzei também foi treinador de equipes de basquete, inclusive em Araçatuba, e preparador físico de Palmeiras e Santos.
Na Vila Belmiro, ele conheceu Pelé, fazendo grande amizade com o Atleta do Século e sendo, inclusive, responsável principal pela transferência do Rei do Futebol do alvinegro santista para o Cosmos de Nova York, nos EUA (1976).
Júlio Mazzei morou em Araçatuba de 1940 a 50, ano em que se mudou para São Paulo, para fazer faculdade de educação física na USP. Já com a graduação, passou por outras cidades. “Seu primeiro emprego foi em Mirandópolis, onde ele deu aula por dois anos após se formar”.
“Naquela época, ninguém fazia preparação física de forma tão científica como ele fazia; Júlio era tecnicamente especializado e alcançou muito sucesso com seu trabalho”, conta Henrique. “Lembro-me de que, naquela fase áurea do Santos, que tinha um timaço, o Palmeiras derrotou o Peixe e, segundo os cronistas da época, a preparação física elaborada por ele foi um dos fatores fundamentais à vitória”, disse.
Júlio Mazzei foi, então, contratado pelo Santos, onde ficou 12 anos, junto com Edson Arantes do Nascimento e companhia. “Ele era o maior amigo do Pelé, e foi quem intermediou negociação com o Cosmos, indo para os EUA junto com o Rei”, revelou. “No time, ele foi treinador do Pelé, chegando a ser campeão americano; depois de três anos, voltaram ao Brasil”, relatou.
O esportista escolheu Santos para morar com a mulher, mas durante bom tempo quase não parava na cidade do litoral porque começou a dar grande quantidade de palestras sobre educação física por todo o País. A sua especialização também incluiu cursos nos EUA.
“A doença foi descoberta em 2001 e, de lá para cá, ele ficou aos cuidados da família”, revelou Henrique. “Seu desejo era ser cremado e que suas cinzas fosse jogadas sob um coqueiro, na praia, em Santos, para que descansasse em paz”.
Júlio Mazzei ficou bem mais conhecido no País no fim dos anos 1980 e início dos 90. Na ocasião, ele participou de projetos esportivos em parceria com o narrador Luciano do Valle, da TV Bandeirantes. Entre eles, o da seleção brasileira de futebol master, que lhe rendia aparições constantes na emissora.
Ele estava internado numa clinica de repouso para idosos em Santos (SP), na Rua Pasteur, no bairro do Gonzaga, e diariamente recebia a visita de sua fiel e querida esposa, dona Maria Helena Mazzei.
Júlio morreu no dia 10 de maio de 2009.
Só deixou Santos por sete anos, quando mudou-se para Nova Iorque, onde trabalhou no New York Cosmos e no escritório de marketing esportivo que o Rei Pelé mantinha na “capital do mundo”.
Júlio Mazzei estava mal de saúde, pois era portador do “Mal de Alzheimer?. Daí, sua internação, pela família, na referida clinica para idosos, bem parecida com aquela em que Leônidas da Silva viveu por 12 anos, antes de sua morte.
Júlio Mazzei, pai do músico e radialista (excelente) Julinho Mazzei, sucedeu ao professor Financial no Palmeiras, foi campeão paulista de 63 e 66, campeão do Rio-São Paulo pelo Verdão em 65, e, no Santos, ganhou os paulistas de 67, 68, 69 e 73, a Recopa de 68, o Robertão de 68 e já conheceu 62 paises do planeta. E é também o grande responsável pela ida de Pelé para os EUA. “Lá, ele conheceu o marketing esportivo e a força de seu nome. Nova Iorque foi o grande gol de Pelé?, sempre dizia o querido Júlio Mazzei.
Na foto abaixo, você vê os jogadores da Seleção Brasileira “B” no dia 21 de novembro de 1965. Essa foto é histórica porque naquele domingo foi a única vez na história do futebol brasileiro que nossa seleção jogou duas vezes no mesmo dia e contra duas seleções europeias.

Júlio na seleção
Júlio na seleção

Naquele 21 de novembro de 1965 a seleção “A” do Brasil, com Pelé, dirigida por Vicente Feola, empatou em 2 a 2 com a União Soviética, à tarde, no Maracanã. O Brasil “A” jogou com Manga(Botafogo-RJ), Djalma Santos(Palmeiras-SP), Bellini(São Paulo-SP) depois Mauro Ramos(Santos-SP), Orlando Peçanha(Santos-SP) e Rildo(Botafogo-RJ); Dudu(Palmeiras-SP) depois Roberto Dias(São Paulo-SP) e Gérson(Botafogo-RJ); Jairzinho(Botafogo-RJ), Flávio(Corinthians-SP) depois Ademar Pantera(Palmeiras-SP); Pelé(Santos-SP) e Paraná(São Paulo-SP). Os mais de 113 mil pagantes viram no estádio Mário Filho, o Maracanã, os gols de Gérson e Pelé para o Brasil, e os gols de Banichevski e Slava Metreveli para a União Soviética. O último gol foi o célebre episódio em que o goleiro Manga, em pleno Maracanã, bateu o tiro de meta na nuca do jogador soviético (Slava Metreveli). A bola voltou em direção à meta de Manga e só parou no fundo do gol.

10.220 – Vida Noturna – Boate Gallery passou por reforma milionária em 2008


gallery

Reforma Milionária na lendária boate de Sampa:

The Gallery, Gallery 21, Gallery Oggi. O nome tanto faz, porque o endereço é o de sempre: Rua Haddock Lobo, 1.626 (SP), colado ao Fasano. Há 25 anos ali funciona o night club mais folclórico do Brasil. Depois de uma reforma de US$ 1 milhão e três meses, o Gallery reabriu as portas na segunda-feira 17. Na festa de reinauguração, madames chegavam de Ferrari, aspirantes a celebridades corriam atrás dos fotógrafos, camarão, champanhe à vontade… Nas picapes, muito Village People e Gloria Gaynor, os reis da disco music. E nos banheiros, caixas e caixas de Epocler. Os bons tempos estão de volta? Por “bons tempos” entenda-se anos 80, quando a nata da sociedade batia cartão na pista de dança. Do general Figueiredo ao cartola Vicente Matheus, de Hebe Camargo a Vera Fischer, de Chiquinho Scarpa a Nelson Ned. Mais Pelé, Ayrton Senna, Luiza Brunet, Tim Maia… Todo mundo ia ao Gallery. A turma do Rio chegava às sextas, e fazia o trajeto Congonhas–Jardins a bordo de uma limusine preta que os fundadores José Victor Oliva, José Pascowich e Ugo di Pace colocavam à disposição. A ponte-aérea
da volta só partia na manhã seguinte, depois de um animado
desjejum no Maksoud Plaza.

O problema é que a casa andava caidona nos últimos tempos. “A insegurança da cidade afugentou a clientela”, diz o atual proprietário Arthur Briquet, que, por causa da queda de movimento, chegou a acumular dívidas de R$ 200 mil. Dos 500 figurões de outrora, não
mais que 200 figurantes apareciam toda noite. Metade do faturamento estava vindo de eventos empresariais, casamentos, festas de debutantes, bodas de ouro e afins. Até a derradeira luta
de Maguila contra Daniel Frank, o “Touro de Carapicuíba”, foi lá. Verdadeiro fim de carreira. Nessa época menos glamourosa, o Gallery sobrevivia do nome, de uma fama que se perdeu. E antes que não
a encontre nunca mais, Briquet resolveu mudar tudo. Menos disco-
teca e mais restaurante, eis o Gallery de hoje – aliás, Gallery Oggi,
o novo nome do lugar.
A decoração impecável é de Bia Barros, ex-senhora Carlos Jereissati (Telemar) e sócia de Briquet na empreitada. Ela dividiu o espaço de 600 m2 em cinco ambientes: piano bar, terraço, enoteca com Veuve Clicquots de R$ 3,5 mil a garrafa, restaurante com trufas italianas e escargots franceses e pista de dança, agora bem reduzida. É dela também a idéia de servir almoços: R$ 39 por cabeça, no sistema de bufê. “Eu quis um preço bem acessível para atrair o público feminino”, explica Bia, que também colocou cabeleireiros e maquiadores de plantão nos banheiros. “Sempre tem alguém que precisa de um retoque de última hora”, afirma ela.
Nessa nova fase, o Gallery deixa de ser um clube exclusivo para sócios. Agora entra qualquer um – qualquer um com pelo menos R$ 90 para bancar um jantar (sem o vinho). “O sistema de sócios fazia sentido quando não existia o cartão de crédito”, conta Briquet. “Eles consumiam à vontade e no final do mês nós mandávamos a fatura. Era mais cômodo do que ficar preenchendo cheques.” Aos 45 anos, 15 à frente do Gallery, namorado de Viviane Senna, Briquet odeia badalação. Não fuma, não bebe, acorda cedo e faz ginástica todos os dias. “Meu negócio é o dia”, diz, embora já tenha sido dono de outros points famosos como Resumo da Ópera e Banana Café. Mas nenhum com histórias tão saborosas quanto o Gallery. Coisas como a tarde de sábado em que Gugu Liberato comandou um leilão de peças íntimas da atriz Matilde Mastrangi. “Foi todo mundo em cana”, relembra José Victor Oliva. Ou então o dia em que o próprio Oliva foi dar um abraço em Tony Benett e saiu com a peruca do cantor enroscada no relógio. Ou ainda a noite em que Mikhail Baryshnikov parou a pista de dança com suas piruetas tresloucadas. E Cindy Lauper, meio alta, improvisou um showzinho com play-back ao ouvir sua música nas caixas de som. Ah, se aquelas paredes falassem…

10.220 – Automóvel – Carro sem motorista também vai precisar de habilitação


carro sem motorista

Enquanto o carro que dirige sozinho do Google não começa a ser comercializado, os Estados Unidos já começam a se preparar para um futuro onde o motorista é desnecessário. No estado da Califórnia, já será possível tirar habilitação para operar veículos autônomos a partir de setembro.
Claro, soa estranho o conceito de “habilitação para dirigir um carro autônomo”, mas há uma explicação. Para receber a licença, o humano deverá passar em um teste aprovado pelo DMV (o Detran dos EUA) e criado pela fabricante do automóvel.
O teste em questão incluirá o treinamento normal para motorista, mas terá o adicional de avaliar se o candidato conhece as instruções para operar qualquer tecnologia de direção autônoma.
Interessados poderão se inscrever em julho, mas isso parece um pouco desnecessário por enquanto, já que não há veículos que dirigem sozinhos no mercado. No entanto, quando esse dia chegar, a papelada já estará pronta. A habilitação custará US$ 150.

10.219 – Medicina – Câncer de próstata pode ser sexualmente transmissível


câncer de próstata

O quinto câncer mais comum do mundo pode ser causado por uma doença sexualmente transmissível. É o que conclui um estudo da Universidade da Califórnia. Segundo a pesquisa, a tricomoníase, doença não viral que atinge cerca de 275 milhões de pessoas no mundo, possibilita o crescimento de células cancerígenas na próstata.
Os pesquisadores descobriram que o parasita que causa tricomoníase – Trichomonas vaginalis – secreta uma proteína que causa inflamação e aumento do crescimento de células benignas e cancerosas da próstata, tornando os homens infectados mais vulneráveis ao câncer.
A descoberta dialoga com um estudo conduzido pela Harvard Escola de Saúde Pública, publicado em 2009, que já sugeria uma relação entre tricomoníase e o câncer de próstata. Na pesquisa, um quarto dos homens com câncer de próstata mostrou sinais da DST, e esses homens eram mais propensos a ter tumores avançados.
A descoberta, no entanto, ainda não é consenso no meio científico. Está comprovado que muitos tipos de câncer são causados por infecções, contudo, o centro britânico de pesquisas sobre a doença afirmou à BBC que ainda é cedo para acrescentar o câncer de próstata nesta lista.
Metade dos infectados com a infecção não-viral mais comum transmitida sexualmente não apresenta os sintomas – em homens, dor para urinar ou ejacular e, para mulheres, dor e coceira na vagina. Por esse motivo, por vezes, contaminados podem não saber que carregam a doença e infectar outros.