13.129 -Criônica – Técnica de criogenia pode ajudar a preservar órgãos para transplante


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Esfriar é fácil, reaquecer é difícil. Há décadas os pesquisadores conseguem preservar material biológico por congelamento. Mas ainda não se sabe como reaquecer esse material mantendo suas propriedades e sem estragá-lo, especialmente se for volumoso.
A descoberta de uma nova técnica para descongelar tecidos e órgãos facilitaria muito os transplantes. A equipe liderada por John Bischof, da Universidade de Minnesota (EUA) deu agora o primeiro passo para isso se tornar realidade no future.
E a necessidade é urgente. Corações e pulmões, depois de retirados do doador, precisam ser preservados em gelo e implantados no receptor no máximo em quatro horas.
Para isso, o órgão pode ter que andar de ambulância, viajar de helicóptero, e chegar nas mãos da equipe de transplante que o espera ansiosamente. Mas infelizmente, mais de 60% de corações e pulmões precisam ser descartados por não chegarem a tempo e em boas condições.
Se fosse possível congelar o órgão, e descongelá-lo sem danos, a medicina de transplantes daria um gigantesco passo adiante.
Neste novo estudo da revista médica “Science Translational Medicine”, os pesquisadores revelam como lidaram com o problema de reaquecimento usando nanopartículas –partículas minúsculas, da ordem de um milionésimo de milímetro– de óxido de ferro revestidas com sílica e dispersas por uma solução que protege o tecido biológico contra o frio (“crioprotetora”).
O tecido é congelado aos poucos e colocado em um frasco com a solução crioprotetora, totalmente em contato com as partículas. O frasco é preservado em nitrogênio líquido a temperaturas entre 160°C a 196°C negativos.
As nanopartículas magnetizadas são excitadas pela rádiofrequência, esquentam e com isso descongelam de modo uniforme o tecido no frasco. As taxas de aquecimento chegam entre 100°C a 200°C por minuto, e isso ocorre dez a cem vezes mais rápido que os métodos tradicionais.

É a primeira vez que isso é demonstrado sem danificar o tecido, segundo Bischof. “Chegamos aos limites do que podemos fazer a temperaturas muito elevadas e temperaturas muito baixas nestas diferentes áreas”, disse.
“Normalmente, quando você vai para os limites, você acaba descobrindo algo novo e interessante. Esses resultados são muito excitantes e poderiam ter um grande benefício social se pudéssemos algum dia depositar órgãos para transplante em bancos de preservação”, diz o líder da pesquisa.
Terminado o reaquecimento foram feitos testes de viabilidade; os resultados mostraram que nenhum dos tecidos apresentava sinais de danos, ao contrário de amostras reaquecidas por “convecção térmica” (processo de transferência de calor que acontece através da movimentação de um material), mesmo pelo método mais simples, colocar o frasco em água na temperatura do corpo (37°C).
A equipe –também coordenada por Navid Manuchehrabadi, pesquisador fazendo pós-doutorado em Minnesota– foi capaz de lavar com sucesso as nanopartículas de óxido de ferro da amostra.
Segundo Manuchehrabadi, Bischof e colegas, até agora só era possível ter sucesso no reaquecimento em amostras de cerca de um mililitro de tecido e solução. O novo estudo conseguiu sucesso com amostra de até 50 mililitros.
Se a técnica puder ser aperfeiçoada e ampliada poderá a princípio ser possível reaquecer sistemas biológico maiores, como órgãos de até um litro. O potencial é vasto. A Universidade de Minnesota já tem duas patentes ligadas a essa pesquisa.
O estudo envolveu células humanas, artérias de porcos, e até mesmo tecidos da aorta do coração do porco. A equipe agora planeja testar órgãos pequenos, por exemplo de ratos e coelhos.

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11.172 – Acredite se Quiser – Empresa russa garante que o problema da ressuscitação de pessoas criogenizadas será resolvido


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Uma empresa russa, especializada em criogenização, respondeu algumas das principais dúvidas sobre a possibilidade de ressuscitar pessoas que tenham sido congeladas imediatamente após sua morte. Em relação aos avanços científicos necessários para trazer de volta à vida um corpo criogenizado com sucesso e o tempo que isso poderia levar, a empresa KriorUS afirma que, atualmente, isso é impossível, mas que a criobiologia avança a passos gigantescos.
No momento, a empresa está na corrida da vitrificação. Essa é uma tecnologia na qual os líquidos do organismo, através do congelamento adequado, não se transformam em cristais, mas em gel duro. Existem vários experimentos bem-sucedidos em animais, embora, no presente, ressuscitar alguém requeira uma tecnologia que existe apenas conceitualmente.
Reviver o organismo de um mamífero criogenizado será impossível em um futuro próximo ainda. “É necessário considerarmos que, hoje em dia, inclusive na medicina tradicional, o tempo médio entre a invenção e a prática é de 17 anos, e somente nos países de vanguarda tecnológica, de modo que não podemos esperar que apareçam tecnologias capazes de ressuscitar pacientes criogenizados antes de 50 ou até 100 anos. Embora tudo seja possível”, afirmou um porta-voz da empresa.

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4548 – Criogenia a Ciência da Ressurreição


Para judeus, cristãos e muçulmanos, todas as pessoas que já morreram estão em “stand by”, esperando a ressurreição dos mortos, mas um grupo de 167 defuntos nos EUA (e mais alguns espalhados por outros lugares do mundo) resolveu não deixar a possibilidade nas mãos de Deus. O corpo inteiro (ou, em algum casos, só a cabeça) desses sujeitos foi submetido a temperaturas de quase 200 graus Celsius negativos, equivalentes às do nitrogênio na forma líquida, pela bagatela de US$ 150 mil. A esperança de tais pessoas é que, nessas condições, seu cérebro e órgãos sejam preservados, de forma que elas possam voltar à vida como se tivessem dormido um longo sono. O plano dá um ótimo roteiro de ficção científica, mas será que tem alguma chance de dar certo?
A resposta curta é um sonoro “não sabemos”, com uma boa dose de ceticismo embutida na frase. Muitos médicos e biólogos consideram esse tipo de tentativa de ressurreição como charlatanismo, e os problemas técnicos a ser enfrentados são gigantescos. Mas, ao menos em princípio, o raciocínio de quem defende a colocação de recém-defuntos na geladeira faz sentido.
A razão disso é simples. “Pelo que sabemos, tudo o que os seres humanos são, sua consciência, memórias e sentimentos, depende da base física do cérebro para existir”, diz o psicólogo Paul Bloom, da Universidade Yale (EUA). A alma, tão importante para muitas religiões, pode até existir, mas, no mínimo, depende do cérebro para funcionar. Se a base física da nossa consciência puder ser preservada e “reinicializada”, como se faz com um computador, então a lógica se torna inescapável: sim, a ressurreição tecnológica é possível.
Talvez você esteja se perguntando, mesmo assim, se não é meio perda de tempo congelar (ou “preservar criogenicamente”, como preferem os adeptos da prática) uma pessoa que teve morte cerebral. Segundo os defensores da criogenia, como Benjamin P. Best, da ong americana Cryonics Institute, é importante lembrar que, mesmo quando a atividade cerebral cessa, a morte está longe de ser um fenômeno instantâneo. Como sabemos pela experiência com transplantes de órgãos, as células de várias partes do corpo continuam vivas por várias horas; até os neurônios do cérebro só “morrem” de vez, passando pelo processo conhecido como apoptose, ou morte celular programada, após períodos bem longos de tempo.
Além disso, as organizações de criogenia dizem conseguir evitar danos às células, como a formação de cristais de gelo, usando substâncias anticongelantes, as quais impedem que o gelo se acumule de forma danosa enquanto, ao mesmo tempo, garantem a temperatura baixa necessária à preservação do corpo. Tudo isso pode até estar correto, mas é importante lembrar que não só os neurônios do seu cérebro que permitem o funcionamento da mente. O tipo e a quantidade de conexões entre eles também são essenciais. Pelo que sabemos hoje, essas conexões, ou sinapses, são formadas por moléculas orgânicas relativamente voláteis, talvez incapazes de sobreviver até à forma mais delicada de congelamento.
É claro que os entusiastas da criogenia não se deixam vencer por isso. Eles apostam no desenvolvimento de robôs microscópicos, capazes de viajar pelo organismo e corrigir quaisquer falhas em sinapses e outros detalhes celulares, permitindo uma ressurreição sem sustos para os defuntos congelados. Ainda é cedo para dizer se eles têm razão.

3357 – Criogenia – Reviver sim, mas só se for rico


Americanos e europeus pretendem deixar herança para si próprios.
Após a morte, seus corpos serão congelados pelo processo de criogenia (nitrogênio líquido), cujo objetivo é o de conserva-los até que a ciência encontre a cura da doença que provocou a morte e obviamente descubra como reviver os mortos. Há pelo menos 1000 pessoas à espera do congelamento e uma dúzia de milionários criou fundos para que eles próprios sejam beneficiados quando voltarem supostamente na 2ª vida. A criogenia existe desde os anos 60, mas a preocupação financeira é recente. Mas, como garantir que os administradores não roubem o dinheiro do morto antes de sua volta que pode demorar mil anos. Para os cientistas não é nenhum absurdo pensar em tais possibilidades.
Embora o processo de reanimação da vida depois da suspensão, sob temperaturas muito baixas seja um sucesso com sêmem e embriões, ninguém sabe se isso possa ser feito com organismos completos. Nos laboratórios de criogenia o congelamento é a uma temperatura de -196°C e a maioria dos médicos duvida que um dia será possível aquecê-los sem provocar danos irreversíveis ao cérebro. Há também o risco das empresas falirem, como aconteceu com uma no final da década de 1970 e os corpos de 9 pessoas tiveram que ser sepultados.

Quanto custa um congelamento:
Cabeça: 80 mil dólares
Corpo Inteiro: 100 a 165 mil dólares
Animal de Estimação: 6 mil dólares

3256 – O que é Suspensão Criônica?


Capsula criogênica

Trata-se de uma técnica que visa permitir que pessoas mortas sejam conservadas em temperaturas ultra baixas. O corpo inteiro é conservado num recipiente de nitrogênio líquido a – 232° C , ou os clientes podem escolher se tornarem neuro- pacientes, o que significa que apenas a cabeça é conservada. “Não acredito na vida após á morte, no sentido religioso”, afirmou o presidente da empresa britânica ; mas (continuando) ” aprecio a vida e penso que a cessação de consciência é uma coisa ruim”. A idéia por trás da conversa de vendedor é que algum dia no futuro, a ciência conseguirá restaurar a vida, até mesmo com a clonagem de um novo corpo para uma cabeça decepada. Este é um modo segundo o jornal The Sunday Times de Londres, de se conseguir a imortalidade. Quem viver , verá.
É um processo de preservação em baixas temperaturas de humanos e outros animais que não podem mais ser mantidos vivos pela medicina contemporânea, supondo-se que a reanimação seja possível no futuro. O termo é uma tradução do inglês cryonics, derivado da palavra grega κρύος (kryos), que significa congelado.
A criopreservação de humanos não é atualmente reversível. Nos Estados Unidos, a criônica só pode ser legalmente realizada em humanos após terem sido declarados legalmente mortos. A razão para a criônica é a esperança de que o processo seja reversível se realizado cedo o suficiente, e que as pessoas criopreservadas pela definição teórica moderna de morte não estejam necessariamente mortas pelos padrões do futuro.
Existe uma ampla representação de cientistas entre aqueles que apóiam a criônica. O suporte científico para a criônica é baseado em estudos mostrando substancial preservação da estrutura de células cerebrais pelos métodos atuais, e projeções de tecnologias futuras, especialmente nanotecnologia molecular e nanomedicina. Alguns cientistas acreditam que a medicina futura permitirá reparos em nível molecular e regeneração de tecidos e órgãos danificados. Doenças e envelhecimento também são assumidos como reversíveis. Várias questões éticas envolvem a questão de se a criônica pode ou não funcionar.
O conceito moderno de criônica como um processo geral a ser aplicado quando pacientes são considerados além da ajuda da medicina de seu tempo foi originalmente desenvolvido por Robert Ettinger em 1962. Os maiores praticantes de criônica atuais são duas organizações não lucrativas, a Alcor Life Extension Foundantion em Scottsdale, Arizona, com 77 pacientes criopreservados e o Cryonics Institute em Clinton Township, Michigan, com 85.
Presença na ficção
A criônica é mostrada em várias histórias de comédia, terror e ficção científica. Por exemplo, as histórias infantis de Mona, a vampira e Ricky Sprocket. Pode ser vista também no filme ‘Avatar’ (James Cameron, 2009), onde os tripulantes passam pela criogenia para viajar ao planeta Pandora (5 mil anos-luz).
Questões: O que aconteceria se fosse descoberta uma resposta para isso? Será que quando a pessoa acordar ela conseguirá se lembrar do passado? Uma vez desligado, o cérebro não perderia toda a informação acumulada? Seria terrível ter um corpo de 60 ou 70 anos com a mente de um bebê recém-nascido?
Não é nova a idéia de ter o corpo congelado após a morte com a finalidade de esperar pela cura das doenças. Hoje, cerca de 150 pessoas já aderiram à criogenia, número que poderia ser muito maior, não fosse um simples detalhe: ninguém tem a menor idéia de como descongelar os corpos e trazer novamente à vida essas pessoas.
É possível que o cérebro preserve parte da memória mesmo depois da morte. “Temos três tipos de memória”, explica o professor e pesquisador de neurologia da Unifesp Ademir Baptista Silva. “A elétrica, de curta duração, a química, que inclui fatos e pensamentos um pouco mais notáveis, e um terceiro tipo baseado em proteínas, que guarda tudo o que é mais importante ou repetido.” Pelo que se sabe, a memória física pode ser preservada no congelamento.
Ou seja, a pessoa esqueceria o que almoçou no dia de sua morte ou a roupa que estava usando, mas lembraria seu nome, sua idade, o dia de seu casamento e tudo mais que tivesse importância a ponto de ficar gravado na memória. Ainda assim, não está totalmente clara a fronteira entre as memórias que se perderiam (elétrica e química) e a que ficaria (física). uma das maiores autoridades do mundo em memória, confirma que existem alterações estruturais em sinapses localizadas, o que proporciona a permanência a longo prazo de memórias. Mas alerta que nunca ninguém testou se essas sinapses resistiriam ao congelamento. Os especialistas concordam, porém, que acordaríamos num estado de grande confusão mental e que algumas coisas teriam de nos ser reensinadas.Imagine se um contemporâneo de Rui Barbosa acordasse hoje numa avenida movimentada, no meio de carros e luminosos. Possivelmente teria um ataque de pânico. É provável que fossem criadas escolas ou instituições especiais para atender a essas pessoas, que, certamente, necessitariam de um tempo para a readaptação.
A criogenia aumentaria o número de habitantes no planeta. “A longo prazo isso se tornaria um problema”, diz o pesquisador americano Kevin Brown, da Universidade Carneggie Mellon, em Pittsburgh, Estados Unidos. Segundo ele, porém, o risco de superpopulação só ocorreria se o processo estivesse acessível a um número muito grande de pessoas e se, ao mesmo tempo, a expectativa média de vida da população mundial fosse elevada para 130 ou 140 anos.

2591-A Imortalidade Tecnológica


Imortalidade tecnológica visa a perspectiva de tempo de vida muito mais longa do que a possível atualmente graças aos avanços científicos em diversas áreas: nanotecnologia, procedimentos de emergência, genética, engenharia biológica, a medicina regenerativa, microbiologia entre outros. A expectativa de vida nos tempos atuais nas sociedades industriais avançadas já é nitidamente maior que no passado, por causa da melhor nutrição, disponibilidade de cuidados de saúde, qualidade de vida e avanços científicos nas áreas bio-médicas. A imortalidade tecnológico prevê avançar pelas mesmas razões, a longo prazo. Um aspecto importante do pensamento científico atual sobre a imortalidade é que alguma combinação de clonagem humana, criogenia ou a nanotecnologia irá desempenhar um papel fundamental no prolongamento da vida de forma indefinida. Robert Freitas, um teórico em nanorobótica, sugere que minúsculos nanorobôs médicos poderiam ser criados para passar pela corrente sangüínea humana, encontrar coisas perigosas, como as células cancerosas e bactérias, e destruí-las. Freitas antecipa que as terapias genética e a nanotecnologia acabarão por tornar o corpo humano eficazmente auto-sustentável e capaz de viver indefinidamente, com exceção de lesões graves. Essa teoria prevê que seremos capazes de criar continuamente peças biológicas ou sintéticas para substituir as partes danificadas ou mortas do nosso corpo.
Aubrey de Grey – Projeto SENS
A partir de 2005, o seu trabalho centrado em cima de um plano detalhado chamado Strategies for Engineered Negligible Senescence (SENS), que visa a prevenir o declínio físico e cognitivo relacionados com a idade. Em março de 2009, Aubrey de Grey co-fundou a Fundação SENS, uma organização sem fins lucrativos sediada na Califórnia, Estados Unidos, onde atualmente atua como diretor de Ciência. A Fundação “trabalha para desenvolver, promover e garantir o acesso generalizado a soluções da medicina regenerativa para as deficiências e as doenças do envelhecimento, ” focando sobre as Estratégias para Reparar Envelhecimento Insignificante (SENS). De Grey é também co-fundador (com David Gobel) e ex-cientista-chefe da Fundação Matusalém, uma organização sem fins lucrativos sediada em Springfield, Virginia, Estados Unidos. A principal atividade da Fundação Matusalém é o Matusalém Mouse Prize, um prêmio destinado a acelerar a investigação sobre intervenções eficazes para a extensão da vida através da atribuição de prémios monetários para os investigadores que aumentar a longevidade de ratos para idades sem precedentes. A esse respeito, De Grey afirmou em Março de 2005 “se quisermos tornar real terapias regenerativas que irão beneficiar não só as gerações futuras, mas aqueles de nós que estão vivos hoje, devemos incentivar os cientistas a trabalhar sobre o problema do envelhecimento”. O prêmio chegou a 4,2 milhões de dólares em fevereiro de 2007
Criogenia, a prática de preservar os organismos no gelo (espécimes inteiros ou apenas seus cérebros) para um possível renascimento futuro , armazenando-las em temperaturas criogênicas, onde o metabolismo e a decadência são quase que completamente parados, é a resposta para aqueles que acreditam que a extensão da vida por meio da tecnologia como a nanotecnologia ou nanorobôs não irsm desenvolver suficientemente a tempo ,antes que a pessoa morra. Idealmente, a criogênia permitiria as pessoas clinicamente mortas serem trazidas de volta, no futuro, depois de curas para as doenças que as mataram terem sido descobertas e o envelhecimento é reversível. Procedimentos modernos da criogênia usam um processo chamado de vitrificação, que cria um estado semelhante ao vidro invés de um congelamento bruto,tendo em vista que o corpo é trazido a baixas temperaturas. Este processo reduz o risco de cristais de gelo na estrutura da célula, que seriam especialmente prejudiciais para as estruturas das células do cérebro.
Mind Upload
Uma idéia que tem se desenvolvido envolve a trasnferência da personalidade de um indivíduo e suas memórias para a interface do computador. Uma pessoa pode transferir sua consciência para um computador ou para a mente de um bebê recém-nascido. O bebê, então, iria crescer com a individualidade da pessoa anterior, e não desenvolveria sua própria personalidade. Futuristas como Moravec e Kurzweil propuseram que, graças ao crescimento exponencial do poder da computação, um dia será possível fazer o upload da consciência humana para um sistema informático, e viver indefinidamente em um ambiente virtual. Isto poderia ser conseguido através de avanços da cibernética, onde o hardware seria inicialmente instalado no cérebro para ajudar a memória a “digitalizar ou acelerar os processos de pensamento”. Componentes seriam adicionados gradualmente até que as funções do cérebro da pessoa fossem inteiramente dispositivos artificiais, evitando transições radicais que poderiam levar a problemas de identidade. Após este ponto, o corpo humano poderia ser tratado como um acessório opcional e que a mente poderia ser transferida para qualquer computador suficientemente potente. Pessoas neste estado seriam, então, essencialmente imortais, a menos que a máquina que as mantém seja destruida.
Cyborgues
Transformar um humano em um cyborg pode incluir implantes cerebrais ou extração de uma mente humana e colocá-lo em um sistema robótico.Existem melhorias no corpo:substituindo órgãos biológicos por robôs podendo aumentar a expectativa de vida, as modificações genéticas ou a adição de nano-robôs, que dependendo da definição, qualificam um indivíduo como um cyborg. Tais modificações fariam um ser invunerável ao envelhecimento e doenças e, teoricamente, só poderia ser morto se fosse destruído.
Muito antes da ciência moderna ja se fez tal especulação, as pessoas que desejam escapar da morte viraram-se para o mundo sobrenatural. Exemplos incluem os taoístas chinês e os alquimistas medievais em sua busca pela Pedra Filosofal, ou místicos religiosos mais modernos, que acreditavam na possibilidade de alcançar a imortalidade física através da transformação espiritual.
Há indivíduos que afirmam ser fisicamente imortais, e incluem Conde de Saint Germain, na França do século XVIII, ele alegou ter séculos de idade.As pessoas que aderem a ensinamentos de Mestres Ascensos que estão convencidos da sua imortalidade física.Um santo indiano conhecido como Vallalar alegou ter alcançado a imortalidade, antes de desaparecer para sempre em um quarto fechado em 1874.

1760-Criônica:Você entraria nessa fria?


Centenas de candidatos já reservaram um lugar para uma temporada glacial: após a morte, em sacos de dormir, seus corpos serão colocados em tanques metálicos mergulhados em nitrogênio líquido e -180°C. A idéia é antiga, mas agora acende uma acalorada polêmica. Os fundadores da empresa observam que células de sangue, córneas, artérias e esperma ficaram no gelo mais de 15 anos sem que sofressem quaisquer danos. Os críticos rebatem dizendo que descongelar com sucesso células ou pequenos órgãos é diferente de fazer o mesmo com organismos complexos. No entanto, na costa oeste dos EUA surgem institutos oferecendo a opção de congelar apenas a cabeça, por menos da metade dos 100 mil dólares necessários para congelar o corpo inteiro. Os interessados apostam que os cientistas no futuro não só poderão descongelar seres humanos como serão capazes de enxertar velhas cabeças do século 21 em novos corpos. 120 Otimistas já estão na lista de espera para entrar nessa fria.

Mais sobre a Criônica


A tecnologia oferece condições de congelamento entre a vida e a morte que antes só haviam sidos consideradas na mitologia, fantasia ou filosofia. Até o advento do respirador artificial, a cessação da respiração espontânea levava imediatamente a cessação da circulação e dano cerebral irreversível. Cerac de 1000 americanos se inscreveram em organizações criônicas para serem suspensos quando morrerem. Arrecadou-se dinheiro para a construção de uma instalação criônica capaz de conter 900 corpos e/ou cabeças congelados. Mas os governos e médicos tratam a questão com desprezo e ironia. Eles concluíram que os danos ao tecido causados pela formação de cristais de gelo destruíriam células demais, tornando irrecuperáveis o corpo ou o cérebro. Pesquisadores de criônica vêm aperfeiçoando métodos menos destrutivos de congelamento e substâncias crioprotetoras para preservar o tecido cerebral. Um grupo de cientistas afirmou que o limite legal da morte deveria ser o estado de inconciência permanente, que marca a morte da pessoa. Pesquisas com células-tronco demonstraram que o cérebro tem a capacidade de gerar novas células pluripotentes para reparar danos cerebrais e que essas células migram para áreas danificadas assumindo funções necessárias. Pesquisas conseguiram bloquear cadeias químicas que em geral suprimem a regeneração de neurônios do sistema nervoso central. Dentro de 1 década deveremos ver próteses neurais capazes de assumir funções de tecido neurais danificados. O desenvolvimento de dispositivos de informática usando materiais biológicos e de software desenvolvido sobre modelos biológicos sugere futuras convergências entre a computação orgânica, interfaces, o sistema nervoso e o computador. No futuro, vítimas de lesões neurológicas devastadoras, que antes seriam declaradas sem esperança ou mortas serão vistas como pacientes potencialmente vivos que merecem uma tentativa de terapia reparadoras, a menos que partes do cérebro com estruturas críticas de identidade estejam destruídas.

O que é Suspensão Criônica?


Trata-se de uma técnica que visa permitir que pessoas mortas sejam
conservadas em temperaturas ultra baixas. O corpo inteiro é conservado num recipiente de nitrogênio líquido a – 232° C , ou os clientes podem escolher se tornarem neuro- pacientes, o que significa que apenas a cabeça é conservada.
“Não acredito na vida após á morte, no sentido religioso”, afirmou o presidente da empresa britânica ; mas (continuando) “ aprecio a vida e penso que a cessação de consciência é uma coisa ruim”.
A idéia por trás da conversa de vendedor é que algum dia no futuro, a ciência conseguirá restaurar a vida, até mesmo com a clonagem de um novo corpo para uma cabeça decepada. Este é um modo segundo o jornal The Sunday Times de Londres, de se conseguir a imortalidade. Quem viver , verá.