9543 – Datas Comemorativas – Ano Novo


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É o momento em que um novo ano civil começa e quando um novo calendário anual é iniciado. Em muitas culturas ao redor do mundo, o evento é comemorado de alguma maneira, principalmente na véspera da data.
O ano-novo do calendário gregoriano começa em 1 de janeiro (Dia do Ano Novo), assim como era no calendário romano. Existem inúmeros calendários que permanecem em uso em certas regiões do planeta e que calculam a data do ano-novo de forma diferente. A comemoração ocidental tem origem num decreto do imperador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (bifronte) – uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado). O povo romano era politeísta, ou seja, adorava vários deuses diferentes, e não existe nenhum relato de que o povo judeu que viveu nessa mesma época tenha comemorado o ano novo, tampouco os primeiros cristãos.
A ordem dos meses no calendário romano vai de janeiro a dezembro desde o rei Numa Pompilius em cerca de 700 a.C, de acordo com Plutarco e Macrobius. Foi só recentemente que o dia 1 de janeiro voltou a ser o primeiro dia do ano na cultura ocidental. Até 1751, por exemplo, na Inglaterra e no País de Gales (e em todos os domínios britânicos), o ano-novo começava em 25 de março.
Desde então, o 1º de janeiro tornou-se o primeiro dia do ano. Durante a Idade Média, vários outros dias foram diversas vezes considerados como o início do ano civil (1 de março, 25 de março, 1 de setembro, 25 de dezembro). Em muitos países, como República Checa, Brasil, Espanha, Itália e Reino Unido, o dia 1 de janeiro é um feriado nacional. (Para obter informações sobre a mudança do calendário juliano para o calendário gregoriano e o efeito sobre a datação de eventos históricos, consulte o verbete Mudança para o calendário gregoriano)
Com a expansão da cultura ocidental para muitos outros lugares do mundo durante séculos recentes, o calendário gregoriano foi adotado por muitos outros países como o calendário oficial e a data de 1 de janeiro tornou-se global para se comemorar o ano-novo, mesmo em países com suas próprias celebrações em outros dias (como Israel, China e Índia). Na cultura da América Latina, há uma variedade de tradições e superstições em torno dessas datas como presságios para o próximo ano.

9542 – Aids – SUS terá teste de HIV pela saliva


O Ministério da Saúde informou, que vai incluir na rede pública de saúde um teste de diagnóstico do vírus HIV por meio de fluidos orais (retirados da gengiva e da mucosa da bochecha).
Trata-se de um outro tipo de teste de diagnóstico rápido –o resultado sai em 30 minutos– e funciona como uma forma de triagem, precisando de uma confirmação posterior com outros testes de HIV. O novo teste se soma ao que já é oferecido na rede pública e depende de um furo no dedo.
Outra diferença do teste por fluidos orais é que ele dispensa a presença de um profissional de saúde no momento do teste. A partir de março, o novo teste será usada por 40 ONGs capacitadas pelo Ministério da Saúde, com foco nas populações mais vulneráveis ao HIV: gays, profissionais do sexo, usuários de droga, moradores de rua, presos e travestis e transexuais.
Segundo explica Jarbas Barbosa, secretário de vigilância em saúde do ministério, a nova tecnologia é um autoexame, semelhante a um teste rápido de gravidez, que vai ser usado pelas ONGs que já desenvolvem um trabalho com o público-alvo. As primeiras testagens também serão acompanhadas pelo ministério.
A previsão da Saúde é que, a partir do segundo semestre, o teste por fluido oral desenvolvido pela Fiocruz seja ofertado pelas farmácias da rede pública e a quem quiser. Farmácia privadas poderão comercializar testes semelhantes.
A nova tecnologia levanta dúvidas em parte do movimento social que atua no combate à Aids, particularmente com relação à demora na recepção, no serviço de saúde, das pessoas com teste positivo.

9541 – Mega de Olho na rede – Dá para saber quem olha o seu Facebook?


O grande objetivo dos usuários das redes sociais é saber quem visita o Facebook de quem. Recentemente, hackers aproveitaram essa curiosidade mórbida em relação aos xeretadores para aplicar um golpe.
Um aplicativo misterioso prometia revelar a identidade de quem entrava no seu perfil, mas, para isso, você precisava clicar em um link. Depois disso, o aplicativo disparava uma mensagem para todos os seus amigos, convidando-os a clicar no mesmo link. De convite em convite, a única coisa que o programa revelava é que você era ingênuo o suficiente para cair nesse tipo de golpe primário __e egocêntrico o suficiente para ficar todo ouriçado com a chance de saber quem te vigia.
Veja que constrangimento: meus professores, gente que mal posta em redes sociais, que parece não ter tempo para essas bobagens, gente adulta e segura de si caiu no golpe.
Acho difícil que o Facebook algum dia revele explicitamente quem entra na sua página. Dedurar os “stalkers” foi o começo do fim para o Orkut.

9540 – Tecnologia – Chips para vestir e engolir(?)


Um chip que avisa os pais, em tempo real, via celular, se um bebê está com febre. Outro que alerta o médico quando um paciente estiver prestes a sofrer um enfarto. E um para diabéticos que, além de medir a glicemia, consegue liberar, quando necessário, o remédio guardado num implante. Essas são algumas das ideias que já estão em desenvolvimento na área de biossensores. Associados à transmissão de dados, esses chips permitem que médicos acompanhem seus pacientes à distância e em tempo real. Se a pressão de um hipertenso piorar, por exemplo, o doutor é avisado na mesma hora e pode intervir imediatamente.
A novidade pode ter um enorme impacto no sistema de saúde, principalmente no tratamento de doenças crônicas, responsáveis por 60% do gasto global com saúde. Segundo uma estimativa da consultoria McKinsey, o monitoramento remoto pode levar, em 2025, a uma economia de até 20% no tratamento dessas doenças – até US$ 2,1 trilhões por ano, no mundo.
A tecnologia básica para os biossensores já existe, segundo o engenheiro Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos. O desafio está na busca de dispositivos que possam ser embutidos no corpo humano e transmitir dados. “Mas em dez ou vinte anos, veremos muita coisa no mercado.” Algumas ideias já estão disponíveis nos EUA. Em maio, a Preventice lançou o Body Guardian, de monitoramento remoto de pacientes com arritmia. Já a MC10 cria chips finos e maleáveis para diagnóstico, como um que é colado na pele de bebês para medir constantemente a temperatura e outro que avisa a hora de repor o protetor solar.

9539 – Mega Notícias – Bisturi com faro para tumores


Cientistas anunciaram o sucesso de um bisturi que só corta células com câncer. O aparelho dá um choque ao tocar no tecido, liberando uma fumaça que é analisada instantaneamente. Se ela contém proteínas típicas de tumor, o bisturi as extirpa. O teste inicial, com 91 pacientes, mostrou 100% de precisão.

Faça 69 e seja feliz (será?)
Se você já passou dos 23 anos, espere até ter o triplo dessa idade. Essas são as duas épocas mais felizes da vida, diz uma pesquisa 2 publicada mês passado. O estudo analisou dados de 23.161 pessoas de 17 a 85 anos e também concluiu que os cinquentões, cheios de frustrações, são os menos satisfeitos.

9538 – Biologia – Como pode a formiga erguer objetos mais pesados do que ela própria?


Proezas como as da saúva, capaz de levantar 14 vezes o seu peso e percorrer 1 quilômetro por dia – o equivalente, para um ser humano, a erguer 1 tonelada e ir de São Paulo a Buenos Aires num só dia -, só são possíveis em animais de tamanho reduzido. Nessas dimensões, a massa do corpo torna-se desprezível perto da força muscular. Não é o que acontece com um elefante, por exemplo, que tem de carregar um corpo proporcionalmente mais pesado, sendo incapaz de levantar seu próprio peso. Isso acontece porque, à medida que o corpo aumenta, o peso cresce mais do que a força muscular. Além disso, a formiga tem um corpo bem adaptado para o transporte de cargas, com um esqueleto extremamente leve e seis patas sobre as quais pode distribuir o peso da carga.

9537 – Veterinária – Animais podem ter câncer?


Essa é uma das principais causas de morte entre os bichos em cativeiro. Isso porque a doença é comum em mascotes mais velhas, e a expectativa de vida dos animais (tanto domésticos quanto de zoológicos) aumentou com a melhora dos recursos e dos cuidados que eles têm. Da mesma maneira, o tratamento contra o câncer também se aprimorou e utiliza os mesmos métodos aplicados em seres humanos. Os custos variam muito para cada caso, podendo chegar a R$ 4 mil em um mês, com cirurgia e exames. A quimioterapia sozinha exige cerca R$ 1,5 mil mensais. A cura é possível, mas geralmente o objetivo é só prolongar a vida do bichinho com qualidade.

Câncer de mama
Comum em fêmeas, está ligado aos hormônios. A melhor prevenção é castrar o bichinho o quanto antes, de preferência até o segundo cio. É fácil de perceber, pois aumenta o volume na região da mama e cria nódulos. O tratamento é feito com cirurgia aliada à quimio. Às vezes, só a operação já cura;

Câncer de pele
Assim como nos humanos, a doença pode vir da exposição à radiação solar – por isso, existem filtros solares especiais para os bichos. Os de pelo branco têm mais chances de pegar. Sintomas incluem a formação de nódulos e feridas. Há diversos subtipos, e a chance de cura varia. A maioria é tratada com cirurgia;

Tumor Venéreo Transmissível
É bem comum no Brasil pela falta de hábito de castrar os animais. Só atinge cães e passa de um a outro por cópula ou contato social. Os indícios são secreções com sangue, aumento de volume nos genitais e excesso de lambedura. Para tratar, utilizam-se quimioterapia e cirurgia, e a chance de cura é alta;

Linfoma
Alguns dos sintomas são apatia, perda de peso e falta de apetite. A causa para cães é desconhecida. Já para gatos, o câncer pode estar relacionado a uma contaminação viral (prevenida com vacinas). O tratamento é feito só com quimioterapia, que aumenta o tempo de vida. Mas só 5% se curam.
As chances de sucesso no tratamento do câncer de mama são boas (mais para cachorras do que para gatas);
É comum que o câncer de pele aconteça em regiões de pelo curto, como barriga, focinho e orelha.

9536 – Tecnologia Digital – Tablets


Não avaliamos bem essa nova tecnologia na época de seu lançamento, quando dissemos que era muito barulho pra pouca coisa, mas apesar disso, acabou “colando”, sendo um produto campeão de vendas em 2013.

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Possui o formato de uma prancheta e funcionalidades diversas, como acesso a internet, visualização de fotos e arquivos e até leitura de livros. Essas são algumas das características do Tablet, um dispositivo móvel com tela touchscreen de 7 a 10 polegadas. Este dispositivo reúne algumas das funções de um computador, com a facilidade de ser leve, além de móvel. Outras nomenclaturas conhecidas são Epads, Itablets, Zpad entre outras.
Com base nos denominados E-Books, cuja característica principal e função é a de ser um leitor de livros eletrônicos, jornais e revistas. Os Tablets aprimoraram esta tecnologia ao implementar o acesso a redes e demais sistemas.

Anteriormente chamado de Tablet PC devido as características: funções de computador que podem ser acessadas ao toque dos dedos ou caneta especial, sem a necessidade de teclado ou mouse. Objeto de estudo de diversos laboratórios no mundo todo, o Tablet já é amplamente difundido e popular nos Estados Unidos, porém ganhou proporções mundiais após o Lançamento do primeiro Tablet da americana Apple em Janeiro de 2010, batizado de Ipad (o aparelho oferece câmera para videoconferência, porta USB, entrada para adaptador de cartão de memória e demais funcionalidades), seguido pela Samsung com o modelo Galaxy Tab. Estes lançamentos possuem sistema operacional distintos e com características adequadas a cada modelo e marca, diferente do mesmo sistema utilizados pelos computadores comuns. Com exceção do Ipad (que usa o iOS), o sistema operacional mais utilizado é o Windows XP Tablet Edition ou Google Android (Tablets da Dell e Motorola) e SkyLight OS (Tablet da Lenovo).
A principal utilização do Tablet está na facilidade do acesso a internet. A navegação aos sites e e-mails, pode ser feita de maneira rápida, através do acesso sem fio (wi-fi) ou tecnologia 3G. Outras utilidades estão na edição de documentos simples, visualização de vídeos no YouTube, além de ver fotos e ouvir músicas.
Os modelos e marcas de Tablet mais conhecidos são, Apple (Ipad), Samsung (Galaxy Tab), Motorola (Xoom), Toshiba Tablet, Blackberry (PlayBook), Lenovo (IdeaPad U1 Hybrid), HP (Slate 500), Coby (Kyros) e Eken Tablet Pc.
Em uma escala tecnológica tudo começou em meados de 1980, com os primeiros computadores, inovou em 1995 com o chamado Pen Computing ou o PalmTop (denominados PDA Personal Digital Assistants), posteriormente os Notebooks, Netbooks e Smartphones equipados com tecnologia de ponta e finalmente o Tablet. O futuro é de certa forma previsível, certamente os equipamentos deverão contemplar telas flexíveis e com desempenho cada vez maior.

9535 – ☻Mega Byte – O Windows 7


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Windows Seven, é o mais novo sistema operacional da Microsoft (Para quem não sabe Sistema Operacional é um programa básico que controla todo o computador, em outras palavras sem um sistema operacional o computador é um monte de materiais eletrônicos sem utilidade), que veio substituir o Windows Vista e conta com várias surpresas, começando pelos requisitos básicos que são menores que os do seu predecessor, fato inédito até então na família Windows.

Requisitos de sistema:
Processador de 1 gigahertz (GHz) ou superior de 32 bits (x86) ou 64 bits (x64).
1 gigabyte (GB) de RAM (32 bits) ou 2 GB de RAM (64 bits).
16 GB de espaço em disco disponível (32 bits) ou 20 GB (64 bits).
Placa de vídeo de 128MB compatível com DirectX 9 e com driver WDDM 1.0 ou superior.
Versões do Windows 7:

Windows 7 Starter Edition
Windows 7 Home Basic
Windows 7 Home Premium
Windows 7 Professional
Windows 7 Enterprise
Windows 7 Ultimate
As versões Starter Edition, Home Basic e Home Premium são recomendadas para usuários domésticos, o Windows 7 Starter Edition não vem com a incomoda limitação de usar somente 3 programas simultaneamente como acontece no Windows XP Starter Edition e Windows Vista Starter Edition. A versão Professional é recomendada para usuários de pequenas e médias empresas e conta com recursos adicionais na parte de rede como backup e restauração pela rede e a opção de rodar um programa no Modo Windows XP. A versão Enterprise é recomendada para usuários de média e grande empresa e a versão Ultimate vem com todos os recursos, incluindo suporte a 35 idiomas diferentes e sistema de criptografia BitLocker para disco rígido e discos removíveis.

Características:
O Windows 7 tem suporte a processadores de 32bits e 64bits, e compatibilidade de drivers e aplicações garantida com o Windows Vista, porém pode ser que sistemas que trabalhem mais intimamente com o sistema operacional, como anti-vírus, não funcionem. Ele conta com uma quantidade de drivers muito superior aos seus predecessores, principalmente na área de conectividade, na qual pretende facilitar ao máximo a conectividade do computador à internet.
A interface com o usuário recebeu novos recursos muito interessantes, como novos recursos de navegação (Aero Shake, Aero Peek e Aero Snaps), um menu de contexto personalizado por aplicativo (por exemplo, ao clicar com o botão direito no Windows Media Player o menu de contexto exibe os controles de execução). Com o Explorer é possível colocar pastas num mesmo lugar, porém cada uma com origem diferente (chamam isso de conceito livraria), os favoritos são exibidos juntos com as pastas de navegação não tendo mais nenhuma separação entre eles e a pré-visualização de arquivos agora conta com suporte a mais formatos de arquivos, podendo visualizá-los dentro do próprio Explorer sem precisar usar um programa específico.
Mesmo com todos esses recursos o Windows 7 não vem com editor de imagens, editor de filmes e nem mesmo um cliente de correio de forma nativa, porém a Microsoft disponibiliza gratuitamente o pacote de aplicações Windows Live Suite que possui muito mais aplicativos que esses.

9534 – Botânica – O Exertismo ou Enxertia


(do latim, insertare, inserir, introduzir, enxertar)
É uma técnica de melhoramento genético que consiste em implantar parte de uma planta viva em outra planta de igual ou diferente espécie, com a finalidade de propagar determinadas variedades. Nesse processo, a planta introduzida (enxerto) tem a função de fornecer as melhores características aos frutos, ao passo que a planta receptora (porta-enxerto) é responsável pelo suporte e pelo abastecimento de água e nutrientes essenciais.
Normalmente, a enxertia é feita por dois métodos diferentes, que são a garfagem e a borbulhia (ou escudagem). Na enxertia por garfagem, a parte superior da planta mais rústica (porta-enxerto) é cortada para receber o enxerto, que é uma porção da planta mais nobre. Trata-se do método mais utilizado por ser relativamente mais fácil de executar, porém, pode ser desvantajoso porque se o enxerto não vingar, a muda é perdida.
A segunda técnica de mais utilizada de enxertia é a borbulhia, que consiste em retirar um pedaço da casca da planta que se deseja propagar e implantá-lo na muda de uma variedade rústica, que pode ser da mesma espécie ou de espécies aproximadas. Se houver sucesso na prática, dentro de pouco tempo já se obtém uma espécie com características melhoradas para cultivo.
De um modo geral, o que mais dificulta a prática da enxertia é a operação. Esse processo é muito minucioso, para trazer bons resultados são necessários cuidados especiais e bastante conhecimento e experiência de quem desenvolve. Além disso, o nível de dificuldade de execução da técnica pode aumentar de acordo com a espécie, o que requer uma mão de obra ainda mais qualificada, encarecendo o processo.
A enxertia tem sido muito empregada na disseminação de espécies frutíferas, como é o caso da laranja da baía, também conhecida como laranja de umbigo. Essa variedade surgiu no estado da Bahia de forma espontânea no início do século XIX, por meio de mutação cromossômica. Desde então, a laranja da baía enxertada em outras variedades, para que suas qualidades sejam preservadas. Ela não produz sementes (meiose anormal), tem um sabor adocicado, polpa consistente e granulada, casca grossa e suas flores são usadas para extração de perfumes.
Para desenvolver o melhoramento genético é preciso obter o fenótipo desejado e, ainda, disseminar o genótipo que condiciona essa característica. Os processos sexuais de vegetais e animais domésticos, no entanto, dificulta a propagação de variedades melhoradas, pois, a cada nova geração, ocorre uma nova mistura de genes por meio da segregação e da recombinação gênica. Assim, a enxertia é uma forma de resolver esse problema, já que se trata de uma reprodução assexuada.

9533 – Botânica – O que é Fotoblastismo?


A ação da luz sobre o processo de germinação recebe o nome de fotoblastimo (do grego, photos, luz, e blástos, broto). Algumas sementes necessitam de luz para germinar, por isso, são chamadas de fotoblásticas positivas, outras, no entanto, não apresentam tal necessidade, sendo denominadas fotoblásticas negativas.
A capacidade de resposta das plantas a estímulos luminosos está associada ao fitocromo, uma proteína presente nas células vegetais. Essa proteína participa ativamente na germinação da semente de determinadas variedades: as sementes fotoblásticas positivas dependem da ação da luz porque, nelas a germinação é desencadeada pelo fitocromo Pfr (fitocromo vermelho longo), que é formado através da absorção da luz.
A dependência de um estímulo luminoso para a germinação é um valor adaptativo de sementes pequenas. A semente de alface, por exemplo, é muito pequena e suas reservas nutritivas também são baixas, por isso, devem ser plantadas perto da superfície do solo para germinar e começar a produção do seu próprio alimento o mais rápido possível.
Por outro lado, as sementes de muitas espécies são fotoblásticas negativas. Nesses casos, a luz inibe a germinação das sementes, fazendo com que as mesmas germinem satisfatoriamente no escuro ou quando plantadas mais profundamente no solo. A semente do Cucumis anguria, popularmente conhecido como maxixe, é uma espécie fotoblástica negativa.
Além das sementes fotoblásticas positivas e negativas, existem, ainda , as fotoblásticas neutras, que germinam tanto na presença quanto na ausência de luz. O milho e a aroeira são exemplos de espécies fotoblásticas neutras.
Entretanto, os fotoblastimos positivo, negativo e neutro não podem ser considerados como fatores invariáveis, visto que a resposta a estímulos luminosos de uma semente pode sofrer mudanças ao longo do tempo. As sementes secas não apresentam sensibilidade à luz, o que pode ser um indício alterações bioquímicas associadas a essa resposta. Sabe-se ainda, que se um tipo de semente for submetido a variações de períodos claros e escuros, passará a germinar satisfatoriamente sob a ausência de luz.

9532 – Geologia – O Xisto Betuminoso


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Muito abundante na natureza, o xisto betuminoso é uma rocha de origem sedimentar composta por matéria orgânica oleosa denominada betume. Esse material, também chamado de folhelho betuminoso, é proveniente da transformação química de resíduos vegetais ao longo de milhões de anos.
O óleo de xisto refinado é idêntico ao petróleo de poço e dá origem a diferentes produtos e subprodutos empregados em diversas áreas da indústria:
Óleo combustível: usado na indústria como fonte de energia.
Gás de xisto: muito semelhante ao gás natural, utilizado na indústria de cerâmica.
Enxofre: útil à produção de ácido sulfúrico, fabricação de medicamentos, fertilizantes, alimentos, entre outros.
Nafta: empregado na produção de solventes e como combustível industrial.
Cinzas de xisto: usado na fabricação do cimento.
Calxisto: aplicado à correção da acidez de solos agricultáveis.
Xisto retortado: utilizado como insumo industrial na fabricação de vidros, cimento e cerâmica vermelha.
A maior reserva mundial de xisto está nos Estados Unidos, seguido do Brasil, cuja reserva é de 1,9 bilhão de barris de óleo. No Brasil, a substância foi extraída pela primeira vez em 1884, na Bahia e hoje os maiores depósitos brasileiros de xisto estão localizados em São Mateus do Sul, no estado do Paraná. Neste país, a exploração de xisto é administrada pela Superintendência Internacional de Xisto (SIX), da Petrobrás, que pesquisa e desenvolve tecnologias para aproveitamento desse material.
A extração e o processamento do óleo de xisto não são processos simples, o que acaba encarecendo muito o produto obtido e o torna incapaz de competir economicamente com o petróleo. Além disso, trata-se de processos de alto impacto ambiental, com emissão de gases poluentes e poluição de recursos hídricos, além do risco de combustão voluntária de seus resíduos. Por outro lado, considerando a gradativa redução de reservas de petróleo combinada com um consumo cada vez maior de seus derivados, o xisto betuminoso poderá, futuramente, se tornar uma reserva muito importante de energia e de matérias primas.

9531 – Saúde – A Mortalidade Infantil no Brasil


Como conceito veremos que na Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) são considerados os óbitos de crianças abaixo de um ano de idade, em relação a cada mil nascidos vivos. A mortalidade infantil não apresenta-se como um problema local, mas sim mundial, porém acompanhando as condições de cada país, refletindo as condições de saúde de uma população ou mais especificamente de uma região. Através da TMI pode-se analisar as condições do sistema de saúde em uso, índices de saneamento básico , taxas de desnutrição, condições de acompanhamento de pré-natal, disponibilidade de vacinas e medicamentos , entre outros fatores.
No Brasil, a partir da década de 60, ocorre uma estabilização dos níveis de mortalidade infantil em quase todas as regiões, sendo que, acompanhando o modelo de outros países, essa taxa apresenta decréscimo a cada ano. Porém em algumas regiões, de acordo com estatísticas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) os índices de mortalidade infantil aumentaram, como por exemplo em São Paulo e Belo Horizonte.
Tal acontecimento pode estar relacionado ao fato de que nessa época, ocorreu uma grande saída das populações rurais em direção aos grandes centros urbanos, ocasionando uma eminente pressão demográfica, e consequentemente uma defasagem nos atendimentos de serviços públicos.
Concomitantemente, notamos que, na região Nordeste, podemos flagrar uma maior média de óbitos de crianças, tornando-se urgente uma melhor política pública, com adequado saneamento ambiental, atendimento em saúde pública, disponibilização de recursos hídricos, orientação às famílias. Desta forma as diferenças de TMI entre as regiões Nordeste e Sul, em 1930 era de 60%, em 1965 passa para 83%.
Observamos que a partir da década de 70, com a expansão da rede assistencial, maior divulgação dos programas de imunização, melhor condição de saneamento básico, atenção às gestantes, entre outras medidas que fizeram-se necessárias, esses índices voltam a cair, não apenas no Brasil, mas em todos os países da América Latina.
De acordo com dados do IBGE, a partir da década de 80, até os dias de hoje, os índices de mortalidade infantil decaíram visivelmente, inclusive com estatísticas que demonstram que tal índice é menor entre bebês do sexo feminino. Esses dados apontam para diversos fatores, como: criação e intensificação de vários programas governamentais, principalmente ligados à área de saúde e à populações menos favorecidas, atendimento abrangente ao indivíduo, entre outros já citados, com responsabilidade conjugada entre estados, municípios e União.
Contudo, os índices brasileiros ainda encontram-se aquém daqueles encontrados em países com uma condição social melhor. Sendo assim, as estatísticas por enquanto, não são motivo de comemoração mas confirmam a necessidade de uma busca por uma intensificacão maior de melhores resultados.

Referência Bibliográfica:
Evolução e Perspectivas da Mortalidade Infantil no Brasil. Rio de Janeiro, 1999, vs. autores. Depto. de População e Indicadores Socias da Diretoria de Pesquisas do IBGE.

9530 – Biosfera – Abelhas Solitárias e o Ecossistema


A grande maioria das espécies de abelhas conhecidas é de vida solitária, representado 85% das espécies. Caracterizadas por espécies na qual uma única fêmea coleta seu alimento, constrói e defende seu próprio ninho e oviposita sem a ajuda de outras abelhas. Depois de cumpridas todas estas tarefas ela morre, sem que haja contato com as outras gerações.
Segundo diversos autores, a fêmea fundadora dos ninhos de algumas espécies, tem controle sobre o sexo das suas crias, e sua escolha esta relacionada com a disponibilidade de recursos florais, no qual meses de maior disponibilidade de recursos fará com que probabilidade de emergirem fêmeas seja maior.
As Abelhas Solitárias têm papel importante na biologia reprodutiva de muitas espécies vegetais da região neotropical, agindo como vetores de pólen de plantas de várias espécies vegetais. Machos da tribo Euglissini coletam compostos aromáticos de diversas flores e de outras fontes extraflorais; estes compostos são aparentemente importantes no processo reprodutivo dessas abelhas, atuando na demarcação de territórios e atração das fêmeas.
No Brasil, o uso de abelhas solitárias na polinização de culturas agrícolas é pequeno. Os primeiros trabalhos realizados apontam a eficiência de algumas espécies de abelhas solitárias para polinização de plantas de interesse econômico, como acerola, caju e maracujá. Além desta aplicabilidade do conhecimento acumulado sobre as abelhas solitárias, estes estudos podem representar um passo importante para sua conservação, especialmente daquelas espécies ocorrentes em ecossistemas ameaçados, como a Mata Atlântica Brasileira.
Tais abelhas podem ser estudadas por métodos de coleta ativa com redes entomológicas, iscas atrativas e com utilização de ninhos-armadilha. Estas técnicas podem resultar em diversos trabalhos, onde será possível conhecer um pouco mais sobre diversidade, abundância e biologia das espécies estudadas, avaliando também suas relações com as alterações do ambiente e seu nível de conservação, além de conhecer os possíveis efeitos da fragmentação.
A comunidade de Abelhas Solitárias pode sofrer influências negativas das ações antrópicas, como a remoção da flora nativa e atividades de ornamentação, como podas e capinas em áreas de vegetação cultivada, e a criação de praças, parques e jardins, contribuindo para a diminuição da ocorrência de abelhas nessas áreas ou favorecendo espécies generalistas que utilizem recursos de plantas cultivadas como as Apis melíferas. De modo geral, áreas com maior quantidade de cobertura de vegetação possuem maior abundância e diversidade de Abelhas Solitárias (Euglossina). Por isso, essas abelhas são consideradas bioindicadoras do estado de conservação de áreas.

9529 – Cardiologia – Nova cartilha aumenta limite da pressão arterial para 15 por 9


Uma nova cartilha publicada no periódico The Journal of the American Medical Association (Jama) sugere que milhões de pessoas ao redor do mundo devem reduzir a quantidade de remédio para controlar a pressão alta.
Segundo as novas diretrizes, que levaram cinco anos para ser elaboradas, pessoas com mais de 60 anos podem atingir 15 como limite de pressão sistólica (máxima), antes de iniciar um tratamento para reduzi-la. O limite para a diastólica (mínima) permanece 9. Nos últimos trinta anos, médicos preconizam como saudável uma pressão arterial inferior a 14 por 9.
A pressão sistólica mede a força que o coração imprime sobre a parede das artérias. Já a diastólica calcula o momento em que o órgão relaxa e se enche de sangue.
A hipertensão é uma doença que pode causar ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e morte, se não for tratada adequadamente. “Esse estudo se baseou em evidências para recomendar limites rigorosos de tratamento, metas e medicamentos para hipertensão em adultos”, informa o artigo, elaborado por dezessete especialistas.
Segundo Paul James, coautor da cartilha e chefe do departamento de medicina familiar da Faculdade de Medicina Carver, da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, estudo clínicos mostraram que critérios mais rígidos não se revertiam em vantagens para os pacientes. “Nós realmente não pudemos ver benefícios em reduzir a pressão para menos de 15 em pessoas acima de 60 anos. Ficou muito claro que 15 era o melhor número”.

9528 – Acidente nas Neves – Michael Schumacher luta pela vida


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O ex-piloto alemão Michael Schumacher permanece em coma, lutando pela vida, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pelo Hospital da Universidade de Grenoble (CHU), na França. Em entrevista coletiva, os médicos que atendem Schumacher disseram que “é cedo para qualquer diagnóstico e que as próximas horas serão cruciais para o paciente”. Os especialistas aguardam para ver como o ex-piloto reage à neurocirurgia a que foi submetido. Não há previsão de alta.
Segundo a junta médica, a baixa temperatura registrada na estação de esqui de Meribel, no sudoeste da França, onde Schumacher sofreu o acidente, evitou que seu quadro clínico fosse ainda pior.
O ex-piloto alemão de F1 Michael Schumacher, sete vezes campeão do mundo, sofreu domingo 29/12/2013 um acidente de esqui na estação de Méribel, nos Alpes franceses, segundo a emissora Europe 1. O alemão caiu, bateu a cabeça e foi levado para o hospital, informou a rádio local RMC, que falou com o diretor do resort, Christophe Gernigon-Lecomte. A porta-voz de Schumacher divulgou um comunicado no qual confirmou o acidente.
O ex-piloto foi campeão do mundo por sete vezes. Dois títulos foram conquistados pela Benetton (1994 e 1995), e cinco pela italiana Ferrari, onde permaneceu por dez anos, entre 1996 e 2006. Schumacher voltou ao esporte em 2010 com a Mercedes.
No final de 2012, o alemão se despediu definitivamente da Fórmula 1 no GP do Brasil. Ele se aposentou aos 43 anos com 155 pódios, 1566 pontos, 91 vitórias e 68 pole positions em 308 etapas.

9527 – Religião – Talmage, um intelectual mórmom


Talmage, um dos maiores intelectuais da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Talmage, um dos maiores intelectuais da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

James Edward Talmage (21 de setembro de 1862 – 27 julho de 1933), nascido em Hungerford , Berkshire , Inglaterra , era um membro do Quorum dos Doze Apóstolos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) de 1911 até sua morte.
Talmage cresceu em Hungerford, na Inglaterra. Ele foi batizado na Igreja SUD aos 10 anos em 15 de junho de 1873. Ele se mudou com sua família para Provo, Utah em 1877. Em Provo, estudou o curso normal na Academia Brigham Young , com Karl G. Maeser como um de seus professores. Ele se formou em 1880.
Em 1881, Talmage recebeu um diploma colegial do Jovem Academia Departamento Científico Brigham, o primeiro diploma a ser emitido.
Tinha predileção para as ciências, e em 1882-1883, ele fez cursos de química e geologia selecionado na Universidade de Lehigh , Bethlehem, Pensilvânia.
Ele passou durante seu único ano de residência quase todos os exames ao longo de quatro anos e mais tarde se formou, e em 1883-1884, ele estava envolvido em trabalhos avançados na Johns Hopkins University , Baltimore, Maryland .
Talmage estudou química e geologia na Universidade de Lehigh e Johns Hopkins University . Ele recebeu um grau de BS da Universidade Lehigh, em 1891. Talmage recebeu um Ph.D. de Illinois Wesleyan University para o trabalho não-residente, em 1896.
Talmage observou que os efeitos nocivos do ópio eram muito desagradáveis e tinha sido bem documentado “, os efeitos nocivos são relatados muito baixo na administração Haschich ou Hemp, e concluímos que tentar efeito de uma dose pequena sobre nós mesmos …. embora eu não gosto muito da idéia de fazer uma coisa dessas, pois, eu nunca soube o que é ser narcotizado ou pelo tabaco, álcool, ou qualquer droga “.
Assim, em três ocasiões, 22 de março, 05 de abril, e 6 de Abril de 1884, Talmage ingerido doses crescentes; nas duas primeiras ocasiões, ele não sentiu nenhum efeito, mas no terceiro ele relatou simplesmente “, continuei a minha experiência, tendo 20 grãos Cannabis Índica eo efeito foi sentido em uma maneira não muito agradável.”
Talmage foi eleito membro vida em várias sociedades científicas, e por muitos anos foi um membro da Real Sociedade Microscopical ( Londres ), membro da Royal Geographical Society escocês ( Edimburgo ), membro da Sociedade Geológica (Londres), membro da Geological Society of America , membro da Royal Society of Edinburgh , associado da Sociedade Filosófica da Grã-Bretanha , ou Instituto Victoria , e membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência .
Talmage ensinou ciência na Academia Brigham Young, antes e depois foi estudar no leste dos Estados Unidos. Ele era o presidente da Universidade de Santos dos Últimos Dias ‘ até 1894 e depois foi presidente da Universidade de Deseret , agora conhecida como a Universidade de Utah , 1894-1897. De 1897-1907 Talmage era professor de geologia da Universidade de Utah.
Livros Religiosos:
Ele foi o autor de vários livros religiosos, incluindo as Regras de Fé , A Grande Apostasia , A Casa do Senhor , e Jesus, o Cristo . Estes volumes permanecem em versão impressa e ainda são amplamente lidos pelos membros da igreja “Santos dos Últimos Dias”. Outros livros incluem tratados sobre as origens do Livro de Mórmon , um dicionário do Livro de Mórmon, e uma breve história do mormonismo.
Em 1911, da Igreja da Primeira Presidência aprendi que um fotógrafo havia ganho acesso não autorizado ao Templo de Salt Lake , tinha tomado inúmeras fotografias do interior, e estava segurando as fotografias para o resgate. Talmage sugere que a Primeira Presidência Comissão as suas próprias fotografias do templo. Joseph F. Smith , então presidente da igreja, autorizou Talmage para escrever um pedido de desculpas sobre o assunto do templo para acompanhar a publicação das fotografias. Pouco depois, o livro intitulado “A Casa do Senhor”, foi publicado.
Talmage morreu em Salt Lake City aos 70 anos. Ele foi enterrado no Cemitério de Salt Lake City.

Universidade de Utah em 1905
Universidade de Utah em 1905

9526 – Religião – O Papa São Silvestre


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Foi o 33° papa, como vimos na mega lista.
Encerrou o pontificado em 31 de dezembro de 335,
durante o reinado do imperador romano Constantino I, que determinou o fim da perseguição aos cristãos, iniciando-se a Paz na Igreja. Silvestre I foi um dos primeiros santos canonizados sem ter sofrido o martírio. Festa em 31 de Dezembro.
Silvestre I enviou emissários para presidirem ao sínodo de Arles (314) e ao Primeiro Concílio de Niceia (325), convocados por Constantino, a sua ausência é motivo de debate, provavelmente deve-se ao seu estado de saúde. Durante o seu pontificado a autoridade da Igreja foi estabelecida e se construíram alguns dos primeiros monumentos cristãos, como a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém, e as primitivas basílicas de Roma (São João de Latrão e São Pedro), bem como das igrejas dos Santos Apóstolos em Constantinopla.
Atribui-se em geral a conversão de Constantino a uma visão que terá tido antes da batalha da ponte de Milvius (312). Mas a tradição medieval, também teria dito que o imperador teria lepra incurável, e logo que Silvestre o batizou por imersão numa piscina ficou imediatamente curado. Esta versão porém não tem fundamento, pois sabe-se que Constantino foi batizado ao fim de sua vida, com a intenção de perdoar seus pecados, por Eusébio, bispo de Nicomédia.

9525 – Mega Byte de ☻lho na Rede – Google+ em 2014 é vai ou racha!


gugol

O ano de 2014 será decisivo para o Google+, um dos mais ambiciosos projetos desenvolvidos pelo gigante de buscas. Por um lado, há um cenário favorável. O arquirrival Facebook dá sinais de cansaço (ou melhor, os usuários jovens da maior rede social do mundo emitem tais sinais…), alvejado por novos concorrentes, como os aplicativos WhatsApp e Snapchat. O outro lado, contudo, mostra que a rede do Google tem muito o que fazer. A caminho dos três anos de vida, ele já possui meio bilhão de cadastrados (metade do Facebook), mas essa gente pouco visita a plataforma. A saída pode ser induzir os adeptos de outros serviços do Google a usar a rede social. É vai ou racha.
O gigante de buscas vem se esforçando para fazer o Google+ avançar. Para isso, tentou fazer da ferramenta um produto completo, ou melhor, recheado de funcionalidades. Em 2013, mais de quarenta recursos foram introduzidos no serviço, indo da publicação de gifs animados (sequência de imagens que cria uma animação simples) à personalização de URL de perfis.
Em 2014, o Google pode intensificar a estratégia de induzir (ou forçar, em alguns casos) usuários de outros serviços da empresa a usar a “rede da casa”. Exemplos: desde novembro, o YouTube exige ao usuário a criação de um perfil na rede para comentar em cada vídeo. Havia uma razão nobre: destacar os conteúdos mais relevantes e inserir filtros que represassem, por exemplo, textos ofensivos. Os testes sofreram um duro golpe.
No mesmo dia do anúncio, a caixa destinada aos comentários foi invadida por spammers, perfis falsos criados no próprio Google+. Houve uma enxurrada de críticas. Uma petição on-line com mais de 225.000 assinaturas contra a nova funcionalidade circula na rede. O Google, em nome do YouTube, admitiu o erro, mas garantiu que vai manter o recurso.
A iniciativa mostra como o Google pretende alimentar sua rede. O ano de 2014 será decisivo para isso. A chave para o sucesso, contudo, pode estar no próprio coração da empresa: as buscas. Aprofundar a integração entre resultados de buscas e indicações de usuários da rede — mecanismo conhecido como busca social — poderia dar bons frutos. Por ora, o Google+ ainda não tem uma boa isca para atrair mais adeptos. Ainda falta um plus à rede. Ela ainda é um Google+-.

9524 – Que mané “nerd”! – Adolescente que criou teste para detectar câncer rejeita rótulo de nerd


teste jack

Jack Andraka, 16, nasceu em Crownville, Maryland, nos EUA. No ano passado, ele recebeu o grande prêmio da Feira Internacional de Ciência e Engenharia, nos EUA, por sua pesquisa sobre um novo método para diagnosticar câncer de pâncreas.
Em novembro, deu uma palestra sobre inovação no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e, na semana passada, escreveu um artigo para o “New York Times” sobre o ensino de ciência. Jack, que é gay, quer se tornar referência para jovens cientistas que pertençam a minorias.

Seu depoimento:
Já estive quatro vezes na Casa Branca com o presidente Obama e fui convidado a dar palestras em conferências médicas na França, na Itália, na Austrália e no Reino Unido, quase sempre falando sobre inovação e a importância de se estimular o interesse científico nas escolas.
Aos 15 anos, desenvolvi um teste que consegue diagnosticar precocemente o câncer de pâncreas. Meu tio morreu por causa disso e fiquei pensando no que eu podia fazer. Diferentemente das mulheres com tumor de mama, as vítimas desse câncer só têm o diagnóstico muito tarde, com uma alta taxa de mortalidade. Só 5% sobrevivem.
Desenvolvi um sensor usando papel-filtro e nanotubos para detectar proteínas ligadas ao câncer rapidamente, cem vezes mais que outros testes [ver ao lado].
Ganhei o primeiro prêmio da Feira Internacional de Ciência e Engenharia (ISEF) no ano passado, no maior evento para cientistas pré-universitários, e não parei.
Depois de procurar mais de 200 cientistas e centros de estudos e ser rejeitado por todos, fui abrigado pelo Anirban Maitra, pesquisador de câncer de pâncreas da Universidade Johns Hopkins, um dos maiores centros de pesquisa no mundo.
Minha escola é normal, ninguém estava preparado para me estimular ou ajudar nas pesquisas. O ensino científico ainda é fraco e raro. Ler artigos em publicações especializadas é caríssimo.
Meu laboratório mesmo é a garagem de casa, onde meu pai tinha uma marcenaria e, desde crianças, meu irmão e eu podemos fazer mil testes e usar ferramentas que nosso pai sempre nos deu ou emprestou. Lembro de uma maquete com um rio de brinquedo onde a gente aprendeu física e como os objetos flutuam. Meu irmão mais velho ganhou prêmios científicos antes de mim.
Pouca gente da minha idade se interessa por ciência. Sou gay, contei aos meus pais e amigos quando tinha 13 anos, e quero servir de exemplo para jovens gays. Há pouca mulher, pouco gay, poucas minorias em geral fazendo ciência. É um clube de garotos heterossexuais (ri).
Nunca sofri preconceito, mas as minorias trarão outras questões, outros problemas, enriquecerão a ciência.
A mídia tem um papel enorme. Aquele seriado “The Big Bang Theory” mostra nerds e cientistas como gente antissocial, os estranhos que não sabem se relacionar. A série “Bones” é melhor, mostra que ciência é legal.
Não sou um nerd clichê. Pratico esportes, tenho amigos, não me sento escondido no canto.
Ainda não sei nem que faculdade vou cursar. Só sei que quero continuar com pesquisas. Fui procurado por quatro grandes laboratórios que querem comercializar a minha invenção. Estou vendo qual é o melhor. Depois vem uma longa fase de testes e a aprovação pela FDA [agência reguladora de remédios dos EUA]. Leva de 5 a 10 anos até poder ser comercializado.
As escolas estão atrasadas em estimular a ciência. Encontrei vários estudantes brasileiros nas feiras de que participei. O “Team Brazil” era bem animado. Eles têm bastante apoio por lá?