13.586 – Mega Retrô – Comercial Antigo “Se essa Onda Pega”


O Ano era 1987 e a Globo usou a criatividade para chamar a atenção do público.
Uma vez que a criatividade humana não se limita exclusivamente ao campo da literatura, anomalias sintáticas podem ser encontradas em outras formas de comunicação, isso é notório nesse comercial da Globo “Pegue essa onda, essa onda pega”.
A metáfora poética ajuda a vender a mercadoria apregoada.

13.401 – Mega Polêmica na Teledramarturgia – Namorada homenageia Carol Duarte pela virada de Ivana


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Não foram apenas os colegas de elenco que congratularam a atriz Carol Duarte pelas cenas em que Ivana revela à família ser transexual e corta os cabelos, num ritual de libertação. “Ela mostrou um pouquinho da força que tem! Porque ela tem muita força. Força, doçura e coragem”, escreveu no Instagram a geógrafa Aline Klein, namorada da atriz da novela A Força do Querer. “Pula, Caru, se joga que a vida é curta, e você tem muito a dizer. Pula que o mundo é grande! Eu vou estar aqui!”, continua a legenda de uma foto em que Carol Duarte aparece de cabelo curto, o novo visual de Ivana, que vai passar a se chamar Ivan na trama de Gloria Perez.
Carol Duarte e Aline Klein namoram há mais de dois anos, e aparecem juntas em diversas fotos do perfil mantido pela geógrafa no Instagram.

 

☻Mega Opinião

Alguns setores da sociedade vem tentando influenciar a opinião pública em prol de homo e bissexualismo, transexualismo, lesbianismo e travestismo como sendo práticas naturais, comuns e devem ser aceitas normalmente por uma questão de liberdade individual. Nós do ☻Mega longe de sermos conservadores, acreditamos que todos devem ser respeitados como cidadãos independente de sua escolha sexual, mas não venha a mídia querer nos fazer engolir goela abaixo essas práticas como sendo “naturais”. Pra mim são anomalias.

 

13.240 – Cinema – Ator e diretor Nelson Xavier morre aos 75 anos em Minas Gerais


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O ator Nelson Xavier morreu aos 75 anos na madrugada desta quarta (10 de maio de 2017), em Uberlândia (Minas Gerais), em decorrência de um câncer.
Nascido em São Paulo em 1941, Nelson Agostini Xavier tinha uma carreira quase 60 anos na TV, no cinema e no teatro.
Ele integrou o Teatro de Arena, os Seminários de Dramaturgia e o MCP (Movimento de Cultura Popular de Recife) e, na década de 1960, destacou-se como ator nos espetáculos “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, em 1967, e “Navalha na Carne”, em 1968, ao lado de Tônia Carrero – ambos textos de autoria de Plínio Marcos, sob direção de Fauzi Arap.
No início da carreira, atuou em peças como “Eles Não Usam Black-tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, e “Chapetuba Futebol Clube” (1959) —no qual criou o papel de Maranhão—, de Oduvaldo Vianna Filho.
Na década de 1950 foi revisor da revista “Visão”, emprego conseguido por meio do futuro cineasta Eduardo Coutinho —com quem viria a trabalhar em “O ABC do Amor (1967). Na publicação, ele também escreveu críticas de cinema e de teatro.
No Recife, participou em 1962 das atividades do MCP (Movimento de Cultura Popular), para o qual dirigiu sua primeira peça, “Julgamento em Novo Sol”, e criou um seminário de dramaturgia, inserindo o teatro em cursos de alfabetização, debates comunitários e comícios políticos.

De Lampião a Chico Xavier

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Xavier passou a trabalhar no cinema a partir da década de 1960, quando a sede da UNE no Rio, onde ele fazia ensaios periódicos para uma peça, foi incendiada logo após o golpe militar de 31 de março de 1964, e com as consequentes dificuldades impostas pela censura ao teatro político.
No cinema, trabalhou com diretores como Domingos de Oliveira, Ruy Guerra e Bruno Barreto; integrou o elenco de filmes como “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Barreto, e “A Queda”, de Guerra, que lhe rendeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1978.
Em 2010 protagonizou a cinebiografia sobre Chico Xavier em filme de Daniel Filho que leva o nome do médium.
Premiado como melhor ator no Festival do Rio em 2016, Nelson Xavier interpreta em “Comeback”, filme que estreia no próximo dia 25, personagem que, enquanto planeja seu retorno ao crime, se vira tentando emplacar máquinas caça-níqueis em botecos suburbanos e se envolve em situações tragicômicas.
O corpo do ator será levado ao Rio de Janeiro, onde deve ser cremado nesta quinta (11).
Nelson Xavier deixa a mulher e quatro filhos —Tereza Villela Xavier, uma das filhas do ator, lamentou a morte do pai em seu perfil na rede social.

13.114 – Teledramarturgia – Atriz Maria Cláudia


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Nascida no Rio de Janeiro dia 09 de outubro de 1949, filha única, Maria Claudia desde pequena já mostrava veia artística: fazia ballet, teatro e era fotografada para revistas.
A carreira profissional de Maria Claudia começou em 1969, na extinta TV Rio, como apresentadora do “Telejornal Pirelli”, com Luís Jatobá e Cid Moreira. No “Telejornal Pirelli” trabalhava como entrevistadora e apresentadora.
Na TV Globo, para onde foi no final de 1969, Maria Claudia começou apresentando programas como o “Festival Internacional da Canção” (1970-71) e “Alô Brasil, Aquele Abraço” (com José Augusto Branco, Arlete Sales, Lucio Mauro, entre outros).
Em seguida trabalhou em novelas, atuou em minisséries, filmes de grandes diretores brasileiros e muitas peças de teatro. Na maior parte, era protagonista. Além de atriz, apresentadora e entrevistadora, Maria Claudia também foi produtora dos seguintes espetáculos de teatro: “Réquiem para uma Negra”, “Fantoches” e “Jango”.
Participou de vários programas e especiais em diversas emissoras de TV. Foi capa de muitas revistas, e eleita uma das mulheres mais bonitas do Brasil durante os anos 70. É casada desde 1976 com o filósofo, escritor, jornalista e roteirista Luiz Carlos Maciel.
Cláudia, ainda hoje, gosta de posar para fotos com um crucifixo italiano de pedras verdes. O talismã dado por sua mãe é o acessório que a atriz usava na época em que sua imagem estava nas principais revistas do país.
Aos 57 anos, ela volta a usar o objeto da sorte ao falar dos novos trabalhos: um papel em “Caminhos do coração”, trama de Tiago Santiago que começa no próximo dia 28, na Record, e a peça “Lembranças de um sonho”, que estréia nesta quinta-feira, no Teatro Glória. Antes que o público comemore a “volta” de Maria Cláudia, a atriz – que ainda conserva a beleza que a fez famosa na década de 70 – afirma que nunca desistiu da carreira.
Em 2005, ela participou da bem-sucedida versão de “A escrava Isaura” na mesma Record.
As pessoas dizem que parei porque eu não estou na Globo – afirma ela, que não sabe dizer por que ficou tanto tempo afastada dos folhetins.
– Não pintou mais convite, mas não sei o motivo. Tenho, inclusive, o maior carinho por todos na Globo. Mas, como não me chamavam, e pedra que não rola cria limo, pensei que estava na hora de correr perigo. Nascer, viver e morrer no mesmo lugar é muito limitador – diz a atriz, que deixou a TV Globo em 1992, depois de participar de “Deus nos acuda”, de Sílvio de Abreu.
Depois de sete anos de tratamento para curar um problema nas cordas vocais, que lhe tirou a voz no réveillon de 1984 para 1985, a atriz não conseguiu se livrar totalmente da rouquidão. Mas não acha que isso tenha atrapalhado sua carreira.
– Eu voltei com a voz rouca, mas tem tanta atriz assim, né? – pergunta ela, para, em seguida, dar uma sonora gargalhada. – Não sou o tipo de pessoa que fica chateada e magoada. Achei que a vida estava me colocando para fazer mais teatro.
Acredito em desígnios. E aprendi que as portas se fecham, mas também se abrem. Quem fica magoada fica com a energia estagnada. Não quero raiva, mágoa, esses sentimentos dentro de mim. Quando eles aparecem, eu falo: “Xô, xô, vai embora, vai para o fundo do mar sagrado” – diz a atriz, apontando para a janela de seu apartamento, no Leblon, pertinho da praia.
Embora tente manter o bom humor, a doença nas cordas vocais é um assunto que ela gostaria de ver encerrado.
– Parece que virou um estigma – lamenta. – Disseram-me que foi câncer, mas eu só sei que eu perdi meu pai, minha melhor amiga, que eu considerava uma irmã de sangue, e minha mãe, um depois do outro. Minha mãe morreu em 28 de agosto de 1984. Pensei que fosse a última perda, mas no réveillon daquele ano fiquei sem a voz. E era tudo emocional. Afinal, tinha perdido tudo o que eu tinha na minha vida. Sou filha única. Fiquei sozinha.
Depois de muitas injeções, consultas em São Paulo e cirurgias, inclusive espirituais, ela não sabe dizer o que a curou. Diz que a voz voltou quando teve de voltar, porque acredita que “tudo tem o seu tempo”.

12.818 – Teledramarturgia – Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos


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Do site G1 para o Mega

Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco, que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas. Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Ele gravou cenas da novela na parte da manhã. Após o término da gravação, o ator almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.
Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.
A atriz descreveu o acidente para a polícia. Segundo ela, os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio.
Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou Domingos. Eles nadaram de volta para a pedra, Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou de volta para água.
Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores ajudaram nas buscas. Por volta das 20h40, o corpo de Domingos estava dentro de um barco na margem do rio –uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) saiu de Aracaju rumo a Canindé de São Francisco.
Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).
Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local com privacidade. “Eles acharam que era seguro, mas na verdade era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, contou ele.
Começo no teatro e no circo
O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes.
Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encatado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012), seu primeiro protagonista.
Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e o João Miguel de “Sete Vidas (2015).
Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.
Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.
Em entrevista a Ana Maria Braga no “Mais Você”, exibida pela TV Globo no último dia 7 de setembro, Domingos falou sobre as cenas gravadas no rio São Francisco. “Quando você chega no primeiro dia de gravação e dá um mergulho, está batizado para o resto da vida. O sertão é um lugar incrível e precisa ser conhecido”, disse Montagner.

12.684 – Teledramarturgia – O Ator Marcos Paulo


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Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.
Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.

12.683 – Teledramarturgia – O Ator Sérgio Cardoso


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Sérgio Fonseca de Mattos Cardoso, mais conhecido como Sérgio Cardoso (Belém, 15 de março de 1925 — Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1972), foi um ator brasileiro.
Formou-se em Direito no Rio de Janeiro e sonhava com o Itamarati, queria ser diplomata. Despertou para o teatro ao conhecer o Teatro Universitário do Rio de Janeiro, e sua estreia foi no papel-título de Hamlet, de Shakespeare. O sucesso foi tão grande que contribuiu para sua decisão de seguir a carreira de ator. Foi para o Teatro Brasileiro de Comédia, de São Paulo, onde fez peças importantes, como: Entre Quatro Paredes, A Ópera dos Três Vinténs, Do Mundo Nada se Leva, Seis Personagens à Procura de um Autor, Convite ao Baile, A Falecida, A Raposa e as Uvas e A Ceia dos Cardeais.
Em 1949 fundou sua própria companhia teatral, o Teatro dos Doze, em sociedade com a atriz Nydia Lícia, com quem foi casado e teve uma filha, Silvia.
Na TV Tupi, Sérgio Cardoso fez várias telenovelas de sucesso: O Sorriso de Helena, O Cara Suja, O Preço de uma Vida, O Anjo e o Vagabundo, Somos Todos Irmãos e Antônio Maria — esta última escrita por Geraldo Vietri, na qual contracenou com Aracy Balabanian. Em 1968, atuou em O Santo Mestiço, novela sobre a vida de São Mantinho de Porres, além de aparecer no filme A Madona de Cedro, no papel do sacristão aleijado Pedro. Foi o protagonista de Os Herdeiros, filme de Cacá Diegues produzido entre 1968-1969.
A partir de 1969 participou de diversas novelas da TV Globo, dentre elas A Cabana do Pai Tomás, Pigmalião 70 e A Próxima Atração. O Primeiro Amor foi seu último trabalho: o ator faleceu devido a um ataque cardíaco a apenas 28 capítulos do desfecho da trama e seu personagem foi então interpretado por Leonardo Villar.
Mais de vinte mil pessoas acompanharam o enterro do ator em São Paulo. Após sua morte, houve rumores de que Sérgio havia sido enterrado vivo, fato enfaticamente negado por parentes e amigos.
No local onde ele fundou a companhia de teatro, no bairro da Bela Vista, hoje existe o Teatro Sérgio Cardoso

Um pouco mais:
Uma das lendas mais famosas dos anos 1970 envolveu a morte do ator Sérgio Cardoso. Um dos grandes nomes do teatro e da televisão brasileira nos anos 1950 e 1960, ele morreu em consequência de um ataque cardíaco no dia 18 de agosto de 1972, no Rio de Janeiro, aos 47 anos.
A morte do ator comoveu todo o Brasil. Mais de 15 mil pessoas, de acordo com reportagens da época, compareceram ao enterro no cemitério São João Batista. Pouco tempo depois, surgiu um boato, repercutido em toda a mídia brasileira, de que o ator sofria de catalepsia, uma doença rara que deixa os membros rígidos por horas, como se a pessoa estivesse morta. Por causa da doença, Sérgio Cardoso teria sido enterrado vivo.
A história dizia que a família teria pedido que o corpo fosse exumado. Ao abrir o caixão, Sérgio Cardoso estaria virado de bruços, com arranhões no rosto. O fato sempre foi negado pelos familiares do ator. Durante muitos anos a lenda foi contada, com diferentes versões, causando medo principalmente em familiares de pessoas vítimas de ataques cardíacos.
Além de diversos papeis marcantes no teatro, Cardoso fez muito sucesso na novela Antônio Maria, da Rede Tupi, em 1968. Na Globo, protagonizou A Cabana do Pai Tomás, em 1969; Pigmalião 70, em 1970: e A Próxima Atração, em 1971.
Quando morreu, vivia o professor viúvo Luciano em O Primeiro Amor, novela das 19h da Rede Globo. Faltavam apenas 28 capítulos para o desfecho da trama. Ele teve que ser substituído por Leonardo Villar, que entrou em cena após um texto lido por Paulo José.
Catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam moles, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação.
No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica. Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje pois já existem equipamentos tecnológicos que, quando corretamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.
O estado de morte aparente pode surgir em casos de asfixia, intoxicação, soterramento, afogamento, enfarte fulminante ou hipotermia.
Nem a falta de respiração ou batimentos cardíacos significa, necessariamente, ausência de vida. Místicos e faquires indianos que praticam a postura Khé-chari-mudra (suspensão da respiração perceptível) permanecem muitas horas nesse estado. Também na índia, cardiologistas descobriram que certas posições iogas permitem paralisar o coração.
Um exame confiável para reduzir as chances de erro é a realização de exames com eletrocardiograma e eletroencefalograma.
No Vietnã “milhões de pessoas já foram enterradas vivas por ausência constatada dos chamados sinais vitais”, afirma o médico francês Perón Autret. Após um profundo estudo sobre a morte ele publicou na década de 70 o livro Os enterrados vivos com revelações assustadoras sobre o assunto.
Cita a estatística levantada pelo exército norte-americano durante a guerra do Vietnã. Quando os soldados mortos eram repatriados, a lei obrigava as autoridades abrirem os caixões.
Graças a isso, constatou-se que quatro por cento dos soldados aparentemente foram encaixotados vivos. Alta patente militar chegou a propor que os combatentes fossem enterrados com frascos de clorofôrmio ao alcance da mão para abreviar o sofrimento.
A causa de tanto infortúnio são ataques catalépticos mal diagnosticados.
Em séculos passados, quem “resolvesse” se levantar da tumba era tomado por vampiro e ganhava esse estigma da sociedade.
O mais célebre caso foi o de Lázaro, salvo por Jesus Cristo. Quando ele adoeceu, Jesus disse: “Esta enfermidade não é de morte”. Porém, na volta do Messias a Betânia, Lázaro, irmão de Marta e Maria, já havia sido sepultado há quatro dias. Ao saber das más notícias, pelas irmãs inconsoláveis, Jesus pediu para ser conduzido à caverna onde jazia o corpo de Lázaro. Mandou que retirassem a pedra da entrada. Gritou: “Lázaro, sai!”. E o morto saiu, ainda com as ataduras e o sudário.
Lenda urbana: Velório do ator Sérgio Cardoso
Quando se fala em casos de gente enterrada viva, o nome do ator Sérgio Cardoso está na ponta da língua. Falecido em 18 de agosto de 1972, seu corpo foi enterrado no cemitério São João Batista o enterro foi acompanhado por mais de dez mil pessoas, que choravam e gritavam.Na época surgiu uma LENDA URBANA de que Sérgio Cardoso tinha sido enterrado vivo . O boato surgiu em parte porque Sérgio Cardoso tinha “um aspecto bem disposto durante o velório”.
Segundo notícias da época, conta que Erik, o maquiador da emissora (TV GLOBO), confessou mais tarde ter caprichado em sua arte para dar vida ao rosto do falecido durante o velório.
Levantada a suspeita, nada ficou comprovado até hoje. Porém, em dezembro de 1979, uma edição do programa Fantástico colocou Sérgio Cardoso entre os exemplos dramáticos de morte aparente.
Diz ainda a LENDA URBANA, de que o corpo de Sérgio Cardoso havia sido exumado e estaria deitado de bruços no caixão. Mas uma exumação envolve uma burocracia enorme e só pode ser realizada em presença de alguém da família. Como isso foi feito e ninguém ficou sabendo?

12.054 – Teledramaturgia – A Morte da Atriz Marília Pêra


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Artistas e colegas comentaram nas redes sociais a morte da atriz, cantora e diretora Marília Pêra, que morreu no Rio de Janeiro neste sábado.
Ela estava em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. Marília se tratou recentemente de um desgaste ósseo na região lombar, que a fez se afastar do trabalho por um ano.
Marília Pêra era uma das artistas mais completas do Brasil: além de interpretar, era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas de televisão. Um dos últimos trabalhos da atriz foi sua participação na série “Pé na Cova”, da TV Globo.
A atriz, que lutava contra um câncer havia 2 anos, morreu em casa, ao lado da família. Ela deixa os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria. O velório será no Teatro Leblon, sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 – Leblon), a partir de 13h, também neste sábado.
Marília era uma das artistas mais completas do Brasil: além de interpretar, era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas de televisão. Um dos últimos trabalhos da atriz foi sua participação na série “Pé na Cova’, da TV Globo, onde interpretava a personagem Darlene.
Marília Soares Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no bairro do Rio Comprido, no Rio. Sua primeira entrada em cena aconteceu quando ainda era bebê, fazendo figuração numa peça, informa seu perfil no Memória Globo. Aos quatro anos de idade, ela atuou com os pais no espetáculo “Medeia”. Sua irmã mais nova, Sandra Pêra, também é atriz e cantora.
Entre os 14 e os 21 anos, Marília atuou como bailarina em musicais. Quando tinha 18, viajou por Brasil e Portugal com a peça “Society em baby-doll”. Outro destaque foi “Como vencer na vida sem fazer força”, trabalhando ao lado de Procópio Ferreira, Moacyr Franco e Berta Loran.
Em 1965, Marília foi contratada pelo diretor Abdon Torres para integrar o elenco inicial da TV Globo. Nessa época, fez o papel principal das novelas “Rosinha do sobrado”, “Padre Tião” e “A moreninha”.
Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte. Na minissérie “JK”, fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Ao longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte. Na minissérie “JK”, fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Sucesso também no cinema
Ao longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, “Irma Vap”, que ficou em cartaz por mais de dez anos, com Marco Nanini e Ney Latorraca como protagonistas.
Além disso, nos palcos interpretou Carmen Miranda em diversas ocasiões – “O teu cabelo não nega” (1963), “A pequena notável” (1966), “A tribute to Carmen Miranda” (1975), apresentada em Nova York, “A Pêra da Carmem” (1986 e 1995) e “Marília Pêra canta Carmen Miranda” (2005). Outras estrelas vividas por Marília foram Dalva de Oliveira, no musical “A estrela Dalva” (1987); Maria Callas, na peça “Master Class” (1996) e a estilista “Coco Chanel”, na peça “Mademoiselle Chanel” (2004).

11.184 – Acidente Aéreo Mata Três atletas olímpicos franceses


O acidente, que envolveu integrantes de um reality show, provocou comoção na França.
A mais premiada deles é a nadadora Camille Muffat, 25, ganhadora da medalha de ouro nos 400 metros livre nas Olimpíadas de Londres-2012. Nos mesmos jogos, ganhou a prata nos 200 metros livre.
O outro atleta olímpico morto é o boxeador Alexis Vastine, 28, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 na categoria superligeiros. Quatro anos depois, foi eliminado nas quartas-de-final da mesma competição em Londres.
Também está entre os mortos a iatista Florence Arthaud, 57. Conhecida como “a pequena noiva do Atlântico”, por ter sido a primeira mulher a bater, em 1990, o recorde da travessia do Atlântico Norte à vela em 9 dias, 21 horas e 42 minutos.
Os três participavam da segunda temporada do programa “Dropped”, do canal francês TF1.
O objetivo é que eles encontrassem o mais rápido possível uma tomada, considerada pela produção do programa como símbolo da civilização. Além deles, morreram os dois pilotos argentinos e cinco membros da produção.
Segundo as autoridades argentinas, os helicópteros estavam voando em céu limpo quando subitamente chocaram no ar, a uma altura de cem metros do chão, por volta das 20h locais (mesmo horário em Brasília). Em seguida, os aparelhos pegaram fogo.
Os outros competidores do reality show estavam em solo, a centenas de metros do caminho dos helicópteros. A filmagem foi suspensa e os demais participantes voltarão nesta terça para a França.
A Aeronáutica argentina enviou técnicos à região de Villa Casteli (a 1.331 km de Buenos Aires) para investigar o acidente. Os corpos ainda não foram retirados porque os militares ainda precisam fazer a perícia no local do acidente.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) se disse comovido com a notícia e decretou três dias de luto na sede do organismo, em Lausanne, na Suíça. Durante este período, as bandeiras olímpicas serão hasteadas a meio mastro.
Esta é a segunda vez que mortes ocorrem em reality shows do canal. Em 2013, um competidor do programa de resistência “Koh-Lanta” morreu em uma das provas após reclamar de dores no coração. Diante da morte, o médico responsável pelos cuidados dos participantes se suicidou.

11.004 – Neil deGrasse Tyson, o Apresentador do Remake da Série Cosmos


Série Cosmos Remake
Série Cosmos Remake

Nascido a 5 de outubro de 1958,é um divulgador científico e astrofísico dos Estados Unidos. É atualmente o Diretor Frederick P. Rose do Planetário Hayden no Centro Rose para a Terra e o Espaço e investigador associado do departamento de astrofísica no Museu Americano de História Natural. De 2006 a 2011 foi apresentador do programa de televisão de educação científica NOVA scienceNOW, no canal de televisão PBS, e tem sido um convidado frequente dos programas The Daily Show, The Colbert Report, Real Time with Bill Maher e Jeopardy!
Neil deGrasse Tyson criticou James Cameron por este ter colocado o céu noturno errado numa das cenas finais do filme Titanic, exibido em 1997. Tyson enviou um e-mail a Cameron “um tanto quanto sarcástico dizendo que, em 1912, naquela época do ano, naquela posição no Atlântico, quando Rose (Kate Winslet) olhava as estrelas, aquele não é o céu estrelado que ela teria visto.” James Cameron acabou por corrigir o erro na reedição 3D do Titanic em 2012. Esta foi uma das poucas alterações que o realizador teria feito.

10.932 – Globo Retira “tema da S.Silvestre” do comercial


s silvestre 2014

Após algumas décadas adotando o tema do filme “Carruagens de Fogo”, um tradicional clássico, como tema do comercial da corrida de S.Silvestre, o último grande evento esportivo do ano, a Rede Globo retita o tema do comercial sem se pronunciar sobre o fato. Estima-se que tenha tido problemas com os direitos autorais.
De qualquer forma, aquela “magia de fim de ano” acaba empobrecida com a retirada de um tema que ficou marcado na história do evento.
Mais sobre a São Silvestre
A Prova Pedestre denominada “90ª CORRIDA INTERNACIONAL DE SÃO SILVESTRE”, instituída pelo jornalista Cásper Líbero, doravante denominada EVENTO, será realizada no dia 31 de dezembro de 2014, na cidade de São Paulo, na distância de 15 km, com a participação de PESSOAS DE AMBOS OS SEXOS devidamente inscritas, doravante denominados ATLETAS, independentemente da condição climática.
A Corrida Internacional de São Silvestre é uma realização e propriedade da Fundação Cásper Líbero/FCL, e promovida pela Gazeta Esportiva.net com apoio da Rede Globo de Televisão que é PARCEIRA da FCL na promoção e transmissão da prova. A ORGANIZAÇÃO técnica e entrega de “kits” serão feitas por empresas especializadas.

As inscrições são realizadas EXCLUSIVAMENTE pela FCL no site http://www.saosilvestre.com.br que será responsável pelo recebimento, administração e eventuais reembolsos, quando solicitado, das mesmas.

O EVENTO terá a LARGADA na Avenida Paulista, próximo a Rua Frei Caneca e CHEGADA à mesma Avenida Paulista, nº 900 em frente ao Edifício Cásper Líbero, conforme o percurso detalhado divulgado no site do EVENTO.

O início do EVENTO está previsto para os horários abaixo relacionados, que serão confirmados na entrega do kit, conforme a categoria do ATLETA. Confira:
a. Para a corrida;

– Categoria ATLETAS Cadeirantes (Feminino e Masculino);
LARGADA: a partir das 7h45min em pelotão único.

– Categorias ATLETAS com Deficiência: DEV = Deficiente Visual / AMP = Amputados de Membros Inferiores / DMAI = Deficiente Andante Membro Inferior / DI = Deficientes Intelectuais / DMS = Deficientes Membros Superiores / DAU = Deficientes Auditivos.
LARGADA: a partir das 9h00min em pelotão único.

– Categoria ATLETAS de ELITE A/B (Feminino);
LARGADA: a partir das 8h40min em pelotão único.

– Categorias ATLETAS de ELITE A/B (Masculino);
LARGADA: a partir das 9h00min em pelotão único.

– Categoria ATLETAS Geral (Feminino e Masculino);
LARGADA: a partir das 9h00min em pelotão único.

* Caso prevaleçam os horários acima, os mesmos poderão variar entre 7 minutos a mais ou a menos.
Até a data do EVENTO também poderão ser realizados ajustes de percurso com objetivo de melhorias técnicas e atendimento às necessidades da cidade e órgãos públicos competentes mantendo a LARGADA e CHEGADA aos locais acima descritos.
A ORGANIZAÇÃO solicita extrema atenção às chamadas do sistema de som na área de LARGADA para eventuais ajustes nos respectivos horários.
Quem foi São Silvestre?
São Silvestre I foi Papa entre 31 de Janeiro de 314 até 31 de dezembro de 335, durante o reinado do imperador romano Constantino I, que determinou o fim da perseguição aos cristãos, iniciando-se a Paz na Igreja. Silvestre I foi um dos primeiros santos canonizados sem ter sofrido o martírio. Festa em 31 de Dezembro.
Atribui-se em geral a conversão de Constantino a uma visão que terá tido antes da batalha da ponte de Milvius (312). Mas a tradição medieval, também teria dito que o imperador teria lepra incurável, e logo que Silvestre o batizou por imersão numa piscina ficou imediatamente curado. Esta versão porém não tem fundamento, pois sabe-se que Constantino foi batizado ao fim de sua vida, com a intenção de perdoar seus pecados, por Eusébio, bispo de Nicomédia.

10.904 – Mega Retrospectiva 2014


Mortes de Famosos
O ator mexicano Roberto Gomez Bolaños, criador do personagem Chaves, e protagonista de série homônima, morreu aos 85 anos, em novembro.

O empresário Samuel Klein, que morreu aos 91 anos, foi o fundador da Casas Bahia, uma das maiores varejistas do país, posa para retrato em uma de suas lojas.

O estilista Oscar de La Renta, que morreu aos 82 anos, durante evento em Nova York. Estilista tornou-se famoso por assinar figurinos de Hillary Clinton.

O Pré-candidato à Presidência da República Eduardo Campos em evento com empresários. Ele morreu em trágico acidente envolvendo avião de pequeno porte, aos 49 anos.

Robim Williams
Robim Williams

O ator Robin Williams, vencedor do Oscar por “Gênio Indomável” e ator de filmes como “Patch Adams” e “Sociedade dos Poetas Mortos”, foi encontrado morto em sua casa em agosto de 2014 vítima de enforcamento, aos 63 anos.

antonio erminio livro

O empresário Antônio Ermírio de Moraes em seu escritório. Empresário foi o fundador do grupo Votarantim e morreu em consequência de problemas cardíacos, aos 86 anos.

O escritor Ariano Suassuna, autor de obras com “Auto da Compadecida” e “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”, foi membro da Academia Brasileira de Letras e morreu em julho, aos 87 anos.

O cantor Jair Rodrigues morreu 8 de maio de 2014, aos 75 anos, na sauna de sua casa, em Cotia, na Grande São Paulo em decorrência de um infarto agudo do miocárdio.

A vidente Mãe Dinah, durante festa de lançamento da nova MTV, na Casa Petra, em São Paulo (SP). A vidente morreu no dia 2 de maio de 2014, aos 83 anos, vítima de falência múltipla de órgãos.

Retrato de José Wilker, que morreu aos 69 anos, durante a Flip 2013, em Paraty. Atuou em filmes como “Xica da Silva” (1976) e “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976) Além da carreira como ator, foi diretor-presidente da Riofilme.

O apresentador Luciano do Valle foi um locutor esportivo, apresentador de televisão e empresário brasileiro. Narrou várias Copas do Mundo e trabalhou em emissoras como a Rede Globo, a Rede Record e a Rede Bandeirantes. Morreu em Uberlândia, no dia 19 de abril de 2014, aos 66 anos.

Ministro no Nosso Lar
Ministro no Nosso Lar

O ator brasileiro Paulo Goulart, que teve atuações televisão e no cinema, ganhando o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Morreu aos 81 anos e foi homenageado na 26º edição do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo.

A atriz Shirley Temple, morreu em 11 de Fevereiro de 2014, com 85 anos, na Califórnia (EUA), de acordo com a imprensa local.

10.847 – Mega Mídia – Lombardi, a voz mais famosa do Brasil


Falecido em 02-12-2009

É com você, Lombardi…

Ele ficou conhecido do grande público por causa da sua voz no programa do Silvio Santos, com quem trabalhou por mais de 40 anos. O rosto de Luís Lombardi Neto não era muito conhecido, porém muitos sabiam o seu nome. Ele morreu em um dia como este, no ano de 2009, em Santo André (SP), aos 69 anos. O locutor sofreu um infarto agudo e foi encontrado sem vida pela esposa, pela manhã. Silvio Santos, após saber do falecimento de seu amigo, interrompeu a gravação de um programa especial de Ano Novo, mas voltou aos trabalhos em respeito a Lombardi e à plateia.
Lombardi nasceu no dia 22 de dezembro de 1940, em São Paulo, e cresceu no bairro do Bixiga. Ele começou sua carreira de locutor na TV Paulista, atual TV Globo São Paulo, onde conheceu Silvio Santos. Depois de 15 anos, deixou a emissora para seguir com Silvio Santos, que estava abrindo a sua própria televisão. Na época de sua morte, Lombardi apresentava um programa em uma estação de rádio de Santo André.

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10.545 – Tecnologias Antigas – Iconoscópio


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Da eletricidade e da eletrônica emergiriam inventos como o telégrafo, o telefone, o gramofone, o cinema e o próprio rádio. A câmera de TV que registra uma cena, nada mais faz do que captar uma luz e traduzi-la em sinais eletromagnéticos. As lentes da câmera transportam a luz para um tubo cilíndrico chamado iconoscópio.
Em 1924 Zworykin conseguiu patentear o seu iconoscópio, um aparelho que seria essencial para a invenção do televisor. O iconoscópio foi, segundo a explicação de Zworykin, uma reprodução eletrônica do olho humano. Além dessas descobertas, Zworykin colaborou com o matemático John von Neumann num projeto de computador destinado a previsões meteorológicas.
Estudou Engenharia Eletrotécnica em 1912 no Instituto de Tecnologia de São Petersburgo, onde teve a possibilidade de trabalhar nos estudos de projeção de imagens a distância realizadas por Boris Rosing, utilizando os aparelhos de P. G. Nipkow. Depois da láurea, Zworykin foi admitido no Collège de France, onde estudou a tecnologia do raio x sob a orientação de Lengevin. Retornou à Rússia no princípio da Primeira Guerra Mundial, tendo servido ao exército por dois anos como oficial do Corpo de Telecomunicações. Imigrou para os Estados Unidos em 1919 e ano de 1920 foi admitido no Laboratório de pesquisas da Westinghouse para trabalhar em tubos de vácuo e em células fotoelétricas. No ano de 1923, Zworykin voltou a realizar pesquisas e estudos em Física na Universidade de Pittsburgh (pensilvânia), laureando-se no ano de 1926, com uma tese sobre o Desenvolvimento das Células Fotoelétricas.

10.375 – Copa de 2014 chega ao fim – Com gol na prorrogação, Alemanha bate Argentina e conquista o tetra


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A Copa do Mundo no Brasil foi decidida com uma canhota, e não foi a de Messi e nem em favor de Messi. A perna esquerda de Mario Götze deu à Alemanha seu quarto título mundial, na tarde deste domingo (13 de julho), no Maracanã, na vitória de 1 a 0 na prorrogação.
É a primeira vez que uma seleção europeia vence um Mundial disputado na América -na mão inversa, apenas o Brasil conseguiu tal façanha, em 1958. Com a quarta conquista, a Alemanha tem o mesmo número de títulos que a Itália e um a menos que o Brasil. Os alemães ganharam também em 1954, 1974 e 1990.
A Alemanha tem agora o mesmo número de troféus que a Itália, um a menos que os cinco do Brasil. A Europa se descolou da América do Sul no duelo histórico: leva vantagem de 11 a 9.
A Argentina sofreu sua terceira derrota em finais de Copa, a segunda diante dos alemães. O jejum do país vai se alongar agora a 32 anos. Em campo, o time nem ficou olhando a equipe alemã receber a taça. Caminhou de costas para saudar a torcida neste momento. Os jogadores argentinos também não permaneceram no gramado para sentir o cheiro de pólvora dos fogos de artifício –entraram no vestiário antes de os alemães desfilaram com o troféu pelo Maracanã.
Fora de campo, e depois de muito provocar os brasileiros, os argentinos tiveram de ouvir gritos de “vice-campeão” e viram Messi, eleito o melhor jogador da Copa, disputar seu terceiro Mundial sem conquistar o título que Maradona conseguiu.
Se em 1950, na outra edição disputada no Brasil, a Copa foi decidida numa arrancada do uruguaio Ghiggia pela direita, em 2014 o lance definidor saiu pela esquerda, um cruzamento que alcançou Götze na área. Atacante do Bayern de Munique e reserva da seleção alemã, o jogador de 22 anos aproveitou a bobeada de Demichelis na marcação e marcou o único gol da decisão da Copa, aos 8 min da segunda etapa da prorrogação.
Foi a senha para a explosão dos alemães num Maracanã que vinha alternando momentos de euforia e de silêncio na tarde deste domingo (13). A aparente dominação numérica dos argentinos na arquibancada não se traduziu em predomínio na torcida –os gritos de “Deutschland, Deutschland” se fizeram notar com clareza. Na tribuna estavam a presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel. A presidente argentina, Cristina Kirchner, não veio para a final.
O público vaiou quando Dilma e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, apareceram no telão após o jogo. Os torcedores também ofenderam com palavrão a presidente brasileira momentos antes de ela entregar a taça ao capitão alemão, Phillipp Lahm.
A final demarcou a oitava prorrogação desta Copa, igualando o recorde estabelecido na Itália, em 1990. Foi a sétima decisão de Mundial com prorrogação, a terceira consecutiva.
Mas não foi por falta de oportunidade que o gol não saiu no tempo normal.
A torcida argentina até pôde gritar gol no primeiro tempo, graças a Higuaín, que mandou a bola para a rede. Graças a ele, também, o grito durou apenas alguns segundos. O técnico Alejandro Sabella percebeu rápido e sinalizou com o dedo para o banco argentino: Higuaín havia dado um passo a mais e estava impedido quando receber a bola.
Já Messi deu trabalho para os alemães, mas também perdeu uma chance limpa, no começo do segundo tempo.
O astro argentino, aliás, deixou o vestiário rumo ao campo mascando chiclete, enquanto a Alemanha já engolia ali mesmo um problema de última hora, a perda de um jogador. Khedira, que estava na escalação divulgada uma hora antes do início, sentiu a panturrilha durante o aquecimento. No lugar dele entrou Kramer, 23, um dos mais inexperientes da Alemanha –estreou na seleção num amistoso contra a Polônia em maio passado. E o substituto do contundido também se machucou, numa disputa de bola, e deixou o campo ainda no primeiro tempo.
Isso não mudou a determinação alemã em reter a bola. Deixou isso bem claro já antes do jogo: no aquecimento, não só entrou em campo antes e saiu depois como já pisou no gramado aquecida –os jogadores começaram imediatamente a bater bola ao sair do túnel, enquanto os argentinos foram primeiro correr. No intervalo, os reservas ficaram em campo batendo bola; os argentinos foram todos para o vestiário. A Alemanha voltou antes para o campo.
Os alemães tiveram muito mais a bola: 60% do tempo, número que chegou a 63% na primeira etapa. Nem o tique-taque espanhol teve tamanho comando do jogo na final da Copa de 2010 (a posse de bola da Espanha foi de 57%).
A Argentina fez uma escolha bem diferente da do Brasil no jogo em que foi goleado por 7 a 1 pelos alemães. Postou-se atrás e apostou em atacar seguidamente pelo lado direito, em cima de Höwedes.
Foi um jogo duro, sobretudo na prorrogação. Schweinsteiger entrou em campo com o cabelo arrumado pelo gel e saiu com uma marca sangue no rosto, depois de uma disputa de bola na prorrogação com Agüero pouco antes do gol.
Schweinsteiger abraçou Messi depois do jogo. O argentino mal conseguiu acenar em retribuição. Depois do gol alemão, ele teve uma chance de fazer sua perna esquerda brilhar, cobrando uma falta já nos acréscimos da prorrogação. Chutou longe, muito longe.

Titans do duelo
Titans do duelo

10.360 – Mega Massacre – Brasil é goleado pela Alemanha em pleno Mineirão


Irreconhecível e totalmente dominada, principalmente no primeiro tempo, a seleção brasileira foi massacrada pela Alemanha ao ser goleada por 7 a 1, nesta terça-feira (8), no Mineirão, pela semifinal da Copa do Mundo.
Os gols alemães foram marcados por Müller, Klose, Kroos (2), Khedira e Schürrle (2). O gol anotado por Klose foi o seu 16º em Copas. Com isso, passou Ronaldo e se tornou o maior artilheiro em Mundiais. O único gol brasileiro foi feito por Oscar aos 45 minutos do segundo tempo.
Desiludida, a torcida brasileira começou a deixar o Mineirão ainda durante a etapa inicial, quando o Brasil saiu de campo perdendo por 5 a 0.
Foi a pior derrota sofrida pela seleção brasileira em sua história centenária. Antes, a maior goleada sofrida foi para o Uruguai por 6 a 0 na Copa América de 1920. O Brasil também foi a primeira seleção a sofrer cinco gols em 29 minutos de jogo em um Mundial.
A goleada sofrida foi também a primeira derrota de Felipão no comando da seleção brasileira em Mundiais. Ele venceu os sete jogos na conquista do penta em 2002 e tinha três triunfos e dois empates em 2014. Ele ainda acumulava cinco vitórias no título da Copa das Confederações-2013.
Foi também o segundo confronto entre as duas equipes em Copa. No primeiro, a seleção brasileira venceu por 2 a 0 na conquista do pentacampeonato.
Com a vitória, a Alemanha volta a disputar uma final após cair na semifinal de 2006 e 2010. O time chega a oitava final em Copas e se isola como recordista. Os alemães superaram justamente o Brasil que tem sete decisões.
Na final, o time de Joachim Löw encara o vencedor do confronto entre Argentina e Holanda, que se enfrentam na quarta-feira (9), no Itaquerão. O jogo decisivo está marcado para domingo (13), às 16h, no Maracanã.
A equipe alemã busca o tetracampeonato e tenta se igualar a Itália. Os alemães foram campeões em 1954, 1974 e 1990. Por outro lado, perderam na decisão em 1966, 1982, 1986 e 2002.
Já o Brasil vai decidir o terceiro lugar no sábado (12), às 17h, em Brasília.
No confronto contra os alemães, a seleção brasileira entrou em campo com um time que nunca jogou junto. Sem Neymar, que fraturou a terceira vértebra lombar do lado esquerdo, Felipão optou pelo atacante Bernard.
Ele ainda promoveu o retorno do volante Luiz Gustavo na vaga de Paulinho. O setor ainda teve Fernandinho e Oscar. Hulk e Fred também iniciaram a partida. A defesa teve Dante no lugar de Thiago Silva, suspenso, e Maicon no lugar de Daniel Alves.
Com essa formação, a seleção brasileira foi totalmente dominada pela Alemanha. O time brasileiro trocava passes no campo de defesa, mas não conseguia sair jogando em virtude da marcação da seleção rival. O time de Joachim Löw marcava na intermediária e esperava o melhor momento para dar o bote.
Para piorar, a equipe de Felipão tinha um buraco na frente da zaga. Com isso, os alemães chegavam com facilidade a área brasileira.
O primeiro gol alemão foi marcado aos 11 minutos em uma falha do sistema defensivo. Após cobrança de escanteio, Müller apareceu sozinho e completou de pé direito para a rede.
O gol abateu os jogadores e a Alemanha manteve sua estratégia. Aos 23 minutos, Fernandinho não conseguiu fazer o corte, a bola chegou em Klose, que chutou duas vezes para marcar o segundo alemão e o seu 16º em Copas.
No minuto seguinte, Lahm cruzou da direita, a bola passou por toda a defesa e sobrou para Kroos finalizar no canto e ampliar. Aos 26, Fernandinho perdeu a bola na intermediária, Khedira tocou para Kroos, que só completou para o gol.
Três minutos depois, Khedira roubou a bola no meio, tabelou com Özil e colocou no canto de Júlio César.
Depois de a seleção não ver a cor da bola na etapa inicial, Felipão fez duas alterações: Paulinho entrou no lugar de Fernandinho, enquanto Ramires substituiu Hulk.
Com os alemães mais relaxados, a seleção brasileira criou oportunidades e parou no goleiro Neuer. Aos 6 minutos, Oscar chutou forte e o goleiro alemão fez bela defesa. Três minutos depois, Paulinho tentou duas vezes e Neuer fez excelentes defesas.
Nos contra-ataques, os alemães eram perigosos e ampliaram o marcador. Aos 24min, após nova excelente troca de passes, Lahm cruzou rasteiro para Schürrle fazer o sexto. Dez minutos depois, Schürrle marcou o sétimo.
Felipão ainda colocou Willian no lugar de Fred, que saiu vaiado de campo. O atacante anotou apenas um gol –contra Camarões– durante os seis jogos.
Com a goleada, a torcida gritou olé e aplaudiu a seleção alemã a cada troca de passes.

10.351 – Novela “Boogie Oogie” – Teledramaturgia com trilha sonora “Disco”


Pelo menos de trilha sonora, a próxima novela das 6 da Globo está bem servida. Uma produção de época, do ano de 1978, explosão da era disco.
Com estreia marcada para o dia 4 de agosto no lugar de Meu Pedacinho de Chão na Rede Globo, a novela Boogie Oogie, escrita por Rui Vilhena, sob a direção de Gustavo Fernandez e Ricardo Waddington, apostará na tragicomédia como gênero e na inversão dos valores da protagonista e da vilã da história. Anos depois após trocar dois bebês na maternidade para se vingar do amante Fernando (Marco Ricca), que desistiu de se divorciar da esposa Carlota (Giulia Gam) por causa de uma das crianças, a garçonete Susana (Alessandra Negrini) vai se revelar como uma das protagonistas da trama e não a grande vilã, como aparentava, ao passo que a rival, a vítima, demonstrará o contrário.

10.309 – Mega de Olho na Copa – Celeste derruba a Azurra


Azurra amarela de novo e é eliminada pelo Uruguai
Azurra amarela de novo e é eliminada pelo Uruguai

Campeão da Copa do Mundo de 1950 no Brasil, o Uruguai conseguiu uma emocionante vitória por 1 a 0 sobre a Itália nesta terça-feira (24-junho), na Arena das Dunas, em Natal, pela última rodada do Grupo D, e se classificou para as oitavas de final.
Donos de quatro títulos mundiais, os italianos caíram na primeira fase pela segunda vez consecutiva. Eram os únicos que poderiam se igualar ao Brasil em número de conquistas neste Mundial.
O gol foi do zagueiro Godín, herói do título espanhol do Atlético de Madri na recém encerrada temporada e autor de outro tento na final da Liga dos Campeões da Europa.
Os italianos, que jogavam pelo empate, ficaram com um atleta a menos aos 13 min do segundo tempo, quando o volante Marchisio, que tinha a bola dominada, deu uma solada em Arévalo Ríos e foi expulso.
Ainda no final do jogo o zagueiro italiano Giorgio Chiellini e o atacante uruguaio Luis Suárez se estranharam e o europeu alegou ter sido agredido pelo rival, mostrando uma marca no ombro.
A Costa Rica, que já havia garantido uma das duas vagas, ficou com a liderança do chamado grupo da morte, após 0 a 0 com a antecipadamente eliminada Inglaterra nesta terça.
Os costa-riquenhos vão enfrentar o segundo colocado do Grupo C, formado por Colômbia, Costa do Marfim, Grécia e Japão. Os uruguaios pegarão o líder dessa chave.

10.288 – Cavalo Paraguaio – Espanha é eliminada no nocaute mais rápido de um campeão desde 1950


Na copa de 2010 queimamos a língua analisando a seleção da Espanha como um time que sempre morreu na praia, eles acabaram sendo campeões surpreendentemente em cima da Holanda. Mas hoje, provaram o que realmente são: aprendizes que não passam de importadores de jogadores, como a seleção do Japão, por exemplo.
Derrotada por 2 a 0 pelo Chile nesta quarta (18-06-2014) no Maracanã, a Espanha está fora da Copa.
Desde 1950, nunca um campeão havia sido eliminado já na segunda partida da Copa do Mundo seguinte.
Depois da primeira Copa no Brasil, outras equipes que tombaram na primeira fase ao defender um título mundial pelo menos resistiram um pouco mais do que os espanhóis, caindo apenas na terceira partida –foi o caso do Brasil em 1966, da França em 2002 e da Itália em 2010.
Antes, a Itália foi quem sofreu a pior eliminação. Doze anos após a conquista do bi, a equipe perdeu na estreia para a Suécia por 3 a 2. Em seguida, os suecos empataram com o Paraguai, o que já provocou a eliminação italiana, que só enfrentou os paraguaios para cumprir tabela. Na ocasião, a primeira fase era formada por apenas três países, e o time italiano que veio ao Brasil não tinha nada a ver com o que havia ganhado o Mundial –por causa da 2ª Guerra, a Copa ficou interrompida por 12 anos.
Num Maracanã tomado pelo vermelho das duas seleções, a Espanha teve a primazia da cor no gramado (os chilenos jogaram de branco), mas claramente perdeu na arquibancada, onde a maioria das 74 mil pessoas se mostrou pró-Chile desde o início.
A loucura da torcida chilena foi tamanha que um grupo de 90 pessoas invadiu a sala de imprensa do Maracanã e acabou detido; alguns deles chegaram até a arquibancada.
Em campo, o time foi bem mais comedido do que sua torcida. O Chile armou um esquema de três zagueiros. Tirou o meia Valdívia, do Palmeiras, e colocou Francisco Silva para reforçar a defesa.
Na Espanha, dois dos jogadores mais criticados após a estreia foram barrados: Piqué e Xavi, substituídos por Javi Martínez e Pedro.
Apesar do esquema defensivo, o Chile chegou ao primeiro gol logo aos 20min, com Vargas, evidenciando a desorientação espanhola.
No reinício do jogo, enquanto Iniesta tentava gesticular para o time, pedindo ânimo, a zaga se armava com cada um andando para um lado (Javí Martínez andava para trás, e Sérgio Ramos e Azpilicueta, para frente).
Já o segundo gol, de Aránguiz, também no primeiro tempo (43 min), expôs outro dos pilares do time esapanhol: o goleiro Casillas, que rebateu mal uma cobrança de falta. Após uma péssima estreia, o capitão do time voltou a falhar justamente no dia em que se tornou o espanhol com mais partidas em Copas (17), superando outro goleiro, Zubizarreta.
Além de gritar “eliminado” várias vezes, a torcida no Maracanã ofendeu o atacante Diego Costa, brasileiro naturalizado espanhol, nos dois tempos do jogo. Ele tomou uma grande vaia ao ser substituído por Fernando Torres.
O técnico Vicente del Bosque tentou reverter a derrota colocando Koke no lugar de Xabi Alonso. Nem assim conseguiu ressuscitar o tique-taque que havia levado os espanhóis ao título mundial. O time foi mal também nas finalizações: o volante Busquets desperdiçou um gol sozinho dentro da pequena área, após bicicleta de Diego Costa.
Foi a primeira vez que Del Bosque perdeu duas partidas seguidas desde assumiu o comando da mais vitoriosa geração espanhola, em 2008.
A goleada diante da Holanda e eliminação por mãos chilenas aumentam a lista de tombos da Espanha no Brasil. Dois outros aconteceram também no Maracanã: um 1×6 para o Brasil na Copa de 1950 e o 0x3 na final da Copa das Confederações, também diante do Brasil, no ano passado.
A última campeã mundial se despede da Copa na próxima segunda (23) em Curitiba, contra a Austrália, em jogo de dois times que perderam suas partidas.
Depois disso, os espanhóis devem começar um processo que evitaram após a Copa de 2010: renovar o time. Nunca um campeão mundial havia trazidos tantos remanescentes para defender o título (16 dos 23 convocados).