13.267 – Tour da Muamba – Ciudad del Este


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A Grande Ciudad del Este é a segunda maior aglomeração urbana do Paraguai seja em relação a população ou superfície, sendo a aglomeração da Grande Assunção a maior do país. É uma das zonas do Paraguai com maior crescimento urbano nos últimos tempos. Possui uma área de 1017 km² pertencente aos quatro municípios, sendo apenas 120 km² de fato conurbados.
No distrito de Minga Guazú, encontra-se o Aeroporto Internacional Guaraní, o segundo mais importante do país. Este terminal aéreo tem apenas como destinos as cidades de Assunção, Montevidéu e São Paulo.
O Terminal de Ônibus de Ciudad del Este está localizado próximo do Estádio Antonio Oddone Sarubbi. Este terminal oferece serviços para muitas cidades do Paraguai e também a nível Internacional.
A cidade foi fundada através de decreto em 3 de fevereiro de 1957 com o nome Puerto Flor de Lis. Logo, teve seu nome alterado para Puerto Presidente Stroessner, em homenagem ao ditador Alfredo Stroessner. Após o golpe de estado que depôs o ditador em 3 de fevereiro de 1989, o comando revolucionário utilizou o nome Ciudad del Este. Nos dias posteriores, através de plebiscito, os cidadãos elegeram e confirmaram o nome de Ciudad del Este.
A cidade faz parte de um triângulo internacional conhecido na região como Tríplice Fronteira, que envolve também Foz do Iguaçu, no estado brasileiro do Paraná, e Puerto Iguazú, na província argentina de Misiones. As três cidades são separadas umas das outras pelo Rio Paraná e pelo Rio Iguaçu.
Com uma aglomeração urbana de 387 mil habitantes (2010), Ciudad del Leste é a segunda cidade mais populosa do Paraguai, ficando apenas atrás da capital Assunção, que tem 742 mil habitantes. Inúmeros brasileiros trabalham ilegalmente nessa cidadeː quase 50 mil.
A cidade é responsável por 10% do produto interno bruto paraguaio, que é de 3 bilhões de dólares estadunidenses. É a terceira maior zona franca de comércio do mundo (após Miami e Hong Kong). Seus clientes são, na maioria, brasileiros, paraguaios e coreanos atraídos pelos baixos preços dos produtos ali vendidos. Além disso, a cidade é o quartel-general da Itaipu Binacional, juntamente com Foz do Iguaçu, no Brasil. A venda de eletricidade da usina hidrelétrica de Itaipu para o Brasil gera mais de trezentos milhões de dólares estadunidenses de renda anual para o país.
O turismo de Ciudad del Este é caracterizado pelo turismo de compras, porém a cidade possui, também, atrativos turísticos que fogem a este padrão. A 20 quilômetros ao norte, em Hernandarias, se encontra a represa de Itaipú, que pode ser contemplada pelo lado paraguaio. A 8 quilômetros ao sul, se encontram os Saltos del Monday. A 26 quilômetros ao sul, está localizado o Monumento Científico Moisés Bertoni. O parque de Acaray oferece hospedagem aos visitantes. O lago de la República, que se encontra no centro da cidade, é um espaço de recreação rodeado pela vegetação. A Catedral de San Blás assemelha-se à forma de um barco e foi construída em 1964 com esculturas de pedra. O museu “El Mensú” foi o primeiro espaço destinado para reunir os mais diversos objetos que representam a história, cultura e tradição da cidade, tendo peças da época da fundação da cidade e utensílios de indígenas da região.
A temperatura média anual é de 21 °C, a máxima atinge 38 °C, e a mínima 0 °C. O maior montante anual de precipitação ocorre na região do Alto Paraná, terra do nevoeiro, do orvalho e do inverno permanente. Ciudad del Este tem um clima subtropical continental. No inverno de 1982, nevou pela segunda vez no Paraguai. Em novembro-dezembro de 2009, ocorreram quatro princípios de tornados, mas nunca estabelecidos em sua totalidade (é normal ver vórtices menores sobre o rio Paraná).

13.257 – Motociclismo – A rara e lendária moto Pope


moto pope

Hoje são motos para colecionadores, muito raras e caras.

Pope Manufacturing Company foi fundada por Albert Augustus Pope por volta de 1876 em Boston, Massachusetts, e incorporada em Connecticut em 1877. A fabricação de bicicletas começou em 1878 em Hartford , Connecticut, na Weed Sewing Machine Company. Pope fabricava bicicletas, motocicletas e automóveis .
Albert Pope começou a anunciar bicicletas inglesas importadas para venda em março de 1878. Seu investimento inicial na Companhia de Manufatura Pope foi de US $ 3.000 (USD), ou vale cerca de US $ 125.000 no início do século XXI. Ele investiu cerca de US $ 4.000 em 1878 para importar cerca de cinquenta bicicletas inglesas. Em maio de 1878, ele se encontrou com George Fairfield, presidente da Weed Sewing Machine Company. Albert Pope estava investigando sobre a fabricação de sua própria marca de bicicletas, propondo um contrato com Weed para construir cinqüenta bicicletas em sua fábrica em Hartford , Connecticut, em nome de Pope Manufacturing.
Em setembro de 1878, Weed Sewing Machine Company construiu a última das cinqüenta bicicletas sob o primeiro contrato.
Começou a fabricar bicicletas motorizadas em 1902 e continuou com motocicletas até 1918.
Os mopeds de Columbia eram os primeiros mopeds montados nunca nos Estados Unidos, mesmo que o motor e algumas peças fossem terceirizados. Os quadros tubulares, assentos, pára-lamas, rodas, hubs, freios, montagem da forquilha dianteira, faróis e chicotes de fios foram feitos nos Estados Unidos.
A maioria dos ciclomotores Columbia foram alimentados com um 47cc Sachs 505 / 1A, embora alguns foram alimentados por um motor Solo. Mesmo que o motor Sachs 505 / 1A é projetado para freios traseiros, Columbia escolheu usar uma alavanca de mão Magura e cabo para o freio traseiro.

13.242 – Mega Memória – Comercial do Sujismundo: Povo Desenvolvido é Povo Limpo


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O Sujismundo surgiu em 1972, quando o governo militar incentivava e patrocinava campanhas educativas, nos moldes de “Brasil, ame-o ou deixe-o”, “Este é um país que vai pra frente” e “Ninguém segura este país”. O personagem fazia parte justamente deste conceito. Nos comerciais, em animação, ele mostrava seus maus hábitos (como jogar lixo no chão ou espalhar objetos pelo escritório) e acabava punido.
O personagem foi ao ar em setembro de 1972, numa série de quatro filmetes, que variavam entre 60 e 90 segundos de duração, e eram exibidos na TV e no cinema. Também foram produzidos cartazes e jingles. A campanha foi retirada do ar em novembro do mesmo ano. Em 1973, Sujismundo voltou, na companhia de Sujismundinho, uma criança que abandonava os maus hábitos dos adultos mais rapidamente.

13.237 – Automobilismo – Se a tecnologia da F-1 vai para as ruas, por que os carros não rodam com pneus carecas?


O pneu slick da F-1 é liso para ter mais contato com o solo.
Embora seja “careca”, ele é feito com borracha especial que adere mais ao asfalto. Além disso, o slick só roda bem em piso limpo e seco. Se tiver água ou poeira na pista, o atrito do carro com o solo vai para o espaço.
As ranhuras dos pneus dos carros de passeio são fundamentais para evitar derrapagens no seco ou no molhado.

13.194 – Qual o café mais forte do mundo?


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O International Food Information Council recomenda uma ingestão diária de cafeína de 300 mg, enquanto a FDA acredita que o mais correto seja o consumo de 400 mg.
Mas apenas um copo de 354 ml deste grão contém 702 mg de cafeína, o que é capaz de mantê-lo acordado durante a noite,acarretando em alguns problemas de saúde. O Black Insomnia foi fundado em 2016 por Sean Kristafor, da África do Sul, que tinha o objetivo de criar o café mais forte do mundo.Ele conseguiu, usando a variedade mais forte, em vez do arábica mais aromático. O segredo para seu alto teor de cafeína está na maneira que os grãos de café são torrados, mas Kristafor não revelou o processo.
Lançada em junho do ano passado, a Black Insomnia estava disponível apenas em alguns cafés na Cidade do Cabo, na África do Sul, mas foi tão bem-sucedido que, em outubro, a marca já havia se expandido para 22 países ao redor do mundo, e estava presente até mesmo em sites como a Amazon. A empresa alega que vende de cinco a seis toneladas de seu café Black Insomnia a cada mês.
Como esta afirmação é ousada, Sean Kristafor enviou amostras para um laboratório suíço, onde foi testado – usando cromatografia líquida. O resultado mostrou um teor de cafeína de 17,5 gramas por quilogramas – o mais forte da lista. Em comparação, Death Wish, o que anteriormente era considerado o “café mais forte do mundo”, saiu com 13,2 gramas de cafeína por quilo durante os testes. WodFee, uma mistura de café com cafeína adicionada, tinha 13,8 gramas por quilo. Um quilo de café torrado escuro do Starbucks tem apenas 5 a 6 gramas de cafeína.
O café é tão forte que foi colocado na lista de “mais perigosos produtos cafeinados”,suficiente para causar palpitações em pessoas com arritmias ou aqueles com uma baixa tolerância cafeína. Altas doses de cafeína também são conhecidas por causarem tremores, nervosismo e insônia.
O café mais forte também aumenta a tolerância do seu corpo à cafeína, disse Dr.ª Sharonne N. Hayes, M.D., cardiologista na Mayo Clinic e professora de doenças cardiovasculares, em entrevista à TODAY.com. “Você vai ganhar uma maior tolerância à cafeína por causa da vasoconstrição“.

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[ Oddity Central ]

13.188 – Veterinária – Gatos: Por que tanto barulho no acasalamento?


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As gatas começam a miar em alto volume já quando entram no cio para chamar atenção dos machos.Mas, essa gritaria toda tem um motivo. Alguns gatos que não foram castrados possuem o órgão genital espinhoso e isso acaba fazendo com que a gata sinta muita dor.
A função desses espinhos ainda não é muito clara, mas pensa-se que sirvam para estimular a ovulação de suas parceiras.Portanto, os espinhos podem desempenhar um papel importante na fecundação e reprodução desses animais. Quando acontece de um gato ser castrado ainda muito jovem os espinhos não se desenvolvem completamente, pois eles se formam a partir de estímulos hormonais.

13.166 – Curiosidades – Por que o jogo da velha tem esse nome?


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Os primórdios do jogo remontam à Antiguidade, embora esse não fosse o nome usado naquela época. A expressão brasileira deriva de um costume de idosas britânicas.
No século 19, era comum as senhoras se reunirem para jogar noughts and crosses (zeros e cruzes) enquanto bordavam e conversavam. Foi assim que o passatempo virou “jogo das velhas” e depois simplificado para “jogo da velha”. Mas também pode chamar de cerquilha, jogo do galo ou tic-tac-toe.

13.165 – Por que no Brasil os gatos “têm” sete vidas e nos EUA, nove?


A expressão, que simboliza a forte imunidade e a agilidade dos bichanos, vem da cultura árabe, que influenciou Portugal e parou aqui.
As vidas extras dos gatos americanos também são coisa de colonizador. Um antigo mito de povos ancestrais dos ingleses refere-se a um gato que entrou numa casa com nove crianças e devorou nove peixes sobre a mesa. As crianças morreram de fome e o gato morreu por comer demais. Chegando ao paraíso, o gato foi punido: precisaria morrer nove vezes até poder entrar.

13.164 – Quantas igrejas de Nossa Senhora Aparecida existem no Brasil?


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São 149 igrejas dedicadas à santa que representa Maria. A maioria, 104 delas, é nomeada Nossa Senhora Aparecida mesmo. Outras 14 são dedicadas a Nossa Senhora da Conceição Aparecida (versão estendida do nome da santa).
E há ainda outras variações: 13 delas estão registradas como “Aparecida de” algum lugar (Restinga, Taquaralto etc.) e nove são dedicadas a mais de um santo, como a Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santa Catarina de Sena.
Por fim, existem quatro congregações que estão no processo de se tornar paróquias, uma catedral, três santuários e uma Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida. Ave.

13.163 – Cabeça de porco é realmente proibida na linguiça?


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A proibição até existe, mas só se refere ao uso do cérebro e de glândulas – não só as da cabeça, mas do corpo todo – pela indústria de alimentos. O decreto federal que regulamenta isso é de 1952 e foi criado para evitar problemas de saúde decorrentes da manipulação de partes potencialmente infecciosas. Contudo, nada impede que a indústria brasileira exporte glândulas para mercados que permitam o processamento dessas partes.
Segundo Pedro Eduardo de Felício, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, “não há nada que iniba o uso das carnes da cabeça do porco em embutidos. E nem perigo à saúde quando ela é processada de modo correto. O que existe é uma normativa, desde 2000, que indica a porcentagem de matérias-primas para cada tipo de embutido.”
Inclusive, algumas partes da cabeça são consideradas iguarias gastronômicas. Na Itália, por exemplo, a carne da bochecha é curada no sal e na pimenta-do-reino para dar origem ao guanciale – um tipo de bacon não defumado.

13.157 – Por que a aliança de casamento é usada na mão esquerda?


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Aliança não é cotoco

 

O costume surgiu na Grécia antiga, e bombou com os romanos.
Tudo porque acreditava-se que uma veia do dedo anelar esquerdo dava direto no coração – dado que a anatomia atual desmitificou. Era a vena amoris (“veia do amor” em latim).
Mas a convenção não é universal: cristãos ortodoxos, numerosos na Grécia e no leste europeu, usam a aliança na mão direita.

13.156 – Como surgiu o CPF? O primeiro documento foi o 000.000.000-1?


O primeiro Cadastro de Pessoas Físicas, o CPF, surgiu em 1968. Ele foi criado para reunir informações detalhadas sobre as pessoas físicas, obrigadas a apresentar declaração de rendimentos e bens.
E, não, o primeiro não era 000.000.000-1. Cada CPF é feito a partir de duas séries de números que codificam vários dados da pessoa, como a cidade em que vive. Combinadas, as séries geram um número único. A lógica usada permite que ele seja verificado como válido ou não automaticamente, por meio de uma fórmula.

Número incrível
180 milhões é o número de CPFs na base de dados da Receita Federal.
Outro dado relevante sem nenhuma ligação
180 milhões de dólares foram pagos pela tela As Mulheres de Argel, de Pablo Picasso, a mais cara já leiloada.

13.155 – Por que as medidas nos EUA são polegadas, jardas, milhas e libras? Isso só existe lá?


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Os americanos não vão com a cara do sistema métrico desde o século 19, principalmente para posar de país soberano, que não se submete a normas internacionais. Nessa época, o metro e o quilo foram até reconhecidos legalmente por lá, mas, na prática, a população não dá a mínima.
Em 1960, o Sistema Internacional de Medidas (SI), uma evolução do sistema métrico, foi adotado por centenas de países, mas os EUA continuaram com pés, milhas e outras unidades de medida, herdados da Inglaterra, que por sua vez os herdou de romanos e anglo-saxões.
Uma das justificativas para a não adesão dos EUA é o custo para a indústria se adaptar. Além dos States, só Libéria e Mianmar ainda não adotaram oficialmente o SI – e este último já está se preparando para fazê-lo.

13.154 – Por que tantos zíperes têm a inscrição YKK?


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A sigla é para Yoshida Kogyo Kabushikikaisha, algo como “Companhia Manufatureira Yoshida” em japonês.
O negócio bombou porque o fundador, seu Yoshida, criou máquinas exclusivas que turbinaram a produção. A YKK fabrica metade dos zíperes do mundo: 7,2 bilhões por ano.
Outros quase monopólios
LUXOTTICA
Fabrica Ray-ban, Oakley e 80% dos óculos de sol.
AB INBEV
Faz cinco das dez cervejas mais vendidas no mundo.
SHIMANO
Domina 50% do mercado mundial de peças de bike.

13.148 – Curiosidades – De onde vem a palavra “tchau”?


Vem do italiano ciao. Este, por sua vez, vem do dialeto de Veneza, e originalmente era sciao – redução de schiavo (escravo).
Ao encontrar-se ou despedir-se de alguém, a pessoa dizia sono vostro schiavo (“sou seu escravo”), como sinal de disponibilidade, cortesia.
Em Gênova, ciao virou ciau, que originou o espanhol chau e o português “tchau”.

Tchaus internacionais
Doei (Holandês)
Do svidaniya (Russo)
Sayonara (Japonês)
Poroporoaki (Maori)
Tschüss (Alemão)
Zaijian (Chinês)

13.144 – Geografia – Qual a maior avenida do Brasil?


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A avenida Sapopemba.

uma avenida da Zona Leste da cidade de São Paulo, Brasil.Inicia no acesso à avenida Salim Farah Maluf, no distrito da Água Rasa e termina no Largo de Santa Luzia, próximo ao centro do município de Ribeirão Pires, à leste da Grande São Paulo. A partir da limítrofe entre Mauá e o município de São Paulo, esta via passa ser denominada como “Ramal Sapopemba”, trecho sob jurisdição do DER (Departamento de Estradas de Rodagem); Com 45 quilômetros de extensão é considerada a maior avenida do Brasil e a terceira maior do mundo. Possui 1.786 postes e nela operam quarenta linhas de ônibus diferentes. Numeração: Lado par até o número 75.008 Lado ímpar até o número 75.007.
Sua origem remonta ao início do século XIX, quando era chamada de Estrada de Sapopemba, e ligava a zona rural ao centro da cidade de São Paulo. Em 3 de junho de 1954 o prefeito Jânio Quadros sancionou a Lei 4.484 que alterava o nome de “estrada” para “Avenida Sapopemba”, após algumas tentativas fracassadas de alterar o nome anos antes.
Já a menor, criada em 1.911 é a Avenida Luiz Xavier localizada em Curitiba-PR é a menor avenida do Brasil, pois só tem uma quadra. A partir da década de 70 virou calçadão de pedestres.
Muita gente considera que a Avenida Brasil no Rio de Janeiro seja a maior, por ter 58 km de extensão, mas uma parte dela é uma alça de acesso da BR-101, não sendo considerada uma parte do trecho urbano do Rio. Ela corta 27 bairros da cidade (São Cristóvão, Caju, Benfica, Manguinhos, Bonsucesso, Ramos, Olaria, Penha, Cordovil, Vigário Geral, Parada de Lucas, Jardim América, Irajá, Acari, Coelho Neto, Barros Filho, Guadalupe, Deodoro, Ricardo de Albuquerque, Realengo, Padre Miguel, Bangu, Vila Kennedy, Santíssimo, Campo Grande, Paciência e Santa Cruz) e pode ser considerada a mais importante via expressa do município.

13.140 -Mulheres na Ciência-As Mulheres já produzem metade da ciência do Brasil


dia da mulher
Os dados mostram que, dentre os países pesquisados, Brasil e Portugal são os que mais contam com autoras em trabalhos científicos (49% do total).
Isso é percebido no cotidiano dos cientistas: “Eu não tinha as estatísticas, mas já diria que hoje nós mulheres somos metade da produção científica nacional”, diz Mayana Zatz, geneticista do Centro de Genoma Humano da USP.
Em outros seis países (Reino Unido, Canadá, Austrália, França e Dinamarca) o número de publicações por mulheres já atingiu pelo menos 40% do total, considerado patamar de igualdade.
Nos dados entre os anos de 1996 e 2000, somente Portugal contava com taxas superiores a 40%.
A quantidade de pesquisadoras, no entanto, muda de acordo com a área do conhecimento, segundo o relatório.

SAÚDE
Hoje, são elas que dominam as publicações de medicina no país: uma em cada quatro estudos publicados na área por pesquisadores brasileiros tem uma cientista mulher como principal autora.
Nas chamadas ciências duras, no entanto, elas ainda estão em minoria. De acordo com o levantamento da Elsevier, publicações de áreas como ciências de computação e matemática têm mais do que 75% de homens na autoria dos trabalhos na maior parte dos países pesquisados.
“Áreas de exatas são um problema porque desde a primeira infância as meninas vão sendo afastadas”, diz Márcia Barbosa, física da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e especialista em gênero.
Fato: um estudo publicado na revista científica “Science” em fevereiro mostrou que a partir dos seis anos as meninas começam a se achar menos inteligentes do que os meninos na escola –que, acreditam elas, lideram e fazem grandes descobertas.
“Temos uma cultura de que a menina tem de ser uma princesinha que, por exemplo, não pode se sujar”, diz Barbosa. “Ciências exigem experimentação.”
A igualdade na distribuição de autoria dos trabalhos científicos observada no Brasil não se reflete, no entanto, nos cargos científicos de liderança. Reitores de universidade, chefes de departamentos e coordenadores de linhas de pesquisa ainda são, em sua maioria, homens.
É isso que os estudiosos de gênero chamam de “teto de vidro”: um bloqueio invisível que as mulheres não conseguem quebrar para chegar ao topo.
“As mulheres vão sumindo ao longo da carreira. É como se houvesse um vazamento de mulheres pelo caminho”, diz Marcia. Para a especialista, é preciso ter políticas que entendam e trabalhem o fenômeno. “Não podemos ver isso como algo dado e natural.”
Tamara Naiz, historiadora e presidente da ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos) afirma que a mulher precisa lidar com diversos entraves ao longo da carreira científica. Um deles, diz ela, é a falta de proteção com relação a maternidade.
“Quando uma mulher é aprovada em um curso de pós-graduação, é comum ela ouvir de orientadores que não poderá engravidar para que a pesquisa não seja interrompida”, conta.
“Se somos cientistas tão capazes quanto os homens, por que isso não se reflete em igualdade de salários e de oportunidades?”, questiona Naiz. “O resultado do levantamento mostra que, mesmo partindo de condições desiguais, a mulher consegue desenvolver uma pesquisa tão boa quanto a de um homem.”
Isso pode ser observado nos números. No Brasil, a qualidade dos trabalhos publicados por homens e por mulheres –medido pela quantidade de vezes em que um estudo é citado em outros trabalhos, que é chamado de “impacto”,– também é semelhante.
As brasileiras recebem 0,74 citação por estudo publicado, enquanto os cientistas homens do país têm 0,81 citação em seus trabalhos.
O impacto dos artigos científicos publicados por homens e por mulheres é semelhante até nos países em que a produção de ciência é bastante desigual.
No Japão, por exemplo, as mulheres são autoras de apenas dois em cada dez trabalhos científicos. Os artigos delas, no entanto, recebem 0,94 citação –número bem próximo do impacto dos trabalhos dos homens daquele país (0,96).
O levantamento foi feito com a base de dados da Elsevier, a Scopus, que lista autores de mais de 62 milhões de documentos em cerca de 21,5 mil revistas acadêmicas.
Como a identificação de gênero não é necessária em publicações científicas, um segundo processo atribui gênero aos nomes contando com conjuntos de informações de cada país que relacionam nome e sexo com pelo menos 80% de certeza.

13.139 – Clarlatanismo – Uri Gueller, o entortador de colheres


(Tel Aviv, 20 de dezembro de 1946), é um israelense, naturalizado britânico, que se tornou famoso nos anos 1970 ao se clamar paranormal em programas de televisão em que realizava demonstrações de seus supostos poderes paranormais – telecinese, rabdomancia e telepatia. Muitos o consideram charlatão.
Tais demonstrações incluíam dobrar colheres, identificar objetos ocultos e parar ou acelerar ponteiros de relógios à distância. Geller afirmava que esses efeitos eram provocados pela força de sua mente e pelo poder de sua vontade e que ele havia recebido esses poderes de extraterrestres. Em seu site, Geller conta a sua versão de como teria conseguido seus alegados poderes.
São muitos os seus críticos, entre os quais se destaca James Randi, segundo o qual Geller não seria dotado de paranormalidade. Para sustentar sua tese, Randi repetiu várias vezes os experimentos de Geller, obtendo os mesmos resultados surpreendentes, mas sempre afirmando ter usado apenas truques e ilusionismo.
O ilusionista, Criss Angel ofereceu 1 milhão dólares para Uri Geller e Jim Callahan se eles pudessem psiquicamente determinar o conteúdo dentro de um envelope que ele tinha na mão. A oferta foi recusada.
Geller levou à justiça várias pessoas que alegavam que ele não possuía poderes paranormais e perdeu em todas as causas.
Atualmente Uri Geller não se diz um paranormal. Hoje se dedica a vender jóias com seu design em um canal de vendas diretas pela televisão.
Em janeiro de 2017, a CIA liberou mais de 13 milhões de páginas com grau de sigilo, até então, para consulta pública. Entre os registros considerados mais “exóticos” estão os documentos do chamado programa Stargate, que analisava poderes psíquicos e percepções extrassensoriais. Nesses documentos estão incluídos os testes feitos para analisar as habilidades psíquicas de Uri Geller em 1972, quando ele já era famoso por apresentações demonstrando seus “poderes”.
Os memorandos detalham como Geller conseguiu reproduzir em parte figuras que foram desenhadas por outras pessoas em uma sala separada de onde ele estava. Ele reproduziu os desenhos com graus variáveis de precisão – em algumas vezes, replicando o que estava sendo criado por outras pessoas.
A CIA concluiu a pesquisa dizendo que ele “exibiu habilidade perceptiva paranormal de modo contundente”.

Dúvidas??

13.136 – Mega Sampa – O Monumento a Duque de Caxias


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Localizado na Praça Princesa Isabel, o Monumento a Duque de Caxias é um dos maiores monumentos brasileiros e, até 2008, era a maior estátua equestre do mundo.
(Com 50 metros (10 do pedestal e 40 da estátua) o Monumento a Gengis Khan na cidade de Tsonzhin-Boldog (Mongólia) ultrapassou o Monumento a Duque de Caxias como o maior do mundo.)
Inaugurada em 1960, sua trajetória – desde a ideia até quando foi instalada em Campos Elíseos – tem algumas curiosidades e trouxe raros momentos de união de rivais e adversários.
Um dos grandes heróis da história do Brasil e patrono do exército brasileiro, Luís Alves de Lima e Silva, ou como é mais conhecido, Duque de Caxias, é uma figura importantíssima do cenário nacional.
Filho e sobrinho de militares, lutou contra Portugal em 1823 pela Independência do Brasil, defendeu a unidade nacional e a monarquia brasileira nas revoltas liberais e na Revolução Farroupilha. Ainda derrotou a Confederação Argentina na Guerra do Prata e, já como marechal, liderou as forças brasileiras para a vitória na Guerra do Paraguai.
Sua carreira vitoriosa e seu longo histórico em defesa do Brasil e da coroa rendeu ao militar uma série de condecorações sendo elevado a nobreza nacional. Foi inicialmente barão, conde, depois marquês até chegar a duque.
Após sua morte, em 1880, homenagens ao Duque de Caxias pulularam em todo o país, com nomes de praças, ruas, cidade (no Estado do Rio de Janeiro) e, no caso de São Paulo, uma avenida.
Em 1939 o general Maurício José Cardoso, comandante da 2ª Região Militar, ao notar não haver nenhum monumento ao Duque de Caxias em São Paulo, teve a ideia de criar um movimento para arrecadar fundos com o objetivo de construir um monumento para o patrono do exército brasileiro.
Construída no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, a obra foi concebida com pedestal de granito e bronze patinado e tem no total a altura de 48 metros, equivalente a um prédio de 10 andares.
As autoridades inicialmente desejavam instalar o monumento no Largo do Paiçandu porém, durante a confecção da estátua logo perceberam que não havia espaço suficiente para ela na praça e um novo local começou a ser pensado. Brecheret, por sua vez, vislumbrava a instalação dela na Praça da Bandeira, próximo ao Teatro de Alumínio.

O MONUMENTO E A PRAÇA HOJE:
Uma das praças mais amplas da região central de São Paulo, a Praça Princesa Isabel tem momentos de altos e baixos. Há dias que está impecavelmente limpa e outros que está suja e muito fedida.
Mesmo sendo vigiada por uma base da polícia 24 horas por dia, não é todo o momento que a praça é tranquila para andar, especialmente se você ficar no canto da rua Helvétia. Por sua vez é mais seguro andar ali do que na Praça da República.
Já o monumento por sua vez, poderia estar muito melhor. Ele reflete o costumeiro descaso da prefeitura para com os monumentos de nossa cidade (e esta crítica se estende a todas as gestões mais recentes, não apenas a atual).
A base serve de abrigo e banheiro de moradores de rua e usuários de drogas. Na parte de trás do monumento o cheio de urina costuma ser irrespirável, mesmo com o caminhão da prefeitura lavando o local ao menos 1 vez por dia.
No granito há pedaços quebrados e também pichação. Algumas delas foram apagadas pela prefeitura com algum produto químico, que além de não remover 100% o vandalismo ainda deixou algumas manchas.
A iluminação noturna da praça e do monumento precisam ser revistas urgentemente. À noite o monumento fica iluminado apenas na base, ficando a escultura praticamente às escuras.
No geral a condição tanto da praça como do monumento é razoável. Porém está na hora de fazer urgentemente uma boa limpeza tanto na base quanto na escultura, usando produtos adequados para a higienização de um patrimônio histórico desta importância.

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Degradado, monumento do Exército no centro de São Paulo será restaurado
A ideia é restaurar o monumento em homenagem ao militar, criado por um dos ícones do movimento modernista brasileiro: o artista Victor Brecheret (1894-1955).
Posto na praça Princesa Isabel em 1960, cinco anos após a morte do escultor, o monumento está desgastado, sujo e cheio de pichações. No próximo mês, a Fundação Cultural do Exército, responsável pelo patrimônio histórico e cultural da instituição, vai lançar um edital para a restauração da peça.
A restauração não será tão fácil de sair do papel: o monumento é tombado pelas três instâncias do patrimônio histórico nacional (federal, estadual e municipal). Por isso, é necessário a aprovação dos órgãos responsáveis.
Por sua vez, a prefeitura afirma que o Conpresp (conselho municipal de patrimônio) já autorizou a reforma. “Para deixar ruim, não precisa de nada. Para reformar, é uma grande burocracia”, critica Arbaitman, que no futuro pretende abrir fortes do Exército para visitação.
Seu monumento no centro da capital tem uma história curiosa, com idas e vindas. Segundo o site “São Paulo Antiga”, a ideia da homenagem foi do general Maurício José Cardoso, em 1939. Nos anos 1940, houve um concurso internacional de maquetes para escolher como seria o monumento. O pleito foi vencido por Brecheret.
Para custear a obra, ocorreu uma campanha de arrecadação de verba na cidade. Um torneio de futebol entre Corinthians e Palestra Itália (hoje Palmeiras) teve renda revertida para o monumento –o alvinegro sagrou-se campeão da “Taça Duque de Caxias” em dois jogos.

13.133 – Acredite se Quiser – homem foi da Índia à Suécia de bicicleta por amor


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O artista indiano PK Mahanandia conheceu a turista Charlotte Von Schedvin em uma tarde de inverno de 1975, em Nova Déli, quando ela pediu-lhe que desenhasse o seu retrato. Foi aí que começou uma história de amor que culminaria com uma épica jornada de bicicleta da Índia à Europa.
Charlotte visitava a Índia quando viu Mahanandia no distrito de Connaught Place, na capital indiana. Ele era um jovem artista, mas já bem conhecido por seus retratos.
Curiosa com a promessa do artista de “fazer um retrato em 10 minutos”, ela resolveu experimentar, mas não ficou impressionada com o resultado, e voltou no dia seguinte. De novo, o resultado não foi satisfatório.
Em sua defesa, Mahanandia diz que estava preocupado com uma previsão que sua mãe fizera vários anos antes. Ele cresceu em uma aldeia no Estado de Orissa, no leste da Índia, onde enfrentou discriminação pelos estudantes de castas superiores porque era um dálit, ou “intocável”, a casta mais inferior da sociedade segundo o hinduísmo, principal religião do país.
Sempre que ele ficava triste, a mãe dizia que, segundo o horóscopo, um dia ele se casaria com uma mulher “do signo de Touro, vinda de uma terra distante, musical e que será dona de uma floresta”.
Quando conheceu Charlotte, imediatamente lembrou-se das previsões da mãe e perguntou se a sueca era proprietária de uma floresta. Charlotte Von Schedvin, de uma família da nobreza sueca, respondeu que tinha uma floresta e acrescentou que além de ser “musical” (gostava de tocar piano), seu signo era de Touro.
“Tinha uma voz dentro de mim que dizia que ela era a predestinada”, disse Mahanandia à BBC. “Nesse primeiro encontro, fomos atraídos um pelo outro como ímãs. Foi amor à primeira vista.”
“Ainda não sei o que me fez perguntar aquilo e depois convidá-la para um chá. Pensei que ela ia dar queixa na polícia”, continua, mas a reação da moça não foi bem assim. “Achei que ele era honesto e quis saber por que tinha feito aquelas perguntas”, lembra ela.
Os dois se apaixonaram e, depois de passarem alguns dias no vilarejo dele, retornaram a Nova Déli . “Ela vestiu um sári quando encontrou meu pai pela primeira vez. Não sei ainda como ela conseguiu. Com as bênçãos do meu pai e da minha família, nos casamos de acordo com a tradição tribal”, conta ele.
Charlotte havia viajado de carro com amigos até Déli, desde a Suécia, seguindo um itinerário conhecido na época como “trilha hippie” – cruzando a Europa, a Turquia, o Irã, o Afeganistão e o Paquistão -, para chegar à Índia em 22 dias. Ela se despediu dele e iniciou a viagem de volta, mas fez com que ele prometesse que iria encontrá-la em sua casa, na cidade sueca de Boras.
Mais de um ano se passou e os dois mantiveram contato por carta. Mahanandia não tinha dinheiro para comprar uma passagem de avião. Um belo dia, resolveu vender tudo o que tinha, comprou uma bicicleta e a seguiu pela mesma trilha hippie.
A viagem dele começou no dia 22 de janeiro de 1977; ele pedalava diariamente cerca de 70 quilômetros. “A arte me salvou. Fiz retratos de pessoas e algumas me deram dinheiro, outras, comida e abrigo”, disse.
Mahanandia lembra que o mundo era muito diferente em 1970. Por exemplo, ele não precisava de visto para passar por vários países. “O Afeganistão era um país tão diferente de hoje. Era calmo e bonito. As pessoas adoravam arte e grandes partes do país não eram habitadas”, disse.
Ele acrescenta que, no Afeganistão, as pessoas entendiam quando ele falava hindi; mas a comunicação se tornou um problema quando entrou no Irã. “Novamente a arte me salvou. Acho que o amor é uma língua universal e as pessoas entendem isso”.
“Aqueles eram dias diferentes. Acho que as pessoas tinham mais tempo livre para se dedicar a um andarilho como eu”.
E ele não ficava cansado de tanto pedalar? “Sim, muito. Minhas pernas doíam. Mas a expectativa de encontrar Charlotte e o fato de estar vendo novos lugares me fizeram seguir em frente”, disse.

Choques culturais
Ele chegou à Europa no dia 28 de maio, mais de cinco meses após partir de Nova Déli; ele passou por Istambul e Viena, na Áustria, onde, depois de pedalar por mais de 5,5 mil km, pegou um trem para Gotemburgo, na Suécia.
Depois de enfrentar vários choques culturais e a difícil tarefa de impressionar os pais de Charlotte Von Schedvin, os dois finalmente casaram-se, oficialmente, na Suécia. “Eu não tinha ideia do que era a cultura europeia. Era tudo novo para mim, mas ela me apoiou em cada passo. Ela é uma pessoa especial. Ainda sou apaixonado como era em 1975”, disse.
Aos 64 anos, ele vive com Charlotte e os dois filhos do casal na Suécia, onde continua trabalhando como artista. Mas ainda não entende “por que as pessoas acham que foi uma grande coisa vir de bicicleta para a Europa”.
“Eu fiz o que tinha de fazer. Não tinha dinheiro, mas tinha que encontrá-la. Eu estava pedalando por amor, mas nunca amei pedalar. É simples”.