4112 – Zoologia – O Tigre


(Panthera tigris) é um mamífero da família dos Felinos ou Felídeos. É uma das quatro espécies dos “grandes gatos” que pertence ao género Panthera. Os tigres são predadores carnívoros.
Um macho adulto pesa em média 300 kg, tem 1,10 m de altura na cernelha e 3,50 m de comprimento (incluindo a cauda). São caçadores noturnos e apesar de seu grande tamanho, podem se aproximar de suas presas em completo silêncio, antes de se precipitar sobre elas a curta distância. Entre os carnívoros terrestres eles têm os maiores dentes que podem chegar a 10 cm e as maiores garras atingindo os 8 cm. A força da sua mordida é uma das mais fortes entre todos os felinos. Ele é um grande nadador, eles usam isso para se refrescarem. Já aconteceu de tigres nadarem mais de 5km. Alem disso são ágeis e velozes, capazes de andar em terrenos rochosos e subir em arvores com troncos grossos (apesar não subirem com freqüência, sendo relativamente raro já que nunca tem motivos para subir). São caracterizados por suas listras, cada tigre possui um padrão, não existem dois tigres com o mesmo padrão, são como nossas digitais.
Há nove subespécies distintas de tigre, três das quais estão extintas. Ocupavam historicamente uma extensa área que englobava a Rússia, Sibéria, Irã, Cáucaso, Afeganistão, antiga Ásia Central Soviética, Índia, China, todo o sudeste da Ásia e Indonésia (ilhas de Sumatra, Java e Bali). Hoje em dia se encontram extintos em muitos países da Ásia. Estas são as subespécies sobreviventes, em ordem decrescente de população selvagem:
Desde os anos 1920 não são mais vistos na Coréia do Sul. Em liberdade existem entre 300 a 500 indivíduos no momento, e muitas populações não são geneticamente viáveis, por estarem sujeitas a cruzamentos consanguíneos. É a maior das subespécies de tigre e o maior felino existente hoje em dia O tamanho é variável com a subespécie, pesando, na grande maioria das vezes, entre 250 e 330 kg, de forma que pode haver indivíduos menores e maiores que nesse intervalo de peso. Tem cerca de 2,40 m a 3,15 m de comprimento somados ainda com a cauda de 1,10 m ou 1,20 m. O maior exemplar já catalogado na natureza tinha 423 kg e o maior em cativeiro tinha 452 kg. A sua dieta é formada principalmente de suínos selvagens para a sua alimentação, mas após o declínio destas presas têm vindo a caçar veados. Podem ainda caçar outros mamíferos como ursos pardos mas seu espólio anual é de no máximo 11 % e caçam também aves, répteis e peixes. Arrastam a carcaça de um alce de 900 kg para o lugar que mais lhe agrada. Diferentemente das outras subespécies de tigre, vive em uma área de clima frio formada por florestas boreais (de carvalhos e coníferas) e, por conta disso, tem uma pelagem mais clara e menos listras para poder se confundir com a o arvoredo seco de que se rodeia durante a caça.
Tigre-de-bengala
(Panthera tigris tigris) – É encontrado nas florestas e savanas de Bangladesh, Butão, Nepal, Índia, Myanmar. É o animal nacional da Índia e de Bangladesh. A população selvagem estimada desta subespécie é de 3000 a 4600 indivíduos, a maioria vivendo na Índia e em Bangladesh. No entanto muitos conservacionistas indianos, após algumas crises recentes como a de Sariska, duvidam de tal número, achando que ele é otimista demais. Eles acreditam que o verdadeiro número do tigre de Bengala na Índia possa ser menor que 2000, já que muitas das estatísticas são baseadas em identificação de pegadas, o que muitas vezes gera um resultado distorcido. Nos últimos anos, técnicas mais confiáveis foram usadas(como a fotografia através de câmeras camufladas no ambiente selvagem) e mostraram que o verdadeiro número e cerca de 200 indivíduos. Sua dieta consiste em gauros a maior espécie de bovídeo do Subcontinente Indiano, várias espécies de cervos, javalis, pítons em alguns casos chegam a alimentar-se de crocodilos e em casos extremos elefantes e rinocerontes adultos, mas em sua maioria são filhotes. A gestação demora de 98 a 113 dias, e tem em média entre 1 a 3 filhotes. É um animal solitário, unindo-se a outro indivíduo apenas durante a época de acasalamento. Sua área de domínio vai de 44 km² (fêmea), até 52 km²(macho). O peso médio é entre 150 kg e 299kg, no entanto, o maior tigre de Bengala encontrado no ambiente selvagem pesava 389 kg.
Uma das maiores ameaças a sobrevivência ao tigre hoje em dia vem da medicina tradicional chinesa. Cada parte tem uma utilidade médica de acordo com as superstições orientais:
O rabo pode ser moído e misturado com sabão para ser aplicado como unguento para tratar de doenças de pele. Ainda os ossos da ponta do rabo são usados como amuletos para espantar maus espíritos.
Sua pele é utilizada como tapete para curar uma febre causada por maus espíritos. Porém convém tomar muito cuidado: Caso a pessoa fique muito tempo sobre o tapete, pode se transformar em um tigre.
Pode-se curar uma pessoa com indolência e acne misturando o cérebro com óleo e esfregando pelo corpo.
Acrescentando-se mel aos cálculos biliares, pode-se aplicar sobre as mãos e os pés para curar abcessos.
Os pelos queimados são utilizados para afastar centopéias.
O osso moído, adicionado ao vinho, é um tônico tradicional em Taiwan.
O globo ocular ingerido como se fosse uma pílula é utilizado para curar convulsões.
Os bigodes são utilizados como amuleto para proteger contra balas de armas de fogo e para dar coragem a pessoa.
Para impedir que uma criança tenha convulsões é só retirar os pequenos ossos das patas e amarrá-los nos punhos dela.
Seu pênis é o principal ingrediente de uma sopa afrodisíaca muito apreciada em vários países do Oriente.
As costelas são usadas como valiosos amuletos.
Há quem acredite que comer o coração de um tigre ganhe coragem e força.
Quem carregar uma pata no bolso terá coragem e ficará protegido contra eventuais sustos inesperados.
Carregar a unha de um tigre dá boa-sorte.
Quatro filhotinhos de tigre fizeram sua primeira aparição pública no zoológico de Berlim nesta sexta.
Os irmãozinhos nasceram no último dia 10 e, de tão pequenos, couberam em uma cesta grande na hora de serem apresentados.

4011 – Clássicos da Literatura – O Conde de Monte Cristo


É um romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas concluída em 1844. É considerado, juntamente com Os Três Mosqueteiros, uma das mais populares obras de Dumas, e é frequentemente incluída nas listas de livros mais vendidos de todos os tempos. O nome do romance surgiu quando Dumas a caminho da Ilha Monte-Cristo, com o sobrinho de Napoleão, disse que usaria a ilha como cenário de um romance.
O livro conta a história de um marinheiro que foi preso injustamente. Lá, conhece um clérigo de quem fica amigo. Quando o clérigo morre, ele escapa da prisão e toma posse de uma misteriosa fortuna. O marinheiro, agora em condições financeiras, pode vingar-se daqueles que o levaram à vida de prisioneiro.
Edmond Dantés, um audacioso mas ingênuo marinheiro, é preso sob falsa acusação, em 1815, por ter ido à Ilha de Elba, onde teria recebido uma carta de Napoleão em seu exílio. Na verdade, era vítima de um complô entre três pessoas interessadas: o juiz de Villefort, filho do destinatário da carta de Napoleão, que, mesmo atestando sua inocência, quis silenciá-lo; o seu amigo, Danglars, que desejava o posto de capitão do navio, já que Dantés recebeu o posto por mérito, e Fernand Mondego, melhor amigo, primo e futuro marido de sua então noiva, a catalã Mercedes (que, porém, nunca o esqueceu).
Após muito tempo, na prisão do Castelo d’If, Edmond consegue fugir, angariando uma grande fortuna. Fá-lo com a ajuda de um amigo, vizinho de cela, o abade Faria, um preso político que lhe indicou o local do tesouro do Cardeal Spada, além de tê-lo educado por vários anos sobre diversas artes e ciências(química, esgrima, línguas e história em geral). Mesmo não acreditando muito, Edmond investe na aventura e confirma a história de seu velho amigo de prisão, tornando-se milionário. Até lá, sobrevive trabalhando com piratas, incluindo Jacob, marinheiro do navio “The Young Amélia”. Junta ao seu séquito, o corso Bertuccio e a princesa grega, Haydeé, cujo pai, o sultão Ali Paxá, foi destronado.
Anos depois, Edmond cria uma grande teia para se vingar dos seus inimigos, assumindo vários nomes: Lord Wilmore na Inglaterra; Simbad, na Itália, e também o misterioso abade Busoni. Salva a família de seu ex-patrão, Morrel, da miséria. Salva Albert de Morcef, filho de Mondego, de um sequestro em Roma, para se aproximar da sociedade parisiense. No papel de Conde de Monte-Cristo (o tradicional “nobre de toga” da época, ou burguês que compra título de nobreza), é imediatamente reconhecido por Mercedes, criando divisões entre seus inimigos. Faz com que Danglars desmanche o noivado de sua filha Eugènie com Albert (do qual não se gostavam) para casar com Príncipe Cavalcanti. Mondego, oficial do exército francês, é julgado por má conduta e Haydeé o acusa como testemunha. Desonrado, arruinado e abandonado pela família, suicida-se. Cavalcanti é preso por falsa identidade (seu nome seria Benedetto) e uma série de crimes, e revela no tribunal que é o filho de Villefort, o que enlouquece o juiz, além da suposta morte da filha, Valentine. Danglars, com suas várias ações que faliram, foge para Roma, é capturado e passa um tempo sob cativeiro de Luigi Vampa, sendo depois perdoado por Monte-Cristo. A história não acaba sem Edmond juntar Valentine e Maximilien, filho do monsieur Morrel, na Ilha Monte-Cristo, onde terá seu romance com a grega Haydeé.
Edmond Dantès e seus disfaces
Edmond Dantés : Um marinheiro com boas perspectivas, o noivo de Mercedes. Após a sua transformação em O Conde de Monte Cristo, ele revela seu verdadeiro nome aos seus inimigos como cada vingança é concluída,
Inglês Diretor Secretário da Thomson e da empresa bancário francês
Senhor Wilmore: persona em que Dantès realiza atos de generosidade Inglês.
Sinbad the Sailor: O personagem que Dantes assume quando ele salva a família Morrel.
Abade Busoni: A personalidade da autoridade religiosa.
Monsieur Zaccone: Dantes, sob o disfarce de ambos Abade Busoni e Wilmore Senhor, diz um investigador este é o verdadeiro nome do Conde de Monte Cristo.
Teatro
Alexandre Dumas tirou três dramas de seu romance:
Monte-Cristo (em dois atos) no Théâtre-Historique, dias 2 e 3 de fevereiro de 1848.
Monte Cristo, adaptação de Jacques Weber no Grande Halle de la Villette 24 de abril de 1987.
O Conde de Morcerf (Le Comte de Morcerf) no Ambigu-Comique dia 1 de abril de 1851.
Villefort no Ambigu-Comique dia 8 de maio de 1851.
Cinema
1918 : O Conde de Monte Cristo dirigido por Henri Pouctal
1929 : Monte Cristo dirigido por Henri Fescourt com Jean Angelo, Lil Dagover, Gaston Modot, Marie Glory, Pierre Batcheff, Jean Toulout.
1934 : O Conde de Monte Cristo dirigido por Rowland V. Lee com Robert Donat no papel de Edmond Dantès.
1943 : O Conde de Monte-Cristo, dirigido por Robert Vernay, com Pierre Richard-Willm, Michèle Alfa, Aimé Clariond, Marcel Herrand, Lise Delamare, Henri Bosc
1948 : O Segredo de Monte Cristo dirigido por Albert Valentin
1954 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por Robert Vernay, com Jean Marais, Lia Amanda, Roger Pigaut, Jacques Castelot, Paolo Stoppa, Jean-Pierre Mocky
1961 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por Claude Autant-Lara, com Louis Jourdan, Yvonne Furneaux, Pierre Mondy, Bernard Dhéran, Claudine Coster, Yves Rénier, Mary Marquet
1968 : Sob o sinal de Monte Cristo, dirigido por André Hunebelle, com Paul Barge, Claude Jade, Anny Duperey, Pierre Brasseur, Michel Auclair, Raymond Pellegrin
1975 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por David Greene, com Richard Chamberlain, Tony Curtis, Trevor Howard
2002 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por Kevin Reynolds, com Jim Caviezel, Guy Pearce, Dagmara Dominczyk, Richard Harris

4010 – Ufologia


Existe uma extensa programação de pesquisas em nosso planeta, em todas as áreas, afim de que os ETs obtenham as informações necessárias para a efetivação de um futuro contato conosco e o estabelecimento de condições para que eles tragam seus descendentes para cá.
Torna-se importante compreender que os supostos extraterrestres não seriam salvadores da humanidade, missionários do futuro, mensageiros da luz etc. Também, eles não são algozes e não existem os “grays”. Existe uma programação técnica, fria e realista que está sendo cumprida à risca, a fim de obterem as informações necessárias para a efetivação de um contato oficial conosco e o estabelecimento de acordos e condições de ambos os lados. Pelo que se pode confirmar nunca houve e não existe nenhuma imposição por parte dos extraterrestres para que seus objetivos sejam aceitos por nós, sem restrições. Adotam um comportamento pacífico porque precisam da nossa ajuda.
O contato final
Após dezenas de anos de pesquisas do nosso planeta resta somente aos extraterrestres estabeleceram o contato final amistoso ou modificarem o seu comportamento pra mostrar outras condições que, realmente, são indesejáveis para eles e para os terráqueos que não são adeptos do militarismo.
Existem duas possibilidades com referências ao comportamento dos ETs: a cooperação ou o confronto. Tem ficado evidenciado que eles buscam a cooperação. Tudo aquilo que precisam receber nossa parte deverá ser recompensado com o apoio e colaboração para nosso desenvolvimento tecnológico, físico, moral, espiritual e social, mas nunca no sentido bélico e destruidor. O confronto tem sido espalhado, por interesses belicistas e compete a nós todos a condenação dessa inconseqüência exclusiva.
O que supõem os ufólogos:
Uma civilização extraterrestre está pesquisando, em detalhes, o nosso planeta, os seus habitantes e as suas coisas.

– Utiliza equipamentos tecnologicamente avançados para as nossas atuais condições e trabalha no cumprimento de uma programação extensa e bem definida.

– Apresenta comportamento pacifico, porque precisa de nossa ajuda.

– Nunca acontecerá nenhuma espécie de confronto, se depender somente dessa civilização.

– O confronto tem sido estimulado. Por nós, através do poder da divulgação e formação de opinião.

– Não existe nenhuma espécie de submissão aos interesses dos extraterrestres porque nossa reação pode, ou deve, levar em conta o fator de solidariedade universal, que não estamos acostumados a praticar, pois nem sequer a ajuda aos nossos semelhantes tem sido praticada.
A segunda condição básica referente ao nosso comportamento, se apresenta até mais complexa do que a primeira. Ao contrário dos ETs, que trabalham em conjunto na busca de um objetivo comum, a nossa condição é de uma grande diversidade, danosa e improdutiva. Surgia Ufologia, para estudar os UFOs (ou EFOs) e, dentro dela, foram criados diversos ramos com atuações diferentes, algumas improdutivas e até contraditórias. Hoje temos uma Ufologia dividida em duas correntes principais: mística e cientifica.
Lavagem cerebral
Muitas seitas existem e por meio delas os seus “proprietários” espalham ensinamentos que prendem os seus adeptos a violentos processos de alienação-mental. Por que ainda se permite a existência de tais atrasos e seus respectivos atrasados? Várias instituições governamentais de desenvolvimento tecnológico usam e abusam do controle mental através de noticiário enganoso. Seria interessante que os ufólogos reunidos procurassem mostrar a realidade, de uma vez? As informações de que várias civilizações extraterrestres visitam o nosso planeta parece mostrar mais um fator de despistamento, porque procuram anular o objeto do contato oficial conosco. Propaga-se a dúvida de que todas essas civilizações buscariam este contato e, desse modo, fica mais fácil mostrar que isso seria improvável. Ou será que eles chegam até a Terra em excursões de passeio?
UFO

4009 + Divas da Disco – Sthephanie Mills


Stephanie Mills (Nova Iorque, 22 de março de 1957) é uma cantora americana, ganhadora do Grammy, ex-estrela da Broadway, que originalmente recebeu o título de “the little girl with the big voice” (a garotinha com o vozeirão).
Dona de um vocal excepcional, onde algumas outras Divas se aproximam, mas nenhuma supera.
Mills começou sua carreira aparecendo numa peça aos 9 anos de idade. Dois anos depois, Mills ganhou Amateur Night no Apollo Theater. O êxito levou-a à escalação para o elenco de seu primeiro papel na Broadway, uma criança órfã filha de um escravo fugitivo no musical Maggie Flynn.
No ano de 1973, a carreira de Mills na indústria fonográfica foi lançada quando ela assinou com a Paramount por Michael Barbiero, sendo o seu primeir “I Knew It Was Love”
Em 1975, a carreira de Mills teve uma grande ascensão quando ela interpretou numa adaptação afro-americana de The Wonderful Wizard of Oz intitulada The Wiz, época na qual ela começou a namorar Michael Jackson. Apresentando um estilo mais urbano no repertório musical e no cenário, The Wiz fez de Stephanie Mills uma estrela particularmente por causa de sua performance na canção “Home”, que tornou-se sua canção principal por anos e mais tarde receberia uma versão de Diana Ross numa adaptação para o cinema três anos mais tarde e por Whitney Houston na sua estreia musical na televisão no início da década de 1980.
Seu sucesso musical foi limitado até 1979, quando ela assinou com a gravadora da 20th Century Fox, sendo aí que Mills pôde enfim fazer sucesso efetivo, com canções como “Put Your Body In It”, “You Can Get Over,” e “What Cha Gonna Do With My Lovin'”. O álbum resultante, What Cha Gonna Do With My Lovin, foi o primeiro disco de ouro de Mills.
Ela manteve o sucesso com Sweet Sensation em 1980, maior sucesso de Mills até então, assim como a canção produzida por Reggie Lucas “Never Knew Love Like This Before”. A canção atingiu a 12ª posição no R&B e a 6ª no Pop em 1980, chegando à 4ª posição no Reino Unido. O álbum de 1981, Stephanie, teve uma canção de muito sucesso dela em dueto com Teddy Pendergrass, intitulada “Two Hearts”.
O auge do sucesso para Mills manteve-se até 1985, quando sua versão da canção composta por Angela Winbush, “I Have Learned to Respect the Power of Love”, atingiu a 1ª posição na parada de R&B. O sucesso para Mills continuou, agora menos intenso com seu álbum de 1989, Home. Os sucesso daquele álbum incluem “The Comfort of a Man”, a canção-título, uma versão de The Wiz e outra canção composta por Winbush intitulada “Something in the Way You Make Me Feel”, dando mais um disco de platina a Mills.
Stephanie Mills retornou às peças musicais em 1997, fazendo o papel principal numa grande produção da peça de Stephen Schwartz, Children of Eden em Nova Jérsei, a qual Schwartz denominou “a produção definitiva” do espetáculo. Em 2000, Mills começou a ensaiar o retorno à carreira musical com singles gravados com BeBe Winans e o rapper DMX. Ela efetivou o retornou numa produção independente, Born For This (lançada pela Expansion Records no Reino Unido) em 3 de agosto de 2004. Seu primeiro single em mais de uma década, “Can’t Let Him Go”, fez barulho no rádio urbano contemporâneo. Mills está atualmente em turnê. Uma compilação de 2 discos, abrangendo toda a carreira, com o título Gold, foi lançado pela Hip-O/Universal. Mills acabou de produzir um DVD ao vivo gravado no BB Kings, em Nova York, que será vendido online e em seus shows.
Mills fez uma aparição no programa Sunday Best em 2007 e foi entrevista no programa The Yolanda Adams Morning Show, onde ela mencionou que agora possui seu próprio selo (JM Records). Mills apresentou-se para o Papa Bento XVI, quando este celebrou uma missa no Yankee Stadium de Nova Iorque em 20 de abril de 2008.
Seu último sucesso foi a música Free em 2005, pouco tocada aqui no Brasil, apesar de um instrumental particularmente bem abrasileirado com sons de cuíca, mas ficou conhecida somente num universo mais fechado dos Night Clubs, pouco tocando nas FMs.
Vida pessoal
Stephanie é a quinta de seis irmãos. Nasceu e cresceu no Brooklyn, em Nova Iorque. Ela se envolveu romanticamente com Michael Jackson por um curto período, no qual ela participava deThe Wiz. Ela foi casada por pouco tempo (18 meses) com Jeffrey Daniel, do grupo de soul Shalamar (leia sobre eles aqui mesmo no Mega). Stephanie também foi casada por algum tempo com um gerente de uma rádio em Charlotte, Carolina do Norte, na década de 1990.
Apresentarei aqui para ilustrar esta matéria, uma versão remix de Never Knew Love Like This Before. É uma versão rara, feita para tocar nos Clubs, já que o clip original, onde aparece ela cantando, os que estão disponíveis, estão com uma qualidade de som e imagem abaixo do aceitável.

4008 – Duendes não ficam doentes


Justamente por se tratarem de criaturas mitológicas, senão, ficariam.

As 1ªs lendas sobre duendes fazem parte do folclore celta e escandinavo num período nãopreciso da antiguidade, mas o nome só surgiria em 1221. Trata-se de um espírito na forma de um anãozinho verde que vive dentro de casa. Se recebe um presente, ajuda, do contrário, apronta.
Não confundir com Leprechaun – Irlandês enganador. No século 14, um anãozinho com chapéu de 3 pontas e avental de couro apareceu em uma versão modernizada de uma lenda irlandesa. O leprechaun é um ser que faz sapatos e pode ser reconhecido pelo barulho das marteladas. Guardião de um pote de ouro, quando capturado, se salva prometendo revelar o esconderijo do tesouro, mas quase sempre, engana quem o capturou e desaparece.
Fada – O nome só surgiu na Europa no século 13, mas ancestrais de tal mito são antigos, como no clássi co exemplo das ninfas da mitologia grega, mas povos árabes e índios também tem lendas semelhantes. Na maioria dos relatosmedem menos de 1 palmo e possuem asas, ajundam as pessoas com uma varinha, prevêem o futuro e fazem profecias.

4007 – Como se fabrica o palito de dente?


Derrubada a árvore, o tronco é dividido em pedaços de 2,4 M e diâmetro e de 30 a 50 cm. Na fábrica, os pedaços passam por serra quadrupla, virando 5 toras de 41 cm, que a seguir vão para um torno, onde são descascadas por uma lâmina, como se fossem rolo de papel higiênico. Tal material que sai após secar é retalhado por uma guilhotina. A lâmina é cortada em retângulos de 9 cm de largura e 41 cm de comprimento. O 2° corte transforma cada retângulo em 36 varetas de 2,2 mm. No 3° corte, as varetas são serradas em palitos de 6,5 cm de comprimento. No final se afiam as 2 extremidades deles numa lixa giratória dupla. Aí estão prontos para serem embalados.

4106 – Energia Solar na cerâmica


Pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, desenvolveram um receptor de energia solar térmica que converte em calor até 98% da luz do sol que incide sobre ele. Trata-se de um tubo de vidro em que se depositam camadas microscopias de metal, ligas de metal e cerâmica e materiais isolantes, criando assim uma superfície capaz de absorver a radiação. Por Cima disso vai outro tudo de vidro, coberto com material transparente. Dentro dos tubos passa um cano de aço inoxidável, por onde corre a água que entra fria e sai quente, em forma de vapor.
O vapor pode ser usado para movimentar um gerador, produzindo eletricidade. Ainda que dessa forma o aproveitamento da luz seja reduzido, esse dispositivo transforma 20% da energia solar em elétrica, mais do que as células fotovoltaicas, em uso comercial – pastilhas de silício que transforma luz do sol diretamente em eletricidade – que têm eficiência de 15%. O custo também é animador: 4 centavos de dólar por kilowatt/hora, isto é, até 2 dólares mais barato que a energia de usinas nucleares ou a carvão.

4105 – Reciclagem – Pneu velho vira asfalto


No Brasil, todos os anos são substituídos 17 milhões de pneus de carros, que não serverm mais para rodar. Com uma frota de 82 milhões de veículos, quase seis vezes maior que a brasileira, os americanos encontraram um uso para tanto pneu velho: reciclar a borracha e misturá-la ao asfalto usado para recapear estradas. Uma lei assinada no final do ano passado determina que, até 1994, 5% do material usado para o recapeamento das estradas federais americanas contenha o novo ingrediente. E essa porcentagem deverá crescer nos anos seguintes.
A reciclagem de pneus não é novidade. A inovação está em utilização para fazer asfalto. Além de possibilitar uma camada mais fina e baratear o custo, a borracha do pneu contém antioxidantes que tornam sua liga mais densa. Por essa razão, o envelhecimento do asfalto é retardado. Além disso, a reciclagem contribuirá efetivamente para diminuir bastante as grandiosas montanhas de lixo que se acumulam no planeta.

4104 – + Uma do Prof. Pardal – Superventilador contra poluição


Encravada entre montanhas e com uma circulação mínima de ventos, a Cidade do México acumula, a cada ano. Assustadores 4,3 milhões de toneladas de poluentes em sua atmosfera, 75% de responsabilidade dos veículos que emitem monóxido de carbono. Para tentar solucionar, ao menos em parte, esse pesadelo mexicano, o engenheiro Herberto Castilho apresentou ao governo um projeto: a instalação de 100 superventiladores, com 35 metros de diâmetro, que ficariam ligados a uma hora por dia, em pontos estratégicos da capital. Por enquanto, a idéia ainda está no papel, mas Castilho imagina que essa seria a uma maneira eficaz de tornar o ar mais respirável.

4103 – Astronáutica – Aço em Órbita


No verão de 1957, o astrofísico americano Bob Brownlee realizou uma experiência para conter debaixo da terra uma explosão nuclear, que acreditava que fosse equivalente a poucas centenas de toneladas de dinamite. Colocou, então, uma bomba no fundo de um túnel vertical de 152 metros de profundidade no deserto de Nevada e lacrou a abertura com uma grossa chapa de aço de 10 centímetros, que pesava centenas de quilos. No momento da explosão, câmeras de alta velocidade registraram o desengonçado
Vôo da gigantesca tampa. Brownlee estimou surpreso, que a chapa de aço viajava a uma velocidade seis vezes maior que a necessária para escapar da gravidade da Terra. Nós nunca mais a encontramos, ela se foi, comentou Brownlee. Logo depois, os soviéticos lançaram o satélite Sputnik, anunciado como o primeiro objeto construído pelo homem a ser colocado em órbita da Terra.

4102 – Os vegetais também têm câncer?


Sim, mas os tumores não são mortais, embora prejudiquem o desenvolvimento das plantas. Alguns tornam-se até benéficos, como os nódulos fixadores de nitrogênio presentes nas raízes de leguminosas. Existem três tipos de principais de tumores em plantas. Os primeiros podem ser causados por uma descontrole genético, são os mais perecidos com o câncer humano e aparecem depois de certos cruzamentos que não ocorreriam naturalmente, isto é, quando é forçado o cruzamento de plantas muito diferentes, a planta resultante forma de tumores espontaneamente. Os do segundo tipo são induzidos por bactérias. O terceiro e mais comum é provocado pelo desequilíbrio hormonal. Determinados hormônios vegetais são introduzidos em plantas com a finalidade exclusiva de produzir tumores para serem estudados em laboratório, explica um botânico especializado em fisiologia vegetal, da Universidade de São Paulo.

4101 – Nutrição – Mais um motivo para diminuir a gordura


Há muitos anos os médicos fazem a campanha em favor das chamadas gorduras poliinsaturadas, aquelas de origem vegetal. Isso porque as gorduras de origem animal ou saturadas estão associadas com a incidência de problemas coronários e certos tipos de câncer. No entanto, uma nova pesquisa, realizada pela Fundação Americana de Saúde, por fazer os médicos hesitarem na hora de dar palpites sobre a dieta de seus pacientes. De acordo com esse estudo, existe uma relação entre o grande consumo de gorduras vegetais e o câncer do seio.
O culpado seria o ácido linoléico, que representa um terço das moléculas agrupadas no seleto grupo das gorduras poliinsaturadas. Essa substância aumentou a velocidade do crescimento das células cancerosas cultivadas no laboratório. Há, porém, ressalvas: nem sempre o que se nota em tubos de ensaio se repete no organismo. De qualquer modo, os pesquisadores insistem que, ao menos por enquanto, os médicos devem aconselhar que as pessoas, por precaução, não exagerem no consumo de qualquer comida gordurosa.

4100 – Microondas altera o gosto da comida


Ainda que preparar alimentos em fornos microondas seja prático e rápido, o consenso dos paladares revela que o gosto da comida eletrônica é muito diferente daquela cozida nas chamas de um fogão a gás. Não é simples caso de purismo à mesa. Os químicos americanos Helen Yeo e Takayuko Shimamoto, da universidade da Califórnia, provaram por todas as moléculas que a alteração do gosto reside nas diferentes reações químicas que ocorrem nos dois tipos de cozimento.
A chave do sabor está em reações químicas entre o açúcar e o grupo de proteínas das aminas. Elas dão o aspecto marrom crocante dos alimentos assados, como a casca do pão, pois resultam numa espécie de caramelização do açúcar. Durante as reações, são produzidas substâncias como a pirazina, que deixam um gosto de caramelo e nozes. Outras como o pirrol, porém, cheiram a queimado. A hipótese dos pesquisadores é que, no forno microondas, o cozinheiro é rápido demais para que as substâncias agradáveis ao paladar sejam produzidas. Prevalecem, então, as que deixam mau gosto.

4099 – Planeta Terra – A erosão nossa de cada dia


A devastação das florestas já não é mais o grande vilão na novela da destruição do meio ambiente. Pelo menos, no que diz respeito à erosão do solo. Segundo os dados da primeira pesquisa global sobre a saúde dos solos, patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e divulgada em março passado, o ranking atual de devastação dos terrenos é o seguinte; 35% da erosão é causado pelo excesso de pastoreio, problema típico da África e Oceania, 30% advém do desflorestamento, com destaque para a Ásia e a América do Sul, e 28% do uso de práticas agrícolas danosas.
Com os números, vem o espectro da fome. “A cada ano, os fazendeiros do mundo têm que alimentar mais 92 milhões de pessoas com 24 bilhões de toneladas de solo a menos”, lembra Lester B. Brown, presidente do Worldwatch Institute, dos Estados Unidos. Os estudos indicam que, no momento, 89 000 quilômetros quadrados degradados dificilmente serão salvos, 2.9 milhões exigem investimentos acima das possibilidades dos países em desenvolvimento e outros 9,3 milhões — área equivalente ao território americano — precisam de medidas imediatas como drenagem e novas técnicas de plantio.

4098 – Como os pássaros protegem os olhos da chuva durante o vôo?


Por meio de uma membrana que reveste o globo ocular, chamada nictitante, que não só protege o olho das gotas de chuva mas também de impurezas, como a poeira, uma espécie de terceira pálpebra, que abre e fecha na direção horizontal, da parte interna para a externa do olho”. explica uma bióloga da Universidade de São Paulo. Além da função protetora, a membrana evita que o olho do pás¬saro resseque com o vento e é responsável pela sua lubrificação. Por ser transparente, ela permite que o pássaro enxergue durante o vôo. No entanto, se ele necessitar de maior acuidade visual recolherá a membrana.

4097 – Aviação – Jatos na Oficina


As naves ficam mais de um mês em hangares especiais, com direito a radiografias, testes com nomes complicados e consertos feitos por robôs de última geração.
Apesar de as estatísticas mostrarem que a maioria dos acidentes aéreos acontece por falha humana, a manutenção não pode ser descuidada. Um fato comprova isso: o pior acidente da história da aviação envolvendo um único avião — a queda de um Jumbo 747 da Japan Air Lines, em 1985 — foi causado por um erro de manutenção. Para que os aviões transportem as pessoas pelo céu e não para ele, os técnicos dedicam seus maiores esforços às três partes críticas de uma aeronave: motores, estrutura e sistemas hidráulicos. Dos três, os sistemas hidráulicos são os que mais preocupam em caso de falhas. Formados por um emaranhado de tubos e canos, levam óleo sob pressão a vários pontos da nave.
De acordo com o comando do piloto, a pressão aumenta em uma determinada tubulação, impulsionando trens de pouso, freios ou as partes essenciais para as manobras: flaps, ailerons, spoilers, profundores e o leme, conhecidos no jargão aeronáutico como superfícies de controle.
Um conserto de emergência num aeroporto tem aparência de um boxe de Fórmula 1, em que tudo é correria, mas nos hangares reina a calma de quem trabalha sob um milimétrico planejamento. As paradas para manutenção são programadas com meses de antecedência. Podem até aparecer aviões com a turbina enguiçada, mas nem isso é suficiente para alterar a rotina de uma oficina sem sujeira de graxa ou peças pelo chão, onde técnicos com sete anos de profissão são considerados novatos pelos colegas.
Na rotina das inspeções, quando se buscam indícios de falhas que ainda estão por acontecer, os sistemas hidráulicos passam pelo teste de Itcan — uma minuciosa verificação dos componentes, feita por sensores que medem a pressão do fluido quando os comandos são acionados. Qualquer vazamento interno, por menor que seja, é detectado, pois podem se tornar maiores no futuro e causar problemas.
Os motores dão mais trabalho, embora não sejam tão críticos para a segurança de uma aeronave quanto os sistemas hidráulicos. Mesmo um Jumbo 747 — o maior avião comercial — pode planar por um bom tempo em busca de um lugar para pousar se todas as quatro turbinas entrarem em pane ao mesmo tempo, hipótese muitíssimo improvável. Mas explosões em motores já causaram muitos sustos e pelo menos um grave acidente. Em 1989 a explosão da turbina traseira de um DC-10 da United Airlines danificou os sistemas hidráulicos da nave. Sem respostas aos comandos, o avião fez um pouso mal-sucedido no aeroporto de Sioux City, no Estado de Iowa (EUA), matando 119 dos 293 passageiros.
A manutenção dos motores é fundamental, porque são a fonte principal de energia dos próprios sistemas hidráulicos. Dínamos instalados nas turbinas geram eletricidade, como acontece nas usinas hidrelétricas. Essa eletricidade move as bombas que criam pressão nas tubulações hidráulicas. Nos casos de pane dos motores, os aviões modernos têm outros dois meios de conseguir energia elétrica, além dessas turbinas. Uma das fontes é a Ram Air Turbine (RAT), uma pequena turbina que, em situações de emergência sai pela barriga do avião e gera energia elétrica com auxílio do vento. A outra chama-se Auxiliary Power Unit (APU), um motor situado na cauda do avião, alimentado pelo mesmo querosene combustível das turbinas. Razões econômicas também exigem que a manutenção dos motores seja meticulosa.
Para assegurar o menor número de falhas possível, os motores são submetidos a testes que vão desde uma simples olhadela do mecânico em busca de penas de pássaros, durante a inspeção de transito, até a desmontagem total. A tal olhadela serve para alertar os técnicos de manutenção sobre uma causa bem comum de defeitos nos motores: os pássaros. “Em alguns aeroportos, como o de Manaus, onde há um depósito de lixo próximo à pista, as turbinas volta e meia ingerem urubus” , afirma o engenheiro Heitor.
Apesar de o perigo imediato ser pequeno, o almoço é bastante indigesto a longo prazo. O fan, uma peça fundamental da turbina, semelhante a um ventilador, é que recebe o impacto inicial da ave. Girando a 8 000 rotações por minuto, pode sofrer fissuras internas em algumas das 38 palhetas. Se nada for feito, com o tempo uma palheta danificada pode acabar se quebrando e sendo também ela “deglutida” pelo motor. Neste caso, haverá uma pane grave em pleno vôo. Além do incômodo causado por um motor inoperante no ar, há também o fator econômico. Cada uma das 38 palhetas — desenhadas por computador e feitas de ligas metálicas extremamente resistentes — custa a astronômica quantia de 10 mil dólares, “o mesmo que um Gol zero quilômetro”, compara o engenheiro Heitor. E a turbina possui outras partes bastante caras, principalmente os rotores dos compressores responsáveis pela expulsão do ar em alta velocidade.
Como os motores, a estrutura do avião também envelhece e requer cuidados. A colisão com pássaros ou pedras durante a decolagem, e os descuidos freqüentes dos funcionários de aeroportos no momento de encostar as escadas, provocam riscos e amassados, que a longo prazo podem se tornar rachaduras. Os mais leves são apenas tratados com anticorrosivos. Em alguns casos, porém, é preciso até enxertar novas placas metálicas na fuselagem. “Com rachaduras não se brinca”, alerta o engenheiro Heitor. Nos aviões mais velhos, elas se tornam uma verdadeira praga, colocando em risco a segurança.
No caso da fuselagem, as sucessivas pressurizações e despressurizações causam o aumento rápido de qualquer fissura. Os fabricantes de aviões perceberam isso há quatro anos, quando a parte de cima da fuselagem de um velho 737-200 da Aloha Air Lines, a companhia aérea do Havaí, simplesmente se rasgou, deixando o avião como se fosse um carro conversível. A partir daí, passaram a instruir as empresas aéreas para que fizessem testes mais rigorosos nos seus “aviões geriátricos”.
Atualmente, há testes estruturais reforçados quando os aviões chegam aos hangares de manutenção. Toda a fuselagem é examinada com atenção por dentro e por fora. Algumas rachaduras, no entanto, são traiçoeiras. Escondidas no interior do metal, ficam invisíveis ao olho nu. “Para achá-las, só com os ensaios não-destrutivos”, diz o engenheiro Heitor. Esses ensaios geralmente incluem radiografias e ultra-som. Detectadas, as rachaduras internas são corrigidas com reforços ou mesmo com a troca de partes inteiras da fuselagem.
Esses mesmos testes e reparos são feitos nos pontos particularmente sujeitos a grandes esforços durante o vôo. Os suportes que prendem a turbina à asa, chamados pylons, são os mais críticos. Num 747, além do peso da própria turbina — cerca de 5 toneladas — cada pylon deve suportar a força exercida pelo motor para puxar o avião para a frente: 30 toneladas, o peso de quatro elefantes. Desde o dia em que um 737 da companhia americana US Air não agüentou essa carga paquidérmica e perdeu uma turbina logo após a decolagem, em 1987, os técnicos de manutenção passaram a estudar meios de evitar acidentes desse tipo. Além de redobrarem a atenção nos testes estruturais nos hangares, tomaram uma providência curiosa para as inspeções de pista. Instituíram a pintura de duas marcas vermelhas, uma na carenagem do motor, outra no suporte da asa. Com o pylon em boas condições, as duas marcas ficam alinhadas. Se houver quebra do suporte traseiro — o que, segundo os técnicos, costuma acontecer antes do rompimento total —, a linha pintada na carenagem do motor desce e fica desalinhada em relação à da asa.

4096 – Mega Memória – De Corpo e Alma – Novela, drama e realidade



Uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 3 de agosto de 1992 a 6 de março de 1993, em 185 capítulos. Foi escrita por Glória Perez e dirigida por Fábio Sabag, Ivan Zettel e Roberto Talma (também o diretor geral).
Enredo
Diogo (Tarcísio Meira), um juiz íntegro, sente o seu casamento com Antônia (Betty Faria) desmoronar ao se apaixonar perdidamente por Betina (Bruna Lombardi), que morre num acidente de carro, logo após ser abandonada pelo magistrado. Seu coração é transplantado em Paloma (Cristiana Oliveira), uma jovem casada com um stripper, Juca (Victor Fasano), que trabalha no Clube das Mulheres.
Diogo (que tem com Antônia um filho, Filipe (Maurício Branco), sentindo-se culpado, aproxima-se dela imaginando estar ao lado de Betina. Paloma, porém, apaixona-se por ele sem saber do seu envolvimento com a doadora do coração. Enquanto isso, Juca torna-se o protegido do misterioso Vidal (Carlos Vereza) e faz sucesso no Clube das Mulheres, acabando por se tornar amante de Stella (Beatriz Segall), uma rica senhora.
Elenco
Tarcísio Meira – Diogo Santos Varela
Cristiana Oliveira – Paloma Bianchi
José Mayer – Caíque (Carlos Henrique Lopes Jordão)
Betty Faria – Antônia Santos Varela
Victor Fasano – Juca (Joaquim José Marcondes)
Maria Zilda Bethlem – Bia (Beatriz Lopes Jordão)
Stênio Garcia – Domingos Bianchi
Daniela Perez – Yasmin Bianchi
Guilherme de Pádua – Bira (Ubirajara Pinheiro)
Guilherme Leme – Agenor “Gino” Pinheiro
Vera Holtz – Simone Guedes
Hugo Carvana – Agenor Pinheiro
Marilu Bueno – Laci (Maria Lúcia Bianchi)
Eri Johnson – Reginaldo Freitas
João Vitti – Nando
Fábio Assunção – Caio Pastore
Hugo Gross – Tavinho (Otávio Pastore)
Carla Daniel – Sheyla Maria
Ida Gomes – Bela Lopes
Ewerton de Castro – Guedes (Antônio Guedes)
Milton Gonçalves – Juiz de menores
Mário Lago – Veiga (desembargador)
Aracy Cardoso – Celinha
Juliana Teixeira – Verinha
Lizandra Souto – Patty (Patrícia Maria Guedes)
Aron Hassan – Júnior (filho biológico de Vado e Terê)
Maria Regina – Guiomar Freitas
Marcelo Faria – Beto (José Alberto Guedes)
Maurício Branco – Felipe Santos Varela
Bastidores
No decorrer da novela, a jovem atriz Daniella Perez, filha da autora Glória Perez, foi brutalmente assassinada pelo seu colega de elenco, Guilherme de Pádua e pela mulher dele, Paula Nogueira Thomaz, na fatídica noite do dia 28 de dezembro de 1992, uma segunda-feira.
Durante a semana seguinte ao crime, Gilberto Braga e Leonor Bassères, assumiram a responsabilidade de escrever os capítulos e dar uma solução para o desaparecimento dos personagens.
Depois de uma semana, Glória Perez retomou seu trabalho e aproveitou para incluir mais dois assuntos polêmicos na trama: a morosidade da Justiça e a inadequação do Código Penal.
As últimas cenas de Daniela Perez como Yasmin, na novela, foram ao ar no último bloco do capítulo 146, no ar em 19 de janeiro de 1993, uma terça-feira. Ao final deste capítulo, os atores do elenco e o diretor Fábio Sabag, prestaram uma homenagem à atriz, com depoimentos gravados, e a história prosseguiu. A saída de Yasmin da novela foi explicada com uma viagem de estudos, uma vez que a personagem era dançarina. Já o personagem Bira simplesmente deixou de existir. Estas cenas seriam inseridas como a última cena do último capítulo, fechando a novela.
O assassinato da atriz teve repercussão em outros países. Guilherme de Pádua e a mulher, Paula Thomaz, foram julgados e condenados a 19 anos e 6 meses de cadeia por homicídio duplamente qualificado e praticado por motivo torpe. Cumpriram sete.
Só na semana de estréia de De corpo e Alma, o Instituto do Coração (INCOR), em São Paulo, que estava há dois meses sem uma única doação, recebeu nove órgãos para transplante.
A novela marcava a estréia da atriz Cristiana Oliveira na Globo, vinda de três produções da Rede Manchete: Kananga do Japão, em 1989, Pantanal, em 1990 e Amazônia, em 1991.
O Ibope da novela elevou bastante com a grande repercussão da morte de Daniela Perez sendo morta pelo seu colega de elenco Guilherme de Pádua, chegando a picos de 70 pontos.
Último trabalho do ator e dançarino Paulette falecido em 30 de julho de 1993 vítima de uma broncopneumonia e de um coma diabético.
Nunca houve nenhuma tentativa de reprise da novela no Brasil, apesar de sua audiência.

4095 – Mega Memória Século 20 – Década de 1990


PC (pati) Farias

1992 – Michael Jordan, o melhor jogador de basquete da História se tornava um dos atletas mais bem pagos do mundo.
Carl Lewis, o maior medalhista do atletismo olímpico, vencia a prova de salto em distância, em Barcelona.
Os negócios escusos de Paulo César Farias, o PC, no governo, abriram caminho para o impeachment do presidente Collor.
Jovens de todo o país pintaram o rosto para protestar contra a corrupção no governo.

A atriz Daniela Perez foi assassinada por seu par romântico na novela, o ator guilherme de Pádua.
1994 – O J Simpson, um ex-astro de futebol americano foi levado a julgamento pela morte de sua ex-mulher.
1995 – Voltava ao ar a Pool FM em uma nova frequência: 95,3 MHZ
1998 – Ratinho foi a sensação na TV Record, com o seu “show de horrores”.
Fernanda Montenegro brilhava em “A Central do Brasil”, filme vencedor do Festival de Berlim.
A morte do deputado Luís Eduardo Magalhães privou o governo do seu mais habilidoso articulador.
1996 – A Morte dos Mamonas

Mamonas

O líder e vocalista do Legião Urbana, Renato Russo, ídolo do rock nacional foi mais uma vítima da AIDs.
A modelo brasileira Shirley Mallmann saiu de Santa Clara do Sul e conquistou as passarelas do mundo.
1997- As garotas do Spice Girls, banda pop inglesa, chegavam ao topo das paradas de sucesso no mundo.
1998 – Naufrágio milionário – Nova versão do filme Titanic, dirigido por James Cameron, o mesmo do Exterminador do Futuro, levava milhões de pessoas de volta ao cinema.
Administração plena de êxitos de Bill Clinton fora comprometida pela divulgação de sua vida sexual.
Mônica Lewinky relatava a justiça seus encontros íntimos na Casa Branca com o presidente Clinton.
O desabamento do edifício Palace II no Rio, matava 8 pessoas e expunha as falcatruas do deputado Sérgio Naya.
1981 – Consumo – Finalmente chegava no Brasil o Vídeo k7:
O álbum de família estava se aposentando na alta classe média brasileira. Os filmes super 8 iam virar peça de museu. Os cinemas perderiam alguns espectadores fiéis. Um forte concorrente invadia a praça do som e da imagem.

4094 – Rádios Paulistanas – A Atual Fast 89 FM


É uma emissora de rádio brasileira, parceira da Nestlé, empresa atuante no ramo de alimentos, detentora da linha de bebidas Fast. Controlada pelo GC2 (Grupo Camargo de Comunicação), vai ao ar em São Paulo na freqüência 89.1 MHz. Anteriormente entrava no ar na frequência a 89 A Rádio Rock até a metade dos anos 2000. De julho de 2006 a fevereiro de 2011 era denominada apenas 89 FM.
A extinta 89 A Rádio Rock entrou no ar pela primeira vez em 2 de dezembro de 1985. Antes, a freqüência era ocupada pela Pool FM, emissora da mesma empresa de roupas Pool que ao contrário da 89, era voltado ao Disco Music e Funk. Sua principal concorrente era a Bandeirantes FM, ao contrário do que afirma a Wikipédia, pois a 97 FM, atual energia 97, na época tocava Rock, só passando para Dance Music na década de 90.
Declínio
A mudança de direção culminou na demissão de alguns dos locutores tradicionais da rádio como Zé Luís, Roberto Hais e Luka. Outros locutores de longa data da emissora, como Cadu, Sandro Anderson e PH Dragani, foram mantidos. A rádio também contrata o rapper americano Fat Man Scoop, um dos grandes nomes do Hip Hop.
Em julho do mesmo ano, a emissora muda de nome (para 89 FM) e de segmento, como parte dos planos de reformulação, passando a ter um formato mais Pop, incluíndo em sua programação os sucessos da Black Music e Dance Music, os gêneros musicais mais tocados nas rádios jovem.
A mudança repentina de estilo pegou de surpresa os ouvintes do antigo segmento, que acusam a 89 de terem se vendido e até hoje gera discussões e protestos.
Além da mudança de nome e de estilo, a 89 também mudou de logomarca e novos programas entraram no ar com um formato mais interativo, criando canais de participação dos ouvintes pela internet, pelo telefone e ao vivo. A rádio também deixou o seu antigo e famoso endereço na Praça Oswaldo Cruz (início da Avenida Paulista) para iniciar suas operações na avenida mais importante da capital paulista.
A mudança vem dando resultado na audiência. Atualmente, a rádio ocupa o 11º lugar no IBOPE em São Paulo. No segmento jovem, a emissora está atrás apenas da Mix FM, está tecnicamente empatada com a Metropolitana FM e Jovem Pan 2 FM, e a frente da Energia 97, Rádio Disney Brasil e Transamérica Pop.
Fast 89
Em fevereiro de 2011 a Rádio fecha acordo com linha de bebidas Fast da Nestlé. A partir de então, a marca Fast está presente no nome da emissora e de todos os programas que a compõe.
A grande idéia era tornar a rádio muito mais interativa , foram desenvolvidos diversos canais de comunicação com o ouvinte, SMS , FORM SITE , EMAIL , REDES SOCIAIS são alguns destes canais onde são atendidos os pedidos musicais dos ouvintes.
Com o crescimento da internet foram desenvolvidos também aplicativos para as principais plataformas do mercado Iphone e Android.
Opinão do ☻ Mega:
Muito fraca

4093 – Jamiroquai faz show animado, mas com poucos hits


Jamiroquai no Rock in Rio 2011

Nada memorável, mas um bom aquecimento. Assim pode ser resumido o show do Jamiroquai no Rock in Rio, na noite desta quinta.
A plateia – consideravelmente mais velha, em comparação com a do primeiro fim de semana – que esperava por Stevie Wonder, a grande atração da noite, pode dançar com gosto ao som do funk soul da banda inglesa, declaradamente influenciada pelo músico americano.
Dançante como de costume, com seu visual cool (que inclui um cocar de penas), o vocalista Jay Kay parecia animado com a numerosa plateia à sua frente (“Isso é uma grande multidão”, disse a certa altura, admirado) e, mesmo deixando de fora muitos de seus sucessos (como “Space Cowboy”, “Virtual Insanity” e “When You Gonna Learn”) em prol de canções de seu último disco (“Rock Dust Light Star”, 2010), segurou o pique na maior parte do show.
Teve nessa tarefa o apoio de uma banda tão grande quanto afinada, incluindo três backing vocals e o indispensável naipe de metais para acompanhar a guitarra suingada e o baixo marcante.
Os momentos mais animados, evidentemente, se deram nas canções conhecidas do público – como a dobradinha “Cosmic Girl” e “High Times”, na primeira parte do show, e a ótima e pesada “Deeper Underground”, antes da saída para o bis.

Você confere abaixo Space Cowboy, seu maior sucesso e que também virou filme.