13.251 – Português – Linguagem Coloquial


capoliglota
Compreende a linguagem informal, ou seja, é a linguagem cotidiana que utilizamos em situações informais, por exemplo, na conversa com os amigos, familiares, vizinhos, dentre outros.
Quando utilizamos a linguagem coloquial decerto que não estamos preocupados com as normas gramaticais, e por isso, falamos de maneira rápida, espontânea, descontraída, popular e regional com o intuito de interagir com as pessoas.
Dessa forma, na linguagem coloquial é comum usar gírias, estrangeirismos, abreviar e criar palavras, cometer erros de concordância, os quais não englobam as preocupações com a norma culta.
Para tanto, quando escrevemos um texto é muito importante que utilizemos a linguagem formal (culta), ou seja, gramaticalmente correta.
Isso é um problema que ocorre muitas vezes com os estudantes que tentam produzir um texto, e por estarem tão familiarizados com a linguagem falada, não conseguem se distanciar da maneira de falar.
Outro fator importante para apontar é que a linguagem utilizada pode identificar seu meio social, suas condições econômicas, dentre outros fatores.

13.174 – O que são Metáforas?


figurativo
Leia esses versos de Chico Buarque:
“Sua boca é um cadeado
E meu corpo é uma fogueira”.

Observe que o eu lírico mantém uma relação de similaridade entre os termos “boca” e “cadeado”, de modo que as características do “cadeado” (fechado) sejam atribuídas à “boca”. O mesmo ocorre entre os termos “corpo” e “fogueira” (ambos são quentes).

Existe aqui uma transferência da significação própria de uma palavra, no caso aqui “cadeado” e “fogueira”, para outra significação quem lhe convém graças a uma comparação existente no espírito do autor, ou seja, acontece de maneira implícita. A isso chamamos metáfora.

Veja outros exemplos de metáfora:

“O samba é o pai do prazer
O samba é filho da dor”.

(Caetano Veloso)

Nesses versos, o poeta faz referência a duas informações inerentes ao samba. Como “pai do prazer”, refere-se ao espírito festivo e contagiante que envolve a dança; como “filho da dor”, remete-nos a refletir sobre a origem do ritmo, dando ênfase ao sofrimento da raça negra desde o primeiro contato com o homem branco.

Os versos a seguir, de Cecília Meireles, apresentam um tipo diferente de metáfora:

“Pelos vales de teus olhos
de claras águas antigas
meus sonhos passando vão”.

Neste caso, “águas” e “vales” mantém uma relação de similaridade, fazendo-nos entender que os olhos de quem o eu lírico se refere estão marejados de lágrimas. Nesse caso, a metáfora aconteceu por substituição, ou seja, o vocábulo “águas” foi empregado no lugar de “vales”, evitando a repetição e adicionando mais um sentido a ela.
Em suma, metáfora é a figura de linguagem que consiste em empregar uma palavra num sentido que não lhe é comum ou próprio, numa relação de semelhança entre dois termos.

13.173 – Português – Parônimos e Homônimos


teste-de-portugues
Parônimos são palavras com escrita e pronúncia parecidas, mas com significado (sentido) diferente.

– O homem fez uma bela descrição da mulher.
– Use a sua discrição, Paulo.

Amoral – nem contrário e nem conforme a moral
Imoral – contrário à moral
Arrear – pôr arreios
Arriar – colocar no chão
Comprimento – extensão, grandeza e tamanho
Cumprimento – saudação
Descrição – falar sobre
Descriminar – inocentar
Emergir – mostra-se
Imergir – mergulhar

Homônimos são palavras com escrita ou pronúncia iguais, com significado (sentido) diferente.

– A manga está uma delícia.
– A manga da camisa ficou perfeita.

– O político foi cassado por corrupção.
– O lobo foi caçado por bandidos.

Tipos de homônimos: homógrafos, homófonos e homônimos perfeitos.

Homógrafos – mesma grafia e som diferente.
– Eu começo a trabalhar em breve.
– O começo do filme foi ótimo.

Homófonos – grafia diferente e mesmo som.

– A cela do presídio está lotada.
– A sela do cavalo está velha.

Homônimos perfeitos – mesma grafia e som.
– Vou pegar dinheiro no banco.
– O banco da praça quebrou.

Acender – colocar fogo
Ascender – subir
Aço – metal
Asso – verbo assar conjugado
Censo – recenseamento
Senso – julgar
Cessão – ceder
Seção – divisão
Sessão – reunião
Coser – costurar
Cozer – cozinhar
Manga – fruta
Manga – parte da camisa
Sexta – dia da semana (sexta-feira)
Cesta – receptáculo
Sesta – descanso

13.172 – Linguística – O Português Arcaico


Se originou através da mistura entre os dialetos árabes e do latim, trazido à península ibérica durante a invasão muçulmana, dando, primeiro, origem ao galego-português, língua que mais tarde seria oficial em Portugal. Esta fase foi chamada de trovadoresca, e terminou em meados do século XIII.
Em uma fase seguinte, com os primeiros documentos escritos em língua portuguesa, temos o português arcaico. Iniciou-se o processo de diferenciação entre o português e o galego-português, e a separação entre o galego e o português, iniciada com a independência de Portugal no ano de 1185. Mais tarde esta separação se consolidaria ainda mais, principalmente com a expulsão dos mouros (1249) e com a derrota dos castelhanos (1385).
É importante saber que não há, no processo de evolução da língua, uma delimitação clara entre um período e outro. A divisão em períodos existe mais para fins didáticos, mas textos encontrados desta época contém elementos tanto do galego-português quanto do português propriamente dito e normatizado, pois os escritos são produzidos pelo povo, e a separação das duas línguas (galego e português) foi um processo que envolveu fatores sociais, políticos, históricos e linguísticos. Aos poucos a língua foi se transformando, a prosa literária foi se consolidando, e as normas foram surgindo.
Outro fator influente na evolução da língua foi a expansão do império português através das navegações que proporcionaram o contato com outras línguas, espalhando-se assim pela Ásia, África e América. Este processo aconteceu entre os séculos XIV e XVI, período em que a língua portuguesa foi sofrendo influências destas localidades, de onde trouxeram muitas palavras e expressões, incorporando-as à língua portuguesa.
Outra influência considerável foi a das línguas europeias, na mesma época, devido ao prestígio artístico-literário que estes países tinham. Muito da cultura dos países europeus foi trazido para Portugal, e a língua não poderia deixar de sofrer estas influências.
Com o Renascimento a língua recebeu elementos eruditos, influências do italiano e do grego, tornando-se ainda mais complexa.
O final deste período de evolução da língua foi marcado pela publicação do Cancioneiro Geral em 1516, por Garcia Resende.

13.101 – Linguística – De onde veio a Língua Portuguesa?


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Curiosamente, o português surgiu da mesma língua que originou a maioria dos idiomas europeus e asiáticos. Com as inúmeras migrações entre os continentes, a língua inicial existente acabou subdividida em cinco ramos: o helênico, de onde veio o idioma grego; o românico, que originou o português, o italiano, o francês e uma série de outras línguas denominadas latinas; o germânico, de onde surgiram o inglês e o alemão; e finalmente o céltico, que deu origem aos idiomas irlandês e gaélico. O ramo eslavo, que é o quinto, deu origem a outras diversas línguas atualmente faladas na Europa Oriental.
O latim era a língua oficial do antigo Império Romano e possuía duas formas: o latim clássico, que era empregado pelas pessoas cultas e pela classe dominante (poetas, filósofos, senadores, etc.), e o latim vulgar, que era a língua utilizada pelas pessoas do povo. O português originou-se do latim vulgar, que foi introduzido na península Ibérica pelos conquistadores romanos. Damos o nome de neolatinas às línguas modernas que provêm do latim vulgar. No caso da Península Ibérica, podemos citar o catalão, o castelhano e o galego-português, do qual resultou a língua portuguesa.
O domínio cultural e político dos romanos na península Ibérica impôs sua língua, que, entretanto, mesclou-se com os substratos linguísticos lá existentes, dando origem a vários dialetos, genericamente chamados romanços (do latim romanice, que significa “falar à maneira dos romanos”). Esses dialetos foram, com o tempo, modificando-se, até constituírem novas línguas. Quando os germânicos, e posteriormente os árabes, invadiram a Península, a língua sofreu algumas modificações, porém o idioma falado pelos invasores nunca conseguiu se estabelecer totalmente.
Somente no século XI, quando os cristãos expulsaram os árabes da península, o galego-português passou a ser falado e escrito na Lusitânia, onde também surgiram dialetos originados pelo contato do árabe com o latim. O galego-português, derivado do romanço, era um falar geograficamente limitado a toda a faixa ocidental da Península, correspondendo aos atuais territórios da Galiza e de Portugal. Em meados do século XIV, evidenciaram-se os falares do sul, notadamente da região de Lisboa. Assim, as diferenças entre o galego e o português começaram a se acentuar. A consolidação de autonomia política, seguida da dilatação do império luso consagrou o português como língua oficial da nação. Enquanto isso, o galego se estabeleceu como uma língua variante do espanhol, que ainda é falada na Galícia, situada na região norte da Espanha.
As grandes navegações, a partir do século XV d.C. ampliaram os domínios de Portugal e levaram a Língua Portuguesa às novas terras da África (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe), ilhas próximas da costa africana (Açores, Madeira), Ásia (Macau, Goa, Damão, Diu), Oceania (Timor) e América (Brasil).

A Evolução da Língua Portuguesa

Destacam-se alguns períodos:

1) Fase Proto-histórica

Compreende o período anterior ao século XII, com textos escritos em latim bárbaro (modalidade usada apenas em documentos, por esta razão também denominada de latim tabeliônico).

2) Fase do Português Arcaico

Do século XII ao século XVI, compreendendo dois períodos distintos:

a) do século XII ao XIV, com textos em galego-português;

b) do século XIV ao XVI, com a separação entre o galego e o português.

3) Fase do Português Moderno

Inicia-se a partir do século XVI, quando a língua se uniformiza, adquirindo as características do português atual. A literatura renascentista portuguesa, notadamente produzida por Camões, desempenhou papel fundamental nesse processo de uniformização. Em 1536, o padre Fernão de Oliveira publicou a primeira gramática de Língua Portuguesa, a “Grammatica de Lingoagem Portuguesa”. Seu estilo baseava-se no conceito clássico de gramática, entendida como “arte de falar e escrever corretamente”.

13.044 – Filosofia – Lógica engana?


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Os silogismos partem de uma primeira premissa, uma segunda premissa e uma conclusão.
Com origem na palavra grega “syllogismos”, que significa “conclusão” ou “inferência”, um Silogismo é um tipo de argumento lógico que aplica o raciocínio dedutivo para extrair uma conclusão de duas ou mais proposições, que se supõe sejam verdadeiras. Em sua versão mais antiga, formulada pelo filósofo grego Aristóteles, um silogismo é formado por três proposições: uma afirmação geral, a qual chamamos premissa maior; seguida de uma proposição de afirmação específica, a qual chamamos premissa menor; e uma conclusão, ou consequente, que é deduzida das duas premissas.

A forma de uma silogismo é como segue:

Premissa maior: Todo M é P.
Premissa menor: S é M.

Conclusão: S é P.

Como pode ser visto no exemplo acima, existe uma relação entre os termos que constituem as premissas:

Termo maior – Aparece em uma das premissas e ocupa lugar de predicado na conclusão, na estrutura acima é representado por P.
Termo menor – Ocupa o lugar de sujeito na conclusão, aparecendo em uma premissa diversa do termo maior, representado por S.
Termo médio – O termo médio é o único dos três termos que aparece em ambas as premissas, mas nunca na conclusão, e funciona como intermediário permitindo a passagem das premissas à conclusão ao apresentar uma relação entre sujeito e predicado. Na estrutura acima é representado por M.
Existem infinitos silogismos, mas apenas 256 tipos lógicos e 24 formas válidas de se constituir um silogismo, todas respeitando a estrutura básica descrita acima. Um exemplo clássico tem sido usado em filosofia, para explicar o formato e funcionamento de um silogismo. É o exemplo de um silogismo que conclui sobre a mortalidade de Sócrates com base nas premissas que afirmam que ele é mortal e que todos os homens são mortais.

Todo homem é mortal

Sócrates é um homem

Então, Sócrates é mortal

Neste caso o termo maior é “mortal”, o termo menor é “Sócrates” e o termo médio é “homem”.

Através dos séculos, o Silogismo Aristotélico dominou a filosofia, já no século XIX, o filósofo alemão Immanuel Kant afirmou em sua obra Lógica que, a lógica seria a ciência completa, a primeira e única ciência completa, e que a lógica Aristotélica, tendo o silogismo como base, em maior ou menor medida inclui tudo o que havia para se conhecer, embora o próprio Kant seja conhecido como um filósofo inovador em lógica. Esta posição permaneceu sem oposição até o surgimento dos trabalhos do filósofo alemão Gottlob Frege, especialmente Begriffsschrift de 1879. Nesta obra Frege introduziu um calculo, utilizando-se de quantificadores e variáveis. Hoje o silogismo Aristotélico é ensinado primariamente como matéria histórica e introdução à lógica.

O silogismo científico é um importante subgrupo do silogismo, e difere da forma geral, apresentado acima, por dizer respeito também ao valor de verdade das premissas e conclusões, e não apenas à estrutura. As premissas do silogismo científico devem ser verdadeiras e devem ser primeiras, ou seja, não tendo necessidade de serem demonstradas, com premissas anteriores e mais primitivas. Devem ser claras, inteligíveis por si mesmas, e mais primitivas do que as conclusões, porque devem conter a razão de tais conclusões. Se fosse de outro modo seria possível pedir pela demonstração das premissas, e seguir demonstrando ao infinito, pois para cada premissa demonstrada seria possível pedir outra demonstração. No entanto, as conclusões dos silogismos podem constituir premissas para outros silogismos, assim construindo cadeias de silogismos, que expandem nosso conhecimento científico a partir daquilo sobre o que já temos algum conhecimento.
O que é uma falácia?
Significado de Falácia
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O que é uma Falácia:
Falácia significa erro, engano ou falsidade. Normalmente, uma falácia é uma ideia errada que é transmitida como verdadeira, enganando outras pessoas.
No âmbito da lógica, uma falácia consiste no ato de chegar a uma determinada conclusão errada a partir de proposições que são falsas.
A filosofia de Aristóteles abordou a chamada “falácia formal” como um sofisma, ou seja, um raciocínio errado que tenta passar como verdadeiro, normalmente com o intuito de ludibriar outras pessoas.
De acordo com a lógica filosófica aristotélica, a “falácia informal” difere-se da formal, principalmente pelo fato da primeira usar de raciocínios válidos, a princípio, para chegar a resultados que sejam inconsistentes e com premissas falsas.
Ao contrário das falácias formais, que são mais fáceis de identificar, as falácias informais, por apresentar uma forma lógica válida, podem ser de difícil identificação.
Falácia também pode ser sinônimo de ardil ou logro, uma atitude que tem como objetivo obter vantagem sobre outra pessoa, enganando-a. Muitas vezes está relacionado com a falta de honestidade.
Com origem no termo em latim fallacia, esta palavra indica a característica ou propriedade de algo que é falaz, ou seja, engana ou ilude.
Em alguns casos, falácia também pode indicar gritaria ou falatório, uma confusão causada pelo barulho de muitas vozes.

13.042 – Parece, mas não é – Não confunda Ecúmeno com Ecumênico


Ecumenismo: É um processo de entendimento que reconhece e respeita a diversidade entre as igrejas. A ideia de ecumenismo é exatamente reunir o mundo cristão. Na prática, porém, o movimento compreende diversas religiões inclusive aquela não cristã.

Ecúmeno: É a área habitável ou habitada da Terra e apresentam condições adequadas à ocupação humana. Há também regiões de clima menos agradavél, e encontram, porém, ocupadas. Muitas cidades do Canadá e norte da Europa e da Ásia, por exemplo, apresentam invernos super rigorosos, mas, mesmo assim, suportáveis pelos seu moradores.

13.012 – Linguística – Quais os países que falam o Português?


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A língua portuguesa é a quinta mais falada no mundo e a terceira do mundo ocidental, superada pelo inglês e pelo castelhano. Atualmente, aproximadamente 250 milhões de pessoas no mundo falam português e o Brasil responde por cerca de 80% desse total.
Diante disso, a língua portuguesa é instituída como oficial em Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, Brasil, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Princípe e Guiné Equatorial. Diante da grandiosidade da língua, em países do MERCOSUL é obrigatório o ensino do português como disciplina escolar.
Existem ainda lugares que utilizam a língua de forma não oficial, assim o idioma é falado por uma restrita parcela da população, são eles: Macau e Goa (um estado da Índia).
A dispersão da língua em distintos continentes deve-se principalmente à política de expansão de Portugal, especialmente nos séculos XV e XVI, quando ocorreu a exploração de uma grande quantidade de colônias. Sendo assim, a língua da metrópole foi introduzida e logo se juntou com as culturas locais, formando uma diversidade de dialetos. Essa nova forma de falar o português fora da pátria mãe era denominada de criolo.
O português é oriundo do latim vulgar (essa variação era apenas falada), língua que os romanos inseriram em uma região ao norte da Península Ibérica, chamada de Lusitânia. A partir da invasão dos romanos na região, praticamente todos os povos começaram a usar o latim, salvo o povo basco. Nesse processo teve início a constituição do espanhol, português e o galego.
Em sua essência é uma língua românica, ou seja, ibérico-românico, que deu origem também ao castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.
O português se diferencia por meio da variedade de dialetos e subdialetos e no âmbito internacional, pois a língua é classificada em português brasileiro e europeu.

13.010 – Redação – O que é o resumo?


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O resumo pode ser considerado como uma leitura inteligente do texto que se pretende entender ou explorar resumidamente. A leitura inicial é uma forma de reconhecimento do texto, o leitor vai sentir as primeiras impressões do texto. Para uma boa leitura é preciso que se leia de forma atenta e deixe de lado seus preconceitos, usando a sua parte perceptiva e identificando-se com o corpo do texto. O que podemos chamar de diálogo com o texto.
Após a primeira leitura e impressões, que é um tipo de análise do todo, passa-se a segunda leitura que divide o texto em parágrafos. Leia todo o texto sem deixar páginas ou parágrafos. Agora o leitor observará e retirará as idéias centrais dos parágrafos, cuidado ao analisar os parágrafos, pegue somente as idéias centrais e deixe as secundárias em segundo plano. A cada parágrafo deve-se fazer anotações sobre as idéias principais e importantes, não polua suas anotações com opiniões de menos importância. A idéia principal é uma explicação inserida no parágrafo. Ao término da assinalação dos dados significativos, faça um confronto com uma nova leitura para observar suas anotações e o seu entendimento.
Leia suas anotações com atenção e expresse suas idéias mostrando o que entendeu do texto, em verdade integrando as idéias contidas no texto. Observação: não é uma cópia.
Evite algumas expressões do tipo:
“O autor descreve…”;
“Neste artigo, o autor descreve que…”;
“No texto o autor fala…”;
“Todos sabem…”;
“De acordo com alguns autores…”;
Gírias, frases muito longas (são passíveis de erros), “achismos”.
O resumo deve conter:
Título – o original do autor da obra original, quando só se usa um texto. Para dois ou mais textos pode-se criar um título.
Corpo do texto – é o desenvolvimento.
Elaborar a referência – você partiu de um texto, logo será sua referência. Consultar as normas da ABNT.

11.260 – Silogismos no dito Popular – A voz do povo é a voz de Deus?


Tanto Faz
“O povo não está preparado para ideias novas capazes de mudar nosso destino e traçar um novo caminho. O Brasil não precisa da voz do povo, precisa, sim, da voz da razão, que irá mostrar o caminho certo para essa grande nação.”
Karla Alves da Silva, economista da Universidade Católica de Brasília

Pode Ser
“Muito do que vimos até agora sugere que um grande grupo de indivíduos diversos vai tomar decisões melhores e mais consistentes do que o mais qualificado ‘tomador de decisões’.”
James Surowiecki, no livro A Sabedoria das Multidões

Cuidado com Ela
“A democratização excessiva do sistema leva os políticos a procurar agradar aos eleitores a qualquer preço, vivendo no pânico obsessivo dos falsos passos que possam precipitar a sua queda.”
Fareed Zacharia, no livro O Futuro da Liberdade