13.364 – Lei e Direito – Direito do Trabalho


direito do trabalho
E o conjunto de normas jurídicas que regem as relações entre empregados e empregadores, são os direitos resultantes da condição jurídica dos trabalhadores. Estas normas, no Brasil, estão regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Constituição Federal de 1988 e várias leis esparsas (como a lei que define o trabalho do estagiário, dentre outras).
Surge como autêntica expressão do humanismo jurídico e instrumento de renovação social. Constitui atitude de intervenção jurídica em busca de um melhor relacionamento entre o homem que trabalha e aqueles para os quais o trabalho se destina. Visa também a estabelecer uma plataforma de direitos básicos. Portanto, a definição de direito do trabalho é o conjunto de normas e princípios que regulamentam o relacionamento entre empregado e empregadores.
Pode ser conceituado também segundo Hernainz Marques, professor de direito do trabalho, como “Conjunto de normas jurídicas que regulam as relações de trabalho, sua preparação, desenvolvimento, consequências e instituições complementares dos elementos pessoais que nelas intervêm.” Não é apenas o conjunto de leis, mas de normas jurídicas, entre as quais os contratos coletivos, e não regula apenas as relações entre empregados e empregadores num contrato de trabalho, mas vai desde a sua preparação com a aprendizagem até as consequências complementares, como por exemplo a organização profissional.
O direito do trabalho está sempre em expansão, sendo considerado por alguns doutrinadores como um ramo do direito em transição. Caracteriza-se por ser intervencionista e protetivo em relação ao empregado. Seus institutos típicos são em essência coletivos ou socializantes.
De acordo com a maioria dos pensadores, seria um ramo do direito privado pois sua categoria nuclear é, essencialmente, uma relação jurídica entre particulares.
Entretanto, existem doutrinadores que lhe atribuem caráter de direito público diante da prevalência de suas normas imperativas e indisponíveis.
A posição mais atual considera o Ramo Trabalhista como uma área mista e complexa. Mista pois ora trata de direitos individuais, ora de direitos coletivos e ora de direitos difusos. Complexa porque diante de sua importância tem amplo impacto na economia de um país e / ou internacionalmente, de modo que não se trata de um sistema fechado e isolado.
É autônomo em relação aos outros ramos do direito, pois é bastante amplo, merecendo estudo adequado e especial; contém doutrinas homogêneas, com conceitos gerais comuns e distintos dos conceitos formadores dos outros ramos do direito; e possui instituições peculiares, finalidade específica e em muitos países jurisdições especiais para dirimir os dissídios que lhe concernem (no Brasil os dissídios são apreciados pela Justiça do Trabalho)
O conceito de autonomia resulta dos elementos característicos que permitem distinguir cada um dos ramos do tronco comum, que é o Direito. Ao reconhecer a autonomia do direito do trabalho, importa afirmar que ele não integra o direito civil, o econômico ou o comercial, porque ele mesmo constitui um dos ramos da ciência jurídica.
Dentre os elementos configuradores dessa autonomia, pertencentes à categoria das fontes especiais do direito do trabalho, cumpre destacar a convenção coletiva de trabalho e a sentença normativa, as quais não poderiam ser incluídas em qualquer outro ramo do direito, nem explicadas pela respectiva doutrina.

13.363 – Instituições de Ensino – Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo


Faculdade_de_Direito_da_USP
Também conhecida como Faculdade de Direito do Largo de São Francisco ou ainda “Arcada” (em alusão a sua Arquitetura), é uma instituição de ensino superior integrante da Universidade de São Paulo, cujas principais atividades são o Ensino e a Pesquisa na área do Direito.
A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo formou inúmeras personalidades importantes da História do Brasil.
A Ideia acerca da criação de um curso jurídico no Brasil surgiu em 1822, com José Feliciano Fernandes Pinheiro, o Visconde de São Leopoldo, membro do Parlamento. Até então, os que desejavam estudar direito deveriam deslocar-se até Coimbra, em Portugal.
A Faculdade de Direito, a mais antiga Instituição do gênero no Brasil — juntamente com a Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco —, deve a sua origem a um decreto imperial assinado em 1827. Estas destinavam-se a formar governantes e administradores públicos, sendo fundamental para a consolidação e para o desenvolvimento do país independente.
Em princípio chamado simplesmente “curso jurídico”, teve sua aula inaugural dada em São Paulo no 1 de março de 1828, pouco antes do curso de Olinda.
Desde o início, a Faculdade de Direito pertenceu ao Governo central, passando do monárquico ao republicano, e em agosto de 1934 a Faculdade foi incorporada à Universidade de São Paulo por Getúlio Vargas.

Com a Revolução Constitucionalista de 1932, alguns alunos da Faculdade de Direito morreram lutando contra a Ditadura de Getúlio Vargas. Assim, ergueram em Homenagem a estes o “Monumento ao Soldado Constitucionalista”, situado na área interna do Prédio Histórico. Encontra-se, também, umTúmulo, construído em 1842, em homenagem a Julius Frank, um Professor de História e Geografia fundador de uma sociedade secreta de jovens, “Burschenschaft”. Esta teria influenciado, principalmente os jovens, durante muitos anos na história da política brasileira.

Em 1973, a criação dos cursos de Pós-graduação, teve como consequência a diminuição do espaço acadêmico disponível. Cogitou-se, então, a transferência do “campus” para a Cidade Universitária, na Zona Sul de São Paulo, porém muitos alunos e professores foram contrários a essa mudança devido a localização de toda a infraestrutura jurídica estar concentrada no centro de São Paulo (escritórios de advocacia e tribunais). Além significação da Faculdade estar localizada a mais de um século no Largo São Francisco. Diante disto, fora colocada uma pedra fundamental para o pretenso da nova localização do “Campus” da faculdade, porém estudantes a retiraram da Cidade Universitária e a levaram para o Largo de São Francisco, instalada (até hoje) na calçada em frente à escola. Nela, gravaram a seguinte frase: “Quantas pedras forem colocadas, tantas arrancaremos. 30-X-1973”.
A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo é comandada pela Diretoria. A Congregação é o seu máximo órgão colegiado e é composta pelo Diretor, Vice-diretor, Presidentes das Comissões (de Graduação, de Pós-Graduação, Pesquisa e Cultura e Extensão Universitária), Chefes de Departamento, todos os Professores Titulares, alguns dos Professores Doutores e dos Professores Associados, o representante dos Professores Assistentes, os quatro representantes dos discentes e três dos servidores não-docentes.
A Faculdade conta com outros colegiados, como a Comissão de Pesquisa, a Comissão de Graduação, o Conselho Técnico-Administrativo, a Comissão de Pós-Graduação e a Comissão de Cultura e Extensão Universitária. Além destes, ela é dividida em nove departamentos.
Fundado em 1903, o Centro Acadêmico XI de Agosto, ou XI (como é chamado de maneira mais afetiva) é a entidade máxima de representação dos estudantes e um órgão ativo nas transformações políticas e sociais do País.
Em 106 anos de existência, o XI de Agosto sempre foi, e ainda é, um centro de difusão de ideais republicanos e de Igualdade, concretizados na resistência à Ditadura de Getúlio Vargas e nas Escolas Proletárias do XI. Foi palco de diversas conquistas, como o Sufrágio feminino e do Voto secreto, e envolveu-se em várias campanhas, como “O petróleo é nosso!”, “Diretas Já!”, “Sou da paz” e “Fora Collor”.
Considerada a primeira Biblioteca pública da cidade de São Paulo, criada em 1825 no Convento de São Francisco, é especializada em Direito e serve ao corpo discente e docente da faculdade, além de poder ser utilizada pelo público em geral para consulta.
Dom Manuel da Ressurreição, terceiro Bispo de São Paulo, colocou um Acervo de 2.000 exemplares disponibilizados para membros do Clero e para os estudantes. Com a fundação da faculdade de Direito de São Paulo, a biblioteca herda aproximadamente mais 5.000 volumes para sua coleção.
Em 1934, a faculdade passa por uma reforma completa, onde a biblioteca passa a localizar-se em suas atuais dependências, ocupando uma considerável parte do primeiro pavimento do prédio do Largo de São Francisco, e, a partir de 1982, esta passa a integrar o Sistemas de Bibliotecas da USP (SIBi), visando atender as necessidades de informação do coletivo da universidade.
A Faculdade de Direito da USP possui programa de Pesquisa, coordenado por uma Comissão composta por seis membros titulares e por presidente e vice-presidente, eleitos pelos próprios membros. A função da Comissão de Pesquisa é traçar as diretrizes para as linhas de pesquisa da faculdade, seguindo o estatuto da USP.
Alunos regularmente matriculados na graduação podem participar do programa de Iniciação Científica, que é promovido pela Comissão de Pesquisa da Faculdade de Direito em conjunto com a Pró-Reitoria da Universidade de São Paulo. O aluno desenvolverá um trabalho de pesquisa seguindo alguma das linhas de pesquisa dos departamentos da faculdade, sendo orientado por um docente-pesquisador, que seja doutor na área em estudo. O estudante que desenvolver a pesquisa pode ter o seu trabalho realizado no seu diploma, além de ser contemplado com uma bolsa de estudos, de acordo com o órgão em que se inscrever na Iniciação Científica.
Em 1969 foi criada a Pós-Graduação da Universidade de São Paulo, com o intuito de proporcionar oportunidades de evolução educacional e de aplicação da formação acadêmica, oriunda em grau de graduação. Stricto Sensu.
A Pós-Graduação Stricto Sensu, de origem mais erudita e destinada para o desenvolvimento da consciência, se designa à constituição de pesquisadores com vasto âmbito de sua área de conhecimento. Abrange um aglomerado de ações planejadas, desenvolvidas e especificadas, orientadas por um dirigente, que englobam e priorizam a docência e a pesquisa, buscando sempre pela incorporação do saber teórico. Detém dois níveis finais, o mestrado e o doutorado, divergentes conforme a imensidade e profundeza dos estudos.

Universidade_de_São_Paulo_(Revista_jurídica)

 

13.362 – Os Subprodutos do Capitalismo Selvagem – Trabalho precário, terceirização e cooperativas de trabalho


trabalho_precario

Passando sutilmente a perna nos direitos dos trabalhadores
Um dos resultados mais evidentes dessa nova dinâmica produtiva ensejada pelas mudanças organizacionais e tecnológicas impostas pela globalização da economia mundial tem sido a desestruturação do mercado de trabalho, sobretudo daquele baseado no emprego subordinado e no trabalho assalariado, uma vez que tanto o desemprego estrutural, de um lado, aprofundado pela atual crise econômica mundial, como as pressões políticas para a flexibilização da legislação trabalhista, do outro, tendem a ampliar cada vez mais o número de trabalhadores que estarão expostos à insegurança e à precariedade de emprego e de salário. É nesse contexto que a proposta cooperativista tem surgido, mais uma vez, como uma solução alternativa para o problema do desemprego e como proposta de superação da velha e histórica relação entre capital e trabalho e da exploração que dela decorre. O trabalhador associado e o trabalho associativo surgem agora como um dos elementos constitutivos de um discurso que preconiza a geração de emprego e renda por meio da flexibilização e da desregulamentação dos direitos trabalhistas. Entre os processos atuais de mudanças no mundo do trabalho que se almeja se consolidar, sem os empecilhos jurídicos de uma legislação trabalhista vista como ultrapassada por muitos, destaca-se o fenômeno crescente da prática da terceirização da força de trabalho por meio das cooperativas de trabalho. De acordo com o nosso estudo sociológico, uma das dimensões da atual precariedade nas relações de trabalho no Brasil é justamente o aumento quantitativo do número dessas cooperativas, cujo objetivo, em muitos casos, se efetua segundo duas motivações principais: a) o barateamento dos custos com a força de trabalho obtida, em razão da inexistência de vínculo empregatício e da não obrigatoriedade do pagamento dos encargos sociais e trabalhistas; b) a flexibilidade do trabalho, que permite constituir uma força de trabalho flexível e adequada às flutuações cíclicas da atual economia nacional e mundial. Assim, a prática da terceirização por meio das cooperativas de trabalho pode estar transformando milhares de trabalhadores associados em reféns dessas “novas” propostas coletivas de inclusão social, caracterizadas pela flexibilidade, vulnerabilidade e precariedade social.

charge-trabalhadores-luta-direitos-30-03-2017-820x615

13.361 – O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo


hc_antigo
A construção do Hospital das Clínicas foi planejada desde 1915, com a assinatura de um convênio entre o Governo do Estado de São Paulo e a Fundação Rockfeller, para a edificação da sede da Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo. Fazia parte deste acordo a construção de um hospital-escola para o aprimoramento dos estudantes e assistência médica gratuita à população carente da capital e do interior.
Em 25 de janeiro de 1928 foi lançada a pedra fundamental do edifício da Faculdade de Medicina, sendo esta inaugurada em 15 de março de 1931, à Estrada do Araçá, hoje Avenida Dr. Arnaldo.
Somente em 1938, na Interventoria Federal do Dr. Adhemar Pereira de Barros foi iniciada a construção do Hospital das Clínicas.
O HCFMUSP foi criado pelo Decreto nº 13.192, de 19 de janeiro de 1943 e desde a sua inauguração oficial, em 19 de abril de 1944, vem avançando e consolidando-se como centro de excelência e referência no campo de ensino, pesquisa e assistência.

Endereço:
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255
Cerqueira César
05403-000
São Paulo – Brasil
Tel.: (0xx11) 2661-0000

Metrô Estação Clínicas – Linha Verde

hc agora

Inaugurado em 19 de abril de 1944, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP – HCFMUSP é uma autarquia estadual vinculada à Secretaria de Estado da Saúde para fins de coordenação administrativa e associada à Faculdade de Medicina da USP para fins de ensino, pesquisa e prestação de ações e serviços de saúde de alta complexidade destinados à comunidade.

Instituto Central
Inaugurado em abril de 1944, o Instituto Central do Hospital das Clínicas (ICHC) deu origem ao HCFMUSP. Pioneiro em procedimentos médico-hospitalares, sua estrutura concentra a maior parte das especialidades do Complexo HC – 31 especialidades médicas e cirúrgicas – e conta com dois edifícios interligados: o precursor Edifício Central, com a Unidade de Emergência Referenciada; e o Prédio dos Ambulatórios (PAMB), inaugurado em 1981.

IC

Instituto de Psiquiatria
Concebido nos moldes internacionais das organizações hospitalares psiquiátricas, desde o seu início foi visto como um marco na psiquiatria paulista e brasileira, quando comparado às outras instituições destinadas ao mesmo atendimento.
Pioneiro na assistência, abrange todos os transtornos psiquiátricos, nas diferentes fases da vida, sendo a única unidade de internação no País especializada em crianças. Seu pioneirismo também se expressa na formação especializada de profissionais, nas diversas áreas de conhecimento das ciências da saúde. O atendimento não se concentra nas instalações hospitalares, pois, após a alta, o paciente pode seguir o tratamento em hospital-dia e nos inúmeros ambulatórios especializados, além de participar dos programas de treinamento e reinserção no trabalho, que facilitam a sua reintegração social.

Instituto da Criança
Inaugurado em agosto de 1976, o Instituto da Criança (ICr), referência nacional em saúde infantil, reúne 20 especialidades pediátricas, provendo atendimento de alta complexidade ao recém-nascido, à criança e ao adolescente. Considerando como prioridade o atendimento global, integra a visão biológica, psicológica e social do paciente, o que se revela no pioneirismo em projetos de Humanização desde a sua concepção (década de 70), propiciando a permanência dos pais e/ou responsáveis, em tempo integral, durante a internação, antes mesmo da edição do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Instituto do Coração
O InCor é hoje um dos maiores centros cardiológicos do mundo em volume de atendimento e em número de subespecialidades da cardiologia e da pneumologia.
Por meio da ação integrada das equipes multiprofissionais e da adoção dos mais modernos recursos de procedimentos diagnósticos e terapêuticos, o Instituto oferece assistência ambulatorial e de internação, além de uma Unidade de Emergência Referenciada, que conta com o sistema de classificação de risco cardiológico, seguindo protocolos internacionais para priorizar os casos de maior gravidade.

Instituto de Ortopedia e Traumatologia
O IOT presta atendimento especializado a pacientes com afecções ortopédicas e traumatológicas, sendo centro de referência para lesões raquimedulares, reimplantes de membros, reconstruções com endopróteses ou com banco de tecidos nas grandes ressecções de tumores.

Instituto de Radiologia
O Instituto é reconhecido, nacional e internacionalmente, como centro de excelência em métodos e procedimentos diagnósticos e terapêuticos por imagem, em radiologia intervencionista e em medicina nuclear.
Constituído de dois edifícios, o principal concentra os recursos ambulatoriais de radiologia convencional e intervencionista e de radioterapia e o prédio anexo abriga o Centro de Medicina Nuclear (CMN), pioneiro, na história da medicina nuclear sulamericana, no desenvolvimento de radiofármacos, produzidos por Cíclotron, para o tratamento e pesquisa em oncologia e neurologia.

Instituto de Medicina Física e de Reabilitação
Reconhecida, desde sua concepção, em 1975, como referência no atendimento a pessoas com deficiência, a Divisão de Reabilitação Profissional Vergueiro (DRPV) do Hospital das Clínicas da FMUSP tornou-se a Divisão de Medicina de Reabilitação (DMR) em 1994 e, em 2009, o Instituto de Medicina Física e Reabilitação (IMRea).
A partir da ação integrada entre as equipes médicas e multiprofissionais e da adoção dos mais modernos recursos tecnológicos, o IMRea atende pessoas com deficiência física, transitória ou definitiva, necessitadas de receber atendimento de reabilitação, desenvolvendo seu potencial físico, psicológico, social e educacional, visando a reabilitação integral e a inclusão social.

Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
Inaugurado em maio de 2008, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) foi concebido para ser o maior hospital público especializado em tratamento de câncer da América Latina, abrangendo todas as fases do atendimento aos pacientes, do diagnóstico à reabilitação, integradas no mesmo local.
O edifício principal, com 28 andares, realiza todas as atividades assistenciais, desde o centro de atendimento de intercorrências oncológicas, ambulatórios, hospital-dia, quimioterapia e radioterapia, bem como unidades de internação, terapia intensiva e centro cirúrgico. Em agosto de 2014, foi inaugurada uma nova unidade no município de Osasco, na grande São Paulo, com consultas ambulatoriais, hospital-dia, quimioterapia e radioterapia.

Hospital Auxiliar de Cotoxó
Inaugurado em 1971, no bairro da Pompéia, no município de São Paulo, o HAC foi concebido para ser retaguarda dos Institutos do HC, prestando assistência médico-hospitalar especializada a pacientes em cuidados intermediários, por meio de uma equipe multiprofissional integrada.
Atualmente, o hospital encontra-se em obras para ampliação da sua capacidade instalada, agregando à assistência prestada, modernos recursos de procedimentos diagnósticos e terapêuticos, além de novos espaços dedicados para o ensino e pesquisa na área da saúde.

Centro de Convenções Rebouças
Um dos mais tradicionais espaços de eventos da capital paulista, fundado em 1982, o Centro de Convenções Rebouças (CCR) apresentou nos últimos anos expressivo crescimento em número de clientes, de eventos e em faturamento. O CCR também aumentou o seu espaço físico após ampla reforma, resultando no novo prédio, com mais de 10 mil m² de área construída.
O projeto, com 2,4 mil m2 exclusivos para eventos nacionais e internacionais, buscou oferecer versatilidade e melhor aproveitamento dos espaços, podendo receber qualquer tipo de evento, de um congresso a um evento social, podendo comportar até 2,3 mil pessoas.

13.360 – Mega Clássicos – Kung Fu Fighting


Carl_Douglas_–_Kung_Fu_Fighting

É uma famosa canção do jamaicano Carl Douglas. Douglas foi o primeiro artista jamaicano a chegar ao topo das paradas musicais note americanas, o que ocorreu em 1974.Na época o Kung Fu e seus filmes eram muito populares mundialmente, tanto que foi lançada uma famosa série de TV com o ator David Caradine

Ano: 1974

Formato(s) VinilGênero(s)

Disco, funk rock

Duração 6:18

Gravadora(s) Pye Records

Composição Carl Douglas

Produção     Biddu

Bruce-Lee
Bruce Lee

13.359 – Economia: Se a moda pega – Devedor de aluguel poderá ter salário penhorado para pagar dívida


imovel-aluga-apartamento-original32
Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) abre precedente para a possibilidade de penhora de um percentual do salário das pessoas com aluguel em atraso. Até então o salário o salário só poderia ser penhorado para pagamento da pensão alimentícia em atraso. Mas o STJ permitiu a penhora de 10% do rendimento do devedor.
“O objetivo da decisão é permitir que a pessoa, ainda que devedora, não seja colocada em uma situação que mitigue a sua sobrevivência e da sua família, mas que o locador também não saia prejudicado”, afirma Maria Victoria Costa, sócia-fundadora do escritório Costa Marfori Advogados, especializada em Direito Civil.
Mas a decisão não abrange todos os casos em que ocorrem atrasos, segundo ela. A decisão estende a interpretação do artigo que impedia a penhora do salário. Nesse caso, o devedor estava há 10 anos sem se pronunciar e tinha um bom salário, mas não dá para penhorar de uma pessoa que ganha um salário mínimo”.
Segundo a advogada, essa possibilidade de penhora existe em outros países, como a Argentina, e juízes de São Paulo e Rio de Janeiro já vinham relativizando a lei “desde que não afrontasse a dignidade da pessoa”.
Dados mais recentes do Tribunal de Justiça mostram um aumento de 33,4% no número de ações envolvendo contratos de aluguéis no estado de São Paulo. Em fevereiro de 2017 foram registrados 1.566 processos contra 1.174 em 2016. Do total de casos, 87,9% estão relacionados a ações por falta de pagamento de aluguel.
A possibilidade de penhorar o salário em caso de dívidas de aluguel havia sido proposto no ano passado na elaboração do novo Código de Processo Civil, mas refutado pelo relator, de acordo com Maria. Antes disso, a proposta também foi vetada pelo ex-presidente Lula.

13.358 – Historia – Os deuses e os mitos dos Sumérios


sumeria
Os sumérios foram um dos povos mais importantes da antiguidade. Viveram ao sul da Mesopotâmia, onde hoje estão o Iraque e a Síria, no período entre 6 500 a.C. e 1 940 a.C. Além de desenvolverem uma das primeiras formas de escrita, a cuneiforme, também deram grandes contribuições para o desenvolvimento da astronomia. Mas não foi só isso.
Os mitos e fábulas dos sumérios, cheias de lições de moral e analogias com a vida em sociedade, podem ser aplicadas até hoje.

O início de tudo
Assim como várias outras civilizações, os sumérios acreditavam que o início do mundo se deu pela separação do deus do céu, An, e de sua contraparte, Ki. Essa divisão foi feita pelo filho do casal Enlil, que no futuro destronaria o pai e se tornaria rei.
Foi ele quem engravidou a deusa do ar, Ninlil, quando a divindade desobedeceu ordens e resolveu se banhar nua no rio. Horrorizados com a situação, os outros deuses baniram o casal de sua terra, fazendo com que fossem viver no submundo. Lá, Enlil criou um plano para libertar a filha dos dois: Nanna. Para isso, ele teve que se passar por outros três homens e engravidar Ninlil de outras três crianças. Assim, Nanna conseguiu escapar, mas o resto da família permaneceu no submundo — vai entender a excentricidade divina.

Outros deuses
Enki, o deus da água, se apaixonou e seduziu a divindade feminina Nintu, com quem teve a primeira filha, Ninsar, deusa da vegetação. Enki, contudo, não parou por aí. Engravidou a própria filha, que deu à luz a Ninkurra, a deusa da montanha — que, adivinha? — ficou grávida do avô. Enki convenceu também Uttu, sua caçula (e bisneta), a se tornar uma amante.
Furiosa, Nintu plantou em outro lugar a semente que fecundaria Uttu, dando origem a oito plantas, que seriam comidas por Enki. O deus então ficou grávido de oito divindades diferentes, uma para cada parte do corpo. Essas deusas se tornaram responsáveis pelos membros de que nasceram.

Semideuses
Gilgamesh era rei de Uruk e por mais belo, rico, poderoso e forte que fosse, era ganancioso, arrogante e tinha um apetite sexual voraz. Numa tentativa de parar o semideus, as divindades enviaram Enkidu para atrapalhá-lo, mas os dois acabaram se tornando melhores amigos.
Vendo o companheiro doente, Gilgamesh passou a refletir sobre a própria morte e encontrou Utnapishtim, imortalizado pelos deuses, que contou sua história. Uma espécie de Noé dos sumérios, Utnapishtim sobreviveu a uma enchente mandada pelos céus porque os deuses estavam furiosos com a humanidade.
Após essa conversa, o semideus se contentou com a ideia de que morreria, mas que sua espécie seria para sempre imortal — o que, de certa forma, faz sentido já que milhares de anos depois ainda conhecemos e estudamos a vida de Gilgamesh.

13.357 – Tecnologia – Carteira de habilitação no celular começa a valer em fevereiro de 2018


cnh
O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou nesta terça-feira (25 de julho de 2017) a criação da carteira de habilitação digital. Ela terá o mesmo valor jurídico do documento impresso e deverá começar a valer em fevereiro de 2018.
A habilitação impressa continuará a ser emitida, mas os motoristas interessados poderão também apresentar o documento pelo celular, podendo ser comprovado pela assinatura com certificado digital ou pelo QRCode –códigos de barra que podem ser escaneados.
Os agentes de trânsito poderão consultar os dados dos documentos por meio de um aplicativo de celular, que está em fase de testes, que fará a leitura, como já é realizado com a CNH impressa.
Segundo o conselho, quando o serviço estiver em vigor, o motorista interessado deverá fazer um cadastro no portal do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), com o uso de um certificado digital, ou no balcão do Detran (Departamento Estadual de Trânsito). Após o login, o usuário deverá usar uma senha sempre que for visualizar o documento.
Desde maio, as habilitações contam com o QRCode. Na época da implantação, o Denatran afirmou que o código aumentaria a segurança contra fraude. Através da leitura, informações biográficas e foto do documento original dos motoristas armazenadas no banco de dados do departamento podem ser acessadas.

13.356 – Cinema – A Procura da (Tal) Felicidade


Enredo
Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

will smith

Will Smith Will Smith: Atividades
Ator, Produtor, Compositor da música-tema
Nome de nascimento: Willard Christopher Smith Jr.
Nacionalidade: Americano
Nascimento: 25 de setembro de 1968 (Filadélfia, Pensilvânia, EUA)
Idade: 48 anos

 

Curiosidades
Diretor
A contratação de Gabriele Muccino foi indicação de Will Smith. O ator havia assistido O Último Beijo (2001) e Ricordati di Me (2003), ambos dirigidos por Muccino.
Início da parceria
Este é o 1º de dois filmes em que o diretor Gabriele Muccino e o ator Will Smith trabalham juntos. O posterior foi Sete Vidas (2008).
Título
O título original contém a grafia incorreta da palavra happiness, substituindo a letra I por Y. Este erro foi intencional, sendo uma referência a uma cena importante do filme.

a procura da tal felicidade

13.355 – Mega Byte – Usuários poderão ter de pagar para ler notícias no Facebook


face privacidade
O esquema funcionará em conjunto com os Instant Articles, ferramenta que leva as notícias para dentro do Facebook em um formato mais leve. A ideia é deixar que os usuários leiam 10 notícias gratuitamente e comecem a pagar a partir daí, um modelo já adotado por diversos sites noticiosos.
De acordo com Brown, os testes iniciais da novidade serão abertos em outubro. Uma fonte ouvida pela CNET disse que, caso a resposta seja positiva, o produto pode estar funcionando de forma mais abrangente em 2018.
Prepare-se para pagar pelas notícias que circulam dentro do Facebook.

13.354 – Energia – Substância da picada da formiga é transformada em combustível para ônibus


formiga2
Um grupo de estudantes na Holanda desenvolveu uma forma de armazenar energia que pode ser mais barata, mais prática e mais sustentável que os combustíveis renováveis existentes.
O ácido fórmico, encontrado na natureza em formigas e outros insetos, que o usam em suas picadas. Ou por plantas como a urtiga.
“Criamos o primeiro ônibus no mundo que usa o ácido fórmico como combustível, uma solução muito mais barata do que o hidrogênio gasoso e que traz os mesmos benefícios ambientais”, afirmou Lucas van Cappellen, da Team Fast, empresa derivada da Universidade de Tecnologia de Eindhoven.
Cerca de 40 estudantes trabalham no projeto de um novo meio de transporte que reduza emissões de carbono e ajude no combate ao aquecimento global.
O ácido já é usado em processamentos têxteis e de couro, em conservantes de alimentos para animais e em removedores domésticos.
Mas a Team Fast encontrou agora uma forma de fazer o ácido transportar de maneira eficiente os ingredientes necessários para células de combustível usadas para alimentar veículos elétricos.
O combustível, que a equipe chamou de hidrozina (não confundir com hidrazina), é um líquido, o que o tornaria de fácil transporte e abastecimento, como os combustíveis tradicionais. A diferença é que ele é muito mais limpo.

“As emissões do escapamento são apenas CO2 e água”, explica Van Cappellen. “Não são emitidos outros gases nocivos como óxido nítrico, fuligem ou óxidos sulfúricos”.

Para testar o conceito no mundo real, um ônibus elétrico abastecido com esse tipo de combustível sairá às ruas da Holanda ainda neste ano, fazendo rotas tradicionais e aparecendo em feiras e eventos tradicionais da indústria.
O ônibus tem um sistema elétrico de direção, desenvolvido pela fabricante de ônibus VDL, que recebe energia adicional do sistema de células de combustível de ácido fórmico montado em uma extensão na parte de trás do veículo.

“Nosso tanque tem cerca de 300 litros, então vamos estender a capacidade de rodagem do ônibus em 200 km. E é claro que a gente poderia fazer um tanque maior muito facilmente”, explicou Van Cappellen.
As células de combustível de hidrogênio que existem hoje em dia têm uma capacidade de rodagem de 400 km.
Mas por que desenvolver um ônibus em vez de um carro?

“Se construíssemos um carro, iríamos competir com carros elétricos. Mas acreditem, carros movidos a bateria são uma ótima solução para muitas pessoas”, disse Van Cappellen.

“Mas se nós provarmos que podemos fazer um ônibus que supre todas as necessidades das empresas de ônibus, com capacidade de rodar centenas de quilômetros, e de rápido abastecimento, nós mostraremos o potencial da hidrozina em um segmento em que não há nenhuma opção sustentável na concorrência.”
A hidrozina é criada por meio de uma reação química entre água (H2O) e dióxido de carbono (CO2). “Em um reator, água e CO2 são ligados usando uma eletricidade sustentável. Isso é um processo eletroquímico direto e sustentável”, explica o estudante.
A hidrozina é, então, quebrada por um catalisador em hidrogênio e dióxido de carbono dentro de um aparelho kit chamado reformador —que o Team Fast está tentando patentear.
O reformador recém-projetado tem um décimo do tamanho dos aparelhos deste tipo existentes, e por isso agora é aplicável em equipamentos de transporte pela primeira vez, segundo os estudantes.
O hidrogênio é, então, colocado em uma célula de combustível onde reage com o oxigênio para gerar a eletricidade que ativa o motor elétrico.

onibus hidro

13.353 – Economia – Pela 1ª vez, China compra um quarto de todas as exportações brasileiras


china parceira
A China nunca teve tanta importância para o comércio exterior brasileiro. Nos primeiros seis meses deste ano, 25% de tudo o que o Brasil exportou teve como destino o país asiático.
Esse percentual é recorde e é mais uma marca da ascensão da segunda maior economia mundial no Brasil. No primeiro semestre de 2007, a fatia chinesa nas exportações brasileiras era de 6,7% —os EUA eram líderes, com 16,4%.
Alimentada pela demanda por soja, minério de ferro e petróleo, a compra chinesa de itens do Brasil somou US$ 26,9 bilhões de janeiro a junho, um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano passado.
Na média, as vendas brasileiras para o resto do mundo cresceram 19%.
Sozinhos, os asiáticos compraram mais do Brasil do que os três demais principais compradores do Brasil: EUA, Argentina e Holanda, pela ordem.
Fazia mais de dez anos que nenhum país era tão dominante na compra de produtos brasileiros. No início do século, os EUA chegaram a responder por mais de um quarto das exportações.
Mas, enquanto os americanos eram grandes clientes de produtos manufaturados (que tem preços mais estáveis), o que os chineses querem mesmo é matéria-prima e alimentos, cujas cotações costuma flutuar mais.
Ter um cliente tão poderoso tem seus benefícios, já que há um mercado quase cativo para os produtos, porém, os riscos são mais expressivos.
Uma desaceleração forçada da China teria forte impacto para as exportações, um dos raros pontos de destaque da economia brasileira neste começo de ano.
Seria muito difícil encontrar um mercado que conseguisse dar conta de tamanha demanda: 45% da soja comprada pelos chineses vem do Brasil, além de 21% do minério de ferro —considerando dados de janeiro a maio.
Além disso, uma crise em um “player” tão importante geraria, sem dúvida, uma queda abrupta nos preços.
Ou seja, o produtor brasileiro não só venderia menos como por um preço menor.
Uma freada mais forte da economia chinesa foi apontada recentemente pelo FMI como um dos principais riscos externos para o Brasil, só atrás de um aperto nas condições financeiras globais.

13.352 – Neurociência – Mitos sobre o cérebro


neurociencia
Os mitos sobre o cérebro estão tão intrincados na nossa mente e no senso comum que, até para quem passa anos estudando neurociência, pode ser difícil desmarcará-los. Afinal, mitos tendem a ser empolgantes: quantas séries e filmes são baseados na premissa de que só usamos 10% do nosso cérebro?
Para entender o quanto os mitos sobre o cérebro estão espalhados na população, um grupo de pesquisadores da Universidade de Houston recrutou participantes no site Testmybrain.org, que hospeda uma série de testes divertidos que também ajudam em pesquisas científicas oficiais. A enquete que eles publicaram foi respondida por mais de 3,8 mil pessoas. Delas, 598 eram professores e 234 neurocientistas treinados.
A enquete incluía 32 frases sobre o cérebro. Quatorze delas eram verdadeiras, enquanto outras 18 eram mitos, inclusive o famoso “Só usamos 10% do cérebro”.
É claro que a maioria dos especialistas e professores acreditam menos nas informações falsas do que o público em geral. Mesmo assim, cinco deles eram defendidos por uma porcentagem surpreendente de neurocientistas.
Você já deve ter ouvido falar que algumas pessoas são mais visuais, outras mais auditivas.
E que, portanto, elas aprendem mais e melhor quando são ensinadas de acordo com seu estilo de aprendizado. Ainda que a preocupação dos professores com as características individuais de cada aluno seja benéfica, estudos científicos mostram que estilos de aprendizado não fazem essa diferença toda. Uma das pesquisas mais relevantes sobre o tema chegou à conclusão de que não, crianças não aprendem melhor quando o professor adapta seu estilo ao delas, pelo menos na sala de aula. Os cientistas indicam que, na verdade, o estilo depende mais do tema que está sendo ensinado do que da preferência do aluno (ou seja, mesmo alunos mais auditivos aprendem melhor geometria com aulas focadas em recursos visuais).

Público em geral: 93% acredita neste mito
Professores: 76% acredita neste mito
Neurocientistas: 78% acredita neste mito

Inverter letras é sinal de dislexia?
Confundir a ordem das letras ou ler d ao invés de b são propagandeados como os grandes “sintomas” da dislexia. Mas isso simplesmente não é verdade. Disléxicos tem dificuldades em processar linguagem escrita. Isso significa, sim, que eles cometem mais erros lendo em voz alta e identificando palavras. Eventualmente, vão inverter letras, mas isso é só uma mínuscula parte de todos os erros de português que eles cometem.
Sabe quem inverte muito as letras? Crianças com menos de 6 anos. Mas, até aí, elas também cometem milhares de outros erros. Isso não quer dizer que elas “enxergam” as letras invertidas. Só que ainda têm dificuldades de processar a escrita – assim pessoas como dislexia. Ninguém sabe exatamente qual é a raiz dessa dificuldade, mas não tem nada a ver com enxergar espelhado. A causa mais provável é a dificuldade de processar fonemas, as pequenas unidades que formam as palavras e seus sons, quando estão escritos. Se elas confundem letras, nesse caso, é porque não estão certas de que “som” um fonema escrito deveria produzir.

Público em geral: 76% acredita neste mito
Professores: 59% acredita neste mito
Neurocientistas: 50% acredita neste mito

Ouvir música clássica aumenta capacidade cerebral em crianças?
Conhecido como Efeito Mozart, é a ideia de que um bebê exposto às obras dos gênios da música clássica teriam seu desenvolvimento cognitivo turbinado. Mas, como já explicamos aqui isso é balela. O estudo que investigou isso não conseguiu explicar os resultados e novas tentativas de reproduzí-lo deram errado. Ou seja: desencane do CD de Mozart, a menos que seu bebê pareça gostar… Todo mundo merece se divertir, afinal.

Público em geral: 59% acredita neste mito
Professores: 55% acredita neste mito
Neurocientistas: 43% acredita neste mito

Crianças ficam agitadas depois de consumir muito açúcar?
Sugar high: a ideia de que exagerar na sobremesa vai deixar seu filho doidão, agitado, incontrolável. Para testar essa ideia, um estudo reuniu mães que diziam que os filhos de 5 a 7 anos eram “sensíveis” ao açúcar. Para metade do grupo, deram doce. Para outra metade, deram um placebo – mas não contaram para a mãe. As crianças não tiveram comportamentos diferentes, mas as mães do grupo placebo tinham mais chance de brigar com os filhos por qualquer coisa e classificá-los como “hiperativos” depois do lanche. Então porque as crianças ficam agitadíssimas depois de um bolo de aniversário ou do Halloween? Porque elas gostam de festa, apenas.

Público em geral: 59% acredita neste mito
Professores: 50% acredita neste mito
Neurocientistas: 39% acredita neste mito

O lado dominante do cérebro afeta sua personalidade?
Seu cérebro é destro ou canhoto? Os hemisférios cerebrais já foram usados para justificar porque algumas pessoas são mais criativas e outras mais racionais (e também para comercializar a ideia de que dá para aprender a usar mais o seu lado do cérebro mais “atrofiado”). Não é bem por aí: na maior parte das suas atividades, seja para um lado mais criativo ou mais racional, seu cérebro coordena áreas e funções de ambos os lados do cérebro. Essa coordenação é misteriosa, mas ajuda a explicar porque nosso cérebro é uma máquina tão produtiva e poderosa.

Público em geral: 64% acredita neste mito
Professores: 49% acredita neste mito
Neurocientistas: 32% acredita neste mito

Mais ou menos nessa linha vai a ideia de que usamos só parte do cérebro quando, na realidade, estamos coordenando e acionando diferentes áreas do cérebro o tempo inteiro. Não há parte dele que fique intocado durante a árdua rotina de ser um ser pensante. E, falando em ser pensante, felizmente 86% dos neurocientistas não acreditam nesse último mito. Mas os demais 14% certamente precisam usar melhor o próprio cérebro…

13.351 – Cinema – MINHAS TARDES COM MARGUERITTE


minhas Tardes
Imagine o encontro de duas forças. De um lado, mais de 100 quilos de pura ignorância e do outro menos de 50, carregados de ternura. Entre eles, uma diferença de décadas de idade e em comum, o encanto pelos livros. Esta é a história de um cinquentão pobre com as palavras e uma idosa inversamente rica com elas.
Quando criança, Germain (Gérard Depardieu) foi chamado de burro na escola por todos e em casa, com sua mãe solteira, não era diferente. A dificuldade de ler se perpetuou numa espécie de bloqueio intelectual. Já adulto, sua vida se resumia a viver de bicos, ainda ser alvo de brincadeira dos amigos e, principalmente, conviver com o eterno desamor da mãe. Contudo, quando Margueritte (Gisèle Casadesus) faz com que as páginas de um livro se abram novamente para ele, este reencontro com o universo das letras amplia seu horizonte e o único limite – agora – será somente a sua vontade.
Baseado no livro “La Tête en Friche”, de Marie-Sabine Roger, o filme foi dirigido por Jean Becker (Conversas com Meu Jardineiro), responsável também pelo roteiro, que conduz bem o espectador e de maneira cativante apresenta um drama com elementos de comédia. E é esse contraponto que ameniza a tristeza dos fatos, sem deixar de lado a emoção.
O resultado é uma produção delicada, que não apela para a pieguice, envolvendo você do começo ao fim, porque a amizade fomentada pelo prazer de viver (dela) e aprender (dele) é inesquecível. Assim, a qualquer hora do dia, eis um filme bom de assistir: Minhas Tardes com Margueritte.

13.350 – Personagens – O Amigo da Onça o mais popular do humor nos anos 40 e 50


onca12

O Criador
Péricles de Andrade Maranhão, ou simplesmente Péricles como passaria a ser conhecido, foi contratado como contínuo e, aos 19 anos, já era o mais novo de uma equipe de jornalistas. Chegou a ser parceiro de Millôr Fernandes na lendária seção Pif-Paf mas foi com o Amigo da Onça que faria história. O primeiro desenho saiu na edição de 23 de outubro de 1943 e logo se tornou o mais importante e popular personagem do humor brasileiro nos anos 40 e 50. Com direito a garrafinha com seu rosto, bibelôs que decoravam de cozinhas a salas de jantar e quadrinhos com a célebre frase “Fiado, só amanhã”. Lembram disso nos bares pé-sujos da cidade? Pois é, criação de Péricles!
Péricles tinha tentado outros personagens antes, mas sem muito sucesso. Um dia lhe contaram uma piada sobre uma onça e, conta a lenda, ali mesmo sentou e desenhou um boneco. Nascia e era batizado, então, o Amigo da Onça. Com suas piadas irreverentes, sorriso irônico, jeito malandro e bigodinho (moda entre os meninos hipsters da época), o personagem estava sempre impecável em seu summer jacket branco.
Interessados em saber qual foi a piada? Dois caçadores conversam enquanto estão no acampamento…
— O que você faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse bem aqui na sua frente?
— Ora, daria um tiro nela — diz o amigo.
— Mas e se você não tivesse nenhuma arma de fogo?
— Bom, então eu a mataria com meu facão
— E se você estivesse sem o facão?
— Apanharia um pedaço de pau.
— E se não tivesse nenhum pedaço de pau?
— Subiria na árvore mais próxima!
— E se não tivesse nenhuma árvore?
— Sairia correndo.
— E se você estivesse paralisado pelo medo?
Então, o outro reclama irritado:
— Mas, afinal, você é meu amigo ou amigo da onça?

Normalmente era sisudo, mas tinha um grande senso de humor. Quando menos a gente esperava ele soltava uma daquelas tiradas que fazia todo mundo rir. Sua capacidade de raciocinar e perceber as coisas era também incrível. Observador, tudo era motivo para ser transformado em charge.
Chegou a virar peça de teatro em 1988. “O Amigo da Onça” foi escrita pelos também cartunistas Chico Caruso e Nani e dirigida por Paulo Betti. O elenco contava com, entre outros, Chiquinho Brandão, Andréa Beltrão, Cristina Pereira, Sérgio Mamberti e Eliane Giardini. Chico Caruso mergulhou na pesquisa e chegou a estabelecer uma identidade com o colega humorista, revelou ao GLOBO na edição de 22 de novembro de 1987.
O humorista que sabia fazer o país rir também era triste. Tinha um temperamento sensível que o fazia extrovertido e sentimental, angustiado e insatisfeito, isso tudo ao mesmo tempo. Sua notória boemia e farra com amigos escondia um homem profundamente solitário e infeliz. E, apesar de manter uma aparência engraçada, sofria de depressão. O Amigo da Onça era sua válvula de escape e, como tantos com exacerbada sensibilidade, não conseguia lidar com seus temores e frustrações.

Triste Fim
Na tarde de 31 de dezembro de 1961, solitário, Péricles foi para casa, o apartamento 612 do Edifício Monte Claro, na Rua Barata Ribeiro 160, em Copacabana, na Zona Sul. Lá escreveu três bilhetes, um para sua mãe e o segundo: “A quem interessar possa”.
A história da vida de Péricles Maranhão terminava ali, aos 37 anos. Ele foi para a cozinha, abriu o gás do forno e, antes de fechar todas as portas e janelas com fita adesiva, pendurou o terceiro recado na porta: “Não risquem fósforos”. Foi encontrado morto com a cabeça sobre um travesseiro no chão da cozinha. Estava impecavelmente vestido com um terno de linho branco, camisa azul, gravata escura e sapatos de verniz preto. O criador à imagem e semelhança foi engolido pela criatura; o humor que criou é, entretanto, imortal.

Nota: Amigo da onça também é uma expressão popular, originada deste personagem de quadrinhos (ou banda desenhada). Usa-se essa expressão para definir a pessoa que diz ser amiga de outra mas que constantemente coloca essa outra em situação constrangedora ou vexatória.

onca11

13.349 – Oftalmologia – Ler no escuro prejudica a visão?


ler-a-noite
“Leitura em ambientes mal iluminados pode provocar um cansaço temporário dos olhos, mas isso passa assim que a iluminação adequada é restabelecida”, diz o americano Aaron Carroll, professor de pediatria do Instituto Regenstrief, em Indianápolis, nos EUA. De acordo com Carroll, o número de pessoas com problemas de visão não era maior no passado, quando nem existia luz elétrica. “Se ler com a iluminação proporcionada por velas, tochas ou lampiões realmente provocasse danos irreversíveis, todo mundo seria praticamente cego naquela época.”
Com pouca luminosidade, nossas pupilas se dilatam para aumentar a entrada de luz, reduzindo a profundidade de foco. Por isso, quem lê no escuro faz mais esforço com os olhos. O resultado, muitas vezes, é fadiga ocular e dor de cabeça. Mas nada disso tem relação com o eventual aparecimento de ametropias (miopia, hipermetropia, astigmatismo) ou com o aumento do grau de suas lentes corretivas. Para uma leitura mais confortável em ambientes escuros, use uma fonte de luz direcional. Isso aumenta o contraste do material a ser lido e evita o cansaço dos olhos.

13.348 – Comportamento – O que é ser introspectivo?


introspecto
Pessoa retraida, que na maioria das vezes, fecha-se em seu mundo, deixando de interagir com o ambiente que integra e até corre o risco de tornar-se depressiva, pois na maioria das vezes, vive seu momento não dividindo nada com ninguém. Não generalizando, existem pessoas que preferem viver seu momento, pois só assim conseguem a paz que anseiam, até um momento para refletir, estar só consigo. Pessoas que preferem discutir seus problemas e anseios consigo mesma. Pessoas timidas e até em alguns momentos inseguras.
Pessoas que preferem ficar no anonimato, falam pouco, não gostam de ser notadas. Ex: Existem algumas donas de casas que preferem ser eternamente donas de casas, cuidar de seus afazeres domesticos, e não interagir com outras pessoas. Tambem existem pessoas quietas, que falam pouco, não se comprometem com nada, tudo está sempre muito bom e até aquele, que nunca sorrir, sempre seria.
Estar introspectivo é exercer a capacidade de refletir sobre sua própria condição, voltar-se para suas ações, avaliar os resultados e, com isso, poder tomar decisões, mudar caminhos ou continuar. Esse conceito deve estar ligado à capacidade de fazer uma análise íntima de suas vivências e experiências.
Entre as principais vantagens de um introspectivo, destacam-se duas: o relativo controle sobre as ações e a administração de suas consequências.
O introspectivo é um observador
Segundo a psicanalista e psicóloga Katya de Azevedo Araújo, o conceito equivocado da introspecção é comum, principalmente por que a pessoa vai permanecer isolada por um determinado período, parecer distante e estar mais observadora. “Por isso, a primeira impressão é de que se trata de tristeza ou até mesmo depressão”.
Dessa forma, é normal que os amigos mais próximos ou familiares se mostrem preocupados com o introspectivo. Mas o que deve ser levado em conta é o que pode ter desencadeado esse quadro, especialmente nas crianças.
Se o pequeno está pensativo e faz reflexões depois de ser alertado por uma professora, por exemplo, é saudável que ele busque formas de melhorar seu comportamento ou desempenho, se for o caso.
A questão pode ser motivo de preocupação se a criança não está conseguindo acompanhar a turma ou se comporta mal em sala de aula. Nesse caso, o problema é outro. Por isso, o olhar de quem está perto, o cuidado e a observação são tão importantes. O introspectivo pode se tornar alguém triste, mas é preciso enxergar bem mais além.

Ser introspectivo não é ser tímido
Um caso clássico é o da timidez, que também pode ser confundida com estados de introspecção. De acordo com Katya, a timidez pode ser reflexo da dificuldade que a pessoa tem de se relacionar. Também se apresenta a partir da incapacidade de agir, da inibição e da insegurança. “Já o introspectivo, vai ter a força e a condição de pensar sobre si”, diz Katya.
Por isso, se você percebe alguém capaz de buscar soluções e evoluir por meio da autoanálise e do silêncio, aprenda com essa pessoa. Acredite que esse quadro se traduzir em crescimento e não em preocupação.
Ao contrário do que se pode pensar, o introspectivo não necessita de ajuda psicológica, a não ser que a origem esteja em problemas bem sérios, ou se a introspecção estiver associada a algum tipo de isolamento afetivo bem importante.

O lado ruim da introspecção
Quando falamos em “desvantagens” da introspecção, logo é possível relacionar o entendimento errado por parte de outras pessoas em relação ao seu estado. O introspectivo vai passar, na maioria das vezes, a impressão de tristeza ou de alguém com problemas tão sérios que podem ser incapazes de dividir com outros de seu círculo familiar ou de amizades.
O essencial, de acordo com Katya, é aceitar que, de maneira natural, esse estado é benéfico em qualquer momento da vida, em toda idade. Ele é fundamental para traçar metas, avaliar conquistas e estratégias.

13.347 – Psicologia e Psicologias – Quem é o Pai da psicologia?


pai da psico
Wilhelm Maximilian Wundt foi o fundador da psicologia.
Nascido em Neckarau, em 16 de agosto de 1832 — morreu em Großbothen, 31 de agosto de 1920. Wundt foi um médico, filósofo e psicólogo alemão. É considerado um dos fundadores da moderna psicologia experimental junto com Ernst Heinrich Weber (1795-1878) e Gustav Theodor Fechner (1801-1889).
Entre as contribuições que o fazem merecedor de reconhecimento histórico estão a criação na Universidade de Leipzig, na Alemanha, do primeiro laboratório para realizar experimentos na área de Psicofisiologia.
Por esse fato e por sua extensa produção teórica na área, ele é considerado o pai da Psicologia moderna ou científica. Wundt desenvolveu a concepção do paralelismo psicofísico, segundo a qual aos fenômenos mentais correspondem à fenômenos orgânicos. Por exemplo, uma estimulação física, como uma picada de agulha na pele de um indivíduo, teria uma correspondência na mente deste indivíduo. Para explorar a mente ou consciência do indivíduo, Wundt cria um método que denomina introspeccionismo.
A partir de 1858 Wundt publicou fragmentariamente vários estudos sobre psicofísica, sensação e percepção organizados em livros:
Contribuições para a teoria da percepção sensorial. Em 1863 publica as Lições de psicologia humana e animal (“Lectures on human and animal psychology”, um dos primeiros estudos de psicologia comparada). Em 1874, publica os Fundamentos da psicologia fisiológica / Principles of Physiological Psychology. Neste livro ele salienta as relações entre fisiologia e psicologia. Ele também divulgou sua crença que a psicologia deveria ser estabelecida como disciplina científica independente.
Em 1879 é o ano de fundação do primeiro laboratório de pesquisas psicologia que recebe o nome de Psychologische Institut na Universidade Leipzig; muitos consideram esse ato como marco do início da psicologia como uma ciência experimental (Bringmnn et al. 1997).
Wundt definia a psicologia como uma ciência da mente seu objeto a experiência imediata tal como é dada direta e fenomenalmente ao observador. Analisava os compostos e complexos conscientes a partir dos elementos ou unidades: sensação e sentimentos ou afetos. Para Wundt, a mente executa uma síntese química mental que se processa através da associação e que se realiza de três formas: pela fusão, onde os elementos combinados aparecem sempre juntos; Pela assimilação, que é também uma combinação de elementos em que nem todos estão presentes no consciente. Os afetos ou sentimentos acompanham as sensações e suas combinações entre os modelos de classificação dos sentimentos que utilizou o mais influente foi o referente à sua teoria tridimensional das emoções, que estabelecia três pares dicotômicos: agradável – desagradável; tenso – descontraído; excitado – calmo.
O materialismo científico também esteve com Wundt, buscando a relação entre os fenômenos psíquicos e fisiológicos. Os processos mentais e os processos corporais e fisiológicos decorrem paralelamente, sem interferência mútua.

filo psico

psicologia-geral-psicologia-cientifica-5-638

psicologia-psicologia-cientifica-6-638

13.346 – Robótica – Novo guepardo robótico do MIT foi criado para ajudar a salvar vidas


cheeta
Pesquisadores do MIT apresentaram a nova versão do guepardo robótico Cheetah 3, um robô bastante rápido feito com o objetivo de ajudar a salvar vidas.
Até agora, as apresentações de robôs do MIT focavam em mostrar feitos impressionantes que eles são capazes de atingir, mas para o novo modelo houve uma mudança de filosofia, e os cientistas querem mostrar uma utilidade prática para a criação.
Assim, o novo guepardo robótico foi desenvolvido para monitorar o ambiente e situações de emergência em uma área que representa muitos riscos para seres humanos. Ele não será o primeiro a frequentar o cenário radioativo de Fukushima: outros robôs, como o Packbot da Endeavor, já fez estudos na região.
Mas o Cheetah 3 pode ir mais longe do que outros robôs: por contar com quatro patas articuladas e não com rodas, ele consegue se locomover para áreas mais remotas do que outros robôs.
O professor Kim ressalta que o Cheetah 3 não está pronto para ser usado, e ainda falta muito desenvolvimento até que ele de fato possa andar pela região da usina nuclear de Fukushima. Atualmente, ele está sendo testado no campus do MIT, e a ideia é que a partir do ano que vem ele incorpore funções dos modelos anteriores. Portanto, ele ainda está em estágio inicial de desenvolvimento.

13.345 – Economia – Brasil cria 9,8 mil vagas de trabalho em Junho


desemprego-carteira-20130527-63-original-e1468866764749
O Ministério do Trabalho divulgou nesta segunda-feira (17) que, entre demissões e contratações, foram criados 9,8 mil postos de trabalho com carteira assinada no Brasil em junho. É o terceiro mês consecutivo que é positivo para a geração de vagas formais.
No primeiro semestre, o saldo entre demissões e contratações foi positivo em 67,3 mil vagas formais, uma leve expansão de 0,18% na comparação com dezembro do ano passado.
Como vem ocorrendo nos últimos meses, o resultado foi fortemente influenciado pela geração de vagas no setor da agropecuária, que criou 36,8 mil postos de trabalho com carteira no mês passado.
Somente o cultivo de café, concentrado em Minas Gerais, gerou 10,8 mil postos de trabalho formais.
O cultivo de laranja e de soja criaram, respectivamente, 7,4 mil mil e 2,4 mil vagas.
Já a indústria de transformação, o comércio e a construção civil eliminaram, nessa ordem, 7,8 mil, 2,7 mil e 8,9 mil postos de trabalho formais.

Dos oito setores acompanhados pelo Caged, somente dois —administração pública e agropecuária— geraram vagas.

“É importante reconhecermos que o Brasil passou por uma das recessões mais profundas da sua história. Mesmo em setores que apresentaram números negativos, não foram assim com expressão, a ponto de trazer pânico. A não ser a construção civil, que está demorando para se recuperar, e são os dados mais preocupantes”, disse Nogueira.
A expectativa, segundo Magalhães, é que a agropecuária deixe de gerar um número expressivo de vagas entre julho e agosto. “Mas isso se reverte a partir de setembro, quando começa um novo ciclo da agricultura no Nordeste. Esse ciclo não é tão volumoso, mas ajuda a sustentar a geração de empregos”, afirmou Magalhães.
O salário médio de admissão das vagas formais no Brasil foi de R$ 1.463,67 no primeiro semestre do ano, um aumento real (descontada a inflação) de 3,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.
A informação foi divulgada pelo Ministério do Trabalho.
O salário médio dos homens no momento da admissão foi de R$ 1.500 mil entre janeiro e junho, e o das mulheres R$ 1.300.