14.434 – Mega Sampa – O Túnel Noite Ilustrada



Túnel Noite Ilustrada um nome ambíguo que esta no lugar e uma homenagem ao grande sambista que hoje nem ouvimos mais falar, mas com certeza o titulo da música “Volta por cima” e “Barracão de Zinco” entre tantas, todos conhecem, uma voz de “veludo”, como diziam, grandes sambistas de São Paulo com certeza estão no esquecimento, mas o Noite Ilustrada não. Esse túnel que forma um “Y” fica no final da Avenida Rebouças, (centro-bairro) dá caminho para a Avenida Doutor Arnaldo e à direita para o Pacaembú.
Portanto um nome que Sampa tem, Noite Ilustrada é outro que já se foi e deixou muitas saudades nas boêmias e aos boêmios, inclusive seu nome artístico, Noite Ilustrada.
Que sempre tenhamos noites ilustradas em toda vida.

Quem foi Noite Ilustrada?
Mário de Souza Marques Filho (Pirapetinga, 10 de abril de 1928 — Atibaia, 28 de julho de 2003), mais conhecido como Noite Ilustrada, foi um cantor, compositor e violonista brasileiro.
O pseudônimo foi dado por Zé Trindade, que comandava a revista musical Noite Ilustrada em Além Paraíba (Minas Gerais), onde o jovem Mário começou a carreira de violonista.
Vida e obra
Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde ingressou na GRES Portela. Em 1955 foi com a escola se apresentar em São Paulo e lá se estabeleceu.
Em 1958, contratado pela Rádio Nacional e pela TV Paulista, gravou o primeiro disco, com a música Cara de Boboca. Sua carreira se estendeu até 2001, quando lançou seu último CD, “Perfil de um Sambista”.
Em 1973, canta e atua no filme A Pequena Órfã. Em 1984, foi morar no Recife; em 1994, mudou-se para Atibaia (São Paulo), onde viveria até a morte, em 2003. Em 2002 recebeu o título de cidadão paulistano.
O cantor deixou dois álbuns tributos inéditos, um em homenagem a Ataulfo Alves e outro a Lupicínio Rodrigues
Noite Ilustrada morreu em 28 e julho de 2003. Após se internar em 27 de junho no Hospital Novo Atibaia para o tratamento de câncer de pulmão.

14.430 – Curiosidades – Ombudsman, que bicho é esse?



É um cargo de origem sueca e foi criado em 1809 e a principal função é investigar queixas dos cidadãos contra a administração pública, mas com poderes limitados a recomendações. O mesmo que ouvidor.
A palavra sueca ombudsman chegou ao português através do inglês. O termo está presente originalmente nas línguas sueca, norueguesa e dinamarquesa. Deriva etimologicamente de umboðsmaðr, no idioma nórdico antigo, significando essencialmente “representante” (com o elemento umbud/ombud denotando procurador, delegatário, ou seja, pessoa autorizada a agir em nome de outrem).
Nos países de língua portuguesa, as palavras “ouvidor” e “provedor” (bem como “ouvidoria” e “provedoria”) são mais utilizadas como substitutas ao nome estrangeiro, por exemplo, no Brasil, pela empresa estatal Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo e pelo Banco do Brasil. Em Portugal não se usa o termo “ombudsman” sendo substituído por “provedor”; como por exempo Provedor de Justiça, no caso do Estado, ou Provedor do Cliente, no caso de uma empresa. Na Espanha, usa-se o termo “defensor do povo”, (defensor del pueblo) na Itália é “defensor cívico” (difensore civico)
No Brasil
Durante a elaboração da atual Constituição do Brasil, previu-se o cargo de defensor do povo no artigo 56 do anteprojeto da Comissão Affonso Arinos
Nesse sistema, tal função passou a se dividir em quatro:
Procuratura da sociedade: Ministério Público em sentido estrito (artigos 127 a 130-A da Constituição);
Procuratura do Estado: Advocacia Pública (artigos 131 e 132 da Constituição);
Procuratura de interesses privados: Advocacia Privada (art. 133 da Constituição);
Procuratura dos hipossuficientes: Defensoria Pública (artigos 134 e 135 da Constituição)
No âmbito do Ministério Público, por exemplo, vê-se a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), vinculada ao Ministério Público Federal[9]. À Advocacia Pública, por sua vez, cabe a fiscalização da legalidade dos atos praticados pelo Governo, como um marco divisório limitativo dos interesses políticos dentro da Administração Pública.
Ademais, tem-se reconhecido, no Brasil, a função de ombudsman também à Defensoria Pública, conforme defende o professor de Direito Constitucional da UERJ e pós-doutor pela Yale Law School, Dr. Daniel Sarmento, em parecer sobre o regime jurídico da Defensoria Pública.
Por fim, a Constituição conferiu à Advocacia Privada a função de defesa do sistema jurídico e da democracia, atribuindo-lhe a legitimidade para ajuizamento de ações no controle concentrado de constitucionalidade e lhe garantindo assentos nos Tribunais do Judiciário por meio do quinto constitucional.

14.415 – Mega Marcas – Arapuã



Lojas Arapuã foi uma rede de lojas de varejo que teve origem em São Paulo em 1957 e conquistou vários estados do Brasil. Teve sua origem na cidade de Lins no interior de São Paulo, quando seu fundador Jorge Wilson Simeira Jacob (ainda sendo menor de idade) herdou de seu pai a loja de tecidos Nossa Senhora Aparecida. Junto com tecidos diversificou comercialização dos produtos de sua loja iniciando com liquidificadores da marca Walita. Mais tarde deixou de comercializar tecidos e volta-se apenas para o ramo de eletrodomésticos. Em 1957 inaugurou a 2ª loja em Lins e outra fora da cidade.
Fez parte do Grupo Fenícia, tal como: Etti, Simeira, Lotus, Banco, Neugebauer, GG Presentes, Prosdócimo.
A loja foi uma das maiores varejistas do país durante a década de 1990, quando rivalizou com as Casas Bahia e o Ponto Frio. Atualmente, comercializa roupas baratas na periferia de São Paulo.

Razão social Lojas Arapuã S/A
Slogan Ligadona em você!
Atividade Varejo
Fundação 1957 (63 anos) em Lins, São Paulo
Fundador(es) Jorge Wilson Simeira Jacob
Sede Brasil
Produtos Lojas de departamento

14.412 – Em Algum Lugar, No Futuro – Existem Viajantes do Tempo?



Acredite Se Quiser

Em uma entrevista concedida ao ApexTV, um viajante misterioso exibiu uma foto que ele afirma ter tirado em um pulinho que deu no ano de 6000. Com o rosto borrado e a voz modificada para que não possa ser identificado, ele disse que é uma das poucas pessoas no mundo que fazem parte de um projeto secreto de viagem no tempo.
O viajante já começa a conversa dizendo que entende o fato de que as pessoas não acreditam muito em sua história. Ainda assim, ele nos pede para acreditarmos no que contará ao longo de seu depoimento e afirma que sua intenção é alertar a humanidade sobre o futuro do planeta.
De acordo com o relato, o projeto secreto de viagem no tempo começou nos anos 90 e ele foi uma das pessoas selecionadas para participar, sendo enviado ao ano de 6000. Para o viajante, o mais surpreendente do futuro foi o nível de tecnologia ao qual a humanidade terá acesso.
Ele afirma que muitas doenças já terão sido resolvidas no ano 6000, e que a cura para o câncer é uma realidade do futuro. O teletransporte também já será uma realidade, e a própria opção de viajar no tempo será aberta ao público – nesse momento, ele nos diz, inclusive, que qualquer pessoa que possa pagar poderá voltar no tempo para assistir aos eventos históricos que quiser pesquisar. Já pensou no quanto isso seria bizarro?
E tem mais: ao viajar para estudar uma época do passado, nosso viajante secreto explica que as tecnologias do futuro nos permitirão chegar de fininho, sem sermos percebidos, quase invisíveis.
Em termos políticos, temos mais revoluções, já que, de acordo com o depoimento, não seremos governados por pessoas, mas sim por inteligência artificial, o que significa que as decisões importantes não serão tomadas com base em emoção, mas apenas em lógica.
Para comprovar que esteve no futuro, o viajante tirou uma imagem do bolso. Ele assume que a imagem está distorcida, mas explica que isso é comum quando se tira fotos durante uma viagem no tempo
Cogitando dúvidas a respeito de uma superpopulação mundial, o viajante explicou que isso não vai acontecer e que, no futuro, seremos capazes de encolher pessoas para que elas vivam em cidades pequenas e realidades menores também, seja lá o que isso queira dizer. A segunda razão pela qual não haverá uma superpopulação mundial, segundo o viajante, é o fato de que as pessoas conseguirão upar seus cérebros em computadores supermodernos, para que seja possível vivenciar múltiplas realidades: “Então espaço no futuro não é um problema, teremos espaço infinito”.
Sobre sua identidade, o viajante disse que vive escondido e acredita que ao contar o que sabe, começará a ser perseguido, por isso não pode revelar mais segredos sobre o futuro. Ele afirma, no entanto, que em 2028, outro viajante do tempo virá a público e que isso fará com que seu depoimento seja validado. Até lá, só nos resta esperar.

Supostos casos de viagem no tempo

14.399 – Mitologia – As Fadas



São figuras imaginárias que provém do Oriente.
Apareceram nas lendas persas e contos árabes.
Por estranho que nos pareça, as fadas não têm uma origem na literatura da Antiguidade, mas sim na Idade Média. De facto, de todas as obras que nos chegaram, apenas o segundo livro das Núpcias de Filologia e Mercúrio parece fazer uma breve referência a elas, quando identifica como longaevi (i.e. com muita idade) os seres que viviam nas florestas, entre os quais se contavam os usuais faunos e ninfas, mas também outros, menos conhecidos, chamados “Fatui, Fatuae, Fantuae e Fanae”. Nada nos é dito especificamente sobre estes últimos, com excepção de que todo esse grupo de criaturas vivia muito tempo e tinha alguns poderes especiais, como o de prever o futuro. Tendo em conta que Marciano Capela foi um autor do século V da nossa era – um dos últimos da grande Roma – o seu silêncio em relação ao tema é muito esclarecedor, sendo possível que se tratassem de criaturas da cultura popular, sobre a qual nenhuma outra obra nos informa directamente.
Nos séculos seguintes as figuras das fadas parecem nascer e crescer progressivamente, mas sem que se saiba especificamente o que aconteceu. As suas características específicas vão sendo apresentadas e assimiladas por diversos autores – o facto destas criaturas serem “longaevi”, de terem uma estatura indefinida mas indisputavelmente mais pequena que a dos humanos, etc – mas sem que alguma vez possamos apontar um momento totalmente preciso para a primeira referência concreta a uma fada composta pelas mesmas características que lhes damos hoje.
As fadas são uma espécie racional de um terceiro tipo, diferente dos anjos e dos homens;

  • As fadas são “anjos caídos”, mas pertencentes a um grupo diferente do comandado por Lúcifer;
  • As fadas são uma classe muito particular de mortos;
  • As fadas são demônios.
    Cada uma destas teorias tem muito que se lhe diga, mas todas elas assentam na ideia de que as fadas não apareceram, pura e simplesmente, na nossa cultura como brotantes de um vazio. A sua ideia-base, bem como a forma como as suas características se foram desenvolvendo, assenta num conjunto de crenças que até podemos associar a outras figuras anteriores, desde os deuses gregos e romanos até a figuras místicas e eventos mais associadas ao Cristianismo.
    Em termos de conclusão, não temos a certeza absoluta de como a ideia das “fadas” surgiu na mente popular. Sabemos, porém, é que essas figuras nasceram algures na Idade Média e foram tendo as suas características apuradas ao longo dos séculos, até chegarem aos nossos dias numa forma que nem sempre tem a ver com as suas características originais.

14.398 – Curiosidades – Mega curtíssimas


O 1º Teatro do RJ
A Ópera dos Vivos ou Casa da Ópera, construída em 1733, na R do Fogo, hoje R dos Andradas, foi o 1º teatro do Rio. O Responsável pela sua construção foi o padre Ventura, um apaixonado pela arte dramática.

Os Primeiros Mapas
Sabe-se que Ptolomeu I o rei do Egito, falecido 283 anos antes de Cristo, fez um mapa. Atribuiu-se, no entanto ao grego Anaximandro, morto no ano de 547 aC, a invenção do mapa.

14.396 – Curiosidades – ☻ Mega Curtíssimas



A cascavel toda vez que muda a pele um novo guizo aparece
Um coelho pula cerca de 6 metros. Alguns podem correr a 72 km por hora
A raça dos cavalos Shire é usada para tração e carga e medem mais de 1,70 M de altura e pesa mais de 1 tonelada e podem puxar cargas muito pesadas.
Música alegre pode aumentar o leite das vacas, nos EUA ao ordenharem esses animais, colocam um aparelho de som tocando música animada para melhor resultado na ordenha.
Enguias tem 2 corações e boa dose de eletricidade
Embora uma criança nasça com os olhos escuros, pode correr 2 anos ou mais antes que se manifeste sua cor verdadeira a qual pode ser até mesmo azul
A raça mais antiga de cães é o galgo.
Um tremor de terra percorre cerca de 1400 m por segundo
Uma milha cúbica de mar contém 17 milhões de toneladas de sal.
De 4200 espécies de flores que há na Europa, só 10% tem aroma.
Um esquilo rajado ao nascer pesa cerca de 4 gramas. Com 3 meses de idade já é adulto, mede 25 cm e pesa 150 a 180 gramas.

14.395 – A Longa vida da “Galinha Verde” – Quanto vive um Papagaio?


Fonte: FAPESP


Com 35 centímetros de comprimento e peso médio de 400 gramas, o papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) vive 60 anos, em média, e pode chegar aos 80. Uma equipe coordenada pelo biólogo brasileiro Cláudio Vianna de Mello, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, fez o sequenciamento completo do genoma dessa ave e identificou pelo menos 300 genes que podem estar associados à sua vida longa (Current Biology, 6 de dezembro). Um deles é o Tert, que codifica uma proteína da enzima telomerase, que protege os telômeros, estruturas das extremidades dos cromossomos. A telomerase impede que os cromossomos se deteriorem durante a divisão celular e nesses papagaios seria mais ativa, retardando o envelhecimento das células. Os pesquisadores também identificaram mutações em genes associados a mecanismos de reparo no DNA, controle de proliferação celular e proteção a estresse oxidativo do sistema imune que poderiam aumentar a longevidade. O genoma do papagaio foi comparado com o de outras 30 espécies de aves, incluindo longevas, como a araracanga (Ara macao), que vive de 40 a 60 anos. O estudo sinaliza que regiões de DNA do papagaio que divergem do padrão encontrado em outras aves longevas e trechos regulatórios de genes envolvidos no desenvolvimento do cérebro poderiam estar associados ao aumento da capacidade cognitiva dessa espécie. O papagaio-verdadeiro tem um colorido único: as fêmeas adultas exibem uma plumagem vermelho-alaranjado com um fino anel externo avermelhado na íris; nos machos, de bico negro, esse detalhe é amarelo-alaranjado.

14.387 – O que é um Faquir?



Você já fez teste pra faquir?
É um asceta que executa feitos de resistência ou de suposta magia, como caminhar sobre fogo, engolimento de espada ou deitar-se sobre pregos.
Originalmente o termo se referia exclusivamente ao islamismo; os faquires eram dervixes sufis, eremitas, que sobreviviam da mendicância. O uso idiomático do termo foi desenvolvido durante a era Mugal da Índia, quando a palavra árabe Faqīr, “pobreza”, foi trazida aos idiomas locais pelo persa falado pelas elites islâmicas; adquiriu o sentido místico da necessidade espiritual de Deus – o único a ser auto-suficiente. Utilizado para se referir aos milagreiros sombrios sufistas, com o tempo seu uso se estendeu aos diversos tipos de ascetas do hinduísmo, eventualmente substituindo termos como gosvāmin, bhikku, sadhu, e até mesmo guru, swami e yogi.
O termo se tornou comum nos idiomas urdu e hindi para descrever um mendigo. Embora ainda sejam menos influentes nas áreas urbanas, devido à expansão da educação e da tecnologia, os faquires ainda possuem muita influência sobre as pessoas de certas aldeias do interior da Índia. Entre os muçulmanos as principais ordens sufistas dos faquires são Chishtīyah, Qādirīyah, Naqshbandīyah, e Suhrawardīyah.
Concentração e técnica são as armas do faquir para deitar em camas de pregos e caminhar sobre brasas sem queimar os pés. O termo faquir significa pobre em árabe e identifica indianos islâmicos que perambulam por povoados praticando “milagres”, como levitação e extrema resistência à dor, aproveitando para faturar uns trocados, claro. É importante, porém, não confundir os faquires com os sadhus, indianos hindus que perfuram o corpo com espetos em exibições públicas. Tanto sadhus como faquires atribuem a habilidade de resistir à dor ao controle mental por meio de meditação, mas, nas demonstrações mais famosas dos faquires, existem alguns truquezinhos:
A base da cama é uma tábua de madeira. Os pregos têm ponta pouco afiada e cerca de 12 centímetros de comprimento para suportar o peso do corpo sem entortar. Com os pregos bem próximos uns dos outros, , a superfície de contato entre o “colchão” e o faquir aumenta

PREGADO NA CAMA
As leis da física rezam que, quanto menor for a superfície em que um corpo se apoia, maior é a pressão exercida.
Ou seja, subir em um prego provavelmente furaria a pele do faquir. Com muitos pregos, o peso é distribuído e a pressão em cada prego se torna pequena.
Para distribuir o peso entre todos os pregos, a entrada na cama tem que ser estratégica. O segredo é deitar o corpo todo de uma vez, suavemente – nada de sentar ou apoiar as mãos antes. O peso reduzido dos faquires também torna a perfomance menos dolorosa.
A trilha, formada por pedaços de madeira incandescente, tem, no máximo, 5 metros de comprimento – assim, o faquir não passa muito tempo andando nas brasas.
Além disso, os passos são ligeiros, evitando o contato prolongado entre a fonte de calor e os pés.
As cinzas que recobrem a trilha são feitas de carbono, que não é um bom condutor de calor. Isso faz o calor da madeira queimando demorar a ser transferido para a superfície, poupando o pé das queimaduras.

14.383 – Curiosidades – Por que o ouvido entope quando descemos a serra?


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Por causa da pressão. Quando mudamos de altitude de forma rápida, em uma viagem de carro ou de avião, a pressão interna do nosso ouvido fica desbalanceada em relação à atmosférica, causando perda parcial da audição.
o que chamamos de “entupimento”. Isso pode ocorrer tanto em situações de pressão externa menor, como ao subir a serra ou na decolagem de um voo, quanto em casos de pressão externa maior, como durante um mergulho. Esse desequilíbrio afeta o tímpano, causando o entupimento.
O tímpano é uma membrana que capta as vibrações do ar que serão decodificadas em sons pelo cérebro. Ele é o divisor entre o ouvido externo e o médio.
A tuba auditiva é uma estrutura de circulação de ar que liga o ouvido médio, o nariz e a garganta. É por esse canal que o ar entra ou sai do ouvido.
Mas, quando a boca está fechada, uma das extremidades da tuba auditiva também está, impedindo a circulação.
A mudança brusca de pressão na descida da serra faz com que a tuba não funcione direito e o tímpano se retraia, inflando para dentro, o que causa o entupimento.
Na subida da serra, o efeito é inverso: o tímpano é empurrado para fora.
O único modo de amenizar esse desconforto é forçar a tuba a trabalhar. O abrir e fechar da boca é a maneira mais fácil de permitir que o ar entre e saia, equalizando a pressão interna e externa e fazeendo com que o tímpano relaxe e volte ao normal. Ou seja, a velha tática de mascar chiclete funciona.

14.370 – De onde surgiu o termo Caucasiano?


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Caucasiano consiste no termo usado para definir uma divisão étnica de indivíduos de pele clara (branca), com origem essencialmente do continente europeu.
O termo caucasiano foi criado como sinônimo de “raça branca” por acreditar-se ter sido na região de Cáucaso (localizado entre o mar Negro e o mar Cáspio) que as primeiras pessoas de pele branca teriam surgido.
Mesmo sendo utilizado para se referir aos indivíduos com o tom de pele claro, caucasiano também pode estar relacionado a todos os que pertencem à região de Cáucaso.
Originalmente, o termo “raça caucasiana” foi criado pelo filósofo Christoph Meiners, no século XVIII. No entanto, apenas no século XIX é que esta expressão ganhou popularidade, principalmente devido ao trabalho do cientista e naturalista alemão Johann Friedrich Blumenbach.
Para Blumenbach, o caucasiano era uma das cinco “raças” de seres humanos que existiam. Os europeus, em maioria, pertencia a “raça caucasiana”, enquanto que os asiáticos eram os mongóis, os africanos eram os etíopes, e ainda existia a “raça americana” e os malaios.
Atualmente, a divisão dos seres humanos em “raças” não é um argumento aceito pela ciência. Não é correto dizer que existem diferentes raças humanas. O termo correto para classificar as pessoas que pertencem a determinado grupo de mesma origem é etnia.
Aliás, as ideias propostas inicialmente por Blumenbach sobre “raças humanas” foi uma das principais bases para o surgimentos de pensamentos discriminatórios e de movimentos que promovem o racismo, como o Nazismo, por exemplo.
O termo “raça caucasiana” foi criado pelo filósofo Christoph Meiners no século XVIII, mas só se popularizou no século XIX, com o nome de “Varietas Caucasia” pelo cientista e naturalista alemão Johann Friedrich Blumenbach, que pegou emprestado o termo de Meiners. Blumenbach definiu esta classificação racial baseando-se nas feições do crânio de povos caucasianos, similares as encontradas nos povos europeus. Da similaridade do crânio, Blumenbach formou a teoria de que as feições comuns a todos os europeus teriam surgido no Cáucaso.

14.368 – Um lago gigante apareceu no meio do deserto do Vale da Morte, nos EUA


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O Vale da Morte, nos Estados Unidos, é um lugar para poucos. Localizado no leste do estado da Califórnia, quem passa por lá precisa estar preparado, pois o deserto é um dos lugares mais quentes e secos do mundo. Para se ter uma ideia, é ele quem detém o recorde de maior temperatura já registrada: 56,7oC, em julho de 1913.
Com todo esse calor, lugares com abundância de água não são exatamente o que os turistas imaginam encontrar na região, mas foi exatamente o que aconteceu no dia 7 de março, quando o fotógrafo Elliot McGucken descobriu que um lago havia se formado por lá:
O lago se formou após um intenso período de chuvas no Vale da Morte, durante os dias 5 e 6 de março.
“Intenso” é uma palavra relativa: a precipitação foi de 2,2 centímetros, quase o triplo da média para o mês.
É pouco, mas se levarmos em conta que chove apenas 6 centímetros por lá anualmente, é praticamente uma tempestade.
Elliot soube das chuvas e foi atrás de um possível acúmulo de água para fotografar. Seu destino era a Bacia de Badwater, o ponto de menor altitude da América do Norte (são 86 metros abaixo do nível do mar) e um dos únicos pontos do Vale em que é possível encontrar (um pouco) de água. No entanto, o fotógrafo não conseguiu chegar até lá porque a estrada estava bloqueada justamente… pelo lago.
O solo de lá é extremamente seco, e não consegue absorver a água da chuva na mesma velocidade que um solo normal. Nessas condições, esse chão, que mais parece um concreto no quesito absorção, gera acúmulos rasos de água, mesmo que a chuva não seja tão forte.
Segundo o serviço do Parque Nacional do Vale da Morte, o lago, que chegou a medir 16 quilômetros de comprimento, não existe mais, mas ainda é possível ver seus vestígios.
A água, por não ser absorvida, acaba se acumulando em depressões na região. Quando ela evapora, deixa para trás sal e uma série de marcações na terra.

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14.359 – POR QUE ALGUNS PERSONAGENS BÍBLICOS VIVERAM MAIS DE 100 ANOS?


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Nos dias de hoje, avanços na ciência, nos tratamentos de saúde e em outros campos têm ajudado as pessoas a viver mais. Mesmo assim, poucas pessoas chegam aos cem anos de idade – os que conseguem viver muito, até viram notícia, como foi o caso de Jeanne Calment. A senhorinha francesa morreu em 1997 aos 122 anos de idade. Já pensou? Imagine chegar aos 60 e ainda não estar na metade da vida. É uma realidade que pode estar cada vez mais próxima. Só uma questão de tempo.
Mas e quanto a Bíblia? Ela relata que nos tempos antigos as pessoas viviam muito mais – alguns quase chegaram aos mil anos. Será que é possível? As pessoas nos tempos bíblicos viviam tanto tempo assim? Por que foram relatados desta maneira?
O livro bíblico do Gênesis fala de sete homens que superaram os 900 anos. Todos eles nasceram antes do Dilúvio, nos dias de Noé. Eles foram: Adão, Sete, Enos, Quenã, Jarede, Metusalém e Noé (Gênesis 5:5-27, 9:29). São nomes pouco conhecidos, mas, de acordo com a Bíblia, eles estavam presentes entre as primeiras dez gerações da história da humanidade. Dentre eles, Matusalém é o recordista: 969 anos! A Bíblia ainda cita pelo menos outras 25 pessoas que viveram mais que o comum. A maioria passou de 100; outros viveram 300, 400 e até 700.
O tempo era contado de forma diferente?
É bastante comum ouvir por aí que a razão pela qual os homens que nasceram antes do dilúvio ter vivido antes é o fato de que, naquele tempo, o tempo era contado de forma diferente. Alguns defendem que o que eles chamavam de “ano” na verdade era apenas um mês. Esta ideia, no entanto, é refutada pelo próprio livro do Gênesis.
Nos dias de hoje, avanços na ciência, nos tratamentos de saúde e em outros campos têm ajudado as pessoas a viver mais. Mesmo assim, poucas pessoas chegam aos cem anos de idade – os que conseguem viver muito, até viram notícia, como foi o caso de Jeanne Calment. A senhorinha francesa morreu em 1997 aos 122 anos de idade. Já pensou? Imagine chegar aos 60 e ainda não estar na metade da vida. É uma realidade que pode estar cada vez mais próxima. Só uma questão de tempo.

Matusalém
Mas e quanto a Bíblia? Ela relata que nos tempos antigos as pessoas viviam muito mais – alguns quase chegaram aos mil anos. Será que é possível? As pessoas nos tempos bíblicos viviam tanto tempo assim? Por que foram relatados desta maneira?
O tempo era contado de forma diferente?
É bastante comum ouvir por aí que a razão pela qual os homens que nasceram antes do dilúvio ter vivido antes é o fato de que, naquele tempo, o tempo era contado de forma diferente. Alguns defendem que o que eles chamavam de “ano” na verdade era apenas um mês. Esta ideia, no entanto, é refutada pelo próprio livro do Gênesis.
O relato do Dilúvio diz que as chuvas começaram quando Noé tinha 600 anos de idade, “no segundo mês, no dia dezessete”. Em seguida é dito que as águas cobriram a Terra por 150 dias e que “no sétimo mês, no dia dezessete do mês, a arca veio a pousar nos montes de Ararate” (Gênesis 7:11, 24, 8:4). Concluí-se que o relato mostra um período de cinco meses – do décimo sétimo dia do segundo mês até o décimo sétimo do sétimo mês (150 dias). Neste caso, fica claro que a afirmação de que um ano representaria, na verdade, um mês não tem muito sentido. A contradição seria absurda neste caso.
Então qual é o motivo?
Não, não eram as condições climáticas e a alimentação muito mais saudável de um mundo que ainda não conhecia a poluição. Na verdade, as explicações são variadas, mas a mais aceitável é a de que, claro, ninguém viveu mais de 100 anos – pelo contrário. Na época da bíblia era mais comum as pessoas morrerem por volta dos 50 anos.
Trata-se, na verdade, de um elemento simbólico. A Bíblia sublinha que a longevidade é um dom de Deus, que ele dá a quem vive de acordo com a sua vontade (Jó 36,11; Provérbios 3,2; 16,1). A vida longa está, portanto, ligada com a obediência dos mandamentos. E é por isso que quem obedece a Deus, de acordo com o texto sagrado, conserva suas energias físicas (Deuteronômio 34,7; Josué 14,10; Salmos 92,15). Quem desobedece, por outro lado, é punido antes que se alcance a velhice.
Desta forma, a narração bíblica tem simplesmente como objetivo mostrar que, quando mais próximas as pessoas estão de Deus, mais (e melhor) elas viverão. E é por isto que eles foram relatados como seres quase imortais.

14.354 – Acredite se Quiser – Empresa que quer trazer ‘mortos’ de volta à vida espera resultados em 5 anos


Em maio de 2016, uma startup dos Estados Unidos focada em biotecnologia chamou a atenção do mundo inteiro, inclusive do Brasil, com uma proposta, no mínimo, ousada: trazer de volta à vida pessoas que tiveram morte cerebral.
A empresa, chamada Bioquark, obteve autorização de órgãos de saúde dos Estados Unidos e da Índia para tratar um grupo de 20 pacientes no Hospital Anupam, no estado indiano de Uttarakhand, com uma nova técnica dentro do chamado “Projeto ReAnima”.
“Ainda é um trabalho em andamento”, diz o doutor Ira Pastor, CEO da Bioquark. Ele explica que a autorização recebida em 2016 para tratar aqueles 20 pacientes indianos serviu para que os cientistas da empresa pudessem estudar o funcionamento de um corpo humano em estado vegetativo. Nenhum deles foi “ressuscitado” ainda, porém.
Até mesmo o vocabulário usado por Ira para descrever o projeto mudou. Num comunicado divulgado à imprensa em 2016, o CEO dizia que aqueles testes na Índia seriam um primeiro passo “em direção a um eventual [processo de] reversão da morte”. Hoje, porém, ele diz que o objetivo do projeto “não é a reversão da morte, em si”.
Para Ira, a confusão tem a ver com o que a palavra “morte” significa. Até meados da década de 1960, o conceito médico de morte se resumia ao coração e à respiração. Se o seu coração parar de bater ou se você parar de respirar, você estava morto.

No entanto, a medicina criou, ao longo dos anos, técnicas cada vez mais refinadas de ressuscitação. Na década de 1950, nasceu a reanimação cardiorrespiratória, que permitia trazer de volta à vida alguém que parou de respirar ou cujo coração parou de bater em questão de minutos ou até horas.
Socorristas do mundo todo usam essas técnicas para reanimar pessoas aparentemente “mortas” até hoje. Desde 1968, portanto, a comunidade científica internacional concordou em adotar uma nova definição de morte, que agora é a ausência de atividade cerebral.
Há 50 anos, portanto, define-se como “morta” uma pessoa cujo cérebro não apresenta mais atividade. Ira explica que o objetivo da Bioquark é acabar com mais esta definição e criar uma maneira de reanimar o cérebro de uma pessoa clinicamente morta, assim como a reanimação cardiorrespiratória traz de volta quem parou de respirar ou quem teve uma parada cardíaca.

De olho na natureza
Ira lembra que há muitas criaturas na Terra que possuem a habilidade de regenerar partes complexas do corpo, como órgãos, membros e até grandes porções do cérebro (a salamandra é um exemplo), ou retardar o próprio envelhecimento. Estas criaturas são a inspiração do projeto ReAnima.
O objetivo da Bioquark, segundo ele, é “estudar a natureza e o que aconteceu nos últimos bilhões de anos de processo evolucionário para descobrir por que nós, humanos, não somos tão bons nisso [regenerar-se], e como nós podemos, com ferramentas de biotecnologia, despertar estas capacidades, porque nós temos genomas semelhantes aos de muitas destas espécies”.
A primeira fase do projeto ReAnima é, portanto, regenerar funções do cérebro que se perderam em pacientes em estado vegetativo. Só depois é que a empresa planeja descobrir maneiras de ressuscitar uma pessoa que acaba de ser diagnosticada com morte cerebral.
Ira acredita que os primeiros resultados práticos deste projeto devem surgir nos próximos anos – “talvez até o fim de 2018, talvez em cinco anos”, segundo ele. Mas o CEO diz que ainda é muito cedo para se pensar em trazer de volta à vida um ente querido morto há meses ou anos.
“Neste momento, nosso único foco é em casos específicos de pessoas em coma irreversível devido a traumatismo craniano. Nada de cadáveres sendo retirados de túmulos, nada do tipo Frankenstein”, diz Ira. “Se isto é uma ponte para a imortalidade? Não. As pessoas ainda vão morrer. Não faz sentido trazer uma pessoa que morreu de câncer no pâncreas de volta à vida se ainda não temos uma cura para o câncer.”

14.349 – O que é a Matéria escura?


materia-escura

É uma parte do Universo que os astrônomos sabem que existe, mas ainda não sabem exatamente o que seja. É matéria, porque se consegue medir sua existência por meio da força gravitacional que ela exerce. E é escura, porque não emite nenhuma luz. Essa segunda propriedade é justamente o que dificulta seu estudo. Todas as observações de corpos no espaço são feitas a partir da luz ou de outro tipo de radiação. eletromagnética emitida ou refletida pelos astros. Como a matéria escura não faz nenhuma dessas coisas, é “invisível”. Ainda assim, sabe-se que ela está lá. Na década de 1930, o astrônomo Fritz Zwicky , um húngaro radicado nos Estados Unidos, calculou a massa de algumas galáxias e percebeu que ela era 400 vezes maior do que sugeriam as estrelas observadas!
A diferença está justamente na massa de matéria escura. E quanta diferença! Pelas contas do professor Fritz, você deve ter percebido que ela não é apenas um detalhe na composição do Universo, e, sim, , seu principal ingrediente. Hoje em dia, calcula-se que el corresponda a mais ou menos 95% do Universo.
É como se todas as galáxias que conhecemos atualmente fossem apenas alguns pedacinhos de chocolate encravados no grande bolo do Universo. Existem várias teorias sobre o que seria a tal massa escura. O mais provável é que ela seja feita de partículas subatômicas, menores que nêutrons, prótons e elétrons e ainda indetectáveis pelos atuais instrumentos de medição dos cientistas.
Apesar da semelhança no nome, matéria escura não tem nada a ver com buraco negro. “A massa escura é um componente do Universo, sem luz, enquanto o buraco negro é um objeto astrofísico com um campo gravitacional tão forte que não deixa nem mesmo a luz escapar”.

14.346 – Cinema – Marvel vem com Filme do Príncipe Namor


Namor, o Príncipe Submarino, um dos personagens mais clássicos do Universo Marvel, teve seus direitos cinematográficos devolvidos à Marvel Studios depois de anos sem uso. Vários estúdios tentaram criar um projeto em que o Rei de Atlantis fosse o personagem principal, mas nem mesmo o sucesso de Homem de Ferro em 2008 e todas as produções futuras foram suficientes para que algo saísse do papel. Agora, ele volta para as mãos de quem mais acerta com as produções baseadas nos quadrinhos da editora e deve ganhar espaço em algum filme nos próximos anos. Mas quem é Namor e como introduzi-lo nas telonas?
O Príncipe Submarino é um personagem criado antes mesmo da editora ter o nome atual, em 1939. Ele teve grandes participações nas histórias do Capitão América referentes à Segunda Guerra Mundial e considera o bandeiroso um dos poucos amigos de verdade da superfície. Filho de um humano e de uma atlante, o híbrido desenvolveu as habilidades aquáticas da espécie e ainda herdou dons mutantes, como o voo, por meio de pequenas asas em seus tornozelos, força, velocidade e resistência sobre-humana.
Namor foi de herói a vilão durante vários períodos da Marvel, algo que é mantido até hoje. Como o monarca de Atlantis tem como objetivo principal defender os direitos de seu povo, ele entrou em conflito com diversos personagens e faz alianças sempre que considerou necessário para defender seu reino. Ele ainda foi bastante influente em várias histórias do Quarteto Fantástico, ainda mais por ter se apaixonado por Sue Storm, a Mulher Invisível. A personalidade dele é marcada pelos traços de arrogância, liderança e força.
Como a Marvel Studios não pode usar o conceito “mutante” em suas produções, o personagem deve ser introduzido apenas como um homem com poderes aquáticos. Outro ponto que complica a criação de background de Namor é a ausência do Quarteto Fantástico nas mãos da Marvel Studios, algo que pode fazer com que a empresa tente novos acordos com a Fox para ter novamente a família Richards em seu domínio, assim como fez nos acertos com a Sony pelo Homem-Aranha.
Namor e Pantera Negra são considerados grandes rivais no Universo Marvel nos últimos anos, já que divergem em vários assuntos que precisam decidir no grupo Illuminati. O conflito entre os dois fez com que seus povos entrassem em confronto, principalmente depois que Namor, sob os poderes da Força Fênix, inundou parte de Wakanda. Talvez, aproveitar o longa do rei wakandiano para introduzir o Príncipe Submarino seja a melhor ideia, principalmente se conseguir antecipar a aceitação do Aquaman pelo público.

Namor
Namor é um grande personagem e deve entrar nos planos da Marvel Studios muito em breve, principalmente após os roteiristas de Capitão América: Guerra Civil terem confessado interesse de incluir o herói no filme. O presidente do estúdio Kevin Feige já deve começar a planejar o futuro do atlante nas telonas, que, pelo menos, deve fazer alguma participação nos próximos longas dos Vingadores.
Um Pouco Mais
Estreando no início de 1939, o personagem foi criado pelo escritor-desenhista Bill Everett para Funnies Inc., um dos primeiros estúdios a produzir quadrinhos por demanda. Inicialmente criado para a revista Motion Picture Funnies Weekly, o personagem foi publicado pela primeira vez na revista Marvel Comics # 1 (outubro de 1939).
Suas origens estão relacionadas à lendária Atlântida. Namor é filho da princesa Fen — herdeira direta do trono de Atlântida, e filha do Imperador Thakorr — e do norte-americano Leonard McKenzie. A espécie humanóide da qual Namor pertence é chamada de Homo mermanus”. Como características principais, têm a capacidade de (somente) respiração submarina, pele azul e olhos escuros. A mãe de Namor, mulher linda e impetuosa, subiu à superfície para investigar explosões que ocorriam à capital de Atlântida. Nesse ínterim, conheceu o capitão McKenzie e se apaixonaram. Após o ‘affair’, ela voltou ao trono grávida. Na Atlântida nasceu Namor – que em língua atlante – significa “o filho vingador”. Ele nasceu branco como o pai, com olhos claros que variam entre o azul e o verde. Seus cabelos são pretos (como os do pai e da mãe); tem aproximadamente 1,85m, corpo esguio e apêndices nos calcanhares que assemelham-se às asas de aves.
O personagem foi recuperado anos mais tarde por Stan Lee e Jack Kirby, nas histórias do Quarteto Fantástico, responsável pela volta do gênero na editora. Seu retorno aconteceu no número 4 da revista Fantastic Four (maio de 1962), e para justificar sua ausência editorial, argumentou-se que ele tinha perdido a memória e que ele acreditava ser um andarilho, até o Tocha Humana (não o personagem original, mas o membro do Quarteto Fantástico) encontrá-lo e jogá-lo ao mar, recuperando assim a sua memória e poder.
Namor também foi responsável pela reintrodução do Capitão América no universo Marvel, batendo no gelo do Pólo Norte e revelando um pedaço de gelo em que o Capitão América foi congelado.
Atuou diretamente com os Vingadores, Quarteto Fantástico, Invasores, Esquadrão Vitorioso, Defensores, X-Men, e Illuminati.
Por causa de sua herança genética incomum, Namor é único entre ambos os seres humanos comuns e atlantes; ele é por vezes referido como “o primeiro mutante da Marvel”, porque, embora a maioria de seus poderes sobre-humanos observados vêm do fato de que ele é um híbrido de ADN humano e atlante, a sua capacidade de voar não pode ser explicado por nenhum dos lados (atlantes são uma ramificação da humanidade “linha de base”); no entanto, em termos de cronologia em continuidade, havia muitos mutantes existentes antes Namor. Namor possui uma fisiologia completamente anfíbio adequado para pressões extremas submarinos, força sobre-humana, velocidade, agilidade, durabilidade, voo, e longevidade. Namor tem a capacidade de sobreviver debaixo d’água por períodos indefinidos, e visão especialmente desenvolvido que lhe dá a capacidade de ver claramente nas profundezas do oceano.

Origem
No período que antecede a Segunda Guerra Mundial, o navio de exploradores “Oracle” viajava próximo à Antártida e detonou cargas explosivas no fundo do oceano para conseguir abrir espaço para a embarcação passar com segurança. Influenciado por um vilão chamado Paul Destino, o “Oracle” procurava os restos de uma antiga civilização.
Sem saber, no entanto, a equipe do navio estava destruindo com seus explosivos uma imensa cidade onde viviam os atlantes, uma espécie de homens do fundo do mar.
O imperador daquele mundo, rei Thakorr, ordenou então à sua filha, Fen, que fosse com um grupo de guerra à superfície descobrir o que estava acontecendo. Fen, porém, decidiu ir sozinha e usando uma poção que lhe permitia respirar ar, subiu ao navio, deixando a tripulação encantada com sua beleza.

Para investigar melhor, a princesa decidiu permanecer no navio aprendendo a cultura e a língua daqueles homens, ao mesmo tempo em que tentava impedir novas detonações, mas acabou se apaixonando pelo capitão, Leonard McKenzie. Os dois se casaram no navio e logo depois McKenzie descobriu a cidade perdida (Lemúria) que procurava (por sinal, criada por outro povo submarino, os Lemurenses), mas Paul Destino ficou louco ao encontrar na cidade uma relíquia maligna, o Capacete do Poder, e incidentalmente acabou com Atlântida.
McKenzie conseguiu voltar para o navio que, no exato momento em que ele chegou e abraçava Fen, foi atacado por soldados do pai dela, que acreditavam que a princesa havia sido raptada. O comandante foi gravemente ferido em frente à esposa (ela acreditou que ele havia morrido).
A cidade começou a ser reconstruída e Fen descobriu que estava grávida: tempos depois, nasceria Namor. O nome, por sinal, significa “filho vingador” na língua atlante.
A única criatura que se parecia com ele era uma prima, Aquaria, apelidada pelo pai como “Namora” por ser fisicamente parecida com Namor (também ela era fruto de uma relação interracial do povo submarino e os da superfície), que mais tarde se tornaria mãe de Namorita (o pai era um atlante chamado Maritanis). Namor cresceu e viveu aventuras submarinas (que envolviam tentativas políticas de tomada de poder) durante um bom tempo, quase sem contato com as pessoas da superfície, que considerava verdadeiros demônios pelo que faziam com o mar e por ouvir lendas dos demais atlantes.
Quando começou a Segunda Guerra Mundial, no entanto, combates entre navios causaram novos estragos em Atlântida e o herói foi enviado pelo imperador, seu avô, para se vingar. O herdeiro do mar começa sua vingança em Manhattan, onde acaba enfrentando o Tocha Humana original. Até que uma agente especial do exército chamada Betty Dean é enviada para capturá-lo. Ela finge estar se afogando e tenta usar uma arma contra o intruso quando este a resgata. Ele a desarma, mas fica admirado com a coragem da moça, da qual se torna amigo e, eventualmente, amante. Namor é então convencido de que os vilões de verdade são os nazistas e se une ao Tocha, Capitão América e a outros heróis da época na luta contra Hitler.
Em 1946, ao lado de Capitão América, Bucky, Tocha Humana, Ciclone e Miss América, integrou o “Esquadrão Vitorioso” (All-Winners Squad no original).
Namor foi reintroduzido por Stan Lee no Universo Marvel novamente como vilão do Quarteto Fantástico (na revista The Fantastic Four # 4) e, depois, dos Vingadores.

Depois de lutar na II Guerra Mundial contra os nazistas, Namor perde a memória e vaga pelo mundo da superfície como um mendigo. Ao ser visto pelo Tocha Humana ele é reconhecido. Logo em seguida o jovem super herói o ajuda a se recuperar. Ao se lembrar de seu reino, a lendária Atlântida, Namor mergulha até o local onde ficava a cidade, mas só encontra ruínas. Culpando os seres da superfície, Namor jura vingança, mas seus ataques são rechaçados pelo Quarteto Fantástico e pelos Vingadores. Mais tarde, Namor reencontra seu povo, que havia se tornado nômade.
Namor teve um segmento em The Marvel Super Heroes nos anos 60.

14.341 – A Torre Eiffel


torre eiffel
A Famosa torre está localizada no Campo de Marte (Champ de Mars), em Paris, França.
O monumento tornou-se um ícone da cidade, do país e da Europa, o qual recebe milhões de visitantes todos os anos.
A Torre Eiffel foi construída para o evento “Exibição Universal” (Exposition Universelle) que ocorreu em 1889 em Paris. O evento foi realizado no centenário da Revolução Francesa (1789).
Por meio de uma competição desenvolvida pelo governo francês, diversos engenheiros e arquitetos apresentaram seus projetos.
Por fim, ela foi projetada pelo engenheiro francês Gustave Eiffel (1832-1927) e sua construção levou cerca de dois anos.
Em estilo Art Nouveau, ela foi feita em ferro e inaugurada em 31 de março de 1889. A “Exibição Universal” contou com 2 milhões de visitantes aproximadamente.
Curioso notar que a ideia inicial era ser desmontada após o final do evento. Entretanto, ela permanece até hoje no local.
Já no primeiro nível da torre vê-se grande parte da cidade. Dentro, podemos encontrar lojas, sanitários, restaurante, cafés, etc.

Curiosidades sobre a Torre Eiffel
A Torre Eiffel tem 324 metros de altura e possui três níveis.
A Torre Eiffel é a estrutura mais alta de Paris e a segunda da França. Fica atrás do viaduto Millau, com 343 metros.
Até 1930, a Torre Eiffel era a mais alta estrutura do mundo.
Ela é o monumento pago mais visitado do mundo.
No verão, a torre fica cerca de 15 centímetros mais alta devido a dilatação do ferro.
Sua estrutura apresenta mais de 15 mil peças em ferro e 2,5 milhões de parafusos. Seu peso ultrapassa 10 mil toneladas.
Quando foi inaugurada, os visitantes subiam 1700 degraus até o ponto mais alto da torre. Hoje em dia, ela possui um elevador.
Gustave Eiffel, o engenheiro responsável pela construção da torre, também participou do projeto da Estátua da Liberdade em Nova York, Estados Unidos, e da Ponte Maria Pia, no Porto, Portugal.
Há diversas réplicas da Torre Eiffel pelo mundo: Las Vegas (Estados Unidos), Sucre (Bolívia), Tóquio (Japão), Hangshou (China), Urais (Rússia), Calcutá (Índia), Naqura (Líbano).

14.333 – De onde surgiu a Exclamação Eureca?


eureka
É uma famosa exclamação atribuída ao matemático grego Arquimedes de Siracusa (287–212 a.C.).
Eureka é uma interjeição que significa “encontrei” ou “descobri”, exclamação que ficou famosa mundialmente por Arquimedes de Siracusa. É normalmente pronunciada por alguém que acaba de encontrar a solução para um problema difícil. O termo tem a sua origem etimológica na palavra grega “heúreka”, o pretérito perfeito do indicativo do verbo “heuriskéin” que significa “achar” ou “descobrir”.
palavra “eureka” foi supostamente pronunciada pelo cientista grego Arquimedes (287 a.C. – 212 a.C.), quando descobriu como resolver um complexo dilema apresentado pelo rei Hierão. O rei queria saber o volume de ouro em sua coroa. Arquimedes sabia que para isso deveria determinar a densidade da coroa e comparar com a densidade do ouro. O problema complicado era como medir o volume da coroa sem a derreter. Arquimedes descobriu a solução quando entrou numa banheira com água e observou que o nível da água subia quando ele entrava. Concluiu então que para medir o volume da coroa bastava mergulhar a coroa em água e calcular o volume de água deslocado, que deveria ser equivalente. Conta-se que ele saiu nu, correndo pelas ruas e gritando eufórico: “Eureka! Eureka!” (Achei! Achei!). “O Princípio de Arquimedes” foi como ficou conhecida a descoberta do grande cientista grego.
palavra “eureka” foi supostamente pronunciada pelo cientista grego Arquimedes (287 a.C. – 212 a.C.), quando descobriu como resolver um complexo dilema apresentado pelo rei Hierão. O rei queria saber o volume de ouro em sua coroa. Arquimedes sabia que para isso deveria determinar a densidade da coroa e comparar com a densidade do ouro. O problema complicado era como medir o volume da coroa sem a derreter. Arquimedes descobriu a solução quando entrou numa banheira com água e observou que o nível da água subia quando ele entrava. Concluiu então que para medir o volume da coroa bastava mergulhar a coroa em água e calcular o volume de água deslocado, que deveria ser equivalente. Conta-se que ele saiu nu, correndo pelas ruas e gritando eufórico: “Eureka! Eureka!” (Achei! Achei!). “O Princípio de Arquimedes” foi como ficou conhecida a descoberta do grande cientista grego.

lampadinha

14.300 – Dr Garibaldo – Por que na peste bubônica médicos usavam máscaras com “bico de pássaro”?


garibaldo
Causada por uma bactéria transmitida por pulgas de animais pequenos (principalmente ratos), a peste bubônica foi uma das doenças mais temidas do mundo. Com sintomas que se assemelhavam aos da gripe, incluindo febre, dor de cabeça e vômito, a enfermidade evoluía para inflamação dos gânglios linfáticos e, sem tratamento, provocava morte de 30% a 90% dos infectados em um período de dez dias. Não à toa, a pandemia que assolou Europa, Ásia e África no século 14 e vitimou 50 milhões de pessoas (cerca de um terço da população europeia na época) ficou conhecida como “Peste Negra”.
No século 17, novos surtos da doença fizeram surgir uma imagem que se tornou emblemática e até hoje é associada à peste: médicos com um vestido que os cobria da cabeça aos pés e uma máscara com um bico de pássaro. A razão por trás dos trajes esquisitos (e levemente assustadores) é o desconhecimento científico acerca das causas da doença.

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Naquela época, a teoria corrente para a disseminação de doenças infecciosas era a miasmática. Formulada pelo médico inglês Thomas Sydenham e o italiano Giovanni Maria Lancisi, defendia que as moléstias tinham origem nos miasmas, o conjunto de odores fétidos que vinham de matéria orgânica em putrefação e da água contaminada. Eles causariam um desequilíbrio nos fluidos corporais do paciente, e acreditava-se que perfumes fortes poderiam proteger da peste.

A lógica das máscaras era justamente essa: evitar que o miasma chegasse ao nariz dos médicos. Preenchidas com teriaga, uma combinação com mais de 55 ervas e outras especiarias que desde a Grécia Antiga era tida como um antídoto para qualquer envenenamento, a ideia era que a forma de bico proporcionasse tempo o suficiente para purificar o ar.
O responsável pela criação foi o médico Charles de Lorme, que cuidou da realeza francesa durante o século 17, entre eles o rei Luís XIII. Além da máscara esquisita, o visual era composto por uma camisa por dentro de calças que se conectavam a botas, um casaco coberto por cera perfumada, chapéu e luvas feitos de couro de carneiro, além de uma vara para afastar os doentes.
Séculos depois, ficou provado que a roupa só servia mesmo como fantasia — especialmente na Itália, o visual icônico aparecia em peças de teatro do gênero “commedia dell’arte” e no carnaval, utilidade que perdura até hoje (ironicamente, os últimos dois dias do carnaval de Veneza de 2020 foram cancelados por causa da propagação do novo coronavírus).
A teoria microbiana, confirmada no fim do século 19 e aceita até hoje, estabeleceu que os microrganismos são os verdadeiros causadores de inúmeras doenças, entre elas a peste. Os trajes deram lugar aos antibióticos, de fato eficazes e usados até hoje.

MASCARA BICO

14.236 – Aeronáutica – Estes helicópteros valem até R$ 100 milhões, têm cozinha e levam 25 pessoas


helicottero carga
Os helicópteros são mais conhecidos como um meio de transporte ágil para driblar o trânsito de grandes cidades. No entanto, há versões desenvolvidas para situações bem mais críticas, como operações em plataformas de petróleo, missões de guerra e transporte de massa. Esses mesmos helicópteros também podem ser adaptados para versões executivas luxuosas. Um dos modelos mais caros do mundo foi desenvolvido para o transporte do presidente dos Estados Unidos. A versão usada atualmente por Donald Trump é uma variação do Sikorsky S-92, que recebeu a denominação VH-92.
Desenvolvido para missões em plataformas de petróleo, busca e salvamento e combate a incêndio, o helicóptero Airbus H225 Super Puma também pode ser adaptado para o transporte civil. Segundo a Airbus, a versão executiva do modelo é usada principalmente por chefes de Estado e grandes corporações. O H225 Super Puma tem capacidade para 19 passageiros, 5,4 toneladas de carga e autonomia de voo de cinco horas e 40 minutos, com velocidade máxima de 324 km/h. Na versão executiva, o helicóptero pode ser configurado com lounges na frente e atrás, cozinha e banheiros.
O AW101 é um helicóptero multimissão capaz de realizar desde operações de guerra até o transporte executivo. Em sua capacidade máxima, o AW101 pode transportar até 25 passageiros. O helicóptero tem autonomia de voo de 1.400 quilômetros e velocidade máxima de 277 km/h. Ele pode voar por até seis horas e 50 minutos. Na parte interna, o AW101 mede 2,49 metros de largura com 1,83 metro de altura. Na versão executiva, é equipado com poltronas de luxo, estações de trabalho e sistemas de comunicação via satélite.
Além da versão executiva, o Sikorsky S-92 também pode ser utilizado para missões humanitárias, de resgate e operações em plataformas de petróleo. O modelo tem capacidade para 19 passageiros. Segundo a Lockheed Martin, já foram entregues mais de 300 unidades do modelo, que realizaram mais de 1,5 milhão de horas de voo.
O maior modelo da Bell foi também o primeiro helicóptero para uso comercial a usar o sistema de controle de voo computadorizado fly-by-wire. O modelo tem capacidade para até 16 passageiros, tem alcance máximo de 1.037 km e velocidade máxima de 296 km/h. As versões mais luxuosas podem ter capacidade para apenas sete ou oito passageiros, com poltronas mais amplas e giratórias, mesas de trabalho e de refeições. Também pode ser utilizado para missões de resgate, ambulância aérea ou operações em plataformas de petróleo.