12.904 – Banditismo – Estudo faz relação entre clima e criminalidade


Muitas pessoas preferem o calor para aproveitar o ar livre e os benefícios de uma vida sem tantos casacos, porém o clima desse paraíso tropical poderia ser a razão do seu mal.
O que ninguém (ou, pelo menos, a maioria) imaginava é que o calor fosse o culpado pelo aumento dos índices de criminalidade, conforme comprovaram os cientistas da Universidade de Amsterdã.
Segundo eles, o calor motivaria os seres humanos a viver uma condição extrema, como se fosse o último dia de suas vidas. Consequentemente, isso causaria um desinteresse pelo futuro em médio e longo prazos, o que favoreceria um estado de descontrole e, em muitos casos, levaria à violência e ao aumento da agressividade.
Embora as taxas de criminalidade variem de um país a outro, há um padrão geral: a violência aumenta com relação à proximidade à linha do Equador. De acordo com os pesquisadores, isso teria a ver com o clima quente, o qual poderia influir de forma negativa nas pessoas.

12.903 – Mais Sobre – O Terror da Ku Klux Khan


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Organização de extrema direita, a Ku Klux Klan chegou a produzir um programa infantil para difundir seu valores de supremacia racial, possuía um acampamento de verão e teve até um líder judeu, que ocultou suas raízes durante muito tempo.
Fundada no final do século XIX, nos EUA, os membros da KKK cobriam os seus rostos e promoviam a xenofobia, o racismo, a homofobia e o anticomunismo. Desde sua origem, suas ações estão centradas em perseguir e violentar os cidadãos negros do país. Abaixo, cinco fatos desconhecidos sobre esse grupo macabro:
Um dos líderes da KKK era judeu: Daniel Burros entrou para a Ku Klux Klan após ser expulso do exército americano. Na seita, ele conseguiu ascender ao posto de “Grande Dragão”. Ao ser descoberto o segredo de suas origens judaicas, ele foi expulso do grupo e se suicidou.
Houve um programa infantil financiado pela Ku Klux Klan: em 2009, uma série de vídeos nos quais crianças entre 9 e 10 anos davam opiniões controversas sobre temas relacionados à raça e à religião se tornaram públicos. Finalmente, soube-se que “The Andrew Show” tinha sido produzido pela KKK.
Eles tinham um acampamento de verão: a Ku Klux Klan oferecia a seus membros a possibilidade de participar de um acampamento de verão. Nele, era reforçada a ideia de comunidade e eram compartilhados materiais para doutrinar os participantes.
Um policial negro se infiltrou no grupo: em 1970, o policial afro-americano Ron Stallworth conseguiu estabelecer contato com membros da KKK. O oficial se infiltrou telefonicamente na organização, mas teve que enviar um companheiro branco às reuniões presenciais para não causar suspeitas.
Não é um grupo unificado: a Ku Klux Klan é, na verdade, o conjunto de diversos grupos de extrema direita, e não um só grupo. Embora tenha tido milhões de membros, atualmente ela conta com apenas alguns adeptos.

12.902 – Pesquisa sugere que a maconha pode melhorar a visão noturna


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Um laboratório com girinos em clima de Woodstock. Um grupo de filhotes de sapo usou acannabis em nome da ciência, e deu fortes indícios a favor de uma teoria que estava no ar há mais de 25 anos: a de que a erva pode turbinar a sensibilidade dos nossos olhos no escuro.
A pesquisa foi publicada pela equipe do canadense Lois Miraucourt, do Instituto Neurológico de Montreal, no periódico científico eLife. Na primeira fase da experiência, os pesquisadores injetaram nos olhos dos girinos um canabinóide sintético, ou seja, uma versão do princípio ativo da droga feita em laboratório. Depois, usaram microeletrodos para medir a atividade do nervo ótico dos animais — é ele que faz a ponte entre os olhos e o cérebro.
O resultado é que a plantinha mais polêmica do mundo melhorou a reação dos olhos do girino à luz de diferentes intensidades. Em outras palavras, diminuiu a chance do bebê sapo se assustar ao confundir um cabide de roupas em seu quarto com um fantasma durante a noite. O efeito não é uma surpresa: já se sabia há duas décadas que pescadores jamaicanos usavam a droga para aumentar a sensibilidade de seus olhos no mar noturno e evitar recifes de corais.
A explicação para esse boost na sensibilidade está no interior das células. Lá dentro, em escala microscópica, o canabinoide se une a um receptor chamado CB1R. Receptores são proteínas essenciais para nossas células. Em uma situação normal, são eles, por exemplo, que recebem e passam adiante um comando deixado por um hormônio na corrente sanguínea. Tudo em ritmo de telegrama.
O que o BD1 faz quando é cutucado pela maconha é inibir uma proteína que controla o potencial elétrico das células da retina. Com mais íons (átomos com carga elétrica) para fora do que para dentro, elas se tornam mais “excitáveis”, e o pequeno sapo passa a enxergar um pouco melhor.
Para testar o efeito na prática, eles aproximaram os girinos de pontos pretos que eles associariam institivamente a predadores. Não deu outra: no escuro, os que estavam sob efeito da cannabis fugiam com muito mais frequência. Ainda não dá para afirmar que o efeito é o mesmo em humanos — tampouco se sabe se isso causaria qualquer dano prolongado à visão. Mas a pesquisa pode dar alguma esperança ao tratamento de doenças como o glaucoma.

12.901 – Comportamento Humano – Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo


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De acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso a optar por mentiras em momentos importantes.
Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada às sensações de medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse freio vai ficando mais fraco.
Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários, e escanearam o cérebro deles enquanto jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma mentidinha, superestimando a quantidade de moedas do pote – porque isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando ao ato de mentir.
“A amígdala limita a extensão do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras maiores”, acredita.
Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica apenas às mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor à riscos ou ter comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, co-autor do estudo.

12.900 – A moto do futuro está aqui


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A alemã BMW acaba de divulgar o protótipo da moto do futuro: a Motorrad Vision Next 100, movida a energia elétrica, com um sistema inovador de autobalanceamento e desgin à prova de quedas.
Como parte da comemoração de seus 100 anos, a empresa revelou detalhes surpreendentes sobre o veículo. A moto poderá ser conduzida sem capacete, graças ao seu design à prova de quedas. O modelo é complementado com um visor inteligente que permitirá aos condutores acessar toda a informação necessária.
A Motorrad Vision Next 100 ainda está em fase de desenvolvimento e não se sabe quando será lançada no mercado. A BMW afirma que o veículo oferecerá uma experiência inovadora para os motociclistas mais experientes e que será, além disso, muito mais seguro que as motocicletas comercializadas atualmente.
Com formas suaves e futuristas, o protótipo lembra os veículos utilizados no filme “Tron: Uma Odisseia Eletrônica (1982)” e promete revolucionar a história do motociclismo.

12.899 – Internet Móvel – TIM abre convites para plano que oferece 10 GB por R$ 50


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A operadora TIM começou a liberar convites para os planos pré-pagos do TIM Beta, modalidade voltada para o público jovem que oferece pacotes de até 10 GB de internet por R$ 50 reais.
Até hoje, para fazer parte do TIM Beta era necessário receber um convite de alguém que tivesse esse plano da operadora. A empresa, no entanto, decidiu liberar os convites a todos os clientes que desejarem participar.
São três planos: Basic, Padrão e LAB, mas o plano oferecido na promoção é o padrão. Confira as opções oferecidas:

Como participar?
Para aderir a um dos planos, é preciso se cadastrar no site http://www.timbeta.com.br/wifikiller e comprar um chip pré-pago da operadora. Quem possui uma linha pré-paga da TIM pode utilizá-la.
Fique atento: devido ao grande número de acessos, o site da TIM está apresentando instabilidades.
Em comunicado, a TIM informou que vai encerrar a promoção no dia 26/10. “A ação teve um grande número de adesões e, a partir dessa data, os interessados em se tornar um cliente Beta deverão seguir o fluxo normal e solicitar um convite ao usuário Beta LAB”, explica a operadora.

12.898 – A verdadeira origem do Halloween – e por que os fãs do Dia do Saci não deveriam se incomodar


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O Ano-Novo dos celtas, dois mil anos atrás, era em 1º de novembro. Para esse povo que habitava o que hoje chamamos de Irlanda, Reino Unido (e também França), o dia marcava o fim do verão e o começo do inverno. Em uma época em que as estações do ano determinavam os ciclos da agricultura com muito menos espaço para intervenções humanas que hoje, e que o sucesso das colheitas definia o tamanho da despensa das pessoas, a data era crucial. Nada mais justo que fosse escolhida para encerrar um ano e começar outro. Era o fim do período solar, vivo e encalorado e o início da longa, fria e morta treva. O inverno chegara.
Para os celtas, na véspera desse dia de mudança, a divisão do plano dos vivos e dos mortos se misturava. À noite de 31 de outubro, desprovida de cancelas fronteiriças entre os que aqui estavam e os que já se foram, eles deram um nome, samhain. No samhain, fantasmas dominavam a terra, destruíam plantações e causavam arruaças. Em contrapartida, a presença deles facilitava o trabalho dos druidas, os sacerdotes celtas, de fazer previsões. Profecias eram um abraço quente e necessário no tenebroso inverno que começava – não muito diferente do apego contemporâneo ao horóscopo todo começo de mês.
Se os druidas previram, não conseguiram evitar a invasão de um povo mais poderoso e violento que os celtas, os romanos. Em 43, o império iniciou o domínio das terras que eles batizariam de Britânia. Nos quatro séculos seguintes, os costumes romanos se misturaram aos celtas. Feralia, uma festa em que Roma celebrava a partida dos mortos, realizada em fins de outubro, naturalmente se aclimatou no norte e deu novas cores ao samhain. Outra festividade incorporada pelos nortenhos celebrava Pomona, deusa dos pomares, cujo símbolo, uma maçã, talvez explique em parte a antiga brincadeira de pegar maçãs com a boca.
As terras dos celtas seguiram como um lugar distante do centro do poder até que o próprio Império Romano se dividiu e, no oeste, foi pulverizado. Em 13 de maio de 609, a Igreja Católica dava as cartas, e o papa de então, Bonifácio IV, oficializou um costume que os antigos cristãos no Oriente já faziam: honrar os mártires. Para deixar claro o recado, o papa pegou um antigo templo romano, o Panteão, e o dedicou àqueles que morreram por Jesus. O templo de todos os deuses romanos passou a ser o templo de todos os mártires.
Mais tarde, outro papa, Gregório III, expandiu a festividade a todos os santos e mudou a data para 1º de novembro. Em 1000, a Igreja criou mais uma data nessa sequência de festas, e aí o 2 de novembro virou o dia para honrar todos os mortos. A escolha foi estratégica. A ideia é que a nova festividade substituísse o samhain nas ilhas celtas, onde a palavra de Jesus começava a se firmar. Assim, as paradas, fogueiras e fantasias de santos e demônios do samhain acabariam incorporadas por uma celebração semelhante e, mais importante, sancionada por Roma.
Agora, a Igreja tinha um dia para todos os santos e outro para todas as almas, que no Brasil chamamos Dia de Finados. Ambos pegaram, mas o 2 de novembro não eliminou o 31 de outubro, apenas o fez mudar de nome e se adaptar. O Dia de Todos os Santos era chamado, em inglês, de “All-hallows”. A noite da véspera era, portanto, “All-hallows Eve”. O termo mudou com o tempo e acabou virando “Halloween”.
Na segunda metade do século 19, os Estados Unidos, que haviam sido colonizados por cristãos daquelas antigas terras celtas, receberam uma nova leva de imigrantes, especialmente da Irlanda, que sofria, na época, um bocado com uma crise de fome. Os irlandeses levaram na bagagem o ancestral costume do Halloween.
Ao longo das décadas seguintes, a festa ganhou novos contornos. O gesto de pedir comida ou dinheiro no dia de todas as almas na Inglaterra, em troca de orações para os mortos da família, deu origem ao “gostosuras ou travessuras”. Ao mesmo tempo, o senso de comunidade tirou espaço do medo real de fantasmas. Na virada para o século 20, o Halloween já tinha perdido boa parte do caráter supersticioso. As máscaras e fantasias, que serviam para enganar os espíritos, viraram apenas uma brincadeira para enganar, no máximo, um vizinho desatento. Deixar comida na porta de casa, que servia para afastar os fantasmas do lar, tornou-se uma forma de interação com a comunidade.
Isso nos Estados Unidos. Outros povos comemoram as festividades à sua maneira. No México, o dia dos mortos, tradição anterior à colonização espanhola, ganhou elementos cristãos e segue ainda hoje firme como uma das festas mais famosas do mundo. Austríacos decoram túmulos de entes queridos com lanternas. Filipinos cantam de casa em casa pelas almas do purgatório. Chineses queimam pequenos botes de papel. Brasileiros levam flores ao cemitério, aproveitam o feriadão para pegar trânsito na estrada e, mais recentemente, incorporaram o Halloween americano – algo que não é exclusivo. Até a França, tão protetora da cultura local, começou a adotar a festa da abóbora decorada nos anos 90.
Halloween, Dia de Todos os Santos e Dia de Finados são a evolução de eventos realizados por diversos povos, que aproveitavam a mudança de estação para lembrar a brevidade da vida e honrar os mortos. Por mais que a origem tenha se desvanecido na história, nós não somos tão diferentes quanto os celtas que faziam festa quando o calor dava lugar ao frio. Até começo de horário de verão é uma boa desculpa do calendário para beber.
O saci-pererê retratado por Monteiro Lobato em 1917 era chifrudo e tinha dentes pontudos para sugar o sangue de cavalos. Lendas mais antigas do curupira falam que ele não tinha ânus. A mula-sem-cabeça original tinha cascos afiados. Os três assassinavam quem cruzasse seu caminho. A cuca era uma velha horripilante que capturava crianças, nada daquela bruxa-jacaré trapalhona do Sítio do Picapau Amarelo. O negrinho do pastoreio era um pobre escravo, amarrado ensanguentado em um formigueiro. Um folclore rico, sanguinário e mais carismático do que imaginamos.

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O Dia do Saci nasceu na década passada como uma resposta à crescente popularização do Halloween no Brasil. Mas o Halloween, diferentemente do que muito se propaga, não é uma festa unicamente americana e pagã. É uma mistureba com elementos dos antigos celtas, de romanos, de irlandeses e ingleses da Idade Média e dos primeiros séculos de tradição cristã.
Se o Halloween é o resultado de 2 mil anos de adaptações e evoluções, está mais que na hora de o saci maluco invadir a festa do vampiro importado. O Halloween marcava a mudança de estações. E nisso um Halloween brasileiro levaria vantagem. Não é o inverno gélido e decrépito que bate à porta. É o verão.

12.897 – Local do enterro de Jesus é exposto pela primeira vez em séculos


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Pela primeira vez em séculos, cientistas expuseram a superfície original do que é considerada o túmulo de Jesus Cristo. Localizado na Basílica do Santo Sepulcro na parte antiga da cidade de Jerusalém, o túmulo está coberto com um revestimento de mármore desde pelo menos 1555 d.C..
“O revestimento de mármore foi retirado e ficamos surpresos com a quantidade de material de preenchimento que estava por baixo dele. Esta será uma long análise científica, mas vamos finalmente ver a superfície de pedra original que, de acordo com a tradição, foi o local de descanso do corpo de Cristo”, explica Fredrik Hiebert, arqueólogo da National Geographic Society, um dos parceiros do projeto de restauração.
De acordo com a bíblia, o corpo de Jesus Cristo foi preparado e colocado em um sepulcro esculpido em pedra na parede de uma caverna de calcário, que depois foi selada com uma pedra. Nos anos recentes, o sepulcro estava protegido por uma edícula que foi reconstruída em 1808 depois que foi destruída por um incêndio. A edícula e o túmulo interno estão passando por restauração com o trabalho de uma equipe de cientistas da Universidade Técnica Nacional de Atenas, com direção do professor Antonia Moropoulou.
A exposição do local de sepultamento está dando aos pesquisadores uma oportunidade sem precedentes para estudar a superfície original do que é considerado o local mais sagrado da cristandade. A análise da pedra original pode ajudá-los a melhor entender não apenas a forma original da câmera do túmulo, mas como ela evoluiu para se tornar o ponto mais importante de veneração desde sua primeira identificação em 326 d.C.
“Estamos em um momento crítico para reabilitar a edícula. As técnicas usadas para documentar este momento único vai permitir que o mundo estude nossas descobertas como se eles mesmos estivessem no túmulo de Cristo”, explicou Moropoulou.
As portas da Basílica foram fechadas horas antes do horário normal de fechamento, deixando uma multidão de turistas e romeiros frustrados do lado de fora das grandes portas de madeira. Lá dentro estavam a equipe de restauração e importantes convidados, como franciscanos, padres gregos ortodoxos, freiras católicas e representantes da igreja copta do Egito.
Desde o início da restauração houve preocupação com a integridade estrutural da edícula construída no século XIX. Ela sofreu danos no terremoto de 1927 e em 1947 recebeu o apoio de vigas externas que não são muito agradáveis aos olhos. A restauração demorou tanto tempo para ocorrer por dificuldades dos representantes das diferentes igrejas que administram a Basílica entrarem em um acordo sobre a reforma.
Em 2015, a Universidade Técnica Nacional de Atenas foi convidada a estudar a edícula, e em março de 2016 os representantes da Basílica entraram em um acordo sobre a restauração, que tem data de finalização marcada para o primeiro semestre de 2017. O projeto vai custar mais de US$4 milhões e recebeu enormes doações do mundo todo.
A National Geographic Society fez parceria com o projeto para produzir um documentário sobre a restauração e exposição do túmulo de Jesus, que deve ir ao ar em novembro de 2016. [National Geographic]

12.896 – Toxicologia – Boa Noite Cinderela


Boa noite Cinderela é um coquetel de drogas, dentre as quais: Lorax, Rohypnol, Lexotam, GHB (ácido gama-hidroxibutírico) e Ketamina (Special K). Elas são encontradas normalmente na forma de compridos ou líquidos.
Essas drogas agem diretamente no sistema nervoso central, podendo provocar amnésia durante a intoxicação. A pessoa perde a consciência de seus atos, a capacidade de discernimento, apresenta dificuldade de resistir a ameaças, se sujeita a ordens de estranhos, entre outros.
Devido aos efeitos apresentados, essas substâncias são muito utilizadas por assaltantes e agressores que dopam a vítima a fim de assaltá-la ou abusar sexualmente, sendo portanto, denominadas também de “rape drugs” (drogas de estupro).
Há inúmeros casos de pessoas que sofreram o “Golpe Boa Noite Cinderela”. Este golpe é freqüentemente aplicado em boates, mas também pode ocorrer em restaurantes. O meliante finge estar ingerindo determinada bebida – contendo substância entorpecente – e oferece à vítima, que, após ingerir o líquido contrafeito, fica a mercê do bandido.
O bandido que se utiliza dessas drogas para aplicar o golpe, muitas vezes é bastante apresentável, o que faz com que fique difícil duvidar de suas intenções.
Esses casos dificilmente são registrados em Delegacias de Polícia, pois normalmente as vítimas ficam constrangidas em narrar o ocorrido, sendo que por vezes não conseguem recordar, ou melhor, ter certeza do que realmente ocorreu.
Sendo assim, não há estimativa sobre a ocorrência dos referidos crimes. Além disso, devido ao método empregado, tornam-se muito difíceis ações dos agentes policiais, a fim de que se diminuam ou se estanquem este tipo de delito.
Portanto, faz-se importante que todos estejam atentos ao aceitarem qualquer coisa de desconhecidos, traduzindo-se nos ensinamentos que recebemos de nossos pais quando crianças.

12.895 – Toxicologia – A Psilocibina


É um alcaloide com estrutura análoga a da serotonina. Possui atividade alucinógena, produzindo efeitos como alucinações e distúrbios sensoriais, sendo encontrada em determinadas espécies de cogumelos. Utilizada desde os tempos ancestrais em rituais, tendo relatos de mais de 3000 anos. Foi extensivamente utilizada na década de 1960, quando acontecia o movimento hippie.
No Brasil existem diversas espécies de cogumelos com propriedades alucinógenas, sendo que a maioria pertence aos gêneros Pcilocybe, Panaeolus e Pluteus, que possuem alcaloides indólicos derivados do triptofano, como a psilocibina.
De sentimentos de bem estar a sensações de pânico e alucinações perturbadoras, a psilocibina também é conhecida como “cogumelos mágicos”, sendo frequentemente utilizada como droga de abuso, possuindo efeito semelhante ao LSD (dietilamida do ácido lisérgico).
Uma vez ingerida, a psilocibina (O-fosforil-4-hidróxi-N,N-dimetiltriptamina) é hidrolisada, seu metabólito psicoativo, que possui estrutura molecular análoga a da serotonina. Com isto, é considerada um agonista da serotonina, que ao se ligar aos receptores específicos deste neurotransmissor, culminam na ativação de suas respostas, porém mais profundas que podem incluir alucinações visuais e distúrbios sensoriais, como aquelas observadas em pacientes com esquizofrenia. Esses receptores se encontram distribuídos pelo sistema nervoso central, porém apresentam maior concentração no córtex pré-frontal, cuja área está envolvida com a regulação do humor, cognição e percepção.
Alguns estudos também demonstram que a psilocibina aumenta os níveis de dopamina estriatal, resultando em euforia. Porém, mesmo atuando nestes sistemas, a psilocibina não está relacionada a produção da dependência química à droga.
Os efeitos alucinógenos da psilocibina geralmente aparecem após 15 a 45 minutos de sua ingestão, que pode se dar na forma de chá, bem como desidratado e moído sendo consumidos diretamente ou em cápsulas. Os sintomas se iniciam com prováveis desconfortos gástricos, que podem levar ao vômito, e leves tonturas. Após, há uma sensação de bem estar que pode evoluir para alucinações visuais, perdendo a noção da realidade. Esses efeitos podem ter duração de 4 a 6 horas, havendo relatos de sintomas de alterações na percepção sensorial e de pensamentos que perduraram por dias.
Características envolvendo desde a espécie e origem do cogumelo, até as relacionadas ao cultivo e período da colheita podem determinar a sua potência. A forma como é ingerido é outro fator determinante, já que cogumelos secos podem conter até 10 vezes mais substâncias ativas, quando comparados aos frescos.
A psilocibina vem sendo estudada desde a década de 1960 em aplicações médicas, especialmente em condições psiquiátricas como a esquizofrenia e transtornos de personalidade. Estudos já comprovaram seus efeitos positivos no tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (T.O.C), além da enxaqueca crônica, conseguindo atenuar a dor. Atualmente, pesquisas mostram seu potencial efeito benéfico no alívio da ansiedade de pacientes em terapia antitumoral, conseguindo melhorar o ânimo abalado desses indivíduos.
Algumas características relacionadas ao usuário podem determinar os efeitos que serão observados frente ao uso dessa substância. Com isto, pacientes mentalmente instáveis ou ansiosos tendem a experimentar os efeitos considerados ruins. Dentre os efeitos gerais mais relatados, estão:

Alterações visuais, especialmente das cores;
Confusão e desrealização;
Sentimentos de alegria (euforia);
Tranquilidade;
Sinestesia;
Tontura e sonolência;
Dilatação das pupilas (midríase);
Alterações gastrointestinais (náuseas e vômitos).
O tratamento da intoxicação por espécies psilocibínicas visa controlar os sintomas, já que geralmente não são letais. Para este fim, medicamentos benzodiazepínicos podem ser conduzidos a fim de controlar a hipertensão, agitação e alucinações, assim como as fenotiazinas (clorpromazina) podem ser utilizadas para controlar surtos psicóticos.
Atualmente, a psilocibina e seu metabólito ativo, a psilocina, fazem parte da Lista de Substâncias Psicotrópicas de uso proscrito no Brasil, segundo a portaria 344/98 (ANVISA).

12.894 -Composto do vinho pode impedir doença incurável em mulheres


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O vinho já foi ligado a incontáveis benefícios à saúde, desde a prevenção contra o câncer até a perda de peso. Agora, cientistas da Polônia e dos Estados Unidos descobriram que uma substância encontrada na bebida pode impedir que mulheres desenvolvam a síndrome do ovário policístico (SOP). A doença é conhecida por ser uma das principais causas de infertilidade entre mulheres. Ela se desenvolve quando os níveis de hormônios esteroides, como a testosterona, estão altos e causam a formação de cistos. Os sintomas mais comuns são ganho de peso, excesso de pelos no rosto, acne e até ausência do período menstrual. O estudo revelou que um composto natural do vinho tinto, chamado de resveratrol, pode reduzir a quantidade desses hormônios no organismo. Essa substância, encontrada na casca de uvas e em nozes, é conhecida por ter propriedades anti-inflamatórias. O estudo foi feito com 30 mulheres que tinham ovários policísticos. Elas foram divididas em dois grupos: um tomou suplementos que continham 1.500 miligramas de resveratrol e o outro recebeu pílulas de placebo. As participantes tomaram os comprimidos diariamente durante três meses e doaram amostras de sangue no início e no final do estudo. Além disso, elas receberam um teste de tolerância à glicose para medir o risco de diabetes. Os resultados surpreenderam os pesquisadores. Os níveis de testosterona das mulheres que tomaram o resveratrol caíram em 23,1%, enquanto aumentaram em 2,9% no caso das voluntárias que receberam placebo. Os níveis de sulfato de dehidroepiandrosterona (DHEAS), outro hormônio que o corpo pode converter em testosterona, também tiveram um declínio de 22,2% no grupo das mulheres que tomaram o suplemento. Já as participantes que ganharam a pílula de placebo tiveram um aumento de 10,5% na quantidade de DHEAS em seu sangue. Houve também uma redução no risco de diabetes entre as mulheres que tomaram o resveratrol. Elas se tornaram mais sensíveis à insulina, sendo que os níveis desse hormônio em seu sangue caíram 31,8%. Esta não é a primeira vez que o resveratrol foi associado a benefícios para a saúde. Em 2006, um estudo publicado na revista científica Nature revelou que a substância natural poderia estender a vida de ratos. Muito além do vinho Apesar de interessantes, ambas as pesquisas não afirmam que uma taça de vinho por dia irá aumentar seu tempo de vida ou proteger as mulheres contra as doenças. Isso porque, o resveratrol é encontrado em baixas quantidades na bebida. Para chegar a uma quantidade de duas pílulas de 250 miligramas da substância, seria preciso beber mais de mil garrafas de vinho tinto por dia. Segundo um artigo publicado no site The Conversation e escrito por Lindsay Wu, professor da University of New South Wales, na Austrália, um medicamento feito à base de resveratrol ainda não é vendido, pois quando o composto é ingerido, o fígado o degrada rapidamente. Assim, apenas uma quantidade pequena é distribuída pelos tecidos, causando pouco efeito. Para ter algum efeito, a substância teria de ser administrada em doses elevadas. No entanto, uma grande quantia de resveratrol pode causar problemas intestinais, como diarreia.

12.893 – Tá de Rosca – NASA descobre mais efeitos negativos da viagem a Marte para a saúde


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Com uma missão tripulada a Marte nos planos da NASA, a agência espacial está gastando muito dinheiro e tempo pesquisando os efeitos da viagem espacial prolongada no corpo humano e os resultados não são os melhores possíveis.
Um novo estudo descobriu que a viagem espacial vai afetar a coluna vertebral dos astronautas, causando atrofia dos músculos que suportam a coluna.
Os pesquisadores registraram aumento nas taxas de dor nas costas e doença do disco vertebral que tem sido associado com o voo espacial de longa duração. Os tripulantes usados nos testes passaram de quatro a sete meses em microgravidade e foram submetidos a exames de ressonância magnética da coluna antes e depois da missão.
Normalmente, os astronautas têm maior risco de sofrer com hérnia de disco durante os meses após um voo. No entanto, os exames mostraram atrofia muscular significativa da paravertebral durante o voo espacial, chegando a uma redução de 19% da área funcional do músculo. Além disso, dois meses depois da viagem apenas dois terços do músculo conseguiu se recuperar.

12.892 – A tribo mexicana que decidiu morrer antes de ser conquistada pelos espanhóis


Aborígenes decididos a não morrer nas mãos dos conquistadores espanhóis tiraram suas vidas em um suicídio coletivo, em que famílias inteiras se jogaram de um penhasco e morreram de braços dados.
A triste situação aconteceu em 1534, durante expedição organizada por Diego de Mazariegos ao sudeste do México. Depois do fim de Tenochtitlán, os conquistadores espanhóis avançaram pela Sierra Madre de Chiapas. O objetivo era alcançar a tribo chiapaneca, que estava assentada entre as paredes do Desfiladeiro Sumidero e que tinha o controle da região e de outras comunidades que ali viviam.
O último grupo a ser conquistado estava no Peñón de Tepetchía. O grupo foi sitiado e, por ordem de Mazariegos, deveria ser exterminado. Os chiapanecas resistiram o máximo que conseguiram, apesar de sua inferioridade militar e numérica. Ao perceberem que a situação estava perdida, os aborígenes decidiram pelo sucídio coletivo.
Diante dessa situação, Mazariegos ordenou um cessar-fogo e realocou os aborígenes restantes, que fundaram a Chiapa de los Indios. Embora haja fatos históricos que contradigam esse suicídio em massa, a tradição oral dos nativos da região continua sendo reconhecida como um relato verdadeiro do ocorrido.

12.891 – Cientistas descobrem porque chocolate dá enxaqueca


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Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego acredita que está mais perto de pôr fim a esse sacrifício. Eles encontraram uma relação entre as crises de enxaqueca e a flora intestinal dos pacientes que sofrem com o problema.
Chocolate, vinho e carne processada são alimentos ricos em nitratos, presentes também em hortaliças folhosas, como o espinafre. A digestão dessa substância leva à produção de um outro derivado, o óxido nítrico.
Para a maioria das pessoas, óxido nítrico ajuda na saúde cardiovascular, dilatando os vasos sanguíneos e melhorando a circulação. O problema é que esse aumento de fluxo do sangue aumenta o risco da enxaqueca aparecer.
Mas, então, por que nem todo mundo sofre com dores horríveis na cabeça a cada vez que não resiste a um chocolatinho? Aí é que está a grande descoberta dos cientistas.
Eles analisaram a microbiota – população de bactérias que vive no corpo humano e auxilia processos como a digestão – e observaram que alguns desses microrganismos reagem com o nitrato que ingerimos.
Depois de analisar quase 2 mil amostras fecais e mais 170 de saliva de pacientes com ou sem crises, eles descobriram que os pacientes com enxaqueca tem uma presença bem maior de bactérias processadoras de nitrato, tanto na boca quanto no intestino.
Assim, o nitrato que os enxaquecosos comem seria processado de um jeito diferente, possivelmente levando a uma produção maior de derivados como o óxido nítrico.
Uma limitação do estudo é o famoso problema da correlação – pode ser que a microbiota diferente seja a origem dessa sensibilidade ao chocolate, ou os dois podem ser sintomas de uma causa separada, ainda não descoberta.
Para resolver esse impasse, eles pretendem seguir essa linha de testes e tentar descobrir se, ao “corrigir” a flora intestinal e bucal dos pacientes, eles conseguem impedir que certos alimentos desencadeiem a enxaqueca. Se for o caso, quem passa reto do chocolate hoje em dia vai estar livre para comer o que quiser, tomando só algumas doses de probióticos.

12.890 – Como os bloqueios de serviços de internet afetam a economia brasileira


whats-brasil
No último ano, o Brasil se notabilizou pelo bloqueio de serviços de internet, sendo o caso mais conhecido o que colocou o WhatsApp em rota de colisão com a justiça brasileira. O problema é que estes bloqueios vão além da chateação dos usuários de não poderem falar com seus amigos; eles geram prejuízos a quem usa estas ferramentas para trabalhar.
Como observou o colunista Ronaldo Lemos da Folha de S. Paulo, um estudo do centro de pesquisa americano Brookings Institution mostra o quão danoso para a economia podem ser estes bloqueios. No caso do Brasil, os custos chegam a R$ 360 milhões.
A pesquisa levou em consideração vários países e o impacto sofrido pela economia de cada um deles por bloqueios de serviço de internet. O Brasil fica na quinta colocação, acima do Congo (com perdas de R$ 220 milhões) e abaixo do Iraque (R$ 660 milhões).
O objetivo do estudo é apontar como a internet é vital nos negócios e na economia do mundo atual, e como restringir o acesso, mesmo que apenas a um serviço, vai na contramão da modernidade. Para exemplificar isso, ele cita que, em 2015, mais de US$ 1 trilhão do PIB dos EUA são referentes à internet, gerando 450 mil empregos.
Há outros indicadores, também. O Banco Mundial diz que um aumento de 10% nas conexões de banda larga pode representar um aumento de 1,35% no PIB per capita de países em desenvolvimento e 1,19% em países desenvolvidos. Além disso, também há a ideia de um efeito multiplicador, de que para cada dois empregos gerados por atividades online, há a criação de mais um em outro setor da economia.

12.889- Reprodução Humana – Infertilidade Masculina – Quais os Principais Problemas?


biologia reprodução
As condições químicas do sêmen e a qualidade dos espermatozoides, a mobilidade e formato são essenciais para uma fecundação bem sucedida então, a saúde dos espermas deve ser boa.

O exame de espermograma colhido por uma masturbação para essa finalidade normalmente verifica:

Volume e concentração de espermatozoide por ml, o normal é ficar em mais de 20 milhões.
Mobilidade, a forma e a velocidade que o espermatozoide se movimenta que deve ser maior do que 50% em casos normais.
Morfologia, formato correto do espermatozoide, uma cabeça e uma cauda. Morfologia que em um exame normal deve ser maior do que 15% do total ejaculado. O formato ideal é cabeça oval e com cauda longa.
Normalmente a infertilidade masculina pode ser pela baixa concentração de espermatozoide, pela baixa mobilidade e também pela morfologia que em alguns casos chega a ser extrema. Os problemas que são detectados também são:

Oligospermia: Menos de 20 milhões de espermatozoides por ml.
Oligoastenospermia: Mobilidade e quantidades menores do que o ideal.
Teratospermia: Formato inadequado do espermatozoide.
Necrospermia: Espermatozoides inativos ou mortos
Leucospermia: Alteração dos leucócitos no sêmen que normalmente é algum tipo de infecção.
Azoospermia: Falta de espermatozoides
Astenospermia: Não se movem como deveriam e são espermatozoides mais lentos.
Acidez do sêmen também pode ser um fator que pode prejudicar a vida dos espermatozoides. Por isso o Ph deve ser equilibrado, tanto do sêmen quanto da cavidade vaginal para que o esperma esteja em um ambiente ideal para avançar em rumo ao óvulo.Todos esses problemas são tratáveis e a maioria dos casos pode ser curada com medicamentos ou procedimentos corretos. Em alguns casos graves a cirurgia pode ser indicada, ou a possibilidade de uma doação de esperma para uma gravidez em casos mais severos e extremos como estetilidade pode ser apresentada pelo especialista em fertilidade, cabe a decisão ao casal e deve ser muito bem pensada.

Fatores externos como tabagismo, roupas apertadas (calças e cuecas demasiadamente justas podem prejudicar muito), varicocele, Dsts (doenças sexualmente transmissíveis como sífilis e clamídia podem ser causadores de infertilidade) ou infecção corriqueira de fácil tratamento que podem as causadoras, também o uso de drogas e substância como anabolizantes e esteroides podem afetar e muito a fertilidade masculina por afetarem o hormônio responsável, a testosterona. O médico urologista pode ajudar com vitaminas do tipo E e em alguns casos de fácil tratamento tribullus terrestres se mostrou muito útil em tratamento de infertilidade masculina porém qualquer causa deve ser analisada individualmente e com critério pelo médico que acompanha o casal.
A importância da investigação simultânea do casal pode encurtar um caminho de sofrimento e cobranças a respeito da gravidez, sofrer sem procurar ajuda não é uma boa ideia e caso seu marido ou companheiro ainda se recuse a fazer exames para verificar a presença de algum problema, basta mostrar esse post a ele e as inúmeras doenças que podem atingir a fertilidade masculina. A leitora Silvana Chaves e seu marido Talles Chaves viveram um momento difícil quando buscavam a gravidez do primeiro filho que hoje tem 1 ano de idade. Veja um pouco mais do caso da Silvana e o marido. “Nós estávamos tentando engravidar há 2 anos quando o médico sugeriu que nós ingressássemos em uma investigação mais profunda. Começamos por mim e logo em seguida o espermograma foi pedido. No dia do exame o Talles estava muito nervoso e quase não conseguiu colher o material para o exame. Ficamos 15 dias esperando o resultado e quando pegamos o papel no laboratório nos assustamos pois ele estava com apenas 2% de espermatozoides presentes no sêmen.
O formato deles também era bem diferente do normal pois alguns tinham 2 caudas, outros 2 cabeças, outros eram achatados e muitos estavam mortos. O médico então sugeriu um tratamento com a eliminação do cigarro, bebidas alcoólicas vitamina E, outro medicamento que ele tomava todos os dias (não me recordo do nome). Cerca de 3 meses depois ele refez os exames e para nossa alegria o resultado do exame estava bem melhor e foi descartada a possibilidade de fertilização in vitro. 4 meses após os resultados e o inicio do tratamento eu engravidei do meu filho Renan que acabou de completar 1 ano. Por isso meninas não deixem de procurar ajuda médica, a opinião de um bom profissional pode ser fundamental par acabar com o sofrimento de um casal. ”
Investigar é a palavra chave para detectar a infertilidade masculina, então a cumplicidade do homem para a gravidez é muito importante. Lembre-se, exames hormonais par o homem também são bem vindos e além do urologista o seu ginecologista também pode solicitar exames para o homem em casos de investigação de fertilidade.
O hipotireoidismo também é um das caudas da oligospermia, esse detectado por exame de sangue e ultrassom especificamente. Casos mais específicos como varicocele também podem ser tratados como oligospermia, porque ela também diminui a quantidade de espermatozoide no homem. Alguns sintomas podem aparecer na oligospermia, homens com baixa quantidade de esperma podem apresentar até mesmo um encolhimento dos testículos.

12.888 – Música Dance – O vocalista do Black Box era um Travesti?


Black Box foi um projeto musical formado no final da década de 1980, na Itália, pelos produtores Daniele Davoli, Mirko Limoni, Valerio Semplici, firmando-se como um dos principais projetos de Italo House, ou Italo Disco. Os produtores também usavam diversos monikers, ou nomes diferentes, como: Starlight e Groove Groove Melody.
O primeiro single “Ride on Time” foi o seu maior sucesso, não só na Itália, mas no mundo inteiro. Foi o single mais vendido na Grâ-Bretanha em 1989. Por seis semanas seguidas ficou no número 1. Ainda hoje, figura entre os Top 100 singles mais vendidos na Europa.
Uma das maiores particularidades do Black Box foi o fato dos produtores usarem uma modelo para aparições em programas de TV e videoclipes. A modelo era a belga Katrin Quinol que dublava os vocais sampleados da música “Love Sensation” de (1979), sucesso da era disco na voz de Loleatta Holloway e produzido por Dan Hartman. Mesmo com o sucesso do single, o Black Box acabou perdendo muito dinheiro, pois foi processado por Loleatta Holloway por usar seus vocais sem a devida autorização.
Em 1990, o Black Box lançou o álbum “Dreamland”, que continha outros grandes sucessos, como “Everybody, Everybody” e “Strike it up”, que também usavam vocais sampleados, dessa vez de Martha Wash, outra diva da era Disco, essa sim, recebeu os devidos créditos.
O Álbum contava ainda com uma versão de “Fantasy” da banda funk Earth, Wind and Fire.
O Blackbox foi um dos poucos grupos da italo disco a chegar ao sucesso mundialmente. “Dreamland” ganhou disco de ouro nos EUA e Grã-Bretanha. Conseguindo emplacar seis hits, tanto nos charts comerciais, como no de clubs.

Marta Whash nos vocais
O clip da música Strike it up mostrava uma outra cantora dublando a voz da Diva Wash, a cantora em questão era a bela modelo negra Katrin Quinol vocalista do Blackbox que na verdade não cantava apenas dublava , com o escândalo veio a tona outra polémica que Katrin Quinol possivelmente seria um travesti. O escândalo em torno da verdadeira voz por trás da música do Blackbox só foi possível, porque Martha Wash indignada com a situação moveu um processo contra o grupo(fato que na época se tornou um marco, pois era comum usar vozes de outros cantores sem pagar direitos autorais devidos) e ganhou a causa com uma boa quantia em dinheiro e reconhecimentos do público.

12.887 – Cientologia: os segredos obscuros da religião dos famosos


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O documentário “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief”, do diretor norte-americano Alex Gibney, revela segredos macabros sobre a controversa religião adotada por famosos.
A Cientologia é um sistema de crenças criado nos EUA na década de 50. Após duras batalhas judiciais, a Igreja da Cientologia conseguiu receber o status de religião em vários países do mundo, como os EUA, Reino Unido, Itália e Espanha, enquanto em outros ela é considerada um culto ou até mesmo uma empresa.
Seus seguidores, entre os quais estão celebridades como Tom Cruise e John Travolta, acreditam que a raça humana foi trazida à Terra pelo ditador extraterrestre Xenu e que é necessário lembrar e curar os traumas de sucessivas encarnações para chegar à paz interior e, finalmente, à paz mundial.
No documentário, ex-integrantes da igreja contam como foram maltratados, humilhados e ameaçados durante sua passagem pela instituição. Entre as acusações, está a de usar a violência física e psicológica para evitar que os membros abandonem o culto. Além disso, é revelada uma rede complexa de corrupção, pela qual a Cientologia pôde ser considerada uma religião (e, consequentemente, não pagar impostos) nos EUA.
A crença exige que seus adeptos se submetam a uma série de sessões terapêuticas pagas. Quem investe mais dinheiro, alcança os graus elevados de “sabedoria espiritual” mais rápido. A organização movimenta centenas de milhões de dólares em todo o mundo.

12.886 – Nutrição – Dieta: como ela age no seu mundo


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Você pode não prestar atenção no que come, mas há um setor inteiro da economia que analisa e dialoga com nosso constante desejo e eterna dificuldade de emagrecer. Não há estimativas do tamanho do mercado de dietas no Brasil, mas nos EUA, onde 69% da população adulta está acima do peso, ele movimenta US$ 58 bilhões por ano – US$ 14 bilhões a mais que o mercado de calçados e só US$ 10 bilhões a menos que o gasto do governo americano com saúde.
O número leva em conta o faturamento de setores variados, como mercado editorial, refeições prontas e shakes, todo tipo de comidas e bebidas diet, light e zero, adoçantes, vídeos de fitness, sites de consultoria nutricional (afiliados ou não a uma dieta específica), remédios para emagrecer, spas.
Um passeio por qualquer livraria revela os milagres prometidos para todos os gostos, propósitos e crenças. Alguns títulos no Brasil são: Viva Melhor com a Dieta do Tipo Sanguíneo (seu tipo de sangue determina o que você vai comer), Emagreça Naturalmente com a Dieta da Lua (quando a lua muda, você só ingere líquidos por 24 horas), A Dieta do Abdome (programa de seis semanas, foca em 11 alimentos que magicamente tiram gordura só da barriga), A Dieta da Zona Ayurvédica (baseada em princípios da medicina milenar indiana), A Dieta do Mel (duas colheres de mel antes de dormir queimam gordura). Se você prestou atenção até aqui, já sabe que é picaretagem.
A variedade de títulos vem no embalo dos best-sellers do gênero. Os sete livros do cardiologista americano Robert Atkins emplacaram, desde 1972, 30 milhões de cópias. A edição revisada do primeiro livro encabeçou a lista de mais vendidos do New York Times por 300 semanas seguidas entre 1999 e 2004. Já a série da Dieta de South Beach, lançada em 2003, vendeu 22 milhões de cópias. Uma piadinha do meio diz que a indústria da dieta anda em muito melhor forma que seus consumidores.
O fato é que nós também fazemos nossa parte nesse jogo de me-engana-que-eu-gosto. Trocamos o açúcar da caipirinha por adoçante para beber sem culpa um copão de pinga supercalórica. Pagamos a academia para não ir, mas sentir que já demos o primeiro passo. Seguimos as dietas das revistas porque preferimos comprar motivação a encarar um esforço consciente e de longo prazo. “É mais fácil entrar numa dieta com a esperança de que ela fará você se sentir melhor do que tentar entender a sua ansiedade”.
A Dieta de Atkins, por exemplo. Seu pulo do gato seria um processo chamado cetose, que ocorre quando o corpo não tem seu combustível preferido, a glicose, e é forçado a se manter basicamente convertendo as reservas de gordura em energia. De brinde, a cetose ainda libera cetonas, substâncias que tirariam o apetite. Mas estudos já mostraram que essa excreção de calorias pode ser muito baixa, cerca de 100 por dia. O fato é que a Dieta de Atkins costuma emagrecer rápido no começo porque boa parte do peso que se perde é músculo e água – sem falar que o cardápio é monótono. Atkins também se equivocou ao dizer que carboidratos não dão saciedade, apenas gorduras e proteínas.
Outra confusão que virou lei é comer de 3 em 3 horas, o que manteria o organismo gastando energia. Ok, nutricionistas e endocrinologistas concedem: comer mais vezes pode ajudar a controlar a fome. Mas não acelera o metabolismo e, a longo prazo, dificilmente emagrece. Aliás, essa prática incentiva o consumo de snacks calóricos e as compulsões alimentares.
As dietas que liberam os líquidos são igualmente problemáticas. Sim, mesmo os sucos naturalíssimos, repletos de vitaminas. “Nosso organismo não tem a mesma capacidade de identificação de saciedade com líquidos e sólidos”, diz Patrícia Jaime. Compare um suco de maçã e uma maçã, por exemplo. A maçã tem fibras (o que manda sinais de saciedade) e você a mastiga (o que manda sinais de saciedade também). No suco, as fibras foram perdidas, ao extrair o sumo da polpa você tem um concentrado de açúcar de várias maçãs (é mais calórico). Apesar das calorias, a bebida ainda vai deixar bastante espaço para a comida.

Nas prateleiras
A indústria alimentícia é outro ator central desse jogo. Para a OMS, há evidências de que o aumento da obesidade é influenciado pelo marketing agressivo das cadeias de fast food – lembra-se do ambiente obesogênico, contribuindo sutilmente para engordar?
Outros vilões são os alimentos de alta densidade energética. Normalmente industrializados, eles concentram muitas calorias em pouco volume e confundem nosso corpo, que vai engordando sem nos avisar para parar. Quem já mandou um pacote de biscoitos recheados para dentro sabe bem.
Por outro lado, as prateleiras são inundadas com opções que protegem contra aumento de peso. Como os alimentos adicionados de fibras e com selo de “baixo índice glicêmico” piscando no rótulo. Estamos exagerando no açúcar? Nos dão versão diet. Precisa-se de Ômega-3? Compre margarinas enriquecidas dele. Muita gordura? Vá de livres de trans. É acender uma vela para Deus e outra para o Diabo.
Quer exemplos? Dois gigantes do mercado de refeições light, as multinacionais Jenny Craig e Slim-Fast (o carro-chefe são os shakes, também vendidos no Brasil), foram comprados pela Nestlé e pela Unilever (dona da marca Kibon), respectivamente. Já a multinacional Heinz, famosa pelas mostardas de grife, é também a dona do negócio de refeições prontas dos Vigilantes do Peso.
Por fraqueza sua ou astúcia dela, a indústria da dieta está aí, firme e forte, enquanto a gente está aqui, inseguro e guloso.

Mitos

1. “Comer de 3 em 3 horas ajuda”
Ajuda a comer menos nas refeições. Mas daí a acelerar o metabolismo vai uma distância. Para a OMS, não há evidências de que fracionar as refeições diminua o risco de engordar. Ao contrário: o hábito faz com que você perca o controle nas refeições intermediárias.

2. “Remédio para emagrecer funciona”
Além de efeitos colaterais, como irritação, insônia, taquicardia, quando você para de tomar o remédio, o apetite aumenta. Outro caso são os remédios irresponsavelmente prescritos que causam disfunções na tireoide, glândula que regula o metabolismo.

3. “Carboidrato não sacia”
“Mentira. Todos os alimentos dão saciedade”, diz o endocrinologista Márcio Mancini. Os carboidratos têm sido vilanizados porque se conclui que os do tipo simples (pão e arroz branco, batata, açúcar) desequilibram o organismo. Mas basta consumi-los com moderação.

12.885- 48 novos vulcões são encontrados em lua de Júpiter


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Muitos vulcões podem ser vistos em nosso Sistema Solar, desde as variações geladas nos planetas anões até as grandes cúpulas em Vênus. Mas na lua Io, do planeta Júpiter, o tamanho e aparência de 48 novos vulcões são impressionantes.
Piscinas de lava do tamanho de cidades e “vulcões escudo” gigantescos concentram um material superaquecido que surge das profundezas de oceanos de magma. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos anunciaram a descoberta nesta semana em artigo publicado no periódico Icarus.
Na pesquisa, os cientistas relatam ainda a descoberta de um lago de lava de 200 quilômetros. Ele foi chamado de Loki Patera e produz ondas enormes.
Os dados de imagens térmicas talvez tenham sido a revelação mais marcante de todas: eles sugerem que a erupção de um desses vulcões provoca uma reação em cadeia e vulcões próximos passam a entrar em erupção também — o mesmo pode acontecer com alguns mais distantes, até 500 quilômetros. Por enquanto não está claro para os pesquisadores como este fenômeno é possível.
“É natural que este processo ocorra em Io e não na Terra, talvez por diferenças na crosta ou na canalização dos vulcões”, opiniou Katherine de Kleer, autora principal do estudo, em entrevista ao IFLScience.
Todos esses pontos foram vistos na “lateral” da lua e em mais nenhum lugar. Modelos térmicos sugerem que a saída vulcânica de Io deveria existir nos polos ou no equador, mas várias evidências mostram que este não é o caso. Mais estudos serão necessários para descobrir o motivo.