14.153 – Microsoft pretende usar Inteligência Artificial para descobrir cura do câncer


reconhecimento facial
Uma nova iniciativa que visa reunir Inteligência Artificial (IA) com pesquisa em saúde e a experiência de seus parceiros industriais, a fim de proporcionar às pessoas os meios para viver de modo mais saudável e curar doenças mortais. Em um post no blog da empresa detalhando a iniciativa, a Microsoft observou que a indústria da saúde, por exemplo, têm problemas muito complexos, mas a empresa acredita que pode avançar no setor ao incorporar novas tecnologias inovadoras.
“É um grande desafio”, disse o vice-presidente corporativo da Microsoft Research NExT, Peter Lee. “Mas nós acreditamos que a tecnologia – especialmente na nuvem, IA e ferramentas de colaboração e otimização de negócios – será fundamental para a transformação dos cuidados de saúde”.

Como reportado pelo Digital Journal, a empresa está expandindo o Healthcare NExT para a pesquisa sobre o câncer em um esforço para continuar o trabalho feito para encontrar uma cura ou tratamento eficaz para a doença. Contudo, está se aproximando da pesquisa do câncer como uma empresa de tecnologia em vez de médica – ela vê as células vivas como algo semelhante aos computadores, com doenças como o câncer, semelhante a falhas no sistema. Extrapolado para este ponto abstrato, isso significa que a empresa vê células cancerosas como algo que pode ser reprogramado em vez de destruído; excluídos em vez de mortos.
Usando o aprendizado das máquinas para beneficiar o tratamento
A pesquisa sobre o câncer é conduzida em um dos seus laboratórios de computação biológica em Cambridge, Reino Unido. No último ano, um grupo de pesquisadores revelou seu trabalho em um curso para desenvolver um sistema informático que viva dentro das células humanas e reinicie o sistema se as células cancerosas fossem detectadas, limpando assim as células aflitas. Outros projetos incluíram o aprendizado da máquina para melhorar a varredura tumoral, para melhor organizar os dados dos pacientes e descobrir melhores tratamentos.
“Se você olhar a combinação de coisas que a Microsoft faz realmente bem, então faz sentido para a empresa estar nesse setor da indústria”, disse o chefe do grupo de pesquisa de computação biológica no laboratório de Cambridge, em uma publicação da Microsoft Story Labs. “Podemos utilizar métodos que desenvolvemos para programar computadores para programar biologia, e então desbloquear mais aplicações e melhores tratamentos”.
O portal Pharmaphofum comparou os esforços da empresa com o uso da Watson pela IBM para combater o câncer. A Watson que também usa a aprendizagem de máquinas e IA, passou a recomendar os mesmos tratamentos que os médicos e está sendo usado na iniciativa do vice-presidente, Joe Biden, para combater o câncer. Como nós sabemos, a aprendizagem das máquinas pode ser inestimável quando se trata de classificar através de toneladas de dados. A pesquisa do câncer não é diferente, como já vimos, usado para identificar lesões de mama que podem ser transformadas em câncer.
Objetivos ambiciosos para a cura
Descobrir uma cura para o câncer é um objetivo ambicioso de se assumir, e ver o envolvimento da Microsoft na pesquisa é algo que vale ser acompanhado. Dito isto, a empresa expressou o desejo de “capacitar cada pessoa e organização para alcançar mais”. Se pudermos manter esse impulso e foco, quem sabe o que a empresa irá desenvolver.
“Estamos incrivelmente energizados sobre as oportunidades para fazer a diferença nos cuidados de saúde”, disse a Microsoft. “Nós ouvimos atentamente nossos clientes e parceiros no setor de cuidados de saúde, e ouvimos sua mensagem: vamos trabalhar juntos, inovar juntos e criar soluções que possam capacitar as pessoas para levar vidas mais saudáveis”.

14.140 – Como Funciona a Máquina à vapor


Os princípios básicos da máquina a vapor já haviam sido explorados pelo engenheiro e matemático greco-egípcio Hierão de Alexandria, que no século I a.C. estudava o vapor como força motriz, através de sua invenção, a eolípila.
Já no final do século XVII, Denis Papin e Thomas Savery desenvolveram os primeiros motores a vapor, porém, foi
somente em 1972, que Thomas Newcomen revolucionou a área. O chamado “motor de Newcomen”, a partir de então começou a ser amplamente usado.
Com o avanço, os motores a vapor começaram a movimentar as primeiras locomotivas, barcos, fábricas, bem como as minas de carvão. As primeiras máquinas a fazer uso da energia a vapor eram usadas para retirar água acumulada nas minas de ferro e carvão e ainda eram utilizadas na fabricação de tecido.

Naquela época estava ocorrendo a chamada Revolução Industrial, em que o número de indústrias teve um crescimento vertiginoso, e com isso, a necessidade de usar cada vez mais máquinas para suprir o trabalho humano.

A primeira máquina a vapor foi utilizada por Thomas Savery, na retirada de água de poços de minas. A máquina transformava a energia armazenada no vapor quente em energia utilizável.
Na máquina de Savary, o vapor, que é proveniente da água aquecida até a ebulição em uma caldeira, entrava em uma câmara. Tal câmara, após ser fechada, era arrefecida por aspersão da água fria, e assim acontecia a condensação do vapor no seu interior.
Uma máquina a vapor não cria energia, mas sim usa o vapor para transformar a energia quente que é liberada pela queima de combustível. Toda máquina a vapor possui uma fornalha para que seja realizada a queima de carvão, óleo, madeira ou mesmo outro combustível para produzir energia calorífica.
Além disso, a máquina a vapor dispõe de uma caldeira. Assim, o calor proveniente da queima de combustível leva a água a transformar-se em vapor no interior dessa caldeira. Com o processo, o vapor expande-se, e ocupa um espaço muitas vezes maior que o ocupado pela água. A energia da expansão produzida pode ser aproveitada de duas formas: A primeira, deslocando um êmbolo num movimento de vaivém ou, acionando uma turbina.

Conheça o funcionamento de uma máquina a vapor

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Assim sendo, na caldeira, o calor faz com que a água entre em ebulição. Assim, quando a válvula A está aberta e a válvula B permanece fechada, o vapor acaba entrando sob pressão e empurrando o êmbolo para cima. Deste modo, a roda R e a biela B acabam sendo deslocadas. O êmbolo, ao atingir o topo do cilindro, a válvula A acaba fechando para cortar o fornecimento de vapor, e a válvula B abre-se, fazendo com que o vapor saia do cilindro e entre no condensador.
Através da água corrente o condensador é mantido arrefecido. Assim que o vapor deixa o cilindro a pressão diminuiu no seu interior e a pressão atmosférica empurra o êmbolo para baixo. O êmbolo, ao atingir o fundo do cilindro, a válvula B se fecha a válvula A abre. A partir de então, o vapor entra no cilindro e o processo começa novamente.
Locomotivas a vapor
No século 19 surgiram as primeiras locomotivas movidas a vapor, sendo que geralmente tinha sua energia gerada pela queima de carvão nas fornalhas. Esse modelo de locomotiva foi usado até o final da Segunda Guerra Mundial.

A primeira locomotiva a vapor foi construída por Richard Thevithick, sendo que o primeiro teste foi feito em 21 de fevereiro de 1904, porém, somente após alguns anos o projeto acabou sendo usado. A tecnologia, no decorrer dos seus 150 anos de uso da energia a vapor foi sendo aprimorado.
As LOCOMOTIVAS A VAPOR são constituídas basicamente de:

1) CALDEIRA : local onde é produzido o vapor de água;

2) MECANISMO: Conjunto de elementos mecânicos que tem pôr objetivo de transformar a energia calorífica dos combustíveis em energias mecânica para assim transmitir o movimento resultante dos êmbolos aos eixos motrizes e finalmente, transformar esse movimento retilíneo alternado em circular contínuo para as rodas;
3) VEÍCULO: constituído pela carroceria, rodas, eixos, caixas de graxa e molas.

14.137 – IA – Algoritmos Controlam Tudo


algoritmo
Quando você procura por um novo par de sapatos online, escolhe um filme na Netflix ou solicita um aluguel de carro, provavelmente um algoritmo tem sua palavra para dizer no resultado.
Algoritmos estão sendo experimentalmente usados para escrever novos artigos de dados brutos, enquanto a campanha presidencial de Donald Trump foi feita por profissionais de marketing comportamental que usaram um algoritmo para localizar as maiores concentrações de “eleitores persuasíveis”.
Mas, embora tais ferramentas automatizadas possam introduzir uma certa dose de objetividade em decisões antes subjetivas, os temores estão aumentando em relação à falta transparência que algoritmos podem acarretar, com pressão crescente para aplicar padrões de ética ou “responsabilização”.
A cientista de dados Cathy O’Neil adverte para não “confiar cegamente” em fórmulas para determinar um resultado justo.

“Algoritmos não são inerentemente justos, porque a pessoa que desenvolve um modelo define êxito em alcançar o resultado desejado”, disse ela.

Aumentando as desvantagens
O’Neil argumenta que, embora alguns algoritmos possam ser úteis, outros podem ser nefastos. Em seu livro de 2016, “Weapons of Math Destruction”, ela cita alguns exemplos preocupantes nos Estados Unidos:
– Em 2010 , as escolas públicas em Washington DC despediram mais de 200 professores – incluindo vários professores respeitados – com base nas pontuações de um algoritmo com uma fórmula que avaliava seus desempenhos.

– Um homem diagnosticado com transtorno bipolar foi rejeitado para um emprego em sete grandes varejistas após um teste de “personalidade” de terceiros o considerar um grande risco baseado em sua classificação algorítmica.

– Muitas jurisdições estão usando “policiamento preditivo” para transferir recursos para prováveis “áreas perigosas”. O’Neil diz que dependendo em como os dados são alimentados no sistema, isso poderia levar a revelar mais crimes menores e gerar um “ciclo contínuo” que estigmatiza comunidades pobres.

– Alguns tribunais contam com fórmulas classificadas por computadores para determinar sentenças de prisão e liberdade condicional, o que pode discriminar minorias ao levar em conta fatores de “risco”, como seus bairros, amigos ou familiares ligados ao crime.

– No mundo das finanças, os corretores coletam dados de fontes online e outras fontes como novas formas de tomar decisões sobre crédito ou seguro. Isso muitas vezes amplifica o preconceito contra os menos favorecidos, argumenta O’Neil.
Suas descobertas foram repercutidas em um relatório na Casa Branca ano passado alertando que sistemas algorítmicos “não são infalíveis – eles contam com entradas imperfeitas, lógica, probabilidade e pessoas que os planejam”.
O relatório observou que sistemas de dados podem, de forma ideal, ajudar a eliminar o viés humano, mas alerta contra algoritmos que “desfavorece sistematicamente certos grupos”.

Rastros digitais
Zeynep Tufekci, um professor da Universidade da Carolina do Norte que estuda tecnologia e sociedade, disse que decisões automatizadas são frequentemente baseadas em dados coletados sobre pessoas, algumas vezes sem o conhecimento delas.
“Estes sistemas computacionais podem deduzir todo tipo de coisa sobre você a partir de seus rastros digitais”, Tufekci disse em uma palestra no TED recentemente.
“Eles podem concluir sua orientação sexual, seus traços de personalidade, suas tendências políticas. Eles têm um poder preditivo com altos níveis de precisão”.
Estas percepções podem ser úteis em certos contextos, como ajudando médicos profissionais a diagnosticar depressão pós-parto, mas injustas em outros, ele disse.
Parte do problema, ele disse, vem do fato de pedir para computadores responder questões que não tem uma única resposta certa.
“São questões subjetivas, abertas e carregadas de valores pessoais, perguntando quem a empresa deve contratar, qual atualização de qual amigo deve ser mostrada, qual condenado é mais provável de reincidir”.

14.136 – IA Na Medicina


AI na Medicina
Inteligência Artificial na medicina diagnóstica

A Portal Telemedicina criou, com o software TensorFlow, do Google, uma solução inovadora para a emissão de laudos à distância. Seu sistema ajuda médicos em todo o Brasil a obter diagnósticos mais assertivos, pois compara analiticamente exames presenciais a casos similares de uma base de dados com 30 milhões de imagens e exames. A plataforma elabora recomendações médicas com critérios confiáveis e precisos graças ao uso da Deep Learning, um método em que algoritmos complexos imitam a rede neural do nosso cérebro, conferindo ao sistema uma capacidade de detectar achados médicos em nível sobre-humano.
Se o exame médico e a recomendação do algoritmo não baterem, o exame é encaminhado a outros três doutores para uma avaliação mais detalhada. O programa incorpora aprendizados a cada laudo emitido, acumulando repertório clínico à sua base de dados. Outro aspecto inovador do sistema é sua capacidade de fazer uma triagem automática dos exames, permitindo que os casos emergenciais tenham prioridade na fila do médico.

Em cirurgias
Robôs estão presentes em salas de cirurgia há décadas e já se mostraram eficazes na tarefa de tornar procedimentos menos invasivos. Mas, no que depender dos avanços da Inteligência Artificial, o papel das máquinas deve ficar ainda mais complexo. Já há, por exemplo, robôs inteligentes capazes de analisar avaliações pré-operatórias para orientar os movimentos do médico durante a cirurgia – o que pode diminuir em até 20% no tempo de internação de um paciente.
Uma das maiores ambições deste setor, porém, é criar robôs autônomos, aptos a conduzir cirurgias sem a necessidade de comandos pré-definidos e com a capacidade de usar dados de operações passadas para aprimorar suas técnicas. Nessa corrida tecnológica, o Google e a Johnson & Johnson largaram na frente com a co-fundação da start-up Verb Surgical, um projeto que desenvolve ferramentas de machine learning para democratizar o acesso às cirurgias. O super robô cirurgião ainda é um protótipo, mas a Verb estima que ele deve chegar ao mercado já em 2020.

No tratamento intensivo
A empresa israelense de análises clínicas Clew inventou uma plataforma baseada em IA para prever, em estágio inicial, potenciais complicações fatais na UTI. Pensada para auxiliar decisões médicas no mais delicado dos estágios de tratamento, a solução promete identificar o colapso de sistemas vitais com duas ou três horas de antecedência.
A ferramenta de análises colhe informações como pressão arterial, oxigênio, níveis de sangue e capacidade cardíaca de pacientes em tratamento intensivo e as compara com uma base de dados para identificar padrões antes que eles culminem na interrupção das funções cerebrais ou cardíacas. Ela já foi usada em testes em hospitais de Israel e dos EUA e deve estar disponível comercialmente a partir de 2019.

Em exames
Criado pela empresa Healthy.io em parceria com a Siemens Healthineers, o Dio.io permite que pacientes possam fazer seu exame de urina no conforto de suas casas. Aprovado recentemente pela agência norte-americana de fármacos FDA, o produto é um é um kit que coleta e analisa amostras com ajuda de machine learning e visão computacional.
O paciente abre o app do Dio.io e, com a ajuda de um assistente virtual (chatbot), segue o passo a passo: primeiro, encher um recipiente com a urina; em seguida, imergir uma tira que, em contato com o material, pode adquirir várias colorações. Com ajuda da câmera do celular, em instantes o app processa as informações visuais contidas na tira, entrega os resultados mais prováveis e dá conselhos, incluindo a recomendação de uma consulta médica se for o caso.
Na prevenção
Lançado em 2018 pela Nautilus, a plataforma Max Intelligence é um sistema de treinamento físico baseado em inteligência artificial que vem embutida em alguns de seus equipamentos cardiovasculares. Trata-se de um personal-trainer virtual capaz de desenvolver e orientar treinamentos aeróbicos totalmente personalizados, utilizando vídeos criados por instrutores e ferramentas motivacionais para criar uma rotina de treinos eficiente e estimulante.
Com base na capacidade física e nos objetivos de cada pessoa, a máquina vai aprendendo e aperfeiçoando suas orientações à medida da evolução de cada um. A interface para gerenciar os treinamentos é fácil de usar e roda em um tablet desenvolvido em parceria com a Samsung, que foi criado exclusivamente para as máquinas Bowflex Max Trainer vendidas pela empresa norte-americana.

14.135 – A Biônica é Uma Realidade?


mao biônica
Em filmes e outras histórias fictícias, faz tempo que conhecemos seres humanos com alguma habilidade melhorada pela tecnologia, ou corpos quase totalmente biônicos, como o Ciborg, do universo dos quadrinhos da DC Comics. Mas, na vida real, essa tecnologia já é observável em experimentos científicos e protótipos de diversos tipos, como replicação de órgãos, devolução da visão e braços mecânicos comandados pelo pensamento.
As possibilidades são muitas e tendem a crescer de forma constante, ao aliar ciência e tecnologias cada vez mais avançadas, aproximando-se de nosso dia a dia. Nesse texto, a ideia é apresentar algumas dessas perspectivas e como elas já estão sendo aplicadas. Vamos lá?

Avanços em prol da saúde
As próteses são um tipo bem conhecido de tecnologia biônica. Substituindo membros como pernas e braços, elas tornam possível a ação de um atleta ou mesmo a possibilidade de uma criança escrever. Seguindo essa ideia, um pesquisador da Califórnia criou um chip que pode substituir o hipocampo, parte do cérebro que controla a memória e a compreensão espacial, o que será útil em casos de Alzheimer e derrames. No entanto, um implante no cérebro é muito mais complicado. Por isso, são necessários muitos testes.
Outra iniciativa de pesquisadores criou células artificiais que podem imitar a movimentação dos glóbulos brancos pelo corpo. Feitos de polímeros, esses protótipos são muito úteis para a medicina, uma vez que permitem levar remédios para locais necessários do corpo, ajudando a combater doenças como o câncer.
Pessoas com disfunções renais que passam por longos tratamentos de diálise terão seus problemas resolvidos: um rim artificial portátil, pequeno, leve e automatizado, que pode ser usado o tempo todo. Assim, não será mais preciso ficar horas ligado a um aparelho para que as necessidades fundamentais, como limpeza do sangue, sejam realizadas.
Outro órgão que também teve um modelo artificial pensado é o pâncreas. O modelo artificial portátil será uma mistura de duas tecnologias já existentes: a bomba de insulina e o monitor de glicose. Com isso, o pâncreas irá monitorar o açúcar no sangue e ajustar o nível de insulina necessário para o corpo, o que será muito benéfico para quem tem diabetes e precisa de monitoramento constante.
Outros estudos estão sendo realizados em várias partes do mundo, por universidades e governos, em busca de melhorias constantes nos tratamentos. Como é o caso do estudo que dura desde 1960 em torno do tecido ósseo que cresce sozinho. O importante é manter o foco e não desistir.
Tecnologia a serviço da qualidade de vida
Além de pesquisas envolvendo melhorias nos tratamentos de saúde, uma das maiores conquistas da era biônica são as próteses, uma interação entre a biologia e o design tecnológico. Quem cita essa relação é Hugh Herr, chefe do grupo de Biomecatrônica do Massachussets Institute of Technology (MIT) Media Lab, nos Estados Unidos, em conferência do TED no ano de 2015. O estudioso é um dos exemplos de suas próprias pesquisas: há 30 anos, ele perdeu as duas pernas em um acidente e utiliza membros biônicos.
No MIT, ele e sua equipe criaram a nova classe de próteses bio-híbridas inteligentes e exoesqueletos, que têm o objetivo de melhorar a qualidade de vida de milhares de pessoas com deficiências físicas. Um exemplo dos grandes avanços das pesquisas do instituto é uma prótese que reproduz uma perna inteira, do quadril ao pé, que possui um dispositivo capaz de imitar uma perna natural, possibilitando a pessoas amputadas andar e correr com níveis iguais a uma perna biológica.
Alguns braços biônicos funcionam com a força do pensamento, imitando os comandos biológicos enviados pelo cérebro ao corpo. Nesse caso, o braço artificial se liga ao cérebro pelos nervos motores e, quando a pessoa decide mexer o membro, os nervos enviam o sinal para o braço biônico, se tornando um processo natural. A intenção dos pesquisadores, como diz Hugh Herr, é melhorar ainda mais o processo e a utilização de membros biônicos, comunicando sensações, como temperatura e pressão, e adequando ao ritmo dos órgãos normais.
Uma das propostas mais inovadoras dos estudos dessa tecnologia são as próteses de retina, que podem trazer aos cegos a chance de ver princípios de luz, movimento e forma. As próteses estão em fase de testes. Sua particularidade é gravar informações visuais básicas por meio de uma câmera, transformá-las em sinais eletrônicos e enviar a eletrodos implantados no paciente.

Potencializando as capacidades humanas
Os maiores exemplos da era biônica são os atletas paralímpicos. Nas modalidades do atletismo, por exemplo, as próteses de pernas são o ingrediente principal. E os esportistas são esforçados, treinam bastante e precisam se adaptar a um novo modo de correr, ou mesmo aprender a correr, no caso de quem nasceu com a deficiência. Ao observar esses esportes, é possível enxergar como as potencialidades humanas são aumentadas e como a era biônica é fundamental para que eles existam.
Além das Paralimpíadas, há também dançarinos, bailarinos, escaladores e cientistas, como Hugh Herr, que tiveram suas vidas transformadas pela tecnologia. Em sua palestra sobre os estudos da biomecatrônica, ele conta como a biônica definiu sua corporalidade na ocasião de seu acidente. “Naquele momento, eu não vi meu corpo como quebrado. Eu argumentava que o ser humano jamais pode estar quebrado. A tecnologia é que está quebrada. A tecnologia é que é inadequada”, disse.
A expectativa é que as aplicações da era biônica estendam-se e sejam potencializadas por novas tecnologias. Assim, cada vez mais pessoas terão seus desafios superados e a realidade tenderá a se diferenciar ainda mais, oferecendo novas possibilidades e criando novas chances para as pessoas.

14.134 – Inteligência Artificial – Robô Laura Pode Revolucionar a Medicina


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O Laura trabalha com tecnologia cognitiva e atua, ao lado de médicos, na prevenção da sepse (septicemia) e na diminuição do número de mortes causadas por essa doença violenta.
O software tem a capacidade de aprender analisando, entendendo e até conversando.
Jacson Fressatto é o idealizador do Robô Laura.
Ele perdeu a filha Laura aos 18 dias de vida. Recém-nascida, Laura foi vítima de septicemia, uma infecção silenciosa que tira a vida de milhares de pessoas em todo o mundo diariamente. O luto, que se transformou em uma caça por culpados, acabou revelando um trabalho, talvez uma missão para Jacson. Isso porque a sepse é ardilosa e, exatamente por causa da pequena Laura e de uma força paterna aliada ao conhecimento analítico, agora a doença está começando a perder dentro de seu próprio jogo. Isso porque o robô Laura nasceu.
O Robô Laura tem a capacidade de salvar mais de 12 mil vidas por ano no Brasil
Hoje, a septicemia atinge 2,5 milhões de brasileiros por ano. Dentro dessa conta, cerca de 250 mil acabam morrendo. No mundo, ela mata uma pessoa a cada 1 minuto e meio. Agora, com a Laura Networks, Jacson Fressatto está tentando levar o Robô Laura para os hospitais interessados. Para os hospitais filantrópicos brasileiros, Fressato até pretende doar a tecnologia. De acordo com o site oficial da empresa, o Robô Laura tem a capacidade de salvar mais de 12 mil vidas por ano no Brasil, reduzindo em 5% o índice de mortes. O objetivo é poupar tempo, recursos e vidas — tecnicamente, Laura é o primeiro robô cognitivo de gestão de risco.
O primeiro robô cognitivo em gestão de risco do mundo é brasileiro e já atua em alguns hospitais. Com foco em saúde, este robô é capaz de aprender e, a partir daí, identificar quando um paciente está vulnerável. Por isso, é preciso dedicar um tempo ensinando-o o que pode indicar perigo, como aumento de temperatura, por exemplo. Uma vez aprendido, ele consegue fazer o trabalho sozinho.

14.131 – O Rádio Transistorizado


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Rádio é Nissei, o resto eu não sei

Receptor de rádio portátil que usa circuito baseado em transistor. Os primeiros rádios foram desenvolvidos em 1954, seguido da invenção do transistor que foi em 1947, tornaram-se o dispositivo de comunicação eletrônico mais popular da história, sendo produzidos bilhões nos anos de 1960 a 1970. Seu tamanho de bolso provocou uma mudança nos hábitos de escuta de música, permitindo que as pudessem ouvir música em qualquer lugar. No começo da década de 1980, os rádios AM baratos foram substituídos por aparelhos com melhor qualidade de áudio como, CD players portáteis, leitores de áudio pessoais, e caixas de som.

Antes do transistor ter sido inventado, os rádios usados eram criados usando válvula eletrônica. Embora tenham sido criados rádios portáteis valvulados, eles eram volumosos e pesados, devido às grandes baterias necessárias para abastecer o alto consumo de energia dos tubos.
Bell Laboratories demonstrou o primeiro transistor em 23 de dezembro de 1947. Depois de obter a proteção das patentes, a empresa realizou uma coletiva de imprensa em 30 de junho de 1948, onde foi demonstrado um protótipo de rádio transistor.
Há muitos pretendentes ao título de primeira empresa a produzir rádios transistorizados. Texas Instruments havia demonstrado a utilização de rádios AM (modulação de amplitude) em 25 de maio de 1954, mas o seu desempenho foi bem inferior ao de modelos valvulados. Um rádio foi demonstrado em agosto de 1953 em uma Feira em Düsseldorf pela empresa alemã Intermetall. Foi construído com quatro de transistores feitos à mão pela Intermetall. No entanto, como acontece com as primeiras unidades, a Texas Instruments (e outros) construíram apenas protótipos. RCA havia demonstrado um protótipo de rádio transistorizado em 1952, mas Texas Instruments e Regency Divisão de IDEA, foram os primeiros a oferecerem um modelo de produto a partir de outubro 1954.
Durante uma viagem aos Estados Unidos em 1952, Masura Ibuka, fundador da Tokyo Telecommunications Engineering Corporation (atual Sony), descobriu que a AT&T estava prestes a tornar o licenciamento para o transistor disponível. Ibuka e seu parceiro, o físico Akio Morita, convenceu o Ministério do Comércio e Indústria Internacional (MITI) japonês para financiar a taxa de licenciamento $25.000. Durante vários meses Ibuka viajou por todo os Estados Unidos tomando ideias dos fabricantes de transistores americanos. Com as ideias melhoradas, Tokyo Telecommunications Engineering Corporation fez seu primeiro rádio transistor funcional em 1954. Dentro de cinco anos, Tokyo Telecommunications Engineering Corporation cresceu de sete funcionários para cerca de quinhentos.
Outras empresas japonesas logo seguiram a sua entrada no mercado americano e o total de produtos eletrônicos exportados do Japão em 1958 aumentou 2,5 vezes em comparação a 1957.

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14.130 – Tecnologia – Fim das Obsoletas Rádios AM


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Enquanto o sinal de rádio FM tem sido desligado pelo mundo desde janeiro do ano passado, no Brasil ele ainda é bastante popular. Já o que está perdendo espaço é o AM, cujas emissoras têm procurado dials na “frequência modulada” para alocar seus espaços e facilitar o acesso aos ouvintes.
A migração já está ocorrendo há algum tempo e agora ela deve evoluir em uma velocidade maior. O então presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, assinou o decreto que abriu o prazo de 180 dias para as rádios que ainda operam na faixa AM solicitarem a migração para a FM. A medida atendeu a um pleito da ABERT.
As rádios AM que atuam em cobertura local, regional ou nacional, com interesse na migração, deverão solicitar a mudança ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).
Atualmente, das 1.781 estações em “amplitude modulada”, 1.332 já pediram a adaptação da outorga. Delas, 619 chegaram a assinar o aditivo contratual. O decreto fará com que até 449 emissoras AM consigam dar entrada na alteração. Da mesma forma que foi feito na primeira fase, a ABERT ficará à disposição para orientar as emissoras com interesse na migração a respeito de todas as etapas do processo.

14.124 – Prótese biônica tem resposta mais rápida do que mão humana


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Cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, anunciaram o desenvolvimento de uma prótese biônica capaz de traduzir os comandos enviados pelo cérebro dos usuários e responder mais depressa do que uma mão humana. O dispositivo combina elementos de robótica com tecnologias de neuroengenharia e permite que pessoas amputadas tenham muito mais controle sobre os movimentos e funções da mão prostética.

Mão biônica
O funcionamento da prótese está baseado em sensores que são colocados no coto da pessoa amputada e que são capazes de detectar a atividade muscular quando o paciente tenta movimentar os dedos – que já não estão lá. Além disso, os pesquisadores desenvolveram um algoritmo de machine learning que, ademais de decodificar os impulsos neuromusculares enviados pelo cérebro da pessoa e que são registrados pelos sensores, interpreta os sinais e aprende os movimentos para treinar o sistema e melhorar o desempenho da prótese.
De acordo com os cientistas, para que o algoritmo aprenda a decodificar as intenções do usuário e traduzi-las nos movimentos dos dedos da prótese, a pessoa precisa realizar uma variedade de movimentos para que o sistema aprenda a identificar qual atividade muscular corresponde a qual ação.
Com isso, depois que o algoritmo entende as intenções do usuário, o amputado consegue controlar cada dedo da mão biônica de maneira independente. Mas tem mais: a prótese também é equipada com sensores de pressão que “ensinam” o algoritmo a reagir sempre que o dispositivo entra em contato com um objeto qualquer para que os dedos se fechem automaticamente sobre ele, mesmo na ausência de informações visuais.
O resultado dessa combinação de tecnologias faz com que a resposta do equipamento seja como o de uma mão de verdade. Bem, na verdade, a reação é ainda mais rápida. Para se ter ideia, quando seguramos algo e esse objeto começa a deslizar de nossa mão, nós temos apenas um par de milissegundos para reagir e não deixar a coisa cair. Já a prótese – que possui sensores nos dedos – consegue estabilizar o objeto e segurá-lo antes mesmo de o cérebro se dar conta que ele está escapulindo e possa responder.

Próteses do futuro
O sistema foi testado por 10 pessoas – 3 amputadas e 7 não – e os resultados foram bastante impressionantes, tanto que os cientistas por trás do projeto acreditam que, além de ser aplicada a próteses, a tecnologia poderia ser empregada em interfaces cérebro-computador com o objetivo de ajudar pacientes com mobilidade limitada.
Ainda é necessário refinar o algoritmo e trabalhar no sistema até que as mãos biônicas possam sair dos laboratórios e sejam disponibilizadas para quem precisa delas. Já sobre os pacientes paralisados, considerando que já existem iniciativas focadas no desenvolvimento de dispositivos superflexíveis que podem dar origem a implantes cerebrais com potencial de melhorar a comunicação de pessoas incapazes de se mover com máquinas e ajudar que elas se ganhem mais autonomia – a Neuralink, fundada por Elon Musk, é uma das startups trabalhando nessa área –, os avanços não devem demorar em chegar.

14.123 – Neuro Prótese para Paraplégicos


Uma pesquisa liderada pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis permitiu que pacientes paraplégicos caminhassem. O trabalho foi publicado na revista Scientific Reports e utiliza várias abordagens combinadas para o feito. A principal delas é um dispositivo de estimulação muscular e de uma interface cérebro-máquina, que permite controlar outros aparelhos por meio do pensamento.
Na prática, o paciente imagina que sua perna está se movendo, o que aciona a contração de oito músculos naquele membro e permite que os passos sejam dados. Os dois participantes do estudo possuem paraplegia crônica e, de acordo com o artigo da equipe de Nicolelis, foram capazes de caminhar em segurança apoiados entre 65% e 70% de seu peso corporal. Além disso, deram 4580 passos durante os testes.
Melhoras
O trabalho relata que foram encontradas melhoras cardiovasculares e houve menor dependência de assistência para se locomover. Outro benefício reportado pela equipe foi uma recuperação neurológica parcial dos dois pacientes. Um deles tem 40 anos e sofreu a lesão medular há quatro, enquanto o outro tem 32 e sofreu a lesão há 10 anos.

A pesquisa faz parte do projeto Andar de novo (Walk Again Project), que é um consórcio internacional sem fins lucrativos reunindo pesquisadores dedicados a estudar a recuperação de pacientes com lesões medulares.
Esta não foi a primeira demonstração de quão promissor é o dispositivo desenvolvido pela equipe de Nicolelis, que lidera um grupo de pesquisadores na área de Neurociência na Duke University, nos Estados Unidos. Uma pesquisa desenvolvida por ele permitiu que um jovem paraplégico chutasse uma bola durante a abertura da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

14.116 – Uber Vai Lançar Carro Voador



O uberAIR é um projeto da Uber que pretende trazer carros voadores para transporte urbano. O objetivo é que os usuários possam pedir o serviço da mesma forma que já fazem no aplicativo de corridas. Para transformar a ideia em realidade, a empresa vem trabalhando em parceria com outras companhias para o desenvolvimento dos veículos, que devem obedecer a uma série de critérios estabelecidos pela Uber.
A empresa já revelou que pretende começar os testes no próximo ano, inclusive no Brasil, para que o serviço faça sua estreia em 2023. Além disso, São Paulo e Rio de Janeiro são as cidades brasileiras com mais potencial para receber a novidade. Veja, a seguir, todos os detalhes do veículo.

uberAIR: testes do carro voador podem começar já em 2023

Antes de começar, vale ressaltar que o protótipo disponível no escritório não funciona, ou seja, ele não voa de fato. O veículo foi criado para que as pessoas que trabalham no projeto possam ter uma noção de como o carro voador deve funcionar e testar seus futuros recursos. Isso é importante para que a Uber possa estabelecer critérios, visto que são outras empresas que vão criar os veículos.

O protótipo disponível foi desenvolvido em parceria com a Safran, uma companhia francesa que atua no ramo da aviação. No caso do Brasil, é a Embraer que vai fabricar o carro voador. Segundo Mark Moore, diretor de engenharia para aviação da Uber, algumas empresas parceiras já estão testando a capacidade de voo de seus veículos, mas ele ainda não pode revelar em quais lugares isso vem sendo feito.

O carro voador tem espaço para o piloto e mais quatro passageiros. No entanto, para evitar distrações, o motorista fica separado por um vidro. Vale ressaltar que a Uber já revelou que tem planos futuros de criar carros voadores autônomos, tornando o serviço mais rentável.

Ao todo, são seis portas: três de cada lado. O assento é semelhante ao de um helicóptero e foi pensado para veículos de decolagem vertical (eVTOL). Um detalhe interessante é que o cinto de segurança é bem apertado para que os passageiros estejam seguros durante o trajeto. Há ainda um espaço na parte de trás dedicado às bolsas, visto que não é possível carregar objetos no colo. Vale lembrar, no entanto, que o carro terá um limite de peso e que a bagagem deverá ser pequena.
Com relação à estrutura, o carro tem uma cabine acústica, que isola os sons externos, mas permite que os passageiros conversem entre si. Além disso, alguns detalhes, como a iluminação, são pensados para fazer com que o veículo pareça maior do que é, diminuindo a sensação de claustrofobia. O uberAIR também deve estar preparado para enfrentar o tempo ruim, assim como um helicóptero. De qualquer forma, caso a empresa identifique riscos em determinado dia, pode suspender a operação por causa do clima.
A empresa já revelou que tem planos de testar o projeto no Brasil e que as cidades com mais potencial para os testes são Rio de Janeiro e São Paulo. Para os veículos participantes, a empresa prevê velocidades entre 240 km/h e 320 km/h, além de autonomia para 60 milhas (96,5 km). Vale lembrar que o uberAIR não tem como objetivo percorrer longas distâncias. O carro deve ser capaz de realizar trajetos curtos, facilitando o dia a dia do usuário.
Para o chefe do projeto Uber Elevate, Eric Alisson, o Uber Copter, serviço de corridas de helicóptero disponível em Nova York (EUA), está oferecendo alguns aprendizados para a companhia. Um deles se refere aos motoristas, que deverão ter conhecimentos especiais para pilotar um carro voador. Ainda não está claro como será feita a seleção e o treinamento deles, mas no caso das corridas de helicóptero, a Uber vem trabalhando em parceria com uma empresa especializada em aviação, uma possibilidade que também pode funcionar para o uberAIR.
O uberAIR é mais um projeto que reforça o posicionamento da Uber como uma empresa de mobilidade. Além do tradicional serviço de corridas, a companhia vem investindo em outros recursos que concentram diversas opções de transporte, como bicicletas elétricas e patinetes. Outras novidades incluem o Uber Transit, recurso que mostra o transporte público em tempo real e já está disponível na cidade de São Paulo. Há ainda um projeto de carro autônomo, que promete economizar tempo e espaço em corridas solicitadas pelo app.

14.098 – Mega Byte – Motoristas da Uber sofrem derrota na justiça brasileira


Uber
O STJ – Superior Tribunal de Justiça – deu uma grande vitória à Uber e aos aplicativos de transporte de modo geral: afirmou que os motoristas que trabalham com essas empresas não têm vínculo empregatício com elas e, portanto, não podem ser considerados seus funcionários. Com isso, o tribunal praticamente encerra uma disputa que poderia ter consequências sérias para as empresas.
Caso o vínculo empregatício tivesse sido reconhecido, as companhias teriam que arcar com todos os custos trabalhistas de todos os motoristas, como FGTS, férias, descanso semanal remunerado, entre outros. Em alguns tribunais trabalhistas, a Uber havia sido condenada a reconhecer o vínculo. Agora, com o acórdão do STJ, essas decisões terão que ser revistas. O tribunal decidiu ainda que qualquer disputa judicial entre motoristas e a Uber deve ser resolvida no âmbito da justiça cível – e não da trabalhista.

☻Mega Opinião
Se você trabalha em um local que há regras a cumprir e é submetido a algum controle de qualidade, há sim subordinação, portanto algum vínculo existe.

14.093 – Audiotecnologia – Como Funciona um Alto Falante


alto falantes 1
Graças aos nossos ouvidos conseguimos ouvir sons produzidos por diversos dispositivos como buzinas, campainhas, bumbos, alto-falantes, etc. Os alto-falantes hoje estão em diversos aparelhos eletrônicos, sendo muito utilizados para incrementar carros de sons, como mostra a figura acima.
Podemos simplificar a definição de alto-falantes como sendo componentes que transformam sinais elétricos de uma corrente elétrica em oscilações de pressão no ar, em forma de onda sonora. Caso observemos bem de perto um alto-falante, poderemos verificar que seus componentes básicos são um ímã permanente, preso na armação do alto-falante, e uma bobina móvel, que está fixa no cone de papel.
Quando aplicamos uma corrente elétrica variável na bobina, esta é repelida ou atraída pelo campo magnético do ímã permanente. Desta forma, o conjunto bobina-cone é movido para frente e para trás, empurrando o ar em sua volta, criando uma onda de compressão e rarefação no ar, ou seja, uma onda sonora.
Por exemplo, aplicando uma corrente oscilante de 440 Hz na bobina, o cone do alto-falante vai se mover para frente e para trás com esta mesma frequência, produzindo uma onda sonora de 440 Hz.
A bobina, presa ao cone, é movida para frente e para trás por meio da força magnética, quando ela é percorrida por uma corrente elétrica.

14.091 – Mega Techs – O Reconhecimento Facial


reconhecimento facial
Trata se de uma técnica de processamento de imagem e visão computacional para determinar a existência, ou não, de faces numa determinada imagem e, caso exista(m), retornar a localização da(s) mesma(s).
Apesar de ser uma tarefa trivial para seres-humanos, é um problema desafiador para computadores, visto que rostos podem variar em cor, iluminação, posicionamento e escala, dificultando a detecção automática.
Os primeiros estudos realizados na área datam do começo dos anos 70, e utilizavam técnicas de heurística e medições extremamente simples. Para isso eram utilizadas imagens seguindo padrões de documentos de identidade, com a face centralizada e plano de fundo liso, como pode ser encontrado em. Pequenas variações nos padrões poderiam invalidar o sistema inteiro, o que manteve as pesquisas na área estagnadas por décadas.
A expressão facial é um ou mais movimentos e expressões dos músculos da face e é sinal de emocionalidade. Estes movimentos geralmente significam a transmissão de algum estado emocional do indivíduo aos seus observadores. As expressões faciais são uma forma de comunicação não-verbal. Eles são o principal meio de transmissão de informações sociais entre os seres humanos, mas eles também ocorrem na maioria dos outros mamíferos e outras espécies animais.
O pioneiro instrumento para classificar cientificamente a face humana o F-M Facial Action Coding System 2. 0 (F-M FACS 2.0) foi criado em 2017 pelo Dr. Freitas-Magalhães, e apresenta 2 mil segmentos em 4K, com recurso a tecnologia 3D e de reconhecimento automático e em tempo real.
Os seres humanos podem adotar uma expressão facial, voluntária ou involuntariamente, e os mecanismos neurais responsáveis ​​pelo controle da expressão diferem em cada caso. Expressões faciais voluntárias são muitas vezes socialmente condicionado e são conduzido por comando enviados ao cérebro. Por outro lado, as expressões faciais involuntárias são consideradas inatas e seguem um percurso subcorticais no cérebro, exemplo, uma expressão de dor, ou o próprio choro.
Os olhos são muitas vezes vistos como características importantes de expressões faciais. Aspectos como a taxa de piscar pode ser usado para indicar se uma pessoa está nervosa ou se ou não ele ou ela está mentindo/brincando, no caso da piscadela. Além disso, o contato visual é considerado um aspecto importante da comunicação interpessoal. No entanto, existem diferenças culturas em relação à propriedade social de manter contato com os olhos ou não.

Para além do carácter, este torna-se acessório das expressões faciais na comunicação falada entre pessoas e desempenham um papel importante na comunicação com a língua de sinais. Muitas frases em língua de sinais incluem expressões faciais.

Há controvérsia em torno da questão da existência ou não as expressões faciais são universais em todo o mundo e apresenta entre os seres humanos. Os defensores da hipótese de alegação de universalidade, apontam que muitas expressões faciais são inatas e têm raízes na ancestrais evolutivos. Os oponentes dessa visão causa a exatidão dos estudos utilizados para testar essa afirmação, e em vez acreditar que as expressões faciais são condicionadas e que as pessoas ver e compreender expressões faciais, em grande parte das situações sociais em torno delas.

14.088 – ☻Mega Projeções – Poderá a inteligência artificial superar a humana?


robo IA
Segundo um estudo com opiniões de 352 cientistas e especialistas, daqui a 45 anos há 50% de probabilidade das tarefas ocupadas por humanos conseguirem ser superadas por máquinas inteligentes.
A Inteligência Artificial (IA) está presente em coisas tão quotidianas como o telemóvel, o computador ou o GPS. Até as próprias plataformas de redes sociais já têm mecanismos para filtram informação.

O estudo When Will Artificial Intelligence Exceed Human Performance? levado a cabo por investigadores da Universidade de Yale (EUA) e da Universidade de Oxford (Reino Unido), recolheu opiniões de 352 cientistas e especialistas que acreditam que daqui a 45 anos há 50% de probabilidade das tarefas ocupadas por humanos conseguirem ser superadas por um sistema de inteligência artificial. O relatório indica que a IA está a progredir a uma velocidade nunca antes vista e que pode mudar completamente a sociedade como a conhecemos, desde saúde a transportes, passando pela economia e ciência.
As questões feitas pelos investigadores foram realizadas com o objetivo de determinar, numa linha temporal, a superação de tarefas típicas do ser humano por máquinas. Dentro de algumas décadas, é provável que a IA permita dominar trabalhos e procedimentos cada vez mais complexos, como cirurgias ou até a escrita de best sellers. A definição Máquinas de Alto Nível de Inteligência – máquinas que conseguem completar tarefas de forma mais eficaz e econômicas do que o ser humano – serviu de base para as considerações dos inquiridos.

As conclusões foram significativas. Segundo os resultados, metade aponta como provável que dentro de 45 anos atividades humanas vão conseguir ser superadas por sistemas de IA, sendo que em cerca de 10% das probabilidades a data reduz mesmo para nove anos. Em relação à automatização total do trabalho, os horizontes são mais longínquos: há 50% de probabilidades que aconteça daqui a 122 anos e 10% de chances de acontecer em menos de 20 anos.

Previsões de datas onde o desempenho humano poderá ser ultrapassado pelas máquinas
2024
Transcrever um discurso
2026
Realizar trabalhos escolares (Ensino Secundário)
2027
Conduzir um camião
2031
Trabalhar como um vendedor de comércio a retalho
2049
Escrever um best seller do The New York Times
2053
Trabalhar como um cirurgião
2138
Automatização total do trabalho
Em 2016, um romance criado por um programa de IA passou a primeira fase de seleção para Premio Nacional de Literatura Japonês. O Dia Em Que Um Computador Escreve Um Romance não foi o vencedor, mas mostrou um desenvolvimento significativo.

Noel Sharkey, um especialista em robótica da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, mostra algum ceticismo. “Resultados de estudos sobre o futuro podem ser úteis dentro de um intervalo de cinco a dez anos: isso é um futuro previsível”, explica à BBC. “Uma vez que vamos mais longe que isso, é pura especulação”.

O especialista vê como inevitável a superação das máquinas sobre os humanos em vários campos, mas não acredita que a inteligência artificial possa sequer ser comparada à humana. “Não sei se alguma vez [uma máquina] será capaz de se levantar de manhã e perceber se o meu cão precisa de ir à rua ou tomar decisões humanas significativas”, esclarece.

Os alertas de Stephen Hawking quando vivo
Já não é a primeira vez que o famoso físico britânico se se manifestava sobre esta questão. Segundo Stephen Hawking, a criação de máquinas inteligentes pode constituir uma ameaça à sobrevivência da espécie humana. Até agora, a inteligência artificial tem-se revelado útil em vários campos, mas a longo prazo “tornar-se-ia independente e redesenhar-se-ia a uma velocidade ainda maior”, disse nos finais de 2014, à BBC. “Os humanos, que estão limitados pela sua evolução biológica, não podem competir [com a inteligência artificial] e seriam ultrapassados”, acrescentou.

“O risco com a IA não é a malícia, mas a competência”, afirmou ainda o físico numa entrevista ao The Times. “Uma IA super-inteligente será extremamente boa a atingir os seus objetivos e se estes não estiverem alinhados com os nossos, teremos problemas”. Apesar da conjuntura, o físico mantém-se otimista, pois acredita que a espécie humana estará à altura dos seus desafios.
Mesmo Elon Musk, conhecido pelas suas inclinações futuristas, pensa que alcançar “uma simbiose entre inteligência humana e a máquina” que permita evitar que a raça humana se torne irrelevante. As declarações foram feitas a fevereiro deste ano no World Government Summit, no Dubai.
Fonte: O Observador

14.074 – Carro voador japonês faz voo de um minuto em teste


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A corrida para tornar o carro voador realidade está a todo vapor. No Japão, a Nec Corp realizou nesta segunda-feira (5) um teste para seu protótipo. Dentro de uma grande gaiola de segurança, o veículo levantou a 3 metros de altura e ficou voando por cerca de um minuto.
Parecendo mais um drone gigante, o modelo utiliza 4 hélices movidas à energia elétrica. De acordo com a Associated Press, o governo japonês está incentivando o desenvolvimento de carros voadores para que virem realidade até 2030.
Por enquanto, o objetivo é que o veículo seja utilizado em entregas no futuro e sem a necessidade de um piloto.
Além da Nec, empresas como Boeing, Pal-V e Uber estão trabalhando em seus conceitos voadores. Em outra frente, companhias também desenvolvem motos voadoras, inclusive, até a polícia de Dubai está utilizando um protótipo do tipo.

Testes em Fukushima
Entre as bases que o governo japonês está criando para incentivar os carros voadores está uma área de testes em Fukushima. A ideia é utilizar a região devastada pelos desastre nuclear como local de voo para estes veículos.

Há mais projetos em desenvolvimento

 

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Notícias de carros voadores estão se tornando mais frequentes a cada dia. Essa corrida para ver quem domina primeiro esta tecnologia, e a coloca no mercado, envolve gigantes como Boeing, Airbus e Uber, mas também tem projetos nas mãos de várias startups pelo mundo.
Alguns se parecem mais com um carro de verdade, enquanto outros utilizam tecnologia mais similar a de drones. Outra corrida em potencial é a da moto voadora, nesse caso, com veículos mais compactos.

Airbus
Feito em parceria com a Audi, o conceito de carro voador da Airbus foi apresentado no Salão de Genebra de 2018. Com uma cabine de capacidade para dois passageiros, o habitáculo pode ser acoplado tanto a uma base sobre rodas como a um módulo de voo.
O módulo de voo tem 4,40 metros de comprimento, e é movido por 8 motores elétricos, que totalizam 217 cavalos. A autonomia é de 50 km.

O Holandês Voador
A holandesa Pal-V promete para 2020 colocar a venda seu carro voador. Ele tem uma autonomia de até 500 km no ar e possui hélices que o transformam em uma espécia de helicóptero. Chamado de Liberty Pioneer, ele pode levar 2 pessoas e até 20 kg de bagagem.

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14.073 – Inaugurada 1ª etapa de usina solar flutuante em reservatório da Bahia


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Foi inaugurada a primeira etapa da usina solar flutuante instalada no Reservatório de Sobradinho, na Bahia.
De acordo com a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), a plataforma solar flutuante tem uma potência de geração de 1MWp (Mega Watt pico), e até 2020 deverá ter, ao todo, 2,5 MWP.
O valor do investimento nas duas plantas solares da plataforma totaliza R$ 56 milhões. Este é o maior projeto de pesquisa e desenvolvimento desse tipo de energia flutuante no país, em reservatório de hidrelétrica.
Com 3.792 módulos de placas solares e área total de 11 mil m², o projeto instalado no Reservatório de Sobradinho (BA) é fixado ao fundo do lago por cabos, com material próprio para suportar o peso das placas e dos trabalhadores que atuam na construção e manutenção.
De acordo com a Chesf, esse é primeiro estudo sobre a instalação de usina solar flutuante em lagos de hidrelétricas, que aproveita a água dos reservatórios e evita desapropriação de terras. Além disso, esse tipo de usina permite aproveitar as mesmas subestações e linhas de transmissão que escoam a energia produzida pela hidrelétrica.
O projeto tem o objetivo de comparar a eficiência de projetos solares implantados em terra e em água.
Além disso, a pesquisa analisará o grau de eficiência da interação de uma usina solar em conjunto com a operação de usinas hidrelétricas. O foco será em fatores como a radiação solar que incide no local, produção e transporte de energia, instalação e fixação no fundo dos reservatórios, a complementariedade da energia gerada e o escoamento desta energia.
Os resultados dos projetos vão permitir avaliar a eficácia da produção média de energia solar nesses locais.
A região Nordeste apresenta altos índices solarimétricos (intensidade da radiação solar) e, por isso, é considerada área com grande potencial para aproveitamento de geração solar.
Os estudos ambientais também serão contemplados na pesquisa, focando o efeito da planta fotovoltaica sobre a água do rio, além dos impactos na biota aquática.

14.057 – Como Funciona o Trem Bala?


trem bala ima
Eles conseguem fazer isso graças a poderosos eletroímãs – peças que geram um campo magnético a partir de uma corrente elétrica – instalados tanto no veículo quanto nos trilhos. Os maglevs (abreviação de “levitação magnética”), como são chamados, nada têm a ver com os famosos trens-bala que circulam no Japão e na Europa com motores elétricos e rodas comuns e atingem até 300 km/h. Já os maglevs, que ainda não entraram em operação em nenhum lugar do mundo, poderão superar os 500 km/h, pois não sofrerão nenhum atrito com o solo. As vantagens não param por aí. Eles consumirão menos energia, serão mais silenciosos e não precisarão de tanta manutenção. A expectativa é de que esses trens flutuantes possam competir até com vôos regionais, revolucionando o transporte entre cidades.
Um maglev venceria a distância entre Rio e São Paulo em 50 minutos, praticamente o mesmo tempo da ponte aérea, mas a um custo bem inferior. Por que, então, eles ainda não estão em funcionamento? O problema é o enorme investimento necessário para instalar linhas totalmente novas – enquanto os trens-bala comuns podem aproveitar as ferrovias já existentes.
Transporte revolucionário O trem alemão Transrapid levita a 10 milímetros de altura
CABINE DE COMANDO
Apesar de ter, na frente, uma cabine de comando tripulada, como os trens tradicionais, o maglev não possui uma locomotiva propriamente dita, já que o “motor” não fica no trem e sim nos trilhos inteiros. Cada vagão tem seus próprios ímãs e é capaz de levitar sozinho

TRILHOS MAGNÉTICOS
O verdadeiro motor do maglev está na linha que ele irá percorrer. Uma bobina de cabos ao longo dos trilhos produz um campo magnético variável que impulsiona o trem a velocidades de até 500 km/h. Para economizar energia, apenas a parte da linha sobre a qual o trem está passando permanece ligada

CHASSI INFERIOR
Essa estrutura embaixo dos vagões carrega os ímãs responsáveis pela levitação e pela direção do veículo. Apesar de envolver as guias da linha (para evitar descarrilamento), o chassi não toca nelas e fica suspenso no ar, a 10 milímetros de distância

ÍMÃS DE DIREÇÃO
Quatro eletroímãs, dois de cada lado do trem, são atraídos para a guia. O resultado é um equilíbrio de forças (seta amarela) que impede o trem de tocar nos trilhos. Nas curvas, a potência dos ímãs é automaticamente ajustada por computadores para que o trem vire suavemente, sem solavancos

ÍMÃS DE LEVITAÇÃO
Ficam embaixo dos trilhos e apontados para cima, sustentando o trem no ar com sua força magnética (seta verde). São eles que impulsionam o trem para a frente, reagindo às variações na corrente elétrica que passa pela linha

BOBINA DE CABOS
A bobina é formada por três cabos elétricos trançados que percorrem todo o trilho. A diferença de corrente elétrica entre eles gera o campo magnético que faz o trem avançar (seta vermelha). Para freá-lo, basta inverter a direção desse campo

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tecnicaslev

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14.054 – Terra, Eterna Enquanto Dura – Vida na Terra acabará em 2 bilhões de anos, mas Humanidade vai antes


terra e lua
Um modelo de cálculo executado por computadores estima que a vida no nosso planeta vai acabar em exatos 2.000.002.013 (dois bilhões e dois mil treze) anos. A equação foi elaborada pelo astrobiólogo Jack O’Malley-James, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, em parceria com um grupo de pesquisadores de seu campus.
Ao jornal argentino “Clarín”, O’Malley-James explica que a temperatura média da Terra subirá gradualmente ao longo da evolução do sol, e o aumento das temperaturas levará ao aumento da evaporação da água, colocando mais vapor de água na atmosfera. Uma consequência disso é que haverá mais chuva, o que, segundo o astrobiólogo, vai reduzir os níveis de CO2 da atmosfera.
Com o tempo, os níveis de CO2 ficarão tão baixos que as plantas não serão capazes de fazer fotossíntese e muitas grandes plantas e árvores que vemos ao nosso redor todos os dias serão extintas, na análise do cientista. E, sem planta, toda a cadeia alimentar se perderá e todos nós seremos extintos, por causa também dos baixos níveis de oxigênio.
E agora a notícia pior: o cientista escocês garante que os humanos e as plantas deixarão a face da Terra muito antes, na metade deste tempo, daqui a um bilhão de anos. E o processo se extinção se seguirá até que, ao fim dos dois bilhões de anos, os últimos micróbios desaparecerão.

Mas, tais previsões sinistras podem não chegar a acontecer. Boa parte dos cientistas também acredita que seremos salvos por nossa tecnologia.

14.049 – Arma de Guerra – Novo drone helicóptero militar dos EUA está pronto para ação


drone helicoptero
Após dois anos de testes e desenvolvimento, o drone helicóptero Fire Scout, da Marinha dos EUA, está finalmente pronto para a ação. O exército norte-americano declarou que o MQ-8C, desenvolvido pela Northrop Grumman, atingiu sua “capacidade operacional inicial”, ou o estado mínimo de que necessita para entrar em serviço.
A nova versão é consideravelmente maior do que o seu antecessor. O novo drone é capaz de ficar o dobro de tempo em voo, 12 horas na estação, e transportar cerca de três vezes mais carga útil. O drone também traz novos radares com campo de visão maior.
As atualizações devem ajudar a Marinha dos EUA a lidar com a grande variedade de missões que vão desde o reconhecimento direto de locais remotos até o apoio a unidades outras aéreas, terrestres e navais.
Apesar do anúncio, o drone não deve ser visto em ação tão cedo. Embora esteja claro seu potencial para operações de frota e treinamento, o drone helicóptero não deve ser implantado em navios de combate litorâneos até 2021.
De qualquer forma, o novo MQ-8C mostra quando o a Marinha aposta nos drones para o futuro.

Fonte: Engadget