13.701 – Mega Vídeo – Projetos Futurísticos do Google


O que é futurologia?

É a tentativa de prever, com uma abordagem científica, o futuro mais ou menos remoto da humanidade, tendo como objetivo abordar os vários cenários possíveis do futuro.
Apesar de uma elevada exatidão em pontos específicos, o trabalho de um futurólogo não é indicar o que vai acontecer, mas sim o que poderá acontecer. Em futurologia os cenários e eventos são, ou não, definidos como:

possíveis,
prováveis,
desejáveis.
A futurologia busca entender o que provavelmente continuará e o que poderá plausivelmente mudar. Parte da disciplina pretende, assim, uma compreensão sistemática e com base em padrões do passado e do presente, e para determinar a probabilidade de eventos e tendências futuras.
Vejamos abaixo num vídeo alguns projetos futurísticos do gigante Google, uma das empresas que mais investem em tecnologia no mundo:

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13.700 – Impressora 3D pode imprimir pele humana e ajudar a cobrir feridas em menos de 2 minutos


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Pesquisadores da Universidade de Toronto, Canadá, desenvolveram uma impressora 3D portátil que é capaz de imprimir camadas de tecido de pele diretamente na pele dos pacientes, ajudando a cobrir feridas. De acordo com os cientistas responsáveis, a impressora é uma alternativa aos enxertos de pele convencionais, não exigindo que o tecido saudável seja removido da pele de um doador.
Basicamente, o dispositivo, que cabe em uma mão e pesa menos de dois quilos, pode ser usado com um aplicador de adesivo, que é passado diretamente nas áreas lesionadas, segundo informações da CNet e New Atlas. No entanto, ao invés de dispensar adesivo, ele estabelece folhas de tecido feitas à base de alginato – uma molécula espessante retirada de algas.
No lado de baixo de cada uma das folhas há tiras de biotinta, feitas à base de materiais biológicos como células de pele e colágeno, que é a proteína mais abundante da pele, junto com a fibrina, muito útil na cicatrização de feridas.
Os pesquisadores, liderados pelo estudante de doutorado Navid Hakimi, sob a supervisão do professor Axel Guenther, acreditam que o modelo é o primeiro do mundo a formar a pele diretamente em cima de uma ferida em um processo que pode durar menos de dois minutos.
Além disso, ele requer pouco treinamento para ser usado e elimina as etapas de esterilização e incubação exigidas por algumas impressoras semelhantes. Entretanto, o dispositivo só foi testado em ratos e porcos. Os cientistas agora planejam expandir o tamanho das feridas e, eventualmente, iniciar experimentos clínicos em seres humanos. “Nossa impressora de pele promete adaptar tecidos para pacientes específicos e características da ferida”, disse Hakimi. “E é muito portátil“.

13.698 – Projeções – Como a ficção científica explica a realidade


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Um governo que inventa informações para manipular a realidade a seu favor e dá a isso o nome de “fatos alternativos”. Poderia ser no livro 1984, de George Orwell, mas aconteceu quando a assessora presidencial norte-americana, Kellyanne Conway, apresentou números inflados de pessoas que haviam assistido ao vivo à posse de Donald Trump.
Uma sociedade em que mulheres são subjugadas e obrigadas a gestar bebês de seus estupradores. Poderia ser na obra The Handmaid’s Tale (ou O Conto da Aia, Ed. Rocco), escrita por Margaret Atwood e adaptada para a TV, mas é também o que pode acontecer no Brasil caso a PEC 181 seja aprovada.
Uma supermáquina envia ao passado um robô assassino para matar a mãe de seu futuro algoz antes mesmo que ele nasça. Poderia ser em O Exterminador do Futuro — e, nesse caso, é mesmo.
Muitas vezes, a ficção encontra formas pouco óbvias de simular a realidade em que vivemos. Entre todos os gêneros, a ficção científica (FC) é certamente um dos mais hábeis nesse quesito. Ao dissipar a fumaça produzida por carros voadores e naves alienígenas, o que sobra é uma reflexão profunda acerca da natureza humana e do modo como conduzimos o presente, não o futuro.

“A boa ficção científica age do mesmo modo que a boa literatura e a boa arte mainstream: expandindo nossa consciência, nossa inteligência”, afirma o escritor e crítico literário Nelson de Oliveira. “Ela faz isso ao abordar temas que estão fora do cardápio da literatura realista-naturalista. A boa ficção científica extrapola o aqui-agora radicalmente, de uma maneira que nenhum outro gênero literário consegue fazer.”
Para a escritora Ursula K. Le Guin — falecida em janeiro —, além de extrapolação, a FC é um experimento mental. “O objetivo do experimento mental, termo usado por Schrödinger e outros físicos, não é prever o futuro — na verdade, o experimento mental mais famoso de Schrödinger [o do gato] acaba mostrando que o ‘futuro’, no nível quântico, não pode ser previsto —, mas descrever a realidade, o mundo atual”, escreveu a autora na introdução de uma de suas obras mais aclamadas: A Mão Esquerda da Escuridão (Ed. Aleph). “A ficção científica não prevê; descreve.”
Não é à toa, portanto, que, apesar de completar cinco décadas neste ano, uma obra como 2001: Uma Odisseia no Espaço continue tão conservada que pareça ter sido colocada em uma câmara de criogenia. A diferença é que obras assim, ao saírem do congelamento, não estranham o mundo, uma vez que já o conhecem perfeitamente. Isso mostra que o tempo só é um problema para quem o entende como uma sucessão de acontecimentos que formam passado, presente e futuro.
Obras-primas como a de Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke estão livres dessa “ilusão persistente” — como definiu Albert Einstein —, afinal, não são elas que existem no tempo, e sim o tempo que existe nelas.
Segundo Fusco, somos seres frágeis e curiosos na mesma proporção, e a busca da FC é, acima de tudo, a busca pela essência humana: “2001 nos apresenta isso de forma magistral, tanto em livro quanto em filme”.
Ultimamente, como um sintoma de que a sociedade se aproxima do desencanto, um dos subgêneros mais desgraçados da FC vem ganhando cada vez mais destaque: a distopia.
A questão é: por que, nos últimos tempos, nos vemos mais refletidos no espelho negro das distopias do que nas utopias? O que isso diz sobre nós?

13.690 – Robótica – Sophia


É um robô humanoide desenvolvido pela empresa Hanson Robotics, de Hong Kong, capaz de reproduzir 62 expressões faciais.
Projetado para aprender, adaptar-se ao comportamento humano e trabalhar com seres humanos. Em outubro de 2017, tornou-se o primeiro robô a receber a cidadania de um país (Arábia Saudita).
O robô Sophia foi ativado no dia 19 de abril de 2015. Modelado em homenagem à atriz Audrey Hepburn e peculiar por sua aparência e comportamento mais próximos aos humanos do que robôs anteriores. De acordo com o fabricante, David Hanson, Sophia tem inteligência artificial, pode realizar processamento de dados visuais e reconhecimento facial. Sophia não somente imita gestos e expressões faciais humanas, como também é capaz de responder a certas perguntas e ter conversas simples sobre tópicos predefinidos (por exemplo, sobre o tempo). O robô utiliza tecnologia de reconhecimento de voz da Alphabet Inc. (matriz do Google) e é projetado para ficar mais inteligente com o tempo. Seu software de inteligência artificial, desenvolvido pela SingularityNET, analisa conversas e abstrai dados que permitem-lhe melhorar suas respostas futuras. É conceitualmente semelhante ao programa de computador ELIZA, que foi uma das primeiras tentativas de simular uma conversa humana.
Hanson projetou Sophia a fim de que fosse companhia para idosos em casas de repouso ou para ajudar multidões em grandes eventos e parques. Ele espera que o robô Sophia interaja suficientemente com seres humanos para eventualmente adquirir competências sociais.
O robô Sophia foi entrevistado da mesma forma que um ser humano seria, estabelecendo conversas com os anfitriões. Algumas respostas foram absurdas e outras impressionantes, como uma longa discussão com Charlie Rose em 60 Minutes. Em uma entrevista para a CNBC, quando seu criador perguntou “Você quer destruir os humanos? …por favor diga que não”, Sophia respondeu imediatamente com um “OK, eu destruirei os humanos”, resposta que deixou Hanson vermelho.
Em 11 de outubro de 2017, o robô Sophia foi apresentado à Organização das Nações Unidas durante uma breve conversa com a vice-secretária-geral das Nações Unidas, Amina J. Mohammed.
No dia 25 de outubro, durante o Future Investment Summit em Riyadh, recebeu cidadania da Arábia Saudita, tornando-se o primeiro robô a ter uma nacionalidade.
Este acontecimento gerou polêmica, com alguns comentaristas se perguntando se isso significava que Sophia poderia votar, casar ou se um desligamento deliberado de seu sistema poderia ser considerado assassinato. Usuários de mídias sociais usaram esta notícia para criticar a posição da Arábia Saudita com relação aos direitos humanos.

13.689 – Waze libera recurso que indica postos que ainda têm gasolina


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O desabastecimento dos postos fez com que o preço da gasolina sofresse uma variação de até 99,85% entre os estabelecimentos .
arcados.
A greve dos caminhoneiros está promovendo uma corrida aos postos de gasolina de todo o Brasil. Alguns estabelecimentos já estão sem combustível – no Rio de Janeiro, 90% dos postos estão sem gasolina. Para ajudar o motorista que está de tanque vazio, o Waze habilitou um novo recurso dentro do aplicativo para que o consumidor saiba onde encontrar combustível.
A atualização esteve disponível desde sexta-feira. Ao aproximar-se de um posto de gasolina, o aplicativo solicita ao usuário que informe alguns dados – entre eles, há a opção “Atualize disponibilidade local de combustível”. Além disso, é possível incluir o preço dos produtos.
O desabastecimento dos postos fez com que o preço da gasolina sofresse uma variação de até 99,85% entre os estabelecimentos de todo o Brasil, segundo levantamento feito pela ValeCard, empresa especializada em gestão de frotas.
Nos postos que ainda vendem o combustível, existem filas e os preços foram remarcados. O Procon de Pernambuco autuou estabelecimentos que vendiam o litro da gasolina por 8,99 reais. Em Brasília, houve quem vendesse a gasolina por 9,99 reais.
Os aeroportos também estão enfrentando dificuldades. Ao todo, 10 aeroportos administrados pela Infraero estão sem combustível. Na manhã de sexta-feira, o querosene de aviação havia acabado no aeroporto de Brasília.

13.682 – Golpe de Mestre no Seu Bolso – Porque o álcool aumenta se não é derivado de petróleo?


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Abastecer com álcool só vale a pena em São Paulo, Mato Grosso e Goiás, que estão entre os cinco maiores produtores nacionais. Origem de cerca de metade de todo o etanol brasileiro, com a escala barateando a produção, São Paulo o vende ao menor preço no Brasil.
A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS) também tem impacto direto no preço.
A ameaça de desabastecimento ronda o País, com o crescimento de 25% na frota brasileira em três anos. A importação de gasolina deve chegar a 2,2 milhões de litros, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo. Em 2009, o País era praticamente autossuficiente.
O consumo de etanol foi 35% maior a cada ano. A queda começou em 2010, como uma ressaca da crise econômica internacional e a perda da safra. A importação se fez necessária e encareceu o combustível, movimento que ainda não foi completamente revertido pelo mercado.
O Plano de Desenvolvimento Energético (PDE), do Ministério de Minas e Energia (MME), estima que a demanda anual por etanol crescerá a 6,2% em média até 2021, quando a produção deve atingir 68,3 bilhões de litros. A aposta é de que 71 novas usinas sejam postas em funcionamento até lá.
O movimento para triplicar a oferta nacional, entretanto, não deve começar no curto prazo conforme o PDE.
Enquanto isso tome aumento.

13.676 – Acessórios – Protetor de queda para celular funciona bem


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A onda do momento

Para os mais desastrados – e que não ligam muito para a estética do aparelho – dá só uma olhada neste protetor de silicone. Com quatro grandes bolas nas quinas, ele protege bem o smartphone nas piores quedas. A gente confiou. Derrubou o celular no chão diversas vezes…até arriscamos um “freesbe” com o aparelho. Protege mesmo. Por ser de silicone, poucas quedas deixam o protetor bastante sujo e grudento. No bolso, nem pensar. É bem feio, mas custa só cinco reais e, dependendo da situação, pode salvar seu telefone!

13.668 – WhatsApp muda novamente recurso de ‘apagar para todos’


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O WhatsApp fez mais uma mudança no recurso de apagar uma mensagem “para todos”, que exclui as publicações de modo que ninguém mais na conversa pode acessá-las nunca mais. Desta vez, o aplicativo está mexendo no tempo limite para remoção das publicações.
Para quem está tentando apagar uma mensagem dentro de janela de conversa, nada muda. O limite de tempo no qual você pode deletar esse envio ainda é de exatamente 1 hora, 8 minutos e 16 segundos, como antes. A alteração afeta a outra pessoa envolvida na conversa.
Até agora, o WhatsApp exatamente 24 horas para que o destinatário recebesse a ordem de remoção de uma mensagem para que ela fosse executada com sucesso. Se, por um acaso, essa ordem não fosse recebida dentro desse período, a mensagem não seria apagada. Agora esse limite foi ampliado para 25 horas, 8 minutos e 16 segundos.
Caso não tenha ficado claro, vamos a um exemplo. Vamos supor que você quer apagar um “oi” que você mandou para alguém. Você continua tendo pouco mais de uma hora para mudar de ideia e apagar o post. No entanto, se o WhatsApp da outra pessoa não receber essa ordem dentro das tais 25 horas, a mensagem não será removida. Isso pode acontecer, por exemplo, se a pessoa do outro lado da conversa passar um dia inteiro com o celular desconectado.
Segundo o site WABetaInfo, especializado em destrinchar as mudanças no WhatsApp, essas alterações no tempo de remoção valem para usuários do aplicativo no Android e no Windows Phone.

13.665 – Projeções – O futuro da Inteligência Artificial


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A AI emerge como um elemento chave para as estratégias de negócio em todas as indústrias. Em um recente relatório, a Forrester previu um aumento nos investimentos em AI de mais de 300% em 2017, em comparação com 2016.

No Brasil, a inteligência artificial já começa a ganhar orçamento próprio dentro das organizações. A busca pela redução de custos e aumento de produtividade vêm alavancando o uso de soluções que envolvem robôs capazes de conversar com os clientes e de sistemas que analisam milhares de dados em poucos segundos. O volume de recursos destinado a esse segmento no país vai aumentar mais de cinco vezes em 2018 em relação ao ano passado.
O mais importante no momento é entender como essa tecnologia inovadora está permitindo que as empresas aproveitem seus dados para melhorar a eficiência e a produtividade no local de trabalho, ao mesmo tempo em que oferece resultados tangíveis do ponto de vista do negócio.

Melhoria para a Humanidade ou Catástrofe?
A inteligência artificial, surgida nos anos 1950, se baseia em algoritmos sofisticados e reconhecimento de dados que permitem resolver diversos problemas ou criar facilidades para o ser humano. Entre suas possíveis benesses, vai desde diagnósticos médicos automatizados e sistemas de táxi mais eficazes a até brincadeiras de gosto duvidoso com suas fotos do Facebook. Já os pessimistas, como os deste relatório, temem o uso errado da IA na próxima década para reforçar a cybercriminalidade.
Opinião da Microsoft
A Microsoft lançou um novo livro: The Future Computed: Artificial Intelligence and its role in society (O Futuro Computadorizado: a Inteligência Artificial e seu papel na sociedade). Nós dois redigimos o prefácio, e nossas equipes colaboraram para escrever seus conteúdos. Como o título sugere, o livro apresenta nossa perspectiva para onde a tecnologia de Inteligência Artificial está indo e as questões sociais relacionadas.
A tecnologia – incluindo dispositivos móveis e computação em nuvem – mudou fundamentalmente a maneira como consumimos notícias, planejamos nosso dia, nos comunicamos, compramos e interagimos com nossa família, amigos e colegas. Daqui a duas décadas, como será o nosso mundo? Na Microsoft, imaginamos que a Inteligência Artificial nos ajudará a fazer mais com uma das nossas mercadorias mais preciosas: o tempo. Em 2038, os assistentes digitais pessoais serão treinados para antecipar nossas necessidades, ajudar a gerenciar nossa programação, nos preparar para reuniões, ajudar a planejar nossas vidas sociais, responder e encaminhar comunicações e dirigir carros.
Além de nossas vidas pessoais, a IA permitirá avanços inovadores em áreas como saúde, agricultura, educação e transporte. Isso já está acontecendo de maneiras impressionantes.

Mas, como testemunhamos nos últimos 20 anos, a nova tecnologia também suscita questões complexas e preocupações sociais amplas. À medida que olhamos para um futuro alimentado por uma parceria entre computadores e humanos, é importante abordar esses desafios de frente.
Como podemos garantir que a IA seja projetada e usada de forma responsável? Como estabeleceremos princípios éticos para proteger as pessoas? Como devemos governar o seu uso? E como a IA afetará o emprego e o trabalho?
Devemos também prestar atenção ao impacto da IA na vida dos trabalhadores. Que empregos a IA eliminará? Que funções e cargos criará? Se há uma constante em mais de 250 anos de mudança tecnológica é o impacto contínuo da tecnologia no mercado de trabalho – a criação de novos empregos, a eliminação de funções existentes e a evolução das tarefas e do conteúdo do trabalho. É certo que isso vai continuar.

Algumas conclusões importantes estão surgindo.
Em primeiro lugar, as empresas e os países que se darão melhor na era da IA ​​serão aqueles que aceitarem essas mudanças de forma rápida e eficaz. Isso porque novos empregos e crescimento econômico virão para aqueles que abraçarem a tecnologia, não para aqueles que resistirem ou demorarem a adotá-la.
Segundo, enquanto acreditamos que a IA ajudará a resolver grandes problemas sociais, devemos olhar para este futuro com um olhar crítico. Haverá desafios e oportunidades. Devemos endereçar a necessidade de fortes princípios éticos, a evolução das leis, o treinamento para novas habilidades e até mesmo as reformas do mercado de trabalho. Isso tudo deve se juntar se quisermos aproveitar ao máximo a IA.
Em terceiro lugar, precisamos agir com um senso de responsabilidade compartilhada porque a IA não será criada apenas pelo setor de tecnologia. Na Microsoft, estamos trabalhando para democratizar a IA de uma maneira semelhante à forma como tornamos o PC disponível para todos. Isso significa que estamos criando ferramentas para facilitar a criação de soluções baseadas em IA para todos os desenvolvedores, empresas e governos e acelerar o benefício para a sociedade.
Tudo isso nos leva ao que pode ser uma das conclusões mais importantes de todas. Qualificação para um mundo alimentado por IA envolve mais do que ciência, tecnologia, engenharia e matemática. À medida que os computadores se comportam mais como seres humanos, as ciências sociais e humanas se tornarão ainda mais importantes. Os cursos de idiomas, arte, história, economia, ética, filosofia, psicologia e desenvolvimento humano podem ensinar habilidades críticas, filosóficas e éticas que serão fundamentais no desenvolvimento e gerenciamento de soluções de IA. Para que a IA atinja seu potencial em servir os seres humanos, cada engenheiro precisará aprender mais sobre as artes liberais e todos os profissionais das artes liberais precisarão aprender mais sobre engenharia.

13.661 – Astronomia – Saiba como avistar a Estação Espacial Internacional a olho nu


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Três astronautas estão a mais de 400 quilômetros do chão, girando ao redor de nosso planeta a incríveis 27 mil quilômetros por hora. A esta velocidade, eles completam 15 órbitas por dia em volta da Terra (e pensar que há pouco tempo já chegamos a achar uma façanha dar uma única volta ao mundo em 80 dias). A mega-obra de engenharia que abriga esta tripulação é a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), fruto de um esforço multinacional que resultou na conclusão do projeto em 2000. Desde então, o satélite habitável jamais ficou sem seres humanos – são 14 anos ininterruptos no espaço, um recorde absoluto na história da exploração espacial.

DE TEMPOS EM TEMPOS, A ISS PODE SER VISTA A OLHO NU DE QUALQUER LUGAR DO BRASIL

A própria NASA oferece um serviço muito bacana para conseguir achar com exatidão a ISS: o site Spot The Station (Detecte a Estação) tem um catálogo de milhares de cidades pelo mundo, basta procurar pela sua localidade para ter acesso a uma lista detalhada com todas as próximas oportunidades de observação, incluindo dia, hora e o local do céu para onde se deve olhar. Confira um exemplo para São Paulo. Outro ótimo recurso disponibilizado é o de alertas, que te avisa por e-mail ou SMS quando a estação passará por cima de onde você mora.
O site ISS Astro Viewer oferece algumas ferramentas bem interessantes em tempo real: ele mostra o que os astronautas da tripulação estão vendo quando olham para baixo, além de determinar em um mapa a localização exata do satélite em relação à superfície e de sua rota. O serviço também conta com um localizador de cidades e oportunidades, mas com um diferencial – ele inclui em barrinhas verdes o quão brilhante a ISS estará na ocasião. Conseguimos saber, por exemplo, que em São Paulo a estação estará mais visível no dia 10 de dezembro, com brilho máximo.
A última dica é baixar um dos vários aplicativos existentes que ajudam a achar a ISS. Se você tem um aparelho Android, recomendamos o ISS Detector, que indica por GPS para onde olhar e também emite alertas e monitora até as condições climáticas. Para sistemas iOS, o ISS Spotter é uma boa opção, com funções bastante parecidas.

13.660 – Estação Espacial Internacional estará visível de São Paulo


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Foi em 23/04 de 2018

O que diferencia essa passagem da estação é o fato de ser em um horário acessível para que mais pessoas possam vê-la. Segundo previsão da NASA, a ISS ficará visível por cinco minutos a partir das 18h37.
A estação apareceu pelo noroeste e saiu na direção sudoeste, chegando a uma altitude máxima de 80º. A previsão é de um céu claro e que favoreça a observação.
É possível acompanhar os movimentos da ISS e a perspectiva dos astronautas que estão nela por meio do site da estação. Além disso, a agência espacial americana tem uma seção que ajuda os visitantes a encontrarem os pontos e datas em que poderão observar a estação.

13.658 – Nanotecnologia para Vencer o Alzheimer


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Uma equipe de pesquisadores criaram um inovador dispositivo que pode desenvolver novas células dentro do próprio corpo de um paciente, simplesmente agindo na pele. A tecnologia poderia abrir uma série de novas opções de tratamento e transformar definitivamente o paradigma dos tratamentos medicinais.
Criado pela The Ohio State University, a tecnologia é conhecida como Nanotransfection de tecido (THT) (Transfecção nano). Envolve o uso de um chip à base de nanotecnologia e a sua colocação na pele de um paciente. Pode converter uma célula adulta de um tipo para outro, fazendo simplesmente “zapping” do dispositivo utilizando uma pequena carga elétrica. O procedimento não é invasivo. Os resultados foram publicados na revista Nature Nanotechnology.
Designa-se por Transfecção o processo de introdução intencional de ácido nucleico nas células. O termo é usado sobretudo para métodos não-virais nas células eucarióticas. Pode também referir-se a outros métodos e outros tipos de células, embora sejam preferidos outros termos: transformação é usada para descrever a transferência não viral de ADN nas bactérias, células eucarióticas não-animais e nas células de plantas – uma forma particular de transformação refere-se a modificações genéticas espontâneas, como a carcinogénese. O termo transdução é normalmente usado para descrever a transferência de ADN mediada por vírus. [\box]
O dispositivo ainda não foi testado em seres humanos, mas provou ser bem-sucedido com ratos e porcos. Num rato que teve lesões nas pernas, numa semana, o nanochip causou a ocorrência de novos vasos sanguíneos ativos, e na segunda semana, a perna foi totalmente salva. Também ajudou os ratos com lesão cerebral a recuperarem-se de um acidente vascular cerebral.
Os pacientes não precisam de transportar o chip com eles, simplesmente precisam de o ter ligado à pele por alguns segundos para iniciar a reprogramação das células.
Esta nova vertente agora desenvolvida abre um gigante cenário de possibilidades. Este tipo de tecnologia poderá ajudar a reparar o tecido danificado ou mesmo restaurar a função do envelhecimento do tecido em órgãos, vasos sanguíneos e células nervosas. Também poderia desenvolver células cerebrais na pele humana sob a orientação do sistema imunológico de uma pessoa, e essas células poderiam então ser injetadas no cérebro dessa pessoa para tratar condições como a doença de Alzheimer e Parkinson.
Este é mais um meio para atingir um fim, ajudar o ser humano através do desenvolvimento da tecnologia. Estão muitos conceitos a correr lado a lado para garantir que o ser humano recebe não só uma vida mais longa mas, acima de tudo, uma vida com qualidade. Este é o novo desafio da ciência da próxima década. O facto de ser um possível tratamento da Alzheimer já abre uma esperança redobrada a esta tecnologia.

13.655 – Metrô de São Paulo vai usar reconhecimento facial em anúncios


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A ViaQuatro, concessionária que opera a linha 4-Amarela dos trens metropolitanos de São Paulo, anunciou nesta semana que vai começar a usar um sistema de reconhecimento facial para medir a reação de usuários às propagandas exibidas nas estações.
A novidade faz parte da implementação de novas telas interativas que serão colocadas nas portas que separam a plataforma de embarque dos trens da linha 4-Amarela. Essas telas servirão para exibir informações e também propaganda.
Segundo a ViaQuatro, será possível medir o impacto dos anúncios instantaneamente através de uma câmera com reconhecimento facial que vai ser capaz de ler e interpretar as expressões faciais das pessoas enquanto elas veem as propagandas.
Assim, será possível medir se a publicidade em questão está agradando ou não ao público, a julgar por suas expressões faciais. Ou, pelo menos, é o que a ViaQuatro promete aos anunciantes. A concessionária não diz se estes rostos serão registrados e armazenados ou não.
Além de tudo isso, as câmeras serão capazes de contabilizar quantas pessoas são impactadas pelos anúncios. Graças ao sistema de reconhecimento facial, elas conseguem diferenciar até mesmo quem passa em frente à tela mais de uma vez.
As novas portas começarão a ser instaladas no dia 18 de abril. A princípio, elas só funcionarão nas estações Luz, Paulista e Pinheiros.

13.652 – Uber passa a usar algoritmo de inteligência artificial para proteger motoristas


Uber
A Uber anunciou que começou a usar algoritmos de inteligência artificial para proteger motoristas em sua plataforma de carros particulares sob demanda. O objetivo é evitar que parceiros sejam atraídos para emboscadas.
“A Uber tem adotado a tecnologia de machine learning para identificar riscos com base na análise, em tempo real, dos dados das milhões de viagens realizadas diariamente por meio do aplicativo”, explicou a empresa por meio de uma nota oficial.
Machine learning é uma forma de ensinar sistemas informatizados a “decorar” comportamentos a partir de repetição, aprendendo, no caminho, a improvisar em certas situações. É uma das muitas formas práticas da inteligência artificial.

Esses algoritmos da Uber cruzam informações a respeito do passageiro – como quantas viagens ele já fez, sua nota como cliente, sua localização e modo de pagamento – para tentar “adivinhar” se a corrida pode ser uma emboscada.
Se o sistema concluir que há sinais de que esse cliente pode ser um criminoso à espera de um motorista para assaltar, por exemplo, o aplicativo da Uber vai esconder a corrida do mapa. Todo o processo é feito automática e remotamente.
A asessoria de imprensa da Uber confirmou que a tecnologia têm sido empregada de maneira experimental já há algum tempo. Mas agora, dados suficientes já foram coletados para que a Uber possa confiar nesse sistema automatizado.
“Ess tecnologia foi desenvolvida por uma equipe de cientistas de dados, engenheiros e especialistas para ajudar a antecipar e reduzir a probabilidade de incidentes de segurança”, afirma a Uber em nota. “A nova ferramenta se junta a outras tecnologias e processos de segurança que o aplicativo já oferece para serem usados antes, durante e depois de cada viagem.”

13.650 – Acústica – Se é pequena, como pode ter pressão?


Alguns modelos surpreendem com a relação entre o tamanho e a sonoridade

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A caixa acústica permite ao alto-falante trabalhar em condições ideais, reproduzindo sons com eficiência e qualidade, sem riscos de danos por excesso de excursão.
Uma caixa acústica corretamente calculada e construída, realça a performance do woofer/subwoofer, aumentando a intensidade do som, a potência aplicável e a resposta de transientes.
A Caixa acústica isola a parte dianteira da parte traseira de um alto-falante. Toda fonte de áudio emite radiação sonora para frente e para trás, simultaneamente, mas com polaridades diferentes, isto é, a onde que sai por trás do falante é inversa à onda que sai da frente do falante ou simplificando, defasagem de 180 graus. Portanto como as polaridades das propagações são opostas, fica impossível, sem a caixa, evitar o cancelamento de ondas.
Nas baixas freqüências, o cancelamento de ondas é ainda mais prejudicial à qualidade final do áudio porque a propagação das ondas é extremamente difusa, superior a 180 graus. Portanto é o volume da caixa que determina a frequência de sintonia do sistema “caixa-falante”. Uma caixa acústica pequena demais jopga a frequência de sintonia para cima, deformando a resposta fazendo o sistema gerar distorções e aumentando o risco de o falante queimar.
O cálculo da caixa acústica deve levar em conta os parâmetros Thiele Small do alto-falante, bem como o resultado final que se deseja. Se você está procurando graves bem pronunciados e até um pouco retumbantes, o tipo e o tamanho da caixa acústica e sua sintonia são diferentes do que os adequados a uma resposta de graves potente porém mais bem definida.
Além disso a performance de uma caixa acústica instalada dentro de um veículo, difere substancialmente de seu comportamento em uma sala residencial. Por este motivo, caixas acústicas calculadas utilizando softwares convencionais, apresentam resultados bastante diferentes dos esperados, quando instaladas dentro de um veículo.
O interior de um automóvel pode ser considerado como um campo de pressão, cuja tendência é de reforçar os sons graves, sendo este reforço tanto maior, quanto menores forem o volume interno do veículo e a frequência reproduzida.
Para o cálculo do volume da caixa acústica, será preciso dos:
Parâmetros Thielle-Small.
A eficiência é medida pelo cálculo DB/Watt/metro e deve estar acima de 90.
Os tweeters são alto-falantes de agudos, e são sempre os menores falantes de uma caixa de som. A maioria tem resposta de freqüência a partir de 5KHz. Existem diversos tipos de tweeters:
Piezoelétricos. Fabricados no Brasil pela LeSon e Motorola e alguns outros fabricantes. Os piezoelétricos não têm ímãs como os outros alto-falantes, mas sim um cristal que vibra quando por ele passa a corrente elétrica vinda do amplificador. O timbre é razoável, um pouco “estridente”, “metálico”, como dizem alguns. Os piezoelétricos têm uma grande vantagem: são extremamente baratos, valor próximo a R$ 15,00 . A eficiência é boa, em geral vai de 100 a 108 dB SPL/ 1 W / 1 metro. São utilizados em mercado automotivo, sistemas de baixo custo e até sonorização ao vivo de pequeno porte. Bons exemplos são os famosos Le Son TLC e TLX, encontrados em qualquer eletrônica do Brasil.
Cone de papel. São tweeters que se parecem com pequenos woofers, tendo cone, bobina, ímã; aparentemente tudo igual, só que de dimensões bem menores. Outra característica é que a parte traseira é do cone é fechada (vedada). Em geral tem tamanho de 1″ a 3″. A eficiência é baixa, comparável aos woofers bass-reflex. O timbre é muito mais agradável que os piezoelétricos, mas a maioria desses tweeters não conseguem falar muita coisa acima de 10KHz. São utilizados em sistemas residenciais, sistemas de baixo custo e sonorização ambiente. Também são de baixo custo, entre 10 a 30 reais, dependendo da potência, que em geral não é muita.
Domo. São tweeters (piezoelétricos ou de cone de papel) com uma pequena redoma (que pode vir protegida ou não). É como se fosse um cone, só que invertido, para fora em vez de para dentro, e completamente arredondada. Os tweeters tipo domo apresentam uma excelente dispersão sonora, ou seja, os agudos são muito bens espalhados pelo ambiente (próximo a 180ºx180º). Utilizado em sistemas residenciais, por audiófilos, ou em caixas de referência para estúdios. O timbre é muito bom, com agudos claríssimos em alguns modelos baseados em ímas ou apenas razoável, se piezoelétrico.
Supertweeter. Invenção da JBL no ano de 1956. Um diafragma acoplado a uma pequena corneta. O timbre é muito bom (o melhor de todos os tweeters), a eficiência é alta (graças à corneta), variando de 102 a até 110 dB/ 1 W / 1 metro. É o tweeter utilizado em sistemas profissionais, e o mais caro de todos (a partir de R$ 30,00) A maioria pode ser desmontado e ter a bobina e o diafragma trocados através de reparos disponibilizados pelos fabricantes, em caso de necessidade (queima/defeito).
Em caixas com woofer pequenos (10″ ou menos), estes conseguem responder relativamente bem aos sons médios. Daí ser comum encontrarmos caixas de apenas duas vias, um woofer (graves e médios) e um tweeter (agudos). Mas o que fazer quando o woofer é grande (12”, 15”, 18”) e tem pouca resposta de médios? Nesse caso, precisamos de falantes exclusivos para os médios. São os mid-range (ou simplesmente “médios” mesmo), formando sistemas de 3 vias (graves, médio e agudos). A resposta de frequência típica é entre 500Hz a até 8 ou 9KHz. Os médio podem ser:

a) Piezoelétricos. Existem alguns modelos de tweeters piezoelétricos que conseguem responder a partir de 2KHz (como se fossem mid-tweeter). Apesar disso, são pouco utilizados, pois a qualidade do timbre é inferior.

b) Cone de papel. São pequenos woofers, mesmo! Em geral, de 6″, 5″ ou 4″, com a característica da parte traseira ser vedada. Apesar de existirem mid-range específicos, muitas caixas de som são montadas com woofers de 6” ou 4” (os mid-bass), como resultados semelhantes. A eficiência é baixa, comparável aos woofers bass-reflex. É mais utilizado em sistemas residenciais, mas existem caixas profissionais com esse tipo de mid-range (as caixas Ciclotron Titanium 1100 e 700 utilizam woofers de 6” na função de mid-range). Em geral tem pouca potência, por isso é mais usado em sistemas residenciais.

c) Drivers de compressão (ou simplesmente chamados de drivers) Drivers são um tipo de alto-falante sem cone, que são rosqueados em uma corneta (comprime-se o som em uma corneta, daí o nome). Em geral tem resposta de freqüência desde 500Hz até próximo a 8KHz, alta sensibilidade (entre 102 e 109 dB/ 1 watt / 1 metro, por causa da corneta) e um timbre muito bom. É o mais utilizado em sonorização profissional no papel de mid-range em sistemas de 3 vias.
São também chamados de drivers fenólicos, dada a características de construção de seu diafragma (a peça que vibra, equivalente ao cone dos woofers), feitos de resina de fenol (um produto químico).

d) Drivers Mid-Tweeters. Existem alguns modelos de drivers fenólicos que, devido à sua construção, tem resposta de agudos estendida, conseguindo responder a até 15KHz, alguns até 20KHz. Tem bom timbre mas os drivers fenólicos “puxam” mais para os médios que para os agudos. Usados por alguns fabricantes de caixas profissionais.

Falante de médios E agudos: o Driver Titânio
Guarde essa palavra: driver titânio. Quando você ouvir, vai se apaixonar! No final da década passada surgiram os drivers com diafragma fabricando em titânio. Externamente, iguais aos drivers já existentes. Internamente… uma revolução. Esse tipo de driver consegue falar tanto agudos quanto médios, perfeitamente. O timbre é excelente, muitas vezes melhor que um conjunto mid + tweeter, seja de qual tipo for. O sistema woofer + driver titânio é cada vez mais adotado em caixas de som profissionais no mundo todo. Só que, infelizmente, o driver ainda é caríssimo (titânio é caro), com valores quase sempre acima de R$ 100,00. Um conjunto de supertweeter e um driver vão custar metade disso. Mas a excelente sonoridade compensa o gasto!

13.649 – Estação espacial chinesa em queda é avistada por telescópio


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Prestes a completar seu voo desgovernado em direção a Terra, a estação espacial chinesa Tiangong-1 foi avistada por astrônomos italianos e norte-americanos. Um telescópio controlado de maneira robótica conseguiu rastrear o módulo espacial e fornecer imagens durante uma transmissão realizada por pesquisadores do The Virtual Telescope Project, na Itália, e do Observatório Tenagra, nos Estados Unidos.
Identificar a estação espacial não foi tarefa fácil: o Tiangong-1 realiza uma trajetória sem rumo a cerca de 200 quilômetros de altura da Terra, com velocidade de quase 28 mil quilômetros por hora.
De acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), a reentrada na atmosfera deve ocorrer entre os dias 30 de março e 2 de abril: lançada em 2011, a Tiangong-1 está desabitada desde 2013 e desgovernada desde 2016.
Cálculos realizados por especialistas afirmam que o Brasil é um dos países que poderiam ser atingidos por fragmentos da estação espacial após sua reentrada na atmosfera. A possibilidade disso acontecer é de cerca de 2,28%. Uma chance bastante remota, mas não nula.
Por ter cerca de 10 metros de comprimento, 3 metros de largura e 8,5 toneladas no lançamento (devido ao gasto de combustível, o peso atual é menor), destroços podem chegar intactos à superfície. As chances de acertarem uma pessoa, no entanto, são ínfimas: 0,02%.
E a possibilidade de um pedaço da Tiangong-1 atingir você é muito mais remoto do que acertar as seis dezenas da Mega-Sena com apenas um jogo: em números, há 0,0000000000027% de chance da estação espacial espatifar sobre sua cabeça contra 0,000002% de probabilidade de tornar-se milionário na loteria. Conte os zeros e faça suas apostas.

13.648 – Facebook cria atalho para dar mais controle de dados aos usuários


Fonte: Veja

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O Facebook divulgou uma série de mudanças para que os usuários tenham mais controle sobre seus dados e privacidade. As modificações foram anunciadas após o escândalo de coleta de dados pela Cambridge Analytica, consultoria que usou informações de 50 milhões de usuários quando trabalhava para a campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Mais recentemente, membros da rede social relataram que o Facebook também armazena dados pessoais, como ligações e mensagens SMS do smartphone.
Segundo o Facebook, a rede social será atualizada nas próximas semanas. “A maioria das mudanças já está em andamento há algum tempo, mas os eventos dos últimos dias ressaltaram sua importância”, afirmaram em comunicado o vice-presidente responsável pela privacidade do Facebook, Erin Egan e a diretora jurídica adjunta da rede social, Ashlie Beringer.
Uma das modificações será no design do menu de Configurações para dispositivos móveis. Ao invés de espalhar as opções de configurações em quase 20 abas diferentes, o usuário poderá ter acesso a tudo em um só lugar.
O Facebook também criou o recurso “Atalho de Privacidade” para que os usuários controlem seus dados com mais facilidade e possam entender melhor como a ferramenta funciona.

Na nova aba de privacidade, será possível adicionar mais camadas de segurança, como a autentificação de dois fatores – para conseguir fazer login, a rede social pede que o usuário confirme dados aos quais, supostamente, somente ele teria acesso.
Outra opção será a de controlar suas informações pessoais. Com isso, o usuário pode revisar o que compartilhou e deletar o que quiser, inclusive publicações a quais reagiu, excluir solicitações de amizade que mandou e pesquisas no Facebook.
Além disso, o usuário passa a administrar as informações que o Facebook repassa aos anunciantes – o que muda a dinâmica de propagandas as quais é exposto.
“As pessoas também nos disseram que as informações de privacidade, segurança e anúncios deveria serem mais fáceis de encontrar”, afirmaram os porta-vozes do Facebook.
A rede social também liberou uma ferramenta para procurar, fazer download e deletar dados do Facebook. O “Acesse Suas Informações” facilita que o usuário encontre o que precisa ao separar as informações por abas, como “curtidas e reações” e “seguindo e seguidores”. A partir do menu, é possível apagar o que quiser de sua timeline ou perfil.
Escândalo
O Facebook envolveu-se em um escândalo sobre os dados de seus usuários após o jornal The New York Times revelar que a Cambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, obteve dados de 50 milhões de usuários. A companhia afirma não ter feito nada de ilegal.
Dois dias depois, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, admitiu que a rede social errou e se desculpou. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados, se não pudermos, não merecemos servi-los”, escreveu Mark Zuckerberg na primeira reação pública desde que o escândalo veio à tona.
No último domingo, a rede social publicou anúncios em jornais britânicos e norte-americanos para pedir desculpas aos usuários.

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13.644 – A Humanidade e a Tecnologia


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Através do teclado do meu computador digito esse texto e através da sua tela você o lê. Aqui criamos um elo de comunicação, neste momento somos ajudados pela tecnologia.
A tecnologia nos ajuda em diversas áreas, facilita processos, acelera as comunicações e gera resultados rápidos. Acontece que para tudo há um limite, e ainda que não façam tantos anos que a tecnologia atingiu um certo ápice, existem pessoas comprovando na pele que o excesso de tecnologia pode prejudicar a vida social e até mesmo a saúde.
Não só o fato de vermos famílias inteiras ou grupos de amigos em um restaurante por exemplo, imersos, todos, em seus celulares e tablets ultra modernos sem conversar. Há também outras situações que nos mantém reféns da modernidade: ter que olhar o email diversas vezes por dia, acompanhar as atualizações das redes sociais, responder centenas de mensagens e de depender de uma conexão de alta velocidade 24 horas por dia para satisfazer nossas curiosidades, buscar informações, cumprir tarefas, pagar contas, descobrir tendências, ideias, empresas, pessoas, etc…
Mas como definir se a quantidade de contato que temos com a tecnologia chega a ser prejudicial?
David Backer, fundador da The School of Life deu uma palestra em São Paulo algumas semanas atrás sobre o tema Tecnologia e Humanidade e por sorte estivemos presentes para escutar o que David tinha a dizer. Seu discurso foi sobre o quanto a tecnologia tem influenciado as relações pessoais, sociais e o quanto deixamos que ela invada nossa vida, acabando com a nossa privacidade, desrespeitando nosso ritmo psíquico, biológico e afetando até mesmo nossa saúde.
Máquinas, equipamentos, dispositivos são essenciais para sobreviver em um modelo de sociedade onde o virtual está cada dia mais próximo do real. Descobrir um limite de interação com as tecnologias é algo individual, cada um deve buscar essa equação para respeitar sua própria natureza.
Por mais que busquemos as tecnologias mais incríveis, ainda assim é o homem que as inventa, as cria, ou seja, todo potencial de sua criação está no homem. Esse encontro me fez pensar quão alta é a tecnologia do nosso próprio corpo. Possuímos a mais avançada tecnologia, a tecnologia natural, biológica, humana… ou seja, não podemos esquecer as funções que nosso corpo desempenha, a quantidade de informações que armazenamos, como conseguimos acessá-las a uma velocidade absurda, a capacidade de bilhões de cálculos, o potencial analítico que temos, auto-regulações corporais, sentimentos, emoções, razão, etc.
A tecnologia evidentemente evolui, mas e a humanidade? Estamos evoluindo nosso lado humano e tendo orgulho dessa evolução tanto quanto da tecnologia? Precisamos de um movimento que valorize as características naturais do homem, que respeite seus limites e que trabalhe dentro de um nível de tolerância individual, considerando que somos diferentes, que suportamos coisas absolutamente distintas. Os talentos também são individuais, devem ser exercitados, desenvolvidos e o tempo que nos prendemos à tecnologia muitas vezes consome esses importantes momentos. Outro importante momento que não estamos desfrutando e que nos é essencial é o ócio. David lembrou que perdemos o poder da lentidão por exemplo, de cultivar o pensamento lento, perdemos também a alegria da imperfeição, afinal estamos longe de sermos perfeitos seja no que for.
O que não nos damos conta é que podemos escolher o que pensar e como pensar, as imposições da atualidade dificultam esse processo, mas ainda depende de nós essa escolha.
Então que sejamos usuários da tecnologia e não seus escravos…
O mundo anda mais preocupado com o High Tech. Escrevemos recentemente uma matéria sobre isso. Hoje há uma necessidade de se recuperar o High Touch. High Touch para quem nunca ouviu falar, quer dizer a alta tecnologia do toque, do afeto, do carinho, ou seja, da humanidade. Ela sim nos toca verdadeiramente, não é fria como uma máquina que reage ao nossos estímulos por pura programação.
A naturalidade humana vem se perdendo por diversos motivos, pelo excesso do uso de tecnologias, pelos sistemas falidos que vivemos; sejam políticos, sociais ou econômicos. Por uma cultura popular globalizada em que existem apenas dois grupos de pessoas os “winners” e os “loosers”. Você é um vencedor na vida se tem dinheiro, sucesso e reconhecimento, caso contrário é um perdedor, depreciado pelos que possuem mais dinheiro.
Esses dias conversando com um amigo ele me disse: você já parou pra pensar no que significa estar “bem de vida”?
E aí parei para pensar que o “bem de vida” hoje significa “estar bem financeiramente”. É triste que assim seja, mas sou otimista e a favor do movimento humano. Quem sabe um dia estar bem de vida se torne um expressão que tenha mais a ver com VIDA do que com dinheiro, a vida é mais do que isso. Então te convido a refletir sobre como anda pensando e no que, para que nosso olhar e posicionamento sobre o mundo evolua e essa evolução seja mais importante do que a evolução tecnológica. Para que a expressão estar “bem de vida” signifique ter saúde, paz e estar de acordo com sua própria jornada.
A era do comportamento padrão se foi, entendemos bem o termo globalização e já experimentamos seus efeitos positivos e negativos. O acesso à informação nos permite decidir com mais base, nos traz reflexões diversas. A era da tecnologia está aí para nos servir e nos ajudar, o que vale é saber usá-la para continuarmos “bem de vida”.

13.642 – Barbeiragem Eletrônica – Carro autônomo da Uber pode não ser culpado por morte de pedestre


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Um carro autônomo da Uber se envolveu no primeiro acidente fatal deste tipo de tecnologia. O veículo atropelou uma mulher em Tempe, Arizona, nos Estados Unidos, que morreu a caminho do hospital.
O acidente aconteceu no início do dia numa rodovia movimentada. O carro da Uber estava circulando com o modo autônomo ativado e, segundo a polícia, estaria entre 61 e 64 quilômetros por hora, numa via em que o limite é de 72 quilômetros por hora.
O The Verge, o sargento Ronald Elcock afirmou que o carro não diminuiu a velocidade antes de se chocar com a pedestre, uma mulher chamada Elaine Herzberg, de 49 anos. Ainda havia um motorista de segurança no carro, um funcionário da Uber chamado Rafael Vasquez, de 44 anos.
Segundo a polícia de Tempe, Elaine entrou na pista “abruptamente” empurrando uma bicicleta coberta por sacos plásticos, apurou o Ars Technica. É provável que a vítima fosse moradora de rua. Não se sabe ainda se o motorista de emergência tentou impedir o acidente.
Após checar os vídeos gravados pelas câmeras do carro autônomo, a chefe de polícia Moir disse que “é muito claro que teria sido difícil evitar esta colisão em qualquer modo, autônomo ou dirigido por um humano, pela maneira como ela saiu das sombras direto para o meio da rodovia”.
O inquérito, porém, ainda não foi concluído, de modo que a Uber ainda pode, sim, ser ao menos parcialmente responsabilizada pelo acidente. Um órgão federal de segurança em transporte, o NTSB, está também conduzindo uma investigação paralela à da polícia de Tempe.
A Uber diz que está colaborando com as autoridades, e também confirmou que os testes com sua tecnologia de carros autônomos foram suspensos não apenas em Tempe, mas em todas as outras cidades dos EUA em que eles estavam sendo realizados.

13.639 – Joseph Nicéphore Niépce


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Niépce, nascido em 7 de março de 1765 e morto aos 68 anos em julho de 1833

(Chalon-sur-Saône, 7 de março de 1765 — Saint-Loup-de-Varennes, 5 de julho de 1833) foi um inventor francês responsável por uma das primeiras fotografias

Niépce começou seus experimentos fotográficos em 1793, mas as imagens desapareciam rapidamente. Ele conseguiu imagens que demoraram a desaparecer em 1824 e o primeiro exemplo de uma imagem permanente ainda existente foi tirada em 1826. Ele chamava o processo de heliografia e demorava oito horas para gravar uma imagem.
Em 1793, enquanto servia como oficial do exército francês, Niépce tenta obter imagens gravadas quimicamente com a câmara escura, durante uma temporada em Cagliari. Aos 40 anos, Niépce retirou-se do exército francês para se dedicar a inventos técnicos, graças à fortuna que sua família possuía. Nesta época, a litografia era muito popular na França, e como Niépce não tinha habilidade para o desenho, tentou obter através da câmera escura uma imagem permanente sobre o material litográfico de imprensa. Recobriu um papel com cloreto de prata e expôs durante várias horas na câmera escura, obtendo uma fraca imagem parcialmente fixadas com ácido nítrico. Como essas imagens eram em negativo e Niépce pelo contrário, queria imagens positivas que pudessem ser utilizadas como placa de impressão, determinou-se a realizar novas tentativas.
Após alguns anos, Niépce recobriu uma placa de estanho com betume branco da Judeia que tinha a propriedade de se endurecer quando atingido pela luz. Nas partes não afetadas, o betume era retirado com uma solução de essência de alfazema. Em 1826, expondo uma dessas placas durante aproximadamente 8 horas na sua câmera escura fabricada pelo ótico parisiense Chevalier, conseguiu uma imagem do quintal de sua casa. Apesar desta imagem não conter meios tons e não servir para a litografia, todas as autoridades na matéria a consideram como “a primeira fotografia permanente do mundo”. Esse processo foi batizado por Niépce como heliografia, gravura com a luz solar.
Em 1827, Niépce foi a Kew, perto de Londres, visitar Claude, levando consigo várias heliografias. Lá conheceu Francis Bauer, pintor botânico que de pronto reconheceu a importância do invento. Aconselhado a informar ao Rei Jorge IV e à Royal Society sobre o trabalho, Niépce, cauteloso, não descreve o processo completo, levando a Royal Society a não reconhecer o invento. De volta para a França, deixa com Bauer suas heliografias do Cardeal d’Amboise e da primeira fotografia de 1826.
Em 1829 substitui as placas de metal revestidas de prata por estanho, e escurece as sombras com vapor de iodo. Este processo foi detalhado no contrato de sociedade com Daguerre, que com estas informações pode descobrir em 1831 a sensibilidade da prata iodizada à luz. Niépce morreu em 1833 deixando sua obra nas mãos de Daguerre.