13.401 – Mega Polêmica na Teledramarturgia – Namorada homenageia Carol Duarte pela virada de Ivana


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Não foram apenas os colegas de elenco que congratularam a atriz Carol Duarte pelas cenas em que Ivana revela à família ser transexual e corta os cabelos, num ritual de libertação. “Ela mostrou um pouquinho da força que tem! Porque ela tem muita força. Força, doçura e coragem”, escreveu no Instagram a geógrafa Aline Klein, namorada da atriz da novela A Força do Querer. “Pula, Caru, se joga que a vida é curta, e você tem muito a dizer. Pula que o mundo é grande! Eu vou estar aqui!”, continua a legenda de uma foto em que Carol Duarte aparece de cabelo curto, o novo visual de Ivana, que vai passar a se chamar Ivan na trama de Gloria Perez.
Carol Duarte e Aline Klein namoram há mais de dois anos, e aparecem juntas em diversas fotos do perfil mantido pela geógrafa no Instagram.

 

☻Mega Opinião

Alguns setores da sociedade vem tentando influenciar a opinião pública em prol de homo e bissexualismo, transexualismo, lesbianismo e travestismo como sendo práticas naturais, comuns e devem ser aceitas normalmente por uma questão de liberdade individual. Nós do ☻Mega longe de sermos conservadores, acreditamos que todos devem ser respeitados como cidadãos independente de sua escolha sexual, mas não venha a mídia querer nos fazer engolir goela abaixo essas práticas como sendo “naturais”. Pra mim são anomalias.

 

13.240 – Cinema – Ator e diretor Nelson Xavier morre aos 75 anos em Minas Gerais


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O ator Nelson Xavier morreu aos 75 anos na madrugada desta quarta (10 de maio de 2017), em Uberlândia (Minas Gerais), em decorrência de um câncer.
Nascido em São Paulo em 1941, Nelson Agostini Xavier tinha uma carreira quase 60 anos na TV, no cinema e no teatro.
Ele integrou o Teatro de Arena, os Seminários de Dramaturgia e o MCP (Movimento de Cultura Popular de Recife) e, na década de 1960, destacou-se como ator nos espetáculos “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, em 1967, e “Navalha na Carne”, em 1968, ao lado de Tônia Carrero – ambos textos de autoria de Plínio Marcos, sob direção de Fauzi Arap.
No início da carreira, atuou em peças como “Eles Não Usam Black-tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, e “Chapetuba Futebol Clube” (1959) —no qual criou o papel de Maranhão—, de Oduvaldo Vianna Filho.
Na década de 1950 foi revisor da revista “Visão”, emprego conseguido por meio do futuro cineasta Eduardo Coutinho —com quem viria a trabalhar em “O ABC do Amor (1967). Na publicação, ele também escreveu críticas de cinema e de teatro.
No Recife, participou em 1962 das atividades do MCP (Movimento de Cultura Popular), para o qual dirigiu sua primeira peça, “Julgamento em Novo Sol”, e criou um seminário de dramaturgia, inserindo o teatro em cursos de alfabetização, debates comunitários e comícios políticos.

De Lampião a Chico Xavier

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Xavier passou a trabalhar no cinema a partir da década de 1960, quando a sede da UNE no Rio, onde ele fazia ensaios periódicos para uma peça, foi incendiada logo após o golpe militar de 31 de março de 1964, e com as consequentes dificuldades impostas pela censura ao teatro político.
No cinema, trabalhou com diretores como Domingos de Oliveira, Ruy Guerra e Bruno Barreto; integrou o elenco de filmes como “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Barreto, e “A Queda”, de Guerra, que lhe rendeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1978.
Em 2010 protagonizou a cinebiografia sobre Chico Xavier em filme de Daniel Filho que leva o nome do médium.
Premiado como melhor ator no Festival do Rio em 2016, Nelson Xavier interpreta em “Comeback”, filme que estreia no próximo dia 25, personagem que, enquanto planeja seu retorno ao crime, se vira tentando emplacar máquinas caça-níqueis em botecos suburbanos e se envolve em situações tragicômicas.
O corpo do ator será levado ao Rio de Janeiro, onde deve ser cremado nesta quinta (11).
Nelson Xavier deixa a mulher e quatro filhos —Tereza Villela Xavier, uma das filhas do ator, lamentou a morte do pai em seu perfil na rede social.

13.114 – Teledramarturgia – Atriz Maria Cláudia


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Nascida no Rio de Janeiro dia 09 de outubro de 1949, filha única, Maria Claudia desde pequena já mostrava veia artística: fazia ballet, teatro e era fotografada para revistas.
A carreira profissional de Maria Claudia começou em 1969, na extinta TV Rio, como apresentadora do “Telejornal Pirelli”, com Luís Jatobá e Cid Moreira. No “Telejornal Pirelli” trabalhava como entrevistadora e apresentadora.
Na TV Globo, para onde foi no final de 1969, Maria Claudia começou apresentando programas como o “Festival Internacional da Canção” (1970-71) e “Alô Brasil, Aquele Abraço” (com José Augusto Branco, Arlete Sales, Lucio Mauro, entre outros).
Em seguida trabalhou em novelas, atuou em minisséries, filmes de grandes diretores brasileiros e muitas peças de teatro. Na maior parte, era protagonista. Além de atriz, apresentadora e entrevistadora, Maria Claudia também foi produtora dos seguintes espetáculos de teatro: “Réquiem para uma Negra”, “Fantoches” e “Jango”.
Participou de vários programas e especiais em diversas emissoras de TV. Foi capa de muitas revistas, e eleita uma das mulheres mais bonitas do Brasil durante os anos 70. É casada desde 1976 com o filósofo, escritor, jornalista e roteirista Luiz Carlos Maciel.
Cláudia, ainda hoje, gosta de posar para fotos com um crucifixo italiano de pedras verdes. O talismã dado por sua mãe é o acessório que a atriz usava na época em que sua imagem estava nas principais revistas do país.
Aos 57 anos, ela volta a usar o objeto da sorte ao falar dos novos trabalhos: um papel em “Caminhos do coração”, trama de Tiago Santiago que começa no próximo dia 28, na Record, e a peça “Lembranças de um sonho”, que estréia nesta quinta-feira, no Teatro Glória. Antes que o público comemore a “volta” de Maria Cláudia, a atriz – que ainda conserva a beleza que a fez famosa na década de 70 – afirma que nunca desistiu da carreira.
Em 2005, ela participou da bem-sucedida versão de “A escrava Isaura” na mesma Record.
As pessoas dizem que parei porque eu não estou na Globo – afirma ela, que não sabe dizer por que ficou tanto tempo afastada dos folhetins.
– Não pintou mais convite, mas não sei o motivo. Tenho, inclusive, o maior carinho por todos na Globo. Mas, como não me chamavam, e pedra que não rola cria limo, pensei que estava na hora de correr perigo. Nascer, viver e morrer no mesmo lugar é muito limitador – diz a atriz, que deixou a TV Globo em 1992, depois de participar de “Deus nos acuda”, de Sílvio de Abreu.
Depois de sete anos de tratamento para curar um problema nas cordas vocais, que lhe tirou a voz no réveillon de 1984 para 1985, a atriz não conseguiu se livrar totalmente da rouquidão. Mas não acha que isso tenha atrapalhado sua carreira.
– Eu voltei com a voz rouca, mas tem tanta atriz assim, né? – pergunta ela, para, em seguida, dar uma sonora gargalhada. – Não sou o tipo de pessoa que fica chateada e magoada. Achei que a vida estava me colocando para fazer mais teatro.
Acredito em desígnios. E aprendi que as portas se fecham, mas também se abrem. Quem fica magoada fica com a energia estagnada. Não quero raiva, mágoa, esses sentimentos dentro de mim. Quando eles aparecem, eu falo: “Xô, xô, vai embora, vai para o fundo do mar sagrado” – diz a atriz, apontando para a janela de seu apartamento, no Leblon, pertinho da praia.
Embora tente manter o bom humor, a doença nas cordas vocais é um assunto que ela gostaria de ver encerrado.
– Parece que virou um estigma – lamenta. – Disseram-me que foi câncer, mas eu só sei que eu perdi meu pai, minha melhor amiga, que eu considerava uma irmã de sangue, e minha mãe, um depois do outro. Minha mãe morreu em 28 de agosto de 1984. Pensei que fosse a última perda, mas no réveillon daquele ano fiquei sem a voz. E era tudo emocional. Afinal, tinha perdido tudo o que eu tinha na minha vida. Sou filha única. Fiquei sozinha.
Depois de muitas injeções, consultas em São Paulo e cirurgias, inclusive espirituais, ela não sabe dizer o que a curou. Diz que a voz voltou quando teve de voltar, porque acredita que “tudo tem o seu tempo”.

12.818 – Teledramarturgia – Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos


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Do site G1 para o Mega

Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco, que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas. Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Ele gravou cenas da novela na parte da manhã. Após o término da gravação, o ator almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.
Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.
A atriz descreveu o acidente para a polícia. Segundo ela, os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio.
Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou Domingos. Eles nadaram de volta para a pedra, Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou de volta para água.
Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores ajudaram nas buscas. Por volta das 20h40, o corpo de Domingos estava dentro de um barco na margem do rio –uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) saiu de Aracaju rumo a Canindé de São Francisco.
Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).
Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local com privacidade. “Eles acharam que era seguro, mas na verdade era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, contou ele.
Começo no teatro e no circo
O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes.
Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encatado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012), seu primeiro protagonista.
Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e o João Miguel de “Sete Vidas (2015).
Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.
Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.
Em entrevista a Ana Maria Braga no “Mais Você”, exibida pela TV Globo no último dia 7 de setembro, Domingos falou sobre as cenas gravadas no rio São Francisco. “Quando você chega no primeiro dia de gravação e dá um mergulho, está batizado para o resto da vida. O sertão é um lugar incrível e precisa ser conhecido”, disse Montagner.

12.684 – Teledramarturgia – O Ator Marcos Paulo


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Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.
Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.

12.683 – Teledramarturgia – O Ator Sérgio Cardoso


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Sérgio Fonseca de Mattos Cardoso, mais conhecido como Sérgio Cardoso (Belém, 15 de março de 1925 — Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1972), foi um ator brasileiro.
Formou-se em Direito no Rio de Janeiro e sonhava com o Itamarati, queria ser diplomata. Despertou para o teatro ao conhecer o Teatro Universitário do Rio de Janeiro, e sua estreia foi no papel-título de Hamlet, de Shakespeare. O sucesso foi tão grande que contribuiu para sua decisão de seguir a carreira de ator. Foi para o Teatro Brasileiro de Comédia, de São Paulo, onde fez peças importantes, como: Entre Quatro Paredes, A Ópera dos Três Vinténs, Do Mundo Nada se Leva, Seis Personagens à Procura de um Autor, Convite ao Baile, A Falecida, A Raposa e as Uvas e A Ceia dos Cardeais.
Em 1949 fundou sua própria companhia teatral, o Teatro dos Doze, em sociedade com a atriz Nydia Lícia, com quem foi casado e teve uma filha, Silvia.
Na TV Tupi, Sérgio Cardoso fez várias telenovelas de sucesso: O Sorriso de Helena, O Cara Suja, O Preço de uma Vida, O Anjo e o Vagabundo, Somos Todos Irmãos e Antônio Maria — esta última escrita por Geraldo Vietri, na qual contracenou com Aracy Balabanian. Em 1968, atuou em O Santo Mestiço, novela sobre a vida de São Mantinho de Porres, além de aparecer no filme A Madona de Cedro, no papel do sacristão aleijado Pedro. Foi o protagonista de Os Herdeiros, filme de Cacá Diegues produzido entre 1968-1969.
A partir de 1969 participou de diversas novelas da TV Globo, dentre elas A Cabana do Pai Tomás, Pigmalião 70 e A Próxima Atração. O Primeiro Amor foi seu último trabalho: o ator faleceu devido a um ataque cardíaco a apenas 28 capítulos do desfecho da trama e seu personagem foi então interpretado por Leonardo Villar.
Mais de vinte mil pessoas acompanharam o enterro do ator em São Paulo. Após sua morte, houve rumores de que Sérgio havia sido enterrado vivo, fato enfaticamente negado por parentes e amigos.
No local onde ele fundou a companhia de teatro, no bairro da Bela Vista, hoje existe o Teatro Sérgio Cardoso

Um pouco mais:
Uma das lendas mais famosas dos anos 1970 envolveu a morte do ator Sérgio Cardoso. Um dos grandes nomes do teatro e da televisão brasileira nos anos 1950 e 1960, ele morreu em consequência de um ataque cardíaco no dia 18 de agosto de 1972, no Rio de Janeiro, aos 47 anos.
A morte do ator comoveu todo o Brasil. Mais de 15 mil pessoas, de acordo com reportagens da época, compareceram ao enterro no cemitério São João Batista. Pouco tempo depois, surgiu um boato, repercutido em toda a mídia brasileira, de que o ator sofria de catalepsia, uma doença rara que deixa os membros rígidos por horas, como se a pessoa estivesse morta. Por causa da doença, Sérgio Cardoso teria sido enterrado vivo.
A história dizia que a família teria pedido que o corpo fosse exumado. Ao abrir o caixão, Sérgio Cardoso estaria virado de bruços, com arranhões no rosto. O fato sempre foi negado pelos familiares do ator. Durante muitos anos a lenda foi contada, com diferentes versões, causando medo principalmente em familiares de pessoas vítimas de ataques cardíacos.
Além de diversos papeis marcantes no teatro, Cardoso fez muito sucesso na novela Antônio Maria, da Rede Tupi, em 1968. Na Globo, protagonizou A Cabana do Pai Tomás, em 1969; Pigmalião 70, em 1970: e A Próxima Atração, em 1971.
Quando morreu, vivia o professor viúvo Luciano em O Primeiro Amor, novela das 19h da Rede Globo. Faltavam apenas 28 capítulos para o desfecho da trama. Ele teve que ser substituído por Leonardo Villar, que entrou em cena após um texto lido por Paulo José.
Catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam moles, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação.
No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica. Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje pois já existem equipamentos tecnológicos que, quando corretamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.
O estado de morte aparente pode surgir em casos de asfixia, intoxicação, soterramento, afogamento, enfarte fulminante ou hipotermia.
Nem a falta de respiração ou batimentos cardíacos significa, necessariamente, ausência de vida. Místicos e faquires indianos que praticam a postura Khé-chari-mudra (suspensão da respiração perceptível) permanecem muitas horas nesse estado. Também na índia, cardiologistas descobriram que certas posições iogas permitem paralisar o coração.
Um exame confiável para reduzir as chances de erro é a realização de exames com eletrocardiograma e eletroencefalograma.
No Vietnã “milhões de pessoas já foram enterradas vivas por ausência constatada dos chamados sinais vitais”, afirma o médico francês Perón Autret. Após um profundo estudo sobre a morte ele publicou na década de 70 o livro Os enterrados vivos com revelações assustadoras sobre o assunto.
Cita a estatística levantada pelo exército norte-americano durante a guerra do Vietnã. Quando os soldados mortos eram repatriados, a lei obrigava as autoridades abrirem os caixões.
Graças a isso, constatou-se que quatro por cento dos soldados aparentemente foram encaixotados vivos. Alta patente militar chegou a propor que os combatentes fossem enterrados com frascos de clorofôrmio ao alcance da mão para abreviar o sofrimento.
A causa de tanto infortúnio são ataques catalépticos mal diagnosticados.
Em séculos passados, quem “resolvesse” se levantar da tumba era tomado por vampiro e ganhava esse estigma da sociedade.
O mais célebre caso foi o de Lázaro, salvo por Jesus Cristo. Quando ele adoeceu, Jesus disse: “Esta enfermidade não é de morte”. Porém, na volta do Messias a Betânia, Lázaro, irmão de Marta e Maria, já havia sido sepultado há quatro dias. Ao saber das más notícias, pelas irmãs inconsoláveis, Jesus pediu para ser conduzido à caverna onde jazia o corpo de Lázaro. Mandou que retirassem a pedra da entrada. Gritou: “Lázaro, sai!”. E o morto saiu, ainda com as ataduras e o sudário.
Lenda urbana: Velório do ator Sérgio Cardoso
Quando se fala em casos de gente enterrada viva, o nome do ator Sérgio Cardoso está na ponta da língua. Falecido em 18 de agosto de 1972, seu corpo foi enterrado no cemitério São João Batista o enterro foi acompanhado por mais de dez mil pessoas, que choravam e gritavam.Na época surgiu uma LENDA URBANA de que Sérgio Cardoso tinha sido enterrado vivo . O boato surgiu em parte porque Sérgio Cardoso tinha “um aspecto bem disposto durante o velório”.
Segundo notícias da época, conta que Erik, o maquiador da emissora (TV GLOBO), confessou mais tarde ter caprichado em sua arte para dar vida ao rosto do falecido durante o velório.
Levantada a suspeita, nada ficou comprovado até hoje. Porém, em dezembro de 1979, uma edição do programa Fantástico colocou Sérgio Cardoso entre os exemplos dramáticos de morte aparente.
Diz ainda a LENDA URBANA, de que o corpo de Sérgio Cardoso havia sido exumado e estaria deitado de bruços no caixão. Mas uma exumação envolve uma burocracia enorme e só pode ser realizada em presença de alguém da família. Como isso foi feito e ninguém ficou sabendo?

12.054 – Teledramaturgia – A Morte da Atriz Marília Pêra


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Artistas e colegas comentaram nas redes sociais a morte da atriz, cantora e diretora Marília Pêra, que morreu no Rio de Janeiro neste sábado.
Ela estava em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. Marília se tratou recentemente de um desgaste ósseo na região lombar, que a fez se afastar do trabalho por um ano.
Marília Pêra era uma das artistas mais completas do Brasil: além de interpretar, era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas de televisão. Um dos últimos trabalhos da atriz foi sua participação na série “Pé na Cova”, da TV Globo.
A atriz, que lutava contra um câncer havia 2 anos, morreu em casa, ao lado da família. Ela deixa os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria. O velório será no Teatro Leblon, sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 – Leblon), a partir de 13h, também neste sábado.
Marília era uma das artistas mais completas do Brasil: além de interpretar, era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas de televisão. Um dos últimos trabalhos da atriz foi sua participação na série “Pé na Cova’, da TV Globo, onde interpretava a personagem Darlene.
Marília Soares Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no bairro do Rio Comprido, no Rio. Sua primeira entrada em cena aconteceu quando ainda era bebê, fazendo figuração numa peça, informa seu perfil no Memória Globo. Aos quatro anos de idade, ela atuou com os pais no espetáculo “Medeia”. Sua irmã mais nova, Sandra Pêra, também é atriz e cantora.
Entre os 14 e os 21 anos, Marília atuou como bailarina em musicais. Quando tinha 18, viajou por Brasil e Portugal com a peça “Society em baby-doll”. Outro destaque foi “Como vencer na vida sem fazer força”, trabalhando ao lado de Procópio Ferreira, Moacyr Franco e Berta Loran.
Em 1965, Marília foi contratada pelo diretor Abdon Torres para integrar o elenco inicial da TV Globo. Nessa época, fez o papel principal das novelas “Rosinha do sobrado”, “Padre Tião” e “A moreninha”.
Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte. Na minissérie “JK”, fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Ao longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte. Na minissérie “JK”, fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Sucesso também no cinema
Ao longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, “Irma Vap”, que ficou em cartaz por mais de dez anos, com Marco Nanini e Ney Latorraca como protagonistas.
Além disso, nos palcos interpretou Carmen Miranda em diversas ocasiões – “O teu cabelo não nega” (1963), “A pequena notável” (1966), “A tribute to Carmen Miranda” (1975), apresentada em Nova York, “A Pêra da Carmem” (1986 e 1995) e “Marília Pêra canta Carmen Miranda” (2005). Outras estrelas vividas por Marília foram Dalva de Oliveira, no musical “A estrela Dalva” (1987); Maria Callas, na peça “Master Class” (1996) e a estilista “Coco Chanel”, na peça “Mademoiselle Chanel” (2004).

10.351 – Novela “Boogie Oogie” – Teledramaturgia com trilha sonora “Disco”


Pelo menos de trilha sonora, a próxima novela das 6 da Globo está bem servida. Uma produção de época, do ano de 1978, explosão da era disco.
Com estreia marcada para o dia 4 de agosto no lugar de Meu Pedacinho de Chão na Rede Globo, a novela Boogie Oogie, escrita por Rui Vilhena, sob a direção de Gustavo Fernandez e Ricardo Waddington, apostará na tragicomédia como gênero e na inversão dos valores da protagonista e da vilã da história. Anos depois após trocar dois bebês na maternidade para se vingar do amante Fernando (Marco Ricca), que desistiu de se divorciar da esposa Carlota (Giulia Gam) por causa de uma das crianças, a garçonete Susana (Alessandra Negrini) vai se revelar como uma das protagonistas da trama e não a grande vilã, como aparentava, ao passo que a rival, a vítima, demonstrará o contrário.

10.063 – TV – Minissérie O Canto das Sereias


canto das sereias

Uma minissérie brasileira que foi produzida e exibida pela Rede Manchete entre 16 de julho de 1990 e 26 de julho de 1990 em 8 episódios. De autoria de Paulo César Coutinho, com direção de Jayme Monjardim.
A sereia Teoxíope, de 3 mil anos, apaixona-se pelo escritor Ulisses, que havia se mudado para uma ilha, local onde se desenrola a história, a fim de buscar um ambiente adequado para seu trabalho e tentar salvar seu casamento com Sophrosine. Contudo, com a presença das sereias no local, outras três histórias de amor acontecem na ilha, uma vez que elas não só seduzem os homens, como despertam a paixão em todos os seres humanos das redondezas. Sem regras morais, Sophrosine, madrasta do filho de Ulisses, Telêmaco, apaixona-se pelo próprio enteado. Aglaope, por sua vez, perde a imortalidade ao se casar com o pescador Orpheu e acaba morrendo. Parthenope, que atormenta o faroleiro Hélio, leva-o à loucura.
O enredo da minissérie foi considerado confuso para o público habitual da televisão brasileira, com uma narrativa lenta, bem ao estilo do então diretor Jayme Monjardim, mas que serviu no entanto para mostrar as belezas da Ilha de Fernando de Noronha, exibida de forma paradisíaca. Alcançou bons índices de audiência, superando por vezes uma das principais emissoras brasileiras, a Rede Globo. A equipe de produção, com 30 pessoas, incluindo atores e técnica, passou três semanas em Noronha, a mesma locação utilizada pela minissérie Riacho Doce, exibida pouco depois pela Rede Globo.

PG sereias Contigo 2

Atol das Rocas, local da filmagem
Atol das Rocas, local da filmagem

10.052 – Teledramaturgia – Morre aos 66 anos o ator José Wilker


josewilker

O ator e diretor José Wilker morreu, aos 66 anos, na madrugada deste sábado (5-abril-2014) no Rio. Ele sofreu um infarto. Wilker ficou conhecido por trabalhos marcantes em novelas como “Roque Santeiro”, em que interpretou o personagem-título, e “Senhora do destino”, em que interpretou o bicheiro Giovanni Improtta. No cinema, fez filmes como “Bye bye Brasil” e viveu o Vadinho de “Dona Flor e seus dois maridos”.
Sua última participação em novelas foi em 2013, em “Amor à vida”, de Walcyr Carrasco, no papel do médico Herbert. Em 2012, ele foi o coronel Jesuíno no remake de “Gabriela”, baseada no livro “Gabriela Cravo e Canela”, de Jorge Amado. Na versão original, exibida em 1975, havia feito Mundinho Falcão. Na TV Globo, participou de quase 30 novelas.
José Wilker de Almeida nasceu em Juazeiro do Norte no dia 20 de agosto de 1947 e se mudou com a família, ainda criança, para o Recife. A mãe, Raimunda, era dona de casa, e o pai, Severino, caixeiro viajante.
O primeiro trabalho de Wilker foi com apenas 13 anos, como figurante no teleteatro da TV Rádio Clube, do Recife. “Ficava por ali aguardando alguma ponta”, lembrou ele em depoimento ao site Memória Globo. A aparição inicial foi como cobrador de jornal na peça “Um bonde chamado desejo”, de Tennessee Williams.
Sua carreira no teatro começou no Movimento de Cultura Popular (MCP) do Partido Comunista, onde dirigiu espetáculos pelo sertão e realizou documentários sobre cultura popular.
Em 1967, Wilker se mudou para o Rio para estudar Sociologia na PUC, mas abandonou o curso para se dedicar exclusivamente ao teatro.
Ele interpretou o seu primeiro papel principal na TV em 1975: foi Mundinho Falcão em “Gabriela”, adaptação de Walter George Durst do romance de Jorge Amado, um marco na história da teledramaturgia brasileira.
Personagens conhecidos
Wilker tem em seu currículo personagens memoráveis, como o jovem Rodrigo, protagonista da novela “Anjo mau” (1976), de Cassiano Gabus Mendes.
Em 1985, viveu Roque Santeiro, personagem central da trama homônima escrita por Dias Gomes e Aguinaldo Silva. Em 2004 interpretou o ex-bicheiro Giovanni Improtta, de “Senhora do destino”, de Aguinaldo Silva, um personagem com diversos bordões como “felomenal” e “o tempo ruge, e a Sapucaí é grande”.
O artista dirigiu o humorístico “Sai de baixo” (1996) e as novelas “Louco amor” (1983), de Gilberto Braga, e “Transas e caretas” (1984), de Lauro César Muniz. Durante uma rápida passagem pela extinta TV Manchete, acumulou direção e atuação em duas novelas: “Carmem” (1987), de Gloria Perez, e “Corpo santo” (1987), de José Louzeiro.
Apaixonado pelo cinema, o ator participou de filmes como “Xica da Silva” (1976) e “Bye bye Brasil” (1979), ambos de Cacá Diegues, “Dona Flor e seus dois maridos” (1976) e “O homem da capa preta” (1985). Fez ainda o personagem Antônio Conselheiro em “Guerra de Canudos” (1997), de Sérgio Rezende. Além disso, foi diretor-presidente da Riofilme.
Wilker também se destacou em minisséries como “Anos rebeldes” (1992), de Gilberto Braga; “Agosto” (1993), adaptada da obra de Rubem Fonseca; e “A muralha” (2000), escrita por Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro.
Em 2006, interpretou o presidente Juscelino Kubitschek na minissérie “JK”, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira.
José Wilker deixa duas filhas. Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a também atriz Mônica Torres. No Facebook, Isabel escreveu uma declaração para o pai e agradeceu as mensagens de apoio: “Só tenho amor, muito amor, e agora saudades, sempre. Obrigada a todos pelo carinho”, postou, junto com uma foto.

10.046 – Teledramaturgia – Um Guerreiro Chamado Paulo José


paulo jose

Mesmo na luta contra o mal de parkinson, ele continua em atividade.
O ator Paulo José descobriu em 1993, há exatos 20 anos, que sofria do mal de Parkinson, doença degenerativa e incurável que se caracteriza por movimentos involuntários dos braços, pernas e cabeça, além de tremores. “O mal de Parkinson não aparece visualmente nos exames. É um diagnóstico por eliminação. Recebi uma receita para tomar dois medicamentos. Perguntei: ‘Até quando?’. O médico fez uma pausa e disse: ‘Para toda a vida!'”, contou em entrevista à revista “Época”.
Para o ator, a descoberta da doença foi a parte mais fácil, se comparado com os sintomas. “Sabia que ninguém morre de Parkinson, se morre com Parkinson. E ainda não tinha noção da gravidade. Com o tempo, os sintomas tornaram-se mais fortes”.
E contou que ao tomarem conhecimento de sua nova condição, todos a sua volta mudaram o seu comportamento: “As pessoas mudaram comigo. Queriam me proteger. Ficaram com pena. Isso nunca me incomodou. Sou um sobrevivente. Tenho muita sorte por ter gente que gosta de mim. Tenho de ser grato por isso. E sou”.
O ator, que já foi operado até pelo renomado cirurgião Paulo Niemeyer Filho, descreve sua vida como uma montanha russa de sentimentos. “Tive depressão muitas vezes. Houve um tempo em que tinha medo de dormir e não acordar. Às vezes, tenho medo de morrer. Não estou num daqueles momentos terríveis. Mas tampouco este é um período fácil. Quando acordo, tenho de fazer uma escolha. Decido sair da cama. Hoje será um dia melhor. Ao me deitar, não penso se o dia foi mesmo melhor. Só penso: ‘Amanhã será um outro dia’. Assim, sigo trabalhando e vivendo dia por dia”.
Há alguns meses, o autor Manoel Carlos perguntou a Paulo José se ele toparia entrar na próxima novela das nove na Globo, Em Família, para colocar em pauta uma delicada reflexão sobre o Mal de Parkinson. “Sim”, respondeu, solícito, o ator e diretor que vem convivendo com a doença nos últimos vinte de seus 76 anos.
Depois das aulas de canto, grava poemas num estúdio que mantém em casa, o que vai render um audiobook. Fala que tem se dedicado muito a escrever. Como sempre lhe perguntam como lida com a doença, resolveu escrever um depoimento em primeira pessoa, relatando altos e baixos vividos nesses vinte anos. “Isso tudo faz parte da minha luta diária para manter o Parkinson como um coadjuvante. Um coadjuvante de peso, mas nunca um protagonista.”

Paulo José foi casado Dina Sfat, outra atriz guerreira que trabalhou até os últimos dias de sua vida.
Ela chega à televisão no final da década de 1960 e destaca-se em papéis de enorme carga dramática em telenovelas de autoria de Janete Clair, como Selva de Pedra, Fogo Sobre Terra, O Astro e Eu Prometo, mas também brilhou em outras como Verão Vermelho, Assim na Terra Como no Céu, Gabriela e Os Ossos do Barão.
Posou nua para revista Playboy em janeiro de 1982, num ensaio secundário.
Foi casada por 17 anos com Paulo José, com quem teve três filhas: Isabel ou Bel Kutner, que também é atriz, Ana, que também se aventurou na carreira e Clara.

DinaSfat

Descobriu o câncer, inicialmente no seio, em 1986, mas não deixou de trabalhar, mesmo em tratamento. Já com a doença, viajou para a União Soviética e participou de um documentário sobre o país e os primeiros passos da Perestroika; escreveu um livro, publicado em 1988, um pouco antes da sua morte, sobre sua vida e a luta contra o câncer, chamado Dina Sfat- Palmas prá que te Quero, junto com a jornalista Mara Caballero e fez a novela Bebê a Bordo, seu último trabalho na televisão.
Seu último filme foi O Judeu que só estreou em circuito depois da morte da atriz.
Dina Sfat morreu aos 49 anos, vítima de um câncer de mama contra o qual já lutava havia anos. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Comunal Israelita do Caju.

9977 – Morre aos 86 anos o humorista Canarinho, da ‘Praça é Nossa’


Simpático e boa praça, canarinho vai deixar saudades...!
Simpático e boa praça, canarinho vai deixar saudades…!

Canarinho também participou da primeira versão da novela “Meu Pedacinho de Chão” da Rede Globo, cujo remake como sabemos, está para estrear.
O humorista Aloísio Ferreira Gomes, mais conhecido como Canarinho, morreu aos 86 anos no início da tarde desta sexta-feira (21-março-2014), segundo informou a assessoria de imprensa do SBT.
Ele havia sofrido um infarto agudo do miocárdio no último domingo (16) e estava internado no hospital Santana, em Mogi das Cruzes (interior de São Paulo). O corpo será cremado, mas ainda não há informações sobre o velório.
Nascido em Salvador, Canarinho começou a trabalhar com 17 anos. Aos 20, já cantava na rádio Excelsior, da Bahia.
Em 1955, foi morar em São Paulo, e cantou com Russo do Pandeiro, ex-integrante do Bando da Lua, na rádio Nacional.
Trabalhou na TV Paulista, onde foi parte do humorístico “Praça da Alegria”, de Manoel da Nóbrega, pai de Carlos Alberto de Nóbrega. Manoel e Canarinho se tornaram amigos próximos. Passou também por outros programas, como “Folias do Golias” e “Balança, Mas não Cai”.
Além de atuar, era também redator, escrevendo para “Programa Show Canarinho”, “Domingo é Dia”, “Brincadeira tem Hora”, entre outras atrações televisivas cômicas.
Foi também ator de novelas, como “Meu Pedacinho de Chão”, “Paixão Proibida” e “Sinhá Moça”, além da série “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, da TV Globo. Além de “Pé de Vento”, da Bandeirantes, ao lado do também já falecido ator Fausto Rocha.
No cinema, participou de filmes da época da pornochanchada, entre os quais se destacam “Snuff, Vítimas do Prazer” (1977), de Cláudio Cunha, e “Nos Tempos da Vaselina” (1979), de José Miziara. Ao todo, trabalhou em mais de dez longas.
Foi colunista de esportes do jornal “Folha da Manhã”, jornal do Grupo Folha (que edita a Folha).
Com Carlos Alberto, fez o humorístico “A Praça é Nossa”, no SBT, onde trabalhava desde 1987. Como Canarinho, ele fazia um quadro em que, ao conversar no telefone, tirava sarro de um valentão da praça.
“Lamentamos a perda do humorista e deixamos nossos sentimentos aos familiares, amigos, admiradores e colegas de trabalho de Canarinho”, disse o SBT em nota.

9965 – Teledramarturgia – Meu Pedacinho de Chão, remake


Não espere uma fábula como na versão original.
O autor também vai precisar de muitos trunfos para compensar a ausência da atriz mirim prodígio Patrícia Ayres, da primeira versão.

professorinha

“Meu Pedacinho de Chão” é um remake de Benedito Ruy Barbosa de uma história escrita por ele mesmo em 1971. A novela foi a responsável por inaugurar a faixa das 18h da Globo e teve 185 capítulos. Esta nova versão, por sua vez, terá apenas 100.
Outro diferencial estará no elenco. Em vez de mais de 50 nomes fixos e outras participações, como “Joia Rara”, “Meu Pedacinho de Chão” terá apenas 20. Para efeitos de comparação, até mesmo “Malhação”, que tem investimentos menores e menos de 25 minutos diários, conta com um elenco mais extenso (cerca de 30 fixos).
Tais mudanças, no entanto, não desanimam o diretor de núcleo Luiz Fernando Carvalho. Afastado das novelas desde “Esperança” (2012), ele se mostra até animado com este novo modelo.
Em entrevista recente ao jornal “O Estado de São Paulo”, Carvalho declarou: “Não preciso montar e desmontar estúdios enlouquecidamente, cenários para 300 personagens, fazer 300 roupas, não tenho seis frentes de gravações, essa industrialização, no mau sentido do termo, é possível controlar”.
A protagonista é Juliana (Bruna Linzmeyer), uma professora que chega à cidade de Santa Fé e se depara com um povo acuado, vivendo sob a autoridade do coronel Epa (Osmar Prado). A mocinha será disputada pelo filho de Epa, Ferdinando (Johnny Massaro) e pelo peão Zelão (Irandhir Santos).
O coronel é casado com Catarina (Juliana Paes), uma mulher simples e ingênua. Ele ainda vive uma rivalidade com o idealista Pedro Falcão (Rodrigo Lombardi), que defende o progresso na cidade.

9362 – Mega Memória Teledramaturgia – Novela Selva de Pedra, trilha sonora


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Em 1972, a música Rock And Roll Lullaby fez enorme sucesso ao ser incluída na trilha sonora internacional da primeira versão da novela Selva de Pedra. Foi o tema do par romântico formado por Simone (Regina Duarte) e Cristiano (Francisco Cuoco).
A questão curiosa é que Rock And Roll Lullaby não é exatamente uma música romântica, apenas fala sobre um garoto cuja sua jovem mãe canta para ele uma cantiga de ninar para confortá-lo.
A música foi escrita por Barry Mann e Cynthia Weil, e fez parte de um disco de B.J. Thomas que também tinha músicas compostas por nomes como Carole King e Stevie Wonder.
B.J. Thomas disse que essa era sua canção favorita neste disco. O solo de guitarra, que se destaca na música, foi de Duane Eddy.
Os backing vocals femininos ficaram a cargo do grupo The Blossoms. Dave Somerville também participou dos backings. Certa vez, durante um concerto ao vivo nos anos 70, B.J. Thomas disse que os Beach Boys fizeram os backings.

9288 – Mega Personalidades – México de Luto com morte de uma atriz famosa


Alvarez no auge de sua beleza
Alvarez no auge de sua beleza

Karla Mercedes Álvarez Báez (Cidade do México, no México em 15 de outubro de 1972 – 15 de novembro de 2013 ) foi uma atriz mexicana. Karla Álvarez começou sua carreira como atriz aos 20 anos, co-protagonizando a bem-sucedida telenovela María Mercedes, ao lado de Thalía, em 1992.
Ela é graduada como uma bailarina profissional na “Escola Nacional de Dança Contemporânea e Clássica (INBA)” e ingressou a partir das fileiras do “Centro de Artes Educação (CEA)” da Televisa, se caracterizou pela força das suas personagens, principalmente antagônicas, que realizou juntamente ao lado das atrizes Kate del Castillo, Laura León, Elsa Aguirre, Chantal Andere e Gabriela Spanic, entre outras.
A longa lista de telenovelas e séries que tenha Karla, incluem Buscando Paraíso, Agujetas de color de rosa, Prisonera de amor, Acapulco, cuerpo y alma, Mi querida Isabel, La Mentira, Cuento de Navidad, Alma rebelde, Mujeres engañadas, La Intrusa e ¡Vivan los niños!.
Em 2002, Karla levou o terceiro crédito da peça La Casa de los Líos, tendo trabalhado nas peças La Cenicienta e Engáñame si puedes.

No entanto, em 2003, Karla participou do reality show Big Brother VIP, onde permaneceu pouco mais de 50 dias, após protagonizar um romance com o George ‘El Burro’ Van Rankin.
A morte precoce da atriz mexicana Karla Álvarez, conhecida por ter atuado em novelas como “Agujetas de color de rosa” e “Maria Mercedes”, esta última transmitida no Brasil pelo SBT, comoveu o México.
A notícia sobre o falecimento da atriz foi dada por sua irmã em um programa de televisão do país.
Momentos depois, o jornalista mexicano Gustavo Adolfo Infan confirmou a a informação por meio de sua conta no Twitter.
O serviço em espanhol da BBC, no México, Alberto Nájar, disse que, oficialmente, a Promotoria Geral do Distrito Federal (PGJDF), responsável pelas investigações, não informou a causa da morte de Karla, embora rumores indiquem que a atriz tenha sofrido uma parada cardiorrespiratória.

9162 – De Volta aos anos 70 com “Pecado Mortal” da Record


Charger RT era a estrela do Show no Brasil doas anos 70, com seu motor V8
Charger RT era a estrela do Show no Brasil doas anos 70, com seu motor V8

Os aos 70 são “imortais”, quem viveu nunca vai esquecer a magia da Disco, entre outras coisas. Mesmo problemas como a Ditadura Política aqui no Brasil, não foram suficientes para sufocar o cult mundial, e hoje, embora não haja ditadura e mesmo apesar de avanços tecnológicos, houve um retrocesso ainda que, sem a tirania ufanista do “ameo-o ou deixe-o”.

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Record investe alto nos cenários de “Pecado Mortal”
De acordo com o jornal “O Globo”, a trama foi a produção mais cara já feita pela emissora.
Os maiores investimentos estão sendo feitos nos efeitos visuais, já que o folhetim se passa nos anos de 1970, e nos cenários. Ao todo, serão 40 ambientes, e chama a atenção dos bastidores o cuidado na produção.

Opala SS
Opala SS

Enredo
A novela trata de poder e poderosos. A novela Pecado Mortal fala da ascensão do tráfico de drogas no Rio e do declínio do jogo do bicho no fim da década de 1970. A família de bicheiros será dona de uma escola de samba.
Dois primos sem nenhum caráter, vindos do interior, e um detetive vilão serão personagens de peso na trama.
Paloma Duarte interpretará Dorotéia. Ela é o verdadeiro cérebro da família Ashcar, rivais de Michelle (Luiz Guilherme) e sua família, os Vêneto. Articulada, impiedosa e sanguinária quando acha que precisa impor respeito, ela exerce seu poder sobre o irmão, Danilo (Gustavo Machado). A relação entre os irmãos é complexa. Fogosa e voluntariosa, gosta de seduzir empregados, mas logo se cansa dos amantes.
Juliana Didone será Leila, uma garota linda, inteligente, esperta e que zela extremamente por sua liberdade.
Maytê Piragibe trocou as vestes brancas da egípcia Azenate, de José do Egito, pelo batom vermelho de Donana. A atriz participa da primeira fase da novela. Há quem defina a moça como uma verdadeira peste. Sem medo do perigo, Donana é capaz de usar até métodos ilícitos para atingir seus objetivos.
Henrique Guimarães vive o italiano Michelle na fase jovem. Galanteador por natureza, o rapaz consegue seduzir as meninas mais pelo porte do corpo do que por um rostinho bonito. Apesar de ser discreto, se engana quem pensa que Michelle é flor que se cheire.

Trilha Sonora
Com uma trilha sonora surpreendente, a emissora apostou nas músicas que foram sucesso nos anos 70.

Veja a trilha internacional:

The Crusaders – Street Life
Donna Summer – Bad Girls
Village People – Macho Man
Miley Cyrus – We Can’t Stop
Kelly Clarkson – Tie It Up
Jason Mraz – I Dont Miss You
Adele – Don’t You Remember
Fifth Harmony – Miss Movin’ On
Austin Mahone – What About Love
John Mayer Feat. Katy Perry – Who You Love

9050 – Mega Memória Teledramaturgia – Novela Celebridade


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☻ Mega Introdução
Acertando em cheio na trilha sonora, a Globo escolheu a clássica Loves Theme de Barry White, um sucesso da era pré-Disco, do início dos anos 70, como tema de abertura. Uma exceção à regra geral, provavelmente como homenagem ao recentemente falecido maestro norte-americano.

Exibida originalmente de 13 de outubro de 2003 a 26 de junho de 2004, em 221 capítulos. Escrita por Gilberto Braga, com a colaboração de Leonor Bassères, Ricardo Linhares, Sérgio Marques, Márcia Prates, Maria Helena Nascimento, Denise Bandeira e Ângela Chaves, teve direção geral de Dennis Carvalho.
Na verdade, Laura é uma arrivista, que não quer apenas tomar tudo da outra, mas transformar-se em uma nova Maria Clara. Na trama, a razão do ódio de Laura pela patroa é que ela é filha da verdadeira musa da canção que fez de Maria Clara uma mulher rica e famosa, enquanto ela e a mãe amargaram uma vida miserável. Maria Clara, porém, sempre acreditou que a música Musa de verão fora composta por seu ex-noivo Wagner em sua homenagem. Para realizar o plano de destruir a rival, Laura conta com a ajuda de Marcos, seu amante e cúmplice. Eles começam a trabalhar, respectivamente, como assistente e motorista de Maria Clara, e aos poucos vão se infiltrando na vida da “celebridade”. A dupla de vilões Laura e Marcos – a “Cachorra” e o “Michê”, como eles se chamavam mutuamente- aprontaram muito.

A telenovela estreou com 50 pontos de média, embalada com o sucesso de “Mulheres Apaixonadas”, sua antecessora no horário nobre.
Em seu último capítulo, Celebridade registrou a maior média de audiência de um capítulo final de novela desde Renascer, em 1993, 63 pontos, com picos de 67 pontos.
Celebridade obteve excelentes índices de audiência desde sua primeira semana no ar. A novela foi destaque na edição de março de 2004 da revista norte-americana Variety, que publicou uma entrevista com Gilberto Braga.

9026 – Mega Personalidades – A Morte de Cláudio Cavalcanti


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Leia sobre a vida de Cláudio Cavalcanti no Mega 5129

O ator e secretário municipal de Defesa dos Animais do Rio de Janeiro, Cláudio Cavalcanti, morreu no final da tarde deste domingo (29), informou o hospital Pró-cardíaco Botafogo, na zona sul da cidade.
O ator estava internado desde segunda-feira. O hospital não revelou a causa da morte.
Cavalcanti era carioca, tinha 73 anos e fez mais de 50 novelas, minisséries e especiais. Nos últimos anos se dedicava mais à carreira política, tendo sido vereador e, mais recentemente, secretário do governo de Eduardo Paes.
De acordo com a Prefeitura do Rio, o secretário se internou na última segunda-feira para fazer uma cirurgia na coluna e sofreu “complicações cardíacas”.
Seu último trabalho vai estrear no dia 7 de outubro na GNT. Cláudio participou da segunda temporada de “Sessão de Terapia” onde interpretou um empresário com Síndrome do Pânico.
Dirigida por Selton Mello, a série uma franquia israelense “BeTipul” e mostra o terapeuta, vivido por Zécarlos Machado, atendendo seus pacientes e também se tratando.

8178 – Mega Memória – Sandra Brea


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(Rio de Janeiro, 11 de maio de 1952 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 2000), conhecida profissionalmente como Sandra Bréa, foi uma atriz brasileira. Foi considerada símbolo sexual do país na década de 1970 e na década de 1980.
Ela era famosa não apenas pelos seus muitos trabalhos, mas também por ter assumido publicamente, em agosto de 1993, que foi contaminada pelo vírus da AIDS, lutando contra a discriminação. Contudo, a atriz faleceu vítima de câncer de pulmão, sete anos mais tarde.
Sandra Bréa iniciou sua carreira aos treze anos de idade, como modelo. Aos catorze, ela seguiu para o teatro de revista do Rio, onde estrelou Poeira de Ipanema.
Em 1972, o diretor Daniel Filho convidou-a para interpretar Telma, personagem da novela O Bem-amado, da Rede Globo.
Como atriz estreou, em 1968, na peça Plaza Suite, tendo sido escolhida para o papel pelo diretor João Bittencourt e pela atriz Fernanda Montenegro.
Contratada por Moacyr Deriquém, foi trabalhar na Rede Globo, estreando na telenovela Assim na Terra Como no Céu, em 1970. Seu primeiro grande papel, porém, foi no clássico O Bem Amado, de Dias Gomes, em 1973. Em seguida, atuou em Os Ossos do Barão e Corrida do Ouro, Escalada, O Pulo do Gato , Memórias de Amor, Elas por Elas, Sabor de Mel, Ti Ti Ti, Bambolê, Pacto de Sangue, Gente Fina e Felicidade. Com exceção de Sabor de Mel, feita na Rede Bandeirantes, todas as demais foram feitas na Rede Globo.
Logo que estreou na televisão, Sandra Bréa começou a fazer não apenas novelas, mas também shows, como Faça Humor, Não Faça Guerra, onde conheceu Luís Carlos Miele, que veio a ser seu parceiro em uma série de apresentações que misturavam canto, dança e humor, principalmente no programa Sandra e Miele, apresentado pela Rede Globo a partir de 1976, tornando-se um grande sucesso de crítica e de audiência.
Muito bonita, Sandra Bréa foi um dos principais símbolos sexuais do Brasil, principalmente na década de 1970, tendo posado nua diversas vezes para as revistas como Status e Playboy, entre outras. Sua beleza também rendeu convites para filmes eróticos (como Sedução; Cassy Jones, o magnífico sedutor; Herança dos devassos, Um uísque antes, um cigarro depois e Os mansos) e pornochanchadas. Seus primeiros nus foram feitos ainda na década de 1970, em pleno regime militar, quando esse tipo de coisa era bem menos comum.

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Desde que anunciou que era soropositiva, Sandra Bréa se afastou de tudo e de todos. Em dezembro de 1999, seus médicos detectaram um tumor maligno no pulmão em estágio avançado e lhe deram seis meses de vida. No mês seguinte, foi internada e submetida a uma biópsia. A proposta foi de um tratamento à base de quimioterapia e radioterapia. Sandra recusou. Escondeu por um tempo sobre a doença. Quando revelou-a, primeiramente disse ter se infectado em uma doação de sangue contaminada, pois em 1991 sofreu um grave acidente de carro em que precisou de transfusão. Porém, pesquisas constataram, que naquela época só eram infectadas mulheres no interior, onde não havia uma fiscalização adequada.
No final de abril de 2000, já praticamente sem voz, com muitas dores, insuficiência respiratória e febre, a atriz concordou em receber um oncologista.
Em 2 de maio de 2000, ela foi levada ao Hospital Barra D’or para fazer uma tomografia computadorizada. Não soube o resultado, pois morreu dois dias depois em sua casa, em Jacarepaguá. “Não morrerei de Aids”, dizia. “Vou morrer como qualquer um, atropelada.”
Ela deixou um filho adotado, Alexandre Bréa Brito, com quem alegadamente estava brigada à época de sua morte.

sandra brea

7474 – Teledramaturgia – Aos 82, ator Walmor Chagas é achado morto no interior de São Paulo


O ator Walmor Chagas morreu nesta sexta-feira (18-01-2013), aos 82 anos, na casa em que morava em Guaratinguetá, região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo.
A causa da morte foi um disparo no peito, segundo a Polícia Civil.
Walmor morava no interior havia muitos anos, num hotel-fazenda chamado Sete Nascentes, no bairro das Pedrinhas. O ator era dono da pousada.
José Arteiro de Almeida, administrador do estabelecimento, foi quem encontrou o corpo, por volta das 16h40 da tarde desta sexta, e chamou a polícia logo em seguida.
Almeida, que trabalhava com Walmor havia 30 anos, afirmou que todos os funcionários já tinham ido embora e só ele e o ator estavam no local. Almeida saiu para tomar banho e, quando voltou, encontrou o corpo.
Segundo Almeida, embora Walmor estivesse sofrendo de diabetes, ele aparentava estar normal e sem apresentar indícios de que poderia cometer suicídio.
A região onde fica o hotel-fazenda está na encosta da serra da Mantiqueira, um lugar de difícil acesso.
Segundo informações da polícia, um delegado do 2º DP e investigadores de plantão estão no local. Como a comunicação com a equipe é difícil, não há mais informações sobre o caso até o momento.
Nascido em Porto Alegre, o ator estreou com uma pequena participação num episódio do “Grande Teatro Tupi”, da TV Tupi, em 1953. No cinema, estreou em 1965, em “São Paulo S.A.”, de Luís Sérgio Person. Um de seus últimos papéis foi vivido no filme “Cara ou Coroa” (2012), de Ugo Giorgetti. Em 2008, foi premiado pelo conjunto de sua obra cinematográfica no Festival de Gramado.
Na TV, participou de novelas como “A Favorita” (2008), “Pé na Jaca” (2006), “Esperança” (2002), “Selva de Pedra” (1986) e “Vereda Tropical” (1984), na Globo, e “Caminhos do Coração” (2007), na Record.
Walmor Chagas foi uma das estrelas do TBC, o Teatro Brasileiro de Comédia –uma das referências de arte dramática no país nos anos 50 e 60–, ao lado de Cacilda Becker (1921-1969), com quem se casou e teve uma filha, a cantora Maria Clara Becker, adotada pelo casal em 1964. Em março deste ano, o ator seria homenageado pelos 64 anos de teatro na cerimônia do Prêmio Shell, no Rio.
Em 2011, em entrevista à série “Grandes Atores”da GloboNews, falou sobre as poucas aparições nos últimos anos e disse que passou a se sentir deslocado no circuito das artes. “É como um atleta: tem um período de auge, depois começa a decair.” Disse, ainda, que um ator tem de saber a hora de sair de cena.
“Apesar dos problemas físicos, como uma doença que tinha na vista, ele era uma pessoa alegre e bem-humorada. Tinha uma voz impressionante, idêntica à voz dos tempos em que filmou ‘São Paulo S/A’. Vivia absolutamente sozinho no sítio, mas parecia gostar muito disso. Quando vinha filmar ficava ansioso para voltar para casa”, diz Julia Ianina, 29, atriz que fez o papel de neta de Walmor no filme “Cara ou Coroa”.

Trabalhos na TV
1965 – “A Outra”
1965 – “Teresa”
1966 – “O Amor Tem Cara de Mulher”
1967 – “Presídio de Mulheres”
1969 – “Nenhum Homem É Deus”
1970 – “As Bruxas”
1974 – “Corrida do Ouro”
1975 – “O Grito”
1977 – “Locomotivas”
1979 – “Como Salvar Meu Casamento”
1980 – “Coração Alado”
1981 – “O Amor É Nosso”
1982 – “Avenida Paulista”
1982 – “Final Feliz”
1983 – “Eu Prometo”
1984 – “Caso Verdade, Esperança”
1984 – “Vereda Tropical”
1986 – “Selva de Pedra”
1987 – “Mandala”
1988 – “O Pagador de Promessas”
1993 – “Sex Appeal”
1993 – “Sonho Meu”
1996 – “Salsa e Merengue”
1997 – “Malhação”
2000 – “Marcas da Paixão”
2001 – “Os Maias”
2002 – “Esperança”
2005 – “Mad Maria”
2006 – “Pé na Jaca”
2007 – “Caminhos do Coração”
2008 – “A Favorita”
2009 – “Os Mutantes”

Walmor