14.348 – Música – Da Escandinávia para o Mundo – Ace Of Base


Ace of Base
Os Sucessores do Abba

Uma banda dance e pop da Suécia constituída por Ulf Gunnar Ekberg (Buddha), e os irmãos Jonas Berggren (Joker), Malin Sofia Katarina Berggren (Linn) e Jenny Cecilia Berggren. Muitas vezes são comparados com o ABBA, outra banda do mesmo país. Ace Of Base é considerado um dos maiores fenômenos da música européia e também mundial em todos os tempos.
A história da banda teve início quando os três irmãos Jonas, Jenny e Linn Berggren formaram uma banda chamada “Tech Noir”. Jonas conheceu o Ulf Ekberg e juntos começaram a compor e produzir músicas, criando assim o Ace of Base.

Após gravar uma fita demo, onde entre outras estava “All That She Wants”, eles foram para Estocolmo procurar pelas grandes Gravadoras. Nenhuma delas se mostrou interessada (Jonas ainda se lembra de alguém falando que as músicas eram “Obvias demais, simples demais”). O próximo passo foi Copenhaga, onde a Mega Records imediatamente viu que eles tinham potencial e adorou o estilo pop-reggae das músicas.
O primeiro single do Ace of Base foi “Wheel of Fortune”, seguido então pelo conhecidíssimo hit “All That She Wants”. “The Sign” e “Don’t Turn Around” também se tornaram sucessos internacionais.
A banda primeiramente teve sucesso na Dinamarca, depois Alemanha, o resto da Europa, Ásia, antes de conquistar a América.
No total, o primeiro álbum, chamado Happy Nation, vendeu 23 milhões de cópias e mantém a marca de Album de Estréia Mais Vendido no Guiness Book. Além de alcançar vários prémios, como seis WMA, três Billboard Awards, três America Music Awards, vários Grammy Awards da Europa e duas nomeações ao Grammy.
Em 1994 gravaram aquele que seria o melhor house single da década de 1990, Living Danger

14.321 – ☻Mega Personalidades – Barbra Streisand


barbra strident
Barbara Joan Streisand, (Brooklyn, Nova Iorque, 24 de abril de 1942), conhecida como Barbra Streisand, é uma cantora, compositora, atriz, diretora e produtora cinematográfica norte-americana, de origem judaica, vencedora de 2 Oscars, tendo sido indicada para mais três estatuetas.
Ela ganhou dois Oscar, quinze Grammy, seis Prêmios Emmy, um prémio Tony especial, um American Film Institute.
Barbra é uma das artistas mais bem sucedidas, tanto comercialmente como de crítica, na história do entretenimento norte-americano, com mais de 72,5 milhões de álbuns vendidos nos Estados Unidos e 152,5 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo.
Barbra Streisand é uma das poucas estrelas do show business a conquistar prémios em diversas áreas da arte – Oscar (cinema; 2), Grammy (música; 15), Tony (teatro; 1) e Emmy (televisão; 6). Ela foi também a primeira mulher a, simultaneamente, produzir, dirigir, escrever e atuar em um filme (“Yentl”, de 1983).

Ela iniciou a sua carreira em 1962 com a peça da Broadway “I Can get it For you Wholesale”. O seu primeiro disco, The Barbra Streisand Album, foi lançado em 1963 e premiou-a com dois Prémios Grammy. Barbra possui uma voz poderosa e imprime uma interpretação dramática às músicas que grava, especialmente nas baladas românticas. Fez duetos com artistas como Neil Diamond, Donna Summer, Frank Sinatra, Celine Dion, Bryan Adams, Burt Bacharach e Barry Gibb.
A sua estreia no cinema foi em 1968, com o musical Funny Girl e sua atuação rendeu-lhe o Oscar de melhor atriz. Foi indicada também pelo filme Nosso Amor de Ontem, em 1973. Também ganhou o Oscar de melhor canção original pelo filme Nasce uma Estrela em 1976. Em 1964, casou-se com o ator Elliot Gouldy com quem teve o seu único filho, Jason, mas o divórcio veio logo após conquistar o Oscar de melhor atriz. Depois de vários romances, Barbra casou-se em 1998 com o ator e diretor James Brolin.
A RIAA e a Billboard reconhecem Streisand como detentora do recorde de artista feminina que conquistou mais álbuns Top10 da história: um total de 34 desde 1963.
A Billboard também reconhece Streisand como a maior mulher de todos os tempos em sua tabela Billboard 200 e um dos maiores artistas de todos os tempos em sua tabela Hot 100.
Um pouco mais
Barbara Joan Streisand nasceu em 24 de abril de 1942, em Brooklyn, Nova York, numa família de judeus, filha de Emmanuel e Diana Streisand. É a segunda de dois filhos por parte do pai Emmanuel, um professor de uma escola respeitada. Quinze meses após o nascimento de Streisand, Emmanuel morreu de uma hemorragia cerebral e a família quase foi a falência.
A carreira de Barbra Streisand começou quando ela se tornou uma cantora de boate, durante a sua adolescência. Ela queria ser atriz e apareceu em várias produções teatrais, incluindo Driftwood em 1959, com a então desconhecida Joan Rivers. Driftwood durou apenas seis semanas.
Streisand voltou à Broadway em 1964 com uma atuação aclamada como Fanny Brice em Funny Girl. Por causa do sucesso da peça, ela apareceu na capa da Time, e em 1968 apareceu na adaptação cinematográfica de Funny Girl que lhe deu o Oscar de melhor atriz.
Streisand gravou 35 álbuns de estúdio, quase todos com a Columbia Records. Os seus trabalhos mais conhecidos no início da década de 1960 são The Barbra Streisand Album, People, Stoney End, The Way We Were, Guilty, The Broadway Album e Higher Ground. Os discos de Streisand foram nomeados para mais de 44 prémios Grammy, ganhando 15 desses, incluindo todos os especiais.
Durante os anos 1970, ela também teve grande sucesso nas paradas pop, com músicas Top 10 na Hot100 como The Way We Were (EUA Nº. 1), Evergreen (EUA Nº. 1), No More Tears (Enough Is Enough) (1979, com Donna Summer), que até hoje é considerado o dueto de maior sucesso comercial, (EUA Nº. 1), You Don’t Bring Me Flowers (com Neil Diamond) (EUA Nº. 1), Stoney End (EUA Nº. 5), My Heart Belongs To Me (EUA Nº. 4) e The Main Event (EUA Nº. 3). Como o fim da década de 1970, Streisand foi nomeada o artista mais bem sucedido nos EUA atrás somente de Elvis Presley e The Beatles.
Em 1980, Barbra lançou o seu álbum de maior sucesso comercial: Guilty, tendo vendido até hoje mais de 20 milhões de cópias e foi produzido por Barry Gibb dos Bee Gees junto com a equipa de produção de Albhy Galuten e Karl Richardson.

A faixa-título, um dueto entre Streisand e Gibb, ganhou o Prémio Grammy de Melhor Performance Pop por um Duo ou Grupo com Vocal em 1981, e foi o # 3 da Billboard Hot 100 hit. O primeiro single Woman in Love tornou-se uma das canções de maior sucesso da carreira de Streisand. A música passou um total de três semanas na posição # 1 da parada da Billboard. Além desses dois hits, o álbum também trouxe mais dois outros sucessos: What Kind Of Fool, outro dueto entre Streisand e Gibb e Promises. Em 2005, Barry Gibb propôs lançar uma sequência para este álbum, Guilty Pleasures. Não gerou tanto êxito como o álbum de 1980, mas possui músicas notáveis como Stranger In A Stranger Land e Above The Law, dueto entre ambos. Também em 2005 Barbra relançou o álbum remasterizado com novas entrevistas dela com Gibb, duas performances ao vivo de 1986 e uma galeria de fotos.
Depois de anos fora da Broadway, trabalhando apenas em música pop em favor de um material mais contemporâneo, Streisand voltou ao seu teatro-musical com The Broadway, que foi um sucesso inesperado, segurando o cobiçado 1 º lugar da Billboard por três semanas seguidas, e ser certificado quádruplo de platina. O álbum contou com músicas de Rodgers & Hammerstein, George Gershwin, Jerome Kern, e Stephen Sondheim, que foi persuadido a reformular algumas de suas músicas especialmente para esta gravação. The Broadway Album foi recebido com aclamação, incluindo uma indicação ao Grammy de álbum do ano, e finalmente, entregou a Streisand o seu oitavo Grammy de Melhor Cantora. Depois de lançar o álbum ao vivo One Voice em 1986, Streisand criou Great White Way em 1988. No início da década de 1990, Streisand passou a concentrar-se nos esforços como diretora de filmes e se tornou quase inativa no estúdio de gravação. Em 1991, um conjunto de caixa de quatro discos, foi apresentado.
Atualmente Streisand ja vendeu 140 milhões de álbuns mundialmente, e 71.5 milhões de álbuns nos Estados Unidos e é a artista feminina que mais vendeu discos nos Estados Unidos, ocupando a oitava colocação na lista geral.
Seu primeiro filme foi uma reprise do seu sucesso da Broadway, Funny Girl (1968), um sucesso artístico e comercial dirigido pelo veterano William Wyler . Streisand ganhou o Oscar de Melhor Atriz para o papel, compartilhando-o com Katharine Hepburn ( O Leão no Inverno ), foi a única vez que houve um empate nesta categoria do Oscar. Seu próximo filme também foi baseado um musicail, Hello, Dolly! , dirigido por Gene Kelly (1969) e Alan Jay Lerner. E depois On a Clear Day You Can See Forever outro musical dirigido por Vincente Minnelli.
Streisand iniciou seu trabalho como diretora, produtora e roteirista com o filme Yentl pelo qual ela se tornou a primeira mulher da historia a atuar, dirigir, produzir e escrever um filme, e também se tornou a primeira mulher a vencer um Globo de Ouro de Melhor Diretor, mas apesar de ter vencido o globo de ouro o filme nem sequer foi indicado ao Óscar de melhor filme e Óscar de melhor diretor o que causou muita discussão.
Após 8 anos afastado do cinema, Streisand retornou ao cinema em 2004 com o filme Meet the Fockers (e na sequencia Meet the Parents ), atuando ao lado de Dustin Hoffman , Ben Stiller , Blythe Danner e Robert De Niro . Em 2005 a Barwood Streisand Films, empresa de Streisand, comprou os direitos do livro Anão de Mendel,[25] onde ela futuramente dirigiria e atuaria em uma adaptação do livro para o cinema. Em dezembro de 2008, ela declarou que ela estava pensando em dirigir uma adaptação do livro de Larry Kramer Coração Normal , um projeto que ela tem trabalhado desde os meados da década de 1990.
Streisand pessoalmente reuniu 25 milhões dólares para as organizações através de suas performances ao vivo. A Fundação Streisand, criada em 1986, contribuiu com mais de 16 milhões dólares por cerca de 1.000 bolsas para organizações nacionais que trabalham na preservação do meio ambiente, a proteção das liberdades civis e dos direitos civis, aos direitos da mulher.
Em 2008, Streisand levantou 5 milhões para dólares de Pesquisa Cardiovascular da Barbra Streisand para o Centro do Coração da Mulher.

14.290 – Instrumentos Musicais – O Trompete


trompete
É um instrumento musical de sopro, da família dos metais (o trompete é o que produz o som mais agudo da família), caracterizado por instrumentos de bocal, geralmente fabricados de metal. Também faz parte o pistão (pistom, por metonímia) é o sítio onde os trompetistas carregam para fazer um derivado de sons com o mesmo. Quem toca o trompete é chamado de trompetista.
O trompete é constituído por corpo, chave de água, bomba de afinação, pistões, cotovelos e bocal. É utilizado em diversos gêneros musicais, sendo muito comumente encontrado na música clássica, no jazz, bandas marciais e nos mariachis. Também é encontrado em estilos mais acelerados, como o frevo, o ska e latinos como o mambo e a salsa, bem como no Maracatu Rural, da zona da mata do norte de Pernambuco,o trompete tem as notas mais agudas na família dos metais e um papel preponderante na orquestra, o trompete possui um conjunto de válvulas e pistões que lhe permitem tocar sequências extremamente rápidas e virtuosas mas também uma melodia lírica e romântica acompanhada pelos restantes instrumentos.
Basicamente, o trompete é tubo de metal cilíndrico em três quartos da sua extensão, tornando-se então cônico e terminando numa campana. O bocal, localizado do lado oposto da campana, pode possuir diferentes formatos, e quanto mais raso, mais facilmente os registros altos poderão ser tocados.[3] A distância percorrida pelo ar dentro do instrumento é controlada com o uso de pistões ou chaves, que controlam a distância a ser percorrida pelo ar no interior do instrumento. Além de controladas pelos pistões, as notas são também controladas pela pressão dos lábios do trompetista e pela velocidade com que o ar é soprado no instrumento.

O trompete é muitas vezes confundido com o seu “parente mais próximo” – o cornetim. Porém, o cornetim tem um tubo mais cônico, e o trompete tem o tubo mais cilíndrico. Isto, junto com curvas adicionais na tubulação do cornetim, dá a este um tom um pouco mais aveludado. Eles têm o mesmo comprimento da tubulação e, portanto, o mesmo passo, por isso a música escrita para o cornetim e a trompete é intercambiável. Outro parente, o fliscorne (muito empregado no Jazz e música popular; e em músicas mais movimentadas, expressando outro timbre), tem tubulação mais cônica do que a trombeta tradicional, e um tom mais rico. Às vezes é aumentado com uma válvula de quarto para melhorar a entonação de algumas notas mais baixas.
Desde meados do século XIX (1815) o trompete está munido de três pistões, o que lhe permite produzir cromaticamente todos os sons dentro da sua extensão. Tem um bocal hemisférico ou em forma de taça.

A maioria dos modelos modernos de trompete possui três válvulas de pistão, cada uma delas aumentando o comprimento do tubo, por consequência baixando a altura da nota tocada. A primeira válvula baixa a nota em um tom (dois semitons), a segunda válvula em meio tom (um semitom) e a terceira em um tom e meio (três semitons). Usadas isoladamente e em combinação, as válvulas fazem do trompete um instrumento totalmente cromático, isto é, capaz de tocar as doze notas da escala cromática.
Dos instrumentos musicais, depois da voz humana, pode-se dizer que o trompete é um dos instrumentos mais antigos. Ele nasceu da necessidade que os pastores tinham para conduzir os seus rebanhos e para assustar animais pré-históricos. Eram ainda usados à maneira de um megafone, para fins mágicos ou rituais: cantava-se ou gritava-se para dentro do tubo para afastar os maus espíritos. Nessa época ele não tinha afinação ou escala, e eram feitos a partir de tubos de cana, bambu, madeira ou osso e até conchas. Mais tarde, os romanos e outros povos construíram-no de metal para ser utilizado para fins militares. Seus toques comunicavam as ordens para o exército agir em combate.
Embora os trompetes sejam instrumentos de tubo essencialmente cilíndrico, há trompetes extra-europeus (por exemplo, as do antigo Egito) que são nitidamente cônicos.

A partir da Idade do Bronze os trompetes passaram a ser usadas sobretudo para fins marciais. Na Idade Média os trompetes eram sempre feitas de latão, usando-se também outros metais, marfim e cornos de animais. No entanto, tinham uma embocadura já semelhante à dos instrumentos atuais: um bocal em forma de taça. Este bocal era muitas vezes parte integrante do instrumento e não uma peça separada, como acontece atualmente.

Até fins da Renascença predomina ainda a trompete natural, (aquela que produz os harmônico naturais). Os trompetes menores eram designadas por clarino. Era habitual, ao utilizar vários trompetes em conjunto, cada uma delas usar só os harmônicos de uma determinada zona da sua extensão. Durante o período Barroco os trompetistas passaram a se especializar em cada um destes registos, sendo inclusive remunerados em função disso. O registo clarino, extremamente difícil, era tocado apenas por virtuosos excepcionais, capazes de tocar até ao 18.º harmônico. O trompete natural no registo de clarino tem um timbre particularmente belo, bastante diferente do timbre do trompete atual.
Trompete de pistão, idealizado por Heinrich Stölzel, em 1815.
Exemplo de um Pistão todo desmontado.
O desaparecimento, após a Revolução Francesa, de pequenas cortes que mantinham músicos foi uma das razões que fizeram com que os executantes de clarino desaparecessem também no fim do século XVIII.
A impossibilidade de produzir mais sons para além de uma única série de harmônicos era a maior limitação dos instrumentos naturais. Já no principio do Barroco este problema começa a ser encarado seriamente, surgindo as trompetes de varas.
Diferentes tipos de surdina para trompete.
Existe em Berlim um trompete de 1615 em que o tubo do bocal pode ser puxado para fora 56 cm, aumentando o comprimento do tubo o suficiente para o som baixar uma terça. Vários instrumentos, hoje obsoletos, foram construídos como resultado de invenções e tentativas, até a criação do sistema de válvulas (ou pistões), idealizado pelo alemão Heinrich Stölzel, em 1815, para instrumentos de metal. Em 1939 o francês Périnet patenteou um sistema de válvulas chamado “gros piston” que é a origem das válvulas utilizadas hoje em dia nos trompetes.
Surge então uma nova era, não só para o trompete como também para outros metais, pois com esse sistema de válvulas eles ficaram completamente cromáticos.

Com a utilização de um equipamento conhecido por surdina, é possível se modificar o som dos trompetes, através da obstrução da campânula. Diferentemente do método utilizado na trompa, onde se usa a mão esquerda, no trompete a surdina é colocada na campânula, fechando-se a saída do ar. Assim, é possível mudar o timbre ou produzir efeitos especiais.
Desde os primórdios, já existiram trompetes de diversos formatos, e feitos de diferentes tipos de materiais. Inicialmente eram retos, e a partir do século XV os construtores começaram a modelar trompetes em formato de “s”. Mas foi somente no século XX (com a invenção dos pistões) que o instrumento tomou a forma que conhecemos hoje.
Trompete em b ou Si Bemol – o mais usado pelos trompetistas. Todo o aprendizado é feito tradicionalmente neste trompete. Ele tem três pistões, possui pouco mais de um metro de comprimento e extensão cromática. Devido ao mecanismo de pistão soa duas oitavas e uma sexta maior. São comumente usados em bandas, e em orquestras de jazz e sinfônicas. Maynard Ferguson, Cat Anderson, Dizzy Gillespie são exemplos de músicos que usam este instrumento.
Trompete Mi Bemol – muito utilizado em grupos de metais, orquestas sinfônicas e concertos para trompete clássico. Sua característica é de facilitar a performance numa região mais aguda, e também possui um timbre e uma potência de som um pouco menor da dos trompetes já descritos.
Bastardo – um trompete muito especial, pois curva os tubos.[15]
Trompete de Varas – também chamado de “slide trumpet (trompete de slide)” ou “trombone soprano”. Sua haste é proporcional ao tamanho do instrumento e tem sete posições de um trombone convencionais. Este instrumento é feito para as crianças, o que facilita o estudo do mecanismo da vara. Foram os primeiros trompetes permitidos nas Igrejas Cristãs​.[16]
Trompete Piccolo – É menor do que os outros trompetes e possui sonoridade uma oitava acima dos demais. É geralmente sintonizado em si ♭. Ele tem quatro pistões, embora existam modelos com três pistões. O quarto pistão desempenha o papel de transposição e redução de 5 semitons.[17][18] Maurice André, Håkan Hardenberger, David Mason, e Wynton Marsalis são exemplos de músicos que usam este instrumento.
Trompete Baixo – O trompete baixo é ajustado em C ou si ♭. Soa uma oitava abaixo do normal e o tubo é mais longo.[17][18] Cy Touff, Philip Jones, e Willie Colón são exemplos de músicos que usam este instrumento.
Pocket Trumpet (Trompete de bolso) – O pocket trumpet, ou trompete de bolso, é uma versão miniatura do trompete tradicional. Apesar de menor, tem mais curvas do que um trompete normal. Isso significa que a viagem que o som é mais longa, fazendo-o voltar mais seco do que no trompete normal, exigindo mais pressão para fundir, sem slide. O músico de Jazz Don Cherry usa este instrumento.[19]
Trompete de Chaves – O trompete de chaves é um tipo de trompete que usa chaves ao invés de pistões. É raramente usado em performances modernas, mas seu uso foi relativamente comum, até a introdução do trompete de pistões em meados do século XIX. Ele era capaz de emitir apenas o ajuste da série harmônico natural, alterando a pressão dos lábios e da pressão da respiração através do músculo diafragma. Por exemplo, um trompete afinado faria sua série de harmônicos (C, G, C, E, G, B ♭, fazer …), o que deixou lacunas em sua tessitura baixa.

trompete persa
Trompete Persa
Trompete de ceramica
Trompete de Cerâmica

 

14.265 – Mega Clássicos – Debby Boone You Light Up My Life


(nascida como Deborah Ann Boone; Hackensack, 22 de setembro de 1956) Ela é uma cantora e atriz de teatro norte americana e filha do cantor Pat Boone.
Conhecida no Brasil pela clássica You Light Up My Life, que foi tema da novela global Dancin Days que foi ao ar em 1978/79. Seus outros trabalhos são praticamente desconhecidos no Brasil, 13 álbuns no total.

 

 

O pai, Pat Boone, nome artístico de Charles Eugene Patrick Boone, nascido em 1.º de junho de 1934. Dono de um estilo suave, que fez dele um dos mais populares intérpretes dos anos 1950. As suas versões de sucessos de Rhythm and blues afro-americanos tiveram um impacto visível no desenvolvimento da ampla popularidade do Rock and roll. É também um ator, um palestrante motivacional, uma personalidade da televisão e um comentarista político conservador. Boone é cristão pentecostal.

Atualmente com 85 anos, nascido em Jacksonville, Florida, Pat Boone costuma dizer que é um descendente direto do pioneiro americano Daniel Boone. Em Nashville, Tennessee, freqüentou a David Lipscomb College e começou a gravar em 1954 pela gravadora Republic Records. A sua versão de “Ain’t That a Shame” de Fats Domino, em 1955, foi um grande sucesso. Esta foi a marca do início de sua carreira, focada na regravação de canções de Rythm’n’Blues (originalmente interpretadas por artistas negros) para o público branco. Boone também participou do filme gospel “A Cruz e o Punhal”, onde interpretou o pregador David Wilkerson.

Pat_Boone_by_Gage_Skidmore

14.072 – Música – Ilustre Injustiçado no Dueto com Donna Summer


summer e bricks
“Heaven Knows” é uma canção da já falecida cantora e compositora americana Donna Summer, com os vocais convidados da banda Brooklyn Dreams lançada no auge de sua fama durante a década de 1970.
Se passou despercebido a atuação brilhante da segunda voz para a maioria das pessoas não para nós.
A música faz parte do álbum MacArthur Park Suite, lançada em março de 1979. A segunda voz do ilustre desconhecido é do vocalista do Brooklyn Dreams Joe “Bean” Esposito.
Na versão single lançada por Summer (creditada como Donna Summer com Brooklyn Dreams), o cantor Joe “Bean” Esposito canta a segunda faixa para Summer, enquanto Summer.
No entanto, na versão que aparece no álbum de 1979 do Brooklyn Dreams, Sleepless Nights, é Esposito quem canta o vocal principal com Summer cantando a segunda posição, com Summer e o grupo oferecendo backing vocals. No álbum do grupo, esta versão é creditada como Brooklyn Dreams com Donna Summer.
Uma versão single de 12 “, às 6:45, foi lançada, o primeiro verso cantado por Summer solo, o restante com Summer e Esposito.
Ouça todas as versões e compare a magnífica performance de nosso ilustre desconhecido que embora injustiçada não passou despercebida para nós do Mega.

 

13.899 – Mega Memória: Benito de Paula, Ufanismo em Plena Ditadura


Na década de 70 em plena ditadura, Benito de Paula fez sucesso o Amigo Charles Brown

O que é ufanismo?

É o orgulho exagerado de algo, comumente utilizado no Brasil para se referir ao patriotismo excessivo, ou seja, um grande orgulho que determinado indivíduo possui de seu país, pátria e nação.

A palavra ufanismo é um neologismo da língua portuguesa brasileira, criada em alusão a obra “Porque me Ufano do Meu País” (1900), de autoria do Conde Afonso Celso. O termo ufano provém da língua espanhola, significando a característica de um grupo que se auto vangloria.

Ao contrário do patriotismo e nacionalismo, que podem ser interpretados como conceitos positivos até certo nível, o ufanismo é visto como um exagero desmedido do “amor pela pátria”. Neste caso, o ufanismo é comparado a ideias pejorativas, como de vaidade, jactância e arrogância.

Alguns dos principais sinônimos de ufanismo são: nacionalismo exagerado e patriotismo exacerbado.

Você pode até não conhecer Benito Di Paula, mas já deve ter ouvido os versos que dizem Ê, meu amigo Charlie Brown/Ê, meu amigo Charlie Brown/ Se você quiser, vou lhe mostrar… Ou então a triste história de “Retalhos de Cetim”.

O começo
Já fazia shows na noite, quando uma gravadora pediu para que eu gravasse os sucessos da época com orquestra com a qual eu me apresentava e meu piano. Gravei “Azul da Cor do Mar”, do Tim Maia, “Madalena”, do Ivan Lins, “Na Tonga da Mironga do Kabuletê”, do Vinicius de Moraes, e gravei também “Apesar de Você”, do Chico, e meu disco acabou sendo censurado (risos). Achei uma sacanagem, mas aí que quis fazer mesmo.

Piano com samba

Desde criança, sempre ouvia Luiz Gonzaga, Ataulfo Alves, Tito Fuentes, Xavier Cougar. Misturo todos esses ritmos na minha música. Além do samba, mas não sou sambista. Sambista é o Paulinho da Viola. Eu sou sambeiro.

 

13.898 – O Disco de Vinil


acervo vinil
Obsoleto, nada prático mas ainda utilizado, esse acervo de vinil acima caberia num único pen drive do tamanho de uma unha humana.

É uma mídia desenvolvida no final da década de 1940 para a reprodução musical, que usa um material plástico chamado vinil.
(normalmente feito de PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, que podem ser reproduzidas através de um toca-discos.
O disco de vinil possui microssulcos ou ranhuras em forma de espiral que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico, que é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música)
O disco de vinil surgiu no ano de 1948, tornando obsoletos os antigos discos de goma-laca de 78 rotações – RPM (rotações por minuto) – que até então eram utilizados, existentes desde 1890. Os discos de vinil são mais leves, maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio (que deve ser feito sempre pelas bordas). Mas são melhores, principalmente, pela reprodução de um número maior de músicas – diferentemente dos discos antigos de 78 RPM – (ao invés de uma canção por face do disco), e, finalmente, pela sua excelência na qualidade sonora, além, é lógico, do atrativo de arte nas capas de fora.
A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs (ou CD, então lançado em agosto de 1982 na Alemanha pela Polygram) prometeu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, fazendo os discos de vinil ficarem obsoletos e desaparecerem quase por completo no fim do Século XX.
Em maio de 2002 saem nos EUA os primeiros títulos em DataPlay, lançados inicialmente por Britney Spears e NSync. Nesse mesmo ano o CD já dominava 72% do mercado mundial.
A gravação e produção do disco de vinil segue um processo mecânico complicado, do tipo analógico, que se completa em sete etapas. Apesar da complexidade, a produção de um disco não dura mais de meia hora no total.
A sonda Voyager leva consigo um disco de ouro com vários sons característicos do ser humano, sons e canções de todo o tipo de culturas; o formato escolhido foi o disco com sulcos, já que é o formato com o funcionamento mais simples de todos. Na foto vê-se a frente do disco, sendo o lado com a gravação o de trás.
Ressurreição do vinil?
Nos EUA, o comércio de vinil voltou a crescer acima de 50% em 2014. De acordo com o The Wall Street Journal, ao todo 9,2 milhões de LPs foram vendidos no ano passado, um crescimento de 53% em relação a 2013. No total, a pesquisa de Nielsen SoundScan aponta que as compras dos discos nos EUA representam 6% de todo consumo de música no país. Entre os artistas que mais venderam disco de vinil, estão: Artic Monkeys e Lorde, entre outras bandas que atraem um público mais jovem no país e no restante do mundo.
No Brasil, O LP foi lançado comercialmente em 1951, mas só começaria a suplantar o formato anterior a partir de 1958 (formato 78 RPM de 10 polegadas fabricados em goma-laca, que foram introduzidos no país em 1902 e abandonados de vez em 1964). Com o lançamento do CD em 1984, anos depois o LP começou a perder espaço (isso a partir de 1992). Em 1991 foram vendidos 28,4 milhões de LPs no Brasil. Em 1993 foram vendidos 21 milhões de CDs, 16,4 milhões de LPs e 7 milhões de fitas cassetes e em 1994 foram 14,5 milhões de LPs. O LP ainda manteve vendagens razoáveis até o final de 1995, mantendo nesse ano vendagens entre 5 e 10 milhões de cópias.
As grandes gravadoras produziram LPs até 31 de dezembro de 1997, restando apenas uma gravadora independente em Belford Roxo (a Vinilpress), vindo a falir no ano 2000 fazendo o vinil praticamente sair das prateleiras do varejo fonográfico. Apesar disso, uma pequena parte ainda foi comercializada até meados de 2001, quando começaram a popularizar mídias digitais tais como o Ipod e o Napster.

13.771 – Instrumentos Musicais – Compre um Stradivarius e faça um estrago no bolso


stradivarius
Stradivarius é o nome dado por antonomásia, aos instrumentos de corda, principalmente violinos, construídos por membros da família Stradivari, sendo os mais reputados aqueles construídos pelo luthier Antonio Stradivari (1644–1737) entre os séculos XVII e XVIII. Durante os últimos três séculos luthiers e cientistas estudaram os instrumentos do construtor italiano sem chegar a nenhuma conclusão concreta sobre a razão de os violinos soarem tão bem. Hoje em dia a palavra “Estradivário” é também associada à excelência de qualidade, chamando-se o “Estradivário” de qualquer área ao melhor do que nela há. Estima-se que Stradivari construiu 1116 violinos após 1666, dos quais cerca de 500 estão ainda em circulação.
Dependendo do ano de construção, da condição e de outros fatores como, por exemplo, a quem pertenceu, os violinos Stradivari atingem diferentes valores, todos eles astronômicos.
Os violinos da década de 1680 e do chamado período do “Padrão Longo”, entre 1690 e 1699, são os menos ruins com valores compreendidos entre centenas de milhares e alguns milhões de euros. O famoso “Molitor”, construído em 1697, foi vendido por 3,6 milhões de dólares em 2010 à violinista Anne Akiko Meyers num dos leilões online da Tarisio, um recorde na altura.
Já os violinos construídos entre 1700 e meados da década de 1720, o chamado “Período de Ouro”, podem valer dezenas de milhões de euros. Uma das mais famosas vendas de um violino deste período foi a do “Lady Blunt” (apelidado após 30 anos sob a posse de Anne Blunt, neta do poeta inglês Lord Byron), efectuada em Junho de 2011 num leilão promovido pela Fundação de Música Japonesa. O instrumento foi vendido a um licitante anónimo por 15,9 milhões de dólares, e a receita reverteu a favor das vítimas do tsunami do Japão.
As madeiras primárias utilizadas na construção de violinos, violoncelos e violas são o abeto para o tampo superior; e o bordo para o tampo inferior, as partes laterais e o braço. A estrutura é reforçada interiormente com salgueiro, e para as cravelhas e o ponto é utilizado ébano. Era com estes materiais que Antonio Stradivari construía os seus instrumentos.
Especula-se sobre o tratamento que o luthier dava à madeira que utilizava; contudo, provas científicas mostram que elementos químicos como fluoreto, bórax, crômio e sais de ferro estão presentes na composição da mesma. O verniz aplicado nos instrumentos resultava de uma mistura de borracha solúvel em óleo, com boa qualidade de secagem, e substâncias corantes. Para a construção dos violinos o mestre italiano usava uma forma a partir da qual construía o violino exteriormente. 1685 foi um ano revolucionário na manufacturação dos violinos, pois Estradivário aumentou as medidas padrão para um valor semelhante àquelas utilizadas pelo seu ensinante Nicola Amati, influenciando assim a produção de som. A meticulosidade do design utilizado na cravelhas, ponto, rebordo e cavalete também distingue o construtor.

13.724 – Tema de Apresentação do ☻ Mega – Instrumental Clássico dos anos 80 é Tema de Apresentação do Blog


Em 1995, Paul Hardcastle, um dos maiores arranjadores de todos os tempos e ainda em atividade lançaria esse instrumental clássico. Em 1988, três anos depois surgiu o ☻ Mega Arquivo, das páginas de um ex diário. Escolhido quase 30 anos depois como tema de abertura essa obra prima do Acid Jazz

 

13.601 – MPB – Benito de Paula


Uday Vellozo ganhou fama nacional com o pseudônimo de Benito di Paula. Nascido em 1941, em Nova Friburgo, RJ, é um dos grandes nomes da canção nacional dos anos 70. Foi crooner de boates do Rio de Janeiro, e depois continuou tocando na noite paulistana.
Iniciou carreira pela gravadora Copacabana no início dos anos 70
Seu estilo musical é conhecido como “samba-jóia”, ao combinar o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos.
Seu primeiro disco “Benito Di Paula” de 1971, foi censurado por trazer a música “Apesar de Você” de Chico Buarque.
eu segundo LP, “Ela” também não trouxe grande êxito. Mas estourou nas paradas de sucesso com o terceiro, “Um Novo Samba”, onde já aparecia na capa com sua longa barba e cabelos, inúmeras correntes, brincos, pulseiras, etc. O grande sucesso desse disco foi a música “Retalhos de Cetim”.
Teve inúmeros sucessos ao longo de sua carreira como “Retalhos de Cetim”, “Charlie Brown”, “Vai Ficar Na Saudade”, “Se Não For Amor”, “Amigo do Sol, Amigo da Lua”, “Mulher Brasileira” e “‘Ah! Como Eu Amei”. Chegou nos anos 70, a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos, tendo composto muitas músicas para este
Comandou o programa “Benito di Paula e seus convidados – Brasil Som 75” na TV Tupi. Tem mais de 35 discos gravados, tendo parte importante de sua obra relançada em CD, devido ao sucesso de suas músicas. Chegou a fazer sucesso em nível internacional como no México, Japão, Estados Unidos e principalmente na América Latina.
Após 10 anos sem gravar, Benito di Paula lançou, em 2009, pela EMI Music seu segundo CD e primeiro DVD ao vivo, gravado no Vivo Rio, e que traz seus maiores sucessos, como Retalhos de Cetim, Sanfona Branca e Charlie Brown.
No dia 25 de outubro de 2017, em votação na Câmara dos deputados onde 251 integrantes da bancada governista barraram a segunda denúncia (participação em organização criminosa) da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer, Benito di Paula teve sua música “Tudo Está no seu Lugar” cantarolada e parodiada pelo deputado Carlos Marun (PMDB/MS) em comemoração à vitória da base aliada. Dois dias após, Benito di Paula publica um vídeo respondendo ao ato de Marun sentindo-se desrespeitado pois “tem nojo de política”. Contando ainda que quando precisou da ajuda de prefeitos para consertar o telhado da casa de sua mãe, não obteve. Trabalhou muito em São Paulo, enfrentou a ditadura militar, “levou porrada” e compôs a referida música quando conseguiu comprar outra casa para ela, disse Benito.

Uma Extensa Discografia:
1971 – Benito di Paula (Copacabana)
1972 – Ela (Copacabana)
1973 – Um Novo Samba (Copacabana)
1974 – Gravado ao Vivo (Copacabana)
1975 – Benito di Paula e Seus Convidados – Brasil Som 75 (Copacabana)
1975 – Benito di Paula (Copacabana)
1976 – Benito di Paula (Copacabana)
1977 – Benito di Paula / Assobiar ou Chupar Cana (Copacabana)
1978 – Benito di Paula (Copacabana)
1978 – Caprichos de La Vida Copacabana)
1979 – Benito di Paula (Copacabana)
1980 – Benito di Paula (Copacabana)
1981 – Benito di Paula (WEA)
1982 – Benito di Paula (WEA)
1983 – Bom Mesmo É o Brasil (WEA)
1984 – Que Brote Enfim o Rouxinol que Existe em Mim (RGE)
1985 – Nação (RGE)
1986 – Benito di Paula / Instrumental
1987 – Quando a Festa Acabar (Copacabana)
1990 – Fazendo Paixão (BMG Ariola)
1992 – A Vida Me Faz Viver (Copacabana)
1994 – Pode Acreditar (RGE)
1996 – Baileiro (Paradoxx Music)
1999 – Raízes do Samba
2009 – Ao Vivo (CD e DVD, EMI Music)
2016 – Essa Felicidade É Nossa (RYB8 Music)

13.587 – TV – Série Autópsia de Famosos


Amy Winehouse
Apresentada no Discovery Channel

Com laudos oficiais, médico extingue boatos que cercam a vida e a morte de celebridades, investigando a real causa das tragédias.
A morte repentina e trágica de pessoas famosas gera muitos boatos e especulações, que deixam os fãs inconsoláveis com mais perguntas que respostas.
Nesta série de documentários, que conta com laudos oficiais e métodos científicos, o renomado médico legista Jason Payne-James analisa os fatos incontestáveis revelados pelas autópsias de celebridades que morreram em circunstâncias misteriosas, lançando uma nova luz sobre suas vidas extraordinárias.
Além de depoimentos de profissionais da área médica, apresentamos a sequência de eventos que levou à sua morte precoce e os relatos de pessoas que presenciaram os fatos, revelando um retrato íntimo de como os artistas viviam até sua partida precoce.
O programa número 1 trouxe matéria sobre a morte de Michael Jackson, já estiveram também no programa Elvis Presley, Whitney Houston, Karen Carpenter entre outros.

O primeiro episódio dessa temporada de Autópsia de Famosos traz o caso da cantora britânica Amy Winehouse.
Amy Winehouse foi uma das cantoras e compositoras mais talentosas de sua geração. O álbum Back to Black vendeu mais de 20 milhões de cópias e ganhou inúmeros prêmios. Sua voz profunda, a honestidade crua de suas letras e sua personalidade vibrante conquistaram o coração de milhões.
Mas às 15h30 do dia 23 de julho de 2011, Amy foi encontrada morta no quarto de sua casa em Camdentown, norte de Londres. No inquérito, o legista concluiu que ela morreu de intoxicação alcoólica.
Amy travou uma longa e pública batalha contra a dependência. Mas nas semanas anteriores à sua morte, ela havia feito grandes progressos: tinha parado de se drogar e tentava controlar o consumo de álcool. Então, por que ela teria bebido até morrer?
Usando informações reveladas pela autópsia, depoimentos ouvidos no inquérito e relatos de testemunhas, o Dr. Jason Payne James investiga os últimos dias de Amy Winehouse.

13.573 – Instrumentos Musicais – O que é um diapasão?


diapasão
Trata-se de um instrumento metálico em forma de forquilha, que serve para afinar instrumentos e vozes através da vibração de um som musical de determinada altura. Foi inventado por John Shore (1662–1752) em 1711, trompetista de Georg Friedrich Haendel. A forquilha é afinada em uma determinada frequência (atualmente o mais comum é o Lá de 440 Hz). Ao ser golpeado contra uma superfície, as duas extremidades da forquilha do diapasão vibram produzindo a nota que será utilizada para afinar o instrumento musical. Em geral, é necessário encostar a outra extremidade do diapasão na caixa de ressonância do instrumento para amplificar seu som e permitir que seja ouvido à distância. O mesmo efeito pode ser conseguido se a extremidade do diapasão for encostada na caixa craniana próximo à orelha. Com as mesmas finalidades, existe também o diapasão de sopro, normalmente utilizado para afinar guitarras e outros instrumentos de cordas. Esses diapasões são como pequenas gaitas, que têm uma palheta afinada para a altura de cada corda do instrumento a afinar. Essas pequenas gaitas, são conhecidos por Lamiré (Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa), forma aglutinada das notas “Lá”, “Mi” e “Ré”. Daí a expressão “dar um lamiré”.
O diapasão permite determinar a característica de um som relacionada com a frequência de vibração das ondas sonoras. Os sons agudos têm frequências mais altas do que os sons graves. Quando um violinista afina seu instrumento, ajusta cada corda de maneira que vibrem um certo número de vezes por segundo. Na realidade, a maioria dos sons que ouvimos é uma mistura de várias frequências. Os sons produzidos por um instrumento musical, um apito ou uma sirene têm várias frequências ao mesmo tempo. A frequência mais baixa, chamada fundamental, é considerada a frequência da nota musical. A fundamental é produzida pela vibração do objeto de acordo com o comprimento, massa ou outras características físicas. As frequências mais altas, chamadas harmônicas, são produzidas por vibrações secundárias desse corpo. As frequências harmônicas são múltiplos inteiros da frequência fundamental.

13.513 – Música Disco – Brother Johnson


A Brothers Johnson é uma banda composta por músicos americanos e irmãos George Johnson e Louis Johnson.

FORMAÇÃO
O guitarrista / vocalista George e baixista / vocalista Louis formou a banda Johnson Três Plus One com irmão mais velho, Tommy, e seu primo Alex Weir , enquanto freqüentava a escola em Los Angeles , Califórnia. Quando eles se tornaram profissionais, a banda apoiou tais de turismo de R & B atua como Bobby Womack e as Supremes. George e Louis Johnson juntou mais tarde Billy Preston banda, e escreveu música na minha vida e as crianças e Me para ele antes de deixar o grupo em 1973. Em 1976, os irmãos cobriram a Beatles ‘ song , Hey Jude , para o documentário musical efêmero Tudo isso e Segunda Guerra Mundial .
Quincy Jones contratou para tocar em sua loucura LP Mellow, e gravou quatro de suas canções, incluindo É o amor que estamos perdendo? e apenas um gosto de mim.
Depois da turnê com vários artistas, como Bobby Womack e Billy Preston, Quincy Jones contratou-os para um passeio no Japão e produziu seu álbum de estréia olhar para fora para, lançada em março de 1976. O direito On Time álbum foi lançado em maio 1977 e alcançou o número 13 na Billboard Hot 200. Blam! saiu em agosto de 1978 e alcançou o número 7 no Billboard 200.
Duas das músicas da dupla foram destaque na trilha sonora do filme Mother 1976, jarros e velocidade. Os polegares faixa instrumental Thunder e Lightnin ‘Licks refere-se a dos irmãos apelidos. Get The Funk Out Ma cara foi co-autora com Quincy Jones.
A dupla se separou em 1982, resultando em carreiras solo breves para os irmãos.
No Brasil emplacaram com 3 sucessos, o principal Stomp, primeiro da Bilboard:

 

13.371 – História do Rádio – Derrocada do FM


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O que aconteceu com as rádios FM? Por que a programação mudou tanto? Por que n é possível mais ouvir músicas de qualidade. A antiga programação das FMs, mais voltada para músicas, desde as primeiras emissoras na década de 70, foi paulatinamente se assemelhando mais as emissoras de AM, com programação direcionada para notícias, esportes e prestação de serviço.

E aí pessoal da Revista Som 3, estão satisfeitos? Faço referência a uma matéria dessa revista escrita em 1980 onde dizia que o FM tinha que se espelhar na “dinâmica” do AM e que o “listão das músicas do FM era chato único e repetitivo”, O listão das músicas do FM era chato único e repetitivo…chato único e repetitivo…chato único e repetitivo…

O que é Rádio FM?

A faixa de transmissão FM, utilizado para transmissão por emissoras de rádio FM difere entre as diferentes partes do mundo. Na Europa e África (Região 1 UIT), abrange 87,5-108,0 megahertz (MHz), enquanto na América (ITU Região 2) varia entre 87,7-108,0MHz. A faixa de transmissão FM no Japão usa 76,0-90MHz. A banda OIRT na Europa Oriental é 65,8-74,0MHz, embora esses países agora usam principalmente a banda 87,5-108MHz, como no caso da Rússia. Alguns outros países já descontinuaram a banda OIRT e mudaram para a banda 87,5-108MHz.
Uma rádio em FM apresenta uma ótima qualidade sonora mas com limitado alcance, chegando em média a 100 quilômetros de raio de alcance. Em condições esporádicas de propagação, é possível sintonizar emissores a centenas de quilômetros. A potência dos sistemas de emissão pode variar entre poucos watts (rádios locais) até centenas de quilowatts, no caso de retransmissores de grande cobertura.
O FM dispõe de um sistema de envio de informação digital, o RDS (Radio Data System) que permite apresentar informações sobre a emissora sintonizada. Também, a boa qualidade de som desta gama de frequências de radiodifusão é adequada ao uso da estereofonia.

Cronologia:
1933 – O americano Edwin Armstrong demonstra o sistema FM para os executivos da Radio Corporation of America (RCA).
1939 – Armstrong inicia operação da primeira FM em Alpine, Nova Jersey, nos Estados Unidos.
1942 – Os primeiros emissores em frequência modulada (FM) são produzidos nos EUA, pela General Electric.
1968 – Entra no ar, em Manaus, Amazonas, a Rádio Tropical FM, a primeira rádio em FM no Brasil e a segunda na América do Sul.
1969 – É criado o Grupo Bel e com ele a primeira rádio em FM estéreo no Brasil e na América do Sul, a Rádio Del Rey FM de Belo Horizonte, atual 98FM.
A FM permite uma recepção em alta-fidelidade (qualidade técnica), mas seu alcance é pequeno (quase o mesmo da TV).

No Brasil
Diversas rádios AM retransmitem seu sinal em FM (caso da Rádio Gaúcha, da Rádio Globo da Rádio Bandeirantes, Rádio Jovem Pan).
Outras rádios resolveram transferir seu sinal de AM pra FM (caso da CBN Curitiba).
Outras rádios em FM investem apenas em conteúdo jornalismo (caso BandNews FM).
Outras rádios nasceram com sinal FM e como pioneiras em algumas regiões, especialmente no Estado de São Paulo
As mais comuns rádios FM no Brasil são aquelas que transmitem música, especialmente de público jovem, adulto, sertanejo e religioso.
É o sinal mais ouvido no Brasil. Muitas rádios FM se conectam em Redes (caso da Rede Transamérica, Jovem Pan e Mix FM)
É muito usada pra transmissão ilegal de rádio (rádio pirata), sendo isso crime.

Processo irreversível
Em 7 de novembro de 2013, foi assinado o decreto que permite a migração às emissoras de rádio que operam na faixa AM migrarem para a faixa FM.
A Rádio Progresso de Juazeiro do Norte no Ceará, foi a primeira emissora a fazer a migração do AM para o FM no país. A solenidade que marcou a mudança de faixa ocorrer sexta-feira dia 18 de março de 2016, às 20h30, na sede da emissora, e contou com a participação do ministro das Comunicações, André Figueiredo..

AM não será extinto
De acordo com o site Tudo Rádio, o serviço de rádios AMs continuará existindo no Brasil. As estações que não solicitaram a migração para o FM poderão continuar no ar em AM. O que será extinto é a categoria de AM local, ou seja, as estações de baixa potência. Das locais que operam em AM e não desejam ir para o FM, deverão migrar para outras categorias de operação na faixa AM (regional e nacional), ou seja, entendo que deverá ter remanejamento de frequências.
As emissoras que ocuparão as faixas do FM estendido deverão ficar no ar ainda por 5 anos, retransmitindo a mesma programação do AM.

 

13.360 – Mega Clássicos – Kung Fu Fighting


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É uma famosa canção do jamaicano Carl Douglas. Douglas foi o primeiro artista jamaicano a chegar ao topo das paradas musicais note americanas, o que ocorreu em 1974.Na época o Kung Fu e seus filmes eram muito populares mundialmente, tanto que foi lançada uma famosa série de TV com o ator David Caradine

Ano: 1974

Formato(s) VinilGênero(s)

Disco, funk rock

Duração 6:18

Gravadora(s) Pye Records

Composição Carl Douglas

Produção     Biddu

Bruce-Lee
Bruce Lee

13.245 – Audiotecnologia – A invenção do k7


Depois do vinil, derivado do gramofone, foi a tecnologia de gravação que mais tempo demorou no mercado.
A fita cassete (também conhecida como K7 ou compact cassette) reproduz áudios. É formada por dois carretéis e uma fita magnética coberta por substância à base de ferro ou de cromo. Nela, há milhões de imãs bem pequenos que formam um campo magnético. Ao gravar uma música, as partículas se ordenam de modo que conseguem captar o som.
Todo esse mecanismo é revestido por plástico para facilitar o manuseio e a utilização. Diferentemente do CD e MP3, se quiser escutar a mesma música é preciso rebobinar, ou seja, apertar o botão que faz a fita voltar e dar stop no ponto que deseja ouvir.
O K7 foi lançado oficialmente em 1963 pela empresa holandesa Philips. Tinha cerca de 10 cm e caixa plástica que permitia maior economia de espaço e excelente manuseio comparado às fitas tradicionais da época, que eram de rolo (uma forma ainda mais antiga de gravar áudios).
No início, era possível gravar apenas 30 minutos em cada lado da fita, totalizando uma hora de gravação. Se usasse mais tempo, a qualidade do som ficava ruim. Ao longo do tempo, foram acrescentados recursos tecnológicos e as fitas passaram a armazenar conteúdo por 45, 60, 90 e até 120 minutos. A invenção representava uma revolução na época, pois ampliava as possibilidades de reproduzir música.
Lógico que há muito mais pra se falar dessa tecnologia, pois surgiram depois as fitas de cromo e metal para alta fidelidade, mas isso pode ser visto em outro artigo do ☻ Mega.

O walkman, primeiro leitor de áudio portátil, ajudou a aumentar o número de usuários das fitas. Assim como o MP3, fez muito sucesso entre pessoas que adoravam ouvir música em todo lugar. No entanto, era bem maior do que os aparelhos que temos hoje e precisava de pilhas.

Do vinil ao CD player
Atualmente é difícil ver alguém usar fita cassete para ouvir a música preferida ou para gravar um som. Há anos esse mecanismo não é mais utilizado. O mercado de cassetes entrou em decadência no fim da década de 1980 devido ao aparecimento do CD player, que tem maior espaço para armazenamento de dados e músicas e qualidade de áudio superior. Também permite mudar as faixas rapidamente e pode durar por mais tempo. Afinal, as fitas magnéticas são facilmente danificadas pelo calor.
Desde os anos 2000, a forma de armanezar músicas e dados é feita por meio da mídia digital. Chamada MP3, a nova tecnologia pode vir em um CD, cartão de memória ou DVD. Tem qualidade de som superior e maior duração.

MAIS ANTIGO
O CD é a versão moderna do disco de vinil, que toca na vitrola. É feito de resina plástica derivada do petróleo, chamada policloreto de vinila ou PVC (mesmo material dos tubos e conexões usados em construções). O vinil surgiu em 1948, mas só começou a ser produzido em grandes quantidades na década de 1970. Ele era chamado de Long-Play (LP).

 

Fita Gradiente

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13.147 – R&B – A Gravadora Buddah Records


Buddah Records foi uma gravadora fundada em Nova York em 1967. O selo nasceu de um ramo de distribuição da MGM Records, a Kama Sutra Records.
A gravadora possuía artistas de diversos tipos de gêneros musicais, como o bubblegum (Ohio Express), folk-rock (Melanie), música experimental (Captain Beefheart) e soul music (Gladys Knight & the Pips).
Nos anos 70 ela se especializou em R&B e disco music, lançando nomes como Andrea True Connection e Chic, com singles de grande sucesso comercial, mas entrou em concordata em 1976, lançando discos esporadicamente. Seus últimos lançamentos foram em 1983, com seu catálago passando às mãos da BMG em 1998.
A BMG reativou a gravadora em 1998, agora com o nome de Buddha Records e hoje seu catálago de gravações pertence à Sony Music.

13.146 – Vida Noturna – Corona na Over Night


Pra quem não conhece, Corona é uma cantora brasileira que canta em inglês e estourou em meados da década de 1990 no Brasil, EUA e resto do mundo com 3 singles.
Com o single “The Rhythm of the Night”, a cantora alcanço #11 na Billboard Hot 100 e a primeira posição na Itália. A canção “Baby Baby” também chegou ao primeiro lugar na Itália.
A lendária Over Night, considerada a melhor casa noturna de São Paulo vai trazer Corona de volta, para comemorar o aniversário de segundo ano do retorno da tradicional danceteria, agora na Vila Olímpia, um dos mais badalados bairro da cidade.
Um pouco mais:
Vivendo na Europa, Olga trabalhou, de 1991 a 1994, como professora, dando aulas de dança e cantava lambada e era a protagonista de um musical em Roma, até ser descoberta por um produtor italiano, Francesco Bontempi. Após os primeiros encontros com o produtor italiano Francesco Bontempi (também conhecido como Lee Marrow), começaram o trabalho para Corona. O primeiro single foi The Rhythm of the Night, lançado em 05 de novembro de 1993 na Itália pelo selo DWA Records. O lançamento mundial ocorreu no ano seguinte. A canção contem um trecho de “Playing With Knives” do grupo Bizarre Inc. O single liderou a parada de música italiana durante 16 semanas consecutivas. No entanto, a música não foi lançado em outros países até o ano seguinte, quando atingiu o número um em países como Espanha, Portugal, Grécia e Romênia. No Reino Unido, a canção ficou no segundo lugar da parada principal por um mês. No verão de 1994 a canção dominou os Estados Unidos, atingindo a posição #11 da Billboard Hot 100.
Em 1995, o álbum foi lançado, trazendo outros dois hits que atingiram o número um do Eurochart, Baby Baby e Try Me Out. Entre 1994 e 1999 Corona fazia cerca de 7/10 shows semanais. Olga chegou a brincar dizendo que “não tinha tempo nem para ir ao dentista”.
O segundo álbum de Corona, “Walking On Music”, foi lançado em junho de 1998, com um lançamento a nível mundial. A época, Olga era considerada a “Rainha do Eurodance”. Mesmo não repetindo o sucesso do primeiro álbum, “Walking On Music” debutou no número um da parada de álbuns da Itália e chegou à Billboard 200, vendendo cerca de 4 milhões de cópias até 2001.
Ao fim de janeiro de 2013, Olga comprou uma casa em São Paulo, onde passou a viver com seu marido, após viver 20 anos na Europa. “Bateu saudade dos cheiros, das cores, da alegria. Queria renovar meu look e minha música e pensei: por que não fazer isso no Brasil?” ela declarou.

Do Site Oficial:
Aniversário 2 anos da OVERNIGHT – Show CORONA
Data: 24/03/2017
Horário de Abertura: 23:00
Horário Término: 05:00
Endereço – Rua Gomes de Carvalho, 799 – Vila Olímpia – São Paulo – SP
(11) 95155-0702
(11) 3582-3637

Corona show

 

13.078 – Música – Dionne Warick em Sampa


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A cantora Dionne Warwick vem ao Brasil em março de 2017 para duas apresentações especiais. A norte-americana se apresentará em 19 de março no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e no dia 23 no Espaço das Américas em São Paulo.
Ícone da cultura pop, Dionne já ganhou cinco prêmios Grammy. Com cinco décadas de sucessos, a cantora tem mais de 100 milhões de discos vendidos.

 

São Paulo

Onde: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo-SP
Data: 23 de março de 2017
Horário: 22:00hs
Preços: a partir de R$ 90,00
Ingressos: http://www.ingressorapido.com.br
Informações: http://www.poladian.com.br

Espaço das Américas
É uma casa de show que recebe eventos esporádicos, festas universitárias, casamentos, formaturas, comemorações fechadas e apresentações de artistas e bandas nacionais e internacionais. O espaço possui diversos ambientes, como bares, salão, hall, camarins, palco e área com telão. E todos os ambientes são acessíveis a deficientes físicos, incluindo banheiros adaptados.
A estrutura conta com quatro bares, cada um com balcão de 15m a 18m de comprimento; quatro camarins mobiliados, com banheiros privativos e ar condicionado; hall de entrada com 438m², bar e capacidade para 1000 pessoas; salão de 4.350m² e capacidade para 8000 pessoas e 250 mesas; cinco telões de 6,40m por 470m ao redor do palco e mais um de 5,30m por 310m no hall; sete projetores e duas câmeras para transmissão simultânea; palco com 10m de pé direito, 20m de largura e 12m de comprimento; chapelaria; e cozinha industrial; entre outros ambientes.

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13.014 – Música – A Morte de George Michael


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O cantor britânico George Michael, de 53 anos, morreu neste domingo (25-12-2016), de acordo com o site de notícias da BBC. A informação teria sido confirmada pelo seu assessor: “Ele morreu em paz em casa”, disse.
A polícia de Thames Valley confirmou que ao serviço de ambulância compareceu a uma propriedade em Goring, Oxfordshire, mais cedo e que não havia circunstancias suspeitas.
Michael, que nasceu Georgios Kyriacos Panayiotou no norte de Londres, vendeu mais de 100 milhões de álbuns ao longo de uma carreira que se estende por quase quatro décadas.
“É com grande tristeza que podemos confirmar que o nosso astro, irmão e amigo George faleceu pacificamente em casa durante o Natal”, disse o representante do músico, em um comunicado. “A família gostaria de pedir que a sua privacidade seja respeitada neste momento difícil e emocional.”

Michael era Gay?
Em abril de 1998, Michael foi preso por “ato obsceno” num banheiro de Los Angeles, enquanto estava acompanhado de um homem. Depois do episódio, ele acabou com anos de especulação sobre sua sexualidade e anunciou ser gay.
Antes disso, contudo, Michael teve namoros com mulheres. Uma delas foi a atriz Brooke Shields (“A lagoa azul”). Em sua autobiografia, ela dá detalhes do relacionamento, segundo o site Huffington Post. Brooke teria cogitado, inclusive, perder a virgindade com o cantor. “Minhas roupas estavam praticamente caindo de meu corpo”, comentou ela em entrevista ao programa “The Talk”, em julho do ano passado. Michael, no entanto, terminou o namoro, sob o argumento de que precisava se concentrar na própria carreira.
Nascido em 25 de junho de 1963, em 1981 criou o Wham! com seu colega de escola, Andrew Ridgeley. Até a sua separação, em 1986, este dueto disco pop teve um grande número de sucessos (“Wake Me Up Before You Go-Go”, “Everything She Wants”), sobretudo junto a um público de jovens adolescentes, na sua maioria feminino.
Lançou seu primeiro compacto solo em 1984, a balada “Careless Whisper”, que se tornou um hit mundial.
Em maio de 2008, George Michael teve sua carteira de habilitação para dirigir veículos suspensa por dois anos, depois de ser considerado culpado por conduzir sob efeito de drogas.
Em 2010 foi condenado a oito semanas de prisão, depois de ter provocado, em julho desse ano, um acidente de carro, em Londres. O cantor, que estava sob efeito de cannabis, bateu seu carro numa loja de fotografia, foi também multado e proibido de conduzir por cinco anos.
Em junho de 2015 foi internado numa clínica na Suíça por causa da sua dependência da cannabis. Na altura confessou fumar até 25 cigarros de marijuana por dia.