7558 – Mega Byte – Google constrói maior usina solar dos EUA


O Google é um enorme consumidor de energia: tem centenas de milhares de computadores espalhados pelo mundo, funcionando 24 horas por dia. Por isso, faz vários investimentos em tecnologias de geração de energia. Inclusive uma usina solar gigantesca, que já está quase pronta. Ela se chama Ivanpah Solar Electric Generating System, está sendo construída no deserto de Mojave, no sul da Califórnia, e é a maior usina solar dos EUA. Ela terá a capacidade de gerar eletricidade suficiente para abastecer 140 mil residências. Sozinha, vai aumentar em 60% toda a produção de energia solar dos Estados Unidos.
A obra, que vai custar US$ 2,2 bilhões, é um investimento conjunto do Google e das empresas BrightSource e NRG Energy. Ela ocupa uma área correspondente a 1 300 campos de futebol, na qual estão distribuídos 346 mil espelhos. Esses espelhos refletem a luz solar para torres onde há caldeiras com água. O calor ferve a água, que vira vapor e movimenta as turbinas da usina, gerando eletricidade. A usina vai evitar a emissão de 640 mil toneladas de CO2 por ano – o equivalente a retirar 70 mil carros das ruas. “Precisamos construir um futuro de energias limpas”, declarou Rick Needham, diretor de negócios verdes do Google.
Mas a obra também tem um lado polêmico. Ela tem recebido críticas de ambientalistas porque vai afetar o habitat da Gopherus agassizii, uma espécie de jabuti do deserto que está ameaçada de extinção. A BrightSource se defende dizendo que vai investir US$ 56 milhões em medidas de proteção e realocação desse animal.

7557 – Por que temos a impressão que o tempo passa mais devagar?


Quando estamos entretidos, o tempo passa rápido. Se estamos entediados, ele fica devagar. Mas por que isso ocorre? Parte do problema está no sistema límbico, área do cérebro responsável pelas emoções. Quando alcançamos um desejo, ele libera dopamina, neurotransmissor que causa sensação de bem-estar. E são os níveis de dopamina no organismo que influenciam nossa percepção de tempo. Geralmente, quando ela está elevada, o tempo passa mais rápido. Já um cérebro entediado tenta se entreter prestando atenção em tudo. É aquela história de que se ficar olhando a panela, a água não ferve.
Quando algo é muito esperado, ocorre a chamada ansiedade ativa. “Seu organismo entra em estado de alerta, com liberação de adrenalina e cortisol”, explica um neurocirurgião.
A pressão sanguínea e o nível de açúcar no sangue aumentam, assim como a dopamina, fazendo o tempo voar.
Outro fator envolvido é a memória. Você acha que, em uma viagem, a ida é mais longa do que a volta? “Quando o caminho já é conhecido, a menos que você queira, o cérebro não presta tanta atenção”.
Na ida, tudo é novidade, e a expectativa pela chegada é grande. Já no caminho de volta é o oposto. Paisagem e tudo mais são conhecidos. E o tempo vai rápido.
O tempo demora também na cadeira do dentista.

7556 – Mega Mix – Um robô ativado por latido


O cachorro é solto no local do terremoto e começa a explorar os escombros. Quando fareja uma vítima soterrada, ele late.
O som do latido ativa uma cobra-robô, que estava presa no colete do cachorro.
A cobra-robô se enfia nos escombros. Ela tem uma câmera que envia imagens para os bombeiros, que podem ver se realmente existe alguém soterrado ali.

Dinheiro velho é gasto mais rápido
As notas de dinheiro velhas e amarrotadas são gastas mais depressa do que as notas novas e limpinhas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Winnipeg, no Canadá, em que voluntários receberam notas novas e velhas para fazer compras enquanto eram monitorados pelos cientistas.

7555 – Mais de 60 pinguins e lobo-marinho retornam ao mar no litoral de SP


Uma operação especial devolveu ao mar 62 pinguins-de-magalhães e um lobo-marinho no litoral norte de São Paulo.
Organizada em parceria pelo Instituto Argonatuta, Aquário de Ubatuba e Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Aquáticos (Creta), a missão contou com o apoio da Marinha e do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
O objetivo é dar a esses animais uma chance de voltar ao seu habitat de origem, nas Ilhas Malvinas e na Patagônia. Eles se perderam durante suas rotas de migração, que podem levar até quatro anos, e que incluem a costa brasileira há milhares de anos.
Muitos acabam morrendo nessa busca por alimento. Em julho do ano passado, mais de 500 pinguins encalharam e foram encontrados mortos no litoral do Rio Grande do Sul.
Mas o grupo que voltou ao mar teve mais sorte e foi recolhido com vida em Ubatuba ao longo de 2012. Após meses de tratamento, eles tentarão pegar uma ‘carona’ em uma corrente marítima que os levará ao sul do continente, segundo o diretor do Creta, o ocenógrafo Hugo Gallo.
Dez marinheiros e o biólogo Danilo Camba integraram a missão que levou os animais a mais de 60 quilômetros da costa, partindo do porto de São Sebastião.
Conhecidos como pinguins-de-magalhães, eles vivem no sul do continente e têm o litoral brasileiro em sua rota habitual de migração há milhares de anos, mas nem todos encontram o caminho de volta.
O litoral norte de São Paulo é uma das regiões que mais recebem animais marinhos que se perdem no mar. São focas, lobos, leões e elefantes-marinhos e até baleias, mas a grande maioria é de pinguins.
Quando encontrados nas praias, os animais são encaminhados para centros de reabilitação como os de Ubatuba. Muitos chegam muito jovens, e passam meses em tratamento até estarem aptos a serem soltos ou encaminhados para zoológicos, aquários ou pinguinários.

7554 – Efeito climático pode ter matado 17% mais árvores na Amazônia


Um estudo realizado em conjunto entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros aponta que o número de árvores mortas na Amazônia por conta de tempestades, secas e outros fenômenos climáticos é subestimado em análises tradicionais, podendo ser de 9% a até 17% maior do que o previsto anteriormente.
A mortalidade destas árvores tem sido ignorada porque as análises comuns se baseiam apenas em trabalho de campo e em inventários florestais.
A pesquisa foi publicada nesta semana no site da renomada revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, mantida pela Academia Americana de Ciências. Além do Inpa, também participaram cientistas da Universidade da Califórnia, da Universidade Tulane e do Laboratório Nacional de Berkeley, todos nos EUA, além de pesquisadores do Instituto Max Planck para Biogeoquímica, na Alemanha.
Para dar uma ideia da força que eventos meteorológicos têm sobre a Amazônia, Higuchi citou como exemplo uma grande tempestade ocorrida na floresta, em janeiro de 2005, que destruiu mais de 500 milhões de árvores segundo suas contas. O fenômeno teve rajadas de vento de até 140 km/h.
Para fazer uma avaliação mais precisa do número de árvores destruídas por fenômenos climáticos e de sua contabilização nas emissões de CO2 pela floresta, os cientistas desenvolveram uma nova ferramenta que combina imagens de satélite da Amazônia e levantamentos “in loco”.
Batizado de Trecos (“Tropical Tree Ecosystem and Community Simulator”, no nome em inglês), o modelo foi preparado com imagens de satélite de uma série histórica com mais de 20 anos.
A Amazônia vai ser cada vez mais vítima de efeitos agravados das mudanças climáticas, como secas prolongadas, diz o pesquisador brasileiro. No sul do Pará, principalmente, estiagens costumam ser extensas.
Ele pondera que fenômenos como o El Niño estão afetando a Amazônia de maneira cada vez mais irregular.

Seca no Rio Branco
Seca no Rio Branco

7553 – Mega Classics -Ludwig van Beethoven


Beethoven_Hornemann

(17 de dezembro de 1770 — Viena, 26 de março de 1827) foi um compositor alemão, do período de transição entre o Classicismo (século XVIII) e o Romantismo (século XIX). É considerado um dos pilares da música ocidental, pelo incontestável desenvolvimento, tanto da linguagem como do conteúdo musical demonstrado nas suas obras, permanecendo como um dos compositores mais respeitados e mais influentes de todos os tempos. “O resumo de sua obra é a liberdade”, observou o crítico alemão Paul Bekker (1882-1937), “a liberdade política, a liberdade artística do indivíduo, sua liberdade de escolha, de credo e a liberdade individual em todos os aspectos da vida”.
Sua família era de origem flamenga, cujo sobrenome significava horta de beterrabas e no qual a partícula van não indicava nobreza alguma. Seu avô, Lodewijk Van Beethoven – também chamado Luís na tradução -, de quem herdou o nome, nasceu na Antuérpia, em 1712, e emigrou para Bonn, onde foi maestro de capela do príncipe eleitor. Descendia de artistas, pintores e escultores, era músico e foi nomeado regente da Capela Arquiepiscopal na corte da cidade de Colónia. Foi dele que Beethoven recebeu as suas primeiras lições de música, o qual o pretendeu afirmar como menino prodígio ao piano, tal seria a facilidade demonstrada desde muito cedo para tal. Por isso o obrigava a estudar música todos os dias, durante muitas horas, desde os cinco anos de idade. No entanto, seu pai terminou consumido pelo álcool, pelo que a sua infância se manifestou como infeliz.
Sua mãe, Maria Magdalena Kewerich (1746-1787), era filha do chefe de cozinha do príncipe da Renânia, Johann Heinrich Keverich. Casou-se duas vezes. O primeiro marido foi Johann Leym (1733-1765). Tiveram apenas um filho, Johann Peter Anton, que nasceu e morreu em 1764. Depois da morte do marido, Magdalena, viúva, casou-se com Johann van Beethoven (1740-1792). Tiveram sete filhos: o primeiro, Ludwig Maria, que nasceu e morreu no ano de 1769; o segundo Ludwig van Beethoven (1770-1827), o compositor, que morreu com 56 anos; o terceiro, Kaspar Anton Carl van Beethoven (1774-1815) que também tinha dotes para a música e que morreu com 41 anos; o quarto, Nicolaus Johann van Beethoven (1776-1848), que se tornou muito rico, graças à indústria farmacêutica, e que morreu com 72 anos; a quinta, Anna Maria, que nasceu e morreu em 1779; o sexto, Franz Georg (1781-1783), que morreu com dois anos de idade e a sétima, Maria Magdalena (1786-1787), que morreu com apenas um ano de idade. Portanto, Beethoven — que foi o terceiro filho da sua mãe e o segundo do seu pai — teve sete irmãos, quatro dos quais morreram na infância. Quanto aos irmãos vivos, Beethoven foi o primeiro, Kaspar foi o segundo e Nicolaus o terceiro.
Ele nunca teve estudos muito aprofundados, mas sempre revelou talento excepcional para a música. Com apenas oito anos de idade, foi confiado a Christian Gottlob Neefe (1748-1798), o melhor mestre de cravo da cidade, que lhe deu uma formação musical sistemática, levando-o a conhecer os grandes mestres alemães da música. Numa carta publicada em 1780, pela mão de seu mestre, afirmava que seu discípulo, de dez anos, dominava todo o repertório de Johann Sebastian Bach, e que o apresentava como um segundo Mozart.
Compôs as suas primeiras peças aos onze anos de idade, iniciando a sua carreira de compositor, de onde se destacam alguns Lieder. Os seus progressos foram de tal forma notáveis que, em 1784, já era organista-assistente da Capela Eleitoral, e pouco tempo depois, foi violoncelista na orquestra da corte e professor, assumindo já a chefia da família, devido à doença do pai – alcoolismo. Foi nesse ano que conheceu o jovem Conde Waldstein, a quem mais tarde dedicou algumas das suas obras, pela sua amizade. Este, percebendo o seu grande talento, enviou-o, em 1787, para Viena, a fim de estudar com Joseph Haydn. O Arquiduque de Áustria, Maximiliano, subsidiou então os seus estudos. No entanto, teve que regressar pouco tempo depois, assistindo à morte de sua mãe. A partir daí, Ludwig, com apenas dezessete anos de idade, teve que lutar contra dificuldades financeiras, já que seu pai tinha perdido o emprego, devido ao seu já elevado grau de alcoolismo.
Em 1792, já com 21 anos de idade, muda-se para Viena onde, afora algumas viagens, permanecerá para o resto da vida. Foi imediatamente aceito como aluno por Joseph Haydn, o qual manteve o contacto à primeira estadia de Ludwig na cidade. Procura então complementar mais os seus estudos, o que o leva a ter aulas com Antonio Salieri, com Foerster e Albrechtsberger, que era maestro de capela na Catedral de Santo Estêvão. Tornou-se então um pianista virtuoso, cultivando admiradores, os quais muitos da aristocracia. Começou então a publicar as suas obras (1793-1795). O seu Opus 1 é uma colecção de 3 Trios para Piano, Violino e Violoncelo. Afirmando uma sólida reputação como pianista, compôs suas primeiras obras-primas: as Três Sonatas para Piano Op.2 (1794-1795). Estas mostravam já a sua forte personalidade.

Surdez
Em 1792, já com 21 anos de idade, muda-se para Viena onde, afora algumas viagens, permanecerá para o resto da vida. Foi imediatamente aceito como aluno por Joseph Haydn, o qual manteve o contacto à primeira estadia de Ludwig na cidade. Procura então complementar mais os seus estudos, o que o leva a ter aulas com Antonio Salieri, com Foerster e Albrechtsberger, que era maestro de capela na Catedral de Santo Estêvão. Tornou-se então um pianista virtuoso, cultivando admiradores, os quais muitos da aristocracia. Começou então a publicar as suas obras (1793-1795). O seu Opus 1 é uma colecção de 3 Trios para Piano, Violino e Violoncelo. Afirmando uma sólida reputação como pianista, compôs suas primeiras obras-primas: as Três Sonatas para Piano Op.2 (1794-1795). Estas mostravam já a sua forte personalidade.
Consultou vários médicos, inclusive o médico da corte de Viena. Fez curativos, usou cornetas acústicas, realizou balneoterapia, mudou de ares; mas os seus ouvidos permaneciam arrolhados. Desesperado, entrou em profunda crise depressiva e pensou em suicidar-se.

“Devo viver como um exilado. Se me acerco de um grupo, sinto-me preso de uma pungente angústia, pelo receio que descubram meu triste estado. E assim vivi este meio ano em que passei no campo. Mas que humilhação quando ao meu lado alguém percebia o som longínquo de uma flauta e eu nada ouvia! Ou escutava o canto de um pastor e eu nada escutava! Esses incidentes levaram-me quase ao desespero e pouco faltou para que, por minhas próprias mãos, eu pusesse fim à minha existência. Só a arte me amparou!”

Embora tenha feito muitas tentativas para se tratar, durante os anos seguintes, a doença continuou a progredir e, aos 46 anos de idade (1816), estava praticamente surdo. Porém, ao contrário do que muitos pensam, Ludwig jamais perdeu a audição por completo, muito embora nos seus últimos anos de vida a tivesse perdido, condições que não o impediram de acompanhar uma apresentação musical ou de perceber nuances timbrísticas.
Em 2 de Abril de 1800, a sua Sinfonia nº1 em Dó maior, Op. 21 faz a sua estreia em Viena. Porém, no ano seguinte, confessa aos amigos que não está satisfeito com o que tinha composto até então, e que tinha decidido seguir um novo caminho. Em 1802, escreve o seu testamento, mais tarde revisto como O Testamento de Heilingenstadt, por ter sido escrito na localidade austríaca de Heilingenstadt, então subúrbio de Viena, dirigido aos seus dois irmãos vivos: Kaspar Anton Carl van Beethoven (1774-1815) e Nicolaus Johann van Beethoven (1776-1848).
Depois de 1812, a surdez progressiva aliada à perda das esperanças matrimoniais e problemas com a custódia do sobrinho levaram-no a uma crise criativa, que faria com que durante esses anos ele escrevesse poucas obras importantes.
Neste espaço de tempo, escreve a Sinfonia nº 7 em Lá Maior, Op.92, entre 1811 e 1812, a Sinfonia nº 8 em Fá Maior, Op.93, em 1812, e o Quarteto em Fá Menor, Op.95, intitulado de Serioso, em 1810.
A partir de 1818, Ludwig, aparentemente recuperado, passou a compor mais lentamente, mas com um vigor renovado. Surgem então algumas de suas maiores obras: a Sonata nº 29 em Si bemol Maior, Op.106, intitulada de Hammerklavier, entre 1817 e 1818; a Sonata nº 30 em Mi Maior, Op.109 (1820); a Sonata nº 31 em Lá bemol Maior, Op.110 (1820-1821); a Sonata nº 32 em Dó Menor, Op.111 (1820-1822); as Variações Diabelli, Op.120 (1819. 1823), a Missa Solemnis, Op.123 (1818-1822).
A culminância destes anos foi a Sinfonia nº 9 em Ré Menor, Op.125 (1822-1824), para muitos a sua maior obra-prima.
Os anos finais de Ludwig foram dedicados quase exclusivamente à composição de Quartetos para Cordas. Foi nesse meio que ele produziu algumas de suas mais profundas e visionárias obras, como o Quarteto em Mi bemol Maior, Op.127 (1822-1825); o Quarteto em Si bemol Maior, Op.130 (1825-1826); o Quarteto em Dó sustenido Menor, Op.131 (1826); o Quarteto em Lá Menor, Op.132 (1825); a Grande Fuga, Op.133 (1825), que na época criou bastante indignação, pela sua realidade praticamente abstrata; e o Quarteto em Fá Maior, Op.135 (1826).
De 1816 até 1827, ano da sua morte, ainda conseguiu compor cerca de 44 obras musicais. Sua influência na história da música foi imensa. Ao morrer, a 26 de Março de 1827, estava a trabalhar numa nova sinfonia, assim como projectava escrever um Requiem. Ao contrário de Mozart, que foi enterrado anonimamente em uma vala comum (o que era o costume na época), 20.000 cidadãos vienenses enfileiraram-se nas ruas para o funeral de Beethoven, em 29 de março de 1827. Franz Schubert, que morreu no ano seguinte e foi enterrado ao lado de Beethoven, foi um dos portadores da tocha. Depois de uma missa de réquiem na igreja da Santíssima Trindade (Dreifaltigkeitskirche), Beethoven foi enterrado no cemitério Währing, a noroeste de Viena. Seus restos mortais foram exumados para estudo, em 1862, sendo transferidos em 1888 para o Cemitério Central de Viena.
Há controvérsias sobre a causa da morte de Beethoven, sendo citados cirrose alcoólica, sífilis, hepatite infecciosa, envenenamento, sarcoidose e doença de Whipple.
Amigos e visitantes, antes e após a sua morte haviam cortado cachos de seus cabelos, alguns dos quais foram preservadas e submetidos a análises adicionais, assim como fragmentos do crânio removido durante a exumação em 1862.
Algumas dessas análises têm levado a afirmações controversas de que Beethoven foi acidentalmente levado à morte por envenenamento devido a doses excessivas de chumbo à base de tratamentos administrados sob as instruções do seu médico.
A sua vida artística poderá ser dividida – o que é tradicionalmente aceitado desde o estudo, publicado em 1854, de Wilhelm von Lenz – em três fases: a mudança para Viena, em 1792, quando alcança a fama de brilhantíssimo improvisador ao piano; por volta de 1794, se inicia a redução da sua acuidade auditiva, fato que o leva a pensar em suicídio; os últimos dez anos de sua vida, quando fica praticamente surdo, e passa a escrever obras de carácter mais abstrato.

Obras:
Nove sinfonias, dentre elas a Nona, sua última sinfonia, a que mais se consagrou no mundo inteiro
Cinco concertos para piano
Concerto para violino
“Concerto Tríplice” para piano, violino, violoncelo e orquestra
32 sonatas para piano (ver abaixo relação completa das sonatas):
16 quartetos de cordas´
1 septeto de cordas para piano
Dez sonatas para violino e piano
Cinco sonatas para violoncelo e piano
Doze trios para piano, violino e violoncelo
“Bagatelas” (Klenigkeiten) para piano, entre as quais a famosíssima Bagatela para piano “Für Elise” (“Para Elisa”)
Missa em Dó Maior
Missa em Ré Maior (“Missa Solene”)
Oratório “Christus am Ölberge”, op. 85 (“Cristo no Monte das Oliveiras”)
“Fantasia Coral”, op. 80 para coro, piano e orquestra
Aberturas
Danças
Ópera Fidelio
Canções

7552 – Música está uma “bába” – Nunca foi tão repetitiva


Que Baaaaaba! Ai que saudade da Pool!!
Que Baaaaaba! Ai que saudade da Pool!!

Eu quero tchu, eu quero tchá. Lê lê lê, lê lê lê. Tchetchereretetê. Você já teve a impressão de que as músicas estão conseguindo ficar cada vez mais ridículas e repetitivas?
Cientistas do Instituto de Pesquisa em Inteligência Artificial, na Espanha, analisaram 460 mil canções gravadas nos últimos 50 anos e concluíram: sim, a música está ficando mais repetitiva. Isso acontece porque os compositores criam melodias cada vez mais parecidas e as gravações usam menos instrumentos.
Os pesquisadores chegaram a esse resultado usando um software que analisa a composição sonora das músicas. Mas por que a música está mais repetitiva, afinal? O estudo não apresenta uma explicação, mas os cientistas arriscam um palpite: preguiça dos compositores. “Mesmo usando menos recursos, eles são capazes de provocar emoções e respostas equivalentes às de 50 anos atrás”, diz Joan Serrà, líder do estudo.

Gosto não se discute, se lamenta…

O que aconteceu – As músicas têm menos notas e/ou melodia e arranjos mais simples.
Como perceber? Ouça o single de 1980 abaixo e compare com as músicas de hoje:

7551 – Física – Pesquisadores conseguem fazer teletransporte


Embora não seja uma grande façanha, um grupo de cientistas chineses conseguiu teletransportar cerca de 100 milhões de átomos de rubídio (um tipo de metal) a uma distância de 150 metros. É a primeira vez que um objeto macroscópico é teleportado. Mas, para realizar a façanha, foi preciso ter um bolo de átomos de rubídio do outro lado – e, na verdade, a única coisa que viajou de fato foram as propriedades dos átomos (como o sentido da rotação dos elétrons deles). Ou seja: o teletransporte foi de informação, não de matéria. Mas a descoberta é importante, pois poderá levar à criação de uma super-internet, ultrarrápida.

7550 – Apesar de medidas, caça a rinoceronte aumenta na África do Sul


Números divulgados pelo governo da África do Sul indicam que a caça ilegal aos rinocerontes teve um aumento significativo em 2012 no país.
Apenas em 2012, 668 rinocerontes foram mortos para a extração dos chifres, um número recorde que representa um aumento de 50% em relação a 2011. A maioria deles foi morta no Parque Nacional Kruger, a maior reserva de vida selvagem do país.
A África do Sul abriga cerca de três quartos da população de rinocerontes do mundo, que chega a um total de 28 mil animais.
Em 2007, apenas 13 deles foram mortos por caçadores, mas, desde então, a caça aumentou.
Especialistas afirmam que a demanda crescente pelos chifres do animal na Ásia está por trás do aumento da caça ao animal.
Em países como a China e o Vietnã muitos acreditam que o pó do chifre do rinoceronte tem poderes medicinais e pode até ser usado no tratamento do câncer. O quilo de chifre pode ser vendido por até US$ 65 mil.
“Rinocerontes estão sendo mortos, seus chifres arrancados e os animais são deixados para sangrar até morrer, tudo pelo uso fútil dos chifres como cura para ressaca”, afirmou Sabri Zain, da TRAFFIC, uma rede de monitoramento de vida selvagem.
O governo da África do Sul tentou combater o aumento das mortes de rinocerontes usando soldados e aeronaves para vigilância.
Mas os números de 2012 indicam que as medidas não surtiram efeito e apenas no início de 2013 já foram registradas as mortes de cinco animais.
Apenas no ano passado, 668 rinocerontes foram mortos para a extração dos chifres, um número recorde e aumento de 50% em relação a 2011. A maioria deles foi morta no Parque Nacional Kruger, a maior reserva de vida selvagem do país.

Peso pesado a nocaute
Peso pesado a nocaute

7549 – Mega Byte – Cientistas convertem arquivo de computador em DNA sintético


Pesquisadores europeus acabam de provar que é possível armazenar arquivos digitais em DNA.
Hoje, com o aumento exponencial do mundo digital, há uma necessidade crescente de memória para armazenar o conteúdo produzido.
Discos rígidos e dispositivos de memória flash (os gloriosos pen drives) são as opções mais comuns, mas exigem fornecimento de energia para operar, e a preservação magnética dos dados acaba se degradando com o tempo.
Em comparação, moléculas de DNA são extremamente estáveis. “Já sabíamos que o DNA é uma forma robusta de armazenar informação porque podemos extraí-la de ossos de mamutes, com dezenas de milhares de anos, e ainda assim compreendê-la”, diz Nick Goldman, do Instituto Europeu de Bioinformática, autor do novo estudo, publicado na “Nature”.
O fator mais complicado na hora de guardar informações em moléculas de DNA é escrevê-las de modo a conseguir recuperá-las mais tarde.
O DNA é composto por quatro bases nitrogenadas: C (citosina), G (guanina), T (timina) e A (adenina).
Até aí, ótimo –é até melhor que os computadores, que só trabalham com 0 e 1. O problema é “soletrar” o conteúdo –as técnicas de produção de DNA acabam levando a erros de “digitação”, principalmente quando duas letras iguais vêm em seguida.
Além disso, só se consegue hoje produzir sequências pequenas –nada como um cromossomo inteiro, com milhões de pares de base.
Os pesquisadores superaram esses problemas estabelecendo uma correlação entre bytes convencionais e bytes escritos em bases nitrogenadas, de forma a evitar a repetição de letras genéticas.
Depois, trabalharam com sequências pequenas, com superposições entre elas, e trechos que indicavam como deveriam ser reconstruídas.
Partindo de um arquivo de texto, um MP3, uma foto, um PDF e um arquivo de código (que explica como a conversão de arquivos é feita), a empresa californiana Agilent Technologies sintetizou uma amostra de DNA que mais lembrava um grão de poeira.
O material foi despachado pelo correio, sem cuidados especiais, para a Alemanha.
Ao chegar lá, Goldman e sua equipe “leram” o conteúdo do DNA e remontaram a sequência no computador.
O sucesso abre caminho para o uso prático da técnica, mas ainda é preciso melhorar a codificação e as técnicas de escrita e leitura do DNA para que isso se torne comercialmente viável.
Como o custo da síntese de DNA vem caindo, dizem os pesquisadores, esse esquema deve ser comercialmente praticável em uma década.
Eles destacam que seria possível armazenar todos os filmes e séries já produzidos –cerca de 100 milhões de horas de vídeo em alta definição– em uma xícara de DNA.
A técnica seria útil para preservação a longo prazo das cópias digitais definitivas que os grandes estúdios de cinema fazem de seus filmes.
Entretanto, não espere ter um disco rígido de DNA em sua casa. Para acesso rápido e constante aos dados, a memória magnética de hoje é bem mais prática. A vantagem do DNA é em preservar arquivos a longo prazo, com baixo índice de acessos.

Dna e byte

7548 – Como funciona uma turbina de avião


Turbinas a gás podem ter várias aplicações. Por exemplo, em muitos helicópteros, em usinas termoelétricas de pequeno porte e mesmo no tanque M-1.
Então, por que um tanque M-1 usa uma turbina a gás de 1.500 cavalos em vez de um motor diesel? Existem duas grandes vantagens da turbina sobre o diesel:
Turbinas a gás têm uma ótima relação potência/peso, se comparadas a motores a pistão. Isso quer dizer que a quantidade de potência que se consegue do motor comparada ao seu próprio peso é muito boa.
Turbinas a gás são menores do que motores a pistão de mesma potência.
A principal desvantagem de turbinas a gás é que, comparadas a motores a pistão do mesmo tamanho, elas são caras. Por girar a velocidade muito alta e por causa das altas temperaturas de operação, o projeto e a construção são dificeis, tanto do ponto de vista da engenharia quanto dos materiais. Turbinas a gás também tendem a consumir mais combustível quando estão em marcha lenta e preferem uma carga constante à variável. Isso torna turbinas a gás excelentes para algo como aviões a jato e usinas, mas explica por que não há uma sob o capô de um automóvel.
Teoricamente, turbinas a gás são extremamente simples. Elas têm três partes:
Compressor: comprime o ar de admissão por alta pressão;
Câmara de combustão: queima o combustível e produz gás com alta pressão e alta velocidade;
Turbina: extrai energia do gás a alta pressão e alta velocidade vindo da câmara de combustão.
Câmara de combustão
O ar sob alta pressão entra na câmara de combustão, na qual um anel de injetores de combustível injeta um jato constante de combustível. Geralmente o combustível é querosene, combustível de jato, propano ou gás natural. Se você pensar em como é fácil apagar uma vela, então você pode imaginar o problema de projeto na área de combustão – nessa área entra ar a alta pressão, a centenas de quilômetros por hora, e é preciso manter uma chama queimando continuamente nesse ambiente. A peça que resolve esse problema é o chamada de “queimador” ou, às vezes, de “caneca”. A caneca é uma peça oca e perfurada de metal pesado.
A turbina
À esquerda do motor está a seção da turbina. Nesta figura existem dois conjuntos de turbinas. O primeiro conjunto aciona diretamente o compressor. As turbinas, o eixo e o compressor giram como uma coisa só:

gas-turbine-shaft

Na extrema esquerda está um estágio final da turbina, mostrado aqui com uma única fileira de pás. Ela aciona o eixo de saída. Esse estágio final da turbina e o eixo de saída são uma unidade independente que gira livremente. Elas giram livremente sem nenhuma conexão com o resto do motor. E essa é a parte surpreendente de uma turbina a gás – há energia suficiente nos gases quentes passando pelas pás dessa turbina final de saída para gerar 1.500 cavalos de força e movimentar um tanque M-1 (em inglês) de 63 toneladas! Uma turbina a gás é realmente bem simples.
No caso da turbina usada num tanque ou numa usina não há realmente nada a fazer com os gases de escape a não ser direcioná-los pelo tubo de exaustão, como mostrado. Às vezes o exaustor passa por algum tipo de trocador de calor, para extrair calor para alguma outra finalidade ou para pré-aquecer o ar antes dele entrar na câmara de combustão.
Grandes jatos comerciais usam o que é conhecido como motores turbofan, que nada mais são do que turbinas a gás com enormes pás de ventilador na parte da frente do motor. Aqui está o desenho básico (altamente simplificado) de um motor turbofan:

gas-turbine-turbofan2

Dá para ver que o coração de um turbofan é uma turbina a gás normal como a descrita na seção anterior. A diferença é que o estágio final da turbina aciona um eixo que vai até a frente do motor para girar as pás de ventilador (mostradas em vermelho nesta figura). Esse arranjo de múltiplos eixos concêntricos, a propósito, é extremamente comum em turbinas a gás. Na verdade, em muitos turbofans maiores, pode haver dois estágios de compressores completamente separados acionados por turbinas separadas, juntamente com a turbina do ventilador, como mostrado acima. Todos os três eixos giram um ao redor do outro.
A finalidade do ventilador é aumentar consideravelmente a quantidade de ar passando pelo motor e assim aumentar consideravelmente o empuxo. Quando você olha dentro de um motor de um jato comercial no aeroporto, o que você vê são as pás de ventilador na parte dianteira do motor. Elas são imensas – por volta de 3 metros de diâmetro nos grandes jatos, podendo assim mover muito ar. O ar puxado pelo ventilador é chamado de ar desviado (mostrado em roxo acima) porque ele passa por fora da turbina do motor e vai direto para a parte traseira da nacele em alta velocidade para fornecer empuxo.
Um motor turboélice é similar a um turbofan, mas em vez de um ventilador ele tem uma hélice convencional na parte da frente. O eixo de saída é conectado a uma caixa de redução para diminuir a velocidade, e o eixo de saída da caixa de redução gira uma hélice.

Princípios do empuxo
A finalidade de um motor turbofan é produzir empuxo para deslocar o avião para a frente. O empuxo é geralmente medido em libras nos Estados Unidos (o sistema métrico utiliza Newtons; 4,45 Newtons equivalem a 1 libra de empuxo). Uma “libra de empuxo” é igual a uma força capaz de acelerar 1 libra de material a 9,76 metros por segundo ao quadrado (o equivalente à aceleração da gravidade). Portanto, se você tiver um motor a jato capaz de produzir uma libra de empuxo, ele pode manter 1 libra de material suspenso no ar se o jato for apontado diretamente para baixo. Da mesma forma, um motor a jato produzindo 2.300 quilos de empuxo poderia manter 2.300 quilos de material suspensos no ar. E se um motor de foguete produzisse 2.300 quilos de empuxo aplicados a um objeto de 2.300 quilos flutuando no espaço, o objeto de 2.300 quilos iria acelerar à razão de 9,76 metros por segundo ao quadrado.
O empuxo é gerado de acordo com o princípio de Newton que diz que “a toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário”. Por exemplo, imagine que você esteja flutuando no espaço e que você pese na Terra 45 quilos. Na sua mão, você tem uma bola de beisebol que pesa 450 gramas na Terra. Se você arremessá-la a uma velocidade de 10 metros por segundo (36 km/h), seu corpo vai se mover no sentido oposto (ele reagirá) a uma velocidade de 0,10 metro por segundo (0,36 km/h). Se continuasse a arremessar bolas de beisebol daquela maneira à razão de uma por segundo, suas bolas de beisebol estariam gerando 450 gramas de empuxo contínuo. Lembre-se que para gerar 450 gramas de empuxo por uma hora você precisa estar segurando 1.620 kg de bolas de beisebol no começo da hora. Se quisesse fazer melhor, teria que arremessar as bolas com mais força. “Arremessando-as” (vamos dizer, com uma arma) a 1.000 metros por segundo (3.600 km/h), você geraria 45 kg de empuxo.

Empuxo de motor a jato
Num motor turbofan, as bolas de beisebol que o motor está arremessando são moléculas de ar. As moléculas de ar já estão lá, de modo que o avião pelo menos não precisa carregá-las. Uma única molécula de ar não pesa muito, mas o motor está arremessando muitas delas – e a uma velocidade muito alta. O empuxo no turbofan vem de dois componentes:
a própria turbina a gás: geralmente um estreitamento é formado no final do tubo de escape da turbina a gás (não mostrado nesta figura) para produzir um jato de alta velocidade do gás de exaustão. As moléculas de ar saem do motor a uma velocidade normalmente de 2.092 km/h.
o ar desviado produzido pelas pás de ventilador: ele se desloca a uma velocidade menor do que a saída da turbina, mas as pás movimentam bastante ar.

7547 – Música – SOUL II SOUL: INFLUÊNCIA NOS ANOS 80 E 90


Soul II Soul

Apesar de ter surgido no final dos anos 80, um dos nomes mais influentes da música naquela década e na seguinte foi o Soul II Soul.
O grupo, liderado por Jazzie B, deu um novo tempero ao R&B e alcançou o sucesso com o lançamento de “Keep on Movin'”, seu terceiro single, lançado em 1989. Tendo Caron Wheeler nos vocais, o hit entrou rapidamente na parada Top Ten na Inglaterra, país de origem do Soul II Soul. Em seguida foi a vez de “Back To Life” conseguir o mesmo sucesso.
Na Inglaterra, o primeiro álbum recebeu o título de Club Classics Vol.1.; na América foi chamado de Keep on Movin’.
Antes de gravarem o segundo álbum, Caron Wheeler deixou o Soul II Soul para seguir carreira solo. Mesmo sem a sua participação, o álbum chegou ao primeiro lugar na parada britânica imediatamente após o lançamento.
Inúmeros artistas se inspiraram no que se chamou de “ritmo Soul II Soul”. O grupo teve nos anos 90 influência semelhante a de Afrika Bambaataa e seu clássico “Planet Rock” nos anos 80. Ambos tiveram grande importância para o R&B e Hip-Hop.

7546 – Cinema – Amargo Pesadelo


História
Quatro amigos, Ed Gentry (Jon Voight), Lewis Medlock (Burt Reynolds), Bobby Trippe (Ned Beatty) e Drew Ballinger (Ronny Cox), decidem descer de canoa um rio das florestas da Geórgia, antes que toda a região se transforme em uma represa. Depois de advertências dos habitantes locais, Drew participa de um Duelo de Banjos com um menino mudo e então eles iniciam a viagem. Inicialmente se exultam com a beleza da natureza e a emoção inicial das correntezas. No entanto, no dia seguinte, as coisas começam a tomar um rumo pior, quando Bobby e Ed decidem descansar na margem, depois de se separarem de Lewis e Drew. Dois montanheses armados saem da floresta, amarram Ed e um deles estupra Bobby. Lewis e Drew os resgatam, mas o ataque que sofreram muda totalmente o clima da viagem. Além disso o rio fica cada vez mais perigoso.

– Sam Peckinpah tinha interesse em levar a estória de James Dickey ao cinema, mas John Boorman foi mais rápido ao assegurar os direitos de sua adaptação para o cinema.
– Para minimizar os custos de produção o filme não teve dublês, obrigando os atores a realizar todas as suas cenas.
– O diretor John Boorman tentou contratar os atores Marlon Brando, James Stewart e Henry Fonda para interpretar o personagem Lewis Medlock. Todos recusaram a proposta devido a exigência de rodar suas próprias cenas perigosas no filme.
– Burt Reynolds fraturou uma costela ao realizar uma de suas cenas.
– O orçamento de
Amargo Pesadelo
foi de US$ 2 milhões.

Título original – Deliverance
Ano: 1972

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7545 – Mega Tour – Malibu


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É uma influente cidade em frente a praia, localizada no noroeste do Condado de Los Angeles, na Califórnia, costa oeste dos Estados Unidos. Foi incorporada em 28 de março de 1991.
Apelidado de “o Bu” por surfistas e moradores locais, a comunidade é famosa por suas praias de areia quente, e por ser o lar de muitas estrelas de cinema de Hollywood e outros associados à indústria do entretenimento.
Se espalha por uma faixa costeira de 43 km do Oceano Pacífico, famosa por suas praias de areias quentes propícias aos esportes de verão e ao surf e por ser a moradia de diversas celebridades ligadas à indústria do entretenimento de Hollywood e da Califórnia. Uma popular placa da cidade estampa: “Malibu: A Way of Life” (em português: Malibu: Um Estilo de Vida).
A cidade é cortada pela Pacific Coast Highway, a mais importante auto-estrada expressa da Califórnia, que cruza as famosas praias de Escondido, Zuma, Surfrider e Paradise. No limite oeste da linha costeira encontra-se Pirate’s Cove, assim nomeada por contrabandistas de rum durante a Lei Seca, que a usavam para descarregar suas mercadorias vindas por via marítima para a Califórnia. Devido a este isolamento, a área hoje foi transformada em área de nudismo.
De acordo com o United States Census Bureau, a cidade tem uma área de 51,4 km², onde 51,2 km² estão cobertos por terra e 0,1 km² por água.
Segundo o censo nacional de 2010, a sua população é de 12 645 habitantes e sua densidade populacional é de 246,83 hab/km². Possui 6 864 residências, que resulta em uma densidade de 133,98 residências/km².

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7544 – Farmacologia – A Difenidramina


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Remédios à base difenidramina, um anti-histamínico usado por gestantes contra enjôos, náuseas e alergias, pode provocar anomalias no comportamento sexual dos filhos quando estes atingem a idade adulta. Ao menos em ratos, como sugere a tese da farmacêutica do Instituto de Ciência Biomédicas da Universidade de São Paulo. Depois de analisar durante três anos o comportamento de filhotes nascidos de mães tratadas com o medicamento, os resultados surpreenderam.
Quando adultos, os filhotes machos das ratas que receberam o medicamento na gestação demoram mais pra procurar as fêmeas, realizam a penetração com dificuldade e, quando isso acontece, as ejaculações são bastantes retardadas. Tal comportamento se inverte quando se trata dos filhotes das fêmeas. Elas ficaram muito mais receptivas sexualmente às montas dos machos do que as filhas das ratas que não receberam o medicamento.

Anti-histamínico bloqueador H1 e sedativo. É um derivado da etanolamina. Compete com a histamina pelos receptores H1 presentes nas células efetoras. Desta forma evita, porém não reverte, as respostas mediadas unicamente pela histamina.
A Difenidramina é um anti-histamínico H1, de primeira geração, manifestando atividade anticolinérgica é usado para melhorar as reações alérgicas ao sangue ou plasma, em anafilaxia, como adjunto da epinefrina.
Curiosamente, ela tem algum efeito sobre a recaptura da serotonina, o que levou a alguns medicamentos para a depressão com estrutura semelhante.

É indicado para tratamento de:
Conjuntivite alérgica
Ênjoo em viagem
Rinite alérgica
Parkinsonismo (em idoso que tenha intolerância por medicação mais potente)
Distonia aguda (e.g. impregnação por haloperidol)
Rinite vasomotora
Urticária
Coadjuvante no tratamento das reações anafiláticas

O uso de Difenidramina pode causar:
Problemas de acuidade visual
Secura da boca e da garganta
Sonolência
Tontura

Durante o tratamento não é recomendado o uso de Bebida alcoólica e outros depressores do Sistema Nervoso Central.

7543 -Ecologia – Um tiro pela culatra…


Os detergentes ecológicos parecem estar poluindo mais que os detergentes convencionais. Pelo menos na opinião de cientistas do Instituto de Pesquisa da Água, de Roma, e da Universidade de Milão, na Itália. Há quatro anos eles observam a formação de uma espécie de espuma verde nas águas mornas e calmas do Mar Adriático, sempre na primavera. O malcheiroso fenômeno, que afastou muitos turistas das praias italianas, foi atribuído inicialmente a uma superpopulação de algas. Mas logo percebeu-se que a história era mais complicada.
A espuma é provavelmente um aglomerado de material secretado por bactérias e microorganismos, mas que têm se multiplicado velozmente graças aos principais compostos dos detergentes verdes: os zeólitos e ácidos policarboxílicos. Nos dias quentes, eles se agregam e sobem à tona, fornecendo um perfeito habitat aos seres microscópicos. Por ironia, essas substâncias haviam tomado o lugar do fosfato dos antigos detergentes, que era acusado de favorecer a superpopulação de algas nos rios e mares.

7542 – O Mistério dos Jacarés Anões


Os jacarés brasileiros sofrem de um mal que até agora só havia sido observado em seus semelhantes de outros países, principalmente da América do Norte e da África: o nanismo. Os doentes não só crescem menos, como têm menor apetite que os jacarés normais, por isso são magros e enfraquecidos. Essa é a conclusão de um grupo de estudantes da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, em São Paulo.
Trata-se de uma doença muito parecida com a chamada síndrome de Hunt. Mas até agora ninguém sabe o que torna os jacarés anões.
Até então, não se tinha notícia desse mal por aqui. Pode ser que, por serem pequenos e mais frágeis, os jacarés anões acabavam vítimas de seus predadores naturais.
Orientados por especialistas do departamento de Patologia daquela faculdade, os estudantes estão tentando descobrir como cuidar de jacarés doentes. Impossíveis de serem detectados no habitat natural, vários problemas de saúde dos jacarés só foram conhecidos depois que eles passaram a ser criados para o abate, em cativeiro.

7541 – Medicina – Ginko Biloba contra a Depressão


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Uma planta de nome esquisito, comum no Japão, ficou famosa entre os botânicos por ter sido a única espécie vegetal que sobreviveu ao bombardeio atômico de Hiroshima, em 1945. Agora, a gingko biloga – é assim que ela se chama – está ficando conhecida entre os médicos. É que seu extrato parece ajudar no tratamento da depressão, à medida que reforça o efeito das drogas usadas para combater o problema. Cientistas ligados a Organização Mundial de Saúde (OMS) estão pesquisando essa capacidade da planta, em diversos países. “Pelo menos 100 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem algum tipo de depressão” “E três em cada dez pacientes não reagem aos medicamentos conhecidos.”
Uma possível explicação para a falta de respostas a terapia são lesões na membranas dos neurônios, provocadas por radicais livres, moléculas nocivas produzidas pelo próprio organismo.
“Tudo leva a crer que o extrato de gingko biloba limpa o cérebro dos radicais livres e, assim, o prepara para receber as drogas antidepressivas”, com isso, esperam os pesquisadores, a proporção de pacientes resistentes ao tratamento deve diminuir.

7540 – Mega Mix – Odontologia


Cientistas americanos desenvolveram um chiclete com fosfato de cálcio que ajuda na proteção contra a cárie. A vida e os hábitos alimentares dos animais podem ser registrados através do tratamento dos dentes.
É ultrapassado o conceito de que é mais saudável escovar os dentes com água oxigenada. Para que ela tenha algum efeito sobre as bactérias seria necessário passar o dia inteiro escovando os dentes.

Dentista sem dor:
A Odontologia está se armando até os dentes para aliviar o sofrimento dos pacientes – inclusive o psicológico. O laser, como substituto da broca de alta rotação, é o principal instrumento desse arsenal.
As cáries menores já podem ser tratadas sem anestesia com o laser de érbio – um raio que usa as propriedades concentradoras do elemento químico érbio para penetrar no dente profundamente.
Ele atravessa a estrutura, desintegra as moléculas da cárie e limpa tudo para a restauração – ou obturação.
O raio também pode ser usado em cirurgias e obturações de resina, mas não nas metálicas, que usam limalha de prata e mercúrio, indicadas para as cáries profundas nos dentes de trás. Aí, a broca continua indispensável.
O pesquisador Harvey Wigdor, da Universidade Noroeste de Chicago, nos Estados Unidos, desenvolveu, em 1997, um trabalho para descobrir o que aliviaria os pacientes de dentistas. Depois de entrevistar 100 indivíduos, concluiu que o principal desejo deles não era só se livrar da dor. O trauma, mesmo, era o barulho incômodo do motorzinho.
Para pôr fim a dois temores com uma técnica só, boa parte da indústria odontológica pesquisa formas de aposentar de vez a broca. Além do laser, os outros candidatos a substituto são um gel para dissolver a cárie, que deve chegar ao Brasil no início do próximo ano, e um jato de ar, já disponível em vários consultórios.
Embora silenciosas, as duas técnicas não são totalmente à prova de dor. Se a cárie tiver atingido uma região próxima ao nervo, o incômodo vai aparecer. Neste caso, usa-se a velha e boa anestesia.
As substâncias anestésicas de hoje são bastante seguras e, na última década, a espessura da agulha encolheu três vezes. Ou seja, a picada também já não incomoda tanto.

Passo a passo:
A cárie abre um buraco no esmalte, que é o escudo do dente, e expõe a dentina, a área mais interna. É bem aí que a broca age. Ela é formada por um anel que gira rapidamente, arrancando minúsculos pedaços do tecido cariado.
A dentina é cheia de canais preenchidos com um líquido. Esses dutos conduzem à pulpa, onde está o nervo do dente. Por meio do líquido, o calor provocado pelo atrito e pela trepidação produzida pelo motorzinho chegam rapidamente até ele.
A única função desses nervos é perceber a dor. Eles levam a informação para o cérebro à velocidade de 1 metro por segundo. As terminações nervosas que indicam ao dente que força usar na mastigação ficam do lado de fora.
Laser
Ao contrário da broca, o laser não arranca pedaços. A energia produzida por ele desintegra as moléculas do tecido cariado e ainda mata as bactérias da região, limpando a cavidade que será obturada.
O laser é uma luz emitida por pulsos muito rápidos, com duração de milissegundos. Por isso, ele produz muito menos calor e trepidação, sem alterar o equilíbrio do líquido dentro dos canais da dentina.
Já que o líquido dos dutos é pouco atingido, o nervo nem chega a sentir. Assim, a dor é menos intensa ou até inexistente.
Há fachos de luz com quantidades diferentes de energia. Desse modo, é possível usar cada um deles com fins diferentes e não apenas para retirar a cárie.
O chamado laser de CO2 (gás carbônico), mais antigo, é apropriado para cortar a gengiva. Ele esquenta a água que existe dentro das células e as faz explodir feito milho de pipoca. Assim, abre incisões para a cirurgia na gengiva com a eficiência de um bisturi.
O laser de arseneto de gálio alivia a dor. Ele aumenta o fluxo sanguíneo na região, diminuindo a inflamação e estimulando a produção de endorfina, um analgésico natural. É empregado depois da extração de um dente ou antes da anestesia convencional, para que o paciente não sinta a picada.
O gel é uma mistura de aminoácidos e hipoclorito de sódio (parecido com água sanitária). Em contato com o dente, dissolve a cárie sem afetar a parte sadia. Depois, a mistura é retirada com um pequeno instrumento de metal e a cavidade está pronta para ser obturada.

7539 – Tecnologias – Era bom, mas não colou – Digital Compact Cassete


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Cansados de esperar pelo sucesso do Digital Audio Tape (DAT), uma fita pequena e de alta performance – que nunca emplacou devido ao preço exorbitante da aparelhagem capaz de reproduzi-la -, as empresas resolveram criar o Digital Compact Cassete (DCC). Mais barato e muito semelhante à fita cassete comum, o DCC tem uma diferença básica: em vez de gravar e interpretar oscilações magnéticas, ele registra na fita milhares de bits de informação, tal qual fazem os computadores nos disquetes.
Isso garantia a qualidade do som por muito tempo, ao contrário das tradicionais fitas analógicas que, depois de serem tocadas muitas vezes, se desmagnetizam e perdem alguns dos sons, sobretudo os agudos. O sistema DCC foi lançado no Brasil, em abril de 1993, pela Basf, fabricante do cassete digital, e pela Philips, fabricante do aparelho de som e também não emplacou. Embora bom, foi um fiasco nas vendas. Ninguém precisaria jogar suas fitas comuns no lixo. “O equipamento também reproduzia os cassetes tradicionais analógicos.