14.025 – Mega Byte – O Facebook escuta nossas conversas para segmentar anúncios?


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Muitas teorias da conspiração que podem ser encontradas na internet dizem respeito ao Facebook. As mais famosas falam sobre a rede social escutar constantemente o que falamos para que anúncios sejam segmentados. Há alguns relatos que garantem que isso, de fato acontece, além de vários vídeos no Youtube de pessoas que dizem que estamos sendo vigiados a todo o momento.
O Facebook não é exatamente uma rede social que se gaba por sua alta privacidade. Muitos usuários desconfiam de sua segurança desde 2017, quando o escândalo Cambridge Analytica veio a público. O próprio Mark Zuckerberg já admitiu, durante a conferência de desenvolvedores do Facebook, que eles não tinham “a mais forte reputação de privacidade.”
A rede social nega que ouve conversas para segmentar anúncios. Zuckerberg chegou a dizer diante do Congresso americano que a empresa não se dedica à prática. Especialistas e analistas dizem que o Facebook não precisa de nossas conversas para direcionar anúncios de forma eficaz. No entanto, a teoria da conspiração persiste, com pessoas compartilhando suas experiências.

Como é o caso de Carl Mazur, um fotógrafo de Utah, que se assustou após ver um anúncio de lentes de câmera da marca Rokinon aparecendo em seu perfil. Isso porque 20 minutos antes, o quiroprata de Mazur mencionou a marca durante uma sessão.

Ele sempre ouviu histórias sobre a rede social escutando conversas por meio dos microfones dos smartphone, mas nunca deu muita importância para o assunto. O anúncio do equipamento fotográfico fez com ele reconsiderasse. “Foi aí que eu comecei a acreditar”, disse Mazur, acrescentando que nunca havia pesquisado ou comprado lentes Ronikon antes. “Pensei em como isso era estranho.”
Mesmo com todos os relatos, isso parece não atingir a reputação da rede social, que hoje conta mais de 2,38 bilhões de pessoas conectadas todos os meses. Analistas dizem que, pouco a pouco, os rumores de conspiração e espionagem podem mudar a maneira como usamos a plataforma. Se estivermos preocupados com o fato do Facebook estar ouvindo nossas conversas, podemos parar de compartilhar alguns de nossas dados pessoais, desta forma, ele não conseguirá segmentar anúncios com tanta precisão.
Os usuários, por exemplo, podem desligar seus telefones se estiverem em um evento, em uma conversa particular ou em uma sessão de terapia, sugeriu Grygiel. Eles também podem ser mais cautelosos e compartilhar menos informações ou desativar sua localização, o que privaria o Facebook de oportunidades de aprender mais sobre você. Eles também poderiam ativar bloqueadores de anúncios, o que afetaria a receita da plataforma.
Parte do problema, dizem os especialistas, é que os consumidores não entendem completamente como seus dados estão sendo usados pela empresa para exibir anúncios. Cerca de 74% dos adultos dos EUA que usam o Facebook não sabiam que a rede social mantém uma lista de seus interesses e características para a segmentação de anúncios.

Um porta-voz da rede social disse que eles estão trabalhando para fornecer às pessoas informações mais precisas sobre o motivo pelo qual estão vendo um anúncio, além de lançar ferramentas que prometem transparência para os usuários. O Facebook possui uma ferramenta que pode ser utilizada para o usuário saber o motivo de estar vendo aquele anúncio. Mesmo assim, algumas informações estão incompletas.
O Facebook ainda divulgou recentemente que está trabalhando em diversas melhorias na rede social, incluindo aperfeiçoamento de seus recursos de segurança. Segundo pesquisa do Datafolha, no Brasil a rede social está perdendo usuários, sendo que a queda foi diretamente atribuída aos escândalos de privacidade em que a plataforma esteve envolvida. Será que eles vão conseguir diminuir a desconfiança dos usuários? Difícil saber.

13.982 – Internet: Governo dos EUA pede ajuda a Google, Facebook e Twitter contra onda de fake news


fake news
De acordo com a Reuters, o governo norte-americano pretende contar com a ajuda das gigantes de tecnologia para evitar a propagação de notícias falsas sobre o censo de 2020. Entre os envolvidos nesse esquadrão de assistência aparentemente estão o Google, o Facebook e o Twitter. A rede de Mark Zuckebeg foi a única a confirmar o envolvimento, mas não está claro como exatamente as companhias vão ajudar a evitar que a desinformação afete a pesquisa.
Há relatos de que o escritório responsável pelo censo nos EUA tem feito reuniões sobre o assunto desde 2017. Isso porque, à época, passou a notar um crescimento de comentários — em fóruns como o 4chan — que incitam ataques com fake news ao departamento em 2020.
A Reuters cita, ainda, uma reunião do governo com o Google, na qual a empresa disse que “consideraria a criação de um projeto de pesquisa relacionado ao censo”. O censo é muito importante nos EUA, principalmente porque sua realização permite moldar distritos eleitorais e formar colégios eleitorais, além de definir a alocação de mais de US$ 800 bilhões por ano de gastos do governo federal.

13.981- Mega Techs – Xiaomi Mi Fold chega com Tudo


celular dobravel
O design único do Mi Fold, com duas abas dobráveis nas laterais fixas à tela central, tem duas grandes vantagens. Seu conceito se aproxima ao do Huawei Mate X, uma vez que a parte flexível se dobra para fora, não para dentro — com a diferença de que usa duas articulações para se revelar por completo. Esse detalhe permite, por exemplo, que, quando totalmente expandido, o aparelho da Xiaomi se aproxime mais à proporção 16:9, tradicionalmente usada em tablets. Isso o coloca em destaque para assistir a programas de TV e filmes.
E os benefícios desse recurso não param por aí. O Mi Fold não tem um dos principais problemas do Galaxy Fold: sua pequena tela exterior de 4,6 polegadas, que é muito pequena para o que o mercado oferece atualmente. O pior é que as dimensões externas reais do Galaxy Fold criam a impressão de que há muito espaço desperdiçado. Isso pode tornar o dobrável sul-coreano pouco adequado para tarefas do dia a dia (como procurar rotas, navegar na web ou tirar fotos) a menos que se abra totalmente o dispositivo — algo que talvez não se queira fazer no meio da rua.

Por outro lado, o Mi Fold enfrenta um problema totalmente oposto: embora sua tela principal ofereça bastante espaço para o uso comum do telefone, ela também é muito ampla mesmo quando as dobradiças estão fechadas, o que pode gerar incômodo no manuseio. Além disso, o Mi Fold parece ser tão ou mais espesso que o Galaxy Fold — o aparelho da Samsung deve ter algo entre 15 e 17mm.
Enquanto as especificações de design, são, por enquanto, meras expectativas, uma grande vantagem já é flagrante para o Mi Fold: ele pode ser o telefone dobrável mais barato do mercado. Atualmente, a Xiaomi trabalha com uma política que determina que as margens de lucro da divisão de hardware nunca sejam superiores a 5%, uma estratégia que permite a ela vender dispositivos como o Xiaomi Mi 9 por menos de US$ 450.
Mesmo assim, ainda se trata de um custo em torno de US$ 1 mil para o Mi Fold. Em comparação com os preços de US$ 2 mil e US$ 2,6 mil do Galaxy Fold e do Mate X, a ideia de comprar um telefone dobrável parece um pouco mais aceitável.

13.977 – Golpe na Internet – O que são Scammers?


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Golpe pra cima de “muá”?!

 
Scammers, são pessoas que criam perfis falsos e/ou e-mails falsos e/ou contas falsas, para obter vantagens financeiras em cima dos outros.
Para chegar a tanto, os scammers precisam criar algo e fazer com que a vítima realmente acredite naquilo.
Muitos chegam a ficar desconfiado, mas ainda existe pessoas que acabam caindo.
Isso por que os scammers utilizam de jogos psicológicos para tentar fazer com que a vítima seja incentivada a continuar trocando e-mails, mandando fotos, etc.
Trocar mensagens no perfil, para um scammer não é vantajoso, por que aqueles que percebem que se trata de armadilha acabam denunciando, mandando comentários e logo o perfil cai. Um e-mail já é mais complicado da conta ser excluída.
Muitos scammers acabam utilizando programas ou sites para fazer tradução do Inglês ou Russo para o Português. Mas aí o resultado é que sai frases com algumas palavras não traduzidas e outras palavras traduzidas as vezes ficando um pouco sem sentido.
O uso de copiar e colar de textos ja usados antes é evidente, tanto que se a pessoa for bastante curiosa, ficará sem resposta quando tiver trocando e-mails, exatamente por que o scammer só vai colar e enviar. No entanto, existe a possibilidade as vezes do scammer ler e responder junto com o texto colado.
Quem utiliza sites de relacionamento, a primeira coisa que acontecerá é receber uma mensagem reservada do scammer e lá encontrar o email dele, sem ao menos ele ou você conhecer um ao outro melhor, simplesmente por interesse do scammer em querer te enganar e por maior segurança do próprio scammer em evitar que se o perfil cair, o e-mail continuará lá.
As fotos que o scammer manda, geralmente de pessoas bonitas aparentando 20 a 30 anos e os scammers costumam colocar sua idade de acordo com a idade que aparenta na foto, pois, de tanta falsidade, fotos pode nem ser do próprio e sim de alguma vítima que trocou com ele e reaproveitou para enganar outros.
O intuito geral do scammer quando começa a trocar e-mails é dizer que está procurando um amor fora do país de onde vive. Aí quanto mais se troca e-mails, mais o scammer “se apaixona” pela vítima e chega em um ponto que diz que quer encontrar pessoalmente. Lembrando que nunca é alguém do mesmo país. Geralmente o scammer diz ser de país como Senegal, Rússia, EUA, Nigeria Libéria, Costa do Marfim, entre outros, mas esses são os mais utilizados. Aí com essa idéia em mente, o scammer fixa um valor dizendo que quer comprar uma passagem de avião, mas não tem dinheiro suficiente e começa a pressionar psicológicamente para isso. Utiliza o Western Union e não banco normal para receber dinheiro.
Um outro tipo de golpe utilizado é dizer que mora em um dos países que citei anteriormente da África, que o pai, podre de rico, morreu durante a guerra civil, e agora é prisioneira em um campo de refugiados e que quer sair de lá e os pais morreram assassinados na frente dela. Tocante né ? Diz que viu e gostou seu perfil. Achou vc de confiança, quer que ajude a sair de lá e sair do país. O esquema do dinheiro seria o mesmo. Agora… campo de refugiados ? Com Internet ? Chique né ? Outra variante desse golpe é dizer que não está conseguindo receber o que seu pai deixou e que precisaria de um determinado valor e que quando isso acontecesse, receberia de volta varios milhoes de dolares. Se é rico, como não consegue fazer algo simples assim ?

Quem são os scammers?
Nigerianos, entre 22 a 30 anos vivendo em quartos alugados, LAN HOUSES sob o comando de chefes do Scam. Também podem estar em Ghana ou na Rússia, ou ainda em outros países. Após aplicarem golpes mudam de país. Possuem hierarquia, alguns redigem os e-mails, cartas, outros falam em MSN e alguns te telefonam.
Repassam os dados para outros caso não consigam sucesso com alguém, por isto algumas vezes recebemos convites para adicionar pessoas no MSN e no Skype que não sabemos de onde vieram.
DE QUE FORMA É FEITA A ABORDAGEM?
Através de perfis falsos com fotos retiradas de outras pessoas contendo informações geralmente assim:
Homens na faixa etária de 39 a 55 anos, solteiros, viúvos com filhos adolescentes, engenheiros e arquitetos, negociantes de arte, ouro ou de petróleo. Sempre em viagem ao Reino Unido ou para Àfrica. Dizem estar em hotéis, reclamam da comida do país, etc…Os perfis podem estar em outro país como EUA, Espanha, Etc
Contam histórias comoventes dizendo-se serem vítimas de ex-mulheres que os traíram e fugiram com dinheiro ou que estão fazendo negócios e em breve receberão muitos recursos.
Sempre dirão que estão apaixonados e que irão te visitar, mas que para isso precisam de dinheiro para os mais diferentes fins: doença de filho, viagem, hospedagem, tratamento médicos, receber créditos em bancos disponíveis, mas que precisam de alguém que mande o dinheiro para eles em ordens de pagamento, etc…
Enviam e-mails com cartas longas cheias de declarações de amor e frases bem convincentes.
Também, eles se passam por mulheres, russas ou asiáticas, sempre muito atraentes, descoladas, entre 25 a 40 anos, dizendo-se enfermeiras, solteiras ou com filhos pequenos, contando estarem em países em guerra civil ou no Afeganistão em missões de guerra. Solicitam dinheiro para viajar, fugir do país, etc….para tratar de parentes, etc.
DE ONDE SÃO RETIRADAS AS FOTOS QUE ELES USAM?
De outras vítimas, de facebook, de sites de modelos, atores, personalidades.
COMO SE COMPORTAM OS SCAMMERS NAS CONVERSAS?
Não falam português, usam sempre um tradutor no MSN chamado Mbot, a tradução é grosseira e cheia de erros.
De forma a conquistar a confiança das pessoas, parecendo bastante verossímil apresentando muitas fotos diferentes, logo pedindo número de telefone e também ligando a seguir.
Mostram documentos falsificados como passaportes, tickets de vôo, etc.
Não aparecem em webcam, dizendo ser por motivos de segurança da empresa, também usam Iphones que dispensa explicar. Mas podem usar imagens de scamming gravadas da vítima no Skype ou no MSN.
Sempre vão dizer que a net é ruim e que cai toda hora.!
Scammmers não gostam de usar MSN, pois se a vítima tiver um software instalado como SPYMSN, poderá abrir a webcam sem a permissão, gravando imagens.
Geralmente usam SKYPE MSN do YAHOO, e e-mails de Hotmail, yahoo. Pelo fato de ser mais fácil burlar os anti-spams e de espionar a webcam da vítima sem ela saber.
Costumam usar email para se comunicar com as vítimas, usando IP (endereço) forjado.Os russos usam I BAT que é um software que manda muitos e-mails ao mesmo tempo.
Sim, aquele email que a vítima recebe é o mesmo que várias pessoas receberam.
QUANTO TEMPO DURA UMA ABORDAGEM?
Depende do “Talento” do scammer, ele pode demorar semanas até pedir o dinheiro, ou pode pedir logo.
No caso da americana que aparece no vídeo gravado pela Interpol, passaram-se dois anos até serem descobertos. Enquanto isso, uma outra pessoa servia de “Hálibi” fornecendo sempre fotos diferentes, para que o golpe fosse mantido a longo prazo.
São capazes de mandar flores, cartões, etc….tudo que pareça normal de uma pessoa apaixonada.

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13.976 – Adivinhe se for Capaz – Zuckerberg planeja lançar ferramenta para ler mentes


leitura da mente
Pensar em máquinas que leem mentes parece ser uma ideia saída de filmes de ficção científica, mas para Mark Zuckerberg esse é um desejo que, em breve, pode se tornar realidade. A intenção é permitir que os indivíduos usem seus pensamentos para navegar intuitivamente pela realidade aumentada.
Em um encontro na Universidade de Harvard, o criador do Facebook falou sobre seu entusiasmo em relação a essa tecnologia — que cria uma interface cérebro-computador. O conceito pode ser um pouco contraditório, uma vez que a rede social enfrenta problemas de violação de privacidade de dados. Afinal, o Facebook já acompanha os usuários pelo GPS do smartphone e pelo código do navegador na internet, mas esse poderia ser um recurso ainda mais invasivo.
Entretanto, o executivo não vê como a interface cérebro-computador possa romper a privacidade e aponta que “o modo como os telefones e todos os sistemas de computação funcionam hoje, organizados em torno de aplicativos e tarefas, não é fundamentalmente como nossos cérebros funcionam e como nos entendemos com o mundo”. Para ele, então, faz sentido criar um sistema que tenha uso mais intuitivo.

13.914 – Facebook em Baixa – Ninguém perdeu mais dinheiro em 2018 do que Mark Zuckerberg


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Mark Zuckerberg teve uma trajetória meteórica nos rankings dos maiores bilionários do planeta. Ele fundou o Facebook ainda muito jovem, e, aos 30 anos já era a pessoa mais jovem na lista da Bloomberg, chegando a alcançar a terceira colocação entre os maiores ricaços do mundo em pouquíssimo tempo. No entanto, 2018 não foi um bom ano para o Facebook, e isso significa que também não foi um bom ano para a fortuna de Zuckerberg: ninguém perdeu mais dinheiro do que ele no período.
Uma pesquisa rápida no Bloomberg Billionaires Index mostra que em relação ao início de 2018, Mark Zuckerberg perdeu nada menos do que US$ 19,5 bilhões, o que é uma quantia impressionante. Nenhum outro nome do setor de tecnologia perdeu nem metade do que ele ao longo do ano.
Não é difícil entender o que aconteceu com o patrimônio de Mark Zuckerberg em 2018. Sua fortuna é composta praticamente em sua totalidade por ações do Facebook, e o ano horrível derrubou o valor das ações da empresa. Foram inúmeros escândalos de privacidade, segurança e gestão antiética.
A ação do Facebook começou o ano valendo US$ 181,40, e ensaiou uma queda brusca na época do escândalo da Cambridge Analytica, chegando a valer US$ 152,50 em março. No entanto, os bons resultados financeiros levaram o papel a uma valorização recorde de US$ 218,62 em julho. Foi quando a empresa revelou perspectivas negativas para os próximos trimestres, e iniciou um novo período de desvalorização que, junto de novos escândalos, levou a ação à mínima do ano em dezembro, quando o papel atingiu a cotação de US$ 123,02.
Isso significa que, na comparação com o início do ano, o acionista do Facebook (como Zuckerberg) viu seu patrimônio reduzido em mais de 30%. Se a comparação for feita com a máxima alcançada do ano, a queda é mais brusca: 43%.
Zuckerberg ficou pobre? Tem algum problema com dinheiro? Certamente, não. Só perde US$ 20 bilhões quem tem mais do que isso, então ele ainda teria dinheiro para sustentar filhos, netos, bisnetos e tantas outras gerações. Hoje, seu patrimônio é estimado em US$ 53,3 bilhões: ele ainda tem mais dinheiro do que figurões como Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, por exemplo.

13.913 – Internet – A Volta do Orkut?


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Orkut volta com Hello

Já disponível no Brasil, nova rede social do pioneiro Orkut Büyükkökten é lançada na Índia com a ambição de ser uma alternativa à hegemonia do FacebookOrkut volta com Hello
Já disponível no Brasil, nova rede social do pioneiro Orkut Büyükkökten é lançada na Índia com a ambição de ser uma alternativa à hegemonia do Facebook. Será?
Com 1,35 bilhão de habitantes, a Índia é um dos mercados mais atraentes para redes sociais. É também o novo alvo do engenheiro de software turco Orkut Büyükkökten, conhecido como o criador da hoje nostálgica rede que levava seu nome. Há duas semanas, ele inaugurou no país asiático o serviço Hello, sua mais recente criação. Já disponível no Brasil, é uma espécie de herdeira do antigo Orkut.com, responsável por apresentar o potencial das redes sociais para muita gente, especialmente brasileiros e indianos. Enquanto esteve online, entre 2004 e 2014, a rede social chegou a 300 milhões de usuários. Começou como um projeto paralelo de Orkut quando o engenheiro trabalhava no Google — e logo se tornou sua principal ocupação. Para entrar era preciso receber um convite de outro usuário mais antigo, o que só aumentava seu apelo. Sua principal característica era reunir pessoas em comunidades nas quais podiam compartilhar gostos semelhantes. Havia milhares de grupos, para tudo: amantes de chocolate, de música alta, acordar tarde… Era uma experiência voltada para os computadores que ficou perdida com a popularização dos smartphones.

Quando a rede social encerrou suas atividades, o público acabou migrando para outras opções, principalmente o Facebook. Demorou até que o antes visionário Orkut conseguisse encontrar seu espaço. Com o Hello, ele finalmente pretende retomar a graça das comunidades. Feita especificamente para aparelhos portáteis, a rede resgata os grupos de interesse e introduz uma nova modalidade, chamada Persona, que é utilizada para definir os principais gostos de uma pessoa, do amor por gatos e cachorros até seu esporte preferido. Esses interesses, declarados pelos usuários, serão utilizados na oferta de publicidade. “As comunidades ofereciam às pessoas um espaço seguro para que elas se reunissem e dividissem seus interesses, sentimentos e paixões genuínas. Criamos toda a experiência de Hello em torno das comunidades”, disse Orkut. Com interface de apelo visual, favorece a divulgação de fotos e remete ao Instagram e ao Pinterest. Há cerca de um ano e meio no Brasil, já tem mais de um milhão de usuários. Para a campanha de lançamento na Índia, Orkut se fantasiou de Super-homem e vestiu parte da equipe com trajes de super-heróis. A mensagem é clara: recuperar o lado “cult” de sua antiga rede social.
Um dos motivos que faz com que a maioria dos antigos usuários do Orkut lembrem dele com carinho é que a rede oferecia um ambiente praticamente livre de mensagens de ódio, ao mesmo tempo em que tinha um clima divertido de descoberta de pessoas com gostos parecidos. Ela enfrentou alguns problemas legais ao longo dos anos, mas a situação não chega nem perto do que é visto hoje no Facebook. “As companhias que cuidam das redes sociais priorizam os anunciantes, as marcas e os acionistas. Elas possuem algoritmos muito sofisticados que incorporam inteligência artificial para otimizar o tempo gasto, os cliques em anúncios e o retorno financeiro. A felicidade do usuário e as conexões entre as pessoas não são a prioridade”, afirma Orkut. Segundo ele, o resultado disso é uma falta de intimidade e espontaneidade. “Vemos nossos feeds e encontramos momentos perfeitamente coreografados, aparências e situações falsas. As redes estão nos trazendo ansiedade e depressão”.
O recente escândalo envolvendo a utilização de dados de usuários do Facebook pela Cambridge Analytica só piorou a situação da rede que dominou o mundo. Informações retiradas ilegalmente de milhões de contas foram utilizadas para influenciar eleições nos Estados Unidos e na Inglaterra. A Cambridge anunciou o fim de suas atividades (leia mais sobre o caso no quadro abaixo), mas o estrago já estava feito. Mark Zuckerberg, criador do Facebook, foi obrigado a dar satisfações ao Congresso Americano. E sua rede social está sofrendo com um êxodo inédito. “As redes sociais deveriam ser transparentes sobre o que fazem com os dados dos usuários e com quem eles compartilham essas informações. Muitos se escondem atrás de termos de serviço. Sabemos que nem todos leem esses termos. É moralmente errado enganar usuários ao esconder suas intenções em letras miúdas”, afirma Orkut.
É nesse vácuo que o Hello pode encontrar terreno para crescer. “Acredito de todo coração que a tecnologia deveria nos conectar. Não entrar no caminho. Redes sociais devem ser criadas sobre valores como gentileza, amor, empatia e união”. A mensagem otimista de Orkut pode parecer até ingênua, mas oferece justamente uma esperança para quem se interessou pelas redes sociais nos anos 2000 e desde então não encontrou o mesmo ambiente divertido em outras plataformas. Ainda está longe de ser uma ameaça para o Facebook, mas mostra que há vida fora da rede social de Zuckerberg.

13.873 – Deep web ganha buscador parecido com o Google


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Como tudo é difícil de se encontrar na deep web (a parte obscura da internet), você precisa saber exatamente para aonde está indo. Não há como fazer buscas específicas da forma como estamos acostumados na web convencional. Bem, não havia. Agora, a coisa muda de figura com o lançamento do Grams.
O Grams é um site de buscas com um design parecido com o do Google que indexa informações de mercados negros na deep web, que permitiram ser incluídos nas pesquisas. O criador do site atende pelo pseudônimo “Gramsadmin”, mas sua verdadeira identidade é preservada.
A deep web é um ambiente arenoso onde há todo tipo de coisa, postada anonimamente, com criptografia pesada, reunindo desde comunicações entre rebeldes em países em guerra até a venda de armas e drogas.
Caso você queira conhecer o Grams, o endereço é “http://grams7enufi7jmdl.onion/”, que só pode ser acessado por meio do navegador TOR, específico para chegar às profundezas da deep web. Recomendamos cuidado, no entanto, já que o lugar é desconhecido da maior parte dos usuários e recheado de vírus complexos e assuntos desagradáveis.

13.854 – Falha do WhatsApp impede verificação de novos números no aplicativo


O WhatsApp apresentou uma instabilidade em um serviço importante. O aplicativo se tornou incapaz de fazer a verificação de números de telefones, o que significa que usuários que estavam fazendo seu primeiro cadastro, trocando de número telefônico ou simplesmente reinstalando o aplicativo não conseguiam concluir o processo.
Em nossos testes, o WhatsApp foi, de fato, incapaz de fazer a verificação de um número de telefone e o cadastro, como esperado, falhou. O Down Detector também confirmou um pico de reclamações em várias partes do mundo, indicando que o problema não é restrito a uma região específica.
Quando os usuários tentam realizar o procedimento, eles são presenteados com uma mensagem de erro que o WhatsApp está temporariamente indisponível. O alerta também pede para que o usuário tente realizar o procedimento novamente em cinco minutos.

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13.853 – Mega Byte – A polêmica do uso da Inteligência artificial para contratar pessoas


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A inteligência artificial (ou apenas IA) é uma das tecnologias que está sendo mais explorada atualmente. Há tempos já é utilizada para nos enviar propaganda direcionadas enquanto navegamos pela web, mas isso foi só o início. Agora, ela está sendo utilizada por grandes empresas no departamento de recursos humanos, para selecionar currículos e contratar pessoas.
Para fazer isso, o sistema de IA é muito sofisticado. O computador pré-seleciona os currículos e sabe quando mentimos pelos adjetivos, verbos e substantivos usados ou, ainda, pela linguagem corporal dos vídeos de apresentação que estão cada vez mais populares.
A Uber, por exemplo, está testando, nos Estados Unidos, um aplicativo para contratar funcionários temporários, chamado Uber Works. O programa, além de contratar serviços de ciclistas para entregas, também destina-se a oferecer mão de obra em serviços como encanadores, empregadas domésticas, vigilantes, comércio e outras dezenas de setores. A empresa vai utilizar o sistema de inteligência artificial para selecionar quais usuários (e candidatos) estão mais aptos a fazer parte da lista de serviços oferecidos.
As empresas olham essa nova tecnologia como uma oportunidade de complementar as técnicas já utilizadas em RH, mas os sindicatos estão rejeitando, pois acreditam que ela pode tornar o mercado de trabalho ainda mais precário.
Profissionais de RH, como Rafael García Gallardo, CEO da LMS (Leadership & Management School), residente em Madri, Espanha, preferem ter uma visão mais positiva. Gallardo diz que “o uso de big data (grande volume e variedade de dados processados em alta velocidade) está cada vez mais acessível e todos os gerentes de recursos humanos podem incorporá-lo em sua tomada de decisão”. E completa: “um sistema de IA pode otimizar e melhorar o ativo mais importante de qualquer empresa, que são as pessoas. E isso as torna mais competitivas”.

Uma oportunidade?
Gallardo defende que apps como o Uber Works podem ser uma tecnologia para colocar as pessoas mais rapidamente no mercado de trabalho, quando não encontram emprego de outra forma. “O celular é uma ferramenta que traz informação e fornece acesso à avaliação feita por trabalhos realizados”, completa Gallardo.
Também para as empresas é importante porque, segundo esse especialista, o uso de inteligência artificial permite a seleção de perfis e a organização da empresa de acordo com os objetivos. Acrescenta uma única exceção: “A análise final dos dados que o sistema de inteligência artificial traz de candidatos tem ser feita por uma pessoa. A interpretação e tomada de decisão para contratar alguém deve ser feita por humanos. Se eles não interpretarem os dados, eles simplesmente mudam a história. É a coisa mais importante a ser feita”, diz ele.
Isso é mais confiável e eficaz porque, segundo ele, os computadores são capazes de discernir os perfis apropriados e aqueles que escrevem mentiras nos currículos ou também termos que não tem a ver com as vagas. Ele dá um exemplo de sua própria experiência em que 5 mil currículos foram cruzados para escolher 15 candidatos. Termos precisos que eram necessários para o cargo, como gerenciamento de documentos, organização, distribuição, publicações ou arquivamento, foram incluídos no processador de dados e a computação evitou os currículos cuja descrição de competências não incluía esses termos.

O nível de “inglês intermediário” é uma mentira para um sistema de IA
“A inteligência cognitiva descobre como são as pessoas por meio dos verbos, adjetivos ou substantivos que usam, ou pela linguagem não-verbal que é vista nos vídeos que são cada vez mais presentes em seleções “, explica Gallardo. Sobre idiomas, ele comenta ironicamente. “Não é preciso muita inteligência artificial; se alguém coloca no currículo nível médio de inglês, por exemplo, é mentira: ou a pessoa sabe falar e escrever em inglês ou não sabe.”
Mas também admite que o uso da inteligência artificial pode gerar erros, como o caso do sistema de recrutamento da Amazon que excluia mulheres, mas Gallardo alerta que deve haver sempre uma linha de responsabilidade ética e definitiva para evitar o uso indevido de qualquer tecnologia.

A exploração do trabalho
Mas alguns representantes sindicais temem que esse modelo de seleção e contratação seja aceito nas empresas sem levar em conta as implicações que tem. Sergio Santos, secretário de emprego e relações de trabalho de Andaluzia, na Espanha, não vê vantagens no aplicativo Uber Works, por exemplo, como solução de empregabilidade. “Automatizar o emprego representa uma mudança radical nas relações de trabalho, promove a superexploração, fazendo o trabalhador perder direitos”, alerta.
Ele admite que o uso de inteligência artificial na fase de triagem de perfis já é feito até mesmo em serviços públicos, mas acredita que um aplicativo como o Uber é outro passo que não acarreta qualquer benefício para o trabalhador. Nem mesmo pela empregabilidade, que ele acredita que deve ser obtida por políticas ativas que melhorem não apenas o acesso ao mercado de trabalho, mas também a estabilidade e o futuro dos trabalhadores.

Respeitar as regras do jogo
Luis Perez, diretor de Relações Institucionais da empresa especializada em recursos humanos Randstad, afirma que sua companhia investe muito nesse tipo de tecnologia. Porém, assim como Gallardo, da LMS, concorda que “sem o toque humano não atingiremos a eficiência que buscamos”, finaliza.
De qualquer forma, em um mercado de trabalho que muda em ritmo frenético, com a busca por profissionais qualificados para cada tipo de projeto, é inevitável o uso de ferramentas que agilizem o processo de contratações. No entanto, é preciso haver um acordo entre empresas e orgãos que regulamentam leis trabalhistas para evitar “atalhos” em um sistema de IA dentro do departamento de recursos humanos.
“Não se pode considerar o empregado uma mercadoria, um commodity. É inevitável resistir ao avanço tecnológico, mas,havendo um acordo trabalhista, ambas partes podem ganhar com ela”, conclui Perez.

13.791 – Internet – O Concorrente do Facebook


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Alguém pagaria para usar o Facebook? Pode parecer coisa de loucos, não? Um grupo de empreendedores entendeu que ainda existe uma lacuna no segmento das redes sociais, dando origem ao Vero, o último fenômeno do momento. O novo aplicativo – disponível para iPhone e Android – teve uma estreia avassaladora e seus servidores quase não conseguem atender à enxurrada de inscrições e de conteúdo que seus primeiros usuários se esforçam em gerar. Mas… o que é o Vero exatamente? Se tivéssemos de explicar usando redes já conhecidas, é um híbrido a meio caminho entre o Instagram e o Facebook que tem um mural no qual o usuário pode subir fotos, lugares, recomendar livros ou filmes.
Os usuários do Vero podem compartilhar conteúdo e esperar curtidas ou comentários, nada realmente diferente do que vimos até agora nas redes predominantes, mas, no entanto, o recém-chegado tornou-se uma tendência em tempo recorde e, como ressaltamos, seus servidores não conseguem dar conta da enxurrada de novas inscrições e conteúdo que estão recebendo. Na verdade, o Vero está se beneficiando de uma publicidade para multiplicar seus usuários no lançamento: o primeiro milhão de inscritos poderá usar a rede de forma completamente gratuita por toda a vida. Claro, quem consideraria pagar para usar uma rede social… Nesse serviço não apenas está se considerando isso, mas seu modelo de negócio se baseia exatamente nisso, na assinatura de usuários.
O que seus criadores propõem é manter uma plataforma completamente livre de publicidade e algoritmos que alteram o conteúdo, na qual a privacidade do usuário seja a maior prioridade. No Vero, o dono do perfil deixa de ser o produto, é o modelo de negócio exatamente oposto ao do Facebook ou do Google, empresas em que o usuário está no alvo e é o centro da monetização. O difícil equilíbrio entre valor agregado e privacidade poderia estar começando a trazer consequências ao produto de Mark Zuckerberg, que está vendo como o tempo de permanência de seus usuários é cada vez menor, por um lado, e como as autoridades começam a tomar uma atitude.
O valor da assinatura anual ainda não foi definido, mas espera-se que seja um montante acessível a todos e semelhante ao de outros modelos de assinatura aos quais já estamos acostumados. Valerá a pena pagar e o projeto seguirá em frente? O Vero oferece uma nova experiência em que todos os tipos de atividades podem ser aglutinados (inclusive links para artigos) em uma interface muito limpa e fácil de usar.
No papel e tendo em vista o grande número de inscrições, parece que pode funcionar, mas o projeto ainda enfrenta dois grandes monstros. O primeiro, vivido por projetos semelhantes como Peach e Ello, que tiveram começos fulgurantes e hoje ninguém mais se lembra deles. O segundo grande obstáculo a superar é o da solvência: manter uma rede dessas características exige muito capital e conhecimento, e por enquanto o serviço não consegue dar conta das novas inscrições, sendo críticas as primeiras horas. O Vero pode sobreviver, mas como ferramenta de nicho e para um perfil seleto de usuários, e isso também não seria nada mau.

13.784 – As origens e as guerras do Anonymous, o grupo hacker mais poderoso do mundo


anonymous
O grupo hacker mais famoso de todos os tempos deu seus primeiros passos dentro do 4chan, um site com fóruns de discussão sobre qualquer assunto, até hoje em funcionamento. Em meados de 2003, os usuários que não se identificavam nos debates tinham suas mensagens postadas com uma simples assinatura: anonymous. Não demorou para que surgisse a ideia de criar uma identidade que unificasse anônimos em torno de uma só representação.
“Logo de início, o primeiro agrupamento reuniu hackers, artistas e ativistas. O modo de agir dos primeiros anons [como ficaram conhecidos] se espalhou rapidamente”, analisa Sergio Amadeu da Silveira, doutor em sociologia e pesquisador em tecnologia da informação e ativismo hacker na Universidade Federal do ABC (UFABC). No início, os anons agiam por pura diversão. Invadiam plataformas de jogos infantis para incomodar crianças e zombavam de internautas em sites de relacionamento. Aos poucos, a zoeira foi dando lugar a ações de engajamento.
Foi somente depois de algumas intervenções em nome da liberdade na rede que os anons ganharam status de hacktivistas libertários e de ciberativistas. A primeira delas, uma espécie de declaração de guerra contra a Cientologia, aconteceu em 2008.
Tudo começou quando um vídeo do ator Tom Cruise (membro da Cientologia) vazou na internet. O material, repleto de frases um tanto inusitadas, virou motivo de chacota internacional. A certa altura, ele chega a dizer, com ares de superioridade, que cientologistas estariam acima de pessoas comuns, pois são capazes de evitar que “coisas ruins aconteçam”. O vídeo bombou na rede até que, ameaçando processar quem divulgasse o material, os advogados da Cientologia conseguiram derrubar praticamente todos os links de acesso. A turma do 4chan, no entanto, não gostou nada da ideia de censura.
Nos fóruns de discussão, diversos anons começaram a agitar os demais participantes, pregando que a Cientologia não permitia a liberdade na internet. Os hackers se organizaram para subir o vídeo em diversos websites. Cada nova postagem, no entanto, era prontamente derrubada por alguma ordem judicial encabeçada pelos cientologistas. “Então esse vídeo que eles tentavam tanto suprimir foi parar em todos os lugares. Para onde quer que você olhasse na internet, dava de cara com isso”, afirma um membro do grupo em entrevista ao documentário We Are Legion, de Brian Knappenberger (disponível na Netflix). O documentarista também dirigiu O Menino da Internet, sobre Aaron Swartz, hacker americano que cometeu suicídio depois de ser processado pelas autoridades americanas. Como forma de resistência ao poder da Cientologia, os hackers multiplicavam os locais em que os vídeos eram postados, como o YouTube e a rede TOR.
A igreja não imaginava como seria lutar contra uma legião anônima. Naquelas semanas, cerca de cem cidades, principalmente nos Estados Unidos e no Reino Unido, registraram protestos contra a Cientologia. Como resposta, a instituição tentava desqualificar o movimento, chamando os anonsde ciberterroristas. Enquanto isso, o Anonymous crescia ao se posicionar como um exército capaz de ir contra a censura, tanto no mundo real quanto no virtual. Propondo transparência e liberdade, o grupo passou a ser exaltado na internet.

Caóticos e ilegais
Depois que uma passeata neonazista em Charlottesville resultou na morte de uma mulher, em 13 de agosto de 2017, o Anonymous postou um vídeo recriminando discursos de ódio. Os anons são conhecidos por acumular em seus currículos atos em defesa dos direitos civis e das liberdades individuais. Eles ajudaram a burlar a censura durante a Primavera Árabe (a onda de protestos e manifestações que tomaram conta do Oriente Médio e do norte da África no fim de 2010). Além disso, apoiaram pela internet a população que derrubou o governo ditatorial de Zine El Abidine Ben Ali, na Tunísia.
Ainda que não estivessem ligados diretamente à formação do WikiLeaks, eles prestaram apoio quando os serviços de pagamentos online Amazon, PayPal e Mastercard barraram doações às contas do projeto, em 2010. Na chamada Operação Payback, os hacktivistas se uniram e mostraram que os mesmos sites aceitavam doações direcionadas a grupos neonazistas. Eles iniciaram um ataque DDoS (Distributed Denial of Service, ou ataque de negação de serviço, em que um servidor é sobrecarregado a ponto de sair do ar) que resultou, após três dias, num prejuízo de US$ 150 milhões às empresas. Mas há outro lado.
O Anonymous também tem fama de realizar ataques vingativos e até infantis. Como o grupo não tem uma única liderança, é inevitável que muitas ações saiam do controle. Descontentes com a fama de bons moços após o episódio da Cientologia, alguns anons fizeram “pegadinhas” na internet, invadindo um site de apoio à epilepsia e postando links com GIFs multicoloridos. Para alguns epilépticos, a alternância de cores causa tonturas, enxaquecas e convulsões. Veio à tona um enorme debate: enquanto algumas pessoas transferiam a culpa aos donos dos sites, que não utilizavam nenhum tipo de proteção, outros apontavam a Cientologia como verdadeira causadora dos ataques.

O rosto da dissidência
Nas passeatas promovidas pelos Anonymous, simpatizantes e integrantes do movimento saíam às ruas em defesa da liberdade de expressão. Para manter sigilo, a maioria escolheu utilizar a máscara de V, personagem defensor da liberdade do filme V de Vingança. O herói é inspirado na figura de Guy Fawkes, um soldado inglês que acabou morto por participar da Conspiração da Pólvora, contra o rei Jaime 1o, na Inglaterra do começo do século 17. Com membros de classes financeiras e grupos sociais variados, o Anonymous não obedece a uma única direção. O 4chan, por exemplo, se transformou num reduto da ultradireita, mantendo pouco ou nenhum vínculo com o grupo. “O Anonymous é um modo de ação em rede que pode ser apropriado por coletivos de diferentes ideologias, desde que permaneçam anônimos em suas ações”, explica Amadeu.
No Brasil, a marca cresceu sob à luz dos protestos de 2013, quando mais de 140 páginas no Facebook utilizavam variações como Anonymous Br e Anonymous SP. Grupos e fóruns de discussão, a exemplo do Mafia Anonymous e do Anonymous GhostSec, são exemplos do que ainda é possível encontrar na rede social. Mas, como o Anonymous não possui uma estrutura organizada, é impossível definir quantas dessas páginas contavam com “filiados” brasileiros e quantas se valeram do nome só para tentar aparecer.
Com 1 milhão de seguidores, a página AnonymousBr4sil demonstrou seu apoio a movimentos conservadores – e acabou sendo atacada por outros coletivos do grupo no país. Na visão de Sergio Amadeu, o apoio declarado a partidos políticos no Brasil acabou desvirtuando a imagem de coletivos como o Anonymous. “A pergunta que não deixa de ser feita por hackers e ciberativistas é: por que alguém precisa ser anônimo para defender seu status quo?”

13.750 – Mega Byte – Quando surgiu o youtube?


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A palavra “youtube” foi feita a partir de dois termos da língua inglesa: “you”, que significa “você” e “tube”, que provêm de uma gíria que muito se aproxima de “televisão”. Em outras palavras seria a “televisão feita por você”. Essa é justamente a principal função do fenômeno da internet: permitir que os usuários carreguem, assistam e compartilhem vídeos em formato digital.
O Youtube foi criado em fevereiro de 2005, por Chad Hurley e Steve Chen, dois funcionários de uma empresa de tecnologia situada em São Francisco, EUA. O site surgiu em virtude do inconveniente que era compartilhar arquivos de vídeo, já que estes eram muito grandes, o que dificultava seu envio por e-mail.
O site permite que os usuários coloquem seus próprios vídeos na rede, sendo visualizados por qualquer pessoa no mundo inteiro. O Youtube utiliza o formato Macromedia Flash para reproduzir os conteúdos, além de permitir que usuários coloquem os vídeos em seus blogs e sites pessoais. Todo o potencial do Youtube foi reconhecido pela revista americana Time, que elegeu o site como a melhor invenção de 2006.
Devido ao grande sucesso do Youtube, em outubro de 2006, a gigante Google anunciou a compra do site pela quantia de US$1,65 bilhão, unificando os serviços do seu próprio site de compartilhamento de vídeos, Google Vídeo, ao Youtube. A principal regra do site é o não-compartilhamento de vídeos protegidos por direitos autorais, fato que na maioria das vezes não é cumprido.
Outro fato que chamou a atenção de todos foi uma determinação judicial no dia 05 de janeiro de 2007 que ordenava o bloqueio do site. Essa determinação havia sido ocasionada pelo polêmico vídeo envolvendo uma apresentadora de TV trocando carícias com seu namorado em uma praia espanhola. Isso acarretou o bloqueio de cerca de 5,5 milhões de usuários brasileiros, o que fez despertar uma onda de protestos contra a medida. No dia 09 de janeiro foi declarado que o site não deveria ser bloqueado.
Estima-se que diariamente cerca de vinte mil novos vídeos são carregados e trinta milhões são assistidos no Youtube.

13.668 – WhatsApp muda novamente recurso de ‘apagar para todos’


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O WhatsApp fez mais uma mudança no recurso de apagar uma mensagem “para todos”, que exclui as publicações de modo que ninguém mais na conversa pode acessá-las nunca mais. Desta vez, o aplicativo está mexendo no tempo limite para remoção das publicações.
Para quem está tentando apagar uma mensagem dentro de janela de conversa, nada muda. O limite de tempo no qual você pode deletar esse envio ainda é de exatamente 1 hora, 8 minutos e 16 segundos, como antes. A alteração afeta a outra pessoa envolvida na conversa.
Até agora, o WhatsApp exatamente 24 horas para que o destinatário recebesse a ordem de remoção de uma mensagem para que ela fosse executada com sucesso. Se, por um acaso, essa ordem não fosse recebida dentro desse período, a mensagem não seria apagada. Agora esse limite foi ampliado para 25 horas, 8 minutos e 16 segundos.
Caso não tenha ficado claro, vamos a um exemplo. Vamos supor que você quer apagar um “oi” que você mandou para alguém. Você continua tendo pouco mais de uma hora para mudar de ideia e apagar o post. No entanto, se o WhatsApp da outra pessoa não receber essa ordem dentro das tais 25 horas, a mensagem não será removida. Isso pode acontecer, por exemplo, se a pessoa do outro lado da conversa passar um dia inteiro com o celular desconectado.
Segundo o site WABetaInfo, especializado em destrinchar as mudanças no WhatsApp, essas alterações no tempo de remoção valem para usuários do aplicativo no Android e no Windows Phone.

13.648 – Facebook cria atalho para dar mais controle de dados aos usuários


Fonte: Veja

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O Facebook divulgou uma série de mudanças para que os usuários tenham mais controle sobre seus dados e privacidade. As modificações foram anunciadas após o escândalo de coleta de dados pela Cambridge Analytica, consultoria que usou informações de 50 milhões de usuários quando trabalhava para a campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Mais recentemente, membros da rede social relataram que o Facebook também armazena dados pessoais, como ligações e mensagens SMS do smartphone.
Segundo o Facebook, a rede social será atualizada nas próximas semanas. “A maioria das mudanças já está em andamento há algum tempo, mas os eventos dos últimos dias ressaltaram sua importância”, afirmaram em comunicado o vice-presidente responsável pela privacidade do Facebook, Erin Egan e a diretora jurídica adjunta da rede social, Ashlie Beringer.
Uma das modificações será no design do menu de Configurações para dispositivos móveis. Ao invés de espalhar as opções de configurações em quase 20 abas diferentes, o usuário poderá ter acesso a tudo em um só lugar.
O Facebook também criou o recurso “Atalho de Privacidade” para que os usuários controlem seus dados com mais facilidade e possam entender melhor como a ferramenta funciona.

Na nova aba de privacidade, será possível adicionar mais camadas de segurança, como a autentificação de dois fatores – para conseguir fazer login, a rede social pede que o usuário confirme dados aos quais, supostamente, somente ele teria acesso.
Outra opção será a de controlar suas informações pessoais. Com isso, o usuário pode revisar o que compartilhou e deletar o que quiser, inclusive publicações a quais reagiu, excluir solicitações de amizade que mandou e pesquisas no Facebook.
Além disso, o usuário passa a administrar as informações que o Facebook repassa aos anunciantes – o que muda a dinâmica de propagandas as quais é exposto.
“As pessoas também nos disseram que as informações de privacidade, segurança e anúncios deveria serem mais fáceis de encontrar”, afirmaram os porta-vozes do Facebook.
A rede social também liberou uma ferramenta para procurar, fazer download e deletar dados do Facebook. O “Acesse Suas Informações” facilita que o usuário encontre o que precisa ao separar as informações por abas, como “curtidas e reações” e “seguindo e seguidores”. A partir do menu, é possível apagar o que quiser de sua timeline ou perfil.
Escândalo
O Facebook envolveu-se em um escândalo sobre os dados de seus usuários após o jornal The New York Times revelar que a Cambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, obteve dados de 50 milhões de usuários. A companhia afirma não ter feito nada de ilegal.
Dois dias depois, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, admitiu que a rede social errou e se desculpou. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados, se não pudermos, não merecemos servi-los”, escreveu Mark Zuckerberg na primeira reação pública desde que o escândalo veio à tona.
No último domingo, a rede social publicou anúncios em jornais britânicos e norte-americanos para pedir desculpas aos usuários.

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13.628 – Mega Byte – Uber acumulou prejuízo de US$ 4,5 bilhões em 2017


Uber
A Uber é uma empresa multinacional, com presença em múltiplas cidades no Brasil, uma frota gigante de motoristas parceiros e impacto global, o que pode dar a impressão de que a companhia lucra fortunas. Essa última parte, no entanto, não é verdade: a empresa teve prejuízo de US$ 4,5 bilhões durante o ano de 2017, segundo relatório apresentado aos investidores.
O resultado assustador pode ser atribuído a dois motivos. O primeiro é a estratégia ultra-agressiva de expansão da empresa, que investe pesado para estar no máximo de lugares possível. O segundo foi o péssimo ano da empresa como um todo, cheio de crises incluindo acusações de sexismo interno, vazamento de dados de milhões de clientes e até uma rede de espionagem criada para bloquear remotamente computadores e celulares da empresa e impedir investigações por parte de autoridades.
Foi por causa dessa cultura tóxica da empresa que o fundador Travis Kalanick foi afastado do cargo de CEO para dar lugar a Dara Khosrowshahi. Se ele não vai mudar a estratégia de expansão, que têm custado fortunas, ao menos ele têm a missão de começar a limpar a imagem da empresa, o que pode ajudar a conter os prejuízos.
Como informa a Bloomberg, A perda de US$ 4,5 bilhões também mostra que a empresa está aumentando seu ritmo de perdas rapidamente, já que o prejuízo de 2017 é cerca de 60% maior do que o visto em 2016, quando a empresa queimou US$ 2,8 bilhões.
Como a empresa pode se manter no topo perdendo tanto dinheiro?”, você pode se perguntar. A Uber segue queimando o dinheiro de investidores como a Softbank, que recentemente aportou mais de US$ 1 bilhão na empresa de transporte para que a Uber consiga manter sua estratégia de expansão para atropelar concorrentes no mundo inteiro.
No entanto, mesmo diante dessa perda colossal, a Uber ainda tem alguns destaques positivos do ano. Suas receitas subiram em 61% no último trimestre de 2017, chegando a US$ 2,22 bilhões, com um faturamento total de US$ 7,5 bilhões. Além disso, a companhia também tem gastado seu dinheiro de forma mais eficiente em áreas como suporte, vendas e marketing.

13.626 – Google prepara recurso para envio de SMS no Android pelo navegador do PC


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Vai dar para enviar mensagens de texto pelo navegador, caso você seja usuário do Android. Códigos encontrados dentro do aplicativo Android Messages do Google indicam que a empresa planeja disponibilizar essa funcionalidade no futuro.
O pessoal dos sites XDA Developers e Android Police vasculharam os dados da versão mais recente do app Android Messages, que o Google disponibiliza para gerenciamento de mensagens SMS no Android. E eles encontraram algumas coisas bastante interessantes escondidas no código do arquivo APK.
Referências a um recurso indicam que, em breve, vai dar para mandar mensagens a partir do navegador. A ferramenta funcionaria com o pareamento do smartphone a um site na web a partir de um código QR. A partir daí, é só digitar no teclado o que o usuário quer que seja enviado para seus contatos.
O recurso foi parcialmente implementado na versão 2.9 do Android Messages, mas não é possível enviar mensagens no momento.
Outro recurso que pode ser incluído no futuro é uma forma de enviar dinheiro para amigos via SMS a partir do Google Pay. O Google também está preparando uma ferramenta parecida com as respostas inteligentes de apps como Gmail, Allo e Inbox.
Até agora, no entanto, não há nenhuma informação por parte da empresa em relação à disponibilidade das novas funções. Referências a um recurso em um arquivo APK não significa necessariamente que ele vai existir um dia, mas é um indício de que o Google ao menos estuda expandir as funcionalidades de SMS no Android.

13.620 – Facebook diz ter mais de 200 milhões de contas falsas e duplicadas


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Os dados foram divulgados no relatório anual do Facebook, no qual a empresa afirma que países em desenvolvimento, como Índia, Indonésia e Filipinas, são os locais com maior registro de contas fake. “As estimativas de contas duplicadas e falsas são baseadas em uma revisão interna de uma amostra limitada de contas e aplicamos um julgamento significativo ao fazer essa determinação”, diz o documento.
Basicamente, uma conta duplicada é aquela mantida por um usuário além de sua conta principal. Já as contas falsas foram divididas em duas categorias: a primeira é de classificação incorreta, ou seja, quando um usuário cria um perfil pessoal para uma empresa ou organização ou então para um animal de estimação. A segunda são as contas indesejáveis, que são perfis usados para fins que violem os termos de serviço do Facebook.

13.608 – Google cria recurso que reconhece e apaga imagens de ‘bom dia’ do WhatsApp


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Você já ficou incomodado com as pessoas que enviam as infames imagens e GIFs de “bom dia” em grupos do WhatsApp? Se você não ficou, as chances são grandes de você ser um dos perpetradores dessa prática. O fato é que muita gente detesta esse tipo de mensagem, que além de não ter utilidade, ainda enche o armazenamento do celular com imagens desnecessariamente.
Agora o Google decidiu tomar uma medida para conter esse problema. A empresa vai utilizar o seu recém-lançado Files Go como uma ferramenta capaz de reconhecer essas mensagens de bom dia para poder apaga-las do celular, o que, de quebra, também faz com que elas sumam das conversas do WhatsApp.
Apesar de o Brasil ser um dos principais alvos desse tipo de prática, o Google criou o recurso pensando, primeiramente, na Índia, um povo que apresenta algumas similaridades com o brasileiro em relação ao seu comportamento online. Por lá, a praga do “bom dia” se tornou ainda mais grave do que no Brasil.
De acordo com uma pesquisa do Google, um em cada três usuários de smartphones na Índia fica sem espaço no celular diariamente. Para um país com mais de 1 bilhão de habitantes, esse número é bastante significativo. O motivo para isso são justamente as mensagens de “bom dia”, que chegam aos montes e se acumulam no armazenamento do celular em um país onde os aparelhos mais modestos e sem muito espaço disponível dominam o mercado.
Para solucionar o problema, o Google começou a utilizar sua experiência com inteligência artificial e aplicá-la ao Files Go, aplicativo cuja função primordial é limpar arquivos desnecessários de celulares Android. Assim, a empresa só precisou treinar suas máquinas, alimentando-as com toneladas de mensagens motivacionais e imagens de “bom dia”, para que o sistema fosse capaz de reconhecer esse tipo de publicação automaticamente.
No início, porém, a inteligência artificial demorou um pouco para reconhecer o DNA e os padrões desse tipo de mensagem. A máquina confundia as mensagens de “bom dia” com imagens de crianças com algum tipo de frase escrita em suas camisetas, segundo Josh Woodward, gerente de produto responsável pelo Files Go, em entrevista ao Wall Street Journal. Com mais treino, no entanto, hoje o sistema cumpre a missão de forma adequada.
O recurso foi pensado para a Índia, de forma que ainda não funciona no Brasil, mas não seria surpresa se o Google expandisse a função. Enquanto isso, se quiser impedir que imagens e vídeos recebidos pelo WhatsApp entupam seu celular, uma boa opção é impedir que o aplicativo faça o download automático desse tipo de conteúdo; só não é possível filtrar apenas mensagens de “bom dia” como faz o Google.

13.602 – Golpe do falso processo seletivo via WhatsApp atinge 1 milhão de pessoas


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Os cibercriminosos estão se aproveitando da alta do desemprego entre os brasileiros para espalhar golpes. De acordo com o DFNDR Lab, da PSafe, mais de 1 milhão de pessoas caíram em um golpe que está circulando pelo Whatsapp e que divulga um falso processo seletivo para trabalhar em uma rede de supermercados atacadista.
O usuário recebe uma mensagem que promete a participação em um processo seletivo com salários de até R$ 2.800, além de benefícios, como assistência média, vale-refeição, vale-transporte e seguro de vida, e que para participar, a pessoa precisa acessar um link e responder três perguntas.
Ao entrar clicar no link e responder as perguntas, a vítima é encaminhada para uma nova página que contém uma mensagem perguntando se ela gostaria de agendar uma entrevista. Ao clicar na opção “Sim, claro”, a pessoa acaba autorizando o hacker a enviar notificações de outros golpes por push. A página ainda solicita o compartilhamento da oportunidade com todos os contatos e grupos do WhatsApp.
Para evitar cair nesse tipo de golpe, a orientação é de que os internautas não abram links suspeitos, mesmo quando enviados por pessoas conhecidas, e desconfiem de promoções e oportunidades muito vantajosas, além de erros gramaticais. No caso de mensagens ligadas à empresas, verifique no site e redes sociais da mesma se a promoção ou seleção de emprego são verdadeiras.