14.025 – Mega Byte – O Facebook escuta nossas conversas para segmentar anúncios?


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Muitas teorias da conspiração que podem ser encontradas na internet dizem respeito ao Facebook. As mais famosas falam sobre a rede social escutar constantemente o que falamos para que anúncios sejam segmentados. Há alguns relatos que garantem que isso, de fato acontece, além de vários vídeos no Youtube de pessoas que dizem que estamos sendo vigiados a todo o momento.
O Facebook não é exatamente uma rede social que se gaba por sua alta privacidade. Muitos usuários desconfiam de sua segurança desde 2017, quando o escândalo Cambridge Analytica veio a público. O próprio Mark Zuckerberg já admitiu, durante a conferência de desenvolvedores do Facebook, que eles não tinham “a mais forte reputação de privacidade.”
A rede social nega que ouve conversas para segmentar anúncios. Zuckerberg chegou a dizer diante do Congresso americano que a empresa não se dedica à prática. Especialistas e analistas dizem que o Facebook não precisa de nossas conversas para direcionar anúncios de forma eficaz. No entanto, a teoria da conspiração persiste, com pessoas compartilhando suas experiências.

Como é o caso de Carl Mazur, um fotógrafo de Utah, que se assustou após ver um anúncio de lentes de câmera da marca Rokinon aparecendo em seu perfil. Isso porque 20 minutos antes, o quiroprata de Mazur mencionou a marca durante uma sessão.

Ele sempre ouviu histórias sobre a rede social escutando conversas por meio dos microfones dos smartphone, mas nunca deu muita importância para o assunto. O anúncio do equipamento fotográfico fez com ele reconsiderasse. “Foi aí que eu comecei a acreditar”, disse Mazur, acrescentando que nunca havia pesquisado ou comprado lentes Ronikon antes. “Pensei em como isso era estranho.”
Mesmo com todos os relatos, isso parece não atingir a reputação da rede social, que hoje conta mais de 2,38 bilhões de pessoas conectadas todos os meses. Analistas dizem que, pouco a pouco, os rumores de conspiração e espionagem podem mudar a maneira como usamos a plataforma. Se estivermos preocupados com o fato do Facebook estar ouvindo nossas conversas, podemos parar de compartilhar alguns de nossas dados pessoais, desta forma, ele não conseguirá segmentar anúncios com tanta precisão.
Os usuários, por exemplo, podem desligar seus telefones se estiverem em um evento, em uma conversa particular ou em uma sessão de terapia, sugeriu Grygiel. Eles também podem ser mais cautelosos e compartilhar menos informações ou desativar sua localização, o que privaria o Facebook de oportunidades de aprender mais sobre você. Eles também poderiam ativar bloqueadores de anúncios, o que afetaria a receita da plataforma.
Parte do problema, dizem os especialistas, é que os consumidores não entendem completamente como seus dados estão sendo usados pela empresa para exibir anúncios. Cerca de 74% dos adultos dos EUA que usam o Facebook não sabiam que a rede social mantém uma lista de seus interesses e características para a segmentação de anúncios.

Um porta-voz da rede social disse que eles estão trabalhando para fornecer às pessoas informações mais precisas sobre o motivo pelo qual estão vendo um anúncio, além de lançar ferramentas que prometem transparência para os usuários. O Facebook possui uma ferramenta que pode ser utilizada para o usuário saber o motivo de estar vendo aquele anúncio. Mesmo assim, algumas informações estão incompletas.
O Facebook ainda divulgou recentemente que está trabalhando em diversas melhorias na rede social, incluindo aperfeiçoamento de seus recursos de segurança. Segundo pesquisa do Datafolha, no Brasil a rede social está perdendo usuários, sendo que a queda foi diretamente atribuída aos escândalos de privacidade em que a plataforma esteve envolvida. Será que eles vão conseguir diminuir a desconfiança dos usuários? Difícil saber.

13.914 – Facebook em Baixa – Ninguém perdeu mais dinheiro em 2018 do que Mark Zuckerberg


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Mark Zuckerberg teve uma trajetória meteórica nos rankings dos maiores bilionários do planeta. Ele fundou o Facebook ainda muito jovem, e, aos 30 anos já era a pessoa mais jovem na lista da Bloomberg, chegando a alcançar a terceira colocação entre os maiores ricaços do mundo em pouquíssimo tempo. No entanto, 2018 não foi um bom ano para o Facebook, e isso significa que também não foi um bom ano para a fortuna de Zuckerberg: ninguém perdeu mais dinheiro do que ele no período.
Uma pesquisa rápida no Bloomberg Billionaires Index mostra que em relação ao início de 2018, Mark Zuckerberg perdeu nada menos do que US$ 19,5 bilhões, o que é uma quantia impressionante. Nenhum outro nome do setor de tecnologia perdeu nem metade do que ele ao longo do ano.
Não é difícil entender o que aconteceu com o patrimônio de Mark Zuckerberg em 2018. Sua fortuna é composta praticamente em sua totalidade por ações do Facebook, e o ano horrível derrubou o valor das ações da empresa. Foram inúmeros escândalos de privacidade, segurança e gestão antiética.
A ação do Facebook começou o ano valendo US$ 181,40, e ensaiou uma queda brusca na época do escândalo da Cambridge Analytica, chegando a valer US$ 152,50 em março. No entanto, os bons resultados financeiros levaram o papel a uma valorização recorde de US$ 218,62 em julho. Foi quando a empresa revelou perspectivas negativas para os próximos trimestres, e iniciou um novo período de desvalorização que, junto de novos escândalos, levou a ação à mínima do ano em dezembro, quando o papel atingiu a cotação de US$ 123,02.
Isso significa que, na comparação com o início do ano, o acionista do Facebook (como Zuckerberg) viu seu patrimônio reduzido em mais de 30%. Se a comparação for feita com a máxima alcançada do ano, a queda é mais brusca: 43%.
Zuckerberg ficou pobre? Tem algum problema com dinheiro? Certamente, não. Só perde US$ 20 bilhões quem tem mais do que isso, então ele ainda teria dinheiro para sustentar filhos, netos, bisnetos e tantas outras gerações. Hoje, seu patrimônio é estimado em US$ 53,3 bilhões: ele ainda tem mais dinheiro do que figurões como Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, por exemplo.

13.648 – Facebook cria atalho para dar mais controle de dados aos usuários


Fonte: Veja

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O Facebook divulgou uma série de mudanças para que os usuários tenham mais controle sobre seus dados e privacidade. As modificações foram anunciadas após o escândalo de coleta de dados pela Cambridge Analytica, consultoria que usou informações de 50 milhões de usuários quando trabalhava para a campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Mais recentemente, membros da rede social relataram que o Facebook também armazena dados pessoais, como ligações e mensagens SMS do smartphone.
Segundo o Facebook, a rede social será atualizada nas próximas semanas. “A maioria das mudanças já está em andamento há algum tempo, mas os eventos dos últimos dias ressaltaram sua importância”, afirmaram em comunicado o vice-presidente responsável pela privacidade do Facebook, Erin Egan e a diretora jurídica adjunta da rede social, Ashlie Beringer.
Uma das modificações será no design do menu de Configurações para dispositivos móveis. Ao invés de espalhar as opções de configurações em quase 20 abas diferentes, o usuário poderá ter acesso a tudo em um só lugar.
O Facebook também criou o recurso “Atalho de Privacidade” para que os usuários controlem seus dados com mais facilidade e possam entender melhor como a ferramenta funciona.

Na nova aba de privacidade, será possível adicionar mais camadas de segurança, como a autentificação de dois fatores – para conseguir fazer login, a rede social pede que o usuário confirme dados aos quais, supostamente, somente ele teria acesso.
Outra opção será a de controlar suas informações pessoais. Com isso, o usuário pode revisar o que compartilhou e deletar o que quiser, inclusive publicações a quais reagiu, excluir solicitações de amizade que mandou e pesquisas no Facebook.
Além disso, o usuário passa a administrar as informações que o Facebook repassa aos anunciantes – o que muda a dinâmica de propagandas as quais é exposto.
“As pessoas também nos disseram que as informações de privacidade, segurança e anúncios deveria serem mais fáceis de encontrar”, afirmaram os porta-vozes do Facebook.
A rede social também liberou uma ferramenta para procurar, fazer download e deletar dados do Facebook. O “Acesse Suas Informações” facilita que o usuário encontre o que precisa ao separar as informações por abas, como “curtidas e reações” e “seguindo e seguidores”. A partir do menu, é possível apagar o que quiser de sua timeline ou perfil.
Escândalo
O Facebook envolveu-se em um escândalo sobre os dados de seus usuários após o jornal The New York Times revelar que a Cambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, obteve dados de 50 milhões de usuários. A companhia afirma não ter feito nada de ilegal.
Dois dias depois, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, admitiu que a rede social errou e se desculpou. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados, se não pudermos, não merecemos servi-los”, escreveu Mark Zuckerberg na primeira reação pública desde que o escândalo veio à tona.
No último domingo, a rede social publicou anúncios em jornais britânicos e norte-americanos para pedir desculpas aos usuários.

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13.620 – Facebook diz ter mais de 200 milhões de contas falsas e duplicadas


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Os dados foram divulgados no relatório anual do Facebook, no qual a empresa afirma que países em desenvolvimento, como Índia, Indonésia e Filipinas, são os locais com maior registro de contas fake. “As estimativas de contas duplicadas e falsas são baseadas em uma revisão interna de uma amostra limitada de contas e aplicamos um julgamento significativo ao fazer essa determinação”, diz o documento.
Basicamente, uma conta duplicada é aquela mantida por um usuário além de sua conta principal. Já as contas falsas foram divididas em duas categorias: a primeira é de classificação incorreta, ou seja, quando um usuário cria um perfil pessoal para uma empresa ou organização ou então para um animal de estimação. A segunda são as contas indesejáveis, que são perfis usados para fins que violem os termos de serviço do Facebook.

13.564 – Mega Byte – Pessoas que têm poucos amigos no Facebook costumam ter um interessante traço de personalidade


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De acordo com um estudo da University Ruhr em Bochum, na Alemanha, pessoas materialistas tendem a ter mais amigos no Facebook do que pessoas não materialistas, “colecionando-os” como se fossem objetos físicos.
Os materialistas também passam muito mais tempo na rede social do que pessoas não materialistas, e são mais propensos a comparar suas vidas com a vida dos outros nela.
Ou seja, se você não tem muitos amigos nas mídias sociais, isso pode significar que você está um pouco menos preocupado com as posses materiais na sua vida cotidiana.

O método
531 usuários do Facebook, divididos em dois grupos, participaram do estudo. O primeiro grupo de 242 pessoas foi um estudo piloto; o segundo teve como objetivo replicar os resultados do primeiro.
Ambos os grupos receberam um questionário em Escala de Likert (uma escala de resposta psicométrica mais usada em pesquisas de opinião) para avaliar como usam o Facebook, o quanto se comparam aos outros, seu nível de materialismo, se veem seus amigos do Facebook como objetos e quanto status ou outros benefícios eles pensam que podem ganhar com seus amigos do Facebook.
As opções incluíam declarações com as quais os participantes tinham que concordar ou discordar, como “Admiro as pessoas que possuem casas, carros e roupas caras”, “Comparo frequentemente minha condição social” e “Ter muitos amigos do Facebook contribui com mais sucesso na minha vida pessoal e profissional”. Eles também foram convidados a fornecer o número de amigos que tinham no Facebook.
Tanto no grupo piloto quanto no grupo de replicação, a equipe encontrou uma correlação entre um grande número de amigos do Facebook, objetivação desses amigos, tempo gasto no Facebook, propensão a comparar-se com os outros e materialismo.
Os pesquisadores, liderados por Phillip Ozimek, criaram uma teoria para explicar por que isso ocorre, chamada de “Teoria da Autorregulação Social Online”.
“As pessoas materialistas usam o Facebook com mais frequência porque tendem a objetivar seus amigos do Facebook – eles adquirem amigos para aumentar suas posses”, disse Ozimek. “O Facebook fornece a plataforma perfeita para comparações sociais, com milhões de perfis e informações sobre pessoas. E é grátis – os materialistas adoram ferramentas que não custam dinheiro”.
Uma pesquisa de 2014 descobriu que as pessoas materialistas eram mais propensas a “Curtir” páginas de marca, e que interagir com as páginas de marcas no Facebook era parcialmente sobre exibição.
Amigos não são iguais às marcas, mas a imagem pública ainda pode ter algo a ver com o fenômeno. Conforme observado em um artigo de 1994, o materialismo está fortemente associado a itens que podem ser exibidos publicamente.

Contraponto
Você não deve se preocupar com os resultados desta pesquisa caso tenha muitos amigos no Facebook. Como todo estudo que envolve psicologia, há um certo grau de incerteza e não podemos afirmar que materialismo e amigos em redes sociais andam juntos, sempre.
Além disso, os pesquisadores tiveram o cuidado de enfatizar que não há nada inerentemente errado ou ruim sobre a maneira como as pessoas materialistas usam redes sociais. Pelo contrário: é assim que algumas pessoas alcançam seus objetivos e se divertem.
Só que também observaram que questionar se o consumo do Facebook – se ele realmente nos faz mais felizes ou se continua a ser uma mera ilusão – é uma questão que deve continuar a ser abordada em pesquisas futuras.
Alguns estudos, de fato, já descobriram desvantagens do uso de redes sociais, como nos fazer mais infelizes (justamente pela comparação com outras pessoas), destruir relacionamentos, nos custar empregos e serem viciantes.

A pesquisa foi publicada na revista Heliyon.

13.483 – Mega Byte – Facebook pode usar reconhecimento facial para recuperação de contas


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O Facebook pode ser a próxima empresa a aderir ao reconhecimento facial. Segundo rumores, a rede social estaria testando a tecnologia para ajudar usuários a recuperar a sua conta. A novidade já estaria em testes para um pequeno número de usuários, facilitando a recuperação em casos de ataque de hackers ou esquecimento de senha.
O uso de reconhecimento facial foi reportado pelo editor do The Next Web Matt Navarra, mostrando uma tela do aplicativo do Facebook pedindo para que o usuário olhe para a câmera. Em seguida, questionada pelo TechCrunch, a rede social confirmou o experimento como uma alternativa mais rápida à autenticação de dois fatores por SMS. Além disso, a função será ativada somente em dispositivos em que o usuário já tiver feito login anteriormente.
Ainda não se sabe em detalhes como o Facebook fará o reconhecimento facial do usuário. Atualmente, a rede já possui um recurso usado na identificação de pessoas em fotos que pode servir como banco de dados na comparação do rosto da pessoa. É possível que a empresa de Mark Zuckerberg esteja verificando a confiabilidade da ferramenta antes de liberar para mais usuários.
Atualmente, o Facebook já oferece algumas alternativas para a recuperação da conta. Em alguns casos, a rede social pede para que o usuário aponte fotos de amigos para provar a sua identidade. Além disso, também é possível configurar contatos de confiança para liberar o acesso ao perfil caso a pessoa fique trancada fora dele. No entanto, a expectativa é que o reconhecimento facial agilize e aumente a confiabilidade desse processo.

13.355 – Mega Byte – Usuários poderão ter de pagar para ler notícias no Facebook


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O esquema funcionará em conjunto com os Instant Articles, ferramenta que leva as notícias para dentro do Facebook em um formato mais leve. A ideia é deixar que os usuários leiam 10 notícias gratuitamente e comecem a pagar a partir daí, um modelo já adotado por diversos sites noticiosos.
De acordo com Brown, os testes iniciais da novidade serão abertos em outubro. Uma fonte ouvida pela CNET disse que, caso a resposta seja positiva, o produto pode estar funcionando de forma mais abrangente em 2018.
Prepare-se para pagar pelas notícias que circulam dentro do Facebook.

13.210 – Mega Byte – Como surgiu o Facebook?


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Trata – se de uma rede social lançada em 4 de fevereiro de 2004, operado e de propriedade privada da Facebook Inc..
Em 4 de outubro de 2012, o Facebook atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos, sendo por isso a maior rede social em todo o mundo
O nome do serviço decorre o nome coloquial para o livro dado aos alunos no início do ano letivo por algumas administrações universitárias nos Estados Unidos para ajudar os alunos a conhecerem uns aos outros. O Facebook permite que qualquer usuário que declare ter pelo menos 13 anos possa se tornar usuário registrado do site.
O Facebook foi fundado por Mark Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes.
A criação do site foi inicialmente limitada pelos fundadores aos estudantes da Universidade de Harvard, mas foi expandida para outras faculdades na área de Boston, da Ivy League e da Universidade de Stanford. O site gradualmente adicionou suporte para alunos em várias outras universidades antes de abrir para estudantes do ensino médio e, mais tarde, para qualquer pessoa com treze anos ou mais. No entanto, com base em dados de maio de 2011 do ConsumersReports.org, existiam 7,5 milhões de crianças menores de 13 anos com contas no Facebook, violando os termos de serviço do próprio site.
Um estudo de janeiro de 2009 do Compete.com classificou o Facebook como a rede social mais utilizada em todo o mundo por usuários ativos mensais.
A Entertainment Weekly incluiu o site na sua lista de “melhores de”, dizendo: “Como vivíamos antes de perseguirmos os nossos ex-namorados, lembrarmos dos aniversários dos nossos colegas de trabalho, irritarmos os nossos amigos e jogarmos um jogo empolgante de Scrabulous antes do Facebook?
A Quantcast afirma que o Facebook teve 138,9 milhões de visitantes únicos mensais nos Estados Unidos em maio de 2011.
De acordo com o Social Media Today, estimava-se que em abril de 2010 cerca de 41,6% da população estadunidense tinha uma conta no Facebook.
No entanto, o crescimento de mercado do Facebook começou a estabilizar em algumas regiões, sendo que o site perdeu 7 milhões de usuários ativos nos Estados Unidos e no Canadá em maio de 2011. O Facebook entrou com pedido de uma oferta pública inicial em 1 de fevereiro de 2012.
Em 21 de julho de 2016, o Facebook fez seu primeiro voo com drone que deve levar internet a todo o mundo. O modo escolhido por Zuckerberg e sua equipe para tentar levar a web a um público que, hoje, está offline, foi apostar em equipamentos voadores alimentados por energia solar, e depois de meses de testes com modelos menores, a empresa finalmente realizou o primeiro voo de seu drone Aquila.
Em maio de 2005, o Facebook recebeu 12,8 milhões de dólares de capital da Accel Partners.
Em 23 de agosto de 2005, o Facebook compra o domínio facebook.com da Aboutface por US$200.000,00 e descarta definitivamente o “The” de seu nome. A esta data, o Facebook foi “repaginado” recebendo uma atualização que, segundo Mark, deixou mais amigável aos usuários. Também neste mês, Andrew McCollum retornou a Harvard, mas continuou atuando como consultor e retornando ao trabalho em equipe durante os verões. Como antes, Chris Hughes permaneceu em Cambridge, enquanto exercia sua função como representante da empresa. Então, em 2 de setembro, Mark Zuckerberg lançou a interação do Facebook com o ensino secundário. Embora inicialmente definido para separar as “comunidades” para que os usuários precisassem ser convidados para participar, dentro de 15 dias as redes escolares não mais exigiam uma senha para acessar (embora o cadastro no Facebook ainda exigisse). Em outubro, a expansão começou a atingir universidades de pequeno porte e instituições de ensino pós-secundário (junior colleges) nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, além de ter expandido a vinte e uma universidades no Reino Unido, ao Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey no México, a Universidade de Porto Rico em Porto Rico e toda a Universidade das Ilhas Virgens nas Ilhas Virgens Americanas. Em 11 de dezembro de 2005, universidades da Austrália e Nova Zelândia aderiram ao Facebook, elevando sua dimensão para mais de 2 mil colégios e mais de 25 mil universidades em todo o Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda.

Passaram Açúcar
No início de 2012 o Facebook se tornou a maior rede social no Brasil e no restante da América Latina, ultrapassando o Orkut, Tumblr, Twitter. Durante o mês de dezembro de 2011, segundo dados da comScore divulgados em janeiro. Pesquisa da companhia mostrou que a rede fundada por Mark Zuckerberg atraiu 36,1 milhões de visitantes durante o período, superando os 34,4 milhões registrados pela rede social do Google.
Em 13 de janeiro de 2012, o Facebook lançou a funcionalidade que permite que o usuário escute uma música que o amigo está ouvindo.
Em 29 de fevereiro o Facebook lança a linha do tempo também para Fan Pages.
Pouco depois, o Facebook anunciou que uma nova ferramenta que permite que o usuário escute uma música que seu amigo esteja escutando ao mesmo tempo. Também é possível escutar a mesma música em um grupo, permitindo que seu amigo brinque de DJ.
Quando seu amigo estiver escutando uma música, uma nota musical aparecerá ao lado do seu nome. Para escutar a música, basta apenas você clicar no nome do seu amigo, que aparecerá uma janela com um botão escrito “Listen with” (escute com em português), clique no botão e você ouvirá música com seu amigo, como mostra a figura acima. Além de escutar você poderá comentar sobre a música.
Após lançar ações na bolsa, estima-se que o Facebook atingirá o valor de 100 bilhões de dólares ainda no primeiro semestre de 2012.
No total, a empresa registrou 421,2 milhões em ações vendidas, e devido a grande procura, aumentou o valor de uma ação de 34 dólares para 38 dólares, atingindo o máximo esperado. A oferta inicial informada era de 484,4 milhões, podendo arrecadar até 18,4 bilhões. A empresa será listada na bolsa da Nasdaq sob a sigla FB. A oferta de ações da rede social tornou-se a maior oferta de uma empresa de tecnologia, sendo também a 10ª maior dos últimos 25 anos.
Em 9 de abril de 2012, Mark Zuckerberg anuncia em seu perfil a aquisição do aplicativo Instagram pelo valor de aproximadamente 1 bilhão de dólares.
Após o lançamento na bolsa, o Facebook perdeu cerca de 50% do seu valor. Alguns sites publicaram uma possível saída de Mark Zuckerberg do posto de CEO do Facebook.
Na manhã do dia 4 de outubro, Marc Zuckerberg informou que havia já mais de mil milhões de utilizadores ativos do Facebook.
Em março de 2013 o Facebook anunciou mudanças em sua Linha do Tempo dos usuários. O novo design adiciona livros que o usuário leu ou gosta, filmes e músicas. A área fica ao lado das fotos pessoais e dos amigos. Quem gosta de assistir a filmes pode adicionar as produções favoritas e usar aplicativos como o Netflix para compartilhar o que se está assistindo no momento. A mudança vem acontecendo aos poucos, mas até o segundo semestre de 2013 todos os usuários já estarão com sua Linha do Tempo atualizada. Até o Google quis comprar o Facebook, mas Mark Zuckerberg não quis vender.
No dia 19 de fevereiro de 2014 a empresa anunciou que comprou o aplicativo WhatsApp por 16 bilhões de dólares. O valor é o mais alto já pago por um aplicativo móvel, desde que a própria rede social comprou o Instagram. Também é a maior aquisição do site de Mark Zuckerberg. O acordo também prevê um pagamento adicional de 3 bilhões de dólares aos fundadores e funcionários do WhatsApp que poderão comprar ações restritas do Facebook dentro de quatro anos. Além disso, o presidente-executivo e cofundador do WhatsApp, Jan Koum, tomará lugar no conselho administrativo do Facebook.
O website é gratuito para os usuários e gera receita proveniente de publicidade, incluindo banners, destaques patrocinados no feed de notícias.
Usuários criam perfis que contêm fotos e listas de interesses pessoais, trocando mensagens privadas e públicas entre si e participantes de grupos de amigos. A visualização de dados detalhados dos membros é restrita para membros de uma mesma rede ou amigos confirmados. De acordo com o TechCrunch, 85% dos membros dos colégios suportados têm um perfil cadastrado no website e, dentre eles, 60% fazem login diariamente no sistema, 85% o faz pelo menos uma vez por semana e 93% o faz pelo menos uma vez por mês. De acordo com Chris Hughes, porta-voz do Facebook, as pessoas gastam em média 19 minutos por dia no Facebook.
O Mural é um espaço na página de perfil do usuário que permite aos amigos postar mensagens para os outros verem. Ele é visível para qualquer pessoa com permissão para ver o perfil completo, e posts diferentes no mural aparecem separados no “Feed de Notícias”. Muitos usuários usam os murais de seus amigos para deixar avisos e recados temporários. Mensagens privadas são salvas em “Mensagens”, que são enviadas à caixa de entrada do usuário e são visíveis apenas ao remetente e ao destinatário, bem como num e-mail. Em julho de 2007 o Facebook, que só permitia posts de textos, passou a permitir postagem de anexos no mural.
O botão de “curtir/gostar” é um recurso onde os usuários podem gostar de certos conteúdos, tais como atualizações de status, comentários, fotos, links compartilhados por amigos, e propagandas. É também uma característica da Facebook Plataform, que permite aos sites participantes a exibirem um botão que permitem o compartilhamento de conteúdo do site com os amigos.
O Facebook adicionou um recurso chamado “Cutucar” (Brasil) ou “Toque” (Portugal) (em inglês: Poke) para que os usuários enviem “cutucadas” uns aos outros. Segundo o FAQ do Facebook, uma cutucada é “uma forma de você interagir com seus amigos no Facebook. Quando criamos a cutucada, achamos que seria interessante ter um recurso sem qualquer finalidade específica. As pessoas interpretam a cutucada de muitas maneiras diferentes, e nós encorajamos os usuários a interpretá-la com seu próprio significado”. A princípio, ele se destina a servir como uma forma de chamar a atenção do outro usuário. No entanto, muitos usuários o utilizam como uma forma de dizer “olá”.

Críticas
Facebook tem recebido inúmeras críticas principalmente por denuncias de que teria colaborado com o programa de vigilância eletrônica conhecido como PRISM, da Agência de Segurança Nacional estadunidense conhecida como NSA.
Apesar dos documentos revelados por Edward Snowden comprovarem a participação tanto do Facebook como de outras empresas, nos programas de vigilância, elas negam que hajam colaborado. A Microsoft, por exemplo, afirmou que só cede dados ao governo sob ordem judicial.
Todas as empresas como Google e Facebook negaram que tenham colaborado com a coleta de dados para o Prism, o programa secreto de monitoramento de e-mails, chats e buscas da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos. O jornalista estadunidense Glenn Greenwald, que tem acesso a todos os documentos secretos que revelaram um complexo mecanismo de espionagem dos usuários dos serviços de nove grandes empresas estadunidenses afirmou que não usa Facebook, e sim o Skype somente em casos de extrema necessidade, quando não há alternativa. Segundo Greenwald, apos avaliar os documentos, ele prefere não se arriscar.

13.203 – Internet e Sociedade – A Frieza das redes Sociais


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Inerente ao ser humano, o ato de reclamar encontrou no imediatismo e na simplicidade das redes sociais um novo lar, que oferece ao internauta um “megafone” para desabafar e reforçar seu ego.
A frieza do meio estimula o protesto e a crítica? Por que o ser humano usa a internet como um microfone inclusive para propagar mensagens destrutivas?
Vivemos tempos de muita democracia e pouca tecnocracia, que nas redes sociais qualquer cidadão pode se expressar em igualdade de condições com o maior analista em um assunto.

Quanto maior o acesso a tecnologia maior é a frieza do ser humano?
A tendência, no mundo atual, é as formas de contato social sofrerem uma reviravolta por causa das tecnologias. Antigamente, o contato familiar era mais frequente, pois não existiam formas de interação, como a internet e suas mais diversas ferramentas. Com o passar dos anos 90 e a difusão em larga escala da rede mundial de computadores, passa-se a ver ainda mais a individualização das pessoas na medida em que elas passam muito tempo no computador e se esquecem dos contatos primários (exemplo da família, amigos, namoradas ou namorados, entre outros).

13.116 – Internet – Acionistas do Facebook pedem afastamento de Mark Zuckerberg


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Um grupo de investidores do Facebook abriu campanha para tirar o cofundador e CEO da companhia, Mark Zuckerberg, da cadeira de presidente do conselho diretor.
A ideia, que já foi apresentada formalmente (.pdf), partiu dos investidores que são membros da SumOfUs, uma organização que advoga pela responsabilização de grandes companhias em temas como mudanças climáticas, direitos humanos e dos trabalhadores, discriminação, corrupção e controle de poder corporativo.
O momento também pede essa divisão, segundo a SumOfUs, porque o Facebook “enfrenta crescente desconfiança em relação a seu papel na promoção de notícias enganosas, censura, discurso de ódio e supostas inconsistências na aplicação dos padrões de comunidade e políticas de conteúdo do Facebook”.
Em entrevista ao VentureBeat, Lisa Lindsey, conselheira de mercado da SumOfUs, afirmou que 333 mil pessoas assinaram uma petição solicitando que o Facebook melhore sua organização corporativa. Dessas, apenas 1.500 eram acionistas, mas a quantidade de ações sob mando da SumOfUs permite que ela apresente propostas de reestruturação.
O problema é que não será fácil convencer os demais acionistas de que a separação é uma boa ideia. Ter um CEO com função dupla não é exclusividade do Facebook, isso também acontece em empresas como Tesla, Netflix, IBM, Amazon e Salesforce. No caso da rede social, a situação tem se provado financeiramente prolífera, tendo em vista que o lucro do Facebook cresceu 177% no ano passado.

13.075 – Facebook leva duas semanas para tirar do ar vídeo de menina se suicidando


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A ineficiência do Facebook em remover conteúdo inapropriado de sua plataforma ficou amplamente evidente no começo deste ano. De acordo com o Washington Post, a rede social levou quase duas semanas para derrubar vídeos que mostravam a adolescente Katelyn Nicole Davis, de 12 anos, cometendo suicídio.
Davis transmitiu o próprio suicídio usando a plataforma de vídeos ao vivo Live.me. Na transmissão, de mais de 40 minutos, de acordo com o Buzzfeed, a menina alega ter sido vítima de abuso sexual por um membro de sua família. Em seguida, ela se enforca. Davis chegou a ser levada a um hospital próximo, mas não resistiu.
Segundo o Quartz, a gravação aconteceu no dia 30 de dezembro de 2016. A família de Davis imediatamente apagou o vídeo de sua conta. No entanto, em questão de horas, o vídeo já havia sido copiado e compartilhado em redes como o Facebook e o YouTube.
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Por “violar a política do YouTube sobre conteúdo violento ou explícito”, o vídeo foi rapidamente removido da plataforma de vídeos do Google, de acordo com o The Next Web. O Facebook, por sua vez, não foi nem de longe tão ágil. Segundo o Quartz, o vídeo ainda podia ser encontrado na rede social até a tarde do dia 12 de janeiro – 13 dias após ter sido postado.
Claramente, o vídeo violava os padrões da comunidade do Facebook, que proíbe conteúdos relacionados a autoflagelação e suicídio. No entanto, segundo o Buzzfeed, usuários que denunciavam o vídeo recebiam uma mensagem padrão da rede social dizendo que, “embora ele não vá contra nenhum dos nossos padrões da comunidade específicos, você fez a coisa certa ao nos informar sobre ele”
Não se trata da primeira vez em que a rede social de Mark Zuckerberg tem problemas por conta de conteúdo desse tipo. No ano passado, um vídeo no qual uma mulher transmitiu a morte de seu namorado, que havia sido baleado, obrigou a empresa a esclarecer sua política para vídeos ao vivo.

12.977 – Fake na mira do legislativo – Projeto quer criminalizar perfil falso em redes sociais


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Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados quer criminalizar o uso de perfis falsos nas redes sociais. Criado pelo deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) em julho do ano passado, o PL 7.758/14 vê a atividade como crime de falsa identidade.
Com isso, a proposta redige o Código Penal no que diz respeito ao crime de falsa identidade, afirmando que ele também pode ser realizado pela rede mundial de computadores ou qualquer meio eletrônico quando houver o objetivo de prejudicar, intimidar, ameaçar, obter vantagem ou causar danos à vítima.
A pena continua sendo a mesma que a atual: detenção, de três meses a um ano ou multa, caso não houver um elemento mais grave de crime.
O PL será arquivado no dia 31 de janeiro por conta do fim da legislatura do deputado, no entanto, como ele foi reeleito, poderá desarquivá-lo. Caso opte por isso, ele deverá ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Logo após, segue para votação no Plenário.

12.976 – Rede – Mulher é presa por criar perfil falso para difamar o ex no Facebook


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Terminar um relacionamento não é uma tarefa fácil e, por vezes, as pessoas podem não saber se comportar de forma adequada nessa situação. Um caso recente relacionado a esse tipo de descontrole aconteceu com Stephani Renae Lawson. Ela foi presa por criar uma conta falsa em nome do ex-namorado no Facebook com o objetivo de difamá-lo.
Segundo o CNET, o caso aconteceu em Las Vegas, nos Estados Unidos. Tudo começou em 2015, quando a garota resolveu se vingar do ex na rede social. Além de contar algumas mentiras sobre Tyler Parkervest na conta falsa do rapaz, a jovem ainda enviou mensagens do perfil fake para sua própria conta com menções de perseguição, sequestro e danos físicos.
Depois disso, Stephani levou os dados para o conhecimento das autoridades locais e preencheu um total de oito boletins de ocorrência com denúncias contra Tyler. O problema é que a história da garota não batia e os investigadores solicitaram ao Facebook e à operadora de telefonia T-Mobile a abertura dos registros do telefone e as gravações de IP.
Conforme foi descoberto, a conta do rapaz era falsa e foi criada pela própria garota. Com isso, ela foi enviada para a prisão por um ano após ser acusada pelo crime de perjúrio e pela falsa denúncia de cárcere privado.

12.970 – Como saber se seu Facebook foi aberto por outra pessoa


Cuidar da sua segurança online nunca é demais. Ainda mais nos tempos modernos, em que todas as nossas contas virtuais são sincronizadas em uma série de dispositivos diferentes, do PC ao smartphone, passando até pelo videogame e pela TV.
Nesse cenário, é difícil não conviver com a estranha sensação de que, a qualquer momento, alguém pode descobrir uma forma de acessar sua conta no Facebook, ver suas mensagens e fotos bloqueadas, e depois sair sem deixar vestígios. Afinal de contas, isso é perfeitamente possível.
Há maneiras de descobrir se alguém andou acessando seu Facebook sem você saber. Para isso, vá até as configurações do seu perfil (facebook.com/settings) e clique na opção “Segurança”, no lado esquerdo da tela.
Você verá uma série de configurações de segurança que podem ser alteradas. Encontre a opção “Dispositivos reconhecidos” e clique em “Editar”. Na janela que se abre abaixo, você verá todas as vezes em que alguém fez login pela primeira vez no seu Facebook usando um navegador, como o Chrome, o Edge, o Firefox ou o Safari. Incluindo você mesmo.
Se houver algum dispositivo desconhecido nessa lista, talvez seja hora de ficar preocupado. Mas e se o pretenso invasor decidiu acessar seu perfil usando o aplicativo da rede social para smartphone ou tablet? Basta então conferir a opção logo abaixo, chamada “Onde você está conectado”.
Aqui você verá todas as vezes em que alguém (incluindo você mesmo) fez login no seu Facebook, seja pelo aplicativo principal, pelo Messenger ou outro app da rede social. A lista inclui a data, o horário, a localização e o tipo de dispositivo que registrou a entrada de alguém na sua conta.
Note, porém, que a ferramenta de localização do Facebook não é tão precisa quanto parece. É comum que a rede social confunda o local de onde você fez seus logins, portanto não se assuste se vir um registro de acesso numa região desconhecida, mesmo que tenha certeza de que tenha sido você.
Por segurança, porém, recomendamos que você clique em “Encerrar atividade” em todos os registros de acesso que você não reconhece. Se for algum celular ou tablet que você utiliza, basta fazer login novamente da próxima vez que precisar. Mas, se for um invasor, você terá fechado seu acesso.

Outros cuidados
Também recomendamos que, de tempos em tempos, você mude a sua senha de acesso ao Facebook (neste link). Outra decisão prudente é permitir que a rede social envie um alerta toda vez que alguém fizer login na sua conta.
Para isso, basta acessar a página de configurações novamente, ir até “Segurança” e clicar sobre a primeira opção, “Alertas de login”. Você pode deixar as duas opções marcadas, “Receber notificações” e “Alerta de login”, para receber tanto no celular quanto no seu e-mail um aviso de que alguém (inclusive você mesmo) acaba de acessar seu Facebook. Simples, prático e seguro.

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12.831 – Hackers usam notificação falsa no Facebook para roubar dados


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Os usuários do Facebook precisam tomar cuidado com as notificações da rede social, porque hackers estão usando notificações falsas na rede social para tentar roubar os dados dos internautas.
De acordo com a PSafe o ataque funciona da seguinte forma: o usuário recebe uma notificação de algum amigo no Facebook e ao clicar no aviso é redirecionado para o download de um suposto plugin do Google Chrome, chamado “The Player”.
Se a pessoa fizer o download, acaba sendo infectada e os dados ficam vulneráveis. Além disso, o usuário também se torna uma fonte de contaminação. Quando a pessoa acessa o Facebook com o navegador que está contaminado, o cibercriminoso tem controle da conta e começa a enviar a notificação falsa para os amigos do usuário.

12.793 – Facebook segue seus passos até fora da rede social; veja como evitar


Recentemente, o Facebook anunciou que usaria os seus interesses para servir “melhores anúncios” para seus usuários, cada vez mais direcionados e personalizados. Não seria nada de novo, não fosse pelo fato de que a rede social passou a monitorar também o que você faz fora do Facebook para coletar informações para anúncios.

Isso significa que cada site que você visita, que contenha algum tipo de plugin do Facebook, vai te monitorar para enviar estas informações de volta para os servidores da rede social, criando um perfil cada vez mais detalhados sobre sua atividade online.

Felizmente, há um modo de impedir isso:
https://www.facebook.com/settings?tab=ads
Este link irá direcioná-lo para a página de configurações de anúncios do Facebook. Se preferir entrar por conta própria, você pode entrar em Configurações > Anúncios.

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2. Procure por “Anúncios baseados no meu uso de sites e aplicativos”
Esta opção monitora suas atividades online. Nas palavras do próprio Facebook, “se você visita sites de viagens, talvez veja anúncios de ofertas de hotéis no Facebook”. Na caixa de opções seleciona a alternativa Desativado.

3. Procure por “Anúncios em aplicativos e sites de empresas que não sejam do Facebook”
Esta opção é diferente. Ela evita que aplicativos e sites que não pertençam ao grupo Facebook usem informações da rede social em anúncios. A publicidade ainda é exibida, mas ela não levará em conta sua atividade na plataforma do Facebook. Na caixa de opções, selecione a opção Não.

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12.761 – WhatsApp vai começar a compartilhar dados dos usuários com o Facebook


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Uma das “promessas de campanha” feitas pelo WhatsApp na época em que o aplicativo foi comprado pelo Facebook era de que os dados dos usuários não seriam repassados aos novos donos. Nesta quinta-feira, 25, porém, essa promessa mudou um pouco.
O WhatsApp atualizou seus termos de uso, enviando aos usuários uma notificação para que os leiam e cliquem em “aceitar” para continuar usando o app. A principal mudança é que, agora, o aplicativo pode compartilhar seus dados com o Facebook por padrão.
De acordo com os novos termos de uso, o Facebook agora pode ter acesso ao seu número de telefone, horários em que você usa o app de mensagens e até se já conversou com empresas através dele. Tudo isso será usado pelo Facebook para lhe servir nova sugestões de amigos e “anúncios mais relevantes”, como diz o comunicado.
O aplicativo, porém, garante que nenhuma dessas informações será visível ao público. Ou seja, nenhum dos seus amigos do Facebook poderá saber seu número do WhatsApp. O conteúdo das suas conversas, fotos e vídeos trocados, também estão fora do alcance da rede social.
Por que a mudança agora? O Facebook diz que quer começar a oferecer o WhatsApp como uma ferramenta corporativa. A ideia é que o aplicativo possa ser usado de maneira mais formal por companhias aéreas que queiram avisar do atraso de um voo, por exemplo, ou bancos com o objetivo de informar sobre atividades suspeitas na sua conta.
Para começar a experimentar com esses novos recursos voltados para empresas e negócios, o WhatsApp é obrigado a atualizar seus termos de uso, que permaneceram os mesmos pelos últimos quatro anos. O aplicativo também ressalta que os usuários não verão propagandas dentro do app de mensagens.
Se você ainda não se sente confortável dividindo seus dados do WhatsApp com o Facebook, o aplicativo destaca que é possível desativar esse compartilhamento. Basta acessar a tela de configurações, seguir até “Conta” e desmarcar a opção “Compart. dados da conta”.

12.552 – Do Olho na Rede – Facebook Messenger para Android pode ganhar recurso de respostas rápidas


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O Facebook Messenger está testando um recurso de respostas rápidas que permite ao usuário enviar uma mensagem direto da notificação, como já acontece na versão para iOS. A novidade foi descoberta pelo site Android Police na versão beta mais recente do aplicativo.
É importante lembrar, no entanto, que quando houver diversas conversas, o usuário não será capaz de responder a todas as mensagens direto da tela de notificações.
Por enquanto, o recurso só está disponível na versão beta, mas é provável que ele seja disponibilizado a todos os usuários em breve.

recurso

12.529 – De ☻lho na Rede – Facebook pode mostrar quando amigo está digitando em postagem


face privacidade
O Facebook está testando um recurso que mostra ao usuário quanto um amigo está escrevendo um comentário em um post. A novidade foi descoberta por um usuário e compartilhada no Twitter.
A ferramenta parece funcionar de um jeito parecido com o iMessage da Apple, mostrando quando alguém está digitando e exibindo um ícone de três pontos.
Questionado, o Facebook confirmou que está testando a novidade há algum tempo. “Nós ouvimos de pessoas que elas querem que a experiência no Facebook refleta as conversas em tempo real que elas têm. Então, estamos testando a adição de uma linha acima da caixa de comentário de um post que indica quando um amigo está digitando”, conta um porta-voz da empresa.
Ainda não se sabe se o recurso sairá do papel nem quando será lançado.

12.524 – Mega Byte – Cuidado com o vírus que circula em forma de vídeo no Facebook


vírus face
Um relatório do instituto de segurança Kaspersky Lab afirma que uma massiva campanha maliciosa tem atingido os usuários brasileiros do Facebook nos últimos dias. São posts com chamadas para vídeos ou notícias que podem instalar um vírus no seu perfil ou no seu computador a longo prazo.
Segundo a Kaspersky, o post em questão exibe o domínio “motoresporte.com”. Normalmente há uma chamada sensacionalista – como um suposto vídeo de conteúdo violento ou sexual – e, muitas vezes, até envolvendo o nome de pessoas famosas. Tudo para atrair as vítimas e conseguir cliques instantâneos.
Ao clicar no post, o usuário recebe a mensagem de que um aplicativo quer ter acesso ao seu perfil do Facebook e fazer postagens em seu nome. É neste ponto em que muitos desavisados acabam aceitando a condição para poder ver o tal vídeo e, assim, acabam entregando dados pessoais e o controle da sua conta para cibercriminosos.
De acordo com a pesquisa da Kaspersky, o aplicativo usa mais de 90 domínios que não contém qualquer conteúdo quando acessado. É possível, em alguns casos, encontrar um vídeo supostamente “chocante”, mas que também exige que o usuário dê ao site acesso à sua conta no Facebook. O aplicativo é acionado tanto na versão móvel quanto na versão desktop da rede social.
No fim das contas, o tal vídeo escandaloso não existe e o seu perfil está nas mãos de criminosos. Assim, a sua conta pode ser usada para compartilhar mais links como esse na linha do tempo dos seus amigos ou no feed de notícias geral. É possível que, em alguns casos, mais do que o seu Facebook seja hackeado no processo, deixando aberta uma porta de entrada para o seu celular ou PC.
Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky no Brasil, explica que o Facebook acaba também sendo enganado por esse golpe, que atua dentro das próprias regras da rede social, pedindo a autorização do usuário e sem usar qualquer código suspeito. “Todo o processo acontece dentro da rede social, com a instalação da aplicação maliciosa diretamente no perfil da vítima”, diz.
Se você acabou caindo no golpe – ou conhece alguém que foi vítima – há como remover o aplicativo do seu Facebook. Vá até as configurações da sua conta na versão para PC da rede social e clique na guia “Aplicativos”. Remova todos os apps desconhecidos instalados no seu perfil – os dessa campanha, especificamente, se apresentam como aeroplay.top, aguiavideos.top ou asiavideos.top, entre outros do gênero.