13.981- Mega Techs – Xiaomi Mi Fold chega com Tudo


celular dobravel
O design único do Mi Fold, com duas abas dobráveis nas laterais fixas à tela central, tem duas grandes vantagens. Seu conceito se aproxima ao do Huawei Mate X, uma vez que a parte flexível se dobra para fora, não para dentro — com a diferença de que usa duas articulações para se revelar por completo. Esse detalhe permite, por exemplo, que, quando totalmente expandido, o aparelho da Xiaomi se aproxime mais à proporção 16:9, tradicionalmente usada em tablets. Isso o coloca em destaque para assistir a programas de TV e filmes.
E os benefícios desse recurso não param por aí. O Mi Fold não tem um dos principais problemas do Galaxy Fold: sua pequena tela exterior de 4,6 polegadas, que é muito pequena para o que o mercado oferece atualmente. O pior é que as dimensões externas reais do Galaxy Fold criam a impressão de que há muito espaço desperdiçado. Isso pode tornar o dobrável sul-coreano pouco adequado para tarefas do dia a dia (como procurar rotas, navegar na web ou tirar fotos) a menos que se abra totalmente o dispositivo — algo que talvez não se queira fazer no meio da rua.

Por outro lado, o Mi Fold enfrenta um problema totalmente oposto: embora sua tela principal ofereça bastante espaço para o uso comum do telefone, ela também é muito ampla mesmo quando as dobradiças estão fechadas, o que pode gerar incômodo no manuseio. Além disso, o Mi Fold parece ser tão ou mais espesso que o Galaxy Fold — o aparelho da Samsung deve ter algo entre 15 e 17mm.
Enquanto as especificações de design, são, por enquanto, meras expectativas, uma grande vantagem já é flagrante para o Mi Fold: ele pode ser o telefone dobrável mais barato do mercado. Atualmente, a Xiaomi trabalha com uma política que determina que as margens de lucro da divisão de hardware nunca sejam superiores a 5%, uma estratégia que permite a ela vender dispositivos como o Xiaomi Mi 9 por menos de US$ 450.
Mesmo assim, ainda se trata de um custo em torno de US$ 1 mil para o Mi Fold. Em comparação com os preços de US$ 2 mil e US$ 2,6 mil do Galaxy Fold e do Mate X, a ideia de comprar um telefone dobrável parece um pouco mais aceitável.

13.552 – Primeiro modem comercial 5G da Intel já está sendo desenvolvido


modem 5g
A empresa anunciou o desenvolvimento do seu primeiro modem 5G comercial, que deve ser lançado no mercado nos próximos anos.
O XMM 8060 é o primeiro modem 5G da Intel. Ele tem capacidade de funcionar em redes 5G, 4G, 3G e 2G. A expectativa da Intel é que os primeiros dispositivos com o chip cheguem às lojas em meados de 2019. Isso inclui smartphones, computadores, veículos e mais.
A expectativa é que as conexões 5G atinjam velocidades superiores a 5 Gbps. Além da Intel, outra empresa que trabalha na área é a Qualcomm, que já realizou uma conexão 5G que bateu a marca de 1 Gbps – ainda longe do potencial real da tecnologia.
O 5G só deve começar a operar comercialmente em 2020, e ainda assim deve demorar bastante até que as redes com a quinta geração de internet móvel estejam disponíveis para muita gente. Até lá, a Intel trabalha para ser um nome forte na área.

12.120 – Mega Techs – Smarthphone com tela que pode ser enrolada como jornal


lg tela fina
Às vésperas da CES, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos, a LG apresentou um protótipo de tela flexível que deve ser exibido na feira. O painel de OLED dobrável, que tem 18 polegadas, pode ser enrolado como um jornal em uma curvatura de até três centímetros.
De acordo com a companhia, a tecnologia, que será exibida na feira, pode ser utilizada em smartphones, tablets e TVs.
Durante a CES 2016, a LG deve mostrar ainda a tela de 55 polegadas mais fina do mundo, com 0,9 milímetros de espessura – semelhante a uma folha de papel, além de telas flexíveis para automóveis e monitores de computadores que reconhecem o toque do usuário mesmo quando ele estiver usando luvas.

11.225 – WonderCube: um cubo que quer resolver os problemas do seu celular


cube

Um pequeno cubo pode ser a solução dos maiores problemas que as pessoas encontram com seus smartphones. Não, ele não pode fazer o celular ficar mais rápido, mas pode evitar que ele fique sem bateria em algum momento impróprio, ou que o espaço livre se esgote bem quando você precisa guardar alguma coisa importante.

Trata-se do WonderCube, o “cubo-maravilha”, que une diversas funcionalidades em apenas uma polegada cúbica (cerca de 16 centímetros cúbicos) de dispositivo. Em sua funcionalidade mais básica, ele funciona como um cabo USB ou Lightning pequeno, que permite que você conecte o celular a qualquer computador para troca de dados ou a uma fonte de energia para recarregar o aparelho.

No entanto, desdobrando o aparelhinho é quando você descobre suas funcionalidades extras. Ele é revestido de um material antideslizante que permite que ele seja usado com um apoio para o celular ficar em uma posição diagonal excelente para o consumo de vídeo.

Além disso, dentro dele há um slot para um cartão microSD que permite que você expanda a memória do cubo o quanto preferir. Isso é importante, já que ele utiliza o USB OTG, que permite que você o utilize como um pendrive para smartphones, o que é útil quando o aparelho não tem memória expansível de fábrica.

Em caso de desespero em relação à bateria do seu celular, o WonderCube tem uma solução esquisita, mas interessante se a pessoa for precavida. O aparelho não funciona como uma bateria externa por si só, já que é pequeno demais para isso. No entanto, ele possui uma entrada para uma bateria de 9 volts, o que, segundo seus criadores, garante mais 3,5 horas de conversação.

O WonderCube está em fase de financiamento, mas já estourou sua meta de US$ 50 mil com folga, atingindo US$ 122 mil no momento em que este texto é escrito. Quem apoiar com um valor de a partir US$ 60 pode levar o cubinho mágico para casa assim que a empresa tiver encerrado seu desenvolvimento.

10.407 – Mega Techs – Brasileiros criam antena que faz celular funcionar mesmo sem sinal


btouch

Agora você não vai mais estar “num mato sem cachorro”, como diz o dito popular.
Dois irmãos brasileiros que moram nos Estados Unidos lançaram um dispositivo capaz de fazer o celular funcionar em condições adversas, sem depender do sinal telefônico ou da internet – nem o “modo avião” é obstáculo.
É a goTenna, que se conecta ao aparelho via Bluetooth e é controlada por um aplicativo disponível para Android e iOS. Ela usa ondas longas de rádio (de 151 a 154 MHz) para estabelecer uma comunicação entre duas pessoas – por isso o dispositivo é vendido em pares.
O aparelho tem um alcance de 80,4 km e pode ser usado, por exemplo, em florestas, praias, ilhas ou em grandes eventos que costumam congestionar as operadoras por causa do excesso de acessos.
É possível enviar e receber mensagens gratuitamente, além de compartilhar a localização em um mapa offline, seja entre duas pessoas ou em grupo, tudo criptografado e com função de autodestruição que mantém a comunicação privada.
A goTenna é ideia de Daniela e Jorge Perdomo, que pensaram no produto após verem os estragos causados pelo furacão Sandy, que em outubro de 2012 deixou milhões de pessoas sem comunicações ao longo de dez Estados dos EUA.
Como está em fase de pré-venda, o produto é vendido por US$ 150, valor que subirá em breve para US$ 300.

10.190 – Mega Hitec – Redes Mesh permitirão a comunicação sem Internet


celulares-noticias

A ideia de se comunicar por telefone ou de conectar-se à internet em locais remotos e sem acesso a redes pode parecer absurda, mas não tanto quanto imaginamos: a tecnologia das redes de malha sem fio não só poderia proporcionar essa proeza como também representa uma potencial segunda revolução das comunicações móveis.
A tecnologia baseada nas redes de malha (‘mesh network’ em inglês) não é uma novidade, embora seus benefícios ainda se encontrem em etapa de experimentação. Trata-se de uma rede que permite interconectar todos nós ao mesmo tempo, sem precisar de um servidor central, reduzindo os inconvenientes causados por falhas de equipamento. Com essa rede, os usuários de smartphones poderão conectar-se entre si mesmo fora de áreas de cobertura do serviço de telefonia celular.
“Em comparação com a internet ‘normal’, que se baseia em poucos pontos de acesso centralizados ou fornecedores de acesso à internet, as redes de malha possuem muitos benefícios”, afirmou Primavera de Filippi, pesquisadora do Centro Berkman para Internet e Sociedade da Faculdade de Direito de Harvard, em seu artigo publicado na revista Wired.
“No entanto, essa rede ainda não foi muito bem-sucedida. Acredito que é o momento de reconsiderar seu potencial e transformar a malha das redes em realidade. Não apenas por causa de seus benefícios óbvios, mas também porque oferece um modelo de internet nativo para a construção de comunidades e de governos”.

9201- Tecnologia – O Celular em Bloco


cel em bloco

A Motorola Mobility, empresa que pertence ao Google, anunciou que está desenvolvendo um projeto de smartphone personalizável por meio de blocos, chamados de módulos, que devem ser encaixados para formar um celular.
Tais pedaços são componentes –podem ser uma bateria extra, um teclado, um processador. Dessa maneira, as funções, o preço e a aparência do celular poderiam ser decididas pelo usuário, diz a Motorola.
Denominado Ara, o projeto substitui um outro, chamado Sticky, que foi usado durante seis meses em oficinas itinerantes realizadas pela companhia nos EUA.
“Depois da viagem [os ‘workshops’], perguntamos para nós mesmos: Como levar os benefícios de um ecossistema aberto de hardware para seis bilhões de pessoas”, escreveu Paul Eremenko, do grupo de tecnologia avançada da Motorola e líder do projeto Ara, em um texto no blog da empresa divulgado recentemente.
Segundo a empresa americana, uma versão de testes “alfa”, para desenvolvedores, estará disponível “em algum momento deste inverno”. A estação fria começa no dia 21 de dezembro e termina no dia 19 de março no hemisfério norte.
A Motorola também está convocando voluntários para se tornarem “Ara Scouts” (observador ou escoteiro Ara), que participarão do desenvolvimento do projeto. A pesquisa, que incluirá esse trabalho de quem se dispuser a ajudar, levará entre seis meses e um ano, segundo a companhia.
“Queremos repetir no hardware [aparelhos] o que o Android fez para o software [programas]: criar uma rede de desenvolvedores vibrante, diminuir as barreiras, aumentar o ritmo de inovação, e diminuir substancialmente os períodos de desenvolvimento”, disse Eremenko.
“Nosso objetivo é incentivar uma relação entre usuários e seus telefones mais racional, aberta e expressiva, permitindo que você decida o que seu celular faz, sua aparência, o material de que é feito, quanto custa e quanto tempo você quer ficar com ele.”
O Google não disse qual a motivação para o nome do projeto. Em latim, Ara significa “altar” –é o nome de uma constelação.