13.981- Mega Techs – Xiaomi Mi Fold chega com Tudo


celular dobravel
O design único do Mi Fold, com duas abas dobráveis nas laterais fixas à tela central, tem duas grandes vantagens. Seu conceito se aproxima ao do Huawei Mate X, uma vez que a parte flexível se dobra para fora, não para dentro — com a diferença de que usa duas articulações para se revelar por completo. Esse detalhe permite, por exemplo, que, quando totalmente expandido, o aparelho da Xiaomi se aproxime mais à proporção 16:9, tradicionalmente usada em tablets. Isso o coloca em destaque para assistir a programas de TV e filmes.
E os benefícios desse recurso não param por aí. O Mi Fold não tem um dos principais problemas do Galaxy Fold: sua pequena tela exterior de 4,6 polegadas, que é muito pequena para o que o mercado oferece atualmente. O pior é que as dimensões externas reais do Galaxy Fold criam a impressão de que há muito espaço desperdiçado. Isso pode tornar o dobrável sul-coreano pouco adequado para tarefas do dia a dia (como procurar rotas, navegar na web ou tirar fotos) a menos que se abra totalmente o dispositivo — algo que talvez não se queira fazer no meio da rua.

Por outro lado, o Mi Fold enfrenta um problema totalmente oposto: embora sua tela principal ofereça bastante espaço para o uso comum do telefone, ela também é muito ampla mesmo quando as dobradiças estão fechadas, o que pode gerar incômodo no manuseio. Além disso, o Mi Fold parece ser tão ou mais espesso que o Galaxy Fold — o aparelho da Samsung deve ter algo entre 15 e 17mm.
Enquanto as especificações de design, são, por enquanto, meras expectativas, uma grande vantagem já é flagrante para o Mi Fold: ele pode ser o telefone dobrável mais barato do mercado. Atualmente, a Xiaomi trabalha com uma política que determina que as margens de lucro da divisão de hardware nunca sejam superiores a 5%, uma estratégia que permite a ela vender dispositivos como o Xiaomi Mi 9 por menos de US$ 450.
Mesmo assim, ainda se trata de um custo em torno de US$ 1 mil para o Mi Fold. Em comparação com os preços de US$ 2 mil e US$ 2,6 mil do Galaxy Fold e do Mate X, a ideia de comprar um telefone dobrável parece um pouco mais aceitável.

13.854 – Falha do WhatsApp impede verificação de novos números no aplicativo


O WhatsApp apresentou uma instabilidade em um serviço importante. O aplicativo se tornou incapaz de fazer a verificação de números de telefones, o que significa que usuários que estavam fazendo seu primeiro cadastro, trocando de número telefônico ou simplesmente reinstalando o aplicativo não conseguiam concluir o processo.
Em nossos testes, o WhatsApp foi, de fato, incapaz de fazer a verificação de um número de telefone e o cadastro, como esperado, falhou. O Down Detector também confirmou um pico de reclamações em várias partes do mundo, indicando que o problema não é restrito a uma região específica.
Quando os usuários tentam realizar o procedimento, eles são presenteados com uma mensagem de erro que o WhatsApp está temporariamente indisponível. O alerta também pede para que o usuário tente realizar o procedimento novamente em cinco minutos.

falha whats

13.583 – Mega Techs – Entenda como funcionam os celulares à prova d’água


celular a prova
Hoje em dia tem um monte de celular que é à prova d´água, mas não vai pensando que você pode fazer uma aula de natação com o aparelho no bolso! Vem cá ver algumas orientações que eu separei para você entender como funciona essa proteção:
Olha só, a proteção contra água e poeira do celular é medida através da escala de IP (que significa “Ingress Protection”, ou Proteção de Entrada, em tradução livre). Acontece que tem diferentes níveis de proteção:

Grau de proteção contra sólidos

0 – Sem proteção
1 – Proteção contra sólidos cujo diâmetro seja maior do que 50 mm
2 – Proteção contra sólidos cujo diâmetro seja maior do que 12,5 mm
3 – Proteção contra sólidos cujo diâmetro seja maior do que 2,5 mm
4 – Proteção contra sólidos cujo diâmetro seja maior do que 1 mm
5 – Proteção contra o acúmulo de poeira e contato com partes internas do equipamento
6 – Proteção total contra a entrada de poeira

Grau de proteção contra água

0 – Sem proteção
1 – Proteção contra queda vertical de gotas de água
2 – Proteção contra queda de gotas de água a uma angulação de 15 graus
3 – Proteção contra queda de gotas de água a uma angulação de 60 graus
4 – Proteção contra água borrifada em qualquer uma das direções
5 – Proteção contra jatos de água mais leves
6 – Proteção contra maresia intensa, contra grande acúmulo de líquidos ou contra jatos de água com pressão
7 – Proteção contra imersão temporária de até 1 metro e por um período de até 30 minutos
8 – Proteção contra submersão completa, contra imersão prolongada em situações sob pressão

você só precisa olhar a numeração. Por exemplo, se o celular tiver uma proteção IP54, significa que ele tem “proteção contra o acúmulo de poeira em partes internas do equipamento” e “proteção contra água borrifada em qualquer uma das direções”. O mais resistente é o IP68, tá? Para você saber qual é o nível de proteção do seu celular, é só olhar nas especificações do aparelho, que ficam no manual, caixa ou site da fabricante.
Gente, essa proteção pode ser feita de dois jeitos: uma é através de tampas de borracha ou silicone nas entradas USB e para fone de ouvido. Então, você precisa tampar essas entradas antes de molhar o celular, mesmo se tiver o celular mais resistente! Se o seu celular não tiver as tampas, é porque os componentes internos, como processador e memória RAM, são selados para não correr o risco de molharem.
Em geral, os aparelhos aguentam até 30 minutos submersos por até 1 metro de profundidade. Mesmo os com IP68, que tem proteção contra submersão completa e imersão prolongada em situações sob pressão, não podem ficar muito tempo embaixo d’água! Por isso que você não pode ficar abusando da sorte: esse tipo de celular é feito para ser usado na chuva, para aguentar por algum acidente, mas evite ficar entrando na piscina ou usar durante o banho!

Algumas funções do smartphone podem não funcionar ou apresentar alguns problemas enquanto ele está embaixo d’água. Você pode ter dificuldades, por exemplo, para usar a tela touchscreen e rede Wi-Fi. Além disso, veja as orientações da fabricante, pois muitas pedem para que você não carregue o celular logo depois de ele cair na água, pois o excesso de umidade pode causar curto-circuito.

13.180 – Como impedir que o cabo do seu celular estrague


Enquanto a tecnologia de carregamento sem fio ainda não chega aos principais smartphones do mercado, os consumidores precisam se virar com os tão odiados cabos. Na maioria das vezes, esses acessórios são frágeis e caros.

Use uma mola
A maioria dos defeitos acontece nas extremidades do acessório, que acabam sofrendo muita pressão para algum dos lados. Para evitar que o cabo se dobre, o melhor a fazer é utilizar uma pequena mola (daquelas encontradas dentro de canetas) para envolvê-lo.

mola

 

Misture amido de milho com silicone
Parece algo bizarro, mas um vídeo no YouTube ensina como fazer uma mistura envolvendo amido de milho e silicone para criar uma massa flexível que vai proteger a extremidade dos cabos. A aparência não fica das melhores, mas em temos de usabilidade o método parece bem eficiente.

Protetores de cabo
Uma opção mais barata e bonita são os protetores de cabo. É possível encontrá-los facilmente na internet, principalmente em sites como o Mercado Livre. O preço varia de acordo com o modelo, mas conseguimos encontrar alguns deles custando R$ 1.

Envolva com fita isolante
Se a proteção emborrachada que protege os fios já estiver desgastada, é melhor envolvê-la com fita isolante para evitar que os fios fiquem expostos. O problema é que a fita isolante não é tão protetora e, por isso, é aconselhável que se combine esse método com o da mola.

Utilize um tubo termo retrátil
O produto é encontrado por preços entre R$ 10 e R$ 25 na internet e, além de proteger, deixa o cabo até com um visual bacana. O problema é que a aplicação não é tão fácil e exige que o cabo seja aquecido usando um isqueiro.

13.135 – Operadora de celular dos Correios começa a funcionar


A operadora de telefonia móvel dos Correios, anunciada em janeiro, finalmente tem data para começar a funcionar. O serviço estreia na próxima segunda-feira, 6, começando por São Paulo.
Segundo os Correios, a primeira fase disponibilizará a oferta do serviço em 12 agências da capital paulista. Até o final de março, será possível adquirir a linha móvel dos Correios em 164 agências da Grande São Paulo.
Os preços dos planos só serão divulgados na segunda-feira. A ideia inicialmente é vender apenas planos pré-pagos, e tanto os chips quanto as recargas poderão ser compradas nas agências da empresa pelo Brasil.
Os Correios vão atuar como uma operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em inglês), o que significa que não terão infraestrutura própria. A estatal fechou acordo com a empresa EUTV, também conhecida pelo nome fantasia Surf Telecom, para prestação do serviço. Curiosamente, a Surf também é uma MVNO, que usa a infraestrutura da TIM para operar nacionalmente.

12.856 – Um Celular pode Explodir?


celular sony
Qualquer bateria com defeito pode ser encarada como uma bomba em potencial.
Os últimos casos de explosões mexeram com a Samsung. Só nos Estados Unidos, mais de 90 Galaxy Note 7 explodiram – alguns causando inclusive graves ferimentos em seus usuários. A marca coreana fez um recall do produto o mais rápido que pode, mas ainda assim, o número de explosões continua aumentando. A chinesa Xiaomi também teve problemas com um smartphone explosivo e até a Apple enfrentou situações do tipo. Os motivos nem sempre são os mesmos, mas quase sempre a culpa é da bateria.
Em nenhum dos casos o diagnóstico é simples. Toda bateria é composta por uma placa positiva, uma placa negativa, um meio condutor e um separador isolante. Nas baterias de lítio, o eletrólito, o meio condutor que impede a bateria de explodir, deve ser sempre mantido sob pressão e temperatura estritamente controladas. Dentro de cada bateria de smartphone existe um circuito eletrônico responsável por manter essa temperatura estável.
Outra hipótese para a explosão de baterias tem a ver com o material utilizado na fabricação dos componentes. Os materiais internos da bateria de lítio se decompõem quando atingem certas temperaturas, gerando reações exotérmicas que podem levar a bateria a pegar fogo ou explodir. Mais do que isso, se algum tipo de impureza ou contaminação atingir os materiais durante o processo de fabricação, um curto-circuito interno entre as placas, com consequente geração de calor, pode também levar a bateria à explosão.
A não ser que você tem um Galaxy Note 7 dentro do lote de recall, não há qualquer motivo para desespero. Mas, se for o seu caso, retorne logo o aparelho para a Samsung. Fora isso, casos de explosão como estes são extremamente raros, tendo em vista a quantidade de smartphones fabricados e vendidos em todo o mundo. De qualquer forma, é importante destacar que defeitos de fábrica podem não ser os únicos culpados em alguns casos. O usuário também se não cuidar bem do seu aparelho…se você não quer ser mais uma vítima, preste atenção nessas dicas:
Explosões à parte, interessante é saber que as baterias estão em constante evolução; tanto de performance quanto em segurança. Nós conversamos com um dos engenheiros que anunciou recentemente a criação de uma superbateria com o dobro da capacidade das atuais.

12.849 – Inventor do telefone celular revela a próxima revolução tecnológica


Teléfono-Celular-Gr
Marty Cooper, inventor do telefone celular, crê que a necessidade de carregar constantemente a bateria é um grande inconveniente e ele já vislumbra uma solução para o problema.
A medida, aparentemente, é simples: criar aparelhos que são carregados sem a necessidade de serem ligados na tomada.
“A necessidade de ter sempre um carregador à mão é um transtorno e acredito que será um problema cada vez maior”, afirmou o inventor em uma entrevista, antecipando todos os tipos de tecnologias móveis que, em breve, estaremos vestindo no corpo, como relógios, óculos e roupas. “Será muito incômodo ter que tirá-los o tempo todo para carregá-los. Por isso, eles têm de ser capazes de se autocarregar permanentemente”, explicou Cooper.
O pai da telefonia móvel é membro do conselho da Energous, uma empresa dedicada a transformar as ondas de rádio em energia para carregar baterias – tecnologia que permitirá que aparelhos sem fio se recarreguem constantemente, sem a necessidade de cabos.
Não é ficção científica. A Energous apenas espera a aprovação do seu transmissor em miniaturada pela Comissão Federal de Comunicação. Com ele será possível carregar aparelhos especialmente equipados com o WattUp Miniature, como é chamado o transmissor que poderá alimentar aparelhos auditivos, dispositivos médicos e outros pequenos equipamentos sem fios.

12.751 – Veja como é possível acessar as mensagens apagadas no WhatsApp


aplicativo-whatsapp-20121220-01-1-original
Recentemente, um especialista russo em segurança percebeu que as mensagens deletadas pelo WhatsApp não eram completamente deletadas, e poderiam ser recuperadas usando técnicas avançadas forenses. Isso significa que o app não protege totalmente a privacidade de seus usuários.
O processo envolve criar uma cópia bit por bit do conteúdo armazenado na memória do celular e transferi-lo para outro dispositivo. Então, um software é capaz de reconstruir os dados para que eles sejam legíveis novamente.
Acontece que ao apagar uma mensagem, resquícios da informação apagada permanecem no disco enquanto não forem sobrescritos várias vezes, o que permite a sua recuperação. Isso vale para praticamente todos os dados gravados em um dispositivo, de quase todos os aplicativos.
A partir do momento que as informações apagadas podem ser recuperadas, elas precisam ser decifradas. Aí entra a segunda etapa do processo, que é recuperar as chaves de criptografia. Elas estão armazenadas na memória do celular que já foi copiada para outro dispositivo. Um software pode identificá-la para que seja possível usá-la para quebrar a proteção das mensagens.
A boa notícia para os usuários é que, para este processo de recuperação seja executado com sucesso é necessário acesso físico ao celular e ferramentas específicas que não são de fácil acesso. O software é direcionado para autoridades policiais e jurídicas que precisam de informações de vítimas ou suspeitos durante uma investigação.

12.548 – Projeções – Como será o Celular do Futuro?


cellbar11
Os portáteis que antes visavam apenas facilitar a comunicação em pouco tempo se tornaram verdadeiras estações de entretenimento, mas ainda assim cabendo nos bolsos de seus donos.
Aliás, a idéia de telefones de bolso é até que recente, haja vista o tamanho dos primeiros modelos que entraram no mercado mundial. Não é a toa que eles carregavam o carinhoso apelido de “tijolares”.
A verdade é que o salto tecnológico da última década foi surpreendente. Além da redução de tamanho e peso dos aparelhos, foram adicionadas funções de fotografia, vídeo, localização (GPS), reconhecimento de toques e muito mais. Sistemas operacionais robustos, como o Windows em versão portátil, já são realidade.

Finalmente, computadores de bolso
Para trabalhos com imagens e digitação, não há como negar que os Notebooks são (e provavelmente continuarão sendo por um bom tempo) os melhores equipamentos do mercado. Eles não são tão portáteis (apesar de que devem ficar cada vez mais finos), mas são confortáveis e garantem boa acessibilidade.
Contudo, a tendência natural é de que todas as tecnologias presentes nestes computadores de colo logo sejam reduzidas a tamanhos muitas vezes menores, cabendo na palma da sua mão. Isso mesmo, logo seu celular vai ter processador, memória, espaço em disco e recursos equivalentes, mantendo proporções similares.

Nada de botões, apenas gestos
Teclados numéricos reais até são convenientes quando se quer precisão ou a sensação de que um botão realmente foi pressionado, entretanto eles ocupam uma enorme parte da superfície do aparelho, a qual poderia ser aproveitada para inúmeras outras coisas, tais como a reprodução de imagens e vídeos em alta definição e em formato Widescreen.
Sendo assim, tudo aponta para o uso exclusivo de telas sensíveis ao toque, uma onda que ganhou força com os iPhones e hoje já conta com inúmeros outros modelos no mercado, tais como o G-Phone e o Omnia, da Samsung.
As interfaces estão sendo redesenhadas para não necessitarem nem mesmo das canetas Stylus, apenas seu dedo já fará o trabalho com alguns gestos.
Com mais alguns anos de desenvolvimento, estas telas e as estruturas dos celulares devem passar por mais uma etapa nas suas evoluções: serão construídos com materiais e ligas completamente dobráveis e flexíveis.

Transformações totais, para todas as necessidades, uma função
Nos cinemas os carros do filme “Transformers”, do diretor Michael Bay, se transformam em verdadeiras máquinas de destruição. No mundo dos celulares as transformações também são inevitáveis, ainda mais com as telas flexíveis, mas as utilidades serão bem mais variadas e simples.
Dobre-o e utilize-o como pulseira. Para o dia a dia, é só prender o aparelho na calça. Se você quer um relógio ou despertador, basta moldá-lo de acordo. Quando uma ligação é feita, o aparelho assume automaticamente a posição de um semi-arco.
Seguindo esta linha de pensamento a Nokia desenvolveu o protótipo 888, uma espécie de tira dobrável com tela sensível ao toque que abrange todo o seu comprimento interno. Além de fazer tudo o que foi citado acima, ele ainda se movimenta sozinho, como na função de despertador. O resultado é no mínimo intrigante.
O uso de tela sobre toda a superfície também permite que cada parte do aparelho tome uma forma ou função específica. Ao tocar um ponto tudo pode virar um álbum fotográfico, um teclado convencional, um menu de acesso rápido com ícones soltos para você arrastar como desejar. As possibilidades são infinitas.
Prova disso é o “Black Box”, outro conceito da BenQ-Siemens que foi projetado já em 2006, um celular com uma aparência pra lá de moderna, além de belíssima. Sua interface é completamente reprogramada de acordo com a função acessada.
Para aqueles que não quiserem se submeter à overdose de tecnologia, a aposta é um aparelho extremamente fino e leve, do tamanho e com o formato de um cartão de crédito. Mas ao contrário dos protótipos atuais que contam apenas com a função de ligar, no futuro estes modelos “slim” terão mais coisas que os nossos celulares mais avançados.
Imagine uma máquina capaz de filmar, fotografar em alta resolução, gravar e sincronizar dados e agendas, reconhecer movimentos e que ainda por cima pode ser guardado em qualquer canto da sua carteira. Executivos vão adorar!

Dinheiro? Pra que?
Seu saldo está nas suas mãos
Se seu celular for capaz de ler códigos de barra com a câmera, de acessar a sua conta de banco e de efetuar transações financeiras, nem mesmo os cartões de crédito serão mais necessários. Aqui isso pode parecer baboseira, mas no Japão é uma realidade.
Pessoas simplesmente fotografam os códigos dos produtos e recebem em instantes as faturas para pagarem (ou o custo é debitado automaticamente na conta). Isso ocorre porque todos os dados já estão registrados no aparelho.
Mas e isso não será um risco? Não, pelo contrário. Para a liberação da transação financeira pode ser empregado um método de leitura biométrica, como de digitais por exemplo. Não será possível nem mesmo falsificar os dados.
Outra revolução deve atingir um ponto crucial para o funcionamento dos celulares: a duração de bateria. Hoje é utilizada a tecnologia de íons de lítio, mas já existem inúmeras pesquisas com micro células alimentadas por combustível (como hidrogênio), garantindo durabilidades até cinco vezes maiores.
Outro estudo bem interessante é o da transmissão de energia elétrica sem fio. Já pensou se seu aparelho for capaz de captá-la? Nunca mais será necessário plugá-lo por cabo em nada, nem mesmo no computador já que a comunicação também será sem fios.
Sob a sua pele, 24 horas por dia
Tatuagens eletrônicas e microchips podem parecer desconfortáveis aos nossos ouvidos atualmente, mas com o avanço da tecnologia a probabilidade da integração destes dispositivos (celulares) de comunicação em nossos próprios corpos é grande.
Com relação a esta ideia, a divergência é tremenda. Alguns apontam para o uso dos dispositivos no pulso, sendo necessário levar as mãos até perto da boca para se comunicar, caso no qual a tecnologia de tinta eletrônica seria útil, atuando como um display sob sua pele.
Tenham toda a certeza de que os celulares ainda vão muito além dos aparelhos que vemos nas lojas hoje. A integração às redes sem fio e acesso completo a internet são apenas o primeiro passo para esta revolução na comunicação.

12.519 – App de teclado hexagonal promete digitação até 70% mais rápida


teclado2
Uma startup suíça lançou recentemente o aplicativo WRIO Keyboard, disponível para Android e iOS. O teclado chama a atenção por seu design curioso: em vez ter as teclas organizadas da maneira tradicional, os botões correspondentes a cada letra são hexágonos.
A aparência incomum, no entanto, deve ser benéfica aos usuários. Segundo a empresa, testes feitos com usuários mostraram um aumento de 20% a 70% na velocidade de digitação das pessoas que usavam o teclado, comparada à sua velocidade de digitação usando outros aplicativos com layout de teclas tradicional.
O posicionamento das teclas, embora seja diferente, é ainda baseado no padrão QWERTY da enorme maioria dos teclados do mundo. O Wrio ainda tem outras funcionalidades curiosas: para acrescentar letras maiúsculas, o usuário digita na letra e desliza o dedo para cima. Para apagar, basta deslizar para a esquerda em qualquer local do teclado; deslizar para a direita, por sua vez, traz de volta o texto apagado.
Ele também tem recursos mais comuns em outros teclados, como corretor de ortografia, sugestão de palavras e emojis, segundo o Ubergizmo. Mesmo estando disponível tanto para iPhones quanto para smartphones Android, no entanto, o WRIO ainda exige um pouco de confiança de potenciais usuários, pois não é gratuito. O aplicativo custa US$ 3 na App Store e R$ 10,99 na Play Store.
Não é o único aplicativo de teclado que chama a atenção no mercado. Recentemente, o Google também lançou um teclado especial para iOS chamado de Gboard. Seu principal destaque é permitir o uso do buscador da empresa em qualquer aplicativo, além de permitir a postagem de gifs e sugerir emojis durante a digitação. O Google informou que pretende trazer os recursos para Android também.

12.511 – Seu celular está deixando você gordo (?)


celulares-noticias
Luz azulada da tela pode arruinar o metabolismo.
Um estudo da Northwestern University revelou que a exposição à luz branca intensa faz com que o corpo tenha dificuldades em remover o excesso de glicose do sangue. A consequência disso é conhecida: acumulação de gordura e risco de diabetes.

Os 19 voluntários, todos adultos saudáveis, foram expostos a dois tipos de luz: “intensa”, enriquecida com a parte azul do espectro, e “fraca”, avermelhada, como a das velas e lâmpadas incandescentes. Em ambos os grupos, uma parte ficava no ambiente iluminado no café da manhã ou no jantar. Todos os que receberam a luz intensa apresentaram resistência à insulina, fazendo a glicose acumular, mas era bem pior para os que a recebiam à noite.
“Nossas descobertas mostram que a insulina se tornou incapaz de baixar a glicose até o nível normal após uma refeição com exposição à luz intensa na noite”, afirma a neurologista Ivy Cheung, autora do estudo. “Esses resultados enfatizam a ideia de que a iluminação do ambiente tem impacto na saúde.”
Outros estudos já provaram que essa mesma luz branca azulada também está relacionada a outro problema: a insônia. A produção de melatonina, o hormônio do sono, despenca após a exposição das pessoas a esse tipo de luz. E dormir mal, vejam só a encrenca, também causa excesso de peso.
Luzes fluorescentes brancas e de telas de LCD, como TVs, monitores e celulares, produzem a luz branca azulada. Para se proteger do problema, compre lâmpadas de cor quente (amarelada) e instale aplicativos como o f.lux, que mudam a cor das telas durante a noite.

12.485 – Usar celular não dá câncer – revela estudo feito nos últimos 30 anos


celular sony
Foram 30 anos de pesquisa para poder chegar um resultado que eles consideram seguro. O grupo de cientistas da Universidade de Sidney cruzou dados sobre a incidência de câncer cerebral registrada pelo governo local entre os anos de 1982 e 2013, com o número de usuários de telefones celulares desde 1987 (quando os telefones móveis chegaram à Austrália). Foram quase 20 mil homens e mais de 14 mil mulheres analisadas, todos apontando que, não, a saúde deles não sofreu interferência da telefonia.
De acordo com o estudo, o registro de casos de câncer cerebral até chegou a aumentar nesse período – os homens tiveram 0,05% a mais de diagnósticos em 2013 do que no começo da pesquisa, as mulheres, por outro lado, se mantiveram estáveis. Mas, ao comparar com dados ainda mais antigos, da década de 1970, os envolvidos perceberam que esse aumento começou a ocorrer justamente em 1982 – cinco anos antes do primeiro celular chegar à Austrália. De acordo com os pesquisadores, o aumento, na verdade, se deu à um melhor diagnóstico da doença. Foi justamente no começo dos anos 1980 que equipamentos tomográficos de melhor qualidade começaram a desembarcar na Oceania.
O estudo ainda calculou quantos casos da doença a população australiana teria se os aparelhos interferissem em algo. Mesmo as previsões mais conservadoras acabaram frustradas (principalmente quando se pensa que o mesmo estudo apontou que 94% possuíam um celular). “O número de casos esperados em 2012 era de 1.866, enquanto o montante registrado foi de 1.435 pacientes”, afirmou Simon Chapman, professor de Saúde Pública da universidade e responsável pelo estudo.
Se você ainda não se convenceu, e acha que os casos ainda vão aparecer nos próximos anos, Simon insiste. Os diagnósticos de câncer não aparecem em picos. “Nós vemos aumentos graduais em direção a um ponto máximo – que fica localizado, no máximo em 30 ou 40 anos (como é o caso do câncer de pulmão e de cigarro)”. Pode jogar Candy Crush sem dor de cabeça.

12.437 – Como limpar a tela do celular e de outros eletrônicos sem danificá-los


lipeza celular
Durante a fabricação, a maioria das telas desses aparelhos —inclua aqui também as dos tablets e dos laptops mais modernos— passa por uma série de processos químicos que garantem maior resistência e as deixam eletricamente carregadas para que, assim, respondam ao toque.
Essa eficiência, porém, tem um preço: as superfícies ficam mais sensíveis a determinadas substâncias. Logo, usar o produto errado para a limpeza pode levar a um belo prejuízo na assistência técnica.
Sendo assim, qual a melhor maneira de higienizar o celular? Usando pano, papel ou algodão? Com ajuda de água ou de álcool? A BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, foi buscar a resposta com especialistas:

O PANO CORRETO
Segundo Martín Errante, gerente de produto da Motorola na Argentina, há três maneiras recomendáveis de remover a sujeira desses aparelhos:

Opção 1: Usar uma flanela suave e seca;
Opção 2: Usar o mesmo tipo de pano, mas úmido;
Opção 3: Levar a um serviço autorizado, onde é possível realizar uma limpeza mais profunda de todo o aparelho.
Caso você opte por fazer o serviço em casa, Errante lembra que é preciso lançar mão de um pano bem limpo: se ele estiver sujo de pó, por exemplo, pode acabar arranhando a tela.

E OS GERMES?

Os conselhos acima ajudam a manter o aparelho aparentemente limpo. Mas… e quanto aos germes e bactérias?
Um estudo sobre hábitos de higiene em casa, feito em conjunto pela Fundação de Estudos para Saúde e Seguridade Social e pela Universidade de Barcelona (Espanha), mostra que o teclado de um computador ou a tela de um celular podem ter até 30 vezes mais microrganismos que uma tampa de vaso sanitário limpa.

O motivo: esses aparelhos estão em contato constante com nossas mãos.

Professor de microbiologia e ciências ambientais da Universidade do Arizona (EUA), Charles Gerba também estudou a presença de bactérias em telefones celulares. E é taxativo: “A recomendação é limpá-los com desinfetante”.

Porém, como fazer isso sem danificar a tela dos aparelhos?

“Uma das melhores formas para deixar uma tela tátil impecável é utilizando álcool, desde que seja isopropílico ou etílico”, aconselha a engenheira química Tamara Rodriguez, da Venezuela.

Ela lembra, no entanto, que, se a limpeza com esses produtos for frequente, pode levar a um desgaste considerável da superfície no longo prazo, “já que hoje em dia muitas dessas telas vêm com uma cobertura especial que ajuda a diminuir a aderência de sujeira e gordura”.
Além disso, acrescenta, as telas “são muito sensíveis a qualquer substância líquida”. No caso das feitas de LED, LCD ou plasma, há risco de danos aos pixels.

FÓRMULA CORRETA
Para higienizar o aparelho sem danificá-lo, diz a especialista, é preciso recorrer a uma “poção química”.

“Pode-se usar água destilada, que, por não possuir sais nem bactérias, é um excelente agente limpador. Mas ela sozinha não elimina as bactérias”, explica Rodriguez.

“Para isso, pode-se misturar uma pequena quantidade diluída de álcool isopropílico ou ácido acético (aquele encontrado no vinagre). Essas substâncias têm um pH baixo, e os microrganismos não sobrevivem a esses níveis.”
Com álcool o uso de isopropílico, fica menor o risco de dano elétrico caso o líquido entre no dispositivo. Além disso, a substância evapora rápido e é eficiente na eliminação de gorduras, garante a engenheira química.

Martín Errante, da Motorola, afirma que os serviços técnicos “geralmente usam álcool isopropílico”, mas recomenda que a limpeza com o produto seja feita por uma pessoa preparada.

O QUE EVITAR
Toalhas, lenços faciais ou qualquer material áspero;
Água da torneira, pois contém cloro e pode provocar manchas na tela;
Molhar diretamente o dispositivo, já que há o risco de o líquido entrar em seu interior, provocando danos graves. O mais seguro é umedecer levemente o pano e esfregá-lo em uma mesma direção.

12.391 – Veja como avaliar a saúde e a vida útil da bateria do seu celular


bateria ef2
Existem diversas formas de avaliar a bateria do seu dispositivo, seja ele qual for. A primeira inspeção é visual. Cá entre nós, você não precisa ser nenhum especialista para distinguir uma bateria defeituosa de outra saudável. Muitas falhas são fáceis de detectar; claro, se você tiver acesso à bateria do seu aparelho. Procure por bolhas, marcas de vazamento, corrosão nos terminais metálicos, manchas brancas ou esverdeadas…. Qualquer um destes indícios é sinal de alerta. Quanto antes você trocar esta bateria, menor a chance de ela danificar seu dispositivo. Não pense duas vezes.
Além da informação principal sobre o nível de bateria, atualmente a maioria dos dispositivos permite um gerenciamento energético mais completo, inclusive com opções para preservar energia quando você mais precisar. Mas, em relação ao nível da bateria, o mais importante é prestar atenção quão rápido a energia do seu aparelho cai logo depois que você o desconecta da tomada. Não é normal, por exemplo, que em poucos minutos ela vá de 100 para 70%…ou caia repentinamente de 60 para 30%. Observe esses níveis de queda anormais. Se eles acontecerem, é outro indício de que já é hora de substituir essa bateria. E, se antes mesmo de chegar ao limite de descarga total, o aparelho simplesmente desligar, pode ter certeza. Essa bateria já era!
Se depois da análise visual e de observar o nível de queda da energia restar dúvida sobre a saúde da bateria, calma: existem opções para um diagnóstico ainda mais preciso. Um dos principais números a uma bateria é o número de ciclos que ela passou; cada ciclo representa uma carga e descarga completa. Mas a informação não é tão fácil de encontrar em qualquer aparelho. Vamos começar pelos dispositivos Android.
Na Play Store existe uma infinidade de aplicativos que prometem avaliar a bateria do smartphone. Nós pesquisamos e um dos melhores que encontramos foi o “Battery, da MacroPinch”. Além de indicar o nível da bateria, o app traz a temperatura, a voltagem, o estado geral e até a tecnologia usada. Agora se você não quiser baixar nada, existe um código secreto para checar o estado da bateria do seu Android. Digite *#*#4636#*#* (asterisco, cerquilha, asterisco, cerquilha, quatro, meia, três, meia, cerquilha, asterisco, cerquilha, asterisco) no seu telefone e veja o que acontece… Um menu cheio de detalhes é exibido na hora. O principal é a “integridade da bateria”… enquanto estiver bom, perfeito. Diferente disso, é hora de começar a pensar em substituir a bateria do seu Android.
Nos notebooks da Apple, a informação sobre o estado da bateria é a mais fácil de se acessar. Ao clicar na maçã, no canto esquerdo superior da tela, basta entrar em “Sobe este Mac”. Em seguida, nas “Informações do Sistema”, você encontra tudo sobre o computador e também sobre a bateria. Clique em “energia” para acessar. Ali você também tem o estado da bateria e o número de ciclos. As baterias dos modelos mais antigos e mais simples suportam, em média, 500 ciclos de carga e descarga até começarem a perder capacidade; já os modelos mais novos suportam até 1000 ciclos antes de serem substituídas. A informação que vale é a “Condição” da bateria, neste caso não mais boa, mas ainda normal.
Nos PCs, a Microsoft adicionou um recurso escondido no Windows 8; um relatório completo e detalhado. O documento traz informações sobre as condições da bateria e também como sua capacidade diminuiu ao longo do tempo, além de outras estatísticas interessantes. Para gerar o relatório, tudo o que você precisa é de um comando único na opção “Prompt de Comando”. Para abrir o menu rapidamente, basta pressionar a tecla especial Windows junto com a letra “X”. Depois de abrir a janela do “Prompt de Comando”, basta digitar o seguinte comando “powercfg /batteryreport” e clicar “Enter”. Esta é a mágica…
O relatório estará salvo na pasta indicada. O documento é salvo em HTML e é bem fácil de ser interpretado. Os detalhes mais importantes são a capacidade nominal, a capacidade de carga total e a contagem de ciclos. A última seção talvez seja a mais interessante para avaliar o estado da bateria do seu PC. A comparação mostra a vida da bateria observada em plena carga do dispositivo para a vida da bateria teórica na sua capacidade nominal. Todos essas informações certamente vão ajudar na hora de decidir sobre a troca da bateria do seu notebook.
Vale uma última dica, se você constatar que é mesmo hora de substituir a bateria do seu notebook, tablet ou smartphone. Procure uma assistência técnica de confiança, que use materiais originais de primeira linha. Caso contrário, além de perder a garantia do seu aparelho, você pode danificá-lo para sempre. Aí o prejuízo é muito maior do que a falta de energia…

12.339 – Saúde e Tecnologia – Motivo nojento fará você começar a limpar seu smartphone todos os dias


lipeza celular
Se você não limpa seu celular diariamente, você precisa começar a fazer isso. Estudos mostram que um mesmo smartphone pode conter bactérias, vírus e até coliformes fecais. E como o contato humano com o aparelho ocorre diversas vezes ao dia, é melhor garantir que ele esteja higienizado antes de colocá-lo no rosto.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Deloitte e citada na revista Time, uma pessoa regular checa o telefone em média 46 vezes por dia. Se parece muito, saiba que o número não é assim tão alto. Entre usuários de 18 até 24 anos, a média salta para 74 vezes no mesmo período.
Com tantas “olhadinhas”, é comum que o aparelho fique sujo, já que ele é manipulado por mãos humanas e elas “absorvem” sujeira e substâncias de outros objetos. Por exemplo, se você utiliza transporte público todos os dias, provavelmente sabe que lavar as mãos antes de realizar uma refeição é uma boa ideia.
E se você toma cuidado para não transmitir impurezas para a comida, provavelmente também irá querer fazer o mesmo com seu telefone. Nisso é o que o microbiologista Philip Tierno acredita.
Segundo o pesquisador da New York University School of Medicine, os celulares podem ficar sujos devido ao contato com mãos que tocaram em objetos ricos em bactérias. “Eu limpo o meu celular no final de cada dia. E você deveria fazer o mesmo”, disse ao Tech Insider.
De acordo com Tierno, é possível até mesmo que o usuário fique doente por conta da prática. Em 2012, uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal afirmou que é possível contrair gripe, conjuntivite e até diarreia com as impurezas armazenadas no smartphone.
Para limpar
Felizmente, a higienização do dispositivo não é uma missão impossível. Para fazer isso, basta utilizar um pano limpo para retirar as impurezas. Evite utilizar qualquer material que possa danificar o aparelho, como álcool e produtos de limpeza.

12.258 – Telefonia Móvel – Nova tecnologia permite trocar de operadora sem mudar o chip


chip de celular
Esqueça todo aquele trabalho de trocar de chip de celular quando você quiser mudar sua operadora. Fabricantes de smartphones, como Apple e Samsung, estão unidas para criar o eSIM ou E-SIM, o chip que ocupa 90% menos espaço e permite que o usuário troque de operadora sem a necessidade de substituir a peça.
O plano é fazer com as pessoas possam ativar remotamente o chip inserido nos aparelhos para que eles se conectem à rede do celular. O GSMA, grupo que representa empresas de telefonia e fabricantes de dispositivos móveis, planeja lançar um padrão similar para todos os dispositivos deste tipo (smartphones, smartwatches, tablets, entre outros) em junho.
A tecnologia também permitirá que as fabricantes possam produzir aparelhos que sejam menores e leves, já que o novo chip ocupará bem menos espaço e não precisará ser retirado manualmente. O relógio inteligente Gear S2 Classic 3G, da Samsung, será o estreante da tecnologia e deve chegar ao mercado em março de 2016.
Vale lembrar que os chips programáveis não são exatamente uma novidade no mercado, já que os iPads já contam com recurso semelhante. No entanto, a GSMA ressaltou que “ esta é a única solução comum, interoperável e com especificação global que tem o apoio da indústria móvel”.

12.120 – Mega Techs – Smarthphone com tela que pode ser enrolada como jornal


lg tela fina
Às vésperas da CES, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos, a LG apresentou um protótipo de tela flexível que deve ser exibido na feira. O painel de OLED dobrável, que tem 18 polegadas, pode ser enrolado como um jornal em uma curvatura de até três centímetros.
De acordo com a companhia, a tecnologia, que será exibida na feira, pode ser utilizada em smartphones, tablets e TVs.
Durante a CES 2016, a LG deve mostrar ainda a tela de 55 polegadas mais fina do mundo, com 0,9 milímetros de espessura – semelhante a uma folha de papel, além de telas flexíveis para automóveis e monitores de computadores que reconhecem o toque do usuário mesmo quando ele estiver usando luvas.

12.060 – Apple lança capa que faz bateria do iPhone durar 25 horas


iphone
A Apple lançou sua própria linha de capas para iPhone com bateria embutida. A novidade foi incluída nas lojas online de alguns países, mas ainda não aparece disponível para compra no Brasil.
A capa garante um tempo de conversação que chega a 25 horas, ou uso por 18 horas da internet 4G, mesmo com áudio e vídeo ativados. E, por ter sido desenvolvida pela Apple, a capa se comunica bem com o aparelho, tanto que quando o iPhone está conectado à capa ele exibe um status inteligente de bateria na tela de bloqueio e na central de notificações.
Por ora, a case serve apenas para iPhone 6 e 6s. Nos Estados Unidos ela está disponível em duas cores e sai por US$ 99 (R$ 371). É difícil traçar uma equivalência para o real, mas atualmente a Apple vende capas da Mophie que custam a partir de R$ 549.

12.046 – Telefonia Móvel – Japoneses lançam smartphone que pode ser lavado com sabão


celular lavável
No Japão, smartphones à prova d’água começaram a ficar obsoletos devido à chegada do Digno Rafre ao mercado. Produzido pela Kyocera, o aparelho é o primeiro no mundo a apresentar resistência a sabão, o que significa que os usuários podem lavá-lo.
O Digno roda Android 5.1 e tem tela de 5 polegadas com 720p de resolução. A câmera é de 13 MP e a bateria, de 3000 mAh. A Kyocera afirma que não é indicado usar sabão em barra no smartphone, mas aqueles em espuma estão liberados.
Segundo informa o Verge, a sensibilidade ao toque da tela funciona mesmo quando ela está molhada, e a tela possui um acabamento à prova de riscos. Além disso, uma tecnologia da própria Kyocera permite que o áudio seja reproduzido internamente, sem a necessidade de orifícios na carcaça.
O Digno será vendido no Japão pelo equivalente a R$ 1,7 mil, e o Wall Street Journal adianta que a companhia não tem intenção de expandir a comercialização para fora do Japão.

10.696 – Mega Byte – Novo Android se chama Lollipop; versão prolonga bateria em até 90min


lolipop

Junto com o seu celular Nexus 6, que com suas seis polegadas de tela é quase uma versão maior do novo Moto X, o Google anunciou que a versão 5.0 do sistema Android se chama Lollipop (“pirulito”) e que será estreada “nas próximas semanas”.
Até agora, ela vinha sendo chamada de “Android L”, e a empresa vinha fazendo mistério sobre o título.
A ideia dessa edição do software é a mesma do projeto Android One, lançado na Índia a fim de “tornar disponíveis ótimos smartphones para os bilhões de pessoas que não estão ainda on-line”, segundo comunicado assinado pelo vice-presidente da divisão responsável pelo sistema na companhia, Sundar Pichai.
Com as melhorias, que incluem o chamado design Material a fim de integrar todo tipo de aparelho que usa Android, o Lollipop pode aumentar a duração da bateria de um smartphone em até 90 minutos, dependendo do modelo, em comparação com versões anteriores.
Pichai não especificou qual aparelho se beneficia de tamanho incremento, nem se todo modelo tem a vida de bateria prolongada com a atualização.
A última versão do Android disponível é a 4.4 KitKat.
A atualização de cada aparelho depende da fabricante do celular (os da linha Nexus, desenvolvida pelo Google, receberão a edição primeiro).