14.348 – Música – Da Escandinávia para o Mundo – Ace Of Base


Ace of Base
Os Sucessores do Abba

Uma banda dance e pop da Suécia constituída por Ulf Gunnar Ekberg (Buddha), e os irmãos Jonas Berggren (Joker), Malin Sofia Katarina Berggren (Linn) e Jenny Cecilia Berggren. Muitas vezes são comparados com o ABBA, outra banda do mesmo país. Ace Of Base é considerado um dos maiores fenômenos da música européia e também mundial em todos os tempos.
A história da banda teve início quando os três irmãos Jonas, Jenny e Linn Berggren formaram uma banda chamada “Tech Noir”. Jonas conheceu o Ulf Ekberg e juntos começaram a compor e produzir músicas, criando assim o Ace of Base.

Após gravar uma fita demo, onde entre outras estava “All That She Wants”, eles foram para Estocolmo procurar pelas grandes Gravadoras. Nenhuma delas se mostrou interessada (Jonas ainda se lembra de alguém falando que as músicas eram “Obvias demais, simples demais”). O próximo passo foi Copenhaga, onde a Mega Records imediatamente viu que eles tinham potencial e adorou o estilo pop-reggae das músicas.
O primeiro single do Ace of Base foi “Wheel of Fortune”, seguido então pelo conhecidíssimo hit “All That She Wants”. “The Sign” e “Don’t Turn Around” também se tornaram sucessos internacionais.
A banda primeiramente teve sucesso na Dinamarca, depois Alemanha, o resto da Europa, Ásia, antes de conquistar a América.
No total, o primeiro álbum, chamado Happy Nation, vendeu 23 milhões de cópias e mantém a marca de Album de Estréia Mais Vendido no Guiness Book. Além de alcançar vários prémios, como seis WMA, três Billboard Awards, três America Music Awards, vários Grammy Awards da Europa e duas nomeações ao Grammy.
Em 1994 gravaram aquele que seria o melhor house single da década de 1990, Living Danger

14.346 – Cinema – Marvel vem com Filme do Príncipe Namor


Namor, o Príncipe Submarino, um dos personagens mais clássicos do Universo Marvel, teve seus direitos cinematográficos devolvidos à Marvel Studios depois de anos sem uso. Vários estúdios tentaram criar um projeto em que o Rei de Atlantis fosse o personagem principal, mas nem mesmo o sucesso de Homem de Ferro em 2008 e todas as produções futuras foram suficientes para que algo saísse do papel. Agora, ele volta para as mãos de quem mais acerta com as produções baseadas nos quadrinhos da editora e deve ganhar espaço em algum filme nos próximos anos. Mas quem é Namor e como introduzi-lo nas telonas?
O Príncipe Submarino é um personagem criado antes mesmo da editora ter o nome atual, em 1939. Ele teve grandes participações nas histórias do Capitão América referentes à Segunda Guerra Mundial e considera o bandeiroso um dos poucos amigos de verdade da superfície. Filho de um humano e de uma atlante, o híbrido desenvolveu as habilidades aquáticas da espécie e ainda herdou dons mutantes, como o voo, por meio de pequenas asas em seus tornozelos, força, velocidade e resistência sobre-humana.
Namor foi de herói a vilão durante vários períodos da Marvel, algo que é mantido até hoje. Como o monarca de Atlantis tem como objetivo principal defender os direitos de seu povo, ele entrou em conflito com diversos personagens e faz alianças sempre que considerou necessário para defender seu reino. Ele ainda foi bastante influente em várias histórias do Quarteto Fantástico, ainda mais por ter se apaixonado por Sue Storm, a Mulher Invisível. A personalidade dele é marcada pelos traços de arrogância, liderança e força.
Como a Marvel Studios não pode usar o conceito “mutante” em suas produções, o personagem deve ser introduzido apenas como um homem com poderes aquáticos. Outro ponto que complica a criação de background de Namor é a ausência do Quarteto Fantástico nas mãos da Marvel Studios, algo que pode fazer com que a empresa tente novos acordos com a Fox para ter novamente a família Richards em seu domínio, assim como fez nos acertos com a Sony pelo Homem-Aranha.
Namor e Pantera Negra são considerados grandes rivais no Universo Marvel nos últimos anos, já que divergem em vários assuntos que precisam decidir no grupo Illuminati. O conflito entre os dois fez com que seus povos entrassem em confronto, principalmente depois que Namor, sob os poderes da Força Fênix, inundou parte de Wakanda. Talvez, aproveitar o longa do rei wakandiano para introduzir o Príncipe Submarino seja a melhor ideia, principalmente se conseguir antecipar a aceitação do Aquaman pelo público.

Namor
Namor é um grande personagem e deve entrar nos planos da Marvel Studios muito em breve, principalmente após os roteiristas de Capitão América: Guerra Civil terem confessado interesse de incluir o herói no filme. O presidente do estúdio Kevin Feige já deve começar a planejar o futuro do atlante nas telonas, que, pelo menos, deve fazer alguma participação nos próximos longas dos Vingadores.
Um Pouco Mais
Estreando no início de 1939, o personagem foi criado pelo escritor-desenhista Bill Everett para Funnies Inc., um dos primeiros estúdios a produzir quadrinhos por demanda. Inicialmente criado para a revista Motion Picture Funnies Weekly, o personagem foi publicado pela primeira vez na revista Marvel Comics # 1 (outubro de 1939).
Suas origens estão relacionadas à lendária Atlântida. Namor é filho da princesa Fen — herdeira direta do trono de Atlântida, e filha do Imperador Thakorr — e do norte-americano Leonard McKenzie. A espécie humanóide da qual Namor pertence é chamada de Homo mermanus”. Como características principais, têm a capacidade de (somente) respiração submarina, pele azul e olhos escuros. A mãe de Namor, mulher linda e impetuosa, subiu à superfície para investigar explosões que ocorriam à capital de Atlântida. Nesse ínterim, conheceu o capitão McKenzie e se apaixonaram. Após o ‘affair’, ela voltou ao trono grávida. Na Atlântida nasceu Namor – que em língua atlante – significa “o filho vingador”. Ele nasceu branco como o pai, com olhos claros que variam entre o azul e o verde. Seus cabelos são pretos (como os do pai e da mãe); tem aproximadamente 1,85m, corpo esguio e apêndices nos calcanhares que assemelham-se às asas de aves.
O personagem foi recuperado anos mais tarde por Stan Lee e Jack Kirby, nas histórias do Quarteto Fantástico, responsável pela volta do gênero na editora. Seu retorno aconteceu no número 4 da revista Fantastic Four (maio de 1962), e para justificar sua ausência editorial, argumentou-se que ele tinha perdido a memória e que ele acreditava ser um andarilho, até o Tocha Humana (não o personagem original, mas o membro do Quarteto Fantástico) encontrá-lo e jogá-lo ao mar, recuperando assim a sua memória e poder.
Namor também foi responsável pela reintrodução do Capitão América no universo Marvel, batendo no gelo do Pólo Norte e revelando um pedaço de gelo em que o Capitão América foi congelado.
Atuou diretamente com os Vingadores, Quarteto Fantástico, Invasores, Esquadrão Vitorioso, Defensores, X-Men, e Illuminati.
Por causa de sua herança genética incomum, Namor é único entre ambos os seres humanos comuns e atlantes; ele é por vezes referido como “o primeiro mutante da Marvel”, porque, embora a maioria de seus poderes sobre-humanos observados vêm do fato de que ele é um híbrido de ADN humano e atlante, a sua capacidade de voar não pode ser explicado por nenhum dos lados (atlantes são uma ramificação da humanidade “linha de base”); no entanto, em termos de cronologia em continuidade, havia muitos mutantes existentes antes Namor. Namor possui uma fisiologia completamente anfíbio adequado para pressões extremas submarinos, força sobre-humana, velocidade, agilidade, durabilidade, voo, e longevidade. Namor tem a capacidade de sobreviver debaixo d’água por períodos indefinidos, e visão especialmente desenvolvido que lhe dá a capacidade de ver claramente nas profundezas do oceano.

Origem
No período que antecede a Segunda Guerra Mundial, o navio de exploradores “Oracle” viajava próximo à Antártida e detonou cargas explosivas no fundo do oceano para conseguir abrir espaço para a embarcação passar com segurança. Influenciado por um vilão chamado Paul Destino, o “Oracle” procurava os restos de uma antiga civilização.
Sem saber, no entanto, a equipe do navio estava destruindo com seus explosivos uma imensa cidade onde viviam os atlantes, uma espécie de homens do fundo do mar.
O imperador daquele mundo, rei Thakorr, ordenou então à sua filha, Fen, que fosse com um grupo de guerra à superfície descobrir o que estava acontecendo. Fen, porém, decidiu ir sozinha e usando uma poção que lhe permitia respirar ar, subiu ao navio, deixando a tripulação encantada com sua beleza.

Para investigar melhor, a princesa decidiu permanecer no navio aprendendo a cultura e a língua daqueles homens, ao mesmo tempo em que tentava impedir novas detonações, mas acabou se apaixonando pelo capitão, Leonard McKenzie. Os dois se casaram no navio e logo depois McKenzie descobriu a cidade perdida (Lemúria) que procurava (por sinal, criada por outro povo submarino, os Lemurenses), mas Paul Destino ficou louco ao encontrar na cidade uma relíquia maligna, o Capacete do Poder, e incidentalmente acabou com Atlântida.
McKenzie conseguiu voltar para o navio que, no exato momento em que ele chegou e abraçava Fen, foi atacado por soldados do pai dela, que acreditavam que a princesa havia sido raptada. O comandante foi gravemente ferido em frente à esposa (ela acreditou que ele havia morrido).
A cidade começou a ser reconstruída e Fen descobriu que estava grávida: tempos depois, nasceria Namor. O nome, por sinal, significa “filho vingador” na língua atlante.
A única criatura que se parecia com ele era uma prima, Aquaria, apelidada pelo pai como “Namora” por ser fisicamente parecida com Namor (também ela era fruto de uma relação interracial do povo submarino e os da superfície), que mais tarde se tornaria mãe de Namorita (o pai era um atlante chamado Maritanis). Namor cresceu e viveu aventuras submarinas (que envolviam tentativas políticas de tomada de poder) durante um bom tempo, quase sem contato com as pessoas da superfície, que considerava verdadeiros demônios pelo que faziam com o mar e por ouvir lendas dos demais atlantes.
Quando começou a Segunda Guerra Mundial, no entanto, combates entre navios causaram novos estragos em Atlântida e o herói foi enviado pelo imperador, seu avô, para se vingar. O herdeiro do mar começa sua vingança em Manhattan, onde acaba enfrentando o Tocha Humana original. Até que uma agente especial do exército chamada Betty Dean é enviada para capturá-lo. Ela finge estar se afogando e tenta usar uma arma contra o intruso quando este a resgata. Ele a desarma, mas fica admirado com a coragem da moça, da qual se torna amigo e, eventualmente, amante. Namor é então convencido de que os vilões de verdade são os nazistas e se une ao Tocha, Capitão América e a outros heróis da época na luta contra Hitler.
Em 1946, ao lado de Capitão América, Bucky, Tocha Humana, Ciclone e Miss América, integrou o “Esquadrão Vitorioso” (All-Winners Squad no original).
Namor foi reintroduzido por Stan Lee no Universo Marvel novamente como vilão do Quarteto Fantástico (na revista The Fantastic Four # 4) e, depois, dos Vingadores.

Depois de lutar na II Guerra Mundial contra os nazistas, Namor perde a memória e vaga pelo mundo da superfície como um mendigo. Ao ser visto pelo Tocha Humana ele é reconhecido. Logo em seguida o jovem super herói o ajuda a se recuperar. Ao se lembrar de seu reino, a lendária Atlântida, Namor mergulha até o local onde ficava a cidade, mas só encontra ruínas. Culpando os seres da superfície, Namor jura vingança, mas seus ataques são rechaçados pelo Quarteto Fantástico e pelos Vingadores. Mais tarde, Namor reencontra seu povo, que havia se tornado nômade.
Namor teve um segmento em The Marvel Super Heroes nos anos 60.

14.337 – Cidades da DC Gotham e Metrópolis


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As cidades de Batman e Superman são seriam próximas.
Gotham já não é mais uma cidade dominada pelo crime e pela corrupção, mas que graças aos esforços filantrópicos de Bruce Wayne, a cidade foi trazida de volta à sua antiga glória.
Claro que o Batman também tem sua parcela de crédito pelo desaparecimento dos vilões.

Gotham: Química Ace
Então, temos um vislumbre do prédio da Química Ace, o local de “nascimento” do Coringa. Aqui, o breve comercial faz uma ponte com o Esquadrão Suicida, exaltando a ligação entre os filmes da DC, uma vez que todos fazem parte do mesmo universo.
Como visto no trailer de Esquadrão Suicida, a origem da Arlequina será mostrada, e pelo seu processo de transformação ser muito similar ao do Coringa, ela estará conectada nos mínimos detalhes com a Química Ace.

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Gotham em vida
A cidade brilha ainda mais ao visitarmos a aba especial de Gotham no site da Turkish Airlines. Se você jogou Batman Arkham Kinight sabe que Gotham possui seus bairros temáticos com suas peculiaridade. Isso está presente em peso na versão cinematográfica da cidade. “Os edifícios do centro da cidade de Gotham, incluindo a Torre Wayne, o edifício Ellsworth, a Torre Davenport, e a Torre do Relógio, lançam sombras profundas ao meio-dia, e criam uma corte arquitetônica de reis.” Diz o site. “A Gotham City Opera House e o Teatro Rosemont são pilares gêmeos dos intelectuais, e sua arquitetura chama até mesmo aqueles que não se importam em ver as apresentações”. Um desses dois lugares deve estar relacionado a morte dos pais de Bruce.

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Metrópolis e Gotham: Atrações
No fim ainda temos uma visão panorâmica de Gotham, e o símbolo de uma celebridade local brilhando no céu. Bruce termina convidando a todos a visitarem sua “grandiosa cidade”.
Esta visão mais pessoal, meio celebridade dos super-heróis foi uma sacada muito inteligente da equipe de publicidade do filme, fazendo com que Batman e Superman sejam tratados como atrações. Uma abordagem simples, mas incrivelmente realista e palpável.
Metrópolis e Gotham: Contrastes
Nesta versão, Gotham e Metrópolis são retratadas cidades vizinhas para enaltecer o contraste entre elas.
De acordo com o diretor Zack Snyder, a ideia é mostrar duas cidades irmãs separadas por uma grande baia, como Oakland e San Francisco. Ben Affleck, por sua vez, vê “Metrópolis como uma cidade bem sucedida e saudável, e Gotham como um lugar onde pessoas oprimidas vivem”.
Está claro que Bruce tentou levar Gotham ao mesmo nível da Metrópolis pré-kryptonianos, algo que ele aparentemente conseguiu.

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Metrópolis: Reconstrução
Entretanto, Metrópolis não foi salva apenas pelo Superman. Após a cidade quase ser varrida do mapa, Lex Luthor investiu em sua reconstrução e se tornou uma espécie de símbolo. O comercial trata de deixar bem claro isso, falando da cidade como um local renascido e reconstruído.
Isso tudo tendo acontecido em apenas 18 meses traz à tona o complexo de Deus de Lex. Mas é claro que o símbolo de Lex não é maior que o do Superman, que até ganhou uma estátua em sua homenagem e em homenagem às vítimas da invasão kryptoniana.
Lex possui seus complexos e desejos maquiavélicos de se tornar a pessoa mais poderosa do mundo. O que o diferencia é que ele tem os meios para se tornar o que almeja, mas existe alguém em seu caminho. Lex pôde reconstruir Metrópolis a sua imagem e semelhança, transformando-a na Cidade do Futuro.

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14.333 – De onde surgiu a Exclamação Eureca?


eureka
É uma famosa exclamação atribuída ao matemático grego Arquimedes de Siracusa (287–212 a.C.).
Eureka é uma interjeição que significa “encontrei” ou “descobri”, exclamação que ficou famosa mundialmente por Arquimedes de Siracusa. É normalmente pronunciada por alguém que acaba de encontrar a solução para um problema difícil. O termo tem a sua origem etimológica na palavra grega “heúreka”, o pretérito perfeito do indicativo do verbo “heuriskéin” que significa “achar” ou “descobrir”.
palavra “eureka” foi supostamente pronunciada pelo cientista grego Arquimedes (287 a.C. – 212 a.C.), quando descobriu como resolver um complexo dilema apresentado pelo rei Hierão. O rei queria saber o volume de ouro em sua coroa. Arquimedes sabia que para isso deveria determinar a densidade da coroa e comparar com a densidade do ouro. O problema complicado era como medir o volume da coroa sem a derreter. Arquimedes descobriu a solução quando entrou numa banheira com água e observou que o nível da água subia quando ele entrava. Concluiu então que para medir o volume da coroa bastava mergulhar a coroa em água e calcular o volume de água deslocado, que deveria ser equivalente. Conta-se que ele saiu nu, correndo pelas ruas e gritando eufórico: “Eureka! Eureka!” (Achei! Achei!). “O Princípio de Arquimedes” foi como ficou conhecida a descoberta do grande cientista grego.
palavra “eureka” foi supostamente pronunciada pelo cientista grego Arquimedes (287 a.C. – 212 a.C.), quando descobriu como resolver um complexo dilema apresentado pelo rei Hierão. O rei queria saber o volume de ouro em sua coroa. Arquimedes sabia que para isso deveria determinar a densidade da coroa e comparar com a densidade do ouro. O problema complicado era como medir o volume da coroa sem a derreter. Arquimedes descobriu a solução quando entrou numa banheira com água e observou que o nível da água subia quando ele entrava. Concluiu então que para medir o volume da coroa bastava mergulhar a coroa em água e calcular o volume de água deslocado, que deveria ser equivalente. Conta-se que ele saiu nu, correndo pelas ruas e gritando eufórico: “Eureka! Eureka!” (Achei! Achei!). “O Princípio de Arquimedes” foi como ficou conhecida a descoberta do grande cientista grego.

lampadinha

14.331 – Mega Séries – Gotham


Gotham
Série de televisão americana criada por Bruno Heller, baseada em personagens que aparecem em publicações da DC Comics em sua franquia Batman, principalmente o Detetive James Gordon e Bruce Wayne. A série é estrelada por Ben McKenzie como o jovem Gordon. Heller serve como produtor executivo da série, juntamente com Danny Cannon, que também dirigiu o piloto. Gotham foi anunciada em 5 de maio de 2014, e estreou em 22 de setembro de 2014 na Fox Broadcasting Company (FOX). Em 13 de maio de 2018, a Fox renovou a série para uma quinta e última temporada.
Como originalmente concebida, a série teria servido como uma história simples sobre os primeiros dias de Gordon na polícia de Gotham City. A ideia evoluiu, não só para incluir o personagem Bruce Wayne, mas também para contar as histórias de origem de vários vilões do Batman, incluindo Coringa (Joker), Pinguim, Mulher-Gato, Charada, Duas-Caras, Hera Venenosa, Senhor Frio, Espantalho, Ra’s al Ghul, Chapeleiro Louco e Hugo Strange. A primeira temporada teria originalmente 16 episódios, que depois foi estendido para um total de 22.
No Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel na (TV Paga) desde o dia 29 de setembro de 2014, exibindo episódios inéditos apenas às segundas na faixa das 22h30.
Em agosto de 2015, a série estreou também no Netflix do Brasil.
Temporadas
Na primeira temporada, James Gordon, um novo recruta do Departamento de Polícia de Gotham City, está emparelhado com o veterano detetive Harvey Bullock para solucionar os assassinatos de Thomas e Martha Wayne. Gordon conhece o filho dos Wayne, Bruce, que agora está aos cuidados do mordomo Alfred Pennyworth. Além disso, ele também encontra o membro de gangue Oswald Cobblepot, o inteligente Edward Nygma, o agente recruta Jerome Valeska, as órfãs de rua Selina Kyle e Pamela “Ivy” Pepper, o promotor público assistente Harvey Dent e a médica Leslie Thompkins. Gordon se envolve com as famílias criminosas de Gotham, incluindo a gangster Fish Mooney e os senhores do crime Carmine Falcone e Salvatore Maroni.
2ª Temporada
Na segunda temporada, Gordon lida com uma série de eventos que estão sendo orquestrados por Theo Galavan e sua irmã Tabitha, que libertam os lunáticos Jerome Valeska e Barbara Kean de Arkham como parte de um plano para assumir Gotham como o novo Prefeito de Gotham City e exigindo vingança contra a Família Wayne. Depois que Galavan é assassinado em sua campanha para prefeito, o Departamento de Polícia de Gotham City lida com as ações de Victor Fries. O enigmático Hugo Strange e sua assistente Ethel Peabody realizam uma série de experiências bizarras sob o Asilo Arkham, nas instalações subterrâneas de Indian Hill, que é de propriedade secreta da Wayne Enterprises e supervisionadas pela Corte das Corujas.
3ª Temporada
Na terceira temporada, seis meses depois, Gordon tornou-se um caçador de recompensas enquanto trabalha para rastrear experimentos em Indian Hill que escaparam tão bem quanto uma Fish Mooney revivida. Enquanto planejava recuperar Leslie (Lee) Thompkins, que planeja se casar com o filho de Carmine Falcone, Mario Calvi. O hipnotizador Jervis Tetch chega na cidade em busca de sua irmã Alice, sendo que ela possui sangue venenoso que enlouquece de várias maneiras. Enquanto isso, Ivy é envelhecida até uma mulher adulta após um encontro com um dos seguidores de Fish Mooney vindos de Indian Hill. Jerome Valeska é revivido para retomar sua vingança anterior contra a cidade. Tetch usa o vírus de sua irmã para se vingar da cidade e de James Gordon, considerado culpado pelo Chapeleiro Maluco pela morte de sua irmã. Gordon se junta a Bruce e Selina para lidar com a Corte das Corujas que trabalham em nome de Ra’s al Ghul e da Liga das Sombras, Pinguim e Ivy se unem para formar um exército, e Edward Nygma abraça sua nova identidade como “O Charada”.
4ª Temporada
Na quarta temporada, Bruce Wayne é um vigilante mascarado, patrulhando as ruas de Gotham à noite, vestindo roupas escuras e uma balaclava preta com capuz. Cobblepot inicia uma campanha para dominar o submundo da cidade lucrando com crimes licenciados, Nygma descobre que suas ideias mentais diminuíram como um efeito colateral de ter sido congelado, Jonathan Crane é visto abraçando seu papel como o Espantalho, a Liga das Sombras começa seu próximo lote envolvendo uma antiga faca de embalsamamento, considerada a única faca capaz de deter Ra’s al Ghul. Ivy Pepper toma drogas de um farmacêutico que a transformam novamente, Butch Gilzean se torna Solomon Grundy depois que seu corpo comatoso foi jogado em um pântano, e acaba se juntando ao Charada para dominar o bairro do Narrows. Sofia Falcone, filha de Carmine Falcone, retorna á Gotham para ajudar Gordon em impedir Cobblepot de continuar sendo o “rei de Gotham”. Sofia consegue a confiança de Cobblepot, enquanto reergue o império criminal de seu pai. Enquanto isso, Jerome orquestra uma fuga maestral em Arkham com seus novos aliados Jervis Tetch e Jonathan Crane, essa aliança depois evoluiria na Legião dos Horríveis, que tinham Oswald Cobblepot, Victor Fries, Bridgit Pike e Solomon Grundy como membros também, que tinha como objetivo enlouquecer Gotham. Barbara Kean, Tabitha Galavan e Selina Kyle se juntam a Bruce Wayne e Alfred Pennyworth para derrotar Ra’s al Ghul. Jerome reencontra seu irmão gêmeo Jeremiah Valeska, que é contaminado pelo Gás do Riso de Jerome, fazendo com que Jeremiah torne-se o Coringa. Após a morte de Jerome, Jeremiah continua com os planos de seu irmão, atirando contra Selina Kyle que é levada para o hospital. Jeremiah se junta ao Ra’s para destruir a cidade, explodindo as pontes de Gotham, isolando a cidade de todo o mundo, causando o caos na cidade e transformando Gotham na “Terra de Ninguém”.
5ª Temporada
Na quinta temporada, após a explosão das pontes que ligavam Gotham ao resto do continente, a nova ilha vira uma “terra de ninguém”, que é controlada pelo Espantalho, Barbara Kean, Pinguim, e a “zona negra” que ninguém a controla. Mesmo com Jim pedindo suprimentos ao resto do Continente, ele é sempre ignorado pelos seus superiores. Selina Kyle, após de levar um tiro de Jeremiah, entra em coma, e, com Bruce preocupado, decide procurar a “Bruxa”, que na verdade é Ivy Pepper, que decide ajudar pela sua amizade com Selina. Após Jim Gordon fazer o ataque ao grupo que planejava fazer um túnel para chegar ao continente, ele cria o “Paraíso”, um refúgio seguro com moradores necessitados e outros que eram perseguidos. Mas, no fim das contas, o Charada causa uma explosão com um tiro de bazuca em um tanque de óleo, o que causa uma perseguição de todas as facções atrás de Edward Nygma. Após o seu tratamento com Ivy Pepper, Selina descobre a localização de Jeremiah, ao norte da “zona negra”. Então, decide se unir com Bruce para procura-lo. Bruce e Selina descobrem algo como um culto “Valeska” para procurar os mais fiéis. Selina finge querer trabalhar para Jeremiah invadir sua sede, mas depois de um confronto, Ecco escapa e Selina trai Bruce para ir atrás de Jeremiah. Jeremiah é esfaqueado por Selina, fazendo com que todos acreditassem que ele foi morto, sendo que ele conseguiu sobreviver.

14.292 – Os primeiros Submarinos 


submarino1
Desvendar os mistérios das profundezas marinhas sempre foi um sonho do Homem.
Todavia, somente a partir do século XVI apareceram os primeiros projetos conhecidos visando à construção de aparelhos submersíveis capazes de tornar possível o que até então parecia uma mera fantasia.
Na Europa e na América, em especial, engenheiros e inventores obstinados lançaram-se ao desafio, enfrentando as forças da natureza e desenvolvendo os mais fantásticos mecanismos, aprimorados paulatinamente por novas gerações de idealizadores.
O acúmulo de experiências e a conjunção de esforços permitiram assim o surgimento dos primeiros submarinos. Assim como outras inovações tecnológicas, ao longo da História, seu uso destinou-se a diversas finalidades, sobretudo expedições científicas e atividades militares.
A original ideia de William Bourne – 1578

O primeiro projeto conhecido para um submarino navegável remete aos estudos de William Bourne (1535-1582), um matemático inglês, autor de importantes manuais de navegação, que serviu como artilheiro na Royal Navy.

Em seu livro “Inventions or Devises” (Invenções ou Projetos), publicado em 1578, Bourne baseou-se no princípio de Arquimedes (impulsão ou empuxo, que explica as forças atuantes responsáveis por manter um navio na superfície) para descrever um mecanismo pelo qual:

“É possível fazer um navio ou barco que pode ir debaixo da água até o fundo, e subir novamente, ao seu prazer. Se qualquer magnitude do corpo que está na água, tendo sempre um peso, pode ser maior ou menor, então ele deve nadar quando quiser e, do mesmo modo, afundar”.

Em outras palavras, diminuir o volume para tornar o barco mais pesado que o peso da água que ele desloca, a fim de fazê-lo afundar. Torná-lo mais leve, aumentando o volume, para fazê-lo subir.

A grande contribuição de William Bourne foi a descrição de um princípio capaz de fazer uma embarcação emergir e submergir, mas ele jamais ofereceu uma ilustração do plano de um submarino.
Anos após a publicação de “Inventions or Devises”, o desenho acima foi apresentado como um esquema do submarino de William Bourne: almofadas envoltas em couro, que podiam ser aparafusadas na direção da linha central, visando criar uma câmara inundada, bem como, aparafusada para expelir a água e selar a abertura. Entretanto, Bourne escreveu sobre expansão e contração de estruturas e não exatamente sobre câmaras inundadas. Submarinos construídos na Inglaterra, em 1729, e na França, em 1863, conformaram-se justamente com sua ideia.
O submarino de Cornelius Drebbel – 1623

Contratado em 1603 como “inventor da corte” do rei Jaime I, da Inglaterra, o inventor, gravador e vidraceiro holandês Cornelius Drebbel construiu o que é considerado o primeiro submarino navegável.

De acordo com relatos, alguns dos quais podem ter sido escritos por verdadeiras testemunhas oculares do submarino, Drebbel se utilizou de um barco a remos envolvido em couro à prova de água, com tubos de ar ligados a flutuadores, de modo a mantê-lo em contato com a superfície e captar oxigênio. Como não havia motores na época, remos foram conectados ao casco e envolvidos na união com luvas de couro, que faziam a vedação. A primeira viagem foi feita no rio Tâmisa, com 12 remadores. O submarino ficou submerso durante três horas, atingindo 15 pés (4,57 metros) de profundidade. Diversas outras demonstrações foram feitas no Tâmisa, mas o desempenho do aparelho não gerou o entusiasmo do Almirantado britânico, que nunca empregou a invenção em combate.

Apesar de tais descrições, não existem ilustrações críveis do submarino de Drebbel. Relatos de que Jaime I chegou a presenciar uma demostração geralmente são aceitos, mas improváveis os que afirmam que o rei realizou um passeio subaquático no invento.

Recentemente, uma equipe de inventores contratada pela emissora britânica BBC fez uma réplica do submarino de Drebbel.
ontribuições do padre Marin Mersenne – 1634

Em 1634, o padre e matemático francês Marin Mersenne (1588-1648) teorizou que um submarino deve ser feito de cobre, de forma cilíndrica para suportar melhor a pressão, e com pontas pontiagudas, tanto para racionalizar como para permitir o curso inverso sem ter que se virar. Pressão? Para cada pé de profundidade, a pressão da água aumenta cerca de meia libra por polegada quadrada (Psi).
O ‘barco’ de Roterdã – 1654

Projetado por um francês chamado De Son, o ‘barco’ de Roterdã, tinha 72 pés (22 metros) de comprimento, sendo provavelmente o primeiro navio subaquático construído especificamente pelo Conselho dos Países Baixos do Sul para atacar um inimigo, em especial, a Marinha Britânica. Este quase submarino – uma espécie de aríete semi-submerso – foi idealizado para se aproximar furtivamente da superfície e desferir um violento golpe capaz de furar a embarcação inimiga. O projetista alardeou que poderia atravessar o Canal da Mancha e voltar em um dia, afundando cem navios ao longo do caminho.
O submarino de Giovanni Borelli – 1680

Não há provas de que o físico e matemático italiano Giovanni Borelli tenha construído um submarino, mas a ilustração abaixo continua a aparecer em livros e revistas – com muitas variações – como se fosse um barco real, às vezes erroneamente ligado aos projetos de Cornelius Drebbel ou Nathaniel Symons (ver abaixo, 1729). Borelli compreendeu o princípio básico do volume versus peso (deslocamento), mas ele ilustrou um sistema de lastro totalmente impraticável, pelo qual o peso seria aumentado ou diminuído, permitindo que um banco de sacos de pele de cabra se enchesse com água para descer o aparelho, comprimindo a água para subir de novo.
Os submarinos de Denis Papin – 1696

Sabe-se que o físico e inventor francês Denis Papin construiu dois submarinos. Ele usou uma bomba de ar para equilibrar a pressão interna com pressão de água externa, controlando assim a flutuabilidade através do fluxo de entrada e saída de água para dentro do casco. Como propulsão, Papin recorreu a velas na superfície e remos debaixo d’água. O inventor projetou “certos buracos” em seu aparelho, através dos quais o operador poderia “tocar nos navios inimigos e arruiná-los de várias maneiras”.
O carpinteiro inglês Nathaniel Symons criou um barco submergível, operado por um homem, dotado de telescópio de casco, mas sem nenhum sistema de locomoção, como uma espécie de entretenimento público. Fechado por dentro, diante de uma multidão de espectadores, ele passou quarenta e cinco minutos debaixo de água. Após a apresentação, o inventor expandiu o casco, subiu para a superfície e passou o chapéu. Um homem deu-lhe uma moeda.
A ‘tartaruga’ de David Bushnell – 1776

David Bushnell (1742-1824) foi um inventor norte-americano e veterano da Guerra de Independência dos Estados Unidos. Em 1775, enquanto estudava na Universidade de Yale, criou o primeiro submarino usado em combate, apelidado de “Tartaruga”, pois se assemelhava a uma tartaruga marinha flutuando verticalmente na água. Sua ideia de utilizar água como lastro para submergir e emergir continua em vigor na atualidade, bem como, o uso da hélice, empregada pela primeira vez na “Tartaruga”.
A “Tartaruga” de Bushnell era rebocada na proximidade do alvo a ser atingido. Abria-se então uma válvula de pedal, de sorte a deixar entrar água suficiente para afundar, fechando-se depois a mesma válvula. O operador movia o aparelho debaixo do inimigo por meio de manivelas manipuladas através um pedal, que giravam duas hélices, uma para a frente, a outra para o movimento vertical. Num rombo aberto no casco inimigo, colocava-se um barril com 150 kg de pólvora, ligado a um detonador-relógio. Com as manivelas, o operador afastava-se do local da explosão. Para retornar à superfície, recorria-se a uma bomba localizada junto ao pé, que liberava a água para fora do casco.
Às 11:00 horas do dia 6 de setembro de 1776, no decurso da Guerra de Independência, operada pelo sargento Ezra Lee, a “Tartaruga” atacou um navio britânico no porto de Nova York, provavelmente o HMS ‘Eagle’.
De acordo com os apontamentos de Lee, a “Tartaruga” foi rebocada por barcos a remos o mais próximo possível da frota britânica. Ele então navegou por mais de duas horas até alcançar o HMS ‘Eagle’. Sua primeira tentativa de anexar o explosivo falhou porque o parafuso atingiu um impedimento de metal. Lee chegou a trocar a broca, mas não conseguiu realizar a penetração. Uma história popular sustentou que a falha deveu-se ao revestimento de cobre do casco do navio. A Marinha Real Britânica começava a instalar revestimento de cobre no fundo de seus navios de guerra para proteger a madeira de danos causados por teredos e outras espécies marinhas. Todavia, fino como papel, o forro não poderia ter impedido o trabalho de perfuração. Bushnell acreditou que a falha de Lee era provavelmente devido a uma placa de ferro conectada à dobradiça do leme do navio. Quando o sargento tentou outro ponto no casco, ele foi incapaz de ficar abaixo do navio, abandonando a tentativa. Parece mais provável que ele estava sofrendo de fadiga e inalação de dióxido de carbono, o que o deixou confuso e incapaz de realizar corretamente o processo de perfuração através do casco do HMS ‘Eagle’. Diante da aproximação de soldados britânicos vindos da Ilha dos Governadores, os quais avistaram o submersível e remaram para investigar, Lee liberou no mar o que chamou de “torpedo”. Suspeitos da carga à deriva, os britânicos retornaram para a ilha. O operador informou que o “torpedo” derivou para o Rio East, um estreito localizado a leste da ilha de Manhattan, onde explodiu “com tremenda violência, lançando bem alto grandes colunas de água e pedaços de madeira”.
Embora considerado o primeiro ataque de um submarino a um navio, a ação da “Tartaruga” é mencionada apenas em registros americanos. As fontes britânicas não indicam relatos de um ataque de um submarino a um de seus navios naquela manhã ou mesmo das explosões referidas por Lee.

Segundo o historiador naval britânico Richard Compton-Hall, os problemas de conseguir uma flutuabilidade neutra tornariam inútil a hélice vertical da “Tartaruga”, sugerindo tais dificuldades técnicas que toda a história foi fabricada com o propósito de propaganda. Para o pesquisador, se Lee realizou um ataque foi em um barco de remo coberto, ao invés de um submergível.
Em 1976, comemorando o bicentenário da Independência Americana e da “Tartaruga” de Bushnell, uma réplica do famoso submergível foi projetada por Joseph Leary e construída por Fred Frese. A réplica foi testada no rio Connecticut e atualmente pertence ao Connecticut River Museum.
Em 3 de agosto de 2007, três homens foram detidos pela polícia enquanto pilotavam uma réplica da “Tartaruga” a 61 metros do transatlântico ‘Queen Mary 2’, que estava ancorado no terminal de cruzeiros em Red Hook, no Brooklyn, Nova Iorque. A réplica foi criada pelo artista nova iorquino Duke Riley e dois residentes de Rhode Island, um dos quais afirmava ser descendente de David Bushnell. Riley foi notificado pela Guarda Costeira Americana por ter usado uma embarcação irregular e por violar a zona de segurança em torno do ‘Queen Mary 2’.
O engenheiro norte-americano Robert Fulton é amplamente reconhecido como o inventor do primeiro barco a vapor comercialmente bem sucedido, bem como, pelo primeiro submarino prático da História, o famoso “Nautilus”. A Fulton é creditada ainda a invenção de alguns dos primeiros torpedos navais do mundo, utilizados pela Marinha Britânica.
Entretanto, em 1797, o engenheiro vivia em Paris e ofereceu-se para construir um submarino para ser usado contra os principais inimigos da França, justamente os britânicos. Ele imaginava um “Nautilus mecânico, uma máquina que me lisonjeia com a esperança de poder aniquilar a marinha deles (dos britânicos)”. O próprio Fulton planejava construir e operar a máquina às suas próprias custas, esperando pagamento para cada navio britânico destruído. Ele previu que “se alguns navios de guerra fossem destruídos por meios tão novos, tão ocultos e tão incalculáveis, a confiança dos marinheiros desapareceria e a frota se tornaria inútil a partir do momento do primeiro terror”.
Em 1800, depois de longos atrasos e várias mudanças no governo, Robert Fulton foi contratado por Napoleão Bonaparte para construir o “Nautilus”. O inventor fez uma série de submersões bem sucedidas a profundidades de 25 pés (7,62 metros), por períodos longos de até seis horas. A ventilação era garantida por um tubo ligado à superfície.
O “Nautilus” era essencialmente uma “Tartaruga de Bushnell” alongada, com uma hélice maior, além de um mastro e uma vela para o uso na superfície. Em testes, o aparelho alcançou uma velocidade subaquática máxima sustentada de quatro nós (7,4 km/h). Alçado ao posto de contra-almirante, Fulton fez várias tentativas de atacar navios ingleses, os quais se afastavam sempre que o avistavam. Contudo, suas relações com o governo francês deterioraram-se, ao ponto de um novo Ministro da Marinha ter-lhe dito: “Vá, senhor! Sua invenção é ótima para os argelinos ou corsários, mas fique sabendo que a França ainda não abandonou o oceano”.
Fulton resolveu destruir o “Nautilus” e vendeu-o como sucata. Ele chegou a propor uma versão melhorada, mas a maioria dos relatos afirmam que nunca construiu.
Na literatura, o renomado escritor francês Júlio Verne (1828-1905) celebrizou o ‘Nautilus’ em sua famosa obra “Vinte mil léguas submarinas”, cuja primeira edição é de 1870.
O nome ‘Nautilus’ foi dado também a vários navios da Marinha dos Estados Unidos, incluindo o primeiro submarino nuclear do mundo, lançado em 1954.
Submarinos na Guerra Anglo-Americana – 1812/1815
Pelo menos dois submersíveis foram relatados durante a Guerra Anglo-Americana, travada entre 1812 e 1815. Um deles foi referido por um almirante britânico pelo nome então genérico “Tartaruga”. Não há nenhuma verdade à afirmação que David Bushnell “voltou à ativa” na guerra de 1812. Naquela época, Bushnell, cuja família não ouvia falar dele há mais de 25 anos, estava na casa dos 70 e vivia com outro nome na Geórgia.
O primeiro barco, que pode ter operado apenas inundado à superfície, foi atribuído a “um cavalheiro engenhoso chamado Berrian”, como relatado no New York Evening Post, que saiu para para fazer a batalha, em junho de 1814. Em 26 de junho, o aparelho estava fundeado na extremidade oriental de Long Island (ilustração abaixo). A milícia da vila de Sag Harbor, New York, tentou defendê-lo, mas foi surpreendida pelos britânicos, tendo quatro homens mortos ou feridos. O barco-torpedo foi então destruído pela canhoneira britânica ‘Sylph’ e pela fragata ‘Maidstone’.
Um submarino para resgatar Napoleão Bonaparte?
Em 1820, agentes franceses possivelmente elaboraram um plano para resgatar Napoleão Bonaparte da ilha de Santa Helena. Para tanto, teriam recrutado Thomas Johnstone, um marinheiro e contrabandista inglês, que parece ter participado dos esforços de Robert Fulton no ‘Nautilus’.
Johnstone deveria construir um submarino de 100 pés (30,48 metros) de comprimento para retirar Napoleão da ilha e transferi-lo para um navio a vela, com destino aos Estados Unidos.
Quaisquer que sejam os fatos do caso, Napoleão morreu em Santa Helena em 1821, antes do possível submarino ser concluído.
O batiscafo de Brutus de Villeroi – 1832
Em 1832, o engenheiro francês Brutus de Villeroi (1794-1874) completou um pequeno submarino, semelhante a um batiscafo, possivelmente chamado de ‘Nautilus’, em referência ao submarino de 1800, criado por Robert Fulton.
O submarino media aproximadamente 10 metros de comprimento, 1 metro de altura e 1 metro de largura, deslocando cerca de seis toneladas quando submerso. Estava equipado com oito luzes no topo para fornecer luz interior e uma escotilha superior com uma torre retrátil para navegação de superfície. Para a propulsão, possuía três conjuntos de pás de pés de pato e um grande leme. Dispunha ainda de escotilhas com selos de couro, a fim de tornar possível algumas manipulações fora do casco, um sistema de lastro pequeno com uma alavanca e pistão, e uma âncora. Comportava no máximo três homens.
O batiscafo de Villeroi foi demonstrado em Fromentine, Noirmoutier, perto de Nantes, França, em 12 agosto de 1832 e, em 1837, aos representantes do Reino dos Países Baixos.
Villeroi tentou várias vezes vender seus desenhos de submarinos para a Marinha Francesa (1832, 1855 e 1863), mas o projeto foi aparentemente recusado todas as vezes.
Em 1842, o engenheiro atuava como professor de desenho e matemática no Seminário Júnior Saint-Donatien, em Nantes, onde Júlio Verne também era um estudante, levando à especulação de que ele pode ter inspirado o projeto conceitual de Verne para o ‘Nautilus’, na obra “Vinte Mil Léguas Submarinas”. Entretando, ainda não foram encontradas evidências seguras sobre as atividades de Villeroi em Saint-Donatien, bem como, nenhuma ligação direta entre o engenheiro e o escritor.

O ‘Brandtaucher’ – 1850
O ‘Brandtaucher’ foi um submersível desenhado pelo inventor e engenheiro bávaro Wilhelm Bauer e construído por Schweffel & Howaldt, em Kiel, para a flotilha de Schleswig-Holstein (parte da Reichsflotte), em 1850.
Em janeiro de 1850, Bauer, cavaleiro durante a guerra germano-dinamarquesa, projetou o ‘Brandtaucher’ como uma forma de acabar com o bloqueio naval dinamarquês da Alemanha. O esboço inicial de Bauer atraiu a atenção do Ministro da Marinha, que lhe permitiu construir um modelo de 70 × 18 × 29 cm. O modelo foi demonstrado no porto de Kiel em frente a dignitários navais. Seu desempenho satisfatório levou à construção de um modelo em grande escala, financiado por contribuições do pessoal do exército e civis locais. Devido ao financiamento inadequado, a escala do barco teve de ser rebaixada e o desenho alterado e simplificado, resultando em uma profundidade de mergulho reduzida de 30 metros para 9,5 metros. O redesenho incluiu a eliminação do uso de tanques de lastro fechados para conter a água armazenada e expelida do submarino. Ao invés disso, a água foi mantida numa piscina no fundo do casco, abaixo do piso principal, sendo capaz de se mover relativamente desobstruída dentro desta área, quando o submarino mudava de orientação. A instabilidade resultante foi provavelmente um fator significativo que contribuiu para a perda do vaso.
O ‘Brandtaucher’ media 8.07 metros de comprimento e era impulsionado por uma tripulação de três homens, que giravam grandes rodas de piso unidas a uma hélice. Alcançava uma velocidade de três nós (5,5 km/h), mas isso não podia ser mantido por longos períodos de tempo.
Em 1 de fevereiro de 1851, o ‘Brandtaucher’ afundou após um acidente de mergulho, durante os testes de aceitação, no Porto de Kiel. O submarino apresentou falha de equipamento e afundou-se a 60 pés (18 metros) de profundidade no porto de Kiel. Bauer escapou deixando entrar água, aumentando assim a pressão do ar, o que permitiu a ele e aos seus dois companheiros a abertura de uma escotilha e o nado para a superfície. Esta foi a primeira fuga submarina a ser testemunhada e relatada.
Em 1887, o naufrágio do ‘Brandtaucher’ foi descoberto e o submarino resgatado, em 5 de julho do mesmo ano. Exposto primeiramente na Academia Naval de Kiel, em 1906 foi movido para o Museum für Meereskunde, em Berlim. De 1963 a 1965, recebeu restauro em Rostock, sendo colocado em exposição no Nationale Volksarmee Museum, em Potsdam. Atualmente encontra-se no Militärhistorisches Museum der Bundeswehr (Museu de História Militar das Forças Armadas Alemãs), em Dresden.

Os submarinos de Lodner Phillips – 1852
Em 1852, o sapateiro americano de Indiana, Lodner Darvontis Phillips inventou dois submarinos de 40 pés (12 metros) de comprimento, ambos projetados na forma de charuto, forma agora clássica, mas com extremidades cônicas. Ainda alimentado por hélices manuais, o submersível possuía tanques de lastro operados manualmente. Um dos dois submarinos foi projetado e equipado para uso civil, principalmente voltado à pesquisa subaquática. O submarino foi utilizado com sucesso para explorar o fundo do lago Michigan sob a tensa supervisão de grandes multidões de curiosos. A versão militar tinha um propósito decididamente mais aguçado e estava equipada com uma mina de pólvora subaquática. Phillips se ofereceu para vendê-lo para a Marinha dos Estados Unidos, obtendo como resposta: “Nenhuma autoridade é conhecida por esta Mesa para comprar um barco submarino. Os barcos usados pela Marinha não vão sob a água”. Durante a Guerra Civil (1861-1865), o inventor novamente ofereceu seus serviços à Marinha americana, novamente sem sucesso.
As experiências submarinas de Lodner Phillips envolveram também sua família. Esposa e filhos muitas vezes o acompanharam em pesquisas, testes e demonstrações. Eventualmente, o inventor mudou seus experimentos para o Lago Erie, mas a sorte não lhe sorriu e ele desapareceu com seus submarinos artesanais.
O ‘Diabo do Mar’ – 1855
Após o naufrágio do ‘Brandtaucher’ (1851), Wilhelm Bauer imediatamente começou a fazer planos para um submarino maior e melhorado. Contudo, o governo de Schleswig-Holstein recusou-se a apoiá-lo depois de sua má experiência com o primeiro submarino.
Bauer então deixou Schleswig-Holstein e, nos anos seguintes, tentou obter apoio para sua invenção na Áustria-Hungria, no Império Britânico e na França. Em 1855, conseguiu um contrato com o grande príncipe de São Petersburgo, Rússia. Durante esse ano, o engenheiro alemão construiu seu segundo submarino, o ‘Seeteufel’ (Diabo do Mar), em São Petersburgo.
Muito menos informações são conhecidas sobre este submarino do que do ‘Brandtaucher’. No entanto, supõe-se ter sido duas vezes mais longo que seu antecessor, medindo 24 metros de comprimento. Em suas paredes de ferro de 1/2´de espessura existiam 21 janelas. Tinha três cilindros grandes para prender a água como lastro de mergulho e foi projetado para uma tripulação de 12 homens.

Tendo aprendido com o desastre de seu primeiro submersível, Bauer forneceu ao ‘Seeteufel’ um dispositivo de resgate recém-inventado: a câmara do mergulhador. Funcionando como uma câmara de ar, os mergulhadores podiam sair e entrar através dela na embarcação submersa.
O ‘Diabo do Mar’ provou ser um projeto muito bom. Em quatro meses, realizou 133 imersões bem sucedidas, a mais espetacular na celebração de coroação do czar Alexandre II, em 7 de setembro de 1855. Na ocasião, o submarino levou a bordo dezesseis homens, quatro deles membros de uma banda de metais que tocou o hino nacional russo, claramente ouvido pelos observadores na superfície.
Durante o 134 º mergulho, o ‘Seeteufel’ ficou preso na areia do fundo do mar. Ao esvaziar os cilindros de água com as bombas, a tripulação conseguiu elevar o submarino o suficiente para que a escotilha ficasse acima da linha d’água. Toda a tripulação, incluindo Bauer, foi salva, mas infelizmente o submarino retornou para o fundo do mar.

Submarino caçador de tesouros – 1859
Em 1856, o já mencionado engenheiro francês Brutus de Villeroi (ver acima, 1832) imigrou para os Estados Unidos. Estabelecendo-se na Filadélfia, Pensilvânia, durante o final da década de 1850 desenvolveu vários submarinos.
Em 1859, Villeroi construiu para um financista da Filadélfia um submarino caçador de tesouros, com o objetivo de explorar o navio de guerra britânico ‘De Braak’, perdido próximo à foz do rio Delaware. O método consistia em mergulhadores operando do lado de fora de uma câmara de ar. O submersível realizou pelo menos uma imersão de 3 horas a vinte pés (6 metros) de profundidade. Nenhum outro detalhe a respeito deste submarino é conhecido.
Contudo, o submarino caçador de tesouros não representou o fim da carreira de Villeroi no ramo. Durante a Guerra Civil Americana (1861-1865), o engenheiro desenvolveu novos projetos, oferecendo-os à Marinha dos Estados Unidos.
Os submarinos da Guerra da Secessão, porém, serão tratados por Diário de Bordo na próxima atualização do presente tópico.

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14.279 – Mega Séries – Por onde anda o elenco de ‘O Túnel do Tempo’?


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Quem foi criança na década de 1970 ainda se lembra de ter acompanhado as aventuras de dois cientistas em suas viagens ao passado ou futuro através da série O Túnel do Tempo, criada e produzida por Irwin Allen. Esta produção celebrou este mês, mais precisamente no dia 9 de setembro, cinquenta anos de vida. Em 1966, nesse ano, Allen, que na época tinha um contrato com a 20th Century Fox, já tinha se estabelecido na televisão com Viagem ao Fundo do Mar e Perdidos no Espaço. Como todo fã de Allen sabe, o maior interesse do produtor em relação às suas séries era o de explorar a aventura em cenários ou situações fantásticas, mas mantendo um baixo custo para torná-las viáveis.
Com O Túnel do Tempo, que trouxe um dos pilotos mais caros já produzidos na década de 1960 (em função do cenário que servia de base para a máquina do tempo), Allen teria a oportunidade de reutilizar a cada episódio cenas de antigos filmes da Fox (bem como cenários e adereços de outras séries), o que reduziria o custo semanal, mas também obrigava os roteiristas a escreverem episódios que pudessem acomodar as cenas dos filmes que eles tinham disponíveis. Outro pré-requisito era o de não se prender à veracidade histórica, dando liberdade aos roteiristas de explorar situações que poderiam não ter existido de fato.
A série tinha dois núcleos de personagens fixos que filmavam suas cenas em estúdios separados. Por isso, eles não costumavam se encontrar, a não ser quando a história de um determinado episódio exigia. O primeiro núcleo era formado por James Darren e Robert Colbert, que interpretavam os cientistas viajantes Tony Newman e Doug Philips. O outro núcleo era formado por Whit Bissell, Lee Meriwether, John Zaremba e, em alguns episódios, Sam Groom e Wesley Lau, que interpretavam o General Kirk, a Dra. Ann, o Dr. Raymond, o técnico Jerry e o guarda de segurança Jiggs, respectivamente.

Na história, o ano é 1968, um grupo de cientistas, liderados por Tony e Doug, trabalham arduamente para colocar em prática um projeto secreto do governo conhecido como Tic-Toc. No meio do deserto do Arizona vem sendo construído há dez anos um complexo subterrâneo que abriga a primeira máquina do tempo americana, a qual ainda está em fase experimental.
O senador Leroy Clark (Gary Merrill) tem a função de investigar a forma como o governo está gastando o dinheiro público. Determinado a reduzir custos, ele conclui que o projeto Tic-Toc deve ser encerrado, a não ser que o grupo de cientistas consiga provar que a máquina do tempo funciona.

Assim, na calada da noite, Tony decide se fazer de cobaia. Quando Doug descobre os planos do amigo, ele o segue entrando no túnel do tempo, o que leva os dois cientistas a se perderem no passado. Mas a dupla prova que a máquina funciona, o que garante a continuidade do projeto.

No entanto, os demais membros da equipe não sabem como trazê-los de volta ao presente. Assim, a cada episódio Tony e Doug são transportados para diferentes períodos da história, passado ou futuro, sem saber onde aterrizarão, quem encontrarão ou como sairão de lá.

A baixa audiência e o interesse da rede ABC em substituir O Túnel do Tempo por Custer levou ao cancelamento da série com apenas uma temporada de trinta episódios produzidos. Recentemente, a série foi lançada em DVD no Brasil, por uma distribuidora independente.
Após o cancelamento, os atores deram continuidade às suas carreiras, alguns entrando para o circuito de participações especiais, outros se estabelecendo com sucesso em novas séries. Bissell faleceu em 1996, aos 86 anos de idade, em consequência do Mal de Parkinson; Zaremba faleceu em 1986, aos 78 anos de idade, vítima de ataque cardíaco; e Lau em 1984, aos 65 anos de idade, também vítima de ataque cardíaco. Os demais atores ainda estão vivos.James Darren: o ator era um ex-ídolo adolescente quando estrelou O Túnel do Tempo. A produção que o lançou ao sucesso foi o filme Gidget, de 1959, o qual também lhe abriu as portas para uma carreira como cantor. Sua tentativa de se afastar das comédias românticas adolescentes foi o filme Os Canhões de Navarone, em 1961. Mas foi na TV que ele realmente se estabeleceu.
Além de O Túnel do Tempo, ele também estrelou, com sucesso, Carro Comando/T.J. Hooker, série policial com William Shatner e Adrian Zmed, produzida entre 1982 e 1986, na qual Darren formou dupla com Heather Locklear.
Darren também fez diversas participações especiais em séries de TV (incluindo uma versão animada sua na série Os Flintstones), sendo algumas recorrentes, como é o caso de Melrose Place, estrelada por Locklear. Nesta série, Darren interpretou Tony Marlin, um cliente de Amanda, personagem de Locklear. Outra produção na qual ele teve participações recorrentes foi Jornada nas Estrelas: a Nova Missão/Star Trek: Deep Space Nine, na qual deu vida ao holograma Vic Fontaine, um cantor de night clube visto nas duas últimas temporadas.

Entre as décadas de 1980 e 1990, Darren também investiu em uma carreira de diretor, assinando diversos episódios de séries produzidas nesta época. Ele se afastou da TV no início da década de 2000, quando passou a se dedicar à carreira de cantor. Mas ele ainda poderá ser visto em participação especial no filme Lucky, com Harry Dean Stanton. A história gira em torno de um ateu de 90 anos de idade (Stanton) que inicia uma jornada espiritual. O lançamento está previsto para 2017.
Em 1955, Darren, um católico, se casou com Gloria Terlitsky, uma judia que ele conheceu em 1953. O casal teve um filho, James Jr., que cresceu e se tornou um jornalista de entretenimento chamado Jim Moret. Darren se divorciou de Gloria em 1958, quando o filho tinha dois anos de idade. Mais tarde, ela se casou novamente. Quando o filho tinha treze anos, Darren deu autorização para o novo marido de Gloria adotar o menino legalmente. Desde então, o ator mantém um relação distante e problemática com o filho.
Em 1960, ele se casou com Evy Norlund, ex-Miss Dinamarca, com quem teve dois filhos, Christian Darren e Anthony Darren (atualmente conhecido como o guitarrista Tony Darren).

O último CD lançado por Darren é datado de 2001, mas o ator e cantor continua, aos 80 anos de idade, se apresentando em clubes noturnos em várias cidades americanas, como Atlantic City, Las Vegas, Dallas e San Diego. Ele também participa de convenções nas quais celebridades encontram-se com fãs e se apresentam em painéis conversando sobre suas experiências em produções que atuaram.
A próxima convenção na qual Darren terá participação é a de Jornada nas Estrelas. Trata-se de um cruzeiro marítimo que celebrará os 50 anos da série clássica, a ser realizado entre 9 e 15 de janeiro de 2017, com saída em Miami, Flórida.
Robert Colbert: o ator também já era um nome conhecido na TV quando estrelou O Túnel do Tempo. Ele vinha fazendo várias participações especiais em séries diversas, incluindo uma recorrente em Maverick, faroeste estrelado por James Garner e Jack Kelly (ambos já falecidos). Durante a quarta temporada, ele interpretou Brent Maverick, irmão de Bret (Garner), Bart (Kelly) e Beau (Roger Moore).

Depois de O Túnel do Tempo, Colbert voltou ao circuito de participações especiais, incluindo uma recorrente em Tiro Certo/Hunter, série policial da década de 1980, na qual interpretou o Comandante George Dryden. Nesta mesma época, seu nome chegou a ser cotado entre os produtores de Dallas para substituir Larry Hagman, que estava em uma disputa contratual para continuar interpretando JR. Entre 1973 e 1983, ele integrou o elenco da novela Young and the Restless.
O ator se afastou da carreira no final da década de 1990. Atualmente, com 85 anos de idade, ele participa de convenções realizadas em diversas cidades americanas, bem como eventos para levantar fundos para a caridade.

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Em 1961, ele se casou com a dançarina e compositora Dotty Harmony, com quem teve dois filhos, Cami Colbert e Clay Colbert. O casal se divorciou em 1976.
Lee Meriwether: a atriz ficou famosa quando ganhou o título de Miss América em 1955. Isto lhe abriu as portas para o mundo do entretenimento, no qual iniciou como uma das apresentadoras do programa matutino The Today Show. Mais tarde, estreou no cinema e na TV.

Após várias participações especiais em séries e teleteatros, Lee entrou em O Túnel do Tempo, que foi sua primeira série como parte do elenco fixo. Depois do cancelamento, ela teve participações recorrentes em Missão: Impossível, interpretando uma das agentes sob o comando de Jim Phelps (Peter Graves, já falecido).

Ela também estrelou The New Andy Griffith Show, Barnaby Jones, The Munsters Today (remake da série Os Monstros) e a websérie de terror Project: Phoenix. Lee ainda esteve no elenco da novela All My Children e foi uma das atrizes a interpretar a Mulher-Gato (na versão cinematográfica da série Batman em 1966).
Embora continue fazendo participações em filmes e séries (sendo as mais recentes o remake de Havaí 5-0 e a sitcom Apartment 23), a atriz tem mantido seu foco no teatro, onde vem atuando em diversas montagens há quase quatro décadas.
Em 1958, Lee se casou com o ator Frank Aletter (Os Astronautas/It’s About Time), com quem teve duas filhas, as atrizes Kylee), com quem teve duas filhas, as atrizes Kyle Aletter-Oldham e Lesley Aletter. O casal se divorciou em 1974, sendo que Aletter faleceu em 2009, aos 83 anos. Em 1986, ela se casou com o ator Marshall Robinson, com quem trabalhou em várias peças. A atriz também já atuou em diversas montagens teatrais, bem como comerciais, ao lado das filhas.
Atualmente, com 81 anos de idade, Lee continua atuando no teatro e fazendo participações em convenções.
Sam Groom: o ator estava em início de carreira quando entrou no elenco de O Túnel do Tempo, em participações recorrentes. Após a série, ele foi para o circuito de participações especiais, no qual ficou até o início da década de 2000.

Neste meio tempo, estrelou a série médica Police Surgeon; e esteve em Otherworld, produção de ficção científica da década de 1980, na qual interpretou o chefe de uma família que se vê presa em uma outra dimensão. O ator também integrou o elenco das novelas Another World e All My Children. Em paralelo à sua carreira na TV, Groom também atuou no teatro.
Em 2003, ele foi convidado a dar aulas de interpretação no HB Studio, no bairro de Greenwich, em Nova Iorque, onde continua até hoje. Esta função o levou a se afastar da carreira de ator, embora ainda faça alguns trabalhos esporádicos, geralmente no teatro.
Em 1962, ele se casou com a atriz Kathleen Sullivan, com quem teve três filhos, Samuel Groom, Patrick Groom e Christopher Groom. O casamento terminou em 1974. Em 1980, ele se casou com a atriz Suzanne Rogers, de quem se divorciou em 1982.
Atualmente, o ator está com 82 anos de idade.

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14.265 – Mega Clássicos – Debby Boone You Light Up My Life


(nascida como Deborah Ann Boone; Hackensack, 22 de setembro de 1956) Ela é uma cantora e atriz de teatro norte americana e filha do cantor Pat Boone.
Conhecida no Brasil pela clássica You Light Up My Life, que foi tema da novela global Dancin Days que foi ao ar em 1978/79. Seus outros trabalhos são praticamente desconhecidos no Brasil, 13 álbuns no total.

 

 

O pai, Pat Boone, nome artístico de Charles Eugene Patrick Boone, nascido em 1.º de junho de 1934. Dono de um estilo suave, que fez dele um dos mais populares intérpretes dos anos 1950. As suas versões de sucessos de Rhythm and blues afro-americanos tiveram um impacto visível no desenvolvimento da ampla popularidade do Rock and roll. É também um ator, um palestrante motivacional, uma personalidade da televisão e um comentarista político conservador. Boone é cristão pentecostal.

Atualmente com 85 anos, nascido em Jacksonville, Florida, Pat Boone costuma dizer que é um descendente direto do pioneiro americano Daniel Boone. Em Nashville, Tennessee, freqüentou a David Lipscomb College e começou a gravar em 1954 pela gravadora Republic Records. A sua versão de “Ain’t That a Shame” de Fats Domino, em 1955, foi um grande sucesso. Esta foi a marca do início de sua carreira, focada na regravação de canções de Rythm’n’Blues (originalmente interpretadas por artistas negros) para o público branco. Boone também participou do filme gospel “A Cruz e o Punhal”, onde interpretou o pregador David Wilkerson.

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14.254 – De onde surgiu o provérbio “além do tombo, o coice”?


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Os jovens citadinos podem até não entender o significado desse dito popular tão conhecido lá para as bandas do nosso interior. É o que se costuma dizer quando o azar vem em dobro. Ou seja, além de cair do cavalo, ainda pode ser atingindo com o coice que pode ser pior do que a própria queda.
Esta expressão popular tem o significado de dois castigos ao mesmo tempo, quando ocorrem duas situações desagradáveis simultaneamente. Ela origina-se da situação em que o cavaleiro, além de ser derrubado da montaria ainda recebe desta um coice. E é muito comum na linguagem popular do nordeste brasileiro.

14.253 – O rei está pelado? De onde Surgiu a Expressão “Em Terra de Cego quem Tem só um olho é Rei”


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“Nenhum ditado popular explica tão bem os problemas do Brasil. Ele mostra por que existe tanta gente incompetente dirigindo nossas empresas e instituições. Mostra também por que é tão fácil chegar ao topo da pirâmide sem muita visão ou competência.”
Stephen Kanitz, consultor de empresas, palestrante e best seller
“O rei está pelado! Foi aquele espanto. Um silêncio profundo. Seguido pelo grito enfurecido da multidão. Menino louco! Menino burro! Não vê a roupa nova do rei! Está querendo desestabilizar o governo! Moral da estória: Em terra de cego, quem tem um olho não é rei. É doido.”
Rubem Alves, cronista
“É mais fácil se tornar um escravo do que propriamente um rei. Há muitos pais e parentes que, desde a infância da pessoa cega ou com baixa visão, colocam-se na posição de tutores onipresentes, tornando-se reféns de um cativeiro que eles criaram.”
Sônia B. Hoffman, especialista em deficiência visual

Você entendeu alguma coisa? Nem eu
Mas vamos ao dito popular: Em terra de cego quem só tem um olho é rei
Expressão popular que significa: no meio da ignorância que sabe pouco domina.
Fulano se deu bem, também ¨em terra de cego quem tem olho é rei¨.
Essa expressão pode significar que em um mundo onde a maioria das pessoas não sabe nada (cegos), quem tem conhecimento (olho) se sobressai perante os demais (rei).

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14.211 – Mega Vocabulário – O que significa a expressão porco chauvinista?


chovinista
É um termo pejorativo. Alguém que assume posição de nacionalista extrema.
Não havia para ele senão o seu país, terra sem defeitos, sem dever favores a nenhum outro, positivamente soberana; mal enxergava seus próprios pés, era um poco chauvinista.
Chauvinismo ou chovinismo (do francês chauvinisme) é o termo dado a todo tipo de opinião exacerbada, tendenciosa ou agressiva em favor de um país, grupo ou ideia. Associados ao chauvinismo frequentemente identificam-se com expressões de rejeição radical a seus contrários, desprezo às minorias, narcisismo, mitomania.
O termo deriva do nome de Nicolas Chauvin, soldado do Primeiro Império Francês, que sob o comando de Napoleão demonstrou seu enorme amor por seu país sendo ferido dez vezes em combate, mas sempre retornando aos campos de batalha.
Inicialmente, o vocábulo foi usado para designar pejorativamente o patriotismo exagerado, sendo posteriormente adotado para outros casos.
O chauvinismo resulta de uma argumentação falsa ou paralógica, uma falácia de tipo etnocêntrico. Em retórica, consubstancia-se em alguns dos argumentos falsos chamados ad hominem que servem para persuadir com sentimentos em vez de razão quem reage mais àqueles que a estes. A prática nasceu fundamentalmente com a crença do romantismo nos “caracteres nacionais” (“Volksgeist”, Espírito do Povo, em alemão).

14.210 – Mega Curiosidades – Qual foi o 1º Filme?


viagem-a-lua1
A história considera que foram as fitas exibidas pelos irmãos Auguste e Louis Lumière na primeira sessão pública do cinematógrafo, em 1895, em Paris. Durante cerca de 20 minutos, o público se maravilhou com o aparelho assistindo a imagens de Empregados Deixando a Fábrica Lumière e de Chegada de um Trem à Estação de la Ciotat. Mas, se estamos falando de longas-metragens, a honra pertence à Austrália. The Story of the Kelly Gang, de 1906, conta, em 70 minutos, a história de Ned Kelly, fora da lei que desafiou a preconceituosa Austrália colonial, transformando-se em herói nacional. O personagem foi tema de outra produção mais recente, de 2003, com Heath Ledger.

14.174 – Mitologia – Papai Noel, De Odin a S. Nicolau


odin natal
Apesar da lenda de Papai Noel ser baseada principalmente em cima do St.Nicholas, um bispo cristão do século quarto-de Lycia, também é fortemente influenciada pelo início religião Nórdica. São Nicolau era conhecido por dar presentes aos pobres. Em uma história notável, ele conheceu um homem piedoso, mas empobrecida que tinha três filhas. Ele presenteou-os com dotes para salvá-los de uma vida de prostituição.
Na maioria dos países europeus, St. Nicholas ainda é retratado como um bispo barbado, trajando vestes clericais. Ele se tornou um santo padroeiro de muitos grupos, particularmente as crianças, os pobres e prostitutas.
Odin e seu cavalo Poderoso:
Entre as tribos germânicas, uma das principais divindades foi Odin, o governante de Asgard. Existem várias semelhanças entre algumas das escapadas de Odin e os da figura que se tornaria o Papai Noel. Odin foi muitas vezes descrito como líder de um grupo de caça através dos céus, durante o qual ele montou em seu cavalo de oito patas, Sleipnir. No século 13 Edda Poética, Sleipnir é descrito como sendo capaz de saltar grandes distâncias, que alguns estudiosos têm comparação com as lendas de renas do Papai Noel.
Odin usava um casaco azul-encapuzado, e tinha uma longa barba branca. Porque ele era capaz de ler os pensamentos ocultos e assistir de longe o comportamento daqueles que ele visitou, ele era amado e temido. Uma figura muito mais tarde foi o bispo de Myra, igualmente conhecido como Saint Nicholas, famoso por sua bondade para crianças e generosidade para com os pobres. Após o Bispo morreu, a lenda de São Nicolau cresceu e ele ainda é lembrado em alguns países, em 6 de dezembro.
Gulodices para Tots:
Durante o inverno, as crianças colocaram suas botas perto da chaminé, enchendo-os com cenouras ou palha como um presente para Sleipnir. Quando Odin voou, ele recompensou os mais pequenos, deixando presentes em suas botas. Em vários países germânicos, essa prática sobreviveu apesar da adopção do cristianismo.
Como resultado, a troca de presentes tornou-se associado com St. Nicholas – única hoje em dia, nós pendurar meias em vez de deixar as botas pela chaminé!
Papai Noel vem para o Novo Mundo:
Em Inglaterra medieval e durante séculos depois, a figura do Pai Natal representou o espírito de benevolência e de bom ânimo. No século 19, o seu papel mudou para algo mais parecido com o do São Nicolau Europeia. Mais ou menos ao mesmo tempo, emigrantes holandeses levaram a história de um presente portadora lendário chamado ‘Sinterklaas’ para a América, onde ele se tornou conhecido como Papai Noel.
Os nomes podem ser diferentes, mas há semelhanças suficientes entre todos esses personagens simbólicos para permitir que, no início do século 20, o Pai Natal, Santa, St Nick e os outros a se fundir. E o resultado ‘duende velho alegre direito “é agora o símbolo universal reconhecido de Natal.

The Night Before Christmas:
“Ele estava todo vestido de pele de sua cabeça para o pé, e suas roupas estavam todos manchados com cinzas e fuligem … Seus olhos brilhavam como eles! Suas covinhas como alegre! Suas bochechas eram como rosas, o nariz como uma cereja … Ele era gordinho e roliço, um bom velhinho certo. ”
As linhas acima são de um poema chamado Uma visita de São Nicolau escrito por Clement Moore C in 1822, embora ele não se tornou bem conhecido até que foi retratado em uma série de gravuras de Thomas Nast na década de 1860. Até o período eduardiano, foi quase universalmente aceite como a descrição definitiva desse importante representante do Natal.

14.140 – Como Funciona a Máquina à vapor


Os princípios básicos da máquina a vapor já haviam sido explorados pelo engenheiro e matemático greco-egípcio Hierão de Alexandria, que no século I a.C. estudava o vapor como força motriz, através de sua invenção, a eolípila.
Já no final do século XVII, Denis Papin e Thomas Savery desenvolveram os primeiros motores a vapor, porém, foi
somente em 1972, que Thomas Newcomen revolucionou a área. O chamado “motor de Newcomen”, a partir de então começou a ser amplamente usado.
Com o avanço, os motores a vapor começaram a movimentar as primeiras locomotivas, barcos, fábricas, bem como as minas de carvão. As primeiras máquinas a fazer uso da energia a vapor eram usadas para retirar água acumulada nas minas de ferro e carvão e ainda eram utilizadas na fabricação de tecido.

Naquela época estava ocorrendo a chamada Revolução Industrial, em que o número de indústrias teve um crescimento vertiginoso, e com isso, a necessidade de usar cada vez mais máquinas para suprir o trabalho humano.

A primeira máquina a vapor foi utilizada por Thomas Savery, na retirada de água de poços de minas. A máquina transformava a energia armazenada no vapor quente em energia utilizável.
Na máquina de Savary, o vapor, que é proveniente da água aquecida até a ebulição em uma caldeira, entrava em uma câmara. Tal câmara, após ser fechada, era arrefecida por aspersão da água fria, e assim acontecia a condensação do vapor no seu interior.
Uma máquina a vapor não cria energia, mas sim usa o vapor para transformar a energia quente que é liberada pela queima de combustível. Toda máquina a vapor possui uma fornalha para que seja realizada a queima de carvão, óleo, madeira ou mesmo outro combustível para produzir energia calorífica.
Além disso, a máquina a vapor dispõe de uma caldeira. Assim, o calor proveniente da queima de combustível leva a água a transformar-se em vapor no interior dessa caldeira. Com o processo, o vapor expande-se, e ocupa um espaço muitas vezes maior que o ocupado pela água. A energia da expansão produzida pode ser aproveitada de duas formas: A primeira, deslocando um êmbolo num movimento de vaivém ou, acionando uma turbina.

Conheça o funcionamento de uma máquina a vapor

maquina_vapor

Assim sendo, na caldeira, o calor faz com que a água entre em ebulição. Assim, quando a válvula A está aberta e a válvula B permanece fechada, o vapor acaba entrando sob pressão e empurrando o êmbolo para cima. Deste modo, a roda R e a biela B acabam sendo deslocadas. O êmbolo, ao atingir o topo do cilindro, a válvula A acaba fechando para cortar o fornecimento de vapor, e a válvula B abre-se, fazendo com que o vapor saia do cilindro e entre no condensador.
Através da água corrente o condensador é mantido arrefecido. Assim que o vapor deixa o cilindro a pressão diminuiu no seu interior e a pressão atmosférica empurra o êmbolo para baixo. O êmbolo, ao atingir o fundo do cilindro, a válvula B se fecha a válvula A abre. A partir de então, o vapor entra no cilindro e o processo começa novamente.
Locomotivas a vapor
No século 19 surgiram as primeiras locomotivas movidas a vapor, sendo que geralmente tinha sua energia gerada pela queima de carvão nas fornalhas. Esse modelo de locomotiva foi usado até o final da Segunda Guerra Mundial.

A primeira locomotiva a vapor foi construída por Richard Thevithick, sendo que o primeiro teste foi feito em 21 de fevereiro de 1904, porém, somente após alguns anos o projeto acabou sendo usado. A tecnologia, no decorrer dos seus 150 anos de uso da energia a vapor foi sendo aprimorado.
As LOCOMOTIVAS A VAPOR são constituídas basicamente de:

1) CALDEIRA : local onde é produzido o vapor de água;

2) MECANISMO: Conjunto de elementos mecânicos que tem pôr objetivo de transformar a energia calorífica dos combustíveis em energias mecânica para assim transmitir o movimento resultante dos êmbolos aos eixos motrizes e finalmente, transformar esse movimento retilíneo alternado em circular contínuo para as rodas;
3) VEÍCULO: constituído pela carroceria, rodas, eixos, caixas de graxa e molas.

14.108 – Morre Andrada o Ex Goleiro do Vasco da Gama


Andrada-boca
O goleiro começou a carreira em 1960, no seu país, defendendo o Rosario Central. Em 1969, o Vasco da Gama comprou o seu passe e ele mudou-se para o Brasil. Foi no clube carioca que Andrada viveu a melhor fase da sua carreira, conquistando títulos e prêmios pessoais.

Após seis anos no clube, Andrada mudou-se para a Bahia para defender o Vitória. A sua passagem pelo rubro-negro baiano durou apenas um ano e, em 1977, o goleiro regressou ao seu país natal para defender o Colón onde ficou até 1982, quando encerrou a carreira.
Numa quarta-feira, 19 de novembro de 1969 (ano em que chegou ao Vasco da Gama), Andrada teve à sua frente Pelé que perseguia a marca de 1000 gols na carreira. O estádio do Maracanã recebeu 65.157 pessoas que queriam ver o jogador alcançar a marca histórica, mas Andrada não queria entrar para história como o goleiro que sofreu o milésimo gol de Pelé. Ou como o “Goleiro do Rei” como foi chamado pela mídia, mas, provavelmente, não muito propalado pela maneira não muito agradável como Andrada encarou na época essa situação.

O argentino esforçou-se para não sofrer o gol, mas ao 33 minutos do segundo tempo houve um pênalti a favor do Santos e era a grande oportunidade de Pelé marcar. Todos no estádio gritavam o nome de Pelé. Andrada saltou para o lado certo e tocou na bola, mas não foi suficiente para evitar que Pelé marcasse o milésimo gol.


Pelé cobrou. Eu bati na bola, mas não consegui defender. Depois, com o tempo, as coisas foram mudando. Eu me acostumei com o fato e hoje convivo de uma forma muito gostosa com aquele milésimo gol.”
Em 2008 o goleiro foi acusado de ter sido um agente do serviço de inteligência da ditadura militar argentina entre 1976 e 1983
Morreu, nesta quarta-feira,04 de setembro de 2019, o ex-goleiro argentino Andrada, ídolo do Rosario Central e com passagem marcante no Vasco entre 1969 e 1975. O ex-jogador ficou mundialmente conhecido por ter sofrido o milésimo gol de Pelé, em 19 de novembro de 1969. A causa da morte não foi divulgada. Andrada tinha 80 anos.
Andrada foi destaque do Vasco nas conquistas do Campeonato Carioca de 1970 e do Campeonato Brasileiro de 1974. Dois anos após o título nacional pelo time cruz-maltino defendeu o Vitória da Bahia. Ele atuou por 10 anos no Rosario Central, clube onde se formou e ganhou o apelido de “El Gato” e é o goleiro com mais jogos pelos Canallas: 284 partidas. Chegou a atuar na seleção argentina durante a Copa América de 1963 e foi pré-relacionado para o Mundial de 1966 na Inglaterra, mas acabou cortado devido a uma lesão.

14.102 – Cinema – Um Dia de Fúria


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Falling Down é um filme de drama policial de 1993 dirigido por Joel Schumacher e escrito por Ebbe Roe Smith. O filme é estrelado por Michael Douglas no papel principal de William Foster, um divorciado e desempregado de uma firma de defesa. O filme gira em torno de Foster como ele provoca uma agitação violenta em toda a cidade de Los Angeles, tentando alcançar a casa de sua ex-mulher a tempo para a festa de aniversário de sua filha. Ao longo do caminho, uma série de encontros, tanto trivial e provocante, o levam a reagir com violência e fazer observações sarcásticas sobre a vida, a pobreza, a economia, e capitalismo. Robert Duvall co-estrela como Martin Prendergast, um envelhecido sargento da LAPD no dia de sua aposentadoria, que enfrenta suas próprias frustrações, assim como ele rastreia Foster.
O título do filme, referindo-se ao colapso mental de Foster, é retirado da canção de ninar “London Bridge Is Falling Down”, que é um motivo recorrente ao longo do filme.
Enredo
Martin Prendergast (Robert Duvall) é um policial no seu último dia de trabalho antes de se aposentar, e que arrisca a sua própria vida para tentar impedir William Foster (Michael Douglas), um homem que está emocionalmente perturbado porque perdeu o seu emprego e vai encontrar-se com Beth (Barbara Hershey), a sua ex-mulher, e de sua filha, sem querer reconhecer que o seu casamento já terminou há muito tempo.

No seu caminho que percorre, William vai matando todos os que forem aparecendo no seu caminho e abusam de uma boa vontade que ele já perdera há muito tempo, como comerciantes estrangeiros, membros de uma gangue, trabalhadores que fecham uma rua, trabalhando sem razão apenas para não ter seus salários reduzidos, e um neonazista dono de uma loja que oferece artigos bélicos, que destrói o presente que William pretendia entregar à filha em seu aniversário, justamente nesse dia.

Elenco
Michael Douglas (William Foster)
Robert Duvall (Martin Prendergast)
Barbara Hershey (Beth)
Tuesday Weld (Amanda Prendergast)
Rachel Ticotin (Sandra Torres)
Frederic Forrest (Dono da loja)
Lois Smith (Mãe de William)
Joey Hope Singer (Adele)
Raymond J. Barry (Capitão Yardley)
D.W. Moffet (Detetive Lydecker)
Steve Park (Detetive Brian)
Kimberly Scott (Detetive Jones)
James Keane (Detetive Keene)
O que é fascinante sobre o personagem de Douglas, como está escrito e interpretado, é o núcleo de tristeza em sua alma. Sim, no momento em que encontrá-lo, ele tem ido sobre a borda. Mas não há nenhuma alegria em sua fúria, não há liberação. Ele parece cansado e confuso, e em suas ações, ele inconscientemente segue os scripts que ele pode ter aprendido com os filmes, ou no noticiário, onde outros desajustados frustrados desabafam sua raiva em pessoas inocentes.

Controvérsia
A Korean American Coalition protestou sobre o filme pelo seu tratamento das minorias, especialmente o dono da mercearia coreana. A Warner Brothers da Coreia cancelou o lançamento de Falling Down na Coreia do Sul após ameaças de boicote.Trabalhadores desempregados da defesa também ficaram irritados com seu retrato no filme. Falling Down tem sido descrita como uma exploração definitiva da noção de “homem branco com raiva”; o personagem D-FENS foi destaque nas capas de revistas, incluindo a revista Time, e relatado como uma forma de realização do estereótipo

14.097 – Mega Sampa – Exposição do 80 Anos de Batman Chegou em S. Paulo


Batman expo
Batman, o famoso Cavaleiro das Trevas, é um personagem nascido nos quadrinhos em 1939 — pois é, o morcego já é um oitentão. Um fenômeno que atravessou décadas e nunca deixou de ser popular, o personagem já foi mais sombrio, mais fanfarrão, soturno e até detetive.
A expo dos 80 anos do heroi dos quadrinhos, telinha e telona chegou em S Paulo e será exibido no Memorial da América Latina.
Na mostra de Ivan Freitas da Costa (o mesmo curador do sucesso recente Quadrinhos, que ficou em cartaz no MIS), a ideia é que o visitante se sinta como o personagem. O percurso, com doze ambientes famosos de Gotham City, é o mesmo do super-herói em uma de suas missões.
Tudo começa na mansão Wayne, com uma grande mesa de jantar vazia. O super-herói, vale lembrar, não tem família e foi acompanhado por seu fiel mordomo, Alfred — pelo menos essa é a versão mais popular da história do personagem, que já foi criado até por tios nas histórias em quadrinhos.
A mesa central tem um tampo “aberto”, com vidro por cima e vários quadrinhos históricos dispostos no interior. Apesar de ser ambientada como uma cena de jantar, com comidas e utensílios cenográficos, o móvel também funciona como linha do tempo. O visitante pode acompanhar a evolução da publicação desde o começo até a recente número 1 000, lançada em maio de 2019. Essa última, segundo Ivan, foi o item mais trabalhoso de conseguir. Vale o aviso: o ambiente inicial é um pouco escuro e sobram efeitos sonoros estrondosos, ou seja, alguns sustos podem acontecer.
A mesa central tem um tampo “aberto”, com vidro por cima e vários quadrinhos históricos dispostos no interior. Apesar de ser ambientada como uma cena de jantar, com comidas e utensílios cenográficos, o móvel também funciona como linha do tempo. O visitante pode acompanhar a evolução da publicação desde o começo até a recente número 1 000, lançada em maio de 2019. Essa última, segundo Ivan, foi o item mais trabalhoso de conseguir. Vale o aviso: o ambiente inicial é um pouco escuro e sobram efeitos sonoros estrondosos, ou seja, alguns sustos podem acontecer.
A marca da cenografia é essa: a exposição não é apenas um lugar para tirar fotos, mas também não segue o modelo clássico de uma exibição ou mostra. Apesar da beleza dos ambientes, quase sempre pensados como cenários do universo Batman, ainda há muita informação para absorver por ali. E é tudo bem didático, não tem problema se você não for o fã número um do morcego. Também não é obrigatório conhecer a história original dos quadrinhos. A intenção, segundo Ivan, é atender a todos os públicos, desde o “superfã”, passando pelos cosplayers até o público leigo. A responsável pela expografia é a agência Caselúdico, que reúne em seu portfólio as mostras O Mundo de Tim Burton (MIS, 2016), Castelo Rá Tim Bum (Memorial da América Latina, 2018) e a recente Entra que Lá Vem História, em cartaz no Shopping Eldorado até 22 de setembro.

O caminho segue para a batcaverna. “É hora de colocar o uniforme”, brinca Ivan. Na sala, o visitante dá de cara com o uniforme do Robin, exposto da mesma maneira que o morcego fazia após o Menino Prodígio ser morto pelo Coringa em um dos quadrinhos protagonizados pelo super-herói. Ali estão alguns brinquedos originais da chamada batmania, período após o lançamento da série de 1966, em que produtos inspirados no universo Batman tomaram conta das prateleiras das lojas. Tem de tudo: carrinhos, bonecos, máscaras esquisitas e até uma pistola de água com design pra lá de inusitado.
Saindo da exposição, a brincadeira continua com a clássica lojinha temática. A cenografia segue a mesma linha da mostra e os produtos são dispostos em prédios de Gotham City. Nem a área de alimentação escapou da caracterização, recebendo elementos temáticos.
São esperados 200 000 visitantes até novembro. Ivan conta que começou a planejar essa mostra há cerca de dez anos, logo após a Batman 70, que aconteceu em Belo Horizonte. O curador, no entanto, garante que mais difícil do que decidir o que fará parte da exposição, é escolher o que deixar para trás. O acervo é dividido entre itens de sua coleção particular e a de Marcio Escoteiro, maior colecionador do homem-morcego no Brasil.

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coringa2

14.087 – Contos e Poesia – Qual é a Terra de Palmeiras onde Canta o Sabiá?


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“Canção do Exílio” é uma poesia romântica de Gonçalves Dias escrita em 1843 e introduzida na obra lírica Primeiros cantos, de 1846. Foi produzida no primeiro momento do Romantismo no Brasil, época na qual se vivia uma forte onda de nacionalismo, que se devia ao recente rompimento do Brasil colônia com Portugal. O poeta trata, neste sentido, de demonstrar aversão aos valores portugueses e ressaltar os valores naturais do Brasil.

Há uma presença de dêixis espacial, quanto aos dêiticos com referência aos elementos lugares citados no texto: ”minha terra” (Brasil – Maranhão), ”aqui” (Portugal – Coimbra), ”lá” (Brasil – Maranhão).

Apesar de ser um texto de profunda glorificação à pátria, o poema possui total ausência de adjetivos qualificativos. São os advérbios “lá, cá, aqui” que nos localizam geograficamente no poema. Formalmente, o poema apresenta redondilhas maiores (sete sílabas em cada verso) e rimas oxítonas (lá, cá sabiá), com a exceção da segunda estrofe.

Quando Gonçalves Dias escreveu este poema, cursava a Faculdade de Direito de Coimbra, em julho de 1843. Vivia, desta forma, um exílio físico e geográfico. Tradicionalmente, esta é a situação do exílio.
O poema foi reciclado no Hino Nacional Brasileiro (no trecho “Nossos bosques têm mais vida; Nossa vida (em teu seio) mais amores”, do segundo parágrafo da segunda parte) e na Canção Militar do Expedicionário (no trecho “Por mais terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra; Sem que volte para lá”, da segunda estrofe).

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar – sozinho – à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras;
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho – à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que eu desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

14.086 – Fitness – Quanto se gasta a cada exercício


tabela_exercicios1
O gasto calórico de cada atividade é calculado com base no nível de condicionamento físico de cada indivíduo. Temos também outros fatores como: idade, peso corporal e estatura da pessoa.
Logo, os valores apresentados nas tabelas de gasto calórico são na verdade um cálculo médio.
O gasto calórico dos exercícios varia de acordo com o peso da pessoa e intensidade da atividade física, no entanto os exercícios que normalmente gastam mais calorias são corrida, pular corda, natação, jogar polo aquático e andar de patins, por exemplo.
Em média, uma pessoa de 50 kg gasta mais de 600 calorias por hora ao correr numa esteira, enquanto que quem tem cerca de 80 kg gasta cerca de 1000 calorias por hora para esta mesma atividade. Isso acontece porque quanto mais peso a pessoa tem, mais esforço seu corpo precisa fazer para garantir que não falte oxigênio e energia em todas as células do corpo.
Outros exemplos de exercícios que queimam muitas calorias são musculação intensa, futebol de salão, tênis, boxe, judô e jiu-jitsu, por exemplo. Porém, mais importante que começar a praticar um exercício só porque ele queima muitas calorias, é saber se alimentar bem, gostar do tipo de atividade que irá fazer e se dedicar praticando pelo menos 3 vezes por semana, durante 1 hora, ou diariamente durante 30 minutos, porque a regularidade do exercício também é importante para perder peso.
É possível aumentar a quantidade de calorias que se gasta por dia aumentando o metabolismo do corpo e aumentando os músculos, porque quanto mais massa magra a pessoa tiver, mais calorias ela irá gastar.

O que influencia o gasto calórico
O gasto calórico depende de alguns fatores relacionados com a pessoa e com o tipo de exercício, como:

Peso e estrutura corporal;
Altura;
Intensidade, tipo e duração da atividade física;
Idade;
Nível de condicionamento.
Assim, para saber a quantidade de calorias que cada pessoa gasta por dia é importante levar em consideração todos esses fatores. Além disso, é importante que sejam calculadas, pelo nutricionista, a quantidade de calorias que devem ser consumidas por dia para que haja emagrecimento, levando também em consideração hábitos de vida, idade, altura e peso.
A melhor forma de queimar mais calorias e emagrecer é adotar hábitos de vida saudáveis, praticando atividade física de forma intensa e regular e possuindo uma alimentação equilibrada e voltada para o objetivo, sendo, por isso, importante ter acompanhamento nutricional.

É importante também realizar uma atividade física que seja adequada aos hábitos e gosto da pessoa, pois assim é possível que a pessoa mantenha-se sempre motivada e realize o exercício de forma regular. Saiba como escolher o melhor esporte de acordo com o estilo de vida.
Ao começar a praticar algum tipo de atividade física aliada a uma alimentação saudável, o metabolismo é estimulado, favorecendo o gasto de calórico e promovendo o emagrecimento. Basicamente, quanto mais calorias a pessoa gasta fazendo um exercício, mais ela emagrece, mas quanto mais motivada a pessoa estiver, maior será seu esforço e isso irá queimar mais calorias.

14.084 -Mega Memória – Humor na TV – Satiricom


satiri


Quadros e piadas curtas davam o tom do humorístico, que lançava um olhar crítico e zombeteiro sobre o comportamento humano.
Tal programa humorístico foi produzido e exibido pela Rede Globo semanalmente entre 1973 e 1975. Contava com a participação fixa de Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Jô Soares, Renato Corte Real e Luiz Carlos Miele. Girava em torno de sátiras aos mais variados meios de comunicação, desde a idade da pedra, abordando o rádio, a escrita, a fala, a música, além, claro, da própria televisão, satirizada e parodiada.
A partir da temporada de 1975, ganhou o título Satiricom 75 – A Sátira do Comportamento Humano, satirizando outras coisas além dos meios de comunicação.
O título da série não possui qualquer ligação com a obra de Petrônio, sendo um neologismo dos termos “sátira” e “sitcom”.

Elenco
Agildo Ribeiro
Alcione Mazzeo
Álvaro Aguiar
Antônio Carlos Pires
Antônio Pedro
Berta Loran
Bibi Vogel
Célia Biar
Jô Soares
José Vasconcellos
Luís Delfino
Luiz Carlos Miele
Martim Francisco
Milton Carneiro
Paulo Silvino
Renata Fronzi
Renato Corte Real
Silvino Neto

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Escrito por Max Nunes e Haroldo Barbosa, os mesmos redatores do humorístico TV0-TV1 (1966) – do qual era uma espécie de descendente –, Satiricom estreou em 1974 lançando um olhar crítico e zombeteiro sobre os meios de comunicação.
Sem personagens fixos e com poucas cenas externas, Satiricom era composto basicamente de quadros curtos, de dois minutos, em que comediantes como Jô Soares, Renato Côrte Real, Luiz Carlos Miéle, Berta Loran e Agildo Ribeiro satirizavam telenovelas, clássicos do cinema, programas de auditório, telejornais e programas radiofônicos. O programa ia ao ar a cada quinze dias.
No ano seguinte à sua estreia, o programa foi rebatizado como Satiricom 75 – A Sátira do Comportamento Humano, ampliando seu leque de temas e passando a satirizar também fatos jornalísticos da época. O revezamento constante de piadas curtas continuou a dar a tônica da atração, mas os quadros não contavam mais com as gargalhadas artificiais da claque. Como o próprio Max Nunes chegou a declarar na época, o objetivo era manter o telespectador permanentemente divertido, com um sorriso no rosto, e não provocar gargalhadas esporádicas.
Jô Soares, Jota Rui, Hilton Marques, Lafayette Galvão e Renato Côrte Real também colaboraram com a redação de Satiricom.