13.947 – A Inflação e a Deflação


inflação
A inflação é um aumento continuado e generalizado no valor dos preços dos bens e serviços. Este aumento geral e persistente dos preços resulta na diminuição do poder de compra de uma moeda.
A taxa da inflação é calculada pelo Índice de Preços no Consumidor que demonstra a variação de preços de um cabaz de cerca de 150 de produtos, um capaz de compras representativo do consumo das famílias de um país ou de um grupo de países.
Uma inflação baixa e constante estimula o investimento e o crescimento econômico. Uma inflação elevada diminui o poder de compra das famílias.
A inflação já foi um grande problema para a economia brasileira, merecendo sempre grande atenção do governo e da sociedade.
A partir da década de 1980, vários planos fracassaram na tentativa de impedir o seu avanço. Mas desde 1994, com a implantação do Plano Real, ela está relativamente sobre controle, ficando atualmente entre 4 a 5% ao ano.

Deflação: o que é?
A deflação é a descida generalizada do preço dos bens e dos serviços num largo período de tempo.
Ela pode ser causada por diversos fatores, com origem num desequilíbrio entre a procura e a oferta. Com a deflação regista-se um adiamento de decisões de consumo, com os consumidores a esperarem que os preços desçam ainda mais e com as empresas a venderem menos.
A curto prazo, ela pode ser positiva, já que o poder de compra dos consumidores cresce, mas se houver recessão, a médio e longo prazo surgem problemas como a queda dos salários, do rendimento e dos empregos.

Qual a diferença entre inflação e deflação?
A inflação é então uma realidade inversa à deflação.
Na inflação dá-se a subida generalizada dos preços dos bens e serviços, do nível médio dos preços na economia.
Na deflação existe uma redução prolongada do Índice de Preços no Consumidor, do nível médio dos preços na economia.
Na inflação o valor de uma moeda diminui, não se conseguindo comprar o mesmo que se comprava antes da subida dos preços.
Na deflação o valor de uma moeda aumenta, conseguindo-se comprar mais do que se comprava antes da descida dos preços.
Quando a inflação diminui de 5% ao mês para -2%, por exemplo, pode-se afirmar que houve deflação, já que neste caso a inflação registou um valor negativo.

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13.823 – O Socialismo Científico


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O Socialismo é um sistema político-econômico ou uma linha de pensamento criado no século XIX para confrontar o liberalismo e o capitalismo. A ideia foi desenvolvida a partir da realidade na qual o trabalhador era subordinado naquele momento, como baixos salários, enorme jornada de trabalho entre outras.
Nesse sentido, o socialismo propõe a extinção da propriedade privada dos meios de produção e a tomada do poder por parte do proletariado e controle do Estado e divisão igualitária da renda.
Os precursores dessa corrente de pensamento foram Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858), conhecidos como criadores do socialismo utópico.
Outros pensadores importantes que se enquadram no socialismo científico são os conhecidos Karl Marx e Friedrich Engels.
Apesar das idéias socialistas terem sido criadas ainda no século XIX, foram somente no século XX colocadas em vigor. O primeiro país a implantar esse regime político foi a Rússia, a partir de 1917, quando ocorreu a Revolução Russa, momento em que o governo monarquista foi retirado do poder e instaurado o socialismo. Após a Segunda Guerra Mundial, esse regime foi introduzido em países do leste europeu, nesse mesmo momento outras nações aderiram ao socialismo em diferentes lugares do mundo, a China, Cuba, alguns países africanos e outros do sudeste asiático.
Diante de todas as considerações, a seguir os principais aspectos do socialismo que deixam claro a disparidade com o sistema capitalista.

• Socialização dos meios de produção: todas as formas produtivas, como indústrias, fazendas entre outros, passam a pertencer à sociedade e são controladas pelo Estado, não concentrando a riqueza nas mãos de uma minoria.
• Não existem classes, ou seja, existe somente a classe trabalhadora e todos possuem os mesmos rendimentos e oportunidades.

• Economia planificada: corresponde a todo controle dos setores econômicos, dirigidos pelo Estado, determinando os preços, os estoques, salários, regulando o mercado como um todo.
O socialismo que foi desenvolvido no decorrer do século XX e que permanece em alguns países até os dias atuais é conhecido por socialismo real, em outras palavras foi executado de forma prática.
Por outro lado, o socialismo ideal é aquele desenvolvido no século XIX, que pregava uma sociedade sem distinção e igualitária, que acabava com o capitalismo. Os pensadores dessa vertente socialista eram em sua maioria anarquistas.
O principal pensador do socialismo foi Karl Marx, para ele esse regime surgiu a partir do capitalismo e seus meios de produção, tendo seu controle desempenhado pelo proletário, assim como o Estado, que posteriormente seria extinto, dando origem ao comunismo que corresponde a uma sociedade sem governo, polícia, forças armadas entre outros, além de não possuir classes sociais e economia de mercado.
Após o declínio do socialismo, a partir de 1991 com a queda da União Soviética, o sistema perdeu força no mundo, atualmente poucos países são socialistas, é o caso da China, Vietnã, Coréia do Norte e Cuba.

13.748 – História – O que é Facismo?


facismo
Em tempos de polarização política, é cada vez mais comum ouvir pessoas se chamando de “comuna” ou “coxinha”. Mas sempre aparece aquele mais entendido que resolve xingar o outro de “fascista”. Faz sentido? Ele realmente sabe o que a palavra significa? E você?
A palavra “fascismo” vem do italiano fascio, que significa “feixe”. Na Roma Antiga, o fascio (também conhecido como fascio littorio), era um machado revestido por varas de madeira. Ele geralmente era carregado pelos lictores, guarda-costas dos magistrados que detinham o poder. O fascio podia ser usado para punição corporal, e também era um símbolo de autoridade e união: um único bastão é facilmente quebrável, enquanto um feixe é difícil de arrebentar.
No século 20, o político italiano Benito Mussolini se apossou desse símbolo para seu novo partido. Em 1914, ele fundou o grupo Fasci d’Azione Rivoluzionaria (mais tarde, em 1922, surgiria o conhecido Partido Nacional Fascista). O uso do fascio não foi à toa. A Itália enfrentava uma profunda crise desde sua unificação tardia (concluída em 1870), e as consequências da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) pioraram a situação. Mussolini prometia, com o fascismo, trazer de volta os tempos áureos do antigo Império Romano.
Em 1919, os italianos Alceste de Ambris e Filippo Marinetti publicaram o Il manifesto dei fasci italiani di combattimento, texto hoje conhecido como Manifesto Fascista, que propunha um conjunto de medidas para resolver a crise da época. Nas décadas seguintes, o termo “fascismo” passou a ser usado para designar as políticas adotadas por Mussolini e seus seguidores.
O regime de Mussolini começou oficialmente em 1922, quando ele assumiu o cargo de primeiro ministro da Itália, e foi um sistema político nacionalista, imperialista, antiliberal e antidemocrático. Ele implantou um governo totalitário que privilegiou conceitos de nação e raça sobre os valores individuais. O fascismo italiano quase acabou em 1943, quando os países Aliados invadiram a Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas os nazistas ainda deram uma segunda chance ao ditador: os alemães reocuparam a Itália, resgataram Mussolini e o levaram para o norte do país, onde ele tentou restituir seu governo. No fim, em 1945, os Aliados tomaram o norte e Mussolini foi capturado e fuzilado por guerrilheiros da resistência italiana. Seu corpo foi exposto em praça pública. Com a derrota da Itália (e das forças do Eixo) na guerra, “facista” virou um termo pejorativo.

13.714 – Não é Fake News e nem Piada – Petrobras reduz preço da gasolina em 0,53% nas refinarias


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O litro do combustível passará de 1,8941 reais para 1,8841 reais. O novo valor não considera a incidência de impostos e vale a partir desta quinta-feira.
Com o anúncio de hoje, a estatal já realizou 9 reduções e 2 aumentos no custo da gasolina no mês de junho de 2018. A última queda foi de 1,23%. A oscilação segue a política de preços adotada pela companhia desde julho do ano passado, que acompanha a cotação do petróleo no mercado internacional. Com isso, o combustível no Brasil pode ter reajustes ou reduções diárias.
O custo do diesel, que recuou 30 centavos desde o dia 23 de maio de 2018, no ápice da greve dos caminhoneiros, será mantido em 2,0316 reais por sessenta dias.
A solução do governo para encerrar a greve dos caminhoneiros – redução do preço do diesel e mudança na periodicidade dos reajustes – precipitou a saída de Pedro Parente da presidência da Petrobras. Quando assumiu o cargo, há dois anos, Parente afirmou que não haveria interferência do governo na política de preços da estatal. Sob sua gestão, a Petrobras registrou no primeiro trimestre de 2018 o primeiro lucro desde a Lava Jato.
Para o lugar de Parente, o presidente Michel Temer anunciou Ivan Monteiro, diretor de finanças da Petrobras e considerado o braço-direito do antecessor e que também segue a política de preços baseada na cotação internacional do petróleo. É trocar o 6 pelo meia dúzia.

13.712 – Mega Memória – Derrubado o muro de Berlim e o da Ignorância


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História da queda do muro de Berlim
Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, a capital alemã, Berlim, foi dividida em quatro áreas. Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e União Soviética passaram a comandar e administrar cada uma destas regiões.

As duas Alemanhas
No ano de 1949, os países capitalistas (Estados Unidos, França e Grã-Bretanha) fizeram um acordo para integrar suas áreas à República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental). O setor soviético, Berlim Oriental, passou a ser integrado a República Democrática da Alemanha (Alemanha Oriental), seguindo o sistema socialista, pró-soviético.

A construção do muro
Até o ano de 1961, os cidadãos berlinenses podiam passar livremente de um lado para o outro da cidade. Porém, em agosto de 1961, com o acirramento da Guerra Fria e com a grande migração de berlinenses do lado oriental para o ocidental, o governo da Alemanha Oriental resolveu construir um muro dividindo os dois setores. Decretou também leis proibindo a passagem das pessoas para o setor ocidental da cidade.
O muro, que começou a ser construído em 13 de agosto de 1961, não respeitou casas, prédios ou ruas. Policiais e soldados da Alemanha Oriental impediam e até mesmo matavam quem tentasse ultrapassar o muro. Muitas famílias foram separadas da noite para o dia. O muro chegou a ser reforçado por quatro vezes. Possuía cercas elétricas e valas para dificultar a passagem. Havia cerca de 300 torres de vigilância com soldados preparados para atirar.

A Queda do muro
Em 9 de novembro de 1989, com a crise do sistema socialista no leste da Europa e o fim deste sistema na Alemanha Oriental, ocorreu a queda do muro. Cidadãos da Alemanha foram para as ruas comemorar o momento histórico e ajudaram a derrubar o muro. O ato simbólico representou também o fim da Guerra Fria e o primeiro passo no processo de reintegração da Alemanha.

13.664 – História da Revolução Francesa – Quem foi Robespierre?


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Político e Revolucionário Francês

Corria o ano de 1758 na cidade de Arras, no interior da França, quando nasceu Robespierre. Sua família fazia parte da pequena burguesia e nem imaginava que aquela criança seria chamada de “o incorruptível” e se transformaria num dos principais personagens da revolução que mudou seu país.
Naquela época a França estava mergulhada no Absolutismo e o rei governava com poder absoluto, apoiado pela nobreza e pelo clero que gozavam de privilégios. Cresce porém no fim do século o descontentamento dos camponeses e da burguesia, começam os protestos pelo fim dos privilégios e um clima de revolta se estabelece. Incapaz de encontrar solução para o estado de calamidade econômica e social, Luiz XVI convoca os Estados Gerais para resolver a falência das finanças. Ele não sabia ainda que seu fim estava perto.
Mas voltemos a Robespierre. Tendo perdido a mãe muito cedo e depois abandonado pelo pai, nosso personagem concentra-se nos estudos e logo o veremos em Paris, cursando Direito graças a uma bolsa de estudos. Já como jovem advogado, retorna para Arras, onde ganha fama ao defender os pobres contra as arbitrariedades da justiça e por sua austeridade e dedicação passa a ser chamado de “o incorruptível”.
Bom orador, é eleito deputado em 1789 para representar sua cidade na Assembleia dos Estados Gerais às vésperas da revolução. Na Assembleia torna-se líder do partido jacobino, facção política radical e representante dos interesses da pequena burguesia. A essa altura, a revolução já está instalada, com o povo tomando o poder e abalando a estrutura estabelecida. Cabeças começam a rolar.
No auge da revolução, os jacobinos, liderados por Robespierre, implantam um regime de terror. Membros da nobreza e do clero são mortos e até os Girondinos, facção moderada dos revolucionários, são acusados de não defender a revolução. Por consequência vários de seus simpatizantes são guilhotinados.
Robespierre passa a fazer parte do Comitê da Salvação Pública e personifica a revolução em sua faceta mais feroz na busca dos ideais de igualdade e liberdade. A ideia era que os inimigos do povo tinham que ser eliminados a qualquer custo. Mas acabou vítima de seu próprio veneno.
Em julho de 1794, um golpe engendrado pelos Girondinos para reconquistar o poder acaba com o Comitê e Robespierre e seus companheiros são presos e decapitados. Iniciava-se uma nova fase na revolução e muitas transformações começariam a ocorrer com repercussão pelo mundo afora.
Mas os atos desse personagem controvertido entraram para a história. Ora como o defensor dos oprimidos e advogado intransigente dos ideais democráticos, ora como um dos primeiros ditadores sanguinários da era moderna. A verdade é que até hoje as opiniões se dividem.

13.627 – Envelhecimento da população acelera e cresce 16% em 4 anos no país


Segundo dados da Pnad Contínua, o número de pessoas com 60 anos ou mais aumentou de 25.486 milhões em 2012 para 29.566 milhões em 2017, e o de crianças (entre 0 a 13 anos) de 69.293 milhões em 2012 e para 64.619 milhões.
Em termos de parcela da população, enquanto em 2012 as crianças dessa faixa etária representavam 34% do total de moradores do país, em 2016 eram menos de um terço (31%). Enquanto isso, os idosos passaram a representar, em 2016, 14,4% do total da população. Quatro anos antes eram 12,8%. Em 2016, a população brasileira total foi estimada em 205.511 milhões de pessoas, alta de 3,44% em relação a quatro anos antes, quando somava 198,66 milhões.
O governo, no entanto, reconhece a dificuldade em aprovar a reforma da Previdência, mas confia que a desidratação da proposta abre uma nova chance. Mas a avaliação é de que as mudanças no sistema de aposentadoria do Brasil continuam sob risco de serem adiadas para 2019.
As mudanças propostas na reforma da Previdência não serão suficientes, por exemplo, para equacionar as contas públicas estaduais, especialmente as do Rio de Janeiro.
Para especialistas, novos ajustes terão de ser feitos após 2019, incluindo a possibilidade de elevação da alíquota de contribuição dos servidores.
Apesar de a tendência de envelhecimento da população ser nacional, as regiões Norte e Nordeste têm um perfil ainda mais jovem. Na região Norte, quase 20% (19,7%) da população têm entre 10 e 19 anos, taxa que é de 17,5% no Nordeste e de 15,9% na média nacional. Já a população acima dos 60 anos responde por 14,4% no país, mas 9,2% no Norte e 16% no Sudeste, segundos os dados do IBGE.
— A região Norte tem uma estrutura etária mais jovem que as demais. No Norte e Nordeste, os grupos etários mais jovens são mais frequentes.
Ainda segundo o documento, a população masculina apresentou, em 2016, padrão mais jovem do que a feminina: na faixa etária até 24 anos, os homens totalizavam, em 2016, 18,7% (20% em 2012), enquanto as mulheres, 17,9% (19,5% em 2012). Por outro lado, os homens de 60 anos ou mais de idade correspondiam a 6,3% em 2016 (5,7% em 2012), e as mulheres dessa faixa etária 8,1% (7,2% em 2012).

 

Fonte: O Globo 

13.617 – Senado polonês aprova lei que pune associar o Holocausto ao país


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Suástica, símbolo do Nazismo

Projeto prevê prisão para quem disser “campos de morte poloneses”; EUA e Israel temem que lei limite a liberdade de expressão e o debate histórico.
O senado da Polônia aprovou na madrugada desta quinta-feira a controversa lei sobre o Holocausto que tem como objetivo defender a imagem do país. A provação gerou críticas por parte de Israel que acusa Varsóvia de “querer reescrever a História”.
O projeto prevê até três anos de prisão ou uma multa a toda pessoa que utilizar a expressão “campos da morte poloneses” para denominar os campos de extermínio instalados pelos nazistas no país durante a Segunda Guerra Mundial.
A Polônia tem lutado contra o uso da expressão em alguns veículos da mídia ocidental por anos, argumentando que a frase sugere que o Estado polonês foi ao menos parcialmente responsável pelos campos, onde milhões de pessoas, principalmente judeus, foram assassinados pela Alemanha nazista.
Os campos foram construídos e operados pelos nazistas depois da invasão em 1939 da Polônia, que abrigava a maior comunidade judaica da Europa na época.
“Temos que enviar um sinal claro para o mundo de que nós não vamos permitir que a Polônia continue a ser insultada”, disse Patryk Jaki, vice-ministro de Justiça, a repórteres no Parlamento.
Pouco antes da aprovação, os Estados Unidos expressaram sua preocupação pelas “consequências” do projeto, pedindo a Varsóvia que o reconsiderasse.
“Concordamos que expressões como ‘campos da morte poloneses’ são imprecisas, suscetíveis de induzir a erros e causar feridas”, declarou a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, em comunicado. “Mas nos preocupa que esse projeto de lei, se for promulgado, afete a liberdade de expressão e o debate histórico”, acrescentou.
O porta-voz também advertiu de que a lei pode ter “repercussões sobre os interesses e as relações estratégicas da Polônia, inclusive com os Estados Unidos e Israel”.
Para que entre em vigor, o texto agora só precisa ser promulgado pelo presidente polonês, Andrzej Duda.
Políticos israelenses de todas as tendências criticaram o voto no Senado polonês e reclamaram uma resposta do governo.
Israel Katz, ministro dos Transportes e membro do Likud, partido conservador do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, pediu que o embaixador israelense na Polônia seja chamado para consultas.
“Não toleraremos que se deforme a verdade e que se reescreva a história ou que se negue o Holocausto”, disse o primeiro-ministro israelense.
Andrzej Duda tentou pôr fim à crise demonstrando flexibilidade. No domingo prometeu avaliar as partes da lei que Israel critica.
Um grupo de judeus poloneses publicou uma carta aberta afirmando que a nova lei “pode penalizar os que dizem a verdade sobre os delatores poloneses e sobre os cidadãos poloneses que assassinavam seus vizinhos judeus”.
O ministério das Relações Exteriores da Ucrânia também denunciou outro projeto de lei que permite estabelecer ações legais contra quem negar os crimes de nacionalistas ucranianos cometidos entre 1925 e 1950, inclusive dos que colaboraram com a Alemanha nazista.
O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, protestou contra as disposições da lei que são “categoricamente inaceitáveis” e permitem levar ante a justiça os que negam os crimes nacionalistas ucranianos cometidos entre 1925 e 1950.
O presidente do Conselho Europeu, o polonês Donald Tusk, que coordena os trabalhos dos 28 membros da União Europeia, afirmou no Twitter que “os autores da lei promoveram no mundo inteiro esta vil calúnia como ninguém havia feito até agora”.

13.585 – Só uma Piada – Tiririca armou pegadinha ao dizer que deixava política?


Brazilian Rep.-elect Francisco Everardo Oliveira Silva, better known by his clown name Tiririca, gestures during the inauguration ceremony for deputies at Brazil's National Congress in Brasilia
Desde que anunciou que não se candidataria à reeleição na Câmara dos Deputados, Tiririca tem sido o novo “muso” das notícias falsas – ou fake news, como os embustes noticiosos têm sido chamados.
Já circulou o boato de que José Genoíno é o suplente do palhaço no parlamento e também que a desistência da política é um golpe para ganhar aposentadoria. Ambas “notícias” inverídicas.
O post caça-cliques da vez apareceu, por exemplo, no grupo A Supremacia Moro, de defesa do juiz Sergio Moro e do combate à corrupção:
há um vídeo no qual Tiririca comenta com um colega que não vai renunciar – apenas não vai se candidatar a um novo mandato.
Pois bem, mas onde está a surpresa? Ele sempre disse isso. Nunca sugeriu que não cumpriria seu mandato até o fim. O texto, porém, trata o fato como um grande “trote”.
Uma técnica comum de fake news usada no post: para conferir credibilidade diante das leituras mais apressadas, o site usa nomes sonoros da imprensa profissional: “Jornal 21 Brasil”, que lembra o Jornal do Brasil, e IstoÉ Notícia, que lembra a revista IstoÉ.

13.452 – Economia – A Crise Não Chegou em Rondônia


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A crise econômica que se arrasta há quase uma década tem tirado a confiança do empresariado, gerado desemprego e levado vários estados brasileiros ao colapso financeiro. Esse cenário, no entanto, é bem diferente da realidade de Rondônia, estado com DNA agropecuário que cresce de forma constante desde 2011 e que fechou o ano de 2016, um dos piores da história recente do Brasil, com um aumento de 4,7% no PIB. As perspectivas para os próximos anos são ainda mais animadoras, o que tem atraído empresários dos mais variados segmentos, desde produtores rurais até indústrias processadoras, passando por fornecedores de insumos, logística e serviços e executivos altamente qualificados.
O cultivo de café, cacau, soja e milho, além da suinocultura, também tem crescido substancialmente nos últimos anos, sempre de forma sustentável, especialmente por conta da qualificação de pequenos produtores e da adoção de tecnologias que possibilitam o aumento da produtividade no campo.

Isenções fiscais e logística privilegiada também fazem parte do pacote de atrativos do estado de Rondônia. Existem incentivos para os mais diversos segmentos, que vão da doação de terrenos públicos ao desconto de até 85% do ICMS. “Um exemplo é a linha de crédito especial para pequenos frigoríficos com abate de até 100 cabeças por dia, com juros subsidiados pelo Banco da Amazônia. Também há incentivos para o ramo de curtumes, já que hoje quase todo o couro produzido em Rondônia é processado fora do estado”.
Outra atividade que vem atraindo cada vez mais investimentos no estado é a suinocultura, impulsionada principalmente pela crescente oferta de grãos na região. O exemplo do criador Rudi Deros é emblemático. O empresário, que deixou Santa Catarina rumo ao município de São Miguel do Guaporé há 13 anos levando consigo 20 matrizes, hoje comanda uma produção totalmente verticalizada, com um plantel de 230 reprodutoras. Em uma propriedade de 600 hectares, planta os grãos que alimentam os animais, cerca de 20% da produção, e vende o excedente para as tradings da região. Graças aos incentivos do estado, também construiu um frigorífico, onde abate os suínos. “Rondônia é uma terra de oportunidades. Como pequeno agropecuarista, eu vi muitas vantagens, como terras férteis, clima favorável e uma demanda muito grande por carne de porco. Isso nos dá competitividade”, afirma Deros.
Existem também outras iniciativas interessantes do governo no sentido de fomentar a produção na região, especialmente nas áreas de piscicultura e cafeicultura. O estado, que colhe atualmente 2,1 milhões de sacas de café por ano, tem como objetivo produzir 4 milhões de sacas até o fim de 2018. Para isso, vem subsidiando a substituição de cafezais antigos, cuja média de produtividade é de apenas 20 sacas por hectare, por variedades muito mais produtivas desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que podem render até 160 sacas por hectare. Já a piscicultura é vista como atividade com maior potencial de crescimento em Rondônia. A expectativa do governo é que a produção de peixes alcance 200 000 toneladas nos próximos cinco anos, um volume considerável, mas ainda distante do potencial do estado, estimado em até 1 milhão de toneladas por ano.

A localização privilegiada, porém, tem despontado como principal diferencial competitivo de Rondônia. Com fácil acesso à nova Rodovia Transoceânica, que liga o Brasil ao Oceano Pacífico, a rota permite às empresas estabelecidas no estado fácil conexão a mais de 150 milhões de consumidores localizados nos países andinos, como Peru, Bolívia, Chile, Equador e Venezuela, além do Suriname. São todos pouco industrializados e importam, juntos, cerca de 192 bilhões de dólares por ano – atualmente, o Brasil responde por somente 8,5% dessas importações. “A incompetência do nosso país em abastecer os vizinhos é absurda. O lado positivo é que existe um potencial gigantesco para as empresas brasileiras explorarem”, completa o economista Valdemar Camata Júnior, superintendente do Sebrae em Rondônia.

13.374 – Literatura e Socialismo – Quem foi Helen Keller?


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(Tuscumbia, 27 de maio de 1880 — otawa, 1 de junho de 1968) Escritora e conferencista. Foi a primeira pessoa surda e cega a conquistar um bacharelado.
A história sobre como sua professora, Anne Sullivan, conseguiu romper o isolamento imposto pela quase total falta de comunicação, permitindo à menina florescer enquanto aprendia a se comunicar, tornou-se amplamente conhecida através do roteiro da peça The Miracle Worker que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan (1962), dirigido por Arthur Penn (em Portugal, O Milagre de Helen Keller). Seu aniversário em 27 de junho é comemorado como o Helen Keller Day no estado da Pennsylvania e foi autorizado em nível federal por meio da proclamação presidencial de Jimmy Carter em 1980, no centenário de seu nascimento.
Tornou-se uma célebre e prolífica escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas com deficiência. Keller viajou muito e expressava de forma contundente suas convicções. Membro do Socialist Party of America e do Industrial Workers of the World, participou das campanhas pelo voto feminino, direitos trabalhistas, socialismo e outras causas de esquerda. Ela foi introduzida no Alabama Women’s Hall of Fame em 1971.
Nascida na cidade de Tuscumbia, Alabama, em 27 de junho de 1880, Helen ficou cega e surda aos 19 meses de idade, devido a uma doença diagnosticada então como “febre cerebral” (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina ou meningite). Já nessa época ela conseguia comunicar-se com a filha da cozinheira da família, através de sinais. Aos 7 anos, Keller já tinha mais de 60 sinais com os quais se comunicava com sua família.
estreou na literatura publicando sua autobiografia A História da Minha Vida. Depois iniciou a carreira no jornalismo, escrevendo artigos no Ladies Home Journal. A partir de então não parou de escrever.
Graduou-se bacharel em filosofia pelo Radcliffe College, instituição que a agraciou com o prêmio Destaque a Aluno, no aniversário de cinquenta anos de sua formatura.
Ao longo da vida foi agraciada com títulos e diplomas honorários de diversas instituições, como a universidade de Harvard e universidades da Escócia, Alemanha, Índia e África do Sul. Em 1952 foi nomeada Cavaleiro da Legião de Honra da França. Foi condecorada com a Ordem do Cruzeiro do Sul, no Brasil, com a do Tesouro Sagrado, no Japão, dentre outras.
Foi membro honorário de várias sociedades científicas e organizações filantrópicas nos cinco continentes.
Era filiada ao Partido Socialista da América (SPA), onde desenvolveu uma intensa luta pelo sufrágio universal, ou seja, pelo direito a voto às mulheres, negros, pobres etc. Em 1912 se filiou à Industrial Workers of the World (IWW ou “os Wobblies”), passando a defender um sindicalismo revolucionário.

Optimismo – um ensaio
A Canção do Muro de Pedra
O Mundo em que Vivo
Lutando Contra as Trevas
A Minha Vida de Mulher
Paz no Crepúsculo
Dedicação de Uma Vida
A Porta Aberta
A História da minha vida

13.373 – Geografia, Geopolítica e Geoeconomia – CLASSIFICAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS


União econômica e monetária.
Um dos aspectos mais proeminentes do mundo globalizado e da atual ordem mundial é a formação dos acordos regionais, mais conhecidos como blocos econômicos, que, ao invés de se estabelecerem como um contraponto à integração mundial da globalização, atuaram no sentido de intensificá-la. Hoje em dia, existem diferentes tipos de blocos econômicos que se organizam em diferentes denominações e níveis de integração entre os seus países-membros.
Dessa forma, como existem diferentes objetivos e distintos níveis de avanço em termos econômicos entre os acordos regionais, adota-se uma classificação dos blocos econômicos a fim de melhor estudá-los. Sendo assim, eles são postos em uma hierarquia que vai desde a zona de preferências tarifárias até uma união econômica e monetária. Confira:
Zona de preferências tarifárias: é um passo inicial de integração entre os países, de forma que esses adotam apenas algumas tarifas preferenciais envolvendo alguns produtos, tornando-os mais baratos em relação a países não participantes do bloco.

Exemplo: ALADI (Associação Latino-Americana de Integração).
Zona de livre comércio: consiste na eliminação ou diminuição significativa das tarifas alfandegárias dos produtos comercializados entre os países-membros. Assim como o tipo anterior, trata-se de um acordo meramente comercial.
Exemplos: NAFTA (Tratado de Livre Comércio das Américas), CAN (Comunidade Andina), entre outros.
União Aduaneira: trata-se de uma zona de livre comércio que também adotou uma Tarifa Externa Comum (TEC), que é uma tarifa que visa taxar os produtos advindos de países não membros dos blocos. Dessa forma, além de reduzir o preço dos produtos comercializados entre os países-membros, a União Aduaneira ainda torna os produtos de países externos ao bloco ainda mais caros.
Exemplo: Mercosul (Mercado Comum do Sul). A TEC, nesse caso, é adotada apenas entre os seus membros efetivos (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai*).
Mercado Comum: é um bloco econômico que conta com um avançado nível de integração econômica, indo muito além de um acordo comercial, pois envolve a livre circulação de produtos, pessoas, bens, capital e trabalho, tornando as fronteiras entre os seus membros quase que inexistentes em termos comerciais e de mobilidade populacional.
União Política e Monetária: consiste em um mercado comum que ampliou ainda mais o seu nível de integração, que passa a alcançar também o campo monetário. Adota-se, então, uma moeda comum que substitui as moedas locais ou passa a valer comercialmente em todos os países-membros. Também é criado um Banco Central do bloco, que passa a adotar uma política econômica comum para todos os integrantes.
O único exemplo de mercado comum e, ao mesmo tempo, de união política e monetária é a União Europeia, que é hoje considerada o mais importante bloco econômico da atualidade em razão do seu avançado nível de integração. Em muitos casos, essa integração alcança até mesmo as decisões políticas que eventualmente são tomadas em conjunto pelos países-membros.

* A Venezuela foi suspensa do Mercosul, por tempo indeterminado em dezembro de 2016.

13.366 – Nacionalismo e Ufanismo – Nacionalismo Levou o Mundo a Uma Catástrofe


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O nacionalismo ufanista, também chamado de nacionalismo exagerado ou exacerbado é o caso de um orgulho excessivo pela pátria. Neste caso, é comum que um nacionalista ufanista se considere superior aos outros e a outros tipos de ideologias, suprimindo qualquer tipo de dialogo ou livre escolha de ideias. Este tipo de presunção pode levar a atos de discriminação contra pessoas de outro país. Ou contra pessoas do mesmo país com ideias contrarias ou diferentes ao nacionalismo. Assim o nacionalista ufanista defende sua bandeira pátria e reforça a ideologia de um Estado total, onde seu poder inflige os direitos democráticos e alimentando a xenofobia, aversão irracional ou antipatia a estrangeiros.
Como vimos em outros artigos aqui do Mega, tivemos um período de ufanismo na época da ditadura militar (anos 60, 70 e início dos anos 80).
Essa frase da ilustração foi amplamente propagada pelo governo militar para implantar seus ideais à mentalidade do povo brasileiro e conquistar a aderência por meio de “lavagem cerebral midiática” no qual “amar” é sinônimo de aceitar o arbítrio institucionalizado e “deixe-o” é justificativa para prisões e exílio a que centenas foram submetidos no período da ditadura.
Durante o período de governo ditatorial militar no Brasil (1964 – 1985), iniciou-se um movimento de campanhas ufanistas que exaltavam o sentimento nacionalista do povo brasileiro, conquistando assim sua simpatia e aglutinando as massas em uma direção estratégica e concomitantemente a uma ideologia totalitarista. Levantando gritos de guerra como “Ninguém segura este país” e “Brasil, ame-o ou deixe-o”, e se utilizando de músicas que continha refrão como “Eu te amo, meu Brasil, eu te amo; ninguém segura a juventude do Brasil”, ““Este é um país que vai pra frente (…)”. A euforia gerada pelo governo ditatorial levou os cidadãos às ruas para cantar versinhos patrióticos, misturando ideologias de extrema direita e movimentos populares em um carnaval fora de época. Reforçando e internalizando os ideais da Ditadura Militar.
Exemplos graves de nacionalismo ufanistas são: Nazismo, Fascismo e as ditaduras na America latina.

13.345 – Economia – Brasil cria 9,8 mil vagas de trabalho em Junho


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O Ministério do Trabalho divulgou nesta segunda-feira (17) que, entre demissões e contratações, foram criados 9,8 mil postos de trabalho com carteira assinada no Brasil em junho. É o terceiro mês consecutivo que é positivo para a geração de vagas formais.
No primeiro semestre, o saldo entre demissões e contratações foi positivo em 67,3 mil vagas formais, uma leve expansão de 0,18% na comparação com dezembro do ano passado.
Como vem ocorrendo nos últimos meses, o resultado foi fortemente influenciado pela geração de vagas no setor da agropecuária, que criou 36,8 mil postos de trabalho com carteira no mês passado.
Somente o cultivo de café, concentrado em Minas Gerais, gerou 10,8 mil postos de trabalho formais.
O cultivo de laranja e de soja criaram, respectivamente, 7,4 mil mil e 2,4 mil vagas.
Já a indústria de transformação, o comércio e a construção civil eliminaram, nessa ordem, 7,8 mil, 2,7 mil e 8,9 mil postos de trabalho formais.

Dos oito setores acompanhados pelo Caged, somente dois —administração pública e agropecuária— geraram vagas.

“É importante reconhecermos que o Brasil passou por uma das recessões mais profundas da sua história. Mesmo em setores que apresentaram números negativos, não foram assim com expressão, a ponto de trazer pânico. A não ser a construção civil, que está demorando para se recuperar, e são os dados mais preocupantes”, disse Nogueira.
A expectativa, segundo Magalhães, é que a agropecuária deixe de gerar um número expressivo de vagas entre julho e agosto. “Mas isso se reverte a partir de setembro, quando começa um novo ciclo da agricultura no Nordeste. Esse ciclo não é tão volumoso, mas ajuda a sustentar a geração de empregos”, afirmou Magalhães.
O salário médio de admissão das vagas formais no Brasil foi de R$ 1.463,67 no primeiro semestre do ano, um aumento real (descontada a inflação) de 3,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.
A informação foi divulgada pelo Ministério do Trabalho.
O salário médio dos homens no momento da admissão foi de R$ 1.500 mil entre janeiro e junho, e o das mulheres R$ 1.300.

13.299 – Acabou a Festa com Dinheiro Público? Senado aprova projeto que acaba com indústria da multa


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O Senado aprovou ontem um projeto de lei que promete enfurecer governantes país afora. O texto obriga os Estados, os municípios e a União a aplicarem totalmente os recursos arrecadados com as multas de trânsito apenas em campanhas educativas e sinalização. Na prática, o texto acaba com a festa de governantes que utilizam a renda das multas para financiar outras áreas da máquina pública.
O projeto do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) foi aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e em caráter terminativo. Agora o assunto deve ir direto para a tramitação na Câmara – a não ser que algum senador apresente em cinco dias requerimento para que o tema seja apreciado no plenário do Senado.
Mudança. O texto prevê a alteração do artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para restringir a aplicação desses recursos em campanhas educativas sobre “direção defensiva, cultura de paz e combate à violência no trânsito e de desestímulo ao consumo de álcool e drogas por parte dos motoristas”.
O uso de dinheiro na sinalização foi acrescentado por meio de uma emenda do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), aprovada na manhã de ontem.
Para o deputado Eunício Oliveira, como a receita decorrente das multas serve para reforçar o caixa dos governos, as administrações se sentem estimuladas a implantar a famosa “indústria das multas” – esquemas de fiscalização voltados para gerar multas e, consequentemente, trazer mais receitas do que melhorar a segurança do trânsito.
Eunício Oliveira, que é presidente da CCJ, disse que essas receitas têm sido usadas para reforçar o caixa dos governos ou no pagamento de pessoal. Ele chamou de “ardil” a estratégia existente em várias cidades de alterar os limites de velocidade da via “com o objetivo de surpreender o motorista desavisado”.
Justificativa. O CTB atualmente prevê que o dinheiro arrecadado com multas precisa ser destinado não apenas para educação e sinalização de trânsito, mas também para engenharia de tráfego, engenharia de campo, fiscalização e policiamento.
Com isso, de acordo com o autor do projeto de lei, há margem para que esses recursos sejam usados, por exemplo, em obras viárias e até mesmo na folha de pagamento – no caso de agentes de fiscalização.

13.286 – Acredite: demissão pode ser oportunidade para nova carreira


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É o que diz um consultor:

A demissão pode ser uma experiência traumática e algo pelo qual nenhum profissional deseja realmente passar. O que pouca gente considera nessas horas, no entanto, é que sair de um emprego pode ser o início de uma nova caminhada.
Especialistas são unânimes em dizer: ser demitido de uma empresa não é o ponto final de uma carreira. Pelo contrário, tal situação deve ser encarada como um recomeço e uma janela aberta às novas oportunidades.
“Por conta do salário, benefícios e da estabilidade, o profissional dificilmente teria coragem de sair da empresa. Então, agora [com a demissão], é hora de pensar em fazer algo que o profissional sempre quis”, afirma Jarve de Assis, coach de carreiras.
É o caso do engenheiro Carlos Eduardo Ferraz, 31, que acabou sendo demitido de uma empresa de Tecnologia da Informação e decidiu mudar de ramo. “Acabei saindo da empresa e logo depois decidi abrir o meu próprio restaurante, que era uma coisa que eu sempre sonhei”, conta.
Para tal plano ter êxito, contudo, cabe ao profissional parar e analisar os erros passados para só assim traçar um novo rumo, seja ele o caminho do empreendedorismo, de uma nova carreira ou apenas a recolocação em outra organização.

“Esse momento é para pensar no que a pessoa vai investir tempo, energia e recursos emocionais agora. Pensar no plano A,B C e até D e construir pelo menos uma rota para quando surgir algo e você tomar uma decisão de forma mais rápida e consciente”, afirma Rodrigo Collino, da Sbcoaching.
Para o especialista, esse planejamento é o diferencial entre obter sucesso na nova caminhada ou repetir os erros que o levaram à demissão. “O que empreendedores e funcionários de sucesso fazem em comum é o planejamento. Eles não fracassam por não planejar”, diz Collino.
Esse planejamento deve, inclusive, se tornar um plano de ação, passando assim do campo das ideias para algo prático.

“Veja quais competências precisa adquirir, o que precisa melhorar, cursos a fazer, como gerir seu networking, como distribuir seus currículos e agências de emprego a buscar”, completa Jarve Assis. “Assim, a probabilidade de sucesso é muito maior”, conclui.

Confira dicas de especialistas para uma nova carreira:

1-Deixe a dor passar
A demissão é um processo doloroso. O profissional deve superar os sentimentos negativos iniciais para só assim ter a tranquilidade de planejar os novos passos

2-Reflita
Uma demissão é sempre uma oportunidade perfeita para refletir sobre o comportamento e o desempenho profissional e analisar o que poderia ter sido diferente sem, é claro, se apegar ao passado

3-Planeje
Planejar o próximo passo é essencial para quem quer fazer da demissão um estímulo para novos ares. Lembre-se que os erros passados não deverão ser repetidos novamente

4-Ação
Ideias sem ação morrem dentro da cabeça. Tire o planejamento do papel, pense em um plano de ação e execute! Dessa forma uma demissão poderá se transformar em uma nova oportunidade profissional

Fonte: Veja Economia

13.285 – Arnold Schwarzenegger – Exterminador Governador a Caminho dos 70


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Velho, mas não obsoleto (ainda)

Ele é mesmo uma figura única. Desde de seu surgimento no mundo das estrelas, como fisiculturista, até seus filmes, um mais absurdamente violento e fictício do que o outro, o ex-governador da Califórnia e austríaco de nascença se tornou um dos rostos mais queridos de Hollywood. E está perto de completar 70 anos.
Arnold nasceu na vila Thal, na Áustria, em 1947, filho do chefe da polícia local, Gustav Schwarzenegger, e da dona de casa Aurelia Jadrny. Foi criado com bastante rigor, especialmente por seu pai, que desajava ver o filho seguindo seus passos. Segundo o próprio Arnold, Gustav não era dos pais mais queridos, e utilizava métodos disciplinares que, nos dias de hoje, seriam considerados abuso infantil. Além disso, tinha uma preferência por seu irmão mais velho, Meinhard, que veio a falecer em 1971, em um acidente de carro. Em uma pesquisa encomendada por Arnold quando mais velho, o ator descobriu que sei pai fora filiado ao Partido Nazista.
Por influência (leia-se: exigência) do pai, Arnold praticou esportes desde pequeno. Pegou em uma barra de musculação ainda garoto, quando jogava futebol. Gostou tanto que decidiu largar a bola e se dedicar mais a musculação. Segundo biografia em seu site oficial, começou a se exercitar aos 14 anos. Apaixonado pelo corpo e influenciado por ídolos como Steve Reeves e Reg Park, começou a carreira de fisiculturista três anos depois, aos 17
A trajetória como fisiculturista ia de vento em poupa. Schwarzenegger conquistou o título de Mr. Europa, como homem com o corpo mais belo de todo o continente, em 1965, quando servia ao exército austríaco. O próprio já admitiu algumas vezes que o título serviu como uma “passagem para a América”.

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Assim, o grandalhão migrou para os Estados Unidos aos 21 anos, três anos depois. Lá, começou a correr atrás do grande objetivo de sua vida até então: tornar-se o mais novo Mr. Olympia, título de maior fisiculturista do mundo. Sua primeira tentativa foi logo em 1969, mas não obteve sucesso. Voltou com força total no ano seguinte, 1970, vencendo a competição e tornando-se o Mr. Olympia mais novo (23 anos) de todos os tempos, recorde esse que resiste até os dias de hoje.
Daí por diante, venceu o torneio mais seis vezes seguidas, coroado como o maior campeão de todos os tempos. Em 1975, no auge há anos, decidiu abandonar a carreira e dedicar-se totalmente ao ofício de ator, o qual já exercia em paralelo desde 70, quando estrelou o filme Hercules in New York .

O primeiro Globo de Ouro
A dedicação total aos cinemas mostrou-se uma decisão acertada de Schwarzenegger logo cedo. Em 1976, estrelando Stay Hungry , o ator foi premiado com o Globo de Ouro de Nova Estrela Masculina do Ano.
Após algumas produções de sucesso e outros fracassos, como a tentativa de interpretar o Incrível Hulk em seu novo filme, Arnold se manteve em evidência o bastante para ser convidado por James Cameron para estrelar sua maior bilheteria até hoje: O Exterminador do Futuro , de 1984. O filme surge na década mais forte dos thrillers de ação, quando estrelas como Sylvester Stallone e Bruce Willis começam a despontar nos cinemas de Hollywood.
O sucesso de Exterminador do Futuro fez com que um segundo filme fosse produzido, em 1991, confirmando Arnold como um dos grandes nomes do cinema de sua época. Antes, estreou uma parceria de sucesso com Danny DeVito e sua contribuição ao universo da comédia com o longa Twins, de 1988. Também com Danny, fez o que é hoje um dos Blockbusters mais chicletes de todos os tempos: Junior, de 1994.
Daí para frente, sua carreira começa a sofrer um rigoroso declínio, marcado pela crítica fraca do longa Batman & Robin, de 1997, onde Schwarzenegger interpreta o vilão Mr. Freeze. O ator só voltaria a fazer algo relevante nas telonas com o terceiro e último filme da trilogia de O Exterminador do Futuro , o capítulo A Rebelião das Máquinas, de 2003.

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Carreira política: governador e republicano
Percebendo que seu mercado nos cinemas não vinha muito bem, Arnold resolve apostar em outro canal forte de sua criação: a carreira política. Em 2003, filia-se ao Partido Republicano, de George Bush, para concorrer ao cargo de Governador da Califórnia.
A visão política de Schwarzenegger, conhecida desde os anos 1980, contrastava com a de muitos dos atores de Hollywood, conhecidos por possuírem uma ideia de governo mais liberal, direcionada ao lado democrata da política americana. Assim, Arnold foi fortemente criticado quando posou ao lado de Bush em comícios do então presidente, que buscava sua reeleição.
Schwarzenegger foi eleito, com 46% dos votos e no primeiro turno, como governador californiano, pela primeira vez, em 2003, sucedendo Gray Davis. O governo de Arnold foi bastante controverso, especialmente por sua postura inicial pouco amistosa, quando chegou a chamar os opositores democratas de girlie men (maricas, em tradução livre).
No entanto, sua postura foi ficando cada vez menos republicana ao longo dos anos, tornando-o um político considerado mais próximo da centro-esquerda do que da direita. Assim, após o fim de seu último mandato, em 2011, largou o Partido Republicano, com quem já vinha tendo uma série de conflitos de ideias durante os anos anteriores.

I’ll be back: o retorno aos cinemas com Os Mercenários
No mesmo ano em que deixa de lado a carreira política, Schwarzenegger volta aos cinemas em aparição rápida no primeiro Os Mercenários , de Stallone, que contava, ainda, com Bruce Willis, Jet Lit, Jason Statham e Terry Crews, em uma verdadeira reunião de “brutamontes” hollywoodianos.
Arnold parece ter recuperado o gosto pela atuação, voltando para integrar o elenco de Os Mercenários 2 , de 2012, ainda mais pesado com Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Willis e Stallone. O ator também está escalado para o terceiro filme da franquia, que chega aos cinemas em agosto deste ano.
Brutamontes nas telonas, Arnold Schwarzenegger é hoje um nome fundamental quando se fala de thrillers de ação, ficando marcado não só pelas grandes proporções físicas, mas também pelo talento e versatilidade, tanto como ator, quanto como político e pessoa.

13.284 – Educação – Erradicação do Analfabetismo no Brasil


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O 11° Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos indica que o Brasil ocupa a 8ª posição no ranking de países com maior número de analfabetos adultos.
De acordo com a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012 e divulgada em setembro de 2013, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais no país foi estimada em 8,7%, o que corresponde a 13,2 milhões de analfabetos – número reconhecido pela Unesco.
Segundo o estudo da organização, há em todo o mundo 774 milhões de adultos analfabetos, sendo que 72% deles estão em dez países – como Brasil, Índia, China e Paquistão.
O presidente do Inep – que representou o Ministério da Educação (MEC) no lançamento do relatório da Unesco, em Brasília – informou que o número elevado de idosos que não sabem ler nem escrever é um dos fatores que dificultam a erradicação do analfabetismo no país. Segundo o instituto, com base em dados do IBGE de 2012, 24% da população brasileira com mais de 60 anos é analfabeta.
Quatro metas a serem cumpridas
Dos seis objetivos definidos em 2000 para a educação, a serem cumpridos até 2015, Costa afirmou que quatro devem ser atendidos pelo Brasil: educação primária universal, igualdade de gêneros, garantia do aprendizado de jovens e adultos e melhoria na qualidade do ensino. A alfabetização de adultos e a educação na primeira infância, com acesso a creches, correm o risco de ficar fora da lista de metas executadas pelo país.
“Acredito, baseado em projeções, que nós vamos alcançar quatro dessas metas. E essas outras duas metas [analfabetismo de adultos e creches] nós temos dificuldades. [Em] Analfabetismo, por exemplo, nós avançamos muito, […] vamos perseguir até o fim. […] Pode ser que no global não cheguemos aos números, mas vamos chegar com a população mais jovem. […] A questão das creches e da pré-escola também é outra [dificuldade em atingir a meta]”, declarou o presidente do Inep.
Costa disse também que é preciso relativizar os dados que colocam o Brasil entre os dez países com maior número de analfabetos.
“Isso tem que ser relativizado, claro, porque o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo. Mas, se observamos a redução [nacional] de analfabetismo, já chegamos a 91,8% hoje de taxa de alfabetizados. E, se pegarmos a população de 15 a 16 anos, temos 98% de alfabetização”, destacou o presidente do Inep.
Pontos positivos
Apesar dos dois objetivos que não serão alcançados pelo Brasil, a análise que o relatório faz da educação no país aponta avanços. Um dos pontos positivos é o acompanhamento de melhoria do ensino que é feito a partir do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.
“O Brasil é citado com vários exemplos de boas recomendações, bons modelos para outros países. Mas também aponta várias áreas que o pais precisa melhorar”, diz a coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes.
De acordo com a coordenadora, ainda falta no Brasil uma política de valorização do salário e da carreira do professor. “A primeira [coisa a ser feita] é a ampliação da educação infantil – precisamos alcançar no mínimo 80% das crianças da educação infantil nas escolas. A segunda seria expandir a alfabetização de adultos e jovens. E a terceira é a questão da qualidade. E quando falamos de qualidade, o ponto principal é dos professores e da valorização dos professores”, ressaltou.
O relatório destaca como avanço no país a redução das diferenças educacionais por região. Conforme o estudo, entre 1997 e 2002, a média de matrículas no ensino básico no Nordeste aumentou 61%, enquanto no Norte subiu 32%. No entanto, avaliações mostram que, em matemática, estudantes da Região Norte ainda ficam atrás de outras regiões. Segundo o relatório, essa diferença indica que “as reformas precisam continuar e ainda mais fortes”.

13.262 – Política – Como funciona a perícia de um áudio?


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Da Super para o ☻Mega

Dois dias depois do escândalo Temer, a Folha de S.Paulo publicou uma matéria onde o perito Ricardo Caires afirmava que o áudio havia sido editado em 50 partes diferentes. O Globo, então, afirmou ter conversado com Caires, que havia mudado sua versão (dessa vez eram só 14 pontos de edição). Agora, nesta segunda, a Folha diz que o perito continua sustentando a teoria de que havia meia centena de cortes na gravação.

Mas, afinal, como funciona a perícia de uma gravação?
A resposta não é tão simples. “Cada áudio é particular, ele tem singularidades que vão guiando a forma como a perícia é feita. A análise é conduzida de forma diferente para cada áudio”, explica André Morisson, diretor Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF). Isso não significa, no entanto, que alguns passos costumam ser mais comuns. É eles que vamos explicar no box abaixo.

Me empresta, rapidinho
Ter em mãos o gravador utilizado pode ajudar nas conclusões finais. Assim, existe a possibilidade de realizar testes, e simulações que recriam as situações dos áudios. Um defeitinho no microfone, ou um gravador antigo podem caracterizar um áudio. Funciona como uma espécie de impressão digital auditiva, que assim como a dos seus dedos, deixa marcas cruciais para um estudo criminal (Joesley, diga-se, usou um pen drive com gravador embutido).

A cópia perfeita
O arquivo tem que ser transportado para o computador do perito, onde vai ser feita a análise, da forma mais fidedigna possível. Se você, aí da sua casa, colocar uma música em um pendrive para ouvi-la na caixinha de som da sala, por exemplo, o arquivo pode sofrer modificações conforme passa de um dispositivo para o outro. Coisa pequena, mas que pode fazer diferença na hora da investigação: uma compressão na frequência ou até mesmo a exclusão de metadados, ou seja, informações sobre hora, dia e até local em que foi gravado o material. Os profissionais usam softwares específicos que conseguem copiar o arquivo, sem modificá-lo. É a chamada cópia bit a bit.

A primeira escutada
Chamada de análise oitiva, é a audição do arquivo sem necessariamente estar acompanhado de equipamentos especializados para a dissecação do áudio. “O perito passa por treinamentos que apuram sua audição para esse tipo de áudio. Ele percebe com mais facilidade se há algo errado na gravação”, conta Morisson. A ideia é que nessa fase o perito já comece a direcionar em que partes ele vai focar em um primeiro momento da análise. Um ruído meio estranho no minuto 7? Melhor analisá-lo com mais atenção desde o começo. Isso não significa, no entanto, que o restante do arquivo será ignorado. O áudio inteiro é investigado, mas esse é o momento de direcionar os primeiros esforços.

Não entendi
Uma frase ficou sem sentido? Pode ser indicação de que algo foi tirado do arquivo. O contexto acaba servindo como ferramenta na detecção de edições. Podem ser perguntas sem respostas, ou simplesmente afirmações que não fazem muito sentido naquela situação. Tudo é analisado.

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13.182 – (IN) Segurança – Quanto mais pobre, menos o brasileiro confia na polícia


arbitrariedade
Esse é o resultado de uma pesquisa nacional feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no primeiro trimestre. O levantamento aponta que 77% das pessoas que ganham até dois salários mínimos (R$ 1.244) não acreditam nas forças policiais. Vivem nessa faixa de renda 46,3% dos brasileiros. No geral, três em cada cinco pessoas não confiam.
A pesquisa foi feita com 1.550 pessoas, em seis Estados e no Distrito Federal. O índice de confiança aumenta conforme a renda do entrevistado. Entre os mais ricos – aqueles que ganham mais de 12 salários mínimos -, 59% não acreditam na polícia.
Responsável por coordenar a pesquisa, a professora Luciana Gross Cunha, da Escola de Direito de São Paulo, diz que há razões para que as pessoas de baixa renda desconfiem mais. “É porque residem e frequentam locais de mais risco, convivem com o aparato policial voltado para o combate à criminalidade. Nem sempre a polícia é vista nesses lugares como um sinal de segurança, mas de ameaça.”
Segundo Luciana, os meios de seleção, treinamento e formação podem mudar essa relação entre a polícia e os mais pobres. Isso passa também pela discussão do papel da polícia e pela valorização – até salarial – do agente público. “Uma vez que você valoriza o policial na comunidade, passa a ser normal e natural a presença dele ali. Agora, quando é desvalorizado, ele se torna perigoso para si e para a sociedade.”
A desconfiança também é maior entre os mais jovens. Na faixa dos 18 aos 34 anos, 64% das pessoas não acreditam na polícia. Entre os que têm mais de 60, a confiança é maior. Mesmo assim, mais da metade não confia na instituição.

Fonte: O Estado de São Paulo