13.530 – Os Lugares Mais Secretos do Mundo


area 51
Área 51: É estritamente proibido o acesso a pessoas não autorizadas. Essa base da Força Aérea americana é provavelmente o local mais citado nos relatórios ufológicos e teorias conspiratórias, especialmente por causa do famoso Caso Roswell.

Cofre do fim do mundo: No arquipélago norueguês de Svalbar, está o também chamado “banco mundial de sementes”, um depósito subterrâneo gigante construído para preservar milhares de sementes de plantas de cultivo no caso de eventuais cataclismos mundiais.

Cheyenne Mountain Complex: Dentro da montanha Cheyenne, no estado do Colorado, nos Estados Unidos, está localizada a principal instalação do Comando de Defesa Aerospacial da América do Norte. O edifício está literalmente enterrado debaixo de meio quilômetro de granito, e todos seus acessos são blindados com portas de 25 toneladas.

Fort Knox: Nessa base, no estado do Kentucky, estão armazenadas aproximadamente 5 mil toneladas de ouro. É por esse motivo que se trata da instalação mais segura do seu tipo no mundo inteiro. Não só protege metais preciosos como abriga documentos históricos de grande importância, como a Declaração da Independência dos Estados Unidos.

Bunker Yamantau: Na Rússia, em alguma região desconhecida do Monte Yamantau, está localizada uma instalação subterrânea tão secreta que seu objetivo é absolutamente desconhecido. Enquanto alguns rumores dizem que poderia se tratar de um depósito para mísseis nucleares, outros afirmam que seria um abrigo destinado a abrigar milhares de pessoas.

13.521 – Ufologia – Qual Seria de Fato a Aparência dos ETS?


ets2
Diversos astrobiólogos foram consultados com relação à fisionomia dos seres vivos que poderão existir em várias das luas do nosso sistema solar com possibilidades de abrigar vida microbiana.
Doug Vakoch, presidente do METI International, um projeto que procura sinais de rádio emitidos do espaço sideral, afirmou que ninguém deveria esperar se deparar com seres fisionomicamente similares aos seres humanos fora da Terra.
Ele acredita que em Encélado, uma das luas de Saturno, poderão ser encontradas formas de vida que se alimentam de hidrogênio, sob a crosta de gelo. No entanto, ele afirmou que “as águas de Encélado são tão frias que seria difícil imaginar uma vida maior que uma bactéria”.
Enquanto isso, Rocco Manicelli, astrobiólogo da NASA, concordou com seu colega ao afirmar que um meio-ambiente tão extremo não deixa muitas possibilidades a formas de vida multicelulares. Em vez disso, de acordo com sua opinião, seria um mundo bacteriano.
Se, por acaso, esse tipo de vida for encontrado, Seth Shostak, principal astrônomo do SETI, acredita que seria mais parecido aos insetos do nosso planeta.
Por último, Catlin Ahrens, astrofísica da Universidade do Arkansas, ressaltou que a vida extraterrestre não estaria necessariamente baseada ano carbono, como acontece na Terra, mas que poderia ser constituída por outros elementos, como o enxofre.

13.336 – Reino Unido torna públicos arquivos sobre ufologia


disco voador
Agora, 15 de um total de 18 que faltam ser disponibilizados para o público já podem ser acessados pela sociedade, mas há um empecilho: os documentos só podem ser encontrados no Arquivo Nacional, situado em Kew, distrito de Londres.
Esse fato criou um rebuliço e aumentou as suspeitas de que o Ministério da Defesa (MoD, na sigla em inglês) esteja escondendo algo, o que resultou em várias teorias da conspiração correndo entre os interessados por ufologia nos últimos dias.
Carl Mantell, do comando da Força Aérea Britânica, entretanto, disse em 2009 que não há provas de que sugiram ameaças de vida extraterrestre ao exército britânico. “Não há benefícios em gravar, agrupar, analisar e investigar ovnis”, afirmou em comunicado oficial.
Em 2013, a maior parte dos arquivos sobre ufologia do Reino Unidos foram liberados. Esses estão disponíveis na internet. Mas os 18 documentos restantes foram retidos para maiores avaliações do governo, que não queria liberar tudo ao público antes de uma última checagem.
“Acredito que é justo dizer que o programa tem sido bem sucedido para o MoD. Atingiu boa parte da publicidade nacional e internacional, na maioria das vezes positiva ou, na pior das hipóteses, neutra”, afirmou o escritório do Ministério em comunicado de 2009.
Além disso, o MoD crê que parte dos ufologistas nunca estarão convencidos de que tudo foi tornado público. “Francamente, não importa o que dissermos, eles escolherão acreditar no que querem e não vamos convencer todo mundo.”
Os arquivos mais interessantes mostram um grande número de comunicados feitos ao governo sobre o aparecimento de possíveis naves espaciais entre os anos de 2008 e 2009. Nesse período, foram 851 notificações — que, em várias vezes, foram provadas serem outras coisas que não ovnis.

Galileu

13.324 – Múmia é quem Acredita – Múmia alienígena é achada no Peru (?)


mumia
Múmia de Gesso

Um vídeo chamou a atenção da comunidade científica internacional: uma múmia alienígena foi encontrada perto da região de Nazca, no Peru, onde ficam as famosas linhas que ainda são cercadas de muito mistério. “Pera aí, Mega, alienígena?”. Se você se perguntou isso, a gente já adianta que a história é um pouco menos fantasiosa do que jura o site que a divulgou originalmente.

O pessoal do site Gaia garante que é uma fonte de conhecimento livre e independente, mas talvez a veracidade não seja o foco principal. Acontece que a tal múmia, que possui seis dedos alongados nos pés e nas mãos e é coberta por uma espécie de pó branco, pode ser apenas uma farsa criada por um grupo que adora fazer essas pegadinhas.
Segundo eles, estudos de DNA conseguiram mostrar que se tratava de alguém do sexo feminino, que acabou ganhando o nome de Maria. Entretanto, na sociedade pré-colombiana do Peru, era comum que os crânios fossem mais alongados e esse detalhe anatômico foi um dos principais argumentos dados pelos “cientistas” do Gaia para “provar” que se tratava de uma múmia extraterrestre.
Só que o suposto russo Michael Aseev, que aparece nas imagens como um especialista em análise genética, sequer é listado em sites de seu país relacionados a Ciências. Já Jaime Maussan e Jesus Zalce Benitez, que aparecem como membros da equipe que teriam encontrado a “múmia alienígena”, são velhos conhecidos das fake news: em 2015, eles já tinham inventado uma história semelhante, na qual outra múmia com feições humanas e alienígenas foi descrita como sendo de outro planeta. Por fim, um tal de Dr. Konstantin Kototkov, que também integra essa trupe malandra, tentou vender uma máquina que fotografa a alma das pessoas por US$ 850.
Outra característica estranha é o fato de a tal múmia ser inteiramente branca, dando a impressão de ser apenas um molde de gesso bem do mal feito, por sinal. As múmias costumam ter uma coloração mais parecida com a de couro envelhecido. Essa história deve servir para provar que nem tudo que está escrito na internet é verdade.

falso doutor
Doutor? Não é o que dizem as academias científicas da Rússia

13.289 – Livro – A noite em que a Força Aérea Brasileira caçou um ovni


Extraterrestres-Salvador-Nogueira
Era uma noite estrelada, em 19 de maio de 1986. Às 23h15, chegou a informação de que a torre de controle de São José dos Campos, no interior de São Paulo, havia avistado luzes de cores amarelo, verde e laranja se deslocando sobre a cidade. Ao mesmo tempo, sinais foram detectados no radar em solo. O primeiro a observar o fenômeno foi o coronel Ozires Silva, então recém-nomeado presidente da Petrobras (antes, tinha comandado a Embraer). Ele estava a bordo do avião Xingu PT-MBZ e viu uma dessas luzes. “A visibilidade era uma beleza. Uma noite toda estrelada, típica do mês de maio. E entre as estrelas eu vi um clarão, um objeto ovalado. Parecia um astro. A diferença é que astro não aparece no radar”, disse o fundador da Embraer numa entrevista. “Voei na direção dele. E, enquanto me aproximava, ele começou a desaparecer.”

Às 0h39, foi acionada a aeronave de alerta da defesa da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O jato de caça partiu rumo a São José dos Campos, guiado pela detecção de sinais intermitentes no radar da torre de controle. A uma altitude de 5.200 metros, o piloto avistou uma luz branca abaixo de seu nível de voo. Posteriormente o objeto foi subindo e se posicionou 10 graus acima da aeronave de interceptação. Ambos começaram a aumentar a altitude, e o caça o perseguiu até os 10 mil metros. No trajeto, a luz por um momento mudou de branca para vermelha, depois verde e novamente branca, permanecendo nessa cor. O radar do caça detectou o objeto, que indicava estar de 10 a 12 milhas de distância (16 a 18,2 km), voando na direção do mar.
A perseguição prosseguiu até a aeronave atingir o ponto de não-retorno (que significa que não haveria combustível suficiente para voltar à base de origem). Como não houve aproximação efetiva, decidiu-se pelo fim da caça. Menos de 30 minutos depois, detecções de eco de radar começaram a ser feitas sobre a região de Anápolis, Goiás. Os sinais de radar eram mais confiáveis, davam direção e velocidade de deslocamento dos objetos. À 1h48, um segundo caça, dessa vez partindo da Base Aérea de Anápolis, subiu aos céus para investigar. O piloto chegou a obter contato pelo radar da sua aeronave, mas não conseguiu ver nada. Parecia uma perseguição absolutamente desleal. Enquanto o jato voava como um avião, em velocidade supersônica, o objeto tinha um nível de agilidade incompatível com aeronaves terrestres. Voava em zigue-zague, ora se aproximava, ora se afastava, mesmo estando mais rápido que o caça. Por fim, ao perder contato por radar, o avião retornou à base. Em compensação, no Rio de Janeiro, a mobilização continuava. Um segundo caça decolou à 1h50 na direção de São José dos Campos e avistou uma luz vermelha de onde emanava o sinal de radar detectado em solo. Perseguiu-a por alguns minutos, sem conseguir se aproximar, até que ela se apagou.
Simultaneamente, apareceram nada menos que 13 diferentes registros do radar em solo na traseira da aeronave. O piloto fez uma volta de 180 graus para tentar observá-las, mas nenhum contato visual ou com o radar de bordo foi efetuado. Uma segunda e uma terceira aeronaves decolariam de Anápolis, às 2h17 e às 2h36, sem obter qualquer tipo de contato. Os interceptadores lá no Rio foram pousando conforme sua autonomia chegava ao fim. O último recolheu-se à base às 3h30. No resumo do relatório assinado naquele ano pelo brigadeiro-do-ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, então comandante interino do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), os militares tiram conclusões definitivas. Primeiro, sobre a natureza dos objetos perseguidos e observados, capazes de “produção de ecos radar, não só no sistema de Defesa Aérea, como nos radares de bordo dos interceptadores (…), variação de velocidade de voo subsônico até supersônico, bem como manutenção de voo pairado, variação de altitudes inferiores a 5 mil pés (aproximadamente 1.500 m) até 40 mil pés (aproximadamente 12 mil metros), emissão de luminosidade nas cores branca, verde, vermelho, e outras vezes não apresentando indicação luminosa, capacidade de aceleração e desaceleração de modo brusco, capacidade de efetuar curvas com raios constantes, bem como com raios indefinidos”.
Não é preciso dizer que esse conjunto de qualidades não existe em nenhuma aeronave cujo princípio de operação seja dominado pela ciência terrestre. Da forma cautelosa, como seria peculiar a um documento de origem militar, o relatório termina da seguinte maneira: “Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligências, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores como também voar em formação, não forçosamente tripulados.” Foi a afirmação mais contundente sobre ovnis já feita pela Força Aérea Brasileira.

Trecho do livro Extraterrestres, de Salvador Nogueira.

13.171 – Ufologia – Ciência ou Pseudo Ciência?


ufologia
A marca UFO tem tratado ao longo da história de discos voadores guiados por extraterrestres, mas esta afirmação tem em si alguns equívocos. Afinal, como se podem atribuir estas aparições a naves de outros planetas se estes objetos são, a princípio, desconhecidos, sem identidade definida? De qualquer forma, a Ufologia é a ciência que se dedica ao estudo destes fenômenos, pesquisando e colhendo elementos que possam comprovar a existência de vida em outros mundos.
Tais visões se tornaram amplamente conhecidas como ‘discos voadores’ a partir de 1947. Desde então milhares de pessoas são testemunhas, diariamente, das mais variadas aparições, definidas constantemente como visitas de extraterrestres ao nosso Planeta. Desde tempos remotos, objetos e luzes têm sido avistados nos céus da Terra, causando estranheza e sensação por não serem explicáveis pelas leis naturais conhecidas. Descrições de eventos semelhantes são encontradas em livros sagrados e nas histórias folclóricas de quase todas as grandes civilizações da Terra. Até mesmo as Escrituras já relataram casos de deuses e ‘carros de fogo’, ‘rodas metálicas’, entre outras metáforas relativas à visita de seres extraplanetários.
Nada impede que estes fenômenos sejam explicados como eventos provocados por perturbações na atmosfera, impulsos eletromagnéticos ou relativos ao campo terrestre, entre outras tantas justificativas, mas ainda resta uma mínima fração de fatos ainda envoltos em mistério, aguardando uma definição científica. Documentos tentando comprovar estas aparições não faltam, principalmente fotos e vídeos das supostas naves. Também não se carece de depoimentos das mais diversas pessoas, relatando casos de encontros com alienígenas, ou até mesmo prováveis abduções.
Pode-se dizer que a Ufologia moderna teve seu início em 24 de junho de 1947, quando o piloto americano Kenneth Arnold, que comandava aviões de pequeno porte, transportando encomendas, habituado a voar sobre montanhas, principalmente por cima do monte Rainier, pico de uma importante cadeia de montanhas da região localizada entre Chebalis e Yakima, em Washington, teve neste local o primeiro contato com naves dirigidas por extraterrestres dos tempos atuais. Muito respeitado e admirado em sua cidade, afirmou ter visto nove objetos com o formato de discos, movimentando-se velozmente, a uma velocidade maior que a do som, o que não seria possível para um avião naquele tempo. Ao retornar à base, o piloto contou sua história, mas só foi levado a sério por ser um profissional com muita experiência.
Apesar de surgirem as mais diversas explicações para este evento, a história de Arnold, amplamente divulgada pela imprensa e estudada pela Aeronáutica norte-americana, embora estas pesquisas fossem sempre negadas, deu início ao que se conhece hoje como Ufologia, sendo este acontecimento responsável até mesmo pelo surgimento do símbolo UFO. Esta foi a primeira vez em que a população do Planeta chegou perto da possibilidade de acreditar em naves extraterrestes.

12.682 – Ufologia – O ET de Varginha


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No dia 20 de janeiro de 1996, o Brasil conhecia o suposto caso do um ser extraterrestre que teria sido avistado na cidade de Varginha, em Minas Gerais. O “Incidente de Varginha” ou “ET de Varginha”, como ficou conhecido pela imprensa, foi uma possível aparição de objetos voadores não identificados e de captura de criaturas alienígenas. Tudo começou quando três garotas afirmaram ter visto uma criatura com pele marrom, viscosa, grandes olhos avermelhados e uma cabeça volumosa com protuberâncias. Outras testemunhas na ocasião também disseram ter visto um OVNI. O Corpo de Bombeiros e Polícia Militar do local negaram todas as informações e uma pesquisa da Universidade de São Paulo concluiu que não há provas de que tenha ocorrido a visita de seres extraterrestres a Varginha. Mesmo assim, a história virou uma lenda urbana e o “ET de Varginha” entrou para o folclore nacional. De acordo com uma investigação de 1997, um grande mal entendido teria dado origem ao “ET de Varginha. De acordo com o laudo, as garotas, na realidade, se depararam com um cidadão popularmente conhecido como Mudinho, que vivia com sua família em frente ao terreno do suposto avistamento. Este homem, que tem deficiência mental, tem o hábito de ficar agachado coletando pequenos objetos do chão. No dia do incidente, Mudinho poderia estar sujo de lama por causa das fortes chuvas e teria assustado as garotas que o teriam confundido com uma “criatura alienígena”. Apesar de a presença alienígena ter sido descartada, a cidade de Varginha recebe muitos turistas por conta da história. Inclusive, um dos pontos turísticos da cidade é uma enorme caixa d água no centro, em formato de nave espacial.

12.657 – A montanha sagrada aborígene e os Astronautas Antigos


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Neste místico ponto da Austrália, encontram-se tradições aborígenes, uma indústria turística e, para alguns, a evidência clara da existência de uma antiga civilização extraterrestre.
À primeira vista, ali há somente uma rocha simples, ou uma formação rochosa de 350 metros de altura – embora sua maior parte esteja debaixo da terra -, que se ergue com uma imponente solidão no deserto. Em 1987, Uluru foi declarado Patrimônio da Humanidade, o que só fez aumentar o fluxo de turistas para a região, transformando a rocha em uma indústria em si. O perímetro de Uluru possui uma quantidade grande de pinturas e gravuras que, para os nativos, têm origem divina. É sagrada aos aborígenes e tem inúmeras fendas, cisternas (poços com água), cavernas rochosas e pinturas antigas.
Muitas dessas imagens nas cavernas estão relacionadas à fertilidade e à iniciação e, outras, as mais estranhas, representam os Wandjina, seres mitológicos associados à criação do mundo. São figuras que se assemelham muito aos astronautas ou extraterrestres: de tonalidade acinzentada, não têm boca, mas possuem olhos grandes e negros e a cabeça coberta com uma espécie de capacete.
Para alguns, isso é um suporte perfeito para a teoria dos “Astronautas Antigos”, segundo a qual personagens estranhos trouxeram a vida para a Terra em uma de suas viagens especiais fora do tempo. Para outros, uma simples, e não por isso menos magnífica, invenção ancestral, que tenta explicar o inexplicável (a origem) em uma enorme rocha solitária.
Uluru, também conhecido como Ayers Rock, está localizada quase no centro da Austrália, no Território Norte, a 430 km a sudoeste da cidade de Alice Springs e cerca de 2.800 km de Sydney.

12.650 – Ets Invisíveis?


ETS
ETs, eles seriam uma raça humanoide muito mais evoluída que a espécie humana, só falta a prova

Uma nova teoria sugere um detalhe importante na evolução da vida alienígena e explica porque os humanos não conseguem identificá-la.
O paradoxo de Fermi nos pergunta: se existe tanta vida alienígena por aí, por que nós ainda não a encontramos? Ou talvez, reformulando a pergunta, por que “eles” ainda não nos acharam? Se pensarmos na idade do Universo – 14 bilhões de anos – e no seu vasto número de estrelas, levando-se em consideração que a Terra é um planeta típico, então vida extraterrestre deveria ser comum. Porém, não é isso que a prática tem nos mostrado diante das buscas realizadas e das descobertas dos planetas localizados nas chamadas zonas habitáveis.

Eles estão à nossa frente
Diante de tantas teorias que poderiam apresentar respostas ao paradoxo de Fermi, a hipótese levantada pelo futurista, jornalista e escritor Zoltan Istvan não deixa de ser curiosa. Em artigo publicado no site Mother Board, ele levanta a questão de que não encontramos vida extraterreste pelo simples fato de que nós, humanos, ainda não evoluímos o suficiente para compreender algo que estaria muito à nossa frente.
“O cerne do problema com alienígenas e humanos é que não estamos ouvindo ou vendo-os porque não temos maneiras de entender a língua deles. É simplesmente além da nossa compreensão e habilidades físicas”, defende Istvan.

Espírito alien
Mas o que seria exatamente isso? Ele acredita que uma inteligência verdadeiramente avançada, provavelmente, seria organizada de forma completamente fora da nossa concepção.
“Aliens poderiam evoluir até que eles ficassem puros, intencionalmente conscientes de energia e talvez até mesmo algo além disso. Eles podem ter percebido, há muito tempo, que a biologia e uns zeros em máquinas são, literalmente, muito rudimentares. A verdadeira inteligência avançada poderia ser talvez algo parecido com o um espiríto”.

12.632 – O silêncio dos aliens: teoria sugere que Universo não deu “chance” para eles


ETS
A lei da evolução da vida no cosmos é algo muito mais cruel do imaginamos e isso explicaria a dificuldade em encontrar vida alienígena.
Estariam todos mortos? Eles nunca existiram?
Não exatamente isso, mas a grosso modo talvez. O ambiente hostil do Universo impediria o desenvolvimento da vida e seu estabelecimento no longo prazo em outros planetas. Ao menos essa é a teoria de uma dupla de pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália, de acordo com Joshua A. Krisch, do portal Vocativ.

Sem chances
Os pesquisadores defendem que a vida alienígena sequer teve chance de se desenvolver ou evoluir suficientemente ao ponto de se tornar organismos multicelulares. Partindo desse pressuposto, dificilmente conseguiremos encontrar uma civilização que consiga viajar pelo cosmos e estabelecer algum tipo de contato. Essa seria a razão pela qual até agora não encontramos qualquer outro tipo de vida inteligente diante dos inúmeros planetas potencialmente habitáveis em nossa galáxia que são descobertos.
E por que a vida não consegue persistir em outros locais do Universo a exemplo do que ocorreu aqui na Terra?

Hipótese de Gaia
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores se basearam em um conceito conhecido como Hipótese de Gaia. De acordo com essa teoria, os seres unicelulares são responsáveis por regular seus planetas e torná-los habitáveis. Esses micro-organismos regulam gases presentes na atmosfera, ajudam a controlar as temperaturas da superfície e contribuem para o equilíbrio de todo um sistema compatível, por exemplo, com a existência de água na sua forma líquida.
Será que essa teoria é capaz de convencer todo mundo de que estamos sozinhos no Universo?

12.576 – Sim, aliens existem (ou existiram), cientistas concluem


“Sim, aliens existiram”. Com esse título definitivo, o astrofísico Adam Frank, da Univeridade de Rochester, inicia o artigo que publicou na última sexta-feira no New York Times.
Não que Frank tenha encontrado homenzinhos verdes ou discos-voadores – ele não encontrou. O que ele fez, juntamente com seu colega Frank Sullivan, da Universidade de Washington, foi um pouco menos emocionante que isso: cálculos. Mas, após terminar as contas, os dois não têm mais dúvidas: é muuuuuuuuuuuuito improvável que não tenha surgido pelo menos mais uma outra civilização tecnológica, além da nossa, na história do Universo.
O ponto de partida dos cálculos de Frank e Sullivan é a famosíssima Equação de Drake, imaginada em 1961 pelo astrônomo Frank Drake para tentar determinar a probabilidade de haver sociedades extraterrestres avançadas passíveis de serem detectadas em algum outro ponto do Cosmos. A equação diz o seguinte:

N=R_{\ast }\cdot f_{p}\cdot n_{e}\cdot f_{\ell }\cdot f_{i}\cdot f_{c}\cdot L

Ou, se formos falar português:

O número de civilizações alienígenas no Universo (N) é igual à multiplicação de 7 outros números. O primeiro (R*) é a taxa de formação de novas estrelas. O segundo é a porcentagem dessas estrelas que contêm planetas. O terceiro é o número de planetas capazes de abrigar vida em cada uma dessas estrelas. O quarto é a fração desses planetas que realmente contem vida. O quinto é a porcentagem dessa vida que desenvolveu inteligência. O sexto número é a porcentagem dessa vida inteligente que desenvolve tecnologias de comunicação que podem ser detectadas. E, por fim, L vem de lenght, ou duração: por quanto tempo essa civilização emitiu sinais que podemos detectar.
A equação é instigante, mas, quando Drake a formulou, ela não tinha lá muita utilidade. Afinal, daqueles sete números, seis eram absolutamente desconhecidos: só a taxa de formação de novas estrelas era sabida. Como se sabe, é impossível resolver uma equação se você não conhece quase nenhuma das variáveis envolvidas. Por isso, a equação de Drake vive sendo citada por aí, mas nunca resolvia nada: os otimistas imaginavam que as variáveis tinham valores altos, enquanto os pessimistas achavam que eles eram baixos, e aí nunca chegávamos a acordo nenhum.
Acontece que, entre 1961 e 2016, muita coisa mudou. Naquela época, não se conhecia nenhum planeta fora do Sistema Solar: hoje já se conhecem mais de 3 mil. Os astrônomos agora acham que há planetas girando ao redor de todas as estrelas do firmamento: ou seja, fp parece ser próximo de 100 (100% das estrelas têm planetas). Outro número que parece ser bem alto é ne: não há como saber ao certo quantos planetas orbitam cada estrela, mas tudo indica que seja um punhado. E, a julgar pelos planetas já encontrados até hoje, algo entre 20% e 25% ficam numa zona onde vida é possível.
Partindo desses números conhecidos, Frank e Sullivan resolveram inverter o sentido da velha equação. Em vez de usá-la para calcular quantas civilizações extraterrestres existem, se propuseram a calcular qual é a probabilidade de que a nossa civilização tenha sido a única a surgir no Universo. O resultado é que essa probabilidade é incrivelmente baixa. “A não ser que a probabilidade de uma civilização evoluir num planeta localizado na zona habitável seja de 1 em 10 bilhões de trilhões, então nós não somos os únicos”, escreveu Frank. Em outras palavras: é muito muito muito improvável. Quase impossível.

12.573 – Ufologia – Vida alienígena morreria jovem no Universo e por isso seria difícil encontrá-la


ETS
Os planetas do tamanho da Terra em zonas habitáveis são provavelmente comuns e, diante disso, nossa pergunta segue sendo a mesma: estamos sozinhos?
Na verdade, a busca por vida alienígena tornou-se a missão máxima da próxima geração de telescópios e missões espaciais a Marte e além. Mas poderia nossa busca por ETs ser ingenuamente otimista?
Em pesquisa publicada na revista Astrobiology, há um argumento interessante sobre essa questão da vida alienígena. Os pesquisadores acreditam que a extinção precoce poderia ser o padrão cósmico para a vida no Universo. Isto porque as primeiras condições habitáveis podem ser instáveis.

Persistência da vida é rara
No nosso modelo de planeta, chamado Gaian Bottleneck, os planetas precisam ser habitados para que a vida permaneça. Portanto, mesmo se o surgimento da vida é comum, a sua persistência pode ser rara. Marte, Vênus e Terra eram mais semelhantes entre si em seus primeiros bilhões de anos do que são hoje.
Mesmo que apenas um dos planetas viu o surgimento de vida, esta época coincidiu com um pesado bombardeio de asteroides, que poderia ter espalhado a vida entre os eles. Mas cerca de 1,5 bilhão de anos, após a formação, Venus começou a experimentar o aquecimento descontrolado e Marte passou por um resfriamento.

Interações complexas
Embora o Universo seja cheio de estrelas e planetas propícios à vida, a ausência de sinais extraterrestre sugere que, mesmo que o surgimento da vida seja supostamente fácil, a sua persistência pode ser difícil. Isto é em parte porque as complexidades das interações entre comunidades microbianas que mantêm os ecossistemas estáveis não são suficientemente compreendidos.
Uma das hipóteses é que mesmo quando a vida emerge em um planeta, ela raramente evolui com rapidez suficiente para regular gases de efeito estufa, e, assim, manter as temperaturas de superfície compatíveis com água líquida e habitabilidade.

12.467 -Ufologia – A probabilidade de os terráqueos serem únicos no Universo é mínima


via lactea

Há um mistério que intriga a humanidade: é a possibilidade de que civilizações inteligentes além da nossa tenham florescido ao longo da história do Universo. Nesse sentido, o astrofísico norte-americano Frank Drake — que, por sinal, fundou o SETI, um projeto voltado na busca por inteligência extraterrestre — propôs uma equação nos anos 60 para definir quais seriam as variáveis necessárias para que uma civilização alienígena pudesse se comunicar conosco.

Entretanto, existe um problema com a equação de Drake. Ela possui muitas variantes hipotéticas, como a duração de tempo na qual uma civilização avançada poderia existir — e esse aspecto éincrivelmente hipotético. Afinal, só temos a nós mesmos como parâmetro, e não é porque os humanos começaram a se desenvolver tecnologicamente há 10 mil anos que outras sociedades também devam ou tenham que se desenvolver da mesma maneira.

Equação reformulada

Em um estudo publicado recentemente no renomado periódico científico Astrobiology, pesquisadores da Universidade de Rochester, nos EUA, resolveram dar uma ligeira reformulada na equação de Drake para ver no que dava.

Assim, em vez de focar em civilizações inteligentes que possivelmente existem agora na Via Láctea, eles se concentraram em estimar a probabilidade de que alguma sociedade avançada tenha se desenvolvido no Universo ao longo dos mais de 13 bilhões de anos de sua existência. Na verdade, o que os pesquisadores fizeram foi se perguntar: será que nós somos a única espécie tecnológica de todos os tempos?

Além disso, os cientistas incorporaram as novas descobertas relacionadas com a ocorrência de exoplanetas no cosmos e zonas de habitabilidade à equação de Drake. Pois, com essa mudança de abordagem, os pesquisadores eliminaram a questão da “longevidade” da conta e puderam calcular com qual frequência ao longo da história do Universo uma forma de vida seria capaz de evoluir até um estágio avançado.

O resultado?

Segundo as estimativas deles, a nossa civilização só poderia ser única no cosmos se a probabilidade de uma sociedade avançada se desenvolver em um planeta habitável for menor do que cerca de 1 em 10 bilhões de trilhões. Ou seja, apesar de as chances de existirem espécies inteligentes em mundos alienígenas serem baixas segundo a equação de Drake, elas teriam que ser incrivelmente ínfimas para jamais terem existido para começo de conversa.

Bem, “1 em 10 bilhões de trilhões” é uma cifra extraordinariamente pequena e, conforme explicaram os cientistas, o resultado sugere que outras civilizações avançadas se desenvolveram — e desapareceram — antes de nós surgirmos por aqui. Aliás, esse seria o aspecto triste do estudo.

Considerando que o Universo tem mais de 13 bilhões de anos, mesmo que outras sociedades inteligentes tenham surgido na Via Láctea, por exemplo, se elas viveram apenas durante o período que os humanos (tecnologicamente avançados) existem, ou seja, 10 mil anos, isso significa que todas provavelmente já estão extintas. E quando as civilizações que ainda estão por surgir aparecerem, nós, terráqueos, não estaremos mais por aqui para recebê-las.

 

 

12.457 – Ufologia – Cientistas podem ter encontrado megaestrutura extraterrestre


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Uma estrutura extraterrestre pode estar orbitando a estrela, chamada de KIC 8462852,que está a 1.500 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Cygnus. O fenômeno é tão inexplicável que muitos cientistas já consideram a possibilidade de que algum elemento extraterrestre gigante esteja interferindo na observação.
Embora a distância seja grande, os telescópios conseguiram captar vários escurecimentos repentinos da luz vinda da estrela. No início, os cientistas imaginaram se tratar de uma enorme nuvem de cometas, que se interpunham, mas essa hipótese foi descartada quando eles perceberam que seriam necessários 648 mil cometas circulando simultaneamente para causar esse efeito.
A teoria de uma megaestrutura alienígena, apesar de plausível, é também improvável, ainda mais se considerarmos que estamos falando de um objeto com um tamanho equivalente a cem vezes a distância entre a Terra e a Lua e que teria que escurecer em 20% a luz que vem da estrela.
A hipótese suscita mais perguntas que respostas: é possível que uma civilização extraterrestre consiga montar uma estrutura desse tipo? Se sim, por que não dispõe de tecnologia para colonizar outros planetas, ou enviar sinais de vida? A discussão está aberta.

12.392 – Ufologia – Conheça o complexo militar dos EUA que pode ser a “nova área 51”


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Foto da Área 51

Um equívoco nas fotos de satélite do Google Earth teria revelado um novo assentamento militar secreto nos EUA, que aficionados por extraterrestes apelidaram de “nova área 51”.
Já falamos da polêmica área 51 em outros capítulos do Mega
O destacamento remoto da Base da Força Aérea de Edwards, denominado pela CIA como Campo de Provas e Treinamento de Nevada e Groom Lake, mais conhecido como Área 51, representa um dos maiores mistérios da fenomenologia óvni para o imaginário popular. Mas agora não é mais o único.
Conforme muitos acreditam, há um novo recanto no deserto que, até pouco tempo, não existia, chamado Área 6, localizado a apenas 19 quilômetros da Área 51.
Diante da avalanche de perguntas surgidas com o achado, a versão oficial se ateve a afirmar que se trata apenas de um complexo militar para o teste de aviões não tripulados e que está a serviço do Departamento de Defesa e do Departamento de Segurança Nacional. No entanto, pesquisadores independentes, que estudaram as áreas circundantes, descobriram um raro fenômeno.
Essa informação, que se transformou no novo deleite dos aficionados pelas teorias conspiratórias, revela que a atmosfera do local concentra um grau altíssimo de resíduos nucleares. É que, por se tratar do estado de Nevada, aos pés da Montanha Yucca, o cenário se torna bucólico para quem sonha com campos de teste de tecnologia extraterrestre.
Enquanto a área continuar sendo um mistério absoluto para o conhecimento público, o banquete da especulação conspiratória estará servido.

12.294- Ufologia – Razões pelas quais quase nenhum cientista acredita em discos voadores


ETs2
É quase certo que não estamos sozinhos ? o número de estrelas no universo é tão grande que não tem nome: é um 1 seguido por 29 zeros. Só na Via Láctea, existem entre 100 e 400 bilhões. Demais para achar que eles não estão em lugar nenhum. Mas, ainda que haja milhões de planetas abrigando vida no Universo, as chances de que discos-voadores extraterrestes voem pelos céus da Terra é minúscula. Entenda por quê:

Talvez a civilização tecnológica não seja inevitável
Nem conhecemos a evolução em outros planetas, mas, no nosso, em 4,1 bilhão de anos de vida, a capacidade de criar uma civilização tecnológica só apareceu uma vez. Somos um caso único, que brotou na Terra há apenas 200 mil anos – míseros 0,005% do tempo de existência deste planetinha. Não que sejamos os únicos seres inteligentes do mundo: orcas, golfinhos, elefantes e até mesmo corvos, gralhas e papagaios nunca param de nos surpreender com sua capacidade mental, e até mesmo as plantas estão se revelando mais espertas do que supúnhamos.
Mas, entre tantas espécies inteligentes, só uma julgou necessário construir rodas, canetas, iPhones e naves espaciais. Se é tão raro aqui, não é impossível que seja raro no Universo todo. Será que as condições que deram origem aos seres humanos não são muito peculiares, um acidente que não seria repetido facilmente em outro planeta?

Civilizações não são eternas
Agora, ainda que milhões de civilizações tecnológicas brotem no Universo, nada garante que elas continuem por aí. Considere o seguinte: existimos há 200 mil anos. Mas passamos 190 mil só como um bicho tagarela. Criamos lanças, roupas, flechas e casas, mas vivíamos basicamente na natureza e dela dependíamos 100%, como qualquer outro animal. Foi assim até a invenção mais revolucionária de todas: a agricultura. Isso permitiu que vivêssemos no mesmo lugar, criando cidades e daí Estados e impérios.
Nesses 10 mil anos que vivemos em civilização, a ciência que levou à Apollo 11 é bastante recente ? não dá para dar uma data exata, apenas alguns pensadores cruciais, mas o mundo científico moderno não surgiu antes do século 18, combinando ciência e Revolução Industrial. Durante a maior parte da história deste planeta, não havia aqui nenhum sinal de inteligência que pudesse ser avistado do espaço ? e não podíamos nem sonhar em mandar foguetes para outros planetas. Ainda que ETs inteligentes e tecnológicos sejam comuns Universo afora, nada garante que eles existam na mesma época que nós.

A relatividade é uma estraga-prazeres
Ok, supondo então que, apesar das improbabilidades no espaço e no tempo, haja outras civilizações tão ou mais avançadas que a nossa. A que distância estariam eles? O astrônomo americano Frank Drake, que dedicou umas boas horas de sua vida calculando a probabilidade de que ETs existam, supôs que pudesse haver entre mil e 100 mil civilizações vivas capazes de se comunicar na Via Láctea. Se forem cem mil, um número incrivelmente otimista, isso dá uma distância média de 1.700 mil anos-luz entre uma e outra.
Em outras palavras: é meio longe. A teoria da relatividade geral diz que é impossível qualquer coisa viajar mais rápido que a velocidade da luz. Os aliens mais próximos, então, levariam 1.700 anos chegarem até nós, e o mesmo tanto para voltarem. Difícil acreditar que houvesse alienígenas com disposição para largar tudo por 3.400 anos só para conhecer o bondinho do Pão de Açúcar.
Outra coisa que só viaja à velocidade da luz é o rádio. Quer dizer que os aliens ainda assim não teriam notícias de nós, porque estariam vendo a Terra há 1.700 anos atrás, quando alta tecnologia catapulta. E, se ainda assim decidirem mandar uma mensagem agora para nós, ela só chegará daqui a 1700 anos.

Não existe prova nenhuma.
Dito tudo isso, essa é a razão mais direta para não acreditar em discos-voadores alienígenas. Nenhum artefato alienígena jamais foi encontrado, seja na superfície ou em escavações arqueológicas. Simplesmente não existem evidências sólidas, universalmente aceitas, de que haja discos voadores. Frank Drake é um dos fundadores do Programa SETI, que vem há décadas caçando mensagens no espaço… sem sucesso, apesar de gente de peso apoiar a iniciativa. E, mesmo com esse pessimismo todo, você pode contar o autor dessas linhas como mais um na torcida.
Alguém vai dizer que não existem evidências porque os governos ? todos eles ? acobertam toda e qualquer evidência. Difícil acreditar que o governo da Coreia do Norte esteja colaborando com os Estados Unidos para esconder evidências do público, e que a Alemanha Nazista e a União Soviética também tenham feito isso antes. Por mais que haja relatos inexplicados e histórias mal-contadas, é tremendamente improvável que uma grande conspiração global seja mantida secreta por tanto tempo.
Governos também são ruins em ocultar segredos ? veja o caso do Wikileaks. Talvez alguém diga que a imprensa ? como o Wikileaks ? também está coadunada nessa conspiração. Neste caso, não há muito o que argumentar, porque eu sou da imprensa. Vai que este artigo inteiro foi encomendado pelos aliens, que estão me pagando com uma pistola laser maneiraça.

12.254 – China desaloja milhares para produzir antena gigante para buscar ETs


ETS
ETs, eles seriam uma raça humanóide muito mais evoluída que a espécie humana, só falta a prova

 

Segundo a agência chinesa Xinhua, as pessoas serão retiradas do local para que o telescópio FAST não sofra problemas de interferência de sinal em suas buscas por civilizações avançadas pelo Universo. Todos que moram num raio de 5 quilômetros de Dawodang terão que sair e serão indenizados em, aproximadamente, 1.800 euros.
As obras do telescópio começaram em 2011 e sua inauguração deverá ocorrer no próximo mês de setembro. A enorme antena é composta por um disco de recepção de 500 metros, projetado para captar sinais de rádio emitidos a milhões de anos-luz da Terra. Até o momento, foram gastos 100 milhões de euros, de acordo com o governo chinês.
Além de sinais extraterrestres, o FAST fará uma catalogação da distribuição de hidrogênio atômico neutro no Universo, busca de matéria escura e energia escura e a identificação e observação de pulsares.

12.209 – Pesquisa aponta onde poderemos encontrar vida extraterrestre


Super Ets
O Livro dos ETs, para o ☻Mega

Em que lugar será encontrada, pela primeira vez, vida inteligente fora de nosso planeta? Dentro da nossa galáxia?
Essas perguntas que fascinam os cientistas e os aficionados pelo assunto do mundo todo poderão ter uma resposta certeira.
Dentro da Via Láctea, há zonas estranhas e apaixonantes nas quais se reúnem até um milhão de estrelas em um diâmetro de apenas cem anos-luz: são os aglomerados globulares. Os cientistas conhecem 150 deles, quase todos próximos da periferia galáctica e que, além disso, têm a particularidade de serem extremamente antigos.
Uma pesquisa recente do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics determinou que é em um desses aglomerados globulares onde possivelmente encontraremos vida inteligente. Para começar, os cientistas tiveram que responder a uma pergunta prévia: podem existir planetas em um aglomerado globular? Apesar de suas estrelas serem tão velhas que já não possuem os metais pesados necessários para a confirmação de planetas, os pesquisadores afirmam que foram encontrados planetas ao redor de estrelas com muito menos metais que o nosso Sol, por isso não podemos descartar que existam planetas em aglomerados globulares. E, uma vez que eles deveriam orbitar muito perto de suas estrelas, poderão ter uma sobrevida tão longa quanto a idade atual do universo.
Daí foi tirada a conclusão: uma vida surgida em um planeta de bilhões de anos teve o empo necessário para evoluir até desenvolver uma inteligência. Ao mesmo tempo, dada a proximidade entre as estrelas, um planeta com vida inteligente não demoraria muito para encontrar um modo de comunicação com outro do mesmo aglomerado. Achar planetas em aglomerados globulares, com a tecnologia atual, não é tão simples quanto se pensa, mas, no fim, poderá vir uma grande recompensa.

12.140 – Mega Polêmica – Cientista russo afirma que nossos ancestrais dirigiam carros gigantes e as evidências ainda estão por aqui


marcas de rodas
O diretor do Centro de Pesquisa Científica de Ciências Naturais da Universidade Internacional e Independente de Ecologia e Politologia de Moscou, Alexander Koltypin, fez a sua declaração após voltar de uma viagem de campo em Phrygian Valley. Ele revelou que os campos estavam completamente cobertos por marcas de milhões de anos. “Como geólogo, eu posso dizer que veículos desconhecidos foram dirigidos ao redor da Turquia há aproximadamente 12 ou 14 milhões de anos “, afirmou.
Koltypin diz, ainda, que é bem óbvio que as marcas foram feitas por veículos. A distância entre cada faixa é sempre a mesma e, segundo ele, essas rodas se encaixam em modelos de carros modernos. De acordo com o geólogo, também é possível ver arranhões horizontais, utilizados por rodas antigas.
“Podemos supor que os carros antigos andavam em solos macios e, talvez, em superfícies molhadas. Por serem tão pesados, causaram profundas depressões. E, mais tarde, foram petrificadas, protegendo todas as provas.”, disse.
Tal processo é conhecido pelos geólogos, tendo como exemplo as pegadas dos dinossauros.
Koltypin é bem confiante de que as depressões foram criadas por veículos usados em civilizações não humanas. “Nós não estamos falando de seres humanos”, afirmou. “Acredito que estamos encontrando sinais de uma civilização que existia antes da criação clássica do mundo. Talvez, a nossa pré-civilização não tinha sido como os humanos modernos.”
Ele também diz que os especialistas não concordam com a sua teoria, já que ela poderia arruinar todas as demais teorias clássicas.