13.726 – Me engana que eu Posto – Dietas, câncer e diabetes são os maiores alvos das fake news na saúde


Dr google

Emagrecimento, câncer e diabetes são os temas mais frequentes em notícias falsas sobre saúde no Brasil. A conclusão é de um levantamento inédito de VEJA, que avaliou quase 1000 posts campeões de compartilhamentos do Facebook publicados entre fevereiro e junho em seis páginas que são notórias divulgadoras de enganações sobre o tema. Cerca de 35% versavam sobre fake news médicas.
São elas: “Bruno Gagliasso Amor e Fé” (que não qualquer tem relação nenhuma com o ator da Globo ou foi tirada do ar nas últimas semanas), “Cura Pela Natureza”, “Cura Verde”, “Milagre da Natureza”, “Natureza & Saúde” e “Saúde e Bem-Estar”.
Cerca de 26,4% dos posts traziam notícias sobre obesidade e emagrecimento; 12% a respeito de câncer; 8%, diabetes; 4,5%, gordura no fígado; 3,6% infecção urinária; 2,7% artrite ou dores nas articulações.
Os dados estão em reportagem de capa da revista Veja, uma das revistas de maior circulação pelo Brasil.
O texto mostra como a curandeirice digital representa uma ameaça à saúde pública, prejudica pacientes, preocupa governos e enche de dúvidas os consultórios médicos.
Mais: representam um desafio para campanhas de vacinação, em meio à ameaça da volta da poliomielite. Além disso, confira onde procurar informações confiáveis e tirar suas dúvidas sobre o que pode ser uma fraude.

Fake news

13.701 – Mega Vídeo – Projetos Futurísticos do Google


O que é futurologia?

É a tentativa de prever, com uma abordagem científica, o futuro mais ou menos remoto da humanidade, tendo como objetivo abordar os vários cenários possíveis do futuro.
Apesar de uma elevada exatidão em pontos específicos, o trabalho de um futurólogo não é indicar o que vai acontecer, mas sim o que poderá acontecer. Em futurologia os cenários e eventos são, ou não, definidos como:

possíveis,
prováveis,
desejáveis.
A futurologia busca entender o que provavelmente continuará e o que poderá plausivelmente mudar. Parte da disciplina pretende, assim, uma compreensão sistemática e com base em padrões do passado e do presente, e para determinar a probabilidade de eventos e tendências futuras.
Vejamos abaixo num vídeo alguns projetos futurísticos do gigante Google, uma das empresas que mais investem em tecnologia no mundo:

13.626 – Google prepara recurso para envio de SMS no Android pelo navegador do PC


google de olho
Vai dar para enviar mensagens de texto pelo navegador, caso você seja usuário do Android. Códigos encontrados dentro do aplicativo Android Messages do Google indicam que a empresa planeja disponibilizar essa funcionalidade no futuro.
O pessoal dos sites XDA Developers e Android Police vasculharam os dados da versão mais recente do app Android Messages, que o Google disponibiliza para gerenciamento de mensagens SMS no Android. E eles encontraram algumas coisas bastante interessantes escondidas no código do arquivo APK.
Referências a um recurso indicam que, em breve, vai dar para mandar mensagens a partir do navegador. A ferramenta funcionaria com o pareamento do smartphone a um site na web a partir de um código QR. A partir daí, é só digitar no teclado o que o usuário quer que seja enviado para seus contatos.
O recurso foi parcialmente implementado na versão 2.9 do Android Messages, mas não é possível enviar mensagens no momento.
Outro recurso que pode ser incluído no futuro é uma forma de enviar dinheiro para amigos via SMS a partir do Google Pay. O Google também está preparando uma ferramenta parecida com as respostas inteligentes de apps como Gmail, Allo e Inbox.
Até agora, no entanto, não há nenhuma informação por parte da empresa em relação à disponibilidade das novas funções. Referências a um recurso em um arquivo APK não significa necessariamente que ele vai existir um dia, mas é um indício de que o Google ao menos estuda expandir as funcionalidades de SMS no Android.

13.572 – Mega Byte – Google abre laboratório de inteligência artificial na China


google de olho
O Google não pode operar nenhum dos seus principais serviços na China, mas isso não impede que a empresa invista no país. Agora o Google abriu um laboratório voltado para inteligência artificial para competir com nomes locais como Baidu, Tencent e Alibaba.
De acordo com o Google, o laboratório será o primeiro do tipo na Ásia e foi criado a partir de uma pequena equipe que trabalhava em pesquisas básicas relacionadas a inteligência artificial, segundo a Reuters.
A expectativa do Google é atrair grandes mentes chinesas da área para contribuir com o desenvolvimento das tecnologias de aprendizado de máquina. Os trabalhos serão feitos em conjunto com outros laboratórios abertos em Nova York, Toronto, Londres e Zurique.
Apesar de não autorizar a operação dos serviços do Google no país alegando que eles ferem ideais socialistas, o governo chinês vê com bons olhos as pesquisas relacionadas a inteligência artificial, o que faz com que muitas empresas chinesas já tenham estudos avançados na área – o Baidu, por exemplo, está desenvolvendo um carro autônomo próprio.

13.517 – Google em Marte


Os terráqueos que têm o hábito de brincar no Google Street View agora podem explorar um terreno bem mais interessante que a sua vizinhança. Criado em parceria com a Nasa, o mapa 3D AccessMars permite que você navegue pelo poeirão e conheça de perto cada cratera do planeta vermelho – sem precisar sair do conforto de sua cadeira. Todo o percurso é feito nas costas da Curiosity, sonda que a Nasa mantém em Marte, e pode ser melhorada com ajuda de óculos de realidade virtual ou fones de ouvido.
A Curiosity explora o planeta vermelho há cinco anos, doida para achar qualquer evidência que nos permita continuar sonhando com a colonização do território marciano. Não deixe esse aspecto de carrinho de controle remoto enganar você: a máquina tem cerca de 900 kg – mais ou menos do tamanho de um carro popular. Além disso, ela está equipada com 17 câmeras, estrategicamente posicionadas para gerar imagens de alta qualidade de seu entorno. Foi combinando essas imagens que o Google criou a nova ferramenta.
É possível navegar pelo desktop ou smartphone: basta sair deslizando o mouse (ou o dedo) no cenário, por onde sua intuição astronauta lhe guiar. Porém, em vez de se sujeitar à velocidade real de 3,8 cm por segundo da máquina, o usuário pode se deslocar bem mais rápido.
Com a ajuda de um mapa, é possível navegar 360º por vários pontos específicos, como o exato local onde o veículo aterrissou, no longínquo mês de agosto de 2012. É possível também, para aumentar o grau de realidade da experiência, que sua jornada parta da localização atual do Curiosity. Clicando em partes do veículo, por exemplo, é possível ouvir detalhes sobre seu design; apontando o curso para as vizinhanças, você recebe informações sobre a topografia e geologia do local.
Quem lhe acompanha pelo tour guiado é Katie Stack Morgan, cientista do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, e dona da voz que tece os comentários sobre a viagem. De acordo com o site Quartz, a Nasa costuma manter os dados da missão sempre atualizados, o que permite gerar novas imagens dentro de uma semana – mais rápido do que a sua rua muda no Street View.

13.340 – Invasão de Privacidade – O Google quer fazer backup do seu computador


google de olho
Fazer backup é tão essencial quanto escovar os dentes. Mas quase ninguém faz – em parte, porque é uma tarefa meio chata. O Google quer mudar isso com seu novo aplicativo: o Backup and Sync, que foi lançado. Você instala o programa no seu PC ou Mac, diz quais pastas ele deve copiar, e não precisa mais se preocupar com nada – o software manda tudo para o Google Drive. Ele também monitora as pastas, salvando automaticamente arquivos novos ou modificados.
Parece muito bom – mas tem dois poréns. Primeiro, a própria capacidade do Google Drive. Ele só dá 15 gigabytes de espaço, o que pode não ser suficiente para fazer backup de todos os seus arquivos. Se você quiser mais capacidade, tem de pagar: o plano de 100 gigabytes custa 7 reais por mês, e o de 1 terabyte sai por R$ 35 mensais. Não é pouca coisa.
A outra questão diz respeito aos termos de uso do serviço.”Quando você faz upload de conteúdo, você dá ao Google uma licença global para utilizar, hospedar, reproduzir, modificar, criar versões derivadas, comunicar, mostrar publicamente e distribuir esse conteúdo (…) Essa licença permanece mesmo se você deixar de usar os nossos serviços”. Ou seja: essencialmente, o Google pode fazer o que quiser com os arquivos que você subir no Drive.
Inclusive ler o conteúdo deles. “Nossos sistemas automatizados analisam o seu conteúdo (incluindo emails) para fornecer recursos relevantes, como resultados personalizados para buscas, publicidade customizada e detecção de spam e vírus”. Nada impede, por exemplo, que um dia o Google decida compartilhar metadados do seu disco rígido com anunciantes.
Vale lembrar que isso já acontece, há mais de uma década, com o Gmail – cujas mensagens são lidas pelos robôs do Google. Isso chegou a gerar certa preocupação no começo, mas não impediu que o Gmail se tornasse o maior serviço de email do mundo, com mais de 1 bilhão de usuários. Curiosamente, ele agora faz o caminho oposto: em junho, o Google anunciou que o Gmail não vai mais xeretar as mensagens dos usuários.

13.111 – Internet – O Google e a Automedicação


Você está no ☻Mega Arquivo

busca-por-sintomas
A automedicação é uma prática bastante difundida não apenas no Brasil, mas também em outros países. Em alguns países, com sistema de saúde pouco estruturado, a ida à farmácia representa a primeira opção procurada para resolver um problema de saúde, e a maior parte dos medicamentos consumidos pela população é vendida sem receita médica. Contudo, mesmo na maioria dos países industrializados, vários medicamentos de uso mais simples e comum estão disponíveis em farmácias, drogarias ou supermercados, e podem ser obtidos sem necessidade de receita médica (analgésicos, antitérmicos, etc).
Debate-se se um certo nível de automedicação seria desejável, pois contribuiria para reduzir a utilização desnecessária de serviços de saúde. Afinal, dos 160 milhões de brasileiros, 120 não têm convênios para assistência à saúde.
A decisão de levar um medicamento da palma da mão ao estômago é exclusiva do paciente. A responsabilidade de fazê-lo depende, no entanto, de haver ou não respaldo dado pela opinião do médico ou de outro profissional de saúde.
Para encurtar os caminhos para a obtenção do alívio dos incômodos que o afligem, em inúmeras ocasiões, diante de quaisquer sintomas, especialmente os mais comuns como aqueles decorrentes de viroses banais, o brasileiro se vê, de pronto, impulsionado a utilizar os medicamentos populares para gripe, febre, dor de garganta, etc; ou a procurar inicialmente orientação leiga, seja dos amigos íntimos ou parentes mais experientes ou até mesmo do farmacêutico amigo, à busca de solução medicamentosa (“vou lá na farmácia do Sr. Paulo para tomar uma injeção para gripe”). A mídia televisiva e vários outros meios de comunicação e propaganda como o rádio ou “outdoors” insistem com seus apelos a estimular a todos a adotar tal postura, inserindo no final da propaganda a sua tradicional frase “persistindo os sintomas um médico deve ser consultado”, como se isso os isentasse de toda e qualquer responsabilidade. Antes esta advertência do que nenhuma.
No Brasil, embora haja regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a venda e propaganda de medicamentos que possam ser adquiridos sem prescrição médica, não há regulamentação nem orientação para aqueles que os utilizam. O fato de se poder adquirir um medicamento sem prescrição não permite o indivíduo fazer uso indevido do mesmo, isto é, usá-lo por indicação própria, na dose que lhe convém e na hora que achar conveniente. Dados europeus indicam que, em média, 5,6 pessoas por farmácia e por semana fazem uso indevido de algum tipo de medicamento.
Em nosso país, a extensão da automedicação não é conhecida com precisão, mas apenas em caráter anedótico ou por meio de levantamentos parciais e limitados. A Pesquisa por Amostragem Domiciliar de 1998 do IBGE oferece alguns elementos de informação. Entre as pessoas que procuraram atendimento de saúde, cerca de 14% adquiriram medicamentos sem receita médica; percentual que parece muito subestimado, talvez em função da pesquisa não ter sido desenhada com a finalidade de avaliar a automedicação.
As razões pelas quais as pessoas se automedicam são inúmeras. A propaganda desenfreada e massiva de determinados medicamentos contrasta com as tímidas campanhas que tentam esclarecer os perigos da automedicação. A dificuldade e o custo de se conseguir uma opinião médica, a limitação do poder prescritivo, restrito a poucos profissionais de saúde, o desespero e a angústia desencadeados por sintomas ou pela possibilidade de se adquirir uma doença, informações sobre medicamentos obtidos à boca pequena, na internet ou em outros meios de comunicação, a falta de regulamentação e fiscalização daqueles que vendem e a falta de programas educativos sobre os efeitos muitas vezes irreparáveis da automedicação, são alguns dos motivos que levam as pessoas a utilizarem medicamento mais próximo.

O Papel do Google
Pessoas sentem algo de errado com o corpo, procuram o sintoma na internet e fazem um autodiagnóstico por meio dos resultados encontrados. Essa situação é cada vez mais comum, entretanto, as consultas feitas com o “Dr. Google” parecem inocentes, mas podem causar riscos à saúde, como por exemplo, ignorar uma doença grave ou causar pânico à toa.
Para se ter uma ideia, uma pesquisa analisou mais de mil vídeos sobre insuficiência cardíaca, hipertensão e arritmias na internet, e chegou ao resultado: 95% desses vídeos contém informações erradas.
Antigamente, por falta de conhecimento, as pessoas confiavam mais em suas receitas de cura caseiras que foram passando de geração para geração. Hoje, o excesso de informação que atrapalha e gera ainda mais dúvidas nos pacientes.
Muitas vezes, os pacientes acreditam já ter se autodiagnosticado em casa por meio de informações que encontram na internet e vão a um consultório médico apenas em busca de uma confirmação do que já acreditam ser a verdade.
Nestes casos, quando o médico os contradiz, a desconfiança e a dúvida vêm à tona.
Atualmente é muito fácil encontrar informações e com a popularização de smartphones e computadores, os pacientes recorrem a pesquisas na internet para tirar dúvidas sobre sua saúde. Foi cunhado até o termo “Dr. Google” para definir essa pesquisa em sites de busca da internet para autodiagnóstico.
Apesar da internet conter muita informação, só um profissional da área pode transformar esses conhecimentos em ações práticas e tratamentos eficientes adequados para cada paciente.

 

13.032 – Google cria prêmio milionário para quem levar minijipe à Lua primeiro


minijipe
Trata-se do Prêmio X Lunar Google (GLXP), patrocinado pela gigante da internet para fomentar o desenvolvimento de tecnologias espaciais de baixo custo e a exploração do satélite natural da Terra.
A maior bolada –US$ 20 milhões– vai para o primeiro grupo que conseguir pousar na Lua um módulo robótico capaz de se deslocar por no mínimo 500 metros pela superfície e transmitir vídeos e fotos em alta definição de lá.
O segundo colocado, se houver, não sairá de mãos abanando; levará US$ 5 milhões. É importante colocar esses valores em perspectiva, porém. O preço de tabela para o lançamento de um foguete Falcon 9, da SpaceX –o mais barato do mercado com capacidade para levar uma carga útil até a Lua–, não sai por menos que US$ 62 milhões.
E as regras da premiação exigem que 90% do financiamento do projeto seja privado. Ou seja, as equipes precisam ter um plano de negócios que justifique o investimento todo na missão.
Isso explica a intensa movimentação no grid até o último dia de 2016: das 16 equipes atualmente inscritas (antes eram 29), apenas 5 conseguiram apresentar contratos de lançamento. E como o contrato assinado até o fim do ano é pré-condição para seguir na disputa, várias delas estão se associando.
É o caso da brasileira SpaceMETA, liderada pelo engenheiro Sergio Cavalcanti. Ela chegou a ter um acordo assinado para usar o primeiro voo do foguete Cyclone-4 a partir de Alcântara, mas o lançador se desmaterializou com o cancelamento da parceria entre brasileiros e ucranianos.
Agora, para ter alguma chance, ela e outras três equipes tentam se reunir num grupo em torno do grupo internacional Synergy Moon. “Montamos a estratégia de desaparecer e reaparecer com um time global”, disse Cavalcanti à Folha. Detalhe: o contrato da Synergy, embora reconhecido pelos juízes do GLXP, envolve um foguete ainda não testado sequer uma vez em voo.
Movimento similar de emparceiramento de última hora fez a equipe japonesa Hakuto, que se juntou à indiana Team Indus para viajar junto com ela. Mas nesse caso a chance de sucesso é bem maior: elas têm voo assegurado no foguete indiano PSLV –lançador que inclusive já realizou uma missão lunar, a Chandrayaan-1. (Será esse mesmo lançador que levará a Garatéa-L, primeira missão lunar brasileira, em 2020.)

Objetivos
> Pousar suavemente uma espaçonave na Lua

> Viajar 500 metros no solo lunar

> Enviar fotos e vídeos em alta definição

Prêmios

1º colocado – US$ 20 milhões
2º colocado – US$ 5 milhões
Prêmios-bônus – US$ 5 milhões

Prazo final
31 de dezembro de 2017

Equipes
> Team SpaceIL (Israel)
> Team Indus (Índia)
> Part-Time Scientists (Alemanha)
> Moon Express (EUA)
> Synergy Moon (internacional)
> STELLAR (EUA)
> Independence-X (Malásia)
> Omega Envoy (EUA)
> Euroluna (internacional)
> Hakuto (Japão)
> Astrobotic (EUA)
> Team Puli (Hungria)
> SpaceMETA (Brasil)
> Team Plan B (Canadá)
> AngelicvM (Chile)
> Team Italia (Itália)

12.989 – Popularidade não é qualidade-Motivos para você trocar o WhatsApp pelo Google Allo agora mesmo


whats-gloogle
O WhatsApp pode ser o aplicativo de mensagens mais popular do Brasil, mas está longe de ser o melhor. Existem concorrentes muito mais eficientes em diversas tarefas, embora nenhum tenha tantos usuários quanto o app de ícone verde que pertence ao Facebook.
Uma das melhores alternativas é o Allo, desenvolvido pelo Google. Mais do que um simples mensageiro, esse app é quase uma janela de bate-papo privada com a inteligência artificial do Google, provendo mensagens de texto, vídeo ou áudio entre contatos e muito mais.
Nesta semana, o app ficou ainda mais completo, graças a uma atualização disponibilizada especialmente para os brasileiros. Confira abaixo alguns motivos pelos quais você deveria aposentar o WhatsApp e começar a usar um aplicativo bem mais completo como o Allo.

O Allo é mais inteligente
Um dos melhores recursos do Allo é o Google Assistente, um sistema de inteligência artificial que conversa com o usuário por texto como se fosse uma pessoa de verdade. Com ele, é possível ter acesso a diversas funções e informações instantâneas da internet com apenas alguns toques. Nada que o WhatsApp seja capaz de fazer.
Quer saber quando o seu time joga? Mande uma mensagem para o Assistente perguntando. Está marcando de ir ao cinema numa conversa com um amigo? Convide o Assistente para a conversa e pergunte-o sobre os filmes em cartaz. Usar o Allo é como ter o Google na ponta dos dedos, sem precisar sair e trocar de aplicativo.

O Allo é mais leve
roid, o Google Allo ocupa menos de 40MB da memória interna, enquanto o WhatsApp pode ultrapassar os 70MB – mesmo sem mensagens, imagens ou vídeos armazenados. Já que o Allo também usa sua agenda para carregar os contatos, não é preciso manter o WhatsApp instalado ocupando espaço inútil.
Com uma interface bem mais simples e recursos minimalistas, executando a maior parte do seu processamento na nuvem, o Allo é também uma dor de cabeça a menos para o seu celular, rodando em qualquer dispositivo intermediário ou dos mais baratos – sem travar ou engasgar o sistema.

O Allo permite maior integração com o Google
Se você é usuário de outros serviços do Google, como o Gmail, o Chrome, o Maps e os apps básicos do Android como um todo, você certamente sentirá os benefícios de usar um aplicativo de mensagens integrado a tudo isso.
Ligado à sua conta do Google, o Assistente do Allo pode localizar rapidamente compromissos na sua agenda, contatos do seu telefone, locais de interesse na sua cidade (o endereço da sua casa e do trabalho, por exemplo) e até suas preferências de pesquisa. Tudo a um simples comando de distância, por texto ou voz.

O Allo é mais útil
Diga a verdade: você só tem o WhatsApp instalado no smartphone porque quase todos os seus contatos só usam ele. No fundo, o WhatsApp é mais uma obrigação do que um app verdadeiramente útil, sendo que vários outros aplicativos podem fazer o mesmo que ele e muito mais.
O Allo é um bom exemplo. Mais do que um mensageiro, o app é um canal de comunicação direto com o Google. É como ter toda a inteligência artificial da empresa à sua disposição para conversar e te informar de forma rápida e simples. O WhatsApp, por sua vez, é só um mensageiro, e nem é dos mais completos.

O Allo é mais divertido
Não existem muitas opções de formatação para as suas mensagens no WhatsApp. Você pode usar alguns códigos para deixar o texto em negrito ou itálico, mas não pode mudar o tamanho da fonte ou adicionar stickers à conversa, apenas emojis.
Nesse sentido, o Allo é mais “divertido” de usar. Além de inserir o Assistente na conversa para conferir respostas engraçadas, você tem à disposição joguinhos virtuais, stickers e pode muito bem aumentar o tamanho da fonte para maior dramaticidade. O Allo enche os olhos, enquanto o WhatsApp é um tanto monótono.

12.847 – Barbeiragem Automática – Carro autônomo do Google é parcialmente destruído em acidente


carro-google
Um dos carros do Google se envolveu em um dos mais graves acidentes desde que a companhia colocou sua frota de veículos autônomos nas ruas.
O acidente ocorreu no cruzamento entre as avenidas El Camino Rea e Phyllis, em Mountain View, Califórnia. O carro do Google fazia a travessia quando foi atingido na lateral por uma van que furou o farol vermelho.
Não houve feridos, mas os veículos tiveram de ser guinchados. O do Google ficou com a lateral parcialmente destruída e o impacto foi tão forte que provocou o acionamento dos airbags. Acidentes envolvendo os veículos da empresa não são novidade, mas a maioria deles consiste em pequenas batidas na traseira.
De acordo com a companhia, o veículo estava sendo conduzido autonomamente. O farol tinha ficado verde há cerca de seis segundos quando o sistema notou a aproximação da van. Quando isso aconteceu, o carro acionou os freios automaticamente, pouco antes de o condutor fazer o mesmo pisando no pedal, mas a ação não evitou a colisão.
“Milhares de acidentes ocorrem a cada dia nas estradas dos Estados Unidos, e furo do farol vermelho é a principal causa de batidas urbanas nos EUA”, destacou o Google, em nota. “Erro humano tem papel em 94% dessas batidas, e é por isso que estamos desenvolvendo tecnologia totalmente autônoma para fazer com que as nossas estradas sejam mais seguras.”

12.842 – Google anuncia central de computação em nuvem no Brasil


google-lifi-li-fi-internet
O Google anunciou, o Google Cloud, uma central de computação em nuvem e série de produtos voltados para empresas brasileiras. A nova estrutura será em São Paulo e deve ficar pronta em 2017.
A plataforma foi pensada para as empresas, com sistemas integrados que incluem garantias em todos os níveis de serviço, com todos os componentes integrados e para o ponto de precificação que o cliente escolher.
O Google Cloud inclui tudo de Google Cloud Platform, que são aplicações de colaboração e produtividade, chamadas de G Suite, e todas as ferramentas e APIs de Machine Learning, APIs empresariais de mapas, smartphones e tablets Android e os Chromebooks que acessam a nuvem.
De acordo com a vice-presidente sênior do Google Cloud, Diane Greene, nos próximos cinco anos, negócios de todos os tipos serão transformados por dados inteligentes, análise, machine learning e comunicação digital, sendo que o que vai diferenciar os negócios no futuro é a tecnologia digital.
Além da infraestrutura brasileira, a companhia pretende abrir unidades nos Estados Unidos, Cingapura, Austrália, Alemanha, Reino Unido, Índia e Finlândia.

12.776 – Inteligência artificial do Google vai ajudar a tratar câncer


inteligencia google
O Google DeepMind está trabalhando em um sistema de inteligência artificial que ajude a reduzir o tempo gasto por médicos para tratar certos tipos de câncer. O projeto, desenvolvido em parceria com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e do hospital universitário da University College London, tem como foco os cânceres de cabeça e pescoço, condições de díficil tratamento por sua proximidade com partes importantes do corpo.

Como vai funcionar?
Antes de começar qualquer tipo de tratamento de radiação, os médicos preparam um mapa detalhado de onde ela será administrada em cada paciente. Esse procedimento tem como objetivo evitar danificar tecidos próximos ao câncer. O Google explica que o processo demora até quatro horas para ser finalizado e que a ideia é automatizá-lo, reduzindo o tempo total para até uma hora.
Segundo o Dr. Yen-Ching Chang, que dirige a radioterapia no hospital universitário da College London, afirma que a tecnologia poderá liberar os médicos para se concentrar no atendimento do paciente e na pesquisa e ensino da doença.
Essa não é a primeira vez que o Google trabalha os sistemas de inteligência artificial para ajudar os médicos. Em julho a Deep Mind afirmou que vai desenvolver um sistema para detectar indícios de cegueira nos primeiros estágios da doença, evitando que os pacientes percam a visão.

12.435 – Deus te Ouça …- Diretor do Google prevê que humanidade logo chegará à vida eterna


google dna
Dentro dos próximos 10 ou 15 anos, a humanidade terá conhecimento suficiente para “prolongar sua vida de forma indefinida”.
A previsão foi feita em uma entrevista à TV pelo futurólogo e inventor Ray Kurzweil, responsável pelo setor de engenharia do Google. Ele acredita que, em pouco tempo, a humanidade estará pronta para lidar com qualquer tipo de doença, por meio da introdução de nanorrobôs no organismo, que irão circular pela corrente sanguínea enquanto monitoram o estado de saúde do indivíduo e combatem qualquer tipo de infecção.
Kurzweil prevê também que nosso cérebro será transformado em um complexo HD, com a propriedade de fazer downloads e uploads em conhecimentos de todos os tipos. Indo ainda mais longe, ele afirmou que, até 2040, nossa raça terá alcançado a “singularidade”, ou seja, a fusão entre a inteligência artificial e a do cérebro humano, dando origem ao super-homem.
O futurólogo acredita que os robôs terão um papel fundamental em nossas vidas, embora de forma gradativa. Primeiro, como auxiliares domésticos; depois, como sistemas obrigatórios para a condução guiada de veículos aéreos, marítimos e terrestres; até, finalmente, terem seu tamanho reduzido para serem utilizados como nanorrobôs em nosso organismo.
A partir de 2045, quando o planeta inteiro for um único supercomputador, a humanidade estará fundida à sua própria criação e centralizará suas atividades na exploração do universo, no ajuste de equações físicas e nas viagens a outras dimensões.
As previsões de Kurzweil, no entanto, não contemplam fatores decisivos para qualquer desenvolvimento tecnológico, como as guerras, as conjunturas políticas, as desigualdades sociais, as mudanças climáticas ou, até mesmo, a diminuição dramática de água doce disponível.

12.397 – Mega Byte – Google é mais uma vez acusado de racismo graças a seu buscador de imagens (?)


google racismol
Um post publicado no Twitter e compartilhado mais de 6 mil vzes em suas primeiras 24 horas no ar está gerando polêmica. No centro da discussão está, mais uma vez, o potencialmente racista do algoritmo do Google. O buscador de imagens da plataforma parece interpretar os termos “corte de cabelo não profissional para o trabalho” e “corte de cabelo profissional para o trabalho” com um inesperado preconceito étnico.
Os resultados para o primeiro termo mostram, em sua maioria, mulheres negras com cabelo naturalmente crespo. Já a pesquisa por cortes “profissionais” mostra muito mais mulheres caucasianas de cabelo liso. A descoberta alimentou o debate sobre o quanto do sistema de buscas do Google é abastecido por algoritmos independentes e o quanto há de preconceito no código da plataforma.
O Google já informou que seu sistema de busca de imagens mistura uma tecnologia rudimentar de reconhecimento de formas – suficiente para diferenciar um rosto humano de uma rocha, por exemplo – com algoritmos que levam em conta diversas outras informações contextuais, como pesquisas anteriores, resultados mais clicados e, é claro, a página de onde cada imagem está sendo retirada.
Leigh Alexander, colunista do jornal britânico The Guardian, notou que muitos dos resultados mostrados na pesquisa por “corte de cabelo não profissional para o trabalho”, exibindo mulheres negras de cabelo crespo, pareciam sair diretamente de sites que questionavam esses padrões estéticos. Um dos resultados, por exemplo, vinha de um post que celebra o cabelo natural em detrimento da “ridícula pressão” do ambiente de trabalho por alisamentos artificiais.
Outros resultados seguiam a mesma receita, mostrando que o algoritmo do Google também tende a relacionar os termos da pesquisa com a fonte original das imagens mais populares. Desse modo, o sistema também acaba por reforçar alguns estereótipos, mesmo que sem essa intenção, dependendo das palavras utilizadas para a busca.
“O algoritmo não tem o objetivo de ser imperialista, é claro”, diz Leigh. “Ele faz o que foi desenvolvido para fazer: refletir o conteúdo que tem à disposição. Mas o sonho de uma web ‘igualitária’ permanece somente isso, e a fantasia de um servo digital verdadeiramente sem preconceitos que nos mostra o verdadeiro tamanho e escopo do mundo ainda não foi realizado.”

12.226 – Google pretende entregar internet 5G através de drones movidos a energia solar


Google-Titan-Drone-Internet-5G
Secretamente, o Google testou diversos drones, movidos a energia solar, que distribuem sinais de Internet 5G, no Novo México, EUA, com o potencial de transmitir diversos gigabits de dados por segundo, o que representa 40 vezes mais dados do que os serviços sem fio atuais mais rápidos do mundo.
Chamado de Skybender, o projeto visa aproveitar as ondas milimétricas de alta frequência, ou seja, uma região específica do espectro eletromagnético que pode, teoricamente, transmitir dados com muito mais eficiência do que as frequências atuais de telefone e internet sem fio, já congestionadas.
“A grande vantagem de ondas milimétricas é o acesso ao novo espectro, porque o espectro de celulares móveis existente está superlotado”, disse o engenheiro elétrico Jacques Rudell, da Universidade de Washington, que não está envolvido no projeto.
No espectro eletromagnético, ondas milimétricas ocupam o espectro de frequência de 30 GHz e 300 GHz, localizado entre micro-ondas (1GHz a 30GHz) e (IR) das ondas infravermelhas, o que as faz mais longas do que as ondas infravermelhas ou raios-x, mas mais curtas do que as ondas de rádio ou micro-ondas.
O problema com a utilização contínua da comunicação sem fio da maneira atual, é que todos os tipos de comunicação que envolvem transmissões de rádio, televisão, telefone, ou via satélite, ocupam uma faixa específica de comprimentos de onda – ou frequências -, e os fornecedores estão criando seus próprios “canais” dentro delas, para evitar interferências, causando uma superlotação.
“Por exemplo, uma conversa telefônica requer apenas cerca de 6KHz de largura de banda, enquanto uma transmissão de TV, que transmite quantidades muito maiores de informação, requer cerca de 6 MHz (Um quilohertz possui 1.000 ciclos por segundo; um mega-hertz possui 1 milhão de ciclos por segundo). Aumentos na quantidade de informações transmitidas exigem a utilização de frequências mais elevadas. É aí que as ondas milimétricas entram”.

12.184 – Mega Byte – Atualização facilita o uso do Google Docs


Commenting_made_easier_Docs.0

De olho na concorrência e preocupado com a possibilidade de perder mercado para outros serviços, como o Office 365, o Google anunciou uma atualização que traz uma série de melhorias para o Google Docs, nas versões desktop e mobile.
Quem usa o Google Docs no PC vai perceber que, ao selecionar um texto, um botão aparecerá à direita. Ele permite que o usuário comente o trecho rapidamente ao clicar e começar a digitar. Antes, era necessário utilizar uma combinação de teclas.
Na versão mobile, a novidade é a chegada do recurso de comentários, mais ou menos como funciona no desktop.

11.905 – Mega Techs – Lentes de contato do Google poderiam ser carregadas com energia solar


lentes
O Google registrou uma nova patente que pode significar que no futuro as lentes de contato terão mais funções além de corrigir a visão. As lentes de contato inteligentes da empresa seriam carregadas com energia solar e coletariam informações biológicas do usuário.
Em 2014, a empresa já havia anunciado que tinha um projeto de lentes de contato inteligentes e que estava testando lentes que mediam os níveis de glicose nas lágrimas usando um pequeno chip wireless e um sensor de glicose.
De acordo com a nova patente, a lente teria sensores que captariam também outras informações biológicas, como a temperatura corporal e o nível de álcool no sangue, além de captar dados sobre o ambiente que a pessoa se encontra e a presença de substâncias que podem dar alergia como grama, pólen ou pelos de animais.
As lentes de contato seriam capazes de serem carregadas com luzes fortes graças a sensores fotodetectores e células solares presentes nelas. Além disso, elas teriam a habilidade de se comunicar com smartphones e computadores.
O Google ainda sugere na patente que essas lentes podem ser capazes de ler informações em códigos de barras e ser usadas para verificar a identidade da pessoa, por meio de uma análise de retina.

11.904 – Mega Byte: Golpe de Mestre – Youtubers foram praticamente forçados a participar da versão paga do site


you tube
Recentemente, quando anunciou seu serviço de assinaturas que leva a conteúdo exclusivo e sem publicidade, o YouTube afirmou orgulhosamente que a maioria dos youtubers parceiros aderiram à novidade. O que a plataforma deixou de comentar é que essas pessoas não tinham muita escolha.
O TechCrunch explicou que todos os parceiros tiveram de decidir entre fazer parte do YouTube Red ou ter seus vídeos escondidos do público – na versão gratuita do site e na Red, que custará US$ 9,99 por mês.
Isso inclui comediantes, músicos, gameplayers etc. “É uma pílula difícil de ser engolida que faz o YouTube se parecer com um valentão”, comenta o site.
Para deixar claro que quase todos os youtubers parceiros entraram no YouTube Red, o chefe de negócios do YouTube, Robert Kyncl, afirmou ontem que 99% do conteúdo consumido na plataforma permanecerá disponível. “Mas eles não tiveram muita escolha, caso contrário perderiam tanto a forma antiga de remuneração quanto na remuneração por assinatura e a conexão [que têm] com os fãs”, ressalta o TechCrunch.

10.851 – Mega Byte – Google passa a ser Alphabet


gooogle
O Google dará prosseguimento aos seus planos de reorganizar todos os seus serviços e empresas sob uma “holding” chamada Alphabet Inc. Segundo o anúncio, a empresa espera finalizar hoje o processo, e já começar a próxima semana negociando seus papéis sob o nome de Alphabet.
Conforme anunciado em agosto, o Google como conhecemos passará a ser controlado por uma empresa-mãe chamada Alphabet. A Alphabet será liderada por Larry Page (que será o CEO) e Sergey Brin (que será o presidente), e controlará todos os serviços do atual Google. Laboratórios, serviços e empresas tais como o Youtube, Gmail, Android, Google X, Nest e Calico passarão a ser tratados como empresas separadas, todas elas “filhas” da Alphabet, como parte da reestruturação.
O núcleo do Google, porém, com Maps, Android, Chrome e Youtube – que geram a maior parte da receita da empresa – continuarão a se chamar Google, mas passarão a ser uma empresa filiada (e subordinada) à Alphabet, sob a liderança de Sundar Pichai. Aqui, é possível ver um gráfico que mostra como a empresa ficará após a mudança.

O que muda?
São diversos os motivos listados pelo Google para essa mudança, e mais numerosos ainda são os rumores dos analistas sobre esses motivos. Um dos motivos é o fato relativamente evidente de que o Google, que começou como uma empresa de internet, estava se expandindo tanto em direções tão diferentes que não fazia sentido manter o mesmo nome (e a mesma liderança) para todas elas.
Essa divisão deve permitir que cada um dos projetos do Google tenha mais flexibilidade e capacidade de se adaptar às demandas e especificidades do mercado em que atua. A Calico, por exemplo, uma empresa voltada para longevidade humana, não precisará necessariamente agir segundo decisões tomadas por executivos do ramo da tecnologia.
Com isso, o ramo “central” do Google, com os serviços principais (como Gmail, Android, etc.) também deve se tornar ainda mais ágil e inovador, além de poder focar melhor nos seus usuários e no seu ramo específico de negócios. Em breve, os usuários devem começar a sentir esses benefícios.
Especula-se também que a mudança tenha como objetivo facilitar a diversificação das fontes de renda do Google. Atualmente, sua principal fonte de receita é a publicidade, que enfrenta obstáculos (como as extensões e aplicativos que bloqueiam anúncios).
Em outubro, o Google deve revelar o seu relatório de desempenho trimestral, referente aos meses de julho a setembro. Muito provavelmente, no entanto, o próximo relatório (referente ao último trimestre de 2015, que deve ser revelado em janeiro de 2016) deverá vir sob o nome de Alphabet, e listar separadamente o desempenho do Google e das demais empresas da holding.

11.617 – Google recorre ao DNA para tentar desvendar o segredo da longevidade


google dna
A Calico, centro de pesquisa do Google para reverter o processo de envelhecimento, vai utilizar informações de bancos de dados genéticos para procurar influências hereditárias na longevidade.
A empresa fechou uma parceria com a unidade de genealogia da Ancestry para estudar amostras de DNA e verificar árvores genealógicas de clientes que incluem datas de nascimento e morte. O objetivo é investigar o papel da genética na longevidade incomum.
“Analisar indivíduos cujas famílias viveram muito tempo e suas informações genéticas é um caminho para começar a criar hipóteses sobre a herança da longevidade”, conta o vice-presidente executivo da Ancestry Ken Chahine.
“A experiência comum sugere que pode haver fatores hereditários por trás da longevidade, mas descobrir esses genes usando técnicas padrão se mostrou impossível”, explica David Botstein, diretor científico da Calico.
Ao anunciar a criação da Calico em 2013, o CEO do Google, Larry Page, afirmou que pretendia melhorar milhões de vidas, pensando a longo prazo sobre biotecnologia e saúde.