12.947 – Nova bateria carrega em segundos e pode durar uma semana


bateria eficiente
Pesquisadores da Universidade da Flórida Central, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo processo de criação de baterias que promete revolucionar o componente nos smartphones. Segundo eles, as novas baterias flexíveis demoram segundos para carregar e podem durar semanas.
“Em pequenos dispositivos eletrônicos, nosso material está superando os convencionais em todo o mundo, em termos de densidade de energia, de potência e de estabilidade cíclica”, explica Nitin Choudhary, um dos responsáveis pelo projeto.
De acordo com a equipe, os capacitores flexíveis conseguem armazenar mais energia e podem ser recarregadas mais de 30 mil vezes sem nenhum tipo de dano, bem mais do que as 1.500 vezes que uma bateria de lítio costuma suportar.
A bateria carrega rapidamente porque é composta por milhões de fios nanométricos, revestidos com uma espécie de escudo de materiais dimensionais. No núcleo, o material facilita a transferência rápida de elétrons para a carga, enquanto há espaço para armazenamento de grandes quantidades ne energia em minúsculos espaços.
“Houve problemas na forma como as pessoas incorporam estes materiais bidimensionais nos sistemas existentes. Desenvolvemos uma abordagem de síntese química simples para que possamos muito bem integrar os materiais existentes com os materiais bidimensionais”, explica Yeonwoong “Eric” Jung, professor assistente da universidade.
O material ainda não está pronto para a comercialização, mas, segundo os pesquisadores, poderá ser utilizado para substituir as baterias de uma série de dispositivo, incluindo a de carros elétricos.

12.856 – Um Celular pode Explodir?


celular sony
Qualquer bateria com defeito pode ser encarada como uma bomba em potencial.
Os últimos casos de explosões mexeram com a Samsung. Só nos Estados Unidos, mais de 90 Galaxy Note 7 explodiram – alguns causando inclusive graves ferimentos em seus usuários. A marca coreana fez um recall do produto o mais rápido que pode, mas ainda assim, o número de explosões continua aumentando. A chinesa Xiaomi também teve problemas com um smartphone explosivo e até a Apple enfrentou situações do tipo. Os motivos nem sempre são os mesmos, mas quase sempre a culpa é da bateria.
Em nenhum dos casos o diagnóstico é simples. Toda bateria é composta por uma placa positiva, uma placa negativa, um meio condutor e um separador isolante. Nas baterias de lítio, o eletrólito, o meio condutor que impede a bateria de explodir, deve ser sempre mantido sob pressão e temperatura estritamente controladas. Dentro de cada bateria de smartphone existe um circuito eletrônico responsável por manter essa temperatura estável.
Outra hipótese para a explosão de baterias tem a ver com o material utilizado na fabricação dos componentes. Os materiais internos da bateria de lítio se decompõem quando atingem certas temperaturas, gerando reações exotérmicas que podem levar a bateria a pegar fogo ou explodir. Mais do que isso, se algum tipo de impureza ou contaminação atingir os materiais durante o processo de fabricação, um curto-circuito interno entre as placas, com consequente geração de calor, pode também levar a bateria à explosão.
A não ser que você tem um Galaxy Note 7 dentro do lote de recall, não há qualquer motivo para desespero. Mas, se for o seu caso, retorne logo o aparelho para a Samsung. Fora isso, casos de explosão como estes são extremamente raros, tendo em vista a quantidade de smartphones fabricados e vendidos em todo o mundo. De qualquer forma, é importante destacar que defeitos de fábrica podem não ser os únicos culpados em alguns casos. O usuário também se não cuidar bem do seu aparelho…se você não quer ser mais uma vítima, preste atenção nessas dicas:
Explosões à parte, interessante é saber que as baterias estão em constante evolução; tanto de performance quanto em segurança. Nós conversamos com um dos engenheiros que anunciou recentemente a criação de uma superbateria com o dobro da capacidade das atuais.

12.438 – Por acidente, cientistas descobrem método para prolongar vida útil de baterias


bateria vida util
As baterias de íon-lítio que abastecem smartphones, tablets e laptops modernos, embora mais seguras, possuem uma incômoda desvantagem. Com o tempo e os múltiplos ciclos de carga, elas perdem capacidade e vão, pouco a pouco, exigindo mais recargas. Um experimento da Universidade da Califórnia, porém, pode ter encontrado uma solução.
Por acidente, os cientistas descobriram um método que pode prolongar a vida útil de uma bateria por vários anos. Segundo os estudos, após mais de 200 mil ciclos de carga, uma bateria experimental criada por eles, usando nanofios de ouro e gel eletrocondutor no lugar de lítio, teve uma perda de apenas 5% em capacidade.

Os pesquisadores estavam buscando uma alternativa ao lítio, que, em estado líquido, ajuda a conduzir carga elétrica, mas é sensível a altas temperaturas e pode entrar em combustão. Nanofios de ouro já haviam sido sugeridos anteriormente por outros cientistas como uma solução mais eficiente, mas seu material normalmente entra em corrosão após múltiplos ciclos de carga em contato com o lítio.
Enquanto testavam diferentes materiais, os pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram como evitar essa corrosão. Segundo eles, basta revestir os nanofios com dióxido de manganês e trocar o lítio por gel eletrocondutor. Juntos, o gel e o dióxido se fundem e formam uma espécie de “estojo protetor” em torno dos nanofios, evitando a corrosão.
A bateria experimental criada pelos cientistas durou mais de três meses entre diversos ciclos de recarga e não foi detectado qualquer sinal de degradação nesse período – e, até agora, os cientistas não sabem explicar como isso acontece ou por quê. O maior obstáculo no desenvolvimento de baterias assim, porém, é o alto custo dos fios de ouro. Uma sugestão ainda não testada é substituir o ouro por níquel, segundo os pesquisadores, o que, em tese, facilitaria o caminho para que esse método chegue ao mercado.

12.414 – Energia – Uma bateria nada convencional para carregar o seu celular


Bateria_feita_de_xixi_pode_carregar_seu_celular_0
Cientistas na Inglaterra desenvolveram uma tecnologia capaz de transformar urina em energia elétrica. A célula de combustível movida a xixi não gera gases poluentes e é muito barata – custa 2 libras esterlinas, aproximadamente 10 reais.
A criação dos pesquisadores utiliza bactérias para gerar energia a partir de matéria orgânica. Quando respiram, as bactérias oxidam moléculas orgânicas e movimentam elétrons. É nessa movimentação que está o potencial para gerar energia elétrica – o truque é coletar os elétrons durante a respiração das bactérias.
Esse modelo já é bastante conhecido na ciência, mas seu uso era limitado porque a tensão e a corrente elétrica geradas eram muito baixas. São esses os limites que os cientistas da Universidade de Bath estão tentando ultrapassar.
A urina passa pelo interior do mecanismo para que a reação química aconteça. O processo praticamente não gera lixo residual, ao contrário da maioria das formas de gerar energia elétrica. Além disso, o novo modelo é menor, mais poderoso e mais barato que a maioria das células de combustível que utilizam microorganismos.
A maioria desses modelos que procuram gerar energia através de microoganismos usa platina como catalisador da reação química que acontece na célula. Já a nova “bateria” usa um composto derivado de glucose e da albumina, proteína do ovo – dois ingredientes baratos e renováveis.
Cada unidade da célula é um cubo de 2,5 cm de lado. Se essas unidades são conectadas, a energia gerada vai aumentando proporcionalmente. Um metro cúbico dessas células é capaz de gerar 2 Watts de energia, potência suficiente para carregar um celular, por exemplo, só usando xixi.
É claro que essa quantidade nem se compara à gerada em usinas hidrelétricas ou até paineis solares, mas os pesquisadores acreditam que, aperfeiçoando o design da células, vão conseguir aumentar ainda mais a potência gerada.
Para os autores, um dos usos potenciais da tecnologia é levar energia elétrica para regiões em que o sistema de cabos de transmissão de energia ainda não chegou. Eles esperam conseguir melhorar a tecnologia a ponto de revolucionar a produção de energia, com o uso de materiais considerados “lixo” mas que são produzidos o tempo todo, como a urina.

12.391 – Veja como avaliar a saúde e a vida útil da bateria do seu celular


bateria ef2
Existem diversas formas de avaliar a bateria do seu dispositivo, seja ele qual for. A primeira inspeção é visual. Cá entre nós, você não precisa ser nenhum especialista para distinguir uma bateria defeituosa de outra saudável. Muitas falhas são fáceis de detectar; claro, se você tiver acesso à bateria do seu aparelho. Procure por bolhas, marcas de vazamento, corrosão nos terminais metálicos, manchas brancas ou esverdeadas…. Qualquer um destes indícios é sinal de alerta. Quanto antes você trocar esta bateria, menor a chance de ela danificar seu dispositivo. Não pense duas vezes.
Além da informação principal sobre o nível de bateria, atualmente a maioria dos dispositivos permite um gerenciamento energético mais completo, inclusive com opções para preservar energia quando você mais precisar. Mas, em relação ao nível da bateria, o mais importante é prestar atenção quão rápido a energia do seu aparelho cai logo depois que você o desconecta da tomada. Não é normal, por exemplo, que em poucos minutos ela vá de 100 para 70%…ou caia repentinamente de 60 para 30%. Observe esses níveis de queda anormais. Se eles acontecerem, é outro indício de que já é hora de substituir essa bateria. E, se antes mesmo de chegar ao limite de descarga total, o aparelho simplesmente desligar, pode ter certeza. Essa bateria já era!
Se depois da análise visual e de observar o nível de queda da energia restar dúvida sobre a saúde da bateria, calma: existem opções para um diagnóstico ainda mais preciso. Um dos principais números a uma bateria é o número de ciclos que ela passou; cada ciclo representa uma carga e descarga completa. Mas a informação não é tão fácil de encontrar em qualquer aparelho. Vamos começar pelos dispositivos Android.
Na Play Store existe uma infinidade de aplicativos que prometem avaliar a bateria do smartphone. Nós pesquisamos e um dos melhores que encontramos foi o “Battery, da MacroPinch”. Além de indicar o nível da bateria, o app traz a temperatura, a voltagem, o estado geral e até a tecnologia usada. Agora se você não quiser baixar nada, existe um código secreto para checar o estado da bateria do seu Android. Digite *#*#4636#*#* (asterisco, cerquilha, asterisco, cerquilha, quatro, meia, três, meia, cerquilha, asterisco, cerquilha, asterisco) no seu telefone e veja o que acontece… Um menu cheio de detalhes é exibido na hora. O principal é a “integridade da bateria”… enquanto estiver bom, perfeito. Diferente disso, é hora de começar a pensar em substituir a bateria do seu Android.
Nos notebooks da Apple, a informação sobre o estado da bateria é a mais fácil de se acessar. Ao clicar na maçã, no canto esquerdo superior da tela, basta entrar em “Sobe este Mac”. Em seguida, nas “Informações do Sistema”, você encontra tudo sobre o computador e também sobre a bateria. Clique em “energia” para acessar. Ali você também tem o estado da bateria e o número de ciclos. As baterias dos modelos mais antigos e mais simples suportam, em média, 500 ciclos de carga e descarga até começarem a perder capacidade; já os modelos mais novos suportam até 1000 ciclos antes de serem substituídas. A informação que vale é a “Condição” da bateria, neste caso não mais boa, mas ainda normal.
Nos PCs, a Microsoft adicionou um recurso escondido no Windows 8; um relatório completo e detalhado. O documento traz informações sobre as condições da bateria e também como sua capacidade diminuiu ao longo do tempo, além de outras estatísticas interessantes. Para gerar o relatório, tudo o que você precisa é de um comando único na opção “Prompt de Comando”. Para abrir o menu rapidamente, basta pressionar a tecla especial Windows junto com a letra “X”. Depois de abrir a janela do “Prompt de Comando”, basta digitar o seguinte comando “powercfg /batteryreport” e clicar “Enter”. Esta é a mágica…
O relatório estará salvo na pasta indicada. O documento é salvo em HTML e é bem fácil de ser interpretado. Os detalhes mais importantes são a capacidade nominal, a capacidade de carga total e a contagem de ciclos. A última seção talvez seja a mais interessante para avaliar o estado da bateria do seu PC. A comparação mostra a vida da bateria observada em plena carga do dispositivo para a vida da bateria teórica na sua capacidade nominal. Todos essas informações certamente vão ajudar na hora de decidir sobre a troca da bateria do seu notebook.
Vale uma última dica, se você constatar que é mesmo hora de substituir a bateria do seu notebook, tablet ou smartphone. Procure uma assistência técnica de confiança, que use materiais originais de primeira linha. Caso contrário, além de perder a garantia do seu aparelho, você pode danificá-lo para sempre. Aí o prejuízo é muito maior do que a falta de energia…

12.239 – Mega Techs – Tênis carregam a bateria do celular com os passos do usuário


tenis
Alá Prof. Pardal

Pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, estão trabalhando em uma palmilha de sapatos que consiga transformar a energia gerada pelo caminhar de uma pessoa em eletricidade. “Estimativas teóricas mostram que o pé humano pode produzir até 10 watts de energia, desperdiçada em forma de calor. A geração de um total de 20 watts ao andar não é algo pequeno, especialmente em comparação aos requisitos de energia da maior parte dos dispositivos móveis modernos”, explica o professor de engenharia mecânica, Tom Krupenkin.
“Desenvolvemos um novo método de conversão direta do movimento mecânico em energia elétrica que é apropriado para este tipo de aplicação”, explica o professor. A novidade é um líquido condutor que interage com uma superfície revestida de nanofilme, capaz de produzir energia elétrica. A única ressalva é que o método requer uma fonte de energia com alta frequência, maior do que a produzida pelo movimento humano.
Os pesquisadores combinaram então a estrutura a um novo dispositivo, chamado Bubbler. Ele é constituído por duas placas planas com um líquido condutor no meio. Na placa de baixo, minúsculos furos permitem que o gás pressurizado entre, formando bolhas.
As bolhas crescem até encostarem na placa superior e explodirem. A produção contínua e explosão dessas bolhas movimenta o líquido, gerando uma carga elétrica.
Em testes, o método foi capaz de produzir cerca de 10 watts por metro quadrado. De acordo com os cientistas, o número deve crescer mais ainda, com mais estudos. No futuro, o sapato pode ser usado para carregar um smartphone e até gerar energia em áreas remotas.

tenis2

12.225 – Energia – Bateria Ecologica


Especialistas do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade de Maryland, nos EUA, criaram uma bateria usando apenas uma folha de carvalho carbonizada com sódio, altamente reativo.
A receita envolve o cozimento da folha a temperaturas de 1.000 °C, demonstrou que a combinação poderia ser usada como um terminal negativo de uma bateria, chamado de ânodo.
“As folhas são abundantes, tudo o que tinha que fazer era escolher uma caída aqui no chão do campus”, disse o pesquisador Li Hongbian, que também é membro do corpo docente do Centro Nacional de Nanociência e Tecnologia de Pequim, na China. Outros estudos têm demonstrado que a casca do melão, a casca da banana e musgo de turfa podem ser utilizados da mesma forma, mas a folha facilitaria o processo, pois precisa de menos preparação.
A maioria das baterias recarregáveis ​​atuais são de lítio, mas o objetivo é que baterias possam ser feitas utilizando sódio, que é capaz de armazenar mais carga. Até agora, porém, os especialistas lutam para encontrar um material ânodo compatível com o sódio. Embora o grafeno com vários materiais possa atrair e reter sódio, tais ânodos são demorados e caros de produzir. Em comparação, as folhas são uma opção muito mais rápida e barata.
A equipe aquecia uma folha durante uma hora a 1.000 °C para queimar toda a estrutura de carbono subjacente. O lado inferior da folha permaneceu cravejado com poros para absorver água, o que os peritos utilizaram para absorver o eletrólito de sódio que pode transportar uma carga elétrica. As camadas superiores de carbono viraram folhas de carbono “nanoestruturadas” para absorver o sódio que transporta a carga.
“A forma natural de uma folha já corresponde às necessidades de uma bateria. Ela possui a área de superfície de baixo, que diminui os defeitos; um monte de pequenas estruturas juntas, que maximiza o espaço, e estruturas internas do tamanho certo para ser usada com eletrólito de sódio”, disse Fei Shen, um estudante visitante no Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais.
Liangbing Hu, professor assistente, acrescentou: “Temos tentado outros materiais naturais, como a fibra de madeira, para fazer uma bateria. Mas a folha já é projetada pela natureza para armazenar energia para uso posterior, e usando-as desta forma podemos criar um armazenamento sustentável em larga escala”. De acordo com Hu, o próximo passo é investigar diferentes tipos de folhas para encontrar a melhor espessura, estrutura e flexibilidade para o armazenamento de energia elétrica.

11.757 – Mega Techs – Pesquisadores criam bateria transparente que carrega com luz solar


bateria solar
Melhorando o design de baterias transparentes de íon-lítio, pesquisadores japoneses conseguiram fazer com que elas se recarreguem quando são expostas à luz solar. O objetivo deles é que, no futuro, essa tecnologia possa ser usada em janelas inteligentes e em telas de smartphones.
As baterias transparentes foram desenvolvidas originalmente em 2013, na Universidade Kogakuin. O eletrólito usado para o eletrodo positivo era constituído principalmente de fosfato de ferro-lítio e para o eletrodo negativo era constituído por titanato de lítio e hexafluorofosfato de lítio.
São basicamente os mesmos materiais usados na bateria comum, mas os pesquisadores conseguiram fazer com que elas se recarregassem com luz solar. Como a sua espessura tem entre 80 e 90 nanômetros, a luz consegue passar através dela, fazendo com que ela seja transparente.
Até agora, os estudos já conseguiram chegar a um ponto em que a bateria fornecesse uma tensão de 3,6 volts. A pesquisa também já resultou em uma bateria capaz de aguentar 20 ciclos de carga-descarga.

11.470 – Energia – Tesla Motors revoluciona e anuncia bateria que poderá mudar o mundo


Enquanto a energia eólica e solar têm mostrado um grande avanço nos anos recentes – estima-se que até 22% da energia elétrica no mundo são de fontes renováveis – há ainda o porém de que o vento e o sol possuem suas instabilidades. Sabemos que o sol não brilha todos os dias e que também não há vento o ano todo. Contudo, um novo produto, anunciado pela empresa de carros elétricos Tesla, promete resolver esta questão.
A empresa do bilionário Elon Musk anunciou recentemente a entrada no mercado de energia, com a produção de uma bateria revolucionária de íon-lítio, desenvolvida para capturar e armazenar até 10 kWh de energia, produzidas por painéis solares ou turbinas eólicas, que poderá distribuir uma média de 2 kWh – Isso resulta em um preço da electricidade (tendo em conta os custos de instalação e inversores) de cerca de US $ 500 por kWh, ou seja, menos de metade dos custos atuais.
A ideia é que estas reservas sirvam para quedas de energias, ou quando o sol ou o vento estão fracos e também para horários de pico, quando o custo da eletricidade é mais alto. Há ainda a Powerpack, que pode armazenar 100 kWh e poderá ser usada em fábricas ou grandes armazéns, podendo até substituir a energia proveniente de combustíveis fósseis.
Cada bateria de 10 kWh vai custar US$ 3.500 dólares nos Estados Unidos. Inicialmente, sua produção será na fábrica da Tesla na Califórnia, mas passará para Nevada, em 2017. As primeiras baterias deverão ser entregues a partir de agosto.
Tesla, um dos gênios da humanidade, mesmo depois de morto, possui um legado tão forte e vivo que continua revolucionando o mundo. Isso só foi possível por causa de um acontecimento difícil de acreditar.

11.366 – Energia – Nova bateria promete criar casas autônomas


O futuro cabe numa bateria de 130 cm para pendurar na parede. Musk já foi comparado a Thomas Alva Edison (1847-1931) e a Steve Jobs (1955-2011). Ele concretiza em produtos coisas improváveis como carros elétricos esportivos –os modelos Tesla dos EUA.
Agora ele quer aprisionar a energia limpa e ininterrupta do Sol numa caixa discreta e elegante, a Powerwall.
A inovação foi apresentada ao público americano em Los Angeles, há uma semana, por US$ 3.500 (cerca de R$ 11 mil) no modelo de 10 quilowatts-hora (kWh). É o bastante para manter acesa por algumas horas uma casa de classe média alta.
Há também uma versão de 7 kWh por US$ 3.000. As duas modalidades já podem ser encomendadas e começarão a ser entregues em três ou quatro meses. O preço final de instalação deverá ficar em torno de US$ 5.000.
A Tesla na verdade repaginou as baterias de íons de lítio que já equipam seus carros (e usam a tecnologia empregada em telefones celulares). Empacotou-as de modo que possam fornecer energia para iluminação e eletrodomésticos sem ocupar espaço.
Ao caprichar no preço e no desenho, porém, Musk pretende uma reviravolta tecnológica: a era da geração distribuída baseada em energia solar. De simples consumidores de eletricidade, todos viram também produtores.
Na sua visão, Powerwalls se espalharão pelo mundo conectadas com painéis fotovoltaicos, que convertem a luz solar em eletricidade. Armazenada no dispositivo, a energia estaria disponível para ser consumida à noite –solução ideal para locais remotos, distantes da rede de distribuição.
“Vamos ver algo parecido com [o confronto] celulares versus linhas telefônicas terrestres”, previu Musk.
“A Cinderela dessa bateria de 10 kW é a residência familiar. Ela é um sapato perfeito”, diz Roberto Ziller, professor do Instituto de Energia e Ambiente da USP.
A Alemanha é o país que mais se assemelha ao paraíso de Musk. Lá 7% da energia consumida provém de 1,4 milhão de sistemas solares instalados. A geração distribuída ganha escala, e os preços caem 13% ao ano.
A Tesla parece estar de olho no mercado germânico, afora o dos EUA. Além das baterias domésticas, lançou ainda uma versão de 100 kWh para empresas, os Powerpacks.
Também modulares, esses modelos parrudos podem ser agrupados indefinidamente, em arranjos com capacidade para megawatts-hora (MWh). Daria para abastecer cidades com milhares de habitantes.
Musk aposta alto: 2 bilhões de Powerpacks poderiam fornecer toda a energia hoje utilizada no mundo, o que cortaria emissões de CO2 e desaceleraria a mudança do clima. É muita bateria, no entanto. O empresário ressalta que 2 bilhões é o número aproximado de veículos automotores rodando no planeta: “Está no alcance da humanidade fazer isso”.
Para pôr o plano em prática, Musk está construindo uma fábrica de US$ 5 bilhões no Estado americano de Nevada e tem como parceira a empresa japonesa Panasonic.
Coberta de painéis solares, a instalação produzirá milhares de baterias para carros Tesla, assim como Powerwalls e Powerpacks. Com isso, a companhia espera ganhar escala e seguir reduzindo preços para empurrar o mercado na direção dos sistemas fotovoltaicos (fornecidos por outra empresa de Musk, Solar City).

energia - bateria

11.286 – Dispositivo da Duracell “ativa” carregamento sem fio em smartphones


celular bateria
O carregamento de dispositivos através do sistema wireless pode estar na crista da onda de tendências tecnológicas para os próximos cinco anos. Aproveitando esse embalo, a Duracell lançou um dispositivo que, embora precise ser plugado ao smartphone, permite que o aparelho seja carregado através de um sistema sem fio.
O Power Ring Duracell é uma bobina indutiva que pode ser conectada ao celular pela entrada USB e, a partir do momento em que é plugado, recebe corrente elétrica por indução de um suporte específico para o dispositivo.
A jogada da empresa, segundo o site Gizmodo, é faturar em cima da enorme quantidade de aparelhos no mercado que não estão aptos para carregamento sem fio.

10.227 – Empresa revela baterias que carregam 20x mais rápido


bateria eficiente

Uma empresa chamada Power Japan Plus anunciou uma nova bateria com uma tecnologia chamada “Ryden dual carbon”, que promete ter maior duração e também carregar mais rápido do que as alternativas de lítio. Outro lado positivo é que as novas baterias poderiam ser produzidas nas mesmas fábricas onde são feitas as antigas.
A fabricante diz que ela se recarrega até 20 vezes mais rápido do que as baterias de lítio, com uma série de vantagens, que incluem segurança, confiabilidade e sustentabilidade.
A Power Japan Plus diz que seu modelo de bateria elimina o uso de material instável, reduzindo riscos de explosões ou incêndios. Além disso, por depender de carbono e não de metais raros ou pesados, ela danifica menos o meio ambiente, sendo, inclusive, 100% reciclável.
De acordo com os dados fornecidos pela empresa a tecnologia “Ryden dual carbon” seria capaz de resistir a 3 mil ciclos de carga/descarga e teria um bom custo, pelo fato de não haver a necessidade de os fabricantes trocarem suas linhas de produção.
A empresa diz que começará a produzir 18.650 baterias para benchmark ainda neste ano em sua fábrica em Okinawa, no Japão. Ainda não se sabe quando começará a fabricação em massa e quando será possível observar a chegada da tecnologia no cotidiano do usuário comum. A Power Japan Plus deve licenciar sua tecnologia para que outras empresas também possam utilizá-la.

9686 – Uma Bateria a Base de Açúcar


Todos os anos, milhares de baterias tóxicas são descartadas de forma inadequada, o que representa uma ameaça para o meio ambiente e a saúde humana. Mas uma nova pesquisa poderia ajudar a manter toneladas de baterias longe dos aterros sanitários.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Virgínia Tech, nos Estados Unidos, desenvolveu uma bateria a base de açúcar, que representa uma alternativa biodegradável, mais barata e tão confiável quanto as baterias convencionais. O estudo foi publicado na revista Nature Communications.
Segundo Y.H. Percival Zhang, professor associado de engenharia de sistemas biológicos que liderou o estudo, dentro de três anos, a nova bateria poderia alimentar telefones celulares, tablets, videogames e outros aparelhos eletrônicos.
Apesar de outras baterias de açúcar já terem sido desenvolvidas, a bateria de Zhang tem uma densidade de energia de uma ordem de magnitude maior do que as outras, o que permite que ela seja usada por mais tempo antes de precisar ser reabastecida.
Como células de combustível, a bateria de açúcar combina combustível – neste caso, maltodextrina, um polissacarídeo feito a partir da hidrólise parcial de amido – com o ar para gerar energia elétrica e água como principais produtos secundários.
“O açúcar é um composto de armazenamento de energia perfeito na natureza”, diz Zhang. “Então, é lógico que nós tentamos aproveitar esse poder natural de uma forma amiga do ambiente para produzir uma bateria”.

7885 – Uma bateria esticável e dobrável


A bateria pode ser esticada e aumentar seu tamanho em até 300% e sempre retorna ao formato inicial. Com o objetivo de criar uma bateria que coubesse em qualquer formato desejado, inclusive, no interior do corpo humano, pesquisadores americanos desenvolveram um modelo que pode ser dobrado, torcido e esticado.
Com uma carga que dura de 8 a 9 horas, a bateria é capaz de manter uma pequena lâmpada de LED em funcionamento, mesmo quando esticada.
De acordo com os responsáveis pela invenção, Yonggang Huang, da Universidade de Northwestern e John Rogers da Universidade de Illinois, o projeto foi desenvolvido da seguinte maneira: eles colocaram os componentes de bateria lado a lado em um espaço bem pequeno. Em seguida, conectaram-nos por meio de pequenos fios ondulados e enrolados. Quando a bateria é esticada, esses fios desenrolam-se e conferem a flexibilidade.
A bateria pode ser esticada e aumentar seu tamanho em até 300% e sempre retorna ao formato inicial.

7012 – Designer cria aparelho que carrega celular com calor da panela


O designer iraniano Ardavan Mirhosseini criou um sistema portátil que permite carregar o celular e outros eletrônicos com o calor de uma panela. A ideia é utilizar energia térmica (e aproveitar o calor que é desperdiçado em tarefas domésticas) para carregar dispositivos movidos a bateria.
O Ecocharge, como foi apelidado, tem uma face magnética flexível para fixá-lo a uma superfície de metal. Com módulos de gerador termoelétrico, converte o calor produzido por panelas ou aquecedores em energia elétrica – e a transmite por condução.
O aparelho tem uma tela que permite que o usuário acompanhe a recarga.

6879 – Esquentando os Pratos – Instrumentos Musicais – A Bateria


Trata-se de um conjunto de tambores (de diversos tamanhos e timbres) e de pratos colocados de forma conveniente com a intenção de serem percurtidos por um único músico, denominado baterista, geralmente, com o auxílio de um par de baquetas, vassourinhas ou bilros, embora no caso de alguns executantes, possam também ser usadas as próprias mãos.
O conjunto de instrumentos é geralmente usado nos estilos musicais jazz, hip-hop, rock e pop entre outros, tendo sido componente essencial da música contemporânea desde a década de 20 até ao surgimento da percussão eletrônica, quando se deu o aparecimento das primeiras baterias eletrônicas.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou que uma mesma pessoa executasse todas estas funções.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910. William F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.
Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apóia-las ou penduravam nos ombros com uso de correias.
Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. A peça mais nova que fez parte do kit básico da bateria foi o hi-hat que apareceu na década de 40. É uma peça que utiliza dois pratos de choque, acionados com o pé. No jazz, ela tinha a função de marcar o contratempo nas pulsações ritmicas, motivo pelo qual, em alguns lugares, esta peça também é denominada de contratempo . E assim foi nascendo a bateria – ou trap set, como foi chamada inicialmente.
Nos anos 80, alguns fabricantes, tais como Simmons, Yamaha, Roland entre outros, criaram baterias eletrônicas que, além de sons pré-gravados, podiam também funcionar como samplers, gravando sons que depois são executados sempre que o instrumento é percutido.
Hoje, em evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil. Entre as marcas que fizeram história no Brasil incluem-se a Pingüim e a Gope (anos 60 e 70) e a Odery que hoje é considerada uma das melhores baterias no mundo, tendo seu início como uma Handmade (feita a mão). Com o surgimento de novas tecnologias e a importação de ferragens e acessórios, novas fábricas na década de 1980 começam a fabricar somente os cascos em cedro, marfim e bapeva utilizando-se de ferragens americanas como a Luthier, RMV e Fischer. Incluem-se várias firmas de acessórios como a Ziltannam e a Octagon (pratos), C.Ibanez e a Liverpool (baquetas), RMV, a Remo e Luen (peles sintéticas), Rock Bag (cases e bags).

Seu peso varia de 40 a 70 kg. Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria,[4] sendo que, o estilo musical é por muitos indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas;
Um surdo (designado também por tímbalo de chão ou timbalão de chão em Portugal).

Pratos
Um chimbal (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal;
Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride ou swish), apoiado num suporte geralmente em forma de tripé;
Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execução rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.

Materiais de construção
De uma forma geral, os tambores das baterias são construídas em madeiras seleccionadas, podendo também encontrar-se elementos construídos à base de plásticos, metais e/ou outras ligas.
Diversos fabricantes têm efectuado diversas experiências de forma a obter os melhores sons a partir da madeira, tendo concluído que o mogno, a bétula e o plátano produzem as madeiras mais aceitas para a construção destes instrumentos. Já em relação às tarolas (caixas), as ligas metálicas baseadas em aço, latão ou cobre são as preferências dos modelos de entrada de gama, embora os modelos fabricados em madeira de bétula e plátano tenham melhor aceitação nos modelos de topo de gama.
No Brasil, apesar de um certo atraso em relação aos produtos americanos e europeus, desde a década de 60 há indícios da fabricação de baterias pré-montáveis. Originalmente usava-se o Cedro como material para a produção de cascos e casualmente o Pau-marfim. Hoje a indústria brasileira já inova neste conceito utilizando madeiras certificadas como a Bapeva que é uma madeira com o dobro de densidade do Maple americano (o mais utilizado para a produção de cascos de bateria), ou seja, mais dura e mais resistente.

Bateria eletrônica
Uma bateria eletrônica é geralmente formada por um conjunto de pads montados sobre um rack numa disposição similar à de uma bateria acústica. Os pads são discos com uma superfície de borracha ou tecido que simulam os tambores de uma bateria. Cada pad possui um ou mais sensores que geram sinais elétricos quando percutidos. O sinal elétrico é transmitido através de cabos até um módulo eletrônico, que produz o som associado ao pad em questão.
Diz-se que a primeira bateria eletrônica foi criada por Graeme Edge, baterista da banda The Moody Blues, com a colaboração do professor Brian Groves da Universidade de Sussex. O dispositivo foi usado na música ‘Procession’, do álbum ‘Every Good Boy Deserves Favor’ de 1971.
A primeira bateria eletrônica comercial foi a Syndrum Pollard, criada pela Pollard Industries em 1976. Ela era formada por um módulo eletrônico e um ou mais tambores. Ela rapidamente chamou a atenção de muitos bateristas famosos como Carmine Appice e Terry Bozzio. Mas o Syndrum foi um fracasso financeiro e levou a empresa à ruína em poucos anos.

Postura do músico
O baterista toca no instrumento sentado sobre um banco, de forma a manter a caixa entre as pernas que deverão ficar por isso ligeiramente abertas. No caso de bateristas destros, o pé esquerdo assentará sobre o pedal do chimbal e o direito sobre o do bumbo, sendo que, muitos bateristas canhotos adaptam uma postura simétrica a esta.
Alguns bateristas usam um segundo bumbo, ou um pedal duplo, percutido através do pé que geralmente acciona o chimbal, sendo necessário o uso de algumas técnicas adicionais, de forma a conseguir manter a coordenação entre os diferentes ritmos musicais que a música eventualmente possa exigir.

Ouça a bateria nota 1000 de Garys Gang:

5884 – Tecnologia – Cientistas buscam baterias mais eficientes


Parece um sonho: engenheiros da Universidade de Northwestern (EUA) dizem que, em três anos, poderemos ver e comprar o que hoje é apenas um projeto da instituição: baterias de celular que duram até uma semana e que demoram 15 minutos para serem carregadas.
Os pesquisadores usaram silício na composição da bateria. A substância é capaz de organizar melhor o fluxo interno de íons e tem uma grande densidade energética.
Apple e Samsung, duas empresas que há alguns anos travam uma guerra jurídica sobre patentes de tablets e celulares, também pretendem participar da batalha da eficiência energética –embora por caminhos diferentes.
A empresa fundada por Steve Jobs registrou, no fim do ano passado, três patentes relacionadas a baterias movidas a hidrogênio, o que, pelo menos em tese, pode garantir autonomia de semanas para dispositivos móveis.
Para funcionar, ela converte hidrogênio e oxigênio em água e energia elétrica.
A Samsung preferiu explorar outra área: em vez de estudar componentes químicos, a empresa sul-coreana quer modificar a maneira como o celular se comunica com a bateria.
Kevin Packingham, vice-presidente de inovação da Samsung, falou sobre o assunto na feira de eletrônicos CES, em janeiro deste ano.
A otimização da busca por redes Wi-Fi e um gerenciamento mais eficiente das conexões 3G (ou 4G) estão nos planos da companhia para estender a duração da bateria de seus celulares para, pelo menos, um dia inteiro de uso pesado.
Packingham prometeu avanços ainda para 2012.

5332 – Música – Garry’s Gang é bateria nota 1000


Exclusivo para o ☻ Mega

Carnaval lembra batucada. Quando me lembro de batucada é quase impossível não lembrar de Garry’s Gang, uma banda americana que provou que não é só brasileiro que tem swing e sabe fazer batucada. Se a escola de samba Mocidade Independente é bateria nota 10, eles tem que ganhar nota 1000.
“Keep on Dancin ‘”, atingiu 41º da Bilboard em 1978 e também andou tocando por aqui no Brasil, um single que virou clássico e muito executada no Stúdio 54.
Continuou tocando nos anos 80 e em 1982 o single “Knock Me Out” (# 45 Reino Unido) e de 1983 hit “Makin Music ‘”, que alcançou a posição # 8 no Hot Dance Club Play Chart.
O grupo, com sede em Queens, New York , é composto por Gary Turnier, Matthew Eric aka Joseph Tucci, Lauricella Al, Minetti Rino, Catalano Bill, Bob Forman e Leon Jay.

Confira Spirits