13.255 – Santos ganha 1º ônibus sustentável movido a energia elétrica e diesel


Santos ingressou para o seleto grupo de cidades do País a contar com ônibus híbrido, que funciona com um motor elétrico e outro a diesel. Um veículo do tipo entrou em operação na tarde desta terça-feira (16) na linha 20, que liga o Centro ao Gonzaga. Além da economia de combustível, o modelo reduz a emissão de poluentes e a geração de ruído.
O novo veículo chama a atenção pelo design moderno e é mais alongado que o ônibus convencional, com 12,40 metros de comprimento – o outro tem 11 metros -, oferecendo 36 assentos. Dispõe de ar-condicionado e acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Ao acompanhar a entrega do veículo na Praça Mauá, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa destacou que um dos tópicos do plano de melhorias do transporte coletivo é a modernização do sistema e a chegada do ônibus híbrido é mais um avanço.
“Estamos sempre buscando novas tecnologias”, disse o prefeito. Ele lembrou que hoje quase metade da frota está climatizada e 100% opera com wi-fi, além de o usuário contar com o aplicativo ‘Quanto Tempo Falta’, que informa o horário de chegada do ônibus no ponto.
A Viação Piracicaba informou que houve treinamento especial para os motoristas que vão trabalhar com o novo veículo adquirido pela empresa. A operação do híbrido deve atender as normas do fabricante, inclusive para que ocorra a recarga da bateria do motor elétrico.

Bateria elétrica
Os dois motores do ônibus híbrido funcionam de forma paralela ou independente. Quando o veículo está parado ou em velocidade de até 20km/h, é movido pela energia elétrica. Nas velocidades mais altas, entra em operação o sistema a diesel.
A bateria do motor elétrico é recarregada durante as frenagens. O veículo não emite ruído no arranque e fica silencioso quando parado em semáforos e nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, momentos em que o motor a diesel permanece totalmente desligado.
Segundo a Volvo, fabricante do veículo, o híbrido gera economia de até 35% de combustível em relação ao veículo convencional e, por consequência, emite também 35% menos gás carbônico.

Saiba mais
No Brasil, há 41 unidades em circulação no momento. São 30 em Curitiba, cinco no Parque Nacional de Foz do Iguaçu, onde atende turistas, um em linha turística em São Paulo (onde há outros três em teste), além de um também em teste em Caxias do Sul e mais o de Santos. No mundo, são 3,3 mil veículos do tipo circulando em 21 países.

Cidades Sustentáveis

13.212 – Energia – Brasil constrói ponte para a eficiência com novas usinas solares


paineis solares
Em 2017, o Brasil deve ter a capacidade de produzir seu primeiro gigawatt de energia solar fotovoltaica, estima a ABSolar (associação do setor).
O montante seria suficiente para atender a cerca de 800 mil residências, de acordo com Rafael Kelman, diretor da consultoria PSR.
Se confirmado, o marco vai representar um salto gigantesco sobre os 84 MW (megawatts) registrados em 2016 pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), do Ministério de Minas e Energia. O número, contudo, continua tímido se comparado aos 9,65 GW de capacidade das usinas hidrelétricas em 2015, último dado disponível.
Reforço para o segmento, a EGPB (Enel Green Power Brasil), subsidiária da italiana Enel, deve colocar em funcionamento neste ano quatro parques solares, adicionando 807 MW à capacidade instalada no país.
Três das estações ficam na Bahia e uma no Piauí. As plantas de Nova Olinda (PI), com 292 MW, e Ituverava (BA), de 254 MW, serão, segundo a empresa, as maiores da América Latina. A EGPB estima que, juntas, as quatro plantas serão capazes de gerar o suficiente para atender ao consumo anual de 845 mil famílias.
A empresa venceu leilões em 2014 e 2015 e investiu cerca de US$ 980 milhões nos projetos. “A vantagem do Brasil em relação à Europa é que o maior potencial solar está em áreas semiáridas do Nordeste não aproveitáveis para agricultura”, diz Carlo Zorzoli, presidente da Enel no Brasil.
O Brasil assumiu objetivos ambiciosos dentro do Acordo de Paris, ratificado no ano passado. A contribuição do setor energético inclui expandir a participação de energias renováveis na geração elétrica, além da hídrica, para pelo menos 23% até 2030. Em 2015, a oferta hídrica representava 64% da matriz brasileira; a solar não passava de 0,01%.

13.113 – Sustentabilidade – Em um ano, China mais que dobrou a capacidade em energia solar


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Quem iria imaginar que o maior emissor de carbono do mundo iria se tornar líder em produção de energia renovável? A China, que também tem o pior índice de poluição do ar, segundo dados de 2016 da Organização Mundial da Saúde, agora está no topo da lista dos países que mais produzem energia solar.
De acordo com o relatório da Administração Nacional de Energia (NEA) divulgado no último final de semana, a capacidade fotovoltaica chinesa mais do que dobrou: subiu para 77,42 gigawatts no final de 2016, com um acréscimo de 34,54 gigawatts ao longo do ano. Considerando que 1 gigawatt seria o suficiente para abastecer uma cidade com 1,5 milhão de habitantes, é uma façanha e tanto.
Entre as províncias que tiveram o maior aumento na capacidade estão Shandong, Xinjiang e Henan. Já as regiões de Gansu, Qinghai e o interior da Mongólia alcançaram potência máxima no fim do ano.
Com os EUA perto de recuar em acordos climáticos, a China parece estar pronta para assumir a liderança mundial em energia limpa. Até 2020, segundo o plano de desenvolvimento traçado por sua Agência Nacional de Energia, a China pretende instalar mais de 110 gigawatts em sua capacidade de energia solar, investindo mais de US$ 360 bilhões no projeto.

Momento crítico
O investimento em energias renováveis acontece em um momento em que a China enfrenta problemas sérios de poluição atmosférica. Em dezembro de 2016, dez cidades decretaram alerta vermelho, apresentando níveis de partículas tóxicas até 30 vezes maiores do que o limite permitido, segundo a Organização Mundial de Saúde.
A névoa poluente, chamada de “smog”, reduziu a visibilidade a quase zero e cancelou centenas de voos em Pequim. Cerca de cem milhões de chineses foram orientados a ficar em casa. De acordo com a OMS, tais partículas poluentes podem causar ataques cardíacos prematuros, câncer de pulmão, acidente vascular cerebral e problemas respiratórios.

12.937 – Sustentabilidade – Microsoft vai abastecer um data center inteiro apenas com energia eólica


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Para uma empresa do tamanho da Microsoft, manter um data center funcionando exige muita energia elétrica. Isso não significa, porém, que a fonte dessa energia não pode ser renovável. A empresa acaba de assinar acordos para abastecer sua central de dados em Wyoming, nos EUA, totalmente a partir do poder dos ventos.
A Microsoft contratou as turbinas eólicas da fazenda Bloom Wind, no Kansas, como fornecedora de 178 megawatts, enquanto as fazendas Silver Age e Happy Jack, em Wyoming, proverão, juntas, mais 59 megawatts. Segundo a companhia, isso é suficiente para manter seu data center local abastecido por um ano até que o contrato seja renovado.
Contando com o novo acordo, a Microsoft totaliza mais de 500 megawatts fornecidos por energia eólica em todo o território norte-americano. A empresa já possui contratos de fornecimento semelhante em Illinois e Texas. A ideia é que, até 2018, 50% de toda a energia consumida por seus servidores venham de fontes renováveis como o vento.

12.792 – Brasil pode receber sistema de energia solar inédito no país


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O Brasil pode receber em breve um sistema de energia solar inédito no país capaz de armazenar energia para ser usada, inclusive à noite. O programa, desenvolvido em parceria com um instituto alemão, quer construir um projeto-piloto em Petrolina, em Pernambuco, para testar a tecnologia heliotérmica.
A geração heliotérmica funciona com um conjunto de captadores espelhados, distribuídos em uma área plana. Os espelhos se movimentam conforme a posição do sol, refletindo os raios para uma torre solar. Por lá, o calor é armazenado e transformado em energia. Atualmente, apenas os geradores fotovoltaicos, que não são capazes de guardar o calor produzido, são explorados no país.
“No caso dos fotovoltaicos, você teria que ter um sistema de baterias bem caro e complexo para operar. Com o armazenamento térmico é bem mais viável que a energia fique guardada em forma de calor para, no momento em que for necessária, ela ser acionada, inclusive à noite”, explica Paulo Alexandre Rocha, professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenador do Laboratório de Energia Solar e Gás Natural da instituição.
Outro ponto inovador do sistema de geração heliotérmico é o mecanismo de captação de calor na torre. Em outras regiões do mundo, o sal fundido é usado, mas no Brasil a tecnologia escolhida usa o ar. O sistema é chamado de receptor volumétrico aberto e evita os grandes vazamentos. “Em sistemas que usam sal fundido, às vezes você tem esse problema, porque está trabalhando com grandes variações de temperatura em tubulações onde passa um fluido líquido pressurizado”, explica Rocha.
Captação de recursos
Para concretizar o projeto, o grupo busca conseguir cerca de R$ 45 milhões com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel. Caso a proposta seja aprovada, a implantação começará em 2017 e será desenvolvida em três anos e meio.

12.783 – Efeito Nocivo – Usina de energia solar nos EUA mata 6 mil pássaros por ano


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Construir e usar meios não poluentes para a capacitação de energia elétrica é um dos objetivos de diversos países que querem causar menos estragos no planeta. Contudo, uma das usinas de energia solar dos Estados Unidos está pagando um preço caro para atingir esse objetivo: a vida de cerca 6 mil pássaros por ano.
De acordo com o Gizmodo, os animais morrem queimados quando sobrevoam a área da usina Ivanpah, localizada no deserto de Mojave, na Califórnia. Lá, existe uma área com mais de 13 km² de espelhos que acabam queimando as aves de forma instantânea, fazendo-as caírem no chão já sem vida.
Para piorar ainda mais, o brilho atrai insetos, presas naturais das aves. Também não ajuda o fato de que a usina está instalada em uma “rota de voo” dos pássaros que migram em direção ao Pacífico.
Felizmente, a administração da instalação não está nada satisfeita com isso, mas não consegue encontrar uma solução viável para evitar que os animais se machuquem durante a operação. Os espelhos ficam direcionados para cima por cima dele sofre com o calor absurdo que é refletido.
Segundo reportagem do Los Angeles Times, os funcionários estão trabalhando para reduzir o número de óbitos das aves. As medidas começaram em 2014 e tratam da troca dos refletores por lâmpadas de LED que atraem menos insetos, além da instalação de pregos anti-empoleiramento e de alto-falantes que emitem sons irritantes aos pássaros.
Os resultados, contudo, têm sido modestos.

12.718 – Combustível feito de folhas biônicas tem potencial para substituir o petróleo


Cientistas da Universidade de Harvard, EUA, criaram uma célula solar, descrita como “folha artificial”, que usa energia solar para transformar dióxido de carbono e água em combustíveis renováveis. A descoberta gerou um produto similar ao óleo, que foi nomeado de “super combustível”. Os pesquisadores usaram o mesmo método da fotossíntese das plantas para criá-lo, mas por meio da adição de dióxido de carbono à água para fazer um hidrocarboneto.
Na fotossíntese, a glicose é produzida pela transformação do dióxido de carbono em glicose por meio da energia solar. O processo concebido pelos cientistas utiliza folhas artificiais e energia solar para transformar água e dióxido de carbono em combustíveis semelhantes aos formados a partir do petróleo. A energia criada é armazenada imediatamente, algo que não acontece com os painéis solares convencionais – que a convertem imediatamente em eletricidade.
De acordo com os pesquisadores, normalmente, as plantas convertem apenas um por cento da luz solar em combustível, mas as folhas artificiais fazem isso em à taxa de 10%. De acordo com Daniel Nocera, de Harvard, “ainda há muito a ser feito”. “Nós podemos ser muito melhores do que a natureza em utilizar o Sol para fazer combustíveis. Acho isso realmente encorajador”, disse ele em um artigo publicado na revista Science.
A equipe de Illinois desenvolveu um catalizador, chamado de “nanoflake tungsten diselenide” (nanoflocos de disseleneto de tungstênio), que converte simultaneamente o monóxido do carbono da folha em energia – o que se mostrou mais eficiente do que os catalisadores metálicos convencionais. Logo, quando combinada com hidrogênio, o monóxido de carbono produz um combustível chamado de gás de síntese, que pode ser utilizado como base para hidrocarbonetos.

Segundo um dos pesquisadores, Amin Salehi, o catalisador é 12 mil vezes melhor na produção do que os metais nobres e 20 a 30 vezes mais barato. Ele também acredita que poderia ser usado em conjunto com as centrais de energia convencionais para produção de combustíveis.
Para Nocera, a técnica não mostrou impedimentos graves e tem tudo o que é necessário para ser transformada em um produto utilizável. “A Ciência está fazendo seu trabalho. As pessoas não percebem que enquanto estão dormindo à noite em suas camas, os cientistas estão fazendo as descobertas necessárias para fornecer energia renovável para o planeta”, disse. “Se houvesse um sentido maior de urgência, isso iria acontecer”.

12.717 – Cientistas descobrem fonte de combustível para 10 mil anos


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Há mil vezes mais urânio no mar do que as reservas convencionais e, finalmente, o homem conseguirá extraí-lo da água.
Os oceanos do mundo contêm cerca de 4 bilhões de toneladas de urânio, o que representa 1 mil vezes as reservas convencionais. O problema sempre foi extraí-lo do mar. Os cientistas anunciam, agora, o que pode ser uma revolução na produção de energia mundial: a criação de tranças de fibras de polietileno contendo uma espécie química chamada “amidoxima”, que atrai urânio. Dessa forma, seria possível extrair o elemento das águas e usá-lo nas usinas de energia nuclear.
A novidade está publicada na revista Industrial & Engineering Chemistry Research, editada pela Sociedade Americana de Química (ACS, na sigla em inglês). Por meio século, os pesquisadores em todo o mundo têm tentado extrair urânio dos oceanos, com pouco sucesso. Desde 2011, o Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) iniciou um programa que envolve uma equipe multidisciplinar de pesquisadores em laboratórios ao redor do planeta. Os primeiros resultados animadores começam a aparecer agora.
O time de estudiosos conta com químicos, cientistas computacionais, engenheiros, cientistas marinhos e economistas. O conhecimento avançou depois que estudos computacionais forneceram insights sobre grupos químicos que se ligam seletivamente ao urânio. Estudos termodinâmicos forneceram uma visão sobre a química do urânio e espécies relevantes na água do mar, e estudos cinéticos descobriram fatores que controlam a velocidade com que o urânio na água do mar se liga ao adsorvente.

Reserva marinha é suficiente para 10 mil anos
“Para que a energia nuclear continue sendo uma fonte de energia sustentável, é necessário dispor de uma fonte economicamente viável e segura de urânio”, explica Phillip Britt, que lidera o programa DOE.
Estima-se que o urânio encontrado na Terra se esgotará nos próximos cem anos, deixando o planeta sem a matéria-prima necessária para produzir energia nuclear. Entretanto, essa descoberta poderá atender à demanda mundial de urânio para os próximos dez mil anos.

12.456 – Na Índia, energia solar já tem o mesmo preço que o carvão


A Índia tem um problema sério de energia. De seus 1,2 bilhão de habitantes, 300 milhões não têm acesso à rede elétrica nacional, e grande parte das cidades estão sujeitas a apagões. Além disso, 60% da energia do país é gerada pela queima de carvão – um processo que emite muito CO2. O país tem 13 das 20 cidades mais poluídas do mundo. Mas o ministro da energia, Piyush Goyal, afirmou que a energia solar pode ser a solução: pois alcançou um custo de produção quase igual ao do carvão.
Segundo Goyal, o preço do quilowatt-hora de energia solar atingiu 6 centavos de dólar, sendo que o do carvão varia entre 5 e 6 centavos. Esse barateamento aconteceu porque, já há algum tempo, o país vem investindo em tecnologia e em infraestrutura para a implantação da energia solar no país – tudo por causa de uma promessa do primeiro ministro, Narendra Modi.
Desde 2014, Modi vem trabalhado em um plano para substituir o carvão, principal fonte de energia da Índia, pela energia solar até 2022. A ideia é tornar o país capaz de gerar 100 gigawatts de energia solar no período – para se ter uma ideia, os EUA só conseguem produzir 20. O objetivo é ambicioso e difícil de alcançar, já que algo assim nunca foi realizado antes por outras nações.
Mesmo assim, a Índia tem trabalhado duro para cumprir a promessa: no ano passado, construiu o primeiro aeroporto do mundo que funciona apenas com energia solar, que fica na cidade de Cochim, e projetou a maior estação de produção de energia solar do mundo, que ficaria no estado de Madhya Pradesh. Além disso, durante a Conferência das Partes (COP-21) da Convenção das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, a Índia também assinou um acordo junto com os 121 outros países que mais poluem no mundo, com o objetivo de unir forçar para investir em energia solar – uma iniciativa que tem sido chamada de aliança solar.
Com todo esse investimento, o custo de produção caiu – e a projeção da Índia é que em 2020 o preço da energia solar esteja 10% mais baixo que o do carvão. É uma boa notícia, inclusive porque o consumo de energia da Índia deve dobrar até 2030.

12.420 – Mega Techs – Superbateria externa pode recarregar um smartphone por 40 dias


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As baterias portáteis se tornaram um acessório comum ultimamente, com o aumento da potência dos smartphones e as baterias que não acompanham o mesmo ritmo de evolução. Normalmente, os modelos de baterias externas mais comuns trazem cerca de 2.500 mAh, ou em casos mais extremos, próximo de uns 10.000 mAh.
A fabricante Anker decidiu não se limitar pelo que o resto do mercado oferece. A empresa revelou o PowerHouse, que tem o tamanho de um bloco de concreto e traz 120.600 mAh. Esta capacidade seria suficiente para recarregar o seu smartphone completamente por 40 dias mesmo que tenha perdido acesso a qualquer outra fonte de eletricidade.
Ele foi criado para ir além das recargas de smartphones, também. Além das quatro portas USB, que podem carregar quatro aparelhos simultaneamente, o dispositivo também conta uma tomada de três pinos no padrão americano para abastecer qualquer coisa que dependa de uma tomada de parede comum. Assim, mais do que seu celular, a bateria é capaz de recarregar um notebook 15 vezes e até mesmo manter um frigobar funcionando por 7 horas.
A empresa promete que, quando o PowerHouse necessitar de uma recarga, ele pode ser totalmente abastecido em 10 horas com o carregador fornecido na embalagem. Ele conta com uma telinha LCD que fornece as informações detalhadas sobre o estado da recarga.
O dispositivo pode ser adquirido por US$ 500, sendo uma boa alternativa de energia portátil para quando o inevitável apocalipse acontecer. A empresa também promete um carregador solar capaz de abastecer o PowerHouse em 16 horas, o que será mais útil em um cenário de um colapso que acabe com as fontes de eletricidade convencionais.

12.414 – Energia – Uma bateria nada convencional para carregar o seu celular


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Cientistas na Inglaterra desenvolveram uma tecnologia capaz de transformar urina em energia elétrica. A célula de combustível movida a xixi não gera gases poluentes e é muito barata – custa 2 libras esterlinas, aproximadamente 10 reais.
A criação dos pesquisadores utiliza bactérias para gerar energia a partir de matéria orgânica. Quando respiram, as bactérias oxidam moléculas orgânicas e movimentam elétrons. É nessa movimentação que está o potencial para gerar energia elétrica – o truque é coletar os elétrons durante a respiração das bactérias.
Esse modelo já é bastante conhecido na ciência, mas seu uso era limitado porque a tensão e a corrente elétrica geradas eram muito baixas. São esses os limites que os cientistas da Universidade de Bath estão tentando ultrapassar.
A urina passa pelo interior do mecanismo para que a reação química aconteça. O processo praticamente não gera lixo residual, ao contrário da maioria das formas de gerar energia elétrica. Além disso, o novo modelo é menor, mais poderoso e mais barato que a maioria das células de combustível que utilizam microorganismos.
A maioria desses modelos que procuram gerar energia através de microoganismos usa platina como catalisador da reação química que acontece na célula. Já a nova “bateria” usa um composto derivado de glucose e da albumina, proteína do ovo – dois ingredientes baratos e renováveis.
Cada unidade da célula é um cubo de 2,5 cm de lado. Se essas unidades são conectadas, a energia gerada vai aumentando proporcionalmente. Um metro cúbico dessas células é capaz de gerar 2 Watts de energia, potência suficiente para carregar um celular, por exemplo, só usando xixi.
É claro que essa quantidade nem se compara à gerada em usinas hidrelétricas ou até paineis solares, mas os pesquisadores acreditam que, aperfeiçoando o design da células, vão conseguir aumentar ainda mais a potência gerada.
Para os autores, um dos usos potenciais da tecnologia é levar energia elétrica para regiões em que o sistema de cabos de transmissão de energia ainda não chegou. Eles esperam conseguir melhorar a tecnologia a ponto de revolucionar a produção de energia, com o uso de materiais considerados “lixo” mas que são produzidos o tempo todo, como a urina.

12.400 – Ecologia – Alga pode substituir o petróleo na produção de combustível


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O petróleo está se tornando cada vez mais um material ultrapassado, quando se pensa em gerar energia. Depois de usarmos milho, cana-de-açúcar, e até mamonas, para a criação de biocombustíveis, cientistas indicam que o futuro das fontes energéticas pode estar no fundo do mar. Pesquisadores das Universidades do Texas, de Arizona e de Tóquio descobriram uma microalga chamada Botryococcus braunii, que tem a capacidade de fabricar, naturalmente, a matéria-prima de combustíveis fósseis como a gasolina e o óleo diesel. Não é a primeira que se aposta em algas para a prodiução de combustível. Mas essa parece mais promisora, tanto que os cientistas estão chamando a descoberta de “petróleo de alga” e projetam que ela pode ser mais barata do que o etanol.
A Botryococcus braunii tem uma enzima especial que fabrica hidrocarbonetos – moléculas que formam os combustíveis – durante o processo de reprodução celular da alga. Essas moléculas só são encontradas nas profundezas da Terra, sob muita pressão, na forma de petróleo. Mas fabricar os combustíveis a partir o petróleo é muito trabalhoso: é necessário, primeiro, destilar o material para separar os hidrocarbonetos. A partir daí, essas moléculas servem como “pecinhas” para montar os diferentes combustíveis. Mas com as algas é mais fácil: não precisa de destilação, porque os hidrocarbonetos já estão separados. Tudo o que os cientistas precisam fazer é montar as peças e criar o combustível que quiserem.
Descobrir que uma alga consegue fabricá-las sem nenhum estímulo é surpreendente – ainda mais quando se trata de uma alga tão comum: ela vive em água doce, cresce em quase todos os lagos do mundo, pode sobreviver em climas muito diferentes – do montanhoso ao desértico – e só não é encontrada na Antártica. O problema é que a alga não consegue produzir hidrocarbonetos tão rápido quanto a gente precisa: leva uma semana para que ela termine seu processo de reprodução celular, enquanto outras algas e plantas, inúteis em termos de combustível, conseguem fazer a mesma coisa em algumas horas. Para contornar a situação, os pesquisadores estão tentando encontrar o mecanismo genético que comanda a enzima produtora de hidrocarbonetos e transplantá-lo para plantas mais rápidas. A ideia é inserir o “gene do petróleo” em plantas terrestres, como o tabaco, ou em outras algas comuns para aumentar a produção em um tempo menor e com menos custos.
Se os estudos se mostrarem corretos, nova descoberta pode diminuir ainda mais a força do petróleo, e tornar toda a produção de combustível mais barata e simples: não vai mais ser necessário gastar milhões para remover a matéria-prima do fundo da Terra, e nem brigar por reservas já existentes. Além disso, assim como nos biocombustíveis já existentes, o processo seria mais sustentável, já que parte da emissão de gás carbônico pelos combustíveis pode ser equilibrada pela fotossíntese das próprias algas.

12.239 – Mega Techs – Tênis carregam a bateria do celular com os passos do usuário


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Alá Prof. Pardal

Pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, estão trabalhando em uma palmilha de sapatos que consiga transformar a energia gerada pelo caminhar de uma pessoa em eletricidade. “Estimativas teóricas mostram que o pé humano pode produzir até 10 watts de energia, desperdiçada em forma de calor. A geração de um total de 20 watts ao andar não é algo pequeno, especialmente em comparação aos requisitos de energia da maior parte dos dispositivos móveis modernos”, explica o professor de engenharia mecânica, Tom Krupenkin.
“Desenvolvemos um novo método de conversão direta do movimento mecânico em energia elétrica que é apropriado para este tipo de aplicação”, explica o professor. A novidade é um líquido condutor que interage com uma superfície revestida de nanofilme, capaz de produzir energia elétrica. A única ressalva é que o método requer uma fonte de energia com alta frequência, maior do que a produzida pelo movimento humano.
Os pesquisadores combinaram então a estrutura a um novo dispositivo, chamado Bubbler. Ele é constituído por duas placas planas com um líquido condutor no meio. Na placa de baixo, minúsculos furos permitem que o gás pressurizado entre, formando bolhas.
As bolhas crescem até encostarem na placa superior e explodirem. A produção contínua e explosão dessas bolhas movimenta o líquido, gerando uma carga elétrica.
Em testes, o método foi capaz de produzir cerca de 10 watts por metro quadrado. De acordo com os cientistas, o número deve crescer mais ainda, com mais estudos. No futuro, o sapato pode ser usado para carregar um smartphone e até gerar energia em áreas remotas.

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12.225 – Energia – Bateria Ecologica


Especialistas do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade de Maryland, nos EUA, criaram uma bateria usando apenas uma folha de carvalho carbonizada com sódio, altamente reativo.
A receita envolve o cozimento da folha a temperaturas de 1.000 °C, demonstrou que a combinação poderia ser usada como um terminal negativo de uma bateria, chamado de ânodo.
“As folhas são abundantes, tudo o que tinha que fazer era escolher uma caída aqui no chão do campus”, disse o pesquisador Li Hongbian, que também é membro do corpo docente do Centro Nacional de Nanociência e Tecnologia de Pequim, na China. Outros estudos têm demonstrado que a casca do melão, a casca da banana e musgo de turfa podem ser utilizados da mesma forma, mas a folha facilitaria o processo, pois precisa de menos preparação.
A maioria das baterias recarregáveis ​​atuais são de lítio, mas o objetivo é que baterias possam ser feitas utilizando sódio, que é capaz de armazenar mais carga. Até agora, porém, os especialistas lutam para encontrar um material ânodo compatível com o sódio. Embora o grafeno com vários materiais possa atrair e reter sódio, tais ânodos são demorados e caros de produzir. Em comparação, as folhas são uma opção muito mais rápida e barata.
A equipe aquecia uma folha durante uma hora a 1.000 °C para queimar toda a estrutura de carbono subjacente. O lado inferior da folha permaneceu cravejado com poros para absorver água, o que os peritos utilizaram para absorver o eletrólito de sódio que pode transportar uma carga elétrica. As camadas superiores de carbono viraram folhas de carbono “nanoestruturadas” para absorver o sódio que transporta a carga.
“A forma natural de uma folha já corresponde às necessidades de uma bateria. Ela possui a área de superfície de baixo, que diminui os defeitos; um monte de pequenas estruturas juntas, que maximiza o espaço, e estruturas internas do tamanho certo para ser usada com eletrólito de sódio”, disse Fei Shen, um estudante visitante no Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais.
Liangbing Hu, professor assistente, acrescentou: “Temos tentado outros materiais naturais, como a fibra de madeira, para fazer uma bateria. Mas a folha já é projetada pela natureza para armazenar energia para uso posterior, e usando-as desta forma podemos criar um armazenamento sustentável em larga escala”. De acordo com Hu, o próximo passo é investigar diferentes tipos de folhas para encontrar a melhor espessura, estrutura e flexibilidade para o armazenamento de energia elétrica.

12.153 – Descoberto como armazenar energia elétrica em um tipo de “papel”


Apenas uma folha do material, medindo 15 centímetros de diâmetro e menos de 0,5 milímetro de espessura, é capaz de armazenar 1 farad (unidade de capacidade elétrica) de capacitância elétrica, que é aproximadamente o mesmo suportado por muitos supercapacitores utilizados em aparelhos elétricos atuais.
O material, que é feito a partir de nanocelulose e um polímero condutor, pode ser utilizado e recarregado, com duração de centenas de ciclos de carga. E o melhor de tudo, ele só leva alguns segundos para ser ligado novamente.
“Os finos papéis que funcionam como capacitores já existem há algum tempo. O que temos feito é produzir o material em três dimensões. Nós podemos produzir chapas grossas”, disse Xavier Crispin, pesquisador do Laboratório de Eletrônica Orgânica da Universidade de Linköping.
O material dos pesquisadores parece com papel preto, mas, ao toque, se parece mais com uma espécie de plástico. No entanto, ele apresenta também outras qualidades semelhantes ao papel, como a resistência, tal como sua capacidade de ser dobrado como um origami.
A equipe criou as folhas por quebrar fibras de celulose com água de alta pressão. Estas fibras possuem apenas 20 nanômetros de diâmetro, e são adicionadas a uma solução de água contendo um polímero carregado eletricamente. O polímero, em seguida, forma um revestimento fino sobre as fibras. “As fibras cobertas estão emaranhadas, nas quais o líquido nos espaços entre elas funciona como um eletrólito”, explicou Jesper Edberg, membro da equipe. O processo completo é descrito na revista Advanced Science.
O material, que os pesquisadores afirmam criar novos recordes em condutividade conjunta simultânea de íons e elétrons, poderia ter um impacto significativo na forma de armazenar carga em pequenos dispositivos. Com mais pesquisas, poderia até ser capaz de armazenar maior capacidade de energia, podendo resolver um problema de demanda por ela.
Ao contrário das baterias e capacitores utilizados atualmente, que precisam de grandes quantidades de metal e, muitas vezes, contêm produtos químicos tóxicos, o “power paper” é feito a partir de materiais simples, como celulose e polímeros renováveis ​​prontamente disponíveis. De acordo com os pesquisadores, o papel é leve, não requer produtos químicos perigosos ou metais pesados, e é à prova d’água. O desafio é um desenvolvimento de um processo industrial para a fabricação do produto em larga escala.
Assim como o papel normal, o material tem de ser desidratado para tornar-se laminado. Se a equipe for capaz de resolver este quebra-cabeça, possivelmente, com a ajuda de parceiros comerciais, ele poderia ser amplamente utilizado no futuro.

12.055 – Renováveis podem destronar combustíveis fósseis em 2030


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Em 2014, as energias renováveis responderam por quase metade de todas as novas usinas construídas no mundo, segundo relatório recente da Agência Internacional de Energia (AIE).
De acordo com o World Energy Outlook 2015, a energia verde é o segundo maior gerador de eletricidade do mundo, com potencial de destronar os combustíveis fósseis até 2030.
Segundo o diretor-executivo da AIE, Fatih Birol, o relatório é um indicativo da consolidação da indústria de energia renovável. “Ela não é mais um nicho, tornou-se um combustível mainstream”, disse ele ao jornal The Guardian.
O estudo aponta que 60 por cento de todos os novos investimentos em energia está sendo canalizando em projetos de geração renovável, apesar dos US$ 490 bilhões em subsídios que os combustíveis fósseis receberam no ano passado.
A inclinação do mundo para fontes de energia mais limpas é um sinal promissor que chega a poucas semanas da cúpula do clima da ONU em Paris, onde diplomatas de quase 200 países vão elaborar um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases-estufa.
Apesar do crescimento, as energias renováveis continuam a representar apenas uma pequena fração do consumo de energia global. Muito mais deve ser feito para descarbonizar o fornecimento de energia global, advertem os analistas a Agência.
Seu ritmo de expansão precisa acelerar se quisermos evitar os piores efeitos das mudanças climáticas associados a um aumento superior a 2ºC na temperatura do Planeta.
Para se ter ideia, um estudo divulgado nesta quinta-feira (12) mostra que os governos dos principais países industrializados fornecem mais de US$ 450 bilhões por ano para apoiar a produção de combustíveis fósseis.
Isso é quase quatro vezes os subsídios mundiais para a expansão das energias renováveis, que totalizou US$ 121 bilhões em 2013, segundo dados da AIE.

11.936 – Energia Solar – Deserto do Saara receberá maior usina do planeta


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O Marrocos é um dos países com mais incidência de sol no planeta: são cerca de três mil horas ensolaradas por ano. Fazendo uma conta rápida (365 dias no ano multiplicado por 24 horas no dia = 8760 horas em um ano) e se pensarmos que até no Marrocos o sol precisa descansar (ou seja, que lá também existe noite) isso quer dizer que há sol em 68% do período diurno do país. A ironia é que mesmo com a abundância desse recurso natural preciossísimo, 97% da energia utilizada pelo povo marroquino vem de fora. Uma imensa usina de energia solar está a caminho para acabar com esse antiquado contraste.
Imensa não – estamos falando da maior usina do mundo. A ideia é que o projeto fique pronto até 2020 – até lá, cerca de 2 bilhões de dólares terão sido gastos na sua construção e instalação. A expectativa é que a usina gere 500 MW e ocupe um espaço equivalente ao de Rabat, capital do país.
A usina está sendo construída em Ouarzazate, cidade conhecida como “a porta do deserto”, por ser uma das entradas para o deserto do Saara. A tecnologia que será empregada por lá não é a mesma dos tradicionais painéis fotovoltaicos – serão utilizados espelhos curvados de cerca de dez metros de altura; essas estruturas estarão ligadas a canos com um líquido dentro e, assim que o líquido esquenta e é transformado em vapor, uma turbina gera a eletricidade.
Se hoje o Marrocos compra de outros países quase toda sua energia, a ideia é que com essa usina o país possa até exportar energia para a Europa. Alguns cientistas afirmam que se todos os desertos do mundo fossem utilizados para capturar energia solar, a demanda energética da humanidade estaria garantida por um ano.
A primeira fase do projeto deve ser lançada já em novembro desse ano – só esse trecho conta com 500 mil espelhos solares espalhados por 800 fileiras.

11.748 – Transporte – Trens iluminados com energia solar?


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A Índia tem uma das maiores redes ferroviárias do mundo: são cerca de 12 mil trens que carregam mais de 23 milhões de passageiros todos os dias. O custo é alto para a estatal Indian Railways – e para o meio ambiente.
Segundo informações da empresa, em 2012 foram consumidos 3 bilhões de litros de diesel e cerca de 14 bilhões de quilowatts-hora de eletricidade na operação dos trens.
Para diminuir o peso dos combustíveis no balanço, a Indian Railways deu início a um plano de uso de fontes de energia renováveis e acaba de colocar em funcionamento seus primeiros vagões abastecidos com energia solar.
Os painéis de captação solar foram instalados no teto de vagões sem ar condicionado da linha Rewari-Sitapur, operada pela Northern Railway, em caráter experimental, em junho deste ano.
O custo de instalação dos painéis, de acordo com o jornal indiano The Economic Times, foi de US$ 6 mil por vagão.
A energia gerada por eles é de cerca de 17 unidades de potência por dia, o que permite alimentar o sistema de iluminação do vagão. Em um ano, a economia esperada com gastos de energia é de US$ 1,9 mil.
Para se locomover, no entanto, o trem ainda usará diesel. A energia solar será usada, por enquanto, apenas para iluminação e para acionar os ventiladores.
Segundo o ministro das ferrovias indiano, Shri Suresh Prabhakar Prahbu, nos últimos seis meses a Indian Railways deu vários passos no caminho da economia de energia e proteção do meio ambiente.
Em seminário sobre desafios ambientais enfrentados pela empresa, ele afirmou que o objetivo é o de reduzir a pegada de carbono da estatal promovendo as fontes de energia renováveis. A meta para os próximos cinco anos é de gerar mil megawatts de energia solar e 200 megawatts de energia eólica em substituição ao diesel.
Além dos trens, os painéis solares também serão colocados no telhado de estações ferroviárias e em passagens em nível em todo o país, por meio de investimento próprio e também em parcerias público-privada. A expectativa é de gerar 8,8 megawatts de energia solar com estas instalações.

11.601 – Empresa britânica desenvolveu mecanismo para fabricar gasolina utilizando gás carbônico do ar


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Isso aponta um avanço científico enorme que poderia acabar com a dependência da humanidade de combustíveis fósseis. A síntese da gasolina utilizando ar ocorreu na cidade industrial Stockton-on-Tees, Inglaterra, onde a empresa afirma ter produzido 5 litros de gasolina desde agosto de 2012, usando uma pequena refinaria que sintetiza o combustível utilizando dióxido de carbono e vapor de água.

Especialistas em petróleo aplaudiram a descoberta incrível pelo enorme potencial de “mudar o jogo” na batalha contra as alterações climáticas.

Embora a empresa esteja fazendo os últimos ajustes e necessite utilizar energia elétrica para o processo, acredita-se que eventualmente será possível produzir a gasolina usando 100% de fontes renováveis.

Os empresários esperam construir, ainda este ano, uma planta de uma fábrica em escala industrial para produzir centenas de toneladas por dia e expandir a produção de combustível.

Peter Harrison, executivo-chefe da empresa, revelou a descoberta em uma conferência do Instituto de Engenheiros Mecânicos em Londres. Extrair o dióxido de carbono do ar reduziria o efeito estufa que gera o afamado aquecimento global.

Dentro dos próximos 15 anos, a empresa irá procurar uma refinaria de escala monumental para uma parceria.

Você tem o potencial de mudar a economia de um país se você pode produzir seu próprio combustível”, comentou Harrison ao britânico DailyMail.

11.470 – Energia – Tesla Motors revoluciona e anuncia bateria que poderá mudar o mundo


Enquanto a energia eólica e solar têm mostrado um grande avanço nos anos recentes – estima-se que até 22% da energia elétrica no mundo são de fontes renováveis – há ainda o porém de que o vento e o sol possuem suas instabilidades. Sabemos que o sol não brilha todos os dias e que também não há vento o ano todo. Contudo, um novo produto, anunciado pela empresa de carros elétricos Tesla, promete resolver esta questão.
A empresa do bilionário Elon Musk anunciou recentemente a entrada no mercado de energia, com a produção de uma bateria revolucionária de íon-lítio, desenvolvida para capturar e armazenar até 10 kWh de energia, produzidas por painéis solares ou turbinas eólicas, que poderá distribuir uma média de 2 kWh – Isso resulta em um preço da electricidade (tendo em conta os custos de instalação e inversores) de cerca de US $ 500 por kWh, ou seja, menos de metade dos custos atuais.
A ideia é que estas reservas sirvam para quedas de energias, ou quando o sol ou o vento estão fracos e também para horários de pico, quando o custo da eletricidade é mais alto. Há ainda a Powerpack, que pode armazenar 100 kWh e poderá ser usada em fábricas ou grandes armazéns, podendo até substituir a energia proveniente de combustíveis fósseis.
Cada bateria de 10 kWh vai custar US$ 3.500 dólares nos Estados Unidos. Inicialmente, sua produção será na fábrica da Tesla na Califórnia, mas passará para Nevada, em 2017. As primeiras baterias deverão ser entregues a partir de agosto.
Tesla, um dos gênios da humanidade, mesmo depois de morto, possui um legado tão forte e vivo que continua revolucionando o mundo. Isso só foi possível por causa de um acontecimento difícil de acreditar.