14.037 – Mega Personalidades – Patrick Swayze


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(Houston, 18 de agosto de 1952 — Los Angeles, 14 de setembro de 2009) foi um ator, dançarino, cantor e compositor norte-americano.
Começou sua carreira como dançarino clássico, interrompendo-a por problemas recorrentes de lesões originadas na juventude pelo futebol americano. Decidiu então priorizar sua carreira como ator.
Estrelou filmes de sucesso como Ghost, Dirty Dancing, Donnie Darko, Point Break e Steel Dawn . Seu último trabalho foi como Charles Barker, um agente do FBI, na série The Beast. Foi nomeado em 1991, pela revista norte-americana People, como o “Homem mais sexy do mundo”.
Em Dirty Dancing desempenhou o papel de Johnny Castle, um instrutor de dança e dançarino num hotel, contracenando com Jennifer Grey. Este e Ghost foram os filmes pelos quais o ator ficou mais conhecido.
Patrick Swayze nasceu em Houston, Texas, filho de Patricia Yvonne Helen, apelidada de Patsy, uma coreógrafa e dançarina, e Jesse Wayne Swayze. Embora o sobrenome “Swayze” seja de origem francesa, é oriundo da ascendência irlandesa do artista. O irmão dele, Don Swayze, também é ator.

Até os vinte anos, Swayze vivia no bairro de Oak Forest, Houston, onde estudou em Santa Rosa de Lima, uma escola católica. Durante este tempo, desenvolveu múltiplas habilidades artísticas e desportivas, como patinação no gelo, balé clássico, e representação. Estudou ginástica na vizinha San Jacinto College, por dois anos. Em 1972, mudou-se para Nova York para completar sua formação formal de dança no Ballet Harkness e Joffrey Ballet. A escola de dança da mãe de Patrick Swayze realmente foi o amuleto da sorte do ator. Além de ter dado uma carreira de sucesso para o filho, a professora Patsy Swayze também foi a cupido da relação de Patrick com uma das suas alunas, na época com 15 anos de idade, Lisa Niemi. Casados desde o dia 12 de Junho de 1975, o casal não teve filhos. Lisa fez diversos tratamentos para engravidar, mas sofreu dois abortos espontâneos, um em 1990 e outro em 2005.
Swayze morreu em 14 de setembro de 2009, aos 57 anos, após sofrer por dois anos com um câncer pancreático. Antes de saber da doença, o ator disse que num primeiro momento pensou estar sofrendo de indigestão crônica. Quando os sintomas pioraram, procurou seu médico tendo sido feita uma biópsia e o diagnóstico foi câncer. Seu alcoolismo e excesso de consumo de cigarros, mesmo após o diagnóstico, foi apontado como causas do desenvolvimento de tumores no pâncreas, que criaram metástase para o fígado.
Sua assessora de imprensa confirmou a morte, afirmando que ele estava ao lado da família.
O seu corpo foi cremado e suas cinzas dispersas no seu rancho no Novo México.

13.999 – Mecânica quântica e universos paralelos – a física de “Vingadores: Ultimato”


Em Vingadores, por outro lado, toda vez que o passado é alterado, surge um universo paralelo em que tudo ocorre de maneira diferente graças a essa alteração. Esse mecanismo – diferente do adotado por J.K. Rowling e Robert Zemeckis – não deriva da física clássica de Einstein, e sim, como já mencionado, da física quântica, da qual o próprio Einstein duvidou.
Para entender esse mecanismo, imagine que uma personagem que acabamos de inventar, a Ana, se arrependeu de começar um namoro com Gabriel e quer voltar no tempo para impedir si própria de conhecê-lo. Ela pretende furar o pneu do ônibus que Gabriel pegou para ir à faculdade naquela fatídica tarde de 2014. Assim, eles nunca teriam formado uma dupla na aula.
Se o plano desse certo no mundo de De Volta para o Futuro, assim que Ana retornasse a 2019, veria sua vida completamente mudada. No mundo de Harry Potter, por outro lado, o plano não daria certo: Ana descobriria que, naquela dia, o pneu furado foi justamente o que fez com que Gabriel chegasse um pouco atrasado à aula – e fosse obrigado a formar dupla com ela em vez de escolher um amigo próximo.
Já na perspectiva quântica, Ana teria inaugurado um novo universo. Uma realidade paralela em que ela de fato não viveu com Gabriel – enquanto o outro universo, em que o namoro segue normalmente, continua existindo. Parece maluquice – é maluquice –, mas é uma consequência da maneira como o físico americano Hugh Everett III interpretou as equações de Niels Bohr (sim, o da sua aula de química) e Erwin Schrödinger (sim, o do gato). Calma que a gente explica.

O que é física quântica, afinal?
Ela é a única teoria que descreve de maneira bem sucedida o comportamento de átomos e das partículas menores que átomos – os quarks e elétrons que compõem os átomos, por exemplo, ou os fótons, as partículas que perfazem a luz. Se você tentar usar as equações da Relatividade de Einstein para explicar o que um elétron está fazendo, não vai dar certo. O mundo das coisas pequenas é inacessível às equações do alemão.
Isso porque é impossível determinar a posição de um elétron. O melhor que você pode fazer é criar uma espécie de gráfico que demonstra onde há maior ou menor probabilidade deste elétron estar em um determinado momento. A equação que gera essa gráfico foi a grande sacada de Erwin Schrödinger.
Essa é uma noção muito estranha, pois nada, na nossa experiência cotidiana, pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Se você está em casa, a probabilidade de que você esteja em casa é 100%, e de que você esteja fora de casa, 0%. Não dá para estar meio grávida, não dá para cometer meia infração de trânsito, não dá para estar 50% na cama e 50% no mercado.
Isso é tão verdade que até as próprias partículas concordam: quando você tenta estabelecer a posição de um elétron, ele imediatamente abandona sua incerteza e se manifesta em um lugar só. O gráfico, antes tão irregular, atinge 100% de garantia. Dureza: o mundo, na escala quântica, passa a perna nos cientistas. Quem descobriu que o elétron se nega a manifestar sua estranheza foi o dinamarquês Niels Bohr.
O que Everett concluiu foi: de fato, é extremamente tosco supor que um elétron esteja em dois lugares ao mesmo tempo, ou que o observador veja a partícula em vários lugares ao mesmo tempo. Mas não é tão tosco assim pressupor que existem vários universos, e que cada um deles contêm o elétron em uma das posições possíveis. Ou seja: o Gato de Schrödinger está vivo em um universo, e morto em outro. Acabou o paradoxo.
Mais recentemente, um físico chamado David Deutsch juntou algumas possibilidades de viagem no tempo quântica com a ideia do multiverso – gerando um cenário teórico mais ou menos parecido com o do filme. E é esse o Deutsch mencionado por Tony Stark no começo do filme.

13.799 -Cinema – Por que Hitchcock era considerado o “mestre do suspense?”


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Sem medo de inovar
Se o filme é protagonizado por um ator famoso, o público presume que o personagem não morrerá (pelo menos não até o fim da história). O cineasta foi contra esse clichê e acabou criando uma das cenas mais surpreendentes do cinema: o assassinato no chuveiro da personagem interpretada por Janet Leigh, que ocorre aos 46 minutos de Psicose (1960).
Um segredo entre nós
A plateia era feita de cúmplice. Ele revelava a ela uma informação preciosa que o personagem desconhecia (e corria risco de vida se não descobrisse a tempo). Em O Marido Era o Culpado (1936), um garotinho carrega, sem saber, um pacote com uma bomba-relógio. Atrasa-se várias vezes para entregá-lo, deixando o público roendo as unhas de ansiedade.
Trauma de infância
No livro Hitchcock/Truffaut, o diretor revela que, quando tinha 5 anos, seu pai o enviou à delegacia com um bilhete que pedia ao delegado que o trancasse em uma cela e lhe dissesse: “Isso é que acontece com meninos desobedientes”. Não por acaso, pessoas acusadas injustamente por um crime são um tema recorrente em sua obra, como no filme O Homem Errado (1956).
Inspirado pelo silêncio
Ele começou no cinema como criador das legendas que simulavam diálogos em filmes mudos. Foi assim que aprendeu como causar emoções no público mesmo sem diálogo – só com enquadramentos e cortes precisos. Um exemplo? Festim Diabólico (1948), sobre dois amigos que matam um colega pouco antes de uma festa, é cheio de cenas contínuas e cortes disfarçados.
De corpo e alma
Em um discurso de agradecimento, o diretor disse que devia seu sucesso a quatro pessoas: “Uma é roteirista, outra é editora, outra é mãe da minha filha e a última é a melhor cozinheira que já existiu”. E o nome de todas elas é Alma Reville. Sua amada esposa consertava erros de edição e continuidade e foi até roteirista, em filmes como Sombra de uma Dúvida (1943).
O importante objeto insignificante
Ele bolou um recurso até hoje usado por roteiristas: o “MacGuffin”. Assim ele chamava qualquer objeto comum, que só servia para dar um objetivo ao protagonista e gerar suspense, como o microfone secreto que causa a perseguição ao herói de Intriga Internacional (1959). Mas é irrelevante: quando a trama avança, pode até ser deixado de lado.
Mania de assistir
Hitchcock se aproveitava bastante da ideia do voyeurismo: o prazer de observar os outros em situações íntimas ou de sofrimento. É um elemento central em Janela Indiscreta (1954), em que o protagonista bisbilhota a vida de seus vizinhos e acaba descobrindo um assassinato. Em outros filmes, fazia o público assistir a uma cena pelo ponto de vista do vilão.
Menina dos olhos
Um Corpo Que Cai (1958), sobre um detetive que fica obcecado pela loira que investiga, foi um de seus filmes que abordam a fixação com mulheres. O tema pode ser outro reflexo da vida pessoal do cineasta: ele adorava atrizes loiras. Tippi Hedren, protagonista de Os Pássaros (1963), chegou a acusá-lo de assédio sexual.

13.794 – Curiosidades sobre a Lenda Bruce Lee


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Se ainda estivesse vivo, Bruce Lee completaria 78 anos em 2018 Mesmo com uma vida e uma carreira breves, o ator, roteirista e lutador se tornou um dos principais ícones das artes marciais no mundo.
Todo mundo sabe que Bruce Lee era forte, habilidoso e tinha golpes precisos, mas você consegue imaginar como ele se saía na escola ou quais eram seus outros hobbies?
Bruce Lee era rápido
Quem já assistiu ao menos uma cena dos clássicos estrelados pelo ator deve ter reparado que a agilidade é uma de suas principais características. No entanto, o interessante é notar que a maior parte dos filmes de artes marciais da época costumava ter cenas aceleradas para fazer com que as lutas parecessem mais rápidas.
Mas Bruce Lee era tão ágil que não era possível capturar seus incríveis movimentos com as tradicionais películas de 24 frames por segundo. Então, o lutador era filmado em 32 fps e suas cenas eram desaceleradas para que os espectadores pudessem acompanhar os movimentos.
Bruce Lee não era um bom aluno
Durante a infância, o ator frequentava o La Salle College, uma escola para falantes de inglês em Hong Kong, mas sempre se metia em confusões. Seu mau comportamento resultou em sua expulsão da instituição. E, mesmo depois de ser transferido para uma escola diferente, o jovem Bruce Lee continuou se envolvendo em brigas.
Bruce Lee também era dançarino e boxeador
Por trás das cenas, Lee cultivava dois hobbies: dançar e lutar boxe. Seu comprometimento com as duas atividades era tanto que ele chegou a ser reconhecido nas duas modalidades. Em 1958, aos 18 anos, ele ganhou o concurso de dança Hong Kong Cha Cha Championship e também venceu um campeonato de boxe. Por nocaute, é claro.
Ao contrário do que alguns podem pensar, o ator não era totalmente chinês. Mesmo tendo nascido nos Estados Unidos e passado toda sua vida como cidadão americano, o avô materno de Lee tinha ascendência alemã.
Bruce Lee era filósofo
Apesar de não ter um comportamento exemplar nos tempos de escola, Lee foi muito mais do que um lutador habilidoso. O ator frequentou a Universidade de Washington e se graduou em filosofia com ênfase nos princípios filosóficos das técnicas de artes marciais. Para conseguir bancar seus estudos, Bruce Lee dava aulas de artes marciais e abriu sua própria escola depois de concluir seus estudos.
O funeral de Bruce Lee apareceu em seu último filme
Bruce Lee faleceu aos 32 anos e os motivos que levaram à sua morte são controversos. Naquela época, ele estava no meio das filmagens de “Jogo da Morte”. O acontecimento inesperado obrigou os roteiristas a alterarem o enredo do filme, fazendo com que o personagem de Lee fingisse sua morte. Dessa maneira, as filmagens reais do funeral do ator foram utilizadas na trama, incluindo cenas em close do seu rosto embalsamado em pleno caixão.

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13.790 – Cinema – O Predador Está de Volta


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Data de lançamento 13 de setembro de 2018 (1h 47min)
Direção: Shane Black
Elenco: Boyd Holbrook, Sterling K. Brown, Keegan-Michael Key mais
Gêneros Ação, Ficção científica
Nacionalidade EUA
Enredo:
Um menino ativa o retorno dos predadores, agora mais fortes e inteligentes do que nunca, para a Terra. Ex-soldados e um professor de ciências se juntam para lutar contra essa ameaça e proteger o futuro da raça humana.
Pouco tempo depois de fazer sucesso como O Exterminador do Futuro, Arnold Schwarzenegger enfrentou um guerreiro alienígena no meio de uma floresta em Predador.
Agora, a franquia Predador vai ganhar um reboot e o ator foi novamente convidado para fazer parte do elenco. Infelizmente, as negociações não aconteceram como era esperado e, em entrevista ao Yahoo, o ator explicou os motivos para a recusa:
Eles me procuraram, e eu li, e não gostei daquilo que ofereceram. Então eu não vou fazer isso, não. Exceto se tiver uma chance de eles reescreverem, ou fazerem um papel mais significativo. Mas do jeito que está agora, não, eu não vou fazer isso.
O mais provável que o papel oferecido tenha sido um cameo ou uma aparição menor e Arnold Schwarzenegger não ficou satisfeito com a proposta.
O site norte-americano “Den of Geek” visitou o set do filme no ano passado e deu alguns detalhes sobre como a criatura está ganhando toques diferentes e modernos para o cinema atual. Outrora revolucionário para a cultura pop, tanto que continua relevante até hoje, o alienígena vai aparecer em três modelos clássicos, contando também com uma versão gigantesca com mais de três metros de altura.
Mais sobre a trilogia do Predador
Pouco tempo depois de fazer sucesso como O Exterminador do Futuro, Arnold Schwarzenegger enfrentou um guerreiro alienígena no meio de uma floresta em Predador.

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Agora, a franquia Predador vai ganhar um reboot e o ator foi novamente convidado para fazer parte do elenco. Infelizmente, as negociações não aconteceram como era esperado e, em entrevista ao Yahoo, o ator explicou os motivos para a recusa:
Eles me procuraram, e eu li, e não gostei daquilo que ofereceram. Então eu não vou fazer isso, não. Exceto se tiver uma chance de eles reescreverem, ou fazerem um papel mais significativo. Mas do jeito que está agora, não, eu não vou fazer isso.
O mais provável que o papel oferecido tenha sido um cameo ou uma aparição menor e Arnold Schwarzenegger não ficou satisfeito com a proposta.
“Desde os confins do espaço até as ruas de pequenas cidades dos subúrbios, os caçadores estão chegando nesta explosiva reinvenção de Shane Black da franquia Predador. Agora, os caçadores mais letais do universo são mais fortes, mais inteligentes e mais mortais do que nunca, tendo se aprimorado geneticamente com o DNA de outras espécies. Contudo, quando um menino acidentalmente descobre do seu retorno à Terra, apenas uma tripulação bagunçada de ex-soldados e um professor de ciências descontente podem impedir o fim da raça humana”.

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13.758 – Cinema – Querido Frankie


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Este emocionante filme tenta demonstrar a grande importância da presença de um pai
Frankie (Jack McElhone) é um garoto de 9 anos que vive com sua mãe, Lizzie (Emily Mortimer), com quem segue de um lado para outro. Tentando proteger Frankie da verdade, Lizzie escreve cartas para ele em nome de um pai fictício, que trabalha a bordo de um navio que passa por terras exóticas. Porém o que Lizzie não contava era que logo o navio em que o “pai” trabalha estará aportando no lugar em que estão, o que faz com que ela tenha que escolher entre contar a verdade para o filho ou encontrar um homem desconhecido que se faça passar pelo pai de Frankie durante algum tempo.
Exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial, no Festival do Rio 2004.

13.738 – Cinema – Mega Crítica para o Filme O Último Imperador


 

Apesar da cena grotesca onde cheiram o cocô do imperador, o filme ganhou todos os prêmios que disputou.
A saga de Pu Yi (John Lone), o último imperador da China, que foi declarado imperador com apenas três anos e viveu enclausurado na Cidade Proibida até ser deposto pelo governo revolucionário, enfrentando então o mundo pela primeira vez quando tinha 24 anos. Neste período se tornou um playboy, mas logo teria um papel político quando se tornou um pseudo-imperador da Manchúria, quando esta foi invadida pelo Japão. Aprisionado pelos soviéticos, foi devolvido à China como prisioneiro político em 1950. É exatamente neste período que o filme começa, mas logo retorna a 1908, o ano em que se tornou imperador.

Data de lançamento para filmes online (2h 25min)
Direção: Bernardo Bertolucci
Elenco: John Lone, Joan Chen, Peter O’Toole mais
Gêneros Histórico, Biografia
Nacionalidades França, Hong Kong, Itália, Reino Unido
Mais sobre o filme
O Último Imperador
foi o primeiro filme que recebeu autorização do governo chinês para filmar na Cidade Proibida.
– Ganhou os Oscars de todas as categorias as quais foi indicado.
– A versão original de
O Último Imperador
contém 224 minutos, sendo que a versão lançada nos Estados Unidos contém apenas 164 minutos. Anos mais tarde foi lançada uma versão sem cortes do filme, com sua duração original, sendo que a maior parte das cenas incluídas se referem ao período em que Pu Yi esteve em um campo de concentração chinês.
Prêmios OSCAR Ganhou 1988
Melhor Filme
Melhor Diretor – Bernardo Bertolucci
Melhor Roteiro Adaptado
Melhor Direção de Fotografia
Melhor Direção de Arte
Melhor Edição
Melhor Trilha Sonora Original
Melhor Som
Melhor Figurino

GLOBO DE OURO
Ganhou
1988
Melhor Filme – Drama
Melhor Diretor – Bernardo Bertolucci
Melhor Roteiro
Melhor Trilha Sonora Original

Indicado
Melhor Ator em Drama – John Lone

Longa premiado
Ganhou prêmios em todas as categorias do Oscar as quais foi indicado.
Versão original
A versão original de O Último Imperador contém 224 minutos, sendo que a versão lançada nos Estados Unidos contém apenas 164 minutos. Anos mais tarde foi lançada uma versão sem cortes do filme, com sua duração original, sendo que a maior parte das cenas incluídas se referem ao período em que Pu Yi esteve em um campo de concentração chinês.

Mega Crítica:
Não entendo como um filme chato, sonolento e longo e que mostra um cara cheirando cocô possa ter sido tão premiado.

13.641 – Ciência no Cinema – A Teoria de Tudo


A teoria de Tudo
Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.
O filme narra a vida do cientista Stephen Hawking, responsável pela teoria sobre buracos negros e portador de esclerose lateral amiotrófica, que o confinou a uma cadeira de rodas e a uma expectativa de vida de dois anos, quando ainda era jovem. Pois o ator Eddie Redmayne (Os Miseráveis) está absolutamente impecável no papel do protagonista. Ele passa a maior parte do filme mudo, por conta da evolução da doença do personagem, mas adota um repertório de trejeitos e postura (a maneira como ele – não – sustenta o ombro torto, por exemplo) incrivelmente semelhantes aos de Hawking – o resultado é um registro quase que documental sobre o biografado.
James Marsh (vencedor do Oscar de melhor documentário com O Equilibrista) soube aproveitar com sensibilidade o extenso material da vida do estudioso, baseado nas memórias da própria (primeira) esposa de Stephen Hawking, Jane Hawking – interpretada com sutileza por Felicity Jones (O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro), que passa da excitação do início da relação ao visível cansaço (humano) decorrente dos cuidados com o marido.

O roteiro (de Anthony McCarten) tinha tudo para ser um dramalhão daqueles (afinal, estamos falando de Hollywood), mas se converte em um retrato que, para além de fiel, é poético e (surpresa!) bem-humorado. Ao mesmo tempo em que A Teoria de Tudo é apresentando com leveza, o filme também não foge de polêmicas que poderiam chocar a audiência mais conservadora, a principal delas envolvendo um triângulo amoroso. Em um dado momento, um terceiro elemento, Jonathan Hellyer Jones (Charlie Cox) entra para a vida do casal. Cada um dos personagens tem consciência das suas limitações e, por isso, a iminente mudança na relação é abordada de maneira natural e madura. Não deixa de ser arriscado (afinal, estamos falando de Hollywood).
A fotografia de Benoît Delhomme também chama a atenção: é exuberante, com destaque para a cena do “baile de maio”, quando Stephen joga todo seu charme para Jane, sob as luzes de um carrossel e, em seguida, de fogos de artifício; ou no filtro usado para dar uma cara de caseiro para as cenas do casamento dos dois.
É bem verdade que o contexto geral da trama que envolve as descobertas profissionais – bem como o conhecido ateísmo de Hawking – é deixado de lado para privilegiar a história de amor do casal. Mas é uma opção que, como tal, foi bem executada. E sem a necessidade de muletas (ou cadeira de rodas).

 

13.422 – Capitalismo Selvagem no Cinema – O Mercador de Veneza


O mercador

Enredo:
Na cidade de Veneza, no século XVI, Bassanio (Joseph Fiennes) pede a Antonio (Jeremy Irons) o empréstimo de três mil ducados para que possa cortejar Portia (Lynn Collins), herdeira do rico Belmont. Antonio é rico, mas todo seu dinheiro está comprometido em empreendimentos no exterior. Assim ele recorre ao judeu Shylock (Al Pacino), que vinha esperando uma oportunidade para se vingar de Antonio. O agiota impõe uma condição absurda: se o empréstimo não for pago em três meses, Antonio dará um pedaço de sua própria carne a Shylock. A notícia de que seus navios naufragaram deixa Antonio em uma situação complicada, com o caso sendo levado à corte para que se defina se a condição será mesmo executada.

Direção: Michael Radford
Elenco: Al Pacino, Jeremy Irons, Joseph Fiennes mais
Gêneros Drama, Romance
Nacionalidades EUA, Itália, Luxemburgo, Reino Unido
– Exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial, no Festival do Rio 2004.
– O orçamento de
O Mercador de Veneza
foi de US$ 30 milhões.

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Al Pacino Atividades > Ator, Diretor, Produtor
Nome de nascimento > Alfredo James Pacino
Nacionalidade > Americano
Nascimento > 25 de abril de 1940 (Cidade de Nova York, Nova York, EUA)
Idade > 77 anos

13.360 – Mega Clássicos – Kung Fu Fighting


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É uma famosa canção do jamaicano Carl Douglas. Douglas foi o primeiro artista jamaicano a chegar ao topo das paradas musicais note americanas, o que ocorreu em 1974.Na época o Kung Fu e seus filmes eram muito populares mundialmente, tanto que foi lançada uma famosa série de TV com o ator David Caradine

Ano: 1974

Formato(s) VinilGênero(s)

Disco, funk rock

Duração 6:18

Gravadora(s) Pye Records

Composição Carl Douglas

Produção     Biddu

Bruce-Lee
Bruce Lee

13.356 – Cinema – A Procura da (Tal) Felicidade


Enredo
Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

will smith

Will Smith Will Smith: Atividades
Ator, Produtor, Compositor da música-tema
Nome de nascimento: Willard Christopher Smith Jr.
Nacionalidade: Americano
Nascimento: 25 de setembro de 1968 (Filadélfia, Pensilvânia, EUA)
Idade: 48 anos

 

Curiosidades
Diretor
A contratação de Gabriele Muccino foi indicação de Will Smith. O ator havia assistido O Último Beijo (2001) e Ricordati di Me (2003), ambos dirigidos por Muccino.
Início da parceria
Este é o 1º de dois filmes em que o diretor Gabriele Muccino e o ator Will Smith trabalham juntos. O posterior foi Sete Vidas (2008).
Título
O título original contém a grafia incorreta da palavra happiness, substituindo a letra I por Y. Este erro foi intencional, sendo uma referência a uma cena importante do filme.

a procura da tal felicidade

13.351 – Cinema – MINHAS TARDES COM MARGUERITTE


minhas Tardes
Imagine o encontro de duas forças. De um lado, mais de 100 quilos de pura ignorância e do outro menos de 50, carregados de ternura. Entre eles, uma diferença de décadas de idade e em comum, o encanto pelos livros. Esta é a história de um cinquentão pobre com as palavras e uma idosa inversamente rica com elas.
Quando criança, Germain (Gérard Depardieu) foi chamado de burro na escola por todos e em casa, com sua mãe solteira, não era diferente. A dificuldade de ler se perpetuou numa espécie de bloqueio intelectual. Já adulto, sua vida se resumia a viver de bicos, ainda ser alvo de brincadeira dos amigos e, principalmente, conviver com o eterno desamor da mãe. Contudo, quando Margueritte (Gisèle Casadesus) faz com que as páginas de um livro se abram novamente para ele, este reencontro com o universo das letras amplia seu horizonte e o único limite – agora – será somente a sua vontade.
Baseado no livro “La Tête en Friche”, de Marie-Sabine Roger, o filme foi dirigido por Jean Becker (Conversas com Meu Jardineiro), responsável também pelo roteiro, que conduz bem o espectador e de maneira cativante apresenta um drama com elementos de comédia. E é esse contraponto que ameniza a tristeza dos fatos, sem deixar de lado a emoção.
O resultado é uma produção delicada, que não apela para a pieguice, envolvendo você do começo ao fim, porque a amizade fomentada pelo prazer de viver (dela) e aprender (dele) é inesquecível. Assim, a qualquer hora do dia, eis um filme bom de assistir: Minhas Tardes com Margueritte.

13.347 – Cinema – Cegos, Surdos e Loucos


LOUCOS
Comédia

Enredo
O dono de uma banca de jornais, Dave Lyons (Gene Wilder), que é surdo, dá um emprego para Wallace “Wally” Karue (Richard Pryor), que é cego. Perto da banca há um assassinato cometido por Eve (Joan Severance), uma matadora profissional, mas a vítima conseguiu se livrar de uma aparente moeda (na verdade um supercondutor de energia) misturando com outras moedas, que haviam na banca. Wally ouviu um tiro e Dave só viu as pernas de Eve, mas quando a polícia chega os dois são presos como suspeitos. Como Eve e seu cúmplice inglês, Kirgo (Kevin Spacey), não encontram na valise da vítima o material “encomendado” pelo mandante, Sutherland (Anthony Zerbe), então Eve e Kirgo se passam por advogados que querem libertar os acusados, pois têm certeza que a “moeda” está com eles. Mas Wally e Dave fogem e são perseguidos, pela polícia e pelos bandidos.

Elenco:
Gene Wilder
Nome de nascimento: Jerry Silberman
Nacionalidade: Americano
Nascimento: 11 de junho de 1933 (Milwaukee, Wisconsin, EUA)
Falecimento: 28 de agosto de 2016 com a idade de 83 anos

Gene Wilder

Richard Pryor
Nacionalidade: Americano
Nascimento: 1 de dezembro de 1940 (Peoria, Illinois, EUA)
Falecimento: 10 de dezembro de 2005 com a idade de 65 anos

Superman III
1983
real : Richard Lester
Richard Pryor
COLLECTION CHRISTOPHEL

Parceria
Este foi o 3º de 4 filmes em que Gene Wilder e Richard Pryor (ambos já falecidos) atuaram juntos. Os demais foram O Expresso de Chicago (1976), Loucos de Dar Nó (1980) e Um Sem Juízo, Outro Sem Razão (1991).
Estudo
Gene Wilder foi à Liga de Deficientes Auditivos de Nova York, como forma de estudar para seu personagem. Foi lá que conheceu sua futura esposa, Karen Boyer.

13.334 – Heroínas no Cinema


heroina grafico
O último dos grandes super-heróis finalmente realizou o sonho do filme próprio: a Mulher-Maravilha, que chegou às telas depois de 75 anos. Nos últimos 40 anos, os estúdios filmaram mais de 150 longas adaptados de HQs – e apenas 13 são protagonizados por mulheres. (E olha que contamos quadrinhos mais alternativos, como Annie e Azul é a Cor Mais Quente).

1982 A Annie

1984 B Supergirl + C Sheena, a Rainha das Selvas

1985 D Guerreiros do Fogo

1989 E Brenda Starr

1995 F Tank Girl

1996 G Bela e Perigosa

2001 H Josie e as Gatinhas

2004 I Mulher Gato

2005 J Elektra

2013 K Azul é a Cor Mais Quente

2017 L A Vigilante do Amanhã + M Mulher-Maravilha + N Valerian e a Cidade dos Mil Planetas*

*Filmes que serão lançados em 2017

Resident evil 5

13.325 – Cinema – O Fugitivo


the fugitive
Direção: Andrew Davis
Elenco: Harrison Ford, Tommy Lee Jones, Sela Ward mais
Gêneros Suspense, Drama, Ação
Nacionalidade EUA

SINOPSE E DETALHES
Richard Kimble (Harrison Ford), um eminente cirurgião, é condenado à morte injustamente pelo assassinato de Helen Kimble (Sela Ward), sua esposa, mas consegue escapar devido a um acidente quando rumava para o presídio, onde ficaria até ser executado. Mas é implacavelmente perseguido por Samuel Gerard (Tommy Lee Jones), um dos agentes que tentam recapturá-lo, forçando-o a não ter nenhum contato com amigos. No entanto, Kimble está determinado a encontrar provas que determinem sua inocência.

Mega Curiosidades sobe o filme
Da TV para o cinema
Baseado no seriado de TV O Fugitivo.
O protagonista
Alec Baldwin era a primeira escolha para representar o Dr. Richard Kimble. Quando ele deixou o projeto, Andy Garcia estava cotado para assumir o posto. O ator Kevin Costner também foi considerado para o personagem principal.
Antes de rodar O Fugitivo o ator Harrison Ford nunca tinha visto um episódio da série de TV.
O filme foi dirigido por Andrew Davis, escrito por Jeb Stuart e David Twohy, e estrelado por Harrison Ford e Tommy Lee Jones. Na história, depois do Dr. Richard Kimble ser erroneamente condenado pelo assassinato da esposa, ele escapa da prisão e é declarado um fugitivo. Kimble parte para provar sua inocência e levar os verdadeiros responsáveis para a justiça enquanto é perseguido por uma equipe do Serviço de Delegados dos Estados Unidos, liderados pelo delegado Samuel Gerard.
Vários atores foram considerados para os papéis de Kimble e Gerard antes de Ford e Jones serem contratados. The Fugitive foi gravado principalmente em locações no interior da Carolina do Norte e na cidade de Chicago, Illinois. O filme estreou nos cinemas dos Estados Unidos em 6 de agosto e arrecadou mais de 350 milhões de dólares mundialmente na bilheteria. Considerando seu custo de 44 milhões e sua divulgação, ele foi considerado um sucesso comercial. The Fugitive foi indicado a sete Oscars, incluindo Melhor Filme, com Jones vencendo em Melhor Ator Coadjuvante. O filme também foi muito aclamado pela crítica especializada.

Elenco
Harrison Ford como Dr. Richard Kimble
Tommy Lee Jones como Delegado Federal Samuel Gerard
Joe Pantoliano como Delegado Federal Cosmo Renfro
Andreas Katsulas como Frederick Sykes
Jeroen Krabbé como Dr. Charles Nichols
Sela Ward como Helen Kimble
Daniel Roebuck como Delegado Federal Robert Biggs
Tom Wood como Delegado Federal Noah Newman
L. Scott Caldwell como Delegada Federal Erin Poole
Julianne Moore como Dra. Anne Eastman
Ron Dean como Detetive Kelly
Joseph F. Kosala como Detetive Rosetti
Jane Lynch como Dra. Kathy Wahlund

Harrison Ford não era a primeira escolha para interpretar o dr. Richard Kimble. Antes dele, vários outros atores fizeram testes para o papel, incluindo Alec Baldwin, Nick Nolte, Andy Garcia, Kevin Costner e Michael Douglas. Nolte, particularmente, acreditava ser muito velho para o papel, mesmo sendo apenas um ano mais velho que Ford. Gene Hackman e Jon Voight foram considerados para o papel de Samuel Gerard antes de Tommy Lee Jones ser escolhido; Jones improvisou boa parte de seus diálogos, incluindo a famosa frase “Eu não me importo”. Para o dr. Charles Nichols, a equipe tinha contratado o ator Richard Jordan, porém ele adoeceu e morreu nos estágios iniciais de produção e foi substituido por Jeroen Krabbé. Julianne Moore foi contratada originalmente para interpretar um interesse romântico de Kimble, a dra. Anne Eastman, porém a maioria de suas cenas foram cortadas por os cineastas acreditarem que não era correto um homem que procurava vingança pela morte da esposa se interessar por outra mulher.
The Fugitive foi filmado em locações na cidade de Chicago, Illinois, e em Cherokee e Dillsboro, ambas na Carolina do Norte. Apesar de quase metade do filme se passar no interior de Illinois, as gravações centraram-se na área do Condado de Jackson, Carolina do Norte, e nas Montanhas Great Smoky. A cena do ônibus de transporte de prisioneiros e o acidente de trem foram feitas na Great Smoky Mountains Railroad, perto de Dillsboro. A cena em si do acidente de trem custou um milhão de dólares e foi feita apenas uma vez, com o diretor Andrew Davis usando treze câmeras para capturar o evento; três acabaram sendo destruídas. Turistas em excursão pela ferrovia ainda conseguem ver parte dos destroços do trem e do ônibus. As cenas no hospital logo após a fuga de Kimble foram filmadas no Hospital Regional Harris em Sylva, Carolina do Norte. A Represa de Cheoah serviu de locação para a cena em que Kimble pula de uma barragem.
The Fugitive foi lançado nos Estados Unidos em 6 de agosto de 1993, arrecadando US$ 23.758.855 em seu primeiro fim de semana e ficando na primeira posição nas bilheterias, mantendo o lugar nas seis semanas seguintes. O filme acabou arrecadando um total de US$ 183.875.760 nos EUA e US$ 185.000.000 em outros países, chegando a um valor absoluto de US$ 368.875.760 mundialmente.

Oscar 1994 (EUA)
Vencedor na categoria de melhor ator coadjuvante (Tommy Lee Jones).
Indicado em outras seis categorias: melhor filme, melhor fotografia, melhores efeitos sonoros, melhor edição, melhor trilha sonora e melhor som.
Globo de Ouro 1994 (EUA)
Vencedor na categoria de melhor ator coadjuvante (Tommy Lee Jones).
Indicado ao Globo de Ouro em outras duas categorias: melhor diretor e melhor ator – drama (Harrison Ford).
Academia Japonesa de Cinema 1994 (Japão)
Indicado na categoria de melhor filme.
BAFTA 1994 (Reino Unido)
Venceu na categoria de melhor som.
Indicado nas categorias de melhor ator coadjuvante (Tommy Lee Jones), melhor edição, melhores efeitos especiais.
MTV Movie Awards 1994 (EUA)
Venceu na categoria de melhor sequência de ação e melhor dupla (Harrison Ford e Tommy Lee Jones)
Indicado na categoria de melhor atuação masculina (Harrison Ford) e melhor filme.

13.307 – Cinema e novos conceitos sobre as belas artes


manifesto
A classificação do cinema como sétima arte foi feita pelo crítico Riccioto Canudo no início do século 20. Atualmente há algumas classificações que incluem outras artes: a fotografia é considerada a 8ª arte; as histórias em quadrinhos a 9ª arte; os jogos eletrônicos a 10ª arte e a arte digital, ou seja a arte gráfica que é feita em computadores é considerada a 11ª arte.
A numeração das artes refere-se ao hábito de estabelecer números para designar determinadas manifestações artísticas.
O termo “sétima arte”, usado para designar o cinema, foi estabelecido por Ricciotto Canudo no “Manifesto das Sete Artes”, em 1912 (publicado apenas em 1923).
Posteriormente, foram propostas outras formas de arte, umas mais ou menos consensuais, outras que foram prontamente aceitas como o caso da 9ª arte, que hoje em dia é uma expressão tão utilizada para designar a “Banda desenhada”, como é 7ª arte para o cinema.
Presentemente, esta é a numeração das artes mais consensual, sendo no entanto apenas indicativa, onde cada uma das artes é caracterizada pelos elementos básicos que formatam a sua linguagem e foram classificadas da seguinte forma:

1ª Arte – Música (som);qualquer tipo
2ª Arte – Artes cénicas (Teatro/Dança/Coreografia) (movimento);
3ª Arte – Pintura (cor);
4ª Arte – Escultura (volume);
5ª Arte – Arquitectura (espaço);
6ª Arte – Literatura (palavra);
7ª Arte – Cinema (integra os elementos das artes posteriores, principalmente a 8ª e no cinema de animação a 9ª);
8ª Arte – Fotografia (imagem);
9ª Arte – Historia em quadrinhos (cor, palavra, imagem);
10ª Arte – Jogos de Video
11ª Arte – Arte digital (integra artes gráficas computadorizadas 2D, 3D e programação).

Outras numerações, não tão consensuais, propõem o seguinte:
Numeração mais utilizada
Pintura;
Escultura;
Arquitectura;
Dança;
Música;
Literatura;
Cinema;
Televisão;
Banda desenhada;
Jogos de Vídeo;
Multimédia/multimídia ou arte digital.

Numeração menos utilizada
Arquitectura;
Escultura;
Pintura;
Música;
Poesia;
Dança, mímica, teatro e circo;
Cinema;
Rádio, televisão e fotografia ou agrupados em “media arts”;
Banda desenhada;
Arte digital ou RPG ou jogos de vídeo;
Culinária ou arte gráfica.

13.285 – Arnold Schwarzenegger – Exterminador Governador a Caminho dos 70


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Velho, mas não obsoleto (ainda)

Ele é mesmo uma figura única. Desde de seu surgimento no mundo das estrelas, como fisiculturista, até seus filmes, um mais absurdamente violento e fictício do que o outro, o ex-governador da Califórnia e austríaco de nascença se tornou um dos rostos mais queridos de Hollywood. E está perto de completar 70 anos.
Arnold nasceu na vila Thal, na Áustria, em 1947, filho do chefe da polícia local, Gustav Schwarzenegger, e da dona de casa Aurelia Jadrny. Foi criado com bastante rigor, especialmente por seu pai, que desajava ver o filho seguindo seus passos. Segundo o próprio Arnold, Gustav não era dos pais mais queridos, e utilizava métodos disciplinares que, nos dias de hoje, seriam considerados abuso infantil. Além disso, tinha uma preferência por seu irmão mais velho, Meinhard, que veio a falecer em 1971, em um acidente de carro. Em uma pesquisa encomendada por Arnold quando mais velho, o ator descobriu que sei pai fora filiado ao Partido Nazista.
Por influência (leia-se: exigência) do pai, Arnold praticou esportes desde pequeno. Pegou em uma barra de musculação ainda garoto, quando jogava futebol. Gostou tanto que decidiu largar a bola e se dedicar mais a musculação. Segundo biografia em seu site oficial, começou a se exercitar aos 14 anos. Apaixonado pelo corpo e influenciado por ídolos como Steve Reeves e Reg Park, começou a carreira de fisiculturista três anos depois, aos 17
A trajetória como fisiculturista ia de vento em poupa. Schwarzenegger conquistou o título de Mr. Europa, como homem com o corpo mais belo de todo o continente, em 1965, quando servia ao exército austríaco. O próprio já admitiu algumas vezes que o título serviu como uma “passagem para a América”.

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Assim, o grandalhão migrou para os Estados Unidos aos 21 anos, três anos depois. Lá, começou a correr atrás do grande objetivo de sua vida até então: tornar-se o mais novo Mr. Olympia, título de maior fisiculturista do mundo. Sua primeira tentativa foi logo em 1969, mas não obteve sucesso. Voltou com força total no ano seguinte, 1970, vencendo a competição e tornando-se o Mr. Olympia mais novo (23 anos) de todos os tempos, recorde esse que resiste até os dias de hoje.
Daí por diante, venceu o torneio mais seis vezes seguidas, coroado como o maior campeão de todos os tempos. Em 1975, no auge há anos, decidiu abandonar a carreira e dedicar-se totalmente ao ofício de ator, o qual já exercia em paralelo desde 70, quando estrelou o filme Hercules in New York .

O primeiro Globo de Ouro
A dedicação total aos cinemas mostrou-se uma decisão acertada de Schwarzenegger logo cedo. Em 1976, estrelando Stay Hungry , o ator foi premiado com o Globo de Ouro de Nova Estrela Masculina do Ano.
Após algumas produções de sucesso e outros fracassos, como a tentativa de interpretar o Incrível Hulk em seu novo filme, Arnold se manteve em evidência o bastante para ser convidado por James Cameron para estrelar sua maior bilheteria até hoje: O Exterminador do Futuro , de 1984. O filme surge na década mais forte dos thrillers de ação, quando estrelas como Sylvester Stallone e Bruce Willis começam a despontar nos cinemas de Hollywood.
O sucesso de Exterminador do Futuro fez com que um segundo filme fosse produzido, em 1991, confirmando Arnold como um dos grandes nomes do cinema de sua época. Antes, estreou uma parceria de sucesso com Danny DeVito e sua contribuição ao universo da comédia com o longa Twins, de 1988. Também com Danny, fez o que é hoje um dos Blockbusters mais chicletes de todos os tempos: Junior, de 1994.
Daí para frente, sua carreira começa a sofrer um rigoroso declínio, marcado pela crítica fraca do longa Batman & Robin, de 1997, onde Schwarzenegger interpreta o vilão Mr. Freeze. O ator só voltaria a fazer algo relevante nas telonas com o terceiro e último filme da trilogia de O Exterminador do Futuro , o capítulo A Rebelião das Máquinas, de 2003.

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Carreira política: governador e republicano
Percebendo que seu mercado nos cinemas não vinha muito bem, Arnold resolve apostar em outro canal forte de sua criação: a carreira política. Em 2003, filia-se ao Partido Republicano, de George Bush, para concorrer ao cargo de Governador da Califórnia.
A visão política de Schwarzenegger, conhecida desde os anos 1980, contrastava com a de muitos dos atores de Hollywood, conhecidos por possuírem uma ideia de governo mais liberal, direcionada ao lado democrata da política americana. Assim, Arnold foi fortemente criticado quando posou ao lado de Bush em comícios do então presidente, que buscava sua reeleição.
Schwarzenegger foi eleito, com 46% dos votos e no primeiro turno, como governador californiano, pela primeira vez, em 2003, sucedendo Gray Davis. O governo de Arnold foi bastante controverso, especialmente por sua postura inicial pouco amistosa, quando chegou a chamar os opositores democratas de girlie men (maricas, em tradução livre).
No entanto, sua postura foi ficando cada vez menos republicana ao longo dos anos, tornando-o um político considerado mais próximo da centro-esquerda do que da direita. Assim, após o fim de seu último mandato, em 2011, largou o Partido Republicano, com quem já vinha tendo uma série de conflitos de ideias durante os anos anteriores.

I’ll be back: o retorno aos cinemas com Os Mercenários
No mesmo ano em que deixa de lado a carreira política, Schwarzenegger volta aos cinemas em aparição rápida no primeiro Os Mercenários , de Stallone, que contava, ainda, com Bruce Willis, Jet Lit, Jason Statham e Terry Crews, em uma verdadeira reunião de “brutamontes” hollywoodianos.
Arnold parece ter recuperado o gosto pela atuação, voltando para integrar o elenco de Os Mercenários 2 , de 2012, ainda mais pesado com Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Willis e Stallone. O ator também está escalado para o terceiro filme da franquia, que chega aos cinemas em agosto deste ano.
Brutamontes nas telonas, Arnold Schwarzenegger é hoje um nome fundamental quando se fala de thrillers de ação, ficando marcado não só pelas grandes proporções físicas, mas também pelo talento e versatilidade, tanto como ator, quanto como político e pessoa.

13.265 – Cinema – Roger Moore, ator de James Bond, morre aos 89 anos


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O ator britânico Roger Moore, que interpretou o agente “James Bond” em sete filmes, morreu, aos 89 anos, na Suíça, vítima de câncer, anunciou a família nesta terça-feira.
“Com grande pesar anunciamos que nosso querido pai, Sir Roger Moore, morreu hoje na Suíça após a uma batalha breve mas corajosa contra o câncer”, afirma a família em uma nota divulgada no Twitter.
Nascido em Londres em 1927, Moore trabalhou como modelo até o começo dos anos 1950. Depois disso assinou um contrato de sete anos com a MGM, mas suas produções iniciais não fizeram muito sucesso.
A fama só veio com seu papel como Ivanhoé, na série britânica “O Santo”, entre 1962 e 1969, e como Brett Sinclair, em “The Persuaders”.
A carreira como James Bond começou em 1973, no filme “Só Viva e Deixe Morrer”. Moore tinha a árdua missão de substituir Sean Connery, que encarnou o espião por quase uma década.
Moore encarnou o 007 em seis filmes e foi o ator a encenar o agente secreto por mais tempo: durante 12 anos.
“Ser eternamente conhecido como Bond não têm desvantagem”, afirmou Moore em 2014. “As pessoas às vezes me chamam de ‘Sr. Bond’ quando eu estou fora e eu não me importo nada com isso. Por que eu deveria?”

13.240 – Cinema – Ator e diretor Nelson Xavier morre aos 75 anos em Minas Gerais


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O ator Nelson Xavier morreu aos 75 anos na madrugada desta quarta (10 de maio de 2017), em Uberlândia (Minas Gerais), em decorrência de um câncer.
Nascido em São Paulo em 1941, Nelson Agostini Xavier tinha uma carreira quase 60 anos na TV, no cinema e no teatro.
Ele integrou o Teatro de Arena, os Seminários de Dramaturgia e o MCP (Movimento de Cultura Popular de Recife) e, na década de 1960, destacou-se como ator nos espetáculos “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, em 1967, e “Navalha na Carne”, em 1968, ao lado de Tônia Carrero – ambos textos de autoria de Plínio Marcos, sob direção de Fauzi Arap.
No início da carreira, atuou em peças como “Eles Não Usam Black-tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, e “Chapetuba Futebol Clube” (1959) —no qual criou o papel de Maranhão—, de Oduvaldo Vianna Filho.
Na década de 1950 foi revisor da revista “Visão”, emprego conseguido por meio do futuro cineasta Eduardo Coutinho —com quem viria a trabalhar em “O ABC do Amor (1967). Na publicação, ele também escreveu críticas de cinema e de teatro.
No Recife, participou em 1962 das atividades do MCP (Movimento de Cultura Popular), para o qual dirigiu sua primeira peça, “Julgamento em Novo Sol”, e criou um seminário de dramaturgia, inserindo o teatro em cursos de alfabetização, debates comunitários e comícios políticos.

De Lampião a Chico Xavier

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Xavier passou a trabalhar no cinema a partir da década de 1960, quando a sede da UNE no Rio, onde ele fazia ensaios periódicos para uma peça, foi incendiada logo após o golpe militar de 31 de março de 1964, e com as consequentes dificuldades impostas pela censura ao teatro político.
No cinema, trabalhou com diretores como Domingos de Oliveira, Ruy Guerra e Bruno Barreto; integrou o elenco de filmes como “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Barreto, e “A Queda”, de Guerra, que lhe rendeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1978.
Em 2010 protagonizou a cinebiografia sobre Chico Xavier em filme de Daniel Filho que leva o nome do médium.
Premiado como melhor ator no Festival do Rio em 2016, Nelson Xavier interpreta em “Comeback”, filme que estreia no próximo dia 25, personagem que, enquanto planeja seu retorno ao crime, se vira tentando emplacar máquinas caça-níqueis em botecos suburbanos e se envolve em situações tragicômicas.
O corpo do ator será levado ao Rio de Janeiro, onde deve ser cremado nesta quinta (11).
Nelson Xavier deixa a mulher e quatro filhos —Tereza Villela Xavier, uma das filhas do ator, lamentou a morte do pai em seu perfil na rede social.

13.200 – Espiritismo no Cinema – Nosso Lar 2 – Os mensageiros


Em breve a obra ditada pelo Espírito André Luiz ao médium Chico Xavier estará nos cinemas de todo o País, com direção de Wagner de Assis.
Os Mensageiros relata experiências de Espíritos que reencarnaram com instruções específicas para atingir o aprimoramento pessoal, mas que nem sempre foram bem sucedidos em suas tarefas.
Em Os mensageiros, o Espírito André Luiz relata experiências de Espíritos que reencarnaram com instruções específicas para atingir o aprimoramento pessoal, mas que nem sempre foram bem-sucedidos em suas tarefas. Escalado para prestar atendimento fraterno na Terra, ele aprende que o trabalho é fonte de renovação mental e grande passo rumo à construção do bem. Apresentando a morte física como apenas uma passagem rumo à vida espiritual em contínua evolução, os 51 capítulos, psicografados por Francisco Cândido Xavier neste segundo volume da coleção A vida no mundo espiritual, mostram a necessidade do estudo, da prática e do trabalho aplicados na esfera íntima de cada um, para que o retorno à pátria espiritual aconteça com a certeza do cumprimento dos compromissos assumidos antes de renascer.