3935 – Cinema – Kill Bill 2


Ela voltou para completar o “serviço”

Originalmente concebido como um único filme, foi lançado em dois volumes (nos EUA, Kill Bill: Volume 1 no outono de 2003 e Kill Bill: Volume 2 na primavera de 2004), devido à sua duração de aproximadamente quatro horas. O filme é um drama fictício de vingança, que homenageia antigos gêneros, tais como filmes antigos asiáticos de kung fu, filmes japoneses de samurai, western spaghetti italiano, trash, anime, uma grande referência à música popular e cultura pop; e alta violência deliberada.
As gravações ocorreram nos Estados Unidos, México, Japão e China. Kill Bill conta a história de vingança de Beatrix Kiddo, interpretada por Uma Thurman, contra seus ex-parceiros do Esquadrão Assassino de Víboras Mortais”, que tentaram assassiná-la no dia do ensaio do seu casamento. O filme foi lançado em DVD nos EUA em 13 de abril de 2004, no Brasil o filme só chegou em 25 de setembro, já em Portugal, o filme foi lançado em um Box Duplo em 7 de outubro do mesmo ano.
O volume 2, diferentemente do primeira parte, possui menos sangue jorrando. Há preferência pelas falas dos personagens, uma das característica do diretor Tarantino. Neste filme a lista da Noiva vai diminuindo, começando por Budd (Michael Madsen) e Elle Driver (Daryl Hannah).
Descobrimos também o nome verdadeiro da Noiva, como ela aprendeu a manejar uma espada em cenas muito bem humoradas com o mestre Pai Mei (Gordon Liu) e também vemos a personagem principal ser enterrada viva. O destaque fica para o confronto com Bill no final do filme, interpretado por David Carradine e também pela atuação da estreante Perla Haney-Jardine no papel de B.B.
Uma das curiosidades desta segunda parte é que a cena inicial do filme com a Noiva indo à caça de Bill dirigindo um conversível estava, no roteiro original, no que seria o início do vol 1. Devido à divisão em duas partes pelo estúdio Miramax, ficou melhor para a história que transferissem essa cena para o vol 2. Outra curiosidade é a “teoria do Super-Homem” que Bill compara com a história da Noiva. E por fim uma participação especial de Samuel L. Jackson na cena da igreja. No vol. 2, é possível reparar que a Noiva só mata uma pessoa, o próprio Bill.
Toda a história de Kill Bill – uma mulher que busca vingança de um grupo de pessoas, marcando-as em uma lista e matando um por um – é adaptado do filme japonês de 1973 Lady Snowblood, no qual uma mulher mata a gangue que assassinou sua família. O jornal britânico The Guardian comentou que Lady Snowblood foi “praticamente um modelo para todo o Kill Bill Volume 1”.
O enredo é bastante semelhante ao filme A Noiva Estava de Preto (1968), de François Truffaut, no qual cinco homens tornam uma jovem viúva no dia de seu casamento. Ela quer vingança, matando metodicamente cada um dos cinco homens usando vários métodos.
Kill Bill presta homenagem ao western spaghetti, blaxploitation, “wuxia” chinês e filmes japoneses de artes marciais, e filmes de kung fu dos anos 60 e 70. Este último gênero, que foi produzido em grande parte pelos Shaw Brothers, é dado como óbvio pela inclusão do logo Shaw Scope logo no começo de Kill Bill: Volume 1.
Um influente filme de exploração que Tarantino mencionou em entrevistas é o sueco Thriller – En Grym Film, lançado nos EUA como They Call Her One Eye. Tarantino recomendou que a atriz Daryl Hannah assistisse o filme para se preparar para seu papel como a assassina de um olho Elle Driver.
Elenco

Ator Papel Vol. 1 Vol. 2
Uma Thurman Beatrix Kiddo / Mamba Negra/ A Noiva • •
David Carradine Bill / Encantador de Cobras • •
Vivica A. Fox Vernita Green / Cabeça de Cobre / Jeannie Bell •
Daryl Hannah Elle Driver / Cobra Californiana • •
Lucy Liu O-Ren Ishii / Boca de Algodão •
Michael Madsen Budd / Sidewinder • •
Julie Dreyfus Sofie Fatale •
Chiaki Kuriyama Gogo Yubari •
Sonny Chiba Hattori Hanzō • •
Gordon Liu (Liu Chia-Hui) Johnny Mo
Pai Mei • •
Michael Parks Earl McGraw
Esteban Vihaio • •
Michael Bowen Buck •
Jun Kunimura Boss Tanaka •
Christopher Allen Nelson Tommy Plympton • •
Bo Svenson Reverend Harmony •
Samuel L. Jackson Rufus •
Larry Bishop Larry Gomez •
Laura Cayouette Rocket •
Perla Haney-Jardine B.B. •
Ambrosia Kelley Nikki Bell •
Helen Kim Karen Kim •
O lendário David Caradine, da série Kung Fu é o vilão Bill, o ator morreu em circunstâncias estranhas em 2009

3934 – Anticorpos atacam câncer por dentro


É possível contrabandear anticorpos para dentro das células do tumor, atacando o câncer de forma mais específica, revela uma pesquisa.
O estudo, assinado por pesquisadores em Cingapura e nos EUA, mostrou que a estratégia pode ser bem sucedida ao testá-la em camundongos.
A abordagem, além de ter aplicação terapêutica, também poderia funcionar como uma vacina anticâncer, ensinando o organismo a se proteger contra a doença antes mesmo que ela apareça.
O estudo, coordenado por Qi Zeng, do Instituto de Biologia Molecular e Celular da Agência de Ciência, Tecnologia e Pesquisa de Cingapura, teve destaque na revista “Science Translational Medicine”, voltada para estudos com potencial de aplicação. A vantagem dessas moléculas é a sua especificidade.
Num sistema de chave e fechadura, elas são projetadas para grudarem em seu alvo biológico, o chamado antígeno (normalmente uma molécula específica do agente causador da doença).
Ao se conectar a essa molécula, o anticorpo pode detonar o causador da doença ou deixá-lo “marcado para morrer”: o anticorpo ajuda a recrutar outros elementos do sistema de defesa do organismo, que acabam destruindo o agente da doença.
Portanto, atacar um tumor usando essas armas exigiria apenas identificar um antígeno específico das células cancerosas e produzir anticorpos que se liguem a ele.
Com isso, os efeitos colaterais típicos da quimioterapia poderiam até ser contornados, uma vez que a parte saudável do organismo seria poupada do ataque.
DOGMA DESAFIADO
Na prática, a coisa é mais complicada. A começar pelo fato de que muitos dos potenciais antígenos de câncer são proteínas que moram no interior das células tumorais. Isso era um problema porque os anticorpos são moléculas grandalhonas. Não conseguiriam passar pelas brechas da membrana celular e chegar até esses alvos, que normalmente são proteínas fora de controle por causa de alguma mutação.
Por isso, até hoje, os anticorpos contra câncer só se atracam com antígenos que ficam na parte de fora da células, na membrana celular.
Zeng e companhia, no entanto, trabalharam com base numa pista antes negligenciada. Em doenças autoimunes, aquelas nas quais o organismo se volta contra si mesmo, os anticorpos não só parecem se enfiar membrana celular adentro como afetam seus alvos no interior da célula, levando-a a se suicidar.
Se é possível nessas doenças, pode acontecer em outros contextos mais benignos, raciocinaram os cientistas.
Eles injetaram, em camundongos, células tumorais que carregavam dois potenciais antígenos, proteínas do interior da célula que têm um papel na origem do câncer.
Depois, deram a parte dos bichos anticorpos específicos para essas proteínas. Os roedores que receberam os anticorpos conseguiram enfrentar melhor a doença.
Num outro teste, eles primeiro colocaram o antígeno no organismo de camundongos saudáveis, criando uma vacina anticâncer.
Em outras vacinas, é assim que funciona: doses do antígeno fazem o organismo produzir seus próprios anticorpos. De novo, funcionou: ao receberem injeções de células de câncer, os animais se viraram bem contra a doença.
Os cientistas afirmam que essa abordagem daria certo, por exemplo, em pessoas com uma mutação conhecida que leva ao câncer, personalizando o tratamento.

3933 – Biologia – Testosterona deixa as mulheres mais desconfiadas


Garotas, quem aí é do tipo que tende a acreditar DEMAIS nas pessoas? Pois uma pequena dose extra de testosterona pode ser o suficiente para salvar vocês de levarem aquela passada de perna.
Já era fato conhecido que a testosterona – o hormônio que predomina nos homens – está associada a emoções como agressividade e competitividade. Agora, cientistas da Universidade de Utrecht, nos Países Baixos, descobriram que ela tem um efeito interessante sobre as mulheres: torna-as mais desconfiadas.
No estudo, 12 mulheres receberam meio miligrama de testosterona sob a língua (é o suficiente para aumentar os níveis do hormônio em 10 vezes). Depois, viram fotos de rostos masculinos e tiveram que julgar o quão confiáveis eles pareciam.
O fato: a droga diminuiu as avaliações positivas (“superconfiável”) pela metade. E, mais curioso ainda: o efeito foi expressivo só nas mulheres que tinham se descrito elas mesmas como “facilmente enganáveis”.
“A testosterona diminui a confiança nos outros de forma suficiente para torná-las mais vigilantes e cuidadosas”, afirma o psicólogo Jack van Honk, o líder da pesquisa.
Pesquisas anteriores já tinham descoberto que outro hormônio, a ocitocina, é capaz de aumentar nossa fé nos outros. Segundo van Honk (que vai continuar com os estudos), os dois juntos, talvez, possam criar o balanço ideal.

3932 – Biologia – Hormônios da Rebeldia


No início, homens e mulheres parecem idênticos. Mas não se deixe enganar: escondido no núcleo das células masculinas, desde o instante da concepção, está o cromossomo Y e ele representa uma enorme diferença. Até a sétima semana de vida uterina, todo embrião tende a formar um corpo feminino. A partir daí, porém, o cromossomo Y dos futuros meninos se aciona, formando os testículos, glândulas que serão influenciadas por um hormônio de nome complicado, a gonadotrofina coriônica humana, produzido pela placenta.
Hormônios são mensageiros bioquímicos, capazes de desencadear as maiores alterações no organismo, daí o significado original dessa palavra, hormon, do grego “excitar” ou “estimular”. Os testículos, por sua vez, fabricam um segundo hormônio, a testosterona, a grande responsável pelo crescimento do pênis. Se não houvesse essa substância, o órgão sexual masculino não apareceria, mesmo com a presença do cromossomo Y. Assim como, por não possuir testosterona, o embrião feminino continua desenvolvendo uma vagina. Com os genitais formados, fica visível no foto que feminino e masculino são sexos opostos. No entanto, depois do nascimento, a testosterona praticamente deixa de ser liberada, como se os testículos adormecessem. Por isso, apesar de cada um ter o seu design característico, na realidade os corpos de meninos e meninas funcionam quase da mesma maneira e vão continuar assim, similares, por mais de uma década, até a entrada em ação dos chamados hormônios sexuais, incluindo (no caso deles) o retorno da poderosa testosterona. Isso acontece quando chega a adolescência, período em que a criança se transforma em adulto, graças a um complexo jogo de hormônios, cujo disparo a ciência ainda não desvendou por inteiro.
Alojada na base do cérebro, com pouco mais de 1 centímetro de diâmetro e meio grama de peso, a hipófise produz uma série de substâncias importantes, entre elas as gonadotrofinas que induzirão as gônadas a liberar os hormônios sexuais “No entanto, esses mesmos hormônios sexuais são capazes de inibir as ordens do hipotálamo para a hipófise”, diz Blum. Por isso, ela interrompe a secreção de gonadotrofinas, num mecanismo que denominamos feed back negativo.” É um circulo vicioso, em que a engrenagem da adolescência emperra.Feito Peter Pan, o organismo da criança se recusa amadurecer basta uma concentração ínfima de hormônios sexuais para paralisar o avanço do processo. Na puberdade, porém, o hipotálamo se rebela, como se deixasse de da ouvidos às velhas normas: “Passam a ser necessárias concentrações hormonais até cinco vezes maiores para inibi-lo” conta o pediatra. Como sinal de independência, o hipotálamo começa a secretar durante o sono, a cada hora ou hora e meia, o chamado hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). É o empurrão decisivo para se tornar adolescente “Esse padrão pulsátil do GnRH parece ser importante”, revela Blum. “Isso porque, curiosamente, quando esse hormônio é liberado de forma contínua, ele acaba provocando justamente o efeito oposto, ou seja, o bloqueio da puberdade Tanto assim que os médicos vêm receitando doses de GnRH para tratar crianças com adolescência precoce.
Nas moças, o FSH é o primeiro a entrar em cena, induzindo os ovários as gônadas femininas a produzirem estrógeno. O estímulo vai surtir efeito enquanto durar a vida fértil da mulher, até a chegada da menopausa, que costuma acontecer a partir dos 45 anos. Mas, nas adolescentes, a entrada do estrógeno em circulação não é nada sutil: esse hormônio sexual provoca o crescimento das mamas. E não é só isso que se nota no espelho. Se o primeiro sutiã, dizem, é inesquecível. também é marcante a mudança dos contornos em outras regiões do corpo. Porque, uma vez presente no sangue, o estrôgeno induz as moléculas de gordura a se depositarem em áreas específicas nas coxas e nos quadris, arredondando a silhueta feminina.
Estudos demonstraram que as meninas raramente entram na puberdade antes que alcancem um peso mínimo de 30 quilos”, exemplifica. Também há indícios de que o processo de desenvolvimento físico tende a caminhar lado a lado com o amadurecimento psíquico. Isso, porém, é bem mais complicado para se provar. Principalmente porque, hoje nenhum cientista duvida, os hormônios sexuais afetam o comportamento das pessoas; então fica difícil saber até que ponto eles são causa ou efeito de mudanças de atitude. Algumas experiências apontam, por exemplo, que os andrógenos levariam a um aumento de agressividade e irritabilidade daí talvez que, desde os mais velhos tempos, os jovens adorem contestar.
Efeitos colaterais

Às vezes, fica na cara a chegada da adolescência: aparecem as terríveis no rosto. Quando aumenta a quantidade de hormônios sexuais na circulação sangüínea, particularmente a dosagem de andrógenos, as glândulas sebáceas espalhadas pelo corpo tendem a trabalhar em dobro, secretando mais e mais gordura. Esse sebo, que em condições normais lubrifica e protege a pele, se acumula dentro de poros que, repletos, incham até não poder mais daí, surgem os chamados cravos. Estoques de gordura, eles são como geladeiras cheias de comida para uma série de bactérias, principalmente as Propionibacterium acne, que adoram se alimentar do sebo.Esses micróbios não perdem a oportunidade de infectar o poro estufado com gordura; as células de defesa do sangue tentam impedir o banquete, destruindo os invasores comilões Os mortos e os feridos nessa batalha imunológica formam o pus, líquido amarelo que, acumulado sob a pele, forma a espinha. Segundo os especialistas, o conselho de evitar chocolates a qualquer custo não passa de folclore. Nem mesmo os medicamentos resolvem completamente o problema. A acne só desaparece quando os hormônios sexuais entram em equilíbrio, no final da adolescência.Nos meninos, o mau balanceamento dos hormônios sexuais no período da puberdade pode ter outro efeito colateral desagradável: sete em cada dez rapazes desenvolvem a chamada ginecomastia, ou seja, seus peitos crescem. “Trata-se de um desequilíbrio entre a testosterona e os estrógenos, hormônios sexuais femininos, que também existem nos rapazes, mas em doses mínimas.
Os hormônios são os grandes responsáveis pela existência de sexos opostos. Ainda na vida uterina, sob o comando dos genes, eles esculpem o corpo masculino diferente do corpo feminino, que dispensa essas substâncias para se formar. Na infância, porém, a ação hormonial é igual em meninos e meninas. As diferenças só surgem na adolescência , quando homem é homem, mulher é mulher, ao menos do ponto de vista desses mensageiros bioquímicos. Da sétima à décima semana de vida uterinaNos fetos do sexo masculino.
Gonadotrofina coriônica humana: secretada pela placenta, ela estimula o crescimento dos testículos, que vão produzir outro hormônio, a testosterona.Testosterona: dispara a formação dos genitais
Do nascimento à puberdade:Nos meninos e nas meninas
Hormônios tireoidianos:produzidos pela glândula tireóide no pescoço, eles controlam o metabolismo.
GnRH: substância lançada pela região cerebral do hipotálamo, servindo de ordem química para a glândula hipófise fabricar a dupla de gonadotrofinas os hormônios LH e FSH. Mas na infância, mal essas duas substâncias começam a ser liberadas na circulação sangüínea o hipotálamo interrompe sua produção de GnRH. Daí, o processo que levaria ao amadurecimento sexual nunca segue em frente.
Andrógenos: produzidos nas glândulas supra-renais, eles fazem crescer pelos nas axilas e na região pubiana.Nos rapazesFSH: é responsável pela formação de espermatozóides.LH: estimula os testículos a fabricar a testosteronaNas moçasFSH: estimula os ovários a produzir o estrógeno.LH: todo mês, provoca a ovulação, desencadeando assim a síntese da progesterona.

3931 – O que determina o tamanho das pedras de granizo?


As pedras se formam dentro de nuvens de tempestade chamadas cumulo-nimbos. No interior dessas nuvens existem correntes de ar subindo e descendo com velocidades entre 30 e 80 quilômetros por hora. Nas correntes ascendentes formam-se gotículas de água que crescem por causa dos choques entre si. Essas correntes atingem a altura aproximada de 10 quilômetros ou mais, onde a temperatura é menos quye zero. Então, as gotas congelam-se na forma de pequenas pedras, que tendem a cair. Mas só conseguem atingir o solo se sua velocidade de queda for superior à velocidade da corrente de ar ascendente que as empurra para cima. Enquanto isso não acontece, elas continuam subindo até que os sucessivos choques com gotículas de água ou cristais de gelo aumentem seu tamanho e seu peso. Se for muito pequeno, o granizo provavelmente vai se derreter ao atingir as camadas menos frias da atmosfera e cairá em forma de chuva.

3930 – O que determina a duração de uma lâmpada residencial?


Os tipos de lâmpadas mais usados são a incandescente comum e a fluorescente. As incandescentes possuem um filamento que funciona como resistência, em formato helicoidal. Por ser muito longo, fino e enrolado, esse filamento pode ter partes ligeiramente amassadas que se rompem com mais facilidade, inutilizando a lâmpada. Alguns fatores podem provocar esse rompimento. Um deles é o número de vezes que a lâmpada é ligada. Cada vez que o interruptor é acionado, a temperatura do filamento passa, em frações de segundo, da temperatura ambiente para cerca de 1200º Celsius.
Esse choque térmico pode provocar o rompimento do filamento. A lâmpada incandescente é pouco sensível à temperatura exterior, porém, certos tipos luminárias podem dificultar a dissipação da parcela de colar lançada para fora do bulbo. Isso provoca um superaquecimento do filamento e, com o passar do tempo, seu desgaste. As lâmpadas são fabricadas para uma vida útil de 1200 a 1500 horas. As casas que ficam mais próximas a transformadores elétricos, contudo recebem uma tensão um pouco maior, o que pode diminuir esse prazo. A lâmpada fluorescente funciona de foram um pouco diferente. Um reator ioniza o vapor de mercúrio dentro da lâmpada, ou seja, deixa alguns dos átomos com carga negativa ou positiva. Os átomos de mercúrios ionizados estimulam o fósforo que reveste o tubo, produzindo luz. Com o passar do tempo, parte do mercúrio se deposita na camada de fósforo, fazendo com, que a luz enfraqueça. Como no caso da incandescente, acender a lâmpada repetidas vezes diminui seu tempo de funcionamento. O reator é formado por um fio longo e fino que também se deteriora com o aumento repentino de temperatura. Sua vida útil, que varia de 6000 a 8000 horas, diminui em até oito horas a cada vez que a lâmpada é acessa.

3929 – O que é sinergia?


A palavra, de origem grega, significa cooperação, atividade coordenada de vários órgãos para desempenhar uma função. Em Biologia e Fisiologia, sinergia é a associação de vários órgãos para executar determinada função. Por exemplo, para executar os delicados movimentos dos dedos é preciso que uma série de nervos atue com uma coordenação perfeita. Em Farmacologia e Quimioterapia, sinergia define substâncias distintas, que, quando unidas, aumentam seu potencial de ação. Por exemplo, a mistura de aspirina com codeína forma um analgésico muito mais forte do que qualquer uma dessas substâncias sozinhas.

3928 – Curiosidades – Por que sai “fumaça” do gelo e das garrafas de bebidas geladas?


O gelo, ou qualquer material com baixa temperatura, resfria o ar que está à sua volta. Com o resfriamento, a porção de água presente nesse ar se condensa, ou seja, se transforma em gotículas que formam vapor, uma espécie de fumaça. A condensação da água será tanto maior quanto mais próxima estiver da superfície gelada. “E interessante notar que essa fumaça não sobe, como acontece normalmente. Por ser fria, é mais pesada que o ar e sua tendência é descer.

3927 – Aquecimento Global – Árvores da Tasmânia exibem a prova do calor


Duas dúzias de pinheiros muito antigos, fincados numa remota encosta do noroeste da Tasmânia, ilha no Oceano Índico ao sul da Austrália, acabam de fornecer mais um indício de que o efeito estufa – o aquecimento global provocado pelo homem – não é uma invenção de ecologistas radicais. A terra parece estar ficando quente, sim, e em ritmo acelerado. Estudando os nódulos nos troncos daquelas velhas árvores da espécie lagarostrobus franklinii, cientistas de instituições australianas e americanas puderam compilar um registro climático de 1089 anos, o mais extenso do Hemisfério Sul. Isso lhes permitiu concluir que a partir de 1965 a temperatura passou a subir mais depressa do que em qualquer outra época desde o ano 900.
A pesquisa estabeleceu uma estreita correlação entre a espessura dos nódulos que se formam nas árvores e as variações na temperatura. Mais calor, como se sabe, apressa o crescimento das árvores, o que se traduz em nódulos mais largos. Por esse indicador, os pesquisadores deduziram que, em todo o milênio, os maiores nódulos datam dos últimos 25 anos. Cautelosos por dever de ofício. Os cientistas não excluem que o salto nos termômetros seja mera variação natural, como tantas outras já ocorridas.
É significativo que o efeito atual da temperatura sobre os pinheiros seja maior do que o resultante de mudanças climáticas naturais, como o calor anormal no século XII e o frio anormal do século XVII.

3926 – Mega Memória Paulistana – Vida Noturna – Boite Gallery


Pista do Gallery, ainda em funcionamento, o club mais privé de SP

GALLERY
ANO DE INAUGURAÇÃO: 1979
O QUE FOI: boate dos famosos e endinheirados
O QUE É: casa noturna para trintões e quarentões atrás de paquera e flashback
A vida útil de uma casa noturna de sucesso é quase sempre curta. Durante os meses seguintes à inauguração, há filas na porta, gente bonita na pista de dança e DJs badalados nos pick-ups. Na maioria dos casos, em dois anos, com o aparecimento de outros concorrentes, deixam de ser novidade, perdem movimento e encerram as atividades. Contrariando a regra, alguns endereços paulistanos resistem bravamente ao tempo e aos modismos. Gallery, Avenida Club, Metrópolis, Broadway, Zais e Café Piu Piu são alguns fenômenos de longevidade que atravessam as décadas. O burburinho, claro, já não é o mesmo. Inaugurado em abril de 1979, o Gallery viveu suas noites de glória nos anos 80. Era freqüentado por Pelé, Ayrton Senna, Vera Fisher, Luiza Brunet, Chiquinho Scarpa e boa parte da sociedade paulistana. A badalação passou e os famosos debandaram. Reformada, a boate ganhou no nome um “21”, em alusão ao novo século. “Não existe mais aquele glamour de quinze anos atrás, mas temos como trunfo nossa seleção musical”, diz a gerente Cida Ribeiro, que trabalha há vinte anos no clube da Rua Haddock Lobo, onde se continua ouvindo, como na época em que os pais de alguns dos atuais habitués iam lá para dançar, It’s Raining Men, Dancin’Days, Can’t Take My Eyes Off You, New York, New York e outros petardos nostálgicos disparados pelo DJ Glauco. Lá também tocaram feras como Douglas, Robertinho e Giancarlo Secci.

Uma palhinha pra recordar o estilo Gallery anos 90, um house made in Itália, muito tocado na época

3925 – Música – Funk Groove com bouquet francês – Bardeaux


Lançada no crepúsculo dos anos 80 (1989) ela continuou a ecoar pelos anos 90 afora nas principais pistas do mundo.
Em São Paulo, sempre presente nos playlists da Toco, Overnight e Contra Mão, I Love The Bass, um top single da bilboard, vale a pena ser revisto aqui no Mega

3924 – Gato verde contra a AIDS


Ele pode levar á cura da AIDs

Cientistas nos EUA criaram três gatos geneticamente modificados que nasceram e se desenvolveram saudáveis a partir de óvulos que receberam um vírus com um gene “estrangeiro” –ou seja, não produzido pelos animais.
A pesquisa vem da Mayo Clinic College of Medicine, de Rochester (Minnesota, nos EUA), e o feito é comemorado como sendo a primeira vez que um experimento deste porte teve sucesso com um animal carnívoro –há registro de casos bem-sucedidos com vacas e camundongos.
Os animais, já com um ano de idade, foram chamados de TgCat1, TgCat2 e TgCat3. Sob uma luz ultravioleta, eles se tornam verde por terem recebido uma proteína fluorescente dessa cor (GFP), que originalmente vem de uma água-viva.
Os gatos podem contrair o FIV, um vírus que afeta apenas os felinos, incluindo os animais de maior porte como os leões, e seus sintomas são semelhantes aos criados pelo HIV, que provoca a aids em humanos.
Os dois vírus, conhecidos como lentivírus (com processo de incubação longo), são diferentes e gatos não ficam doentes com o HIV e nem humanos com o FIV.
Estudos anteriores sugerem que a proteína TRIMcyp é o que mantêm sadios humanos e também os macacos, fazendo com que ambos não sejam infectados pelo vírus da “aids felina”. Essa é justamente a proteína que falta aos gatos e por isso eles ficam doentes.
O virólogo Eric Poeschla, da Mayo Clinic, decidiu então experimentar dar a TRIMcyp aos felinos para que se tornassem imunes ao FIV.
Para isso, ele e sua equipe adotaram uma nova técnica: um vírus carregou tanto a TRIMcyp quanto a GLP a um óvulo que foi posteriormente injetado em uma fêmea para se desenvolver –a GLP entrou aqui para facilitar a visualização das células com novo material genético pelos cientistas.
O método teve uma taxa de êxito considerada promissora de 23% –entenda: crias que sobreviveram–, contra os 3% do procedimento tradicional, que transfere para o óvulo o núcleo de uma célula adulta que contém os novos genes –a ovelha Dolly foi gerada assim. Essa é, porém, somente uma parte boa da história.
Quando os pesquisadores tentaram injetar sangue infectado com FIV nos gatos gerados em laboratório, o vírus não se reproduziu.
Agora Poeschla quer testar, na próxima fase, se os gatos são resistentes ao FIV ou se são menos suscetíveis a desenvolver a aids felina depois de terem sido infectados.
O mesmo procedimento pode, no futuro, ser estudado para aplicação em seres humanos

3923 – Nutrição – Mitos sobre o leite


O leite não é necessariamente um produto que engorda. Desnatado ou com baixo teor de gorduras pode até fazer parte de uma dieta para perder peso.
Não se pode encontrar um substituto que englobe todas as propriedades que podem ser encontradas no leite, tomando simples suplemento de cálcio.
A idéia de que é de difícil digestão está na gordura;
É difícil de ser digerido por pessoas que perderam a capacidade de produzir as enzimas lactase; a intolerância a lactose ocorre em 75% dos negros, 57% dos hispânicos e 21% dos brancos;
Há crença de que é destinado a crianças em crescimento, mas a osteosporose é uma doençaque afeta milhões de pessoas idosas e a necessidade de cálcio existe. Para quem não gosta de leite, a solução pode estar no leitev em pó, sem gordura, ou no iogurte, queijo, salmão, brócolis e outros vegetais.