3920 – Cinema – Justiça Selvagem


Poster do filme

Charles Bronson em linha duríssima:

Um matador profissional volta da aposentadoria para investigar e vingar a morte de um velho amigo.
Com um título original como THE EVIL THAT MEN DO (“O Mal que os Homens Fazem”) e um envelhecido Charles Bronson no elenco, o que esperar de JUSTIÇA SELVAGEM, produção de baixo orçamento feita em 1984 por um veterano do cinema de ação, J. Lee Thompson? Quem responder que o filme não passa de uma diversão descartável ou de filme B de ação como muitos outros feitos por Bronson em fim de carreira, está muito enganado. Acredite se quiser, mas JUSTIÇA SELVAGEM é um dos melhores filmes do envelhecido astro, além de um dos mais violentos, bem antes de ele partir para a esculhambação de usar metralhadoras e bazucas contra a bandidagem. Violento não em número de cadáveres (até porque é difícil de bater o recorde dos mais de 300 mortos em DESEJO DE MATAR 3, de 1985), mas em sangue e sadismo. Bronson já passava dos 60 anos e não convencia mais como galã de ação, embora produtores inescrupulosos tenham escalado o decadente astro para diversos filmes policiais no período. Entretanto, ele convence – e bastante – como um assassino profissional aposentado em JUSTIÇA SELVAGEM. Holland, o matador, é um cara tão cruel e violento que bota no chinelo todos os outros personagens de Bronson (inclusive o Paul Kersey, da série DESEJO DE MATAR). Na verdade, ele é tão frio quanto os vilões, e o ator ostenta do início ao final do filme uma face de granito, sem mudar de expressão mais que duas vezes.

O filme começa no Suriname, onde conhecemos o grande vilão, Clement Molloch, mais conhecido como “O Doutor” (Joseph Maher, morto em 1998, aqui compondo um dos mais sinistros vilões da história do cinema). Um verdadeiro artista da tortura, Molloch está dando um curso (acredite se quiser!!!) para ditadores e generais de países da América Central, explicando, com riqueza de detalhes e exemplos práticos, como torturar pessoas para extrair informações ou simplesmente anular a vontade do indivíduo. “Tortura, como instrumento político, não é mais apenas uma brutal extração de informações dos seus inimigos. Ela tornou-se uma especialidade sutil e sofisticada, a ser realizada com precisão médica e científica”, diz. Em seguida, ele demonstra sua “arte” numa mulher e depois num jornalista, Jorge Hidalgo (Jorge Humberto Roblés), que vem pregando a liberdade de expressão (uma barbaridade, claro!). Numa cena gráfica e detalhada, Jorge colocado pelado no pau-de-arara e tem fios elétricos ligados aos mamilos e genitais, tomando choque até a explosão de seus órgãos internos (!!!). Enquanto isso, o Doutor continua: “A dor física e psicológica é aplicada em doses insuportáveis, mas controladas, para destruir a vontade do sujeito, enquanto o corpo se agarra à vida. O processo pode levar semanas, e até meses”. Mas, como ele está com pressa para acabar a “aula”, o pobre Jorge agüenta apenas alguns minutos…
Infelizmente, o Doutor não sabia estar torturando e matando um amigo de Bronson, ou melhor, Holland. Depois de matar centenas de pessoas ao redor do mundo por dinheiro, o assassino profissional resolveu aposentar-se para viver sozinho numa paradisíaca praia particular nas Ilhas Cayman. Ali, passeia o tempo todo de pés descalços e tem como único amigo um enorme peixe chamado Quasímodo (!!!). Mas a calma do paraíso de Holland é quebrada com a chegada de Hector Lomelin (o veterano Jose Ferrer), um médico que luta pela liberdade e pelos direitos humanos na América Latina, e que avisa o assassino da morte de seu amigo jornalista. Hector quer contratar Holland para matar o Doutor, em represália a centenas de pessoas mortas, torturadas e mutiladas pelo sádico vilão.
E embora o roteiro tenha uma visão extremamente preconceituosa dos países da América Latina, mostrados como ninhos de militares e ditadores que usam a tortura para manter o poder, é bom lembrar que naquela época (fim dos anos 70 e início dos 80) as Américas eram realmente um ninho de “Repúblicas das Bananas”, comandadas com mão de ferro por generais em ditaduras sangrentas. Foi assim inclusive no Brasil. Por isso, o universo representado no filme (que foi rodado no México) não é de todo inverossímil, embora um tanto exagerado. Pena que Bronson não aproveitou a viagem para vir dar uns tiros nos torturadores aqui do Brasil, também…
Elenco
• Charles Bronson Holland / Bart Smith

• Theresa Saldana Rhiana Hidalgo / Nancy

• Joseph Maher Dr. Clement Molloch

• José Ferrer Dr. Hector Lomelin

• René Enríquez Max Ortiz

• John Glover Paul Briggs

• Raymond St. Jacques Randolph

• Antoinette Bower Claire

• Enrique Lucero Coronel Victor Aristos

• Jorge Luke Cillero

• Mischa Hausserman Karl Haussman

• Roger Cudney Cannell

• Constanza Hool Isabel Lomelin

• Joe Seneca Santiago
Direção: J. Lee Thompson
• Roteiro: R. Lance Hill (romance), David Lee Henry, John Crowther, Fred A. Wyler
• Gênero: Ação/Drama
• Origem: Estados Unidos/México/Reino Unido
• Duração: 90 minutos
• Tipo: Longa-metragem

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3919 – Mega Memória – As Drogas e os Astros


As mortes de Janis Joplin e Jimi Hendrix contribuíram para o surgimento de uma controvérsia. A droga aumentaria a criatividade? Na verdade, os tóxicos em nada ajudam os artistas. Eles criam a sua arte a partir de seus sofrimentos como indivíduo. Tais sofrimentos são os mesmos que os levam as vezes a procura de libertação nos tóxicos e no álcool. Mas a libertação, no entanto, é fugaz e momentânea, o que faz aumentar as doses até a morte. O artista não toma drogas para ser melhor artista e sim para ser mais feliz como indivíduo. Isto é, ele busca destruir a própria infelicidade que nele gera uma criatividade maior do que a da média das pessoas. E parece ter sido esse o estranho paradoxo que interrompeu abruptamente a vida de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
14 de outubro de 1970

Ela exagerou na dose

Janis Lyn Joplin (Port Arthur, 19 de Janeiro de 1943 — Los Angeles, 4 de Outubro de 1970) foi uma cantora e compositora norte-americana. Considerada a “Rainha do Rock and Roll a maior cantora de rock dos anos 60” e “a maior cantora de blues e soul da sua geração”, ela alcançou proeminência no fim dos anos 60 como vocalista da Big Brother and the Holding Company e, posteriormente, como artista solo, acompanhada de suas bandas de suporte, a Kozmic Blues e a Full Tilt Boogie.
Influenciada por grandes nomes do jazz e do blues como Aretha Franklin, Billie Holiday, Tina Turner, Big Mama Thornton, Odetta, Leadbelly e Bessie Smith, Janis fez de sua voz a sua característica mais marcante, tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60.Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970 devido à uma overdose de heroína, Janis lançou apenas quatro álbuns: Big Brother and the Holding Company (1967), Cheap Thrills (1968), I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama! (1969) e o póstumo Pearl (1971), o último com participação direta da cantora.

3918 – Mega Memória – Loucura em Woodstock


Ilha de Wight, norte da Inglaterra. Num domingo de sol, o último dia de agosto, quase 250 mil jovens deliraram, berraram, contorceram-se, na mais estranha e apocalíptica festa da História britânica. 50 mil almoçaram cigarros de maconha, jantaram capsulas de LSD, 30 hospitalizados pelo excesso de drogas. Duas semanas antes, no distrito de White Lake (região de Catskills, New York), 450 mil jovens bem mais estridentes, mais despojados e extrovertidos, tinham organizado em condições desfavoráveis, um show bem mais animado, o Woodstock Music Festival. Mas, apesar da chuva violenta, 200 mil pessoas dançaram nuas e depois foram nadar num imundo rio. Dois meninos nasceram durante a festa, 3 pessoas morreram e mais de 5 mil foram hospitalizadas pelo abuso de drogas.
Era 10 de setembro de 1969, há exatos 42 anos
Um festival de música realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Anunciado como “Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música”, o festival deveria ocorrer originalmente na pequena cidade de Woodstock, mas os moradores locais não aceitaram, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância
O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música popular.
O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, além de uma trilha sonora com os melhores momentos.
Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia.
Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos.

Fazenda onde aconteceu o evento

3917 – Mega Memória Teledramaturgia – O Bem Amado


Foi uma telenovela brasileira escrita por Dias Gomes, produzida pela Rede Globo e levada ao ar de 24 de janeiro a 9 de outubro de 1973, às 22h, com direção de Régis Cardoso e supervisão de Daniel Filho. A novela foi reapresentada na sessão Vale a Pena Ver de Novo entre 25 de novembro de 1976 e 25 de abril de 1977, às 14h20, em 110 capítulos. Em Portugal, foi transmitida pela TV Globo Portugal, em 126 capítulos e em 1977 na SIC.
Inspirada numa peça teatral do próprio autor, de título Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, escrita em 1962, foi a primeira novela produzida em cores na televisão brasileira.
O prefeito Odorico Paraguaçu, um político corrupto e cheio de artimanhas, tem como meta prioritária em sua administração na cidade fictícia de Sucupira, litoral baiano, a inauguração do cemitério local. De um lado, é bajulado pelo secretário gago, Dirceu Borboleta, profundo conhecedor dos lepidópteros; e conta com o apoio incondicional das irmãs Cajazeiras, suas correligionárias e defensoras fervorosas: Doroteia, Dulcineia e Judiceia.
Doroteia é a mais velha, líder na Câmara de Vereadores da cidade. Dulcineia, a do meio, é seduzida pelo prefeito. E Judiceia é a mais nova – e mais espevitada. São três solteironas avessas a imoralidades – pelo menos em público, já que Odorico sempre aparece de noite para tomar um “licor de jenipapo”…
De outro, tem que lutar com a forte oposição liderada pela delegada de polícia Donana Medrado, que conta com o dentista Lulu Gouveia, inimigo mortal do prefeito e líder da oposição na Câmara – atracando-se constantemente com Doroteia no plenário. E ainda com o jornalista Neco Pedreira, dono do jornal local, A Trombeta. O meio-termo se intensifica com a presença de Nezinho do Jegue, defensor fervoroso de Odorico quando sóbrio, e principal acusador, quando bêbado!
Maquiavelicamente, o prefeito arma tramas para que morra alguém, sendo sempre mal-sucedido. Nem as diversas tentativas de suicídio do farmacêutico Libório, um tiroteio na praça e um crime lhe proporcionam a realização do sonho. Para obter êxito, Odorico traz de volta a Sucupira um filho da terra: Zeca Diabo, um pistoleiro redimido, que recebe a missão de matar alguém para a inauguração do cemitério.
Como se não bastasse, Odorico ainda tem que enfrentar os desaforos de Juarez Leão, médico personalístico da oposição, que se envolve com sua filha Telma e faz um bom trabalho em Sucupira, salvando vidas – para desespero de Odorico.
Ao final, uma irônica surpresa: Zeca Diabo, revoltado, mata Odorico, que, finalmente, inaugura o cemitério!
Em 1996, no Chile, a história foi adaptada com o título de Sucupira, tendo alcançado grande sucesso.
O Bem Amado, foi gravado em Sepetiba, bairro da cidade do Rio de Janeiro.
Boa parte do elenco original já é falecida
Paulo Gracindo – Odorico Paraguaçu
Lima Duarte – Zeca Diabo (José Tranquilino da Conceição)
Emiliano Queiroz – Dirceu Borboleta (Dirceu Fonseca)
Ida Gomes – Doroteia Cajazeira
Dorinha Duval – Dulcineia Cajazeira
Dirce Migliaccio – Judiceia Cajazeira
Jardel Filho – Dr. Juarez Leão
Sandra Bréa – Telma Paraguaçu
Zilka Salaberry – Donana Medrado
Carlos Eduardo Dolabella – Neco Pedreira

Na cena, Carlos Eduardo Dolabela, Sandra Brea e Paulo Grancindo, todos já falecidos

3916 – Mega Memória – Brasileiros que cantavam em inglês nos anos 70


Maurício Alberto Kaiserman é o nome dele; o brasileiro que mais vendeu discos no mundo,mais conhecido como Morris Albert e a eterna “Feelings”, lançada em 1974 teve 6 mil gravações diferentes e vendeu mais de 100 milhões de cópias em 30 anos. Morris mora na Itália e lançou 1 novo CD para reviver os velhos tempos. Ele fez parte de um fenômeno dos anos 70, onde os cantores brasileiros cantavam em inglês usando pseudônimos: Terry Winter, Patrick Dimon, Chrystian, Malcom Forrest, Pete Dunaway, Mark Davis, Dave Maclean, além dos grupos como Light Reflections, Sunday, Lee Jackson e Pholhas, entre outros. Boa parte do público desconhecia se tratar de compatriotas. No caso de Feelings, até mesmo os americanos pensam ser cantor de lá. Patrick Dimon de “Pigeon Whithout a Dove”, vendeu 5 milhões de cópias em 98 países. “Tell me once again” do Light Reflection gravou 8 compactos e 2 LPs em apenas 5 meses em 1972. O líder do grupo, André Barbosa , hoje é professor universitário. Mas, cantar em inglês só era fácil para alguns. Morris Albert era filho de austríacos e havia estudado fora do Brasil. Patrick Dimon era poliglota. O sucesso se intensificou com as músicas sendo trilhas de telenovelas. Era difícil as emissoras conseguirem direitos de grandes nomes internacionais, daí a leva de artistas brasileiros cantando em inglês. Alguns exemplos: Feelings era tema da novela “Corrida de Ouro” de 1974, Shes My Girl, também de Morris Albert explodiu em “Anjo Mau”, 1976. Antes, Crysthian (José Pereira da Silva Neto) que hoje é adepto da música serta(nojo)neja,com seu irmão Ralf, já havia emplacado com Dont Say Goodbye, trilha de “Cavalo de Aço”, 1973; o próprio Crysthian afirmou em entrevista que a música e o arranjo era encomendada de acordo com o personagem. Michael Sullivan foi o barbudo obeso interprete de My Life, trilha de “O Casarão”, 1976 e que arrematou 1 disco de diamante com as vendagens. Em tempos de ditadura, eram criticados por cantar em inglês. Mas a luta não era política e sim pelo mercado.

3915 – Ecologia – Estudo acha plástico no mar do polo Norte


A grua do navio levanta e despeja no convés uma rede em formato de cone. A oceanógrafa inglesa Clare Miller, porém, sabe o que procura ali –e não são peixes. Ela logo esvazia a ponta da rede dentro de um balde, revelando algas, plâncton e… plástico.
Em apenas uma hora dentro d’água, a rede de Miller coletou pedaços minúsculos de plástico e nylon numa das regiões mais remotas do oceano: o mar de Barents, a noroeste do arquipélago de Svalbard, Noruega, a menos de 1.300 km do polo Norte.
A coleta, feita a bordo do navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, comprova pela primeira vez algo de que já se desconfiava: o Ártico também está contaminado por lixo.
A descoberta é preliminar: foram apenas quatro amostras coletadas, que ainda serão analisadas num laboratório em Exeter, Reino Unido.
Mas a mera existência de plástico nas águas supostamente límpidas do Ártico é motivo de preocupação.
“Ninguém sabia o que encontraríamos. O local onde lançamos a rede é uma região selvagem, sem nenhum assentamento humano por perto”, disse Miller, mestranda em oceanografia na Universidade de Southampton.
O lixo é difícil de ver a olho nu. Ele é composto, em sua maior parte, de pedacinhos de plástico bastante degradados pelo Sol, que ficam em suspensão na água.
Os restos são tão pequenos que precisam ser capturados com uma rede especial, feita para coletar plâncton (animais e algas microscópicas).
Segundo Miller, o tamanho dos pedaços de lixo e a ausência de outros indicadores de poluição, como bolas de piche, sugerem que o plástico é “importado”, chegando ao mar de Barents trazido por correntes marinhas como a do Golfo, que sai do Atlântico tropical e banha a Europa.
“Não me surpreenderia se encontrássemos no Ártico condições tão ruins quanto em outras partes, por causa das correntes”, afirma Frida Bergtsson, do Greenpeace.
LIXO GENERALIZADO
O lixo marinho invisível é um problema global. A ONG mantém uma base de dados de plástico coletado por seus navios em dez outras regiões do planeta. Todas revelam alguma contaminação.
De longe a pior situação é a do norte do Pacífico, que abriga a famosa “grande mancha de lixo”.
É uma zona que pode chegar a 15 milhões de km2 (quase o dobro do território do Brasil) na qual a água concentra uma grande quantidade de plástico trazido da Ásia e da América do Norte, mantida ali por correntes em giro.
No mar, o lixo é engolido por animais marinhos e entra na cadeia alimentar –quando não os mata.
RESTO DE REDES
A presença de restos de redes de pesca de nylon nas amostras coletadas por Miller também é típica da contaminação por plástico.
Segundo Bengtsson, o problema é tão disseminado que o governo norueguês freta periodicamente barcos de pesca para buscar equipamento descartado no mar.
Em 2008, um mapeamento publicado na revista “Science” por cientistas americanos mostrou que 100% dos oceanos sofrem algum tipo de impacto humano. Uma das zonas mais degradadas é justamente o mar do Norte, vizinho de baixo do Ártico.

3914 – Mega Byte – Facebook ultrapassa Orkut em usuários no Brasil


Modismo na Internet

O Facebook ultrapassou o Orkut, do Google, em número de usuários no Brasil no mês de agosto, confirmou ontem o Ibope Nielsen Online.
Segundo o levantamento, o Facebook fechou o mês passado com 30,9 milhões de usuários únicos, ou 68,2% dos internautas que acessam a rede a partir da residência e do local de trabalho.
No mesmo período o Orkut totalizou 29 milhões de usuários, com alcance de 64% da internet brasileira.
O Twitter, de acordo com o Ibope, manteve tendência de crescimento no Brasil e chegou a 14,2 milhões de usuários únicos, ou 31,3%.
Ainda segundo o levantamento, o país chegou a 77,8 milhões de internautas ao término do segundo trimestre, crescimento de 5,5% na comparação com o mesmo período de 2010. O número considera os acessos a partir de residências, locais de trabalho e pontos públicos de acesso, como lan houses.
Do total de usuários, 45,4 milhões foram ativos em agosto. O tempo médio de uso de computadores com internet no mês foi de 69 horas por pessoa.
A categoria que mais cresceu em navegação foi Educação e Carreiras (alta de 9,1%), com 25,8 milhões de usuários únicos. A subcategoria comunidades, onde estão as redes sociais, fóruns e blogs, chegou a 39,3 milhões de pessoas, o equivalente a 87% dos internautas de agosto.
No mês passado, cada internauta passou em média 7 horas e 14 minutos conectado às redes sociais.
Vale lembrar que popularidade não significa necessariamente qualidade.