11.159 – Erupção – Vulcão Villarica entra em erupção e provoca retirada de 3.000 no Chile


vulcão

Tal vulcão, no sul do Chile, entrou em erupção na madrugada desta terça-feira (3 de março), e forçou a retirada de 3.385 pessoas de vilarejos da região, um dos principais destinos turísticos do país.
Por volta das 3h locais (mesmo horário em Brasília), uma coluna de fumaça e lava saiu da cratera, várias semanas depois que as autoridades chilenas registraram um aumento da atividade no vulcão.
As pessoas retiradas estavam em vilarejos próximos à cratera, em Pucón, Villarica e Caburga, na região da Araucanía, a 750 km da capital Santiago. As estradas entre as três cidades também foram interditadas.
Segundo a subcomandante dos Carabineiros (polícia militar chilena) em Villarica, Rosmari Cruzat, o processo de retirada durou menos de 30 minutos, já que os moradores de Pucón já haviam sido alertados e treinados para uma erupção vulcânica.
Os agentes buscam ainda moradores que possam ter ficado em suas casas apesar do alerta. As aulas das escolas na região foram suspensas, já que as instituições de ensino serão usadas como abrigo até que a erupção termine.
O subsecretário do Interior, Mahmud Aleuy, disse que a atividade do Villarica diminuiu, mas as autoridades não descartam a possibilidade de avalanche da neve que tradicionalmente cobre o vulcão.
A presidente Michelle Bachelet viajará para a região na manhã desta terça. Pouco após uma reunião com seus ministros, ela pediu calma aos moradores da região.
O vulcão Villarica é um dos principais atrativos da cidade de Pucón, um dos principais destinos turísticos do sul do Chile. No inverno, o monte abriga uma estação de esqui, enquanto nos meses de verão turistas fazem escaladas para chegar à cratera.

7742 – Pré-História – Homem moderno escapou por pouco


Logo que surgiu na áfrica, o homem moderno por pouco não desapareceu do planeta graças a um terrível resfriamento do clima, causado por um período glacial e agravado pela erupção, já cerca de 70 000 anos, do segundo maior vulcão de que se tem notícia, o Toba, de Sumatra. Nada menos que 90 000 pessoas teriam sucumbido, 90% de uma população original de 100 000. Essa possibilidade extraordinária análise recém-elaborada pelo antropólogo americano Henry Harpending, da Universidade de Estado de Pensilvânia. Ele descobriu que diversos povos atuais, entre os mais antigos povos atuais, entre os mais antigos da Terra, trazem nos genes claro sinais de uma rápida expansão demográfica da espécie. Ela teria impulsionados pequenos grupos: felizes sobreviventes daquele período crítico. “Nossos antepassados estiveram tão ameaçados de extinção como o chimpanzé-pigmeu e o gorila da montanha, atualmente”. Mas a recuperação posterior também chama a atenção por ter ocorrido em lugares e épocas diferentes: 80 000 anos na África e 40 000 anos na Europa. Isso sugere que o homem, embora nascido na África, não cresceu ali. Em vez disso, migrou em pequenos bandos e até se misturou a humanos anteriores, como o Neanderthal, e só então, milênios mais tarde e em diversos pontos, tornou-se dominante no planeta.