14.336 – Quadrinhos – Várias Faces de um Coringa


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Coringa é um dos maiores personagens da cultura pop, quiçá o maior vilão de todos os tempos. Mas sua personalidade mudou drasticamente no decorrer dos anos, seja por causa de censuras impostas aos quadrinhos ou para torná-lo mais sádico. Essas mudanças também são bastante representativas nas adaptações, já que o personagem já foi interpretado por quatro atores diferentes: Cesar Romero, Jack Nicholson, Heath Ledger e Jared Leto. Mas você conhece os motivos do Palhaço do Crime ter mudado tanto e quais são as principais diferenças entre essas versões? Você sabia que atualmente todas essas personalidades divergentes são dadas como vários Coringas?

Recentemente, na edição número 42 de Justice League, Batman adquiriu controle da Cadeira de Moebius, um aparato que permite ao usuário conhecimento universal. Uma das questões que Bruce Wayne quis desvendar quando estava sentado nela era a identidade do seu maior inimigo. Para sua surpresa, ela respondeu que existem três Coringas diferentes. Essa história foi escrita por Geoff Johns, que hoje é um dos maiores nomes nas produções dos longas da DC. As interpretações do vilão no cinema são todas diferentes, porém correspondentes às três versões que surgiram nos quadrinhos.

Coringa Mestre do Crime
Esta é a primeira versão do personagem e a única que tem uma origem realmente detalhada. Nascido na Era de Ouro dos quadrinhos, em 1940, o vilão era um serial killer com um senso de humor um tanto controverso. Ele estreia nos gibis anunciando pelo rádio que vai roubar diamantes e assassinar um homem, algo que ele faz pouco depois. Ele continua a matar pessoas pelas edições posteriores, além de transformar o rosto das vítimas no seu sorriso ou fazer máscaras com a pele delas.

Esta versão do Coringa é a que coincide com a interpretação do Jack Nicholson para o personagem, no longa dirigido por Tim Burton em 1989. Entretanto, tal visão violenta do vilão não pode durar muito tempo nos quadrinhos, já que surgiu o Comics Code Authority, um controle que regulamentava o que deveria ou não estar nos gibis. Este sistema foi criado depois que o livro Seduction of the Innocence, do psicanalista alemão Fredric Wertham, alegava que as HQs estavam desvirtuando as crianças. Este tipo de censura, que a própria indústria determinou para não ser perseguida socialmente, marcou o fim da Era de Ouro e uma grande mudança no Palhaço do Crime.

Coringa Brincalhão
A segunda versão do vilão passou de assassino em massa para brincalhão. Tudo que ele mais queria durante esse período era roubar bancos e museus, fugindo das características violentas de anteriormente. Ele não tinha intenção de ferir quem aparecesse pelo caminho, apenas de fazer piadas com quem aparecesse pelo seu caminho. Esse período fez o personagem ficar famoso por aparatos como a flor que espirra água, a pistola que dispara uma bandeira e até mesmo o Jokermobile, um carro roxo com o rosto dele na parte dianteira.

A personalidade mais divertida do vilão ficou conhecida nas telas por causa da interpretação que Cesar Romero deu ao Coringa, na série de televisão da década de 60. No Brasil, essa versão ficou muito mais famosa por causa de Feira da Fruta, uma redublagem feita por fãs que se popularizou pela Internet e até hoje é cultuada.

Coringa Psicopata
Na década de 70, o Coringa foi remodelado novamente. Desta vez, ele voltaria a ser um vilão com instinto assassino. Ele tornou-se muito mais característico por seus problemas mentais, deixando-o completamente insano, fazendo com que as atitudes dele fossem imprevisíveis. Esta personalidade é a que mais faz sentido com o personagem atual, sendo a mais icônica por causa de história marcantes, como A Piada Mortal, no qual ele deixa a Bárbara Gordon paraplégica apenas para tornar o dia do Comissário Gordon ruim e provar seu ponto de vista.
A interpretação de Heath Ledger para o Palhaço do Crime é a que mais se aproxima da psicótica, mesmo que ele tenha características claríssimas de anarquismo, que foram adotados pelo ator durante seu período de estudo do personagem. Ele não tem problema de matar violentamente, vê o Homem-Morcego como sua contra-parte e tenta provar que sua visão do mundo é a correta.

O Quarto Coringa
A versão de Jared Leto, em Esquadrão Suicida, é formada por várias épocas do personagem. O roteiro traz muitos momentos icônicos dele, principalmente em suas vestimentas. Entretanto, ele foge dos aspectos mais comuns do vilão. Ele é um criminoso com estilo de cafetão, a ponto de oferecer a Arlequina para outro bandido, para assim violentá-lo em seguida. Atitude que leva a outra parte nova dele: o envolvimento mais romântico dele com Harleen Quinzel. No longa, ele parece nutrir algum tipo de amor pela moça, algo que difere bastante dos quadrinhos, onde ele claramente abusa dela.

Ele tem várias tatuagens pelo corpo, espalha metodicamente facas pelo chão e faz planos muito bem calculados. Outro ponto curioso é que não dá para entender ainda como ele tornou-se o Coringa, já que ele requisita a Arlequina o pulo nos produtos químicos quando ela está em transição de personalidade. O vilão deve ser melhor desenvolvido no próximo longa do Batman, já que muitas cenas dele foram cortadas de Esquadrão Suicida.
A origem do Coringa tem versões muito diferentes, na série Gotham, por ex, seus ataques de risos seriam provocados por um gás do riso desenvolvido por outro vilão, O Espantalho.
Ele ainda foi visto de outras maneiras em animações e games, nos quais foi brilhantemente o grande vilão da franquia Arkhan. Isto criou muitas visões diferentes para o Palhaço do Crime e que ganharam espaço no cânone das histórias do Batman. Jared Leto apenas começou a introduzir uma no visão para a persona, que deve crescer exponencialmente nos próximos anos.
Coringa, um pesadelo
“Com Gotham à beira da anarquia e cortada do mundo externo, apenas Jim Gordon, Bruce Wayne e um grupo de heróis permanece para retomar a cidade. Inspirado em Terra de Ninguém, vilões como Pinguim, Charada, as Sereias e Jeremiah tomam conta de várias regiões da cidade. A ordem será restaurada ou caos reinará em Gotham?”

14.331 – Mega Séries – Gotham


Gotham
Série de televisão americana criada por Bruno Heller, baseada em personagens que aparecem em publicações da DC Comics em sua franquia Batman, principalmente o Detetive James Gordon e Bruce Wayne. A série é estrelada por Ben McKenzie como o jovem Gordon. Heller serve como produtor executivo da série, juntamente com Danny Cannon, que também dirigiu o piloto. Gotham foi anunciada em 5 de maio de 2014, e estreou em 22 de setembro de 2014 na Fox Broadcasting Company (FOX). Em 13 de maio de 2018, a Fox renovou a série para uma quinta e última temporada.
Como originalmente concebida, a série teria servido como uma história simples sobre os primeiros dias de Gordon na polícia de Gotham City. A ideia evoluiu, não só para incluir o personagem Bruce Wayne, mas também para contar as histórias de origem de vários vilões do Batman, incluindo Coringa (Joker), Pinguim, Mulher-Gato, Charada, Duas-Caras, Hera Venenosa, Senhor Frio, Espantalho, Ra’s al Ghul, Chapeleiro Louco e Hugo Strange. A primeira temporada teria originalmente 16 episódios, que depois foi estendido para um total de 22.
No Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel na (TV Paga) desde o dia 29 de setembro de 2014, exibindo episódios inéditos apenas às segundas na faixa das 22h30.
Em agosto de 2015, a série estreou também no Netflix do Brasil.
Temporadas
Na primeira temporada, James Gordon, um novo recruta do Departamento de Polícia de Gotham City, está emparelhado com o veterano detetive Harvey Bullock para solucionar os assassinatos de Thomas e Martha Wayne. Gordon conhece o filho dos Wayne, Bruce, que agora está aos cuidados do mordomo Alfred Pennyworth. Além disso, ele também encontra o membro de gangue Oswald Cobblepot, o inteligente Edward Nygma, o agente recruta Jerome Valeska, as órfãs de rua Selina Kyle e Pamela “Ivy” Pepper, o promotor público assistente Harvey Dent e a médica Leslie Thompkins. Gordon se envolve com as famílias criminosas de Gotham, incluindo a gangster Fish Mooney e os senhores do crime Carmine Falcone e Salvatore Maroni.
2ª Temporada
Na segunda temporada, Gordon lida com uma série de eventos que estão sendo orquestrados por Theo Galavan e sua irmã Tabitha, que libertam os lunáticos Jerome Valeska e Barbara Kean de Arkham como parte de um plano para assumir Gotham como o novo Prefeito de Gotham City e exigindo vingança contra a Família Wayne. Depois que Galavan é assassinado em sua campanha para prefeito, o Departamento de Polícia de Gotham City lida com as ações de Victor Fries. O enigmático Hugo Strange e sua assistente Ethel Peabody realizam uma série de experiências bizarras sob o Asilo Arkham, nas instalações subterrâneas de Indian Hill, que é de propriedade secreta da Wayne Enterprises e supervisionadas pela Corte das Corujas.
3ª Temporada
Na terceira temporada, seis meses depois, Gordon tornou-se um caçador de recompensas enquanto trabalha para rastrear experimentos em Indian Hill que escaparam tão bem quanto uma Fish Mooney revivida. Enquanto planejava recuperar Leslie (Lee) Thompkins, que planeja se casar com o filho de Carmine Falcone, Mario Calvi. O hipnotizador Jervis Tetch chega na cidade em busca de sua irmã Alice, sendo que ela possui sangue venenoso que enlouquece de várias maneiras. Enquanto isso, Ivy é envelhecida até uma mulher adulta após um encontro com um dos seguidores de Fish Mooney vindos de Indian Hill. Jerome Valeska é revivido para retomar sua vingança anterior contra a cidade. Tetch usa o vírus de sua irmã para se vingar da cidade e de James Gordon, considerado culpado pelo Chapeleiro Maluco pela morte de sua irmã. Gordon se junta a Bruce e Selina para lidar com a Corte das Corujas que trabalham em nome de Ra’s al Ghul e da Liga das Sombras, Pinguim e Ivy se unem para formar um exército, e Edward Nygma abraça sua nova identidade como “O Charada”.
4ª Temporada
Na quarta temporada, Bruce Wayne é um vigilante mascarado, patrulhando as ruas de Gotham à noite, vestindo roupas escuras e uma balaclava preta com capuz. Cobblepot inicia uma campanha para dominar o submundo da cidade lucrando com crimes licenciados, Nygma descobre que suas ideias mentais diminuíram como um efeito colateral de ter sido congelado, Jonathan Crane é visto abraçando seu papel como o Espantalho, a Liga das Sombras começa seu próximo lote envolvendo uma antiga faca de embalsamamento, considerada a única faca capaz de deter Ra’s al Ghul. Ivy Pepper toma drogas de um farmacêutico que a transformam novamente, Butch Gilzean se torna Solomon Grundy depois que seu corpo comatoso foi jogado em um pântano, e acaba se juntando ao Charada para dominar o bairro do Narrows. Sofia Falcone, filha de Carmine Falcone, retorna á Gotham para ajudar Gordon em impedir Cobblepot de continuar sendo o “rei de Gotham”. Sofia consegue a confiança de Cobblepot, enquanto reergue o império criminal de seu pai. Enquanto isso, Jerome orquestra uma fuga maestral em Arkham com seus novos aliados Jervis Tetch e Jonathan Crane, essa aliança depois evoluiria na Legião dos Horríveis, que tinham Oswald Cobblepot, Victor Fries, Bridgit Pike e Solomon Grundy como membros também, que tinha como objetivo enlouquecer Gotham. Barbara Kean, Tabitha Galavan e Selina Kyle se juntam a Bruce Wayne e Alfred Pennyworth para derrotar Ra’s al Ghul. Jerome reencontra seu irmão gêmeo Jeremiah Valeska, que é contaminado pelo Gás do Riso de Jerome, fazendo com que Jeremiah torne-se o Coringa. Após a morte de Jerome, Jeremiah continua com os planos de seu irmão, atirando contra Selina Kyle que é levada para o hospital. Jeremiah se junta ao Ra’s para destruir a cidade, explodindo as pontes de Gotham, isolando a cidade de todo o mundo, causando o caos na cidade e transformando Gotham na “Terra de Ninguém”.
5ª Temporada
Na quinta temporada, após a explosão das pontes que ligavam Gotham ao resto do continente, a nova ilha vira uma “terra de ninguém”, que é controlada pelo Espantalho, Barbara Kean, Pinguim, e a “zona negra” que ninguém a controla. Mesmo com Jim pedindo suprimentos ao resto do Continente, ele é sempre ignorado pelos seus superiores. Selina Kyle, após de levar um tiro de Jeremiah, entra em coma, e, com Bruce preocupado, decide procurar a “Bruxa”, que na verdade é Ivy Pepper, que decide ajudar pela sua amizade com Selina. Após Jim Gordon fazer o ataque ao grupo que planejava fazer um túnel para chegar ao continente, ele cria o “Paraíso”, um refúgio seguro com moradores necessitados e outros que eram perseguidos. Mas, no fim das contas, o Charada causa uma explosão com um tiro de bazuca em um tanque de óleo, o que causa uma perseguição de todas as facções atrás de Edward Nygma. Após o seu tratamento com Ivy Pepper, Selina descobre a localização de Jeremiah, ao norte da “zona negra”. Então, decide se unir com Bruce para procura-lo. Bruce e Selina descobrem algo como um culto “Valeska” para procurar os mais fiéis. Selina finge querer trabalhar para Jeremiah invadir sua sede, mas depois de um confronto, Ecco escapa e Selina trai Bruce para ir atrás de Jeremiah. Jeremiah é esfaqueado por Selina, fazendo com que todos acreditassem que ele foi morto, sendo que ele conseguiu sobreviver.

14.330 – Atores – Robin Lord Taylor


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(Shueyville, 4 de junho de 1978) é um ator americano. Ele é mais conhecido por interpretar o vilão Oswald Cobblepot “Pinguim” na série de televisão Gotham.
Robin nasceu em Shueyville, Iowa, filho de Robert Harmon Taylor (falecido em 13 de janeiro de 2016) e Mary Susan (nascida Stamy) Taylor. Tem quatro irmãs. Estudou na Solon High School e na Universidade Northwestern, ganhando seu grau de Bachelor of Science em teatro. É de ascendência inglesa, escocesa e alemã.
Ele tem vivido em Nova Iorque desde 2000, cidade onde Gotham é filmada.
Em uma entrevista de novembro de 2014 para a revista americana Glamour, Robin foi perguntado: “Notei que você está usando um anel de casamento em seu dedo anelar. Você é casado?”, e respondeu: “Eu sou casado! Eu gosto de manter isso em segredo, mas eu sou casado faz mais de três anos, e nós estamos juntos a mais de 10 anos. Não tenho filhos. Ainda não há crianças!”

14.293 – Ficção – Outra Vida Série


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Série original Netflix, escrita por Aaron Martin (Being Erica), traz a história da astronauta Nick Breckenridge (Katee Sackhoff) – que precisa se reunir a uma equipe jovem para retornar ao espaço em busca de respostas sobre um artefato que pousou na Terra há seis meses e até então não realizou nenhum tipo de contato com os humanos.
A dramaturgia recheada de ficção científica e teorias conspiratórias possui um roteiro que a princípio convence o telespectador a continuar querendo saber o que mais vem por aí. Entretanto, com o passar dos primeiros episódios, fica evidente que a história não apresenta nada essencialmente novo e não se encaminha para lugar algum. É como se estivéssemos vendo o mesmo plot em que a protagonista e sua equipe se desentendem e encontram algum problema que pode acabar com a missão como um todo. É a mesma sequência de fatos repetidas por capítulos seguidos apenas mudando o motivo da briga e a situação.
A produção, por um tempo, irá prender sua atenção, contudo, ao longo do capítulos, a trama se torna cansativa, repetitiva, sendo os cliffhangers ao final de cada episódio o único motivo para alguém continuar assistindo. É um looping que somente finaliza ao final do décimo capítulo da primeira temporada, que também termina com um gancho numa tentativa frustrada de prender o espectador para a próxima etapa, se é que ainda terá uma.
Outro ponto prejudicial para a série de TV está na construção dos personagens, afinal, somente a protagonista e o holograma William (Samuel Anderson) possuem uma relação convincente, além de serem interessantes e transmitirem realismo devido a suas complexidades. Entretanto, o restante da equipe a bordo da nave é tipicamente boring, além de mostrarem somente camadas superficiais como se não existisse mais para ver deles, inclusive, é tão forte essa parte de não criarem empatia com o público que se torna difícil memorizar os nomes e saber quem é quem.
August Catawnee (Blu Hunt), Bernie Martinez (A.J. Rivera), Sasha Harrison (Jake Abel), Oliver Sokolov (Alex Ozerov), Javier Almanzar (Alexander Eling), entre outros, são todos parte deste pacote de personagens entediantes. Quanto ao marido de Nick, Erik Wallace (Justin Chatwin), cujo papel é fundamental nos avanços das descobertas na Terra, entra também no meio desses que não acrescentam muito nem em atuação, nem em construção do mesmo. Só para ter uma ideia, William, que é um holograma, tem mais química com a personagem de Katee e mais camadas que o mesmo.
No quesito técnico a produção não apresenta grandes transformações em direção, somente o básico que o telespectador já está acostumado a conferir em séries de ficção científica. A trilha sonora não acrescenta em nada, muito menos é marcante, e a arte trabalha com aquilo que o roteiro pede, nada muito surpreendente. Não vá esperando grandes transformações e diferenciais.
No geral, Outra Vida é uma série mediana, sem muito a acrescentar na vida do espectador e sustentada pela construção e atuação da protagonista e do holograma William. É uma história que te fará passar raiva depois de conferir dez episódios.

A Protagonista:
Kathryn Ann Sackhoff, mais conhecida como Katee Sackhoff (Portland, 8 de abril de 1980), é uma atriz norte-americana conhecida sobretudo por estrelar a série de televisão do Sci Fi Channel Battlestar Galactica, interpretando Kara “Starbuck” Thrace. Em 2004, ela foi indicada ao Saturn Award na categoria de melhor atriz coadjuvante em séries de televisão, por seu papel como Kara. Em maio de 2006, ela ganhou o Saturn Award pelo mesmo papel na série semanal.
Katee começou com pequenos papéis em filmes como Halloween: Resurrection e no programa de televisão The Education of Max Bickford, além de aparições especiais em diversas séries como E.R. e Cold Case. Katee Sackhoff também protagonizou papéis no filme de ação/ficção científica The Last Sentinel e no thriller psicológico White Noise 2: The Light.

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14.279 – Mega Séries – Por onde anda o elenco de ‘O Túnel do Tempo’?


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Quem foi criança na década de 1970 ainda se lembra de ter acompanhado as aventuras de dois cientistas em suas viagens ao passado ou futuro através da série O Túnel do Tempo, criada e produzida por Irwin Allen. Esta produção celebrou este mês, mais precisamente no dia 9 de setembro, cinquenta anos de vida. Em 1966, nesse ano, Allen, que na época tinha um contrato com a 20th Century Fox, já tinha se estabelecido na televisão com Viagem ao Fundo do Mar e Perdidos no Espaço. Como todo fã de Allen sabe, o maior interesse do produtor em relação às suas séries era o de explorar a aventura em cenários ou situações fantásticas, mas mantendo um baixo custo para torná-las viáveis.
Com O Túnel do Tempo, que trouxe um dos pilotos mais caros já produzidos na década de 1960 (em função do cenário que servia de base para a máquina do tempo), Allen teria a oportunidade de reutilizar a cada episódio cenas de antigos filmes da Fox (bem como cenários e adereços de outras séries), o que reduziria o custo semanal, mas também obrigava os roteiristas a escreverem episódios que pudessem acomodar as cenas dos filmes que eles tinham disponíveis. Outro pré-requisito era o de não se prender à veracidade histórica, dando liberdade aos roteiristas de explorar situações que poderiam não ter existido de fato.
A série tinha dois núcleos de personagens fixos que filmavam suas cenas em estúdios separados. Por isso, eles não costumavam se encontrar, a não ser quando a história de um determinado episódio exigia. O primeiro núcleo era formado por James Darren e Robert Colbert, que interpretavam os cientistas viajantes Tony Newman e Doug Philips. O outro núcleo era formado por Whit Bissell, Lee Meriwether, John Zaremba e, em alguns episódios, Sam Groom e Wesley Lau, que interpretavam o General Kirk, a Dra. Ann, o Dr. Raymond, o técnico Jerry e o guarda de segurança Jiggs, respectivamente.

Na história, o ano é 1968, um grupo de cientistas, liderados por Tony e Doug, trabalham arduamente para colocar em prática um projeto secreto do governo conhecido como Tic-Toc. No meio do deserto do Arizona vem sendo construído há dez anos um complexo subterrâneo que abriga a primeira máquina do tempo americana, a qual ainda está em fase experimental.
O senador Leroy Clark (Gary Merrill) tem a função de investigar a forma como o governo está gastando o dinheiro público. Determinado a reduzir custos, ele conclui que o projeto Tic-Toc deve ser encerrado, a não ser que o grupo de cientistas consiga provar que a máquina do tempo funciona.

Assim, na calada da noite, Tony decide se fazer de cobaia. Quando Doug descobre os planos do amigo, ele o segue entrando no túnel do tempo, o que leva os dois cientistas a se perderem no passado. Mas a dupla prova que a máquina funciona, o que garante a continuidade do projeto.

No entanto, os demais membros da equipe não sabem como trazê-los de volta ao presente. Assim, a cada episódio Tony e Doug são transportados para diferentes períodos da história, passado ou futuro, sem saber onde aterrizarão, quem encontrarão ou como sairão de lá.

A baixa audiência e o interesse da rede ABC em substituir O Túnel do Tempo por Custer levou ao cancelamento da série com apenas uma temporada de trinta episódios produzidos. Recentemente, a série foi lançada em DVD no Brasil, por uma distribuidora independente.
Após o cancelamento, os atores deram continuidade às suas carreiras, alguns entrando para o circuito de participações especiais, outros se estabelecendo com sucesso em novas séries. Bissell faleceu em 1996, aos 86 anos de idade, em consequência do Mal de Parkinson; Zaremba faleceu em 1986, aos 78 anos de idade, vítima de ataque cardíaco; e Lau em 1984, aos 65 anos de idade, também vítima de ataque cardíaco. Os demais atores ainda estão vivos.James Darren: o ator era um ex-ídolo adolescente quando estrelou O Túnel do Tempo. A produção que o lançou ao sucesso foi o filme Gidget, de 1959, o qual também lhe abriu as portas para uma carreira como cantor. Sua tentativa de se afastar das comédias românticas adolescentes foi o filme Os Canhões de Navarone, em 1961. Mas foi na TV que ele realmente se estabeleceu.
Além de O Túnel do Tempo, ele também estrelou, com sucesso, Carro Comando/T.J. Hooker, série policial com William Shatner e Adrian Zmed, produzida entre 1982 e 1986, na qual Darren formou dupla com Heather Locklear.
Darren também fez diversas participações especiais em séries de TV (incluindo uma versão animada sua na série Os Flintstones), sendo algumas recorrentes, como é o caso de Melrose Place, estrelada por Locklear. Nesta série, Darren interpretou Tony Marlin, um cliente de Amanda, personagem de Locklear. Outra produção na qual ele teve participações recorrentes foi Jornada nas Estrelas: a Nova Missão/Star Trek: Deep Space Nine, na qual deu vida ao holograma Vic Fontaine, um cantor de night clube visto nas duas últimas temporadas.

Entre as décadas de 1980 e 1990, Darren também investiu em uma carreira de diretor, assinando diversos episódios de séries produzidas nesta época. Ele se afastou da TV no início da década de 2000, quando passou a se dedicar à carreira de cantor. Mas ele ainda poderá ser visto em participação especial no filme Lucky, com Harry Dean Stanton. A história gira em torno de um ateu de 90 anos de idade (Stanton) que inicia uma jornada espiritual. O lançamento está previsto para 2017.
Em 1955, Darren, um católico, se casou com Gloria Terlitsky, uma judia que ele conheceu em 1953. O casal teve um filho, James Jr., que cresceu e se tornou um jornalista de entretenimento chamado Jim Moret. Darren se divorciou de Gloria em 1958, quando o filho tinha dois anos de idade. Mais tarde, ela se casou novamente. Quando o filho tinha treze anos, Darren deu autorização para o novo marido de Gloria adotar o menino legalmente. Desde então, o ator mantém um relação distante e problemática com o filho.
Em 1960, ele se casou com Evy Norlund, ex-Miss Dinamarca, com quem teve dois filhos, Christian Darren e Anthony Darren (atualmente conhecido como o guitarrista Tony Darren).

O último CD lançado por Darren é datado de 2001, mas o ator e cantor continua, aos 80 anos de idade, se apresentando em clubes noturnos em várias cidades americanas, como Atlantic City, Las Vegas, Dallas e San Diego. Ele também participa de convenções nas quais celebridades encontram-se com fãs e se apresentam em painéis conversando sobre suas experiências em produções que atuaram.
A próxima convenção na qual Darren terá participação é a de Jornada nas Estrelas. Trata-se de um cruzeiro marítimo que celebrará os 50 anos da série clássica, a ser realizado entre 9 e 15 de janeiro de 2017, com saída em Miami, Flórida.
Robert Colbert: o ator também já era um nome conhecido na TV quando estrelou O Túnel do Tempo. Ele vinha fazendo várias participações especiais em séries diversas, incluindo uma recorrente em Maverick, faroeste estrelado por James Garner e Jack Kelly (ambos já falecidos). Durante a quarta temporada, ele interpretou Brent Maverick, irmão de Bret (Garner), Bart (Kelly) e Beau (Roger Moore).

Depois de O Túnel do Tempo, Colbert voltou ao circuito de participações especiais, incluindo uma recorrente em Tiro Certo/Hunter, série policial da década de 1980, na qual interpretou o Comandante George Dryden. Nesta mesma época, seu nome chegou a ser cotado entre os produtores de Dallas para substituir Larry Hagman, que estava em uma disputa contratual para continuar interpretando JR. Entre 1973 e 1983, ele integrou o elenco da novela Young and the Restless.
O ator se afastou da carreira no final da década de 1990. Atualmente, com 85 anos de idade, ele participa de convenções realizadas em diversas cidades americanas, bem como eventos para levantar fundos para a caridade.

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Em 1961, ele se casou com a dançarina e compositora Dotty Harmony, com quem teve dois filhos, Cami Colbert e Clay Colbert. O casal se divorciou em 1976.
Lee Meriwether: a atriz ficou famosa quando ganhou o título de Miss América em 1955. Isto lhe abriu as portas para o mundo do entretenimento, no qual iniciou como uma das apresentadoras do programa matutino The Today Show. Mais tarde, estreou no cinema e na TV.

Após várias participações especiais em séries e teleteatros, Lee entrou em O Túnel do Tempo, que foi sua primeira série como parte do elenco fixo. Depois do cancelamento, ela teve participações recorrentes em Missão: Impossível, interpretando uma das agentes sob o comando de Jim Phelps (Peter Graves, já falecido).

Ela também estrelou The New Andy Griffith Show, Barnaby Jones, The Munsters Today (remake da série Os Monstros) e a websérie de terror Project: Phoenix. Lee ainda esteve no elenco da novela All My Children e foi uma das atrizes a interpretar a Mulher-Gato (na versão cinematográfica da série Batman em 1966).
Embora continue fazendo participações em filmes e séries (sendo as mais recentes o remake de Havaí 5-0 e a sitcom Apartment 23), a atriz tem mantido seu foco no teatro, onde vem atuando em diversas montagens há quase quatro décadas.
Em 1958, Lee se casou com o ator Frank Aletter (Os Astronautas/It’s About Time), com quem teve duas filhas, as atrizes Kylee), com quem teve duas filhas, as atrizes Kyle Aletter-Oldham e Lesley Aletter. O casal se divorciou em 1974, sendo que Aletter faleceu em 2009, aos 83 anos. Em 1986, ela se casou com o ator Marshall Robinson, com quem trabalhou em várias peças. A atriz também já atuou em diversas montagens teatrais, bem como comerciais, ao lado das filhas.
Atualmente, com 81 anos de idade, Lee continua atuando no teatro e fazendo participações em convenções.
Sam Groom: o ator estava em início de carreira quando entrou no elenco de O Túnel do Tempo, em participações recorrentes. Após a série, ele foi para o circuito de participações especiais, no qual ficou até o início da década de 2000.

Neste meio tempo, estrelou a série médica Police Surgeon; e esteve em Otherworld, produção de ficção científica da década de 1980, na qual interpretou o chefe de uma família que se vê presa em uma outra dimensão. O ator também integrou o elenco das novelas Another World e All My Children. Em paralelo à sua carreira na TV, Groom também atuou no teatro.
Em 2003, ele foi convidado a dar aulas de interpretação no HB Studio, no bairro de Greenwich, em Nova Iorque, onde continua até hoje. Esta função o levou a se afastar da carreira de ator, embora ainda faça alguns trabalhos esporádicos, geralmente no teatro.
Em 1962, ele se casou com a atriz Kathleen Sullivan, com quem teve três filhos, Samuel Groom, Patrick Groom e Christopher Groom. O casamento terminou em 1974. Em 1980, ele se casou com a atriz Suzanne Rogers, de quem se divorciou em 1982.
Atualmente, o ator está com 82 anos de idade.

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14.084 -Mega Memória – Humor na TV – Satiricom


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Quadros e piadas curtas davam o tom do humorístico, que lançava um olhar crítico e zombeteiro sobre o comportamento humano.
Tal programa humorístico foi produzido e exibido pela Rede Globo semanalmente entre 1973 e 1975. Contava com a participação fixa de Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Jô Soares, Renato Corte Real e Luiz Carlos Miele. Girava em torno de sátiras aos mais variados meios de comunicação, desde a idade da pedra, abordando o rádio, a escrita, a fala, a música, além, claro, da própria televisão, satirizada e parodiada.
A partir da temporada de 1975, ganhou o título Satiricom 75 – A Sátira do Comportamento Humano, satirizando outras coisas além dos meios de comunicação.
O título da série não possui qualquer ligação com a obra de Petrônio, sendo um neologismo dos termos “sátira” e “sitcom”.

Elenco
Agildo Ribeiro
Alcione Mazzeo
Álvaro Aguiar
Antônio Carlos Pires
Antônio Pedro
Berta Loran
Bibi Vogel
Célia Biar
Jô Soares
José Vasconcellos
Luís Delfino
Luiz Carlos Miele
Martim Francisco
Milton Carneiro
Paulo Silvino
Renata Fronzi
Renato Corte Real
Silvino Neto

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Escrito por Max Nunes e Haroldo Barbosa, os mesmos redatores do humorístico TV0-TV1 (1966) – do qual era uma espécie de descendente –, Satiricom estreou em 1974 lançando um olhar crítico e zombeteiro sobre os meios de comunicação.
Sem personagens fixos e com poucas cenas externas, Satiricom era composto basicamente de quadros curtos, de dois minutos, em que comediantes como Jô Soares, Renato Côrte Real, Luiz Carlos Miéle, Berta Loran e Agildo Ribeiro satirizavam telenovelas, clássicos do cinema, programas de auditório, telejornais e programas radiofônicos. O programa ia ao ar a cada quinze dias.
No ano seguinte à sua estreia, o programa foi rebatizado como Satiricom 75 – A Sátira do Comportamento Humano, ampliando seu leque de temas e passando a satirizar também fatos jornalísticos da época. O revezamento constante de piadas curtas continuou a dar a tônica da atração, mas os quadros não contavam mais com as gargalhadas artificiais da claque. Como o próprio Max Nunes chegou a declarar na época, o objetivo era manter o telespectador permanentemente divertido, com um sorriso no rosto, e não provocar gargalhadas esporádicas.
Jô Soares, Jota Rui, Hilton Marques, Lafayette Galvão e Renato Côrte Real também colaboraram com a redação de Satiricom.

14.044 – Ficção e Animação – Speed Racer e o Match 5


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Speed Racer nasceu em 1966 na forma de mangá, e tinha outro nome: Mach Go Go Go. Um ano depois, virou uma série animada na TV japonesa, com 52 episódios.

O nome original do piloto é “Go Mifune” – uma homenagem ao ator japonês Toshiro Mifune, protagonista de Os Sete Samurais (1954). Mifune é, de longe, o ator mais importante da história do cinema japonês.

O nome Speed Racer, que passou a batizar tanto o piloto do Mach 5 quanto o próprio desenho, surgiu quando a produtora americana Trans-Lux comprou os direitos do desenho, ainda em 1967. O projeto foi conduzido pelo ator americano Peter Fernandez, que dublou as vozes de Speed e do Corredor X para o inglês. No Brasil, o desenho estreou na TV Tupi, nos anos 1970.
Era um V12 de 1.700 cavalos que atiçou a imaginação de algumas gerações, e que tem um lugar cativo no pódio de carros mais emblemáticos da ficção.
Vamos começar pelo acessório mais emblemático do Mach 5: as serras frontais, acionadas pelo botão “C”. Elas nunca eram usadas contra competidores. Speed Racer só ativava elas para atravessar florestas – criando a cena clássica das toras voando pelos ares enquanto Speed acelera (socorro, chamem o Ibama!).
O carro tinha seu “drone” antes da invenção dos drones. Ele tinha formato de pombo-correio e saía de uma abertura no capô. O passarinho robótico tinha uma câmera que transmitia imagens aéreas para o painel do carro. Mas sua grande função era como WhatsApp do piloto: ele transportava mensagens.
O carro tinha um botão extra, fora do volante, que ficava entre os assentos e enviava o drone para locais previamente programados (como num GPS). A tecla H (home) mandava o drone para onde ele se dirigia na maioria das vezes: a casa da família Racer.
A carroceria tinha macacos hidráulicos embutidos. Eles acionavam quatro pernas mecânicas que serviam de molas – e, graças às leis da física dos desenhos animados, permitiam ao Mach 5 saltar obstáculos. Dava para ativar cada uma das pernas hidráulicas individualmente.
Os faróis tinham lâmpadas que se movimentam independentemente, como os olhos de um camaleão, e como alguns carros de hoje. Para dar uma força nas corridas noturnas, o capacete de Speed tinha visor infravermelho. Mais tarde na série de desenhos, o botão E passou a ativar asinhas laterais, que davam uma força nos voos do carro (de novo, graças à física da ficção).
Esse botão acionava um vidro blindado, que selava o cockpit. A cúpula de proteção aguentava disparos de armas de fogo, explosões e o escambau. Ah, claro: também vedava o carro para viagens submarinas.
Acionava uma camada superaderente de borracha que colava o Mach 5 em paredes, como uma lagartixa.
Speed pressionava esse botão e o carro virava um submarino. Além do cockpit vedado, havia um tanque de oxigênio embutido atrás do assento com a autonomia de 30 minutos. Um periscópio ligado a um sistema de vídeo permitia que Speed visse tudo o que se passava na superfície.
Para finalizar, um acessório mundano: o porta-malas (que devia abrir só com chave mesmo, já que não há registro de um botão reservado para abrir a tampa, rs). Seja como for, o compartimento tinha uma finalidade dramática: servia de esconderijo para Gorducho, o irmão mais novo de Speed, e para o chimpanzé Zequinha, já que a dupla sempre se infiltrava no compartimento de carga do Mach 5 para participar furtivamente das corridas.

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13.973 – Arquivo Mega – TV Tupi, a 1ª Emissora de TV do Brasil


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Operava no canal 4 VHF e era uma emissora própria e geradora da Rede Tupi. Foi inaugurada pelo empresário Assis Chateaubriand em 18 de setembro de 1950, sendo a primeira emissora de televisão do país e a quarta do mundo. Pertencia aos Diários Associados, que na época era um grande conglomerado de mídia, do qual faziam parte vários jornais, revistas e rádios. A partir de 1951, passou a gerar a programação juntamente com a TV Tupi Rio de Janeiro, servindo como embrião para a formação de um rede. Devido a problemas administrativos e financeiros, além de atrasos nos pagamentos e greves de seus funcionários, teve sua concessão cassada, juntamente com outras emissoras próprias, em julho de 1980.
Foi substituída pelo atual SBT.
Em 1949, os Diários Associados iniciaram a expectativa para a montagem de uma emissora de televisão na cidade de São Paulo. A direção técnica do projeto ficou a cargo de Mário Alderighi, com a assistência de Jorge Edo, que viajaram aos Estados Unidos para conhecer a estrutura de um canal de TV junto aos técnicos da RCA. Já Dermival Costa Lima foi convidado a ser o diretor artístico da futura emissora, tendo como assistente Cassiano Gabus Mendes.
Quase dois anos depois da experiência pioneira de Olavo Bastos Freire, Assis Chateaubriand, o Chatô, presidente dos Diários Associados, e alguns radialistas escolhidos treinaram e decidiram se aventurar no mundo da televisão. Foi então que em 18 de setembro de 1950, com equipamentos trazidos do Porto de Santos, era inaugurada exatamente às 22h00, a PRF-3, que logo ganharia o nome TV Tupi-Difusora. Os estúdios eram pequenos, o equipamento precário, mas o nascimento da emissora foi solene. Chateaubriand presidiu a cerimonia que contou com a participação de um cantor mexicano, Frei José Mojica, que entoou “A canção da TV”, hino composto pelo poeta Guilherme de Almeida, que contou também com a atriz Lolita Rodrigues, especialmente para a ocasião. Um balé de Lia Marques e declamação da poetisa Rosalina Coelho, nomeada madrinha do “moderno equipamento” fizeram parte do show. A jovem atriz Yara Lins foi convocada especialmente para dizer o prefixo da emissora — PRF-3 — e o de uma série de rádios que transmitiam em cadeia o acontecimento. A seguir entrou a programação na tela dos cinco aparelhos instalados no saguão do prédio dos Diários Associados.
Foi fundada em 18 de setembro de 1950 por Assis Chateaubriand, sendo a única emissora de televisão em todo o Brasil até o início de 1951, quando foi inaugurada a TV Tupi Rio de Janeiro, outra emissora própria dos Diários Associados. O monopólio como única emissora de São Paulo foi quebrado em 1952 com a inauguração da TV Paulista, canal 5 VHF. A Tupi SP operou no canal 3 até 1960, quando deixou o canal após interferências de sinal com a TV Cultura, passando a operar no canal 4 com os prefixos ZYE 439 (1970-1977) e ZYB 855 (1977-1980) até seu fechamento, em 18 de julho de 1980, quando a Tupi SP e mais seis concessões da Rede Tupi foram cassadas.
Desde 1981, um pouco mais de um ano do fechamento da Rede Tupi, o empresário Sílvio Santos adquiriu a concessão pelo Governo Federal, daí o canal 4 de São Paulo passou a ser SBT São Paulo, emissora própria, geradora e cabeça-de-rede do SBT. O prédio construído por Assis no alto do Sumaré, também foi sede da MTV Brasil, sob domínio do Grupo Abril até setembro de 2013.
O dia 18 de junho de 1980, marcou o fim da emissora, com funcionários lutando até o último minuto para manter a Tupi no ar. Apesar de pouco conhecida pelas gerações mais novas, a TV Tupi formou grande parte dos atores, roteiristas, produtores, diretores e técnicos que hoje estão espalhados pelas mais variadas emissoras de todo o Brasil.

Relembre aqui no Arquivo ☻ Mega

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13.849 – Após determinação da Justiça, Claudia Rodrigues volta a ser funcionária da Globo


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A Baixinha Vai Voltar

Claudia foi demitida após revelar que sofre de esclerose múltipla e entrou na Justiça contra a empresa. Ela ganhou o direito de voltar a trabalhar e receber salários referentes aos últimos três anos. A decisão favorável à atriz sriz saiu no último dia 3, e ela se apresentou à Globo na segunda (17) para sua reintegração. Segundo Adriane Bonato, empresária de Claudia, a atriz fez exame médico admissional e um check-up médico completo para provar à emissora que está em plenas condições de trabalhar.
Com a vitória na ação, Claudia conquistou o retorno ao elenco da Globo e o direito de receber salário de atriz por 36 meses de trabalho. A emissora ainda pode recorrer da decisão. Tanto a Globo quanto a empresária da atriz não comentaram.
Claudia Rodrigues começou a trabalhar na Globo em 1996, no infantil Caça Talentos, e ganhou projeção nacional ao interpretar a socialite burra Ofélia, no Zorra Total (1999-2003). Também fez sucesso ao viver a empregada doméstica Sirene no Sai de Baixo (2000-2002). A humorista chegou ao auge da carreira em 2004, quando ganhou uma série própria. Em A Diarista, interpretou a protagonista Marinete durante quatro temporadas.
Claudia sofre de esclerose múltipla desde 2000, e a doença se agravou ao longo dos anos. Os portadores têm lesões nos nervos, que provocam problemas como perda de visão, dificuldades de locomoção, coordenação motora, fala e dores no corpo.
Em 2007, Claudia teve um surto de esquecimento durante uma gravação de A Diarista, e no mesmo ano a série chegou ao fim. A atriz foi afastada da Globo pela primeira vez para se tratar e voltou em 2009, novamente como a Ofélia do Zorra Total.
Em 2013, Claudia teve outras complicações, como surtos de desequilíbrio e incapacidade de andar e falar direito. A atriz passou por sessões de fonoaudiologia, fisioterapia e fez um transplante de células-tronco em 2015, quando raspou a cabeça e chegou a seu estado de saúde mais delicado. Afastada da mídia durante as fases mais críticas de tratamento, ela também sofreu com depressão e chegou a pensar em suicídio.
Mas, em 2017, Claudia demonstrou ter se recuperado, apesar de conviver com sequelas de dicção e locomoção.
Ela declarou que está bem melhor após começar um tratamento à base de canabidiol (uma das substâncias químicas encontradas na maconha) e quer voltar a trabalhar em breve.
A empresária de Claudia comenta que ela voltará ao teatro em 22 de novembro, numa comédia com Diogo Portugal, Marcelo Médici e David Pinheiro, em Curitiba. A atriz também dará palestras sobre superação e melhoria da qualidade de vida, em que contará sua trajetória ao lado de uma neurocientista.
O retorno em um programa de TV ainda não tem data, mas Claudia está feliz e empolgada com a reintegração à Globo.

13.666 – Mega TV – Adam West, o Batman da TV nos anos 60 e 70


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Nascido William West Anderson (Walla Walla, 19 de setembro de 1928 – Los Angeles, 9 de junho de 2017, ator e dublador americano.
Estreou na carreira artística em 1957, no filme Voodoo Island, mas não teve seu nome creditado. Participou de inúmeros seriados de televisão, mas ficou conhecido pelo papel de Batman no seriado de mesmo nome, que foi ao ar de 1966 a 1968, em que dividiu a cena com o Robin de Burt Ward.
Ele também apareceu no filme de ficção científica Robinson Crusoe on Mars (1964) e dublou as séries animadas The Fairly OddParents, The Simpsons e Family Guy, interpretando versões fictícias de si mesmo nos três.
Aos 10 anos Adam colecionava quadrinhos e o personagem Batman o impressionou bastante. Quando sua mãe casou novamente, desta vez com Dr. Paul Flothow, mudaram-se para Seattle junto com seu irmão mais novo, John. Aos 14 anos, Adam entrou na Lakeside School e em seguida cursou o Whitman College, formando-se em Literatura e Psicologia.
Adam começou a trabalhar como DJ numa estação de rádio enquanto fazia uma pós graduação em Stanford. Dispensado do exército, passou dois anos tentando colocar uma estação de TV militar no ar – uma em San Luis Obispo, Califórnia e outra na área militar Fort Monmouth, Condado de Monmouth, Nova Jérsei.
Nesse meio tempo, viajou pelo mundo com a esposa, até que parou no Havaí onde estrelou um programa infantil chamado The Kini Popo Show in Hawaii. Nessa época divorciou e em seguida casou com uma dançarina taitiana chamada Ngatokoruaimatauaia Frisbie Dawson (ele a chamava de “Nga”), com quem teve uma filha em 1957 e um filho no ano seguinte – Jonelle e Hunter. Esse segundo casamento durou até 1962.
Em 1959, Adam foi para Hollywood, adotou o nome artístico de Adam West e conseguiu pequenos papéis em filmes de faroeste. Após sete anos em Tinseltown, ele finalmente conseguiu um papel que o levou à fama quando, em 1966, estrelou como Batman, pela rede ABC.
Em 1972 ele casou com Marcelle Tagand Lear com quem teve dois filhos; Nina em 1976 e Perrin em 1979. Em 1994 lançou uma auto biografia chamada Back to the Batcave.
Em 1985, a DC Comics homenageou West na publicação de Fifty Who Made DC, em comemoração aos 50 anos da editora.
West foi cotado para interpretar Thomas Wayne, o pai de Bruce Wayne, no Batman de Tim Burton. Originalmente, ele queria interpretar o Batman. West nunca mais apareceu em nenhuma das filmagens da franquia de Batman da década de 1960 e, até o momento, Burt Ward (Robin, da série de TV). West fez uma aparição em um episódio de 1992 de Batman: The Animated Series da Fox, mas não como Batman (cujo papel já estava sendo interpretado por Kevin Conroy). Em vez disso, ele retratou Simon Trent, um ator que costumava interpretar um super-herói em uma série de TV chamada The Grey Ghost e que estava com dificuldade em encontrar trabalhos.
O ator retomou seu papel como Batman para o curta-metragem animado CGI Batman: New Times. Ele co-estrelou com Mark Hamill, que redublou o Coringa e originalmente desempenhou o mesmo papel em Batman: The Animated Series. West também interpretou Thomas Wayne em um episódio da série Batman: The Brave and the Bold.
Na mesma série, ele interpretou o robô protótipo do Batman, chamado “Protobot”.
Adam West morreu em 9 de junho de 2017, aos 88 anos de idade, vítima de leucemia.

13.586 – Mega Retrô – Comercial Antigo “Se essa Onda Pega”


O Ano era 1987 e a Globo usou a criatividade para chamar a atenção do público.
Uma vez que a criatividade humana não se limita exclusivamente ao campo da literatura, anomalias sintáticas podem ser encontradas em outras formas de comunicação, isso é notório nesse comercial da Globo “Pegue essa onda, essa onda pega”.
A metáfora poética ajuda a vender a mercadoria apregoada.

13.401 – Mega Polêmica na Teledramarturgia – Namorada homenageia Carol Duarte pela virada de Ivana


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Não foram apenas os colegas de elenco que congratularam a atriz Carol Duarte pelas cenas em que Ivana revela à família ser transexual e corta os cabelos, num ritual de libertação. “Ela mostrou um pouquinho da força que tem! Porque ela tem muita força. Força, doçura e coragem”, escreveu no Instagram a geógrafa Aline Klein, namorada da atriz da novela A Força do Querer. “Pula, Caru, se joga que a vida é curta, e você tem muito a dizer. Pula que o mundo é grande! Eu vou estar aqui!”, continua a legenda de uma foto em que Carol Duarte aparece de cabelo curto, o novo visual de Ivana, que vai passar a se chamar Ivan na trama de Gloria Perez.
Carol Duarte e Aline Klein namoram há mais de dois anos, e aparecem juntas em diversas fotos do perfil mantido pela geógrafa no Instagram.

 

☻Mega Opinião

Alguns setores da sociedade vem tentando influenciar a opinião pública em prol de homo e bissexualismo, transexualismo, lesbianismo e travestismo como sendo práticas naturais, comuns e devem ser aceitas normalmente por uma questão de liberdade individual. Nós do ☻Mega longe de sermos conservadores, acreditamos que todos devem ser respeitados como cidadãos independente de sua escolha sexual, mas não venha a mídia querer nos fazer engolir goela abaixo essas práticas como sendo “naturais”. Pra mim são anomalias.

 

13.298 – Mega Techs – Falecido em 2012 o criador do primeiro controle remoto sem fio para TV


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Se você consegue trocar o canal da sua televisão sem sair debaixo das cobertas, agradeça a Eugene Polley. O inventor do primeiro controle remoto sem fio para aparelhos de TV morreu aos 96 anos, nos Estados Unidos.
Polley começou a sua carreira na década de 30, trabalhando para a empresa Zenith Radio Corporation (hoje Zenith Eletronics, subsidiária da LG). Em 1955 ele criou o primeiro controle remoto sem fio para TV, batizado de Flash-Matic. O aparelho não funcionava muito bem e era preciso ajustar perfeitamente o ângulo de mira para que ele pudesse ser eficaz.
A invenção de Polley representou uma revolução na televisão. Pela primeira vez, os espectadores puderam mudar de canal durante o intervalo comercial ou ainda ver um pedaço de um programa em cada emissora sem precisar levantar do sofá. Eugene dedicou 47 anos de trabalho à Zenith.

Saiba mais com o Mega
Na Primeira Guerra Mundial, o controle remoto foi usado como um aparelho de rádio frequência que monitorava navios alemães. Com objetivos militares, foram desenvolvidos rádios controladores de navios, de bombas e armas que eram usados remotamente para destruir o inimigo. Na Segunda Guerra Mundial, ele foi usado como detonador de bombas.
No fim da guerra, os cientistas tinham uma tecnologia, mas não sabiam como aplicá-la. Os Estados Unidos foram aprimorando o uso do controle remoto e os cientistas começaram a testá-lo para outros fins.
O criador dessa nova tecnologia foi Nikola Tesla, um cientista que nasceu na Croácia. Com uma excelente memória capaz de dar origem a várias invenções, Nikola, em 1898, patenteou um dispositivo capaz de controlar um barco via rádio.
Em 1903, foi lançado o Telekino, um robô com comandos transmitidos via ondas eletromagnéticas. Ele foi o primeiro controle remoto via rádio no mundo e pioneiro no controle remoto. O robô foi uma criação de Leonardo Torres Quevedo, que registrou sua patente na França, Espanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos.
No final de 1930, os fabricantes de rádio criaram vários controles remotos em modelos superiores e a maioria estava ligada ao controle sem fios. A Philco lança o Mystery Control, um controle para rádios à pilha de baixa frequência.
Em 1940, são criados os controles automáticos de garagem. E, em 1950, com a chegada dos televisores eles foram sendo adaptados para TV.
No início dos anos 50, foi criado o primeiro controle remoto da Zenith Eletronics Corporation por Robert Adler. A TV foi revolucionada pelo aparelho. Ela criou um controle sem fio com som de alta frequência usado para transmitir comandos para a TV, o “Space Command”. Não funcionava por meio de baterias e serviu como exemplo para a criação de outros controles até o início da década de 80. A partir daí, começou a ser substituído por aparelhos movidos a raios infravermelhos, que eram simples e baratos. E foi por isso que o controle remoto se tornou mais atrativo e popular.
Nos aprofundando mais na história, em 1941, Robert Adler, um austríaco, começou a trabalhar na Zenith Eletronics (uma empresa norte-americana que tem uma relação com a criação da televisão). Inicialmente, eles teriam fabricado dois tipos de controle remoto: com fio e sem fio. O controle com fio possuía cabo e era chamado de Lazy Bones (1950), acionado pelo polegar. Como ele era conectado a TV, o público não se familiarizou. Pessoas tropeçavam nos cabos e diziam que não era bonito ter um cabo daqueles conectados à TV, em sua sala de estar.
Então, decidiram criar o Flash-matic (1955), um aparelho que emitia flashs de luz através de um tipo de “revólver” e acionava fotocélulas localizadas nos quatro cantos da tela de TV. Cada fotocélula era responsável por uma função: abaixar e diminuir o volume e mudar de canal. O novo modelo ainda não havia agradado a muitos, pois além da dificuldade de lembrar qual das fotocélulas fazia o que, outro problema ocorria quando a TV era exposta à claridade: as fotocélulas se ativavam sem o uso do controle. Imagine a confusão: som altíssimo, canais desregulados e outros problemas.

Um controle para marcar época
O chefe da Zenith, Eugene F. McDonals Jr., alertou e reuniu a sua equipe para resolver o problema. Em meio à reunião, Adler sugeriu a criação de um controle com o uso do ultrassom, cuja frequência de som é tão alta que os ouvidos humanos não conseguem escutar. Houve contradições quanto à ideia dele. Mas, no final, ele e seus colegas de trabalho decidiram fazer um experimento. O incrível Zenith Space Command (1956). A ideia foi um sucesso.
Em 1955, eles começaram fazendo os testes e em 1956 concluíram a obra. Foi criado um controle sem baterias. Na época, os únicos objetos que utilizavam baterias eram as lanternas e os aparelhos para auxiliar na audição. Se o controle remoto parasse de funcionar por causa da bateria, as pessoas iriam achar que ele estava estragado, e daí surgiu essa necessidade.
Uma das dificuldades encontradas pela equipe de Adler foi a descoberta de que mulheres jovens tem uma audição superior à de outras pessoas. Assim constatou o fato num livro científico que utilizou na época. No laboratório, uma jovem profissional deu um pulo quando eles produziram o som que era um pouco mais alto do que os ouvidos poderiam captar. Além disso, o som também pode incomodar os cães.
Conseguindo ultrapassar essa barreira, buscaram trabalhar com uma frequência de som mais alta da qual ninguém poderia ouvir. Utilizaram ondas de ultrassom para transmitir os sinais para a TV e por causa dessa tecnologia, o custo tornou-se mais elevado. Na década de 70 foi necessário usar números de três dígitos e mudar para diferentes canais.
O controle remoto com ultrassom foi usado por duas décadas. Com suas desvantagens, foi necessária a criação do controle infravermelho (1977). A BBC criou o Protocolo ITT de comunicação infravermelha. Nela, cada botão possui um comando que, quando acionado, é enviado para TV.
Há também um pequeno sensor (fotodetector) que identifica cada feixe infravermelho e converte o código em um comando, permitindo a mudança de canais. Uma das desvantagens é que o sinal infravermelho deve estar de frente ao sinal de TV.
Para Adler, uma das motivações maiores de se criar um controle remoto era puramente lógica. A pessoa não teria que se levantar toda hora para mudar canais, ou apagar uma luz por exemplo.
E, inicialmente, ele não pensou que o controle remoto se tornaria algo tão popular, embora desejasse que isso ocorresse. Apesar do controle ter demorado 25 anos para sua popularização, (antes a tecnologia usada encareciam a TV) com a tecnologia da luz infravermelha isso foi possível.
Em 1980, Steve Wozniak, o co-fundador da Apple, se interessou pelo desenvolvimento do controle remoto universal e com o lançamento do CORE (controlador remoto de equipamentos, 1987), um controlador remoto que poderia aprender sinais remotos de outros aparelhos eletrônicos que pode ser ligado ao computador e carregada uma lista de códigos de um software específico do site do fabricante. No entanto, as funcionalidades de cada botão do CORE foram consideradas complexas e difíceis de serem executadas. Foi um dos primeiros controles remotos de aprendizagem controlados por um software de computador.
De acordo com a Consumer Eletronics Association, até o início de 2000, o número de pessoas que utilizam dispositivos eletrônicos em sua casa aumentou, assim como o número de controles remotos. É raro encontrarmos um só controle em nossa casa. Existem diferentes aparelhos e para cada um, temos um controle. Por esse motivo, surgiu a ideia da criação de aparelhos remotos universais capazes de controlar qualquer dispositivo eletrônico.

Entenda a tecnologia
Para aqueles que querem aprender como um controle infravermelho funciona, é necessário estar acompanhado de um bom professor e livro de eletrônica. Mas, a título de curiosidade, seguem alguns componentes do controle infravermelho e suas funções.
A maioria dos controles infravermelhos possui uma placa de circuito impresso (CI) em seu interior com:
Microprocessador – um componente que possui todo o controle lógico do controle remoto. Ao apertamos as teclas, ele lê a informação e processa o comando necessário. Esse processo é chamado de matriz (o mesmo contato passa por várias ilhas, formando uma informação digital). Ex.: Verificação de botões pressionados, emissão do comando completo para o sistema de comunicação infravermelho, verificação de pilhas fracas, etc.
Cristal oscilador – através da ressonância, o cristal vibra com a pizoeletricidade, capacidade de alguns cristais gerarem corrente elétrica devido a uma pressão mecânica, assim, é criado um sinal elétrico com frequência bem precisa. Ele que ditará a velocidade com que o microprocessador irá processar os comandos.
Componentes em geral – capacitores cerâmicos, resistores, diodos e transistores. São componentes secundários necessários para o funcionamento do circuito como um todo.
LED infravermelho ou diodo emissor de luz – responsável por gerar luz infravermelha que é invisível ao olho humano e que transmite o comando para a TV.

Outros componentes do controle:
A Placa de CI – é um pedaço fino de fenolite, com caminhos feitos de cobre, gravados em sua superfície. Os componentes são montados na placa de circuito impresso, por causa da facilidade de produção e montagem em grande quantidade. Nessa placa, também existem pistas de Carbono, com o objetivo de fechar os contatos com as conexões quando a tecla é pressionada.
Conjunto de pontos ou trilhas pretas de tinta condutiva – elas que fazem contato com os botões.
Botões – são feitos por uma lâmina fina emborrachada (chamada de manta). Para cada botão, encontramos um disco condutor preto. Quando o disco toca na placa de circuito impresso, eles se conectam e o microprocessador consegue receber essa conexão.

E como o processo acontece:
Quando pressionamos um botão, dois ou mais pinos do microprocessador são conectados de forma única, permitindo assim que ele saiba qual comando foi escolhido pelo usuário. O microprocessador produz uma sequência de piscos rápidos no LED infravermelho na forma de um código binário específico para o botão pressionado. Os transistores amplificam esses pulsos enviados pelo microprocessador para o LED, que traduz o sinal em luz infravermelha. O sensor na TV pode ver a luz infravermelha e reage apropriadamente ao ver o sinal. Na TV, há um outro microprocessador que lê o sinal emitido pelo controle e efetua os comandos específicos, como trocar de canal, aumentar o volume e todos os outros que atuam no equipamento.

Problemas com seu controle remoto?
O que fazer quando eles param de funcionar? Ou não obedecem ao seu comando quando você aperta a tecla? Ou mesmo, as pilhas utilizadas já foram trocadas e você não consegue encontrar o defeito.
A maior parte dos problemas acontece na manta de borracha. Quando se torna rígida e coberta por impurezas originadas pela exposição contínua ao ambiente.
Devido a esse composto da manta, a placa de circuito impresso, nas áreas de pressão das teclas, é contaminada e mesmo sem pressionarmos a tecla, ela provoca erros de interpretação.
Abra o controle com cuidado e retire a poeira com um pincel limpo e seco. Após isso, passe um pouco de tinta condutiva nos botões defeituosos. Deixe secar por uma hora, verifique se secou mesmo (caso contrário pode piorar a situação), monte o controle e veja se funciona. Pode haver também sujeira no contato com a bateria: veja se há alguma ferrugem ou sujeira no local onde se colocam as pilhas.
Pode haver um fio solto também. São essas pequenas coisas que afetam o funcionamento do controle. Resolva isso usando álcool isopropílico e passe no terminais de contato das pilhas. Espere secar e coloque as pilhas novamente.
Lembre-se que você precisa ter ferramentas adequadas e algum conhecimento de Eletrônica para qualquer tipo de manutenção. Caso não possua, será melhor procurar um técnico experiente.

Controle Remoto de Aprendizagem
A aprendizagem por controle remoto universal é o processo pelo qual o controle captura e armazena os sinais infravermelhos de outros controles. Quando os códigos não se encontram na memória do controle universal, eles são aprendidos do controle original. Basta apontar um controle para o outro. Há controles remotos universais que reconhecem a lista de códigos programados no velho controle remoto.
Normalmente, esses controles já vêm pré-programados com códigos capazes de controlar vários aparelhos. É só você selecionar a marca, o fabricante e usá-lo. Já outros recebem o feixe infravermelho dos controles convencionais e armazenam os códigos em sua memória. Com essa função, ele é capaz de armazenar a função de qualquer botão do controle remoto, com as teclas de aprendizagem e ainda você pode utilizar a gravação macro.
Ele suporta novas marcas ou modelos de todos os tipos de aparelhos. Há controles universais que necessitam ser conectados a um computador, através do cabo USB, para serem configurados.
Exemplo de controles com função de aprendizagem: Philips Controle remoto SRU5040 Universal, Controle Remoto Logitech Harmony 670 Universal Avançado, One for All Xsight Touch e One for All Xsight Color etc.

13.160 – Record, SBT e RedeTV! não entram em acordo e anunciam saída da TV paga


Três das cinco maiores emissoras de TV do país, Record, SBT e RedeTV! anunciaram nesta sexta-feira (24) que vão sair da TV paga na próxima semana porque não entraram num acordo.
Em mensagem que começou a ser veiculada nesta tarde, Record, SBT e RedeTV! informaram que a partir do dia 29 de março, quando o sinal analógico será desligado na Grande São Paulo, as três emissoras sairão do ar nas operadoras de TV paga NET, Claro, Embratel, Vivo, Oi e Sky.
As redes afirmam que “estas empresas se recusam a negociar os direitos de transmissão, ao contrário do que já fazem com grupos estrangeiros e até com outras emissoras nacionais”, como é o caso da Globo, que já recebe por seu sinal digital.
Na mensagem, as três emissoras ainda dizem que “lamentam a falta de diálogo das operadoras, o que impediu um acordo que respeitasse o desejo do público brasileiro” (confira no final da publicação).
Em 2016, Record, SBT e RedeTV! criaram juntas a Simba, empresa responsável por negociar seus sinais com as operadoras de TV paga. A três redes se uniram após avaliarem que teriam maior poder de barganha se negociassem juntas. As emissoras estimam que o valor de seus sinais valem R$ 15,00 por assinante, o que daria cerca de R$ 3,5 bilhões brutos por ano.

13.159 – Tecnologia – Fim do sinal analógico em São Paulo


fim do sinal
Anatel confirma desligamento da TV analógica em São Paulo em 29 de março
O Presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, confirmou data de desligamento da TV analógica na cidade de São Paulo e nos municípios do entorno.
Segundo Quadros, o Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) não vai propor, ao Ministério das Comunicações, nenhuma mudança no cronograma de desligamento do sinal analógico na grande São Paulo.
“Os dados mostram que até a data do desligamento atingiremos o índice de 93% dos domicílios aptos a receberem o sinal digital. Não vai haver adiamento”, afirmou Quadros, que também presidente o Gired.
Ele destacou, porém, que o ato do desligamento precisa de uma portaria assinada pelo ministro de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovação, Gilberto Kassab.

Adiamento
As empresas de telefonia chegaram a pedir o adiamento do cronograma de desligamento na grande São Paulo e também em outras cidades. Quadros disse que o pedido referente a São Paulo já foi rejeitado, mas que os outros pedidos ainda serão analisados nas próximas reuniões do Gired.
De acordo com Quadros, uma pesquisa do Ibope mostrou que, se o sinal de TV analógico fosse desligado hoje na região, só 8% da população ficaria sem sinal digital. A pesquisa apontou que, atualmente, 86% dos domicílios já estão aptos par receber o sinal digital.
O Ministério prevê que, para o sinal ser desligado, 93% dos domicílios devem estar aptos a receber o sinal.
Com a confirmação da agência, a grande São Paulo deve ser a terceira região a desligar o sinal analógico. Já foram desligados os sinais na cidade de Rio Verde (GO) e no Distrito Federal.

Kit gratuito
Quadros destacou que só 20% das famílias que têm direito já receberam o kit gratuito para adequar o aparelho de televisão ao sinal digital. Ao todo, em São Paulo e nos municípios do entorno, devem ser entregues 1,870 milhão de kits. Na capital, o índice de entrega dos kits gratuitos é ainda menor: só 3%.
Têm direito aos kits beneficiários do Bolsa Família e do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). As inscrições para receber os kits de graça podem ser feitas pelo telefone 147 ou pelo site http://www.vocenatvdigital.com.br.

13.139 – Clarlatanismo – Uri Gueller, o entortador de colheres


(Tel Aviv, 20 de dezembro de 1946), é um israelense, naturalizado britânico, que se tornou famoso nos anos 1970 ao se clamar paranormal em programas de televisão em que realizava demonstrações de seus supostos poderes paranormais – telecinese, rabdomancia e telepatia. Muitos o consideram charlatão.
Tais demonstrações incluíam dobrar colheres, identificar objetos ocultos e parar ou acelerar ponteiros de relógios à distância. Geller afirmava que esses efeitos eram provocados pela força de sua mente e pelo poder de sua vontade e que ele havia recebido esses poderes de extraterrestres. Em seu site, Geller conta a sua versão de como teria conseguido seus alegados poderes.
São muitos os seus críticos, entre os quais se destaca James Randi, segundo o qual Geller não seria dotado de paranormalidade. Para sustentar sua tese, Randi repetiu várias vezes os experimentos de Geller, obtendo os mesmos resultados surpreendentes, mas sempre afirmando ter usado apenas truques e ilusionismo.
O ilusionista, Criss Angel ofereceu 1 milhão dólares para Uri Geller e Jim Callahan se eles pudessem psiquicamente determinar o conteúdo dentro de um envelope que ele tinha na mão. A oferta foi recusada.
Geller levou à justiça várias pessoas que alegavam que ele não possuía poderes paranormais e perdeu em todas as causas.
Atualmente Uri Geller não se diz um paranormal. Hoje se dedica a vender jóias com seu design em um canal de vendas diretas pela televisão.
Em janeiro de 2017, a CIA liberou mais de 13 milhões de páginas com grau de sigilo, até então, para consulta pública. Entre os registros considerados mais “exóticos” estão os documentos do chamado programa Stargate, que analisava poderes psíquicos e percepções extrassensoriais. Nesses documentos estão incluídos os testes feitos para analisar as habilidades psíquicas de Uri Geller em 1972, quando ele já era famoso por apresentações demonstrando seus “poderes”.
Os memorandos detalham como Geller conseguiu reproduzir em parte figuras que foram desenhadas por outras pessoas em uma sala separada de onde ele estava. Ele reproduziu os desenhos com graus variáveis de precisão – em algumas vezes, replicando o que estava sendo criado por outras pessoas.
A CIA concluiu a pesquisa dizendo que ele “exibiu habilidade perceptiva paranormal de modo contundente”.

Dúvidas??

13.114 – Teledramarturgia – Atriz Maria Cláudia


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Nascida no Rio de Janeiro dia 09 de outubro de 1949, filha única, Maria Claudia desde pequena já mostrava veia artística: fazia ballet, teatro e era fotografada para revistas.
A carreira profissional de Maria Claudia começou em 1969, na extinta TV Rio, como apresentadora do “Telejornal Pirelli”, com Luís Jatobá e Cid Moreira. No “Telejornal Pirelli” trabalhava como entrevistadora e apresentadora.
Na TV Globo, para onde foi no final de 1969, Maria Claudia começou apresentando programas como o “Festival Internacional da Canção” (1970-71) e “Alô Brasil, Aquele Abraço” (com José Augusto Branco, Arlete Sales, Lucio Mauro, entre outros).
Em seguida trabalhou em novelas, atuou em minisséries, filmes de grandes diretores brasileiros e muitas peças de teatro. Na maior parte, era protagonista. Além de atriz, apresentadora e entrevistadora, Maria Claudia também foi produtora dos seguintes espetáculos de teatro: “Réquiem para uma Negra”, “Fantoches” e “Jango”.
Participou de vários programas e especiais em diversas emissoras de TV. Foi capa de muitas revistas, e eleita uma das mulheres mais bonitas do Brasil durante os anos 70. É casada desde 1976 com o filósofo, escritor, jornalista e roteirista Luiz Carlos Maciel.
Cláudia, ainda hoje, gosta de posar para fotos com um crucifixo italiano de pedras verdes. O talismã dado por sua mãe é o acessório que a atriz usava na época em que sua imagem estava nas principais revistas do país.
Aos 57 anos, ela volta a usar o objeto da sorte ao falar dos novos trabalhos: um papel em “Caminhos do coração”, trama de Tiago Santiago que começa no próximo dia 28, na Record, e a peça “Lembranças de um sonho”, que estréia nesta quinta-feira, no Teatro Glória. Antes que o público comemore a “volta” de Maria Cláudia, a atriz – que ainda conserva a beleza que a fez famosa na década de 70 – afirma que nunca desistiu da carreira.
Em 2005, ela participou da bem-sucedida versão de “A escrava Isaura” na mesma Record.
As pessoas dizem que parei porque eu não estou na Globo – afirma ela, que não sabe dizer por que ficou tanto tempo afastada dos folhetins.
– Não pintou mais convite, mas não sei o motivo. Tenho, inclusive, o maior carinho por todos na Globo. Mas, como não me chamavam, e pedra que não rola cria limo, pensei que estava na hora de correr perigo. Nascer, viver e morrer no mesmo lugar é muito limitador – diz a atriz, que deixou a TV Globo em 1992, depois de participar de “Deus nos acuda”, de Sílvio de Abreu.
Depois de sete anos de tratamento para curar um problema nas cordas vocais, que lhe tirou a voz no réveillon de 1984 para 1985, a atriz não conseguiu se livrar totalmente da rouquidão. Mas não acha que isso tenha atrapalhado sua carreira.
– Eu voltei com a voz rouca, mas tem tanta atriz assim, né? – pergunta ela, para, em seguida, dar uma sonora gargalhada. – Não sou o tipo de pessoa que fica chateada e magoada. Achei que a vida estava me colocando para fazer mais teatro.
Acredito em desígnios. E aprendi que as portas se fecham, mas também se abrem. Quem fica magoada fica com a energia estagnada. Não quero raiva, mágoa, esses sentimentos dentro de mim. Quando eles aparecem, eu falo: “Xô, xô, vai embora, vai para o fundo do mar sagrado” – diz a atriz, apontando para a janela de seu apartamento, no Leblon, pertinho da praia.
Embora tente manter o bom humor, a doença nas cordas vocais é um assunto que ela gostaria de ver encerrado.
– Parece que virou um estigma – lamenta. – Disseram-me que foi câncer, mas eu só sei que eu perdi meu pai, minha melhor amiga, que eu considerava uma irmã de sangue, e minha mãe, um depois do outro. Minha mãe morreu em 28 de agosto de 1984. Pensei que fosse a última perda, mas no réveillon daquele ano fiquei sem a voz. E era tudo emocional. Afinal, tinha perdido tudo o que eu tinha na minha vida. Sou filha única. Fiquei sozinha.
Depois de muitas injeções, consultas em São Paulo e cirurgias, inclusive espirituais, ela não sabe dizer o que a curou. Diz que a voz voltou quando teve de voltar, porque acredita que “tudo tem o seu tempo”.

12.818 – Teledramarturgia – Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos


domingos

Do site G1 para o Mega

Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco, que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas. Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Ele gravou cenas da novela na parte da manhã. Após o término da gravação, o ator almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.
Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.
A atriz descreveu o acidente para a polícia. Segundo ela, os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio.
Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou Domingos. Eles nadaram de volta para a pedra, Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou de volta para água.
Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores ajudaram nas buscas. Por volta das 20h40, o corpo de Domingos estava dentro de um barco na margem do rio –uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) saiu de Aracaju rumo a Canindé de São Francisco.
Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).
Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local com privacidade. “Eles acharam que era seguro, mas na verdade era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, contou ele.
Começo no teatro e no circo
O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes.
Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encatado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012), seu primeiro protagonista.
Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e o João Miguel de “Sete Vidas (2015).
Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.
Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.
Em entrevista a Ana Maria Braga no “Mais Você”, exibida pela TV Globo no último dia 7 de setembro, Domingos falou sobre as cenas gravadas no rio São Francisco. “Quando você chega no primeiro dia de gravação e dá um mergulho, está batizado para o resto da vida. O sertão é um lugar incrível e precisa ser conhecido”, disse Montagner.

12.257 – Mega Séries – Robert Colbert


 

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Um dos protagonistas da série “O Túnel do Tempo”.

Nascido em 26 de julho de 1931, em Long Beach , Califórnia é um ator americano mais conhecido por seu papel de liderança retratando Dr. Doug Phillips no ABC série de televisão O Túnel do Tempo e suas duas aparições como Brent Maverick , um terceiro irmão Maverick nos ABC / Warner Brothers ocidental , Maverick , estrelado por James Garner , Jack Kelly e Roger Moore .

Colbert começou a atuar quando ele era um soldado com base no Pacífico ilha de Okinawa . Ele era um datilógrafo caixeiro com uma unidade de polícia militar e também trabalhou como disc jockey para a Radio Free Asia , à noite. Uma mulher de Serviços Especiais da Força Aérea ouviu sua voz e recrutou-o para atuar em uma performance de The Caine Mutiny Court-Martial . Hooked on atuação, Colbert voltou para os Estados Unidos e se apresentou no palco, onde foi observado por Mickey Shaughnessy , que o recomendado para uma agência de talentos.
Em 1961, Colbert foi forçado pela Warner Brothers para se vestir exatamente como sósia de James Garner havia feito em papel anterior de Garner de Bret Maverick interpretar um personagem chamado de ” Brent Maverick “.
Em 1966-1967, Colbert fez o papel de Doug Phillips em trinta episódios da Irwin Allen ficção científica série da ABC, The Time Tunnel , o segundo principal em um show de cerca de dois viajantes do tempo. James Darren e Lee Meriwether estrelou com Colbert. Eventos históricos, como o Alamo , o Titanic , Krakatoa , e última batalha de Custer foram ficção. Em 1968, Colbert apareceu no episódio final da primeira temporada de Hawaii Five-O .
Hoje Robert Colbert está “aposentado” embora ele ainda faz aparições ocasionais, participa de convenções de ficção científica e ocidentais convenções em toda a América, e goza de torneios de golfe de celebridades para eventos de angariação de fundos.

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