13.756 – Mega Tour – Península de Maraú – Bahia


maraufora-550x480
É difícil de chegar na Península de Maraú. Os guardas de Florença jamais encontrariam Romeu e Julieta por lá. A não ser que eles tenham quadriciclos motorizados. Este é um dos meios de transporte mais comuns da península, já que as ruas não são pavimentadas, e vocês poderão rodar abraçadinhos. A natureza está quase totalmente intocada nessa região e o destaque não são só as praias, mas as piscinas naturais de água quentinha, melhor que qualquer jacuzzi. Na mais famosa delas, a de Taipu de Fora, vocês poderão nadar ao lado dos peixes. Para terminar o dia, que tal ver o pôr do sol do alto do Morro do Farol?
Kiaroa Eco-Luxury Resort tem até prêmio quando o assunto é preservação: este hotel está entre os 25 mais sustentáveis do mundo. Além disso, oferece recepção VIP no Aeroporto Internacional de Salvador, o que resolve na hora a dificuldade em acessar a península. Nas acomodações, alguns pequenos luxos que fazem a diferença: piscina com borda infinita, travesseiros de plumas de ganso e produtos de banho L’Occitane e Bulgari.
Maraú é um município do estado da Bahia, no Brasil. Sua população estimada em 2013 era de 21 016 habitantes.
A cidade, inicialmente chamada de Mayrahú, tem sua origem numa aldeia indígena denominada Mayra. Foi descoberta em 1705 por frades capuchinhos italianos que lhe deram o nome de São Sebastião de Mayrahú. Em 1717, foi elevada a freguesia, e, em 1761, a vila e sede de concelho. Em 1938, tornou-se cidade.
Os padroeiros do município são São Sebastião e Nossa Senhora da Conceição do Cambuízo, que têm, como data festiva, 20 de janeiro e 8 de dezembro, respectivamente.
Com uma cultura riquíssima e quase totalmente preservada, essa cidade atrai cada vez mais turistas de todas as partes do mundo.
Chamada pela mídia de “Polinésia Baiana” devido à sua rara beleza e transparência de suas águas, Maraú possui belíssimas praias distribuídas entre seus vários povoados, além de dezenas de ilhas, cachoeiras, manguezais e quilômetros de Mata Atlântica totalmente preservados. Seus povoados costeiros mais conhecidos são: Barra Grande, Saquaíra, Taipus de Fora e Algodões. Maraú faz parte da Costa do Dendê, uma das regiões mais belas da Bahia. Lá, também, fica localizada a terceira maior baía do país, a Baía de Camamu, onde desagua o rio Maraú. Recentemente, a Península de Maraú começou a ser descoberta por baianos e turistas. Os moradores mais antigos contam que Maraú já foi visitada até pelo escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, autor de “O Pequeno Príncipe”, que teria permanecido no povoado o tempo suficiente para ali manter uma residência.
A importância da cidade de Maraú em séculos passados se revela hoje nos prédios de arquitetura antiga, inclusive alguns com características de estilo e gosto portugueses do século XVIII.
Do mirante na cidade alta, consegue-se uma bela vista do estuário de Maraú e da cidade baixa, podendo-se observar a ampla área de feira e as embarcações no atracadouro. O coco, a piaçava e a madeira são os principais materiais para a confecção do artesanato da região. No município, também são cultivados seringueira, dendê (introduzido em fins do século XIX), cravo-da-índia, pupunha, cacau, guaraná e pimenta-do-reino. Uma feira livre movimenta a cidade aos sábados e a pesca é importante fonte de renda para a cidade.
iscinas naturais e praias quase desertas fazem da Península de Maraú (BA) um refúgio imperdível
A Península de Maraú fica na Costa do Dendê, ao sul da Bahia, entre Morro de São Paulo e Itacaré. Só pela referência aos dois paraísos naturais vizinhos já é possível imaginar a riqueza das paisagens e ecossistemas da região.
São mais de 40 km de praias praticamente desertas o ano todo. Mesmo no verão, quando as pousadas ficam lotadas, as praias parecem vazias porque os turistas se dispersam pela vasta costa coberta de coqueirais.
Na maré baixa formam-se dezenas de piscinas naturais, lotadas de peixes, que surgem entre labirintos de arrecifes. Aliás, é importante consultar diariamente a tábua de marés porque as paisagens são capazes de se transformar completamente com as mudanças da lua e das marés.
A praia de Taipu de Fora é considerada uma das mais belas do Brasil porque tem uma piscina natural de um quilômetro de extensão com peixes de todas as cores. No verão, são feitos mergulhos com lanternas para observar a fauna marinha noturna. Já no inverno, as chuvas são mais freqüentes, mas os passeios acontecem normalmente e os períodos de lua nova e lua cheia, quando a maré está seca, são ideais para o mergulho.
Barra Grande é a maior vila da península e ainda preserva a simplicidade caiçara, apesar de abrigar as principais pousadas, bares e restaurantes da região.
Em quase todas as praias há pousadas com veículos 4×4, lanchas, catamarãs e bom atendimento, que organizam passeios para toda a região. Um dos mais conhecidos é feito de barco pelas ilhas da península. Ao chegar na ilha do Sapinho para o almoço, a melhor pedida é o guaiamum, um caranguejo azul catado na hora. Outro passeio famoso é para a bela cachoeira do Tremembé, a única no Brasil que deságua no mar. O barco chega tão perto da queda que é possível tocá-la antes de desembarcar.

resort-aerea-ilha

13.525 – Austrália proíbe escalada em monte considerado sagrado por aborígenes


uluru-and-kata-tjuta-at-sunrise.-image-by-sarah-reid
Estão proibidas as escaladas no monólito Uluru, ou Ayers Rock, que fica na zona central da Austrália.
A rocha, composta de arenito, tem 348 metros de altura e é considerada a maior do mundo.
O lugar é considerado sagrado pelos membros da etnia Anangu, aborígenes proprietários do terreno.
As escaladas começaram nos anos 30, quando o terreno ainda pertencia ao governo australiano. Desde que tomaram posse, em 1985, os Anangu tentam proibir a prática.
A decisão para encerrar esse tipo de atividade foi tomada em conjunto com a diretoria do parque nacional Uluru-Kata Tjuta, em que se localiza o monólito.
“Se viajo a outro país e há um local sagrado, uma zona de acesso restrito, não entro e começo a escalar, respeito”, disse o presidente da diretoria, Sammy Wilson, ao canal ABC.
O parque recebe, em média, 300 mil visitantes por ano, a uma taxa de AUD$ 25 (R$ 62,50).
A formação rochosa é famosa pelo seu tom vermelho. Porém, o Uluru também é conhecido pelas mortes causadas durante a escalada.
Ao menos 36 pessoas morreram no lugar, tendo como causa principal a temperatura, que chega aos 45ºC no verão.

“Se viajo a outro país e há um local sagrado, uma zona de acesso restrito, não entro e começo a escalar, respeito”, disse o presidente da diretoria, Sammy Wilson, ao canal ABC.
O parque recebe, em média, 300 mil visitantes por ano, a uma taxa de AUD$ 25 (R$ 62,50).
A formação rochosa é famosa pelo seu tom vermelho. Porém, o Uluru também é conhecido pelas mortes causadas durante a escalada.
Ao menos 36 pessoas morreram no lugar, tendo como causa principal a temperatura, que chega aos 45ºC no verão.

monte sagrado

13.384 – Mega Tour – Ilha Bela


ilha bela
Um dos únicos municípios–arquipélagos marinhos brasileiros e é localizado no litoral norte do estado de São Paulo, microrregião de Caraguatatuba. A população aferida pelo IBGE no Censo de 2010 era de 28 196 habitantes, e a área é de 347,5 km², resultando numa densidade demográfica de 81,13 hab/km². A população estimada pelo IBGE para 1 de julho 2015 era de 32 197 habitantes, resultando numa densidade estimada de 92,65 hab/km².
Possui uma das mais acidentadas paisagens da região costeira brasileira, com todas as características de relevo jovem. Com o aspecto geral de um conjunto montanhoso – formado pelo Maciço de São Sebastião e Maciço da Serraria, além da acidentada Península do Boi –, a Ilha de São Sebastião se destaca como um dos acidentes geográficos mais elevados e salientes do litoral paulista, tendo como pontos culminantes o Pico de São Sebastião, com 1379 metros de altitude; o Morro do Papagaio, com 1307 metros; e o Morro da Serraria, com 1285 metros.
Banhado pelo oceano Atlântico, o município está localizado a 135 quilômetros da capital e a 140 quilômetros da divisa com o estado do Rio de Janeiro. Está situada um pouco ao sul do Trópico de Capricórnio, que passa sobre a cidade vizinha de Ubatuba.
Ilhabela é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto ao seu nome o título de Estância Balneária, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.
Pesquisas arqueológicas realizadas desde o final da década de 1990 mostram que pelo menos quatro das ilhas do arquipélago de Ilhabela foram habitadas muito antes da chegada dos europeus ao Brasil. Isso foi possível graças à descoberta de sítios arqueológicos pré-coloniais denominados “concheiros”, “abrigos sob rocha” e “aldeias indígenas”. Os “concheiros” permitiram aos arqueólogos concluírem que os primeiros habitantes do arquipélago foram os chamados “homens pescadores-coletores do litoral”, indígenas que não dominavam a agricultura e nem a produção de cerâmica, sobrevivendo apenas do que encontravam na natureza, especialmente animais marinhos. Não existe ainda a datação de nenhum desses “concheiros”. Também foi encontrada na Ilha de São Sebastião grande quantidade de cerâmica indígena da tradição Itararé, possivelmente produzida por indígenas do tronco linguístico macro-jê. Não há, até o momento, nenhuma evidência arqueológica de que tenha existido no arquipélago alguma aldeia do tronco linguístico tupi.
Em 20 de janeiro de 1502 a primeira expedição exploradora enviada ao Brasil pelos portugueses, comandada pelo navegador português Gonçalo Coelho e trazendo a bordo o cosmógrafo italiano Américo Vespúcio, encontrou uma grande ilha que, segundo o aventureiro alemão Hans Staden, era chamada pelos tupis de Maembipe (“lugar de troca de mercadorias e resgate de prisioneiros”). Essa ilha, assim como fora feito em outros acidentes geográficos importantes, foi batizada pelos membros da expedição com o nome do santo do dia, São Sebastião. Também se diz que era chamada pelos indígenas por Ciribaí (lugar tranquilo).
O município arquipélago de Ilhabela possui um território de 348,3 km² (IBGE) e suas principais ilhas são, pela ordem em termos de área, a de São Sebastião, a dos Búzios, a da Vitória e a dos Pescadores – todas habitadas. Fazem parte ainda do arquipélago os ilhotes das Cabras, da Sumítica, da Serraria, dos Castelhanos, da Lagoa, da Figueira e das Enchovas.

As ilhas de búzios e Vitória ficam, respectivamente, a 28 e 40 quilômetros de Ilhabela. Canoas são as únicas embarcações capazes de atracar no píer precário. Ambas possuem resquícios de cemitérios indígenas pré-históricos. Os habitantes plantam e criam a própria comida, embora a quantidade de peixes esteja diminuindo, mas a Ilha de Búzios possui dois mercados. Falta água potável e os habitantes urinam e defecam na vegetação.
A Ilha de São Sebastião – onde fica a área urbana do município – está localizada defronte aos municípios de São Sebastião a noroeste e Caraguatatuba a norte. Com 337,5 km², a Ilha de São Sebastião é a segunda maior ilha marítima do Brasil, superada apenas pela de Santa Catarina, que abriga a maior parte do município de Florianópolis, a capital de Santa Catarina. Em sua orla – com cerca de 130 quilômetros extensão – o relevo desenha reentrâncias e mergulhos, com 45 praias principais e outra dezena de pequeninas praias situadas, irregularmente, ao pé das escarpas.
A ilha possui duas faces distintas: a face voltada para o continente é a mais urbanizada e populosa cujas praias são mais calmas, badaladas e poluídas. Já a face voltada para o oceano aberto é pouco habitada, sendo que a maioria dos habitantes dessa face está na Praia de Castelhanos, a única praia do lado oceânico acessível de carro (embora só jipes possam fazer o trajeto até o local). Pelas praias dessa face estarem voltadas todas para o oceano, possuem ondas mais fortes que atraem surfistas.Uma das características marcantes de Ilhabela é a predominância da Mata Atlântica, sendo a Serra de Ilhabela coberta pela floresta latifoliada tropical úmida de encosta. Dentre todos os municípios abrangidos pela Mata Atlântica, Ilhabela foi aquele que mais preservou a floresta no período compreendido entre os anos de 1995 a 2000, graças a um programa de contenção da expansão urbana desordenada que é desenvolvido pela administração municipal na área de entorno do Parque Estadual de Ilhabela (PEI), criado em 20 de janeiro de 1977 pelo decreto estadual nº 9414, com área de 27,025 hectares correspondente a cerca de 78% do território abrangido pelo arquipélago.O clima é tropical litorâneo úmido ou tropical atlântico, classificado como Aw. Possui um clima quente e úmido, com temperatura média anual de 23 °C e precipitação de 1 646 mm/ano, mais concentrados nos meses de verão. O mês mais quente é fevereiro, com temperatura máxima de 30 °C e o mais frio é julho com mínima de 15 °C. No entanto, devido às diferenças altimétricas, é possível a ocorrência de diferentes climas em Ilhabela, como o tropical de altitude ou mesmo subtropical nas áreas montanhosas e nos picos. Áreas muito elevadas (acima de 1.000 m) tendem a apresentar temperaturas bastante inferiores às da parte que fica ao nível do mar.

formação geologica ilha bela
Formação geológica da ilha

13.267 – Tour da Muamba – Ciudad del Este


Ciudad-del-este
A Grande Ciudad del Este é a segunda maior aglomeração urbana do Paraguai seja em relação a população ou superfície, sendo a aglomeração da Grande Assunção a maior do país. É uma das zonas do Paraguai com maior crescimento urbano nos últimos tempos. Possui uma área de 1017 km² pertencente aos quatro municípios, sendo apenas 120 km² de fato conurbados.
No distrito de Minga Guazú, encontra-se o Aeroporto Internacional Guaraní, o segundo mais importante do país. Este terminal aéreo tem apenas como destinos as cidades de Assunção, Montevidéu e São Paulo.
O Terminal de Ônibus de Ciudad del Este está localizado próximo do Estádio Antonio Oddone Sarubbi. Este terminal oferece serviços para muitas cidades do Paraguai e também a nível Internacional.
A cidade foi fundada através de decreto em 3 de fevereiro de 1957 com o nome Puerto Flor de Lis. Logo, teve seu nome alterado para Puerto Presidente Stroessner, em homenagem ao ditador Alfredo Stroessner. Após o golpe de estado que depôs o ditador em 3 de fevereiro de 1989, o comando revolucionário utilizou o nome Ciudad del Este. Nos dias posteriores, através de plebiscito, os cidadãos elegeram e confirmaram o nome de Ciudad del Este.
A cidade faz parte de um triângulo internacional conhecido na região como Tríplice Fronteira, que envolve também Foz do Iguaçu, no estado brasileiro do Paraná, e Puerto Iguazú, na província argentina de Misiones. As três cidades são separadas umas das outras pelo Rio Paraná e pelo Rio Iguaçu.
Com uma aglomeração urbana de 387 mil habitantes (2010), Ciudad del Leste é a segunda cidade mais populosa do Paraguai, ficando apenas atrás da capital Assunção, que tem 742 mil habitantes. Inúmeros brasileiros trabalham ilegalmente nessa cidadeː quase 50 mil.
A cidade é responsável por 10% do produto interno bruto paraguaio, que é de 3 bilhões de dólares estadunidenses. É a terceira maior zona franca de comércio do mundo (após Miami e Hong Kong). Seus clientes são, na maioria, brasileiros, paraguaios e coreanos atraídos pelos baixos preços dos produtos ali vendidos. Além disso, a cidade é o quartel-general da Itaipu Binacional, juntamente com Foz do Iguaçu, no Brasil. A venda de eletricidade da usina hidrelétrica de Itaipu para o Brasil gera mais de trezentos milhões de dólares estadunidenses de renda anual para o país.
O turismo de Ciudad del Este é caracterizado pelo turismo de compras, porém a cidade possui, também, atrativos turísticos que fogem a este padrão. A 20 quilômetros ao norte, em Hernandarias, se encontra a represa de Itaipú, que pode ser contemplada pelo lado paraguaio. A 8 quilômetros ao sul, se encontram os Saltos del Monday. A 26 quilômetros ao sul, está localizado o Monumento Científico Moisés Bertoni. O parque de Acaray oferece hospedagem aos visitantes. O lago de la República, que se encontra no centro da cidade, é um espaço de recreação rodeado pela vegetação. A Catedral de San Blás assemelha-se à forma de um barco e foi construída em 1964 com esculturas de pedra. O museu “El Mensú” foi o primeiro espaço destinado para reunir os mais diversos objetos que representam a história, cultura e tradição da cidade, tendo peças da época da fundação da cidade e utensílios de indígenas da região.
A temperatura média anual é de 21 °C, a máxima atinge 38 °C, e a mínima 0 °C. O maior montante anual de precipitação ocorre na região do Alto Paraná, terra do nevoeiro, do orvalho e do inverno permanente. Ciudad del Este tem um clima subtropical continental. No inverno de 1982, nevou pela segunda vez no Paraguai. Em novembro-dezembro de 2009, ocorreram quatro princípios de tornados, mas nunca estabelecidos em sua totalidade (é normal ver vórtices menores sobre o rio Paraná).

13.092 – Eco Tour – O Parque Estadual Serra do Mar


parque-curucutu_031014_foto_josecordeiro_00191

Fonte: Polo de ecoturismo de São Paulo

O Parque Estadual Serra do Mar – Núcleo Curucutu possui 37.518 hectares abrangendo 4 municípios, sendo São Paulo, Juquitiba, Itanhaém e Mongaguá. O Núcleo foi criado a partir da antiga Fazenda Curucutu, desapropriada pelo Estado em 1958, quando a principal atividade realizada em seus limites era a produção de carvão vegetal. O Núcleo não tem ocupação humana intensa e se localiza em um dos trechos mais intocados da Mata Atlântica de São Paulo. A APA Capivari-Monos sobrepõe o Núcleo Curucutu.
O Parque Estadual da Serra do Mar foi criado em 1977. Ele é considerado a maior área de proteção integral de toda a Mata Atlântica. O Parque protege cerca de um quinto de todas as espécies de aves que existem no Brasil, quase metade do total da Mata Atlântica. Algumas espécies ameaçadas de extinção, como a jacutinga, o macuco, o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-chaua, a sabiacica e o gavião-pombo-grande.
Existe o registro também de 270 espécies de mamíferos. Destas, 20% são exclusivas da Mata Atlântica e 22% estão ameaçadas de extinção, principalmente os macacos, como o mono-carvoeiro e o bugio.
O Parque Estadual Serra do Mar possui 332.000 hectares. Desta área, o Núcleo Curucutu protege 37.518 hectares de floresta atlântica de rara beleza.
As paisagens naturais da Serra do Mar são as escarpas, florestas, cachoeiras e campos nebulares. A vegetação é diversa, com destaque para as bromélias e orquídeas.
Clima de serra nos mares de morros e a presença marcante da neblina.

trilha-da-bica

Trilha da Bica – 1,4 km
Agradável caminhada na Floresta até chegar a uma bica d’água. Ideal para terceira idade e crianças, esta bica é a nascente do Rio Embu Guaçu que contribui para o abastecimento da Represa de Guarapiranga.

Trilha Mirante – 1,6 km
Por entre o divisor de águas dos rios Embu-Guaçu e Capivari, observando a diversidade de paisagens de mar de morros e encostas da Serra do Mar. Atinge o cume da serra, no limite entre os municípios de Itanhaém e São Paulo. Em dias de céu claro, é possível avistar as praias do litoral sul.

Trilha da Travessia – 15 km
Trilha histórico-cultural que atravessa a Serra, por onde passava a linha do telégrafo que fazia a ligação entre São Paulo e o sul do Brasil. Percurso com 8 horas de duração.
Obs.: Esta trilha está em fase final de estruturação.

Serviço:
Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Curucutu (70km de São Paulo)
Rua da Bela Vista, 7090 – Embura do Alto
Tel.: (11) 5975-2000
pesm.curucutu@fflorestal.sp.gov.br
De quarta a domingo, das 9h às 16h30. É necessário agendamento para visitas.

parque-estadual-nucleo-curucutu_foto_josecordeiro_0016

13.091 -Mega Sampa – Expresso turístico até a Serra do Mar


trem-turistico620
Fonte: CPTM

Localizada no município de Santo André (SP), Paranapiacaba é uma charmosa vila de arquitetura inglesa que já se candidatou a Patrimônio Mundial da Humanidade e foi testemunha de uma importante fase de expansão da tecnologia ferroviária no Brasil na segunda metade do século XIX. Lá, os passageiros poderão conhecer diversas atrações culturais e ecológicas, como o Museu do Castelinho, o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba e a Casa da Memória.
O trajeto é realizado aos domingos. O passageiro tem a opção de embarcar às 8h30 na Estação da Luz ou às 9h00 na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André (Linha 10-Turquesa, da CPTM). O retorno ocorre às 16h30 em Paranapiacaba, com parada na Estação Prefeito Celso Daniel-Santo André.
Atenção: no ato da compra do bilhete, o passageiro define em qual das estações prefere realizar o embarque e o desembarque.
A viagem é feita a bordo de uma composição, formadas por dois carros de aço inoxidável fabricados no Brasil na década de 50 e tracionados por uma locomotiva da década de 1950, totalmente reformada. O percurso de 48 Km leva 1h30 e é realizado ao longo da atual Linha 10-Turquesa, proporcionando ao turista uma viagem no tempo. Entre os destaques estão as estações Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, tombadas recentemente pelo patrimônio histórico de São Paulo. Elas foram construídas pela antiga empresa britânica SPR (São Paulo Railway) ― primeira ferrovia paulista, inaugurada em 1867.
Além disso, é possível encontrar em operação em Paranapiacaba a segunda locomotiva mais antiga do Brasil, que pertenceu à SPR e hoje integra o acervo da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF). Anualmente, no mês de julho, a vila também é palco do tradicional Festival de Inverno de Paranapiacaba, que reúne estrelas da MPB, rock, música clássica e atrações internacionais.

SOBRE O TREM
O trem Expresso Turístico é formado por uma locomotiva a diesel, da CPTM, Alco RS-3 de 1952, que conduz dois carros de passageiros, de aço inoxidável, Budd – Mafersa fabricados no Brasil nos anos 60. Cedidos pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), os vagões foram totalmente restaurados nas oficinas da CPTM.
Eles pertenceram à Estrada de Ferro Araraquara (EFA), onde operaram a linha de longo percurso entre São Paulo (Estação da Luz), Campinas, Araraquara, São José do Rio Preto e Santa Fé do Sul. A linha, popularmente conhecida como “Araraquarense”, foi construída originalmente em bitola métrica e aberta em 1898, ligando Araraquara a Itaquerê (atual Bueno de Andrada).
Até 1955, só circulavam trens a vapor pela linha, com carros de madeira e composições que saiam de Araraquara. Com o alargamento da bitola, os trens começaram a sair da Luz. Nos anos 1960, quando foram adquiridos os carros Budd-Mafersa, as viagens passaram a ser feitas com carros-dormitório e carros-restaurante.
Na Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.), esses carros trabalharam até meados de 1998, sendo os últimos trens de passageiros de longo percurso no estado de São Paulo. Os dois carros foram localizados e resgatados pela ABPF em Rio Claro, em meados de 2005, sendo na época solicitada a guarda destes à Rede Ferroviaria Federal SA (RFFSA). Em 2008, ambos foram cedidos para a CPTM com a finalidade de servirem ao Expresso Turístico.
Os carros são rebocados por locomotivas a diesel ALCO RS-3, fabricadas no Canadá nos anos 1950 e que ainda servem à CPTM nas atividades de manutenção e apoio à operação. As duas locomotivas foram preparadas pela CPTM recebendo nova pintura e a logomarca do Expresso Turístico.

mapa

expresso-turistico_mogi-027

13.089 – Praia da Sereia no Espírito Santo


sereia-praia
Praia de pequena extensão, localizada entre a Praia da Costa e a Praia do Governador. Ela adquiriu este nome, pois no local existe uma escultura de uma sereia. Apresenta um larga faixa de areia grossa de cor creme que na alta temporada fica lotada de visitantes, em busca dos quiosques com suas barracas e cadeiras. Suas águas são calmas e transparentes, ideais para os banhistas com crianças. Na extremidade onde se encontra com a Praia da Costa existe uma pequena formação rochosa e uma ilha de pedra ao lado. Os frequentadores poderão realizar passeios com caiaque. Além disso, existe uma praça com espaço para caminhadas e academia ao ar livre.

Praia da Sereia 2
Endereço Av Atlântica Guarapari
Localizada na divisa de Vila Velha com Guarapari, a Praia da Sereia leva esse nome devido à escultura da mítica figura no local. A estátua foi feita por um morador da região para homenagear a família e as belas mulheres que frequentam a praia. Com dunas e muita restinga, o atrativo é frequentado tanto por surfistas, quanto por famílias. Há pontos na praia de ondas fortes e de águas calmas e nas épocas de maré baixa, ficam visíveis as famosas piscinas de corais.

p-da-sereiaes-vila-velha-praia-da-sereia-010

13.052 – Mega Sampa – O Restaurante Terraço Itália


terraco-italia
Folha e ☻ Mega

Fetiche, restaurante Terraço Itália está mais para uma atração turística

Aliado ao fato de São Paulo parecer menos selvagem quando observada de 41 andares acima, isso explica a recomendação de 20 dias de antecedência para se conseguir uma reserva para jantar. Aliás, é a única explicação.
Com preço em torno de R$ 100 por pratos apenas médios, carta de vinhos leonina e serviço ineficiente, o Terraço Itália é atração turística antes de restaurante.
Entendido assim, o local se torna algo divertido, com a duvidosa sofisticação do ambiente, clientes em figurinos fora de contexto, como se tudo não passasse de uma tentativa coletiva e esquisita de reviver os decadentes anos 1970 de um modo que eles não aconteceram.
Se o intuito for esse mesmo, a sugestão é começar e, por que não, terminar a noite no bar. Um andar acima do restaurante e com acesso apenas por escada, gera uma sensação curiosa à primeira vista —que às vezes dura, pois há fila para entrar.
Um trio tocando estandartes, balcão baixo, cadeiras e sofás parecem navegar sobre a cidade que se mostra pelas paredes inteiras de vidro.
Sim, soa como um clichê, mas é exatamente disso que se trata.
Edifício Itália. Av. Ipiranga, 344, 41º e 42º andar, República, região central, tel. 2189-2929. 400 lugares. Restaurante: seg. a qui.: 12h às 24h. Sex. e sáb.: 12h à 1h. Dom.: 12h às 23h. Bar: seg. a qui.: 15h às 24h. Sex.: 15h à 1h. Sáb.: 12h à 1h. Dom.: 12h às 23h. Couv. art.: R$ 35 e R$ 47 (no bar). Valet (R$ 25).
MELHOR RESTAURANTE A QUE O PÚBLICO JÁ FOI (DATAFOLHA)

A visão da cidade é espetacular! E um famoso comercial da década de 70 com a música São Paulo de Chic como tema reforçaram os ares de requinte dessa lendária casa.

Frase de um cliente assíduo do Terraço:
O salão é todo envidraçado e a vista é espetacular!

terraco_italia2

vista-terraco-italia

13.040 – Férias – Turistas buscam ‘jeitinho’ para conseguir viajar na crise


turismo2
Os resultados da CVC, maior grupo de turismo do Brasil, mostram que as vendas da empresa em lojas físicas cresceram em 2016, enquanto as da internet caíram.
O motivo, segundo análise da empresa, é o aperto no crédito provocado pela crise e a necessidade que ele trouxe de buscar formas de pagamento alternativas.
Enquanto na internet os pagamentos são feitos principalmente a partir de cartão de crédito, a loja permite a busca por diferentes métodos e combinações, diz Luiz Fernando Fogaça, vice-presidente administrativo, financeiro e de relações com investidores da CVC.
O consumidor também está fazendo sacrifícios para economizar nos pacotes. Muitos trocaram viagens de avião pelas de ônibus, diminuíram o tempo de duração dos passeios, trocaram um hotel mais estrelado por um mais simples, mas não deixaram de viajar, segundo Fogaça.

As vendas da operadora de viagens totalizaram R$ 1,5 bilhão no quarto trimestre de 2016, crescimento de 13,4% em relação ao mesmo período de 2015.

Na internet, porém, houve queda de 3,5% na mesma base de comparação e recuo de 5,4% no acumulado do ano.

INTERNACIONAIS

No final de 2016, os consumidores também voltaram a comprar mais viagens internacionais, depois de um primeiro semestre de queda.

A busca por destinos fora do Brasil foi ocasionada por um período de dólar mais estável, segundo Fogaça.

“Para quem viaja a lazer, a estabilidade do câmbio é mais relevante do que a taxa em si. Quando o dólar está subindo ou caindo, a pessoa fica em dúvida se é a melhor hora de comprar ou não.”

Como resultado, as vendas de viagens internacionais cresceram 53,2% no último trimestre na operadora.

Fogaça diz que a crise não alterou significativamente os destinos escolhidos –65% dos consumidores fazem viagens nacionais, 70% deles para praias, sendo as mais buscadas as do Nordeste.

Internacionalmente, Punta Cana, na República Dominicana, região do Caribe, vem se firmando há dois anos como um dos principais destinos, segundo ele.

CVC

FATURAMENTO (4º TRI DE 2016)
R$ 2,3 bilhões

LUCRO LÍQUIDO (3º TRI DE 2016)
R$ 56,7 milhões

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS
2.280

PRINCIPAIS CONCORRENTES
Flytour, Decolar, Hotel Urbano

13.021 – Geografia – Cidade de Paramaribo


paramaribowaterkant
É a capital e maior cidade do Suriname, com uma população de cerca de 250 mil habitantes. A cidade está localizada adjacente ao Rio Suriname, 5°52′ Norte e 55°10′ Oeste, distando aproximadamente 15 km do Oceano Atlântico. Bauxita, cana-de-açúcar, arroz, cacau, café, rum, e madeiras tropicais são exportados de Paramaribo. A cidade também manufatura cimento, tinta, e cerveja.
Sua área foi dominada pela Grã-Bretanha em 1630, e em 1650, a cidade tornou-se a capital da mais nova colônia inglesa. O território foi então disputado entre os britânicos e os holandeses, embora tendo estado sob domínio holandês desde 1815 até a independência do Suriname em 1975. Seus cidadãos são formados principalmente de indianos, indígenas, javaneses, africanos e descendentes de holandeses.
Paramaribo tem um museu, uma catedral, fortes e canais, remanescentes da época holandesa.
Em janeiro de 1821, um incêndio no centro da cidade destruiu mais de 400 casas e outras construções. Um segundo incêndio, ocorrido em setembro de 1832, destruiu outras 46 casas na zona oeste de ‘Waterkant’.
A área, um posto comercial iniciado pelos holandeses, foi tomada pelos ingleses em 1630, e em 1650 a cidade se tornou a capital da nova colônia inglesa. A área mudou de mãos muitas vezes entre ingleses e holandeses, mas ficou nas mãos holandesas novamente em 1667, sob domínio holandês a partir de 1815 até a independência do Suriname em 1975.
Em janeiro de 1821, um incêndio no centro da cidade destruiu mais de 400 casas e outros edifícios.
Um incêndio em setembro de 1832 destruiu outras 46 casas na parte ocidental de Waterkant.
Em 7 de julho de 1989, o Aeroporto Internacional Johan Adolf Pengel(cerca de 30 km ao sul de Paramaribo) se tornou o local do acidente do Douglas DC-8 que realizava o voo 764 da Surinam Airways. Este avião caiu na aproximação à pista, matando 176 dos 178 passageiros e 9 tripulantes.
Os cidadãos locais são principalmente de ascendência da Ásia, da Índia, da África, indígena e holandesa.

paramaribo

paramaribo2

11.304 – Mega Tour – As cidades mais (e as menos) simpáticas do mundo


A renomada revista de turismo Condé Nast Traveller divulgou este mês sua pesquisa anual sobre as cidades que os viajantes mais gostam – e as que eles menos gostam. O ranking é feito com base em notas dadas pelos leitores da publicação americana para fatores que vão muito além da simpatia da população, apesar da definição das cidades como ‘mais amigáveis’ e ‘menos amigáveis’. Trânsito, poluição, criminalidade podem fazer uma localidade perder pontos. Mas é claro que, sendo uma análise subjetiva, como a revista mesmo sublinha, a “fria e distante” Paris, embora belíssima, aparece entre os locais que desagradaram os turistas.

Salzburgo, Áustria
Repleta de “paisagens montanhosas, arquitetura exuberante e história”, na descrição dos turistas, Salzburgo é o lar de uma população “amigável e atenciosa”. Foi considerada o lugar ideal para uma viagem em família. “Visitar Salzburgo é como viver em um parque temático. É o destino perfeito para crianças pequenas que viajam para a Europa pela primeira vez”, descreveu um viajante.
salzburgo

Budapeste, Hungria
“Majestosa e de tirar o fôlego”, com sua “rica história e prédios elegantes”. Assim foi descrita a capital húngara, que também ganhou pontos por ter “motoristas atenciosos” e um “ar jovem”.

Sevilha, Espanha
Uma cidade “singular, charmosa, bonita e acolhedora”, é como os leitores descreveram a capital histórica da região da Andaluzia. Os moradores também foram bem avaliados, como “calorosos e cheios de vida”. Na definição de um turista, Sevilha “dança no ritmo do flamenco como nenhuma outra cidade espanhola”.

Savannah, Estados Unidos
Cidade mais antiga do Estado da Georgia, a cidade foi a terceira do ranking de 2013. Quem a visita pela primeira vez e quem retorna, o que é comum, empolga-se com a sensação de “voltar no tempo” ao passear por ruas e jardins em meio a construções históricas.

Cidade do Cabo, África do Sul
Um viajante descreveu a capital legislativa da África do Sul como “o lugar mais incrível do planeta”, graças à combinação de natureza, praias e montanhas. Uma das áreas a serem visitadas é o leste da cidade, conhecido como The Fringe, repleta de restaurantes, lojas de design e locais de apresentações artísticas.

Siem Reap, Camboja
Embora Siem Reap seja conhecida por sua “beleza inspiradora” e pelas “paisagens e comidas incríveis”, os viajantes apontaram que as pessoas “são o que há de melhor” na cidade. A viagem exige uma visita.

camboja

Sydney, Austrália
Os turistas consideraram Sydney “a metrópole mais bonita do mundo”. A cidade mais populosa da Austrália, com 4,5 milhões de habitantes, tem praias e portos “de tirar o fôlego” .

Dublin, Irlanda
A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, já passeou com as filhas Malia e Sasha pela vibrante capital irlandesa. As ruas da cidade convidam à caminhada e, se o viajante decidir parar um pub para beber alguma coisa, poderá afiar o inglês batendo papo com algum morador. Dublin subiu várias posições no ranking, depois de ficar em 13º lugar no ano passado.

Charleston, Estados Unidos
Localizada na Carolina do Sul, Charleston é tão hospitaleira que muitos visitantes americanos chegaram a cogitar mudar-se para lá. A cidade histórica foi elogiada pela mistura da beleza natural, com história e cultura local.

Victoria, Canadá
O turismo é a principal fonte de recursos da capital de British Columbia, que recebe mais de 3 milhões de turistas por ano. E que também subiu bastante na lista, passando do 14º lugar para o pódio. Há tanto a se fazer em Victoria que será necessário ao menos uma semana para conhecê-la. Um dos passeios imperdíveis é andar de bicicleta pela trilha de Galloping Goose. Visitar o do Beacon Hill Park e observar as baleias em alto mar são outros programas apreciados por turistas.
…e as cidades que não agradam tanto

Nassau, Bahamas
Nassau conta com “praias maravilhosas” e ótimos bares, mas carece de boa infraestrutura e opções de lazer fora das áreas turísticas. Fora do centro turístico, onde estão os grandes hotéis, a sensação de segurança também diminui. “A visita vale a pena se você está no lugar certo. Caso contrário, tudo é muito banal, para não dizer depressivo”, observou um leitor.

Monte Carlo, Mônaco
Famosa mundialmente por seu glamour e seus excessos, a capital do principado de Mônaco ironicamente desagrada pelos mesmos motivos. Os leitores da Condé Nast Traveller a consideram “superlotada e voltada unicamente para a ostentação”. Turistas também reclamaram da “impessoalidade” de Monte Carlo.

monaco-04-20110528-original

Milão, Itália
A capital italiana da moda é o lugar certo para fashionistas, mas desaponta quem busca hospitalidade. “Vá para o sul para encontrar beleza verdadeira”, aconselhou um leitor.

Frankfurt, Alemanha
Os leitores apontaram a “grosseria” dos moradores como principal ponto negativo. “Todo mundo parece frio, com exceção dos turistas”, disse um visitante. Outro leitor sentiu que as pessoas “não pareciam muito felizes.”

frankfurt

Pequim, China

É difícil apreciar a beleza da capital chinesa em meio à “terrível poluição”. “Pequim é uma cidade cheia de pessoas e fumaça que deprecia lugares incrívels”, apontou um visitante. O trânsito caótico também foi mencionado como um fator negativo.

Marselha, França
Embora seja uma “cidade histórica amável”, os visitantes demonstraram preocupação com a criminalidade. “Bonita, mas tenha cuidado com os batedores de carteira”, alertou um leitor. Outros advertiram que há várias áreas onde é fácil sentir-se inseguro. A publicação observa, no entanto, que áreas não turísticas escondem arte de rua (principalmente grafite), que vale a pena conferir – tendo cuidado, claro.

Paris, França
A belíssima e romântica Paris não consegue se livrar do desagradável título de cidade “fria e distante”. Os parisienses são “extremamente grossos”, resumiu um leitor. Outro aconselhou ter sempre um mapa para não se perder pela cidade, pois os moradores “não farão a menor questão de ajudá-lo”.

Paris

Moscou, Rússia
Os turistas são só elogios para a Catedral de São Basílio, na Praça Vermelha, mas fazem ressalvas em relação à população local. “As pessoas não são amigáveis, mas você foi para lá por causa das relíquias culturais”, afirmou um turista. Um dos fatores que mais desmotivaram os visitantes foi a barreira imposta pelo idioma. No ano passado, a cidade mais populosa do país era a 16ª entre as menos simpáticas.

Cannes, França
Sede de um dos mais importantes festivais de cinema do mundo, Cannes foi classificada por muitos turistas como um lugar “nem um pouco marcante” e “pouco inspirador”. Um dos visitantes afirmou que a cidade é uma espécie de “Las Vegas europeia”.

cannes

Joanesburgo, África do Sul

Joanesburgo pode até ser “uma das cidades mais bonitas do mundo”, mas a falta de segurança é um grande problema para os turistas. Mesmo com essa reputação, a cidade de quase 4 milhões de habitantes é uma capital cultural, com paisagem urbana deslumbrante, “excelentes cervejarias” e “ótimos shoppings”, na avaliação da Condé Nast Traveler.

10.939 – Sócio-Economia – Não tá tao ruim (pra alguns) – Brasileiros lideram em número de turistas que visitam Miami


Esse artigo é mais uma prova que o Brasil ainda é um país muito injusto e que a renda ainda está pessimamente distribuída.
Leia e fique por dentro, ou abaixe a cabeça e seja mais um alienado.

“Em 2013, 51% dos turistas que foram a Miami eram brasileiros, nenhuma outra cidade norte-americana pode dizer o mesmo.”
A constatação é de William D. Talbert 3°, presidente e presidente-executivo há 15 anos do Greater Miami Convention and Visitors Bureau (GMC&VB) –órgão oficial de fomento turístico que engloba Miami Beach, Miami City, Coral Gables e as demais miniprefeituras que formam a Grande Miami, maior aglomerado urbano do sul da Flórida (EUA).
Os números totais de visitação relativos a 2014 ainda não estão fechados, mas, a julgar pelas previsões, mesmo com a alta do dólar, essa percentagem deve até crescer, já que, no primeiro semestre, 424.065 brasileiros foram a Miami –aumento de 6% em relação a igual período de 2013, quando a Grande Miami recebeu, no ano, 756 mil turistas vindos do Brasil.
Segundo Bill Talbert, que capitaneou recentemente a vinda de uma delegação de representantes do setor de turismo de Miami a São Paulo, em 2013, turistas brasileiros, além de terem sido os mais numerosos, também foram os que mais gastaram.
Pela ordem, no primeiro semestre de 2014, os dez principais países que enviaram turistas para esse mercado foram Brasil, Canadá, Argentina, Colômbia, Alemanha, Venezuela, Inglaterra, Bahamas, França e Costa Rica, o que não difere muito do ranking apurado em 2013, quando, ao todo, a Grande Miami recebeu cerca de 3,6 milhões de visitantes estrangeiros.
Para efeito de comparação, o Brasil, de acordo com dados do Ministério do Turismo, ao todo recebeu um total de 5,7 milhões de turistas estrangeiros em 2013.

E aí, que tal curtir uma “doce vida” em Miami?

brasil turismo

10.362 – Mega Tour – Trem inspirado em vagões de luxo viaja pelo ‘Equador profundo’


equador mapa

O friozinho típico da manhã em Quito ganhou ares mais quentes assim que o antigo sino da estação de trens de Chimbacalle, no centro da cidade, soou para anunciar a partida de mais uma viagem.
Inspirado nos trens de luxo europeus, o novo Tren Crucero Ecuador viaja por quatro dias entre desfiladeiros, vulcões, parques nacionais, comunidades indígenas, mercados tradicionais e pequenas cidades ligadas à história férrea e econômica do país.
Com apoio também do governo federal e investimentos de mais de US$ 280 milhões (R$ 615 milhões), foram reabilitados mais de 450 km de linhas férreas para fazer esse itinerário sair do papel.
Hoje o trem viaja de Quito à litorânea Guayaquil atravessando os Andes em vagões novinhos, mas sem abrir mão da locomotiva a vapor do início do século 20 restaurada.
Cada viagem leva no máximo 54 passageiros. Os vagões são decorados à moda dos originais, com inspiração europeia nas mesas e cadeiras, dispostas de modo que todo viajante tenha uma janela.
A cada regresso ao trem, mimos para os passageiros: de frutas a produtos típicos do país, como a colada morada, bebida preparada com farinha de milho escura, especiarias e frutas vermelhas.
O atendimento pode ser em português, espanhol, inglês, alemão e francês. Todas as noites, os passageiros desembarcam e são acomodados em “haciendas”, fazendas típicas do período colonial equatoriano.
Dentre elas, merece destaque a Hato Verde (haciendahatoverde.com ), uma propriedade familiar com vista para o vulcão Cotopaxi nas proximidades de Lasso. Ali, a família Mora-Bowen, recebe até 18 hóspedes por noite. No jantar, todos comem juntos, em duas mesas, com os anfitriões sentados entre eles, trocando experiências de viagem e curiosidades culturais de seus países.
Ao longo dos quatro dias, o viajante visita lugares que, à exceção dos parques nacionais, até então não estavam acostumados a receber turistas: assentamentos indígenas, centros de cultivo e exportação das rosas equatorianas e fazendas de cacau.
Vimos manguezais, florestas, vulcões, glaciar e margeamos o rio Alauisi, que chegou a deixar a ferrovia submersa em 1998 durante uma manifestação do El Niño.
No mercado semanal da minúscula Guamote éramos os únicos turistas entre habitantes locais que compravam produtos agrícolas e carnes, muitas vezes na base do escambo –uma saca de legumes podia ser trocada por um porquinho, por exemplo.
Durante a viagem, o trem arranca pela sinuosa ferrovia oscilando de mais de 3.000 metros de altitude até o nível do mar. Fica visível a geografia do país, cortado de norte a sul pela cordilheira dos Andes, com as planícies costeiras, as montanhas permeadas por rios, riachos e lagos, os vulcões com cumes cobertos de neve e as florestas.

trem equador

Um dos trechos mais esperados é no penúltimo dia, quando o trem desce a sinuosa região serrana ao final dos Andes batizada de “Nariz del Diablo”. Ganhou o nome porque suas curvas estreitas em penhascos eram o maior temor dos maquinistas no século passado. Hoje, tanta sinuosidade, emoldurada pela cordilheira, é puro deleite fotográfico para os viajantes.
Como os moradores dos vilarejos por onde passa o trem –como Colta, onde está primeira igreja católica do Equador e, segundo os moradores, a segunda mais antiga da América do Sul– ainda estão pouco acostumados com turistas, acenam entusiasmados quando o trem passa e, nas paradas, se aproximam para saber de onde vêm os forasteiros. Não raras vezes, são os passageiros que ganham ares de atração turística.
TREN CRUCERO ECUADOR
SAÍDAS semanais, de junho a março
PREÇO US$ 1.270 (R$ 2.794), com passeios, hospedagem e refeições nos quatro dias; é possível fazer partes do itinerário; o tour de um dia sai US$ 236 (R$ 519)

9899 – O Cânion das Andorinhas


canion das andorinhas

Os paredões do cânion das Andorinhas são uma das atrações do Parque Nacional da Serra da Capivara. Essas formas únicas surgiram a partir da atividade vulcânica que separou o continente africano da América do Sul. O terreno já foi fundo de oceano e berço de florestas tropicais.
Tal cânion atrai as andorinhas em tardes ensolaradas.
Em tardes claras, o que acontece na maioria dos dias do ano na serra Vermelha, os turistas podem aguardar e presenciar a descida das andorinhas em pontos específicos dos cânions.
A reunião começa com uma cantoria e termina com um som forte, como um jato rumo ao solo.
Mas nem sempre o sol brilha. Este repórter encontrou naquele dia um tempo nublado. E foi questionado por um comerciante, sem ironia, se já teria imaginado que poderia passar frio no Piauí. A temperatura? Era de 28ºC.
Desça as escadas que dão acesso ao sítio localizado próximo à parte inferior do baixão das Andorinhas.
Lá estão algumas pinturas de cor vermelha, outras brancas e, ainda, algumas feitas com o preenchimento amarelo e o contorno vermelho.

9898 – Geografia – Paredão Natural


Cânion Fortaleza
Cânion Fortaleza

Com 7 quilômetros de extensão, o cânion Fortaleza é o maior do Parque Nacional da Serra Geral, na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O nome surgiu do formato dos rochedos, que parecem enormes muralhas fortificadas.
O Desfiladeiro Fortaleza situa-se no Parque Nacional da Serra Geral, no limite dos municípios de Cambará do Sul, no estado do Rio Grande do Sul e Jacinto Machado, no estado de Santa Catarina. Na parte superior do planalto está o estado do Rio Grande do Sul, onde as bordas fazem a divisa estadual de SC e RS, sendo que os paredões e o fundo do vale estão no estado de Santa Catarina.

9790 – Altair, o navio encalhado


navio altair

Pego por uma forte tempestade, que o fez naufragar ao sul do litoral gaúcho, no inverno de 1976, o Navio Altair permanece encalhado a cerca de 12 quilômetros à direita da avenida Rio Grande, a principal do balneário, constituindo hoje em mais uma das atrações turísticas da Praia do Cassino.
Se pouco restou da imponência do Altair, abandonado pela proprietária de linhas de navegação Libra e saqueado num primeiro momento, o navio é hoje o habitat para muitas espécies. A ferrugem, nas últimas três décadas, já corroeu boa parte da estrutura do Altair, mas o limo – que se torna visível quando a maré está baixa, dando nova dimensão ao navio – é uma rica alimentação para a mais variada gama de animais marinhos.
O local é considerado excelente para a pesca e a prática de esportes náuticos, especialmente o surfe, abrigando também rica fauna marinha. A área em questão é rodeada por dunas de areia e sangradouros, onde podemos encontrar diversas aves migratórias e residentes: gaivota do manto negro, gaivota capuz de café, maçaricos, gaviões, pernaltas, etc.

altair2

O cargueiro Altair vinha do Prata, no dia 06 de junho de 1976, com sua carga de 6.000 tons de milho , naufragou após ter enfrentado uma grande tempestade na costa sul do nosso estado (praia do Cassino, Rio Grande-RS), onde ondas com até seis metros passavam sobre seu convés, infiltrando-se nos porões e ameaçando partir suas anteparas, e ainda por cima já sem máquina auxiliar e a principal falhando, o Comandante decidiu leva-lo em direção à praia visando evitar uma tragédia maior.
Pescadores auxiliaram no resgate de todos seus tripulantes.Alguns aparelhos e outros objetos do navio foram igualmente resgatados. Atualmente, bem destruído pelo tempo e erosão, o Altair se vai findando aos poucos sem antes marcar a história do Cassino tornando-se um ponto turístico e suas fotos sempre são vistas em banners pelas ruas de Rio Grande.

nav6

9789 – Mega Tour – Praia do Cassino, a maior do mundo


A Praia laranjal está localizada na cidade de pelotas, no estado do Rio Grande do Sul. Com mais de cem anos, é considerado o balneário marítimo (na costa oceânica) mais antigo do Brasil (1890). Dista 18 quilômetros do centro da cidade do pelotas (RS).
Criada para ser um centro de turismo pela Companhia de Bondes Suburbanos da Mangueira, subsidiária da Companhia Carris Urbanos, tomando vantagem da linha férrea entre Bagé e Rio Grande, que foi depois expandida até a então Costa da Mangueira.
O diretor da companhia, Antônio Cândido Sequeira, buscou investidores entre os membros da sociedade do Rio Grande e, com apoio do governo estadual, conseguiu desapropriar as terras do local, visando criar um balneário nos moldes dos que existiam na Europa e no Uruguai. Ao ser inaugurada em 26 de janeiro de 1890, abrangia três quilômetros ao longo da costa por dois quilômetros de largura, cortados ao meio por uma linha férrea que levava ao Centro do Rio Grande. Mais tarde, recebeu a denominação de Villa Sequeira, em homenagem ao seu idealizador.
O bairro-balneário tornou-se o centro de lazer de grandes empresários – em geral descendentes de alemães, portugueses, ingleses ou italianos que vinham com muito dinheiro para o Hotel Atlântico.
Cerca de 2 kilômetros passando o navio encalhado, existem ruínas daquele que, segundo os moradores mais antigos, viria a ser um imenso cassino que, devido à perseguição a italianos e alemães durante a Segunda Guerra Mundial e a proibição do jogo de roleta em 1946, causaram danos à economia local e o abandono da construção. Existem ruínas de outra construção similar indo na direção dos molhes da barra, onde é possível localizar ao visualizar uma caixa d’água abandonada a m eio caminho dos molhes. Atualmente, ambas as ruínas estão semi-cobertas pela areia, quase desaparecidas.
Há muitos anos, o bairro-balneário conseguiu reverter a má situação com uma série de atrações e curiosidades turísticas.
Em 12 de novembro de 1966, foi cenário de lançamentos de foguetes da NASA, durante um eclipse total do Sol, reunindo cientistas e populares. Dezenas de técnicos e cientistas norte-americanos, japoneses e europeus desembarcaram em Rio Grande, transformando-a na primeira cidade brasileira usada para lançamento de foguetes da agência espacial norte-americana.
Consta no Guiness Book (Livro dos Recordes) como a maior praia em extensão do mundo – tendo assim mais de 254 km de comprimento, se estendendo desde a cidade do Rio Grande até o Chuí.
Muitas pessoas referem-se ao Cassino erroneamente como sendo apenas balneário, porém, o Cassino também é bairro pertencente ao Município do Rio Grande, não tendo portanto, prefeitura e sim uma autarquia2 , que foi extinta e reestruturada em 25 de novembro de 2003 recebendo o nome SEC (Secretaria Especial do Cassino), que é uma uma extensão da Prefeitura do Município do Rio Grande. Por ser dependente financeiramente do Centro do Rio Grande e por não possuir uma prefeitura própria, a nomenclatura correta a ser usada é bairro-balneário e não apenas balneário.

As ruínas localizadas entre os molhes da Barra e a entrada do bairro-balneário, conhecidas como Terminal Turístico, faziam parte de um antigo terminal de ônibus de turismo, com estrutura para vestiários e restaurantes. O local hoje é ponto de referência entre os veranistas que, mesmo fora das grandes cidades, buscam agito na beira da praia.
No ponto extremo da praia, foi construído com toneladas de pedras que invadem o mar aberto. Sua formação, junto com o Molhe Leste, do outro lado do canal de navegação, protege a entrada e saída de navios para o Rio Grande. No Molhe Oeste é possível pegar uma vagoneta, movida à vela, que desliza lentamente pelos trilhos oceano adentro até chegar na torre do farol. A viagem leva cerca de 20 minutos e percorre uma extensão de 4 quilômetros (com sua reforma de 2009 agora terá 4,3 quilômetros), no trajeto pode-se ainda ter a sorte de ver golfinhos e mergulhões.
Dezesseis quilômetros do centro do Cassino em direção ao Chuí, encontra-se encalhado, na beira da praia, o navio Altair desde junho de 1976, após enfrentar uma forte tempestade.

9776 – De☻lho no Mapa – Ciudad del Este


Ciudad_del_Este_vista_aerea

É uma cidade e distrito do Paraguai, situada no extremo leste do país às margens do rio Paraná. É a capital do departamento de Alto Paraná. Está localizada a 327 km de Assunção.
A cidade foi fundada através de decreto em 3 de fevereiro de 1957 com o nome Puerto Flor de Lis. Logo teve seu nome alterado para Ciudad Presidente Stroessner, em homenagem ao ditador Alfredo Stroessner. Após o golpe de estado que depôs o ditador em 3 de fevereiro de 1989, o comando revolucionário utilizou o nome de Ciudad del Este. Nos dias posteriores, através de plebiscito, os cidadãos elegeram e confirmaram o nome de Ciudad del Este.
A cidade faz parte de um triângulo internacional conhecido na região como Tríplice Fronteira, que envolve também Foz do Iguaçu, no estado brasileiro do Paraná, e Puerto Iguazú, na província argentina de Misiones. As três cidades são separadas umas das outras pelo Rio Paraná e pelo Rio Iguaçu.
Com uma aglomeração urbana a 387 mil habitantes (2010), Ciudad del Leste é a segunda cidade mais populosa do Paraguai ficando apenas atras da capital Assunção que tem 742 mil habitantes. Inumeros brasileiros trabalham ilegalmente nessa cidade, quase 50.000.
A cidade é responsável por 10% do PIB paraguaio que é de 150 bilhões de dólares é a terceira maior zona franca de comércio do mundo (após Miami e Hong Kong). Seus clientes são na maioria brasileiros, paraguaios e coreanos atraídos pelos baixos preços dos produtos ali vendidos. Além disso, a cidade é o quartel-general da Itaipu Binacional, juntamente com Foz do Iguaçu no Brasil. A venda de eletricidade da usina hidrelétrica de Itaipu para o Brasil gera mais de trezentos milhões de dólares de renda anual para o país.

centro cidad del este

Vai uma “muamba” aí?
O turismo de Ciudad del Este é caracterizado pelo ‘turismo de compras’ porém existe atrativos que diversificam do tradicional objetivo da maioria dos turistas. A 20 km ao norte, em Hernandarias, se encontra a represa de Itaipú, que pode ser contemplado pelo lado paraguaio. A 8 km ao sul, se encontram os Saltos del Monday. A 26 km ao sul está localizado o Monumento Científico Moisés Bertoni. O parque de Acaray oferece hospedagem os visitantes. O lago de la República que se encontra no centro da cidade é um espaço de recreação rodeado pela vegetação. A Catedral de San Blás assemelha-se a forma de um barco, construída em 1964 com esculturas de pedra. O museu “El Mensú” foi o primeiro espaço destinado para reunir os mais diversos objetos que representam a história, cultura e tradição da cidade, tendo peças da época da fundação da cidade e utensílios de indígenas da região.
A temperatura média anual é de 21 °C, a máxima atinge 38 °C, e a mínima 0 °C. O maior montante anual de precipitação ocorre na região do Alto Paraná, terra do nevoeiro e do orvalho de inverno permanente. Ciudad del Este tem um clima subtropical continental. No inverno de 1982, nevou pela segunda vez no Paraguai. Em novembro-dezembro de 2009 ocorreram quatro princípios de tornados, mas nunca estabelecidos em sua totalidade (é normal ver vórtices menores sobre o rio Paraná).

CDE_Paseo_San_Blas1

9775 – Geografia – As Cataratas do Iguaçu


Iguazu_Décembre_2007_-_Panorama_3

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol: Cataratas del Iguazú) é um conjunto de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil 20%, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina 80%, fronteira entre os dois países. A área total de ambos os parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade.
O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.
Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1541.
As Cataratas do Iguaçu participaram da campanha mundial de escolha das Sete maravilhas naturais do mundo, organizada pela Fundação New 7 Wonders. As cataratas ficaram entre as 28 finalistas da campanha, que durou até o fim do ano 2011 quando foi atingido o número de 1 bilhão de votos.
O sistema consiste de 275 cachoeiras ao longo de 2,7 km do rio Iguaçu. Algumas das quedas individuais têm até 82 metros de altura, embora a maioria tenha cerca de 64 metros. A Garganta do Diabo (em espanhol: Garganta del Diablo), uma queda em forma de U, tem 82 metros de altura, 150 metros de largura e 700 metros de comprimento, é a mais impressionante de todas as cataratas e marca a fronteira entre a Argentina e o Brasil.

Dois terços das cataratas ficam em território argentino. Cerca de 900 metros dos 2,7 km de comprimento, não tem água que flui sobre ele. A borda da tampa de basalto recua cerca de 3 mm por ano. A água do baixo Iguaçu se acumula em um cânion que drena no rio Paraná, a uma curta distância da Usina Hidrelétrica de Itaipu. A junção entre a água marca a fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Existem pontos nas cidades de Foz do Iguaçu, no Brasil, Puerto Iguazú, na Argentina, e Ciudad del Este, no Paraguai, que têm acesso ao rio Iguaçu, onde as fronteiras dos três países podem ser vistas, uma popular atração turística para os visitantes das três cidades.

Ponto turístico:
A maioria dos visitantes alcançam as quedas do lado argentino através da cidade de Puerto Iguazú. O Brasil (e também o Paraguai) exige dos cidadãos de alguns países que entram pela Argentina a obtenção de vistos, o que é demorado. Por exemplo, os visitantes da América do Norte que vêm da Argentina para ver as cataratas do lado brasileiro devem solicitar pessoalmente um visto no consulado brasileiro na cidade argentina de Puerto Iguazú.
Existem dois aeroportos internacionais perto das Cataratas do Iguaçu: o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (IGU) e o Aeroporto Internacional Cataratas del Iguazú (IGR). Ambos os aeroportos estão a vários quilômetros das Cataratas do Iguaçu e das cidades vizinhas de Foz do Iguaçu, no Brasil, e Puerto Iguazú, na Argentina. A LAN Airlines e a Aerolíneas Argentinas tem voos diretos a partir de Buenos Aires e várias companhias aéreas brasileiras como a TAM, Gol, Azul e WebJet oferecem serviços das principais cidades brasileiras até Foz do Iguaçu.
As quedas podem ser alcançadas a partir das duas principais cidades dos dois lados das cataratas, Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, no Brasil, e Puerto Iguazú, na província de Misiones, Argentina, bem como a partir de Ciudad del Este, no Paraguai, do outro lado do rio Paraná. As quedas são compartilhados pelo Parque Nacional Iguazú (Argentina) e pelo Parque Nacional do Iguaçu (Brasil). Os dois parques foram designados Patrimônio Mundial da UNESCO em 1984 e 1987, respectivamente.
No lado brasileiro, existe uma passarela ao longo do cânion com uma extensão para a base inferior da Garganta do Diabo. O passeio de helicóptero que oferece vistas aéreas das quedas estão disponíveis apenas no lado brasileiro, a Argentina proibiu tais excursões devido aos seus efeitos nocivos sobre o meio ambiente. Do Aeroporto de Foz do Iguaçu o parque pode ser alcançado por táxi ou ônibus. Há uma taxa de entrada para o parque. Ônibus gratuitos frequentes são fornecidos para vários pontos dentro do parque. A cidade de Foz do Iguaçu está a cerca de 20 km de distância e o aeroporto está entre o parque e a cidade.
O acesso pela Argentina é facilitado pelo Trem Ecológico. O trem leva os visitantes diretamente para a entrada da Garganta do Diabo, bem como as trilhas superiores e inferiores. O Paseo Garganta del Diablo é uma trilha de um quilômetro de comprimento que leva o visitante diretamente sobre as quedas da Garganta do Diabo. Outras passagens permitem o acesso ao trecho alongado de quedas do lado argentino e á balsa que liga a ilha de San Martin.

Muitas cataratas têm entre 30 m e 150 m na Garganta do Diabo, enquanto nas Cataratas Vitória alcançam mais de 300 m. No entanto, Iguaçu oferece uma vista melhor e passarelas, além disso, seu formato permite vistas espetaculares. Em um certo ponto uma pessoa pode estar cercada por 260 graus de cachoeiras. A Garganta do Diabo, tem água derramando-se nela a partir de três lados. Da mesma forma, visto que Iguaçu é dividida em várias pequenas quedas, pode-se ver estas uma porção de cada vez. Vitória não permite isso, pois é essencialmente uma cachoeira que cai em um canyon e é imensa demais para ser apreciada ao mesmo tempo (com exceção do ar).

Iguazu_Décembre_2007_-_Panorama_7

As Cataratas do Iguaçu foi escolhida como uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders. As cataratas estavam entre as 28 finalistas da campanha, que durou até 2011 quando provavelmente atingiu o número de 1 bilhão de votos. Outra concorrente e também vencedora brasileira no concurso foi a Floresta Amazônica. Em fevereiro de 2009, foi a quinta classificada no Grupo F, a categoria de lagos, rios e cachoeiras.

Mitologia Tupi-Guarani
Uma linda lenda tupi-guarani explica o surgimento das Cataratas do Iguaçu. “Há muitos anos atrás, o Rio Iguaçu corria livre, sem corredeiras e nem cataratas. Em suas margens habitavam índios caingangues, que acreditavam que o grande pajé M’Boy era o deus-serpente, filho de Tupã. Ignobi, cacique da tribo, tinha uma filha chamada de Naipi, que iria ser consagrada ao culto do deus M’Boy, divindade com a forma de grande serpente.
Tarobá, jovem guerreiro da tribo se enamora de Naipi e no dia da consagração da jovem, fogem para o rio que os chama: – “Tarobá, Naipí, vem comigo!” Ambos desceram o rio numa canoa.
M’Boy, furioso com os fugitivos, na forma de uma grande serpente, penetrou na terra e retorceu-se, provocou desmoronamentos que foram caindo sobre o rio, formando os abismos das cataratas. Envolvidos pelas águas, caíram de grande altura. Tarobá transformou-se numa palmeira à beira do abismo, e Naipí, em uma pedra junto da grande cachoeira, constantemente açoitada pela força das águas. Vigiados por M’Boy, o deus-serpente, permanecem ali, Tarobá condenado a contemplar eternamente sua amada sem poder tocá-la.

Garganta del diablo Garganta do 'diacho"
Garganta del diablo
Garganta do ‘diacho”

9754 – Mega Tour – Piscina Natural em João Pessoa


piscina natural

Uma imensidão de água morna e esverdeada, interrompida por manchas mescladas que indicavam as áreas com concentração de corais, onde se escondem pequenos peixes de tons diversos. Sob os pés, areia clara constituída por minúsculas conchas. O silêncio seria total, não fossem as conversas dos pouco mais de 15 turistas que nos acompanhavam no passeio cuja principal atração é o mergulho. O calor não permitia a ninguém ficar dentro do catamarã que nos levou pelo Atlântico. Nem o visual. Quem se arriscaria a perder a chance de explorar tudo que o chamado “Caribe brasileiro” tem a oferecer?
Mergulhar durante cerca de duas horas em uma das piscinas naturais menos exploradas da Paraíba já compensaria pela beleza natural e comércio local, formado por pescadores. Mas há um quê de especial ali que faz a pequena João Pessoa tornar-se referência. A oeste, a cerca de quinhentos metros, fica a famosa Ponta do Seixas, o extremo oriental das Américas, cuja a distância até a África (aproximadamente 3.800 quilômetros) é a menor possível para quem sai do continente. Se é abuso querer avistar terras africanas dali, o passeio do Seixas garante, no mínimo, a sensação de estar em uma das principais rotas do mundo. E onde o sol nasce primeiro.
O caminho até lá não leva mais de meia hora para quem parte do litoral sul da capital paraibana. É possível fazê-lo por meio de uma agência (a maior delas é a Luck), que oferece a comodidade do transporte e pode incluir outros passeios no roteiro (em média, R$65 por pessoa).
Para quem quer gastar menos e ficar livre para escolher aonde ir, a dica é alugar um carro para passar o dia. Mas é preciso se programar. “Preste atenção às fases da lua”, orienta Hector, o guia da Secretaria Municipal de Turismo que nos acompanha até a vila de pescadores, na Praia da Penha, de onde sai o catamarã. O recado, aparentemente banal, logo é compreendido. “Tudo depende da maré. Para dar passeio bom, a lua precisa ser nova ou minguante”, explica.
piscina2

Depois de consultar a natureza para saber se a maré estará baixa – o que pode ser feito pelo site da Capitania dos Portos da Paraíba –, é bom não arriscar e fazer a sua reserva. Ainda pouco conhecido, o transporte até a piscina do Seixas é feito apenas por uma empresa, a Maresia Turismo, e, dependendo do dia, pode ter lotação máxima (cem pessoas).
Outra opção para mergulho é o Picãozinho, arrecife de corais que fica em Tambaú, mais ao centro de João Pessoa. Por causa da intensa exploração, porém, a capacidade das sete embarcações que rumam para lá foi reduzida, tornando o passeio mais caro. “O Seixas está muito mais preservado porque só é frequentado por pescadores que vivem na redondeza e poucos turistas”, conta Leonardo Guedes, biólogo e proprietário da Maresia Turismo.

Preço do passeio:
Aéreo: o trecho SP–João Pessoa – SP tem valor mínimo de R$ 739,30 na Azul; R$ 776,50 na TAM; R$ 793,50 na Avianca; e R$ 857,50 na Gol
Aluguel de carro: diária do modelo básico com quilometragem livre a partir de R$ 58 na Avis; R$ 90 na Montana; e R$ 99,90 na Localiza.

Legado português da capital que cresceu do centro para a orla

Foi às margens do Sanhuá que João Pessoa ganhou vida, lá pelo ano de 1585, quando os portugueses, tentando desviar dos arrecifes (80% do litoral paraibano é tomado por eles), acabaram encontrando no rio uma chance de conquistar território. Por isso, diferentemente das demais capitais nordestinas, a pequena cidade cresceu do centro para a costa, particularidade que ajudou a preservar boa parte de sua natureza litorânea, mais explorada há duas décadas.
Durante algum tempo, turistas não poderão entrar no Hotel Globo, fechado para reforma. Lá, o empolgado professor de história Jorge de Carvalho, que participa do projeto Porto do Capim de revitalização do centro, mostrou a maquete de como deverá ficar a parte mais antiga da cidade daqui a alguns anos.
Patrimônio. Há muito por conhecer pelas ruas de paralelepípedo do centro, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural Nacional. A passagem por lá foi rápida, mas intensa.
Sob o sol forte, que exige chapéu e protetor solar, fizemos a rota sacra. A começar pelo Centro Cultural São Francisco, criado em 1979. O complexo arquitetônico é formado pela Igreja de São Francisco e o Convento de Santo Antônio, fundado pelos franciscanos no século 16, mais o claustro, a Capela de São Benedito e a Casa da Oração. Juntos, remontam às obras coloniais portuguesas do período barroco. Vá com guia. Entrada a R$ 4.
Passe pela Igreja e Mosteiro de São Bento, dos séculos 16 ao 18, e caminhe pelo jardim interno da setecentista Igreja Nossa Senhora do Carmo, na simpática Praça do Bispo. Seus azulejos azuis portugueses dão mais charme à construção que, do lado de fora, é acompanhada pela Igreja de Santa Tereza, ao lado direito e, ao lado esquerdo, pelo Palácio do Bispo.

João Pessoa -  PB
João Pessoa – PB