9916 – Música – Maureen McGovern


Vocal Afinado
Vocal Afinado

Maureen McGovern é uma cantora norte-americana nascida em 27 de julho de 1949, premiada com o Oscar por “The Morning After” do filme 1972 The Poseidon Adventure e ” We May Never Love Like This Mais uma vez “de O Inferno na Torre, o clássico filme de 1974.
McGovern nasceu em Youngstown, Ohio, filha de James Terrence McGovern e Maria Rita ( née Welsh).
É descendente de irlandeses. Começou a cantar aos 3 anos de idade. O contrato de McGovern com a 20th Century terminou durante 1976, o que fez sua carreira declinar.
Mas, sua carreira explodiu novamente com o tema romântico de Superman, em 1978, Can You Read My Mind. No finalzinho da década de 70 ainda no embalo emplacava outro sucesso: Diferent Worlds.
Na década de 1980, parou de cantar e fez carreira na Broadway. Em meados dos anos 80 voltou a cantar, mas não obtendo o mesmo sucesso.
A partir da década de 1990 até o século 21, McGovern continuou seus carreira no teatro musical, atuando em concertos e gravação de álbuns, e ela ocasionalmente fez aparições na televisão.
Fora do mundo artístico, McGovern também continua seu trabalho com a Associação de Distrofia Muscular , onde ela aparece anualmente no Jerry Lewis MDA Telethon.

9362 – Mega Memória Teledramaturgia – Novela Selva de Pedra, trilha sonora


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Em 1972, a música Rock And Roll Lullaby fez enorme sucesso ao ser incluída na trilha sonora internacional da primeira versão da novela Selva de Pedra. Foi o tema do par romântico formado por Simone (Regina Duarte) e Cristiano (Francisco Cuoco).
A questão curiosa é que Rock And Roll Lullaby não é exatamente uma música romântica, apenas fala sobre um garoto cuja sua jovem mãe canta para ele uma cantiga de ninar para confortá-lo.
A música foi escrita por Barry Mann e Cynthia Weil, e fez parte de um disco de B.J. Thomas que também tinha músicas compostas por nomes como Carole King e Stevie Wonder.
B.J. Thomas disse que essa era sua canção favorita neste disco. O solo de guitarra, que se destaca na música, foi de Duane Eddy.
Os backing vocals femininos ficaram a cargo do grupo The Blossoms. Dave Somerville também participou dos backings. Certa vez, durante um concerto ao vivo nos anos 70, B.J. Thomas disse que os Beach Boys fizeram os backings.

8113 – Cinema – A Trilha Sonora


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De muito grande relevância, aliás, o que seria do Cinema sem a trilha sonora?

Conhecida em inglês como soundtrack1 é, tecnicamente falando, “todo o conjunto sonoro de um filme, incluindo além da música, os efeitos sonoros e os diálogos.” Isso também inclui peças de um programa de televisão ou de jogos eletrônicos. Pode incluir música original, criada de propósito para o filme, ou outras peças musicais, canções e excertos de obras musicais anteriores ao filme. A definição de “trilha sonora” se expandiu na década de 1990, com coletâneas do tipo “Music Inspired By”. Alguns exemplos bem sucedidos dessa tendência foram as trilhas de O Corvo (nos Estados Unidos ) e Trainspotting (no Reino Unido).
Um filme pode popularizar uma obra musical já existente, mas menos conhecida pelo grande público. 2001 – Uma Odisseia no Espaço deu uma popularidade sem precedentes ao poema sinfônico Assim falou Zaratustra, de Richard Strauss. O filme Elvira Madigan, de Bo Widerberg, ao utilizar o concerto para piano n.º 21 de Wolfgang Amadeus Mozart, popularizou de tal forma esse tema musical que, apesar de já existir há muito, passou a ser cognominado de Elvira Madigan.
Desde a primeira e histórica projeção dos irmãos Lumière, em 1895, as imagens da 7º arte já tinham um acompanhamento musical. Porém, o fundo musical era geralmente uma improvisação solo feita por pianistas ou organistas, e a música raramente coincidia com as narrativas da tela. A partir de 1910 começaram a ser editadas partituras para piano e orquestra, que transmitiriam os “climas” apropriados para cenas específicas. No entanto, o problema de sincronização entre cena e trilha sonora ainda não tinha sido resolvido.Só na década seguinte se chegou a uma solução para este impasse, com a encomenda dos primeiros scores, ou seja: música incidental feita exclusivamente para determinado filme.
A música do filme está de harmonia com o diálogo e a imagem, estabelecendo o tom de um filme. Independentemente de ser clássica, jazz, electrônica ou qualquer outro gênero, todo o material musical expressamente composto ou exibido num filme pode ser definido como a música do filme.
Pelo contrário, um álbum que seja uma banda sonora não contém necessariamente a música do filme, uma vez que muitas das canções que apresenta podem não ter sido gravadas tendo o filme como objectivo (por exemplo, as constantes em American Graffiti, The Big Chill, Dirty Dancing) ou podem nem ter sido exibidas no filme (por exemplo, Batman Forever).
Tal como a Música do Filme, os Temas Cinematográficos são retirados dos filmes. A diferença é que, enquanto os álbuns de Música do Filme apresentam as gravações originais, as coleções de Temas Cinematográficos reúnem material gravado por intérpretes que não tiveram envolvidos com o filme.
Música de desenhos animados
As origens da história da música de desenhos animados estão intimamente ligadas ao trabalho do compositor Carl Stalling, o qual trabalhou nos estúdios de animação Warner Bros. durante duas décadas.
Stalling trilhou um novo caminho ao seguir a trajetória visual da acção no écran por oposição às regras aceites de composição. O resultado – não alicerçado nos tradicionais tempo, ritmo e desenvolvimento temático – foi de grande extremismo, à medida que a melodia, o estilo e a forma se misturavam em som e imagem intimamente ligados.
Essa fórmula continua a ser a atualmente utilizada nas composições desenvolvidas para a animação, embora, desde a era do rock, as canções pop também tenham destaque nas produções de desenhos animados, por vezes com vultos da pop, como Celine Dion e Peabo Bryson , Elton John e Phil Collins.
Música de espionagem
Os filmes de espionagem são um gênero cinematográfico popular desde a década de 1960. Não só os filmes são bem conhecidos, como a sua música também. De facto, a música que exibiam tornou-se quase inseparável deles próprios, em especial no caso do agente secreto James Bond. A música de John Barry definiu o tom musical do gênero, cujos princípios têm sido seguidos desde então.
Glossário
Cues: cada trecho de música de um filme, por menor que seja, é chamado de cue. Fazendo uma analogia com a música popular, ela seria equivalente à faixa de um disco, com a diferença de poder durar apenas alguns segundos.
Decupagem: a decupagem, ou spotting em inglês, é o processo que define aonde a música vai estar presente no filme, de acordo com a cena escolhida.
Leitmotif: recurso musical associado à personagens e eventos específicos, empregado de forma recorrente. Ela foi a técnica favorita de Max Steiner (1888-1971), considerado o pai da música do cinema.
Mickeymousing: é uma técnica de composição onde os movimentos da imagem da tela têm um paralelo sincronizado na orquestração. É freqüentemente associada à desenhos animados (daí o nome), e têm como função exercer um efeito cômico. O mickeymousing é considerada uma técnica controversa.
Música original: o termo música original do filme refere-se à parte musical instrumental composta exclusivamente para determinado filme. Seu equivalente em inglês é score, traduzido literalmente como partitura.
Source music: no jargão da indústria cinematográfica, é a música que tanto os espectadores quanto os personagens do filme ouvem. Um exemplo clássico do uso de source music é Sam (Dooley Wilson) tocando “As times goes by” no filme Casablanca (1942).
Tema: um tema (theme, em inglês) é, em geral, “a parte mais reconhecível em uma obra ou trecho musical”.
Temp tracks: uma abreviação de temporary tracks, são peças musicais pré-existentes utilizadas como referência para a composição da música original. Os temp tracks que o diretor George Lucas utilizou para Guerra nas Estrelas – composições de Antonín Dvořák, Franz Liszt e Gustav Holst – serviram de guia para John Williams compor seu premiado score, por exemplo.
Desde sua incepção, os críticos têm sido impiedosos com o estilo. A música original do cinema é tida como uma arte menor, talvez herdando um pouco do discriminação que a sétima arte têm sofrido desde sempre.