13.401 – Mega Polêmica na Teledramarturgia – Namorada homenageia Carol Duarte pela virada de Ivana


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Não foram apenas os colegas de elenco que congratularam a atriz Carol Duarte pelas cenas em que Ivana revela à família ser transexual e corta os cabelos, num ritual de libertação. “Ela mostrou um pouquinho da força que tem! Porque ela tem muita força. Força, doçura e coragem”, escreveu no Instagram a geógrafa Aline Klein, namorada da atriz da novela A Força do Querer. “Pula, Caru, se joga que a vida é curta, e você tem muito a dizer. Pula que o mundo é grande! Eu vou estar aqui!”, continua a legenda de uma foto em que Carol Duarte aparece de cabelo curto, o novo visual de Ivana, que vai passar a se chamar Ivan na trama de Gloria Perez.
Carol Duarte e Aline Klein namoram há mais de dois anos, e aparecem juntas em diversas fotos do perfil mantido pela geógrafa no Instagram.

 

☻Mega Opinião

Alguns setores da sociedade vem tentando influenciar a opinião pública em prol de homo e bissexualismo, transexualismo, lesbianismo e travestismo como sendo práticas naturais, comuns e devem ser aceitas normalmente por uma questão de liberdade individual. Nós do ☻Mega longe de sermos conservadores, acreditamos que todos devem ser respeitados como cidadãos independente de sua escolha sexual, mas não venha a mídia querer nos fazer engolir goela abaixo essas práticas como sendo “naturais”. Pra mim são anomalias.

 

13.114 – Teledramarturgia – Atriz Maria Cláudia


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Nascida no Rio de Janeiro dia 09 de outubro de 1949, filha única, Maria Claudia desde pequena já mostrava veia artística: fazia ballet, teatro e era fotografada para revistas.
A carreira profissional de Maria Claudia começou em 1969, na extinta TV Rio, como apresentadora do “Telejornal Pirelli”, com Luís Jatobá e Cid Moreira. No “Telejornal Pirelli” trabalhava como entrevistadora e apresentadora.
Na TV Globo, para onde foi no final de 1969, Maria Claudia começou apresentando programas como o “Festival Internacional da Canção” (1970-71) e “Alô Brasil, Aquele Abraço” (com José Augusto Branco, Arlete Sales, Lucio Mauro, entre outros).
Em seguida trabalhou em novelas, atuou em minisséries, filmes de grandes diretores brasileiros e muitas peças de teatro. Na maior parte, era protagonista. Além de atriz, apresentadora e entrevistadora, Maria Claudia também foi produtora dos seguintes espetáculos de teatro: “Réquiem para uma Negra”, “Fantoches” e “Jango”.
Participou de vários programas e especiais em diversas emissoras de TV. Foi capa de muitas revistas, e eleita uma das mulheres mais bonitas do Brasil durante os anos 70. É casada desde 1976 com o filósofo, escritor, jornalista e roteirista Luiz Carlos Maciel.
Cláudia, ainda hoje, gosta de posar para fotos com um crucifixo italiano de pedras verdes. O talismã dado por sua mãe é o acessório que a atriz usava na época em que sua imagem estava nas principais revistas do país.
Aos 57 anos, ela volta a usar o objeto da sorte ao falar dos novos trabalhos: um papel em “Caminhos do coração”, trama de Tiago Santiago que começa no próximo dia 28, na Record, e a peça “Lembranças de um sonho”, que estréia nesta quinta-feira, no Teatro Glória. Antes que o público comemore a “volta” de Maria Cláudia, a atriz – que ainda conserva a beleza que a fez famosa na década de 70 – afirma que nunca desistiu da carreira.
Em 2005, ela participou da bem-sucedida versão de “A escrava Isaura” na mesma Record.
As pessoas dizem que parei porque eu não estou na Globo – afirma ela, que não sabe dizer por que ficou tanto tempo afastada dos folhetins.
– Não pintou mais convite, mas não sei o motivo. Tenho, inclusive, o maior carinho por todos na Globo. Mas, como não me chamavam, e pedra que não rola cria limo, pensei que estava na hora de correr perigo. Nascer, viver e morrer no mesmo lugar é muito limitador – diz a atriz, que deixou a TV Globo em 1992, depois de participar de “Deus nos acuda”, de Sílvio de Abreu.
Depois de sete anos de tratamento para curar um problema nas cordas vocais, que lhe tirou a voz no réveillon de 1984 para 1985, a atriz não conseguiu se livrar totalmente da rouquidão. Mas não acha que isso tenha atrapalhado sua carreira.
– Eu voltei com a voz rouca, mas tem tanta atriz assim, né? – pergunta ela, para, em seguida, dar uma sonora gargalhada. – Não sou o tipo de pessoa que fica chateada e magoada. Achei que a vida estava me colocando para fazer mais teatro.
Acredito em desígnios. E aprendi que as portas se fecham, mas também se abrem. Quem fica magoada fica com a energia estagnada. Não quero raiva, mágoa, esses sentimentos dentro de mim. Quando eles aparecem, eu falo: “Xô, xô, vai embora, vai para o fundo do mar sagrado” – diz a atriz, apontando para a janela de seu apartamento, no Leblon, pertinho da praia.
Embora tente manter o bom humor, a doença nas cordas vocais é um assunto que ela gostaria de ver encerrado.
– Parece que virou um estigma – lamenta. – Disseram-me que foi câncer, mas eu só sei que eu perdi meu pai, minha melhor amiga, que eu considerava uma irmã de sangue, e minha mãe, um depois do outro. Minha mãe morreu em 28 de agosto de 1984. Pensei que fosse a última perda, mas no réveillon daquele ano fiquei sem a voz. E era tudo emocional. Afinal, tinha perdido tudo o que eu tinha na minha vida. Sou filha única. Fiquei sozinha.
Depois de muitas injeções, consultas em São Paulo e cirurgias, inclusive espirituais, ela não sabe dizer o que a curou. Diz que a voz voltou quando teve de voltar, porque acredita que “tudo tem o seu tempo”.

10.052 – Teledramaturgia – Morre aos 66 anos o ator José Wilker


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O ator e diretor José Wilker morreu, aos 66 anos, na madrugada deste sábado (5-abril-2014) no Rio. Ele sofreu um infarto. Wilker ficou conhecido por trabalhos marcantes em novelas como “Roque Santeiro”, em que interpretou o personagem-título, e “Senhora do destino”, em que interpretou o bicheiro Giovanni Improtta. No cinema, fez filmes como “Bye bye Brasil” e viveu o Vadinho de “Dona Flor e seus dois maridos”.
Sua última participação em novelas foi em 2013, em “Amor à vida”, de Walcyr Carrasco, no papel do médico Herbert. Em 2012, ele foi o coronel Jesuíno no remake de “Gabriela”, baseada no livro “Gabriela Cravo e Canela”, de Jorge Amado. Na versão original, exibida em 1975, havia feito Mundinho Falcão. Na TV Globo, participou de quase 30 novelas.
José Wilker de Almeida nasceu em Juazeiro do Norte no dia 20 de agosto de 1947 e se mudou com a família, ainda criança, para o Recife. A mãe, Raimunda, era dona de casa, e o pai, Severino, caixeiro viajante.
O primeiro trabalho de Wilker foi com apenas 13 anos, como figurante no teleteatro da TV Rádio Clube, do Recife. “Ficava por ali aguardando alguma ponta”, lembrou ele em depoimento ao site Memória Globo. A aparição inicial foi como cobrador de jornal na peça “Um bonde chamado desejo”, de Tennessee Williams.
Sua carreira no teatro começou no Movimento de Cultura Popular (MCP) do Partido Comunista, onde dirigiu espetáculos pelo sertão e realizou documentários sobre cultura popular.
Em 1967, Wilker se mudou para o Rio para estudar Sociologia na PUC, mas abandonou o curso para se dedicar exclusivamente ao teatro.
Ele interpretou o seu primeiro papel principal na TV em 1975: foi Mundinho Falcão em “Gabriela”, adaptação de Walter George Durst do romance de Jorge Amado, um marco na história da teledramaturgia brasileira.
Personagens conhecidos
Wilker tem em seu currículo personagens memoráveis, como o jovem Rodrigo, protagonista da novela “Anjo mau” (1976), de Cassiano Gabus Mendes.
Em 1985, viveu Roque Santeiro, personagem central da trama homônima escrita por Dias Gomes e Aguinaldo Silva. Em 2004 interpretou o ex-bicheiro Giovanni Improtta, de “Senhora do destino”, de Aguinaldo Silva, um personagem com diversos bordões como “felomenal” e “o tempo ruge, e a Sapucaí é grande”.
O artista dirigiu o humorístico “Sai de baixo” (1996) e as novelas “Louco amor” (1983), de Gilberto Braga, e “Transas e caretas” (1984), de Lauro César Muniz. Durante uma rápida passagem pela extinta TV Manchete, acumulou direção e atuação em duas novelas: “Carmem” (1987), de Gloria Perez, e “Corpo santo” (1987), de José Louzeiro.
Apaixonado pelo cinema, o ator participou de filmes como “Xica da Silva” (1976) e “Bye bye Brasil” (1979), ambos de Cacá Diegues, “Dona Flor e seus dois maridos” (1976) e “O homem da capa preta” (1985). Fez ainda o personagem Antônio Conselheiro em “Guerra de Canudos” (1997), de Sérgio Rezende. Além disso, foi diretor-presidente da Riofilme.
Wilker também se destacou em minisséries como “Anos rebeldes” (1992), de Gilberto Braga; “Agosto” (1993), adaptada da obra de Rubem Fonseca; e “A muralha” (2000), escrita por Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro.
Em 2006, interpretou o presidente Juscelino Kubitschek na minissérie “JK”, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira.
José Wilker deixa duas filhas. Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a também atriz Mônica Torres. No Facebook, Isabel escreveu uma declaração para o pai e agradeceu as mensagens de apoio: “Só tenho amor, muito amor, e agora saudades, sempre. Obrigada a todos pelo carinho”, postou, junto com uma foto.

10.046 – Teledramaturgia – Um Guerreiro Chamado Paulo José


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Mesmo na luta contra o mal de parkinson, ele continua em atividade.
O ator Paulo José descobriu em 1993, há exatos 20 anos, que sofria do mal de Parkinson, doença degenerativa e incurável que se caracteriza por movimentos involuntários dos braços, pernas e cabeça, além de tremores. “O mal de Parkinson não aparece visualmente nos exames. É um diagnóstico por eliminação. Recebi uma receita para tomar dois medicamentos. Perguntei: ‘Até quando?’. O médico fez uma pausa e disse: ‘Para toda a vida!'”, contou em entrevista à revista “Época”.
Para o ator, a descoberta da doença foi a parte mais fácil, se comparado com os sintomas. “Sabia que ninguém morre de Parkinson, se morre com Parkinson. E ainda não tinha noção da gravidade. Com o tempo, os sintomas tornaram-se mais fortes”.
E contou que ao tomarem conhecimento de sua nova condição, todos a sua volta mudaram o seu comportamento: “As pessoas mudaram comigo. Queriam me proteger. Ficaram com pena. Isso nunca me incomodou. Sou um sobrevivente. Tenho muita sorte por ter gente que gosta de mim. Tenho de ser grato por isso. E sou”.
O ator, que já foi operado até pelo renomado cirurgião Paulo Niemeyer Filho, descreve sua vida como uma montanha russa de sentimentos. “Tive depressão muitas vezes. Houve um tempo em que tinha medo de dormir e não acordar. Às vezes, tenho medo de morrer. Não estou num daqueles momentos terríveis. Mas tampouco este é um período fácil. Quando acordo, tenho de fazer uma escolha. Decido sair da cama. Hoje será um dia melhor. Ao me deitar, não penso se o dia foi mesmo melhor. Só penso: ‘Amanhã será um outro dia’. Assim, sigo trabalhando e vivendo dia por dia”.
Há alguns meses, o autor Manoel Carlos perguntou a Paulo José se ele toparia entrar na próxima novela das nove na Globo, Em Família, para colocar em pauta uma delicada reflexão sobre o Mal de Parkinson. “Sim”, respondeu, solícito, o ator e diretor que vem convivendo com a doença nos últimos vinte de seus 76 anos.
Depois das aulas de canto, grava poemas num estúdio que mantém em casa, o que vai render um audiobook. Fala que tem se dedicado muito a escrever. Como sempre lhe perguntam como lida com a doença, resolveu escrever um depoimento em primeira pessoa, relatando altos e baixos vividos nesses vinte anos. “Isso tudo faz parte da minha luta diária para manter o Parkinson como um coadjuvante. Um coadjuvante de peso, mas nunca um protagonista.”

Paulo José foi casado Dina Sfat, outra atriz guerreira que trabalhou até os últimos dias de sua vida.
Ela chega à televisão no final da década de 1960 e destaca-se em papéis de enorme carga dramática em telenovelas de autoria de Janete Clair, como Selva de Pedra, Fogo Sobre Terra, O Astro e Eu Prometo, mas também brilhou em outras como Verão Vermelho, Assim na Terra Como no Céu, Gabriela e Os Ossos do Barão.
Posou nua para revista Playboy em janeiro de 1982, num ensaio secundário.
Foi casada por 17 anos com Paulo José, com quem teve três filhas: Isabel ou Bel Kutner, que também é atriz, Ana, que também se aventurou na carreira e Clara.

DinaSfat

Descobriu o câncer, inicialmente no seio, em 1986, mas não deixou de trabalhar, mesmo em tratamento. Já com a doença, viajou para a União Soviética e participou de um documentário sobre o país e os primeiros passos da Perestroika; escreveu um livro, publicado em 1988, um pouco antes da sua morte, sobre sua vida e a luta contra o câncer, chamado Dina Sfat- Palmas prá que te Quero, junto com a jornalista Mara Caballero e fez a novela Bebê a Bordo, seu último trabalho na televisão.
Seu último filme foi O Judeu que só estreou em circuito depois da morte da atriz.
Dina Sfat morreu aos 49 anos, vítima de um câncer de mama contra o qual já lutava havia anos. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Comunal Israelita do Caju.

9965 – Teledramarturgia – Meu Pedacinho de Chão, remake


Não espere uma fábula como na versão original.
O autor também vai precisar de muitos trunfos para compensar a ausência da atriz mirim prodígio Patrícia Ayres, da primeira versão.

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“Meu Pedacinho de Chão” é um remake de Benedito Ruy Barbosa de uma história escrita por ele mesmo em 1971. A novela foi a responsável por inaugurar a faixa das 18h da Globo e teve 185 capítulos. Esta nova versão, por sua vez, terá apenas 100.
Outro diferencial estará no elenco. Em vez de mais de 50 nomes fixos e outras participações, como “Joia Rara”, “Meu Pedacinho de Chão” terá apenas 20. Para efeitos de comparação, até mesmo “Malhação”, que tem investimentos menores e menos de 25 minutos diários, conta com um elenco mais extenso (cerca de 30 fixos).
Tais mudanças, no entanto, não desanimam o diretor de núcleo Luiz Fernando Carvalho. Afastado das novelas desde “Esperança” (2012), ele se mostra até animado com este novo modelo.
Em entrevista recente ao jornal “O Estado de São Paulo”, Carvalho declarou: “Não preciso montar e desmontar estúdios enlouquecidamente, cenários para 300 personagens, fazer 300 roupas, não tenho seis frentes de gravações, essa industrialização, no mau sentido do termo, é possível controlar”.
A protagonista é Juliana (Bruna Linzmeyer), uma professora que chega à cidade de Santa Fé e se depara com um povo acuado, vivendo sob a autoridade do coronel Epa (Osmar Prado). A mocinha será disputada pelo filho de Epa, Ferdinando (Johnny Massaro) e pelo peão Zelão (Irandhir Santos).
O coronel é casado com Catarina (Juliana Paes), uma mulher simples e ingênua. Ele ainda vive uma rivalidade com o idealista Pedro Falcão (Rodrigo Lombardi), que defende o progresso na cidade.

9362 – Mega Memória Teledramaturgia – Novela Selva de Pedra, trilha sonora


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Em 1972, a música Rock And Roll Lullaby fez enorme sucesso ao ser incluída na trilha sonora internacional da primeira versão da novela Selva de Pedra. Foi o tema do par romântico formado por Simone (Regina Duarte) e Cristiano (Francisco Cuoco).
A questão curiosa é que Rock And Roll Lullaby não é exatamente uma música romântica, apenas fala sobre um garoto cuja sua jovem mãe canta para ele uma cantiga de ninar para confortá-lo.
A música foi escrita por Barry Mann e Cynthia Weil, e fez parte de um disco de B.J. Thomas que também tinha músicas compostas por nomes como Carole King e Stevie Wonder.
B.J. Thomas disse que essa era sua canção favorita neste disco. O solo de guitarra, que se destaca na música, foi de Duane Eddy.
Os backing vocals femininos ficaram a cargo do grupo The Blossoms. Dave Somerville também participou dos backings. Certa vez, durante um concerto ao vivo nos anos 70, B.J. Thomas disse que os Beach Boys fizeram os backings.

9050 – Mega Memória Teledramaturgia – Novela Celebridade


Celebridade_(telenovela)

☻ Mega Introdução
Acertando em cheio na trilha sonora, a Globo escolheu a clássica Loves Theme de Barry White, um sucesso da era pré-Disco, do início dos anos 70, como tema de abertura. Uma exceção à regra geral, provavelmente como homenagem ao recentemente falecido maestro norte-americano.

Exibida originalmente de 13 de outubro de 2003 a 26 de junho de 2004, em 221 capítulos. Escrita por Gilberto Braga, com a colaboração de Leonor Bassères, Ricardo Linhares, Sérgio Marques, Márcia Prates, Maria Helena Nascimento, Denise Bandeira e Ângela Chaves, teve direção geral de Dennis Carvalho.
Na verdade, Laura é uma arrivista, que não quer apenas tomar tudo da outra, mas transformar-se em uma nova Maria Clara. Na trama, a razão do ódio de Laura pela patroa é que ela é filha da verdadeira musa da canção que fez de Maria Clara uma mulher rica e famosa, enquanto ela e a mãe amargaram uma vida miserável. Maria Clara, porém, sempre acreditou que a música Musa de verão fora composta por seu ex-noivo Wagner em sua homenagem. Para realizar o plano de destruir a rival, Laura conta com a ajuda de Marcos, seu amante e cúmplice. Eles começam a trabalhar, respectivamente, como assistente e motorista de Maria Clara, e aos poucos vão se infiltrando na vida da “celebridade”. A dupla de vilões Laura e Marcos – a “Cachorra” e o “Michê”, como eles se chamavam mutuamente- aprontaram muito.

A telenovela estreou com 50 pontos de média, embalada com o sucesso de “Mulheres Apaixonadas”, sua antecessora no horário nobre.
Em seu último capítulo, Celebridade registrou a maior média de audiência de um capítulo final de novela desde Renascer, em 1993, 63 pontos, com picos de 67 pontos.
Celebridade obteve excelentes índices de audiência desde sua primeira semana no ar. A novela foi destaque na edição de março de 2004 da revista norte-americana Variety, que publicou uma entrevista com Gilberto Braga.

9026 – Mega Personalidades – A Morte de Cláudio Cavalcanti


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Leia sobre a vida de Cláudio Cavalcanti no Mega 5129

O ator e secretário municipal de Defesa dos Animais do Rio de Janeiro, Cláudio Cavalcanti, morreu no final da tarde deste domingo (29), informou o hospital Pró-cardíaco Botafogo, na zona sul da cidade.
O ator estava internado desde segunda-feira. O hospital não revelou a causa da morte.
Cavalcanti era carioca, tinha 73 anos e fez mais de 50 novelas, minisséries e especiais. Nos últimos anos se dedicava mais à carreira política, tendo sido vereador e, mais recentemente, secretário do governo de Eduardo Paes.
De acordo com a Prefeitura do Rio, o secretário se internou na última segunda-feira para fazer uma cirurgia na coluna e sofreu “complicações cardíacas”.
Seu último trabalho vai estrear no dia 7 de outubro na GNT. Cláudio participou da segunda temporada de “Sessão de Terapia” onde interpretou um empresário com Síndrome do Pânico.
Dirigida por Selton Mello, a série uma franquia israelense “BeTipul” e mostra o terapeuta, vivido por Zécarlos Machado, atendendo seus pacientes e também se tratando.