13.240 – Cinema – Ator e diretor Nelson Xavier morre aos 75 anos em Minas Gerais


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O ator Nelson Xavier morreu aos 75 anos na madrugada desta quarta (10 de maio de 2017), em Uberlândia (Minas Gerais), em decorrência de um câncer.
Nascido em São Paulo em 1941, Nelson Agostini Xavier tinha uma carreira quase 60 anos na TV, no cinema e no teatro.
Ele integrou o Teatro de Arena, os Seminários de Dramaturgia e o MCP (Movimento de Cultura Popular de Recife) e, na década de 1960, destacou-se como ator nos espetáculos “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, em 1967, e “Navalha na Carne”, em 1968, ao lado de Tônia Carrero – ambos textos de autoria de Plínio Marcos, sob direção de Fauzi Arap.
No início da carreira, atuou em peças como “Eles Não Usam Black-tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, e “Chapetuba Futebol Clube” (1959) —no qual criou o papel de Maranhão—, de Oduvaldo Vianna Filho.
Na década de 1950 foi revisor da revista “Visão”, emprego conseguido por meio do futuro cineasta Eduardo Coutinho —com quem viria a trabalhar em “O ABC do Amor (1967). Na publicação, ele também escreveu críticas de cinema e de teatro.
No Recife, participou em 1962 das atividades do MCP (Movimento de Cultura Popular), para o qual dirigiu sua primeira peça, “Julgamento em Novo Sol”, e criou um seminário de dramaturgia, inserindo o teatro em cursos de alfabetização, debates comunitários e comícios políticos.

De Lampião a Chico Xavier

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Xavier passou a trabalhar no cinema a partir da década de 1960, quando a sede da UNE no Rio, onde ele fazia ensaios periódicos para uma peça, foi incendiada logo após o golpe militar de 31 de março de 1964, e com as consequentes dificuldades impostas pela censura ao teatro político.
No cinema, trabalhou com diretores como Domingos de Oliveira, Ruy Guerra e Bruno Barreto; integrou o elenco de filmes como “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Barreto, e “A Queda”, de Guerra, que lhe rendeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1978.
Em 2010 protagonizou a cinebiografia sobre Chico Xavier em filme de Daniel Filho que leva o nome do médium.
Premiado como melhor ator no Festival do Rio em 2016, Nelson Xavier interpreta em “Comeback”, filme que estreia no próximo dia 25, personagem que, enquanto planeja seu retorno ao crime, se vira tentando emplacar máquinas caça-níqueis em botecos suburbanos e se envolve em situações tragicômicas.
O corpo do ator será levado ao Rio de Janeiro, onde deve ser cremado nesta quinta (11).
Nelson Xavier deixa a mulher e quatro filhos —Tereza Villela Xavier, uma das filhas do ator, lamentou a morte do pai em seu perfil na rede social.

13.114 – Teledramarturgia – Atriz Maria Cláudia


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Nascida no Rio de Janeiro dia 09 de outubro de 1949, filha única, Maria Claudia desde pequena já mostrava veia artística: fazia ballet, teatro e era fotografada para revistas.
A carreira profissional de Maria Claudia começou em 1969, na extinta TV Rio, como apresentadora do “Telejornal Pirelli”, com Luís Jatobá e Cid Moreira. No “Telejornal Pirelli” trabalhava como entrevistadora e apresentadora.
Na TV Globo, para onde foi no final de 1969, Maria Claudia começou apresentando programas como o “Festival Internacional da Canção” (1970-71) e “Alô Brasil, Aquele Abraço” (com José Augusto Branco, Arlete Sales, Lucio Mauro, entre outros).
Em seguida trabalhou em novelas, atuou em minisséries, filmes de grandes diretores brasileiros e muitas peças de teatro. Na maior parte, era protagonista. Além de atriz, apresentadora e entrevistadora, Maria Claudia também foi produtora dos seguintes espetáculos de teatro: “Réquiem para uma Negra”, “Fantoches” e “Jango”.
Participou de vários programas e especiais em diversas emissoras de TV. Foi capa de muitas revistas, e eleita uma das mulheres mais bonitas do Brasil durante os anos 70. É casada desde 1976 com o filósofo, escritor, jornalista e roteirista Luiz Carlos Maciel.
Cláudia, ainda hoje, gosta de posar para fotos com um crucifixo italiano de pedras verdes. O talismã dado por sua mãe é o acessório que a atriz usava na época em que sua imagem estava nas principais revistas do país.
Aos 57 anos, ela volta a usar o objeto da sorte ao falar dos novos trabalhos: um papel em “Caminhos do coração”, trama de Tiago Santiago que começa no próximo dia 28, na Record, e a peça “Lembranças de um sonho”, que estréia nesta quinta-feira, no Teatro Glória. Antes que o público comemore a “volta” de Maria Cláudia, a atriz – que ainda conserva a beleza que a fez famosa na década de 70 – afirma que nunca desistiu da carreira.
Em 2005, ela participou da bem-sucedida versão de “A escrava Isaura” na mesma Record.
As pessoas dizem que parei porque eu não estou na Globo – afirma ela, que não sabe dizer por que ficou tanto tempo afastada dos folhetins.
– Não pintou mais convite, mas não sei o motivo. Tenho, inclusive, o maior carinho por todos na Globo. Mas, como não me chamavam, e pedra que não rola cria limo, pensei que estava na hora de correr perigo. Nascer, viver e morrer no mesmo lugar é muito limitador – diz a atriz, que deixou a TV Globo em 1992, depois de participar de “Deus nos acuda”, de Sílvio de Abreu.
Depois de sete anos de tratamento para curar um problema nas cordas vocais, que lhe tirou a voz no réveillon de 1984 para 1985, a atriz não conseguiu se livrar totalmente da rouquidão. Mas não acha que isso tenha atrapalhado sua carreira.
– Eu voltei com a voz rouca, mas tem tanta atriz assim, né? – pergunta ela, para, em seguida, dar uma sonora gargalhada. – Não sou o tipo de pessoa que fica chateada e magoada. Achei que a vida estava me colocando para fazer mais teatro.
Acredito em desígnios. E aprendi que as portas se fecham, mas também se abrem. Quem fica magoada fica com a energia estagnada. Não quero raiva, mágoa, esses sentimentos dentro de mim. Quando eles aparecem, eu falo: “Xô, xô, vai embora, vai para o fundo do mar sagrado” – diz a atriz, apontando para a janela de seu apartamento, no Leblon, pertinho da praia.
Embora tente manter o bom humor, a doença nas cordas vocais é um assunto que ela gostaria de ver encerrado.
– Parece que virou um estigma – lamenta. – Disseram-me que foi câncer, mas eu só sei que eu perdi meu pai, minha melhor amiga, que eu considerava uma irmã de sangue, e minha mãe, um depois do outro. Minha mãe morreu em 28 de agosto de 1984. Pensei que fosse a última perda, mas no réveillon daquele ano fiquei sem a voz. E era tudo emocional. Afinal, tinha perdido tudo o que eu tinha na minha vida. Sou filha única. Fiquei sozinha.
Depois de muitas injeções, consultas em São Paulo e cirurgias, inclusive espirituais, ela não sabe dizer o que a curou. Diz que a voz voltou quando teve de voltar, porque acredita que “tudo tem o seu tempo”.

12.818 – Teledramarturgia – Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos


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Do site G1 para o Mega

Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco, que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas. Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Ele gravou cenas da novela na parte da manhã. Após o término da gravação, o ator almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.
Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.
A atriz descreveu o acidente para a polícia. Segundo ela, os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio.
Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou Domingos. Eles nadaram de volta para a pedra, Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou de volta para água.
Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores ajudaram nas buscas. Por volta das 20h40, o corpo de Domingos estava dentro de um barco na margem do rio –uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) saiu de Aracaju rumo a Canindé de São Francisco.
Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).
Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local com privacidade. “Eles acharam que era seguro, mas na verdade era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, contou ele.
Começo no teatro e no circo
O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes.
Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encatado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012), seu primeiro protagonista.
Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e o João Miguel de “Sete Vidas (2015).
Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.
Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.
Em entrevista a Ana Maria Braga no “Mais Você”, exibida pela TV Globo no último dia 7 de setembro, Domingos falou sobre as cenas gravadas no rio São Francisco. “Quando você chega no primeiro dia de gravação e dá um mergulho, está batizado para o resto da vida. O sertão é um lugar incrível e precisa ser conhecido”, disse Montagner.

12.684 – Teledramarturgia – O Ator Marcos Paulo


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Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.
Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.

12.683 – Teledramarturgia – O Ator Sérgio Cardoso


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Sérgio Fonseca de Mattos Cardoso, mais conhecido como Sérgio Cardoso (Belém, 15 de março de 1925 — Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1972), foi um ator brasileiro.
Formou-se em Direito no Rio de Janeiro e sonhava com o Itamarati, queria ser diplomata. Despertou para o teatro ao conhecer o Teatro Universitário do Rio de Janeiro, e sua estreia foi no papel-título de Hamlet, de Shakespeare. O sucesso foi tão grande que contribuiu para sua decisão de seguir a carreira de ator. Foi para o Teatro Brasileiro de Comédia, de São Paulo, onde fez peças importantes, como: Entre Quatro Paredes, A Ópera dos Três Vinténs, Do Mundo Nada se Leva, Seis Personagens à Procura de um Autor, Convite ao Baile, A Falecida, A Raposa e as Uvas e A Ceia dos Cardeais.
Em 1949 fundou sua própria companhia teatral, o Teatro dos Doze, em sociedade com a atriz Nydia Lícia, com quem foi casado e teve uma filha, Silvia.
Na TV Tupi, Sérgio Cardoso fez várias telenovelas de sucesso: O Sorriso de Helena, O Cara Suja, O Preço de uma Vida, O Anjo e o Vagabundo, Somos Todos Irmãos e Antônio Maria — esta última escrita por Geraldo Vietri, na qual contracenou com Aracy Balabanian. Em 1968, atuou em O Santo Mestiço, novela sobre a vida de São Mantinho de Porres, além de aparecer no filme A Madona de Cedro, no papel do sacristão aleijado Pedro. Foi o protagonista de Os Herdeiros, filme de Cacá Diegues produzido entre 1968-1969.
A partir de 1969 participou de diversas novelas da TV Globo, dentre elas A Cabana do Pai Tomás, Pigmalião 70 e A Próxima Atração. O Primeiro Amor foi seu último trabalho: o ator faleceu devido a um ataque cardíaco a apenas 28 capítulos do desfecho da trama e seu personagem foi então interpretado por Leonardo Villar.
Mais de vinte mil pessoas acompanharam o enterro do ator em São Paulo. Após sua morte, houve rumores de que Sérgio havia sido enterrado vivo, fato enfaticamente negado por parentes e amigos.
No local onde ele fundou a companhia de teatro, no bairro da Bela Vista, hoje existe o Teatro Sérgio Cardoso

Um pouco mais:
Uma das lendas mais famosas dos anos 1970 envolveu a morte do ator Sérgio Cardoso. Um dos grandes nomes do teatro e da televisão brasileira nos anos 1950 e 1960, ele morreu em consequência de um ataque cardíaco no dia 18 de agosto de 1972, no Rio de Janeiro, aos 47 anos.
A morte do ator comoveu todo o Brasil. Mais de 15 mil pessoas, de acordo com reportagens da época, compareceram ao enterro no cemitério São João Batista. Pouco tempo depois, surgiu um boato, repercutido em toda a mídia brasileira, de que o ator sofria de catalepsia, uma doença rara que deixa os membros rígidos por horas, como se a pessoa estivesse morta. Por causa da doença, Sérgio Cardoso teria sido enterrado vivo.
A história dizia que a família teria pedido que o corpo fosse exumado. Ao abrir o caixão, Sérgio Cardoso estaria virado de bruços, com arranhões no rosto. O fato sempre foi negado pelos familiares do ator. Durante muitos anos a lenda foi contada, com diferentes versões, causando medo principalmente em familiares de pessoas vítimas de ataques cardíacos.
Além de diversos papeis marcantes no teatro, Cardoso fez muito sucesso na novela Antônio Maria, da Rede Tupi, em 1968. Na Globo, protagonizou A Cabana do Pai Tomás, em 1969; Pigmalião 70, em 1970: e A Próxima Atração, em 1971.
Quando morreu, vivia o professor viúvo Luciano em O Primeiro Amor, novela das 19h da Rede Globo. Faltavam apenas 28 capítulos para o desfecho da trama. Ele teve que ser substituído por Leonardo Villar, que entrou em cena após um texto lido por Paulo José.
Catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam moles, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação.
No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica. Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje pois já existem equipamentos tecnológicos que, quando corretamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.
O estado de morte aparente pode surgir em casos de asfixia, intoxicação, soterramento, afogamento, enfarte fulminante ou hipotermia.
Nem a falta de respiração ou batimentos cardíacos significa, necessariamente, ausência de vida. Místicos e faquires indianos que praticam a postura Khé-chari-mudra (suspensão da respiração perceptível) permanecem muitas horas nesse estado. Também na índia, cardiologistas descobriram que certas posições iogas permitem paralisar o coração.
Um exame confiável para reduzir as chances de erro é a realização de exames com eletrocardiograma e eletroencefalograma.
No Vietnã “milhões de pessoas já foram enterradas vivas por ausência constatada dos chamados sinais vitais”, afirma o médico francês Perón Autret. Após um profundo estudo sobre a morte ele publicou na década de 70 o livro Os enterrados vivos com revelações assustadoras sobre o assunto.
Cita a estatística levantada pelo exército norte-americano durante a guerra do Vietnã. Quando os soldados mortos eram repatriados, a lei obrigava as autoridades abrirem os caixões.
Graças a isso, constatou-se que quatro por cento dos soldados aparentemente foram encaixotados vivos. Alta patente militar chegou a propor que os combatentes fossem enterrados com frascos de clorofôrmio ao alcance da mão para abreviar o sofrimento.
A causa de tanto infortúnio são ataques catalépticos mal diagnosticados.
Em séculos passados, quem “resolvesse” se levantar da tumba era tomado por vampiro e ganhava esse estigma da sociedade.
O mais célebre caso foi o de Lázaro, salvo por Jesus Cristo. Quando ele adoeceu, Jesus disse: “Esta enfermidade não é de morte”. Porém, na volta do Messias a Betânia, Lázaro, irmão de Marta e Maria, já havia sido sepultado há quatro dias. Ao saber das más notícias, pelas irmãs inconsoláveis, Jesus pediu para ser conduzido à caverna onde jazia o corpo de Lázaro. Mandou que retirassem a pedra da entrada. Gritou: “Lázaro, sai!”. E o morto saiu, ainda com as ataduras e o sudário.
Lenda urbana: Velório do ator Sérgio Cardoso
Quando se fala em casos de gente enterrada viva, o nome do ator Sérgio Cardoso está na ponta da língua. Falecido em 18 de agosto de 1972, seu corpo foi enterrado no cemitério São João Batista o enterro foi acompanhado por mais de dez mil pessoas, que choravam e gritavam.Na época surgiu uma LENDA URBANA de que Sérgio Cardoso tinha sido enterrado vivo . O boato surgiu em parte porque Sérgio Cardoso tinha “um aspecto bem disposto durante o velório”.
Segundo notícias da época, conta que Erik, o maquiador da emissora (TV GLOBO), confessou mais tarde ter caprichado em sua arte para dar vida ao rosto do falecido durante o velório.
Levantada a suspeita, nada ficou comprovado até hoje. Porém, em dezembro de 1979, uma edição do programa Fantástico colocou Sérgio Cardoso entre os exemplos dramáticos de morte aparente.
Diz ainda a LENDA URBANA, de que o corpo de Sérgio Cardoso havia sido exumado e estaria deitado de bruços no caixão. Mas uma exumação envolve uma burocracia enorme e só pode ser realizada em presença de alguém da família. Como isso foi feito e ninguém ficou sabendo?

12.054 – Teledramaturgia – A Morte da Atriz Marília Pêra


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Artistas e colegas comentaram nas redes sociais a morte da atriz, cantora e diretora Marília Pêra, que morreu no Rio de Janeiro neste sábado.
Ela estava em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. Marília se tratou recentemente de um desgaste ósseo na região lombar, que a fez se afastar do trabalho por um ano.
Marília Pêra era uma das artistas mais completas do Brasil: além de interpretar, era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas de televisão. Um dos últimos trabalhos da atriz foi sua participação na série “Pé na Cova”, da TV Globo.
A atriz, que lutava contra um câncer havia 2 anos, morreu em casa, ao lado da família. Ela deixa os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria. O velório será no Teatro Leblon, sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 – Leblon), a partir de 13h, também neste sábado.
Marília era uma das artistas mais completas do Brasil: além de interpretar, era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas de televisão. Um dos últimos trabalhos da atriz foi sua participação na série “Pé na Cova’, da TV Globo, onde interpretava a personagem Darlene.
Marília Soares Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no bairro do Rio Comprido, no Rio. Sua primeira entrada em cena aconteceu quando ainda era bebê, fazendo figuração numa peça, informa seu perfil no Memória Globo. Aos quatro anos de idade, ela atuou com os pais no espetáculo “Medeia”. Sua irmã mais nova, Sandra Pêra, também é atriz e cantora.
Entre os 14 e os 21 anos, Marília atuou como bailarina em musicais. Quando tinha 18, viajou por Brasil e Portugal com a peça “Society em baby-doll”. Outro destaque foi “Como vencer na vida sem fazer força”, trabalhando ao lado de Procópio Ferreira, Moacyr Franco e Berta Loran.
Em 1965, Marília foi contratada pelo diretor Abdon Torres para integrar o elenco inicial da TV Globo. Nessa época, fez o papel principal das novelas “Rosinha do sobrado”, “Padre Tião” e “A moreninha”.
Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte. Na minissérie “JK”, fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Ao longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte. Na minissérie “JK”, fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Sucesso também no cinema
Ao longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, “Irma Vap”, que ficou em cartaz por mais de dez anos, com Marco Nanini e Ney Latorraca como protagonistas.
Além disso, nos palcos interpretou Carmen Miranda em diversas ocasiões – “O teu cabelo não nega” (1963), “A pequena notável” (1966), “A tribute to Carmen Miranda” (1975), apresentada em Nova York, “A Pêra da Carmem” (1986 e 1995) e “Marília Pêra canta Carmen Miranda” (2005). Outras estrelas vividas por Marília foram Dalva de Oliveira, no musical “A estrela Dalva” (1987); Maria Callas, na peça “Master Class” (1996) e a estilista “Coco Chanel”, na peça “Mademoiselle Chanel” (2004).

9936 – Morre aos 81 anos o ator Paulo Goulart


Ministro no Nosso Lar
Ministro no Nosso Lar

O ator Paulo Goulart morreu em 13 de março, às 13h15, aos 81 anos, devido a complicações em decorrência de um câncer renal avançado, contra o qual lutava havia cerca de cinco anos. Ele estava internado no Hospital São José – Beneficência Portuguesa, em São Paulo.
O velório acontece no Theatro Municipal, das 23h30 desta quinta às 13h de sexta (14), aberto ao público. O enterro será às 14h no Cemitério da Consolação.
Ator com extensa carreira no teatro, na televisão e no cinema, ele era casado com a atriz Nicette Bruno e tinha três filhos, as atrizes Beth Goulart e Bárbara Bruno e o ator Paulo Goulart Filho.
Paulo Afonso Miessa nasceu em 9 de janeiro de 1933 em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Seu sobrenome artístico —Goulart— veio de seu tio, o radialista Airton Goulart.
Passou parte da infância na fazenda de plantação de café e depois criação de gado, mas logo mudou-se para Olímpia, também no interior do Estado, onde seu pai fundou uma rádio. Goulart trabalhou nela, primeiro como DJ e operador de som. Aos 13, foi promovido a locutor.
Já crescido, mudou-se para São Paulo para estudar química industrial. “Cheguei até o segundo ano [do curso] e descobri minha verdadeira vocação. Graças a Deus, o teatro me tirou da química”, disse ele em entrevista à Folha, em 2010.

Espírita convicto, participou de dois filmes ligados à religião: “Chico Xavier, o Filme” e “Nosso Lar”. Também escreveu a peça teatral “Sete Vidas” —uma das seis assinadas por ele—, depois publicada como livro.

Sobre o fato de seus filhos terem todos seguido carreiras artísticas, ele disse: “Eu estou sempre fazendo o papel de pai de atores que têm quase a minha idade. Eu comecei muito cedo a fazer personagens que são pais, talvez porque, na vida real, eu seja um paizão —e me orgulho disso!”.

O gosto pela minúcia também se traduziu em gastronomia, seu maior hobby. Teve um restaurante, o Don Paolo, em São Paulo, e lançou um livro de receitas com Nicette, “Grandes Pratos e Pequenas Histórias de Amor”.

Paulo Goulart e Nicette Bruno já foram prestigiados como um casal. Ganharam, em 2006, um Prêmio Shell Especial pela união e trabalho desenvolvidos em 20 anos de carreira. E em 2009, o Prêmio Especial da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) pelo projeto “Teatro nas Universidades”.

Além dos três filhos, Goulart deixa sete netos (três dos quais se tornaram atores) e duas bisnetas.

TRAJETÓRIA

1952
Primeira novela, ‘Helena’, adaptação de Manoel Carlos para o romance homônimo de Machado de Assis, na TV Paulista
Convidado por Nicette Bruno, na época do elenco da companhia Teatro do Alumino, estreia no teatro com a peça ‘Senhorita Minha Mãe’, de Louis Verneuil, dirigida por Abelardo Figueiredo.

1953
Funda, com Nicette Bruno, a companhia Teatro Íntimo

1956
Participa da montagem da peça ‘Vestido de Noiva’ de Nelson Rodrigues, com a companhia de Henriette Morineau

1957
Estreia no cinema com o filme ‘Rio Zona Norte’, de Nelson Pereira dos Santos

1966-68
Atua nas novelas ‘As Minas de Prata’, ‘Os Fantoches’ e ‘O Terceiro Pecado’, escritas por Ivani Ribeiro para a TV Excelsior

1969
Atua nas novelas ‘A Cabana do Pai Tomás’ (Hedy Maia) e ‘Verão Vermelho’ (Dias Gomes), da TV Globo

Na trama de Dias Gomes, Goulart integra o triângulo amoroso central junto a Jardel Filho e Dina Sfat

1972
É o par romântico de Marília Pera na novela da Globo ‘Uma Rosa com Amor’, de Vicente Sesso

1974
Ganha os prêmios da APCA e o Molière de Melhor Ator por sua atuação na peça ‘Orquestra de Senhoritas’, de Jean Anouilh, com direção de Luís Sérgio Person.

1977-79
Na TV Tupi, atua nas novelas ‘Éramos Seis’ e ‘Gaivotas’

1980
Na Globo, participa das novelas ‘Plumas e Paetês’ (Sílvio de Abreu),

1986
Faz a novela ‘Roda de Fogo’ ( Lauro César Munis), na TV.

1988
Na TV Bandeirantes, atua na minissérie ‘Chapadão do Bugre’, adaptação de Antônio Carlos da Fontoura para a obra de Mário Palmério, e na Globo, participa da novela ‘Fera Radical’, de Walther Negrão.

1991
Na novela ‘O Dono do Mundo’ (TV Globo), de Gilberto Braga, interpreta o pai do vilão vivido por Antônio Fagundes.

1993
Interpreta o vilão Donato no remake de ‘Mulheres de Areia’, de Ivani Ribeiro, na TV Globo.

1999-2000
Participa das minisséries da Globo ‘Auto da Compadecida’, adaptação de Guel Arres, Adriana Falcão e João Falcão e ‘Aquarela do Brasil’, de Lauro César Muniz.

2004
Integra elenco das minssérie ‘Um Só Coração’, de Maria Adelaide Amaral, na TV Globo.

2006-7
Na Globo, faz as minisséries ‘JK’ (Maria Adelaide Amaral) e ‘Amazônia – de Galvez a Chico Mendes’ (Gloria Perez) e participa da novela ‘Duas Caras’ (Agnaldo Silva).

2010-11
Entra nos elencos das novelas da Globo ‘Cama de Gato’ (Duca Rachid e Thelma Guedes) e ‘Morde & Assopra’ (Walcyr Carrasco)

9288 – Mega Personalidades – México de Luto com morte de uma atriz famosa


Alvarez no auge de sua beleza
Alvarez no auge de sua beleza

Karla Mercedes Álvarez Báez (Cidade do México, no México em 15 de outubro de 1972 – 15 de novembro de 2013 ) foi uma atriz mexicana. Karla Álvarez começou sua carreira como atriz aos 20 anos, co-protagonizando a bem-sucedida telenovela María Mercedes, ao lado de Thalía, em 1992.
Ela é graduada como uma bailarina profissional na “Escola Nacional de Dança Contemporânea e Clássica (INBA)” e ingressou a partir das fileiras do “Centro de Artes Educação (CEA)” da Televisa, se caracterizou pela força das suas personagens, principalmente antagônicas, que realizou juntamente ao lado das atrizes Kate del Castillo, Laura León, Elsa Aguirre, Chantal Andere e Gabriela Spanic, entre outras.
A longa lista de telenovelas e séries que tenha Karla, incluem Buscando Paraíso, Agujetas de color de rosa, Prisonera de amor, Acapulco, cuerpo y alma, Mi querida Isabel, La Mentira, Cuento de Navidad, Alma rebelde, Mujeres engañadas, La Intrusa e ¡Vivan los niños!.
Em 2002, Karla levou o terceiro crédito da peça La Casa de los Líos, tendo trabalhado nas peças La Cenicienta e Engáñame si puedes.

No entanto, em 2003, Karla participou do reality show Big Brother VIP, onde permaneceu pouco mais de 50 dias, após protagonizar um romance com o George ‘El Burro’ Van Rankin.
A morte precoce da atriz mexicana Karla Álvarez, conhecida por ter atuado em novelas como “Agujetas de color de rosa” e “Maria Mercedes”, esta última transmitida no Brasil pelo SBT, comoveu o México.
A notícia sobre o falecimento da atriz foi dada por sua irmã em um programa de televisão do país.
Momentos depois, o jornalista mexicano Gustavo Adolfo Infan confirmou a a informação por meio de sua conta no Twitter.
O serviço em espanhol da BBC, no México, Alberto Nájar, disse que, oficialmente, a Promotoria Geral do Distrito Federal (PGJDF), responsável pelas investigações, não informou a causa da morte de Karla, embora rumores indiquem que a atriz tenha sofrido uma parada cardiorrespiratória.

9162 – De Volta aos anos 70 com “Pecado Mortal” da Record


Charger RT era a estrela do Show no Brasil doas anos 70, com seu motor V8
Charger RT era a estrela do Show no Brasil doas anos 70, com seu motor V8

Os aos 70 são “imortais”, quem viveu nunca vai esquecer a magia da Disco, entre outras coisas. Mesmo problemas como a Ditadura Política aqui no Brasil, não foram suficientes para sufocar o cult mundial, e hoje, embora não haja ditadura e mesmo apesar de avanços tecnológicos, houve um retrocesso ainda que, sem a tirania ufanista do “ameo-o ou deixe-o”.

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Record investe alto nos cenários de “Pecado Mortal”
De acordo com o jornal “O Globo”, a trama foi a produção mais cara já feita pela emissora.
Os maiores investimentos estão sendo feitos nos efeitos visuais, já que o folhetim se passa nos anos de 1970, e nos cenários. Ao todo, serão 40 ambientes, e chama a atenção dos bastidores o cuidado na produção.

Opala SS
Opala SS

Enredo
A novela trata de poder e poderosos. A novela Pecado Mortal fala da ascensão do tráfico de drogas no Rio e do declínio do jogo do bicho no fim da década de 1970. A família de bicheiros será dona de uma escola de samba.
Dois primos sem nenhum caráter, vindos do interior, e um detetive vilão serão personagens de peso na trama.
Paloma Duarte interpretará Dorotéia. Ela é o verdadeiro cérebro da família Ashcar, rivais de Michelle (Luiz Guilherme) e sua família, os Vêneto. Articulada, impiedosa e sanguinária quando acha que precisa impor respeito, ela exerce seu poder sobre o irmão, Danilo (Gustavo Machado). A relação entre os irmãos é complexa. Fogosa e voluntariosa, gosta de seduzir empregados, mas logo se cansa dos amantes.
Juliana Didone será Leila, uma garota linda, inteligente, esperta e que zela extremamente por sua liberdade.
Maytê Piragibe trocou as vestes brancas da egípcia Azenate, de José do Egito, pelo batom vermelho de Donana. A atriz participa da primeira fase da novela. Há quem defina a moça como uma verdadeira peste. Sem medo do perigo, Donana é capaz de usar até métodos ilícitos para atingir seus objetivos.
Henrique Guimarães vive o italiano Michelle na fase jovem. Galanteador por natureza, o rapaz consegue seduzir as meninas mais pelo porte do corpo do que por um rostinho bonito. Apesar de ser discreto, se engana quem pensa que Michelle é flor que se cheire.

Trilha Sonora
Com uma trilha sonora surpreendente, a emissora apostou nas músicas que foram sucesso nos anos 70.

Veja a trilha internacional:

The Crusaders – Street Life
Donna Summer – Bad Girls
Village People – Macho Man
Miley Cyrus – We Can’t Stop
Kelly Clarkson – Tie It Up
Jason Mraz – I Dont Miss You
Adele – Don’t You Remember
Fifth Harmony – Miss Movin’ On
Austin Mahone – What About Love
John Mayer Feat. Katy Perry – Who You Love

9026 – Mega Personalidades – A Morte de Cláudio Cavalcanti


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Leia sobre a vida de Cláudio Cavalcanti no Mega 5129

O ator e secretário municipal de Defesa dos Animais do Rio de Janeiro, Cláudio Cavalcanti, morreu no final da tarde deste domingo (29), informou o hospital Pró-cardíaco Botafogo, na zona sul da cidade.
O ator estava internado desde segunda-feira. O hospital não revelou a causa da morte.
Cavalcanti era carioca, tinha 73 anos e fez mais de 50 novelas, minisséries e especiais. Nos últimos anos se dedicava mais à carreira política, tendo sido vereador e, mais recentemente, secretário do governo de Eduardo Paes.
De acordo com a Prefeitura do Rio, o secretário se internou na última segunda-feira para fazer uma cirurgia na coluna e sofreu “complicações cardíacas”.
Seu último trabalho vai estrear no dia 7 de outubro na GNT. Cláudio participou da segunda temporada de “Sessão de Terapia” onde interpretou um empresário com Síndrome do Pânico.
Dirigida por Selton Mello, a série uma franquia israelense “BeTipul” e mostra o terapeuta, vivido por Zécarlos Machado, atendendo seus pacientes e também se tratando.

8178 – Mega Memória – Sandra Brea


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(Rio de Janeiro, 11 de maio de 1952 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 2000), conhecida profissionalmente como Sandra Bréa, foi uma atriz brasileira. Foi considerada símbolo sexual do país na década de 1970 e na década de 1980.
Ela era famosa não apenas pelos seus muitos trabalhos, mas também por ter assumido publicamente, em agosto de 1993, que foi contaminada pelo vírus da AIDS, lutando contra a discriminação. Contudo, a atriz faleceu vítima de câncer de pulmão, sete anos mais tarde.
Sandra Bréa iniciou sua carreira aos treze anos de idade, como modelo. Aos catorze, ela seguiu para o teatro de revista do Rio, onde estrelou Poeira de Ipanema.
Em 1972, o diretor Daniel Filho convidou-a para interpretar Telma, personagem da novela O Bem-amado, da Rede Globo.
Como atriz estreou, em 1968, na peça Plaza Suite, tendo sido escolhida para o papel pelo diretor João Bittencourt e pela atriz Fernanda Montenegro.
Contratada por Moacyr Deriquém, foi trabalhar na Rede Globo, estreando na telenovela Assim na Terra Como no Céu, em 1970. Seu primeiro grande papel, porém, foi no clássico O Bem Amado, de Dias Gomes, em 1973. Em seguida, atuou em Os Ossos do Barão e Corrida do Ouro, Escalada, O Pulo do Gato , Memórias de Amor, Elas por Elas, Sabor de Mel, Ti Ti Ti, Bambolê, Pacto de Sangue, Gente Fina e Felicidade. Com exceção de Sabor de Mel, feita na Rede Bandeirantes, todas as demais foram feitas na Rede Globo.
Logo que estreou na televisão, Sandra Bréa começou a fazer não apenas novelas, mas também shows, como Faça Humor, Não Faça Guerra, onde conheceu Luís Carlos Miele, que veio a ser seu parceiro em uma série de apresentações que misturavam canto, dança e humor, principalmente no programa Sandra e Miele, apresentado pela Rede Globo a partir de 1976, tornando-se um grande sucesso de crítica e de audiência.
Muito bonita, Sandra Bréa foi um dos principais símbolos sexuais do Brasil, principalmente na década de 1970, tendo posado nua diversas vezes para as revistas como Status e Playboy, entre outras. Sua beleza também rendeu convites para filmes eróticos (como Sedução; Cassy Jones, o magnífico sedutor; Herança dos devassos, Um uísque antes, um cigarro depois e Os mansos) e pornochanchadas. Seus primeiros nus foram feitos ainda na década de 1970, em pleno regime militar, quando esse tipo de coisa era bem menos comum.

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Desde que anunciou que era soropositiva, Sandra Bréa se afastou de tudo e de todos. Em dezembro de 1999, seus médicos detectaram um tumor maligno no pulmão em estágio avançado e lhe deram seis meses de vida. No mês seguinte, foi internada e submetida a uma biópsia. A proposta foi de um tratamento à base de quimioterapia e radioterapia. Sandra recusou. Escondeu por um tempo sobre a doença. Quando revelou-a, primeiramente disse ter se infectado em uma doação de sangue contaminada, pois em 1991 sofreu um grave acidente de carro em que precisou de transfusão. Porém, pesquisas constataram, que naquela época só eram infectadas mulheres no interior, onde não havia uma fiscalização adequada.
No final de abril de 2000, já praticamente sem voz, com muitas dores, insuficiência respiratória e febre, a atriz concordou em receber um oncologista.
Em 2 de maio de 2000, ela foi levada ao Hospital Barra D’or para fazer uma tomografia computadorizada. Não soube o resultado, pois morreu dois dias depois em sua casa, em Jacarepaguá. “Não morrerei de Aids”, dizia. “Vou morrer como qualquer um, atropelada.”
Ela deixou um filho adotado, Alexandre Bréa Brito, com quem alegadamente estava brigada à época de sua morte.

sandra brea

7474 – Teledramaturgia – Aos 82, ator Walmor Chagas é achado morto no interior de São Paulo


O ator Walmor Chagas morreu nesta sexta-feira (18-01-2013), aos 82 anos, na casa em que morava em Guaratinguetá, região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo.
A causa da morte foi um disparo no peito, segundo a Polícia Civil.
Walmor morava no interior havia muitos anos, num hotel-fazenda chamado Sete Nascentes, no bairro das Pedrinhas. O ator era dono da pousada.
José Arteiro de Almeida, administrador do estabelecimento, foi quem encontrou o corpo, por volta das 16h40 da tarde desta sexta, e chamou a polícia logo em seguida.
Almeida, que trabalhava com Walmor havia 30 anos, afirmou que todos os funcionários já tinham ido embora e só ele e o ator estavam no local. Almeida saiu para tomar banho e, quando voltou, encontrou o corpo.
Segundo Almeida, embora Walmor estivesse sofrendo de diabetes, ele aparentava estar normal e sem apresentar indícios de que poderia cometer suicídio.
A região onde fica o hotel-fazenda está na encosta da serra da Mantiqueira, um lugar de difícil acesso.
Segundo informações da polícia, um delegado do 2º DP e investigadores de plantão estão no local. Como a comunicação com a equipe é difícil, não há mais informações sobre o caso até o momento.
Nascido em Porto Alegre, o ator estreou com uma pequena participação num episódio do “Grande Teatro Tupi”, da TV Tupi, em 1953. No cinema, estreou em 1965, em “São Paulo S.A.”, de Luís Sérgio Person. Um de seus últimos papéis foi vivido no filme “Cara ou Coroa” (2012), de Ugo Giorgetti. Em 2008, foi premiado pelo conjunto de sua obra cinematográfica no Festival de Gramado.
Na TV, participou de novelas como “A Favorita” (2008), “Pé na Jaca” (2006), “Esperança” (2002), “Selva de Pedra” (1986) e “Vereda Tropical” (1984), na Globo, e “Caminhos do Coração” (2007), na Record.
Walmor Chagas foi uma das estrelas do TBC, o Teatro Brasileiro de Comédia –uma das referências de arte dramática no país nos anos 50 e 60–, ao lado de Cacilda Becker (1921-1969), com quem se casou e teve uma filha, a cantora Maria Clara Becker, adotada pelo casal em 1964. Em março deste ano, o ator seria homenageado pelos 64 anos de teatro na cerimônia do Prêmio Shell, no Rio.
Em 2011, em entrevista à série “Grandes Atores”da GloboNews, falou sobre as poucas aparições nos últimos anos e disse que passou a se sentir deslocado no circuito das artes. “É como um atleta: tem um período de auge, depois começa a decair.” Disse, ainda, que um ator tem de saber a hora de sair de cena.
“Apesar dos problemas físicos, como uma doença que tinha na vista, ele era uma pessoa alegre e bem-humorada. Tinha uma voz impressionante, idêntica à voz dos tempos em que filmou ‘São Paulo S/A’. Vivia absolutamente sozinho no sítio, mas parecia gostar muito disso. Quando vinha filmar ficava ansioso para voltar para casa”, diz Julia Ianina, 29, atriz que fez o papel de neta de Walmor no filme “Cara ou Coroa”.

Trabalhos na TV
1965 – “A Outra”
1965 – “Teresa”
1966 – “O Amor Tem Cara de Mulher”
1967 – “Presídio de Mulheres”
1969 – “Nenhum Homem É Deus”
1970 – “As Bruxas”
1974 – “Corrida do Ouro”
1975 – “O Grito”
1977 – “Locomotivas”
1979 – “Como Salvar Meu Casamento”
1980 – “Coração Alado”
1981 – “O Amor É Nosso”
1982 – “Avenida Paulista”
1982 – “Final Feliz”
1983 – “Eu Prometo”
1984 – “Caso Verdade, Esperança”
1984 – “Vereda Tropical”
1986 – “Selva de Pedra”
1987 – “Mandala”
1988 – “O Pagador de Promessas”
1993 – “Sex Appeal”
1993 – “Sonho Meu”
1996 – “Salsa e Merengue”
1997 – “Malhação”
2000 – “Marcas da Paixão”
2001 – “Os Maias”
2002 – “Esperança”
2005 – “Mad Maria”
2006 – “Pé na Jaca”
2007 – “Caminhos do Coração”
2008 – “A Favorita”
2009 – “Os Mutantes”

Walmor

Espiritismo e Teledramaturgia – A Viagem


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Foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 11 de abril a 22 de outubro de 1994, no seu horário das 19 horas, em 167 capítulos. Escrita por Ivani Ribeiro, com a colaboração de Solange Castro Neves, direção de Wolf Maya e Ignácio Coqueiro e direção geral de Wolf Maya.
Contou com Antônio Fagundes, Christiane Torloni, Guilherme Fontes, Maurício Mattar, Andréa Beltrão, Lucinha Lins, Miguel Falabella, Jonas Bloch, Laura Cardoso e Thaís de Campos nos papeis principais.

Enredo
Pego em flagrante num assalto, Alexandre Toledo, um jovem de classe média usuário de drogas e álcool, mata o homem que o surpreende e tenta fugir. Porém, seu irmão Raul e seu cunhado Téo o entregam à polícia. Tem uma irmã chamada Dináh, uma mulher bonita, charmosa e que tem muito ciúme de Téo, seu marido que é bem mais jovem que ela, com quem tem uma filha de 7 anos. Dináh é quem faz tudo para defender Alexandre. Vai procurar o renomado advogado Otávio Jordão para que represente Alexandre, mas se depara com um homem revoltado e disposto a fazer de tudo para condenar o rapaz, uma vez que o morto era seu melhor amigo. Assim sendo, Alexandre é condenado e preso, sofrendo muito. Para não passar mais de 20 anos sofrendo na cadeia, suicida-se, prometendo vingança “senão nessa vida, na outra”.
Com o suicídio de Alexandre, o médico e amigo da família Dr. Alberto Rezende põe-se a tentar ajudar a mãe dele, Dona Maroca, e a todos da família, dada a tragédia. Alberto é apaixonado por Dináh, mas depois volta suas atenções para Estela, irmã de Dináh, Raul e Alexandre. Estela tem problemas com sua filha adolescente Bia, que criou sozinha já que o marido, Ismael Novaes, é um mau caráter que a abandonou com a filha pequena. Porém, depois de anos de ausência, ele reaparece e passa a influenciar negativamente a filha contra a mãe.
Do lado cômico da trama existe a pensão de Dona Cininha, onde vivem Tibério, um bondoso funcionário público amigo de Estela e que acredita ter um amigo imaginário; Adonay, um homem misterioso apelidado de “Mascarado”, que esconde seu rosto horrivelmente deformado num acidente de adolescência; e o folgado Agenor, pai da jovem Lisa.
O Dr. Otávio, com quem Dináh passa a viver uma relação de ódio, culpando-o por tudo de ruim que aconteceu a seu irmão, é viúvo e pai de dois filhos: o jovem Tato e o garoto Dudu. Todavia, Alexandre, no vale dos suicídas, um lugar de dor e sofrimento para os que se matam, passa a atormentar a vida de todos, cumprindo o que prometera antes de morrer, como por exemplo deixando Tato drogado e alcoólatra, incentivando-o sem ele saber, para ele ir em prostíbulos e boates, além de bater em mulheres. Ele causa tudo isso para atingir Otávio.
Ele também acaba estragando o casamento de Raul e Andreza influenciando negativamente a sogra de seu irmão, Dona Guiomar, antes uma mulher doce que se torna uma víbora por causa de Alexandre. E ainda torna Téo um marido muito violento com Dináh. Seus principais alvos são o advogado, o irmão e o cunhado.
Dináh e Otávio acabam se apaixonando, bem como Téo e Lisa, ex-namorada de Alexandre que sofria muito por ele além de apanhar muito dele e ser abusada sexualmente quando não queria nada com ele. A única pessoa que se dá conta da malévola influência de Alexandre sobre os vivos é o Dr. Alberto, adepto do Espiritismo, que tenta fazer algo através de suas reuniões mediúnicas.
Morre o advogado Otávio (num acidente de carro provocado por Alexandre) e, depois, morre também Dináh (de um infarto fulminante após reencontrar sua sobrinhia, Bia que estava desaparecida, pois era sua última missão aqui na Terra). Eles se reencontram num lugar chamado “Nosso Lar”, uma colônia espiritual de fato existente para alguns espíritas, onde os espíritos evoluem e aprendem lições de amor e paz. De lá, juntos, com seu amor capaz de superar todas as barreiras, os dois tentam reverter a influência diabólica de Alexandre, que está preso no “Vale dos Suicídas”, sobre os seus entes queridos na Terra. Farão Alexandre perdoar a todos, e ir para colônia “Nosso Lar”, um lugar de paz, amor e evolução espiritual, para que Alexandre reencarne e se torne melhor, além de evoluir espiritualmente.

6641 – Espiritismo no Cinema – Nosso Lar


Um filme de longa metragem brasileiro, dirigido e roteirizado por Wagner de Assis, baseado na obra homônima escrita através de psicografia pelo médium Chico Xavier, sob a influência do espírito André Luiz.
O ator que representa André Luiz, o personagem principal da história, é Renato Prieto. O filme conta com alguns atores e atrizes bastante conhecidos da teledramaturgia brasileira como Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart, dentre outros. Tendo sido gravado durante os meses de julho, agosto e setembro de 2009 em locações no Rio de Janeiro e Brasília, foi lançado em 3 de setembro de 2010, tendo alcançado um público de 1.6 milhão de espectadores em 10 dias de exibição.
Desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade “Nosso Lar” assim como a arquitetura das edificações, ministérios e casas, foram criados pela médium Heigorina Cunha através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (desdobramento) em março de 1979, conduzidas e orientadas pelo espírito Lucius. Seus desenhos foram esclarecidos e confirmados por Chico Xavier de que se tratava realmente da cidade “Nosso Lar” e mais tarde serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade que se vê no filme.

Ao despertar no Mundo Espiritual, André Luiz se depara com criaturas assustadoras e sombrias vivendo, juntamente com ele, neste lugar escuro e sombrio. Além disso, ele também se assusta por perceber que apesar de ter “morrido” ele ainda continua vivo e ainda sente fome, sede, frio e outras sensações materiais. Após um longo período de sofrimento ele é recolhido dessa zona de sofrimento e purgação de falhas do passado por espíritos do bem e é levado para a Colônia Espiritual Nosso Lar, de onde surge o nome do filme. A partir desse momento ele começa a conhecer melhor a vida no além-túmulo e a aprender lições e adquirir conhecimentos que mudarão completamente o seu modo de enxergar a vida.
Tendo então tomado consciência de que está desencarnado (morto), sente imensa vontade de voltar à Terra para visitar e rever parentes próximos de quem guarda imensa saudade. Entretanto, como narra a sinopse do site oficial do filme, isso acontece só para que ele perceba “a grande verdade – a vida continua para todos.

6630 – Teledramaturgia – Carlos Augusto Strazzer


Carlos Augusto Strazzer (São Paulo, 4 de agosto de 1946 — Petrópolis, em 19 de fevereiro de 1993) foi um ator, cantor e diretor de teatro brasileiro.

Paulista de São Caetano do Sul/SP.
Participou de diversas peças teatrais, entre elas Cemitério de Automóveis, de Fernando Arrabal; O Balcão, de Jean Genet, dirigidos por Victor Garcia e produzidos por Ruth Escobar; A Moratória, de Jorge Andrade; o musical Evita, um dos maiores sucessos da cena carioca dos anos 80; e As Ligações Perigosas, de Choderlos de Laclos, outro êxito do final daquela década.
Ficou mais conhecido por sua participação na televisão, em muitas telenovelas e algumas minisséries, na Rede Globo, na TV Tupi, na Rede Manchete, na TV Bandeirantes e na TV Record. Era conhecido por interpretar vilões ou personagens misteriosos e místicos, aos quais impregnava de elegância e ambiguidade.
Fez alguns filmes, como Gaijin – os caminhos da liberdade (1980), de Tizuka Yamasaki; Eles não usam black-tie (1981), de Leon Hirszman; Com licença, eu vou à luta (1986), de Lui Farias e O Mistério do Colégio Brasil (1988), de José Frazão; além de participações especiais na produção internacional Moon Over Parador (1987), dirigida por Paul Mazursky; e no documentário Interprete mais, ganhe mais, dirigido por Andrea Tonacci, que trata do cotidiano do grupo teatral de Ruth Escobar e que ficou embargado na justiça por vinte anos.
Faleceu vítima de complicações respiratórias em decorrência da AIDS em 1993, aos 46 anos.
Um de seus filhos, Fábio Strazzer, atualmente faz parte da equipe de diretores da Rede Globo de Televisão.

Trabalhos na televisão

1991 – O Sorriso do Lagarto …. Peçanha
1989 – O Cometa …. Habib
1989 – Que Rei Sou Eu? …. Crespy Aubriet
1987 – Mandala …. Argemiro
1986 – Mania de Querer …. Ângelo
1984 – Livre para Voar …. Danilo
1983 – Champagne …. Ronaldo
1983 – Moinhos de Vento …. Leandro
1981 – Jogo da Vida …. Adriano Sales
1980 – Coração Alado …. Piero Camerino
1978 – O Direito de Nascer …. Alberto Limonta (Albertinho)
1977 – O profeta …. Daniel do Prado
1977 – Éramos seis …. Carlos
1976 – O Julgamento …. narrador
1975 – Ovelha Negra …. Alberto
1972 – Vitória Bonelli …. Walter
1971 – Os Deuses Estão Mortos …. Gabriel
1970 – As Pupilas do Senhor Reitor …. Manuel do Alpendre

O Profeta

Strazzer em um de seus principais papéis, o místico “O Profeta”

Na história, Daniel era um paranormal que via o passado e previa o futuro. Quando era criança, teve a visão de que o cunhado, João Henrique, traía sua irmã, Ester, com uma moça loura. Ester acabou se separando do marido. A moça loura era na verdade um espírito que acompanhava João Henrique. Este fato despertou o ódio de João Henrique por Daniel. Quando adulto, sua paranormalidade aumentou e ele passou a usá-la em benefício próprio, em vez de ajudar as pessoas.
Daniel abriu um consultório e se apresentou em vários programas na televisão. Ficou rico, importante e frio. Sua paranormalidade era explicada através da psiquiatria, pelo doutor Michel, por uma mãe-de-santo, Zulmira, pelo espiritismo kardecista, através de seu pai, Francisco, e pelo catolicismo, pelo tio padre Olavo.
Daniel era tão obcecado pelo poder que não percebeu a traição de João Henrique, que, para se vingar de sua separação, tornou-se seu amigo e o denunciou à policia.
Ao mesmo tempo, envolveu-se com Sônia, noiva de Murilo, seu melhor amigo. Ele previu a morte do rapaz, mas foi acusado de tê-la provocado para ficar com Sônia. Envolveu-se também com a fútil Ruth, que só queria um marido rico. E não percebeu a paixão de Carola, uma moça feia, desengonçada e problemática. Ao final, Daniel foi preso, atormentado com seus poderes, e desejando ser um homem simples como todo mundo ao lado de Carola.

6064 – Mega Memória Teledramartugia – Prensença de Anita


Foi uma minissérie brasileira que marcou época e foi exibida pela Rede Globo, de 7 de agosto a 31 de agosto de 2001 totalizando 18 capítulos. Escrita por Manoel Carlos, a minissérie foi baseada no livro homônimo de Mário Donato, teve direção geral de Ricardo Waddington e Alexandre Avancini e núcleo com Ricardo Waddington, apresentando nos papeis principais Mel Lisboa e José Mayer.
Sinopse

Nando quer aproveitar o final de ano para dar o pontapé inicial em um antigo sonho: escrever um romance. Lúcia Helena só pensa em retomar a paixão em seu casamento. Zezinho quer viver seu primeiro amor. E Anita só quer seguir seu destino, com a certeza de que nada é por acaso, tudo está escrito.
Para tentar escapar da rotina louca de São Paulo, Lúcia Helena resolve passar as festas de fim de ano com a família, em Florença, cidade do interior de São Paulo. Pensa em aproveitar o clima familiar para reacender a paixão em seu casamento. Nando vê nas férias, a possibilidade de escrever o seu romance. Em busca de inspiração, encontra Anita, a personagem ideal. Ela se mudou para um sobrado onde no passado aconteceu um crime de amor.
Se Anita não pode mudar o destino, vive da forma mais intensa. Seduz Nando e desperta a primeira paixão de Zezinho. Com os dois, forma um triângulo amoroso que muda para sempre a vida de todos.
A escolha da atriz que iria interpretar a protagonista não foi fácil. Manoel Carlos e Ricardo Waddington queriam uma atriz desconhecida. Mel Lisboa, estudante na época, foi escolhida entre mais de 100 jovens, e não decepcionou, mostrando uma Anita sensual e terna. Curiosamente, Mel Lisboa foi a última atriz a ser escalada, pois Manoel Carlos não estava conseguindo encontrar a atriz com o perfil da personagem. Quando viu Mel, disse: “É essa!”. Por esse motivo, os colegas de elenco apelidaram a minissérie de “Ausência de Anita”.
A produção de arte reproduziu uma bailarina espanhola com cerca de 20 centímetros, feita em gesso, chamada Conchita. A boneca era um elemento fundamental na história, pois, segundo Anita, ela guardava a alma da ex-moradora do sobrado (onde a personagem foi morar), Cíntia, que morrera assassinada pelo amante.
As externas da minissérie foram feitas em Vassouras (RJ), que serviu como cenário da fictícia cidade de Florença.

5977 – Mega Memória Teledramaturgia – Tchan, a grande sacada


Tchan, a grande sacada foi uma telenovela brasileira produzida pela extinta TV Tupi e exibida de novembro de 1976 a junho de 1977 às 19h. Foi escrita por Marcos Rey e dirigida por Antônio Moura Mattos.
Aquilino, ao lado das sobrinhas Vera, Bia e Pupe, faz-se passar por milionário para dar um grande golpe na praça.
Elenco

Raul Cortez…. Aquilino
Nádia Lippi…. Vera
Sílvia Massari…. Bia
Maria do Rocio…. Pupe
Joana Fomm…. Marcela
Lilian Lemmertz…. Fernanda
Herson Capri…. Bernardo
Etty Fraser…. Duducha
Yolanda Cardoso…. Argentina
José Parisi…. comendador Barone
Eudóxia Acuña…. Mary Jane
Ruthinéa de Moraes
Homero Kossac

O ano era 1977, note pela trilha sonora da novela a predominância do estilo Disco

5672 – Mega Memória Teledramaturgia – O Cafona


Foi uma telenovela brasileira, produzida pela Rede Globo e exibida de março a outubro de 1971, às 22 horas. Escrita por Bráulio Pedroso e dirigida por Walter Campos, teve 183 capítulos. Foi produzida em preto-e-branco.
Gilberto Athayde, um viúvo simples e rude faz fortuna com uma vendinha de subúrbio, que se transforma em cadeia de supermercados. Apesar de continuar sendo um homem simples, a alta sociedade disputa sua amizade, por causa do dinheiro. Unindo os dois mundos está a secretária Shirley Sexy, eternamente apaixonada pelo patrão, que o chama de “Gigi”.
Elenco
Francisco Cuoco – Gilberto Athayde (Gigi)
Marília Pêra – Shirley Sexy
Renata Sorrah – Malu
Tônia Carrero – Beatriz
Paulo Gracindo – Fred da Silva Barros
Ary Fontoura – Profeta
Carlos Vereza – Rogério
Osmar Prado – Cacá
Marco Nanini – Julinho
Eloísa Mafalda – Margarida
Elizângela – Dalva
Djenane Machado – Lúcia Esparadrapo
André Valli – Godofredo
Roberto Bonfim
Maysa – Simone
Eva Christian – Carla

5484 – Mega Memória Teledramaturgia – O Espantalho


O Espantalho é uma telenovela brasileira produzida pelos Estúdios Sílvio Santos e exibida para São Paulo e demais Estados brasileiros, com exceção do Rio de Janeiro, pela Rede Record, entre 25 de janeiro de 1977 e 13 de junho de 1977, primeiramente às 21h15min e, mais tarde, às 23h. Entre junho e novembro do mesmo ano, a telenovela foi exibida para o Rio de Janeiro, às 19h, pela TVS. Em 1978, a novela foi reexibida pela Rede Tupi.
A telenovela tem autoria de Ivani Ribeiro, direção de David Grimberg e José Miziara e direção-geral de Luciano Callegari, apresentando Fábio Cardoso e Theresa Amayo como protagonistas e o excelente Jardel Filho como antagonista principal.
O Espantalho foi reapresentada duas vezes, compactada em 60 capítulos: pela Rede Tupi, às 20h, de maio a agosto de 1979; e pelo SBT, em 1983. Não deixa de ser curioso que “O Espantalho” tenha ido ao ar em três emissoras diferentes.
A trama básica de O Espantalho foi incorporada por Ivani no remake de Mulheres de Areia para a Rede Globo em 1993, resultando num excelente amálgama das 2 histórias.
A Rede Tupi, na época da exibição na emissora, foi processada por Ivani Ribeiro, porque a emissora não pagou os direitos conexos dos atores da telenovela.
Personagens centrais
Ator Personagem
Fábio Cardoso Breno
Jardel Filho Rafael Nascimento
Theresa Amayo Tônia

5129 – Mega Personalidades – Cláudio Cavalcanti


Cavalcanti, defensor das boas causas

Cláudio Murillo Cavalcanti (Rio de Janeiro, 24 de fevereiro de 1940) é um ator, diretor de TV, produtor teatral, escritor, tradutor, cantor, dublador, radialista e político brasileiro. É considerado um dos mais importantes nomes do cenário artístico brasileiro.
Foi homenageado com várias condecorações, entre elas a Medalha Tiradendes (ALERJ) e a Medalha General Zenóbio da Costa (Exército Brasileiro), e é Comendador do Exército Brasileiro com a Medalha do Pacificador.

Um exemplo de dignidade

Cláudio Cavalcanti é casado desde 1979 com Maria Lucia Frota Cavalcanti, psicóloga e atriz, com quem dividiu o palco inúmeras vezes. Ambos são vegetarianos e ativistas dos direitos dos animais, e sua mulher foi a criadora da Secretaria Municipal de Defesa dos Animais, na cidade do Rio de Janeiro, exercendo o cargo de Secretária Municipal de janeiro de 2001 a fevereiro de 2005.
Como protagonista, destacam-se entre seus principais trabalhos de tele-dramaturigia: Anastácia, a Mulher sem Destino; Rosa Rebelde; Véu de Noiva; Irmãos Coragem, O Homem que Deve Morrer, Carinhoso, O Bofe, Cavalo de Aço, Vejo a Lua no Céu, O Feijão e o Sonho, Maria Maria, Terras do Sem Fim, Pai Herói, Dona Xepa, Água Viva, Sétimo Sentido, Roque Santeiro, Hipertensão, Lua Cheia de Amor, A Viagem, Marcas da Paixão, Vidas Cruzadas e Roda da Vida. Em Teatro, entre outros, protagonizou Era Uma Vez nos Anos Cinquenta (Troféu Mambembe de melhor ator), Fernando Pessoa, Bodas de Papel, O Beijo da Louca, Obrigado Pelo Amor de Vocês (peça com que foi contratado para inaugurar o Teatro do Casino do Estoril, em Lisboa), Disque M para Matar, Estou Amando Loucamente, Vida Nova, O Nosso Marido, A Primeira Valsa, Freud e o Visitante, O Mundo é um Moinho, E Agora o que Faço como o Pernil, O Doente Imaginário e, em fevereiro de 2009, Quando se é Alguem, texto inédito de Pirandello.
Como escritor tem 5 livros publicados dentre os quais 3 antologias. Como cantor foi campeão de vendas como o Long Play “Claudio Cavalcanti” em 1971.
Concomitantemente com suas atividades artísticas, em outubro de 2000 foi eleito vereador da Cidade do Rio de Janeiro, pelo então PFL, atual DEM, com a plataforma “Por uma política de respeito aos animais”. Reeleito em 2004, cumpriu dois mandatos. Em oito anos de atividade legislativa, criou e teve aprovadas 29 leis, consideradas pioneiras em relação a defesa dos direitos animais, entre as quais a que proíbe o extermínio de animais abandonados e introduz a esterilização gratuita como método oficial de controle populacional e de zoonoses. Também, entre outras, proibiu rodeios, circos com animais, estabeleceu multa para maus-tratos e crueldade contra animais e conseguiu a aprovação da lei que proibia a utilização de animais em experiências cinetíficas, recebendo maciço apoio nacional e internacional e criando enorme polêmica. Posteriormente a Lei foi vetada pelo então prefeito, César Maia.