10.351 – Novela “Boogie Oogie” – Teledramaturgia com trilha sonora “Disco”


Pelo menos de trilha sonora, a próxima novela das 6 da Globo está bem servida. Uma produção de época, do ano de 1978, explosão da era disco.
Com estreia marcada para o dia 4 de agosto no lugar de Meu Pedacinho de Chão na Rede Globo, a novela Boogie Oogie, escrita por Rui Vilhena, sob a direção de Gustavo Fernandez e Ricardo Waddington, apostará na tragicomédia como gênero e na inversão dos valores da protagonista e da vilã da história. Anos depois após trocar dois bebês na maternidade para se vingar do amante Fernando (Marco Ricca), que desistiu de se divorciar da esposa Carlota (Giulia Gam) por causa de uma das crianças, a garçonete Susana (Alessandra Negrini) vai se revelar como uma das protagonistas da trama e não a grande vilã, como aparentava, ao passo que a rival, a vítima, demonstrará o contrário.

9977 – Morre aos 86 anos o humorista Canarinho, da ‘Praça é Nossa’


Simpático e boa praça, canarinho vai deixar saudades...!
Simpático e boa praça, canarinho vai deixar saudades…!

Canarinho também participou da primeira versão da novela “Meu Pedacinho de Chão” da Rede Globo, cujo remake como sabemos, está para estrear.
O humorista Aloísio Ferreira Gomes, mais conhecido como Canarinho, morreu aos 86 anos no início da tarde desta sexta-feira (21-março-2014), segundo informou a assessoria de imprensa do SBT.
Ele havia sofrido um infarto agudo do miocárdio no último domingo (16) e estava internado no hospital Santana, em Mogi das Cruzes (interior de São Paulo). O corpo será cremado, mas ainda não há informações sobre o velório.
Nascido em Salvador, Canarinho começou a trabalhar com 17 anos. Aos 20, já cantava na rádio Excelsior, da Bahia.
Em 1955, foi morar em São Paulo, e cantou com Russo do Pandeiro, ex-integrante do Bando da Lua, na rádio Nacional.
Trabalhou na TV Paulista, onde foi parte do humorístico “Praça da Alegria”, de Manoel da Nóbrega, pai de Carlos Alberto de Nóbrega. Manoel e Canarinho se tornaram amigos próximos. Passou também por outros programas, como “Folias do Golias” e “Balança, Mas não Cai”.
Além de atuar, era também redator, escrevendo para “Programa Show Canarinho”, “Domingo é Dia”, “Brincadeira tem Hora”, entre outras atrações televisivas cômicas.
Foi também ator de novelas, como “Meu Pedacinho de Chão”, “Paixão Proibida” e “Sinhá Moça”, além da série “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, da TV Globo. Além de “Pé de Vento”, da Bandeirantes, ao lado do também já falecido ator Fausto Rocha.
No cinema, participou de filmes da época da pornochanchada, entre os quais se destacam “Snuff, Vítimas do Prazer” (1977), de Cláudio Cunha, e “Nos Tempos da Vaselina” (1979), de José Miziara. Ao todo, trabalhou em mais de dez longas.
Foi colunista de esportes do jornal “Folha da Manhã”, jornal do Grupo Folha (que edita a Folha).
Com Carlos Alberto, fez o humorístico “A Praça é Nossa”, no SBT, onde trabalhava desde 1987. Como Canarinho, ele fazia um quadro em que, ao conversar no telefone, tirava sarro de um valentão da praça.
“Lamentamos a perda do humorista e deixamos nossos sentimentos aos familiares, amigos, admiradores e colegas de trabalho de Canarinho”, disse o SBT em nota.

9965 – Teledramarturgia – Meu Pedacinho de Chão, remake


Não espere uma fábula como na versão original.
O autor também vai precisar de muitos trunfos para compensar a ausência da atriz mirim prodígio Patrícia Ayres, da primeira versão.

professorinha

“Meu Pedacinho de Chão” é um remake de Benedito Ruy Barbosa de uma história escrita por ele mesmo em 1971. A novela foi a responsável por inaugurar a faixa das 18h da Globo e teve 185 capítulos. Esta nova versão, por sua vez, terá apenas 100.
Outro diferencial estará no elenco. Em vez de mais de 50 nomes fixos e outras participações, como “Joia Rara”, “Meu Pedacinho de Chão” terá apenas 20. Para efeitos de comparação, até mesmo “Malhação”, que tem investimentos menores e menos de 25 minutos diários, conta com um elenco mais extenso (cerca de 30 fixos).
Tais mudanças, no entanto, não desanimam o diretor de núcleo Luiz Fernando Carvalho. Afastado das novelas desde “Esperança” (2012), ele se mostra até animado com este novo modelo.
Em entrevista recente ao jornal “O Estado de São Paulo”, Carvalho declarou: “Não preciso montar e desmontar estúdios enlouquecidamente, cenários para 300 personagens, fazer 300 roupas, não tenho seis frentes de gravações, essa industrialização, no mau sentido do termo, é possível controlar”.
A protagonista é Juliana (Bruna Linzmeyer), uma professora que chega à cidade de Santa Fé e se depara com um povo acuado, vivendo sob a autoridade do coronel Epa (Osmar Prado). A mocinha será disputada pelo filho de Epa, Ferdinando (Johnny Massaro) e pelo peão Zelão (Irandhir Santos).
O coronel é casado com Catarina (Juliana Paes), uma mulher simples e ingênua. Ele ainda vive uma rivalidade com o idealista Pedro Falcão (Rodrigo Lombardi), que defende o progresso na cidade.