11.768 – Audiotecnologia – Caixa acústica da Samsung reproduz áudio em 360 graus


caixa acustica
A Samsung anunciou nessa quinta-feira, 10, o Wireless Audio 360, uma caixa acústica sem fio que projeta seu som em 360 graus, o que permite que o usuário tenha uma experiência completa do som independente de sua localização em relação ao produto.
Para obter essa característica 360°, a empresa sul-coreana usou uma tecnologia chamada Ring Radiator, que propaga o som em todas as direções com equilíbrio entre tons agudos e graves.
O aparelho também tem a capacidade de se conectar com dispositivos móveis ou televisões por meio de Wi-Fi ou Bluetooth, permitindo a reprodução de serviços de streaming de música.

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10.699 – Mega Memória – Mini Disc Sony


Tecnologia é no ☻Mega
Tecnologia é no ☻Mega

Não Colou…Normalmente a Sony vai na contramão dos outros fabricantes, talvez seja esse o motivo
Tratava-se um disco baseado em armazenamento de dados. Armazenando, então, algum tipo de informações, normalmente audio. A tecnologia foi anunciada pela Sony em 1991 e introduzida em 12 de Janeiro de 1992. Com o tempo, a Philips e a Matsushita, mais conhecida como Panasonic, também aderiram a tecnologia Digital Compact Cassette (DCC) system. O MiniDisc tinha como objetivo repassar o áudio de analógico, como é armazenado num cassete (tape) para o sistema digital de alta fidelidade.
MD Data, uma versão para armazenar dados de computador foi anunciada pela Sony em 1993, mas isso nunca obteve um grande significado, então, hoje os MDs são usados primariamente para armazenar áudio.
Com a necessidade de se impor no mercado e devido ao fracasso do formato DAT, a Sony lançou o Mini Disk (MD), que não é mais que um mini CD regravável, dentro de uma caixa protectora.
Embora o MiniDisc tenha tido certo sucesso, ele não surpreendeu muito nos EUA e na Europa como a Sony esperava, porém, no Japão era um sucesso absoluto, sendo muito popular. O pouco sucesso também era devido ao alto custo na produção de álbuns em MD, alguns álbuns foram realizados pela própria Sony, mas com o tempo houve uma descontinuidade do processo. O produto (MD) foi licenciado para outras companhias produzirem também, como: JVC, Sharp, Pioneer, Panasonic entre outras.
O disco é permanentemente guardado em um cartucho de 68×72×5 mm com um clip deslizante que só abre quando o disco é inserido no aparelho, sendo similar a um disquete 3″½. O disco é regravável; quando está sendo gravado algo no MD, é usada à forma magnética-óptica. O laser queima um lado do disco para fazê-lo suscetível a forma magnética para então gravar os dados. Uma cabeça magnética do outro lado do MD altera a polaridade da área “queimada”, gravando os dados digitalmente no MD. Quando for feita a leitura dos dados armazenados, a luz do laser identifica o local alterado magneticamente e assim interpreta os dados como 1 ou 0 na linguagem digital. De acordo com a Sony, MDs regraváveis podem ser regravados até 1 milhão de vezes. A partir de Maio de 2005, são lançados MDs de 74 minutos e 80 minutos. Os MDs de 60 minutos, até então populares, tiveram a produção interrompida, tornando-se raro encontrar algum. Os MDs possuem um processo de leitura óptica do qual a qualidade se aproxima aos CDs, sendo o MD fisicamente diferente.
MiniDiscs usam sistema regravável por meio de magnetismo-optico para armazenar os dados. Diferente de Cassete ou analógico Compact Audio Cassette, o MD é acessível aleatoriamente, tornando o acesso às músicas muito rápido. No começo do MD é gravada uma faixa que contém todas as informações sobre as posições de todas as tracks (faixas), pois quando somente algumas músicas são apagadas e outras são gravadas no lugar, será gravado nessa faixa inicial a posição dessas novas músicas, mesmo que tenham sido armazenadas em grupos diferentes.
É importante dizer também que já existe o Hi-MD da Sony, ele pode armazenar até 45 horas de músicas no formato ATRACplus3 em 1 Gb de espaço para armazenamento.
O audio num MD é comprimido no formato ATRAC (Adaptive Transform Acoustic Coding). Um CD tem uma descompressão de 16 bits stereo linear PCM audio. A descompressão do codec ATRAC não terá a mesma qualidade que a música tinha antes de ser comprimida, mesmo que ao ouvir a música pareça igual. A última versão da Sony é o ATRAC3plus, Sharp, Panasonic, Sanyo e Pioneer tem seus próprios formatos, porém eles são interpolados, diferente do princípio do Codec da Sony. Atualmente não são mais fabricados,muitas radios usam para suas gravação de propaganda.

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10.515 – Audiotecnologia – o que é o Hi FI?


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Qualquer gravação perde qualidade ao ser transferida para formatos que permitirão ouvi-la. Só ao vivo se percebe todas as nuances de uma música, como a superposição de um instrumento ao outro. Um trompete nunca soará limpo como em seu mágico sopro original.
No vinil conserva-se 70% da fidelidade. Criado em 1894, o gramofone, derivado do fonógrafo. Uma gravação artesanal, onde a original, feita em estúdio é usada como base e o sinais elétricos são replicados no vinil por meio de sulcos.
O hi-fi do inglês, é a reprodução de áudio feita por um aparelho de som com a maior fidelidade possível ao som real. Para tal, deseja-se minimizar os efeitos de ruídos e distorções. Tais equipamentos de som fazem uso da estereofonia na reprodução do áudio. Entusiastas da alta-fidelidade são chamados de audiófilos, e sistemas em que a fidelidade é o único compromisso são conhecidos pelo termo em inglês high-end.
Os aparelhos de som de alta fidelidade utilizam o conceito minimalista em que se acredita que quanto menos estágios tiver entre o som captado, gravado, reproduzido e amplificado, menos interferências ele vai ter em relação ao original e maior será a fidelidade.
Amplificadores de alta fidelidade utilizam válvulas eletrônicas ou transistores de estado sólido. Técnicamente os transistores são mais lineares, porém muitos acreditam que a suavidade da amplificação valvulada deixe a música mais emotiva, e não existe consenso entre qual tipo é melhor. Amplificadores também são encontrados em mono-blocos, isto é, amplificadores separados para cada canal para evitar interferências entre os canais.
Apesar de alta fidelidade muitas vezes ser associada somente a um aparelho de som high-end e ambientes tratados acusticamente, geralmente não se sabe que as gravações também divergem muito em sua qualidade de gravação e tem enorme importância no resultado final. Em alta fidelidade as gravações são feitas sempre ao vivo, sem efeitos de som e são usados equipamentos especiais de captação e gravação.
Assim, os tipos de música encontrados com mais freqüência na discografia classificada como “audiófila” são a música clássica, o jazz e o blues. Tais gravações tentam capturar exatamente a sensação de se estar ouvindo a música no ambiente ao vivo, podendo ser recriada a imagem do palco sonoro com precisão. Nestas gravações é possível identificar a localização de cada músico não só em largura no palco, mas também em profundidade, altura e até a distância em relação ao microfone usado na gravação. A ambientação é capturada em estereofonia e todas as reverberações e respostas acústicas do ambiente são fielmente capturadas, aumentando ainda mais a imersão na reprodução (ver: efeito binaural).
Como este tipo de gravação exige conhecimento técnico e equipamentos específicos diferentes dos usados em estúdios de gravação convencionais, existem gravadoras que se especializaram na produção de álbuns de alta fidelidade. Entre os nomes mais fortes neste segmento estão a Opus3 Records, Chesky Records e compilações feitas pelos principais vendedores de equipamentos de alta fidelidade, como B&W (Bowers & Wilkins, fabricante de caixas acústicas), McIntosh e Marantz (fabricantes de amplificadores).
O teste de audição cega é atualmente um procedimento padrão para quase todos os profissionais de respeito. Para propósitos comerciais, alguns poucos fabricantes de equipamentos caros de som disputam a necessidade deste teste. Também é comumente usada uma melhoria deste teste, chamada de comparação ABX, em que dois sistemas A e B conhecidos são escolhidos aleatoriamente sem que os participantes saibam.
Sob outro ponto de vista, este tipo de teste é criticado por ser muito estressante, e por causa disso ele seja incapaz de distinguir as finas sutilezas de um equipamente de ponta, que somente a audição a longo prazo pode perceber os detalhes do som verdadeiro. A réplica é que tais pequenas diferenças são desacreditadas e são puramente auto-ilusórias e vítimas de uma expectativa da marca. Além disso, ouvintes que pagaram um alto valor pelo seu sistema tendem a ter uma tendência sub-consciente em favorecê-lo. Por isso que a maioria dos testes de audição profissionais usam métodos de audição cega.

9972 – Audiotecnologia – O que é um alto-falante full range?


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Há diversos tipos de alto-falante, cada um para uma faixa de frequência, os tweeters são para os agudos, as altas frequências, os woofers e e subwoofers são para os graves, os midi-range são para os médios, a frequência intermediária em que se inclui a da voz humana. Tem também coaxiais, são alto-falantes duplos, woofer com um tweeter no núcleo; os tri-axiais que consiste em um único alto-falante com os 3 sistemas, para todas as frequências, muito usados em pequenos sistemas de som para automóvel.

Já os FullRange : (toda faixa), muito utilizado antigamente, pois era uma solução barata para reproduzir a música do rádio AM, mas é muito fraco em potência e na qualidade, pois não existe falante que consiga reproduzir toda a faixa de frequência audível (20 a 20KHz) ao mesmo tempo. Normalmente composto por cone de papel e borda rígida (não é de espuma emborrachada) Seu tamanho varia de 3″ a 6″. Também existe aqueles com difusor de agudos, um cone menor no centro do falante com o objetivo de reproduzir melhor as altas frequências. Era muito usado nas antigas caixas amplificadas, aquelas que se ligava o radinho de pilha, o gravador de fita “tijolinho” pra dar mais potência.

Tweeter: Para as frequências agudas de 2kHz a 20kHz. Seu material vem evoluindo muito para tornar seu som o mais natural possível (papel, alumínio, cristal, derivados do plástico, niobium, neodímio, titânio, etc) Os feito com neodímio ou com materiais mais novos são os que possuem melhor timbre/som. São pequenos, variando de 0,5″ a 3″ (normalmente tweeters profissionais que aguentam grande potência)

MidBass: Especificamente projetada para reproduzir frequências média-graves, em torno de 100Hz a 5KHz. Possui borda de borracha para melhor reproduzir as frequências graves, parecido com o Subwoofer. Tamanho entre 5″ a 8″.
MidRange: Para frequências médias de 200Hz a 5KHz que pertence a praticamente todos os instrumentos musicais. Geralmente de 3 a 4″.
Coaxial: compostos por dois falantes em uma mesma carcaça. Composto por um cilindro central de ferro que une o woofer com o tweeter que está acima, junto com o tweeter está ligado um capacitor para deixar passar somente as altas frequências. Seu tamanho varia de 3″ a 6×9″. Possui borda de borracha. Atualmente temos coaxiais profissionais de 12″ e 15″ mas ao invés de tweeter temos uma corneta.
Cornetas: Para reprodução de frequência médias a agudas. Composto por cone de plástico ou metal que pode ser separado de seu corpo principal (driver, podemos dizer que este é o ímã e bobina que gera o som na corneta).
Triaxiais e Quadriaixiais: Compostos por 3 e 4 falantes respectivamente numa mesma carcaça para a reprodução de sons graves, médios e agudos. É uma opção barata para substituir um kit composto por falantes separados. Cada falante é produzido para funcionar melhor em cada faixa de frequência, optimizando o conjunto, (woofer para graves, mid-range para médios, tweeter para agudos e super-tweeter para “super” agudos (agudos próximos a 12KHz)) Seu tamanho varia de 5″ a 6×9″.
SubWoofers: Falantes específicos para reproduzir sons muito graves abaixo de 120Hz. Seu tamanho varia de 8″ a 21″. São pesados e por isso é necessário muita potência para fazê-los funcionar, de 100W a 1500W RMS. Por trabalhar em baixa frequência, e comprimento de onda de som muito grande (baixa frequência) é necessário utilizar caixas acústicas para evitar o cancelamento de onda ( o som que sai por trás do sub cancela o som que sai pela frente ) Possui grande borda de borracha para ter grande deslocamento do cone.
Woofer: Muito parecido com o subwoofer sendo a principal diferença a faixa de frequência trabalhada, em torno de 100Hz a 1KHz. Possui borda rígida, seu tamanho varia de 5″ a 18″.

8157 – Ouvidos Atentos


Os sons estão sempre em nossa volta e podem ser produzidos por nós mesmos, por outras pessoas, por animais ou pelas coisas que nos cercam. Podem nos deixar em estado de alerta, como o latido de um cão feroz ou a buzina de um carro. Podem despertar emoções, como a lembrança de uma música especial ou da comemoração de um gol do nosso time. Podem até causar irritação. Os sons chegam até nós por vibrações que viajam pelo ar, pela água ou por uma parede de tijolos. Quando tais vibrações alcançam nossas orelhas, logo percebemos se o telefone está tocando, se a chuva está forte ou se um copo caiu e se quebrou. O som viaja na forma de ondas, parecidas com as ondas da água e quanto mais longe, mais fraco.
O espaço é muito silencioso. Lá não há barulho. O som precisa de um meio para se propagar, como o ar líquido, a água ou os sólidos (vidro). Como no espaço não existe ar, o som não se propaga.

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Por que uma boa música soa tão bem e o som de uma britadeira parece uma tortura?
As ondas sonoras que saem dos instrumentos musicais são organizadas e harmônicas e por isso são alguns dos sons mais agradáveis a nossa percepção.
Todos os instrumentos, do saxofone ao tambor, possuem partes móveis que se movimentam, produzindo vibrações. Quando o músico sopra o saxofone, ele faz vibrar o ar dentro do instrumento e, ao apertar todas aquelas chaves, ele faz a vibração do ar ficar diferente, produzindo notas variadas. No tambor, é a membrana que vibra quando batemos nela com a baqueta ou com as mãos. Com um violão podemos perceber o som produzido pela vibração. Se você toca s cordas uma de cada vez, percebe que elas vibram e enquanto vibram você ouve o som. As mais grossas vibram mais devagar, por isso o som é mais grave, já as mais finas vibram mais rápido, e o som é agudo. Sons desagradáveis são chamados de ruídos. Isso acontece porque as ondas sonoras viajam de maneira desordenada, tornando-se desagradável de ouvir.

7639 – Áudio – Os Equalizadores Gráficos


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São aparelhos de som desenvolvidos na década de 1970 empregados para se fazer a equalização paramétrica, isto é, alterar parâmetros que por sua vez alteram a curva de resposta em freqüência em Quilohertz do sinal de áudio. Quanto menor a frequência em Hertz mais grave será som e, quanto maior a freqüência mais agudo. Um equalizador possui diversas faixas de equalização, isto é, controles de intensidade (amplitude) do sinal para as diversas freqüências que o aparelho comportar. Normalmente os aparelhos possuem 10 faixas (uma faixa para cada oitava) ou 30 faixas (uma para cada terço de oitava). É um item muito importante dos aparelhos de som, pois sem ele não se pode corrigir certas falhas da freqüência principalmente referentes aos graves e agudos.
No estúdio de gravação deve ser colocado em um ponto em que possa ser gravado pois em um ponto que serve só como monitoração pode “enganar” o técnico de som. A grande utilidade do equalizador é que a mesa de som é deficiente em agudos (não atinge o nível ideal de agudos) e o microfone e os instrumentos musicais exigem mais para chegar ao padrão universal de agudos. O equalizador deve ser aplicado na gravação e não em pós-edição. Para gravar deve ser ajustado o mais próximo possível do ideal, para se tentar evitar de ter-se que equalizar em pós-edição por preguiça de regravar. Em pós-edição o equalizador tira peso (potência dos agudos) mas na gravação mantém o peso. Muitos erram e gravam plano e depois equalizam. O som pode até ficar na equalização ideal, mas sem peso. Quanto mais alteração pós-edição mais qualidade se perde.
Em aparelhos de som comuns, é utilizado para equalizar o som de acordo com a preferência do ouvinte no momento da execução. Neste caso, geralmente apresenta algumas predefinições para cada estilo musical como Rock, Pop, Classic, etc. (Eu particularmente não recomendo tais pré-definições).

Num equalizador de 10 faixas temos por canal:
Faixa de 16kHz: Agudos super delicados.
Faixa de 8 kHz: Agudos comuns.
Faixa de 4 kHz: Os agudos estridentes “ardidos”.
Faixa de 2 kHz: Médios.
Faixa de 1 kHz: Médios.
Faixa de 500hz: Médio-graves. (Mais “ocos”).
Faixa de 250Hz: Médio-graves. (Menos “ocos”).
Faixa de 125Hz: Graves normais.
Faixa de 64Hz: Sub graves.
Faixa de 32Hz: Extremos sub graves.

Fator Q
A equalização ocorre como um aumento ou diminuição da amplitude de um sinal em uma dada frequência. No entanto, as frequências vizinhas também são aumentadas ou diminuídas em menor intensidade para que não haja uma transição brusca entre o sinal não equalizado e a frequência alterada. À largura da distribuição nas frequências vizinhas é chamado de fator Q, ou fator de qualidade. Amplificadores que possuam tal controle permite que se regule se a alteração será agressiva (Q alto, pouca distribuição nas frequências vizinhas, criando um pico ou vale acentuado na resposta em frequência) ou se será suave (Q baixo, alta distribuição nas frequências vizinhas, cria um pico ou vale diluído na resposta em frequência).

Observação: Embora o uso dos equalizadores melhorem muito a qualidade finaldo som, eles tem entrando em desuso. Com o advento das tecnologias digitais, que proporcionam uma fidelidade de som muito alta e lançamento de equipamentos multi-funções, além da necessidade de redução de espaço e número de conecções (fiações), muitos profissionais vem optando por não mais utilizar os equalizadores.

Master DJ Carlos

Master DJ Carlos
Master DJ Carlos

7539 – Tecnologias – Era bom, mas não colou – Digital Compact Cassete


digital audio tape dat

Cansados de esperar pelo sucesso do Digital Audio Tape (DAT), uma fita pequena e de alta performance – que nunca emplacou devido ao preço exorbitante da aparelhagem capaz de reproduzi-la -, as empresas resolveram criar o Digital Compact Cassete (DCC). Mais barato e muito semelhante à fita cassete comum, o DCC tem uma diferença básica: em vez de gravar e interpretar oscilações magnéticas, ele registra na fita milhares de bits de informação, tal qual fazem os computadores nos disquetes.
Isso garantia a qualidade do som por muito tempo, ao contrário das tradicionais fitas analógicas que, depois de serem tocadas muitas vezes, se desmagnetizam e perdem alguns dos sons, sobretudo os agudos. O sistema DCC foi lançado no Brasil, em abril de 1993, pela Basf, fabricante do cassete digital, e pela Philips, fabricante do aparelho de som e também não emplacou. Embora bom, foi um fiasco nas vendas. Ninguém precisaria jogar suas fitas comuns no lixo. “O equipamento também reproduzia os cassetes tradicionais analógicos.

3979 – Museu do Som – A Polyvox


CM 5000, o pré
Caixas Vox

A dupla do barulho

Rádio pra ninguém botar defeito

PR 1500S, o receiver.OBS: antigamente valia a pena adquirir um equipamento sofisticado só para ouvir FM

Marca de equipamentos eletrônicos fundada em 1967 que atingiu grande sucesso nas décadas de 70 e 80. Foi adquirida pela Gradiente, outro fabricante de equipamentos eletrônicos, em 1983. Fabricou a famosa linha de áudio profissional 5000 e o videogame Atari 2600 no Brasil.
Foi fundada por Moris Arditti e Mario Pucci, que também eram sócios em uma loja de som em São Paulo, a Studio3. Mais tarde juntou-se a eles o Eng. Luis Alberto Leme Salvatore, que além de participar da diretoria adquiriu uma participação minoritária na companhia. Durante muitos anos, a Polyvox foi a maior concorrente da Gradiente até ser adquirida por ela em dezembro de 1979. Além de suas instalações em Osasco, SP, a empresa também mantinha uma planta industrial em Manaus, AM.
Pouco após a aquisição, os equipamentos modulares Polyvox deram suporte a nova marca que então começou a fabricação de aparelhos populares: conjuntos integrados tipo 3-em-1 e radio-gravadores além do lendário videogame Atari.
No fim da decada de 1980 os equipamentos modulares foram descontinuados, e por sua vez os mais populares conjuntos integrados deram lugar definitivo na prateleiras. Ainda nos anos 90 era possivel ver na loja ambas marcas em toda a linha da empresa.
A partir de meados da década de 1990 os produtos com a marca Polyvox foram desaparecendo até que ela não foi mais usada. Atualmente não existe mais nenhum produto com esta marca, ainda que a Gradiente mantenha seu registro.
A marca pode voltar, pelo menos é o que diz o site http://www.polyvox.com.br. Mas a realidade de mercado hoje é muito diferente da dos anos 70 e 80.

1519-Áudio – Conhecendo o Som Digital


CDJ Pionner

Já temos até o cinema digital, mas falaremos agora sobre o som digital.
Como não há qualquer contato mecânico com a superfície do disco, o som está livre de distorções. O processo digital dispões dos mesmos recursos dos sistemas computadorizados, o que permite selecionar músicas inteiras ou trechos. Todo o processo de fabricação transcorre em ambientes onde o ar é rigorosamente filtrado. Um grão de pó pode comprometer o CD, já que o laser pode se refletir nele. Enquanto nos hospitais de admite 33 mil partículas de poeira por metro cúbico de ar, na empresa as salas tem menos de 1/10 disso em circulação. O trabalho consiste apenas em fiscalizar os robôs que fazem de tudo, menos embalar o produto final. Os antigamente caros Cd players hoje custam preço de banana. Em 1983, quando lançados, os aparelhos eram vendidos no mercado internacional por cerca de 1000 dólares, alguns anos depois já podia ser comprado por 10 vezes menos. Os velhos LPs praticamente aposentados ainda são usados por colecionadores e DJs. Na verdade, o consumo foi superado desde 1985 pelos k7, que mesmo antigos e graças principalmente ao advento do sistema Walkman, chegaram ao auge da aceitação popular. Embora tenha sido apregoado inicialmente que os Cds eram eternos, isso está longe de ser verdade, recomenda-se cuidado com o manuseio. O CDR, Compact Disc Recorder ou gravador de CD também no início era muito caro não ameaçando a hegemonia das fitas k7, mas com o tempo isso mudou e o preço caiu, hoje o uso do deck caiu sensivelmente, de tal forma que já há alguns anos não são mais fabricados. A Basf, tradicional fabricante de fitas k7, fabricou o último lote de fitas de cromo em 2002.