13.990 – Mega Polêmica – Homossexualismo Seria Um Recurso da Natureza Para Controlar as Superpopulações


reprodução

Argumento pró Reprodução Assexuada

“A reprodução sexual consiste em um dos grandes paradoxos da natureza. Seres que se reproduzem sexualmente desperdiçam metade de seu investimento reprodutivo na produção de machos, criaturas que seriam desnecessárias caso a espécie se reproduzisse assexualmente. Além desse desperdício brutal – a natureza costuma ser bastante econômica e punir desperdícios, selecionando e mantendo seres que não abusam da sorte desperdiçando recursos –, criaturas que praticam a reprodução sexual investem parcelas consideráveis de seu tempo e demais recursos procurando parceiros, para os quais se embelezarão e tentarão seduzir fazendo uso de artimanhas frequentemente arriscadas, como as ornamentações, vocalizações e odorizações chamativas que, além de parceiros, atraem predadores.
Pavões, cigarras e borboletas são apenas mais chamativos do que a maioria; de um modo ou outro, todas as criaturas sexuais empenham parte considerável de suas vidas tentando encontrar e seduzir parceiros com os quais engendrarão suas proles e perpetuarão suas linhagens. Os que não se empenham decidida e enfaticamente na busca de parceiros tendem a ser superados, nesse afã, por outros mais dedicados. Todos os seres vivos pertencemos a linhagens de criaturas que se empenharam decididamente na própria reprodução. Estamos aqui, todos nós, porque cada um de nossos ancestrais superou vários concorrentes nessa tarefa.
A importância da reprodução para os organismos vivos costuma ser minimizada, valorizando-se excessivamente a luta pela sobrevivência, um erro. Descendemos dos indivíduos que mais se reproduziram, dos que mais se multiplicaram, e não dos que mais sobreviveram. A relevância da sobrevivência para a evolução decorre exclusivamente do fato de que indivíduos longevos, vivendo por mais tempo, tendem a deixar mais descendentes que outros. Fique claro que é a replicação, e não a luta pela sobrevivência, que define os seres cujas linhagens se perpetuarão, e de cujas linhagens todos nós descendemos. A replicação, a multiplicação do próprio tipo, é a meta fundamental dos seres vivos, foi ela que garantiu que todos nós estivéssemos aqui.
Uma enorme confusão histórica, cujas raízes estão encravadas nas primeiras interpretações da teoria da evolução, faz com que tais considerações sejam negligenciadas. A máxima consagrada por Herbert Spencer, um dos mais influentes pensadores de seu tempo, da síntese do processo evolutivo como o resultado de uma luta pela sobrevivência e da resultante sobrevivência do mais apto sugere a preponderância da sobrevivência sobre a replicação, um equívoco.
As considerações acima acirram enormemente o paradoxo concernente na reprodução sexual, visto tudo indicar ser ela absolutamente desastrosa. A tarefa mais fundamental e desalentadora dos biólogos ao investigar questões ligadas à reprodução sexual consiste em compreender a plausibilidade desse processo. De fato, a grande dificuldade na compreensão dos fatos relativos a tal fenômeno consiste em mostrar a viabilidade desse modo de reprodução. Houvesse alguma brecha para que a existência de tal processo reprodutivo pudesse ser negada, e o seria, com enorme satisfação. Uma confusão radical inunda, ainda, a compreensão sobre a possibilidade de manutenção de um processo desnecessário e tão absurdamente dispendioso. A constatação de que a biologia contemporânea ainda não atina com uma explicação minimamente aceitável para fenômeno tão habitual é profundamente decepcionante. Sejamos claros: a biologia oficial não tem a menor ideia de como a existência da reprodução sexual seja possível.
Ignorância tão profunda faz parecer completamente descomedida a tentativa de elucidação da gênese de um processo tão ignorado que nem sua viabilidade é compreendida.
A exemplo do fogo, no entanto, combatido eventualmente também com fogo, proponho combatermos o absurdo com absurdo, e tentarmos compreender a gênese da reprodução sexual – o modo como ela surgiu –, para posteriormente compreender como é possível que processo tão ineficiente venha sendo mantido”.(?)

Outras Considerações

A Biologia explica o predatorismo e a cadeia alimentar para promover o equilíbrio entre as espécies, o sexo não reprodutivo entraria como mais um recurso da natureza para inibir as superpopulações.
A ideia de que todos os outros bichos só transam para fins reprodutivos não passa de mito. Na verdade, nem existe essa dicotomia entre sexo “por prazer” e “para reprodução”. Estudos que comparam nossa fisiologia à de outras espécies demonstram que a base do interesse sexual é mesmo o prazer, pelo menos nos mamíferos – e provavelmente em muitos outros animais vertebrados.
Dá para comparar a atividade sexual com outra prática muito prazerosa para qualquer bicho: a alimentação. Todo organismo vivo necessita das proteínas, das gorduras e dos açúcares encontrados, por exemplo, numa bela picanha ou num tabletão de chocolate. Para convencer o sistema nervoso de que aquilo deve ser devorado, o cérebro recorre a uma espécie de suborno bioquímico – a sensação de prazer. Afinal, não há nada de intrinsecamente gostoso num bolo de chocolate, assim como não há nada de intrinsecamente erótico num par de seios fartos. Trata-se apenas do cérebro convencendo seu dono de que aquilo tudo é muito bom.
Esse mecanismo aplica-se aos outros animais e vale também para o ato sexual. O melhor exemplo de sexo “recreativo” no mundo selvagem talvez seja o dos bonobos, ou chimpanzés-pigmeus – famosos pelo estilo de vida “paz e amor”. O sexo é tão casual entre eles que envolve, com frequência, fêmeas com fêmeas, machos com machos e adultos com filhotes.
Certas espécies de golfinho também fazem sexo com muita regularidade, e geralmente fora da época mais fértil das fêmeas. Na espécie nariz-de-garrafa, uma das mais comuns, a grande maioria dos indivíduos é bissexual. O “nariz” que acabou dando origem ao seu nome popular é usado para estimular a área genital dos parceiros. (?)

Curiosidades
Já ouviu falar que as fêmeas das abelhas só ferroam uma vez? Ao picar alguém, o ferrão da doce ofensora se desprende do corpo, causando sua morte. A natureza foi cruel com o gênero feminino, mas espere até ficar sabendo o que acontece com o macho. Dica: ele não tem ferrão, mas tem um orgão reprodutor. Acertou quem imaginou que o sexo entre abelhas não termina bem – ao se afastar do corpo da fêmea após a penetração, o macho perde seu aedaegus (equivalente a um pênis), que permanece dentro do corpo da companheira. Seu fim não poderia ser mais trágico: ele sangra até a morte. Não está fácil pra ninguém.

Instinto selvagem
Sexo tem tudo a ver com instinto de perpetuação da espécie, e os animais que transam apenas no período mais fértil da fêmea estão aí para provar. Mas isso não impede que certos bichos sintam prazer. “Alguns têm sentimentos muitos parecidos com os do homem”, diz o etnólogo americano Jonathan Balcombe. “Inclusive o prazer no ato de copular”

12.975- O que é a Ninfomania?


ninfomania
Trata -se de uma descompensação do desejo sexual feminino. A mulher sente um apetite intenso demais, permeado por fantasias sexuais que a perseguem a ponto de prejudicar suas atividades cotidianas. Esta perturbação psíquica enquadra-se nos transtornos conhecidos como Desejo Sexual Hiperativo (DSH) e se expressa através de uma ausência do controle da sexualidade.
A paciente é acometida por uma compulsividade sexual praticamente incontrolável, o que lhe provoca uma grande dor emocional e repercute diretamente em seus relacionamentos afetivos. Mas é de certa forma um exagero pensar que esta mulher quer praticar sexo incessantemente, ela apenas tem dificuldades na satisfação de seus desejos, daí alimentar constantemente a vontade de praticar o ato. Quando essa pessoa tem a consciência de seu problema e tenta disciplinar seus pensamentos e suas fantasias, torna-se deprimida e ansiosa. Torna-se cada vez mais difícil para ela libertar-se destes pensamentos, uma vez que a própria cultura ocidental canoniza o sexo, estimulando ainda mais as compulsões sexuais.
É comum a ninfomaníaca sentir-se desprovida de vontade própria, uma escrava de seus próprios desejos. Geralmente essa sensação vem acompanhada de muita ansiedade antes do ato sexual, de um orgasmo intenso e satisfatório no primeiro momento, seguido de uma culpa profunda. Mas quais as causas desse problema? Ele não deixa de ter raízes nos mesmos fatores que provocam as demais dependências, como a busca de um bálsamo para as feridas da alma, uma compensação para a solidão e para a inadaptação social, um paliativo contra o medo e as expectativas comuns na vida de cada um, as frustrações e tantas outras emoções sombrias. Mas vários pesquisadores compreendem esse transtorno também como uma doença, provocada por mutações no equilíbrio dos neurotransmissores.
No discurso psicanalítico, a ninfomania é conhecida como hipersexualidade, uma cristalização do desenvolvimento sexual na etapa anal, ou seja, no momento da evolução da sexualidade em que as ansiedades deslocam-se para comportamentos repetitivos. De acordo com a causa estabelecida para este transtorno, deve ser prescrito um determinado tipo de tratamento. Principalmente no mundo contemporâneo, quando o surgimento da Internet gerou outro tipo de compulsão sexual – o sexo virtual -, que atinge aproximadamente dois milhões de pessoas.
Com dificuldades para enfrentar seus distúrbios de sexualidade e ao mesmo tempo mergulhados em um temor crescente do outro, principalmente por conta da violência cada vez maior nas grandes metrópoles, estes indivíduos optam por passar horas sem fim na frente de um computador, navegando em sites com conteúdo sexual. Estas pessoas procuram, assim, satisfazer seus desejos a cada momento mais fortes, já que a compulsão ao vício é sempre maior, quanto mais elas submergem nos meandros da dependência.

12.838 – Mitos sobre sexo em que você precisa parar de acreditar agora


Uma mulher que pratica relações sexuais com frequência ficaria com a vagina mais “larga”.
Não há evidência científica de que a frequência com que uma mulher pratica relações sexuais ou o tamanho do pênis de seus parceiros tenham influência permanente sobre a anatomia da vagina. Ela é elástica, se expande e contrai conforme a situação, sempre voltando ao seu estado original — um parto é um ótimo exemplo disso.
Uma pesquisa publicada na revista científica Human Reproduction — que lembra, logo na introdução, quão pouca atenção foi dedicada à anatomia vaginal na história da medicina — analisou as dimensões da vagina de várias mulheres, e tudo que pode confirmar é o já esperado: não há duas vaginas iguais, e todas as variações percebidas eram associadas à idade e outras características anatômicas, não ao uso.
A ejaculação feminina só existe em filmes pornográficos
O governo britânico, em uma medida polêmica de 2014, baniu a ejaculação feminina da lista de práticas que poderiam ser filmadas pelas produtoras de pornografia do país. Outras práticas excluídas foram atos que põe em risco a vida dos atores ou que fazem apologia à violência sexual, como a inserção de mãos no canal vaginal, conhecida como “fisting” e simulações de estupro.
Acontece que, longe de ser ficção, não há nada de errado com a ejaculação feminina. Um estudo publicado na revista científica Journal of Sexual Medicine revelou que algo entre 10% e 40% das mulheres liberam urina involuntariamente durante o orgasmo. O líquido, muitas vezes, vem misturado com pequenas doses de uma secreção análoga à da próstata masculina.
O tamanho do pênis masculino está associado à cor da pele, à altura ou a qualquer outra característica de um homem
É difícil de acreditar depois de anos de estereótipos injustificáveis, mas a verdade é que não há absolutamente nada que possa prever com sucesso o tamanho de um pênis masculino. E se você ainda tem alguma dúvida, basta ver este estudo publicado na revista científica Journal of Urology, que mediu mais de 15 mil pênis em busca de algum padrão perceptível, sem sucesso.

A circuncisão afeta o sensibilidade sexual
Não, a circuncisão não muda em nada o que você sente ou deixa de sentir em uma relação sexual. Em outro estudo, também publicado no Journal of Urology, foram testadas amostras iguais de homens que haviam passado e não passado pelo procedimento cirúrgico. Os pênis passaram por testes de sensibilidade ao calor, ao tato e a dor, e adivinhe só? Empate, claro.
A presença do hímem é um indicativo infalível de que uma mulher já teve uma relação sexual
É claro que, em muitos casos, o hímem é rompido na primeira penetração. Mas isso não é regra. A prática de atividade física, e o uso de brinquedos sexuais ou de absorventes internos podem dar fim à membrana antes da mulher fazer sexo pela primeira vez.

Fonte: Galileu

 

12.705 – Mega tabus – Fantasmas da Idade Média ainda assombram o sexo na modernidade


Muito do que pensamos, fazemos e condenamos hoje em relação ao sexo tem origem na Idade Média. Mesmo que de forma inconsciente, repetimos alguns tabus, medos, culpas e preconceitos que remontam há mais de 1 mil anos.
Confira algumas curiosidades sobre as relações sexuais em um período compreendido entre os séculos V e XV.

Preservativos
As “camisinhas” medievais eram feitas de pedaços de intestino de animais amarrados com barbante ou de linho. Em ambos os casos, o objetivo era prevenir doenças venéreas. A contracepção é algo bem mais recente. Só se pensou nisso em meados do século XVII.

Posição correta
A Igreja determinava que a única posição natural para o sexo era a conhecida “papai e mamãe”, na qual o homem fica em cima da mulher, cara a cara. As outras posições, assim como o sexo anal e oral, eram consideradas pecado.
Atos contra a natureza
Um estudo de São Tomás de Aquino concluiu que o único ato possível era o coito vaginal. Todo o resto eram sodomia ou “atos contra a natureza”: masturbação, sexo oral ou anal e homossexualismo eram pecados tão terríveis que podiam ser punidos com a morte na fogueira, forca, fome ou mutilação.

Prostituição
Durante um tempo, a Igreja aprovou a prostituição como forma de evitar o adultério e o homossexualismo. As prostitutas trabalhavam em bordéis e, nas aldeias, eram identificadas por roupas especiais.

Celibato
Os solteiros não podiam fazer sexo. Os fornicadores (aqueles que tinham sexo sem estar casados) deviam ser denunciados ao padre de sua congregação.

Impotência
Caso um homem tivesse problemas para satisfazer sexualmente sua esposa, um grupo de mulheres sábias examinava seu órgão genital para determinar se ele era capaz de procriar. Se, aos seus olhos, não era, o casal então tinha que se separar.

12.477 – Medicina – Por que acontece a disfunção sexual?


broxada-especial-sexo_0
Primeiro, vem um estímulo: um beijo, um toque, uma lambida. É a deixa para os neurotransmissores mandarem o corpo esponjoso se dilatar e se encher de sangue, pressionando as veias ao redor e mantendo o líquido retido ali. Pronto, temos um pênis ereto. Nas mulheres, o processo é mais sofisticado e, por isso, sujeito a outras variáveis. Os estímulos também desencadeiam reações físicas que envolvem a lubrificação do canal vaginal e a ampliação do fluxo sanguíneo para o clitóris, que aumenta de tamanho e se enrijece. Mas qualquer bobeada na concentração ou um pensamento errado na hora errada funcionam como água fria no sistema de aquecimento. Pode acontecer, por exemplo, de vir à mente bem no meio do amasso a conta do cartão de crédito ou a sensação de estar fazendo algo proibido ou sujo – fruto de uma educação repressora.
Outros broxadores são o estresse e a ansiedade, que disparam a produção de adrenalina, o que significa que o corpo se prepara para reagir a ataques e desliga as funções que não são prioritárias para a sobrevivência. Aí, nada de esbanjar fluxo sanguíneo para os genitais. E adeus ereção ou lubrificação.
O consumo de álcool também tem culpa no cartório. Drinques a mais têm efeito vasodilatador no corpo e deixam o tecido erétil frouxo. Por último, há a questão da saúde, em especial para os homens. Algumas doenças podem interferir no desempenho. A diabetes é um exemplo: a alta concentração de açúcar no sangue pode causar má circulação e lesões nos vasos e nos nervos do corpo todo.
E a ereção depende da boa irrigação do pênis e da livre condução dos impulsos elétricos entre os neurônios. Pressão alta é outro fator de risco, porque as artérias podem perder a flexibilidade e se tornarem rígidas, dificultando a passagem do sangue.
Por outro lado, cada vez mais a indústria farmacêutica tem se aplicado em encontrar pílulas do tesão, como o Viagra. Esses remédios permitem maior afluxo de sangue no pênis, ajudando na ereção. Como o prazer feminino não depende de uma questão mecânica, o buraco é mais embaixo.
As mulheres produzem doses bem menores de testosterona do que os homens – e esse hormônio é o gatilho do desejo. A ciência ainda não desvendou como esse mecanismo funciona exatamente, mas há indícios de que a substância amplie a agressividade sexual e facilite a transmissão dos impulsos nervosos, o que aumenta a vontade de ter relações. Por isso, alguns dos novos medicamentos que prometem favorecer a libido delas levam testosterona na fórmula.
Caça ao desejo perdido
As drogas que prometem prazer para as mulheres.

Flibanserina
Aumenta os níveis de dopamina e noradrenalina e baixa os de serotonina.

Lybrido
Associa a testosterona com a sildenafila, mesma droga do Viagra.

Lybridos
Tem buspirona, que ajuda a baixar o nível de serotonina, para reduzir a inibição.

ORL101
É uma versão sintética da melatonina, hormônio associado ao sono e à libido.

Bremelanotida
Ativa os receptores do hormônio melanocortina, cuja deficiência está ligada à queda da libido.

Tefina
É um gel intranasal com uma dose baixa de testosterona.

12.378 – Sexologia – Como funciona o viagra feminino?


viagra feminino
Seu nome comercial é Addyi, apesar de ser mais conhecido como “o Viagra feminino”, e, desde sua aprovação legal e seu consequente lançamento comercial, ele tem provocado várias polêmicas por causa de seus efeitos colaterais. Entre eles estão enjoo, sonolência, náusea, fadiga, insônia e secura na boca. Primeiramente, seu funcionamento não tem nada a ver com seu antecessor masculino: enquanto o Viagra atua sobre uma deficiência biológica, o Addyi se ocupa dos hormônios e da química cerebral.
A flibanserina é indicada para o momento da “pré-menopausa”, quando pode ocorrer que uma mulher queira ter uma relação íntima, mas não tenha desejo sexual, problema conhecido como transtorno do desejo hipoativo. A droga, que deve ser administrada em doses diárias antes de dormir, estimula zonas estratégicas do cérebro, aumentando a produção de dopamina e noradrenalina, e diminuindo a serotonina, responsável pela queda da libido.
Além de seus efeitos secundários (nos testes experimentais, 10% das mulheres tiveram enjoo, fadiga e náusea), que, segundo seus próprios fabricantes, são “modestos”, para muitos, trata-se do “maior avanço na saúde sexual da mulher desde a pílula anticoncepcional”, conforme resumiu Sally Greenberg, diretora da associação de consumidores dos EUA.

12.118-Sexologia – A Libido


sigmund freud
Tem coisa que nem Freud explica

A palavra libido é de origem latina e significa desejo ou anseio. A libido é caracterizada como uma energia aproveitável para os instintos de vida. Segundo os estudos de Freud o ser humano possui uma fonte de energia distinta para cada um dos instintos gerais. Para Freud, a produção, o aumento, a diminuição, a distribuição ou o deslocamento da libido proporciona a possibilidade de se explicar os fenômenos psicossexuais.
A mobilidade é uma característica importante da libido, entendida como a facilidade de alternação de uma área de atenção para outra. Na área do desejo sexual a libido vincula-se a aspectos psicológicos e emocionais.
Ao estudar o desejo humano o filósofo Santo Agostinho classificou a libido em três categorias distintas: a libido sciendi, desejo de conhecimento, a libido sentiendi, desejo sensual, e a libido dominendi, o desejo de dominar.
A energia relativa aos instintos de agressão ou de morte não possuem uma denominação específica como a libido (instinto da vida). Essa energia supostamente tem os mesmos atributos da libido, porém Freud não chegou a elucidar essa questão.
Ao estudar e definir o conceito de libido Freud também definiu a catexia. Segundo ele a catexia é o processo por meio do qual a energia libidinal contida na psique é relacionada ou aplicada na representação mental de um indivíduo, coisa ou idéia. Uma libido catexizada perde a mobilidade original, não podendo mais se mover em direção a novos objetos, uma vez que torna-se enraizada na parte da psique que a atraiu e a segurou.
Como exemplo da relação entre libido e catexia pode-se dizer que: sendo a libido uma quantidade em dinheiro, a catexia é ato de se investir esse dinheiro. Se uma parcela do dinheiro (libido) foi investida (catexizada) e permaneceu nessa hipotética aplicação, ficando uma quantia menor no montante original para que possa ser investido em outro lugar. Outro exemplo pode ser encontrado nos estudos psicanalíticos sobre o luto ao se interpretar o desinteresse da pessoa enlutada em suas ocupações normais e a grande preocupação com o recente finado. Isso pode ser interpretado como uma retirada de libido dos relacionamentos habituais e uma extrema catexia na pessoa perdida, dessa forma a teoria psicanalítica se dispõe a compreender como a libido foi catexizada de forma inadequada.
Freud defendia que a libido era amadurecida através da troca do objeto ou objetivo, argumentando que os homens são “polimorficamente perversos”, querendo dizer que existe uma enorme variedade de objetos que podem tornar-se uma fonte de prazer. Ao mesmo tempo em que as pessoas se desenvolvem, elas também se fixam em diferentes objetos de acordo com a etapa de desenvolvimento: a etapa oral (prazer dos bebês na lactação); a etapa anal (prazer das crianças no controle da defecação); e a etapa fálica (prazer genital). Na concepção freudiana cada fase é uma progressão visando o amadurecimento sexual, caracterizada por um forte Eu e a capacidade de retardar o desejo por recompensas.

10.833 – Sexologia – O que é a libido?


sigmund-freud-the-history-channel
A palavra libido é de origem latina e significa desejo ou anseio. A libido é caracterizada como uma energia aproveitável para os instintos de vida. Segundo os estudos de Freud o ser humano possui uma fonte de energia distinta para cada um dos instintos gerais. Para Freud, a produção, o aumento, a diminuição, a distribuição ou o deslocamento da libido proporciona a possibilidade de se explicar os fenômenos psicossexuais.
A mobilidade é uma característica importante da libido, entendida como a facilidade de alternação de uma área de atenção para outra. Na área do desejo sexual a libido vincula-se a aspectos psicológicos e emocionais.
Ao estudar o desejo humano o filósofo Santo Agostinho classificou a libido em três categorias distintas: a libido sciendi, desejo de conhecimento, a libido sentiendi, desejo sensual, e a libido dominendi, o desejo de dominar.
A energia relativa aos instintos de agressão ou de morte não possuem uma denominação específica como a libido (instinto da vida). Essa energia supostamente tem os mesmos atributos da libido, porém Freud não chegou a elucidar essa questão.
Ao estudar e definir o conceito de libido Freud também definiu a catexia. Segundo ele a catexia é o processo por meio do qual a energia libidinal contida na psique é relacionada ou aplicada na representação mental de um indivíduo, coisa ou idéia. Uma libido catexizada perde a mobilidade original, não podendo mais se mover em direção a novos objetos, uma vez que torna-se enraizada na parte da psique que a atraiu e a segurou.
Como exemplo da relação entre libido e catexia pode-se dizer que: sendo a libido uma quantidade em dinheiro, a catexia é ato de se investir esse dinheiro. Se uma parcela do dinheiro (libido) foi investida (catexizada) e permaneceu nessa hipotética aplicação, ficando uma quantia menor no montante original para que possa ser investido em outro lugar. Outro exemplo pode ser encontrado nos estudos psicanalíticos sobre o luto ao se interpretar o desinteresse da pessoa enlutada em suas ocupações normais e a grande preocupação com o recente finado. Isso pode ser interpretado como uma retirada de libido dos relacionamentos habituais e uma extrema catexia na pessoa perdida, dessa forma a teoria psicanalítica se dispõe a compreender como a libido foi catexizada de forma inadequada.
Freud defendia que a libido era amadurecida através da troca do objeto ou objetivo, argumentando que os homens são “polimorficamente perversos”, querendo dizer que existe uma enorme variedade de objetos que podem tornar-se uma fonte de prazer. Ao mesmo tempo em que as pessoas se desenvolvem, elas também se fixam em diferentes objetos de acordo com a etapa de desenvolvimento: a etapa oral (prazer dos bebês na lactação); a etapa anal (prazer das crianças no controle da defecação); e a etapa fálica (prazer genital). Na concepção freudiana cada fase é uma progressão visando o amadurecimento sexual, caracterizada por um forte Eu e a capacidade de retardar o desejo por recompensas.

11.728 – Isso tem hora? – Ciência descobre a hora exata para fazer sexo


Um estudo científico recente, publicado pela revista British Medical Journal – que coleta dados divulgados pela Associação Médica Britânica –, afirma ter descoberto o horário perfeito para fazer sexo. Provavelmente, o resultado surpreenderá muitas pessoas, já que a hora escolhida não parece ser a mais comum; entretanto, é o momento em que tanto os homens quanto as mulheres estão com o nível de testosterona mais elevado: às 5h48m da manhã.
Esse horário preciso é a combinação dos dados de aumento da testosterona com os das atividades cotidianas: mais testosterona e menos preocupação em relação aos afazeres diários resultariam no momento perfeito para a troca sexual. Nos homens, a quantidade de testosterona presente no organismo 12 minutos antes das 6h pode chegar a ser 25% a 50% maior que no resto do dia – isso, claro, se ele tiver dormido à noite, uma vez que a glândula que regula sua produção é muito mais ativa durante o sono. O resultado desse estudo é baseado em uma estatística do horário em que as pessoas acordam. Por isso, se se passou a noite em claro, o horário ideal não será o mesmo.
O fenômeno que explica essa pesquisa é o mesmo que faz com que a maioria dos homens tenha ereções matinais. E isso coincide com um estudo recente feito na Itália, no qual se descobriu que, para as mulheres, a manhã é o momento ideal para chegar ao orgasmo.

11.693 – Farmacologia – Aprovado o “viagra feminino”


vfeminino
A droga se chama Addyi e é produzida pela farmacêutica Sprout. Na verdade, em tese se trata do primeiro medicamento para aprimorar a libido em ambos os sexos, embora todo o projeto tenha sido desenvolvido visando as mulheres. O Viagra e outros remédios masculinos servem para criar ereções, não para aumentar o desejo.
“É o maior inovação para a vida sexual feminina desde a pílula anticoncepcional”, afirmou Sally Grennberg, diretora da Liga Nacional dos Consumidores.
Especialistas, porém, dizem que a flibanserina não é livre de riscos, que incluem diminuição da pressão arterial, desmaios, sonolência, náuseas e tonturas.
Anteriormente, a FDA havia rejeitado por duas vezes a droga, em 2010 e 2013. Grupos feministas vinham acusado a FDA de retardar a aprovação do medicamento por machismo. Segundo as ativistas, remédios para homens eram aprovados com mais facilidade.
A farmacêutica Sprout pagou parte dos custos que entidades que participaram do lobby, como o National Council of Women’s Organizations (grupo que congrega várias associações de mulheres), o Black Women’s Health Imperative (voltado para a saúde de mulheres negras), a Association of Reproductive Health Professionals (associação de profissionais que atuam na saúde reprodutiva) e a própria liga de consumidores.
No outro lado, alguns médicos afirmam agora que o ativismo fez o órgão ficar acuado e que a aprovação negligencia os efeitos colaterais da droga.
Um grupo de cientistas, liderados por médicos da Georgetown University Medical Center, organizou um abaixo-assinado com mais de cem assinaturas dizendo que “tal campanha relações públicas financiada por uma farmacêutica é algo sem precedentes e injustificável”.
A Associação Holandesa de Sexologia protestou em carta à FDA dizendo que a droga parte do pressuposto errôneo de que a falta de desejo sexual é uma anormalidade, quando ele pode ser mero fruto da falta de estímulo adequado.
Uma questão importante é que o medicamento não deve ser utilizado por mulheres que bebem álcool, porque isso aumenta o risco de desmaios. Leonore Tiefer, da New York University School of Medicine, afirmou que isso vai causar problemas. É absurdo acreditar que mulheres jovens tomando Addyi vão se abster de beber, afirmou, também em carta à FDA.
A eficácia do medicamento segue polêmica. Um dos testes clínicos mostrou que as mulheres que estavam tomando o medicamento relataram 4,4 “experiências sexuais satisfatórias” por mês, contra 3,7 de um grupo de mulheres tomando placebo (ou seja, pílulas sem princípio ativo, com o objetivo de comparação) e 2,7 antes do estudo começar.
A decisão do FDA não foi uma surpresa, porém, já que um comitê de especialistas já tinha recomendado a aprovação da droga. Por causa das preocupações de que o medicamento seria utilizado de maneira pouco criteriosa pelos pacientes, a farmacêutica se comprometeu a não fazer anúncios publicitários na TV e no rádio por 18 meses após a aprovação.
O preço do Addyi ainda não está definido. Pacientes deverão tomá-lo todas as noites e é preciso esperar algumas semanas de uso antes de surtir efeito. As vendas nos Estados Unidos devem começar em outubro.
O uso só foi aprovado para mulheres antes da menopausa -ou seja, o uso por mulheres após a menopausa ou mesmo por homens ainda tem de ser melhor testado e, se ocorrer, se dará fora das recomendações da FDA.
Especialistas no setor farmacêutico falam que provavelmente a Sprout vai se preocupar primeiro em aprovar o uso em mulheres que já tiveram a menopausa e em vender o produto em mercados de outros países. O possível uso por homens ficará para depois disso.
O medicamento funciona alterando o equilíbrio de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina no cérebro da paciente. Ele foi desenvolvido originalmente como um antidepressivo pela Boehringer Ingelheim. A empresa vendeu a fórmula para a farmacêutica Sprout logo após a negativa dos consultores da FDA em 2010.

Tirando dúvidas
A flibanserina é um medicamento para tratar a falta de desejo sexual de mulheres em idade pré-menopausa com uma redução persistente e inexplicável da libido. A droga foi desenvolvida originalmente para ser um novo tipo de antidepressivo

Como ela funciona?
Tomada diariamente, ela atua sobre substâncias do cérebro ligadas ao humor e ao apetite

É igual ao Viagra?
É diferente e possui outro mecanismo de ação. O Viagra é utilizado para tratar a disfunção erétil causada por uma redução do aporte sanguíneo para o pênis

A droga está aprovada?
A FDA (agência americana) acaba de aprovar sua venda nos EUA do medicamento, após ter analisado a eficácia e a segurança da droga

Tem no Brasil?
Antes da droga chegar às farmácias do país, a fabricante deve pedir aprovação para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Depois de aprovada, a droga poderá ser comercializada
Ainda não há previsão sobre quando isso deve acontecer, embora a regra geral seja que as farmacêuticas busquem rapidamente vender o seu produto em mercados estrangeiros, aumento seus lucros

11.428 – Comportamento Bizarro – O que é feederismo?


feederismo
Entre a enorme quantidade de fetiches sexuais, dos menos estranhos até os mais chocantes, um vem se destacado por estar ganhando popularidade tanto fora do país quanto aqui, no Brasil. É o chamado feederismo (pronuncia-se “fiderismo”), aportuguesamento do termo feederism, que vem da palavra feed, alimentar, em inglês.
Pode parecer uma prática absurda, mas vejamos a lógica.
A interpretação desse fetiche varia bastante, mas psicólogos geralmente concordam que não se trata de nenhum tipo de distúrbio psicológico. Normalmente, os praticantes relatam que esse desejo, inicialmente confuso, que mistura sexualidade e alimentação, começa já na infância. Alguns afirmam que esse fetiche pode ser uma reação natural à exclusão causada por não se encaixarem no padrão de beleza ou de comportamento estabelecido pela sociedade.
Alguns casais praticantes do feederismo definem metas de peso que querem atingir e fazem de tudo (ou comem de tudo) para atingi-las. Isso proporciona a eles um imenso prazer, assim como tirar medidas de partes do corpo e notar que elas aumentaram de tamanho.
Como toda prática sexual que envolve riscos, como o sadomasoquismo e afins, os adeptos mais preocupados ficam atentos com o bem-estar dos parceiros e, caso esse aumento de peso passe a influenciar negativamente na saúde do indivíduo, tratam de ajudar com a perda de gordura até um nível mais aceitável. Já os mais extremistas não enxergam limites no ganho de peso e definem como meta consquistar o posto de pessoa mais pesada do mundo, como aconteceu com a americana Donna Simpson.
Donna tinha como objetivo atingir 450 kg. Chegou aos 270 kg e decidiu pisar no freio por dois motivos: largou seu marido, que apresentava um comportamento abusivo, e precisou de mais disposição física para cuidar de seus filhos. Conseguiu chegar a “apenas” 210 kg.

10.944 – Biologia – Entendendo o Hermafroditismo


hermafrodita

Trata-se de uma anomalia sexual ainda pouco conhecida, configurando um distúrbio morfológico e fisiológico das gônadas sexuais de um indivíduo, que simultaneamente manifesta estrutura tecidual testicular e ovariana.
Por análise do cariótipo é sabido que não se trata de uma síndrome genética (mono ou trissomia halossômica), relacionada aos cromossomos sexuais X ou Y. No entanto, pode estar associado a uma ocorrência de dispermia, havendo fecundação normal (espermatozoide e ovócito de segunda ordem – óvulo) e outra fecundação paralela anômola (espermatozoide e um glóbulo polar – óvulo não diferenciado, em tese, inativo).
Contudo, na maioria dos casos é observada a presença de duas gônadas mistas, denominadas de ovotetis, ou seja, uma fusão do testículo e do ovário, existindo outras duas situações: a primeira onde há desenvolvimento de um testículo e de um ovário, cada qual disposto lateralmente no corpo, contrariando a simetria bilateral normal dos órgãos reprodutores; e a segunda com o desenvolvimento de uma ovotetis de um lado e uma das gônadas (testículo ou ovário) do outro.
A conformação da genitália
A tendência do hermafroditismo é o aparente aspecto externo da genitália masculina, quando coexistentes testículo e ovário. Nas demais situações, com duas ovotetis ou ovotetis e gônada, a genitália possui aspecto feminino.
Naturalmente, os indivíduos portadores dessa anomalia somente revelam o hermafroditismo durante a puberdade, desencadeando transtornos psicossociais quando descoberto.
Dependendo do tipo anatômico aparente, o período de amadurecimento corpóreo pode, em razão de estímulos hormonais, iniciar: o processo menstrual, bem como a ginecomastia (crescimento das mamas) em indivíduos criados como se fossem homens; e falha menstrual, crescimento do clitóris e surgimento de pelos nos indivíduos criados como se fossem mulheres.

10.819 – Sexologia – Sexo com amor é mais gostoso


aquilo-que-se-faz-por-amor

Pesquisadores da Universidade do Estado da Pensilvânia entrevistaram 95 mulheres entre 20 e 68 anos. E a maioria delas respondeu que vê o amor como peça fundamental para melhorar a satisfação sexual. Os benefícios, segundo elas, não eram apenas emocionais. Sexo com amor parece aumentar também o prazer físico.
É que transar com o amado faz com que elas se sintam mais desinibidas e livres para explorar a própria sexualidade. Mas há ainda outra questão em jogo: o machismo. “Quando sentem amor, elas podem sentir mais prazer por confiarem no parceiro, mas também por sentirem que é ok fazer sexo quando o amor está presente”, diz Beth Montemurro, uma das autoras da pesquisa.
Ainda assim, a maior parte das entrevistadas (50 mulheres), apesar de reconhecer os benefícios do sexo com amor, não se importa em ir pra cama com alguém que não ame. Afinal, amando ou não, sexo pode ser divertido.

10.805 – Sexologia – Elas preferem pênis grandes?


Em um estudo feito com 105 jovens mulheres australianas heterossexuais, os pesquisadores descobriram que os homens mais altos, com ombros mais largos e pênis maiores são os que mais atraem as mulheres.
A equipe de pesquisadores, coordenada por Michael Jennions, da Universidade Nacional da Austrália, criou 343 figuras masculinas com diferentes combinações de tamanho, largura e tamanho o pênis. Depois, as mulheres viram uma amostra de 53 figuras e tiveram que avaliar o quanto cada imagem as atraíam, em uma escala de 1 a 7. Elas não foram avisadas dos objetivos do estudo, para não influenciar os critérios de avaliação.
Mas não basta apenas um homem ter pênis grande. Homens com formato “pera”, com ombros estreitos e barriga saliente, não eram bem avaliados, independentemente do tamanho do órgão sexual.
Em média, as mulheres observaram cada imagem por apenas três segundos antes de chegarem a uma conclusão sobre ela. Os pesquisadores acreditam que isso mostra que a escolha é, de certa maneira, feita inconscientemente.

Evolução
Não dá para dizer que os pesquisadores encontraram a resposta final para a questão. Afinal, um pequeno grupo de mulheres de determinada região fez escolhas a partir de desenhos de corpos humanos brancos e sem expressão. Na vida real, é claro que muitas outras coisas são levadas em consideração. Mas a descoberta abre as portas para outra discussão, sobre o desenvolvimento do órgão genital masculino ao longo da evolução humana.
O pênis dos seres humanos são muito grandes em relação ao corpo, comparado com o órgão sexual masculino de outros animais. Os gorilas, por exemplo, podem pesar até 180 kg, mas o comprimento de seu pênis ereto não passa dos 4 cm. Homens tem cerca de metade do peso de um gorila, entretanto, a média de um pênis ereto é de 12 cm a 17 cm.
Homens, se vocês estão satisfeitos com essas medidas, agradeçam às mulheres. Biólogos evolucionistas acreditam que, antes do vestuário, as mulheres poderiam ser atraídas para acasalar com homens com genitálias que chamavam mais sua atenção. Assim, homens com pênis maiores podem ter passado seus genes mais facilmente, resultando nos grandes genitais de hoje em dia.
Ao longo da nossa história evolutiva, mulheres desenvolveram um interesse e preferência por tipos específicos de pênis. E, como você pode imaginar, as mulheres tenderam – ao longo da evolução – a escolher os homens com pênis maiores. O resultado foi que os genes responsáveis por essas características foram mais passados adiante, preservando esse traço. O nome disso é “seleção sexual”.
A propagação dessa característica também pode ter acontecido em função dos machos de pênis grande terem uma vantagem óbvia no momento da copulação. Com um pênis maior, naturalmente, eles conseguiam ir mais fundo na penetração e acabavam sendo mais eficientes no deslocamento do sêmen, assegurando a passagem dos seus genes adiante, de geração em geração.
Um estudo particular descobriu que algumas mulheres experienciam orgasmos vaginais mais frequentes quando têm relações sexuais com homens de pênis maiores – o que sugere que um pênis maior pode de fato estimular mais a vagina e uma parte do colo do útero, dando mais prazer às mulheres. Contudo, é importante ressaltar que as mulheres sentem tipos diferentes de orgasmos, de forma que o orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano podem ser fenômenos completamente isolados. Para se chegar a esses dois orgasmos, nervos diferentes são acionados e, consequentemente, partes diferentes do cérebro são estimuladas. Sem contar o cobiçado “Ponto G”, que fica a somente 1/3 para dentro da vagina.
Uma sequencia de outros estudos deu a entender que um pênis proporcional é o ideal para o mundo feminino. Afinal, traços excessivos (até mesmo os relacionados à atração), podem ser vistos como sinal de problemas.
Também se verificou que a pessoa dona do pênis também faz toda a diferença do mundo. A maioria dos estudos mostram que confiança, personalidade e empatia são variáveis mais eficientes de atração e satisfação sexual.
Conclusão: ainda que o tamanho pareça ser importante para algumas questões, “maior” nem sempre é sinônimo de “melhor”.
Veja no vídeo abaixo mais sobre essa reflexão e, acima de tudo: confie no seu taco.

10.501 – O que é Androginia?


O termo androginia é definido como a mistura de características femininas e masculinas e um único indivíduo, ou ainda, uma forma de descrever um ser que não é nem do sexo feminino e nem masculino.
O ser humano andrógino, com relação à identidade de gêneros, é um indivíduo que não se encaixa adequadamente nas típicas classificações dos papéis de gênero feminino e masculino estabelecidas pela sociedade. Muitas vezes, os indivíduos andróginos se classificam como estando em um limbo entre feminino e masculino, ou como totalmente sem gênero.
Comumente, os andróginos do sexo masculino utilizam alguns adereços femininos, enquanto que andróginos do sexo feminino utilizam adereços masculinos. Muitos pressupõem que se trata de homossexuais ou bissexuais, o que não é verdade, pois a androginia ou está ligada ao comportamento e à aparência individual de um indivíduo ou mesmo à com a sua orientação sexual. Sendo assim, pessoas andróginas podem se identificar com homossexuais, bissexuais, heterossexuais, assexuais ou pansexuais.
De acordo com a Psicologia, a androginia consiste em uma disforia de gênero, responsável por uma condição psíquica na qual o indivíduo como não fazendo parte nem do sexo feminino e nem masculino, mas sim um indivíduo do sexo híbrido, mentalmente falando.
Não é de hoje que se conhece e se discute sobre androginia. A mitologia grega está repleta de seres andróginos, como descritos em “O Banquete”, escrito pelo filósofo Platão.
A androgenia têm se apresentado em ascensão no século XXI. A moda contemporânea vem analisando há anos a influência da androginia no estilismo, bem como uma cultura pop de aceitação, influenciando várias tendências definidas pelas atuais estrelas pop do momento.

10.125 – Sexologia – Por que as mulheres fingem orgasmos?


Um estudo publicado recentemente no Journal of Sexual Archives diz que as mulheres fingem atingir o ápice do prazer não apenas para manter seu relacionamento ou por insegurança, mas também para se sentirem mais excitadas. A pesquisa norte-americana questionou 481 moças heterossexuais sexualmente ativas com idade média de 20 anos e que não estivessem em relacionamentos sérios.
Perguntadas sobre os motivos para mentir nessa hora, os quatro motivos mais recorrentes foram os seguintes:
Enganação altruísta (fazer o homem se sentir melhor);
Medo e insegurança (se esquivar de sentimentos ruins sobre a experiência);
Elevação de excitação (entrar mais no clima);
Encerramento sexual (fazer com que o sexo acabasse logo).
As duas respostas mais populares certamente vão de encontro ao que normalmente pensamos quando o assunto é fingir orgasmos, isto é, que isso acontece porque as mulheres querem agradar a seus parceiros ou têm medo de serem consideradas frígidas. No entanto, o pesquisador Erin Cooper ressalta que o terceiro item revela avanços na autodeterminação feminina na cama.
Vale ressaltar, no entanto, que o estudo questionou apenas mulheres jovens e solteiras. Pesquisas anteriores indicaram que esse grupo tem mais dificuldade de atingir orgasmos verdadeiros do que moças que estão em relacionamentos sérios. Ainda assim, um trabalho anterior revelou que cerca de 80% das mulheres em geral já fingiram atingir o ápice do prazer pelo menos uma vez, então não seria impensável que os motivos possam valer para todas.

10.034 – Fisiologia – Qual a diferença entre o orgasmo masculino e o feminino?


É difícil explicar com palavras, mas o orgasmo é uma espécie de ponto máximo de prazer que uma pessoa pode sentir durante uma transa ou durante a masturbação. Numa relação sexual, os homens atingem o orgasmo quando manipulam seu pênis ou quando penetram a mulher. Já para elas é muito mais fácil chegar lá por meio de estímulos no clitóris – pequeno órgão rosado na parte superior da vulva – que apenas pela penetração. O clitóris funciona como uma espécie de gatilho para o prazer feminino. O orgasmo só com a penetração é um pouco mais complicado para as mulheres. Em geral, exige maior prática, tranqüilidade e intimidade com o parceiro.
Outras diferenças existem em relação à duração e ao tempo necessário para se atingir o ponto máximo de prazer. Para as mulheres, normalmente o orgasmo demora um pouco mais para acontecer. Entretanto, quando ele chega, tende a ser mais prolongado do que o masculino. Depois do orgasmo, ambos os sexos passam pelo período chamado refratário, uma fase de recuperação antes que se possa engatar uma nova atividade sexual. Para elas, esse período é bem mais curto que para os homens: em poucos segundos, a maioria das mulheres já estaria apta para experimentar mais prazer. Já entre eles esse período de recuperação tende a ser maior, sendo que muitos esgotam suas atividades sexuais diárias depois de um único orgasmo.
Para terminar: elas podem ter orgasmos múltiplos, ou seja, vários seguidos, quase sem intervalos, que podem propiciar um ápice de prazer por um tempo bem mais longo. É quase como um ônibus chegando atrás do outro, sem parar! Entre os homens esse fenômeno não acontece. Eles têm mesmo é que esperar o próximo trem passar. E tem dias que esse trem leva horas…

10.004 – Sexologia – Sabendo mais sobre Andropausa


Andropausa é a versão masculina da menopausa feminina. É caracterizada pelos problemas físicos e disfunções sexuais causadas pela queda na produção do hormônio sexual masculino, a testosterona.
A testosterona é produzida pelos testículos, sendo esse hormônio o responsável pelo crescimento da barba e dos pêlos, agindo inclusive no desempenho sexual do homem.

Essa diminuição dos níveis de testosterona, por mais acentuada que seja, não tem comparação com a queda dos hormônios femininos nas mulheres na época da menopausa. Outra diferença com relação à menopausa, é que a andropausa não acontece com todos os homens e, quando ocorre, os sintomas são mais variados do que os sintomas da menopausa.

A andropausa normalmente atinge os homens a partir dos 50 anos, sendo que a queda nos níveis hormonais ocorre lentamente. Os sintomas mais freqüentes são:

– Queda da libido (apetite sexual)
– Alterações do desempenho sexual (dificuldade de ereção)
– Impotência sexual
– Ejaculação precoce
– Dificuldade de concentração
– Alterações no humor
– Perda de memória
– Apatia e depressão
– Perda de cabelo
– Nervosismo
– Insônia
– Diminuição da massa muscular
– Aumento da proporção de gordura corporal
– Tendência à osteoporose
– Tendência à anemia
– Doenças cardiovasculares
– Câncer na próstata

O diagnóstico pode ser feito a partir de exames como a dosagem da testosterona, do Hormônio Folículo Estimulante (FSH), do Hormônio Luteinizante (LH) e do espermograma.

Hábitos alimentares saudáveis, atividades físicas e diminuição de fatores de risco como fumo, álcool, drogas, sedentarismo, excesso de gordura, sal e açúcar podem melhorar as condições gerais do homem, inclusive as condições sexuais.

A reposição hormonal pode ser necessária, em alguns casos. Essa reposição pode ser feita através de injeção intramuscular, adesivos, comprimidos por via oral e pelo gel de testosterona. A reposição hormonal, em excesso, pode causar o crescimento das mamas, lesões no fígado, aumento do número de glóbulos vermelhos no sangue e retenção de líquidos.

Em alguns casos, pode ser necessário o tratamento para impotência sexual.

10.003 – O que é a assexualidade?


Consiste em uma orientação sexual que se caracteriza pela ausência de desejo sexual por todos os gêneros, sendo que, para alguns indivíduos assexuais, há também a falta de atração romântica.
Não se deve confundir assexualidade com celibato. Neste último, embora os indivíduos sintam desejo sexual, os mesmos optam por abster-se de qualquer tipo de contato sexual, habitualmente em decorrência de crenças pessoais ou religiosas. Desta forma, a assexualidade não está ligada à castidade, disfunção sexual ou moralidade.

Atualmente, as pessoas procuram classificar a assexualidade como uma orientação sexual legítima, e não como uma patologia. Todavia, existem indivíduos que acreditam que esta condição se trata de um distúrbio de hipoatividade sexual, ou até mesmo aversão sexual. Além disso, também há quem diga que esta condição pode ser causada por abuso sexual no passado, repreensão sexual, disfunções hormonais, desenvolvimento tardio de atração, ou ainda o fato de não ter encontrado a pessoa certa.

É importante esclarecer que ser assexual não significar não gostar ou ser contra o ato sexual, embora alguns se encaixem nessa categoria, eles simplesmente demonstram falta de interesse em estabelecer interação sexual com outras pessoas. Os sentimentos podem continuar vivos, sendo que um indivíduo assexual é perfeitamente capaz de demonstrar carinho, afeição e ser feliz com o seu parceiro sem sentir atração sexual.

Para grande parte da população a excitação sexual é uma ocorrência regular, apesar de nem sempre estar ligada ao desejo de encontrar um parceiro sexual. Alguns indivíduos assexuais se masturbam ocasionalmente, mas não sentem desejo de ter um parceiro sexual. Outros assexuais apresentam pouca ou nenhuma excitação.

Os indivíduos que são assexuais tipicamente não enxergam essa falta de desejo como um problema a ser corrigido. Uma vez que não causa angústia, não deve ser visto como um distúrbio emocional ou patológico.

8832 – Medicina & Sexologia – O que é a ejaculação retardada?


Durante a relação sexual, há homens que sofrem de ejaculação precoce, prejudicando o processo de seu próprio orgasmo e comprometendo o orgasmo de sua parceira.Por outro lado, há homens que sofrem de um caso inverso, o da ejaculação retardada.
A ejaculação retardada se refere à dificuldade ou demora do homem de ejacular e alcançar o seu próprio orgasmo. No caso de não conseguir ejacular, a doença é conhecida como anejaculação. Em todos os casos, apesar das dificuldades, o desejo sexual e a ereção do pênis permanecem.
Para muitos homens, a demora para ejacular e a anejaculação é considerada uma vantagem, pois permite ao homem proporcionar para a parceira períodos de tempos mais longo de orgasmo, e a imagem de detentor de um boa performance sexual, mas as dificuldades para ejacular pode gerar um cansaço físico e bloqueios psicológicos que podem se agravar a médio e longo prazo na vida sexual masculina.
Quando a demora é muito aguda, o homem não alcança o seu orgasmo, fator que pode compromete a confiança por parte de sua parceira. Esses casos prejudicam a qualidade de vida do homem e seu estado psicológico, gerando perda de autoestima e autoconfiança.
Médicos e especialistas afirmam que a dificuldade pode ser temporária, principalmente, quando as causas são psicológicas ou oriundas de situações particulares, como o hábito de realizar o ato sexual sem gostar ou desejar, ou forçar o ato sexual. O indicado é buscar ajuda de um médico. Vejamos a seguir, as principais causas:

Psicológicas:

Ansiedade;
Tensão;
Medo;
Traumas de infância;
Medo de engravidar.
Preferência da masturbação à relação sexual.
Orgânicas:

Abuso de álcool e drogas;
Diabetes;
Uso de antidepressivos e outros medicamentos específicos;
Esclerose múltipla;
Distúrbios hormonais;
Lesões neurológicas;
Problemas decorrentes do envelhecimento.