13.986 – Diversidade de Gêneros – O que diz a Biologia


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As identidades são características fundamentais da experiência humana, pois possibilita aos seres humanos a sua constituição como sujeitos no mundo social. O gênero refere-se à identidade com a qual uma pessoa se identifica ou se autodetermina; independe do sexo e está mais relacionado ao papel que o indivíduo tem na sociedade e como ele se reconhece. Assim, essa identidade seria um fenômeno social, e não biológico. Uma pessoa cisgênera é aquela que tem sua identidade ou vivência de gênero compatível com o gênero ao qual foi atribuído ao nascer. Já uma pessoa transgênera é aquela que se identifica com o gênero diferente do registrado no seu nascimento. As pessoas trans podem preferir serem tratadas no feminino ou no masculino ou, ainda, não se encaixar em nenhuma dessas definições (trans não binárias). Para muitos especialistas, esse encaixe em definições tradicionais começa logo na infância.
Se existe ou não uma “teoria do gênero” (uma ideologia de gênero) é questão muito controversa. Uma coisa é certa: não existe nenhuma “teoria científica do gênero”. Existem, ao invés – há pelo menos sessenta anos – “gender studies” , ”estudos do gênero”: ou seja, estudos interdisciplinares sobre a “identidade de gênero” e sobre a “representação de gênero” que, quase sempre, se sobrepõem aos estudos sobre a sexualidade. Os “gender studies” dizem respeito à análise científica da identidade e da representação de gênero, mas também da sexualidade, feminina, masculina e LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgênero).
Todavia, há um geral acordo em considerar os complexos comportamentos que, de modo direto ou indireto, concernem à esfera sexual como o fruto de pelo menos quatro dimensões diversas, embora não de todo independentes e por sua vez complexos: o sexo biológico, a identidade de gênero e a orientação sexual.

O sexo biológico
No passado era (relativamente) simples distinguir a humanidade em dois sexos bem definidos: o feminino e o masculino. As evidências eram (e são) macroscópicas: dado como eram (e são) órgãos sexuais. Por certo a natureza apresenta ambiguidades. Há espécies de animais nas quais os dois sexos são confusos. E, embora raramente, também entre os Homo sapiens há alguma ambiguidade. Não por acaso, entre os personagens da mitologia grega há um filho de Hermes e de Afrodite, Hermafrodita, que manifesta genitais tanto masculinos como femininos. Hoje a diferença entre os dois sexos é confirmada em nível molecular: são femininos os indivíduos que têm dois cromossomos X e são masculinos aqueles que têm um cromossomo Y e outro X.
Alguém poderia fazer parecer esta como a prova absoluta da existência de dois e somente dois sexos. A dupla de cromossomos sexuais é a essência da diversidade sexual. Mas, a natureza talvez faça blefe das nossas atitudes taxonômicas. Malgrado a clareza da linguagem cromossômica – XX, mulher; XY, homem [macho] – a manifestação dos órgãos sexuais não só cobre um espectro muito amplo por formas e tamanho, mas também pelas qualidades consideradas essenciais.
Em suma, nem sempre é fácil atribuir univocamente as características de um indivíduo a um e a um só dos dois sexos. O espectro vai de qualidades consideradas secundárias (machos sem pelos e fêmeas com pelos) a caracteres considerados primários. Neste segundo caso se fala de hermafroditismo. Um tema que concerne à biologia é aquele dos determinantes genéticos da homossexualidade.
Nasce-se homossexual ou a gente se torna tal? O tema é controverso. Porque não há provas definitivas da existência de genes da homossexualidade. É provável, todavia, que exista um componente genético que predispõe à homossexualidade, o qual se ativa somente em presença de outros cofatores, de natureza ambiental e cultural.
Em suma, já em nível biológico a natureza humana (e não só a humana) manifesta uma dose não banal de ambiguidades. Talvez não seja por acaso. Na natureza a ambiguidade e a diversidade são quase sempre fatores positivos, selecionados no decurso da evolução para melhor sobreviver às mudanças ambientais.

A identidade de gênero
Os estudos de gênero concordam com o senso comum: pode-se pertencer a determinado sexo e “sentir-se” do outro sexo. Há pessoas com um corpo masculino que se sentem mulheres e vice-versa. A identidade de gênero é uma percepção e se refere, portanto, à esfera psicológica. Isso não tolhe que a identidade de gênero tem (pode ter), seja determinantes biológicas, seja determinantes sociais. O entrelaçamento destes fatores não é jamais determinístico.
Como o demonstra a história que teve como coprotagonista John William Money e como protagonista David Reimer.
David nascera homem em Winneping, no Canadá. Mas, por uma circuncisão mal sucedida, havia perdido o seu pênis. A ideia que bastasse somente a presença do órgão genital masculino para definir a identidade masculina levou a família e os médicos a criarem, no corpo de David, um simulacro de órgão genital feminino. Money, depois, como psicólogo e sexólogo, trabalhou para “convencê-lo” a “sentir-se” mulher. Porém, mais tarde, outro sexólogo, de nome Milton Diamond, entendeu que David não se sentia de fato mulher. E assim, o rapaz, na idade de 15 anos, voltou a perceber-se como macho. O epílogo da história – David morreu suicidando-se em 2004, na idade de 39 anos – demonstra quão complexo e dramático seja a relação entre ‘soma’ [corpo] e psique. Naturalmente, há muitos outros casos nos quais a identidade de gênero se encontrou (e se encontra) conflitando com a identidade biológica e com o papel de gênero: ou seja, com aquilo que os outros esperam de ti.

O papel de gênero
O papel de gênero é, realmente, uma construção social. Te comportas como os outros esperam que tu faças. Te comportas como macho porque, tendo os caracteres masculinos prevalentes, as pessoas esperam que tu te comportes como macho, mesmo que tu te sintas mulher. E vice-versa.Ou, ao contrário, reages ao “papel de gênero” que te é impingido, não sem obstáculos e sofrimentos, e afirmas tua “identidade de gênero”.
O papel de gênero, preciso dizê-lo, se refere à dimensão sociológica da pessoa. Mas, certamente não é preciso transcurar os determinantes biológicos e psicológicos. No papel de gênero incidem os estereótipos de gênero: do tipo ‘o macho é caçador’ e a mulher é submissa. O papel de gênero é tão forte que com frequência determina a identidade de gênero. A gente se força a si mesmo, a gene se “sente” de um sexo quando os outros o esperam de ti e a gente se comporta como os outros o esperam de ti. Eis porque Simone de Beauvoir dizia que “não se nasce mulher, mas se torna tal”.

A orientação sexual
Todas as pessoas têm (ou não têm) atração, afeto e amor pelas outras pessoas. Se esta orientação é por pessoas do outro sexo, ela é de tipo heterossexual. Se for para pessoas do mesmo sexo, é de tipo homossexual. Se for para pessoas de ambos os sexos, é bissexual.
Há, enfim, uma orientação que não prevê atração e/ou amor por ninguém.
Na luz de tudo o que dissemos, a orientação sexual pode corresponder ou não ao sexo biológico, à identidade de gênero e ao papel de gênero. E tudo isto com ou sem estresse e até sem sofrimento. Os “estudos de gênero” não dão juízos morais. Não definem o que é “segundo” ou “contra” a natureza.
A boa ciência ajuda os homens, não os julga: e isso em relação a qualquer sexo biológico, identidade de gênero, papel de gênero e orientação sexual. Os juízos morais dizem respeito a outra dimensão, e não àquela estritamente científica. Para juízos morais, vale o que disse o Papa Francisco: quem sou eu, para julgar?
Pontos a Analisar
“Me enoja ver dois gays se beijando”, vi um comentário em um blog. Frase esta que explica a quantidade absurda de violência contra LGBTs. O relatório Anual de Assassinato de Homossexuais no Brasil (LGBT) do Grupo Gay da Bahia (GGB) relativo a 2013 apontou que foram documentados 312 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil, incluindo uma transexual brasileira morta no Reino Unido e um gay morto na Espanha. Segundo o grupo, esse número equivale a um assassinato a cada 28 horas. O documento apontou ainda que houve um decréscimo de 7,7% em relação a 2012, quando houve 338 mortes. O grupo divulgou no relatório que o Brasil continua sendo o campeão mundial de crimes homo transfóbicos, afirmando que segundo agências internacionais, 40% dos assassinatos de transexuais e travestis em 2012 foram cometidos no Brasil.

12.975- O que é a Ninfomania?


ninfomania
Trata -se de uma descompensação do desejo sexual feminino. A mulher sente um apetite intenso demais, permeado por fantasias sexuais que a perseguem a ponto de prejudicar suas atividades cotidianas. Esta perturbação psíquica enquadra-se nos transtornos conhecidos como Desejo Sexual Hiperativo (DSH) e se expressa através de uma ausência do controle da sexualidade.
A paciente é acometida por uma compulsividade sexual praticamente incontrolável, o que lhe provoca uma grande dor emocional e repercute diretamente em seus relacionamentos afetivos. Mas é de certa forma um exagero pensar que esta mulher quer praticar sexo incessantemente, ela apenas tem dificuldades na satisfação de seus desejos, daí alimentar constantemente a vontade de praticar o ato. Quando essa pessoa tem a consciência de seu problema e tenta disciplinar seus pensamentos e suas fantasias, torna-se deprimida e ansiosa. Torna-se cada vez mais difícil para ela libertar-se destes pensamentos, uma vez que a própria cultura ocidental canoniza o sexo, estimulando ainda mais as compulsões sexuais.
É comum a ninfomaníaca sentir-se desprovida de vontade própria, uma escrava de seus próprios desejos. Geralmente essa sensação vem acompanhada de muita ansiedade antes do ato sexual, de um orgasmo intenso e satisfatório no primeiro momento, seguido de uma culpa profunda. Mas quais as causas desse problema? Ele não deixa de ter raízes nos mesmos fatores que provocam as demais dependências, como a busca de um bálsamo para as feridas da alma, uma compensação para a solidão e para a inadaptação social, um paliativo contra o medo e as expectativas comuns na vida de cada um, as frustrações e tantas outras emoções sombrias. Mas vários pesquisadores compreendem esse transtorno também como uma doença, provocada por mutações no equilíbrio dos neurotransmissores.
No discurso psicanalítico, a ninfomania é conhecida como hipersexualidade, uma cristalização do desenvolvimento sexual na etapa anal, ou seja, no momento da evolução da sexualidade em que as ansiedades deslocam-se para comportamentos repetitivos. De acordo com a causa estabelecida para este transtorno, deve ser prescrito um determinado tipo de tratamento. Principalmente no mundo contemporâneo, quando o surgimento da Internet gerou outro tipo de compulsão sexual – o sexo virtual -, que atinge aproximadamente dois milhões de pessoas.
Com dificuldades para enfrentar seus distúrbios de sexualidade e ao mesmo tempo mergulhados em um temor crescente do outro, principalmente por conta da violência cada vez maior nas grandes metrópoles, estes indivíduos optam por passar horas sem fim na frente de um computador, navegando em sites com conteúdo sexual. Estas pessoas procuram, assim, satisfazer seus desejos a cada momento mais fortes, já que a compulsão ao vício é sempre maior, quanto mais elas submergem nos meandros da dependência.

12.118-Sexologia – A Libido


sigmund freud
Tem coisa que nem Freud explica

A palavra libido é de origem latina e significa desejo ou anseio. A libido é caracterizada como uma energia aproveitável para os instintos de vida. Segundo os estudos de Freud o ser humano possui uma fonte de energia distinta para cada um dos instintos gerais. Para Freud, a produção, o aumento, a diminuição, a distribuição ou o deslocamento da libido proporciona a possibilidade de se explicar os fenômenos psicossexuais.
A mobilidade é uma característica importante da libido, entendida como a facilidade de alternação de uma área de atenção para outra. Na área do desejo sexual a libido vincula-se a aspectos psicológicos e emocionais.
Ao estudar o desejo humano o filósofo Santo Agostinho classificou a libido em três categorias distintas: a libido sciendi, desejo de conhecimento, a libido sentiendi, desejo sensual, e a libido dominendi, o desejo de dominar.
A energia relativa aos instintos de agressão ou de morte não possuem uma denominação específica como a libido (instinto da vida). Essa energia supostamente tem os mesmos atributos da libido, porém Freud não chegou a elucidar essa questão.
Ao estudar e definir o conceito de libido Freud também definiu a catexia. Segundo ele a catexia é o processo por meio do qual a energia libidinal contida na psique é relacionada ou aplicada na representação mental de um indivíduo, coisa ou idéia. Uma libido catexizada perde a mobilidade original, não podendo mais se mover em direção a novos objetos, uma vez que torna-se enraizada na parte da psique que a atraiu e a segurou.
Como exemplo da relação entre libido e catexia pode-se dizer que: sendo a libido uma quantidade em dinheiro, a catexia é ato de se investir esse dinheiro. Se uma parcela do dinheiro (libido) foi investida (catexizada) e permaneceu nessa hipotética aplicação, ficando uma quantia menor no montante original para que possa ser investido em outro lugar. Outro exemplo pode ser encontrado nos estudos psicanalíticos sobre o luto ao se interpretar o desinteresse da pessoa enlutada em suas ocupações normais e a grande preocupação com o recente finado. Isso pode ser interpretado como uma retirada de libido dos relacionamentos habituais e uma extrema catexia na pessoa perdida, dessa forma a teoria psicanalítica se dispõe a compreender como a libido foi catexizada de forma inadequada.
Freud defendia que a libido era amadurecida através da troca do objeto ou objetivo, argumentando que os homens são “polimorficamente perversos”, querendo dizer que existe uma enorme variedade de objetos que podem tornar-se uma fonte de prazer. Ao mesmo tempo em que as pessoas se desenvolvem, elas também se fixam em diferentes objetos de acordo com a etapa de desenvolvimento: a etapa oral (prazer dos bebês na lactação); a etapa anal (prazer das crianças no controle da defecação); e a etapa fálica (prazer genital). Na concepção freudiana cada fase é uma progressão visando o amadurecimento sexual, caracterizada por um forte Eu e a capacidade de retardar o desejo por recompensas.

11.124 – Sistema Reprodutor Masculino


ap reprod masculino

O sistema reprodutor masculino, também chamado de sistema genital masculino, é composto pelos testículos, bolsa escrotal, pênis, um sistema de ductos ou canais e glândulas anexas.
No sistema reprodutor masculino, encontramos um par de testículos. Eles são as gônadas masculinas e se localizam no interior da bolsa escrotal. Ambos os testículos são constituídos por milhares de túbulos seminíferos e no interior desses túbulos ocorre a produção dos espermatozoides num processo chamado de espermatogênese. Também é nos testículos que encontramos as células intersticiais ou células de Leydig, cuja função é produzir o hormônio testosterona.
Após a formação dos espermatozoides nos túbulos seminíferos, eles são encaminhados através de ductos eferentes ao epidídimo, onde ganharão mobilidade e ficarão armazenados até serem eliminados na ejaculação. Quando o homem é estimulado sexualmente, os espermatozoides saem do epidídimo, através dos ductos deferentes, e são encaminhados até as glândulas seminais, e, em seguida, para a próstata. Tanto as glândulas seminais quanto a próstata são glândulas anexas que produzem substâncias que nutrem os espermatozoides. Depois de passar por essas glândulas anexas, o esperma ou sêmen é encaminhado à uretra, de onde será expulso.
Quando estimulado sexualmente, o homem libera um líquido que lubrifica a extremidade do pênis, além de atuar na limpeza da uretra. Esse líquido é produzido pelas glândulas bulbouretrais, que se localizam abaixo da próstata.
O pênis é o órgão copulador do sistema reprodutor masculino. Ele é composto por tecidos esponjosos que se enchem de sangue, deixando-o rígido e com maior volume.

10.292 – Celular no bolso pode afetar qualidade do esperma


Ainda mais essa…
Carregar o telefone celular no bolso da calça pode contribuir para a infertilidade masculina, segundo uma revisão de estudos feita por pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido.
A revisão analisou dez pesquisas, que incluíam 1.492 amostras de esperma vindas de clínicas de fertilização e centros de pesquisa.
As amostras foram testadas quanto à motilidade, à viabilidade (percentual que estava vivo) e à quantidade de espermatozoides.
Em comparação com um grupo controle, as amostras que tinham sido expostas à radiação do celular apresentaram redução de 8% na motilidade e de 9% de viabilidade dos espermatozoides.
Além de expor o esperma à radiação, celulares no bolso também podem elevar a temperatura da região do testículo, o que poderia ter um papel na diminuição da qualidade dos espermatozoides.
“Ainda é muito precoce para ter certeza da contribuição para a infertilidade, mas é um alerta”, avalia Arnaldo Cambiaghi, diretor do centro de reprodução humana do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia).
Como parte das amostras veio de clínicas de fertilização, poderia haver um desvio nos resultados, diz o médico.

10.059 – Medicina – O Linfagranuloma Venéreo


Ou molécula de Nicolas Faure, uma doença causada por um microorganismo e muito difundida e que se propaga via contato sexual.
Seu principal sintoma é o enfartamento dos glânglios linfáticos da virilha. Ao fim de 5 a 15 dias após aparece nos órgão sexuais uma pequena úlcera que pode ser curada em poucos dias, após isso, se produz uma 2ª infecção e a úlcera aumenta de tamanho. Nas suas primeiras fases, observa-se febre, inflamação nas articulações e coceira.
A transmissão mais frequente dá-se através da relação sexual. O reto de pessoas cronicamente infectadas é reservatório de infecção.
Causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, a doença (dst) é conhecida por diversos nome, dentre eles:
Doença de Nicolas-Favre
Mula
Bubão
Bubão climático
Bubão escrofuloso
Bubão d’ emblé
Linfogranuloma inguinal
Quarta moléstia venérea
Poroadenite inguinal
Supurada inguinal
Linfogranulomatose inguinal subaguda
Úlcera venérea adrenógena
Entre a contaminação e o surgimento do bubão, podem ocorrer sintomas gerais discretos, como febre e dores musculares e articulares.
Devido à fibrose dos gânglios e consequente dificuldade de drenagem linfática, pode ocorrer a elefantíase dos órgãos genitais. Na mulher, o comprometimento de gânglios ao redor do reto pode levar ao estreitamento retal.
Complicações
Elefantíase do pênis, escroto, vulva.
Proctite (inflamação do reto) crônica.
Estreitamento do reto.
Como o contágio é feito pela prática sexual, a melhor forma de prevenir-se contra o linfogranuloma venéreo é fazer uso do preservativo em todas as relações sexuais.
Para o tratamento são utilizados medicamentos à base de antibióticos que, entretanto, não revertem sequelas, tais como o estreitamento do reto e a elefantíase dos órgãos sexuais. Quando necessário, também é feita a aspiração do bubão inguinal. O parceiro também deve ser tratado.

9110 – Com que sexo hermafroditas são registrados no cartório?


Com o sexo indicado na Declaração de Nascido Vivo, documento feito pelo hospital e necessário para emitir a certidão de nascimento. Mas pode haver engano na avaliação visual da genitália do recém-nascido e a confusão só ser percebida anos depois. No pseudo-hermafroditismo masculino, o bebê tem cromossomos XY, mas apresenta má-formação do pênis e características visuais de menina. Já no pseudo-hermafroditismo feminino, o bebê tem cromossomos XX, apresenta aparelho reprodutor feminino, mas o clitóris se desenvolve tanto que é confundido com um pênis. Esses são os casos mais frequentes dessa anomalia rara, causada principalmente por mutações genéticas. Se houver dúvida na hora do nascimento, o médico pode pedir um exame de cariótipo, que analisa os cromossomos do bebê. Mais raros ainda são os hermafroditas “verdadeiros”, que nascem com órgãos sexuais externos com estruturas masculinas e femininas, mas apenas um deles funciona. Nesse caso, que é logo notado pelo médico, a maioria dos bebês têm cromossomos XX e, portanto, são meninas.

8322 – Sexo – Vem aí a pílula que aumenta a libido feminina


Uma pílula capaz de aumentar o desejo sexual das mulheres pode estar disponível em 2015, segundo matéria publicada neste domingo no jornal britânico The Guardian. A droga, que recebeu o nome de Lybrido, foi idealizada pela empresa holandesa Emotional Brain. A pílula contém testosterona “para aumentar a receptividade do cérebro aos estímulos sexuais” e também apresenta em sua fórmula, assim como o Viagra, um inibidor de fosfodiesterase tipo 5, que aumenta o fluxo sanguíneo à região genital para aumentar a sensibilidade e o desejo sexual.
Um estudo publicado no fim do ano passado no periódico The Journal of Sexual Medicine, por exemplo, mostrou que essa droga é melhor do que placebo para aumentar a libido entre as mulheres. Segundo o The Guardian, o Food and Drug Administration (FDA), órgão que regula alimentos e remédios nos EUA, já deu sinal verde para a realização dos próximos testes em torno da pílula nos Estados Unidos.
Há especialistas, porém, que acreditam que a falta de desejo sexual entre as mulheres não é uma doença e, portanto, não precisa ser tratada com remédios. A matéria do The Guardian cita um artigo publicado há dez anos no periódico British Medical Journal (BMJ), no qual é levantado um debate sobre o assunto. O texto mostra que, na opinião de alguns médicos, o termo “disfunção sexual feminina” passou a ser usado para o benefício de indústrias farmacêuticas.
Um artigo sobre a pílula Lybrido publicado em maio na revista The New York Times Magazine levanta outra questão. De acordo com a matéria, o remédio não deve ser encarado e discutido como um “Viagra feminino”. Isso porque problemas com desejo sexual entre as mulheres parecem estar muito mais relacionados a fatores psicológicos do que físicos. “O Viagra age nas artérias; causa alterações físicas que permitem o pênis ficar ereto. A versão feminina da droga do desejo seria outra coisa. Ela ajustaria regiões do cérebro”, afirma o texto.

3430 – Mega Bloco – Sexo sem Tabu: Problemas da Mulher


Escola Paulista de Medicina

Menopausa – Sua causa é o envelhecimento, o desgaste natural de certas células que deixam de funcionar quando a mulher atinge a idade madura. Surgem então alguns problemas físicos na mulher que podem ser temporariamente aliviados com hormônios femininos. A menopausa pode originar complicações nervosas mais graves, alterando a própria personalidade da mulher. Algumas atingem um estado chamado paranóia, podendo se tornarem maníacas iou depressivas. A hormonioterapia pode ajudar a mulher, mas há restrições. Algumas mulheres não sentem dificuldades, são serenas e esperam a velhice com bom humor. Porém há as que têm um quadro de instabilidade emocional, com mudanças profundas no temperamento. Tudo as enerva, irrita ou as comove e entristece. Podem se tornar extremamente ciumentas, injustas e violentas. Quando há a queda da libido, os problemas são desagradáveis; para compensar a frustação que não conseguem vencer, entregam-se a religiosidade exaltada. São as chamadas beatas, que vão a igreja todos os dias, passando a viver em função de padres ou pastores, missa e comunhão. Outras sem lastro religioso, dedicam-se a obra de caridade, obras sociais e filantrópicas. São senhoras que realizam festas de caridade natal, pão dos pobres e etc. Mas há um quadro oposto; quando não há queda de libido. É o chamado quadro da ninfomania. Trata-se de mulheres que querem aproveitar o resto de “fogo” e tentam se datisfazer ao máximo. É o caso por exemplo da futura sogra que foge com o noivo da filha. Tais casos são minoritários, constituindo uma pequena parcela estimada em 1%.
Mestruação – Dismenorréias são distúrbios graves que acompanham o ciclo menstrual. Os fatores podem ser físicos ou anatômicos: deslocamento útero, quistos do ovário, obstrução do colo uterino e etc. Pode ser também uma combinação de fatores fisiológicos e psicológicos.

2800 -☻Mega Polêmica – Pornô é bom para a sociedade?


Vejamos a opinião do diretor do Centro do Pacífico para Sexo e Sociedade, associado à Universidade do Havaí.

A maioria das pessoas já viu e defende fortes opiniões sobre ela. Uns argumentam que seu acesso fácil traz efeitos negativos à sociedade, como a degradação da mulher. Mas outros defendem que é uma expressão legítima de fantasias, e que não apenas traz satisfação imediata do desejo como também substitui a agressão sexual. Assim, evitaria outras atividades perigosas, prejudiciais e ilegais. Algumas feministas afirmam até que ela emancipa a mulher, libertando-a das amarras do pudor e das restrições sociais.
Não faltam provas confirmando esse posicionamento. Ao longo dos anos, muitos cientistas investigaram a ligação da pornografia tanto com crimes sexuais quanto com seu efeito na atitude dos homens em relação às mulheres. E, em todas as regiões investigadas, pesquisadores descobriram que crimes sexuais ou diminuíram ou não aumentaram onde a disponibilidade da pornografia cresceu. E, dos poucos que viram correlação entre a disponibilidade de pornografia e comportamentos antissociais, nenhum encontrou relação de causa e efeito.
Pesquisas de escala nacional na Dinamarca, Suécia, Alemanha Ocidental e EUA observaram que, embora a presença de pornografia tenha aumentado consideravelmente de 1964 a 1984 nesses países, a taxa de estupros ou caiu ou permaneceu no mesmo nível. Estudos posteriores mostraram ainda resultados semelhantes em todos os outros países cientificamente examinados – entre eles, Canadá, China, República Checa, Finlândia, Japão e Polônia. Afinal, a pornografia oferece um substituto fácil e imediato para os crimes sexuais: a masturbação.
Ainda assim, é comum que a polícia sugira que uma grande porcentagem de criminosos sexuais já usou pornografia. Isso é irrelevante, dado que a maioria dos homens tem em algum momento da vida acesso a conteúdos de sexo explícito.
Observando a questão mais de perto, pesquisadores descobriram algo surpreendente: presos estupradores têm maior probabilidade de ter sido punidos na juventude por ver pornografia que os não estupradores. E mais. Presos não estupradores começaram a ver pornografia mais cedo e em maior quantidade que os estupradores. O que é realmente correlato com o crime sexual é ter tido uma educação religiosa rígida e repressora.
Estudos também mostram que homens expostos a filmes pornográficos são mais tolerantes com as mulheres que os não expostos. Nenhum pesquisador cientificamente sério provou que a exposição à pornografia tem uma relação de causa e efeito com sentimentos ou atos negativos contra mulheres.
É verdade que algumas pessoas afirmam sofrer efeitos adversos da exposição à pornografia – basta considerar testemunhos em cortes de divórcio. No entanto, não há nenhuma prova de que a pornografia tenha sido a causa do abuso. Acima de tudo, não há liberdades que não possam ser usadas de forma equivocada. Mas o acesso à pornografia é uma das que parecem oferecer mais bem do que mal.

2749 – A Ciência do Desejo


A atração física é um botão mágico que só o amor é capaz de ligar. Mas, para os cientistas, o desejo sexual não tem tanto romantismo. Trata-se de um processo bioquímico que desequilibra rapidamente todo o corpo, diagnosticável por vários sintomas. A gente não consegue tirar os olhos “daquela” pessoa, o coração dispara, as mãos suam, dá vontade de falar pelos cotovelos, as pernas ficam meio bambas, a fome desaparece e é preciso suspirar profundamente para respirar melhor. Tudo isso acontece porque o cérebro derrama uma overdose de substâncias euforizantes no organismo quando pinta o interesse por alguém. Toda essa agitação depende de fatores psicológicos, que variam de um indivíduo para outro, para ser detonada. Em comum, porém, todos nós temos um coquetel de libido prontinho para explodir.
A ciência sempre estudou a sexualidade a partir da fisiologia dos órgãos genitais, indo diretamente ao assunto. Pesquisas sobre o que ocorre antes do ato sexual geralmente ficavam a cargo de estudos sobre o comportamento. Só ao longo dos últimos quinze anos, quando foram feitas novas descobertas sobre o cérebro e isoladas substâncias que enviam mensagens de um neurônio a outro, por isso mesmo chamadas de neurotransmissores, é que se notou um paralelo do estresse com as reações que envolvem a excitação. “Ainda não há trabalhos específicos, mas hoje se sabe que o simples fato de pensar na pessoa amada pode promover uma série de alterações orgânicas.
Até atingir as glândulas que regulam o aparelho reprodutor, esses neurotransmissores vão espalhando impulsos elétricos pelos terminais nervosos e levando o corpo inteiro a um estado de estresse. Mas ninguém morre de tesão, pelo menos não ao pé da letra. Quando a excitação não se resolve com a relação sexual, entram em ação soluções compensatórias, que dão outro tipo de prazer para reorganizar o organismo, como comer ou dançar. Pode-se até mesmo cortar o impulso erótico apenas pensando que é melhor ir dormir cedo para fazer uma prova no dia seguinte – uma mudança de planos regida pelo córtex cerebral, a fina camada que envolve o encéfalo.
Embora o olfato seja o sentido mais primitivo de todos, fundamental para qualquer animal detectar a proximidade da caça ou da fêmea no cio, no homem ele acabou ficando menos potente ao longo da evolução. Não somos mais capazes de sentir o perigo só pelo cheiro.Em termos de promessa de satisfação a curto prazo, é mais poderoso do que matar a fome ou a sede. Depois de uma relação sexual há uma grande liberação de endorfina, um neurotransmissor com efeito semelhante ao ópio, que tira a dor e proporciona um profundo bem estar. Em exercícios físicos, ela leva meses para ser ativada, e é por isso que a maioria das pessoas começa a fazer ginástica e larga logo. Por outro lado, a endorfina auxilia no trabalho de parto, daí o chamado ‘estado de graça’ das mães que acabam de dar à luz
Enquanto os neurotransmissores levam mensagens de um neurônio a outro, os hormônios caem na corrente saguínea para chegar ao órgão-alvo. Por isso, são um pouco mais lentos que os primeiros. Em compensação, sem hormônios sexuais amadurecidos – nos testículos dos garotos a partir dos 11 anos e nos ovários das meninas desde os 9 ou 10 anos de idade –, nada feito.
Mas se uma pessoa tem alguma queda na produção deles, não há estímulo que leve à excitação. Esse estoque de libido, ou desejo sexual, diminui um pouco na mulher a partir da menopausa, período em que cessa o ciclo menstrual e quando é preciso repor o estoque do hormônio feminino estrógeno. Nos homens, a produção de testosterona é constante. Para ambos os sexos, porém, há outros tipos de interferência que podem baixar sensivelmente a bola do desejo.
Medicamentos para dormir, contra a ansiedade e a hipertensão contêm substâncias que levam ao relaxamento da musculatura e das artérias, diminuindo a ação daqueles neurotransmissores euforizantes. “Os anabolizantes tomados nas academias de musculação também bloqueiam a função da hipófise, a glândula que rege a produção de hormônios sexuais, e chegam a atrofiar os testículos”, diz o endocrinolista. “Há uma perda da libido, o rapaz fica indiferente a estímulos que provocariam excitação”.
1 – Os estímulos chegam ao cérebro através dos cinco sentidos ou provocados pela imaginação.
2 – O cérebro tem áreas específicas para receber esses estímulos.
3 – Cada informação é buscada no arquivo de coisas agradáveis e desagradáveis guardadas no sistema límbico, região também ligada aos instintos.
4 – O córtex cerebral analisa o “relatório” do sistema límbico e toma (ou não) a decisão de liberar as substâncias que vão excitar o sistema nervoso.
O sistema nervoso se excita em milésimos de segundo
Milhões de neurônios derramam substâncias euforizantes no cérebro.
Lenha na fogueira
O glutamato, um neurotransmissor do grupo dos aminoácidos excitatórios, se encontra em várias partes do encéfalo, mas em maior concentração no córtex cerebral e no sistema límbico, a parte mais primitiva do órgão. Seu papel é simplesmente excitar o próximo neurônio.
Olhos nos olhos
A acetilcolina é uma substância que aparece na chamada formação reticular, conjunto de núcleos que estão no tronco cerebral. É ela quem faz a gente fixar a atenção em determinada pessoa o tempo todo, em estado de alerta. Também é liberada em termninações nervosas periféricas, levando à ereção e à produção de suor.
Dando bandeira
Quando alguém fica ofegante, com as pupilas dilatadas e meio pálido numa paquera, pode ter certeza: é a noradrenalina que entrou em ação. Esse neurotransmissor mora na ponta central do tronco cerebral e nas terminações nervosas periféricas. Seu papel é empurrar sangue para os músculos, contraindo os vasos sanguíneos.
Como uma droga
A dopamina é fabricada numa pequena região cerebral chamada substantia nigra e arredores. Suas moléculas têm um comportamento parecido com as da cocaína. Resultado: euforia, fluidez da fala e um tremendo descontrole motor que se traduz em gesticulação excessiva e tremor nas pernas.
Outro tipo de fome
Secretada pelas glândulas supra-renais, a adrenalina é um hormônio que acaba denunciando a pessoa que sente tesão: causa arrepio, aumenta o batimento cardíaco e a pressão arterial e ainda libera reservas de glicogênio do fígado, cortando o apetite do apaixonado.
A atração física precisa de um kit básico
São as glândulas endócrinas que preparam o organismo para desenvolver a vontade
Onde tudo começa
O hormônio luteinizante, fabricado na hipófise, é o responsável pelo desencadeamento da maturidade sexual tanto nos homens quanto nas mulheres. Ele também regula a ovulação e estimula os hormônios sexuais guardados nos órgãos genitais.
Típico de homem
Embora também esteja presente em pequeníssima quantidade nos ovários, é nos testículos que se produz a testosterona, o principal hormônio sexual masculino. Além de reger a atividade sexual do homem, também é responsável pelo crescimento.
Afrodisíaco natural
Desde 1993 a ocitocina, fabricada no hipotálamo e guardada na hipófise, é tida como o hormônio do prazer. Quando cai na corrente sanguínea, sensibiliza os músculos, aumentando a intensidade do orgasmo pela contração muscular.
Coadjuvante amoroso
O cortisol, secretado pelas glândulas supra-renais, acaba influindo no tesão por tabela. Seu papel é estimular a produção de insulina, hormônio presente do pâncreas que quebra açúcar do sangue e dá energia. O cortisol, portanto, dá o maior pique e também eleva a presão arterial.
Coisas de mulher
O estrógeno e a progesterona são hormônios sexuais femininos produzidos nos ovários. O primeiro desenvolve os órgãos genitais femininos e atua no ciclo menstrual. A segunda governa o crescimento do útero.

Acredite se quiser – Ex padre inventou a casa mais libertina do Brasil


Roque Rauber, então com 59 anos, um ex padre abria a noite mais profana do RG do Sul. No palco, um casal fazia sexo diante de dezenas de voyeurs, que aos poucos começavam a participar entusiasticamente. Trinta anos antes, ele batizava crianças e consumava casamentos em paróquias de Bom Fim e Medianeira, na capital gaúcha. Tempos depois, casado com uma mulher 30 anos mais jovem, pai de 5 filhos, era dono do espaço mais libertino do país, o Sofazão. Ele diz ter descoberto que as almas eram atormentadas por fantasias reprimidas e não por pecados. Largou a batina e fundou o santuário de colchões em forma de sofás onde suas ovelhas realizam o que nem sequer tinham coragem de sussurrar no confessionário. O endereço é secreto. Não há nada escrito na fachada. No interior, homens e mulheres, a maioria profissionais liberais e pais de família, pagavam 80 reais para transar com quem bem entendiam. O palco se transformava numa orgia digna dos tempos mais decadentes do império romano. Prostitutas contratadas para estimular novatos logo saem de cena, reduzidas a coadjuvantes, deixando o espetáculo a cargo dos respeitáveis senhores e senhoras do público.

O Sexo na Sociedade – Tudo uma questão cultural


Na Polinésia se come insetos e cobras fritas. Na China, ovos que fora colocados durante anos debaixo da terra. A nossa feijoada é muito estranha para os escandinavos. O sexo segue a mesma linha e varia com a cultura. Atualmente os países escandinavos e os EUA são os mais liberais enquanto árabes e latino-americanos (infelizmente) são os mais proibitivos. Na china, o governo proíbe o casamento até por volta dos 20 anos e quando este ocorre, só se pode ter um filho. A procriação é controlada por causa da explosão demográfica no país ( cerca de 1,4 bilhão de hab.). No Brasil, as famílias estão divididas na opinião quanto as liberdades sexuais.
Hormônios
São substância químicas produzidas pelo organismo e que atuam sobre o cérebro e os órgãos reprodutores. O hipotálamo envia uma mensagem para uma glândula, a pituitária ou hipófise. Os dois hormônios produzidos são o Luteotrófico e o Folículo estimulante. Tais viajam pelo sangue até os ovários ou testículos, fazendo com que os ovários amadureçam e os testículos iniciem a produção de espematozóides.

O Corpo e o Sexo
O desejo sexual é tão forte no ser humano que mesmo contundentes proibições não conseguiram erradica-lo. A maioria dos trabalhos científicos sobre o assunto foram feitos recentemente. Até o século 19, mesmo os médicos, eram proibidos de examinar as partes genitais da mulher, a não ser por tato e debaixo de pesados véus. Eram estudados os órgãos reprodutores, mas as relações sexuais não eram estudadas