11.946 – Mega Byte – Facebook relaxa a política de utilização de nomes “fake” na rede


face lixo
Depois de diversas polêmicas e protestos de grupos de diversas partes do mundo, o Facebook anunciou duas mudanças que vão permitir o uso de nomes “não autênticos” na rede social. Recentemente, a rede social foi alvo de críticas por bloquear contas que não usassem nomes reais.
Agora, o site vai permitir que usuários trans e que vivem em áreas onde é necessário manter o anonimato, por exemplo, expliquem “detalhes adicionais ou o contexto de sua situação única”.
De acordo com o vice-presidente de crescimento do Facebook, Alex Schultz, o novo recurso deve permitir que a rede social avalie com precisão se o nome fornecido se encaixa com as regras determinadas pela empresa. “Isso vai nos ajudar a entender melhor as razões pelas quais as pessoas não podem atualmente confirmar seu nome”, explica o executivo.
Quem sinalizar outros perfis como falsos também terá que justificar o contexto da denúncia, em uma tentativa de evitar a má utilização da ferramenta.

Como funciona?
Além de utilizar documentos oficiais para provar sua identidade, Schultz explica que quem é denunciado pode provar sua identidade usando também documentos considerados não legais, como contas de serviços púlicos, declarações bancárias ou assinaturas de revistas e jornais.
Apesar da possibilidade, o Facebook rejeitou o pedido de grupos que defendem as liberdades civis para que fosse permitida a utilização de links de outras plataformas online, como blogs e outras redes sociais.

10.836 – Apagão na Rede – Facebook fica instável e sai do ar pela segunda vez em uma semana


O Facebook enfrenta instabilidade e ficou fora do ar nesta tarde de segunda-feira, 28, em nível mundial. Quem digita o endereço facebook.com recebe a seguinte mensagem:

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Na semana passada, outra queda similar já havia sido observada, mais precisamente na quinta-feira, 24. Pelo Twitter, leitores do Olhar Digital confirmaram a dificuldade para acessar a rede social.

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O que aconteceu?
Por meio da plataforma de desenvolvedores do Facebook, é possível verificar que a rede social classifica a falha como uma “grande interrupção” (ou “major outage” no inglês). A ferramenta atribui a queda à indisponibilidade de uma ferramenta chamada “Facebook Graph API”.
Questionado pelo VentureBeat, o Facebook afirmou que a API do sistema de busca da rede social está indisponível. “Estamos trabalhando com nossos times de infraestrutura central para identificar a questão e iremos atualizá-los quando nós tivermos mais informações”.

10.814 – De ☻lho no Golpe – ‘Promoção de supermercado’ rouba dados pessoais


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Uma mensagem recebida via WhatsApp foi identificada como maliciosa pela empresa de segurança on-line Kapersky Lab, que revelou nesta semana um golpe desenvolvido por brasileiros. Usando uma marca de supermercado, os cibercriminosos divulgam uma mensagem de promoção de cupons com crédito de 500 reais e, para “ganhar” o desconto, o usuário deve clicar no link, preencher um formulário e ainda indicar 10 contatos para receber a mesma mensagem. Para concluir, o usuário tem de responder uma pesquisa de 25 perguntas via telefone, o que garante aos hackers a apropriação dos créditos da conta telefônica (pré-paga). Outros golpes similares já ocorreram na Espanha e nos Estados Unidos com a imagem da companhia de café Starbucks e outras lojas de moda como Zara e H&M.

10.812 – Conheça a rede social que promete a vida eterna digital


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Será que a vida eterna poderá ser uma inovação das onipresentes redes sociais? Essa parece ser a premissa dos criadores de Eter9, uma rede social que propõe aos seus usuários a imortalidade digital.
Esse sistema engenhoso, desenvolvido pelo português Henrique Jorge tem uma proposta concreta e viável para a manutenção da vida (pelo menos na sua forma comunicativa, que parece ser tão importante para esses tempos) e se baseia em um algoritmo de inteligência artificial. O software analisa todas as mensagens e ações dos usuários e, depois de sua morte, continua publicando informações em suas páginas, graças a um avatar informático, obviamente imortal, criado através do registro de publicações feitas pela pessoa durante sua vida.
A oferta parece ser tentadora: embora o Eter9 esteja ainda em fase beta, cerca de 5 mil pessoas já se registraram. Como rede social, ele tem características parecidas às do Facebook, com o mural do usuário e as opções de “curtir”. “Estamos tentando criar um sistema de inteligência artificial que possa aprender rapidamente a partir de conteúdos de outras redes sociais, como o Facebook, uma vez que o conteúdo do Eter9 ainda é limitado”, admite Henrique Jorge.
Será que essa rede social de imortais se transformará na plataforma do futuro? Será que ela poderá, de fato, reproduzir a vida social de uma pessoa com os dados coletados do passado? Isso quer dizer que nossa vida, pelo menos na rede, é tão previsível que poderá ser mantida por um avatar depois de morrermos?

11.694 – Mega Byte – Novo golpe tenta roubar senhas dos usuários do Facebook


Face "falta de assunto"
Face “falta de assunto”

A empresa de segurança ESET alerta sobre um novo scam que circula nas redes sociais com o objetivo de roubar senhas dos usuários. Para atrair as pessoas, os cibercriminosos utilizam vídeos de falsos sites no Facebook. Ao clicar sobre a publicação, a vítima acessa um link encurtado e é direcionada para uma página falsa.
Ao contrário de outras campanhas maliciosas que são ativadas por um único tipo de vídeo, o novo golpe utiliza cinco falsos sites, com mais de 30 tipos de vídeos. A técnica utilizada ajuda a ampliar o número de potenciais vítimas do ataque.
Uma vez que o vídeo é selecionado pelo usuário, a pessoa é direcionada para uma página, na qual é solicitado o compartilhamento do conteúdo na linha do tempo de seus amigos. Ao confirmar a opção, outra janela se abre e uma nova autenticação na rede social é requerida. No entanto, trata-se de um domínio totalmente diferente, que, na verdade, é uma página falsa onde o cibercriminoso rouba as credenciais da conta do usuário.
Segundo Camilo Di Jorge, gerente geral da ESET no Brasil, os atacantes utilizam golpes de engenharia social para enganar os usuários desavisados. “Recomendamos sempre verificar a URL para se certificar que está logado na página correta e seguir as orientações de segurança ao navegar nas redes sociais”, orienta.

11.488 – Mega Byte – Vírus no Facebook posta conteúdo pornográfico; saiba removê-lo


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Um vírus chamado “Amazonaws” tem atrapalhado alguns usuários do Facebook. Sem o consentimento do usuário, ele publica vídeos de conteúdo pornográfico em perfis do site social, marcando diversas pessoas nas postagens, e se aloca no computador na forma de uma barra de busca.
O vírus se espalha através de anexos de e-mails, páginas comprometidas da internet ou mesmo através dos posts maliciosos do Facebook. Por isso, caso você receba uma notificação dizendo que um amigo seu disse que esteve com “você e mais 19 pessoas”, é melhor não clicar no link.
Como remover?
Para remover o vírus, é necessário vasculhar seus aplicativos do Facebook e extensões de navegador em busca de algo estranho. Veja como fazer isso abaixo:
No Facebook, vá até “Configurações” (a opção aparece sob uma lista do lado direito da barra superior). Em seguida, clique em “Aplicativos” (a primeira opção da última aba, à esquerda). Quando a lista aparecer, clique em “Mostrar todos”, veja se há algum aplicativo de aparência maliciosa associado à sua conta e remova-o (aproveite para remover os aplicativos inúteis que acabam se associando à sua conta).
Em seguida, é necessário verificar as extensões do navegador. No Chrome, clique no ícone com três barrinhas horizontais, à direita na barra superior do navegador, e vá em “Configurações”. Na tela que se abre, do lado esquerdo, há um ítem chamado “Extensões”: clique nele. Você verá então uma lista com todas as extensões associadas ao seu navegador. Se alguma lhe parecer estranha, delete-a clicando no lixinho ao lado dela.
No Firefox, o procedimento é semelhante: basta clicar na opção “Complementos” para ver a lista de complementos que seu navegador está usando, e apagar qualquer um que seja suspeito. No Internet Explorer, por sua vez, clique em “Gerenciar complementos” e depois em “Barra de ferramentas e extensões”.
Caso essas opções não funcionem, pode ser necessário desinstalar o navegador e reinstalá-lo de novo em seguida. De qualquer maneira, após removido o programa malicioso, vale a pena fazer uma varredura com algum programa antivírus para garantir que nenhum outro arquivo nocivo foi instalado no computador durante o período de vulnerabilidade.

10.869 – Mega Byte – Facebook quer criar mecanismo que protege usuário


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O Facebook quer projetar uma nova funcionalidade que será capaz de identificar se o usuário está bêbado na foto que está postando e alertá-lo de que a imagem pode ser embaraçosa.
Em entrevista à revista “Wired”, Yann LeCun, chefe do laboratório de inteligência artificial (IA) do Facebook, disse que o mecanismo seria como uma assistente virtual que “te dá um tapinha no ombro” e diz: “Isso está sendo postado publicamente. Tem certeza que quer que seu chefe e sua mãe vejam isso?”
Segundo a revista, a ferramenta seria, de maneira geral, um recurso de reconhecimento de imagem que distingue o seu “eu” bêbado do seu “eu” sóbrio. A tecnologia, baseada em uma forma de IA chamada de “deep learning” (“aprendizado profundo”, em tradução livre), é a mesma que distingue o rosto do usuário do de seus amigos na hora de marcar uma foto.
O laboratório comandado por LeCun está completando um ano de existência e vislumbra uma IA cada vez mais atuante na rede social.
Em breve, os algoritmos do grupo serão capazes de analisar o texto que os usuários escrevem em seus status e sugerir hashtags relevantes, informa a “Wired”. LeCun também planeja uma funcionalidade que notifique imediatamente a pessoa quando alguém que ela não conhece postar uma foto sua.
Segundo a notícia, a tecnologia de “deep learning” é utilizada também por companhias como o Google –no reconhecimento de voz do Android, por exemplo–, pela Microsoft –em alguns recursos do Skype–, e pelo Twitter, entre outras empresas.

10.737 – “Maria vai com as outras” – Eleições brasileiras batem recorde de interações no Facebook


Face "falta de assunto"
Face “falta de assunto”

O período eleitoral no Brasil gerou 674,4 milhões de interações no Facebook, um novo recorde para eleições nos registros da rede social, segundo informou a empresa nesta segunda-feira.
As conversas sobre as eleições brasileiras envolveu 48,3 milhões de pessoas, o equivalente a 54% de todos os usuários ativos do Facebook no país.
O número é nada menos que o triplo do recorde anterior para um período eleitoral, as 227 milhões de interações registradas no pleito da Índia neste ano, um país com 1,252 bilhão de habitantes, seis vezes mais que o Brasil, e com o dobro de internautas, segundo a rede social.
O diretor de relações institucionais do Facebook no Brasil, Bruno Magrani, disse à Agência Efe que as eleições brasileiras foram “um dos maiores eventos vividos na plataforma neste ano”.
“Estamos muito felizes que a plataforma possa contribuir como um importante espaço para a conversa política na internet”, afirmou Magrani.
O evento que mais provocou a participação dos usuários do Facebook na história da rede social foi a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, com três bilhões de interações.
Interações são publicações de textos, fotos, curtidas, comentários e qualquer conteúdo compartilhado. Os dados da rede social sobre a disputa eleitoral começaram a ser calculados desde o início da campanha, em julho.
Dilma Rousseff (PT) foi reeleita no segundo turno das eleições com 51,64% dos votos, contra 48,36% de Aécio Neves (PSDB), segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral após 99,99% da apuração.

10.636 – Internet – Google transforma Orkut em museu virtual


orkut museu

O Google cumpriu o que prometeu quando anunciou a morte do Orkut, em junho, e colocou no ar uma espécie de museu que reúne informações postadas na rede social.
Quem acessar orkut.com a partir desta terça-feira, 30, se deparará com o Arquivo de Comunidades do Orkut, em que está listadas todas as comunidades que permaneceram públicas até a desativação do site.
De acordo com o Google, o arquivo reúne 51 milhões de comunidades, com 120 milhões de tópicos que geraram mais de 1 bilhão de interações.
É possível procurar comunidades por nome através de um menu em ordem alfabética. Ficam visíveis a descrição e o fórum de cada uma – inclusive com as conversas.
Caso você não queira que suas informações apareçam ali, basta excluir o Orkut de sua conta no Google, o que pode ser feito a qualquer momento

10.577 – Orkut – 10 Anos depois, os últimos suspiros


orkut
A rede encerra oficialmente no dia 30 de setembro de 2014
Aos olhos de quem esteve no Orkut e acompanhou sua efervescência, ele hoje lembra uma cidade semiabandonada. A rede social que já foi a mais popular do Brasil – em 2008, chegou a 40 milhões de usuários ativos – é um amontoado de entulho: carcaças de comunidades engraçadinhas, perfis abandonados, vírus camuflados de álbuns de fotos, convites para o jogo Colheita Feliz esquecidos no tempo… Retrato de uma internet do passado.
Era a época de escrever scraps e depoimentos, de fuçar quem tinha visto seu perfil recentemente, de participar de comunidades estapafúrdias, de comemorar quando a capacidade do álbum de fotos subia para 25 imagens e de ficar amigo de perfis falsos e debochados de celebridades. Tudo isso ficou para trás. E o maior culpado não foi a concorrência, mas um problema que surgiu dentro do site: spam.
A partir de 2009, uma avalanche de publicidade invasiva devastou o Orkut. Com a popularidade da rede, muita gente passou a usá-la para outros fins. Era fácil criar perfis para as mais diversas finalidades, como divulgação de festas e outras propagandas impertinentes. E você não podia fazer nada. O Orkut não disponibilizava ferramentas para limitar sua exposição. A cada dia, mais mensagens inúteis pulavam no mural, escondendo recados dos amigos em uma lixeira colorida e pegajosa. Os convites para ganhar dinheiro fácil, entre outras tranqueiras, transformaram o Orkut nessa Chernobyl virtual.
Ele perdeu a guerra para os perfis falsos”, diz Mauricio Cid, fundador do site Não Salvo. Cid é um fruto do Orkut. Conhecido na época como C! The Space Cowboy, ele era dono de 1.024 comunidades de humor. Essas páginas cresceram e viraram celeiros de piadas na internet. Tudo ia bem até que uma reportagem do Fantástico sobre pedofilia na internet exibiu, de relance, uma das comunidades de Cid. “Era para zoar o Michael Jackson, não tinha nada a ver com o assunto”, lembra. Mesmo assim, o episódio foi o suficiente para Cid receber um e-mail do Orkut alertando que não saísse do País, pois estava sendo investigado pela Polícia Federal. Ele não foi preso, mas acabou banido do Orkut. Para continuar a zoeira, que não tinha limites, criou o Não Salvo, hoje o maior portal de humor do Brasil. O site é um dos maiores e mais bem-sucedidos exemplos de gente que debandou do Orkut, contra a vontade ou não. Cid foi um empreendedor e criou um negócio de sucesso. A maioria das pessoas, porém, apenas trocou de ferramenta para seguir a vida nas redes sociais.
Na virada da década, a vasta terra próspera do Facebook, tão limpa e civilizada, fincada e estabelecida na maioria dos países do globo, surgia convidativa no horizonte. Até então, ele servia mais para manter contato com estrangeiros. O Orkut era a rede dos brasileiros. Só que a situação mudou. Com um sistema de confirmação de identidade para evitar a proliferação de perfis falsos e spams, o Facebook (que logo seria abrasileirado para “feice”) era o futuro. Era um ambiente com mais recursos que permitiriam à rede de contatos ser, de certo modo, restrita.
Está um silêncio aqui
Dentre as funcionalidades que separam Orkut e Facebook, a timeline é a mais significativa. Graças a ela, no Facebook toda hora alguém está falando, reclamando, esperneando, corneteando, autoproclamando, vendendo, comprando, desejando, grunhindo, xingando ou recalcando. No Orkut, não. A ausência de uma linha do tempo ajuda a manter um espírito quase pacífico. Sem muita exposição, não há tanto julgamento.
A maior comunidade do Orkut ainda é a mesma dos tempos áureos: “Eu Odeio Acordar Cedo” (6.129.539 membros). Nem todos eles são ativos, por isso o número é maior até mesmo que o de usuários do Orkut no Brasil (exatos 6.009.000. No mundo todo, são 6.945.000*). Mas nem de longe a página está morta. Só no dia 24 de janeiro, aniversário de 10 anos da rede social, os membros da comunidade fizeram 391 posts em 20 tópicos. A moderadora da comunidade é Wilma Smith, 29 anos, oito de Orkut e zero de Facebook. Ela é hardcore, não quer saber da rede de Mark Zuckerberg. “Ali há excesso de exibicionismo alheio”.
O Facebook tirou o lugar do Orkut como o grande centro sociocultural da internet brasileira. Mesmo assim, hoje eles podem coexistir, pois assumiram vocações diferentes. Enquanto procurava links para encontrar Bonitinha, mas Ordinária e seguia na malfadada brincadeira de tentar beijar a pessoa de cima no mural, acompanhei outras informações no Facebook: denúncia de machismo em universidade portuguesa, reclamação da política de transporte público em Porto Alegre, notícia sobre aluguel de crianças por parte do Exército da Salvação, frase que eu duvido que seja de Luis Fernando Veríssimo… É, deve ser um alívio ter uma folga de tudo isso. Sorte do dia: no Orkut, mesmo que você tenha centenas de amigos, é possível ter um pouco de silêncio.

10.439 – Apagão na Rede – Facebook teve pior falha em quatro anos nesta sexta


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Após ter ficado fora do ar ou com acesso instável durante duas horas e meia nesta sexta-feira (1º de agosto), segundo a própria empresa, o Facebook disse em comunicado no final da tarde que o evento foi a pior queda do serviço em quatro anos.
“Queremos pedir desculpas por isso”, escreveu em sua página na rede social o engenheiro Robert Johnson, falando pela companhia americana.
“A chave do problema que fez com que a nossa instabilidade fosse tão severa foi uma infeliz manipulação de um erro”, disse, explicando que um sistema de verificação pensado para corrigir configurações inválidas no funcionamento interno da rede social.
Ao menos por enquanto, segundo Johnson, tal ferramenta foi desativada para evitar novas quedas.
O Instagram, que pertence ao Facebook desde abril de 2012, também ficou inacessível durante alguns minutos, mas seu problema foi mais efêmero.

10.336 – Fãs brasileiros do Orkut se mobilizam contra fim do serviço


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Os fãs brasileiros do Orkut reagiram rápido à notícia de que o serviço será descontinuado em 30 de setembro. Três horas depois do anúncio feito pelo Google, já existe na internet uma petição pedindo sobrevida ao serviço. Até a publicação deste texto, 10 mil pessoas haviam assinado o documento que deverá chegar às mãos da empresa americana.
“Poderá ser encerrada uma importante ferramenta de fóruns de nicho, onde são preservadas informações úteis sobre os mais diversos temas. Precisamos nos mobilizar para salvar o Orkut. Ou ao menos a sua principal utilidade: as comunidades e sua organização de fóruns. Vamos mostrar ao Facebook, Twitter e ao insosso Google+ que VAMOS SOBREVIVER”, defende o texto publicado na comunidade Avaaz.
Assim como tantas outras, porém, a petição online não deve ter efeito prático e dificilmente fará o Google mudar de ideia. No entanto, o documento manda um recado positivo sobre a rede social que liderou o setor no Brasil até 2011 e parecia esquecida por muitos internautas.
Mais cedo, quando oficializou o fim do Orkut, o Google se desculpou aos usuários assíduos. “Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além”, escreveu o diretor de Engenharia do Google, Paulo Golgher.

10.333 – A Morte do Orkut


orkut

Agora que o Google confirmou que desativará o Orkut no dia 30 de setembro, pairam dúvidas sobre o que será feito com todo aquele conteúdo postado na rede social. Confira abaixo tudo o que você precisa saber sobre o que acontecerá a partir de agora:

Como posso salvar minhas informações?

É possível exportar os álbuns de fotos para o Google+ clicando aqui. E salvar, no computador, o perfil, scraps, depoimentos e postagens em comunidades através do Google Takeout. Isso pode ser feito até setembro de 2016.

Dá para transferir meu perfil para o Google+?

Quase isso. É possível vincular o perfil do Orkut ao do Plus indo em Configurações > Google+ > Conectar seus perfis do Google+ e Orkut > Conectar contas.

E as comunidades?

Não há como exportar uma comunidade do Orkut, mas você pode criar uma no Google+ e conectá-la à que já possui no Orkut. Assim, quem está na comunidade do Orkut verá um banner informando que aquele espaço também está disponível no Plus. Vá em Configurações da comunidade > Google+ > Conectar essa comunidade.

O que será feito com as comunidades?

Todas as comunidades públicas serão salvas em um arquivo chamado Arquivo de Comunidades, que o Google deixará na internet como lembrança histórica do Orkut.

Minhas postagens permanecerão também?

Agora que o Google confirmou que desativará o Orkut no dia 30 de setembro, pairam dúvidas sobre o que será feito com todo aquele conteúdo postado na rede social. Confira abaixo tudo o que você precisa saber sobre o que acontecerá a partir de agora:

Como posso salvar minhas informações?

É possível exportar os álbuns de fotos para o Google+ clicando aqui. E salvar, no computador, o perfil, scraps, depoimentos e postagens em comunidades através do Google Takeout. Isso pode ser feito até setembro de 2016.

Dá para transferir meu perfil para o Google+?

Quase isso. É possível vincular o perfil do Orkut ao do Plus indo em Configurações > Google+ > Conectar seus perfis do Google+ e Orkut > Conectar contas.

E as comunidades?

Não há como exportar uma comunidade do Orkut, mas você pode criar uma no Google+ e conectá-la à que já possui no Orkut. Assim, quem está na comunidade do Orkut verá um banner informando que aquele espaço também está disponível no Plus. Vá em Configurações da comunidade > Google+ > Conectar essa comunidade.

O que será feito com as comunidades?

Todas as comunidades públicas serão salvas em um arquivo chamado Arquivo de Comunidades, que o Google deixará na internet como lembrança histórica do Orkut.

Minhas postagens permanecerão também?

Depende de você. Caso queira manter seus tópicos, comentários e pesquisas como parte do Arquivo de Comunidades, não precisa fazer nada. Se preferir, pode excluir postagens individuais ou todas de uma só vez.

E como eu faço isso?

Individualmente, procure o que deseja que desapareça e apague, o que só pode ser feito até 30 de setembro. Ou exclua o Orkut de sua Conta do Google, o que fará todas as suas interações desaparecerem junto com fotos, informações de perfil e mensagens.

Clique aqui > Ferramentas de dados > Excluir produtos > Remover Orkut permanentemente. (Isso pode ser feito mesmo depois de 30 de setembro.)

Sou dono de uma comunidade e não a quero no Arquivo, o que faço?

A partir de 30 de setembro, se as configurações de privacidade permitirem que a comunidade seja vista por qualquer pessoa, ela irá para o Arquivo automaticamente. Para impedir isso, vá em configurações da comunidade > Privacidade e Segurança > desmarque a caixa Mecanismos de pesquisa como o Google e usuários que não fazem parte do Orkut podem encontrar minha comunidade e seus tópicos.

10.192- Mega Byte – Veja como descobrir se você foi bloqueado no WhatsApp


O WhatsApp é bastante prático para muitas coisas, mas uma situação possivelmente chata é ser bloqueado. O aplicativo não te mostra em momento algum se seu contato decidiu cortar relações com você, mas felizmente há um truque simples para descobrir.
Como o WhatsApp não deixa isso claro quando você envia uma mensagem, é preciso recorrer a uma artimanha básica: convidar seu amigo (que não é tão amigo assim, pelo jeito) para participar de um grupo de conversas.

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Basta pressionar os três pontinhos e selecionar Novo Grupo. Dê um nome a este grupo e escolha o contato de quem você está desconfiado. Em seguida, confirme a criação.
Se você não for vetado, a pessoa provavelmente só decidiu ignorá-lo. De qualquer forma, vale repensar os motivos por que seu contato decidiu parar de falar com você.

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Há outros indicadores, também, que são um pouco mais discretos. Fique de olho nestes sintomas apontados pelo próprio WhatsApp:
– Você não vê mais as informações de login “visto pela última vez…” ou o status “online” na janela de conversa;
– Você não recebe atualizações feitas na foto de perfil deste contato;
– Todas as mensagens que você enviar para um contato que bloqueou você sempre trarão um tique (mensagem enviada) e nunca um segundo tique (mensagem entregue).

10.161 – Mega Byte – O que está por trás da gratuidade de serviços como Facebook e Gmail?


As pessoas não precisam botar a mão no bolso para acessar Facebook, Gmail, Twitter e outros tantos serviços que são oferecidos gratuitamente pela internet. Mas você já parou pra pensar em quanto vale essa gratuidade?
A contrapartida é o acesso a seus dados, que você fornece aos sites, que depois os vende a anunciantes. Estes, por sua vez, usam as informações para exibir propagandas direcionadas. O resultado é tão preciso que a varejista norte-americana Target, por exemplo, consegue adivinhar quais clientes estão grávidas, e recentemente uma mulher mostrou que teve de trabalhar bastante para esconder a própria gravidez dos anunciantes de internet.
Mas se esses dados que o internauta passa gratuitamente são repassados a terceiros em troca de dinheiro, o acesso continua sendo gratuito?
O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) entende que é preciso tomar cuidado com essa classificação. “Eu entendo que não é gratuito no sentido de que ‘não há nada em troca'”, comenta a advogada do órgão, Veridiana Alimonti. “Embora não se pague nada financeiramente, existe algo que se dá em troca, nem sempre conscientemente e em geral não tendo controle sobre isso [os dados].”
Professor de Comunicação Digital da Universidade de São Paulo, Luli Radfahrer vê a situação de uma forma mais direta. Para ele, por exemplo, “o Facebook tem 1 bilhão de produtos, que são os dados vendidos no atacado para os anunciantes”. Já as empresas pensam o contrário: o acesso é indiscutivelmente gratuito – maiores em seus ramos, Google e Facebook não quiseram se pronunciar oficialmente sobre o assunto.
O problema, entretanto, não é vender informações, mas a forma como isso é feito. Geralmente não há como acessar os dados para fazer alterações que você considere importantes porque a coleta é feita de forma automática e massiva. E muita gente só descobre que suas informações estão sendo recolhidas quando topa com algum anúncio preciso demais.
O Marco Civil da Internet, que passa a valer em junho, prevê algumas regras sobre isso: tem de ficar claro que o internauta aceita repassar dados para se tornar usuário de um serviço; ele precisa ser informado sobre o que será feito com os dados e como eles serão armazenados. A empresa por trás do serviço ainda é obrigada a se ater ao que disse que faria com as informações.
Pagar para acessar Facebook ou Gmail e não ter de fornecer dados está fora de cogitação; a própria rede social já cansou de negar que tenha planos desse sentido. Além disso, os usuários dificilmente acreditariam que a coleta seria interrompida.

9525 – Mega Byte de ☻lho na Rede – Google+ em 2014 é vai ou racha!


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O ano de 2014 será decisivo para o Google+, um dos mais ambiciosos projetos desenvolvidos pelo gigante de buscas. Por um lado, há um cenário favorável. O arquirrival Facebook dá sinais de cansaço (ou melhor, os usuários jovens da maior rede social do mundo emitem tais sinais…), alvejado por novos concorrentes, como os aplicativos WhatsApp e Snapchat. O outro lado, contudo, mostra que a rede do Google tem muito o que fazer. A caminho dos três anos de vida, ele já possui meio bilhão de cadastrados (metade do Facebook), mas essa gente pouco visita a plataforma. A saída pode ser induzir os adeptos de outros serviços do Google a usar a rede social. É vai ou racha.
O gigante de buscas vem se esforçando para fazer o Google+ avançar. Para isso, tentou fazer da ferramenta um produto completo, ou melhor, recheado de funcionalidades. Em 2013, mais de quarenta recursos foram introduzidos no serviço, indo da publicação de gifs animados (sequência de imagens que cria uma animação simples) à personalização de URL de perfis.
Em 2014, o Google pode intensificar a estratégia de induzir (ou forçar, em alguns casos) usuários de outros serviços da empresa a usar a “rede da casa”. Exemplos: desde novembro, o YouTube exige ao usuário a criação de um perfil na rede para comentar em cada vídeo. Havia uma razão nobre: destacar os conteúdos mais relevantes e inserir filtros que represassem, por exemplo, textos ofensivos. Os testes sofreram um duro golpe.
No mesmo dia do anúncio, a caixa destinada aos comentários foi invadida por spammers, perfis falsos criados no próprio Google+. Houve uma enxurrada de críticas. Uma petição on-line com mais de 225.000 assinaturas contra a nova funcionalidade circula na rede. O Google, em nome do YouTube, admitiu o erro, mas garantiu que vai manter o recurso.
A iniciativa mostra como o Google pretende alimentar sua rede. O ano de 2014 será decisivo para isso. A chave para o sucesso, contudo, pode estar no próprio coração da empresa: as buscas. Aprofundar a integração entre resultados de buscas e indicações de usuários da rede — mecanismo conhecido como busca social — poderia dar bons frutos. Por ora, o Google+ ainda não tem uma boa isca para atrair mais adeptos. Ainda falta um plus à rede. Ela ainda é um Google+-.

9523 – Mega Byte,de ☻lho na Rede – Facebook está ‘morto e sepultado’ para adolescentes mais velhos


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The Guardian de Londres

Pelo menos é o que indicou um estudo recente.
O Facebook estária “morto e sepultado” para os adolescentes mais velhos, que estão migrando para Twitter, Instagram, WhatsApp e Snapchat.
Ao pesquisar o uso da rede social por pessoas entre 16 e 18 anos em oito países da União Europeia, o estudo Global Social Media Impact diz que, enquanto pais, mães e usuários mais velhos saturam o Facebook, os mais jovens vão para plataformas alternativas.
“O Facebook não está apenas em queda –está basicamente morto e enterrado”, escreveu Daniel Miller, antropólogo que liderou a equipe da pesquisa e professor de cultura material na UCL (University College London).
“A maioria até se sente envergonhada por ser associada à rede. Antes os pais se preocupavam com os adolescentes se inscrevendo no Facebook, mas agora eles dizem que suas famílias querem que eles permaneçam lá, compartilhando coisas sobre suas vidas.”
Os adolescentes não se importam se os serviços alternativos são menos funcionais ou sofisticados, e eles também não estão cientes de como suas informações pessoais são usadas comercialmente ou vigiadas por serviços de segurança, concluiu a pesquisa.
“Aparentemente o momento crucial em que um jovem decide sair do Facebook é quando sua mãe lhe envia uma solicitação de amizade”, escreveu Miller. “Não é novidade que os mais novos se importam com estilo e status em relação a seus amigos, e o Facebook simplesmente não é mais tão legal.”