12.246 – Pirataria na Ciência – Pirate Bay da ciência vaza milhões de pesquisas


pirataria
A pirataria toda funciona assim: quando alguém pede acesso a uma pesquisa, o sistema busca o arquivo no banco de dados de outro site pirata, o LibGen. Mas se o arquivo não for encontrado, há ainda uma coleção de senhas de assinaturas de várias instituições acadêmicas. Como se estivesse logado com esses usuários, qualquer um consegue ler as pesquisas na íntegra. Imediatamente, o Sci-Hub baixa o arquivo e o deixa guardado no banco de dados do LibGen.
Embora enfrente processos jurídicos, o site ainda segue no ar – e algumas universidades até apoiam a ideia por contestarem os altos preços cobrados pelas editoras. Hoje, já há mais de 47 milhões de artigos científicos no site.
Seja como for, o fato é que revistas científicas são fundamentas para a divulgação do conhecimento. Cabe a elas separar o joio do trigo no mundo das pesquisas científicas, e publicar o que for mais relevante – além de descartar pesquisas falhas, coisa que não falta nas Universidades pelo mundo. E isso custa dinheiro. Com a pirataria de artigos, elas perdem receita. Sem receita, podem se tornar inviáveis. E quem perde com isso, a longo prazo, é a ciência.

12.008 – Pirataria – China declara guerra a produtos ‘xing-ling’


johnnie-walker-falso-original
A China, muitas vezes associada à pirataria e ao comércio de produtos de qualidade inferior, informou que vai aumentar a fiscalização sobre o comércio eletrônico. Com o esforço, o gigante asiático tentará erradicar o comércio desse tipo de mercadoria, que prejudica empresas de e-commerce, como a Alibaba, e a própria imagem do país.
A Administração Estatal da Indústria e Comércio (Saic, na sigla em inglês) planeja aplicar inspeções de qualidade aleatórias sobre produtos que podem ser comprados online, de acordo com um comunicado no site do órgão regulador. A Saic vai levar em conta avaliações dos consumidores e pressionar por cooperação das plataformas de varejo online.
Companhias como Alibaba e JD.com, sua rival, entre muitas outras, têm sido advertidas pelos reguladores chineses por permitir a venda de produtos de baixa qualidade, assim como produtos falsificados – os “xing-ling”, como costumam ser chamados no Brasil. Mas as autoridades também estão ansiosas para acabar com a reputação geral da China como um mercado invadido por riscos à segurança dos consumidores e violações desenfreadas de propriedade intelectual.
Os comerciantes descobertos vendendo produtos que não se enquadram nos padrões dos reguladores serão obrigados a paralisar as vendas, disse a Saic. As plataformas de comércio eletrônico nos quais esses comerciantes operam também serão responsáveis por remover os produtos, de acordo com o comunicado.

11.945 – Pirataria – Mais de 40% dos produtos vendidos na internet na China são falsificados


Um relatório oficial que foi remetido à Assembleia Nacional Popular da China, o legislativo do país, revela que 41,3% dos produtos vendidos nos sites chineses de comércio eletrônico em 2014 eram falsificados ou de baixa qualidade, informou nesta terça-feira o jornal oficial “China Daily”.
O documento também mostra que as queixas dos consumidores chineses relacionadas com as vendas pela internet quadruplicaram no ano passado em relação a 2013, chegando a 77.800, o que representa 92,3% do total de reclamações.
Apenas 58,7% dos produtos investigados cumpriam com os padrões de qualidade e eram autênticos.
O relatório foi elaborado para realizar o acompanhamento da aplicação da Lei de Proteção dos Direitos e dos Consumidores e foi apresentado ontem em uma reunião da Comissão Permanente da ANP.
“Ignorar os direitos dos consumidores e vender falsificações são elementos notórios da indústria de comércio online”, disse Yann Junqi, vice-presidente da Comissão Permanente da ANP, em declarações citadas pelo “China Daily”.
A pesquisa do Legislativo evidenciou algumas das lacunas de um setor em plena ebulição que no ano passado aumentou suas vendas em mais de 40% e faturou 2,8 trilhões iuanes (US$ 442 bilhões).
O documento também diz que o Ministério do Comércio da China considera que a venda de produtos falsificados e de má qualidade são as principais preocupações do setor.
No mês de janeiro, um estudo preparado pela Administração Estatal de Indústria e Comércio e pela Associação de Consumidores da China afirmou que 41% dos produtos vendidos pelas principais lojas virtuais da China eram falsificados.
Essa pesquisa acabou gerando protestos do site líder do mercado do comércio eletrônico na China, o Alibaba, e uma troca de acusações entre a empresa e as autoridades do país, que resultou em um acordo para incrementar o controle sobre as falsificações.

11.535 – Tecnologia contra a pirataria


marca dagua
Você já deve ter encontrado na Internet alguma imagem com o aviso: “Se quiser uma versão sem a marca-d’água entre em contato com fulano de tal.” Isso significa que está acabando a festa do uso de imagens que circulam pela rede sem autorização. Desenvolvidas por cientistas da IBM, as marcas-d’água digitais identificam o autor da imagem. No futuro, acredita-se, elas poderão ser aplicadas também a arquivos de vídeo, som e texto, garantindo o direito autoral. Quando o sistema for aplicado a gravações digitais, os estúdios não poderão mais reclamar da veiculação indevida de músicas. Monitorando as ondas de rádio, eles saberão quando uma estação tocou a canção.
A marca que não se vê, mas está lá.
A imagem aparece normalmente e pode ser impressa. A marca- d’água não aparece (sistemas que impedem a impressão ainda estão sendo desenvolvidos).
Entre os bits que compõem a imagem há uma sequência de números, um código que identifica o autor.
O autor fica com um programa especial que mostra a marca junto com a imagem e pode usá-lo para reivindicar seus direitos.

10.474 – Sociedade – Ciclo da pirataria


ciclo-pirataria

A corrupção e a falência do sistema jurídico de países africanos são vistas por especialistas como os principais obstáculos para desmantelar as redes de pirataria que se espalharam pelo continente. Embora os corsários, ou “soldados rasos”, sejam os grandes responsáveis pelos ataques, a maior parte dos lucros obtidos com saques e pagamentos de resgate acaba nas mãos de grandes empresários e financiadores da pirataria. Confira o ciclo que torna a atividade ilícita um meio tão lucrativo para os criminosos.

A corrupção e a falência do sistema jurídico de países africanos são vistas por especialistas como os principais obstáculos para desmantelar as redes de pirataria que se espalharam pelo continente. Embora os corsários, ou “soldados rasos”, sejam os grandes responsáveis pelos ataques, a maior parte dos lucros obtidos com saques e pagamentos de resgate acaba nas mãos de grandes empresários e financiadores da pirataria. Confira o ciclo que torna a atividade ilícita um meio tão lucrativo para os criminosos.

A corrupção e a falência do sistema jurídico de países africanos são vistas por especialistas como os principais obstáculos para desmantelar as redes de pirataria que se espalharam pelo continente. Embora os corsários, ou “soldados rasos”, sejam os grandes responsáveis pelos ataques, a maior parte dos lucros obtidos com saques e pagamentos de resgate acaba nas mãos de grandes empresários e financiadores da pirataria. Confira o ciclo que torna a atividade ilícita um meio tão lucrativo para os criminosos.

10.420 – Cineminha Pirata – “Mercenários 3” vaza na internet 22 dias antes do lançamento


mercenários3

Apreciadores de filmes de ação costumam ficar de olho na série “Mercenários”, que escala grande número de atores e cenários improváveis para brigas e trocas de tiros. O longa mais recente, no entanto, já vazou via torrent, três semanas antes do lançamento nos cinemas, marcado para 15 de setembro.
O filme apareceu em diversos sites de torrents no último dia 24 de julho, tendo sido baixado mais de 200 mil vezes nas últimas 24 horas. O grupo responsável pela cópia e divulgação é chamado de Drarbg, mas não se sabe quem adquiriu o DVD e onde foi feita a reprodução.
Costumeiramente, cópias em alta qualidade, como esta em questão, não estão disponíveis até o lançamento do DVD e Blu-Ray do filme, meses depois da estreia no cinema. Em geral, o que cai na internet são os arquivos captados em baixa qualidade durante a sessão.

9600 – Biodiversidade – Piratas na floresta


Calcula-se que o Brasil abriga 23% de todas as espécies do globo, o que faz de nós a maior potência do mundo no setor. Biodiversidade vale tanto porque 40% de todos os medicamentos produzidos – um mercado que movimenta anualmente 315 bilhões de dólares – têm seus princípios ativos retirados de bichos ou plantas. Sem falar nos mercados de cosméticos e de agroquímicos, que também dependem de proteínas animais e vegetais e movimentam 150 bilhões de dólares por ano. E os valores só tendem a crescer com o Projeto Genoma, que está mapeando o código genético de mais e mais espécies. Ao Brasil cabe uma grande fatia desse bolo, mas apenas se descobrirmos um jeito de não nos levarem tudo de graça.
Os piratas do século XVI queriam o ouro americano – metal precioso numa época em que os recém-formados Estados europeus precisavam dele para lastrear as suas economias e em que os povos americanos não davam a mínima para ele. Da mesma forma, os biopiratas roubam um bem abundante no sul e que, subestimado aqui, interessa ao norte. São os laboratórios americanos e europeus que têm a tecnologia e o dinheiro para testar as proteínas dos organismos e desenvolver remédios com elas.
E como é que essa pilhagem se dá? Há biopiratas que vêm para fazer ecoturismo, mas colhem folhas, sujam as botas de barro (para levar amostras de solo) ou levam embora ovos de pássaros em coletes térmicos. Outros se aproximam de povos indígenas e aprendem os segredos da medicina da floresta – assim, os laboratórios não precisam testar aleatoriamente milhares de substâncias, vão direto àquelas com mais chances de terem propriedades medicinais.
Uns usam técnicas que parecem copiadas dos filmes de espionagem. Chumaços de algodão para carregar microorganismos, punhados de areia em vidros de remédio, veneno de serpente em tubos de caneta, entre outros truques. Já houve casos de estrangeiros detidos por levarem artesanato indígena – e exemplares de folhas dentro das peças. “Fica impossível ‘farejar’ o material. São amostras muito pequenas transportadas de modo inusitado”, afirma o zootécnico José Leland Barroso, chefe do Departamento de Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama).
Até a Convenção da Diversidade Biológica (CDB), assinada na Rio-92, os tesouros de qualquer floresta do mundo eram de quem chegasse primeiro.
Até material genético humano gerou patentes. Uma cepa de lactobacilo do leite materno de mulheres peruanas foi patenteada – acredite – por uma indústria de laticínios sueca, a Biogaia. Os índios karitiana e suruí, de Rondônia, tiveram o sangue coletado pela empresa americana Coriell Cell. “Em 1993, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Samuel Lunenfeld, de Toronto, Canadá, tiraram sangue de quase todos os 300 moradores da ilha britânica de Tristão da Cunha, no Atlântico Sul”, diz Hope Shand, diretora da ONG canadense ETC, que combate a biopirataria. Esses povos vivem em lugares isolados, sem contato genético com o resto do mundo. Por isso, há uma chance grande de que a evolução tenha lhes dado genes que o resto da humanidade não tem, com possível valor terapêutico.
Outro jeito de saquear biodiversidade é cooptando o pesquisador local com pedidos de envio de amostras de material biológico. O bioquímico Frederico Arruda, da Universidade Federal do Amazonas, gerente-executivo da unidade do Ibama na Amazônia, já recebeu várias propostas desse tipo. Uma delas foi uma carta que solicitava a coleta e a remessa de peles de três espécies de rãs para o Instituto de Farmacologia Médica da Universidade La Sapienza, de Roma, na Itália. Os italianos pagariam por animal, no valor estipulado por Frederico. E o nome dele seria incluído na pesquisa como colaborador.
A falta de legislação não é exclusividade brasileira. O mundo ainda engatinha quanto às leis de acesso aos recursos genéticos. Alguns países, como Filipinas e Índia, já elaboraram legislação específica. Mas foi a Costa Rica que largou primeiro. Em 1991, o Instituto Nacional de Biodiversidade do país (Inbio) criou o Programa de Bioprospecção. Em seguida, firmou um contrato com a multinacional alemã Merck. “Em todos os nossos acordos temos nos preocupado sempre em agregar valor a nossas amostras”, diz Lorena Guevara, coordenadora do programa costa-riquenho. Não se exporta nada em estado bruto, o Inbio nunca atua só como provedor.

Vejamos alguns exemplos de pirataria:

Captopril, componente do veneno da jararaca é um medicamento para o controle da pressão arterial. País de origem: Brasil; dono da patente, Squibb, EUA.

Pilocarpina, substância extraída do pilocarpo, medicamento usado no tratamento do glaucoma. País de origem, Brasil; dono da patente Merck, Alemanha.

Ayahuasca, cipó alucinógeno usado na indústria farmacêutica. Originário da região amazônica. Dono da patente, Loren Miller, da International Plant Medicine Corporation.

E por aí vai…

8571 – ☻Mega Byte – Governo dos EUA monitora quem baixa arquivos do BitTorrent


Os torrents mais populares da internet estão grampeados – e capturam os endereços dos computadores que estão fazendo download. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade de Birmingham, que analisou os arquivos do site The Pirate Bay. O esquema é o seguinte. Quando você baixa um torrent (do Pirate Bay ou de qualquer outro site), o seu computador entra em rede com outras pessoas, que também estão compartilhando aquele arquivo. Só que algumas dessas pessoas, na verdade, são robôs mantidos pelo FBI e por organizações que reúnem gravadoras e estúdios de Hollywood (RIAA e MPAA). Os robôs capturam o endereço IP do seu computador, fazendo com que você possa ser identificado e processado – prática ainda inexistente no Brasil, mas relativamente comum nos EUA.
Segundo o estudo, o monitoramento existe há pelo menos 3 anos. É provável. Tanto que desde 2009 existe um software, o PeerBlock, que promete detectar e barrar os robôs – ele mostra, em tempo real, quem está conectado ao mesmo torrent que você (e bloqueia supostos espiões). Seus criadores dizem que o objetivo não é favorecer a pirataria, e sim resguardar o direito que as pessoas têm de não serem monitoradas enquanto usam a internet.

8398 – Mega Byte – Como funciona um download por torrent?


torrent

Baixar por torrent consiste em coletar fragmentos de um mesmo arquivo no computador de usuários que compartilham o conteúdo ou estejam fazendo download do mesmo documento. Isso é o que diferencia o compartilhamento por torrent de outras formas de download entre só dois usuários (peer to peer, ou P2P): a transferência de dados acontece entre vários computadores que disponibilizam o mesmo arquivo.
Numa transferência convencional, o usuário baixa o arquivo de apenas um servidor. A sacada do protocolo BitTorrent é que o download também é realizado a partir de computadores que contenham apenas partes do arquivo, e não somente de quem baixou ele inteiro.
O arquivo com o final “.torrent” é armazenado na rede com dados sobre o seu download: em quantos e em quais fragmentos o arquivo está dividido, o endereço para compartilhamento etc.
A localização dos pacotes que formam o arquivo a ser baixado e a disponibilidade deles são indicadas por um tracker: um servidor que intermedia a conexão entre os usuários do protocolo (peers).
Um arquivo é dividido em pacotes de cerca de 250 kb, que podem ser transferidos fora de ordem, de várias fontes. Como é feito de pouco em pouco, o download também pode ser pausado e recomeçado de onde parou.
O tracker indica as partes do arquivo com menos cópias na rede. O download começa por pacotes mais raros, pois, assim, eles são “duplicados”: quem baixa essas partes também se torna um uploader delas. É por isso que o download via torrent começa lento e depois acelera.
Usuários que mantêm os arquivos baixados disponíveis viram seeders (semeadores). No sistema, quem compartilha muito tem mais velocidade de download. Por outro lado, quem só compartilha enquanto baixa é chamado de leecher (sanguessuga) e tem menos prioridade na rede.

Pirataria?
Trocar arquivos pode! O que é fora da lei é compartilhar conteúdo com direitos autorais sem autorização. Por isso, trackers e sites de busca de arquivos “.torrent”, como o The Pirate Bay, são perseguidos. Apesar das intervenções da Justiça, o The Pirate Bay, continua no ar, indexando cerca de 4 milhões de arquivos. Para fugir das autoridades, o site já escondeu servidores em cavernas, quis comprar uma ilha e planeja guardar seu conteúdo literalmente na nuvem, em drones (aviões não tripulados guiados por GPS).

5851 – Quais são os livros mais pirateados na internet?


Livros de musculação, informática e curiosidades são os campeões de pirataria. No Brasil, além desses, há títulos de autoajuda e escolares. Aqui, os livros mais baixados são caros (o que nem sempre ocorre no exterior). Outra diferença é que o ebook ainda é raro no país. Para cada 100 livros físicos vendidos, vende-se 1 digital. Nos Estados Unidos, é o inverso: 100 para 105. Mas, como a tendência é crescer, a pirataria já preocupa as editoras brasileiras, que em 2011 tiraram do ar 48 mil links com cópias não autorizadas. “O risco da pirataria é inibir a criação. O autor, para sobreviver, muda de profissão”.
Há quem discorde, como o mais bem-sucedido autor brasileiro. Em 2011, Paulo Coelho lançou um manifesto pedindo aos fãs que pirateassem seus livros. Para ele, quanto mais acesso, mais gente vai querer comprar. E tem quem publica a preços simbólicos e fica rico. O autor americano John Locke (que não é filósofo e nunca esteve na ilha de Lost) cobra US$ 0,99 a cópia. Vendeu mais de 1 milhão de e-books.

☻ Mega é de graça, aproveite!

+ pirateados no Brasil
1. Oracle Database (fevereiro 2011)*
Para profissionais de tecnologia da informação que trabalham com banco de dados.
2. English Vocabulary In Use Advanced (outubro 2011)
Exercícios para aprimorar o uso da gramática na língua inglesa.
3. Treinando a Emoção para Ser Feliz (julho 2011)
Livro de Augusto Cury que ensina a controlar as emoções para ser feliz e tranquilo.
4. Fundamentos de Matemática Elementar (dezembro 2011)
Coleção com 11 volumes que ensina tudo sobre matemática. Do básico a matrizes e geometria analítica.
5. Cartas Entre Amigos – Sobre Medos Contemporâneos (junho 2011)
Primeiro da série Cartas entre Amigos, de Gabriel Chalita e Fábio de Melo. Na lista de mais vendidos da revista VeJa, ficou em quinto lugar na categoria autoajuda e esoterismo em 2009.

+ pirateados no mundo
1. 7 Weeks to 50 Pull-Ups: Strengthen and Sculpt Your Arms, Shoulders, Back, and Abs by Training to Do 50 Consecutive Pull-Ups
Programa de exercícios para fortalecer os músculos até que você faça 50 flexões de braço sem parar.
2. Windows 7 Secrets
Guia com truques e novidades do mais recente sistema operacional da Microsoft.
3. Do Not Open: An Encyclopedia of the World’s Best-Kept Secrets
Curiosidades que prometem desvendar grandes mistérios e segredos da humanidade.
4. 7 Weeks to 100 Push-Ups: Strengthen and Sculpt Your Arms, Abs, Chest, Back and Glutes by Training to do 100 Consecutive Push-Ups Weeks to 100 Push-Ups
Hora de treinar os músculos para fazer 100 flexões de braço sem parar.
5. 1,001 Facts that Will Scare the S#*t Out of You
Curiosidades que vão de chocolates até os vermes que habitam seu banheiro.

5829 – Polícia – Para onde vai a mercadoria apreendida?


Entram nesse bolo drogas, armas de fogo, animais silvestres, alimentos que apresentem irregularidades, cigarros e remédios falsificados, grana de origem suspeita, madeira extraída ilegalmente e, claro, quase tudo que está à venda na banquinha do camelô.
A maior parte dessas batatas quentes vai parar nas mãos da Receita Federal, que mantém cerca de 150 depósitos espalhados pelo Brasil. Elas podem ser leiloadas, destruídas, doadas a entidades sem fins lucrativos ou incorporadas a órgãos da União – nesse caso, os mais beneficiados costumam ser as Polícias Rodoviária e Federal.
Até outubro de 2008, a Receita já tinha embargado quase R$ 1 bilhão em produtos, um número 22% maior que o de 2006, por exemplo. Os campeões foram eletroeletrônicos (R$ 79 milhões), cigarros (R$ 77 milhões), óculos (R$ 73 milhões), calçados (R$ 65 milhões) e artigos de informática (R$ 58 milhões). Disso tudo, 6,5% voltam para os antigos donos.
Se ninguém der as caras para reclamar a apreensão ou a decisão final for contrária ao acusado, a mercadoria tem seu destino determinado, na maioria dos casos, pela Justiça Federal.
Em 2008, por exemplo, os valores foram estes: R$ 66,4 milhões para leilões, R$ 179 milhões incorporados a órgãos públicos e R$ 74,4 milhões doados a entidades beneficentes. Para esse grupo de beneficiados, o crime compensa.
Grana falsa – só em 2008 foram apreendidas 325 mil cédulas – é levada direto para o triturador. Já a de verdade fica depositada no banco até que se decida a quem ela pertence.
Produtos piratas ou simplesmente ilegais são destruídos, muitas vezes em grandes ações públicas. “É para dar o exemplo”, diz Eliana Polo, superintendente da Receita Federal.
Produtos apreendidos sem restrição de circulação podem ser leiloados, incorporados a órgãos públicos ou doados pra caridade.
Com drogas, não tem conversa: tudo que é apreendido é incinerado – ou pelo menos deveria.
Abacaxi de volta
Os animais apreendidos pela polícia nem sempre são devolvidos à natureza. Às vezes faltam recursos para a readaptação, e o jeito é deixar com os antigos donos mesmo.

5458 – Pirataria – CD caiu na rede é peixe


Enquanto a banda grava no estúdio, um funcionário espertinho, ou mesmo um músico, pode copiar canções e colocar na Internet. Uma cópia do áudio original chega ás gravadoras para os executivos, os acessores de imprensa e os agentes de markenting, qualquer um deles pode vazar o CD. O arquivo original do áudio é levado para as empresas que prensam o CD e funcionários podem escondê-lo no uniforme. As revistas especializadas recebem até 3 meses antes das lojas para fazer a crítica. Uma vez prontas, as cópias ficam em um balcão a espera de pedidos. São caixas e mais caixas de CDs e uma unidade pode sumir sem que ninguém perceba.

5183 – Mega Mito – CDs Piratas não Danificam os Aparelhos


Faz mal só para a conta corrente dos artistas

Ao contrário dos LPs, que tocam com uma agulha raspando os sulcos, os CDs nem encostam no aparelho. Só refletem um feixe de laser, incapaz de quebrar uma máquina. “A qualidade de um pirata é pior, mas isso não quer dizer que danifique o CD-player”, afirma um técnico em eletrônica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, de São Paulo. Quem a pirataria prejudica são os músicos, que deixam de receber direitos autorais. Sem eles não haveria nem CD nem aparelho de som.
O CD tem minúsculos sulcos. Se o laser bate em um deles, a luz não reflete e o chip lê isso como um 0.
Se a luz reflete, o chip registra um 1. Como nos computadores, a informação está codificada em combinações de zeros e uns.

3208 – Mega Byte – Música na Internet


Desde o início os fabricantes de CDs não gostaram nada da idéia de música digital gratuita de qualidade. Para eles é uma organização pirata que abraça um universo de mais de 100 milhões de usuários. O programa Napster foi proibido nos EUA. O inventor fora um jovem então com 19 anos, que produzira o software, dando origem a uma empresa que o distribuia gratuitamente na Internet. As gravadoras processaram a empresa no ano 2000. Mas mesmo com a proibição, surgiram os programas alternativos e nada mudou. A linguagem usada para desenvolver tais programas já não é segredo há uma década no mínimo e qualquer computador conectado pode alimentar o serviço. Um programa auxiliar (napigator.com) rastreia a rede em busca de outros servidores.
☻Mega Dicas
Onde achar músicas para baixar?
Baixando o programa Lime Wire, Frost Wire ou se você não quer baixar nenhum programa é só buscar no rapidshare.com ou 4shared. com

Pirataria – Na mira de produtos piratas


Os mais contrabandeados são tênis, roupas, brinquedos, isqueiros, canetas, óculos, fitas, Cds e ferramentas. 80% vem da China. Outros países são: Coréia, Tailândia, Vietnã, Indonésia e Índia. A Primeira parada é em Santos e en terra, as mercadorias são distribuídas por caminhões para o Paraguai e Paraná, enquanto o navio pirata prossegue até Montevidéu. O Paraná se tornou um centro de reciclagem e maquiagem de produtos piratas, que são distribuídos para o RJ, SP e Feira de Caruaru em PE. A Receita Federal estima ter conseguido fiscalizar apenas 3% do movimento da Ponte da Amizade, apreendendo um total de 24 milhões de dólares em mercadorias falsificadas, que chegam o Brasil sem qualquer carga tributária. O neo-liberalismo em países subdesenvolvidos da década de 1990 provocou o encolhimento do Estado e o desemprego, fazendo crescer o comércio informal e os produtos falsificas, felizmente o cenário parece ester mudando.
Endereços das muambas em SP – Largo da Batata, Rua 24 de Maio, 25 de março, Florêncio de Abreu, Santa Ifigênia (softwares), Largo 13 e Estação Anhangabaú do Metrô.