13.014 – Música – A Morte de George Michael


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O cantor britânico George Michael, de 53 anos, morreu neste domingo (25-12-2016), de acordo com o site de notícias da BBC. A informação teria sido confirmada pelo seu assessor: “Ele morreu em paz em casa”, disse.
A polícia de Thames Valley confirmou que ao serviço de ambulância compareceu a uma propriedade em Goring, Oxfordshire, mais cedo e que não havia circunstancias suspeitas.
Michael, que nasceu Georgios Kyriacos Panayiotou no norte de Londres, vendeu mais de 100 milhões de álbuns ao longo de uma carreira que se estende por quase quatro décadas.
“É com grande tristeza que podemos confirmar que o nosso astro, irmão e amigo George faleceu pacificamente em casa durante o Natal”, disse o representante do músico, em um comunicado. “A família gostaria de pedir que a sua privacidade seja respeitada neste momento difícil e emocional.”

Michael era Gay?
Em abril de 1998, Michael foi preso por “ato obsceno” num banheiro de Los Angeles, enquanto estava acompanhado de um homem. Depois do episódio, ele acabou com anos de especulação sobre sua sexualidade e anunciou ser gay.
Antes disso, contudo, Michael teve namoros com mulheres. Uma delas foi a atriz Brooke Shields (“A lagoa azul”). Em sua autobiografia, ela dá detalhes do relacionamento, segundo o site Huffington Post. Brooke teria cogitado, inclusive, perder a virgindade com o cantor. “Minhas roupas estavam praticamente caindo de meu corpo”, comentou ela em entrevista ao programa “The Talk”, em julho do ano passado. Michael, no entanto, terminou o namoro, sob o argumento de que precisava se concentrar na própria carreira.
Nascido em 25 de junho de 1963, em 1981 criou o Wham! com seu colega de escola, Andrew Ridgeley. Até a sua separação, em 1986, este dueto disco pop teve um grande número de sucessos (“Wake Me Up Before You Go-Go”, “Everything She Wants”), sobretudo junto a um público de jovens adolescentes, na sua maioria feminino.
Lançou seu primeiro compacto solo em 1984, a balada “Careless Whisper”, que se tornou um hit mundial.
Em maio de 2008, George Michael teve sua carteira de habilitação para dirigir veículos suspensa por dois anos, depois de ser considerado culpado por conduzir sob efeito de drogas.
Em 2010 foi condenado a oito semanas de prisão, depois de ter provocado, em julho desse ano, um acidente de carro, em Londres. O cantor, que estava sob efeito de cannabis, bateu seu carro numa loja de fotografia, foi também multado e proibido de conduzir por cinco anos.
Em junho de 2015 foi internado numa clínica na Suíça por causa da sua dependência da cannabis. Na altura confessou fumar até 25 cigarros de marijuana por dia.

 

12.955 – Filantropia – Johns Hopkins


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Johns Hopkins (Condado de Anne Arundel, Maryland, 19 de maio de 1795 — Baltimore, 24 de dezembro de 1873) foi um rico empreendedor, filantropo e abolicionista estadunidense.
Lembrado principalmente pela criação das instituições que ostentam seu nome, tais como a Johns Hopkins University, Johns Hopkins Hospital e Johns Hopkins School of Medicine.
Quando Hopkins morreu sem deixar descendência em 1873, sua fortuna pessoal chegava a 7 milhões de dólares, principalmente em ações. Em seu testamento, feito em 1867, ele determinou que seu legado fosse utilizado para a criação de uma universidade e de um hospital – a Universidade e o Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland. Tratava-se, na época, da maior doação privada feita nos Estados Unidos.
Muitas vezes seu nome é, erradamente, grafado “John”. O peculiar prenome de Johns Hopkins é, na origem, o sobrenome da sua bisavó, Margaret Johns, que se casou com Gerard Hopkins. O casal batizou seu filho Johns Hopkins. O mesmo nome foi dado ao neto deste – o fundador da universidade.

12.919 – Música – Marvin Gaye, sucesso e tragédia em família


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(Washington, 2 de abril de 1939 — Los Angeles, 1 de abril de 1984)
O início da carreira do cantor foi em 1961, na Motown, onde Gaye rapidamente se tornaria o principal cantor da gravadora e emplacaria numerosos sucessos durante os anos sessenta, entre eles “Stubborn Kind of Fellow”, “How Sweet It Is (To Be Loved By You)”, “I Heard It Through the Grapevine” e vários duetos com Tammi Terrell, incluindo “Ain’t No Mountain High Enough” e “You’re All I Need to Get By”, antes de mudar sua própria forma de se expressar musicalmente.
Seu dueto de maior sucesso foi com a mega styar Dianna Ross, tabém surgida na Montown.
Durante os anos setenta, Gaye lançaria outros notáveis álbuns, includindo Let’s Get It On e I Want You, além de ter emplacado vários sucessos, como “Let’s Get It On” e “Got to Give It Up”. Já no começo dos anos oitenta, seria a vez do hit “Sexual Healing”, que lhe rendeu – antes de sua morte – dois prêmios Grammy. Até o momento de ser assassinado pelo seu pai, em 1984, Gaye tinha se tornado um dos mais influentes artistas da cena soul. Em 1996, Gaye foi homenageado na 38º cerimônia do Grammy Awards.
A carreira de Marvin tem sido descrita como uma das que “abarcam toda a história do R&B, do doo-wop dos anos cinquenta ao soul contemporâneo dos anos oitenta.”
Com o sucesso do álbum What’s Going On, a Motown renegociou um novo contrato com Marvin que permitiu a ele o controle artístico de seu trabalho, no valor de US$1 milhão, fazendo do cantor o mais bem pago artista negro da história da música.
Curiosidades
Gaye começou a trabalhar naquele que seria seu último álbum dueto, desta vez com Diana Ross. O projeto do LP Diana & Marvin teve início em 1972, mas houve atrasos no andamento do álbum. Com Diana grávida pela segunda vez, Gaye recusava-se a cantar se ele não pudesse fumar no estúdio. Então, os dois realizaram as gravações em dias separados. Lançado no segundo semestre de 1973, o álbum rendeu vários sucessos, entre os quais “You’re a Special Part of Me”, “My Mistake (Was to Love You)” e as versões para “You Are Everything” e “Stop, Look, Listen (To Your Heart)”, ambas hits do grupo The Stylistics.
Em 1975, Gaye começou a pensar em seu próximo disco solo, mas o divórcio com Anna Gordy tomou boa parte do seu tempo. O fim do casamento levou Gaye a várias audiências nos tribunais. O disco I Want You foi finalizado somente no ano seguinte.

Vida Pessoal
Em 1977, a Motown lançou o single de “Got to Give It Up”, que se tornou primeiro lugar nas lista Pop, R&B e Dance da Billboard, e o LP ao vivo Live at the London Palladium, álbum que vendeu em torno de duas milhões de cópias – se tornando um dos mais vendidos daquele ano. No ano seguinte, finalmente Gaye consegue se divorciar de sua primeira esposa Anna. Como resultado do acordo judicial, Gaye foi ordenado a pagar pensão alimentícia – ele concordou em ceder parte de seu salário e das vendas do seu álbum seguinte para pagar essa pensão. O resultado foi o LP duplo Here, My Dear, que explorou o relacionamento do casal em detalhes tão íntimos que quase levou Anna a processá-lo por invasão de privacidade, mas ela desistiu dessa decisão. O LP fracassou nas listas de sucesso e Gaye se esforçou para vender o disco. Em 1979, Gaye se casou pela segunda vez, agora com Janis Hunter, com quem teve dois filhos, Frankie e Nona), e começou a trabalhar em um novo álbum, Lover Man. Mas o projeto foi abortado depois do fracasso do single “Ego Tripping Out”. Reclamando de problemas com impostos e de vício em drogas, Gaye pediu falência e se mudou para o Hawaii, onde ele vivia em um furgão.

Retorno e morte trágica
Depois de oferecida uma nova chance em Ostend, Bélgica, Marvin mudou-se para lá ainda em 1981. Ainda perturbado pela decisão precipitada da Motown em lançar In Our Lifetime, ele negociou sua saída da gravadora e assinou com a Columbia Records no ano seguinte, onde lançou Midnight Love. O disco incluía o grande sucesso “Sexual Healing”, que lhe rendeu seus primeiros dois prêmios Grammy (de Melhor Performance R&B Masculina e Melhor R&B Instrumental), em fevereiro de 1983. Ele também seria indicado aos mesmos prêmios no ano seguinte pelo LP Midnight Love. Também em fevereiro de 1983, Gaye fez uma apresentação memorável no All-Star Game da NBA, interpretando o Hino Nacional dos Estados Unidos. No mês seguinte, ele fez sua última apresentação para seu antigo mentor no concerto Motown 25, apresentando What’s Going On. Depois, ele embarcou em uma turnê pelos EUA divulgando seu recente trabalho. Terminada a turnê, em agosto de 1983, ele estava atormentado por problemas de saúde – ele teve acessos de depressão e medo em torno de uma suposta tentativa de lhe tirarem a vida.
Quando a turnê foi encerrada, ele se isolou e se mudou para a casa de seus pais. Ele ameaçou cometer suicídio diversas vezes, depois de numerosas e amargas brigas com seu pai, o pastor evangélico Marvin Pentz Gaye Sr. Em 1 de abril de 1984, um dia antes de completar seu 45º aniversário, Marvin foi assassinado com um tiro por seu próprio pai, após uma briga iniciada quando os pais de Gaye discutiam sobre a perda de documentos de negócios. A ironia é que Gaye foi morto por uma arma calibre 38 que ele próprio havia dado de presente para seu pai. Seu corpo foi cremado e as cinzas lançadas no Oceano Pacífico. Marvin Pentz Sr. foi condenado a seis anos de prisão, após ser declarado culpado por homicídio. A acusação de assassinato foi abandonada após médicos descobrirem que ele estava com um tumor cerebral. Marvin Pentz Sr passou o final de sua vida em um asilo, onde morreria de pneumonia em 1998.
Após alguns lançamentos póstumos, que fortaleceram a memória de Marvin na consciência popular, o cantor foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame em 1987. Mais tarde, também ao Hollywood’s Rock Walk e, em 1990, ganharia uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

12.110 – Uma Baixa para a R&B – Natalie Cole


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O ano de 2016 mal começou e a R&B já tem uma baixa.
Natalie Cole, cantora e filha de Nat King Cole, morre aos 65 anos
Segundo o TMZ, cantora morreu de insuficiência cardíaca congestiva.
Ela ficou conhecida por interpretar ‘This will be’ e ‘Unforgettable’.
A cantora e compositora norte-americana Natalie Cole morreu aos 65 anos, segundo o site TMZ, em um hospital de Los Angeles de insuficiência cardíaca congestiva causa por complicações de um transplante de rim e hepatite C. Assessora de Natalie, Maureen O’Connor afirmou à agência Associated Press que a cantora morreu na noite de quinta-feira 31 de dezembro de 2015.
Ganhadora de nada menos que nove prêmios Grammy, Natalie ficou conhecida por interpretar músicas como “This will be” e “Unforgettable”, esta famosa pelo dueto “virtual” entre a artista e seu pai, o também cantor e compositor Nat King Cole (1919-1965).
A versão de “Unforgettable” cantada por Natalie junto com uma gravação antiga da voz do seu pai foi lançada no disco “Unforgettable… With Love”, em 1991, quando ela tinha 41 anos. No ano seguinte, a faixa rendeu quatro prêmios Grammy. A versão original havia sido lançada por Nat King Cole em 1951.
A cantora havia ficado doente recentemente, cancelando várias datas de sua turnê no fim de dezembro, incluindo um show na virada de Ano Novo no Disney Hall, em Los Angeles. Ela também cancelou um próximo show que aconteceria em fevereiro deste ano devido à doença.
Natalie lutou contra abuso de cocaína, heroína e álcool, e sofria de problemas de saúde, como doença hepática em 2008, que ela disse que provavelmente contraiu devido ao uso de drogas mais de 30 anos atrás. No ano seguinte, ela recebeu um rim novo. Ela também contraiu hepatite C, para a qual foi submetida à quimioterapia. Ela se casou 3 vezes e teve um filho.

Casamentos
Marvin Yancy entre 1976 e 1980, divorciados, com 1 filho
Andre Fischer entre 1989 e 1995, divorciados
Kenneth H. Dupree desde 12 de outubro de 2001 (em processo de divórcio).

Família
Filha de Nat King Cole e Maria Cole (n. 1922, escreveu em 1971 o livro “Nat King Cole: An Intimate Biography” com Louis Robinson). Seus irmãos eram Carol Cole (n. 1944, atriz) e Nat Kelly Cole (n. 1959 – m. 1995, ator, adotado). Seus tios eram Freddy Cole (n. 1931, músico), Eddie Cole (n. 1910 – m. 1970, ator) e Evelyn Cole.

GRAMMY Awards
Foram oito prêmios GRAMMY Awards:
1975:
Melhor cantora de R&B por This Will Be
Melhor cantora estreante
1976: Melhor cantora de R&B por Sophisticated Lady (She’s A Different Lady)
1991
Melhor performance pop por Unforgettable (com Nat King Cole)
Álbum do Ano por Unforgettable With Love
Música do Ano também por Unforgettable
1993: Melhor cantora de jazz por Take A Look
1996: Melhor composição pop com vocais por When I Fall In Love (com Nat King Cole)
American Music Awards[editar | editar código-fonte]
Foram três prêmios da American Music Awards:

1977: Artista Feminina Favorita – Soul / Rhythm & Blues
1978: Artista Feminina Favorita – Soul / Rhythm & Blues
1991: Artista Feminina Favorita – Adult Contemporary
Outros prêmios[editar | editar código-fonte]
Foram mais três prêmios diversos:

1999: Salão da Fama dos Compositores – Categoria “Hitmaker”
2000: NAACP Image Award – Melhor atriz na categoria “Filme para televisão, minisséries ou especial de drama”
2002: NAACP Image Award – Melhor artista de jazz

Discografia
1975: Inseparable
1976: Natalie
1977: Thankful
1977: Unpredictable
1978: Natalie Live!
1979: I Love You So
1979: We’re the Best of Friends (com Peabo Bryson)
1980: Don’t Look Back
1981: Happy Love
1983: I’m Ready
1985: Dangerous
1987: Everlasting
1989: Good to Be Back
1991: Unforgettable… with Love
1993: Take a Look
1994: Holly & Ivy
1995: A Celebration of Christmas (com José Carreras e Plácido Domingo)
1997: Stardust
1998: Christmas with You
1999: Snowfall on the Sahara
1999: The Magic of Christmas
2000: Greatest Hits: Vol. 1
2002: Ask a Woman Who Knows
2006: Leavin’

11.315 – Mega Personalidades – Anna Nicole Smith


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Nome artístico de Vickie Lynn Hogan, (Houston, 28 de novembro de 1967 — Hollywood, 8 de fevereiro de 20071 ) foi uma atriz e modelo erótica norte americana, que ganhou popularidade em ensaio da revista Playboy em 1993.
Primeiro ganhou popularidade na Playboy, tornando-se a Playmate do Ano 1993. Posou para as empresas de vestuário, incluindo jeans Guess e Lane Bryant. Ela também estrelou seu próprio reality show, The Anna Nicole Show.
Nascida e criada no Texas, Smith abandonou a escola e era casada com 19 anos de idade.Casou primeiro com um cozinheiro, logo depois teve seu 2° casamento, amplamente divulgado, com o executivo de negócios de petróleo e magnata dos negócios J. Howard Marshall II, com 89 anos, que morreu menos de um ano depois do casamento. Resultou em especulações de que ela se casou com o octogenário pelo seu dinheiro, o que ela sempre negou. Depois de sua morte, ela começou uma longa batalha legal sobre uma parcela de sua propriedade; seu caso, Marshall v. Marshall, atingiu o Supremo Tribunal norte americano sobre uma questão de competência federal.
Ela morreu aos 39 anos, aparentemente em consequência de uma overdose de medicamentos prescritos(Sedativos). Nos meses que antecederam sua morte, ela foi o foco da cobertura da imprensa renovada em torno da morte de seu filho, Daniel Smith, e da paternidade e a batalha pela custódia de sua filha Dannielynn.

Um importante ponto de virada na carreira de Smith foi em 1992. Foi então que sua carreira decolou depois que foi escolhida por Hugh Hefner a aparecer na capa da edição de março de 1992 da revista Playboy, onde ela aparecia como Vickie Smith, usando um decote vestido de noite. Anna Nicole Smith disse que pretendia ser “A próxima Marilyn Monroe”. Tornando-se uma das modelos da Playboy mais populares, Smith ficou mais conhecida e maior que as modelos típicas da revista. Foi escolhida para ser a Playmate do Ano em 1993. Na época, resolveu mudar seu nome para Anna Nicole Smith. Obteve um contrato para substituir a supermodelo Claudia Schiffer na campanha publicitária da Guess? Jeans, em uma série de fotografias sensuais em preto e branco. A Guess? capitalizados em forte semelhança convidou Smith para ser sex symbol e colocá-la em sessões de fotos. Em 1993, antes do Natal, ela desfilou para a marca de roupas sueca Hennes & Mauritz (H & M). Ela apareceu em cartazes grandes na Suécia e na Noruega. Uma fotografia de Smith foi utilizado na capa de uma revista de New York em 22 de agosto de 1994 com o tema White Trash Nation. Na foto, ela aparece agachada com uma saia curta e botas de cowboy, comendo batatas fritas. Em Outubro de 1994, o advogado de Smith deu início a um processo legal $ 5000000 contra a revista alegando utilização não autorizada de sua foto e que o artigo tinha danificado sua reputação. O advogado dela disse que Smith foi dito que ela estava sendo fotografada para encarnar a olhar “all-american-woman”, e que eles queriam fotos com glamour. Ele afirmou ainda que a imagem usada foi tomada para se divertir durante uma pausa.

Morte do Filho
Daniel Smith, morreu de repente enquanto visitava a mãe e a irmã recém-nascida no hospital, durante a semana, em 10 de setembro de 2006. Ele tinha voado para as Bahamas no sábado para visitar sua mãe e estava em seu quarto de hospital, no domingo, quando entrou em colapso. Alguns dias antes, em 7 de setembro de 2006, ela deu à luz uma menina chamada Dannielynn Hope. O nome dela foi dado em memória do irmão, Daniel Smith.

Momentos Finais
Em 8 de fevereiro de 2007, Anna Nicole Smith foi encontrada inconsciente na sala 607 no Seminole Hard Rock Hotel and Casino em Hollywood, Califórnia. Segundo o chefe de polícia de Seminole Charlie Tiger, as 1:38 pm, Maurice Brighthaupt, que era um paramédico treinado, ligou para a recepção do hotel de sua sala no sexto andar.
Após uma investigação de sete semanas anunciou-se que Smith morreu de “intoxicação por drogas combinadas” com a medicação que usava para dormir. Nenhuma droga ilegal foi encontrada em seu organismo. O relatório oficial afirma que sua morte não foi considerada por homicídio, suicídio, ou de causas naturais. O relatório completo de investigação tenha sido tornada pública e pode ser encontrado em linha. Além disso, uma cópia oficial do relatório da autópsia foi lançado publicamente em 26 de março de 2007 e pode ser encontrado.
Em última análise, sua morte foi determinada como overdose acidental de drogas dos sedativos hidrato de cloral que se tornou cada vez mais letal quando combinada com outros medicamentos prescritos em seu sistema, especificamente 4 benzodiazepinas: Klonopin (Clonazepam), Ativan (Lorazepam), Serax (Oxazepam), e Valium (Diazepam). Benadryl Além disso, ela tinha tomado (Difenidramina) E Topamax (Toprimate), um anticonvulsivo GABA agonista, o que provavelmente contribuiu para o efeito sedativo do hidrato de cloral e os benzodiazepínicos. Ela morreu sem nunca ter conseguido receber qualquer parte da herança de 14 Bilhões de seu ex-marido.

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11.201 – Mega Personalidades – Casey Johnson


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(24 de setembro de 1979 — 5 de janeiro de 2010) foi uma socialite americana, herdeira de Robert Wood Johnson I, co-fundador do império farmacêutico Johnson & Johnson.
Em dezembro de 2009 tinha anunciado seu casamento com a personalidade televisiva e de internet Tila Tequila.
Em 29 de dezembro de 2009, às 01h13, Johnson deixou uma mensagem no Twitter dizendo que “todos bons sonhos … eu estou ficando com um carro novo …”. O Daily News informou que uma empregada encontrou Johnson morta no quarto de sua casa em West Hollywood em 04 de janeiro de 2010. No entanto, os relatórios publicados sobre a chamada 911 revelou que Johnson realmente morreu na pousada de um amigo em Los Angeles, quando ela foi deixada ali sozinha, enquanto seus amigos foram para a cidade. O chamador não identificado informou que Johnson estava fria, gelada e suas mãos estavam ficando azuis. O chamador também afirmou que Johnson estava com medicamentos.
Em 4 de fevereiro de 2010, o Gabinete do Los Coroner Angeles anunciou que ela tinha morrido de cetoacidose diabética. Ela foi relatada ter negligenciada a tomar insulina e, portanto, morreu devido à falta de tratamento. A noiva de Johnson, Tila Tequila, organizou planos de buscar a custódia legal de filha adotiva Casey Johnson, Ava.

10.513 – Mega Personalidades – Antônio Ermírio de Moraes


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(São Paulo, 4 de junho de 1928 – São Paulo, 24 de agosto de 2014) foi um empresário, engenheiro e industrial brasileiro. Foi presidente e membro do conselho de administração do Grupo Votorantim e presidente da Beneficência Portuguesa de São Paulo.
Seu pai, o engenheiro pernambucano José Ermírio de Moraes, criou o Grupo Votorantim, comprando as ações de uma empresa de tecelagem localizada na cidade homônima, no estado de São Paulo, que pertencia ao seu sogro, avô de Antônio Ermírio, o imigrante português António Pereira Inácio, e diversificando o negócio. Sua mãe, Helena Rodrigues Pereira, natural de Boituva, teve quatro filhos com José Ermírio, dos quais Antônio Ermírio foi o segundo.
Antonio Ermírio nasceu sem um rim e isso o ajudou a lutar toda a vida. Formou-se em engenharia metalúrgica em 1949 pela Colorado School of Mines, mesma universidade que o seu pai, José Ermírio, estudou. Casou em 1953 com Maria Regina, com quem passou a lua-de-mel na Europa.
Na década de 1950, sua família foi taxada de louca por querer concorrer com os grandes produtores de alumínio, como Alcan, Alcoa e Vale, fundou a Companhia Brasileira de Alumínio. A empresa iniciou suas operações em 1955 produzindo apenas 4 mil toneladas e completou seu cinquentenário com 400 mil toneladas.
Em 1956, teve de contrair empréstimos que equivaliam a 16 meses de faturamento, na mesma época sofreu um acidente ao visitar a unidade e, queimado por soda cáustica, ficou um mês de cama – esta experiência ajudou a sedimentar em sua obsessão por conduzir o Grupo Votorantim da forma mais conservadora possível, evitando contrair dívidas.
Após assumir o grupo, Antônio Ermírio transformou-o em uma multinacional, com a aquisição de uma fábrica de cimento no Canadá. Expandiu o Grupo Votorantim, com mais de 60 mil funcionários, atua nas áreas de cimento, celulose, papel, alumínio, zinco, níquel, aços longos, filmes de polipropileno biorientado, especialidades químicas e suco de laranja.
Apesar do grupo Votorantim possuir um Banco, Ermírio era um crítico do sistema financeiro e da especulação financeira:
“ Se eu não acreditasse no Brasil, seria banqueiro. ”
Quando o Banco foi criado não se conformava com o fato dele, ocupando somente um andar e empregando poucos funcionários, ser mais lucrativo do que sua Companhia Brasileira de Alumínio. Em relação ao banco Ermírio costumava brincar que a instituição só foi criada “para não pagar os juros cobrados pelo mercado e estabelecidos pelo Banco Central”.
Ao mesmo tempo que lida com matérias-primas, Ermírio deu o aval para a criação da Votorantim Ventures, a caçula das empresas do grupo criada há quase quatro anos. A Ventures é um fundo de investimento com trezentos milhões de dólares para investir em áreas tão diversas como biotecnologia, bioinformática, distribuição de MRO, serviços de datacenter e de call center, comércio eletrônico e biodiversidade.
Assim como o pai, aventurou-se na política, lançando-se à candidatura ao governo do Estado de São Paulo em 1986 pela União Liberal Trabalhista Social ( PTB, PL e PSC ), ficando em segundo lugar, perdendo para Orestes Quércia, do PMDB, em uma época em que não havia segundo turno). Durante esta experiência ficou chocado com as manobras políticas e fisiológicas, todos que o abordavam pediam cargos para poder ficar sem trabalhar.
Foi a frustração com a política que o levou a escrever peças teatrais, dizia que “a política é o maior de todos os teatros”. É autor de três peças de teatro, duas já lançadas no circuito paulistano: Brasil S.A., Acorda Brasil e S.O.S Brasil. Todas as peças acabaram virando livro, a peça “Acorda Brasil” foi vista por 26 mil pessoas. Também escreveu para a Folha de São Paulo uma coluna dominical durante 17 anos. O empresário sempre dedicou parte de seu tempo à Sociedade Beneficência Portuguesa de São Paulo, uma hora e meia todo dia. Também se dedicou à Associação Cruz Verde de São Paulo, à Fundação Antônio Prudente, entre outras organizações não governamentais.
Em 2001 deixou a presidência do conselho de administração do Grupo Votorantim e entregou o comando do conglomerado aos filhos e sobrinhos. Trabalhador incansável, uma combinação de doenças afetaram sua mente e seus movimentos, imobilizando-o numa cama, levando-o a sofrer de hidrocefalia e mal de Alzheimer.
Antonio Ermirio morreu na noite de 24 de Agosto de 2014, em São Paulo, aos 86 anos, com insuficiência cardíaca.
A fortuna pessoal do empresário é estimada em US$ 2,5 bi (segundo edição da Forbes 2013), o que o torna uma das pessoas mais ricas do mundo.
Pela intensa atividade social e pela trajetória empresarial ascendente, o empresário é um ícone da classe empresarial industrial. O currículo exibe ainda o Prêmio Eminente Engenheiro do Ano, mérito reconhecido em 1979. Em 2003, recebeu a Medalha do Conhecimento do Governo Federal.
Sua família ganhou o destaque do Prêmio Octavio Frias de Oliveira, tanto pela administração do Hospital Beneficência Portuguesa há mais de 50 anos, quanto pela participação no conselho curador e da rede voluntária do Hospital A.C. Camargo e a atuação e ser uma das maiores doadoras da Associação de Assistência à Criança Deficiente.
Morreu na noite de domingo (24-08-2014) em São Paulo, aos 86 anos, com insuficiência cardíaca. Antônio deixa a esposa, Maria Regina Costa de Moraes, e nove filhos.
Tinha 9 filhos, entre eles: Regina de Moraes, presidente da ONG Velho Amigo; Ermírio FIlho.4 Seu filho Carlos Ermírio de Moraes faleceu no dia 18 de agosto de 2011 após lutar durante 4 anos contra um câncer.

antonio erminio livro

 

10.423 – Literatura – Sérgio Buarque de Holanda


Sérgio Buarque de Holanda
Sérgio Buarque de Holanda

(São Paulo, 11 de julho de 1902 — São Paulo, 24 de abril de 1982) foi um dos mais importantes historiadores brasileiros. Foi também crítico literário e jornalista.
De volta ao Brasil no começo dos anos 30, continuou a trabalhar como jornalista. Em 1936, obteve o cargo de professor assistente da Universidade do Distrito Federal. Neste mesmo ano, casou-se com Maria Amélia de Carvalho Cesário Alvim, com quem teria sete filhos: Sérgio, Álvaro, Maria do Carmo, além dos músicos Ana de Hollanda, Cristina Buarque, Heloísa Maria (Miúcha) e Chico Buarque. Ainda em 1936, publicou o ensaio “Raízes do Brasil”, que foi seu primeiro trabalho de grande fôlego e que, ainda hoje, é o seu escrito mais conhecido.
Formou-se pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro), onde obteve o título de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais no ano de 1925. Em 1936, obteve o cargo de professor assistente da Universidade do Distrito Federal (atual UERJ). Em 1939, extinta a Universidade do Distrito Federal, passou a trabalhar na burocracia federal. Em 1941, passou uma longa temporada como visiting scholar em diversas universidades dos Estados Unidos.
Reuniu, no volume intitulado “Cobra de Vidro”, em 1944, uma série de artigos e ensaios que anteriormente publicara nos meios de imprensa. Publicou, em 1945 e 1957, respectivamente, “Monções” e “Caminhos e Fronteiras”, que consistem em coletâneas de textos sobre a expansão oeste da colonização da América Portuguesa entre os séculos XVII e XVIII.
Em 1946, voltou a residir em São Paulo, para assumir a direção do Museu Paulista, que ocuparia até 1956, sucedendo então ao seu antigo professor escolar Afonso Taunay. Em 1948, passou a lecionar na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, na cátedra de História Econômica do Brasil, em substituição a Roberto Simonsen.
Viveu na Itália entre 1953 e 1955, onde esteve a cargo da cátedra de estudos brasileiros da Universidade de Roma. Em 1958, assumiu a cadeira de “História da Civilização Brasileira”, agora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. O concurso para esta vaga motivou-o a escrever “Visão do Paraíso”, livro que publicou em 1959, no qual analisa aspectos do imaginário europeu à época da conquista do continente americano. Ainda em 1958, ingressou na Academia Paulista de Letras e recebeu o “Prêmio Edgar Cavalheiro”, do Instituto Nacional do Livro, por “Caminhos e Fronteiras”.
A partir de 1960, passou a coordenar o projeto da “História Geral da Civilização Brasileira”, para o qual contribuiu também com uma série de artigos. Em 1962, assumiu a presidência do recém-fundado Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Entre 1963 e 1967, foi professor convidado em universidades no Chile e nos Estados Unidos e participou de missões culturais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em Costa Rica e Peru. Em 1969, num protesto contra a aposentadoria compulsória de colegas da Universidade de São Paulo pelo então vigente regime militar, decidiu encerrar a sua carreira docente.
No contexto da “História Geral da Civilização Brasileira”, publicou, em 1972, “Do Império à República”, texto que, a princípio, fora concebido como um simples artigo para a coletânea, mas que, com o decurso da pesquisa, acabou por ser ampliado num volume independente. Trata-se de um trabalho de história política que aborda a crise do império brasileiro no final do século XIX, explicando-a como resultante da corrosão do mecanismo fundamental de sustentação deste regime: o poder pessoal do imperador.
Permaneceu intelectualmente ativo até 1982, tendo ainda, neste último decênio, publicado diversos textos. De 1975 é o volume “Vale do Paraíba – Velhas Fazendas” e de 1979, a coletânea “Tentativas de Mitologia”. Nestes últimos anos, trabalhou também na reelaboração do texto de “Do Império à República” – que não chegou a concluir.
Recebeu em 1980 tanto o Prêmio Juca Pato, da União Brasileira de Escritores, quanto o Prêmio Jabuti de Literatura, da Câmara Brasileira do Livro.
Também em 1980, participou da cerimônia de fundação do Partido dos Trabalhadores, recebendo a terceira carteira de filiação do partido, após Mário Pedrosa e Antonio Candido.
Por conta de sua participação no PT e na condição de intelectual destacado é que o centro de documentação e memória da Fundação Perseu Abramo (fundação de apoio partidária instituída pelo PT em 1996), recebe seu nome: Centro Sérgio Buarque de Holanda: Documentação e Memória Política.
Alguns de seus livros
Raízes do Brasil. Rio de Janeiro, 1936.
Cobra de Vidro. São Paulo, 1944.
Monções. Rio de Janeiro, 1945.
Expansão Paulista em Fins do Século XVI e Princípio do Século XVII. São Paulo, 1948.
Caminhos e Fronteiras. Rio de Janeiro, 1957.
Visão do Paraíso. Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil. São Paulo, 1959.
Do Império à República. São Paulo, 1972. (História Geral da Civilização Brasileira, Tomo II, vol. 5).
Tentativas de Mitologia. São Paulo, 1979.
Sergio Buarque de Hollanda: História (org. Maria Odila Dias). São Paulo, 1985.
O Extremo Oeste [obra póstuma]. São Paulo, 1986.

Sérgio e Chico
Sérgio e Chico

9880 – Cinema – O Ator Heath Ledger


Heath_Ledger

(Perth, 4 de abril de 1979 — Nova Iorque, 22 de janeiro de 20083 ) foi um ator australiano. Atuou inicialmente em filmes e na televisão australiana, no início da década de 1990. Em 1998 mudou-se para os Estados Unidos, onde prosseguiu com a carreira. O primeiro filme do qual participou no país foi Things I Hate About You, lançado em 1999. Nos anos seguintes atuou em dezenove filmes, incluindo The Patriot (2000), Monster’s Ball (2001), A Knight’s Tale (2001), Brokeback Mountain (2005) e The Dark Knight (2008), dirigiu videoclipes de artistas como Modest Mouse e Ben Harper e planejava seguir a carreira de diretor de cinema.
No dia 22 de janeiro de 2008, seu corpo foi encontrado em seu apartamento, sendo a causa de sua morte prematura divulgada apenas cerca de duas semanas depois, quando o serviço de medicina legal de Nova Iorque concluiu que havia ocorrido uma “intoxicação acidental por remédios prescritos”. Ledger morreu aos 28 anos de idade, poucos meses depois que havia terminado de filmar The Dark Knight e enquanto participava das gravações de The Imaginarium of Doctor Parnassus. The Dark Knight foi o último projeto que concluiu, tendo sido lançado após a sua morte, mas, como apenas metade das cenas de seu personagem em Doctor Parnassus haviam sido filmadas, o roteiro deste foi modificado para que o ator fosse substituído parcialmente.
Ledger foi reconhecido por sua interpretação no filme The Dark Knight pelo papel de Coringa / Joker em diversas premiações póstumas, como o Globo de Ouro e o Oscar, na categoria de melhor ator coadjuvante.
Entre o final de 2007 e seu falecimento em 2008, certos jornais, em diferentes oportunidades, chegaram a declarar que Ledger estaria envolvido romanticamente com as supermodelos Helena Christensen e Gemma Ward e com a atriz Mary-Kate Olsen.
Ledger constantemente se chocava com a imprensa australiana, o que o levou a se mudar para a cidade de Nova Iorque.
Em 2004, Ledger negou veementemente que teria cuspido em jornalistas presentes durante as filmagens do filme Candy em Sidney, ou que algum de seus parentes teria tido comportamento semelhante na frente de sua casa na cidade.
Segundo a empregada Teresa Solomon, ela entrou no apartamento do ator, situado no bairro de SoHo em Nova Iorque, aproximadamente às 12h30min do dia 22 de janeiro de 2008, com sua própria chave, para seu trabalho habitual. Por volta das 13h00, foi trocar uma lâmpada no quarto de Ledger e percebeu que ele ainda estava deitado; como o ouviu roncar, imaginou que não havia nada errado e deixou o quarto.
Às 14h45min, a massagista Diana Wolozin apareceu para sua sessão agendada com o ator. Como Diana e a empregada não obtiveram resposta ao bater na porta do quarto de Ledger, a massagista resolveu entrar e tentar acordar Ledger, que segundo depoimento dado a polícia, já estava frio a esta altura.
Os paramédicos chegaram minutos depois, sete após os seguranças de Olsen, e tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso. Ele foi declarado morto às 15h36min desse dia.
A polícia trabalhou principalmente com duas hipóteses para a causa da morte prematura do ator: suicídio e overdose acidental.
Após duas semanas de investigação, o serviço de medicina legal de Nova Iorque concluiu que a causa da morte havia sido por intoxicação acidental de remédios prescritos (oxicodona, hidrocodona, diazepam, temazepam, alprazolam e doxilamina) com efeito calmante e sonífero.
O funeral de Ledger aconteceu em sua cidade natal, Perth, no dia 9 de fevereiro de 2008 . Após o funeral, que durou cerca de 90 minutos, foi realizada sua cremação, assistida apenas por dez familiares do ator. Suas cinzas foram dispersas na praia. Depois disso, seus parentes e amigos mergulharam no mar para realizar uma homenagem ao ator.

9590 – Quem foi esse tal? – Ahmad Shah Massoud


Você não deve nem se lembrar dos jornais de 11 de setembro. Com todos aqueles aviões batendo em prédios pela manhã, quem iria reparar numa notinha publicada num canto de página dando conta de que um tal Ahmad Shah Massoud sofrera um atentado e podia estar morto? Com tanta tragédia e confusão, quem iria parar para pensar que o suposto crime estava ligado aos ataques contra Nova York e Washington? A notícia seria confirmada dias depois: Massoud estava morto. O homem que infernizou os superpoderosos soviéticos por uma década, o leão de Panjshir, o guerrilheiro intelectual amado pelo Ocidente, o estrategista mitológico, o charmoso líder da Aliança do Norte, o defensor das mulheres afegãs, o Che Guevara da Ásia, o inimigo do Taleban fora finalmente derrotado, depois de 20 anos na linha de frente. Justo no momento em que estava prestes a ganhar um aliado poderoso: os Estados Unidos.
Dono de um olhar firme, inteligente, era dessas raras pessoas impossíveis de não serem notadas. Um líder nato. Era também um intelectual – fã de literatura e assíduo leitor de Marx, possuía uma biblioteca de milhares de volumes. Mas abandonou os estudos e os livros em 1973, com 21 anos, quando o rei Zahir Shah foi deposto e o Afeganistão explodiu em guerra civil. Juntou 20 homens, dez metralhadoras Kalashnikov e foi lutar no vale do Panjshir, uma região cercada de montanhas no nordeste do país.
Quando, em 1979, os soviéticos invadiram o Afeganistão com medo de que a confusão do país contaminasse as repúblicas muçulmanas da União Soviética, ele já comandava 3 000 homens na região. Os russos levaram 100 000 soldados, centenas de helicópteros e a certeza de que seria moleza. Doce ilusão.
Esbarraram em diversos grupos de resistência, cada um atuando numa região. Muitos contavam com o apoio dos Estados Unidos – bin Laden, por exemplo, recebeu armas americanas. Mas Massoud, por seu estilo independente, nunca se deu bem com a CIA – e, ainda assim, virou o maior de todos os pesadelos dos invasores. Sua estratégia era tão inteligente que, hoje, qualquer russo que vá à escola militar tem que estudar suas táticas de guerrilha.
Por uma década, os soviéticos tentaram conquistar o vale do Panjshir. Na maior parte do tempo, os invasores sequer viam o inimigo. A tensão ia crescendo e não era raro que, irritados com meses de expectativa, acabassem matando uns aos outros. Até que os homens de Massoud faziam uma única ação fulminante e se retiravam de volta à segurança das montanhas, deixando os russos ainda mais nervosos. Foi com alívio que eles voltaram para casa em 1988. Massoud tinha vencido.
Essa é a época mais mal-explicada da sua vida. Embora não haja provas, seus homens são acusados de promover massacres na capital, Kabul. Em 1992, a situação no Afeganistão se acalmou e Massoud foi convidado a participar do governo. Encaixotou seus livros e começou a construir uma casa, certo de que os tempos turbulentos tinham acabado.
Mas, em 1996, o Taleban tomou o poder e o leão de Panjshir voltou para sua área, sem sequer ter tempo de tirar os livros das caixas. Por cinco anos, liderou a Aliança do Norte, único obstáculo para que o Taleban conquistasse o país todo. Virou o pior inimigo do líder taleban, o mulá Omar, e de Osama bin Laden. Viajou para a Europa, defendendo os direitos das mulheres, criticando o fundamentalismo e pedindo apoio para o seu exército. Foi muito bem recebido. Embora dissesse sempre que não tinha pretensões políticas, era um candidato natural à presidência.
No dia 9 de setembro de 2001, foi procurado por dois jornalistas. Como sempre fazia, concordou em dar entrevista (um hábito oposto ao de Omar, que odeia a mídia e nunca mostra a cara). De repente, a câmera fotográfica explodiu. Era um atentado suicida, provavelmente comandado por Bin Laden.

9528 – Acidente nas Neves – Michael Schumacher luta pela vida


esporte-acidente-michael-schumacher

O ex-piloto alemão Michael Schumacher permanece em coma, lutando pela vida, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pelo Hospital da Universidade de Grenoble (CHU), na França. Em entrevista coletiva, os médicos que atendem Schumacher disseram que “é cedo para qualquer diagnóstico e que as próximas horas serão cruciais para o paciente”. Os especialistas aguardam para ver como o ex-piloto reage à neurocirurgia a que foi submetido. Não há previsão de alta.
Segundo a junta médica, a baixa temperatura registrada na estação de esqui de Meribel, no sudoeste da França, onde Schumacher sofreu o acidente, evitou que seu quadro clínico fosse ainda pior.
O ex-piloto alemão de F1 Michael Schumacher, sete vezes campeão do mundo, sofreu domingo 29/12/2013 um acidente de esqui na estação de Méribel, nos Alpes franceses, segundo a emissora Europe 1. O alemão caiu, bateu a cabeça e foi levado para o hospital, informou a rádio local RMC, que falou com o diretor do resort, Christophe Gernigon-Lecomte. A porta-voz de Schumacher divulgou um comunicado no qual confirmou o acidente.
O ex-piloto foi campeão do mundo por sete vezes. Dois títulos foram conquistados pela Benetton (1994 e 1995), e cinco pela italiana Ferrari, onde permaneceu por dez anos, entre 1996 e 2006. Schumacher voltou ao esporte em 2010 com a Mercedes.
No final de 2012, o alemão se despediu definitivamente da Fórmula 1 no GP do Brasil. Ele se aposentou aos 43 anos com 155 pódios, 1566 pontos, 91 vitórias e 68 pole positions em 308 etapas.

9470 – Fama às Avessas – Morre Ronald Biggs, o assaltante do “trem pagador”.


Morreu hoje(18/12/2013) em Londres, aos 84 anos, o britânico Ronald Biggs, conhecido como o “ladrão do século”, pelo assalto em 1963 ao trem pagador que ia de Glasgow a Londres.
Biggs, que viveu anos foragido no Brasil, estava em um asilo para idosos em East Barnet, norte de Londres. Ele vinha enfrentando uma série de problemas de saúde, com dificuldades para caminhar e se comunicar.

Anos Difíceis
Nos últimos anos, sofreu sete derrames, ataque cardíaco, ataques epiléticos, úlcera no estômago, além de uma fratura no quadril que o deixou internado por dias no hospital universitário de Norfolk e Norwich.
A morte dele é um dos principais destaques da imprensa britânica. Christopher Pickard, que o ajudou a escrever sua autobiografia, disse que Biggs deve ser lembrado com um dos grandes personagens dos últimos 50 anos.
À BBC, Anthony Delano, autor de um livro sobre o ladrão, foi mais duro e afirmou que Biggs era um homem “sem moral” e teve muita sorte por ter vivido anos em liberdade.
O britânico fazia parte de uma gangue de cerca de 15 homens que conseguiu, em 8 de agosto de 1963, parar um comboio ferroviário manipulando a sinalização. Depois de ferir gravemente um funcionário, eles fugiram com 120 sacos de notas usadas contendo no total 2,6 milhões de libras, uma quantia recorde para a época equivalente a cerca de R$ 124 milhões.
Os ladrões, inclusive Biggs, foram presos em janeiro de 1964. Processado e condenado a 30 anos de prisão, Biggs foi para a penitenciária de Wandsworth (Londres), de onde conseguiu fugir 15 meses depois.
Ele passou por cirurgias estéticas e viveu como foragido na Espanha, na Austrália e, principalmente, no Brasil.
Biggs chegou ao Brasil na década de 1970 e viveu aqui por cerca de 30 anos, mais especificamente no Rio de Janeiro. Ele teve um filho com sua namorada Raimunda, Michael Biggs, que foi cantor do grupo infantil brasileiro Balão Mágico e hoje é empresário.
Ao descobrir que o “ladrão do século” estava em solo brasileiro, o governo britânico iniciou uma batalha judicial para sua extradição. A questão, contudo, é que a legislação britânica não admite a formulação de pedido oficial de extradição a país com o qual não tenha tratado de extradição. O acordo entre o Brasil e o governo britânico só entrou em vigor em outubro de 1997 –25 anos depois do assalto ao trem pagador.
O caso foi então para julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) –que considerou o Estatuto do Estrangeiro que estabelece que, antes de julgar a extradição, os juízes devem levar em conta o prazo estabelecido pela legislação brasileira. No Brasil, o audacioso assalto havia prescrito há cinco anos.
Após meses de uma batalha judicial entre o governo britânico e a Justiça do Brasil, o STF arquivou oficialmente o pedido de extradição de Biggs em novembro de 1997. Os ministros alegaram que a prescrição do crime impede o recebimento do pedido formulado pelo governo britânico.
Nos últimos anos de sua estadia no Brasil, Biggs vivia em dificuldades financeiras. Ele transformou sua casa em Santa Teresa (zona central do Rio) em uma espécie de museu para turistas britânicos e vendia camisetas, bonés e outros produtos de sua “marca” em uma página na internet.

9248 – Mega Personalidades – Christina Onassis, muito dinheiro e pouca felicidade


christinha

Christina Onassis (em grego Χριστίνα Ωνάση; Nova Iorque, 11 de dezembro de 1950 — Buenos Aires, 19 de novembro de 1988) foi a filha e herdeira do bilionário Aristóteles Onassis e de sua primeira esposa, Athina Livanos.
Ela tinha um irmão, Alexander Onassis (1948–1973), que morreu num acidente aéreo. No começo dos anos 80, ela se juntou à Fundação Alexander Onassis como presidente do grupo de caridade formado em memória de seu falecido irmão.
Christina era, na infância, uma criança desajeitada. Aos dezessete anos, Christina fez uma cirurgia plástica para encolher seu nariz e para remover os anéis negros abaixo de seus olhos.
Aos dois anos, em Hamburgo, Christina, nos braços do pai, quebrou a garrafa de champanhe que batizou o maior barco cargueiro de todos os tempos, o “Tina Onassis”. E aos cinco, assistiu ao casamento da atriz Grace Kelly com o príncipe Rainier III de Mônaco.
Quando seu pai se casou com Jacqueline Kennedy, viúva do Presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, Onassis evitava ficar perto de sua madrasta e passava a maior parte do tempo viajando e fazendo compras. Então ela se mudou para Londres e frequentou Queen’s College, onde estudou moda. Ela terminaria sua educação poucos meses mais tarde, aos dezenove anos.
Christina teve quatro casamentos, e todos terminaram em divórcio. Os primeiros três maridos foram: Joseph Bolker, Alexandros Andreadis e Sergei Kauzov. Joseph Bolker era um corretor de imóveis, vinte e sete anos mais velho do que ela. O primeiro casamento, ocorrido em 27 de julho de 1971, só durou nove meses. Para melhorar sua identidade e conquistar aprovação da mídia, Christina trabalhou na sede de seu pai em Mônaco; primeiro como secretária e depois como uma empresária, pois revelou ser inteligente e competente no mundo dos negócios.
Em 22 de julho de 1975, Christina casou-se com Alexandros Andreadis. Eles se divorciaram em 1977. No dia 1° de agosto de 1978, em Moscou, ela desposou o russo Sergei Kauzov, mas o terceiro relacionamento também durou pouco.
Foi com seu quarto e último marido, Thierry Roussel, que ela teve sua única filha, Athina Roussel, nomeada a partir de sua mãe. Christina submeteu-se a um tratamento contra infertilidade para engravidar. Quando ela descobriu que Thierry estava tendo um caso com a modelo sueca Marianne “Gaby” Landhage, que tinha acabado de dar à luz um menino, ela não pediu o divórcio imediatamente. Aos invés disso, ela oferecia dinheiro para que Roussel não a abandonasse. Naquele tempo, Athina Roussel tinha apenas seis meses de vida. Dois anos depois, nasceu a filha de Gaby e Thierry, Sandrine. Embora o divórcio tivesse ocorrido em 1987, Christina insistia em pagar cem mil dólares para ter relações sexuais com Thierry.
Outros motivos para o divórcio, mas não tão significativos, foram as constantes discussões sobre o que seria melhor para Athina; Christina achava que fornecer uma atmosfera estável a sua filha comprando presentes, brinquedos e roupas era a maneira correta. Uma vez ela disse:”Eu moverei o céu e a Terra para parar minha infelicidade continuando com Athina”. Divorciada, ela passava o tempo morando entre Paris e Sankt-Moritz.
Nos anos 70, Christina Onassis perdeu toda sua família. A saúde de seu pai começou a deteriorar após a morte de Alexandros (ou Alexander) em 1973, e sua mãe cometeu suicídio em 1974 – algo que ela própria faria catorze anos mais tarde. Aristóteles morreu em março de 1975. Naquele tempo, Christina praticamente afundou na depressão e começou a usar uma variedade de drogas, entre anfetaminas e barbitúricos. Ela também começou a beber muito.
Christina morreu de edema pulmonar, aos trinta e sete anos. Seu corpo foi encontrado na banheira do quarto de hotel em que estava, em Buenos Aires, na Argentina. Especialistas dizem que sua prematura morte foi causada por constante uso de drogas e por dramáticas mudanças de peso. Seu corpo está enterrado no cemitério da ilha de Skorpios. O cantor espanhol Joaquín Sabina dedicou a Onassis a canção Pobre Cristina, incluída em seu disco Mentiras Piadosas (1990).
Em abril de 2008, foi anunciado que parte da coleção de jóias deixadas por Christina à sua filha Athina iria a leilão em 11 de junho, na Christie’s. São aproximadamente quarenta jóias, entre anéis, brincos e colares de diamante, cujo mercado tem estado mais forte nos últimos anos. Um diamente em forma de pêra de 38 quilates que pertenceu à Christina está avaliado em 2,2 milhões de libras esterlinas.

7235 – Artes – O Museu de Cera


Albert Einstein no Museu de Cera
Albert Einstein no Museu de Cera

É um museu no qual existe a exposição de peças feitas de cera, usualmente retrantando animais extintos ou celebridades. O Museu Madame Tussauds é talvez o mais famoso nome associado com os museus de cera. Em 1935, Marie Tussaud montou sua primeira exibição permanente em Baker Street, Londres.
Em dezembro de 2009, inaugurou o Museu de Cera Dreamland, na cidade de Gramado – RS, sendo o primeiro museu de cera no gênero do entretenimento no Brasil, e o primeiro na América do Sul. Em agosto/2010 foi anunciado no Festival de Cinema de Gramado, a criação da Galeria Oscarito dentro do Museu de Cera Dreamland, com estátuas de grandes nomes do cinema nacional.
Existem (ou existiram) ainda museus de cera, entre outros, em:

Museo de Cera (Barcelona)
Museo de Cera (Madrid)
Musée Grévin (Paris)
Castans Panoptikum (Berlim, dissolvido em 1922)
National Wax Museum (Dublin)
Panoptikum Hamburg (Hamburgo)

O mais famoso museu de cera do mundo também está presente em Las Vegas.
Abre diariamente as 10 da manhã 365 dias por ano e fecha normalmente as 9:30 da noite mas, eventualmente poderá fechar antes, para poder atender a eventos locais.
Está localizado na 3377 las Vegas Blvd suite 2001, Las Vegas , NV 89109, bem em frente ao Venitian Cassino.
O Museu Madame Tussauds é um famoso museu de figuras de cera. Possui a maior coleção de figuras de celebridades. A sede principal do museu está em Londres, mas também existem 13 filiais em, Nova York, Washington, D.C., Las Vegas, Hollywood, Berlim, Amsterdam, Hong Kong, Shanghai,Blackpool, Sydney, Viena, Banguecoque e Tókio.

Marie Tussaud (1761-1850), nascida em Strasbourg, França, trabalhou como governanta para o Doutor Philippe Curtius, um médico com talento em modelação da cera, que ensinou essa arte a Tussaud. Começou sua carreira modelando em cera, máscaras de vítimas da Revolução Francesa. Ela se mudou para a Inglaterra em 1835, fez uma mostra de seu trabalho na Baker Street perto do endereço do atual museu. Suas técnicas convencionais ainda são usadas para criar figuras da realeza, políticos,atores e astros da música pop e heróis do esporte.
Há citações do museu em livros de Júlio Verne como o “Volta ao mundo em 80 dias”.
Lady Gaga soma 12 estátuas espalhadas pelos museus Madame Tussaud, sendo a recordista.

Kylie também está no Museu.
Kylie também está no Museu.

7217 – Mega Personalidades – A Morte de Oscar Niemeyer


O arquiteto carioca, que completaria 105 anos em 15 de dezembro, deu entrada no hospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul do Rio, em 2 de novembro, a princípio para tratar de uma desidratação, em sua terceira internação no ano. Mais tarde, porém, Niemeyer apresentou hemorragia digestiva e houve piora em sua função renal. Na terça-feira (4-12-2012), uma infecção respiratória levou a uma piora no estado clínico de Niemeyer. Na manhã desta quarta, o arquiteto sofreu uma parada cardiorrespiratória.
Em outubro, ele havia ficado duas semanas no hospital também por causa de uma desidratação. Em maio, o arquiteto teve pneumonia e chegou a ficar internado na UTI. Recebeu alta depois de 16 dias. Em abril de 2011, foi submetido a cirurgias para a retirada da vesícula e de um tumor no intestino. Na ocasião, ele ficou internado por 12 dias por causa de uma infecção urinária.

Nascido no bairro de Laranjeiras, no Rio, Oscar Niemeyer se formou em arquitetura e engenharia na Escola Nacional de Belas Artes em 1934. Em seguida, trabalhou no escritório dos arquitetos Lúcio Costa e Carlos Leão, onde integrou a equipe do projeto do Ministério da Educação e Saúde.
Por indicação de Juscelino Kubitschek (1902-1976), então prefeito de Belo Horizonte, Niemeyer projetou, no início dos anos 1940, o Conjunto da Pampulha, que se tornaria uma de suas obras brasileiras mais conhecidas.
Em 1945, o arquiteto ingressou no Partido Comunista Brasileiro (PCB), entrando em contato com Luiz Carlos Prestes e outros políticos. Ao longo das décadas, travou amizades com diversos líderes socialistas ao redor do planeta, viajando constantemente à União Soviética –conjunto de países comunistas liderado pela Rússia– e a Cuba.
Em 1947, Niemeyer fez parte da comissão de arquitetos que definiria o projeto da sede da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York. A proposta elaborada por Niemeyer com o franco-suíço Le Corbusier serviu de base para a construção do prédio, inaugurado em 1952.

niemeyer e Juscelino

Durante os anos 50, projetou obras como o edifício Copan e o parque Ibirapuera, ambos em São Paulo, além de comandar o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Novacap, responsável pela construção de Brasília.
Ao lado de Lúcio Costa, ajudou a dar forma à nova capital, concebendo edifícios como o Palácio da Alvorada e o Congresso Nacional.
Inaugurada em abril de 1960, Brasília transformou a paisagem natural do Brasil central em um dos marcos da arquitetura moderna.
Impedido de trabalhar no Brasil pela ditadura militar, Niemeyer se mudou em 1966 para Paris, onde abriu um escritório de arquitetura. Projetou a sede do Partido Comunista Francês, fez o Centro Cultural Le Havre, atualmente Le Volcan, realizou obras na Argélia, na Itália e em Portugal.
Após a anistia, retornou ao Brasil, no início dos anos 1980. No Rio, projetou os CIEPs (Centros Integrados de Educação Pública, apelidados de “brizolões”) e o Sambódromo, durante o primeiro governo de Leonel Brizola no Estado (1983-1987).
Em 1988, Niemeyer se tornou o primeiro brasileiro vencedor do prêmio Pritzker –o Oscar da arquitetura. Depois dele, Paulo Mendes da Rocha recebeu a honraria, em 2006. Ainda em 1988, Niemeyer elaborou o projeto do Memorial da América Latina, em São Paulo.
Nos anos 1990 e 2000, a produção de Niemeyer continuou em alta, com a inauguração do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (RJ), o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, e o Auditório Ibirapuera, dentro do parque, em São Paulo.
Em 2003, exibiu sua versão de um pavilhão de exposições na tradicional galeria londrina Serpentine –que todo ano constrói um anexo temporário.

Lula e Niemeyer

Em 2007, projetou o Centro Cultural de Avilés, sua primeira obra na Espanha, construída durante três anos ao custo de R$ 100 milhões. Inaugurado em março de 2011, o Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer foi fechado após nove meses, em meio ao agravamento da crise econômica, desentendimentos entre o governo local e a administração do complexo no dia do aniversário de 104 anos de Niemeyer. Em meados de 2012, no entanto, o centro foi reaberto.
Mais de 60 anos após a realização do Conjunto da Pampulha, o arquiteto voltou a assinar um projeto de grande porte em Minas Gerais em 2010, com a inauguração da Cidade Administrativa do governo do Estado, na Grande Belo Horizonte.
Atualmente, em Santos, está em execução o projeto de Niemeyer para o museu Pelé. A previsão é que a obra seja concluída em dezembro de 2012.
Além de Vera, com quem se casou em 2006, Niemeyer deixa quatro trinetos, 13 bisnetos e quatro netos, filhos de Anna Maria –sua única filha, morta em junho deste ano aos 82–, fruto de seu casamento com Anita Baldo, de quem ficou viúvo em 2004.

6647 – Cinema – Michael Clarke Duncan


(Chicago, 10 de Dezembro de 1957 — Los Angeles, 3 de setembro de 2012) foi um ator norte-americano.
Antes de se tornar ator, Michael Clarke Duncan foi segurança de alguns astros de Hollywood como Will Smith e Martin Lawrence. Profissão que foi lhe rendendo pequenos papéis em filmes e seriados.
Seu primeiro filme foi Fryday em 1995, porém o papel foi tão pequeno que ele sequer foi incluído nos créditos finais.
As coisas começaram a mudar para Michael Clarke Duncan em 1998, com Armageddon, filme em que ele despertou a atenção de produtores e inclusive do astro do filme, Bruce Willis.
E foi exatamente Bruce Willis que em uma conversa com o diretor e produtor Frank Darabont, indicou Michael para o que viria a ser o papel de maior destaque em sua carreira, John Coffey em The Green Mile.
Após o sucesso em The Green Mile (À Espera de um Milagre), Michael vinha aparecendo com freqüência nos cinemas em diversos filmes.
No ano 2000, voltou a atuar com Bruce Willis em The Whole Nine Yards (Meu Vizinho Mafioso), participou Também de Planet of the Apes (Planeta dos Macacos), See Spot Run (Spot – Um Cão da Pesada), The Scorpion King (O Escorpião Rei), Daredevil (Demolidor – O Homem Sem Medo), Pursued (Perseguição), Sin City (Sin City – A Cidade do Pecado), The Island (A Ilha), Talladega Nights: The Ballad of Ricky Bobby, (Ricky Bobby – A Toda Velocidade) e School for Scoundrels (Escola de Idiotas).
No dia 3 de setembro de 2012 o ator faleceu devido a problemas cardíacos. Em julho do mesmo ano, Michael havia sofrido um infarto, e estava internado em estado grave.
O ator estava internado há quase dois meses em um hospital de Los Angeles, após sofrer um infarto no dia 13 de julho. No dia 6 de agosto, ele foi removido da UTI mas, segundo nota divulgada à imprensa, ele não conseguiu se recuperar completamente.
Michael nasceu no dia 10 de dezembro de 1957 em Chicago. Filho de uma faxineira, ele e sua irmã cresceram com a mãe, depois que o pai foi embora. Após passar por diversos empregos, Michael começou a trabalhar como guarda-costas de celebridades em Los Angeles.

5922 – O Lado Politicamente Incorreto de Mandela


Ele ficou 27 anos preso por se opor ao regime do apartheid e após isso, se elegeu presidente da África do Sul. Entre uma cela de 2,5X2,5m e o palácio presidencial se criou o maior mito vivo da política mundial. Mas um livro lançado recentemente nos EUA mostrou um Mandela com as mesmas e pouco surpreendentes fraquezas humanas. Ele aparece agredindouma mulher durante uma briga, cultivando amantes e trapaceando en um curso superior por correspondência. Tal livro é um complemento a uma autobiografia lançada em 1995 e que já vendeu 6 milhões de exemplares. Ele diz em uma das frases “Não sei se é justificável alguém negligenciar a própria família em prol de estranhos. Será que a política, nesse caso, não é uma mera desculpa para se esquivar das responsabilidades?”, escreveu na prisão. Ele não queria ser presidente. Aos 76 anos, achava que estava velho demais para isso. Mas o cargo de líder de um país à beira da guerra civil o aguardava.

5333 – Mega Personalidades – Os funerais de Whitney Houston


Chorando, a mãe da artista, Cissy Houston, seguiu o cortejo, amparada por duas mulheres.
Com duração de três horas e meia, o evento fúnebre restrito a familiares e amigos foi marcado por discursos inflamados de amor a Nippy, apelido da cantora, e a Deus, acompanhados de intensas performances de hinos gospel.
Os convidados foram apresentados por Dionne Warwick, prima de Whitney. Abalada, fez um discurso rápido, mas não cantou. Doente, Aretha Franklin cancelou sua participação no evento.
Kevin Costner, que protagonizou “O Guarda-Costas” com Whitney Houston, fez um dos discursos mais aplaudidos da ocasião. Aparentemente nervoso, o ator agradeceu pelo convite e, em seguida, contou histórias sobre sua infância na igreja batista e sobre os bastidores do filme que popularizou a canção-tema.
Ao piano, Stevie Wonder também emocionou os convidados com uma das apresentações mais bonitas da tarde. O soul man cantou “Ribbon in the Sky” e “Love’s In Need Of Love Today”, substituindo algumas frases das músicas por declarações de amor à cantora.
Alicia Keys, também ao piano, interpretou “Prelude to a Kiss”. “Whitney estendeu a mão para mim e tantos jovens artistas. Ela nos fez sentir forte e capaz e amado (…) Agora vamos mandar para casa o nosso anjo”, disse a jovem cantora bastante emocionada. As duas trabalham juntas no último álbum gravado em estúdio da Whitney.
O reverendo Joe Carter afirmou estar celebrando o dia de Whitney. “Viemos aqui para celebrar e é assim que vamos fazer na nossa igreja. As pessoas amorosas que você vê, esta família, que ama o senhor, é sua fé que nos mantém juntos.” “Estamos aqui para celebrar a sua vida. Deus está no céu e com ele está o nosso anjo, Whitney Houston”, afirmou o prefeito de Newark, Corey Booker, no início do cerimonial.
Bobby Brown, ex-marido da cantora, apareceu brevemente no funeral –ao entrar, caminhou até o caixão, tocou-o e dirigiu-se até a parte de trás da igreja. O site “TMZ” informou que ele foi autorizado a levar mais duas pessoas, mas apareceu com nove no funeral. Os seguranças não permitiram que todos entrassem. Além disso, ele também teria pedido permissão para sentar ao lado da sua filha com Whitney, Bobbi Kristina, mas a família não permitiu. Chateado, deixou rapidamente o local.
A cerimônia foi transmitida ao vivo pela televisão americana e pela internet. Somente no site da Associated Press, agência responsável pela transmissão oficial, mais de 150 mil pessoas acompanharam o funeral.
O enterro de Whitney Houston, que morreu no sábado passado aos 48 anos, será feito no domingo (19) no cemitério de Fairview, na cidade de Westfield, ao lado de seu pai, informou nesta sexta-feira a rede de televisão ABC, que citou uma fonte policial.
A autópsia do corpo foi finalizada no domingo (12) e as análises toxicológicas continuam em curso para determinar as causas da morte. Acredita-se que a cantora morreu em decorrência da mistura de álcool e remédios tranquilizantes. Ainda que não se saiba a causa exata da morte.
Houston foi encontrada morta com o rosto embaixo d’água na banheira de uma suíte do hotel Beverly Hilton, em Los Angeles, na tarde de sábado (11). Ela estava hospedada no hotel para participar da festa que antecede a cerimônia de premiação do Grammy.
Segundo o “TMZ”, a polícia encontrou no quarto cerca de meia dúzia de frascos de remédio, entre eles Xanax. Não foram localizadas drogas ilícitas. Membros da família da artista disseram ao site que ela vinha tomando o remédio sob prescrição médica.
De acordo com a polícia de Beverly Hills, seguranças do hotel fizeram uma ligação de emergência às 15h43 (21h43 no horário de Brasília). Uma equipe de paramédicos, que já estava no hotel por conta da festa do Grammy, tentaram reanimá-la, sem sucesso. Às 15h55, Houston foi declarada morta.

4044 – Mega Top Models – Cindy Crawford


Cindy Crawford (Cynthia Ann Crawford, DeKalb, 20 de fevereiro de 1966) é uma supermodelo, celebridade e atriz norte-americana.
Quando se dedicava às colheitas de milho, um pequeno trabalho de Verão, em 1982, um repórter fotográfico reparou na sua beleza e resolveu fotografá-la. Como resultado da sessão ficou patente a sua fotogenia, o que foi suficiente para a levar a apostar na carreira de modelo logo de imediato.Nesse Verão e no seguinte trabalhou como modelo para a Elite Model de Chicago, mas depois optou por se dedicar em exclusivo aos estudos universitários, na área de engenharia química. Pelo caminho deixou a sua participação no concurso Elite Look of the Year de 1982, onde era uma das mais fortes candidatas à vitória. No entanto, mais tarde viria a interromper os estudos porque resolveu voltar atrás e regressar ao mundo da moda.
No início da sua carreira recomendaram-lhe que retirasse o sinal que tem junto à boca por ser considerado inestético. Contudo, recusou a sugestão e, hoje em dia, o sinal faz parte da sua imagem de marca.
Cindy trabalhou em Chicago até que o sucesso a levou a mudar-se para Nova Iorque, onde residiu até 1996, altura em que se instalou em Los Angeles. Bastaram-lhe dois anos para começar a desfilar roupas dos mais conceituados costureiros e a ocupar as capas das mais importantes revistas de moda.
Até hoje já fez mais de 400 capas em todo o mundo. Uma das mais famosas é da Vanity Fair que saiu em 1993. Nela Cindy Crawford apareceu com a cantora lésbica KD Lang numa pose que chocou os mais conservadores. O sucesso alcançado permitiu-lhe integrar o primeiro grupo de supermodelos, um escalão acima das top models, do qual também faziam parte Naomi Campbell, Stephanie Seymour, Claudia Schiffer e Linda Evangelista.
Em 1988, tornou-se a primeira supermodelo a aceitar posar para a revista masculina Playboy. A experiência foi muito bem aceite pelo público e valeu-lhe um contrato, que se prolongou por seis anos, para se tornar a apresentadora do programa da moda “House of Style”, do canal musical MTV.
Para além de uma muito bem sucedida carreira como manequim e de se ter revelado uma excelente estudante, Cindy Crawford também mostrou ter propensão para o negócio. Lançou, assim, aproveitando a sua imagem, uma série de calendários em fato-de-banho, videocassetes de fitness e um livro sobre maquilhagem. Através da sua empresa, a Crawdaddy, conseguiu contratos milionários com multinacionais como a Pepsi, a Kay Jewelers e a Revlon. Quando as suas companheiras de passerella lançaram o Fashion Café, preferiu a copresidência da cadeia internacional de restaurantes Planet Hollywood.
Tudo isto ajudou a que, em 1995, fosse considerada pela revista norte-americana Forbes como a modelo mais bem paga do mundo. Nesse mesmo ano estreou-se nas lides cinematográficas em “Presa Fácil”, onde contracenou com William Baldwin, mas aqui o sucesso ficou muito aquém do esperado.
Cindy Crawford dedica também muito do seu tempo a acções de caridade, especialmente as relacionadas com a leucemia, doença que lhe roubou um irmão, quando ambos eram crianças. Metade dos lucros dos calendários por si lançados são destinados a programas de combate à leucemia.
Filmes
Unzipped (1995)
Catwalk (1995)
Fair Game (1995) … como Kate McQueen
54 (1998) …como VIP Patron
Beautopia (1998) …um documentário crítico sobre o mundo das modelos
Bodyguards (2000) …como ela mesma
The Simian Line (2001) …como Sandra

3694 – Mega Personalidades – Aristóteles Onassis


Onassis,o bilionário

(Esmirna, 15 de janeiro de 1906 — Neuilly-sur-Seine, 15 de março de 1975) foi um empreendedor e magnata grego. Onassis adquiriu sua fortuna como empresário de marinha mercante, tornando-se o empresário mais famoso do mundo do século XX no setor.
Aristóteles Sócrates Onassis nasceu numa família grega que vivia em Esmirna,região da Asia Menor da qual muitos gregos morravam e depois da 2a Guera Mundial era territorio Grego, e que se dedicava ao comércio de tabaco. Em 1922, após uma tentativa frustrada de invadir Istambul, o governo grego perdeu o controle que estabelecera em Esmirna em 1919 e aceitou uma troca de civis. Cerca de 400 mil turcos que habitavam na Grécia voltaram para sua terra de origem, enquanto que um milhão de helenos chegaram à Grécia como refugiados. A família de Onassis estava nesse grupo.
Em 1927, com apenas US$ 250 partiu em direção à Argentina, onde tentaria uma nova vida. Em Buenos Aires, falsificou sua identidade para “envelhecer” seis anos e ter condições legais de trabalhar. Tornou-se telefonista da British United River Plate Telephone Company e, nas horas vagas, estudava por conta própria o mercado financeiro. Com os poucos lucros obtidos pela especulação, pôde comprar roupas sofisticadas, passando a freqüentar a alta sociedade portenha.
Aos poucos, os ganhos de Onassis se tornaram mais significativos e, com a ajuda de seu pai que permanecera na Grécia, se aventurou na importação de tabaco turco. A idéia surgiu após Onassis ouvir uma conversa telefônica entre um distribuidor de filmes argentino e um executivo do estúdio Paramount Pictures, onde comentavam uma declaração do ator Rodolfo Valentino sobre as coisas do Oriente estarem em evidência naquele momento. Onassis também considerou que o tabaco turco faria sucesso entre as mulheres, por ser mais suave que o cubano. Enganado por um empresário argentino, perdeu tudo o que possuia. Seu contato com a terra natal aumentou, e ele decidiu voltar, mas manteve-se na exportação de tabaco. Para ampliar sua capacidade de transporte de tabaco, comprou dois navios no Canadá.
Após um problema burocrático no porto de Roterdã, Onassis trocou a bandeira de seus barcos, agora com registro do Panamá. Com isso, trâmites como número de tripulantes, impostos e tipo de carga passaram a ser resolvidos com mais rapidez, barateando seus processos. Sempre humilde, persistente e criativo, conseguia empréstimos bancários com constância, aumentando o tamanho de sua frota.
Em 1946, se casou com Athina Livanos, filha de Stavros Livanos, outro empresário grego do setor de marinha mercante. Mudou-se para os Estados Unidos, onde ganhou espaço no mercado de petroleiros e baleeiros. Em 1956, vendeu sua frota baleeira para o japoneses e, com o lucro, fundou a companhia aérea Olympic Airways, se tornando o homem mais rico do mundo. Após diversas negociações com o governo grego, a empresa obteve privilégios para se tornar a linha aérea nacional da Grécia, mesmo sendo de propriedade privada.
Em 1959, Onassis iniciou um longo romance com a soprano grega Maria Callas. No ano seguinte, se divorciou de Athina. A artista chegou a encerrar sua carreira temporariamente para acompanhar o empresário. Até que o grego anunciou seu casamento com Jacqueline Kennedy, viúva do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, em 1968. Deprimida, Callas praticamente encerrou sua carreira naquele tempo.
A Olympic Airways sobrevivia com dificuldades, mas a família Onassis quis mantê-la. Com a morte de seu filho Alexander Onassis num acidente aéreo em 1974, Aristóteles ficou extremamente abalado e decidiu vender a Olympic Airways para o governo grego que fez essa companhia um sucesso.
Os negócios com os petroleiros estavam bem, mas a saúde do milionário deteriorava. Onassis morreu em 15 de março de 1975 em Neuilly-sur-Seine, França, devido a complicações após uma cirurgia para tratar uma pneumonia, complicação de sua miastenia grave. Encontra-se sepultado na Ilha de Skorpios, Ilha Ionian na Grécia. Sua fortuna ficou com Christina Onassis, sua única filha. Ela se suicidou em Buenos Aires em 1988, e sua única filha, Athina Roussel, acabou herdando a fortuna calculada em US$ 288 bilhões. Entretanto, a herança foi administrada por um grupo de fiduciários escolhidos por Christina até o aniversário de dezoito anos de Athina. Em 3 de dezembro de 2005, ela casou-se com o cavaleiro brasileiro Álvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda. Antes, porém, doou noventa por cento de sua fortuna para a caridade.

Jackeline, a viúva do presidente Kennedy, se casou com o bilionário