7814 – Navio – Invisível até em cima d’água


Depois de Caças F-117A stealth (furtivo), Muitos difíceis de serem detectados por radar, a Lockheed apresentou o Sea Shadow, navio de guerra “invisível”. Muito parecido com seu parente voador, o Sea Shadow foi construído em aço, tem 48 metros de comprimento e é movido por um par de motores diesel-elétrico, colocados embaixo do casco em forma de cataramã. Ao contrario do avião, o navio invisível não será produzido em escala nem vai para o campo de batalha. A Lockheed informa que construiu apenas com fins experimentais.
(Será?)

Navio de guerra

Um Pouco +
A Marinha norte-americana divulgou imagens de como será a próxima frota de navios utilizados por ela. A nova arma do Pentágono, desenvolvida para manter o poderio americano no oceano Pacífico, utiliza a tecnologia Stealth, que faz a embarcação captar ondas eletromagnéticas e não ser localizado por radares.
O crescimento dos gastos militares chineses estimulou a nova política militar norte-americana, que passou a melhorar seus equipamentos usados na região.
O navio, previsto para começar a ser usado em 2014, também será capaz de atacar territórios com seus equipamentos “futurísticos”. O DDG-1000 Zumwalt, como foi nomeado, está sendo divulgado pelo governo americano como o navio destruidor mais avançado da história e a solução perfeita para a missão na Ásia e no Pacífico, considerada pelos Estados Unidos como a região mais estrategicamente importante no mundo.
Com as novas tecnologias implantadas, o DDG-1000 Zumwalt não deixa praticamente nenhum rastro, funciona a partir de propulsão por acionamento elétrico e tem sistemas avançados em seus radares e mísseis.
Apesar de ser mais comprido e mais pesado que outros navios da Marinha americana, o Zumwalt terá metade da tripulação, graças aos sistemas automáticos. O navio irá usar campos magnéticos e correntes elétricas para lançar mísseis mais rápidos que a velocidade do som.

Repercussão
Sendo ou não um resquício da Guerra Fria, os governos da Rússia e da China rapidamente se pronunciaram e afirmaram que não se sentem ameaçados com o novo navio americano.
Zhang Zhaozhong, pesquisador da Universidade de Defesa Nacional da China, considerou o navio como “um caso perdido”.
O governo chinês afirmou que para afundar a nova arma americana seriam necessários apenas “barcos de pescaria” armados com explosivos.
Dean Cheng, chinês que trabalha na Heritage Foundation — instituto de pesquisas na capital norte-americana — disse que a necessidade e o trabalho dedicado ao DDG-1000 devem ser comparados ao número de embarcações que serão necessárias em missões simultâneas.
— Comprar navios hipercaros vai contra essa comparação, mas comprar navios que não farão o trabalho, ou ainda pior, que não poderão enfrentar o inimigo, é ainda mais irresponsável.
Apesar da afirmação, qualquer novo investimento americano na região é visto com cautela pelos chineses.