12.291 – Neurociência – Macacos controlam cadeira de rodas com o pensamento


macaco cadeira
Utilizando apenas o pensamento, macacos deslocaram-se, usando uma cadeira de rodas motorizada, até a recompensa –no caso, um pote com uvas.
O experimento foi liderado pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, da Universidade Duke (EUA), e publicado na revista “Scientific Reports”, do grupo Nature. É mais uma etapa de sua pesquisa sobre o uso de interfaces cérebro-máquina para reabilitação e auxílio de pessoas com deficiências físicas.
Segundo o artigo, os resultados dos testes em animais demonstram que a técnica poderia ajudar pessoas paralisadas no futuro.
Nicolelis já havia publicado, em 2013, o resultado de um experimento no qual dois macacos rhesus com microeletrodos implantados no cérebro conseguiram movimentar dois braços virtuais em um avatar no computador.
No novo estudo, também foram usados dois macacos rhesus com microeletrodos implantados no cérebro. Os animais fizeram, inicialmente, uma espécie de treinamento da interface cérebro-máquina -sentados na cadeira de rodas, os primatas apenas a observaram se movimentar por uma rota pré-programada de cerca de dois metros até o pote com uvas.
Durante essa fase, os cientistas registraram a atividade cerebral dos macacos, que era enviada para um receptor sem fio. Depois os pesquisadores programaram um computador para traduzir os sinais cerebrais em comandos que controlavam a cadeira.
Na próxima etapa a cadeira de rodas teve seu modo de operação alterado que fosse controlada via cérebro. Os macacos então pensavam em andar até a recompensa e a interface cérebro-máquina traduzia o pensamento dos animais em movimentos.
Com o tempo, os macacos melhoraram a habilidade em controlar a cadeira, o que pode ter sido mediado por mudanças estruturais do cérebro em resposta ao treinamento.
O artigo aborda ainda a aplicação do implante de eletrodos cerebrais em humanos. Para Nicolelis e colegas, mais experimentos em animais serão necessários até que essa técnica possa ser oferecida às pessoas.
O cientista comandou o projeto Andar de Novo, que envolvia o pontapé inicial na abertura da Copa do Mundo de 2014 por uma pessoa paraplégica vestindo um exoesqueleto comandado por sinais cerebrais, captados via EEG (eletroencefalografia, método não invasivo).
Segundo os autores, sistemas não invasivos para comandar cadeiras de rodas têm uma taxa de sucesso aceitável (80%) em tarefas que envolvem caminhos pré-definidos e “não podem ser considerados como a solução final para o uso clínico no futuro”.
“Como o design de uma cadeira de rodas baseada em EEG suporta apenas um controle discreto, ele é claramente insuficiente para gerar trajetórias que podem mudar (…). Ainda assim, por causa de seu baixo risco, sistemas baseados em EEG continuarão sendo a abordagem dominante por um tempo, e até poderão ser expandidos para novas aplicações, como exoesqueletos. No entanto, conforme os sistemas intracranianos ganhem segurança e eficácia, eles provavelmente se tornarão mais atraentes para paciente e clínicos”, escrevem.
Questionado em entrevista no programa “Espaço Público”, da TV Brasil, sobre a demonstração prevista para acontecer na cerimônia de abertura da Copa do Mundo –uma pessoa paraplégica se levantaria, andaria e chutaria uma bola–, Miguel Nicolelis disse que ela não ocorreu porque “a Fifa não permitiu”. “No Brasil criou-se uma certa polêmica porque a Fifa realmente nos tratou muito mal.”
Segundo o cientista, dos três minutos inicialmente acordados, a entidade decidiu manter, “unilateralmente”, dois dias antes do evento, apenas 29 segundos, inadequados para uma demonstração com segurança, afirmou.

11.703 – Medicina – Tratamento revolucionário faz pacientes paralíticos voltarem a mexer as pernas


MEDICINA simbolo
Um revolucionário estudo conduzido pela UCLA, nos EUA, mostrou resultados impressionantes para o tratamento de pessoas que sofrem de paralisia e abriu caminho para uma vertente de pesquisas que pode resultar no retorno dos movimentos perdidos. O teste foi aplicado em cinco homens que sofrem paralisia abaixo da cintura, por pelo menos dois anos. Antes do tratamento, nenhum deles conseguia fazer qualquer movimento com as pernas, ou obter qualquer resposta a estimulações internas ou externas.
O trabalho realizado pela UCLA consiste no uso de estimulação transcutânea, ou a aplicação de eletrodos na pele. É a primeira vez que resultados semelhantes foram alcançados sem necessidade de cirurgia para implante de eletrodos subcutâneos. Ao longo de 18 semanas, os homens receberam tratamentos semanais, com duração de 45 minutos cada. Os voluntários foram suspensos por alças, para tirar todo o peso das pernas, enquanto correntes elétricas estimulavam a espinha dorsal. A estimulação produziu um movimento parecido com o de “caminhar no ar”.
Apesar dos empolgantes resultados iniciais, os pesquisadores advertem que o movimento normal de uma caminhada ainda está longe de ser recuperado. Estudos preliminares sugerem que a estimulação transcutânea também poderia ser útil para vítimas de derrame ou com Parkinson. Outros estudos investigam se a estimulação transcutânea poderia ajudar de alguma forma os tetraplégicos.

11.432 – Medicina – Tetraplégico mexe braço robótico com o poder da mente


paralisia
Depois de mais de uma década, finalmente o americano Erik Sorto, 32, pode tomar uma cerveja sem ajuda de ninguém.
Ele era membro de uma gangue em Los Angeles, e um tiro o deixou tetraplégico aos 21 de idade, após uma emboscada em que morreu um amigo.
Durante os últimos meses, ele foi voluntário de um projeto de pesquisa que utilizou chips implantados no cérebro com a finalidade de controlar os movimentos de um braço robótico.Os resultados são promissores.
Sorto já conseguiu, por exemplo, jogar jankenpon (pedra, papel e tesoura), realizar apertos de mão e manusear um liquidificador.
Apesar de parecerem simples, essas tarefas exigem diversos movimentos combinados, com a contração e relaxamentos de vários músculos para serem executadas.
O problema, segundo os cientistas, é que em geral as pesquisas focam em uma área do cérebro chamada de córtex motor primário, responsável pela execução dos movimentos.
O movimento conseguido com o implante de um chip nessa região é “engasgado”, brusco e difícil. É como se, para tomar um copo d’água, tivéssemos que pensar em como mexer o ombro, o braço, a mão e os dedos –tudo ao mesmo tempo.
Nesse caso, quando se concentra em mexer os dedos, o movimento do ombro para ou retrocede, por exemplo.
Daí a dificuldade para se cumprir uma tarefa que normalmente seria simples. A proposta dos cientistas foi a de explorar uma outra área do cérebro, o córtex parietal posterior, geralmente relacionado ao planejamento do movimento, e não à sua execução.
Por exemplo, quando Sorto pensa “quero um copo d’água”, seu cérebro organiza as ações (e disparos elétricos de neurônios) que realizariam o movimento. O computador processa essa intenção e comanda o braço robótico para executar a ação.
Sorto diz não ter tido dificuldades para se adaptar ao braço robótico: “Fiquei surpreso de quão fácil era. Eu queria sair correndo por aí e fazer um high-five com todo mundo”.
O Brasil ainda está bem atrás dos EUA no que diz respeito ao estudo interface cérebro-máquina, de acordo com o neurocientista da USP Koichi Sameshima.
Trabalhando na Universidade Duke, nos Estados Unidos, o brasileiro Miguel Nicolelis é um dos principais pesquisadores nessa área.
O cientista brasileiro tinha como objetivo fazer um jovem se levantar de uma cadeira de rodas, andar e chutar uma bola na abertura da Copa de 2014 –o objetivo foi apenas parcialmente atingido.

10.066 – Terapia com estímulo elétrico ajuda paraplégicos a ficar em pé


Três anos atrás, médicos relataram que um homem paraplégico conseguiu ficar em pé, andar na esteira e mover quadril, joelhos, tornozelos e dedos dos pés depois de receber estimulação elétrica na medula espinhal. O caso foi descrito em um artigo publicado no periódico “Lancet”.
Agora, outros três pacientes tiveram o mesmo sucesso com o tratamento, o que mostra que o sucesso anterior não foi mero acaso.
Especialistas afirmam que o tratamento é promissor, mas alertam para o fato de que não se trata de cura. Quando o eletrodo, implantado nas costas dos pacientes, foi ligado a um aparelho de estimulação controlado pelos médicos, os homens puderam mexer os dedos dos pés, levantar as pernas e ficar em pé brevemente, mas não puderam andar e ainda usam a cadeira de rodas para se locomover.
Assim que o aparelho emite um sinal, a rede neural da medula, junto com a resposta sensorial das pernas, é capaz de orientar a articulação e os músculos necessários para que o paciente possa ficar em pé e andar na esteira.
Em um novo estudo publicado na revista científica “Brain”, pesquisadores atualizaram informações sobre Rob Summers, o primeiro paciente a receber o tratamento, em 2011, e descreveram os resultados bem-sucedidos dos outros três pacientes. Todos estavam paralisados do pescoço para baixo há pelo menos dois anos por causa de lesão medular.
Dustin Shillcox, 29, do Estado de Wyoming, nos EUA, ficou gravemente ferido em um acidente de carro em 2010. No ano passado, o eletrodo foi implantado nas suas costas e, cinco dias depois, ele mexeu os dedos do pé e mexeu um dos pés pela primeira vez desde então. Ele agora pratica movimentos com as pernas durante uma hora por dia e faz também fisioterapia.
Os outros dois participantes do estudo – Kent Stephenson, do Texas, e Andrew Meãs, de Kentucky-tiveram resultados similares.
O estudo foi pago pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA e pela Fundação Christopher e Dana Reeve, entre outros.
Médicos dizem que o aprimoramento de estimuladores elétricos para pessoas com paralisia podem trazer benefícios a mais pessoas no futuro. Ainda que as pessoas não consigam andar de novo após o tratamento, poderiam ficar em pé sem ajuda ou dar alguns passos.

9319 – Uma reposta para doenças como a paralisia e esclerose múltipla


Cientistas do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos realizaram um estudo envolvendo macacos com o intuito de elaborar uma prótese operada através do pensamento. A experiência teve um resultado extremamente positivo: os macacos foram perfeitamente capazes de operar uma mão virtual que além de tudo, lhes devolveu a sensação tátil através de implantes insertados no córtex cerebral. O êxito obtido com a experiência demonstra que é possível a criação de uma prótese para seres humanos com deficiências motoras, que lhes permita ter movimentos e sensibilidade. No princípio, os animais aprenderam a reconhecer as diferentes texturas dos objetos que lhes iam sendo apresentados virtualmente. Depois, aprenderam a operar um braço virtual com o pensamento, tocando objetos com certa textura e ignorando os outros que eram dados. Os resultados do estudo não poderiam ter sido melhores, pois uma prótese desta natureza traria ajuda não somente a deficientes amputados ou paralisados, mas também aqueles que sofrem de danos no sistema nervoso central, esclerose múltipla e tantas outras condições limitantes.

8248 – Exoesqueleto para paraplégicos começa a ser testado em humanos em junho


O ambicioso projeto do grupo de cientistas comandado pelo paulistano Miguel Nicolelis, 52, que pretende fazer um paraplégico dar o pontapé inicial da Copa de 2014, no Brasil, usando um esqueleto biônico controlado pelos pensamentos, deve entrar na fase de testes com humanos no mês que vem.
A revelação foi feita por Nicolelis durante palestra ontem na Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), a agência pública brasileira que financia o projeto, chamado Andar de Novo e orçado em R$ 33 milhões.
Segundo ele, até o momento, já houve uma simulação com macacos usando um protótipo. “Conseguimos realizar padrões de marcha usando simuladores e, daqui a alguns meses, a gente espera que esse macaco ande com o exoesqueleto tanto lá na Duke quanto no nosso laboratório aqui em Natal.”
Para os testes com humanos, os voluntários serão selecionados pela AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) , em São Paulo, segundo Neiva Paraschiva, diretora-executiva da associação que gerencia o IINN. Ela afirmou também que os primeiros testes “não serão invasivos”, ou seja, não haverá a conexão de eletrodos ao cérebro do paciente para que eles possam emitir os comandos que controlarão o exoesqueleto. O equipamento deve incluir ainda um revestimento que dará um feedback tátil ao cérebro do usuário, permitindo que ele “sinta” o chão onde pisa.
Segundo a AACD, serão selecionados para o teste dez pacientes com lesão medular incompleta, isto é, ainda com algum grau de movimento.
O superintendente-geral da instituição, João Octaviano Machado Neto, diz que a aprovação do estudo pela Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa) deve sair ainda neste mês.
A parceria da AACD com os cientistas, financiada pela Finep, ampliará o laboratório da entidade, criando “o mais avançado laboratório de reabilitação neurorrobótica do planeta”, segundo Nicolelis.
O cientista disse também que o primeiro simulador de locomoção completo do mundo será testado na AACD “nas próximas semanas”.
Ainda que o exoesqueleto não seja uma solução para todos os paraplégicos, diz ele, é uma vertente importante de pesquisa. “Temos toda sorte de paciente, o importante é melhorar a qualidade de vida deles.”

2507-Cristopher Reeve, vítima da paralisia


Reeve em 1985, encontro com o Presidente Reagan

Foi um ator e realizador de cinema americano. Seu papel mais famoso foi como o Super-Homem, numa série de quatro filmes. Após sofrer um acidente a cavalo, passou a liderar uma campanha pela legalização de pesquisas com células-tronco. Faleceu de uma grave infecção, em virtude do seu estado de saúde.
Chris Reeve tornou-se famoso ao protagonizar o papel de Superman no cinema, mas já era ator desde os 14 anos de idade, tendo estudado em prestigiadas escolas de artes cênicas. Iniciou sua carreira com pequenas participações no teatro e na televisão, obtendo seu primeiro bom papel em Alerta Vermelho: Netuno Profundo, em 1977. Mesmo tendo participado de outros bons filmes, como Em Algum Lugar no Passado e Vestígios do Dia, nunca conseguiu se livrar do estereótipo do Homem de Aço.
Em 27 de maio de 1995, um acidente (queda de um cavalo) o tornou tetraplégico devido a fratura nas suas duas primeiras vértebras cervicais. Um ano depois, foi aclamado em pé na cerimônia do Oscar. A partir daí passou a lutar por pesquisas com células-tronco e criou a Christopher Reeve Paralysis Foundation, visando a melhorar a condição de vida de pessoas como ele, vítimas de algum tipo de paralisia. Em 27 de janeiro de 1996, foi condecorado com a Ordem Bernard O’Higgins, como reconhecimento à defesa pública que fez dos actores chilenos durante a ditadura de Pinochet. Em setembro de 2003, ganhou o Prêmio Lasker, conhecido como o Nobel norte-americano.
Morte
Morreu a 10 de outubro de 2004, vítima de um infarto causado por uma infecção. Era casado desde 11 de abril de 1992 com a atriz Dana Reeve, que conhecera a 30 de junho de 1987 em Williamstown. Dana, desde o acidente de Christopher, dedicou-se exclusivamente a cuidar do esposo, uma tarefa que se provou laboriosa devido à gravidade de sua condição médica.
Ela também veio a morrer, a 6 de março de 2006, vítima de um câncer pulmonar. Desta união nasceu um filho, Will. Christopher tinha mais dois filhos, Matthew e Alexandra, frutos de uma relação anterior de dez anos (1977-1987) com a modelo inglesa Gae Exton. Seu último filho, Will, foi adotado pelo ator Robin Williams, com quem Christopher foi sempre muito amigo, no início da carreira de ambos Christopher fez mais sucesso e ajudou Robin, que após o acidente começou a retribuir a antiga ajuda, e com a morte de Christopher e logo após a morte de Dana Robin adotou Will e o cria hoje como se fosse seu próprio filho.

1893-Medicina:Reabilitação de deficiências físicas


São cerca de 3 milhões de deficientes físicos no Brasil e outro milhão com lesão no cérebro que provocou perda dos movimentos, 72% em desastres de trânsito. Há projeções para a cura de alguns casos de paralisa para daqui a alguns anos. O cabo cheio de nervos que passa no meio da coluna vertebral não perdoa agressões, quando lesionado provoca problemas sem volta. Recentemente constatou-se que um indivíduo usa apenas 8 a 10% dos nervos do centro de sua espinha para se movimentar. Serão necessários alguns anos para que a experiência que deu certo com um rato na Suécia seja transportada para seres humanos. Num acidente a medula nunca se parte como num corte cirúrgico de laboratório, ela se despedaça. Será complicado colá-la e mais difícil ainda fazer com que funcione. A recuperação parcial da fala do locutor esportivo Osmar Santos indica que seu sistema nervoso convocou novas áreas cerebrais para substituir a região perdida no acidente. Nos traumas cerebrais o inchaço continua sendo a luta dos médicos. O aperto lá dentro mata os neurônios. Exames de ressonância comprovaram que o cérebro após tratamento transfere o trabalho que era realizado pela área destruída para outras regiões. O cérebro só é protegido pelos ossos da caixa craniana, qualquer batida mais forte pode arrasar boa parte de suas células. Quando a medula se rompe, no pescoço, o indivíduo não mexe a cabeça e nem respira sem aparelhos. Os nervos que comandam o diafragma, músculo envolvido na respiração, partem dessa área. Quando se parte no meio da coluna, o indivíduo fica paraplégico. A vítima também não percebe quando a bexiga está cheia e sofre freqüentemente infecções urinárias.

Tratamentos promissores contra a paralisia


Contra o suicídio – Após uma bela pancada nas costas, os tecidos em torno da espinha incham, apertando terminações nervosas, que produzem moléculas nocivas de radicais livres e assim, praticamente se suicidam. Injeções de metilpredinisolona evitam a morte dos nervos. O remédio só faz efeito nas primeiras 8 horas depois da lesão da medula e poupa 20% das células que se matariam. Elas podem fazer a diferença entre controlar o esvazimento da bexiga ou não, respirar sem aparelhos ou não.
Acelerador de impulsos – Ás vezes a medula não se rompe, mas o revestimento de mielina se rasga, o que dá na mesma. Essa substância gordurosa é que faz os sinais elétricos do cérebro chegarem aos músculos. Foi testada uma substância chamada 4AP, que aumenta a condução das células e já foi aplicada em 100 voluntários e a recuperação do tato nos membros imobilizados foi parcial.
Células Fetais – Há poucos anos, na Universidade da Flórida, cientistas enxertaram neurônios de fetos de ratos na medula de animais adultos paralíticos e 6 dos 8 ratos tratados voltaram a se mexer. A pesquisa tem 2 empecilhos: o risco de rejeição e o fato de ser proibida tal terapia com fetos humanos em alguns países, incluindo Brasil e EUA.