13.094 – Geopolítica – A OTAN


otan-300x225
A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) ou NATO (North Atlantic Treaty Organization) é uma organização militar que se formou no ano de 1949. Ela foi constituída no contexto histórico da Guerra Fria, como forma de fazer frente a organização militar socialista Pacto de Varsóvia, liderada pela ex-União Soviética e integrada por países do leste europeu.
A OTAN existe e atua até os dias de hoje, enquanto o Pacto de Varsóvia deixou de existir na década de 1990, com a crise do socialismo no leste europeu.

Países membros
Alemanha Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, França, Grécia, Países Baixos, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Reino Unido, Turquia, Hungria, Polônia, República Tcheca, Bulgária, Estónia, Letônia, Lituânia, Romênia, Eslováquia e a Eslovênia.

Objetivos
Como objetivos principais da OTAN, na atualidade, podemos citar: garantir a segurança militar no continente europeu e exercer influências nas decisões geopolíticas da região.

13.012 – Linguística – Quais os países que falam o Português?


portugues-no-mundo
A língua portuguesa é a quinta mais falada no mundo e a terceira do mundo ocidental, superada pelo inglês e pelo castelhano. Atualmente, aproximadamente 250 milhões de pessoas no mundo falam português e o Brasil responde por cerca de 80% desse total.
Diante disso, a língua portuguesa é instituída como oficial em Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, Brasil, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Princípe e Guiné Equatorial. Diante da grandiosidade da língua, em países do MERCOSUL é obrigatório o ensino do português como disciplina escolar.
Existem ainda lugares que utilizam a língua de forma não oficial, assim o idioma é falado por uma restrita parcela da população, são eles: Macau e Goa (um estado da Índia).
A dispersão da língua em distintos continentes deve-se principalmente à política de expansão de Portugal, especialmente nos séculos XV e XVI, quando ocorreu a exploração de uma grande quantidade de colônias. Sendo assim, a língua da metrópole foi introduzida e logo se juntou com as culturas locais, formando uma diversidade de dialetos. Essa nova forma de falar o português fora da pátria mãe era denominada de criolo.
O português é oriundo do latim vulgar (essa variação era apenas falada), língua que os romanos inseriram em uma região ao norte da Península Ibérica, chamada de Lusitânia. A partir da invasão dos romanos na região, praticamente todos os povos começaram a usar o latim, salvo o povo basco. Nesse processo teve início a constituição do espanhol, português e o galego.
Em sua essência é uma língua românica, ou seja, ibérico-românico, que deu origem também ao castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.
O português se diferencia por meio da variedade de dialetos e subdialetos e no âmbito internacional, pois a língua é classificada em português brasileiro e europeu.

12.784 – Os 15 países mais pacíficos do mundo em 2016


Islândia
Dinamarca
Áustria
Nova Zelândia
Portugal
República Tcheca
Suíça
Canadá
Japão
Eslovênia
Finlândia
Irlanda
Butão
Suécia
Austrália

Finlandia

Nova_Zelandia

Islandia

 

O mundo se tornou um lugar ainda mais violento nos últimos 12 meses em decorrência do aumento das atividades terroristas em diferentes regiões e pelos altos níveis de instabilidades políticas registrados. É o que constatou a edição 2016 do Global Peace Index, estudo anual produzido pelo Instituto de Economia e Paz (IEP).
Mas, embora o cenário global seja de turbulências, o estudo mostrou que 81 dos países investigados observaram uma melhora em seus níveis de paz. A maioria deles está na Europa: a região que é considerada a mais pacífica, mesmo tendo registrado episódios recentes de violência, como os atentados em Paris (França) em 2015 e em Bruxelas (Bélgica) em 2016.
O estudo tem como objetivo avaliar a situação da paz em 163 países. Para tanto, estuda o contexto interno de cada um deles a partir de 23 indicadores que incluem aspectos como a intensidade dos conflitos nos quais um local está envolvido, seus níveis de criminalidade e sua capacidade militar.
E a edição atual da pesquisa trouxe novidades. Portugal, por exemplo, avançou muitas posições, deixando a 11ª colocação em 2015 para chegar até a quinta entre os mais pacíficos de 2016. O Canadá, por sua vez, caiu uma posição em relação ao ano passado. Essa queda, explica o estudo, é em decorrência do aumento na importação e exportação de armas.
No que diz respeito aos países latinos, o único a ocupar um espaço entre os primeiros colocados é o Chile, no número 27. Falando especificamente sobre o Brasil, o índice notou uma deterioração na situação interna do país em razão das recentes instabilidades políticas, fazendo com que o país caísse da 103ª para a 105ª posição.
Confira na galeria os resultados obtidos pelos 15 países que obtiveram o melhor desempenho frente aos outros. Veja nas imagens quais são eles e quais posições ocuparam nesse ranking em 2015.

12.488 – Países – A Indonésia


Indonesia
É um país localizado entre o Sudeste Asiático e a Austrália, sendo o maior arquipélago do mundo, composto pelas Ilhas de Sonda, a metade ocidental da Nova Guiné e compreendendo no total 17 508 ilhas. Por ser um arquipélago, tem fronteiras terrestres com Malásia (na ilha de Bornéu), Timor-Leste (na ilha do Timor) e Papua-Nova Guiné (na Nova Guiné); e marítimas com as Filipinas, Malásia, Singapura, Palau, Austrália e com o estado indiano de Andaman e Nicobar. A localização entre dois continentes — Ásia e Oceania — faz da Indonésia uma nação transcontinental. O país é uma república, com poder legislativo e presidente eleitos por sufrágio universal, sendo sua capital a cidade de Jacarta, com uma população de cerca de 10 milhões de pessoas. É um dos membros fundadores da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e membro do G20. A economia indonésia é a décima oitava maior economia do mundo e décima quinta maior em paridade do poder de compra.
O arquipélago indonésio tem sido uma região de grande importância para o comércio desde os séculos VI e VII, quando Srivijaya começou a comercializar com a China e com a Índia. Apesar de sua grande população e regiões densamente povoadas, a Indonésia tem vastas áreas desabitadas e é um dos países mais biodiversos do mundo. Desde os primeiros séculos da era cristã, governantes locais gradativamente absorveram modelos culturais, políticos e religiosos estrangeiros, enquanto reinos hindus e budistas floresceram.
O nome “Indonésia” deriva do grego indós e nesus, que significa “ilha índica”. O nome data do século XVIII, precedendo a formação de uma Indonésia independente.
Restos fossilizados de Homo erectus, popularmente conhecido como Homem de Java, sugerem que a Indonésia tenha sido habitada de 2 000 000 a 500 000 anos atrás, aproximadamente. O Homo-sapiens chegou à região, provavelmente, há 45 000 anos. Os austronésios, que constituem a maioria da população moderna do país, emigraram ao sudeste asiático a partir da ilha de Formosa. Por volta do ano 2000 a.C., chegaram à Indonésia e expandiram seus territórios para as ilhas melanésias do oriente. Nos princípios do século VIII a.C., as condições agrícolas ideais e o aperfeiçoamento das técnicas do cultivo do arroz permitiram o surgimento de pequenas aldeias e reinos.
Quando os europeus ali chegaram em princípios do século XVI (em 1511, Francisco Serrão juntamente com António de Abreu chegaram às ilhas Molucas), começaram a dominar os reinos que ali existiam, na sua vontade de monopolizar o comércio das especiarias. A história da colonização neerlandesa da Indonésia começou com a expedição de Cornelis de Houtman. No século XVII, os neerlandeses, através da companhia Holandesa das Índias Orientais, estabeleceram na região a sua colónia das “Índias Orientais Neerlandesas” (sem, no entanto, conseguirem ocupar a colónia portuguesa de Timor).
Entre os anos de 1963 e 1965, o Partido Comunista da Indonésia, que mantinha relações secretas com a China comunista de Mao Tsé Tung, elaborou um plano para fortalecer o governo pró-Pequim de Sukarno. A ideia era decapitar o alto comando anticomunista do exército para manter mais da metade do Exército, dois terços da Aeronáutica e um terço da Marinha alinhados ao partido Comunista da Indonésia. Em 30 de setembro de 1965, o plano foi colocado em prática e o chefe do Exército e outros cinco generais foram presos e executados.

indonesia01

A Indonésia possui 17 508 ilhas das quais cerca de 6000 são habitadas.
As principais são Java, Samatra, Bornéu (compartilhada com a Malásia e Brunei), Nova Guiné (compartilhada com a Papua-Nova Guiné) e Celebes. A Indonésia tem fronteiras terrestres apenas com a Malásia (na ilha de Bornéu), Papua-Nova Guiné (na Nova Guiné) e Timor-Leste, na ilha de Timor. Além disso, apenas alguns estreitos separam a Indonésia de Singapura, Filipinas e Austrália. A capital, Jacarta, está localizada na ilha de Java e é a maior cidade do país, seguida de Bandung, Surabaya, Medan e Semarang.
Situando-se entre as placas tectônicas do Pacífico, Euro-Asiática e Indo-australiana, a Indonésia é um país com muitos vulcões e com frequentes sismos, com pelo menos 150 vulcões ativos.
Por se encontrar nas proximidades da Linha do Equador, a Indonésia tem um clima tropical, com diferentes temporadas de monções, de chuvas e de seca.
A grande população da Indonésia e seu nível industrialização apresentam sérios problemas ambientais imediatos, mas que são muitas vezes negligenciados pelos altos níveis de pobreza do país, com poucos recursos de governança.
De acordo com o censo nacional de 2010, a população da Indonésia é de 237,6 milhões de habitantes, com um crescimento demográfico de 1,9% ao ano. Aproximadamente 60% da população vive em Java, a ilha mais populosa do mundo.
A língua oficial nacional é o indonésio, uma variante da língua malaia.
A Indonésia tem uma economia mista onde tanto o setor privado quanto o governo desempenham papéis importantes. O país é a maior economia do Sudeste Asiático e é membro do G20, grupo das principais economias do planeta. O produto interno bruto (PIB) estimado da Indonésia (nominal) em 2012 foi de cerca de 1 trilhão de dólares, com um PIB nominal per capita em 3 797 dólares.
Os principais mercados de exportação da Indonésia em 2009 eram Japão (17,28%), Singapura (11,29%), Estados Unidos (10,81%) e a China (7,62%), enquanto os principais fornecedores de importações para a Indonésia eram Singapura (24,96%), China (12,52%) e Japão (8,92%). Em 2005, o país alcançou um superávit comercial, totalizando receitas de 83,64 bilhões de dólares com exportações e gastos de 62,2 bilhões de dólares com importações. A Indonésia tem vastos recursos naturais, como petróleo bruto, gás natural, estanho, cobre e ouro. As principais importações do país incluem máquinas e equipamentos, produtos químicos, combustíveis e produtos alimentares, enquanto entre os principais produtos de exportação estão petróleo e gás, eletrodomésticos, madeira, borracha e têxteis.
O patrimônio natural é privilegiado por uma combinação única de clima tropical e um vasto arquipélago formado por 17 508 ilhas, sendo que 6 mil delas habitadas.
Alguns dos desafios que a indústria do turismo da Indonésia tem de enfrentar incluem o desenvolvimento de uma infraestrutura de apoio ao turismo em todo o arquipélago, agregar as tradições locais e o impacto do desenvolvimento do turismo na vida das populações locais.
A culinária do país varia por região e é baseada em influências chinesas, europeias, árabes e indianas. O arroz é o principal alimento básico e é servido com acompanhamentos de carnes e legumes. Especiarias (principalmente a pimenta), leite de coco, peixe e frango são ingredientes fundamentais na culinária local.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA
OLYMPUS DIGITAL CAMERA

12.123 – Pequeno país paradisíaco poderá ser varrido do mapa


tuvalu
Tuvalu, um dos menores países do mundo, solicitou uma ajuda urgente à União Europeia para evitar que seu território desapareça debaixo d’água. Enele Sopoaga, primeiro-ministro do país, foi pessoalmente a Bruxelas com o objetivo de reunir o apoio dos líderes europeus na Conferência do Clima, realizada em Paris.
Tuvalu está localizada em uma pequena ilha da Polinésia, de 26 km², e conta com 10 mil habitantes. O ponto mais alto da região supera em apenas 2 metros o nível do mar, o que significa um risco extremo, sobretudo levando em consideração o aumento do nível do mar por causa do aquecimento global.
“Nos dizem que até mesmo um aquecimento global de dois graus Celsius é muito perigoso, porque significaria que Tuvalu desaparecia debaixo d’água. Sim, podemos evacuar os habitantes de Tuvalu para outros territórios, mas isso não vai deter as mudanças climáticas”, afirmou Spoaga, em declarações à mídia.
À medida que a temperatura planetária aumenta, o degelo das calotas polares se acelera e, consequentemente, aumenta o volume de água no mar, que tem seu nível elevado. “Temos que salvar Tuvalu para salvar o mundo (…). Temos que trabalhar juntos para salvar a espécie humana. O aquecimento global significa o desaparecimento do meu país”, declarou o primeiro-ministro tuvaluano.

10.561 – Geografia – Já não é mais o Vaticano – Sealand, o menor país do mundo


sealand-1
O menor país do mundo, Sealand, conta, em toda sua extensão, com 22 habitantes espalhados pelo seu território de 1 quilômetro e meio. E a história seria assim curta se não fosse tão rica em detalhes excêntricos. O pequeno país nasceu como uma plataforma militar britânica localizada em um forte a 10 quilômetros da costa inglesa, construída para defender o Reino Unido dos ataques marítimos nazistas durante a Segunda Guerra. Anos depois de terminada a guerra, os habitantes de Sealand, munidos de grande espírito cívico, declararam sua independência da Coroa Inglesa e fundaram um principado em sua mínima pátria.
E se transformaram em um Estado, de fato. Economicamente independente, Sealand tem água potável e seu consumo interno se baseia na pesca. Além disto, os próprios habitantes tratam de importar, em suas viagens pessoais, os outros bens de consumo que necessitam para o cotidiano. O país também tem uma lucrativa atividade: a venda de títulos de nobreza via internet. Como qualquer principado, Sealand pode transformar cidadãos comuns em condes, lordes e ladies por uma quantia em dólar americano, depois convertidos à moeda local: o dólar Sealand. E mais: a terra local vale 33 dólares o metro quadrado.
A pitoresca história de Sealand começou quando Roy Bates, ex-infante da Marinha Real Britânica, levou a mulher e os filhos para conhecer o estranho refúgio durante a noite de Natal de 1966. Meses depois, o antigo rádio amador se autoproclamou príncipe de Sealand e, como ninguém se opôs, ascendeu a Monarca absoluto. O Rei Roy faleceu há dois anos e seu trono foi passado a seu filho e sucessor Michael, que pode ser visto emocionado, cada vez que o hino do principado ecoa no ar.

sealand-3

 

9689 – De ☻lho no Mapa – A República dos Camarões


camaroes

É um país africano, limitado a oeste e a norte pela Nigéria, a leste pelo Chade e pela República Centro-Africana, a sul pelo Congo, pelo Gabão e por Rio Muni (Guiné Equatorial) e a oeste pelo Golfo da Guiné, através do qual faz fronteira com a Guiné Equatorial, via a ilha de Bioko. A capital é Yaoundé.
Os navegadores portugueses, capitaneados por Lopo Gonçalves e também Fernão do Pó, chegaram ao estuário de um grande curso d’água na localidade de Duala em 1472. Notaram a abundância de camarões (Lepidophthalmus turneranus) nos mangues do rio Wouri e o denominaram rio dos Camarões. A zona costeira, depois reclamada pela Alemanha em 1884, passou a se denominar Camarões (adaptado em alemão para Kamerun). Em 1916, após a partilha entre franceses e britânicos todo território interior, além do litoral, passou a receber o mesmo nome, conservando-o após a independência total em 1961.

História
Apesar da chegada dos portugueses à costa dos Camarões no século XV, a malária impediu os europeus de se instalarem e conquistarem os territórios do interior até ao fim da década de 1870, quando grandes quantidades de quinino se tornaram disponíveis. No início, os europeus estavam sobretudo interessados em comerciar, o que faziam na zona costeira, e adquirir escravos. O comércio de escravos foi reprimido a meio do século XIX, ainda na parte final desse século instalaram-se nos Camarões missões cristãs, as quais continuam a desempenhar um papel na vida do país.
No dia 5 de julho de 1884 a totalidade do território camaronês e alguns territórios vizinhos tornaram-se a colónia alemã de Kamerun, com a capital situada primeiramente em Buéa e depois em Yaoundé. Após o final da Primeira Guerra Mundial, o Reino Unido e a França dividiram essa colônia, cabendo à França a maior área, sendo as zonas mais distantes transferidas para o domínio de outras colônias francesas, e governando o restante a partir de Yaoundé.
Os Camarões franceses alcançaram a independência em 1960 sob a denominação de “República dos Camarões”, no território conhecido como Camarões do Norte e Camarões do Sul. No ano seguinte, a maioria muçulmana do norte, que dominava dois terços dos Camarões britânicos, votou pela adesão à Nigéria, enquanto que no sul a maioria cristã, votou de forma que o outro terço dos Camarões britânicos aderisse à República dos Camarões, formando a República Federal dos Camarões. Permanece no entanto em aberto o conflito da Ambazónia (Camarões do Sul).

Cameroon-CIA_WFB_Map

Posição Geográfica
Os Camarões situam-se no ocidente da África central, que se estende desde o lago Chade, a norte, até à baía de Biafra (parte do golfo da Guiné), a sul. O terreno é variado, compreendendo uma planície costeira a sul, e uma outra planície a norte, um planalto na zona central, e uma zona montanhosa no centro-oeste: o maciço de Adamaoua. Junto à costa, ergue-se o monte Fako, ou monte Camarões, que atinge 4.095 m de altitude, e é um dos mais altos picos de África. As maiores cidades são a capital, Yaoundé, situada no planalto central, e Douala, no litoral.
O clima é tão variado como o terreno, e vai desde tropical ao longo da costa até ao semi-árido e quente no norte.

Alguns dados sobre a economia dos Camarões:

Agricultura: cunhões (125 mil t), café (72 mil t), pluma de algodão (92 mil t), caroço de algodão (110 mil t), mandioca (1,5 milhão de t), milho (600 mil t), sorgo (450 mil t)
Pecuária: eqüinos (51 mil), bovinos (4,9 milhões), suínos (1,4 milhão), ovinos (3,8 milhões), caprinos (3,8 milhões), aves (20 milhões)
Pesca: 80 mil t
Mineração: petróleo (33 milhões de barris), calcário (50 mil t)
Reservas não exploradas de gás natural.
Indústria: alimentícia, extração de petróleo, carvão
Principais parceiros comerciais: França, Alemanha, Estados Unidos, Bélgica, Luxemburgo, Países Baixos, Itália, Espanha.

Feriados
Data Nome em português
1 de Janeiro Dia de ano novo
11 de Fevereiro Dia Nacional da Juventude
1 de Maio Dia do Trabalhador
20 de Maio Dia Nacional
15 de Agosto Assunção
25 de Dezembro Natal

Além destes feriados fixos, os Camarões comemoram também os seguintes feriados móveis:

Cristãos: Sexta-feira Santa, Domingo de Páscoa e Segunda-feira de Páscoa
Muçulmanos: ‘Id al-Fitr e ‘Id al-Adha

8186 – Geografia – Países


mapa

Você sabe quais são todos os países do mundo?
Aí vai a lista:
Afeganistão
África do Sul
Akrotiri
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Anguila
Antárctida
Antígua e Barbuda
Antilhas Neerlandesas
Arábia Saudita
Arctic Ocean
Argélia
Argentina
Arménia
Aruba
Ashmore and Cartier Islands
Atlantic Ocean
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Baamas
Bangladeche
Barbados
Barém
Bélgica
Belize
Benim
Bermudas
Bielorrússia
Birmânia
Bolívia
Bósnia e Herzegovina
Botsuana
Brasil
Brunei
Bulgária
Burquina Faso
Burúndi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Catar
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Clipperton Island
Colômbia
Comores
Congo-Brazzaville
Congo-Kinshasa
Coral Sea Islands
Coreia do Norte
Coreia do Sul
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dhekelia
Dinamarca
Domínica
Egipto
Emiratos Árabes Unidos
Equador
Eritreia
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Estados Unidos
Estónia
Etiópia
Faroé
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Gaza Strip
Geórgia
Geórgia do Sul e Sandwich do Sul
Gibraltar
Granada
Grécia
Gronelândia
Guame
Guatemala
Guernsey
Guiana
Guiné
Guiné Equatorial
Guiné-Bissau
Haiti
Honduras
Hong Kong
Hungria
Iémen
Ilha Bouvet
Ilha do Natal
Ilha Norfolk
Ilhas Caimão
Ilhas Cook
Ilhas dos Cocos
Ilhas Falkland
Ilhas Heard e McDonald
Ilhas Marshall
Ilhas Salomão
Ilhas Turcas e Caicos
Ilhas Virgens Americanas
Ilhas Virgens Britânicas
Índia
Indian Ocean
Indonésia
Irão
Iraque
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Jan Mayen
Japão
Jersey
Jibuti
Jordânia
Kuwait
Laos
Lesoto
Letónia
Líbano
Libéria
Líbia
Listenstaine
Lituânia
Luxemburgo
Macau
Macedónia
Madagáscar
Malásia
Malávi
Maldivas
Mali
Malta
Man, Isle of
Marianas do Norte
Marrocos
Maurícia
Mauritânia
Mayotte
México
Micronésia
Moçambique
Moldávia
Mónaco
Mongólia
Monserrate
Montenegro
Mundo
Namíbia
Nauru
Navassa Island
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Niue
Noruega
Nova Caledónia
Nova Zelândia
Omã
Pacific Ocean
Países Baixos
Palau
Panamá
Papua-Nova Guiné
Paquistão
Paracel Islands
Paraguai
Peru
Pitcairn
Polinésia Francesa
Polónia
Porto Rico
Portugal
Quénia
Quirguizistão
Quiribáti
Reino Unido
República Centro-Africana
República Checa
República Dominicana
Roménia
Ruanda
Rússia
Salvador
Samoa
Samoa Americana
Santa Helena
Santa Lúcia
São Cristóvão e Neves
São Marinho
São Pedro e Miquelon
São Tomé e Príncipe
São Vicente e Granadinas
Sara Ocidental
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia
Singapura
Síria
Somália
Southern Ocean
Spratly Islands
Sri Lanca
Suazilândia
Sudão
Suécia
Suíça
Suriname
Svalbard e Jan Mayen
Tailândia
Taiwan
Tajiquistão
Tanzânia
Território Britânico do Oceano Índico
Territórios Austrais Franceses
Timor Leste
Togo
Tokelau
Tonga
Trindade e Tobago
Tunísia
Turquemenistão
Turquia
Tuvalu
Ucrânia
Uganda
União Europeia
Uruguai
Usbequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela
Vietname
Wake Island
Wallis e Futuna
West Bank
Zâmbia
Zimbabué
Em latim, mappa designava, primeiramente, lenço e, posteriormente, a representação gráfica de um terreno. Mappa mundi era, então, a representação gráfica do mundo.
A projeção do nosso globo mais utilizada até hoje foi a “Projeção de Mercator”, feita por Gerardus Mercator em 1569. Essa projeção, porém, é alvo de críticas, tanto por ser eurocentrista – a Europa é o centro do mapa – quanto porque o mapa é bastante distorcido nos extremos norte e sul do globo; por exemplo, a antártida está bem maior que o continente da África, quando na verdade é a Africa é 4 vezes maior que este.
A Projeção de Mercator foi sendo substituída por outras projeções, como a Projeção de Mollweide, a Projeção de Robinson e a Projeção de Winkel Tripel. Essas projeções deformam menos o mapa, e por isso vêm sendo mais adotadas.
Todas as formas de projeção adotadas até hoje são denominadas anamórficas, já que transferem uma macrogeometria esférica e rugosa (topografia) para um plano, a partir de um ponto de referência. Essas variações históricas dos mapas em distorções nas proporções dos continentes podem sugerir relações simbólico-políticas, já que, astronomicamente, não há início ou fim, nem parte superior ou inferior do globo.
A despeito dos “centrismos”, a referência costuma ser o norte geográfico e magético, e o eixo de rotação da Terra, exceto para mapas não-globais.

8103 – Geografia – A Dinamarca


A DINAMARCA

Oficialmente Reino da Dinamarca, é um país escandinavo da Europa setentrional e membro sênior do Reino da Dinamarca. É o mais meridional dos países nórdicos, a sudoeste da Suécia e ao sul da Noruega, delimitado no sul pela Alemanha. As fronteiras da Dinamarca estão no Mar Báltico e no Mar do Norte. O país é composto por uma grande península, a Jutlândia, e muitas ilhas, sobretudo Zelândia (Sjælland), Funen (Fyn), Vendsyssel-Thy, Lolland, Falster e Bornholm, assim como centenas de ilhas menores, muitas vezes referidas como o Arquipélago Dinamarquês. A Dinamarca há muito tempo controla a entrada e a saída do mar Báltico, já que isso só pode acontecer através de três canais, que também são conhecidos como os “Estreitos Dinamarqueses”.
A Dinamarca é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo. Possui um governo central e outros locais em 98 municípios. O país é membro da União Europeia desde 1973, embora não tenha aderido ao euro, e um dos membros fundadores da Organização do Tratado do Atlântico Norte e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
A Dinamarca, com uma economia mista capitalista e um estado de bem-estar social, possui o mais alto nível de igualdade de riqueza do mundo, sendo considerado em 2011, o país com menor índice de desigualdade social do mundo.
O Índice Global da Paz de 2009 classificou a Dinamarca como o segundo país mais pacífico do mundo, depois da Nova Zelândia. A Dinamarca também foi classificada como o país menos corrupto do mundo em 2008, pelo Índice de Percepção de Corrupção, compartilhando o primeiro lugar com a Suécia e a Nova Zelândia.
A língua nacional, o dinamarquês, é próxima do sueco e do norueguês. A Dinamarca compartilha fortes laços históricos e culturais com a Suécia e com a Noruega. 82,0% dos habitantes da Dinamarca e 90,3% da etnia dinamarquesa são membros da Igreja Estatal Luterana. Cerca de 9% da população tem nacionalidade estrangeira, sendo que uma grande parte deles são provenientes de outros países escandinavos.
A origem de Dinamarca está perdida na pré-história. Sua fortaleza mais velha é datada do século VII, ao mesmo tempo que o novo alfabeto rúnico. A Dinamarca foi unida por Harold Bluetooth (Harald Blåtand) por volta de 980. Após o século XI, os dinamarqueses ficaram conhecidos como Vikings, colonizando, invadindo e negociando em toda a Europa.

Copenhagen, a capital
Copenhagen, a capital

A união com a Noruega foi dissolvida em 1814, quando Noruega entrou em uma nova união com a Suécia (até 1905). O movimento liberal e nacional dinamarquês teve seu momento culminante em 1830, e após as revoluções europeias de 1848, a Dinamarca tornou-se uma monarquia constitucional em 1849. Depois da segunda guerra de Schleswig em 1864, a Dinamarca foi forçada a ceder Schleswig-Holstein à Prússia em uma derrota que deixou marcas profundas na identidade nacional dinamarquesa. Após este ponto, a Dinamarca adoptou uma política de neutralidade, permanecendo neutra na Primeira Guerra Mundial. Em 9 de abril de 1940, a Dinamarca foi invadida pela Alemanha Nazista (operação Weserübung) e permaneceu ocupada durante toda a Segunda Guerra Mundial, apesar de alguma resistência interna. Após a guerra, tornou-se membro da OTAN e, em 1973, da Comunidade Económica Europeia (hoje União Europeia).
A Dinamarca encontra-se na zona de clima temperado. O inverno não é muito frio, com temperaturas médias em janeiro e fevereiro de 0 °C, e o verão é fresco, com uma temperatura média em agosto de 15,7 °C.9 A Dinamarca tem uma média de 712mm de precipitação por ano; o outono é a estação do ano mais chuvosa e a primavera é a mais seca. Devido à sua localização geográfica, a duração dos dias varia muito na Dinamarca.

Estrutura Política
Em 1849, o Reino da Dinamarca passou a ser uma monarquia constitucional com a adaptação de uma nova constituição. O monarca é formalmente o chefe de estado, mas esse papel é em grande medida cerimonial. O poder executivo é exercido pelos ministros, sendo o primeiro-ministro um primeiro entre iguais (primus inter pares). O poder legislativo está investido no parlamento, conhecido como Folketing, que consiste de (não mais de) 179 membros. Os tribunais da Dinamarca são funcional e administrativamente independentes dos poderes executivo e legislativo.

parque eólico de copenhague

A Dinamarca é, em termos relativos, o mais proeminente na fabricação e utilização de turbinas eólicas, com o compromisso assumido em 1970, para conseguir ter metade da produção energética do país ao vento. Atualmente gera mais de 20% de sua eletricidade através de turbinas eólicas, uma porcentagem maior do que qualquer outro país e é o quinto na produção total de energia eólica, apesar de ser o país número 56 em termos de consumo de energia.
O esporte mais popular na Dinamarca é o hóquei no gelo, além do futebol.
Em 1992, a Seleção Dinamarquesa de futebol venceu o Campeonato Europeu. Em Copas do Mundo, a melhor colocação da Dinamarca foram as quartas-de-final de 1998.

7674 – De ☻lho no Mapa – Guiné Bissau


Guinemapa

É um país da costa ocidental de África que se estende desde o cabo Roxo até à ponta Cagete. Faz fronteira a norte com o Senegal, a este e sudeste com a Guiné-Conacri (ex-francesa) e a sul e oeste com o oceano Atlântico. Além do território continental, integra ainda cerca de oitenta ilhas que constituem o Arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais do rio Geba, de Pedro Álvares, de Bolama e de Canhabaque.
Foi uma colônia de Portugal desde o século XV até proclamar unilateralmente a sua independência, em 24 de Setembro de 1973, reconhecida internacionalmente – mas não pelo colonizador. Tal reconhecimento por parte de Portugal só veio em 10 de Setembro de 1974. A Guiné-Bissau foi a primeira colônia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal.
Atualmente faz parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), das Nações Unidas, dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e da União Africana.
O primeiro navegador e explorador europeu a chegar à costa da atual Guiné-Bissau foi o português Nuno Tristão, em 1446. A colonização só tem início em 1558, com a fundação da vila de Cacheu. A princípio somente as margens dos rios e o litoral foram exploradas. A colonização do interior só se dá a partir do século XIX. No século XVII, foi instituída a Capitania-Geral da Guiné Portuguesa. Mais tarde, durante o Estado Novo de Salazar, a colonia passaria a ter o estatuto de província ultramarina, com o nome de Guiné Portuguesa.
A vila de Bissau foi fundada em 1697, como fortificação militar e entreposto de tráfico de escravos. Posteriormente elevada a cidade, tornar-se-ia a capital colonial, estatuto que manteve após a independência da Guiné-Bissau.
A transição da Guiné-Bissau para a democracia continua, no entanto, dificultada pela debilidade da sua economia, devastada pela guerra civil e pela instabilidade política.
A partir de 2009, quando do assassinato do presidente da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, o Brasil tem-se comprometido com a pacificação do país. O Brasil preside a Configuração Específica da Guiné Bissau da Comissão de Consolidação da Paz (CCP)das Nações Unidas, criada por iniciativa brasileira. Há ainda o Centro de formação para as forças de segurança da Guiné-Bissau, patrocinado pelo Brasil, para limitar o papel das forças armadas às questões militares. A cooperação técnica brasileira em ciclos eleitorais, uma das mais avançadas do mundo, tem sido prestada por meio de cooperação triangular, a exemplo do Memorando de Entendimento Brasil-Estados Unidos-Guiné Bissau para apoio a atividades parlamentares.
Com uma área de 36 126 km², o país é maior que a Bélgica, Taiwan, Haiti ou mesmo os estados brasileiros de Alagoas e Sergipe.

Guiné3

O país estende-se por uma área de baixa altitude. O seu ponto mais elevado está 300 metros acima do nível do mar. O interior é formado por savanas e o litoral por uma planície pantanosa. O período chuvoso alterna com um período de seca, com ventos quentes vindos do deserto do Sahara. O arquipélago dos Bijagós situa-se a pouca distância da costa.
A população da Guiné-Bissau é constituída por uma variedade de etnias, com línguas, estruturas sociais e costumes distintos. A maioria da população vive da agricultura e professa muitas vezes religiões tradicionais locais. Cerca de 45% dos habitantes praticam o Islão e há uma minoria de cristãos. As línguas mais faladas são o fula e o mandinga, entre as populações concentradas no Norte e no Nordeste. Outros grupos étnicos importantes são os balantas e os papéis, na costa meridional, e os manjacos e os mancanhas, nas regiões costeiras do Centro e do Norte. O Crioulo Guineense, derivado do português, é a língua veicular interétnica.
A Guiné-Bissau, fortemente dependente da agricultura e da pesca, é objecto de um programa do FMI (Fundo Monetário Internacional) para o ajuste estrutural. A castanha de caju, de que é hoje o sexto produtor mundial, aumentou consideravelmente de preço em anos recentes. O país exporta peixe e mariscos, amendoim, semente de palma e madeira. As licenças de pesca são uma importante fonte de receitas. O arroz é o cereal mais produzido e um ingrediente típico e indispensável na alimentação.
A economia guineense acusou nos últimos 3 anos alguns avanços e, segundo o FMI, vai crescer este ano 2,3%, devido ao aumento da produção e da exportação de castanha de caju e às receitas das licenças de pesca. O país está optimista, pois já existem investimentos de grandes empresas multinacionais em diferentes áreas, com destaque para o turismo.
O número de telemóveis registados cresceu de 20 000 para 40 000 entre janeiro de 2007 e janeiro de 2008, representando uma taxa de penetração de cerca de 3 por cento da população. Actualmente, operam no país 3 grandes empresas de telemóveis: a MTN (que substituiu a Areeba), a Orange e a Guine Tel.

Guiné Bissau

Cultura
A Guiné-Bissau possui um patrimônio cultural bastante rico e diversificado. As diferenças étnicas e linguísticas produziram grande variedade a nível da dança, da expressão artística, das profissões, da tradição musical, das manifestações culturais.
A dança é, contudo, uma verdadeira expressão artística dos diversos grupos étnicos.
Os povos animistas caracterizam-se pelas belas e coloridas coreografias, fantásticas manifestações culturais que podem ser observadas correntemente por ocasião das colheitas, dos casamentos, dos funerais, das cerimônias de iniciação.
O estilo musical mais importante é o gumbé. O Carnaval guineense, completamente original, com características próprias, tem evoluído bastante, constituindo uma das maiores manifestações culturais do País.

7366 – Por que na Ásia o nome de vários países termina em “istão”?


Porque nas línguas mais faladas nessa região do mundo, como o hindi, o persa e o quirguiz, “istão” quer dizer “lugar de morada” de um determinado povo ou etnia. De acordo com esse princípio, Cazaquistão, por exemplo, significa “território dos cazaques”; Quirguistão, “território dos quirguizes”; Afeganistão, “território dos afegãos” e assim por diante. “A forma ‘stão’ deriva de uma antiga raiz lingüística indo-européia, provavelmente ‘sthã’. Esse sufixo carregava a idéia de ‘parar’ ou ‘permanecer’ e deu origem, por exemplo, aos verbos stare, em latim, e stand, em inglês.
A única exceção a essa regra é o caso do Paquistão, batizado cerca de 20 anos antes de o território do país ser constituído, em 1947. “Rahmat Ali, o idealizador da independência paquistanesa, juntou ao termo ‘istão’ o vocábulo ‘paki’, surgido a partir de uma combinação das iniciais das áreas reivindicadas pela futura nação. O ‘p’ representava a província do Punjab, enquanto o ‘k’ equivalia à região da Cachemira, no noroeste da Índia.

7365 – Qual é o menor país do mundo?


É o Vaticano, sede da Igreja Católica e residência oficial do papa. Com apenas 0,44 quilômetro quadrado encravado no coração de Roma, na Itália, a menor nação do mundo se tornou independente em 1929. Apesar de ter sua soberania reconhecida pela maioria das nações do planeta, o Vaticano não é considerado um país autônomo pela Organização das Nações Unidas, a ONU. “Oficialmente, o país é uma teocracia, ou seja, governado por Deus e representado pelo papa. A ONU não aceita a teocracia como regime”, diz um estudioso de países com menos de mil quilômetros quadrados. Além do Vaticano, existem outras nações nanicas que conseguiram se livrar de seus países de origem, como as Ilhas Marshall, que se tornaram independentes dos Estados Unidos em 1986, e São Cristóvão e Névis, que se desligaram de Portugal em 1975.
VATICANO (0,44 KM2)
Considerado um enclave religioso em Roma, capital da Itália, o menor país do mundo tem cerca de 900 habitantes, todos membros da Igreja ou funcionários do clero. A cidade tem seu próprio sistema de telefone, correio, estação de rádio, sistema bancário, farmácias e um batalhão de guardas suíços que cuida da segurança do papa desde 1506. Em compensação, suprimentos como água, comida, eletricidade e gás precisam ser importados da Itália. Para conseguir se manter, o Vaticano depende das doações de fiéis e da renda do turismo — o lugar é um dos pontos mais visitados da Europa.
MÔNACO (1,9 KM2)
O principado ocupa uma estreita faixa na costa sul da França e tem fronteiras polêmicas. Algumas das mansões do lugar têm a sala em Mônaco e o quarto na França. De seus 30 mil habitantes, só 5 mil nasceram por lá — os demais são franceses, italianos e ingleses, atraídos pelo glamour desse famoso complexo turístico.
NAURU (21 KM2)
Essa pequena ilha no Pacífico Sul sobrevive da exportação de guano, um fosfato de cálcio composto pelo cocô solidificado de pássaros pré-históricos, que usavam a ilha como banheiro há milhares de anos. Boa parte do mineral, que cobre cerca de 70% da ilha, é trocado por água importada, porque o país não possui nenhum rio ou nascente natural.
TUVALU (26 KM2)
Arquipélago do Pacífico Sul que pode sumir por causa da subida no nível do mar, Tuvalu tem solos pobres para a agricultura. Para piorar, o aumento do nível do oceano também contamina a água potável e prejudica as plantações de coco, a maior fonte de renda dos 11 mil habitantes, agravando a dependência de comida importada.
SAN MARINO (61 KM2)
Segundo a tradição, essa nação, localizada em um pico de calcário na região central da Itália, nasceu no século 4, quando um grupo de cristãos se estabeleceu por lá para escapar da perseguição romana. A partir de 1862, depois da formação das atuais fronteiras da Itália, uma série de tratados confirmou a independência da nação.
LIECHTENSTEIN (160 KM2)
O soberano da nação, o príncipe Hans-Adam II, aparece na famosa lista da revista americana Forbes como terceiro governante mais rico. Espremido num território com poucos recursos naturais, Liechtenstein é o país campeão da ecologia: todas as florestas são áreas de proteção ambiental e não há indústrias pesadas por lá.
ILHAS MARSHALL (181 KM2)
O arquipélago ganhou fama a partir de 1946, quando os atóis de Bikini e Enewetak foram palco para testes nucleares americanos durante 12 anos. Em 1983, 23 anos depois do início da descontaminação, os Estados Unidos aceitaram pagar indenizações aos habitantes do lugar como compensação pelos danos causados pelas explosões.
SÃO CRISTÓVÃO E NÉVIS (269 KM2)
As duas pequenas ilhas de origem vulcânica foram visitadas por Cristóvão Colombo durante sua segunda viagem para a América, em 1493. Grande parcela da população emigra para outros países em busca de emprego, fazendo com que a remessa de salários obtidos no exterior seja uma das principais fontes de renda do arquipélago.
MALDIVAS (298 KM2)
Composta por mais de 1 300 ilhas de coral, Maldivas é um dos mais pobres — e mais estranhos — países do mundo. Só para dar uma idéia, os moradores são campeões mundiais de divórcios. Por lá, só é preciso repetir três vezes a intenção de se separar para que o divórcio seja consumado sem apelação.
MALTA (316 KM2)
Como os malteses são um dos mais antigos povos católicos do mundo, a vida no arquipélago é fortemente influenciada pela religião: há 365 igrejas nas ilhas, uma para cada dia do ano. O maltês, a língua oficial do país, é uma fusão entre o árabe falado no norte da África e o italiano da Sicília, de onde a ilha fica a apenas 96 quilômetros.

7256 – De ☻lho no Mapa – Quantos países existem atualmente?


atlas

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 191 países. Mas há algumas ausências nessa lista. As duas mais famosas são Taiwan, cuja independência não é reconhecida pela China, e o Vaticano, que, apesar de ficar de fora do cadastro da ONU, é “observador permanente” da entidade, status que dá direito a voto nas conferências. Além desses dois, a ONU não contabiliza possessões e territórios. A Groenlândia, por exemplo, fica de fora porque é território da Dinamarca. Para ganhar a carteirinha de sócio, o país deve ter fronteiras definidas, sustentação econômica – uma moeda ajuda bastante – e soberania nacional. E ainda deve ser reconhecido pelos outros integrantes do clube. Mas a lista da ONU não é a única. Algumas associações esportivas também têm as suas. É o caso do Comitê Olímpico Internacional, com 202 membros, e da Fifa, que tem 205. Territórios como Aruba e Ilhas Cayman, não reconhecidos pela ONU porque pertencem, respectivamente, à Holanda e à Inglaterra, integram as duas entidades. Se você acha e tem muito país pra pouco mundo, saiba que isso é uma coisa relativamente nova: no início do século 20, havia apenas 57 nações. “Após a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), o fim dos impérios austro-húngaro, na Europa, e turco-otomano, no Oriente Médio, fez com que surgissem novos países, como a Áustria e o Iraque”, diz a historiadora Maria Aparecida de Aquino, da USP. Décadas depois, a independência de ex-colônias da Ásia e da África dividiu mais o mapa. Nessa época surgiram Índia e Paquistão (1947) e Moçambique (1975), entre outros países. Na década de 1990, com o fim da União Soviética, o mundo ganhou outra leva de nações, como a Ucrânia e o Uzbequistão. E novas divisões ainda são traçadas em zonas de conflito. A Caxemira, na fronteira entre Índia e Paquistão, e a Chechênia, na Rússia, reivindicam a independência na ponta da baioneta.

Curiosidades

O MAIS RICO – Luxemburgo
Os afortunados habitantes fazem jus à herança aristocrática do país, cujo nome oficial é Grão-Ducado de Luxemburgo. A renda anual per capita dos luxemburgueses é de 43 940 dólares, segundo dados da ONU de 2003

O MAIS QUENTE – Líbia
Ao lado do Egito e com parte do seu território coberto por desertos (do Saara e da Líbia), esse país já registrou a temperatura mais alta do mundo: 58 ºC, em setembro de 1992, na cidade de El Azizia

O QUE MAIS MUDOU DE NOME – Congo
Na declaração de independência, em 1960, o nome era República do Congo. Em 1971, passou a se chamar Zaire. Em 1997, mudou para o nome atual. Antes da independência, a colônia francesa teve outros dois nomes: Estado Independente do Congo e Congo Belga

COM MAIOR POPULAÇÃO FEMININA – Letônia
Se você quer descolar uma companhia do sexo frágil, experimente passar as próximas férias nesse país, que tem 1,2 milhão de mulheres e 1 milhão de homens — uma relação de 1,2 para 1

COM MAIS JOVENS – Iêmen
Nesse pequeno país do Oriente Médio, metade da população tem até 15 anos de idade. Essa também é a média de idade do país, que tem mais de 7,3 milhões de crianças e adolescentes

O MAIS POBRE – Etiópia
A Etiópia está na lanterna quando o assunto é riqueza. A renda anual per capita é de apenas 90 dólares, quase 500 vezes menor que a de Luxemburgo. Só para comparar, cada brasileiro ganha, em média, 3 330 dólares por ano.

COM MAIOR POPULAÇÃO MASCULINA – Emirados Árabes Unidos
As 804 mil mulheres dos Emirados Árabes podem escolher entre 1,6 milhão de homens do país. A proporção de 2 homens por mulher é a mais alta do mundo.

O MAIS FRIO – Rússia
A cidade de Oymyakon, na Sibéria, é forte candidata a sorveteria humana. Lá, os termômetros costumam bater em -50 ºC durante o inverno. Oymyakon só perde para a Antártida, que já marcou -89,2 ºC, mas não é um país

O MENOS POVOADO – Mongólia
Se você percorrer uma área de um quilômetro quadrado na Mongólia, com sorte encontrará duas pessoas. No país, a densidade demográfica é de apenas 1,5 habitante por km2. Ninguém tem problemas com os vizinhos por lá!

COM MAIS IDOSOS – Japão
A população japonesa tem, em média, 41 anos — 15 a mais que a média mundial, de 26 anos. Quase 30 milhões de japoneses têm mais de 60 anos. E a expectativa de vida feminina chega aos 85,2 anos

O MAIS ANTIGO – China
O país já era unido em 221 a.C. Mas bem antes disso, em 1500 a.C., já havia instituições políticas por lá. O Iraque e o Egito, apesar da trajetória recente como nações independentes, também têm histórias que remontam a 3000 a.C.

O MAIS POVOADO – Cingapura
Todo mundo sabe que a China é o país mais populoso do mundo, com mais de 1,2 bilhão de habitantes. Mas o mais povoado, com mais gente espremida no território, é Cingapura, com 6 107 seres humanos por km².

O MAIS RECENTE – Timor Leste

Em 1999, após uma guerra civil cruenta, um plebiscito bancado pela ONU deu aos timorenses a tão sonhada independência, reconhecida oficialmente em 2002. O país havia sido anexado pela Indonésia em 1975.

Fonte: Onu

6321 – De ☻lho no Mapa – A Malásia


Kuala, a capital

É um país do Sudeste Asiático que compreende dois territórios distintos: a parte sul da península Malaia e ilhas adjacentes, e uma seção do norte da ilha de Bornéu. A península da Malásia confina a norte com a Tailândia, a leste com o mar da China Meridional, e a sul e a oeste com o estreito de Malaca, fazendo fronteiras marítimas com a Indonésia, a leste, sul e oeste, e com Singapura a sul. A Malásia Insular limita a oeste e a norte com o mar da China Meridional, a norte com o Brunei, a leste com o mar de Sulu e a sul com a Indonésia, fazendo fronteira marítima com as Filipinas a norte e a leste. A capital do país é Kuala Lumpur.
Desde 1824 foi uma colônia do Reino Unido, e, entre 1942 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, foi ocupada pelo Japão. Em 1948 os britânicos formaram a Federação Malaia, que conseguiu a sua independência em 1957. A Malásia foi formada em 1963 quando as colônias britânicas de Sabah, Sarawak e Singapura entraram para a federação. Os primeiros anos do país foram marcados por esforços da Indonésia controlar a Malásia, reivindicações de Sabah pelas Filipinas e pela secessão de Singapura da federação em 1965. Nove dos 13 estados da Malásia têm um sultão ou um chefe de Estado hereditário; os restantes quatro têm governadores nomeados pelo rei. Em 1969 os conflitos raciais entre chineses e malaios levaram a tumultos e os partidos malaios perderam votos nas eleições que se seguiram. Continuam a existir restrições às liberdades individuais como a proibição de discussão em público. Apesar das consideráveis diferenças étnicas, a Malásia tem progredido com a criação da unidade nacional.

A Malásia é um país localizado no sudeste asiático e é dividido basicamente em 2 grandes porções de terra, separadas pelo Mar do Sul da China. Uma é continental, limitada, ao norte, pela Tailândia e a sul por Singapura e a outra é insular, basicamente na ilha de Bornéu, toda limitada pela Indonésia, de oeste a leste.
O clima da Malásia é quente e úmido e caracterizado, como muitos países do sudeste asiático, por monções, ventos tropicais que se alternam durante as estações do ano. O relevo malaio é formado de planícies e regiões montanhosas. Dois dos picos mais altos do sudeste asiático estão localizados na Malásia. Magníficas cavernas e cachoeiras podem ser encontradas nas suas montanhas. A rede hidrográfica não é muito densa, não possuindo, assim, nenhum rio de grande importância.
Aproximadamente 4/5 da vegetação do país é caracterizado por florestas tropicais. A Malásia apresenta um dos ecossistemas mais complexos e ricos do mundo: são 15,000 espécies de plantas e árvores, 600 espécies da pássaros e 210 espécies de mamíferos. O governo investiu uma grande quantia para impedir a devastação das florestas do país.
A Malásia é uma sociedade multicultural, com malaios, chineses e indianos a compartilhar o país. Os malaios são a maior comunidade, atingindo 60% da população. Falam malaio (Bahasa Melayu) e são em grande parte responsáveis pela orientação política do país. Os chineses formam cerca de um quarto da população.
A maior tribo indígena em número são os Iban de Sarawak, cujo número sobe a mais de 600 000. Os Iban que ainda vivem em aldeias tradicionais na selva vivem em casas longas ao longo dos rios Rajang e Lupar e dos seus afluentes. Os Bidayuh (170 000) estão concentrados na parte sudoeste de Sarawak. A maior tribo indígena de Sabah é a dos Kadazan. São principalmente agricultores de subsistência cristãos. Os Orang Asli (140 000), ou povos aborígenes, incluem várias comunidades étnicas diferentes que vivem na Malásia Peninsular. Tradicionalmente caçadores-recoletores e agricultores nómadas, muitos foram sedentarizados e parcialmente absorvidos pela Malásia moderna. Apesar disso, continuam a ser o grupo mais pobre do país.
O Islã é a maior religião da Malásia, com 60.4% dos malaios praticando o islã. Esta também é a religião oficial do estado. Todos os malaios na Malásia são reconhecidos oficialmente como muçulmanos (a constituição da Malásia força todos os malaios a deixarem de serem oficialmente reconhecidos como malaios caso eles se convertam a outra religião). Apesar do Islã ser a religião oficial do estado, a constituição garante liberdade religiosa.
Outras religiões na Malásia incluem: budismo (19.2%, praticado principalmente por chineses), cristianismo (9.1%), hinduísmo (6.3%) e confucionismo, taoísmo ou outras religiões chinesas (2.6%). O restante pratica outras religiões ou nenhuma religião.
A Malásia é um território federal dividido em treze estados e três territórios federais, separados em duas regiões distintas, a Malásia Peninsular e a Malásia Oriental, ao norte da ilha de Bornéu.
Singapura já fora um estado da Malásia, de sua fundação, em 16 de Setembro de 1963 até 9 de Agosto de 1965, data da separação destas, fazendo com que Singapura se tornasse um país.

Economia

É o maior produtor mundial de borracha, óleo de palma e estanho. Toda esta produção resultou da união da Malásia Ocidental (agora peninsular) com a Malásia Oriental (Saba e Sarawak, na ilha de Bornéu). O sucesso econômico desde a sua independência deve-se ao desenvolvimento dos seus recursos naturais. Grande parte do interior era inacessível e ocupado por agricultores que praticavam uma agricultura itinerante através de queimadas. Saba e Sarawak exportam madeira. As terras para cultivo representam 14,9% do total do solo. No setor indústrial, merecem referência as produções de cimento, aparelhos eletrónicos e pneus. Os principais parceiros comerciais da Malásia são: Japão, EUA, Singapura e Alemanha.

O gigantesco edifício Petronas Tower

6267 – 4 De Julho dia da Independência dos EUA


4 de julho em Las Vegas

4 de Julho é o 185º dia do ano no calendário gregoriano (186º em anos bissextos). Faltam 180 para acabar o ano.

Um feriado nacional que celebra o dia 4 de julho nos Estados Unidos. Essa dia marca a declaração de independência de 1776, ano em que as Treze Colônias declaram a separação formal do Império Britânico. Usualmente celebra-se com muitas atividade ao ar livre, jogos de beisebol e espetáculos de fogos artificiais.
Antes da Independência, os EUA era formado por treze colônias controladas pela metrópole: a Inglaterra. Dentro do contexto histórico do século XVIII, os ingleses usavam estas colônias para obter lucros e recursos minerais e vegetais não disponíveis na Europa. Era também muito grande a exploração metropolitana, com relação aos impostos e taxas cobrados dos colonos norte-americanos.
A Inglaterra resolveu aumentar vários impostos e taxas, além de criar novas leis que tiravam a liberdade dos norte-americanos. Dentre estas leis podemos citar: Lei do Chá (deu o monopólio do comércio de chá para uma companhia comercial inglesa), Lei do Selo ( todo produto que circulava na colônia deveria ter um selo vendido pelos ingleses), Lei do Açúcar (os colonos só podiam comprar açúcar vindo das Antilhas Inglesas).
Estas taxas e impostos geraram muita revolta nas colônias. Um dos acontecimentos de protesto mais conhecidos foi a Festa do Chá de Boston ( The Boston Tea Party ). Vários colonos invadiram, a noite, um navio inglês carregado de chá e, vestidos de índios, jogaram todo carregamento no mar. Este protesto gerou uma forte reação da metrópole, que exigiu dos habitantes os prejuízos, além de colocar soldados ingleses cercando a cidade.

Em 1776, os colonos se reuniram no segundo congresso com o objetivo maior de conquistar a independência. Durante o congresso, Thomas Jefferson redigiu a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. Porém, a Inglaterra não aceitou a independência de suas colônias e declarou guerra. A Guerra de Independência, que ocorreu entre 1776 e 1783, foi vencida pelos Estados Unidos com o apoio da França e da Espanha.

Constituição dos Estados Unidos

Em 1787, ficou pronta a Constituição dos Estados Unidos com fortes características iluministas. Garantia a propriedade privada (interesse da burguesia), manteve a escravidão, optou pelo sistema de república federativa e defendia os direitos e garantias individuais do cidadão.

5824 – De ☻lho no Mapa – A Bulgária


Monumentos

É um país dos Balcãs, limitado a norte pela Roménia, a leste pelo Mar Negro, a sul pela Turquia e pela Grécia e a oeste pela Macedónia e pela Sérvia. Sua capital é Sófia. Faz parte da União Europeia desde 1 de janeiro de 2007.
A Bulgária recuperou sua independência em 1878, como um Principado Autônomo, e sua independência total foi proclamada em 1908. Pouco tempo depois, nos anos 1912 e 1913, envolveu-se na Guerra dos Balcãs. Durante a Primeira Guerra Mundial e, mais tarde, na Segunda Guerra Mundial, combateu ao lado das nações que vieram a ser derrotadas no conflito.
Finalizada a Segunda Guerra Mundial, ficou sob a influência da União Soviética e tornou-se uma república popular em 1946. O governo comunista encerrou-se em 1990, quando o País teve eleições com a participação de diversos partidos.
A Bulgária faz parte da OTAN desde 2004 e aderiu à União Européia em 2007.
O sudoeste do país é montanhoso e contém o ponto mais elevado da península Balcânica, o Musala, com 2 925 m. A cordilheira dos Balcãs atravessa o centro do país de leste a oeste, a norte do famoso vale das Rosas. Há regiões de planície e colinas a sudeste, ao longo da costa do mar Negro e nas margens do rio principal da Bulgária, o Danúbio, a norte.
Nos anos recentes, a Bulgária teve uma das menores taxas de crescimento populacional.O crescimento negativo de população ocorreu desde os anos 1990, por causa do colapso econômico e as altas taxas de migração.
Economia
As sanções económicas da Organização das Nações Unidas (ONU) à Iugoslávia e ao Iraque também prejudicaram a economia búlgara. Os primeiros sinais da recuperação da economia aconteceram em 1994, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu e a inflação caiu. Entretanto, em 1996, a economia sofreu uma crise devido às reformas econômicas e à instabilidade do sistema bancário.

Sófia, a capital

Desde 1997, o país passa por um período de recuperação, com o PIB crescendo numa taxa entre 4% e 5%, propiciando uma estabilidade macroeconômica. Estas condições fizeram com que a União Europeia aceitasse o ingresso da Bulgária em 2007.

Varna, outra importante cidade

Música
A música tradicional da Bulgária, tal como a dança e a roupas búlgaras, varia em função da região de onde vem. Geralmente, é difícil um cantor de uma região cantar música de outra região, tendo em conta a diversidade e a variação de sons e a sua emissão específica.
As músicas retratam os acontecimentos históricos e urbanos, o que tem ajudado a “descobrir” e a estudar a história e os costumes do povo búlgaro, de há muitos anos e séculos atrás. As canções não têm autores, visto que são passadas de “boca-a-boca”, de geração em geração, e foram inventadas ao longo dos acontecimentos. Os textos das músicas, em si são como histórias, narrando problemas, “festas”, guerras, sentimentos.

5669 – África – O Zimbábue


Harare, a capital

Os primeiros colonizadores a visitarem a região foram os portugueses no século 16. Três séculos mais tarde foi a vez dos ingleses. Do sobrenome do explorador que pretendia construir uma ferrovia que ligasse a cidade do Cabo ao Cairo, Cecil Rodes, veio a denominação do país, hoje Zimbábue. Só em 1980 deixou de ser colônia inglesa.
É um país da África Austral, anteriormente designado Rodésia do Sul e depois simplesmente Rodésia. É limitado a norte pela Zâmbia, a norte e a leste por Moçambique, a sul pela África do Sul e a sul e oeste pelo Botswana. Sua capital é Harare.
Os mais antigos ocupantes do atual território zimbabuano foram os povos de línguas khoisan. A partir do século XI, com a invasão de povos de línguas bantas, as populações originais khoisan foram forçadas a ceder a região para os invasores. Esses povos bantos criaram, nos séculos XIII e XIV, o Império Monomotapa, que dominou uma vasta área no sul da África, explorando as minas de ouro da região e comerciando escravos e metais através da costa do Oceano Índico. Sua capital era situada na Grande Zimbábue, da qual restam ruínas até hoje. Quando, em 1607, o monarca monomotapa concedeu aos portugueses a exploração do subsolo da área, o império já se encontrava em declínio.
No final do século XIX, os ingleses, dirigidos por Cecil Rhodes, começaram a colonizar a região com o objetivo de mineração. A riqueza da terra atraiu muitos europeus, ficando a população branca a dominar o país. Em 1921, a colónia autônoma se proclamou como Rodésia do Sul. Em 1953, o Reino Unido, temeroso da maioria negra, criou a Federação da Rodésia e Niassalândia, composta pela Rodésia do Norte (atual Zâmbia), Rodésia do Sul (hoje Zimbábue) e a Niassalândia (atual Malauí). Em 1964, o Reino Unido concedeu a independência à Rodésia do Norte, com o nome de Zâmbia. Mas a Rodésia do Sul se recusou, a menos que fossem dadas garantias de que o governo seria eleito pelo sufrágio universal. Um ano depois, o primeiro-ministro da Rodésia do Sul, Ian Smith, declarou unilateralmente a independência em 11 de novembro de 1965 e promulgou uma nova constituição através da qual o país adotava o nome de República da Rodésia. Mas a independência só foi reconhecida quinze anos depois, em 18 de abril de 1980, com o nome de Zimbábue.
O governo de Mugabe enfrenta uma crescente oposição, dada a crise econômica no país. O governo acredita que a pressão ocidental sobre Mugabe tem sido o resultado do crescimento das relações económicas com a República Popular da China e a disputa entre a República Popular da China e os Estados Unidos quanto aos recursos minerais do subsolo do Zimbábue.
O Zimbabwe é uma república com um presidente executivo e um parlamento que possui duas câmaras.
O atual presidente é Robert Mugabe. Ele convive com um caos econômico no país. Mugabe luta contra a inflação com atitudes políticas muito criticadas, como a tomada de fazendas pertencentes a brancos para assentar negros, o que, segundo os críticos, fizeram a situação piorar.
Em março de 2008 houve eleições gerais, que Mugabe perdeu, sem que o outro candidato tivesse obtido os 50% necessários.
Inflação

Governo corta 10 zeros no hiper desvalorizado dólar de Zimbábue

O país apresenta a maior taxa de inflação do planeta. Em fevereiro de 2007 foi registrada uma inflação anualizada de aproximadamente 1730%. Dados governamentais de junho de 2007 já apontam uma inflação de 4500%, embora especialistas afirmem que ela já chegou a aproximadamente 100 000%. Em julho de 2008 a inflação oficial chegou a 2.200.000% ao ano, mas estatísticas extraoficiais indicam uma inflação real de 9 000 000% ao ano
Em 2009, a inflação chegou aos exorbitantes níves de 98% ao dia.
A hiperinflação vem destruindo a economia do país, arrasando com o setor produtivo. Nos últimos anos, Zimbabwe tem diminuído rapidamente sua produção agrícola. Uma medida governamental congelou os preços, causando desabastecimento, fortalecimento do mercado negro e prisão de comerciantes contrários à medida.
A economia do Zimbabwe, que já foi um dos países mais prósperos da África meridional, encontra-se imerso desde 2000 em uma profunda crise. Além da hiperinflação, há um alto índice de desemprego (88%, maior do mundo), pobreza e uma crônica escassez de combustíveis, alimentos e moedas estrangeiras.
O novo governo de coalizão formado em fevereiro de 2009 conseguiu algumas melhorias na economia, incluindo o fim da hiperinflação eliminando o uso do dólar zimbabuano e o controle de preços. A economia está registrando seu primeiro crescimento em uma década, mas ainda são necessárias reformas políticas que permitam um maior crescimento. O relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para 2010, divulgado no dia 04/11/2010, mostra o Zimbábue na posição 169, o último país do ranking.

5651 – Pequenos Países – O Chipre


Chipre no mapa

É uma ilha situada no Mar Mediterrâneo oriental ao sul da Turquia, cujo território é o mais próximo, seguindo-se a Síria e o Líbano, a leste. O país é também membro da União Europeia (UE). O terço restante (norte da ilha) foi ocupada pela Turquia em 1974, que então institui a República Turca de Chipre do Norte, nunca reconhecida pela ONU, reconhecida apenas pela própria Turquia.
Segundo as leis internacionais, a ilha de Chipre, em sua totalidade, é um país independente. Todavia, em 1974, após 11 anos de violência entre as comunidades e um golpe de Estado de nacionalistas cipriotas gregos, a Turquia invadiu e ocupou a parte norte da ilha. A violência entre as comunidades e a posterior invasão turca levou ao deslocamento de centenas de milhares de cipriotas além do estabelecimento de uma entidade turco-cipriota separada políticamente ao norte, reconhecida somente pela própria Turquia. Nicósia, a capital do Chipre, é a última capital dividida por um muro em todo mundo.

Nicósia, a capital

Na ilha também os sítios de Akrotiri e Dhekelia pertencem ao Reino Unido. A ilha de Chipre está situada no Mar Mediterrâneo, 113 quilômetros ao sul da Turquia, 120 km a oeste da Síria, 150 km a leste da ilha grega de Kastelorizo. Chipre tornou-se membro da Organização das Nações Unidas em 20 de setembro de 1960.
O nome da ilha e do país deriva da palavra grega para cobre, kýpros. Por este motivo, alguns autores especulam que a melhor tradução do nome em português seria Cipro, em vez do galicismo Chipre.
Depois de sucessivamente ocupado por fenícios, egípcios, assírios, persas, gregos e romanos durante a antiguidade, Chipre foi dominado pela República de Veneza desde 1489 até à invasão dos turcos otomanos em 1570. Pelo Congresso de Berlim, a ilha passou à administração britânica a 12 de julho de 1878, sendo convertida oficialmente em colónia em 1914, com o início da Primeira Guerra Mundial.
Chipre é uma das grandes ilhas do mar Mediterrâneo (juntamente com a Sicília, Sardenha, Córsega e Creta), a mais oriental de todas, localizada entre a costa sul da Anatólia e a costa mediterrânica do Médio Oriente. Geograficamente, pertence à Ásia, embora culturalmente e historicamente seja um misto de elementos europeus e asiáticos, com os europeus a predominar, dado o seu passado grego e os dois terços actuais de população de origem grega.
A ilha é montanhosa, com duas zonas acidentadas separadas por um vale amplo (a Mesaoria), onde se ergue a capital, Nicósia. A sudoeste erguem-se os montes Troodos, que albergam o ponto mais elevado da ilha, o monte Olimpo, com 1 953 metros de altitude. A norte erguem-se os montes Pentadactylos, uma cordilheira bastante estreita que começa na costa norte e que se prolonga para leste na longa península que confere à ilha a sua forma característica. Há também pequenas planícies costeiras no sul.
Nicósia é a maior cidade e a capital quer do estado reconhecido internacionalmente, quer da República Turca de Chipre do Norte. Outras cidades importantes são Limassol na parte grega e Famagusta na parte ocupada.
O clima é mediterrânico.
A economia de Chipre está claramente afectada pela divisão da ilha em dois territórios. Tem uma economia altamente vulnerável, mais estabilizada depois da entrada na União Europeia, com uma forte dependência do sector serviços e problemas de isolamento com respeito ao resto da Europa.
Nos últimos vinte e cinco anos, Chipre passou a depender da agricultura (onde só a produção de cítricos tem relativa importância comercial), a ter uma estrutura mais conforme com o contexto europeu, com uma presença importante do sector industrial que sustenta a maior parte das exportações e emprega ao 25% da população. Cerca de 70% depende do sector serviços, e em concreto do turismo. A localização geográfica próxima ao Oriente Médio provoca grandes oscilações de ano em ano ao tempo de converter-se em destino turístico.
Apesar do fato de que a história de Chipre é uma história de ocupações e invasões, a cultura contemporânea é de caráter grego puro, um personagem que nunca mudou durante os últimos 3500 anos.
Na verdade Chipre possui uma grande movimentação de turistas durante o período de verão, quando o calor e sol são fortíssimos. A noite também é bastante agitada com vários bares, com ares típicos de pubs.

Larnaca no Chipre

5559 – De ☻lho no mapa – Iugoslávia – Um quebra-cabeças desconjuntado


Mapa da Iugoslávia

A “Iugoslávia” ou “Jugoslávia” nasceu com o nome de Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos.
Com o término da Primeira Guerra Mundial. O novo reino foi proclamado em 1 de dezembro de 1918 pelo príncipe regente Alexandre Karadjordjevic, em nome de seu pai, o rei Pedro I da Sérvia.
A Croácia, o território esloveno, a Bósnia, a Herzegovina (anexada ao Império Austro-Húngaro em 1908 e reunida no Estado dos Eslovenos, Croatas e Sérvios) e Montenegro uniram-se, assim, ao Reino da Sérvia (que já incluía o Kosovo, a Macedónia e a Voivodina).
O Reino da Iugoslávia foi dividido pelo Eixo: a Hungria e a Bulgária anexaram algumas áreas de fronteira, a Croácia tornou-se o Estado Independente da Croácia e criou-se um Estado sérvio, sob a administração de Milan Nedić, que ainda reconhecia Pedro II como rei.
Pedro II continuou a ser reconhecido pelos Aliados como soberano sobre a totalidade do Estado iugoslavo. Porém, durante a guerra, o poder efetivo passou às mãos do movimento de resistência de Tito. Em 16 de junho de 1944, foi assinado o acordo Tito-Šubašić , o qual reuniu os governos de facto e de jure da Iugoslávia.
No início de 1945, depois que as forças alemãs foram expulsas, o Reino da Iugoslávia foi formalmente restaurado, mas as novas autoridades comunistas logo proclamaram a “Iugoslávia Democrática Federal”, em 2 de dezembro de 1945, renomeada “República Popular Federal da Iugoslávia” no ano seguinte e, em 1963, República Socialista Federal da Iugoslávia.
A desintegração de uma nação
Fatores internos: conflitos étnicos, crise econômica (inflação, aumento da divida externa e desemprego), desejo das duas regiões mais ricas de se tornaram independentes (Eslovênia, Croácia), dominação sérvia.
Fatores externos: desintegração da URSS e crise do socialismo no Leste Europeu.
Conflitos: Bósnia-Hezergóvina (com grande heterogeneidade étnica à os sérvios tentaram criar a “limpeza étnica” – morte de homens e estupro de mulheres de outras etnias), Eslovênia, Croácia, Kosovo (maioria albaginense contra a Sérvia) . Atualmente as seis repúblicas se separaram.
A 21 de Maio de 2006 realizou-se um referendo para determinar a vontade do povo de Montenegro de se tornar independente ou de manter a união com a Sérvia. Os resultados indicaram que 55.5% dos eleitores haviam escolhido a independência, poucas décimas acima dos 55% requeridos pelo referendo. Em 3 de Junho de 2006 o parlamento montenegrino declarou oficialmente a independência do novo país.
Já a 17 de fevereiro de 2008, o parlamento de Kosovo aprovou, unilateralmente, a declaração da independência da província feita pelo primeiro-ministro Hashim Thaçi durante uma sessão especial na capital, Pristina. A sessão contou com a presença de 104 parlamentares.
A Sérvia estava dominada pelo Império Otomano desde 1463. Foi submetida ao domínio turco até 1830, quando começou a ter autonomia, e só em 1882 foi declarada independente com ajuda dos países da Europa.
Em 1912 e 1913, Sérvia e Montenegro se uniram em lutas contra os turcos, e juntos conseguiram territórios. Em 1914, ocorreu o assassinato de Sarajevo, que foi o estopim para a Primeira Guerra Mundial, quando o Império Austro-Húngaro (aliado da Alemanha, com o apoio do Império Otomano, que eram conhecidos como Tríplice Aliança) declarou guerra aos sérvios, que eram aliados do Império Russo, França e Reino Unido (conhecidos como Tríplice Entente).
Com a vitória da Tríplice Entente, foi fundado o Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos, que era a união dos territórios eslavos do sul:
Sérvia, com Voivodina e Kosovo;
Montenegro;
Croácia, com Dalmácia e Eslavônia;
Bósnia e Herzegovina;
Macedônia; e
Eslovênia.
Na província do Kosovo, aproximadamente 90% da população era albanesa, e 10% era sérvia. Em 1998, os albaneses do Kosovo fizeram um movimento para que fossem separados da Jugoslávia, mas o exército reagiu violentamente. A Organização do Tratado do Atlântico Norte pressionou Milosevic para pôr fim aos ataques. Durante 78 dias, a OTAN (liderada pelos Estados Unidos) lançou ataques que causaram muita destruição. Milosevic foi submetido a julgamento em tribunal internacional. Por essa altura, toda a região estava com uma difícil situação econômica e o Kosovo passou a ser administrado pela ONU.

5551 – De ☻lho no Mapa – Finlândia


Helsinke, a capital

É um país nórdico situado na região da Fino-Escandinávia, no norte da Europa. Faz fronteira com a Suécia a oeste, com a Rússia a leste e com a Noruega ao norte, enquanto a Estônia está ao sul através do Golfo da Finlândia. A capital do país é Helsinque.
Cerca de 5,3 milhões de pessoas vivem na Finlândia, sendo que a maior parte da população está concentrada no sul do país.
A Área Metropolitana de Helsinque (que inclui a Helsinque, Espoo, Kauniainen e Vantaa) é a residência de cerca de um milhão de habitantes e é responsável pela produção de um terço do PIB do país. Outras cidades importantes incluem Tampere, Turku, Oulu, Jyväskylä, Joensuu, Kuopio e Lahti.
A Finlândia foi uma parte da Suécia e em 1809 um Grão-Ducado autônomo dentro do Império Russo. A Declaração de independência da Finlândia foi feita em 1917 e foi seguida por uma guerra civil, guerras contra a União Soviética e a Alemanha nazista e por um período de neutralidade oficial durante a Guerra Fria. A Finlândia aderiu à ONU em 1955, à OCDE em 1969, à União Europeia em 1995 e desde o início da Zona Euro. O país foi classificado como o segundo mais estável do mundo, em uma pesquisa baseada em indicadores sociais, econômicos, políticos e militares.
A Finlândia teve um atraso relativo no seu processo de industrialização, permanecendo como um país essencialmente agrário até 1950. Posteriormente, o desenvolvimento econômico foi rápido e o país atingiu um dos melhores níveis de renda do mundo no início da década de 1970.
A Finlândia é muito bem colocada em várias comparações internacionais de desempenho nacional, como produção de alta tecnologia, saúde e desenvolvimento humano.
De acordo com evidências arqueológicas, a área onde agora é a Finlândia foi estabelecida primeiramente em torno de 8500 a.C. durante a idade da pedra enquanto a última era do gelo retrocedia.
Os povos mais adiantados provavelmente eram caçadores e camponeses, vivendo na tundra e com o que o mar poderia oferecer. A cerâmica é conhecida desde 5300 a.C. A existência de um sistema de troca extenso durante o período mesolítico é indicada pela propagação do asbesto e da pedra-sabão na Finlândia oriental, e por existir ardósia na Escandinávia, na Rússia, no sul do lago Onega além de na Escandinávia do norte.
Os primeiros suecos desembarcaram na costa finlandesa na época medieval. Os reis suecos estabeleceram as primeiras regras no país em 1249. Pouco tempo tempos, o país foi agregado e completamente colonizado pela Suécia.
Em 29 de março de 1809, depois de ter sido tomada pelas forças militares de Alexandre I da Rússia, a Finlândia tornou-se o Grão-ducado da Finlândia, autônomo no império russo até o fim de 1917, durante esse tempo, a língua finlandesa ganhou mais espaço, e a partir de 1860, um forte movimento popular nacionalista cresceu.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Finlândia e a União Soviética (URSS) se enfrentaram duas vezes: na Guerra de Inverno (1939-40), e na continuação da guerra entre 1941 e 1944, durante a Operação Barbarossa, quando a Alemanha invadiu a URSS. Durante 872 dias, tropas finlandesas e alemãs sitiaram Leninegrado, uma das principais cidades da URSS. Após a derrota da Alemanha pelas frentes orientais e o subsequente avanço soviético, a Finlândia foi forçada a se retratar com a URSS, e aceitar exigências de reparações e controle.
O país teve de rejeitar a ajuda do Plano Marshall, elaborado para reestruturar a Europa, mas foi secretamente amparada pelos Estados Unidos, que ajudaram no desenvolvimento e contribuíram com o partido dos democratas para preservar a independência do país.
A Finlândia é um país com milhares de lagos e ilhas, 187 888 lagos e 179 584 ilhas, mais concretamente. Um destes lagos, o Saimaa, é o 5º maior lago da Europa. A paisagem finlandesa é predominantemente plana, com algumas colinas e montes baixos. O ponto mais alto do país, o Halti, com 1328 m, encontra-se no extremo norte da Lapónia.
Cerca de 75% da área terrestre do país está coberto por Taiga (ou floresta boreal), com pouca terra arável, o tipo mais comum de rocha é o granito. A Morena é o tipo mais comum de solo, recoberto por uma fina camada de húmus de origem biológica.
Um quarto do território finlandês situa-se a norte do Círculo Polar Ártico, e consequentemente é possível experimentar o Sol da meia-noite, mais frequente à medida que se caminha para norte.
A maior parte do ensino pré-universitário é organizado a nível municipal. Mesmo que muitas, ou a maioria, das escolas tenham sido iniciadas como escolas particulares, hoje apenas cerca de 3% dos estudantes estão matriculados em escolas privadas (escolas principalmente com sede em Helsinque), índice este menor que o verificado na Suécia e na maioria dos outros países desenvolvidos.
É altamente produtiva em pesquisa científica. Em 2005, a Finlândia teve o quarto maior número de publicações científicas per capita dos países da OCDE.

Nokia, na Finlândia