13.913 – Internet – A Volta do Orkut?


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Orkut volta com Hello

Já disponível no Brasil, nova rede social do pioneiro Orkut Büyükkökten é lançada na Índia com a ambição de ser uma alternativa à hegemonia do FacebookOrkut volta com Hello
Já disponível no Brasil, nova rede social do pioneiro Orkut Büyükkökten é lançada na Índia com a ambição de ser uma alternativa à hegemonia do Facebook. Será?
Com 1,35 bilhão de habitantes, a Índia é um dos mercados mais atraentes para redes sociais. É também o novo alvo do engenheiro de software turco Orkut Büyükkökten, conhecido como o criador da hoje nostálgica rede que levava seu nome. Há duas semanas, ele inaugurou no país asiático o serviço Hello, sua mais recente criação. Já disponível no Brasil, é uma espécie de herdeira do antigo Orkut.com, responsável por apresentar o potencial das redes sociais para muita gente, especialmente brasileiros e indianos. Enquanto esteve online, entre 2004 e 2014, a rede social chegou a 300 milhões de usuários. Começou como um projeto paralelo de Orkut quando o engenheiro trabalhava no Google — e logo se tornou sua principal ocupação. Para entrar era preciso receber um convite de outro usuário mais antigo, o que só aumentava seu apelo. Sua principal característica era reunir pessoas em comunidades nas quais podiam compartilhar gostos semelhantes. Havia milhares de grupos, para tudo: amantes de chocolate, de música alta, acordar tarde… Era uma experiência voltada para os computadores que ficou perdida com a popularização dos smartphones.

Quando a rede social encerrou suas atividades, o público acabou migrando para outras opções, principalmente o Facebook. Demorou até que o antes visionário Orkut conseguisse encontrar seu espaço. Com o Hello, ele finalmente pretende retomar a graça das comunidades. Feita especificamente para aparelhos portáteis, a rede resgata os grupos de interesse e introduz uma nova modalidade, chamada Persona, que é utilizada para definir os principais gostos de uma pessoa, do amor por gatos e cachorros até seu esporte preferido. Esses interesses, declarados pelos usuários, serão utilizados na oferta de publicidade. “As comunidades ofereciam às pessoas um espaço seguro para que elas se reunissem e dividissem seus interesses, sentimentos e paixões genuínas. Criamos toda a experiência de Hello em torno das comunidades”, disse Orkut. Com interface de apelo visual, favorece a divulgação de fotos e remete ao Instagram e ao Pinterest. Há cerca de um ano e meio no Brasil, já tem mais de um milhão de usuários. Para a campanha de lançamento na Índia, Orkut se fantasiou de Super-homem e vestiu parte da equipe com trajes de super-heróis. A mensagem é clara: recuperar o lado “cult” de sua antiga rede social.
Um dos motivos que faz com que a maioria dos antigos usuários do Orkut lembrem dele com carinho é que a rede oferecia um ambiente praticamente livre de mensagens de ódio, ao mesmo tempo em que tinha um clima divertido de descoberta de pessoas com gostos parecidos. Ela enfrentou alguns problemas legais ao longo dos anos, mas a situação não chega nem perto do que é visto hoje no Facebook. “As companhias que cuidam das redes sociais priorizam os anunciantes, as marcas e os acionistas. Elas possuem algoritmos muito sofisticados que incorporam inteligência artificial para otimizar o tempo gasto, os cliques em anúncios e o retorno financeiro. A felicidade do usuário e as conexões entre as pessoas não são a prioridade”, afirma Orkut. Segundo ele, o resultado disso é uma falta de intimidade e espontaneidade. “Vemos nossos feeds e encontramos momentos perfeitamente coreografados, aparências e situações falsas. As redes estão nos trazendo ansiedade e depressão”.
O recente escândalo envolvendo a utilização de dados de usuários do Facebook pela Cambridge Analytica só piorou a situação da rede que dominou o mundo. Informações retiradas ilegalmente de milhões de contas foram utilizadas para influenciar eleições nos Estados Unidos e na Inglaterra. A Cambridge anunciou o fim de suas atividades (leia mais sobre o caso no quadro abaixo), mas o estrago já estava feito. Mark Zuckerberg, criador do Facebook, foi obrigado a dar satisfações ao Congresso Americano. E sua rede social está sofrendo com um êxodo inédito. “As redes sociais deveriam ser transparentes sobre o que fazem com os dados dos usuários e com quem eles compartilham essas informações. Muitos se escondem atrás de termos de serviço. Sabemos que nem todos leem esses termos. É moralmente errado enganar usuários ao esconder suas intenções em letras miúdas”, afirma Orkut.
É nesse vácuo que o Hello pode encontrar terreno para crescer. “Acredito de todo coração que a tecnologia deveria nos conectar. Não entrar no caminho. Redes sociais devem ser criadas sobre valores como gentileza, amor, empatia e união”. A mensagem otimista de Orkut pode parecer até ingênua, mas oferece justamente uma esperança para quem se interessou pelas redes sociais nos anos 2000 e desde então não encontrou o mesmo ambiente divertido em outras plataformas. Ainda está longe de ser uma ameaça para o Facebook, mas mostra que há vida fora da rede social de Zuckerberg.

13.353 – Réplica do Orkut surge na internet, mas é melhor ter cautela


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A rede social que foi desativada há três anos teria ressurgido com um novo endereço e o mesmo layout clássico.
De acordo com o Google, empresa dona do Orkut original, porém, a rede social permanece desativada, assim como o acervo de comunidades que também foi apagado da internet. Além disso, quem quisesse uma cópia offline do seu perfil, teve até o ano passado para fazer o download.
O orkut.li, endereço que surgiu na internet nesta semana, nada mais é do que uma réplica do Orkut original. Além do domínio que não tem qualquer ligação com o Google, é possível notar, em uma rápida consulta a catálogos de endereços de IP, que o registro foi feito em 2006 e pertence a uma pessoa que mora em São Paulo.
Não é possível saber onde o servidor do novo site está hospedado, mas este serviço é feito pela plataforma de cache CloudFlare. Ao acessar o site em alguns navegadores, como o Chrome ou o Safari, é possível que um alerta de segurança apareça na tela indicando que o site pode ser uma tentativa de phishing.
Phishing é uma prática de roubo de informações pessoais através de formulários que imitem os de um site sério. Para usar o novo Orkut, é necessário fazer um cadastro, incluindo a inserção de um endereço pessoal de e-mail. Há o risco de que esse formulário seja feito para coletar e-mails de possíveis vítimas, mas não há como ter certeza por enquanto.
Após a repercussão do “ressurgimento” do Orkut, surgiu uma mensagem na página principal da nova rede social que diz: “O orkut.li não tem vinculo com o Google. Crie uma nova conta para acessar. Fique tranquilo, nosso site não contém vírus e não vai roubar seus dados. Nosso objetivo é ajudar a conhecer novas pessoas e construir novas amizades”.
Além disso, o endereço usa o protocolo HTTPS, que garante a segurança na troca de informações entre cliente e servidor. Ou seja, não há como saber com certeza se o Orkut.li é uma isca para atrair usuários desavisados a entregar informações pessoais ou se é, de fato, uma legítima homenagem ao finado site de relacionamentos, que chegou a ser um dos mais populares do Brasil antes do crescimento avassalador do Facebook.
Uma vez que o cadastro é feito, a rede social não só imita o layout, mas também as funções básicas do Orkut clássico, como descrições detalhadas de perfis, recados, depoimentos e comunidades. Só não é possível ainda criar tópicos de discussão nos fóruns ou conferir a lista de participantes.

11.777 – Mega Byte – Veja como seria seu perfil no Orkut hoje em dia


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Se você ainda não conseguiu superar a morte do Orkut, ou simplesmente sente saudades da primeira rede social a fazer sucesso no Brasil, há um aplicativo simples para o Facebook que pode ajudar.
Chamado de Seu Perfil no Orkut, o site pega os dados da página do Facebook do usuário e cria uma versão do seu perfil no Orkut, com direito a depoimentos, comunidades, número de visualizações do perfil e até mesmo a “sorte do dia”.
O site parece tentar imitar algumas características da antiga rede social, como listar os amigos por ordem de quem entrou no site mais recentemente, e relembra algumas das comunidades que tinham mais membros, como “Eu odeio acordar cedo” e “Eu tenho medo do PLANTÃO [da Globo]”.
Caso o aplicativo para Facebook não seja suficiente para matar suas saudades do Orkut, vale experimentar também o Orkuti, a rede social brasileira que tenta reviver o site, e que recentemente ganhou até versão para Android.

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Orkut

10.636 – Internet – Google transforma Orkut em museu virtual


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O Google cumpriu o que prometeu quando anunciou a morte do Orkut, em junho, e colocou no ar uma espécie de museu que reúne informações postadas na rede social.
Quem acessar orkut.com a partir desta terça-feira, 30, se deparará com o Arquivo de Comunidades do Orkut, em que está listadas todas as comunidades que permaneceram públicas até a desativação do site.
De acordo com o Google, o arquivo reúne 51 milhões de comunidades, com 120 milhões de tópicos que geraram mais de 1 bilhão de interações.
É possível procurar comunidades por nome através de um menu em ordem alfabética. Ficam visíveis a descrição e o fórum de cada uma – inclusive com as conversas.
Caso você não queira que suas informações apareçam ali, basta excluir o Orkut de sua conta no Google, o que pode ser feito a qualquer momento

10.577 – Orkut – 10 Anos depois, os últimos suspiros


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A rede encerra oficialmente no dia 30 de setembro de 2014
Aos olhos de quem esteve no Orkut e acompanhou sua efervescência, ele hoje lembra uma cidade semiabandonada. A rede social que já foi a mais popular do Brasil – em 2008, chegou a 40 milhões de usuários ativos – é um amontoado de entulho: carcaças de comunidades engraçadinhas, perfis abandonados, vírus camuflados de álbuns de fotos, convites para o jogo Colheita Feliz esquecidos no tempo… Retrato de uma internet do passado.
Era a época de escrever scraps e depoimentos, de fuçar quem tinha visto seu perfil recentemente, de participar de comunidades estapafúrdias, de comemorar quando a capacidade do álbum de fotos subia para 25 imagens e de ficar amigo de perfis falsos e debochados de celebridades. Tudo isso ficou para trás. E o maior culpado não foi a concorrência, mas um problema que surgiu dentro do site: spam.
A partir de 2009, uma avalanche de publicidade invasiva devastou o Orkut. Com a popularidade da rede, muita gente passou a usá-la para outros fins. Era fácil criar perfis para as mais diversas finalidades, como divulgação de festas e outras propagandas impertinentes. E você não podia fazer nada. O Orkut não disponibilizava ferramentas para limitar sua exposição. A cada dia, mais mensagens inúteis pulavam no mural, escondendo recados dos amigos em uma lixeira colorida e pegajosa. Os convites para ganhar dinheiro fácil, entre outras tranqueiras, transformaram o Orkut nessa Chernobyl virtual.
Ele perdeu a guerra para os perfis falsos”, diz Mauricio Cid, fundador do site Não Salvo. Cid é um fruto do Orkut. Conhecido na época como C! The Space Cowboy, ele era dono de 1.024 comunidades de humor. Essas páginas cresceram e viraram celeiros de piadas na internet. Tudo ia bem até que uma reportagem do Fantástico sobre pedofilia na internet exibiu, de relance, uma das comunidades de Cid. “Era para zoar o Michael Jackson, não tinha nada a ver com o assunto”, lembra. Mesmo assim, o episódio foi o suficiente para Cid receber um e-mail do Orkut alertando que não saísse do País, pois estava sendo investigado pela Polícia Federal. Ele não foi preso, mas acabou banido do Orkut. Para continuar a zoeira, que não tinha limites, criou o Não Salvo, hoje o maior portal de humor do Brasil. O site é um dos maiores e mais bem-sucedidos exemplos de gente que debandou do Orkut, contra a vontade ou não. Cid foi um empreendedor e criou um negócio de sucesso. A maioria das pessoas, porém, apenas trocou de ferramenta para seguir a vida nas redes sociais.
Na virada da década, a vasta terra próspera do Facebook, tão limpa e civilizada, fincada e estabelecida na maioria dos países do globo, surgia convidativa no horizonte. Até então, ele servia mais para manter contato com estrangeiros. O Orkut era a rede dos brasileiros. Só que a situação mudou. Com um sistema de confirmação de identidade para evitar a proliferação de perfis falsos e spams, o Facebook (que logo seria abrasileirado para “feice”) era o futuro. Era um ambiente com mais recursos que permitiriam à rede de contatos ser, de certo modo, restrita.
Está um silêncio aqui
Dentre as funcionalidades que separam Orkut e Facebook, a timeline é a mais significativa. Graças a ela, no Facebook toda hora alguém está falando, reclamando, esperneando, corneteando, autoproclamando, vendendo, comprando, desejando, grunhindo, xingando ou recalcando. No Orkut, não. A ausência de uma linha do tempo ajuda a manter um espírito quase pacífico. Sem muita exposição, não há tanto julgamento.
A maior comunidade do Orkut ainda é a mesma dos tempos áureos: “Eu Odeio Acordar Cedo” (6.129.539 membros). Nem todos eles são ativos, por isso o número é maior até mesmo que o de usuários do Orkut no Brasil (exatos 6.009.000. No mundo todo, são 6.945.000*). Mas nem de longe a página está morta. Só no dia 24 de janeiro, aniversário de 10 anos da rede social, os membros da comunidade fizeram 391 posts em 20 tópicos. A moderadora da comunidade é Wilma Smith, 29 anos, oito de Orkut e zero de Facebook. Ela é hardcore, não quer saber da rede de Mark Zuckerberg. “Ali há excesso de exibicionismo alheio”.
O Facebook tirou o lugar do Orkut como o grande centro sociocultural da internet brasileira. Mesmo assim, hoje eles podem coexistir, pois assumiram vocações diferentes. Enquanto procurava links para encontrar Bonitinha, mas Ordinária e seguia na malfadada brincadeira de tentar beijar a pessoa de cima no mural, acompanhei outras informações no Facebook: denúncia de machismo em universidade portuguesa, reclamação da política de transporte público em Porto Alegre, notícia sobre aluguel de crianças por parte do Exército da Salvação, frase que eu duvido que seja de Luis Fernando Veríssimo… É, deve ser um alívio ter uma folga de tudo isso. Sorte do dia: no Orkut, mesmo que você tenha centenas de amigos, é possível ter um pouco de silêncio.

10.336 – Fãs brasileiros do Orkut se mobilizam contra fim do serviço


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Os fãs brasileiros do Orkut reagiram rápido à notícia de que o serviço será descontinuado em 30 de setembro. Três horas depois do anúncio feito pelo Google, já existe na internet uma petição pedindo sobrevida ao serviço. Até a publicação deste texto, 10 mil pessoas haviam assinado o documento que deverá chegar às mãos da empresa americana.
“Poderá ser encerrada uma importante ferramenta de fóruns de nicho, onde são preservadas informações úteis sobre os mais diversos temas. Precisamos nos mobilizar para salvar o Orkut. Ou ao menos a sua principal utilidade: as comunidades e sua organização de fóruns. Vamos mostrar ao Facebook, Twitter e ao insosso Google+ que VAMOS SOBREVIVER”, defende o texto publicado na comunidade Avaaz.
Assim como tantas outras, porém, a petição online não deve ter efeito prático e dificilmente fará o Google mudar de ideia. No entanto, o documento manda um recado positivo sobre a rede social que liderou o setor no Brasil até 2011 e parecia esquecida por muitos internautas.
Mais cedo, quando oficializou o fim do Orkut, o Google se desculpou aos usuários assíduos. “Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além”, escreveu o diretor de Engenharia do Google, Paulo Golgher.

10.333 – A Morte do Orkut


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Agora que o Google confirmou que desativará o Orkut no dia 30 de setembro, pairam dúvidas sobre o que será feito com todo aquele conteúdo postado na rede social. Confira abaixo tudo o que você precisa saber sobre o que acontecerá a partir de agora:

Como posso salvar minhas informações?

É possível exportar os álbuns de fotos para o Google+ clicando aqui. E salvar, no computador, o perfil, scraps, depoimentos e postagens em comunidades através do Google Takeout. Isso pode ser feito até setembro de 2016.

Dá para transferir meu perfil para o Google+?

Quase isso. É possível vincular o perfil do Orkut ao do Plus indo em Configurações > Google+ > Conectar seus perfis do Google+ e Orkut > Conectar contas.

E as comunidades?

Não há como exportar uma comunidade do Orkut, mas você pode criar uma no Google+ e conectá-la à que já possui no Orkut. Assim, quem está na comunidade do Orkut verá um banner informando que aquele espaço também está disponível no Plus. Vá em Configurações da comunidade > Google+ > Conectar essa comunidade.

O que será feito com as comunidades?

Todas as comunidades públicas serão salvas em um arquivo chamado Arquivo de Comunidades, que o Google deixará na internet como lembrança histórica do Orkut.

Minhas postagens permanecerão também?

Agora que o Google confirmou que desativará o Orkut no dia 30 de setembro, pairam dúvidas sobre o que será feito com todo aquele conteúdo postado na rede social. Confira abaixo tudo o que você precisa saber sobre o que acontecerá a partir de agora:

Como posso salvar minhas informações?

É possível exportar os álbuns de fotos para o Google+ clicando aqui. E salvar, no computador, o perfil, scraps, depoimentos e postagens em comunidades através do Google Takeout. Isso pode ser feito até setembro de 2016.

Dá para transferir meu perfil para o Google+?

Quase isso. É possível vincular o perfil do Orkut ao do Plus indo em Configurações > Google+ > Conectar seus perfis do Google+ e Orkut > Conectar contas.

E as comunidades?

Não há como exportar uma comunidade do Orkut, mas você pode criar uma no Google+ e conectá-la à que já possui no Orkut. Assim, quem está na comunidade do Orkut verá um banner informando que aquele espaço também está disponível no Plus. Vá em Configurações da comunidade > Google+ > Conectar essa comunidade.

O que será feito com as comunidades?

Todas as comunidades públicas serão salvas em um arquivo chamado Arquivo de Comunidades, que o Google deixará na internet como lembrança histórica do Orkut.

Minhas postagens permanecerão também?

Depende de você. Caso queira manter seus tópicos, comentários e pesquisas como parte do Arquivo de Comunidades, não precisa fazer nada. Se preferir, pode excluir postagens individuais ou todas de uma só vez.

E como eu faço isso?

Individualmente, procure o que deseja que desapareça e apague, o que só pode ser feito até 30 de setembro. Ou exclua o Orkut de sua Conta do Google, o que fará todas as suas interações desaparecerem junto com fotos, informações de perfil e mensagens.

Clique aqui > Ferramentas de dados > Excluir produtos > Remover Orkut permanentemente. (Isso pode ser feito mesmo depois de 30 de setembro.)

Sou dono de uma comunidade e não a quero no Arquivo, o que faço?

A partir de 30 de setembro, se as configurações de privacidade permitirem que a comunidade seja vista por qualquer pessoa, ela irá para o Arquivo automaticamente. Para impedir isso, vá em configurações da comunidade > Privacidade e Segurança > desmarque a caixa Mecanismos de pesquisa como o Google e usuários que não fazem parte do Orkut podem encontrar minha comunidade e seus tópicos.

3459 – Mega Byte – O que é orkut?


Orkut

É a mais popular das chamadas redes sociais da internet: sites que o conectam com seus amigos, com os amigos dos seus amigos e com os amigos dos amigos dos seus amigos. Ou seja, fazem valer na prática a conhecida teoria de que cada pessoa no mundo está, no máximo, a seis pessoas de distância de qualquer outra. O orkut (escrito com letra minúscula, mesmo), por exemplo, permite que você crie listas de discussão, encontre amigos por características específicas e ainda vote no quanto seus conhecidos são sexy, bacanas ou espertos. Lá, no máximo três pessoas separam você de qualquer outra que esteja cadastrada – inclusive do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, John Kerry (ou alguém que diz ser Kerry, já que não existe garantia da identidade de ninguém).
A comunidade nasceu como um projeto pessoal de Orkut Buyukkokten, programador do Google. Ele cadastrou alguns dos seus amigos para testes iniciais e instituiu no início a regra de que você só pode entrar no orkut após ter sido convidado por um membro da comunidade. Ou seja, absolutamente todos os usuários são descendentes do próprio senhor Orkut. Hoje as regras são diferentes, basta ter uma conta no Google para ter um orkut.É sem dúvida a bola da vez, mas não é a única rede social da internet. No Friendster, você pode se inscrever sem convite. E o Ryze abriga pessoas interessadas em negócios.
Apesar dos rumores de que esses serviços tenham sido feitos para vender informações dos usuários – o que gerou inclusive a criação do grupo de discussão Conspiração Orkut – as equipes negam tudo.