9332 – A Organização Mundial de Saúde (OMS)


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OMS

Uma agência especializada subordinada à Organização das Nações Unidas.
A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada logo após a Segunda Guerra Mundial para tentar manter a paz entre os países do mundo. Sua atuação ocorre em diversas áreas da sociedade para tentar cumprir com seu objetivo e uma delas é a saúde. Inspirando-se no Comitê de Higiene, uma organização criada em meio a guerras no México no fim do século XIX, a Sociedade das Nações repetiu o modelo após a Primeira Guerra Mundial. Somente anos mais tarde, contudo, que seria criada uma instituição mais ampla com vigor para longevidade.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) foi fundada no dia sete de abril de 1948 com o objetivo de desenvolver o nível de saúde de todos os povos. Em sua constituição, a saúde é definida como bem-estar físico, mental e social, ou seja, não necessariamente apenas a ausência de uma enfermidade. Atualmente, a OMS é composta por 193 Estados-membros que incluem territórios que não necessariamente são membros da Organização das Nações Unidas também. Há ainda espaço reservado para os membros associados e os membros observadores. Mas são os Estados-membros que decidem pela adesão de outros países através de assembleias, que são realizadas anualmente no mês de maio. A organização é dirigida por um Diretor Geral com mandato de cinco anos que é assessorado por uma Direção Executiva composta de 34 membros. O financiamento da OMS também é proveniente dos Estados-membros e de doadores e parceiros variados, que, por sua vez, colaboram com mais investimentos do que os Estados-membros.
A Organização Mundial de Saúde se encarrega de liderar questões e parcerias para o desenvolvimento da saúde, de estimular a pesquisa científica, de estabelecer normas na área, de prestar apoio técnico e de monitorar a situação da saúde no mundo. Além disso, patrocina programas para prevenir e tratar a malária e a tuberculose, supervisiona a implementação do Regulamento Sanitário Internacional, realiza campanhas de saúde, promove pesquisas sobre doenças de variadas categorias em diversos países e publica periódicos para o desenvolvimento da área.
A Organização Mundial de Saúde tem sede em Genebra, na Suíça. O Brasil é um dos membros da OMS e tem participação representativa, pois foram seus delegados, inclusive, que propuseram a criação de uma organização dedicada a promover a saúde pública mundial. Até hoje, há intensa cooperação entre Brasil e OMS.

9068 – Nutrição – Vai um mosquitinho aí? – Ração à base de insetos é alternativa no combate à fome


Insetos são alimentos ricos em proteínas e minerais, de baixo custo, abundantes e — há quem garanta — até mesmo deliciosos. Em agosto deste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um programa incentivando o consumo e a criação desses animais. Segundo o órgão, esse seria um caminho eficaz de combate à fome. Mas só a ideia de mordiscar um grilo causa repulsa em muita gente, principalmente nos países do Ocidente. Para o engenheiro americano Glen Courtright, no entanto, é possível usar os insetos como arma contra a fome mundial, sem que seja necessário modificar o cardápio alimentar. Courtright é o idealizador de um projeto que produz ração para peixes, camarões e porcos usando larvas de mosca como ingrediente primário — e, de quebra, ainda ajuda a reduzir o volume de sobras industriais.
Para reinventar a utilidade dos insetos, o americano criou a EnviroFlight, uma empresa localizada em Ohio, nos Estados Unidos, que produz e vende o que eles chamam de “insect meal” (“refeição de insetos”, em tradução livre). O produto é feito com larvas desidratadas de uma mosca chamada black soldier flight (algo como “mosca soldado negra”, de nome científico Hermetia illucens). Em linhas gerais, a cadeia de produção é bastante simples: as larvas comem resíduos industriais e, quando “prontas”, viram ração de animais que são criados para o consumo humano — como peixes e porcos.
As moscas black soldiers foram escolhidas para a empreitada porque suas larvas são numerosas, grandes e ricas em gordura e proteína. “Elas também são ótimas para recuperar o que normalmente desperdiçamos ou que valem muito pouco economicamente”. Entre o que é usado para alimentar as larvas estão pequenos pedaços de frango que sobram de indústrias que fazem nuggets, sobras de fábricas de pães e biscoitos, e da produção de etanol — que, no caso dos Estados Unidos, é feito com milho. São utilizadas também sobras do processamento do peixe, como cabeça, rabo, pele e vísceras, e gordura e carboidratos que sobram da produção de cerveja.
Depois de passarem um tempo engordando, as larvas são jogadas em água ou vapor muito quente – para uma morte rápida – e vão para um forno industrial. Quando saem do forno, onde são desidratadas, elas são misturadas com ingredientes como soja, milho, vitaminas e mineiras, e se transformam em ração para animais, principalmente porcos e peixes. Essa “refeição de insetos” substitui alguns alimentos como vísceras de vacas, que costumam ser usados nas rações.
A proposta da EnviroFlight surgiu de uma preocupação tanto com a quantidade de lixo produzida no mundo quanto com o abastecimento de alimentos. “Dentro de 20 anos, a situação pode estar insustentável. Não que isso fosse acontecer no Brasil ou nos Estados Unidos, porque são dois países com agricultura forte. O problema vai ser maior na África e na Ásia”.
Atualmente, a empresa produz cerca de uma tonelada de “refeição de insetos” a cada dois dias. A meta é chegar a 1.000 toneladas por ano, mantendo um preço competitivo com os outros tipos de produtos utilizados para a alimentação de animais, como a farinha de peixe — feita com vísceras, cabeças, espinhas e restos do processamento do peixe.
A Enviroflight está se preparando para produzir em larga escala. Dentre os planos para um futuro, está um projeto de implantação na Europa e outros nos Estados Unidos. Porém, antes disso, é necessária a provação do FDA, órgão americano responsável pelo controle de alimentos e produtos medicinais. Até o momento, o produto só é comercializado com aprovações estaduais, e sob a classificação de “Genericamente reconhecido como seguro”. “O ponto principal é que não estamos usando restos estragados, mas restos de produção de alimentos”.

8952 – Política Internacional – Metas da ONU


Até 2015, a ONU e os países membros pretendem atingir as metas do atual ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), porém, a entidade já trabalha na composição de uma nova Agenda de Desenvolvimento a ser trabalhada depois de 2015.
Depois da realização da Rio+20, o então Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon, prometeu nomear um Painel de Alto Nível de aconselhamento para a Agenda de Desenvolvimento pós 2015.
A partir de fevereiro de 2013, as diferentes agências da ONU começaram a trabalhar e a discutirem sobre a nova agenda pós 2015. A ONU Mulheres e a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) iniciaram as consultas sobre a desigualdade e aos níveis socioeconômicos.
A diretora da Divisão de Políticas da ONU Mulheres, Saraswathi Menon, já declarou suas primeiras análises referente à composição de uma nova agenda cujas metas deverão ser mais precisas, permitindo melhores possibilidades de redução das desigualdades no mundo. Leia a seguir, a opinião que a diretora declarou à imprensa em fevereiro de 2013:

“ Objetivos de Desenvolvimento do Milênio tiveram êxito na forma como capturaram a imaginação das pessoas em todo o mundo. Vimos organizações de mulheres, a sociedade civil, a mídia e acadêmicos usando os ODM para avaliar o desempenho de seus líderes e da comunidade internacional, e em muitos casos forçando-os a prestar contas. Os governos também rapidamente integraram os ODM às suas políticas e prioridades. Qualquer nova agenda deve, portanto, responder ao que governos e povos viram como fortalezas e fraquezas no contexto anterior. Em cada país as crescentes desigualdades e os impactos das diferentes crises – alimentar, de combustíveis, econômica e de emprego – são grandes preocupações, bem como a violência contra as mulheres que ocorre em todos os países, em todos os setores sociais, nas famílias e em espaços públicos. As vidas frágeis de pessoas em situações de conflito ou em países vulneráveis aos desastres naturais ou à mudança climática também são motivo de preocupação. Estes são alguns dos temas que não foram encarados pelos ODM e devem ser tratados em algum novo contexto. Como já vimos qual foi o desempenho dos Objetivos, com um progresso desigual em muitos casos, o pior de todos em matéria de mortalidade materna, se deve prestar muita atenção não apenas na forma como são elaboradas as metas mas também como podem ser traduzidas em ações públicas para fazer uma diferença na vida das pessoas. O novo contexto será diferente, responderá às aspirações das pessoas e levará em conta as lições aprendidas pelos governos e por seus sócios. Além disso, terá de enfrentar os desafios que se agravaram ou surgiram desde a adoção da Declaração do Milênio.”

8586 – O que é a A OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual) ?


Tem sede em Genebra, Suíça, e se refere a uma entidade de abrangência internacional que trabalha em prol do direito internacional sobre a propriedade intelectual. A organização foi fundada em 1967, e faz parte do grupo de 16 agências da ONU (Organizações das Nações Unidas).
Tem como principais objetivos proteger a propriedade intelectual e a cooperação entre os países. É dedicada à formação, atualização e idealização de padrões internacionais de proteção às obras intelectuais em nível mundial. Mantém, por exemplo, o PCT (Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes), o UPOV (Proteção de Obtenções Vegetais), e o Protocolo de Madrid.
Também visa estabelecer medidas apropriadas para a promoção de atividades intelectuais com o repasse ou compartilhamento de tecnologia referente à propriedade industrial para os países em desenvolvimento, no intuito de acelerar o processo de desenvolvimento tecnológico e econômico, acém do social e cultural. Atua em diferentes frentes de negociações para estabelecimento de tratados internacionais e legislações nacionais.
A OMPI conta com a presença de 184 países membros, e administra 24 tratados internacionais. A OMPI obedece e estabelece normas tendo como base o conjunto de direitos de propriedade intelectual, cuja história surge no século XIX, logo após o advento da Revolução Industrial, cuja propriedade permitiu às indústrias e inventores controlar a produção e proteger seus inventos por meio de patentes. Ainda no século XIX, e início do século XX, não havia direito de propriedade industrial.
Esse tipo de direito ainda era regulado particularmente por cada país, sem uma regulação internacional que abrangesse, por exemplo, a presença e o invento de marcas e produtos internacionalizados. Uma das primeiras tentativas de internacionalizar o direito sobre propriedade intelectual ocorreu entre 1883 e 1889, por meio da CUP (Convenção de Paris pela Proteção da Propriedade Industrial), e a CUB (Convenção de Berna pela Proteção do Trabalho Artístico e Literário). Posteriormente, ambas se uniram para criar a BIRPI (Bureaux Internationaux Réunis pour la Protection de la Propriété Intellectuelle), em português, Escritório Internacional Unificado pela Proteção da Propriedade Intelectual.
A OMPI seria criada em 1967, a partir da Convenção de Estocolmo, e se tornou na principal organização sobre o assunto após a Segunda Guerra Mundial.

8232 – Vai uma baratinha ai? FAO recomenda insetos para combater a fome


A FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, lançou um programa que orienta as pessoas a comer insetos como forma de combater a fome e promover a segurança alimentar. O programa também tem como objetivo incentivar a criação em larga escala de insetos — alimento, segundo a FAO, rico em nutrientes, de baixo custo, ecológico e “delicioso”.
De acordo com a FAO, dois bilhões de pessoas em culturas da África, Ásia e América Latina — quase um terço da população mundial — já consomem insetos, mas o potencial de consumo é muito maior. “Essas pessoas comem insetos pois são deliciosos e nutritivos. Nossa mensagem é: coma insetos, eles são abundantes e uma rica fonte de proteínas e minerais”, disse Eva Ursula Müller, diretora do Departamento de Política Econômica Florestal da FAO durante a apresentação do projeto, em Roma.
Os trilhões de insetos, que se reproduzem sem parar na terra, no ar e na água, “apresentam maiores taxas de crescimento e um baixo impacto sobre o meio ambiente durante todo o seu ciclo de vida”, disseram os especialistas da FAO. De acordo com seus cálculos, cerca de 900 espécies de insetos são comestíveis.
Segundo a FAO, são necessários 2 quilos de ração para produzir 1 quilo de insetos — muito menos do que o exigido pelo gado, por exemplo, que requer 8 quilos de alimento para produzir apenas 1 quilo de carne. Além disso, a criação de insetos é simples, já pode ser feita a partir de resíduos orgânicos, tais como restos de alimentos, e também a partir de compostos e estrume. Outro benefício de comer insetos é que eles “são nutritivos, com um elevado teor de proteínas, gorduras e minerais” e “podem ser consumidos inteiros ou em pó e incorporados em outros alimentos”, informou a organização em comunicado.
Os insetos também são usados para garantir a nutrição dos animais, complementando muitas vezes outros recursos, como soja e farinha de peixe. De acordo com a FAO, “até 2050, mais de nove bilhões de pessoas vão precisar ser alimentadas, assim como os bilhões de animais criados a cada ano” para atender diversas necessidades, em um momento em que “a poluição do solo e da água devido à produção intensiva de animais de pastoreio levam a degradação das florestas”. Abaixo uma lista de insetos comestíveis:

Os besouros, ou os coleópteros, são os principais insetos comestíveis do mundo.
As borboletas fazem parte da ordem dos lepidópteros, que também inclui mariposas.
Mariposa
Como as borboletas, fazem parte da ordem dos lepidópteros.
Abelha
O inseto faz parte da ordem dos himenópteros, um dos maiores grupos dentre os insetos.
Vespa
O inseto faz parte da ordem dos himenópteros, um dos maiores grupos dentre os insetos.
Formiga
Gafanhoto
O gafanhoto é um ortóptero, assim como o grilo.
Cupim
são isópteros.
Percevejo
O inseto faz parte da ordem dos hemípteros.
Cigarra
são insetos homópteros.

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7035 – Demografia no Futuro – Explosão ou Estabilização?


Cidades se agigantam em países pobres, com populações famélicas tomadas por epidemias velhas e novas. Democracias são ameaçadas de extinção. Governos nacionais se enfraquecem – e em alguns casos são substituídos por uma combinação de feudalismo e tribalismo. E por fim a humanidade volta à Idade Média. Era o que previa o biólogo americano Paul Ehrlich.
A expectativa era de que a população mundial, então de 5,5 bilhões, aumentaria em 1 bilhão em 11 anos. A aids era só um sinal do fim dos tempos.
Em 2011, chegamos a 7 bilhões de habitantes. Mas, apesar de sermos tantos, nosso cenário é bastante diferente do previsto por Ehrlich. Desde 1950, a taxa mundial de fertilidade só cai – 5 crianças por mulher para 2,5 -, o que deve estabilizar a população mundial em 9 bilhões em 2050, 70% dela em cidades. Para garantir que não passemos fome, será necessário aumentar em 70% a produção de alimentos, segundo a FAO, agência da ONU para agricultura e alimentação. E recursos naturais para isso não faltarão, desde que 3 problemas sejam resolvidos: a mudança climática, a degradação ambiental das áreas cultivadas e a expansão do cultivo de biocombustíveis no lugar de alimentos.
O problema por vir é exatamente a baixa taxa de fertilidade. Já temos 80 países abaixo da taxa de reposição demográfica, de 2,1 bebês por mulher. Isso significa que essas nações estão envelhecendo e terão dificuldade para arranjar mão de obra ativa para sustentar seus aposentados. E o problema não será apenas na Europa, cuja população cairá de 730 milhões para 664 milhões na metade do século. Faltará gente na China. Ou, pelo menos, gente jovem. Lá, mulheres têm em média 1,4 filho, segundo o censo de 2010. Somando a isso o aumento de expectativa de vida, em 2050 o país terá 30% de seu 1,3 bilhão de habitantes acima de 65 anos. O risco é de que o país fique velho antes de ficar rico (o que também vale para o Brasil, que tem 1,9 filhos por mulher, segundo o censo de 2010).
Com a política de filho único, o país estimulou o infanticídio e o aborto de meninas. Hoje já há 118 meninos para cada 100 meninas. Quando virarem adultos, haverá um batalhão de homens solteiros, o que não é uma receita para estabilidade social.
A solução pode vir do continente mais pobre do mundo. Na virada do século, a população africana deve subir de 1 bilhão para 3,6 bilhões. Será o continente mais jovem num mundo envelhecido. Com isso, países populosos como Nigéria, Etiópia, Tanzânia e Quênia podem seguir um caminho semelhante ao de China, Vietnã, Indonésia e de outros países asiáticos: sua população urbana jovem servir de combustível para a industrialização e o enriquecimento. Só que a história não é movida apenas pela demografia. O futuro do mundo vai depender de como os países africanos serão governados.

6506 – ONU pede qualidade no trabalho para evitar doenças


O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apelou aos empresários para que proporcionem um ambiente saudável de trabalho aos funcionários. Segundo ele, 60% das doenças não transmissíveis – como câncer, diabetes, problemas respiratórios e ocorrências de acidente vascular cerebral (AVC) – podem ser evitadas quando os fatores de risco são reduzidos. O apelo dele é um alerta sobre a possibilidade de as doenças aumentarem até 2030.
Segundo Moon, as doenças crônicas são responsáveis pela morte de 35 milhões de pessoas, por ano no mundo, a maioria com menos de 70 anos. A estimativa das Nações Unidas é que até 2030, as doenças crônicas aumentem, em pelo menos 50%, nos países da África, do Oriente Médio e do Sudeste da Ásia.
“Não podemos permitir que as doenças crônicas aumentem. Esses são alguns dos desafios de saúde enfrentados pelos países em desenvolvimento, especialmente quando sabemos que as soluções”, disse Moon (que nãoé o reverendo), no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça).
Em setembro, a Assembleia Geral da ONU promove uma Reunião de Alto Nível sobre a Prevenção e Controle de Doenças Não transmissíveis, em Nova York. A previsão é reunir presidentes da República, primeiros-ministros e ministros para os debates, além de representantes da iniciativa privada. “É preciso ter visão política e de mobilização de recursos entre os setores, entre os ministérios e ir além das fronteiras”.

5028 – Palestina X Israel – Como começou a briga


O 1° Congresso Sionista, realizado na Suíça em 1897, marcou o início do Sionismo, um movimento que reinvindicou um Estado próprio para os judeus na Palestina. O povo judaico viveu nesta região nos tempos bíblicos até 70 dc, o ano da destruição do templo de Jerusalém, quando se mudou para a Europa, na emigração em massa chamada diáspora.
Dois milênios depois, com o ideal sionista, intensificou-se o retorno dos judeus ao Oriente Médio, criando os primeiros conflitos com os palestinos de etnia árabe. Tal questão foi levada a ONU no fim da 2ª Guerra Mundial, que, em novembro de 1947, votou pela partilha do território. A consequente criação do Estado de Israel, em maio de 1948, foi rejeitada pelos Estados Árabes (Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque), decadeando a 1ª de uma série de guerras entre os israelenses. Houve uma trégua nos anos 90 com acordosde paz assinados em Oslo e Madri, mas voltou à tona alguns anos depois.