13.257 – Motociclismo – A rara e lendária moto Pope


moto pope

Hoje são motos para colecionadores, muito raras e caras.

Pope Manufacturing Company foi fundada por Albert Augustus Pope por volta de 1876 em Boston, Massachusetts, e incorporada em Connecticut em 1877. A fabricação de bicicletas começou em 1878 em Hartford , Connecticut, na Weed Sewing Machine Company. Pope fabricava bicicletas, motocicletas e automóveis .
Albert Pope começou a anunciar bicicletas inglesas importadas para venda em março de 1878. Seu investimento inicial na Companhia de Manufatura Pope foi de US $ 3.000 (USD), ou vale cerca de US $ 125.000 no início do século XXI. Ele investiu cerca de US $ 4.000 em 1878 para importar cerca de cinquenta bicicletas inglesas. Em maio de 1878, ele se encontrou com George Fairfield, presidente da Weed Sewing Machine Company. Albert Pope estava investigando sobre a fabricação de sua própria marca de bicicletas, propondo um contrato com Weed para construir cinqüenta bicicletas em sua fábrica em Hartford , Connecticut, em nome de Pope Manufacturing.
Em setembro de 1878, Weed Sewing Machine Company construiu a última das cinqüenta bicicletas sob o primeiro contrato.
Começou a fabricar bicicletas motorizadas em 1902 e continuou com motocicletas até 1918.
Os mopeds de Columbia eram os primeiros mopeds montados nunca nos Estados Unidos, mesmo que o motor e algumas peças fossem terceirizados. Os quadros tubulares, assentos, pára-lamas, rodas, hubs, freios, montagem da forquilha dianteira, faróis e chicotes de fios foram feitos nos Estados Unidos.
A maioria dos ciclomotores Columbia foram alimentados com um 47cc Sachs 505 / 1A, embora alguns foram alimentados por um motor Solo. Mesmo que o motor Sachs 505 / 1A é projetado para freios traseiros, Columbia escolheu usar uma alavanca de mão Magura e cabo para o freio traseiro.

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9923 – Mega Sampa – Uso de moto aumenta 44% em cinco anos em SP


motoca

Basta circular cinco minutos por qualquer esquina movimentada da região central de São Paulo para ter certeza de que o aumento de 44% em cinco anos no uso da moto detectado pela pesquisa é fato real.
Segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2012, no Sudeste, 15,1% das residências têm motos, ante 50,7% com carro.
O registro de 32.873 motos emplacadas apenas na capital em 2013 também indica um aumento vertiginoso dessa frota.
Esse fato tem trazido muitos riscos principalmente para os usuários desse meio de transporte.Estudos mostram que o risco de morrer em uma moto, na cidade, é 30 vezes maior do que para quem circula apenas de carro.
Outro dado é a quantidade de pessoas que usam táxi para circular pela Grande SP. O incremento entre 2007 e 2012 é de 55%.
Segundo os dados de 2012, 158 mil viagens diárias são feitas de táxi. No conjunto geral dos meios de deslocamento por São Paulo, trata-se de um transporte ainda pouco representativo.
Entre os principais modos de transporte usados pelo paulistano, o uso de ônibus fretado foi o único que caiu. Entre 2007 e 2012, diminuiu 22%.

7004 – História das Motos – A Yamaha RD 350


Uma moto para pilotos experientes. Campeã de acidentes aqui no Brasil.
(acrônimo de Race Developed (desenvolvida para disputas), também conhecida no Brasil pela alcunha Viúva Negra) é uma série de motocicletas que foi produzida entre 1973 e 1993. No Brasil, sua produção começou em 1986 com o modelo RD350LC YPVS.
Em 1967 a Yamaha lançou a RD, uma 350, 2 cilindros, 2 tempos. Em 1968 é lançada a R2 350 com motor, chassi e componentes totalmente diferentes, seu motor também 2 cilindros, 2 tempos, passou a ser Twin (os pistões movimentam-se em conjunto). Em 1969 foram fabricadas as R3, com visual similar a R2, apenas com o velocímetro e tacômetro independentes (antes era um mostrador único aclopado na cuba do farol). Assim como a R2, tiveram também a opção dos canos de escapamento Scrambler (tipo trail) e versão Grand Prix. Em 1970 vieram as R5, visual totalmente remodelado e mecânica derivada das TR3 350 de competição, imediatamente obtiveram sucesso em todo mundo. Posteriormente foram lançadas as R5 350 B (1971) e R5 350 C (1972), os modelos R5 diferenciavam-se entre si apenas pelas cores:
1970 R5(A) – Metallic Purple/white
1971 R5B – Mandarin Orange/white
1972 R5C – Mandarin Orange/black
Não foram fabricados modelos R4 por motivo de o número 4 no Japão significar o número da morte e outras negatividades.
A RD 350 (Race Developed) foi lançada em 1973 nas cores “candy red” e “Racing Green”. A RD 350 inaugurou o uso do Torque Induction, a palheta de torque, um mecanismo que veda o retorno da mistura ar/combustível/óleo 2 tempos para o carburador, proporcionando melhor torque em baixas rotações e economia de combustível, um ponto crítico do Motor 2 Tempos. Também foram introduzidos os freios a disco dianteiro com pastilhas de dupla ação (dois cilindros), caixa de mudanças passou a ter com 6 marchas, o bloco do motor obteve novas tampas laterais com formato oval, Os mostradores (velocímetro e tacômetro) foram fixados em um painel onde também tinham as luzes de monitoramento dos piscas (Flash) independentes para cada direção, neutro e farol alto.
A extrema potencia do motor exigia muita atenção e habilidade na pilotagem, pois era praticamente uma motocileta de competição trafegando na rua. Foi assim que a moto ganhou o apelido de “Viúva Negra”. A RD 350 vinha com um assessório fixado por baixo da mesa inferior, que funcionava como amortecedor de direção, estranhamente muitas Rd’s eram vendidas sem este componente.
Em 1980 a Yamaha volta às 350cc, derivada das TZ 350 de competição, é lançada a RD 350 LC (Liquid Cooled), refrigeração líquida, CDI (Ignição eletrônica) e freio à disco nas duas rodas, sendo duplo na dianteira. Em 1983 recebe o sistema YPVS (Yamaha Power Valve System), Trata-se de uma válvula que abre e fecha a janela de escapamento do motor através de um motor elétrico controlado por um sistema eletrônico. Quando o motor está funcionando a menos de 5 mil RPM, a válvula se fecha e restringe a saída dos gases de escapamento, fazendo o motor produzir mais torque em baixas rotações e tornando a pilotagem mais dócil. Quando a moto ultrapassa os 5 mil RPM, a válvula se abre GRADUALMENTE, ou seja, faz com que na “subida de giro” a válvula se abre moderadamente, até que toda a potência do motor é liberada. Em 1986 a fábrica da Yamaha concentra a fabricação da RD 350 LC em Manaus e o modelo vem de fábrica com carenagem parcial ( apenas carenagem no farol seguida de semi-carenagens ) com opcional de carenagem integral. Em 1987/88, A RD 350 é fabricada apenas com carenagem integral, em 1991 recebe estilização, abandonando o farol quadrado para adotar dois faróis redondos e novo modelo de carenagem frontal. Em 1993 encerra-se a produção já denominada RD 350 R.

Em 1986 passa a ser produzida no Brasil com novo visual e carenagem semi-integral e já em 1987 uma decisão da Yamaha centraliza a produção das RD350 em nosso país, sendo exportada para o resto do mundo e descontinuada no Japão. Assim a RD350 no ano de 1988, ganha carenagem integral, discos de freios ventilados, suspensão dianteira Showa e um novo nome, RD350R, adequando-se ao exigente mercado externo.
Em 1989 foi produzida a série limitada denominada limited edition, em comemoração ao sucesso de vendas da motocicleta no exterior, principalmente na Europa. Foram fabricadas apenas 350 exemplares, os quais foram numerados por uma plaqueta de identificação. O modelo da série limitada caracterizava-se, especialmente, pela pintura cor branco perolizado e pelos gráficos exclusivos. Os gráficos eram idênticos aos do modelo comercializado na Europa alguns anos antes (1986-1988). O propulsor da série especial tinha 63 cavalos, contra 55 do modelo convencional, em razão de algumas mudanças, principalmente maior taxa de compressão – o que exigia a utilização de combustível especial na época. Especulou-se que apenas algumas destas 350 motos da série especial foram comercializadas no mercado brasileiro, pois grande parte desta produção teria sido direcionada a pessoas de notável importância da YAMAHA (diretores, dirigentes, investidores etc.), tanto do Brasil quanto do exterior, ou seja, poucas unidades foram efetivamente vendidas no país.
Em 1991 recebeu sua última remodelagem, passando a contar com carenagem totalmente fechada no estilo da CBR600 e Suzuki RGV. Ganha novos faróis duplos seguindo o mesmo padrão de estilo das FZR. Teve sua produção encerrada para o mercado brasileiro em 1993, sendo que seus últimos modelos foram vendidos até o final desse ano.
Mesmo sendo motos muito mais avançadas tecnologicamente, e muito mais potentes, tinham uma distribuição de potência e torque muito mais linear que suas antecessoras, devido ao sistema YPVS, que serve para que a moto tenha maior aproveitamento do torque e da potência, desde as rotações mais baixas, sendo assim mais linear, e não agindo como um “Turbo” como muitas pessoas pensam.
Também foi a moto pioneira no mundo no uso do quadro de berço-duplo e suspensão traseira mono-amortecida de série. Seu quadro foi o precursor dos famosos quadros DeltaBox de alumínio desenvolvidos pela Yamaha, e posteriormente utilizados pelas demais marcas. Vinha equipada com 3 freios à disco, e rodas de alumínio.

6994 – História das Motos – A CB 400 da Honda


Começou a ser fabricada no Brasil em 1980, até então era apenas disponível a importada CB 400 Four, que era provida de quatro cilindros com duas valvulas em cada. Porém a CB400 mais conhecida oferece um desempenho superior quando exigido. Do contrário é uma motocicleta muito macia, estável e confiável, possuí bons sistema de freios. A estabilidade se dá pelas rodas de grande aro, que garantem um efeito giroscópico maior fazendo com que ela se equilibre melhor e “filtre” melhor as imperfeições da pista, porém exige uma maior experiência do piloto para curvas fechadas e manobras específicas.
Na época do lançamento, em junho de 1980, a produção daquele ano já estava vendida. Derivada do modelo de dois cilindros vendida na Europa e nos Estados Unidos (alguns mercados recebiam também a 400F, de quatro cilindros), era uma estradeira moderna, com certa esportividade e desempenho incomparável no mercado da época
O motor de dois cilindros paralelos a quatro tempos, com refrigeração a ar e dois carburadores de 32 mm, trazia a novidade das três válvulas por cilindro, duas para admissão e uma para escapamento. O comando de válvulas era único, acionado por corrente, e havia duas árvores de balanceamento para anular vibrações.
A potência de 40 cv a 9.500 rpm, superava as pequenas motos que o mercado oferecia na época. Com torque máximo de 3,2 m.kgf a 8.000 rpm, o desempenho atendia bem a qualquer necessidade: velocidade máxima próxima a 160 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 7 s.
Além de rápida, a CB 400 oferecia conforto, um banco largo, suspensões macias, partida elétrica (mantendo o pedal de partida, para eventual necessidade), afogador junto ao painel em vez de próximo ao carburador, baixo nível de ruídos e vibrações. Não havia nada parecido para as viagens ou mesmo um uso urbano tranqüilo, em que o torque elevado dispensava reduções freqüentes entre as seis marchas.

4042 – Motococlismo – Irmãos criam moto elétrica do filme “Tron”


Dois irmãos estão desenvolvendo uma réplica da motocicleta do filme “Tron”. A dupla americana apaixonada por motos tem uma oficina especializada.Os irmãos Parker chegaram a fabricar um modelo a gasolina que é vendido por US$ 55 mil. A nova versão tem um visual mais adequado ao filme e um motor elétrico de 96 volts.
A Tron Light Cycle roda 160 km com uma carga de 15 a 35 minutos na bateria de íons de lítio.
O modelo ainda não está homologado para circular na rua e o preço ainda não está definido.