14.118 – Mitologia – Pégasus, o Cavalo Alado


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Pégaso era um cavalo voador na mitologia grega, geralmente descrito como de cor branca. Seu pai era Poseidon e sua mãe era o Gorgon Medusa; ele nasceu junto com seu irmão Chrysaor quando Medusa foi decapitado por Perseus.
Ele foi capturado e domesticado pelo herói grego Belerofonte e ajudou-o em suas lutas contra a Chimera e as amazonas.
Mais tarde, continuou Belerofonte montando Pégaso em seu caminho para o Monte Olimpo, mas Zeus desmontou ele no caminho; Pégaso continuou a viagem e chegou a Monte Olimpo.
Na mitologia grega, Pégaso era um cavalo com asas, filho de Poseidon, deus dos oceanos, e de Medusa, uma das terríveis górgonas (monstros com asas de ouro, cabelos de serpentes e dentes de javali).
Diz a lenda que o cavalo saiu do corpo de Medusa quando a monstra foi decapitada pelo herói Perseu.
está ligado às tempestades, à água, é ele quem traz o trovão e os raios. É também o símbolo da criatividade do espírito, dos poetas e da imaginação.
O herói Belerofonte capturou o cavalo enquanto ele bebia água de um poço. Para isso, usou um bridão de ouro, presente da deusa Atena (a capital da Grécia se chama Atenas em homenagem a essa deusa!).
Foi montado em Pégaso que Belerofonte conseguiu matar o horrível monstro Quimera. Mas, quando o herói tentou montar o cavalo de novo, ele corcoveou, atirou Belerofonte longe e subiu para os céus, onde virou uma constelação.
rocure um mapa do céu em um livro de Astronomia: você vai ver, lá, o conjunto de estrelas que forma o desenho de Pégaso, o cavalo alado.

Animal Mitológico
Na mitologia grega era um cavalo alado, que segundo o mito nascido do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu. Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego, o arqueiro mitológico Belerofonte, para que combatesse a Quimera. Belerofonte tentou usá-lo para aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que ele corcoveasse e derrubasse seu cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então ao serviço de rei do Olimpo.
Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Com o tempo suahistória tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas e sua figura destacou-se na literatura clássica com numerosas alusões às fontes de inspiração.
O cavalo comum é um símbolo tradicional do desejo carnal. Os centauros, metade homens, metade cavalos, são monstros que representam a identificação do ser humano aos instintos animalescos.
O cavalo alado, ao contrário, é símbolo da sublimação e da imaginação criadora.
Pégaso, segundo a mitologia grega, nasceu do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu.
Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego Belerofonte, para que combatesse a Quimera.
Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégaso corcoveasse, provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então ao serviço de Zeus.
Pégaso vivia no Parnaso, no Hélicon, no Pindo e na Piéria, lugares frequentados pelas Musas, filhas de Zeus e Mnemósine, e onde o cavalo alado costumava pastar. Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Na literatura clássica há numerosas alusões às fontes de inspiração.
A história de Pégaso tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas.

Origem
Pégaso é um cavalo alado símbolo da imortalidade. Sua figura é originária da mitologia grega, presente no mito de Perseu e Medusa (mitologia).
Pégaso nasceu do sangue de Medusa quando esta foi decapitada por Perseu. Havendo feito brotar com uma patada a fonte Hipocrene, tornou-se o símbolo da inspiração poética.
Belerofonte matou a poderosa Quimera, montando Pégaso após domá-lo com ajuda de Atena e da rédea de ouro, que em seguida tentou usá-lo para chegar ao Olimpo.
Mas Zeus fez com que ele derrubasse seu cavaleiro, que morreu devido à grande altura.
Zeus o recompensou transformando-o na constelação de pégasus, de onde deveria dali em diante ficar à serviço do deus dos deuses.
Conta à mitologia que Medusa, antes uma bela mulher, havia envolvido-se com Poseidon (o Deus dos Mares) e dele havia engravidado, sendo que apenas conceberia após a sua morte; o que ocorreu quando Perseu cortou-lhe a cabeça.
Do sangue jorrado pela Medusa nasceu Pégasus, o cavalo alado.
A Medusa diferentemente de suas irmãs Esteno e Euríale era mortal, apenas foi transformada em um horrendo monstro por Atena pois ousou competir sua beleza com a da Deusa.
Após seu nascimento o cavalo alado serviu de montaria a Perseu em algumas de suas expedições, inclusive naquela em que o guerreiro libertou Andrômeda. Foi também apresentado por Atena às Musas, passando ele a ser o cavalo delas, e a estar a serviço dos poetas.
Mais tarde fora encontrado por Belerofonte quando bebia em Pirene na Acrópole de Corinto, que jogou sobre sua cabeça uma rédea de ouro, presente de Atena.
Dessa forma fez Belerofonte vencer as amazonas e a Quimera, um poderoso monstro com corpo de cabra, cabeça de leão e cauda de serpente, que assolava os reinos da Cária e da Lícia com o fogo que lançava pela boca (compare com a figura dos dragões orientais). Entretanto, o sucesso obtido nos dois grandes embates fez com que o guerreiro acabasse sendo dominado pelo orgulho e pela vaidade, e por isso um dia ele se valeu do cavalo alado para tentar alcançar o Olimpo, a morada dos Deuses, pretendendo unir-se a eles.
Zeus não concordando com isso, fez com que o corcel alado derrubasse o ambicioso cavaleiro e o deixasse cair de grande altura para morrer, segundo alguns autores, ou para ficar coxo e cego, segundo outros, mas permitiu, ao mesmo tempo, que o animal continuasse a subir cada vez mais alto, e passasse desde então a viver entre as estrelas, onde acabou sendo transformado numa constelação do hemisfério celestial norte batizada com o seu nome.
Pégaso surgiu do interior do pescoço de Medusa quando foi morta pelo herói Perseu. Pouco depois de seu nascimento, o corcel mágico bateu os cascos do chão do Monte Helicon e no local brotou uma fonte, Hipocrene, que mais tarde se tornou sagrada para as Musas e se acreditou ser uma fonte de inspiração poética.
Todos tentaram em vão capturar e domesticar o animal e isto tornou-se a obsessão de Belerofonte, príncipe de Corinto. Seguindo o conselho de um vidente, Belerofonte permaneceu uma noite no templo da deusa Atena.
Assim que adormeceu, a deusa apareceu a ele com um freio dourado e contou-lhe que ele o capacitaria a capturar Pégaso.
Quando Belerofonte despertou, ele encontrou o freio dourado ao lado dele, e com ele facilmente capturou e domesticou o cavalo alado.
Em seguida, Pégaso provou ser uma grande ajuda a Belerofonte e auxiliou o herói em suas aventuras contra as Amazonas e a Quimera. Entretanto, Belerofonte foi sobrepujado pelo próprio orgulho.
Quando tentou voar ao topo do Olimpo e unir-se aos deuses, o sábio cavalo derrubou-o, deixando Belerofonte cair no espaço. Pégaso encontrou abrigo nos estábulos do Olimpo.
Lenda
Nas lendas gregas, Pégaso, o cavalo ala­do, relaciona-se muito freqüentemente com a água: ele seria filho de Posêidon e da Górgona; seu nome se aproxima da palavra fonte (pege); ele teria nascido nas fontes do Oceano; Belerofonte o teria encontrado bebendo na fonte Pirene; com um golpe dos cascos sobre uma montanha, Pégaso fez brotar uma fonte; ele está ligado às tempestades, trazendo o trovão e o raio por conta do prudente Zeus. Uniu fonte alada.
A significação simbólica de Pégaso deve levar em conta essa relação: fecundidade-elevação, que poderia ser­vir de eixo à interpretação do mito. Nuvem portadora da água fecunda.
O cavalo representa tradicionalmente a impetuosidade dos desejos.
Quando o homem faz um só corpo com o cavalo, ele não é mais que um monstro mítico, o centauro: ele se identificou com os instintos intimais. O cavalo alado, ao contrário, re­presenta a imaginação criadora e sua elevação real.. . as qualidades espirituais e sublimes (capazes de elevar o homem) acima do perigo da perversão.
Com efeito, é leva­do por Pégaso que Belerofonte triunfa so­bre a Quimera.
Pégaso aparece assim co­mo o símbolo da imaginação sublimada.. . a imaginação objetivada, que eleva o ho­mem às regiões sublimes.
Encontram-se unidos nessa interpretação os dois sentidos da fonte e das asas: a criatividade espiritual.
Ele se transformou correntemente no símbolo da inspiração poética. Meu Péga­so, diz Heinrich Heine, não obedece senão a seu capricho, seja no galope, seja no trote, ou no vôo ao reino das fábulas. Não é uma égua virtuosa e útil da estrebaria burguesa, menos ainda um cavalo de batalha que sabe bater a poeira e relinchar pateticamente no combate dos partidos. Não! os pés de meu corcel alado são ferrados com ouro, suas rédeas são colares de pérolas e eu as deixo flutuar alegremente.
o cavalo alado da mitologia grega, está representado no céu por uma das maiores constelações de toda a esfera celeste.

Graças ao seu enorme quadrado, desenhado por quatro estrelas brilhantes, é muito fácil de reconhecer, até porque, nestas noites de Outono, fica praticamente no nosso zénite cerca das 21.00. Cada lado do quadrado tem cerca de 15º, ou seja, 30 «luas cheias» lado a lado.
O fato de ser tão fácil de encontrar facilita a localização da constelação de Andrómeda e da famosa galáxia com o mesmo nome.
Segundo a mitologia grega, o cavalo alado seria filho de Medusa.
Esta, na sua juventude, tinha sido muito bela e tinha um cabelo magnífico.
Muitos admiradores a terão procurado, mas apenas Posídon, o deus dos mares e dos cavalos, conseguiu conquistar os seus favores.
A relação íntima entre ambos terá ocorrido no templo de Atena. A deusa, enfurecida, castigou Medusa transformando-a num monstro, com cobras no lugar dos cabelos, e cujo olhar transformava os homens em pedra.
Quando Perseu decapitou Medusa, do corpo desta saíram o Pégaso e o guerreiro Crisaor.
O nome Pégaso provirá da palavra grega pegai, que significa fontes, enquanto o do irmão significa espada de ouro, pois traria uma consigo logo quando nasceu. Pégaso voou até ao Monte Helicon, onde residiam as musas, e, para lhes agradar, fez jorrar água da rocha.
Entretanto, o rei da Lícia (na Anatólia) confiou a Belerofonte a missão de matar Quimera, um terrível monstro que devastava o país.
Belerofonte encontrou o cavalo alado e domou-o com um bridão de ouro oferecido por Atena. Viajando pelos ares, desceu sobre Quimera, a quem matou com uma lança. Depois deste feito, o herói decidiu voar no cavalo alado até aos céus.
Caiu ingloriamente e Pégaso prosseguiu até ao Olimpo, onde serviu Zeus.
Como recompensa, foi colocado no céu como constelação. Nas representações clássicas apenas era visível a parte dianteira do cavalo, como acontece nas constelações do Touro e do Potro.
Com um pequeno telescópio, ou com um binóculo, na área do céu ocupada pelo Pégaso pode observar-se o enxame globular M15, um belo aglomerado de muitos milhares de estrelas.

13.405 – Mitologia Grega – Lenda de Dédalo e Ícaro


mitos gregos
Dédalo era um construtor e um escultor muito competente de Atenas que caiu em desgraça por ter assassinado Talo. Acolhido com amizade pelo rei Minos de Creta, Dédalo refugiou-se com o filho Ícaro em Creta.
Foi incumbido de construir um labirinto para guardar o terrível Minotauro, filho da Rainha Pasifae, mulher de Minos, e de um touro. Minotauro era portanto um monstro, metade homem e metade touro, que se alimentava de carne humana. O labirinto era tão perfeito que até Dédalo teve dificuldade em sair dele.
O rei Minos, como castigo pelo facto dos Atenienses lhe terem matado o filho Androgeu, tomou a cidade de Atenas e impôs um tributo anual de sete rapazes e sete raparigas para alimentar o Minotauro. Ao fim do terceiro tributo, Teseu, filho do rei de Atenas, ofereceu-se como uma das vítimas, a fim de salvar a sua Pátria do flagelo que os atingia. Ao chegar a Creta, Ariadne, filha do rei Minos, apaixonou-se pelo jovem Teseu e, com a ajuda de Dédalo, deu ao jovem um novelo de fio que guiou o herói para fora do labirinto.
Furioso com a traição de Dédalo, o rei Minos mandou-o encerrar, juntamente com o seu filho Ícaro, numa ilha de onde não podiam fugir sem autorização do rei. Dédalo começou então a imaginar uma fuga. Recolheu penas de aves e, unindo-as com cera, construiu asas para si e para o filho.
Conseguiram assim voar até uma ilha vizinha, mas Ícaro, entusiasmado com o sucesso da experiência, continuou a voar cada vez mais alto, não dando ouvidos a Dédalo, que de terra o advertia para não voar alto de mais, por causa do sol. Como se aproximou demasiado do sol, este derreteu a cera das asas e Ícaro caiu no mar Egeu, afogando-se, para grande desgosto de Dédalo que mais não pôde fazer do que observar e chorar a morte do filho.
A ilha onde caiu o corpo do jovem Ícaro, recebeu o nome de Icária.

13.404 – Mitologia – A Odisseia de Homero


odisseia
Este é, depois da Ilíada, o principal texto que foi reunido sob o nome de Homero na cultura grega. Vem do nome do seu personagem principal, Odisseu – ou, como ficou conhecido pela tradução latina, Ulisses.
Diferentemente do primeiro livro, não narra feitos bélicos nem se restringe a um local isolado, mas trata de viagens e aventuras desse que foi um dos heróis da guerra de Troia.
Após a guerra, inicia-se a volta de Odisseu e seus companheiros para seu reino, em Ítaca. Odisseu é obrigado a ir à guerra de Troia e deixa para trás sua esposa e seu filho de um mês de idade, Telêmaco. A guerra dura 10 anos e seu regresso mais 17. A esposa Penélope, que acreditava na volta do seu rei e marido, estava sendo pressionada por um grupo de pessoas que queria tomar o poder. Esse grupo dizia que Odisseu estava morto e que ela deveria se casar com um dos “pretendentes” ao cargo de rei.
Com tamanha pressão, Telêmaco sai à procura do pai com alguns companheiros e estes vão para Esparta e outras cidades, em busca de notícias que pudessem ajudar a rastrear os passos de Odisseu. Este, por uma série de peripécias, tem seu regresso muitas vezes retardado. Como o livro é demasiado longo, não caberia aqui narrar todas as aventuras. Mas algumas são notáveis e, ainda que sem esmiuçá-las, vale a pena mencioná-las:
Odisseu chega à ilha da ninfa Calypso, onde fica preso por muito tempo em razão dos encantos e promessas que uma região cheia de mulheres promove aos marinheiros;
O aprisionamento do deus Éolo, deus do vento em um saco, que ulteriormente é aberto e lança a nau para lugares ainda mais distantes;
O lugar para onde foi arremessada a nau era a ilha da bruxa Circe, que transformou os marinheiros em porcos;
O aprisionamento dos viajantes pelo ciclope Polifemo e sua estratégia para sair da prisão na caverna;
O tapar dos ouvidos com cera para não serem atraídos pelos cantos das sereias, devoradoras de homens.
Dentre muitas outras peripécias que foram utilizadas para evidenciar a necessidade de expressão da maior das características de Odisseu: a astúcia.
Enquanto isso, em Ítaca, a rainha Penélope continuava sofrendo forte pressão dos pretendentes, já que Odisseu e seu filho Telêmaco não retornavam. Assim, ela prometeu cozer um tapete: se o rei não retornasse antes do seu acabamento, ela escolheria um pretendente. Mas decerto em razão do convívio com seu marido, o astuto Odisseu, Penélope cosia o tapete durante o dia; e à noite o descosia, para poder ganhar mais tempo, na esperança de que o rei retornasse.
Depois de uma jornada com muitas aventuras e revezes, Odisseu encontra Telêmaco e seu grupo e juntos retornam a Ítaca. Avisado pelo filho sobre os pretendentes, Odisseu encontra a deusa Atena, que lhe diz que se ele retornasse, seria morto pelos pretendentes, que não o reconheceriam. Assim, a deusa o transforma em mendigo, disfarçando-o para que pudesse adentrar ao palácio sem ser visto. Quando deste episódio, a trama de Penélope é descoberta e exige-se que faça a escolha de um pretendente. Ela, novamente astuta, diz que escolherá aquele que conseguir retesar o arco do seu marido – mas ninguém obteve sucesso.
Por fim, chega Odisseu disfarçado e consegue o feito. Ele é logo reconhecido por sua esposa, que o aceita como pretendente, para a revolta dos outros, que promovem uma verdadeira rebelião. Mas, tendo seu arco em mãos, Odisseu consegue reprimir a revolta e retomar o seu lugar de rei depois de longa jornada.
Assim, com o restabelecimento da ordem, desvendamos o significado principal da Odisseia: o ideal de belo e bom guerreiro, antes atribuído a Aquiles, também tem como modelo Odisseu, por sua destreza, astúcia, esperteza, inteligência e habilidade, tanto na guerra quanto no governo, sendo capaz de ordenar. Os mitos homéricos tinham como intenção que esse modelo fosse imitado pelo grego de seu tempo.

9833 – Mitologia Grega – Veja quem é quem


Mitologia-Grega-divulgação

Na guerra, ninguém morreu, os deuses são imortais, mas os titãs tiveram que amargar a eternidade aprisionados no Tártaro, uma região debaixo da terra.

Urano
O primeiro senhor do mundo, o Céu Estrelado. Fecundou a mãe, Gaia (a Terra), dando origem aos titãs, que detestava.

Cronos
Deus do tempo, o titã castrou o pai com uma foice e tomou o poder. Devorava os filhos recém-nascidos. Zeus escapou.

Deméter
A deusa da colheita deixou o mundo passar fome ao perder a filha Perséfone para o infernal Hades. Zeus ordenou que a filha passasse parte do ano com a mãe. É quando chega a primavera.

Palas atenas
Nascida da cabeça de Zeus, é a deusa da sabedoria. Ama a paz e a civilização. Mas, quando guerreia, nem mesmo Ares segura a bronca.

Hestia
Pacata irmã de Zeus, nunca se envolve em disputas. Protege lares e famílias e é a mais boazinha das divindades.

Atlas
Após a queda de Cronos, o poderoso titã foi condenado a sustentar o Céu nas costas.

Afrodite
Quando os genitais de Cronos caíram no oceano, as espumas do mar deram origem à mais deslumbrante das criaturas, a deusa da beleza e do amor.

Hefestos
Filho de Hera, que o gerou sem ajuda masculina, é o ferreiro do Olimpo. Feio, manco e tímido, casou-se com a bela Afrodite – que o trai em todas as oportunidades.

Ares
Filho de Zeus e Hera, o deus da guerra ama sangue e destruição. Todos o detestam, menos Afrodite (sua amante secreta) e Hades (que se beneficia de suas matanças).

Prometeu
O titã criou os homens a partir de estátuas de barro. Então deu-lhes o fogo, exclusivo dos deuses. Irado, Zeus o acorrentou a um rochedo por 30 anos. De dia, uma águia lhe devora o fígado; de noite, o órgão se regenera

Eros e Psiquê
Disparando flechas, Eros incendeia de amor deuses e mortais. Mas até ele caiu vítima desse feitiço. E se apaixonou pela princesa Psiquê

Gigantes
Seres de força descomunal, declararam guerra ao Olimpo. Só foram derrotados quando Héracles entrou no combate

Dédalo e Ícaro
Aprisionado no Labirinto de Creta, Dédalo fabricou asas com cera e penas para ele e seu filho, Ícaro. Mas na fuga Ícaro se aproximou demais do Sol. Suas penosas derreteram e ele voou para a morte.

Ciclopes
Criaturas imensas, com um olho no meio da testa. Forjaram o tridente de Posêidon, o capacete de Hades e o relâmpago de Zeus.


O protetor dos pastores é preguiçoso, depravado e bem feio. Tem chifres, cauda e pernas de cabra. Passa o tempo nos bosques, perseguindo ninfas.

Zeus
Declarou guerra a Cronos e o derrotou. Tornou-se senhor do mundo, governando do alto do monte Olimpo. Fulmina os insolentes mortais com seu relâmpago

Hera
Irmã e esposa de Zeus, é famosa pelas intrigas contra o marido e por seus acessos de ciúmes. Com razão: ele tem inúmeras amantes.

Ninfas
Jovens, belas e delicadas, elas habitam os bosques, as montanhas e as águas. Despertam grandes paixões entre deuses e mortais.

Musas
As nove são filhas de Zeus e Mnemósine, deusa da memória. Seguidoras de Apolo, cantam e dançam nas festas divinas, inspirando as artes.

Narciso
Mortal de incrível beleza e grande egoísmo, recusou o amor da ninfa Eco. Certo dia, ao olhar seu próprio reflexo nas águas de uma fonte, apaixonou-se perdidamente por si mesmo e ali permaneceu até consumir-se.

Dionísio
Filho de Zeus com a mortal Semele, é o patrono do vinho e espalha a embriaguez entre os homens. Concedeu ao rei Midas o desejo de transformar tudo o que tocasse em ouro.

Posêidon
Irmão de Zeus, o senhor dos mares faz a terra tremer e as águas se agitarem ao brandir seu tridente. Teve caso com a Medusa e filhos como o ciclope Polifemos.

Hermes
Filho de Zeus, demonstrou enorme talento para a trapaça. Sua astúcia e ligeireza fizeram dele o mensageiro favorito dos deuses olímpicos. É o patrono dos ladrões.

Apolo e Artemis
Filhos de Zeus, Apolo é o deus da harmonia e patrono das artes, enquanto sua gêmea, Artemis, é a divinidade da caça. Ela ama bosques e montanhas, mas não os homens, e permanece virgem.

Odisseu
Herói da Guerra de Tróia, livra-se das enrascadas usando a cabeça. Perseguido por Posêidon, passou anos perdido nos mares até conseguir voltar para sua amada Penélope.

Jasão
O líder do navio Argos foi buscar o Velo de Ouro (pele de um supercarneiro) em Cólquida e o resgatou com a ajuda da feiticeira Medéia. Casaram-se, mas ela matou os filhos

Perseu e Medusa
Perseu decepou a cabeça da Medusa, que tinha serpentes no lugar dos cabelos e transformava em pedra quem ousasse encará-la. Com um espelho de bronze, um manto que lhe garantia invisibilidade e botas aladas, o serviço ficou fácil

Héracles
Fruto de Zeus com uma mortal, é o mais famoso herói da Grécia. Derrotou diversos monstros, como Cérbero, o cão carnívoro de três cabeças que guarda os portões do Inferno
Centauros
Habitantes das montanhas e florestas, os centauros têm busto de homem e corpo de cavalo. Alguns são selvagens e brutais; outros, como o sábio Quíron, amam as artes e as ciências

Teseu e Minotauro
O príncipe de Atenas ousou penetrar no Labirinto de Creta, onde vivia o poderoso Minotauro, com cabeça de touro e corpo de homem. Matou-o e conseguiu voltar graças a um novelo de lã com que marcou todo o caminho

Pégaso e Belerofonte
Montando o cavalo alado Pégaso, Belerofonte tentou voar até os cumes do Olimpo. Irritado pela ousadia, Zeus fez o animal corcovear, derrubando e matando o herói

Orfeu e Eurídice
O músico Orfeu foi ao Inferno buscar a ninfa Eurídice. Hades deixou-a ir, contanto que Orfeu não olhasse para trás. Ele olhou e, por isso, sua amada está lá até hoje

Hades e Perséfone
Após ser raptada por Hades, rei do Inferno, Perséfone casou-se com ele e tornou-se a rainha da região.

Sísifo
Trapaceiro que enganou até a Morte, o infeliz foi condenado a empurrar eternamente uma pedra até um cume. Ao chegar lá, ela rola para baixo.

Caronte
Na fronteira do Tártaro, os mortos devem pagar pedágio e subir na barca de Caronte. Assim, atravessam o rio Estiges e chegam ao Inferno. O morto sem dinheiro fica 100 anos chorando na margem do rio.

8900 – Mega Curtíssima -De onde surgiram os símbolos do homem e da mulher?


As convenções nasceram da mitologia grega.
O círculo com a cruz representa o espelho de Afrodite (Vênus), símbolo da mulher. O círculo com uma flecha dirigida para o alto representa o escudo e a lança de Ares (Marte), símbolo do homem.

Não Confunda!!!

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8710 – Mitologia – A Lenda das Amazonas


Na Antiga Grécia, bem antes da vinda de Cristo a Terra, eram narradas histórias sobre mulheres que andavam a cavalo, manipulavam o arco e a flecha com rara habilidade e se recusavam a viver com os homens em seus territórios. Estas exímias guerreiras eram conhecidas como Amazonas, das quais nem os mais destemidos soldados poderiam fugir com vida.
Em 1540, o aventureiro hispânico Francisco Orellana, escrivão da armada espanhola, participou de uma jornada exploratória na América do Sul, atravessando, portanto, o extenso e misterioso rio que cruzava uma das mais temidas florestas. Segundo A Lenda das Amazonas, ele teria avistado, no pretenso reino das Pedras Verdes, mulheres semelhantes às acima descritas, conhecidas pelos indígenas como Icamiabas, expressão que tinha o sentido de ‘mulheres sem marido’.
Contam os índios que estas guerreiras teriam atacado a esquadra hispânica. Elas eram bem altas, brancas, cabelos compridos dispostos em tranças dobradas no topo da cabeça – descrição feita pelo Frei Gaspar de Carnival, também escrivão da frota.
O confronto entre os espanhóis e as Amazonas foi supostamente uma luta feroz, a qual teve como cenário a foz do rio Nhamundá – localizada na fronteira entre o Pará e o Amazonas. Os europeus foram surpreendidos pelo ataque de inúmeras e belas combatentes desnudas, conduzindo tão somente em suas mãos arcos e flechas. Eles foram assim prontamente derrotados pelas mulheres, pondo-se rapidamente em fuga.
No caminho os espanhóis encontraram um indígena, que lhes contou a história das guerreiras. Segundo o relato do nativo, havia pelo menos setenta tribos de Icamiabas só naquele território. Suas aldeias eram edificadas com pedras, conectadas aos povoados por caminhos que elas cercavam de ponta a ponta, cobrando uma espécie de pedágio dos que atravessavam estas estradas. Elas eram lideradas por uma cunhã virgem, sem contato com o sexo masculino.
Quando, porém, chegava o período de reprodução, as Amazonas capturavam índios de tribos por elas subjugadas. Ao engravidar, sinalizavam seus parceiros e, se nascia um curumim ou menino, elas entregavam a criança aos pais; do contrário, elas ficavam com as meninas e presenteavam o genitor com um talismã verde conhecido como Muiraquitã, similar ao sapo utilizado nos rituais lunares.
Ao ouvirem esta narrativa, os espanhóis, cientes da existência das Amazonas descritas pelos antigos gregos, confundem ambas e batizam o rio onde as encontraram, até então intitulado Mar Dulce, de Rio de Las Amazonas.
Certamente os espanhóis, ao se depararem com selvagens guerreiros de longos cabelos, acreditaram ter encontrado finalmente as tão famosas Amazonas. Deste pequeno equívoco nasceram e permaneceram os nomes do Rio, da Floresta e do maior Estado brasileiro, que abriga o idílico cenário desta miragem hispânica. Embora esta história tenha se desenrolado em terras brasileiras, estas lendas são mais disseminadas em outros países, talvez pela associação com narrativas que envolvem ícones adornados com ouro e prata, o que certamente despertava a cobiça dos europeus.

8240 – As Constelações e a Mitologia


Adotado pelos babilônios para marcar o início do ano, pois em 2500 aC, o equinócio da primavera encontrava-se no meio das 3 estrelas que formam a cabeça do carneiro;

A mais antiga e talvez a primeira constelação a ser delimitada pelos babilônicos, que a utilização para marcar o início do ano, pois o equinócio da primavera, há 4 mil anos aC., localizava-se neste asterismo. Povos da antiguidade como os caudeus e hebreus davam ao mês de novembro o nome de Plêiades;

Órion

Muitos foram os mitos gregos para a origem das constelações, elas estavam intimamente ligadas aos seus deuses. Frequentemente os deuses lançavam às estrelas heróis, criaturas e representações de feitos, para imortaliza-los. Algumas das constelações que conhecemos hoje têm seu nome ligado às suas origens mitológicas gregas:
Escorpião
Para os antigos gregos a constelação de Escorpião era uma imagem deste animal e estava relacionada com a morte do caçador Orion. Há várias histórias sobre a morte de Orion, mas de acordo com uma delas em sua ânsia de se tornar um grande caçador, ele queria matar todos os animais selvagens.
Porém a deusa da terra Gaia não estava feliz com as intenções de Orion. Então, ela enviou um escorpião que com seu veneno derrotou o tão famoso caçador. Como recompensa por seus serviços, Gaia colocou sua imagem nos céus noturnos e até os dias de hoje a constelação de escorpião persegue Orion no céu noturno.

Câncer
De acordo com a antiga lenda grega, a imagem deste caranguejo gigante foi colocada nos céus pela deusa Hera formando a constelação Câncer. Hera jurara matar Héracles (ou Hércules para os romanos), o mais famoso herói grego. Ela tentou mata-lo de diversas maneiras, mas toda vez sua incrível força física o permitiu sobrepujar o perigo.
Hera lançou sobre ele um feitiço que o enlouqueceu fazendo com que cometesse um grande crime. Para poder ser perdoado, ele teve de realizar doze árduos trabalhos e um deles era derrotar a terrível serpente aquática de nove cabeças, a Hidra de Lerna.
Durante a batalha entre Hércules e Hidra, a deusa Hera enviou um caranguejo gigante para ajudar a serpente, mas Hércules com sua força sobre-humana matou-o pisando e perfurando sua armadura natural. Como recompensa por seus serviços, Hera colocou a imagem do caranguejo no céu noturno.

Touro
Europa era a bela filha do rei Agenor. Zeus, o rei dos deuses, ao vê-la colher flores próxima ao mar, imediatamente apaixonou-se por ela.
Zeus transformou-se em um magnifico touro branco e apareceu à beira mar aonde Europa passava seu tempo. O grande touro caminhou gentilmente até ela e curvou-se aos seus pés. A aparência e os movimentos do animal eram tão gentis que Europa colocou flores em seu pescoço e ousou monta-lo. Mas então subitamente o touro correu para o mar sequestrando Europa. Somente então ele revelou sua identidade e a carregou para a ilha de Creta, no Mediterrâneo.
Lá Zeus desfez-se do disfarce e de volta a sua forma humana, fez de Europa sua amante sob uma árvore de cipreste. Europa então tornou-se a primeira rainha de Creta e teve três filhos de Zeus. Enfim, Zeus reproduziu a forma do touro branco, usado para seduzir Europa, no céu noturno formando a constelação de Touro.

7410 – A Mitologia Grega


Atlas, a lenda só não diz onde ele se apoiava para sustentar o mundo
Atlas, a lenda só não diz onde ele se apoiava para sustentar o mundo

Imortalizada em obras como Odisséia e Ilíada, a exuberante mitologia grega é inspiração para as artes de todos os tempos. Herdados pela civilização romana, alguns mitos ganharam novos nomes, como Hércules (Héracles), Cupido (Eros) ou Ulisses (Odisseu). O que não mudou – nem mudará – é a enorme quantidade de sexo e sangue produzida por essas divindades olímpicas, fantásticos monstros e fabulosos heróis.

Urano
O primeiro senhor do mundo, o Céu Estrelado. Fecundou a mãe, Gaia (a Terra), dando origem aos titãs, que detestava.
Cronos
Deus do tempo, o titã castrou o pai com uma foice e tomou o poder. Devorava os filhos recém-nascidos. Zeus escapou.
Deméter
A deusa da colheita deixou o mundo passar fome ao perder a filha Perséfone para o infernal Hades. Zeus ordenou que a filha passasse parte do ano com a mãe. É quando chega a primavera
Palas atenas
Nascida da cabeça de Zeus, é a deusa da sabedoria. Ama a paz e a civilização. Mas, quando guerreia, nem mesmo Ares segura a bronca.
Hestia
Pacata irmã de Zeus, nunca se envolve em disputas. Protege lares e famílias e é a mais boazinha das divindades.
Atlas
Após a queda de Cronos, o poderoso titã foi condenado a sustentar o Céu nas costas
Afrodite
Quando os genitais de Cronos caíram no oceano, as espumas do mar deram origem à mais deslumbrante das criaturas, a deusa da beleza e do amor.
Hefestos
Filho de Hera, que o gerou sem ajuda masculina, é o ferreiro do Olimpo. Feio, manco e tímido, casou-se com a bela Afrodite – que o trai em todas as oportunidades.
Ares
Filho de Zeus e Hera, o deus da guerra ama sangue e destruição. Todos o detestam, menos Afrodite (sua amante secreta) e Hades (que se beneficia de suas matanças).
Prometeu
O titã criou os homens a partir de estátuas de barro. Então deu-lhes o fogo, exclusivo dos deuses. Irado, Zeus o acorrentou a um rochedo por 30 anos. De dia, uma águia lhe devora o fígado; de noite, o órgão se regenera.
Eros e Psiquê
Disparando flechas, Eros incendeia de amor deuses e mortais. Mas até ele caiu vítima desse feitiço. E se apaixonou pela princesa Psiquê.
Gigantes
Seres de força descomunal, declararam guerra ao Olimpo. Só foram derrotados quando Héracles entrou no combate.
Dédalo e Ícaro
Aprisionado no Labirinto de Creta, Dédalo fabricou asas com cera e penas para ele e seu filho, Ícaro. Mas na fuga Ícaro se aproximou demais do Sol. Suas penosas derreteram e ele voou para a morte.
Ciclopes
Criaturas imensas, com um olho no meio da testa. Forjaram o tridente de Posêidon, o capacete de Hades e o relâmpago de Zeus.

O protetor dos pastores é preguiçoso, depravado e bem feio. Tem chifres, cauda e pernas de cabra. Passa o tempo nos bosques, perseguindo ninfas.
Zeus
Declarou guerra a Cronos e o derrotou. Tornou-se senhor do mundo, governando do alto do monte Olimpo. Fulmina os insolentes mortais com seu relâmpago.
Hera
Irmã e esposa de Zeus, é famosa pelas intrigas contra o marido e por seus acessos de ciúmes. Com razão: ele tem inúmeras amantes
Ninfas
Jovens, belas e delicadas, elas habitam os bosques, as montanhas e as águas. Despertam grandes paixões entre deuses e mortais.
Musas
As nove são filhas de Zeus e Mnemósine, deusa da memória. Seguidoras de Apolo, cantam e dançam nas festas divinas, inspirando as artes.
Narciso
Mortal de incrível beleza e grande egoísmo, recusou o amor da ninfa Eco. Certo dia, ao olhar seu próprio reflexo nas águas de uma fonte, apaixonou-se perdidamente por si mesmo e ali permaneceu até consumir-se.
Dionísio
Filho de Zeus com a mortal Semele, é o patrono do vinho e espalha a embriaguez entre os homens. Concedeu ao rei Midas o desejo de transformar tudo o que tocasse em ouro.
Posêidon
Irmão de Zeus, o senhor dos mares faz a terra tremer e as águas se agitarem ao brandir seu tridente. Teve caso com a Medusa e filhos como o ciclope Polifemos.
Hermes
Filho de Zeus, demonstrou enorme talento para a trapaça. Sua astúcia e ligeireza fizeram dele o mensageiro favorito dos deuses olímpicos. É o patrono dos ladrões.
Apolo e Artemis
Filhos de Zeus, Apolo é o deus da harmonia e patrono das artes, enquanto sua gêmea, Artemis, é a divinidade da caça. Ela ama bosques e montanhas, mas não os homens, e permanece virgem
Odisseu
Herói da Guerra de Tróia, livra-se das enrascadas usando a cabeça. Perseguido por Posêidon, passou anos perdido nos mares até conseguir voltar para sua amada Penélope.
Jasão
O líder do navio Argos foi buscar o Velo de Ouro (pele de um supercarneiro) em Cólquida e o resgatou com a ajuda da feiticeira Medéia. Casaram-se, mas ela matou os filhos.
Perseu e Medusa
Perseu decepou a cabeça da Medusa, que tinha serpentes no lugar dos cabelos e transformava em pedra quem ousasse encará-la. Com um espelho de bronze, um manto que lhe garantia invisibilidade e botas aladas, o serviço ficou fácil.
Héracles
Fruto de Zeus com uma mortal, é o mais famoso herói da Grécia. Derrotou diversos monstros, como Cérbero, o cão carnívoro de três cabeças que guarda os portões do Inferno
Centauros.
Habitantes das montanhas e florestas, os centauros têm busto de homem e corpo de cavalo. Alguns são selvagens e brutais; outros, como o sábio Quíron, amam as artes e as ciências
Teseu e Minotauro.
O príncipe de Atenas ousou penetrar no Labirinto de Creta, onde vivia o poderoso Minotauro, com cabeça de touro e corpo de homem. Matou-o e conseguiu voltar graças a um novelo de lã com que marcou todo o caminho.
Pégaso e Belerofonte
Montando o cavalo alado Pégaso, Belerofonte tentou voar até os cumes do Olimpo. Irritado pela ousadia, Zeus fez o animal corcovear, derrubando e matando o herói.
Orfeu e Eurídice
O músico Orfeu foi ao Inferno buscar a ninfa Eurídice. Hades deixou-a ir, contanto que Orfeu não olhasse para trás. Ele olhou e, por isso, sua amada está lá até hoje.
Hades e Perséfone
Após ser raptada por Hades, rei do Inferno, Perséfone casou-se com ele e tornou-se a rainha da região.
Sísifo
Trapaceiro que enganou até a Morte, o infeliz foi condenado a empurrar eternamente uma pedra até um cume. Ao chegar lá, ela rola para baixo.
Caronte
Na fronteira do Tártaro, os mortos devem pagar pedágio e subir na barca de Caronte. Assim, atravessam o rio Estiges e chegam ao Inferno. O morto sem dinheiro fica 100 anos chorando na margem do rio.

7390 – Astronomia – A Ursa Maior


ursa maior

É uma grande e famosa constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Ursae Majoris.
As constelações vizinhas são Draco, Camelopardalis, Lynx, Leo Minor, Leo, Coma Berenices, Canes Venatici e Boötes.
A Ursa Maior foi vista de formas diversas por diferentes povos.
Carl Sagan, em Cosmos, mostra em seis desenhos artísticos os nomes dados a este grupo de estrelas por diversas culturas.
Seu nome era Ursa Maior para os antigos gregos e os nativos da América do Norte. A mitologia grega explica a formação da Ursa Maior como um castigo de Zeus sobre Calisto.
Ursa Maior é uma das grandes constelações de Ptolomeu sendo mais conhecida pelo “Arado”, certamente o asterismo mais famoso do céu. A constelação oferece um grande número de objetos, alguns bem conhecidos, outros nem tanto, e uma estrela que há uns anos esteve nas notícias por ter pelo menos um planeta “temperado” à volta dela. As estrelas são razoavelmente brilhantes e muito dispersas. Embora a constelação seja muito maior do que costumamos ver, ela estende-se mais para Sul, com xi Ursae Majoris (Alpha Australis), perto de Leão e Caranguejo. Alpha UMa (Dubhe: a ursa), é uma gigante amarela, com cerca de 25 vezes o tamanho do Sol, e a 86 anos-luz de distância. Beta UMa chama-se Merak (virilha); gamma é Phecda (côxa), e delta é chamada Megrez (base da cauda). Estas três são estrelas idênticas, todas brancas (tipo A), e todas a aproximadamente 100 anos-luz de distância.
O nome “Grande Ursa” parece datar da Antiguidade, devido às suas latitudes a Norte. Apenas um prodigioso urso poderia viver em tal clima. É curioso que algumas tribos Norte-Americanas (Algonquin, Iroquois, Illinois e Narragansett, possivelmente entre outras) também associaram esta constelação com um urso gigante. No entanto, como os ursos não têm longas caudas, consideravam Alioth, Mizar e Alkaid ou como três crias que seguiam a sua mãe ou como três caçadores.
Na França é conhecida como A Caçarola, e na Inglaterra como O Arado.
Na China foi vista como O Burocrata Celestial, e na Índia como Os Sete Sábios.
Na Europa medieval era chamada A Carruagem, ou A Carroça de Charles.
Na Mitologia nórdica é tida como O Carro ou Carruagem de Odin, que se disfarçava de viajante..
Os egípcios colocaram esta constelação dentro de um grupo maior de estrelas e a desenharam como uma procissão de um touro aparentemente puxando um homem na horizontal. Está situada próximo do polo norte celeste.

5910 – História – A Idade do Bronze


A Idade do Bronze é um período da civilização no qual ocorreu o desenvolvimento desta liga metálica, resultante da mistura de cobre com estanho. Iniciou-se no Oriente Médio em torno de 3300 a.C. substituindo o Calcolítico, embora noutras regiões esta última idade seja desconhecida e a do bronze tenha substituído diretamente o período neolítico (popularmente conhecida como Idade da Pedra). Na África negra, o neolítico é seguido da idade do ferro.
O termo “Idade do Bronze” é, em última análise, derivada das “Idades do Homem”, as fases da existência humana na Terra segundo a mitologia grega. Destes, a Idade de Ouro e a Idade da Prata são classificadas pelos historiadores modernos como míticas, mas a Idade do Bronze, bem como a Idade do Ferro são concebidos como tendo um núcleo de validade histórica. Todo o período é caracterizado pela adoção plena do bronze em muitas regiões, embora o local e a hora da introdução e desenvolvimento da tecnologia do bronze não é universalmente síncrona. Tecnologia de estanho e bronze feita pelo homem requerem um conjunto de técnicas de produção. O estanho deve ser extraído (principalmente como o minério de estanho cassiterita) e fundido separadamente, em seguida, adicionado ao cobre derretido para fazer a liga de bronze. A Idade do Bronze foi um período de uso intenso de metais e de redes de desenvolvimento do comércio.
A Idade do Bronze no antigo Oriente Próximo começou com a ascensão da Suméria no quarto milênio a.C. O Antigo Oriente Próximo é considerado por alguns como o berço da civilização e praticavam a agricultura intensiva durante todo o ano, desenvolveram um sistema de escrita, inventaram a roda do oleiro, criou um governo centralizado, códigos de leis e impérios, e introduziram a estratificação social, a escravidão e a guerra organizada. Sociedades na região estabeleceram as bases para a astronomia e matemática.
O final da Idade do Bronze ocorreu entre 1300-700 a.C., caracterizado pela incineração dos cadáveres, prática que continuou na Polónia até aos anos 500 a.C., já em plena Idade do Ferro, no período cultural Hallstatt (700-450 a.C.).

5664 – Satélites – Lua Io de Júpiter


Sonda Galileo passou perto

Io é uma das quatro grandes luas de Júpiter conhecidas como Luas de Galileu, em honra ao seu descobridor Galileu Galilei.
Io, ligeiramente maior que a Lua, é também a quarta maior lua do sistema solar, logo a seguir a Ganímedes, Titã e Calisto (esta última e Ganímedes são também luas de Galileu em Júpiter).
Mesmo com o seu tamanho algo modesto e apesar de estar localizada num local frio do sistema solar, Io é descrita como o que mais se aproxima do conceito de inferno em todo o sistema solar, já que é o local com maior actividade vulcânica do Sistema Solar. Os seus vulcões chegam a atingir temperaturas à volta dos 1700 graus Celsius, logo, mais quentes que os vulcões da Terra (acredita-se que também os vulcões dos primórdios da Terra atingissem temperaturas semelhantes).
Aliada à maior concentração vulcânica do sistema solar, a libertação de compostos de enxofre durante as erupções confere a Io a aparência de um mundo de diferentes cores: branco, vermelho, laranja, amarelo e preto. Outra consequência desta actividade vulcânica consiste na expulsão de matéria e gases que se afastam para centenas de quilómetros de altura. Devido à fraca gravidade, alguma dessa matéria escapa para o espaço, formando um toro em redor de Júpiter.
O nome desta lua provém de Io, uma das paixões de Zeus (que corresponde ao deus romano Júpiter), segundo a mitologia grega . Apesar do nome ter sido sugerido pela primeira vez por Simon Marius, só no século XX é que o seu uso tornou-se corrente. Até então era conhecida pela denominação, em numeração romana, Júpiter I.
Na mitologia, Io era uma ninfa (ou princesa, segundo outras versões) por quem Zeus (Júpiter) se apaixonou. O deus metamorfoseou-a em vaca para a proteger dos ciúmes de Hera (Juno na mitologia romana), a mulher de Zeus. Hera encarregou, então, o boieiro Argo de vigiá-la. Zeus ordenou Hermes (Mercúrio) a retirar Io da vigilância de Argo. Hermes só o conseguiu depois de ter adormecido Argo ao som da flauta de Pã, matando-o em seguida. Hera deu à sua ave consagrada, o Pavão, os cem olhos de Argo para que o fantasma do boieiro continuasse a perseguir a virgem-novilha Io.
A lua Io foi descoberta a 7 de Janeiro de 1610 por Galileu Galilei através da sua luneta. Io apresenta-se no céu nocturno com 5,0 de magnitude.
Contudo, alguns autores defendem que a descoberta se deveu a Simon Marius. Este publicou os resultados das suas observações no seu trabalho de 1614 «Mundus Jovialis», onde revela que teria descoberto as luas uma semana antes de Galileu, no final de 1609. Galileu duvidou desses factos e catalogou o trabalho de Marius como plágio.
Quando a sonda Voyager 1 enviou as primeiras imagens, nas proximidades de Io, em 1979, os cientistas esperavam encontrar numerosas crateras. Contrariamente a todas as expectativas, Io quase que não tinha crateras. Na verdade, possuía uma superfície ainda jovem causada pela intensa actividade vulcânica que cobriu quase por completo os sinais quaisquer crateras. A Voyager 1 conseguiu observar nove vulcões activos na superfície; mais tarde, a Voyager 2 observou oito dos nove em actividade, verificando-se que o maior dos vulcões estava inactivo.
A surpresa devida à descoberta de vulcões activos despertou o interesse da cultura popular por esta lua, que passou a ser referida em livros, filmes, jogos ou vídeos de música. É descrito em obras de ficção cientifica como «2010: Odyssey Two» de Arthur C. Clarke (1984) ou no filme Outland de 1981.
A 8 de fevereiro de 1992, a sonda Ulysses usou a gravidade de Júpiter para poder explorar os pólos do Sol. A Ulysses estudou o Toro de Plasma de Io que circunda Júpiter, verificando, também, uma diminuição na quantidade de vulcões em erupção.
o possui um diâmetro médio de 3642,6 km e tem uma densidade relativamente alta de cerca de 3,56 g/cm³. Assim, tem uma densidade um pouco maior e um diâmetro também pouco maior que a Lua.
Diferentemente das luas do sistema solar exterior, Io apresenta grandes semelhanças com os planetas telúricos, como a Terra, onde as rochas de silicatos são predominantes. Os dados da sonda Galileo sugerem que Io tem um núcleo de 900 km de diâmetro constituído por ferro e, possivelmente, com porções de pirita.
Este pequeno mundo tem uma luminosidade considerável, proveniente de alguns lagos incandescentes devido às altas temperaturas, mas a maioria dessa luminosidade provém de descargas eléctricas entre Júpiter e Io.
Ao contrário das outras luas de Galileu, Io tem pouca ou nenhuma água. Isto acontece provavelmente porque, no início do sistema solar, Júpiter era quente o suficiente para afastar os elementos voláteis junto à sua superfície (o que inclui Io), mas não para fazer o mesmo com as outras luas.
Existem montanhas escarpadas de origem não vulcânica com vários quilómetros de altura, planaltos formados por materiais em camada, e muitas caldeiras com aspecto irregular. Várias das formações negras correspondem a pontos quentes e podem ser lava a fluir. Não existem muitas crateras de impacto, dado que os depósitos vulcânicos cobrem a superfície mais rapidamente que o número de grandes crateras causadas por asteróides e cometas.
Esta intensa actividade vulcânica eliminou da superfície qualquer rasto de gelo, como seria de esperar num satélite de Júpiter. Da mesma forma que os vulcões da Terra, os vulcões ionianos emitem enxofre e dióxido de enxofre. Originalmente, julgava-se que as correntes de lava eram constituídas por substâncias sulfurosas. Contudo, hoje pensa-se que são silicatos rochosos derretidos, tal como acontece, também, na Terra. A Galileo detectou mais de cem vulcões em erupção, e especula-se que deverão existir pelo menos trezentos.
A energia para este vulcanismo deriva de efeitos de maré gerados pela interacção de Io, Júpiter, Europa e Ganímedes. As três luas encontram-se em ressonância orbital (ressonância de Laplace), de modo que Io orbita duas vezes por cada órbita de Europa que, por sua vez, orbita duas vezes por cada órbita de Ganímedes; além disso, Io mantém sempre a mesma face virada para Júpiter. A interacção gravitacional de Europa, Ganímedes e Júpiter, obriga o diâmetro de Io a sofrer constantes variações (cerca de 100 metros), num processo que gera calor através de fricção interna.

Possível interior de Io

5630 – Mitologia – Encélado


Gigante preso

Na Mitologia Grega é um dos gigantes que são os quatro filhos de Gaia. Foi vencido por Atena. É conhecido como o senhor do gelo. É irmão do mais poderoso gigante da mitologia grega, Tífon. Conhecido como aquele que rosna. Uma das máquinas de guerra construídas para destronar Zeus. Encélado e Tífon lutaram contra Zeus e Atena em uma batalha sangrenta que culminou na queda dos últimos gigantes. Em sua batalha com Atena e Zeus, foi aprisionado no monte Etna juntamente com seu irmão e lá estão presos até hoje lançando sua fúria sobre a Terra.