12.022 – Isto é Incrível – A história real do voo 502 que parou no tempo


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Em 31 de janeiro de 1978, o voo 502 da extinta Aviaco, um Caravelle 10-R, pilotado por Carlos García Bermúdez, cruzava os céus para cobrir a rota Valência-Bilbao, na Espanha. Quando estava nas proximidades do aeroporto de Bilbao, em Sondica, o comandante avistou um aglomerado de nuvens espessas e opacas, pairando a mil metros de altura.
Devido às condições meteorológicas, ele foi notificado pela torre de controle para que mudasse o plano de voo e fosse ao aeroporto de Santander, que estava a 100 km de distância. Quando o comandante alterou o trajeto da aeronave e subiu para uma altitude de 10 mil metros, seguindo instruções, algo inexplicável aconteceu.
Os passageiros e a tripulação a bordo foram testemunhas de uma nuvem lenticular (nuvem em forma de lente que se forma em altas altitudes, em alinhamento perpendicular à direção do vento), que se formou a partir do nada, tão reluzente que os pilotos na cabine tiveram que colocar seus óculos escuros para tentar manter algum tipo de visibilidade. Inevitavelmente, eles se adentraram na formação de nuvens, quando já tinham se afastado 35 km do aeroporto de Bilbao, e, repentinamente, os instrumentos de voo começaram a falhar. A comunicação com a torre de controle foi perdida imediatamente, as bússolas começaram a girar indefinidamente e tanto o painel de direção quanto o horizonte artificial emitiram alertas, indicando que o avião voava na direção oposta à rota traçada.
Até terminarem de atravessar a nuvem e tudo voltar a uma aparente normalidade, passaram-se 7 minutos de total angústia e incerteza, inclusive para o capitão García Bermúdez, que tinha mais de 11 mil horas de voo em seu currículo. A comunicação com a torre de controle se restabeleceu e os instrumentos voltaram a mostrar parâmetros normais, com exceção do hodômetro. Para a surpresa dos pilotos, o medidor não registrou nenhum quilômetro a mais durante o lapso em que o avião permaneceu dentro da nuvem, como se ele tivesse estado suspenso no mesmo ponto durante 7 minutos.
O voo 502 aterrissou finalmente no aeroporto de Santander sem nenhum tipo de inconveniente e, uma vez em terra, o comandante informou oficialmente sobre o incidente registrado. Autoridades aeroportuárias e a tripulação ficaram surpresas ao constatar que a torre de controle havia perdido contato com o avião por um lapso de 24 minutos e não de 7, como marcaram os relógios da cabine. Todos os que estavam a bordo do voo 502 haviam perdido, inexplicavelmente, um fragmento do tempo.
Atualmente, o processo relativo a esse incidente continua em aberto e sem resolução, apesar das várias investigações técnicas e a ajuda dos melhores especialistas de todo o mundo.

11.933 – Uma maldição indígena que teria matado vários presidentes dos EUA


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Existe uma maldição, segundo a crença popular, embora com implicações muito reais, que perseguiu de forma mortal os presidentes norte-americanos desde 1840 até 1960, sem exceção.
Também conhecido como Tecumtha, ou Tekamthi, o cacique Tecumseh, líder nativo da tribo indígena Shawnee, foi derrotado durante a batalha de Tippercanoe pelo governador do recém-estabelecido território de Indiana, William Henry Harrison, em 1811. Porém, antes de morrer, Tecumseh rogou uma poderosa maldição de morte repentina contra os Grandes Pais Brancos, como vingança pela dor causada ao seu povo.
Alguns anos depois, a maldição indígena começou a surtir efeito. William Henry Harrison foi eleito presidente dos EUA em 1840 e, alguns meses depois, em abril de 1841, morreu em decorrência de uma pneumonia. Até os dias de hoje, foi o governante por tempo mais curto na histórica democrática norte-americana.
Em 1860, Abraham Lincoln chegava à presidência e, cinco anos depois, foi assassinado pelo ator John Wilkes Booth, logo após começar seu segundo mandato.
James A. Garfield vencia as eleições de 1880 e apenas alguns meses depois era assassinado pelo advogado Charles Jules Guiteau, no salão de espera da estação de trens de Washington.
Vinte anos depois, embora tenha sido uma reeleição, o presidente William McKinley era assassinado pelo anarquista Leon Czolgosz.
Os dois próximos presidentes americanos morreram por causas naturais, supostamente: Warren G. Hardin, eleito em 1920, morreu oficialmente em consequência de um derrame, embora haja suspeitas de envenenamento. Franklin D. Roosevelt, reeleito em 1940 para o seu terceiro mandato, morreu de uma hemorragia cerebral.
A longa lista de presidentes americanos afetados pela maldição indígena chegou ao fim no mandato de John F. Kennedy, eleito em 1960 e assassinado em 1963. Desde então, com a presidência de Ronald Reagan, eleito em 1980, os efeitos da maldição começaram a desaparecer. Reagan esteve prestes a ser assassinado em 30 de março de 1981, em Washington, quando John Hinckley atirou nele. Mas Reagan sobreviveu e morreu em 2004, aos 93 anos.

11.715 – Acredite se Quiser – Homem é preso pelo FBI por viajar no tempo


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Esta história já tem 10 anos, porém de tempos em tempos é bom trazê-la à tona, principalmente pelo fato de que ela tem sido deixada de lado, e é constantemente abafada pelo FBI.
Também, não era para menos, afinal não é todo dia que se prende uma pessoa por viajar no tempo e coisas como estas, de fato, as autoridades preferem esconder de cidadãos comuns no intuito de evitar um caos mundial.
Acompanhe nas linhas abaixo este intrigante caso e tire suas próprias conclusões sobre o ocorrido. Aliás, espero que consigam ver este artigo antes que seja removido, como tantos outros o foram ao longo desta década que se passou.
Viajante do tempo preso por trapacear na bolsa de valores
Tudo começou em 2005, quando a polícia federal dos Estados Unidos (FBI) caçou e prendeu um homem por trapacear na bolsa de valores. Até aí nada demais, afinal, todos os dias milhares de especuladores criam formas de ganhar alguns dólares extras na bolsa.
Porém, o que chamou a atenção neste caso é que o tal trapaceiro, 3 meses antes de ser preso, disse em um fórum da internet que era um viajante do futuro e, para comprovar isso, iria ganhar milhões de dólares na bolsa, nos próximos dias.
A princípio ninguém acreditou, até que um cidadão fez seu primeiro investimento de 800 dólares. A partir daí, apenas 90 dias depois, ele já havia multiplicado seu investimento 43.750 vezes!
Ou seja, em um período de 3 meses o homem transformou 800 dólares em 35 milhões. E fez isso investindo pesado em ações de alto risco, mas sem nunca perder nenhum centavo. Todas as ações que ele comprava, subiam surpreendentemente.
Quando a receita federal norte-americana ficou sabendo do caso logo colocaram o FBI atrás do homem, e é aí que a história começa a se tornar ainda mais interessante.

FBI prende viajante do tempo
Quando indagado pelos investigadores sobre como ele havia feito para saber, exatamente, quais ações iriam subir e cair ao longo do dia, a resposta obtida foi convicta: “Sou um viajante do tempo, vim do ano de 2256, por isso acertei tudo”.
Obviamente, em um primeiro momento, a polícia não acreditou nesta história e manteve o homem preso por quase um ano, submetendo-o a uma sessão de perguntas a cada 15 dias.
Porém, em todos os 24 interrogatórios, a história era sempre mesma. Contada pelo cidadão com riqueza de detalhes e sem nunca entrar em contradição. No intuito de comprovar o que dizia, o homem deu algumas informações como o paradeiro do Osama Bin Laden e quando os Estados Unidos conseguiriam, finalmente, captura-lo.
Na época, também, o homem revelou o que parecia ser uma piada de mal gosto: Em menos de uma década os EUA, bem conhecidos pelo seu preconceito impregnado pela Ku Klux Klan, teria seu primeiro presidente negro.
Como o FBI não acreditou em nada disso, a investigação foi mais a fundo e os policiais finalmente descobriram que, na realidade, eles não sabiam de nada: Não havia nada sobre o homem, nenhum registro, documento, nem mesmo uma única digital.
Como alguém com 40 anos de idade, não teria uma única impressão digital registrada pelo governo norte-americano?
Cada dia que se passava da investigação, o caso ia ficando mais e mais intrigante. Tanto que a posição do FBI ante a mídia mudou radicalmente, quando o homem revelou o paradeiro de sua máquina do tempo.
Até então, o porta-voz da instituição se dirigia ao público sorrindo, afirmando que o rapaz era lunático e dono de uma sorte muito grande. Mas, quando o paradeiro da tal máquina capaz de viajar no tempo foi revelado, o FBI mudou sua tática.
Agora, para imprensa, só restava a resposta padrão para este tipo de questão “Não iremos mais comentar”.

Aonde está o viajante do tempo que foi preso pelo FBI?
Esta é a pergunta que não quer calar. Pois, poucas semanas depois, toda a mídia mundial que estava alvoroçada em cima do tal viajante, de repente, perdeu completamente o interesse e – desde então – o caso vem sendo fortemente abafado.
Quanto ao homem que diz ter vindo do futuro, não se tem mais notícias dele e o FBI mesmo alega que ele jamais existiu! Pois é, mesmo com as milhares de reportagens da época, os vídeos do porta-voz dando explicações sobre o caso, o FBI diz que isso nunca aconteceu.
E, desta forma, o paradeiro do suposto viajante, de sua suposta máquina ou mesmo a conclusão deste caso que é de importância mundial para a humanidade foi apagado da fraca memória da nossa mídia e jogado em um arquivo secreto de alguma agência de inteligência.
Do homem, a única coisa que nos resta é seu nome: Andrew Carlssin.

11.655 – Cientistas acreditam que o mistério sobre o Triângulo das Bermudas está no espaço e pretendem descobri-lo


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A região é conhecida por inúmeros desaparecimentos de barcos e navios sem nenhuma explicação e que, ao longo dos anos, vem criando uma série de mistérios, crenças e superstições.
Para isso, cientistas do Instituto Nacional de Astrofísica da Bolonha estão cogitando a ideia de mandar um satélite para o espaço a fim de fazer uma varredura na região, pois acreditam que o problema esteja, na verdade, além da superfície terrestre.
Relatos de astronautas são repletos de histórias com clarões na região, que provocam inexplicáveis problemas de funcionamento dos instrumentos de voo utilizados em suas aeronaves.
Algumas teorias colocam o Centurião de Van Allen como causa desses fenômenos, pois é uma área no interior da Terra com muita carga negativa concentrada e se encontra em um perímetro muito próximo do Triângulo das Bermudas, que é uma área de comprimento instável, podendo variar entre 1,1 milhões de km² e 3,95 km².
As histórias sobre o Triângulo das Bermudas não se acabam. Em 1945, um avião que sobrevoava a área, com 14 passageiros, sumiu sem deixar vestígios, mesmo o dia estando perfeito para um voo sem complicações. Poucos antes de desaparecer, o piloto entrou em contato com a central, afirmando que não sabiam onde estavam, pois as bússolas pararam de funcionar. Mesmo depois de operações para encontrar aviões, barcos e navios desaparecidos, não conseguiram encontrar nem um tipo de resquício deixado na área. Após esses fatos, rumores começaram a surgir sobre a misteriosa região.

11.514 – Matemáticos revelam o que ocorreu com voo 370 da Malaysia Airlines


Além do local da queda desconhecido, um dos maiores mistérios em torno do desaparecimento do voo 370 da Malaysia Airlines é a completa ausência de destroços da aeronave. Contudo, alguns matemáticos encontraram uma resposta que pode elucidar, finalmente, o que ocorreu com o avião.
Segundo uma pesquisa publicada no Notices of the American Mathematical Society, o avião poderia desaparecer sem deixar rastros caso mergulhasse de bico na água, em um ângulo próximo de 90 graus. As asas teriam arrancado e afundado, seguido pela própria fuselagem que ficaria intacta em grande parte.
“Os verdadeiros momentos finais da MH370 provavelmente permanecerão um mistério até o dia em que sua caixa preta for recuperada e decodificada”, disse o matemático Goong Chen, da Texas A&M University no Qatar, que liderou o estudo, em um comunicado à imprensa. “Mas peritos forenses apoiam firmemente que o MH370 mergulhou no oceano em uma queda livre.”
Os pesquisadores também levaram em conta o fato de que, em boa parte das simulações, as ondas do Oceano Índico causariam estragos na fuselagem e deixaram destroços, assim como ocorreu com o voo da Air France 447 que caiu no Oceano Atlântico em 2009. Na ausência completa de detritos, a hipótese mais provável é que um mergulho de bico, praticamente perpendicular à água seria o cenário mais provável. Certamente, esse é um dos muitos mistérios que rondam o que teria ocorrido com o voo 370 da Malaysia Airlines, que partiu de Kuala Lumpur, no dia 7 de março de 2014, para um destino desconhecido e fatal.

9267 – Triângulo das Bermudas: Descobertas ruínas de cidade submersa


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Uma busca conduzida pelos canadenses Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki encontrou vestígios do que pode ser uma cidade submersa ao norte da costa leste de Cuba, no Triângulo das Bermudas, área também apelidada de Triângulo do Diabo por causa de desaparecimentos não esclarecidos de aviões e barcos na região.
Com a ajuda de um robô, os investigadores encontraram ruínas a 700 metros de profundidade e não demorou muito para que os achados fossem vinculados ao mito de Atlântida ou Atlantis, um continente mencionado pelo filósofo grego Platão, que teria existido há aproximadamente 10 mil anos e que teria sucumbido diante de um terremoto, uma erupção vulcânica ou uma inundação.
As imagens obtidas pelos especialistas permitem visualizar com nitidez construções arquitetônicas que só poderiam ter sido feitas pelos homens, como monólitos com inscrições e pirâmides, uma delas de vidro. De acordo com os cientistas, estas ruínas poderiam ser de um período pré-clássico da história do Caribe e da América Central.

3032 – Mega Mistério – O Triângulo das Bermudas


O Triângulo do diabo

É uma área que varia, aproximadamente, de 1,1 milhão de km² até 3,95 milhões de km². Essa variação ocorre em virtude de fatores físicos, químicos, climáticos, geográficos e geofísicos da região, que influem decisivamente no cálculo de sua área, situada no Oceano Atlântico entre as ilhas Bermudas, Porto Rico, Fort Lauderdale (Flórida) e as Bahamas. A região notabilizou-se como palco de diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios, para os quais popularizaram-se explicações extrafísicas e/ou sobrenaturais.Uma das possíveis explicações para estes fenômenos são os distúrbios que esta região passa, no campo magnético da Terra. Um dos casos mais famosos é o chamado voo 19. Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950. Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos últimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o último século.
Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas antigravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terremotos, ondas, correntes), e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores céticos.
Desde a era das Grandes Navegações, nos séculos XV e XVI, as naus que viajavam da Europa para as Américas passavam continuamente por esta área para aproveitar os ventos da Corrente do Golfo. Depois, com o desenvolvimento das máquinas a vapor e dos barcos com motores de combustão interna, grande parte do tráfego do Atlântico Norte já não passava mais por esta área.
A Corrente do Golfo, uma área com clima instável (conhecida por seus furacões), também passa pelo triângulo ao sair do Mar do Caribe. A combinação de um intenso tráfego marítimo e o clima instável pode ter feito com que alguns barcos entrassem em tempestades e se perdessem sem deixar pistas, principalmente antes do desenvolvimento das telecomunicações, do radar e dos satélites no final do século XX.
A primeira obra documentada sobre os desaparecimentos nesta área foi lançada em 1950, por E. V. W. Jones, jornalista da Associated Press, que escreveu algumas matérias sobre desaparecimentos de barcos no triângulo. Jones disse que os desaparecimentos de barcos, aviões e pequenos botes eram “misteriosos”. E deu a esta área o nome de “Triângulo do Diabo”.
Variações nas bússolas
Os problemas com bússolas são um dos mais citados em vários incidentes no triângulo. Enquanto alguns têm teorizado que anomalias magnéticas locais incomuns podem existir nesta área, tais anomalias não têm sido reveladas como existentes. Também deve ser lembrado que as bússolas têm variações magnéticas naturais em relação aos polos magnéticos. Por exemplo, nos Estados Unidos os únicos lugares onde o polo norte magnético e o polo norte geográfico são exatamente os mesmos estão em uma linha passando do Wisconsin até o Golfo do México. Os navegadores sabem disso há séculos, mas o público pode não estar informado e algumas pessoas pensam que existe alguma coisa misteriosa na “mudança” na bússola numa área tão extensa como o triângulo, apesar de ser um fenómeno natural.
A Corrente do Golfo é uma corrente oceânica que se origina no Golfo do México, e então passa através do Estreito da Flórida, indo ao Atlântico Norte. Em essência, é um rio dentro do oceano, e como um rio, pode e carrega objetos flutuantes. Tem uma velocidade de superfície ao redor de 2,5 m/s (6 mph). [4] Um pequeno avião fazendo um pouso na água ou um barco tendo problema no motor serão carregados para longe da reportada posição pela corrente, como aconteceu com um cruzeiro chamado Witchcraft em 22 de Dezembro de 1967, quando foi reportado um problema no motor próximo a um marcador de boia a uma milha (1,6 km) da costa, mas o navio não estava lá quando a Guarda Costeira chegou.
Furacões
Os Furacões são poderosas tempestades que são geradas em águas tropicais, e têm historicamente sido responsáveis por milhares de vidas perdidas e bilhões de dólares em prejuízos. O naufrágio da frota espanhola Francisco de Bobadilla em 1502 foi o primeiro registro de um exemplo de um destrutivo furacão. Estas tempestades têm no passado causado vários incidentes relacionados ao triângulo.
Ondas gigantes
Em vários oceanos ao redor do mundo, as ondas gigantes têm causado o afundamento de navios [5] e a queda de plataformas de petróleo.[6] Estas ondas são consideradas como sendo um mistério e até recentemente eram acreditadas como sendo um mito.[7][8] No entanto, as ondas gigantes não explicam a perda de aviões.
As erupções frequentes de metano poderiam produzir regiões de água espumosa que poderiam não dar sustentação suficiente aos barcos. Se formasse uma área deste tipo ao redor de um barco, este afundaria muito rapidamente sem aviso. Os experimentos no laboratório têm provado que as bolhas podem realmente afundar um barco em modelo de escala, devido à diminuição da densidade da água.
Explicações de quedas de aviões
O gás metano também poderia fazer com que os aviões caíssem. O ar menos denso faria com que os aviões perdessem sustentação.
Além disso, no altímetro do avião (que mede a altitude) é medida a densidade do ar. Como o metano é menos denso, o altímetro indicaria que o avião está subindo. O piloto que viajaria de noite ou entre nuvens (onde não é possível ver o solo), suporia que o avião está subindo, e reagiria descendo, fazendo com que o avião colidisse.
Além disso, o metano no motor arruinaria a mistura de combustível e ar. Os motores do avião queimam hidrocarbonetos (como a gasolina) misturados com o oxigênio que provêm do ar. Quando os níveis de oxigênio no ambiente diminuem bruscamente, a combustão poderia parar por completo, fazendo com que o motor desligue. Todos estes efeitos do gás metano tem sido demonstrados experimentalmente.
A Lista de Acidentes é extensa:

1840 – Rosalie – embarcação francesa encontrada meses após o seu desaparecimento, na área do Triângulo das Bermudas, navegando com as velas recolhidas, a carga intacta, porém sem vestígios de sua tripulação.
1872 – Mary Celeste – Apesar do navio ter sido abandonado na costa de Portugal, ele teria antes supostamente batido em um recife perto da costa de Bermuda. 1880 – Atlanta – Fragata britânica, desapareceu em Janeiro, com 290 pessoas a bordo.
1902 – Freya – embarcação alemã, ficou um dia desaparecida. Saiu de Manzanillo, em Cuba no dia 3 de outubro. Foi encontrada no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo: todos os tripulantes desapareceram. 1909 – The Spray – pequeno iate do aventureiro canadense Joshua Slocum, que desapareceu nesta área.
1917 – SS Timandra – embarcação que iria para Buenos Aires que tinha partido de Norfolk (Virgínia) com uma carga de carvão, e uma tripulação de 21 passageiros. Não emitiu nenhum sinal de rádio.
1918 – Cyclops – embarcação carregada com 19.000 toneladas de aprovisionamentos para a Marinha Norte-americana, com 309 pessoas a bordo. Desapareceu a 4 de março em mar calmo, sem emitir aviso, mesmo dispondo de rádio.
1921 – Carroll. A. Deering – cargueiro que afundou no cabo Hatteras, cerca de 1000 km a oeste das ilhas Bermudas. 1925 – Raifuku Maru – embarcação que afundou em uma tempestade a cerca de 1000 km ao norte das ilhas Bermudas.
1925 – Cotopaxi – embarcação desaparecida próximo a Cuba.
1926 – SS Suduffco – embarcação que afundou em um furacão no triângulo.
1931 – Stavenger – cargueiro desaparecido com 43 homens a bordo.
1932 – John and Mary – embarcação desaparecida em Abril. Foi encontrada posteriormente à deriva, a cerca de 80 quilômetros das ilhas Bermudas.
1938 – Anglo-Australian – embarcação desaparecida em Março, com uma tripulação de 39 homens. Pediu socorro quando estava próxima ao Arquipélago dos Açores.
1940 – Gloria Colite – embarcação desaparecida em Fevereiro. Foi encontrada com tudo intacto, mas sem a tripulação.
1942 – Surcouf – submarino francês que foi atacado pelo cargueiro norte-americano Thompson Lykes perto do Canal do Panamá, cerca de 1800 km do triângulo 1944 – Rubicon – cargueiro cubano desaparecido em 22 de outubro. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Norte-americana próximo à costa da Flórida
1945 – Super Constellation – aeronave da Marinha Norte-americana desaparecida em 30 de Outubro, com 42 pessoas a bordo.
1945 – Voo 19 ou Missão 19 (“Flight 19”) – esquadrilha de cinco aviões TBF Avenger, desaparecida em 5 de Dezembro.
1945 – Martin Mariner – hidroavião enviado na busca do Vôo 19, também desapareceu em 5 de dezembro, após 20 minutos de vôo, com 13 tripulantes a bordo.
1947 – C-54 – aeronave do Exército dos Estados Unidos, jamais foi encontrado.
1948 – DC-3 – aeronave comercial, desaparecida em 28 de dezembro, com 32 passageiros. 1948 – Tudor IV Star Tiger – aeronave que desapareceu com 31 passageiros.
1948 – SS Samkey – embarcação que afundou a 4200 km a nordeste do triângulo e a 200 km a nordeste dos Açores. 1949 – Tudor IV Star Ariel – aeronave que desapareceu no triângulo.
1950 – Sandra – cargueiro transportando inseticida, desapareceu em Junho e jamais foi encontrado.
1950 – GLOBEMASTER – Avião desaparecido em março. Era um avião comercial dos Estados Unidos.
1952 – YORK – Avião de transporte britânico. Desaparecido em 2 de fevereiro. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripulação. Sumiu ao norte do Triângulo das Bermudas.
1954 – Lockheed Constelation – aeronave militar com 42 passageiros a bordo que desapareceu no triângulo.
1955 – CONNEMARA IV – Desapareceu em setembro e apareceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação.
1956 – MARTIN P-5M – Hidroavião desaparecido em 9 de novembro. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Triângulo das Bermudas.
1957 – CHASE YC-122 – Desaparecido em 11 de janeiro. Era um avião cargueiro com 4 passageiros a bordo.
1962 – Um avião KB-50 desapareceu em 8 de
janeiro. Tratava-se de um avião tanque das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Triângulo.
1963 – MARINE SULPHUR QUEEN – Cargueiro que desapareceu em fevereiro sem emitir nenhum pedido de socorro.
1963 – SNO’BOY – Desaparecido em 1º de Julho. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado.
1963 – 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto. Eram 2 aviões de quatro motores cada, novos, a serviço das forças aéreas americanas. Iam em missão secreta para uma base no Atlântico, mas nunca chegaram no local.
1963 – CARGOMASTER C-132 – Desaparecido em 22 de setembro perto das ilhas Açores.
1965 – FLYNG BOXCAR C-119 – Desaparecido em 5 de junho. Era um avião comercial com 10 passageiros a bordo.
1967 – WITCHCRAFT – Desaparecido em 24 de dezembro. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo.
1970 – Milton Latrides – cargueiro francês que partiu de Nova Orleans em direção à Cidade do Cabo. Levava uma carga de azeite vegetal e refrigerante. Afundou no triângulo em Abril.
1973 – ANITA – Desaparecido em março. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando próximo ao Triângulo com 32 tripulantes a bordo.
1976 – Grand Zenith – petroleiro, afundou com pessoas e bens a bordo. Deixou uma grande mancha de petróleo que, pouco depois, também desapareceu.
1976 – SS Sylvia L. Ossa – embarcação que afundou em um furacão a oeste das ilhas Bermudas.
1978 – SS Hawarden Bridge – embarcação que foi encontrada abandonada no triângulo.
1980 – SS Poet – embarcação que afundou em um furacão no triângulo. Transportava grãos para o Egito.
1995 – Jamanic K – cargueiro que afundou no triângulo, depois de sair de Cap-Haïtien.
1997 – Iate – É encontrado um iate alemão.
1999 – Genesis – cargueiro que afundou depois de sair do porto de São Vicente; sua carga incluía 465 toneladas de tanques de água, tábuas, concreto e tijolos; informou de problemas com uma bomba um pouco antes de perder o contato. Foi realizada uma busca sem sucesso em uma área de 85.000 km² (33.000 milhas quadradas).
Mais de 100 navios e aviões desapareceram, desde o final da Segunda Guerra, entre o arquipélago das Bermudas, o estado da Flórida, nos Estados Unidos, e a cidade de San Juan, em Porto Rico. Os limites dessa região formam um triângulo imaginário sobre as águas do mar do Caribe que há séculos desperta temores. Ainda assim, a fama do Triângulo das Bermudas como cenário de fenômenos inexplicáveis cresceu mesmo a partir de dezembro de 1945, quando cinco aviões da Marinha americana sumiram sem deixar vestígios.
As especulações sobre o incidente e a lembrança de casos semelhantes deixaram muita gente curiosa e logo a mídia passou a explorar o assunto em livros, filmes e programas de TV. Publicado em 1974, o livro O Triângulo das Bermudas, do escritor americano Charles Berlitz, vendeu 20 milhões de exemplares levantando hipóteses como a de que naves alienígenas teriam seqüestrado as embarcações desaparecidas no local.
Para vários especialistas há muito exagero em torno do assunto. Fenômenos bem mais comuns, como tempestades, explicariam boa parte dos naufrágios e muitos podem ter ocorrido longe da área. Em 1975, no livro The Bermuda Triangle Mystery – Solved (“O Mistério do Triângulo das Bermudas – Solucionado”, inédito no Brasil), o ex-piloto americano Larry Kusche mostra o trabalho de meses de investigações sobre vários incidentes e conclui que os aviões desaparecidos em 1945 caíram no mar por causa da simples falta de combustível.
De qualquer forma, as histórias sobre o Triângulo ainda impressionam. A catarinense Heloisa Schurmann, matriarca da família que deu a volta ao mundo em um barco entre 1984 e 1994, navegou pela região com o marido Vilfredo em 1978.
E não tem boas lembranças: “Quando entramos no arquipélago das Bahamas, uma forte tempestade se aproximou. De repente, vimos um redemoinho de água vindo em nossa direção. Imediatamente mudamos de rumo e fugimos daquele lugar.”
Gás suspeito Alguns cientistas supõem que o metano pode explicar o mistério
1. No subsolo oceânico do Triângulo, há metano estocado como hidrato gasoso, em estruturas como cristais de gelo. O movimento das placas tectônicas muda a pressão e a temperatura das profundezas, transformando esse hidrato em gás
2. O gás de metano sobe para a superfície em forma de bolhas e reduz a densidade da água, fazendo com que os barcos percam sustentação e afundem
3. As bolhas também podem liberar o gás na atmosfera e a faísca do motor de um avião que passe pelo local nesse momento seria suficiente para provocar uma explosão
Um mistério de séculos Região do Caribe é cenário de fatos estranhos desde antes da era cristã
500 a.C. – Pesadelo fenício
Os fenícios – civilização de exímios navegadores que surgiu onde hoje fica a Síria – temiam monstros que se moviam num oceano de algas. Hoje, há especialistas que vêem nisso uma indicação de que eles teriam chegado ao mar de Sargaços, área infestada de algas que se estende sobre o Triângulo
Século XV – Os sustos de colombo
O navegador Cristóvão Colombo também temia essa parte do mar do Caribe. Em seu diário de bordo, ele menciona estranhos acontecimentos no local, como o mau funcionamento de sua bússola e a presença de luzes emergindo do oceano
Século XVIII – Primeiro naufrágio
Em 1790, o barco do espanhol Juan de Bermudez afundou na região, mas ele conseguiu chegar a uma ilha que chamaria de Bermudas, por causa de seu sobrenome. O navegador não só esteve num dos primeiros naufrágios registrados no Triângulo como ainda batizou o arquipélago
1945 – O caso mais polêmico
Cinco bombardeiros Torpedo, da Marinha americana, decolam de Fort Lauderdale, na Flórida, e desaparecem com 14 tripulantes a bordo. O incidente do chamado Vôo 19 (seu número de controle no tráfego aéreo) tornam a região mundialmente famosa como local de sumiços misteriosos
1951 – Gigante desaparecido
Um avião-cargueiro C-124, da Força Aérea americana, deixa de ser registrado por radares ao sobrevoar o Triângulo. Considerado um dos maiores aviões de carga do mundo, ele levava 52 tripulantes
1963 – Rotina de sumiços
O navio-cargueiro Marine Sulphur Queen, de 425 pés (129,45 metros), desaparece com 39 homens a bordo. Nenhum sinal de socorro foi emitido e o navio jamais foi encontrado
1972 – O último caso
O desaparecimento do cargueiro alemão Anita, de 20 mil toneladas e com 32 ocupantes, foi o último acontecimento misterioso do Triângulo a ter grande repercussão em todo o mundo.

Navio tragado como se fosse um brinquedo