10.830 – Mega Techs – Relógio que dispara laser capaz de queimar coisas


relogio laser

Com ideias tiradas diretamente dos filmes do James Bond, o alemão Patrick Priebe criou o LaserWatch, um relógio que dispara lasers que realmente são capazes de queimar coisas.
Ele mantém uma empresa chamada Laser Gadgets, cujo nome é autoexplicativo. Em seu último projeto, ele decidiu fazer algo mais refinado, embora o seu aparelhinho esteja longe de se passar por um relógio de pulso comum.
Para isso, ele gastou cerca de US$ 200 em material e mais cerca de 40 horas para a montagem. Cada um dos componentes foi feito por ele, desde os botões até o próprio laser de 1,5 watts. A luz é forte, e a bateria é pequena, então não é possível manter o o fornecimento de energia do laser por muito tempo.
Em contato com a CNET, Priebe respondeu à questão que todos querem saber: “mas não vai queimar a mão do usuário?”. Ele diz que o brilho azul não tem efeitos, mas se o raio diretamente atingir sua mão, vai ficar quente rapidamente. Neste caso, é só deixar de apertar o botão para parar, mas ele confirma: “É realmente capaz de queimar sua pele, no entanto. Não é exatamente um brinquedo”.
Ele também diz que não tem intenção de produzir em massa o seu projeto, mas ele afirma que se o fizesse, o relógio custaria muito mais de US$ 300. No entanto, ele diz que, como outras de suas invenções, o LaserWatch pode ser feito sob encomenda pelo seu site.

7540 – Mega Mix – Odontologia


Cientistas americanos desenvolveram um chiclete com fosfato de cálcio que ajuda na proteção contra a cárie. A vida e os hábitos alimentares dos animais podem ser registrados através do tratamento dos dentes.
É ultrapassado o conceito de que é mais saudável escovar os dentes com água oxigenada. Para que ela tenha algum efeito sobre as bactérias seria necessário passar o dia inteiro escovando os dentes.

Dentista sem dor:
A Odontologia está se armando até os dentes para aliviar o sofrimento dos pacientes – inclusive o psicológico. O laser, como substituto da broca de alta rotação, é o principal instrumento desse arsenal.
As cáries menores já podem ser tratadas sem anestesia com o laser de érbio – um raio que usa as propriedades concentradoras do elemento químico érbio para penetrar no dente profundamente.
Ele atravessa a estrutura, desintegra as moléculas da cárie e limpa tudo para a restauração – ou obturação.
O raio também pode ser usado em cirurgias e obturações de resina, mas não nas metálicas, que usam limalha de prata e mercúrio, indicadas para as cáries profundas nos dentes de trás. Aí, a broca continua indispensável.
O pesquisador Harvey Wigdor, da Universidade Noroeste de Chicago, nos Estados Unidos, desenvolveu, em 1997, um trabalho para descobrir o que aliviaria os pacientes de dentistas. Depois de entrevistar 100 indivíduos, concluiu que o principal desejo deles não era só se livrar da dor. O trauma, mesmo, era o barulho incômodo do motorzinho.
Para pôr fim a dois temores com uma técnica só, boa parte da indústria odontológica pesquisa formas de aposentar de vez a broca. Além do laser, os outros candidatos a substituto são um gel para dissolver a cárie, que deve chegar ao Brasil no início do próximo ano, e um jato de ar, já disponível em vários consultórios.
Embora silenciosas, as duas técnicas não são totalmente à prova de dor. Se a cárie tiver atingido uma região próxima ao nervo, o incômodo vai aparecer. Neste caso, usa-se a velha e boa anestesia.
As substâncias anestésicas de hoje são bastante seguras e, na última década, a espessura da agulha encolheu três vezes. Ou seja, a picada também já não incomoda tanto.

Passo a passo:
A cárie abre um buraco no esmalte, que é o escudo do dente, e expõe a dentina, a área mais interna. É bem aí que a broca age. Ela é formada por um anel que gira rapidamente, arrancando minúsculos pedaços do tecido cariado.
A dentina é cheia de canais preenchidos com um líquido. Esses dutos conduzem à pulpa, onde está o nervo do dente. Por meio do líquido, o calor provocado pelo atrito e pela trepidação produzida pelo motorzinho chegam rapidamente até ele.
A única função desses nervos é perceber a dor. Eles levam a informação para o cérebro à velocidade de 1 metro por segundo. As terminações nervosas que indicam ao dente que força usar na mastigação ficam do lado de fora.
Laser
Ao contrário da broca, o laser não arranca pedaços. A energia produzida por ele desintegra as moléculas do tecido cariado e ainda mata as bactérias da região, limpando a cavidade que será obturada.
O laser é uma luz emitida por pulsos muito rápidos, com duração de milissegundos. Por isso, ele produz muito menos calor e trepidação, sem alterar o equilíbrio do líquido dentro dos canais da dentina.
Já que o líquido dos dutos é pouco atingido, o nervo nem chega a sentir. Assim, a dor é menos intensa ou até inexistente.
Há fachos de luz com quantidades diferentes de energia. Desse modo, é possível usar cada um deles com fins diferentes e não apenas para retirar a cárie.
O chamado laser de CO2 (gás carbônico), mais antigo, é apropriado para cortar a gengiva. Ele esquenta a água que existe dentro das células e as faz explodir feito milho de pipoca. Assim, abre incisões para a cirurgia na gengiva com a eficiência de um bisturi.
O laser de arseneto de gálio alivia a dor. Ele aumenta o fluxo sanguíneo na região, diminuindo a inflamação e estimulando a produção de endorfina, um analgésico natural. É empregado depois da extração de um dente ou antes da anestesia convencional, para que o paciente não sinta a picada.
O gel é uma mistura de aminoácidos e hipoclorito de sódio (parecido com água sanitária). Em contato com o dente, dissolve a cárie sem afetar a parte sadia. Depois, a mistura é retirada com um pequeno instrumento de metal e a cavidade está pronta para ser obturada.

7139 – Idéia luminosa para os chips


Uma descoberta recente a respeito dos chips alimenta o sonho de se usarem sinais de laser para transmitir informações — em lugar, por exemplo, das ondas de rádio ou microondas. Até há pouco, era difícil pensar em dispositivos capazes de controlar os sinais de laser, pois o material mais adequado para isso seria o cristal de silício, com o qual se fazem os chips de computador. Infelizmente, embora o silício emita sinais elétricos muito bem, ele parece incapaz de repetir esse desempenho com a luz. Ou parecia: agora, dois pesquisadores ingleses, A. Cullis e L. Canham, encontraram um mecanismo capaz de tornar o silício muito mais eficiente do que se imaginava possível. Basta construir cristais mais porosos, e não maciços, como normalmente se faz. Inúmeros cientistas consideram bastante plausível a complicada explicação que os pesquisadores forneceram para as intensas emissões de luz pelo silício. E acreditam que essa teoria levará a melhores dispositivos de comunicação baseados em raios laser.

5165 – Criado laser que aquece matéria a 2 milhões de graus


Cientistas anunciaram a criação do laser de raio-X mais potente já feito até agora, capaz de esquentar a matéria a até 2 milhões de graus Celsius –mais quente do que a coroa do Sol.
Embora muita gente só associe os raios laser a tocadores de CD e canetas usadas para atrapalhar a visão de jogadores de futebol, eles são essenciais para o estudo de muita coisa: da composição de planetas ao entendimento de vírus.
Quanto menor o comprimento da onda do laser, menor o tamanho das coisas que podem ser “vistas” com ela.
Em trabalho publicado na “Nature”, cientistas descrevem a criação da primeira versão atômica de laser de raio-X, que dispara mais energia e em comprimento de onda mais preciso do que qualquer outro já feito.
“Pesquisadores usarão esse novo tipo de laser para todo tipo de coisa interessante, como trazer à tona detalhes de reações químicas ou poder assistir, em tempo real, às moléculas biológicas trabalhando”, disse Nina Rohringer, que liderou o trabalho.
O superlaser foi desenvolvido usando gás neônio e um superacelerador de partículas, na Califórnia.
O feixe foi usado para esquentar um fragmento de alumínio, mais fino do que uma teia de aranha, à temperatura de 2 milhões de graus Célsius.
Isso deu origem a uma matéria densa quente que só está presente em lugares extremos, como no centro de estrelas.
Possuir amostras disso em laboratório pode ajudar os cientistas a entender melhor as condições dentro desses astros e também no centro de planetas gigantes no nosso Sistema Solar e além, dizem os autores.

2302-Tecnologia Laser


No japão foi instalado um equipamento que permite midir o nível de poluição do ar num raio superior a 50 km, é uma espécie de radar á laser. Em 1947, o laser encontrou nova aplicação, a holografia. Foi necessário esperar o laser para viabilizar o processo. Ao contrário da fotografia, não se registra sobre a película só a intensidade das ondas luminosas, mas também sua fase. Seria como se olhassemos um objeto de todos os lados. O emprego tem se limitado a pesquisas científicas, mas nos EUA, os cientistas já sonham com um filme holográfico. Algumas previsões apontam para uma TV tridimensional.

É depois do computador, a invenção recente que teve o maior número e a maior diversidade de aplicações : intervenções cirúrgicas, reprodução do som e da imagem, o laser tem demonstrado verstilidade e importância como no espectroscópio, utilizado em química. No campo da fusão nuclear controlada é um dos instrumentos mais utilizados pelos pesquisadores. Para se obter uma reação de fusão, é necessário dispor de uma enorme quantidade de energia concentrada, atingindo assim, temperaturas de muitos milhões de graus C, imprescindíveis para ativar a reação da fusão. O laser Argus da Universidade da Califórnia pode atingir até 4 milhões de bilhões de watts de potência na duração de 1 bilionésimo de segundo. O aparelho é do tipo sólido, com barra de vidro com neodímio, um elemento químico adequado como material ativo. No meio de lâmpadas potentes destinadas a obter o efeito do bombeamento dos elétrons. Os átomos de deutério e trítio, dentro de uma bolinha de vidro, a 100 milhões de °C, efetuam a reação de fusão, transformando-se em átomos de hélio e produzindo assim energia. O laser mais potente do mundo é o Shiva, de Los Alamos, EUA, e vem sendo usado para a pesquisa de fusão termonuclear. O único problema é o custo. Neste tipo de experiência, a energia gasta para provocar a reação nuclear é muito maior do que a que se consegue obter da própria fusão. Em 1917, Einstein previu a existência da emissão estimulada de fótons, o fenômeno físico que torna possível o laser, mas foi utilizado pela primeira vez em 1954, pelo cientista americano Charles H. Townes. O sistema produzia raios constituídos por microondas e atualmente é empregado na astronomia, radar e satélites. O primeiro laser de ação efetivasó surgiria com Maiman em 1960.

A palavra é formada pelas iniciais de Light Amplification Simulated Emission of Radiation, em português, amplificação da luz pela emissão estimulada de radiações. O dispositvo produz feixes de luz pela emissão estimulada de radiações. O diaspositivo produz feixes de luz de forte intensidade, estritamente monocromáticos, de frequência bem definidas e com direção de propagação delimitada. Pode ser utilizado em delicadas intervenções cirúrgicas. A radiação concentrada tem grande potência podendo cortar uma placa metálica ou provocar fusão nuclear. Numa lâmpada, os átomos de metal que constitui o filamento são alimentados quando atravessa. Suas aplicações são muitas; o laser líquido e o gasoso como o do hélio-neônio, empregado no cirurgia de retina e o potente laser de co2 utilizado para cortar metais.