10.982 – Biologia – Como é calculada a sensação térmica?


O cálculo da sensação térmica, que é a temperatura que realmente sentimos em uma determinada situação, deve levar em conta dois fatores: velocidade do vento e umidade relativa do ar. A tabela disponibilizada no site do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) calcula que a sensação térmica diminui aproximadamente 1ºC a cada vez que os ventos chegam a 7 km/h – quanto maior a velocidade do vento, maior o calor retirado da superfície da pele, e, portanto, maior a sensação de frio.
Por exemplo, em um local com temperatura ambiente de 10ºC e ventos de 7 km/h, a sensação térmica é de 9 ºC. Para ter uma idéia, um vento de 7 km/h está longe de ser um furacão, que tem ventos de no mínimo 118 km/h de velocidade. O problema é que as fórmulas usadas pelos institutos de meteorologia no Brasil consideram apenas a velocidade do vento, e não levam em conta a umidade do ar. “Numa temperatura xis, com ar seco, sentimos um certo frio. Já, se ocorrer a mesma temperatura com chuva, a tendência é sentirmos ainda mais frio. O frio seco é menos sentido que o frio úmido”.

10.317 – Como foi calculada a velocidade da luz?


trambolho arcaico

Até 1676, acreditava-se que a luz era instantânea. Naquele ano, o astrônomo dinamarquês Ole Roemer observou no telescópio que, em comparação com seus cálculos, havia um atraso de 22 minutos nos eclipses das luas de Júpiter. Roemer concluiu que o atraso correspondia ao tempo que a luz dos satélites levava para alcançar a Terra, à velocidade que estimou em 225 000 quilômetros por segundo. “Esse valor estava bem próximo do que é aceito hoje”, diz o físico Giorgio Moscati do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O valor correto – 299 792 km/s – foi determinado apenas em 1926 pelo físico alemão Albert Michelson. Para chegar a esse número, Michelson aperfeiçoou, durante 25 anos, o interferômetro, aparelho que mede em espelhos fixos o desvio da luz refletida por espelhos rotativos.

9867 – Como é calculada a sensação térmica?


O cálculo da sensação térmica, que é a temperatura que realmente sentimos em uma determinada situação, deve levar em conta dois fatores: velocidade do vento e umidade relativa do ar. A tabela disponibilizada no site do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) calcula que a sensação térmica diminui aproximadamente 1ºC a cada vez que os ventos chegam a 7 km/h – quanto maior a velocidade do vento, maior o calor retirado da superfície da pele, e, portanto, maior a sensação de frio.
Por exemplo, em um local com temperatura ambiente de 10ºC e ventos de 7 km/h, a sensação térmica é de 9 ºC. Para ter uma idéia, um vento de 7 km/h está longe de ser um furacão, que tem ventos de no mínimo 118 km/h de velocidade. O problema é que as fórmulas usadas pelos institutos de meteorologia no Brasil consideram apenas a velocidade do vento, e não levam em conta a umidade do ar. “Numa temperatura xis, com ar seco, sentimos um certo frio. Já, se ocorrer a mesma temperatura com chuva, a tendência é sentirmos ainda mais frio. O frio seco é menos sentido que o frio úmido”.

6446 – Sufoco também no interior-Ilhas de calor afetam cidades médias de SP


A formação de “ilhas de calor”, como é conhecido o fenômeno em que surgem zonas de temperatura anormalmente alta nas cidades, deixou de ser um problema somente para a população dos grandes municípios do país.
Uma pesquisa realizada por pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) constatou que a existência do fenômeno é cada vez mais evidente também em cidades médias paulistas.
Segundo João Lima Sant’Anna Neto, professor do Departamento de Geografia do campus de Presidente Prudente (noroeste do Estado), um levantamento feito em 14 cidades verificou que houve aumento de 1ºC na temperatura nos últimos 49 anos.
Além disso, cresceu 34% o número de dias quentes (temperatura acima de 30ºC) por ano nesses municípios.
estudo avaliou dados da estrutura térmica de 14 municípios do Estado, que possuem estações certificadas pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) ou pela Esalq-USP, desde 1960.
Todas são cidades de médio (caso de Sorocaba) e pequeno portes (São Simão).
O período das informações analisadas foi dividido em duas fases, de 1961 a 1990 e de 1991 a 2009. Segundo Neto, o trabalho verificou a intensificação das “ilhas de calor” nos 14 municípios.
Isso ocorreu até em Campos do Jordão, cidade paulista famosa pelo inverno. O município tinha 218 dias quentes no primeiro período e chegou a 241 no posterior.

Neto disse que esse fenômeno climático ocorre devido à pouca vegetação e à maior densidade de construções (residenciais, comerciais e industriais) nas cidades.

“É notório que as ‘ilhas de calor’ são verificadas com mais incidência em metrópoles, mas por meio do estudo percebemos que isso ocorre também em municípios menores. Basta verificar o aumento no número de dias quentes e elevação da temperatura”, afirma.

De acordo com o pesquisador, a temperatura do planeta subiu cerca de 1ºC nos últimos 130 anos. “Nas 14 cidades paulistas analisadas, essa elevação foi verificada em apenas 50 anos.”
“A elevação de dias quentes é um problema, pois gera aumento no consumo de água, eleva gastos com energia elétrica e provoca maior incidência de doenças vinculadas ao calor, como problemas relacionados ao aparelho circulatório”.

6170 – Mega Sampa – Com mais chuva em São Paulo, mês de junho bate recorde histórico


Este mês de junho já é o mais chuvoso desde 1943, quando o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) iniciou os registros.
Até as 9h de hoje, o acumulado de chuva na estação do mirante de Santana (zona norte) chegou a 233,7 mm –cada mm equivale a um litro de água por m².
O junho mais chuvoso até então era o de 1983, que teve 220,7 mm nos 30 dias. A média histórica para o mês é de 55,7 mm.
ACUMULADO DE CHUVA EM JUNHO

2012: 233,7 mm
1983: 220,7 mm
1945: 198,3 mm
1987: 195,9 mm
1982: 162,9 mm
1974: 123,5 mm

As temperaturas não caem porque, com a variação na nebulosidade, as massas de ar frio acabam não conseguindo chegar à cidade.